UNIVERSIDADE FEDERAL DEPARTAMENTO DE DE S A N T A C A T A R I N A ESTOMATOLOGIA C O N T R I B U I Ç A O AO E M P R E G O DA G A L V A N O P L A S T I A COM OURO EM O D O N T O L O G I A . DISSERTAÇÃO FEDERAL DE M E S T R A D O S U B M E T I D A S U N I V E R S I D A D E DE S A N T A C A T A R I N A DE M E S T R E PARA A OBTENÇÃO EM C I Ê N C I A S . DENISE MENDES - 1980 DE F I G U E I R E D O - DE GRAU -ii- ESTA D I S S E R T A Ç Ã O FOI J U L G A D A A D E Q U A D A O B T E N Ç Ã O DO T Í T U L O DE "MESTRE PARA A EM C I Ê N C I A S " - E S P E C I A L I D A D E O D O N T O P ED IA T R IA E A P R O V A D A SUA FORMA FINAL PELO PR O G R A M A EM DE P OS - G R A D U A ÇftO . P rT f ^ . A L M I R C u Ím I E I ^ ^ APRESENTADA PERANTE A BANCA P O S T A D OS P R O F E S S O R E S : \ EXAMINADORA COM -iii- OFERECIMENTO Este tra balho i d e d i c a d o A meus Pa is, que sempre de f o r ç a de v o n t a d e f o r a m um e x e m p l o e trabalho. A meu marido e companh ei ro , q u e m u i t o me i nc en ti vo u e não poup ou es forços conquistássemos A me u s filhos, Everton, mais p a r a que esta etapa. Luci an a , Li 1 i an , Al i ne que t a m b é m e s ta e x e m p l o de l u t a , tese de f i d e l i d a d e de c o n s t â n c i a no t r a b a l h o . seja e um a ideais e -i V - A G R A D E C I MËNTOS Apresentamos ãs p e s s o a s mento nossos sinceros agradecimentos q ue p r e s t a r a m s u a c o l a b o r a ç ã o p a r a o m e l h o r des en v ol v i_ d es t e t r a b a l h o , especialmente aquelas, c u j a parti c i p a ç ã o foi decisiva. Ao P r o f e s s o r Doutor ALMIR CLEMENTE centivo e constante ficéis, trazendo, colaboração na q u a l i d a d e vas e e s c l a r e c i m e n t o s muito ra m uma m e l h o r e l a b o r a ç ã o mente, nos auxiliou que iji mais de o r i e n t a d o r , valiosos, desta pelo seu nos m o m e n t o s di_ direti_ proporciona tese. Ao P r o f e s s o r D o u t o r P A U L O A M A R A N T E c u l d a d e de O d o n t o l o g i a CUNHA, DE A R A Ü J O , de B a u r u , q u e da Fa > d e s p r e t e n s i osa^ ampla e eficazmente na presente reali z a ç ã o . Ao P r o f e s s o r Doutor LAURO do C e n t r o de C i ê n c i a s ral de S a n t a dições lho. Catarina, favoráveis C A L D E I R A DE A N D R A D A ,D i r e t o r da S a ú d e q u e nos para que da U n i v e r s i d a d e Fede - i n c e n t i v o u e c r i o u coii concluíssemos este traba - - V- Âos colegas da d i s c i p l i n a da U n i v e r s i d a d e Federal de P r ó t e s e de S a n t a res: ÃLCIO MEDEIROS MENDES, ZANI e.MARCOS EGON FLACH, ços diários da F a c u l d a d e , mos de m a is tempo para Ao P r o f e s s o r A Senhorita ELISETE Catarina, Professo - WERNER SPRINGMANN, que nos DARCY a j u d a r a m nos s e r v i f a z e n d o c o m que a elaboração Doutor JOSE CARLOS A Senhorita ROSÂNGELA Fi xa e R e m o v í v e l dispusésse^ da p r e s e n t e OLEINISKI. LEONOR BARBOSA L U Z C A L D E I R A DE A N D R A D A tese. - vi - In d i c e CAPITULO I - Introdução ............................... CAPITULO II - Revista CAPÍTULO III - Proposição ..................... . CAPÍTULO IV - Materiais, Aparelhos, Bibliográfica e Métodos pág. 2 . . . . . . . . . . . . . pág. 8 Dispositivos de T r a b a l h o ................. 20 pág. 22 * CAPÍTULO V - Resultados CAPÍTULO VI - Discussão ............... . ............... pág. 51 C A P Í T U L O VII - Conclusões ........... ................... pág. 55 CAPÍTULO - Referencias VIII .................... .......... pág. Bibliográficas ......... pág. 42 pág. 5 8 R E S U M O - vi i i - R E S U M O Depois sobre o emprego lização dessa de r e a l i z a r um a m p l o da g a l v a n o p l a s t i a técnica edades de p r ó t e s e s volveu o presente em ouro, com a f i n a l i d a d e unitárias com ê n f a s e na uti_ de m e l h o r a r as propri^ em Od ontologia, t r a b a l h o na levantamento tentativa o autor desen de a p e r f e i ç o a r - tecnj_ cas que: a) p e r m i t i s s e m a p r e p a r a ç ã o f á c il das soluções pji de r e c o b r i m e n t o s pj? ra r e c o b r i m e n t o p e l o o u r o ; b) lo ouro, possibilitassem a execução eficazes,;.; e de b o a q u a l i d a d e ; c) r e s u l t a s s e m na o b t e n ç ã o grande d u r a b i 1idade de s o l u ç õ e s quando armazenadas. Dentre as c o n c l u s õ e s , foi que possível tenham verify c a r - s e que: Os b a n h o s dificuldades de serias em sua ex e c u ç ã o e p o d e m pe r f e i t a m e n t e ser u t i l i zad os p e l o d e n t i s t a c l í n i c o ou nos Os m e l h o r e s ram obtidos o u r o n ão a p r e s e n t a m com so lu çõ es da s o l u ç ã o c o n s i d e r a d a , cia das s o l u ç õ e s , laboratórios resultados recém-preparadas, ocorrendo sempre A eficácia na m e t a l i z a ç ã o f£ independentemente a perda ã m e d i d a e m q u e se p a s s o u de p r ó t e s e s . de . e fí ca o tempo. das s o l u ç õ e s p e l o o u r o e s t á na d e p e n d ê n c i a da c o n c e n t r a ç ã o para meta 1 izaç ão de s a i s de ouro, -i X- do c o r r e t o da i d a d e controle do pH, das m e s m a s , mentação constante durante a elaboração das da t e m p e r a t u r a e da e x i s t e n c i a dos e l e t r o d o s ou s o l u ç ã o durante soluções, de movi - a utiliza_ ção. A l i m p e z a das cobrimento é fundamental peças antes para c o n s e g u i r e m - s e e depois do re_ b o n s 'r e s u l t a d o s . S U M M A R Y - xi - SUMMARY This the g o l d p l a t i n g proccess achieved after a wide to b r i n g s o m e of u n i t a r y search developement a) c o u l d lutions study presenting crowns this a nd improve in D e n t i s t r y , w a s subject, to t e c h n i q u e s allow easy to and feels that: practical preparation of s() for gold p l a t i n g ; b) execution could turn possible, e f f i c i e n t and good quality of gold plating; c) w o u l d m a k e ting s o l u t i o n s , possible offers the d e v e l o p e m e n t of'long-las_ f o r storage.. It w a s proccess inside a tr ial no s e r i o u s be p e r f o r m e d by the observed t h a t the d i f f i c u l ti es , a nd dentist, itself, The b e s t results were gold plating can