DESEMPENHO DE FUNGICIDAS NO CONTROLE DE Bipolaris oryzae E Pyricularia grisea EM DIFERENTES CONDIÇÕES DE CULTIVO DA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO1 PINTO, Felipe Frigo2; CANOVA, Eduardo2; TOMAZETTI, Marcos Belinazzo2; DREBES, Lucas3; MINUZZI, Simone Gripa2; EBONE, André2; MAFFINI, Francis Sartori4; BALARDIN, Ricardo Silveiro5. 1 Trabalho de Iniciação Científica _UFSM Curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 3 4 Acadêmico do curso de Técnico em Agricultura, Instituto Federal Farroupilha, São Vicente do Sul, RS, Brasil 4 Programa de Pós Graduação em Agronomia, PPGAgro, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 5 Professor de Fitopatologia do Departamento de Defesa Fitossanitária, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. E-mail: [email protected]. 2 RESUMO O presente trabalho teve por objetivo verificar o desempenho de fungicidas no controle de Bipolaris oryzae em condições de campo e Pyricularia grisea em condições de casa de vegetação na cultura do arroz irrigado. Para isso, foram conduzidos dois experimento, um a campo avaliando o desempenho dos tratamentos fungicidas no controle de Bipolaris oryzae através da análise da AACPD da doença e produtividade da cultura. No segundo ensaio, conduzido em casa de vegetação, avaliou-se o controle de Pyricularia grisea após inoculação do fungo em plantas de arroz conduzidas em vasos. Observou-se que o controle de Bipolaris oryzae proporcionou incremento significativo na produtividade da cultura do arroz irrigado, chegando a 21,8%. Azoxistrobina + óleo mineral (100 + -1 321 g.i.a.ha ), mostrou-se eficiente no controle da brusone da folha causada por Pyricularia grisea na cultura do arroz irrigado. Palavras-chave: Arroz irrigado; Controle de doenças; Fungicida. 1. INTRODUÇÃO Com uma produção anual de cerca de 724,5 milhões de toneladas, o arroz é o segundo cereal mais produzido e o mais consumido no mundo. Desse montante, o Brasil é responsável por 11,26 milhões de toneladas, sendo o nono maior produtor mundial do cereal (FAO, 2012). A região sul do Brasil, responde por 77,5% da produção nacional na safra 2011/12, sendo uma cultura de grande importância econômica e social (CONAB, 2012). No entanto, muitos fatores são limitantes para a obtenção de altas produtividades e sustentabilidade da lavoura arrozeira. Dentre eles, as doenças fúngicas destacam-se no processo produtivo do arroz irrigado, um vez que podem causar danos que variam de 20 a 50% (BALARDIN & BORIN, 2001). A brusone e a mancha-parda, ambas causadas pelos patógenos Pyricularia grisea (Cooke) Sacc e Bipolaris oryzae, respectivamente, destacamse como as principais doenças da cultura. Os sintomas típicos da brusone são manchas foliares de cor castanhoavermelhadas, que evoluem e passam a apresentar manchas alongadas com o centro acinzentado (CARDOSO & KIMATI, 1980 e BEDENDO, 1997). O período que decorre desde o emborrachamento até a floração do arroz, é considerado o mais crítico à ocorrência de 1 brusone (SOSBAI, 2010), embora esteja sujeito ao ataque da doença durante todo seu ciclo de desenvolvimento. Regiões que possuem condições climáticas de maior pluviosidade, alta umidade relativa do ar, longo período de molhamento foliar e solos mais arenosos e com baixa fertilidade estão mais propensas a ocorrência da brusone (SOSBAI, 2010). A mancha-parda causada pelo fungo B. oryzae, desenvolve manchas circulares castanho-escuras nas folhas. A mancha parda, por sua vez, também pode ocorrer em todas as fases do ciclo da cultura do arroz, no entanto após a floração a ocorrência é mais comum. Alta umidade e temperaturas amenas são fatores favoráveis ao surgimento e desenvolvimento da doença. O controle químico de doenças, através da aplicação de fungicidas é citado por vários autores como uma excelente ferramenta no manejo de doenças, visto a grande eficiência de controle destas (OTTONI et al., 2000). Segundo dados obtidos por Scheuermann e Eberhardt (2011), os fungicidas propiconazol + trifloxistrobina, tebuconazol + trifloxistrobina, a mistura em tanque triciclazol + tebuconazol, e a sucessão triciclazol/tebuconazol + trifloxistrobina, proporcionam