ACEF/1112/24977 Decisão de apresentação de pronúncia ACEF/1112/24977 de pronúncia Decisão de apresentação Decisão de Apresentação de Pronúncia ao Relatório da Comissão de Avaliação Externa 1. Tendo recebido o Relatório de Avaliação elaborado pela Comissão de Avaliação Externa relativamente ao ciclo de estudos em funcionamento Educação Básica 2. conferente do grau de Licenciado 3. a ser leccionado na unidade orgânica (faculdade, escola, instituto, etc.) Escola Superior De Educação De João De Deus 4. a/o Associação De Jardins-Escolas João De Deus 5. decide: Apresentar pronúncia 6. Pronúncia (Português): Face a questões levantadas pela educação da sociedade contemporânea e ao modelo de ensino e pedagogia proposto pela A3ES, a ESE João de Deus tem um desafio: como conciliar a sua história centenária, a identidade e filosofia pedagógica próprias, presentes na memória e características de tantos milhares de portugueses «filhos da Cartilha» e ter sido a instituição pioneira na formação de educadores de infância em Portugal, com a necessidade de adaptar o seu modelo às necessidades da formação básica contemporânea e manter-se ao serviço da causa da educação em Portugal. Se não nos centrarmos na História perde-se a característica revolucionária de centrar a formação nas crianças e de a ter alargado à população, com resultados únicos na qualidade e quantidade da escolaridade do País e na construção de um ADN da identidade, filosofia e método João de Deus; por outro, com o desafio da democratização da educação e ensino em Portugal, com a evolução e aparecimento de novas pedagogias e com a existência de desafios próprios da sociedade hodierna, a Escola sente ter de evoluir e responder aos desafios da educação deste tempo. À procura de um equilíbrio dentro desta dicotomia, a ESEJD recebeu a avaliação da A3ES como um desafio e um incentivo a adaptar-se e uma oportunidade para se avaliar criticamente, assumindo as propostas e conselhos feitos como uma mais valia, permitindo refletir a forma com a matéria prima altamente qualificada dos seus docentes, funcionários e o investimento avultado feito na estrutura física e material de apoio, de as adotar, aplicar e assim melhorar a qualidade da sua oferta educativa. Sendo assim, com vista a responder às propostas de melhoria sugeridas: - O Conselho Técnico-Científico aprovou, na reunião de 2 de Maio pp, a Estrutura Curricular e o novo Plano de Estudos da Licenciatura em Educação Básica. Todas as Unidades Curriculares foram aprovadas de forma nominal, pelo que solicitamos à Agência o favor de nos solicitar as Fichas das Unidades Curriculares que não conseguirmos enviar por falta de espaço. - Foram definidos os Objetivos Gerais da Licenciatura, bem como a operacionalização dos Objetivos e a medição do seu grau de cumprimento. - As vagas no Curso de Licenciatura em Educação Básica foram reduzidas para 80. - O Corpo Docente é constituído por 50% de Doutores, tendo a maioria dos docentes vínculo laboral e 20 estão em tempo integral. - O Centro de Investigação está prestes a ser acreditado e ser um Centro FCT e a Escola aumentará o seu esforço de investigação na Área das Ciências da Educação, em articulação com as temáticas do Ciclo de Estudos, criando equipas de investigação. - Foram introduzidas no novo Plano de Estudos Unidades Curriculares de Didáticas. - Procurou-se uma maior coordenação entre as UC S e os seus conteúdos e coerência com os objetivos definidos, em termos de aprendizagem e não de ensino. pág. 1 de 2 ACEF/1112/24977 Decisão de apresentação de pronúncia - Foi aprovado um novo regulamento, práticas, objetivos e conteúdos das IPP Profissional. Introdução à Prática 7. Pronúncia (Português e Inglês, PDF, máx. 100kB): (impresso na página seguinte) pág. 2 de 2 Anexos 1 Resposta ao Relatório da Comissão de Avaliação Externa A.5. Na informação prestada a 2012-09-10 estava incluída a data da publicação do Plano de Estudos da Licenciatura em Educação Básica que voltamos a referir: Despacho n.º 12407/2008, publicado no DR, 2.ª série – N.º 85 de 2 de Maio de 2008. A.11.1.2. No que diz respeito ao número de vagas, foram solicitadas 160 há vários anos, numa época em que a procura na Escola era muito variável. Para o próximo ano letivo, de modo adequado à realidade, foi enviado à DGES uma redução desse número para metade, ou seja, 80 vagas. A.11.3.1. Apesar de a nossa Estrutura Curricular e Plano de Estudos terem sido aprovados pelo Ministério da Educação, através do Despacho n.º 22 637-X/2007 (2.ª série), de 27 de setembro, cumprindo o plasmado no D.L. N.º 43/2007, de 22 de fevereiro, e terem recebido a aprovação preliminar da Agência A3ES (CEF/0910/24977), com vista a responder às propostas de melhoria sugeridas, não desejamos deixar de satisfazer o solicitado, pelo que juntamos nova Estrutura Curricular e novo Plano de Estudos. Novo Plano de Estudos: 1.º Ano; 1.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Linguística e Literatura Portuguesa; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Noções Gerais de Matemática – Números e Operações Aritméticas; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Estudo do Meio Social e Cultural; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Desenho e Expressões Visuais; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem; FEG; 140; T-42; TP-22; 5cr Iniciação à Prática Profissional I; IPP; 70; TP-9; TC-36; OT-3; 2,5cr Opção (a); FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 1.º Ano; 2.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Fonologia e Morfologia do Português; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Noções Gerais da Matemática – Grandezas e Medidas; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr História e Geografia de Portugal; FAD; 140; T-42; TP-22; 5cr Expressão Musical; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Expressão Plástica; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Iniciação à Prática Profissional II ; IPP; 70; TP-9; TC-36; OT-3; 2,5cr Opção (a); FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 2.º Ano; 3.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Sintaxe e Semântica do Português; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Matemática e Aplicações; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Ciências Físicas e Naturais; FAD; 140; T-32; PL-32; 5cr Expressões Físico-Motoras; FAD; 140; T-22; TP-42; 5cr Desenvolvimento e Gestão Curricular; FEG; 140; T-32; TP-32; 5cr Iniciação à Prática Profissional III ; IPP; 70; TP-9; TC-36; OT-3; 2,5cr Opção (a); DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 2.º Ano; 4.