perfectly o r by any d e n t a l techn^ 1ogi s t . through n umber 2 and si o n s w e r e tio ns the depends facts on the correct control tion, on these electrodes number 4 solutions of t h e or s o l u t i o n age, treatment of g o l d s a l t s , temperature d u r i n g the A l s o the and a f t e r the of g o l d pH o f the s o l u t i o n s solutions achieved also among t h a t the e f f i c i e n c y concentration those the ' concl^ p l a t i n g soli[ on the d u r i n g its elabora^ and m o r i o n of the process. c l e a s i n g o f the is o f e x t r e m e crowns importance. before C A P I T U L O 1 - I I N T R O D U Ç A O -2- 1 - I N T R O D U Ç S O A vasta coroas metálicas pre-fabricad a s , estampadas preocupando bastante mais científica, a p l i c a ç ã o na O d o n t o p e d i a t r i a os o d o n t ó l o g o s , c o n d u z e m s eu s v a l o r i z a os p r i n c í p i o s que, trabalhos da o c l u s ã o dental das e m a ç o i n o x i d ã v e 1 ,v e m seguindo dentro uma o r i e n t a ç ã o de uma linha que como i n d i sp ensáveis para a e x e c u ç ã o de u m b o m t r a b a l h o o d o n t o l ó g i c o . GOTO 250 coroas com idades 30 metálicas 9 et a l , pré-fabricadas, que v a r i a v a m e n t r e a 1637 dias. avaliaram o comportamento 2 e 9 anos, A p e s a r de t o d os de se u t i l i z a r a m a i s correta cimentadas os durante cuidados técnica na c o l o c a ç ã o Em a p r o x i m a d a m e n t e 50 dos houve a instalação n h u m dos 250 c a s o s , dentes de g e n g i v i t e . roas de aç o i n o x i d á v e l ch as e c o r r o s ã o , baixo dentes mas custo para a restauração permanentes periodontais coroas, 115 cja com as c o r o a s , co ser conseguida, re lação oclusal. observou a alterações e t al d a m a u t i l i z a ç ã o de i n c r u s t a ç õ e s dessas e s t u d a n d o o c o m p o r t a m e n t o de a l é m de d i v e r s a s 3 sentido ne^ estampadas, CORREIA de em uma s a t i s f a t ó r i a CHELOTTl"*, no e m c e r c a de restaurados Não pôde . p a c i e nt e s um p e r í o d o tomados não h o u v e s u c e s s o q u a n t o ã a d a p t a ç ã o m a r g i n a l , sos. e m 64 de dentes de man^ gengivais. , e m e s t u d o no qual de c o r o a s dos ocorrência funcfidas e m decíduos recomen ligas ou m e s m o de dos em crianças, c h am a m a a t e n ç ã o para os p r o b l e - e os p r o b l e m a s de o c l u s ã o p r o v o c a d o s pelo uso em -3O d o n t o p e d i a t r i a das coroas de a ç o i n o x i d á v e l MYERS^, anos de id ad e , portadoras estudando observou um g r a n d e número givite associada a defeitos das JANSON^, blemas turos ros (mais molares finitiva e m uma f a s e pode de d e n t e s c o m geji a a t e n ç ã o p a r a os pro^ os d e n t e s de c o r o a s Tanto a pequena 14 decíduos como guias fu_ e os primei_ da o c l u s ã o de^ vem recomendando metálicas permanência nobres a p r e s e n t a , e s t i m u l a m de m e t a i s cada fundidas... dos em f u n ç ã o do e x f o l e a m e n t o , c o m o o a l t o gas 5 0 %) dos p a c i e n t e s . ç ã o de i n c r u s t a ç õ e s tais 4 e 12 p r o v o c a r na o c l u s ã o dos importância . Tambem MELLO diatria. de vem chamando em que assumem a maior entre coroas. que a c o l o c a ç ã o de c o r o a s adultos, 47 c r i a n ç a s p r é - f a b r i c a d a s e m aço i n o x i de c o r o a s dável, pré-fabricadas. dentes - em Odontope - decíduos p r e ç o q ue vez mais a utiliza na boca, as ligas de m e a u t i l i z a ç ã o de li_ n ão n o b r e s . A resistência sumem, sem sombra de d ú v i d a , edades qu e d e v e m a p r e s e n t a r ã c o r r o s ã o e ãs m a n c h a s as a m a i o r i m p o r t â n c i a e n t r e as propri_ as 1 i gas m e t ã l i cas para uso 0- doh to 1õgi c o . Aproximadamente culo, havia uma p r e d o m i n â n c i a t a n t o em t r a b a l h o s pios, fato que d i s p e n s a v a li g a s (mais do u s o das ligas s£ de o u r o de 22 K , unitários c o m o e m p e ç a s de e l e m e n t o s múlti/ cuidado s com r es p e i t o ã proteç ão con - t ra a o x i d a ç ã o e a c o r r o s ã o , sas a t é a d é c a d a de 40 d e s t e em face do a l t o c o n t e ú d o de o u r o des de 90%). No e n t a n t o , a g r a d a t i v ã m e n t e ,d e m o n s t r a n d o evolução a necessidade da O d o n t o l o g i a do e m p r e g o r e s i s t i n e i a ,a f i m de s u p o r t a r , s e m q u e vesse peças,os esforços bastante , de l i g a s c o m maior dureza e maior d e f o r m a ç ã o das foi grandes ho^j desenvoj^ vidos cas, durante porém, a mastigação. so p o d e bres , fa t o qu e , A melhoria ser conseguida logicamente, das com a adição aumenta ~4 propriedades mecâni de m e t a i s a s us ceti bi 1 i d a d e não n £ dess as' 1 i_ gas a o x i d a ç ã o e ã c o r r o s ã o . A grande esc a l a d a mercados nacional e internacional na b o c a . Esse acabam lançando propaganda, ligas pelos de b a i x o em g e ral Na F a c u l d a d e lo e m S ão P a u l o , usadas dentistas menos s eu s alunos sidade co m ligas Federal economicamente tadas pa^ lucro recursos da pas^ avisados. do a l t o c u s t o do . o u r o atendendo ligas básicas, de S a n t a de m e t a i s básicos vantajosas estão sendo o mesmo de b a n h o de o u r o e m p e ças T a m b é m na U n i v e r no C u r s o de O d o n t o l o g i a , s ão u t i l i z a d a s , Em o u t r a s n£ de São Pajj de B a u r u , está em andamento. Catarina, prático da U n i v e r s i d a d e Na F a c u l d a d e de O d o n t o l o g i a anteriormente. pelo dos o treinamento v e m o c o r r e n d o e u m e s t u d o de a p l i c a ç ã o fundidas pudessem perigo de O d o n t o l o g i a q u e , de O d o n t o l o g i a diversas na c l í n i c a . atraídos de uma c o m b a i x o p o d e r a q u i s i t i v o , t ê m q ue e n c o n t r a r uma f o r m a de d a r aos cessãrio. custo^que nos para o uso o d o n t o l ó g i c o e que t a m b é m as F a c u l d a d e s a pacientes o início utilizando-se A pressão econômica tem at ingido do o u r o . um g r a n d e fabricantes, no m e r c a d o , inadequadas sam a ser uti li za d a s para fato constitui ra .a. O d o n t o l o g i a ,. poi s., m