acima de 90% de controle da brusone. De acordo com Celmer et al. (2007), o controle químico, testado nas cultivares IRGA 417 e El Passo L 144, reduziu significativamente a severidade de escaldadura e manchaparda, refletindo na produtividade de ambas as cultivares e sendo influenciado pelo produto e época de aplicação. Os mesmos autores obtiveram resultados que demonstraram redução de produtividade superiores a 3.000 kg.ha-1 nos tratamentos testemunha quando comparados aos tratamentos com fungicidas, demonstrando o potencial de dano das doenças na cultura do arroz irrigado. Com isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de fungicidas no controle de Bipolaris oryzae em condições de campo e Pyricularia grisea em condições de casa de vegetação na cultura do arroz irrigado. 2. METODOLOGIA 2.1. Experimento a Campo O experimento foi conduzido na área experimental do Instituto Phytus, Núcleo de Pesquisa, em Restinga Seca/RS, latitude 29º 40' 56,2" S, longitude 53º 20' 01,6" W e altitude de 43 m. A semeadura do experimento foi realizada no dia 29 de novembro de 2011, utilizando uma semeadora com espaçamento entre linhas de 0,17 m. Os tratos culturais seguiram as recomendações técnicas para a cultura do arroz irrigado no Rio Grande do Sul (SOSBAI, 2010). O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso constituído por seis tratamentos e quatro repetições. A parcela experimental possuía 2x5 m, sendo que a área útil empregada para realizar as avaliações era de 6 m2. A cultivar de arroz utilizada no experimento foi a EPAGRI 114. 2 A doença estabeleceu-se de forma natural, não havendo nenhum tipo de interferência na patogênese, a não ser os tratamentos fungicidas aplicados. Os tratamentos realizados estão descritos na Tabela 1, sendo que a testemunha não recebeu aplicação de fungicida. Tabela 1 – Ingredientes ativos testados, doses e época de aplicação dos programas fungicidas na cultura do arroz irrigado. Restinga Seca- RS/2012. -1 Ingredientes ativos testados Dose (g.i.a.ha )* Momento de aplicação Testemunha - - Tiofanato-metílico 875 Emissão da panícula > 18 DAA1** Epoxiconazol 40 Emissão da panícula > 18 DAA1 Tebuconazol 90 Emissão da panícula > 18 DAA1 Tebuconazol + Trifloxistrobina 150 + 75 Emissão da panícula > 18 DAA1 Azoxistrobina + Óleo mineral 100 + 321 Emissão da panícula > 18 DAA1 -1 * Dose em gramas de ingrediente ativo por hectare (g.i.a.ha ). ** Segunda aplicação 18 Dias Após a 1ª Aplicação (DAA1). As aplicações foram realizadas com pulverizador costal pressurizado a CO2 comprimido, munido de barra de aplicação com quatro pontas de pulverização tipo leque simples (Teejet XR11002), com volume de calda de 150 L.ha-1 a uma pressão de trabalho de 30 psi e velocidade de caminhamento de 1,5 m/s. A severidade de Bipolaris oryzae foi avaliada no momento da segunda aplicação de fungicida e sucessivamente aos 7, 14, 21 e 28 dias após a segunda aplicação. Para isso foram atribuídas notas visuais do percentual de área foliar com sintomas da doença. A partir dos valores de severidade foi calculada a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) através da seguinte fórmula: n AACPD = ∑ [((Yi+1 + Yi)*0,5)*(Ti+1 - Ti )] i=1 Onde, Yi: severidade da doença na época de avaliação i (i= 1,...,n); Yi+1: severidade da doença na época de avaliação i + 1; Ti: momento da avaliação inicial (i); Ti+1: momento da próxima avaliação (i + 1) e n = nº de avaliações; A avaliação de produtividade foi realizada quando as plantas de arroz atingiram a maturação de colheita. Para isso, 2,0 m2 da área útil de cada unidade experimental foram colhidos manualmente e trilhados em trilhadora estacionária. O volume de grãos obtido foi pesado e sua umidade ajustada para 13% para cálculo do rendimento de grãos. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente através da análise de variância, e comparados pelo teste de Tukey à 5% de probabilidade através do software ASSISAT versão beta 7.6. 