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Iniciação à Leitura e Escrita; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Situações Problemáticas da Matemática; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Geociências; FAD; 140; T-32; PL-32; 5cr Dança e Expressão Dramática; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr 1 Didática do Ensino e da Aprendizagem; DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Língua Inglesa; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Iniciação à Prática Profissional IV; IPP; 70; TP-9; TC-36; OT-3; 2,5cr Opção (a); FAD; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 3.º Ano; 5.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Técnicas de Expressão Escrita e de Análise Textual; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Recursos Matemáticos; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Ecologia e Ambiente; FAD; 140; T-32; PL-32; 5cr Didática do Português; DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Didática do Estudo do Meio; DE; 70; T-16; PL-16; 2,5cr Investigação em Educação; DE; 140; T-32; TP-32; 5cr Iniciação à Prática Profissional V; IPP; 140; TP-9; TC-84; OT-3; 5cr 3.º Ano; 6.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Literatura Infantil; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Biologia Humana; FAD; 140; T-32; PL-32; 5cr Oficina de Matemática; FAD; 140; T-32; TP-32; 5cr Educação Estética e Criatividade; FAD; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Necessidades Educativas Especiais; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Didática da Matemática; DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Didática das Expressões; DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Iniciação à Prática Profissional VI; IPP; 140; TP-9; TC-84; OT-3; 5cr ----(opções) A escolher de entre o elenco a fixar pelo Conselho Técnico-Científico da instituição Lista das Unidades Curriculares de opção aprovadas pelo Conselho Técnico-Científico para o ano letivo de 2013-2014 1.º Ano; 1.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Língua Estrangeira; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr História e Filosofia da Educação; FEG; 70; T-32; 2,5cr Educação para a Saúde; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Educação no Século XXI: Novos Desafios e Paradigmas; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 1.º Ano; 2.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Formação Pessoal, Social e Ética; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Percursos Profissionais; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5 Tecnologias da Informação e Comunicação; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5 Promoção da Leitura; FEG; 70; T-16; TP-16; 2,5 2.º Ano; 3.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Didática das Tecnologias da Informação e da Comunicação; DE; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Didática das Ciências Experimentais; DE; 70; TP-16; PL-16; 2,5cr 2.º Ano; 4.º Semestre UC; Área Científica; Tempo de Trabalho (hr/Total; hrs/contacto); Créditos Expressão e Comunicação; FAD; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Instrumentos de Avaliação; FAD; 70; T-16; TP-16; 2,5cr Expressão e Jogo; FAD; 70; T-16; TP-16; 2,5cr 1 COMPONENTES DE FORMAÇÃO; SIGLA; ECTS OBRIGATÓRIOS; ECTS OPTATIVOS Formação na Área da Docência; FAD; 117,5cr; 2,5cr Formação Educacional Geral; FEG; 15cr; 5cr Didáticas Específicas; DE; 17,5cr; 2,5cr Iniciação à Prática profissional; IPP; 20cr; 0cr TOTAIS: ECTS OBRIGATÓRIOS 170cr; ECTS OPTATIVOS 10cr A.11.3.2. Tendo em conta o relatório da equipa avaliativa da Agência A3ES, foi decidido elaborar um novo Plano de Estudos da Licenciatura em Educação Básica, que contou com contributos alargados, uma intensa discussão interna, análise e aprovação pelo Conselho Técnico-Científico. A arquitetura do curso corresponde à reformulação sugerida pela A3ES, evitando a dispersão curricular, passando de 54 UCs para 44 UCs, sendo que 6 delas continuam a ser de IPP. O número mínimo de créditos por UC passa a ser de 2,5; são oferecidas opções no âmbito da FEG; FAD; DE. Nesta revisão de Plano de Estudos foi valorizada a formação em contextos educativos não formais, quer ao nível das IPP, quer ao nível das UC’S. Juntamos as novas fichas curriculares da IPP (Introdução à Prática Profissional I, II). Por falta de espaço (em kilobytes) não foram incluídas as IPP III, IV, V e VI nem as restantes fichas curriculares. Unidade Curricular: INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL I 1.º Ano – 1.º Semestre Objetivos / Competências a adquirir No final desta Unidade Curricular (UC) de Iniciação à Prática Profissional I (IPPI), pretende-se que o estudante seja capaz de: Desenvolver um conjunto de competências, capacidades, conhecimentos e atitudes que permitam envolvê-los em diferentes contextos; Observar e articular vivências e aprendizagens sobre as realidades observadas; Desenvolver melhor relacionamento interpessoal, de autoconhecimento e autoestima; Desenvolver a competência para analisar e refletir sobre o seu desempenho. Objectives At the end of this Curricular Unit (CU) of Initiation into Professional Practice I (IPPI), it is intended that the students are able to: Develop a set of skills, abilities, knowledge and attitudes in order to use them in different contexts. Observe and articulate experiences and learning’s about the realities observed. Develop better interpersonal relationship, self-knowledge and self-esteem; Develop the ability to analyze and reflect on their performance. Conteúdos Programáticos Os conteúdos desta UC têm caráter transversal, proporcionando, através de diferentes contextos, experiências didático-pedagógicas de modo a que o estudante consiga uma articulação eficaz entre a teoria e a prática: Observação em contexto natural; Técnicas de recolha e interpretação de dados; Caracterização de diversas realidades. Syllabus The contents of this CU have transverse character, providing, through different contexts, didacticpedagogical experiences so that students achieve effective articulation between theory and practice: Observation in natural context; Techniques to collect and interpret observation; Characterization of different realities. Métodos de ensino A observação dos diferentes contextos não formais promove a integração do estudante de forma abrangente com múltiplas abordagens. Os estudantes (em grupo de 2 elementos) realizarão a IPP I em qualquer um dos contextos à sua escolha com os quais a ESEJD estabeleceu protocolo vivenciando a participação nos mesmos - Centros infantis da Av. de Roma I e II; Biblioteca Municipal de Loures (e mais 12 Bibliotecas Municipais da 1 Rede de Bibliotecas Públicas); Plano Nacional de