u i t o s fácil, preços contribui v e r d a d e i r a 'corri da na b u s c a de l i g a s ser u t i l i z a d a s dos pelas Universidades, mesmas ligas razões a situação e ci^ a mesma. CUNHA^ c o r r o s ã o de v á r i a s do c o m o e l e m e n t o ligas em 1972, estudou de uso o d o n t o l ó g i c o , b a s e o o u ro. Foi verificada c o v a ç ã o no s e n t i d o de e l i m i n a r ou d i m i n u i r são dessas ligas. D e n t r e as c o n c l u s õ e s , o p o t e n c i a l - . de d u as das q u a i s a influência as m a n c h a s verificou-se tejí da es- e a corro que a esco- vação tendeu r e n t e das cais a melhorar o brilho especular e a refletãncia liga s em o b s e r v a ç ã o . em uma r e s t a u r a ç ã o d e n t a l que d e v e r i a m p o s s u i r ção. Existem, Esses locais mo e m c o r o a s VENEER, uma fundidas, n ão a l c a n ç a d o s resistência ocorrem no e n t a n t o , diversos 1£ pela e s c o v a ç ã o e m a i o r a c o r r o s ã o e a oxida^ tanto em i n cr us taç õe s mais simples e p o de m t a m b é m o c o r r e r em coroas c o m f a c e c o n f e c c i o n a d a e m r e s ina a c r í 1 i c a . A ção dos f l u í d o s bucais ca da c o r o a p o d e entre provocar apa c<o do t i p o infiltra a f a c e t a de r e s i n a e a l i g a metãlj_ o aparecimento de m a n c h a s nessa regi ão. A e x p e r i e n c i a m o s t r a q u e m e s m o as p e ç a s coji feccionadas co m l i g a s de o u r o q u e o b e d e c e m e m s u a c o m p o s i ç ã o e s p e c i f i c a ç ã o n9 7 da F e d e r a ç ã o Dentaria frer c or ro sã o e o x i d a ç ã o em locais que, t a n t o na c o n s t r u ç ã o um d e n t e d e c í d u o , cado trabalho c o m o na de uma c o r o a evitar a ocorrência guir maior êxito oral, de m a n c h a s cipalmente, que consj? odontológicos. encontrar soluções de e v i t a r - s e e a realização o aparecimeji de um b a n h o laboriosa, prontas peças metalicas. os b a n h o s artificio. de o u r o ( gal.vanopl as_ As r a z õ e s dificuldade de c i a n e t o de o u F I L H O 1 9 , QU E I R 0 Z 2 3 y I E I R A 28, n ã o se p o p u l a r i z a r a m e p o u c o s lançam mão deste a técnica n u m sofistj^ a fi m de se Entretanto, fissionais tipo VENEER, em e de c o r r o s ã o , M O T T A 1^, ou de rodi o , P E Y T O N 2 ^*, nas na O d o n t o l o g i a , incrustação metálica de se ro p u r o , F R E I T A S 8 , M E W L A N D S 1 8 , P E R E I R A tia), mostra necessidade c o m os t r a b a l h o s ou de c o r r o s õ e s acima hã g r a n d e Uma das m a n e i r a s to de m a n c h a s n ã o se da a a u t õ c l i s e . considerações de uma s i m p l e s de r e a b i l i t a ç ã o I n t e r n a c i o n a l ,p o d e m so em que A l e i t u r a das ã s ã o os p r o são, prin de se p r e p a r a r ou de o u r o , i n s t a b i 1 i d a d e des -6-- tas s o l u ç õ e s , b e m c o m o os c u i d a d o s f a t o de s e r a s o l u ç ã o fortemente que d e v e m ser tomados, pelo venenosa. Autores como FICHER^ e cols., P I E R S O N ^ , OC OO _ SHELL e VIEIRA , s a o de o p i n i a o q u e a c o n s t r u ç ã o de urna c a nm _ da m e t á l i c a s o b r e as l i g a s de b a i x o q u i l a t e , incide a m as tigaçã o parece las m e t á l i c a s porém, nos n ã o d a r res ul t a d o s , poi s tais s o f r e m atri to, ' a b r a s ã o , n u i d a d e ou o a p a r e c i m e n t o locais de á r e a s nos de p r o t e g e r a p e ç a lo c ai s q ue pelTc^j f o r m a n d o s o l u ç ã o de contj^ anõdicas. 0 m es mo não o c or r e de d i f T c i 1 h i g i e n i z a ç ã o . 0 propósito os m e i o s e m lo c a i s nos q u a i s protética ficam a salvo tarem acesso difícil da p r e s e n t e pesquisa é estudar com banhos de o u r o 2 4 K do a t r i t o e da a b r a s ã o p o r apreseji ou e s t a r e m recobertos de re por. uma c a m a d a s i n a a c r í l i c a e q u e c o n s t i t u e m a p a r t e e s t é t i c a de t r a b a l h o s prótese. 0 deposito metálico, tamente resistente ã corrosão, á r e a e a f a c e t a de a l t e r a ç õ e s por trabalho, Prótese e Odontopediatria, de ligas metálicas qu e de c o r p e l a s e r ã o de a p l i c a ç ã o protegeria aquela c o r r o s ã o do m e t a l . que se v e n h a a o b t e r . n o nos t r a b a 1 hos s e m p r e q u e se n ão á u r e a s de c on s ti tui r-se de o u r o p u r o aj^ supõe-se Os r e s u l t a d o s sente , ou de b a i x o faça pre de D e n t í s t i c a , necessário o c o n t e ú d o de ouro. uso C A P Í T U L O 2 - II REVISTA BIBLIOGRAFICA -8- C A P I T U L O II 2 - REVISTA BIBLIOGRAFICA QUEIROZ^ ti a p e l o o u r o , r e l a t a que para hã n e c e s s i d a d e de a g i t a ç ã o se. Em s o l u ç õ e s as p a r t e s cuba. mais Diz, concentradas qu e havendo durante desigualdade sito resultante seja las mantida para do u r a ç ã o da c o r final dos VENEER dourados de o u r o quando aplicados desejada, mesmo rica 2 ( 1951 aplicados sobre de s a i s , da m e tá l i c o m que o d e p õ portanto, a temperatura de^ embora existam fórmu d i z e n d o qu e o realce f e i t o ã m ã o e com de s õ d i o e a g u a q u e n t e . ), e m v a r i a s sob is t o é no f u n d o 0 banho, Também as materiais n ã o se v e r i f i c a o ouro platin ad o. experiencias facetas para ev i t a r a d e s c o l o r a ç ã o 24K, faz e geralmente com b i c a r b o n a t o de e l e t r o l i - a p a r t e da s o l u ç ã o que menos o autor r e s u l ta d os , pesados, depositam-se o processo, Termina da , c o n s t a t o u q u e q u a n d o e s t e s superfície mais p o r v o l t a de 7 5 9 C , objetos o u so de o p a c i f i c a d o r e s tipo os e x t r a t o s continuamente. COHN coroas processos de c o n c e n t r a ç ã o q u e a frio. a u x í l i o de p o l i m e n t o nos torna-se a galvanopla^ de m e l h o r e s também falho e desigual. deverá ser ag i t a d o quase ve s e r r e g u l a r , a obtenção do b a n h o , fica entre o ánodo e o cátodo cos, ), e s t u d a n d o da s o l u ç ã o sem agitação, ainda, ( 1945 plásticas com de da r e s i n a e m p r e g a são aplicados a mesma sobre t r a n s p a r ê n c i a q ue Este últ im o a l t e r a a c o m o e m p r e g o de o p