2.2. Experimento em Casa de Vegetação 3 O experimento foi conduzido na estação experimental do Instituto Phytus Núcleo de Pesquisa, Itaara/RS, latitude 29º 35’ 08,3” S, longitude 053º 48’ 29,1” W e altitude de 462 m, em casa de vegetação com ambiente controlado (20° C +/- 5°C; UR70% +/- 10%). A semeadura do experimento foi realizada manualmente, no dia 17 de abril de 2012. Para sustentação das plantas, utilizou-se vasos com substrato composto de uma mistura de solo com casca de arroz na proporção 3:2. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado constituído por 6 tratamentos e quatro repetições. A cultivar de arroz utilizada no experimento foi a INIA OLIMAR. Quando as plantas estavam no estádio fenológico V3 foi realizada a aplicação dos tratamentos (COUNCE, et al. 2000), 24 horas após foi realizada a inoculação do fungo causador da brusone da folha (P. grisea) em todas as plantas, uniformemente distribuído em toda superfície foliar das plantas de arroz. Os tratamentos realizados estão descritos na Tabela 2, sendo que a testemunha é sem aplicação de fungicida. Tabela 2 – Ingredientes ativos testados, doses e época de aplicação dos programas fungicidas na cultura do arroz irrigado. Itaara - RS/2012. -1 Ingredientes ativos testados Dose (g.i.a.ha )* Momento de aplicação Testemunha - - Tiofanato-metílico 875 Epoxiconazol 40 Início dos sintomas > 7 DAA1** Início dos sintomas > 7 DAA1** Tebuconazol 90 Início dos sintomas > 7 DAA1** Tebuconazol + Trifloxistrobina 150 + 75 Início dos sintomas > 7 DAA1** Azoxistrobina + Óleo mineral 100 + 321 Início dos sintomas > 7 DAA1** -1 * Dose em gramas de ingrediente ativo por hectare (g.i.a.ha ). ** Segunda aplicação 7 Dias Após a 1ª Aplicação (DAA1). As aplicações foram efetuadas com pulverizador costal pressurizado a CO2 comprimido, munido de barra de aplicação com quatro pontas de pulverização tipo leque simples (Teejet XR11002), com volume de calda de 150 L.ha-1 a uma pressão de trabalho de 30 psi e velocidade de caminhamento de 1,5 m/s. Empregou-se a fórmula de ABBOTT (1925) para o cálculo dos percentuais de eficiência decorrentes da ação dos fungicidas testados. A severidade da doença (Pyricularia grisea) foi avaliada no momento da segunda aplicação, aos 7, 14, 21 e 28 dias após a segunda aplicação dos tratamentos fungicidas. Para isso foram atribuídas notas visuais do percentual de área foliar com sintomas da doença. A partir dos valores de severidade foi calculada a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), conforme descrito acima. 4 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES O nível de infecção de Bipolaris oryzae permitiu a diferenciação entre os tratamentos testados na cultura do arroz irrigado, resultando em uma produtividade de grãos 21,8% inferior do tratamento testemunha quando comparado ao melhor tratamento (Tabela 3). Com exceção do tratamento com Azoxistrobina + óleo mineral, todos os demais tratamentos fungicidas obtiveram resultados satisfatórios no controle da doença, sendo que o tratamento tebuconazol + trifloxistrobina obteve eficiência no controle de 92,5% em relação à testemunha, seguido pelos tratamentos epoxiconazol com 86,5%, tebuconazol com 84,8% e tiofanato-metílico com 81,2%. De acordo com os dados de AACPD, o tratamento com tebuconazol + trifloxistrobina foi o mais eficaz no controle de B. oryzae e proporcionou o maior incremento na produtividade entre os tratamentos com fungicidas, superando o tratamento testemunha em 21,8%. Este resultado evidencia a importância da utilização de produtos com ingredientes ativos de diferentes grupos químicos (triazol + estrobilurina). Além de propiciar melhor controle de doenças, o uso de ingredientes ativos de diferentes grupos químicos, reduz a pressão de seleção sobre o patógeno e consequentemente os riscos de aparecimento de patógenos resistentes a fungicidas (CHEN e ZHOU, 2009; ADAME e KOLLER, 2003). Estes dados corroboram com Balardin e Borin (2001), que verificaram melhor controle das doenças devido à aplicação da mistura de princípios ativos do grupo químico de triazol com estrobilurina. Tabela 3 - Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD) considerando as avaliações de severidade de Bipolaris oryzae e produtividade para os programas de manejo fungicida na cultura do arroz irrigado. Restinga Seca- RS/2012. 