Leitura, AECs, Associações, designadamente, Cruz Vermelha (Cabo Verde), Fundação Jorge Barreto Ribeiro (Cabo Verde), Colégio Leonardo Da Vinci (Luanda), Instituto Pedagógico de Cabo Verde, entre outros; Projetos de exclusão social no Bairro 6 de Maio na Amadora e Odivelas; Museu João de Deus; vários espaços em escolas (por exemplo, bibliotecas e laboratórios), Ludotecas, Câmara Municipal de Lisboa (e outras 3 Câmaras) Hospitais, Santa Casa da Misericórdia da Amadora (e mais 4), Institutos (Surdos-Mudos da Imaculada Conceição, mais 1); Fundações e IPSS ligadas à educação, saúde, segurança e cultura com os quais a ESEJD tem protocolo. Promove-se, deste modo, a integração dos estudantes de forma abrangente. Os estudantes participarão em sessões Teórico/Práticas e de Orientação Tutorial com os orientadores cooperantes e os professores da Equipa de Supervisão Pedagógica (ESP) para aferir o desenrolar da IPP I. O empenho, a responsabilidade, a reflexão entre pares, o desenvolvimento autónomo de pesquisa, o diálogo e a discussão contribuirão para a aquisição de competências de análise, cooperação e colaboração. Os estudantes elaborarão um trabalho prático – portefólio, com acompanhamento do professor da UC, de forma a adquirir competências na planificação e organização. Teaching Methodology The observation of different non-formal contexts to help integrate the student comprehensively with multiple approaches. Students (in groups of 2 elements) will hold IPP I in any of the contexts of their choice with which ESEJD established protocol experiencing the participation in them - children's centers Av Rome I and II; Library of Loures (plus 12 Municipal Libraries Network of Public Libraries); National Reading Plan, AECs, Associations, namely the Cruz Vermelha (Cabo Verde), Jorge Barreto Foundation Ribeiro (Cabo Verde), College Leonardo Da Vinci (Luanda), Pedagogical Institute Cabo Verde, among others, social exclusion projects in District 6 May in Amadora and Odivelas; Museum João de Deus; various spaces in schools (eg, libraries and laboratories), Ludotecas, Lisbon City Hall (and 3 other City Halls) hospitals, Santa Casa da Amadora (plus 4), Institutes (Deaf-mutes of the Immaculate Conception, plus 1); Foundations and IPSS related to education, health, security and culture with which the protocol has ESEJD. It promotes this way, the integration of students comprehensively. Students will participate in sessions Theoretical / Practical and Tutorial with early childhood educators and teachers of Team Supervision (ESP) to assess the progress of IPP I. The commitment, responsibility, reflection, peer, autonomous development research, dialogue and discussion will contribute to the acquisition of analytical skills, cooperation and collaboration. Students prepare a practical work - portfolio, with accompanying professor at UC, in order to acquire skills in planning and organization. Métodos de avaliação - com fatores de ponderação A avaliação desta Unidade Curricular tem uma vertente formativa (reuniões com os professores da ESP) e sumativa de acordo com os seguintes critérios: Assiduidade e pontualidade (20%); Elaboração de uma reflexão pessoal sobre a observação do contexto em que estiverem inseridos (30%); Um portfolio (50%). Evaluation methodology The assessment of this CU has a formative aspect (meetings with teachers of ESP) and summative according to the following criteria: Attendance and punctuality (20%); Preparation of a personal reflection on the observation of the context in which they are inserted (30%); One portfolio (50%). Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos da unidade curricular Através da observação e das vivências pessoais de cada estudante pretende-se contemplar um conjunto de atitudes que contribuam para o seu desenvolvimento pessoal e académico. O conhecimento prático dos profissionais no terreno, aliado aos saberes teóricos da formação inicial permite uma maior capacidade de reflexão e análise. O facto de os estudantes desta UC serem desafiados para a construção de um portefólio, refletirá a sua sensibilidade para a intervenção e melhoramento das 1 condições de trabalho e de lazer dos ambientes educativos e culturais onde estarão inseridos ao longo do semestre. No âmbito deste trabalho, a planificação, a dinamização de atividades, a observação, a caracterização e a recolha de dados promoverá a aquisição de competências académicas. Demonstration of the syllabus coherence with the curricular unit's objectives Through observation and personal experience it is intended to include a set of attitudes that contribute to their personal and academic development. Practical knowledge of professionals in the field, allied with the theoretical knowledge of the initial training will allow the student a greater capacity for reflection and analysis. The fact that the students of this course are challenged to build a portfolio will reflect their sensitivity for intervention and improvement of work and leisure conditions of the educational and cultural environments where students are inserted throughout the semester. Within this work, the planning and promotion of activities require students to observe, characterize and collect data, tasks that will promote the acquisition of skills that we consider of utmost importance. Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos da unidade curricular A coerência das metodologias utilizadas (observação, participação e colaboração nos diferentes contextos educativos não formais de diferentes instituições) valoriza as atitudes e as competências expressas num conjunto de relações interpessoais e institucionais que são determinantes para o desenvolvimento da identidade individual e social. Com a apresentação do portefólio em grupo desenvolver-se-á a capacidade de entreajuda e respeito pelo outro. A orientação dos professores da ESP permite o esclarecimento e a colocação de diferentes situações para discussão e análise, a reflexão e a partilha de experiências e vivências. Demonstration of the teaching methodologies coherence with the curricular unit’s objectives The consistency of methodologies is used to emphasize the importance of the practical dimension of this unit. We value the knowledge, ability, skills and attitudes expressed in a set of interpersonal and institutional relationships that are crucial to the development of professional identity. With group work we intend to develop the capacity of helpfulness and respect for others. The support of the PST teachers allows students to clarify doubts and place situations for discussion and analysis, sharing of experiences. Bibliografia recomendada Alarcão & Tavares (2003). Supervisão da prática pedagógica – Uma perspetiva de desenvolvimento e aprendizagem. Coimbra: Almedina. Bernardes, C. & Miranda, F.B. (2007). Portefólio– Uma Escola de Competências. Porto: Porto Editora. Cordeiro, M. (2008). O livro da criança:1 aos 5 anos. Lisboa: Esfera dos Livros. Cury, A. (2006). Pais Brilhantes, Professores Fascinantes. Cascais: Pedago. Ministério da Educação (1997). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: M.E. Ministério da Educação (2009). A Educação Pré-Escolar e os Cuidados para a Primeira Infância em Portugal. Lisboa: DEB. Sílvio, L.de O. (2002). Sociologia das Organizações: uma análise do homem e das empresas no ambiente. São Paulo: Pioneiro Thomson Learning. Urra, J . (2007).O pequeno ditador: Da criança mimada ao adolescente agressivo. Lisboa: Esfera dos Livros. Unidade Curricular: INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL II - 1.º Ano – 2.º Semestre Objetivos / Competências a adquirir Esta Unidade Curricular pretende que o estudante seja capaz de: Vivenciar realidades e contextos diferenciadas de modo a desenvolver o espírito de cidadania e de adaptação à vida ativa e à comunidade; Desenvolver a capacidade de comunicar oralmente e por escrito, utilizando vários suportes; Observar e articular vivências e aprendizagens sobre as realidades observadas; Desenvolver o relacionamento interpessoal, de autoconhecimento e autoestima; Desenvolver a aquisição de competências através da observação, caracterização, análise dos contextos, cooperação e colaboração nas diferentes dinâmicas onde estão integrados. Objectives This Curricular Unit aims: 1 To involve the student in different contexts and realities in order to develop the spirit of citizenship and of adaptation to active life and community; To promote the ability to communicate orally and in writing, using different brackets; To observe and articulate experiences and learning about the realities observed; To develop better interpersonal relationship, self-knowledge and self-esteem; To develop the acquisition of skills through observation, characterization, and analysis of the contexts, cooperation and collaboration in the various dynamics in which are integrated. Conteúdos Programáticos Os conteúdos desta UC são de caráter transversal em diversos contextos formais e não formais com os quais os estudantes entram em interação durante o semestre. De forma transversal, os conteúdos a desenvolver são: Observação em contexto natural; Técnicas de recolha e interpretação de dados; Caracterização de diversas realidades educativas. Syllabus The contents of this CU are cross-sectional character in various formal and non-formal contexts with which students enter into interaction during the semester. Across the board, the contents to be developed are: Observation in natural context; Techniques for collection and interpretation of data; Characterization of different educational realities. Métodos de ensino No âmbito desta UC, os estudantes entrarão em contacto com os outros Contextos Educativos (CE). Serão acompanhados pelos professores da Equipa de Supervisão Pedagógica (ESP). Os estudantes (em grupo de 2 elementos) realizarão a IPP I em qualquer um dos contextos à sua escolha com os quais a ESEJD estabeleceu protocolo vivenciando a participação nos mesmos - Centros infantis da Av. de Roma I e II; Biblioteca Municipal de Loures (e mais 12 Bibliotecas Municipais da Rede de Bibliotecas Públicas); Plano Nacional de Leitura, AECs, Associações, designadamente, Cruz Vermelha (Cabo Verde), Fundação Jorge Barreto Ribeiro (Cabo Verde), Colégio Leonardo Da Vinci (Luanda), Instituto Pedagógico de Cabo Verde, entre outros; Projetos de exclusão social no Bairro 6 de Maio na Amadora e Odivelas; Museu João de Deus; vários espaços em escolas (por exemplo, bibliotecas e laboratórios), Ludotecas, Câmara Municipal de Lisboa (e outras 3 Câmaras) Hospitais, Santa Casa da Misericórdia da Amadora (e mais 4), Institutos (Surdos-Mudos da Imaculada Conceição, mais 1); Fundações e IPSS ligadas à educação, saúde, segurança e cultura com os quais a ESEJD tem protocolo. Promove-se, deste modo, a integração dos estudantes de forma abrangente. Os estudantes participarão em sessões Teórico/Práticas e de Orientação Tutorial com os orientadores cooperantes e os professores da ESP para aferir o desenrolar da IPP II. O empenho, a responsabilidade, a reflexão entre pares, o desenvolvimento autónomo de pesquisa, o diálogo e a discussão, contribuirão para a aquisição de competências de análise, cooperação e colaboração. Elaborarão ainda um trabalho prático – portefólio, com acompanhamento do professor da UC de modo a adquirir competências na planificação e organização. Deverão frequentar o 1.º Seminário de Contacto com a Realidade Educativa, num dos CE com quem estabelecemos protocolos. Teaching Methodology Within this course, students will come into contact with other Educational Contexts (EC). They will be accompanied by teachers of Team Supervision (ESP). Students (in groups of 2 elements) will hold IPP I in any of the contexts of their choice with which ESEJD established protocol experiencing the participation in them - children's centers Av Rome I and II; Library of Loures (plus 12 Municipal Libraries Network of Public Libraries); National Reading Plan, AECs, Associations, namely the Cruz Vermelha (Cabo Verde), Jorge Barreto Foundation Ribeiro (Cabo Verde), College Leonardo Da Vinci (Luanda), Pedagogical Institute of Cabo Verde, among others, social exclusion projects in District 6 May in Amadora and Odivelas; Museum João de Deus; various spaces in schools (eg, libraries and laboratories), Ludotecas, Lisbon City Hall (and 3 other City Halls) hospitals, Santa Casa da Amadora (plus 4), Institutes (Deaf-mutes of the Immaculate 1 Conception, plus 1); Foundations and IPSS related to education, health, security and culture with which the protocol has ESEJD. It promotes this way, the integration of students comprehensively. Students will participate in sessions Theoretical / Practical and Tutorial with early childhood educators and teachers of Team Supervision (ESP) to assess the progress of IPP I. The commitment, responsibility, reflection, peer, autonomous development research, dialogue and discussion will contribute to the acquisition of analytical skills, cooperation and collaboration. Students prepare a practical work - portfolio, with accompanying professor at UC, in order to acquire skills in planning and organization. Students should perform the first contact seminar with the Educational Reality, one of the EC with whom we have established protocols. Métodos de avaliação A avaliação desta UC tem uma vertente formativa (reunião com os professores da ESP) e sumativa de acordo