a c i f i c a d o r e s . uma cor -9WILDE sas soluções preparadas , ( 1 95 2 ), a f i r m a e x i s t i r e m n u m e r o para a g a l v a n o p l a s t i a q ue é d i f í c i l encontrar-se q ue c o m u m e n t e se d e s e j a . deposito espesso on uma s o l u ç ã o As m e l h o r e s o u r o e p o t á s s i o em e s t a d o de p u r e z a . e um ass un to m u i to c om que t r o p e ç a apropriada soluções e r e g u l a r s ã o as q ue c om o s e n d o o p r o c e s s o um c o r p o , corpo. fins p a r a se o b t e r um e a grande dificuldade deste metal, q ue se t en u e. ■MEWLANDs"*®,. ( 1 9 5 8 tia os c i a n e t o d u p l o de ) A g a l v a n o p l a s t i a do ouro o o p e r a d o r é q ue a p e l í c u l a e muito para mas contem discutido atualmente, o b t é m pela e l e t r õ l i s e , c om o o u r o , de c r i a ç ã o ), d e f i n e a g al v a n o p l a s ^ de uma c a p a m e t á l i c a sobre t r a t a m e n t o e s s e q u e f i c a p e r m a n e n t e m e n t e .aderi do ao Gal v a n o s tegi a e o p r o c e s s o de c r i a ç ã o de uma c a m a d a metã^ l i ca s o b r e a s u p e r f í c i e constituindo uma de um c o r p o , do qual reprodução invertida daquela depois e retirada, superf ície em me ta 1 . ROGERS t é c n i c a de c o n f e c ç ã o um c a s q u e t e & A R M S T R O N G 25 , ( 1961 de c o r o a s de o u r o , de o u r o p e l a e l e t r õ l i s e . uma m o l d a g e m i n d i v i d u a l de um d e n t e troquei esse de g e s s o . de p r a t a c o l o i d a l Sobre e leva-se u ma s o l u ç ã o de s a i s de o u r o s o b r e de ou ro. o troquel, cuba e l e v a d o ã b o c a p a r a mento e acerto. desse obtendo-se uma inicialmente Primeiramente, realiza-se preparado e co n f e c c i ona-se o gesso aplica-se o troquei uma c a m a d a de põ a um b a n h o e 1e t r o l í t i c o de A p Õ s , obtida o casquete ),.citam uma c a m a d a razoável assim obtido e retirado um a j u s t e , que é em verda de A c er op l a s t i a e f u nd i ç ã o são feitas da um b r u n i - a partir casquete. P E R E I R A F I L H O 1 9 , ( 1963 p l a s t i a é a o p e r a ç ã o p o r m e i o da qual ), d iz que galvano se faz d e p o s i t a r , sobre -10o ú.;.|eto q u e s e r v e de m o l d e , s o ¿ . i d a nura l í q u i d o , corrente elétrica. uma camada submetendo-se Diz que, s e r f e it a d i s s o l v e n d o - s e de meta l essa solução metálica para banhos de o ur o , 4 g de o u r o 2 4 K e m 55ml a q u e c i d a até ^ d i s s o l u ç ã o completa do ouro . ma rr om e deverá ser col ocada em lugar onde e s ua t r a n s f o r m a ç ã o e m f l u i d o viscoso. até de o u r o então, . Deve-se, filtrar Está p ro nt a limpo, 2dm 2 do c á t o d o . dadosamente. ser expelida. para ser usada. lo o u r o s o b r e No a n o d o , de c o r r e n t e No r e s u l t a d o é dis^ Em s e g u i d a , dizendo troquéis de q u a l q u e r g o r d u r a . obtendo-se e com menos pre b a n h o s t er mais porosidade. recentemente 13 , ( 1964 de ouro s e r de 15 m i l a m p e r e s por expessos, Salienta com ánodos insolúveis, uma nova. Somente ornamental do r e c o b r i m e n t o , r e c o b r i m e n t o mais protetor usarem-se diz que o r e c o b r i m e n t o velha com pe qu en as substituindo fins o r e n d i m e n t o do banho, ser conveniente preparados; trabalhar-se para pe ), a f i r m a que uma m a i o r q u a n melhora o u r o é tão m a is e s c u r o q u a n t o m a i s e aconselhável uma p l a c a submetido também testado a metalização de o u r o na s o l u ç ã o , depósitos após, E ss e de g e s s o . MACHU t i d a d e de i on s filtrã- 0 objeto a ser m e t a l i colocaremos deverá Aquecer ' ~ a m e t a l i z a ç a o , a p e ç a d e v e r a s e r l a v a d a cuj Apos Conclui cloreto de a g u a d e s t i l a d a e h i a solução. polido e livre ao b a n h o e l e t r o l í t i c o . A quantidade regia se e v i t e a e v a p o r a ç ã o o b j e t o d e v e r á s e r p r e s o c o m um f i o ao c á t o d o , e, 24K. deve torna-se de p o t á s s i o ou c i a n e t o de s ó d i o . a s o l u ç ã o até p a r t e da a m õ n i a z a d o deve e s t a r urna t o d o o o u r o se p r e c i p i t a r c o m o h i d r ó x i d o s o l v i d o 1 3 g de c i a n e t o la n o v a m e n t e . de a g u a A solução dis_ a a solução Esta solução é o de o u r o, q u e d e v e r á s e r d i l u i d o e m 5 0 0 m l d r ó x i d o de a m o n i o , previamente f or a s o l u ç ã o . concentrações frequentemente t é c ni co!s ,o n d e empregam-se ánodos de P o r isso. de o u r o e a solução não e n t r e o sem p or aspecto de o u r o 24K. 0 ba -11- n h o se e n r i q u e c e constantemente d e c o m p o s i ç ã o do c i a n e t o de c a r b o n o do ar, Os b a n h o s dos nas trações o que é c o n v e n i e n t e p a r a m a n t e r o pH constante. temperaturas empregam-se dão pode-se tivas durante cipientes fação. baixa se mais p r o c e s s o três rão tratadas p io , basta mantêm-se s ã o os forte, as colocam-se e pó t á r t a r o até que Uma v ez com escovas peças de a r a m e Os de f l a n e l a no b a n h o c o r m a te . adqui r a m brilho, de o brilho as p e ça s adquiram.a terminada aumento em movimento. se da p e ç a m e t á l i c a t e n h a uma boa a d e r ê n c i a uniformidade a l i m p e z a das a douração, latão, água, ou s e d a antes do m e t a l de c e r t o s - natural. com Lavam- repetindo as p e ç a s Co m o p r i n c í - a u m e n t o da densida^ da m e t a l i z a ç ã o , a ser depositado, metais, . utilizani tornam maior o conteúdo e ausência o se pano e sabão c o m ó x i d o de f e r r o , de t e m p a r a t u r a , de m e t a l i z a ç ã o peças , re de ojj r e c o br i m e n t o s . S a l i e n t a m q u e é n e c e s s á r i o que se f a ç a tratamento ção, caso de f e r r o e s m a l t a d o e c o m c a l e - de de c o r r e n t e e a g i t a ç ã o c o n t í n u a ro dos e, n e s t e um t r a t a m e n t o de uns p o u c o s at é q u e diz o a u t o r que: precários, .. t e m p e r a t u r a s decora de c o r r e n t e flexíveis Em de Para dour a çõ es Faz-se a secagem e abre-se do-se discos elétricas - um b o m r e n d i m e n t o . os q