2 5 AACPD B. oryzae Produtividade (kg/ha) Dose (g.i.a.ha 1 Ingredientes ativos testados 1 3 4 6 ) Médias Efic. (%) Médias Dif. (%) Testemunha - 62,55 a 0,0 8750,29 d 0,0 Tiofanato-metílico 875 11,75 bc 81,2 9742,53 c 11,3 Epoxiconazol 40 8,43 cd 86,5 10323,79 ab 18,0 Tebuconazol 90 9,51 c 84,8 9860,35 bc 12,7 Tebuconazol + Trifloxistrobina 150 + 75 4,70 d 92,5 10654,31 a 21,8 Azoxistrobina + Óleo mineral 100 + 321 15,44 b 75,3 9329,02 c 6,6 CV% 9,85 2,47 1 Programas de manejo fungicidas com a primeira aplicação na emissão da panícula e a segunda aplicação 18 2 dias após a primeira aplicação; Dados de área abaixo da curva de progresso da doença, realizado a partir das 3 avaliações de severidade de Bipolaris oryzae; Médias seguidas por mesma letra na coluna não diferem entre si 4 5 pelo teste de Tukey (p≤0,05); Eficácia de controle de mancha parda; Produtividade em quilogramas por 6 hectare. Diferença percentual de produtividade do tratamento em relação a testemunha. No experimento conduzido em casa de vegetação, deve-se destacar que o nível de infecção e o grau de virulência do patógeno foram extremamente altos, provocando a morte das plantas de arroz, aos 35 dias após a inoculação, na parcela testemunha. Observou-se que os fungicidas aplicados para o controle da brusone (P. grisea) em casa de vegetação, 5 não apresentaram o mesmo comportamento quando aplicados a para o controle de B. oryzae. Ao contrário do observado no controle de B. oryzae, o tratamento com azoxistrobina + óleo mineral foi o mais eficiente no controle da brusone (Tabela 4). Os demais fungicidas testados não apresentaram eficácia mínima de 80% de controle, mostrando-se ineficientes no controle da brusone da folha do arroz irrigado. Esse resultado pode ser explicado pelo fato de fungicidas do grupo químico das estrobilurinas terem grande efeito sobre a germinação dos esporos dos fungos, impedindo o estabelecimento da patogênese e proporcionando elevado período residual, protegendo o tecido foliar das plantas de arroz do ataque dos fungos. Tabela 4 - Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD) considerando as avaliações de severidade de Pyricularia grisea para os programas de manejo fungicida na cultura do arroz irrigado. Itaara - RS/2012. 2 AACPD P. grisea -1 1 Dose (g.i.a.ha ) Ingredientes ativos testados 3 4 Média Efic. (%) Testemunha - 838,90 a 0,0 Tiofanato-metílico 875 453,06 b 46,0 Epoxiconazol 40 288,80 c 65,6 Tebuconazol 90 291,31 c 65,3 Tebuconazol + Trifloxistrobina 150 + 75 241,39 d 71,2 Azoxistrobina + Óleo mineral 100 + 321 52,90 e 93,7 CV% 3,30 1 Programas de manejo fungicidas com a primeira aplicação no início dos sintomas e a segunda aplicação 7 dias 2 após a primeira aplicação; Dados de área abaixo da curva de progresso da doença, realizado a partir das 3 avaliações de severidade de Pyricularia grisea; Médias seguidas por mesma letra na coluna não diferem entre 4 si pelo teste de Tukey (p≤0,05); Eficácia de controle de brusone. 4. CONCLUSÕES Com base nos dados obtidos nas condições destes ensaios, é possível concluir que: O controle de Bipolaris oryzae proporcionou incremento significativo na produtividade da cultura do arroz irrigado. Azoxistrobina + óleo mineral (100 + 321 g.i.a.ha-1), foi eficiente no controle da brusone da folha causada por Pyricularia grisea na cultura do arroz irrigado até 28 dias após a segunda aplicação. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABBOTT, W. S. A method of computing the effectiveness of an insecticide. Journal of Economic Entomology, v. 18, 1925, p. 265-267. ADAME, C.A., KOLLER, W. Characterization of spontaneous mutants of agnaporthe grisea expressing stable resistance to the Qo-inhibiting fungicide azoxystrobin. Current Genetics, New York, v.42, n. 6, p.332-338, mar. 2003. 6 ARROZ IRRIGADO: recomendações técnicas da pesquisa para o Sul do Brasil. In Reunião Técnica da Cultura do Arroz Irrigado, 28., Bento Gonçalves: SOSBAI, 2010.188 p. BALARDIN, R. S.; BORIN, R. C. Doenças na cultura do arroz irrigado. Santa Maria: UFSM, 2001. 48 p. BEDENDO, I.P. Doenças do arroz; Oryza sativa L. In: KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A.; REZENDE, J.A.M. 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