com os seguintes critérios: assiduidade e pontualidade (20%), elaboração de uma reflexão pessoal sobre a observação do contexto onde estiverem inseridos (30%) e um portefólio que reflita a construção de uma ideia passível de desenvolver no contexto escolhido (50%). Evaluation methodology The assessment of this CU has a formative aspect (meeting with teachers of ESP) and summative according to the following criteria: attendance and punctuality (20%), development of a personal reflection on the context where they are inserted (30%) and a portfolio that reflects the construction of an idea which can be develop in the chosen context (50%). Demonstração da coerência dos conteúdos programáticos com os objetivos da unidade curricular Através da observação e das vivências pessoais de cada estudante pretende-se contemplar um conjunto de atitudes que contribuam para o seu desenvolvimento pessoal e académico. O conhecimento prático dos profissionais no terreno, aliado aos saberes teóricos da formação inicial permitirá ao estudante uma maior capacidade de reflexão e análise. O facto de serem desafiados para a construção de um portefólio permitirá a reflexão sobre diferentes aspetos observados, integrando-os duma forma mais real na sociedade onde estão inseridos, ao mesmo tempo que desenvolvem a capacidade de comunicar oralmente e de trabalhar em equipa. No âmbito deste trabalho, a observação, a caracterização e a recolha de dados promoverá a aquisição de competências pessoais e sociais. Demonstration of the syllabus coherence with the curricular unit's objectives Through observation and personal experiences of each student we to intend a set of attitudes that contribute to their personal and academic development. The practical knowledge of the professionals on the ground, together with theoretical knowledge of initial formation allows the student a greater capacity for reflection and analysis. The fact that they are challenged to build a portfolio as well as developing the ability to communicate orally and to work as a team it will allow students to reflect on different aspects observed, integrating them in a way more real in the society in which they are inserted. In the context of this study, observation, data collection and characterization will promote the acquisition of skills. Demonstração da coerência das metodologias de ensino com os objetivos da unidade curricular Serão valorizadas as atitudes e as competências expressas nas relações interpessoais e institucionais que são determinantes para o desenvolvimento da identidade individual. Através da apresentação do portefólio em grupo desenvolver-se-á também a capacidade de entreajuda e respeito pelo outro. A orientação dos professores da ESP permite o esclarecimento e a colocação de diferentes situações para discussão e análise, a reflexão e a partilha de experiências e vivências. Demonstration of the teaching methodologies coherence with the curricular unit’s objectives Will be valued attitudes and skills expressed in interpersonal and institutional determinants which are for the development of individual identity. Through the presentation of the portfolio group will develop also the ability of helpfulness and respect for others. The orientation of teachers of ESP allows clarification and placement of different situations for discussion and analysis, reflection and sharing of experiences and experiences. Bibliografia recomendada Alarcão & Tavares (2003).Supervisão da prática pedagógica – Uma perspetiva de desenvolvimento e aprendizagem. Coimbra: Almedina; 1 Bernardes, C. & Miranda, F. B. (2007). Portefólio – Uma Escola de Competências. Porto: Porto Editora; Cordeiro, M. (2008). O livro da criança: 1 aos 5 anos. Lisboa: Esfera dos Livros; Cury, A. (2006). Pais Brilhantes, Professores Fascinantes. Cascais: Pedago; Sílvio, L.de O. (2002). Sociologia das Organizações: Uma análise do homem e das empresas no ambiente. São Paulo: Pioneiro Thomson Learning. Urra, J. (2007).O pequeno ditador: Da criança mimada ao adolescente agressivo. Lisboa: Esfera dos Livros. --A.12. V. A.11.3.2. A.12.7. Através do nosso Centro de Formação (com dezanove ações de Formação Contínua e três de Formação Especializada acreditadas), oferecemos, desde há largos anos, um conjunto diversificado de iniciativas de Formação aos Professores Cooperantes. 1. A nova Estrutura Curricular e Plano de Estudos com as Fichas Curriculares da IPP e os novos Objetivos Gerais vão ao encontro das recomendações da Agência. 1. 1. Objetivos gerais da Licenciatura em Educação Básica: Ter competência e capacidade para trabalhar como técnico de educação em contextos educativos formais e não formais, promovendo a inserção na vida social e em comunidade Desenvolver competências na utilização da língua materna ao nível da análise crítica, interpretação e produção de discursos orais e escritos, de modo a ter uma profícua interlocução com públicos de contextos diferenciados Adquirir a capacidade de pesquisa e análise crítica de informação, promotoras da construção de um saber científico aprofundado, em conhecimento matemático e em ciências físicas e naturais Ter competências favoráveis à produção e apreciação de diferentes tipos de manifestações artísticas (musicais, dramáticas, plásticas e corporais) Apurar a capacidade de comunicar, utilizando uma variedade de linguagens e suportes, incluindo as tecnologias de informação e comunicação Definir, de forma autónoma, as suas metas pessoais, construindo as suas próprias estratégias de aprendizagem Trabalhar em equipa, enriquecendo a sua formação e contribuindo para a formação dos outros Desenvolver competências relacionais adequadas ao exercício de funções no âmbito de educação de crianças, jovens e adultos Colaborar com organizações diversas em atividades de valor formativo, artístico, sociocultural ou desportivo Ter a capacidade de se adaptar às características e desafios de situações singulares em função da especificidade dos públicos nos contextos escolares e sociais Desenvolver de competências de investigação e análise sobre as suas experiências de prática préprofissional Desenvolver competências que permitam uma aprendizagem ao longo da vida, de um modo fundamentalmente auto-orientado ou autónomo. Operacionalização dos objetivos Promover o saber e a motivação para dinamizar o desenvolvimento dos estudantes, o seu trabalho em projetos empreendedores e inovadores Proporcionar ao estudante o contacto com múltiplas realidades científicas, culturais e pedagógicas, nomeadamente aprendizagens não formais dentro e fora da escola Estimular a participação em conferências, congressos, seminários e ações de formação, de forma a largar os interesses e conhecimentos dos