u a i s v ez e s . correntes com c o n c e n peças Para uma d o u r a ç ã o com e scovas os b a n h o s opera^ A a g i t a ç ã o das apropriados densidade muito quando de c o r r e n t e . de p o u c a e s p e s s u r a , gundos, Para t e m p o de e x p o s i ç ã o . baixas para satisfatórios empregar resultados densidades é muito importante mais de 4 5 9 C a 7 0 9C. de o u r o , os b a n h o s a e p e l a a b s o r ç ã o de d i ó x i d o de o u r o d ã o r e s u l t a d o s altas devido nos e l e t r o d o s mai.or mi 1 l a m p e r a g e m e m e n o r baixas com carbonato alcalino, um p a r a que se oj) grande dura - de m a n c h a s .R e c o m e n d a como o alumínio, com soda c á u s t i c a a 5%. WISE mais tem e s t u d a d o magnífico livro 31 ,( 1 9 6 4 o ouro,suas "Gold Rec onery ), u m dos propriedades Properties investigadores e aplicações, que em seu and A p p l i c a t i o n s " no -12capítulo sobre e 1e t r o d e p o s i ç ã o de o u r o , o b j e t i v o de e x a m e , que se r e a l i z a consiste num ex am e físico, c has, coberturas evidências de s u p e r f í c i e s ou g r a n d e s A f i r m a q u e, coberturas mai s bri 1 h a n t e s função similar, com coberturas duzir a efi cácia mais Geralmente permitem densidades altos de c o r r e n t e duzirem coberturas mais pregados em banhos eletrolíticos porque áreas rachaduras finos; altas Relata outras carbonatos oferecem fosfatos executam aparentam em quantidades de o u r o t a m b é m que os alcalino re^ supe^ nas s o l u ç õ e s e são usados de c i a n e t o para pro ánodos em sã o n o r m a 1 - Entretanto, os á n o d o s de o u r o s e r i a m d £ o s e m p r e se r e n o v a n d o . Os ánodos a solução estaria de a ç o i n o x i d á v e l conteúdos ou internas. g r o s s a s ;. a m b o s m ai s pesadas. de a ç o i n o x i d á v e l . sejados irregulares.e do b a n h o q u a n d o p r e s e n t e s r i o r e s a 15 g/L. mente man regra, e depósitos a deposição, ou tensões como a pó s descolorações de b r i l h o e a p a r ê n c i a , de f r a g i l i d a d e q u e r o m é t o d o m ai s i medi atamen.te observando-se incompletas desiguais em termos relata evitariam problemas de d i s s o l u ç ã o do o u r o quaji do a c o r r e n t e e s t i v e s s e desligada e evitariam r o u b o ou p e r d a ouro . Entretanto, ánodos r e g u l a r de o u r o concentrado na s o l u ç ã o p a r a m a n t e r querem adição d o m e ta l o b a n h o em n í v e i s encontrar dados nho de c i a n e t o possível insolúveis re ideais. 0 cil tambem o a u t o r s a l i e n t a qu e : confiáveis, alcalino, para nos q u a i s basear uma a p l i c a ç ã o particular. ria dos a u t o r e s apresentam: da ou d e p ó s i t o s não porosos, da, resistência a corrosã o melhor ad a e outras cos dados quantitativos dureza a escolha aumentada, porosidade do ba_ A maio diminu_í f o r ç a de a r r e m e s s o de í o n s m e l h o r a disponíveis; n ho e o u t r o d e v e ser feita depois an ta t a m b é m q u e , ap ó s os b a n h o s logo, mais, a escolha entre de e x p e r i m e n t o de c i a n e t o p o r é m há pojj um ba i n d i v i dual ". Adi alcalino, as p e ç a s de^ "E e x t r e m a -13verão sofr er uma rigorosa todos ça, os v e s t í g i o s lavação, de c i a n e t o , i rã o p r o d u z i r m a n c h a s os q u a i s , na c o b e r t u r a V I E I R A 28 ouro têm s id o e m p r e g a d o s c o b r i r uma p r ó t e s e n ã - l a mais a f i m de q ue s e j a m r e m o v i d o s ( 1 9 67 resistente ã corrosão, pela ), s a l i e n t a que ban ho s com a finalidade de o u r o p a r a , aumentando S H E L L 2 ^ ( 1976 uma d e n t a d u r a de o u r o . em O d o n t o l o g i a , c om uma c a m a d a se p e r m a n e c e r e m na p e por e x e m p l o , t o ^ a construção q u a n d o se e x i g e L U S S E Y 12 ( 1971 os b a n h o s mais rápidos a) c o m p o s i ç ã o b) é dúctil resistência . e ao d e s g a s t e . ), e m s e u a r t i g o , são i n f l u e n c i a d o s de o m o d e l o de g e s s o Verificou que o ouro depos it ad o e l e t r o l i ticamente que se u uso é l i m i t a d o de r £ a sua duração. ), r e l a t a deposição metá lica sobre de diz que pela: do b a n h o temperatura c) d e n s i d a d e de corrente d) d i s t a n c i a e n t r e e l e t r o d o s e) agitação,preconizando u ma a g i t a ç ã o e l e tromagnética F R E I T A S 8 ( 1973 lhos de p r ó t e s e , mo b a s e s ção, como pontes de p i v o t s , principalmente devem sofrer, na f a c e que ção é o c a s i o n a d a por reações pela i nfiltração da s a l i v a acrílico da f a c e , se i n i c i a no c o l o lico, fechando fixas, ), d i z q u e coroas "todos veneer, os trabjí coroas e mes^ como norma s i s t e m á t i c a , d o u r a - le v a o acrílico; dos á c i d o s bucais, que a altera_ principalmente, no m i c r o - e s p a ç o e n t r e o ouro e o que provoca um f r i s o e s c u r o e s v e r d e a d o , ou nas periféricas para partes o centro, e, c o m i s t o , o que d a j u n ç ã o ouro-acrí^ altera completamente a c o r do a c r í l i c o u s a d o . Diz q u e c r i a r uma p e l í c u l a de o u r o li c o , em t r a b a l h o s acrílico cil a d a p t a ç ã o ao me i o . pessura, pouca fina, fixas". vai sofrerá ouro platinado sem douração pode qu e priedades sio, físicas e químicas, e, por i s so , e técnicas damentos econômico. "Praktisch nossos ( 19 73 1 e 2 , e x p l i c a q ue a d e p o s i ç ã o til, fosca e mole, aplicação industrial. e n t r a em d e t a l h e s des servindo das c a m a d a s técnicos. Diz, r e f o r ç o de c e r t a s propriedades á no d os de o u r o , m a - s e uma c a m a d a superfície do a n o d o , v e l, s er ia m mais r i f i c o u que faz-se cujos de c i a n e t o para do o u r o fuji original da r e v i s t a Galvanotécnica uma c am ad a formulas, du£ pouca mas não a a d i ç ã o de c e r t o s c o m de q u i l a t e m e n o r , como dureza, de m e t a i s indicados sódio q u e p a r a m e l h o r a r as proprieda_ depósitos prejudicando Anodos a dureza 24K. f o r m a a diversas b r i l h o e cor. mas com Quanto de s o d i o , f o r de s ó d i o e o u r o s o b r e o r e n d i m e n t o do b a n h o . m e n d a o u so do c i a n e t o de p o t á s s i o , resultados. livros, informa que quando em presença protetora pro também aparelhos p o r uma e q u i p e e m d oi s de o u r o , obtendo-se res c i a n e t o de p a r a f i ns e s p e c í f i c o s , t e n d o postos metálicos, aos pelo ), e m t r a b a l h o de o u r o Faz a l u s ã o galvánicas q ue experimentos. G a l v a n o t e c h n i k ", o r g a n i z a d o Gaivanotechnik , apresentado ao às do c i a n e t o de potãs^ 0 autor descreve para es_ quanto apresenta de t r a b a l h o e b a n h o de o u r o em O d o n t o l o g i a , s e r v i r a m de b a s e de Diz,, a i n d a , metalizadas semelhantes VERLAG^ alemã cor a m a r e l a d a ; estã sendo s u b s t i t u í d o p o r s e r de u so m ai s um m i l í m e t r o in f 1ue n c i a r . 