estudantes, incentivando-os para a necessidade de uma formação e atualização permanentes 1 Elaborar um Plano Anual de Atividades que proporcione aos estudantes saberes multidisciplinares, que integrem conhecimentos e situações complexas Articular as Unidades Curriculares, de uma forma vertical, promovendo abertura a contextos diversificados, interdependentes, no sentido da profundidade das múltiplas abordagens Desenvolver diferentes estratégias e metodologias adequadas, para que os estudantes desenvolvam competências de organização, autonomia e investigação Proporcionar tutorias semanalmente aos estudantes, assegurando a monitorização do seu percurso pessoal, académico e social Planificar os horários semanais, assegurando um equilíbrio entre o trabalho orientado, as horas de contacto e o trabalho de formação dos estudantes. Medição do seu grau de cumprimento Resultados da avaliação das Unidades Curriculares; Inquérito de satisfação aos estudantes; Inquérito sobre a eficácia do ensino-aprendizagem nas Unidades Curriculares; Relatórios; Relatório de tutoria; Relatório de auto-avaliação Taxas de transição e de conclusão de licenciatura 1.6. A partir da revisão do Plano de Estudos, foram redefinidos os objetivos e a sua operacionalização, contemplando a abertura do curso a contextos não formais de educação. 2. Podemos garantir que se verifica uma efetiva participação dos estudantes em estruturas relacionadas com o funcionamento do Curso, mas iremos, ainda, melhorá-la, tal como foi sugerido. 2.2. V. ponto 2. 2.2.7. Qualquer processo de gestão de qualidade precisa de tempo para aperfeiçoamento e implica, por vezes, alterações de hábitos e uma nova “cultura” organizacional. Conscientes da necessidade de melhoria constante na prestação do serviço educativo, continuamos a desenvolver as sinergias entre equipas de professores, reforçando a organização interna e promovendo melhores níveis de desempenho. Como ação de melhoria, informamos que os estudantes participarão na análise do relatório anual de autoavaliação da ESEJD. Para a melhoria da organização interna, têm sido promovidas reuniões de docentes por área. 3. Continuamos a afirmar que o acervo das duas bibliotecas, à disposição dos estudantes, é muito rico e mais do que suficiente para o Ciclo de Estudos em referência. Tal como tivemos oportunidade de informar, a Biblioteca do Museu João de Deus – Biblioteca 1 dispõe de 12.113 obras, 3.433 manuscritos e 442 periódicos. Esta Biblioteca dispõe de obras únicas e de um dos maiores acervos de manuais escolares, razão por que integramos a Red Patre-Manes, da qual, para além da ESE João de Deus, fazem parte Universidades como as de: Tours (França); Leuven, Gent (Bélgica); Macerata, Torino (Itália); UNED, Granada, Vigo, Oviedo, Navarra, Girona, Alcalá, Valencia, las Islas Baleares, Autónoma de Barcelona, Complutense de Madrid (Espanha); La Plata, Buenos Aires, La Pampa (Argentina); Universid Central de Venezuela; Universidad Simón Bolívar (Equador); Universidad Pedagógica Nacional, del Atlántico (Colômbia); Universidad Alberto Hurtado (Chile); Universidade Federal do Paraná, PUC de São Paulo (Brasil); Universidad Autónoma de Morelos (México); Universidade de Lisboa (Portugal). No âmbito do livro científico e de manuais escolares, a Red Patre Manes disponibiliza, on-line, a nossa documentação (cf. http://servidormanes.uned.es/manesnuevo/index). A Biblioteca 2 dispõe de 9.049 obras, 784 teses e 251 títulos de revistas. Destacamos que existe um número considerável de manuais escolares: Português-81; Matemática-100; Estudo do Meio, incluindo História-92; Expressão Plástica-36; Manuais/Fichas de Trabalho-104. De referir que, no âmbito da 1 didática do Português, contamos ainda com 30 Gramáticas e decorre o processo de catalogação de mais 700 manuais escolares para 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico. Conforme esclarecemos, a Escola adquiriu todas as obras solicitadas quer por docentes, quer por discentes. Gostaríamos de informar que já estão instaladas, quer no Edifício I quer no Edifício II, as plataformas elevatórias elétricas que permitem total acessibilidade a pessoas portadoras de mobilidade reduzida. No que diz respeito ao número de vagas, ver A.10. 3.2. Reiteramos que, com 105 parcerias nacionais e 29 internacionais, julgamos satisfeita a necessidade das parcerias referidas. Sublinhamos que os nossos estudantes estão envolvidos, quer na IPP quer em situações de caráter mais pontual, com distintas organizações do “tecido empresarial” ligadas ou relacionadas com esta área de formação. Realizamos formação de docentes em Macau, Timor, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Brasil e Goa. Poderemos adiantar, como nota, que docentes e estudantes colaboram em bolsas de voluntariado de cursos de alfabetização de adultos no Concelho de Odivelas, e no Concelho da Amadora (Casal do Silva) junto da comunidade cigana; docentes e estudantes colaboram em sessões de dinamização da leitura em 13 Bibliotecas Municipais da Rede de Leitura Pública e na organização dos certames “Oeste Infantil”, “Natalis”, “Futurália” e “Portugal Maior”; os docentes colaboram em sessões de formação/informação de professores em Escolas e Agrupamentos da rede pública; somos consultores da Fundação Montepio no respeitante ao programa de Educação Financeira. 4.1. Respondemos às recomendações da A3ES com a diminuição do número de vagas para 80, com as alterações ao Plano de Estudos proposto, e com a nova distribuição do Corpo Docente a vigorar já no próximo ano letivo, tendo, assim, 50% o grau de Doutor. A quase totalidade dos nossos docentes tem um vínculo laboral com esta Instituição e a ligação ao Ciclo de Estudos há mais de três anos, tal como é referido no vosso ponto 4.1.9. Foram aprovadas, em Conselho Técnico-Científico, as regras para a aquisição do título de Especialista. Junta-se lista de docentes para o ano letivo 2013/14: Ana Maria dos Santos F. Virtuoso Alves Barbosa; Mestrado; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Ana Teresa Ivens Ferraz Colares Pereira da Silveira Botelho; Doutoramento; INTEGRAL António de Deus Ramos Ponces Carvalho; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva António Manuel Dias Domingos; Doutoramento; Protocolo Carlos Manuel Vieira Grosso; Mestrado; PARCIAL Diana Mendes Boaventura; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Gustave Nicolas-Fischer; Doutoramento; INTEGRAL Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva; Doutoramento; PARCIAL Humberto do Rosário Duque; Licenciatura; PARCIAL Isabel Cristina de Seixas Patrício Duarte de Almeida; Doutoramento; PARCIAL Isabel Glória de Abreu F. Martins Guimarães; Mestrado; PARCIAL Isabel Maria Silva Ruivo; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Jaime Manuel Esteves Santos; Mestrado; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Joana Cunha Costa Consiglieri de Vilhena; Doutoramento; PARCIAL João Malaca Casteleiro; Doutoramento; PARCIAL José Manuel Serrano Jesus*; Licenciatura; INTEGRAL José Maria de Almeida; Doutoramento; REQUISITADO (INTEGRAL) Josefa Maria Grilo Botelho da Costa; Mestrado; PARCIAL Leonor Correia Beltran*; Licenciatura; PARCIAL Luís Miguel de Castro Larcher Castela dos Santos Cruz; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Maria Beatriz Jorge Rolim Vaudano ; Licenciatura; PARCIAL Maria da Conceição Gomes Ramos Vilhena*; Mestrado; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Maria do Rosário Luís da Conceição; Mestrado; PARCIAL Maria Filomena T. H. Serrano Caldeira; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva 1 Maria Lúcia Faustino Moreira Maça; Licenciatura; PARCIAL Maria Margarida Silva Borges Dias*; Mestrado; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Maria Paula Ivens Ferraz Colares Pereira Reis; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Maria Paula Pimentel Dias Coelho Pinho Branco; Mestrado; INTEGRAL Maria Violante Carraço F. C. Pereira de Magalhães; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Mariana Isabel Maruta Grazina; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Paulo Jorge Natal dos Santos Viana; Licenciatura; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Paulo Maria Roncon Soares Onofre; Licenciatura; PARCIAL Pedro Fidalgo Costa; Doutoramento; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Pedro Manuel da Silva Elias de Oliveira*; Mestrado; PARCIAL Rita Luís Sarmento Durão Durão; Mestrado; INTEGRAL com Dedicação Exclusiva Ruben de Freitas Cabral; Doutoramento; PARCIAL * Docentes em formação: Doutoramento 2; Mestrado 3. 4.2.7. Vamos reforçar as modalidades de formação contínua de Pessoal não Docente, tal como foi sugerido. 5.1.5. Serão tidas em conta as recomendações. 5.2.6. As ações de melhoria 2012/2013, enunciadas no relatório de autoavaliação, foram implementadas, nomeadamente reuniões de trabalho dos professores das Unidades Curriculares da Área de Matemática para definição de estratégias, no sentido de melhorar o sucesso escolar. Os resultados dos questionários e os resultados académicos vão evidenciar a eficácia das medidas introduzidas. Como melhoria, no novo Plano de Estudos foi criada uma UC de Língua Estrangeira (Inglês) como opção no 1.º semestre e uma UC de Língua Inglesa, no 2.º semestre do 2.º ano. 5.2.8. Já respondido (v. 3., v. 5.2.7) 6.1.5. Respondido com o novo Plano de Estudos e novas Fichas Curriculares. 6.1.7. Como mencionado em 1.6. e em A.11.3.2., foi revista a lógica e os conteúdos de várias UC’s, evitando-se sobreposições de objetivos/competências e/ou conteúdos, oferecendo-se mais opções nas áreas FEG, FAD e DE, abrindo-se o curso a contextos de educação não formais. Foi atualizada a bibliografia das UC’s, conforme sugestão do relatório da A3ES. As unidades curriculares de Ciências Físicas e Naturais foram revistas e alteradas, numa perspetiva de integração e complementaridade curricular no que respeita aos seus objetivos, competências e conteúdos, pelo que se considera terem sido ultrapassadas as eventuais sobreposições referidas. A bibliografia foi igualmente atualizada. Foram revistos os objetivos de aprendizagem, operacionalização dos objetivos e definidos os indicadores de desempenho, sendo os últimos definidos em termos de aprendizagem e não de ensino. 6.2.6. O Plano de Estudos foi revisto. Esclarecemos que, para além do Método de Leitura João de Deus, a UC de Iniciação à Leitura e Escrita (2.º ano, 4.º semestre) incorpora outros métodos. As UCs foram revistas e atualizadas, como já referido, sendo introduzida a UC de Didática das Ciências Experimentais (opção), com aulas teóricas-práticas e práticas. Relativamente à formulação dos itens 6.2.1.6. do RAE, informamos que foram reformulados em todas as UCs. 6.2.8. O Plano de Estudos foi revisto, procurando-se uma coordenação entre as UC’S e os seus conteúdos e uma coerência com os objetivos definidos. 1 6.3.5. Ver 6.2.6. Refira-se ainda que no Plano de Estudos revisto, nas UCs da IPP são contempladas horas de OT. 7.1.3. Salientamos que a taxa de sucesso escolar é acima de 90%. 7.1.5. Ao longo dos anos anteriores, a opção dos estudantes tem sido o prosseguimento para o 2.º Ciclo de Estudos. 7.2.1. A ESEJD preencheu e enviou para a FCT um questionário formal com a informação legal sobre a Instituição e o seu Centro de Investigação, para inserção na Base de Dados da FCT, pelo que, nos próximos dias, o Centro de Investigação será validado como Unidade de Investigação - instituição de I&D. Depois da sua validação como Unidade de Investigação, o Centro de Investigação vai submeter a sua candidatura a nova unidade de investigação integrada na FCT, condição para ser financiada, decorrendo a sua avaliação por uma comissão internacional ainda em 2013, não se precisando a data, por estar em consulta pública, pela FCT, a proposta para o regulamento de avaliação. No entanto, esta unidade de investigação já está em comunicação direta com o Departamento de Suporte às Unidades de Investigação da FCT, fazendo já parte das unidades que submeterão a candidatura e terão uma data para avaliação. Isto, porque o Centro cumpre os requisitos do Decreto-Lei n.º 125/99, de 20 de Abril, sobre instituições científicas. 7.2.5. A investigação produzida pelo corpo docente é feita em parcerias, entre professores da escola ou em projetos nacionais ou internacionais, com professores de outras instituições universitárias, nacionais e estrangeiras. Aliás, é de realçar o facto de a nossa docente Professora Doutora Violante Magalhães fazer parte do Centro de Estudos Comparatistas, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e os nossos docentes Professores Doutora Diana Boaventura e Doutor Pedro Fidalgo e Costa fazerem parte do Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Entretanto, a ESEJD, em parceria com a Universidade de Málaga, está a desenvolver um projeto de investigação, “Prática, reflexão e supervisão”, coordenado pelas Professoras Doutoras Paula Colares Pereira e Ana Teresa da Silveira Botelho, na área da Iniciação à Prática Profissional à luz do Modelo de Bolonha, um segundo projeto, “Brincar a sério”, coordenado pela Prof. Doutora Paula Colares Pereira e pela mestranda Elisa Teles, sobre a importância do brincar e das brincadeiras na vida das crianças e um terceiro projeto, “Avaliação das competências de linguagem para a leitura e escrita: aplicação da bateria de testes ACLLE”, coordenado pela Professora Doutora Isabel Ruivo. Esta mesma docente, em parceria com as Universidades de Valência, Oviedo e Santiago de Compostela, participa no Projeto “Análisis linguístico de corpus infantiles y clínicos en el marco del proyecto internacional CHILDES/TALKBANK”, investigação na avaliação de competências de linguagem para leitura e escrita (aplicação de testes ACLLE), financiado pelo Governo espanhol. 