0 c i a n e t o de s ó d i o u s a d o nas s o l u ç õ e s nos casos' de um f u n d o a m a r e l o de fã tenha desta de q u e f i c a sob o a c r í A douração, provocar 0 acrílico influencia te m a f i n a l i d a d e 2 4 K na s u p e r f í c i e de p r ó t e s e s de e s p e s s u r a a douração que, s e g u n d o ele, insolúveis, trabalhos depositado dá a Reco melho como o aço i n o x i d ã de c i a n e t o de sódio.Ve^ e e m t o r n o de 7 0 K g f / m m 2 , -15as c a m a d a s 300Kgf/mm obtidas 2 seguintes . compostos temperatura m u i t o alt a . do p o d e m s e r p r o v o c a d a s te c a s o , p o d e m ir a té do b a n h o e p r e j u d i c a d o pelos t e o r b a i x o de sal de c i a n e t o ; corrente endurecedores, qu e o r e n d i m e n t o fatores: quantidade de de Di z com As de o u r o na s o l u ç ã o do b a n h o m u i t o camadas p or p r e s e n ç a escuras de c o b r e ; alta; baixa densida de o u r o deposit^ na s o l u ç ã o e, n e s esta devera ser renovada. PEYTON & CRAIG u t i l i z a d o em O d o n t o l o g i a , ?0 ainda que dio e 1etrodepos itado sobre ( 1974 ), d i z e m que se t e m de u m a f o r m a fundições o rá limitada, de o u r o de bai xo. qui 1 áte ,pa_ ra e v i t a r d e s c o l o r a ç ã o e m a n c h a s . MYERS^ 47 c r i a n ç a s em idades ( 1 97 5 de 4 a 12 a n o s , l o c a ç ã o de c o r o a p r é - f a b r i c a d a r a m os p r o b l e m a s encontrados, de i n t e r f e r ê n c i a na o c l u s ã o , mais inadequados. tes com gen gi vi t e , ), r e a l i z o u Observou observando de á c i d o t ai s em f u n ç ã o que s e m p r e foi defeitos da a l t u r a , número associada com a resposta inoxidável. como, um g r a n d e um e s t u d o (ma is ã c£ Diversos fo^ de c o n t o r n o s contatos de 50%) a defeitos , proxi_ de deji das co roas . MOTTA^ tãrios, d i z qu e a p r i n c i p a l ( 1 975 in d i c a ç ã o para ro e m O d o n t o l o g i a é o r e c o b r i m e n t o madoras de c o r o a s ), e m s e u l i v r o M a t e r i a i s Den, a metalização de s u p e r f í c i e s ( 19 7 6 em coroas m e t a l o p l á s ti c a s , f i z e r a m s e u s e s t u d o s de r e t e n ç ã o for ), p e s q u i z a n d o de c o r a n t e s lução salina na i n t e r f a c e ?4 filtração de metálicas VENEERS. RIBEIRO & VIEIRA portamento p e l o ou 180 c o r o a s de v i o l e t a r e s i n a a c r í 1 i ç a - 1 iga de o u r o , submetidas de g e n c i a n a para a caixa met ãlica ir^ a um b a n h o a 0,025%. observando com de i m e r s ã o em s o Usaram-se ves ti bui a r que 3 formas aloja a faceta -16- a c r í l i c a ; .t e m p e r a t u r a t u r a do b a n h o constante de i m e r s ã o o armazenamento das e variação da solução' c o r a n t e ; coroas nos banhos na i n t e r f a c e uma c o n s t a n t e , igualmente para incisai casos muita infiltração de n e n h u m a s ã o os m a i s ç ão da c a i x a m e t á l i c a da i n f i l t r a ç ã o . freu v a r i a ç õ e s parece o b a n h o de cíclicas cimento consecutivo, frequentes. Os para resultados a c r í 1ica-ouro é proximal s ã o r a r o s e os As formas incluir de de reten corante por r e s f r i a m e n t o houve maior freqüência e na i n t e n s i d a d e i m e r s ã o da s o l u ç ã o de t e m p e r a t u r a , tempera idades gengiva!, infiltração vestibular Quando resina as r e g i õ e s de e t re s de i m e r s ã o . i n d i ca m que a i n f i l t r a ç ã o , onde cíclica de i n t e n s a so e aqu£ infiltra ção. VENTURINE e l e t r o l í t i cas devem ser gu ardadas e v i t a r a sua e v a p o r a ç ã o , de gases. iniciais ( 1977 Deve-se dos água destilada sejam mantidos. ra m a n t e r a t r a n s p a r ê n c i a r ec e a d i f u s ã o em f r a s c o s r e a ç ã o do o x i g ê n i o acrescentar das s o l u ç õ e s nobre, de s er u s a d o d e v e ser m e n o s revestimento p a r a qu e os n í v e i s a filtragem do ), d i z q u e a corrosão. de o u r o ou p r a t a tal pode s e r e m p r e g a d o d e s d e tal que vai nobre, cátodo um r e v e s ti meii de um s e g u n d o m e t a l , p o 0 material a t i v o do q u e o m e t a l - b a s e , proteger. pa da d e p o s i ç ã o . de r e v e s t i m e n t o i s t o é, o material d e v e s e r c a t ó d i c o e m r e l a ç ã o ao m e t a l - b a s e . revestimentos se por m e t a l libertação sobre a superfície aplicado ã superfície para evitar do ar e pa r a A a g i t a ç ã o do b a n h o f a v o PHILLIPS2 1 ( 1 9 7 8 to de m e t a l soluçoes bem fechados, Recomenda da s o l u ç ã o . íons m e t á l i c o s e melhora a uniformidade ), diz que as tenham sido usados, que s e j a m e n o s Se u m m e t a l - b a s e e for ar r an ha do ativo for cobert o ou m a r c a d o de Embora qualquer m e do que o me por e l e t r õ l i em tal profundi- -17d a d e q ue o m et a l base s e j a e x p o s t o ao a m b i e n t e , rá c o r r o í d o c o m r á p i d a e m v i r t u d e da p i l h a entre v e l o c i d a d e . E v i d e n t e m e n t e , isso de e l e t r Ó d i o s tipos de r e v e s t i m e n t o s port am- se como revestimentos cos e o u t r o s dentárias revestimentos de p o u c o s pelos líquidos Esses De m o d o de o u r o mo m e i o de l i g a ç ã o da c e r â m i c a dos Ó x i d o s mo c a u s a p r i n c i p a l Óxidos sobre localizados tos instáveis de o u r o 24K. positada, de, Os