7.2.6. É de ter em atenção que, face à investigação feita e publicada pelo corpo docente da escola e refletida nas pedagogias e conteúdos das suas unidades curriculares, o Mestre Carlos Grosso e a Professora Doutora Violante Magalhães foram convidados pelo Ministro da Educação, em 2012, para participarem, respetivamente, na elaboração das Metas Curriculares de Matemática e das Metas Curriculares de Português no Ensino Básico (1.º, 2.º e 3.º Ciclos). 7.2.7. A Escola aumentará o seu esforço de investigação na área das Ciências da Educação, em articulação com as temáticas do Ciclo de Estudos, criando equipas de investigação: O Centro de Investigação está dividido em áreas científicas e de investigação. Cada linha de investigação constituirá uma equipa que fará um levantamento sobre os temas de interesse comum ou de relevância para a reflexão da Escola com dois objetivos: definir temas concretos para investigação – por elementos do grupo, como projetos nacionais ou internacionais de investigação, com a intervenção de investigadores de outras instituições ou de forma interdisciplinar com especialistas de outras áreas e aplicada à prática de aprendizagem nos Jardins-Escolas da 1 Associação João de Deus – e definir temas que sejam debatidos dentro do grupo e com a participação de convidados especialistas e docentes de outros níveis de ensino, que enriquecerão o debate com a sua investigação e posicionamento. Isto permitirá a criação de grupos de debate e de investigação sectorial orientada, produzindo reflexão crítica na/da escola e contribuindo, assim, seja para melhorar a qualidade do ensino seja para reforçar os objetivos específicos da licenciatura. Nesta perspetiva de focalizar a investigação e de ter um grupo de investigadores que dinamizem e criem projetos de investigação, a ESEJD concorreu a um concurso de financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian, com um projeto de formação a distância. Pretende-se a implementação de um projeto de aprendizagem à distância, com base no b-learning – modelo misto de sessões presenciais e sessões em plataformas digitais – o que levará à criação de centros de formação nos 40 Jardins-Escolas da Associação espalhados pelo país, com professores tutores e dotados de material que permitam a investigação individual por parte dos estudantes. O centro de investigação está registado na plataforma de candidaturas da Comissão Europeia “PRIAMOS” (0000014680), com acesso à informação e às candidaturas para projetos nas áreas da educação e investigação. Nas Evidências que fundamentam a classificação de cumprimento assinalada lê-se: “Por exemplo, as 13 publicações referidas em 7.2.2 RAE são só de 4 docentes e 9 delas em Biologia/Ecologia Marinha. Situação idêntica ocorre com projetos de investigação externos.” A observação feita não expressa a evolução mais recente, uma vez que, nos últimos anos, se procedeu a um redirecionamento das prioridades de investigação na instituição, que se materializou numa transição de publicações de Biologia/Ecologia Marinha para a área científica de Didática das Ciências (por exemplo: publicações da Professora Doutora Diana Boaventura, em 2011, no International Journal of Science Education e na School Science Review). O mesmo entendimento e esforço foi desenvolvido na submissão de candidaturas a projetos externos, tendo como resultado que os mais recentemente aprovados são agora na área da das Ciências da Educação (Projeto PTDC/CPE-CED/117923/2010 financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia para o triénio 2012-2014- “iLit : Entre a terra e o mar: um projeto de integração de literacias”). A revista científica Educação para o Desenvolvimento, estudos científicos, livros publicados pela ESEJD e dissertações de mestrado tiveram, entre janeiro e abril de 2013: 217.572 Downloads e 125.665 consultas, feitas por pessoas de 96 países do mundo. 7.2.9. Nos pontos acima respondidos, julgamos corresponder às vossas recomendações de melhoria: a) reconhecimento e avaliação pela FCT do centro de investigação; b) a nível de parcerias os últimos projetos aprovados em Ciências da Educação contam com uma grande diversidade de ligações a entidades de cariz técnico e científico, que permitem abordagens integradas e multidisciplinares, destacando-se as seguintes: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL/UL), Associação Centro Ciência Viva de Estremoz (CCV Estremoz), Associação para o Desenvolvimento da Faculdade de Ciências (ADFC/FC/UP), Associação Viver a Ciência (VC), Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM), Fundação da Faculdade de Ciências (FFC/FC/UL), Marinha (Marinha/MDN), Centro de Geologia da Universidade do Porto (CG/FC/UP), Centro de Oceanografia (CO/FC/UL); c) identificação de áreas de investigação relacionados com a educação básica, através da constituição de grupos por áreas científicas e de investigação. 7.3. Acolhendo o vosso reparo e proposta de melhoria ao nível da bondade da internacionalização da Instituição, ela suscita-nos uma sensação ambígua face à realidade história da frequência dos cursos na ESEJD. Se quanto à licenciatura - plasmada do DL Nº 43/2007 que “aprova o regime jurídico da habilitação profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário”, exige o domínio da língua portuguesa por se aplicar à formação de docentes nos domínios 1 a 4 – não tem tido procura de candidatos de outros países, talvez pela especificidade da sua aplicação profissional ou pelo requisito do domínio da língua, a verdade é que nos Cursos de Complemento de Formação e nos diversos Mestrados temos tido inscrições significativas de alunos provenientes dos países de língua oficial portuguesa. No entanto estaremos atentos a uma maior internacionalização da 1 Instituição, dos seus docentes e alunos, o que se irá processando pela reflexão que se irá fazendo dentro da Escola seja por propostas que a comunidade escolar apresente. 8. e 9. Quanto às observações e comentários que são apresentados, julgamos que foram tidas em conta e abordadas ao longo do documento de resposta, seja de forma casuística na mudança do plano de estudos, na precisão dos objetivos, nas alterações introduzidas na iniciação à prática pedagógica e na investigação, seja no geral com as alterações ao nível dos paradigmas da licenciatura.