se r e a l i z a d i z e m que: aproximadamente, dão d e p ó s i t o s ou atacados de, com ligas ceramica-meta1 permite co co substituir estáveis. de de o b t e n ç ã o Quanto de d e p ó s i são e x ã camada metálica dão um - 25m/A durante Es^ ouro recomendados 15 m i n u t o s d£ depósito 30 m i n u t o s 10 m i c r õ m e t r o s . ( 1 980 ), r e n o m a d o e s p e c i a l i s t a e m disciplina de B a u r u da U n i v e r s i d a d e . d e trabalhos cromo C i t a m a insta^ interdifusão por eles 10 m i c r õ m e t r o s . aproximadamente, de n í qu e l perfeitamente pela -50m/A durante Prótese e Pro fessor Ti tu lar dessa t a n t o nos , ), a d v o g a m a t é c ligas. propõem, pesquisa. JANSON^ dontologia ouro da p o r c e l a n a . uma t é c n i c a procedimentos na p r e s e n t e (1979 na i n t e r f a c e por e u t é t i c o s D e s c r e v e m com d et a l h e s , perimentados de não a d e r i a m ao m e arranhados essas na f a l t a de c o e s ã o ta c o m p o s i ç ã o e u t ê t i c a 24K. metãlj_ foram ineficazes 24K em ligas A t é c n i c a que estes com - orais. de e l e t r o d e p o s i ç ã o bilidade e m ligas incompletos, L A N D E Z & F R E T T O 11 nica As tintas, revestimentos geral ou f o r a m f a c i l m e n t e ocorre ou o r g á n i c o s , t e m si.do t e s t a d o s quilates. ou liga a d j a c e n t e inorgânicos s£ q ue e f o r m a d a do r e v e s t i m e n t o . nobres. porque eram demas ia do delgados, tal dessemelhantes, o m e t a l - b a s e e x p o s to e.o . m e t a l e outros o metal-base São na F a c u l d a d e Paulo, afirma de o u r o c o m o n a q u e l e s com de 0que ligas -18- de m e t a i s básicos cas d e s s e s polidas, g e m das trabalhos não em m e t a l o c e r ã m i c a , as recobertas regiões elas escuras aparentam desagradável. t a m b é m se o b s e r v a Nas e sombreadas sendo muito da b o c a po i s regiões dos a n é i s uma s o m b r a e s c u r a , do p a c i e n t e . cervicais pela m e sm a partes, a c o r do o u r o c o m b i n a - s e o c o r r e m no i n t e r i o r a ima da c a v i d a d e oral. melhora melhor das , exposta substancialmente c o m as - coroas dos d e n t e s razão - Por es p o s s u i r uma c o r e s c u r a q u e é e s t e t i c a 0 b a n h o de o u r o n e s s a s estética metál^ pela p o r c e l a n a , m e t a T o c e r â m i cas q u e p e n e t r a m s o b a m a r g e m g e n g i v a l acima. partes f u n c i o n a m c o m o v e r d a d e i ros e s p e l h o s , r e f l e t i n d o ta ra z ã o , mente utilizadas cores a que C A P Í T U L O 3 - P R OP III O S I Ç"A O -20- C A P T T U L O III 3 ' PROPOSIÇÃO A pó s f a c e da d i v e r s i d a d e ouro, ções o exame constatada é p r o p o s t o no p r e s e n t e para a g a l v a n o p l a s t i a com ouro, para pelo solu^ a f i m de p o s s i b i l i t a r ao fá cil recobri mentos - possibilitem de m e t a l i z a ç ã o em algumas a utilização - permitam a preparação ções 3.2. de t é c n i c a s trabalho estudarem-se o d o n t ó l o g o --. : e ao p r o t e s i s t a 3.1. da l i t e r a t u r a e n c o n t r a d a , e a execução de t é c n i c a s e p r á t i c a das que: solj¿ pelo ouro; de r e c o b r i m e n t o s p e l o ojj ro, e f i c a z e s ; ; e de b oa q u a l i d a d e ; 3.3. - r e s u l t e m na o b t e n ç ã o de d u r a b i l i d a d e de s o l u ç õ e s qu e t e n h a m graji ao s e r e m a r m a z e n a d a s . C A P I T U L O 4 - MATERIAS, APARELHOS, IV DISPOSITIVOS DE T R A B A L H O E METODOS -22- C A P Í T U L O IV 4 - M A T E R I A I S , A P A R E L H O S , DISPOSITIVOS E MËTODOS DE T R A B A L H O Neste lhos, dispositivos capítulo e métodos de se j u l g o u n e c e s s á r i o , para c r i ç ã o ou c o m e n t á r i o s a respeito informações tulos dos resultados 5 e 6 - RESULTADOS 4.1. por f o r n e c e d o r Gato utilizados, uma m e l h o r c o m p r e e n s ã o , do a s s u n t o . alcançados sem pr e que fez-se Todavia, des todas são ap re s e n t a d os nos as cap_í E DISCUSSÃO. do e m 5g, a d q u i r i d o na 4.1.3. Unidos pesando 10g, tendo - S ã o P a u l o t S.P. - C l o r e t o de o u r o , Drogaria em forma de pÕ, embal_a V e a d o de O u r o - S ã o P a u l o - - C i a n e t o de s õ d i o p r o a n ã l i s e , S . P.. procedente da A m e r i c a . 4.1.4. fabricado pela - P l a c a de o u r o 2 4 K, Preto 4.1.2. Estados trabalho os a p a r e - MATERIAIS 4.1.1. dos ao d e s c r e v e r e m - s e - Fosfato de s õ d i o REAGEN - Quimibras tribásico Ind.Químicas Ltda proanãlise - RJ. , -23- 4.1.5. ECIBRA, lote - Sulfito de s o d a a n i d r o - fabricado 2236. 4.1.6 - Agua destilada. 4 . 1 . 7 - Papel i n d i c a d o r do pH 1-10 , fabricado pe^ la M E R C K . 4.1.8 - Soda cáustica 4.1.9 cedente G rant. - Gesso comum a granel, marca Albion, pro"- do E s t a d o do C e a r á . 4 . 1 . 10- -Br a nc o de Quimidrol L t d a .C o m é r c i o C a t a r i n e n s e S.A. Industria - Joinville 4.1.11- Acido Espanha K-Dent, e Importação, f a b r i c a d o pela p or L a b o r a t o r i o - SC clorídico, engarrafado p o r B.H e r z o g C o m e r c i o e I n d ú s t r i a S . A. 4.1.12tíficos do B r a s i l , S . A. 4.1.13nhos Acido nítrico, foram utiliza dos 4.1.14- - CuritibaBalões Ecibra, Cieji PR. e copos no p r e p a r o das Equipamentos da B o ê m i a , em vários tama, soluções. B i c o de b u n s e n , utilizado para aquecimeji to das s o l u ç õ e s . 4.1.15- Conta-gotas. 4.1.16- Termômetro de m e r c ú r i o , com capacidade 1 5 Q 9 C , m a rca N I C K E Y . 4 . 1 . 17- Pi n ç a s . 1 8 c m p o r lQ-cm. 4.1.18- Tesoura curva 4.1.19- Recipiente p a r a ouro. de p i r e x retangular medindo - 24- 4.2 - A P A R E L H O S 4 .2.1 ta c i r c u i t o razoável - A p a r e l h o m e t a l i z a d o r '( Fi g . 4.1 t r a n s i s t o r i zado , tendo c o n d iç õ e s precisão, a corrente elétrica p r o c e s s o de m e t a l i z a ç ã o . Apresenta da c o r r e n t e e m u m d e t e r m i n a d o correntes de de i n t e n s i d a d e fornecidas de 0 a 100 m i l i a m p e r e s , de 0 a 10 00 mi 1 i a m p e res l e i t u r a de 1,5 m i l i a m p e r e s ; tes de 0 a 10 a m p e r e s , tou ser utilizada 1i amperímetros des nada para-contínua da c o r r e n t e é bastante ), de o n d a po r d i s p o s i t i v o precisão correji precisão de i n d i c a n d o correjn e não n e c e s s i - c o m p õ e m os mi_ Outras parti cu 1 ari da_ retificador completa; indica escalas respectivos. circuito de l a s indica precisa Essas ao indicação com e permite menos no c a s o p r e s e n t e . são: escala a terceira escala, e amperímetros do a p a r e l h o , para a primeira a segunda com necessária escalas instante: l e i t u r a de 2,5 m i l i a m p e r e s ; tes de f o r n e c e r , contínua t r ês ).Apreseji ( de c o r r e n t e controle transistorizado; alter de i n t e n s i d a d e interruptor; lâmpa. dapiloto;etc... 4.2.2 - Balança, 0 ,0001 g, u t i 1 i z a d a marca 0WA LABOR, p a r a p e s a r as s u b s t â n c i a s com empregadas precisão na p e s quisa. 4.2.3 - Motor parà polimento, marca NEV0NI, In - dus tri a B ras i 1e i r a . 4.2.4 - Capela cias f o r a m e x e c u t a d a s . ( Fig. Química, 4.2 onde todas as e x p e r i ê n - ). 4.3 - D I S P O S I T I V O S 4 .3 . 1 discos de l a t a o , - Foram obtidos por processo tendo por area 6 , 1 6 c m 2 . Estes de e s t a m p a g e m , discos, q ue de- -25- Fig u ra Aparelho 4.1 m e ta 1 i z a d o r utilizado galvanoplastia na - 26 - Fi g u ra Capela química as r e a ç õ e s banhos 4.2 on d e químicas foram realizadas como e l e t r o l í t i cos . também os -27 - nominamos cos corpos de p r o v a de c a r b o r u n d u m e lixa s gosidades, as p e ç a s s e n d o u s ad o n e s t a da de feltr o. nas ou C . P . , s o f re r a m um a c a b a m e n t o lis e, operação discos motor recobertos conforme métodos Nevoni por neste t o das as rjj c o m B r a n c o de E s p a n h a , em maior veloci da de e como corpos uma p e l í c u l a d i s cuti dos de ro^ prova de o u r o p e l a e l e t r õ capítulo. e rodas de feltro, q ue f o r a m us a - e pedras de carborundum. no p o l i m e n t o dos C.P. 4.3.3 - Discos 4 . 3 . 4 - Li xas 4 . 3 . 5 - Fi o s f io s removidas foram utilizados 4.3.2 - Escovas das ApÕs r e c e b e r a m um p o l i m e n t o Es tes experiências, abrasivas. c o m dis_ abrasivas de c o b r e , n 9 150 e 320. utilizados para p r e n d e r os de o ur o no c á t o d o . 4.3.6 - Fi os de a ç o i n o x i d á v e l , usados para pren - d e r a p l a c a de o u r o ao a n o d o . 4 . 3 . 7 - Pap el filtro, u t i l i z a d o na f i l t r a g e m das soluções. 4 .3 . 8 - Col a a r a i d i t e . 4 . 3 . 9 - P l a c a de a ç o i n o x i d á v e l . 4.4- METODOS 4.4 .1 DE T R A B A L H O - Considerações Ligando-se sobre a galvanoplastia. ao p ó l o n e g a t i v o (cátodo), fonte contínu a, .u m objeto m e t á l i c o e ao p ó l o p o s i t i v o p l a c a de o u r o 2 4 K e m e r g u l h a n d o - s e as d u a s e x t r e m i d a d e s lução eletrolítica contendo, a l é m de s a i s de o u r o , de uma (anodo) u ma e m uma sc) outros sais,co^ -28 - mo c i a n e t o , que f a v o r e ç a m a p a s s a g e m da c o r r e n t e s e - á no p ó l o n e g a t i v o c o nt é m o metal a deposição de o u r o m e t á l i c o . uma s o l u ç ã o a l c a l i n a segundo MACHU xiste A da r - solução a d e p o s i t a r em f o r m a de í on s . Dissolveu-se pois elétrica, 13 de c i a n e t o . e FREITAS vantagem especial 8 o cloreto Foi de o u r o ( AuClg usado o ci aneto de s o d i o ' — , na c o m p o s i ç ã o do b a n h o , em usar-se o c i a n e t o de ) era , n ao e- potássio que é de e l e v a d o p r e ç o . Ao se d i s s o l v e r de s ó d i o , forma-se imediatamente vel, que, com e x c e s s o cloreto cianeto de o u r o de c i a n e t o a l c a l i n o , do um a u r o c i a n e t o c o m p l e x o , no qual de o u r o e m c i a n e t o (AuCN) insolú- se d i s s o l v e , forman o o u r o se e n c o n t r a como Tons m o n o v a l e n t e s . A u C l 3 + 3NaCN - A u C N + ( C N ) 2 + 3 N aC l AuCN - NaAu + NaCN Os aumentar a solubilidade (CN)2 cianetos da livres na s o l u ç ã o l a m i n a de o u r o q u e servem se e n c o n t r a p a ra no a_ nodo. Na p r e s e n t e c o n s t i t u í d o p o r uma p l a c a do de um m e t a l ou pois p el a adição contínua níveis com este ideais do p r ó p r i o liga m e t á l i c a vel, último pesquisa u t i 1izou-se ouro m e t á l i c o quimicamente a solução teria de o u r o c o n c e n t r a d o , um anodo e não um a n o inerte que ser ou i n s o l ú equilibrada a f i m de m a n t ê - l a em (WISE^). 0 u s o do a n o d o de o u r o p e r m i t e , se u t i l i z e m s o l u ç õ e s tidades mínimas mais econômicas, de c o m p o s t o s nas quais ainda, q ue se e m p r e g a m quaji de ouro. A a d i ç ã o de c a r b o n a t o s p r o p o r c i o n a m banhos brilhantes, tes o mesmo permitem, ainda, acontecendo c o m os fosfatos, a o b t e n ç ã o de c o b e r t u r a s S E 3 1 ). se ndo que m a is espessas m u l a ç ã o de c a r b o n a t o s . q u a l i d a d e do b a n h o . Quando pr esentes 4 . 4 .2 - S o l u ç õ e s a vida útil denominadas c o m o papel fórmulas seis referido 4.4.2.1 diminuem a quan ! testadas. soluções alcalinasde A^ A^ A^ Ag. no í t e m 0 pH 4.1.7. s ã o d e s c r i tas e s s a s e técnicas dâ a c u realizada, da m e s m a . de s o l u ç õ e s -'A-j A seguir, respectivas foi e l e t r o l T t i cas Foram preparadas era s e m p r e m e d i d o em excesso, A f i l t r a g e m da s o l u ç ã o do n e c e s s á r i a , p r o l o n g a n d o - s e as (W_I ■' 0 t e m p o de v i d a da s o l u ç ã o d e p e n d e aurocianetos es soluções,com de p r e p a r o . - S o l u ç ã o A -, ( L A N D E Z & P R E T T O ) 11 C o m p o n e n tes F o s f a t o de s õ d i o ' Cloreto de o u r o Cianeto de s õ d i o Sulfito de s õ d i o anidro A g u a des ti 1 a d a Preparo - A solução foi p r e p a r a d a em cinco e t a p a s . a) Pri mei ra e t a p a F o s f a t o de s o d i o - 50g Agua d e s t i l a d a - 700ml b) S e g u n d a Cloreto Agua etapa de o u r o - 2g destilada - lOOml -30 - c) T e r c e i ra e t a p a C i a n e t o de p o t á s s i o Agua d e s t i l a d a - lOOml d) Q u a r t a etapa Sulfito Agua - 2,5g de s ó d i o destilada anidro - 5g - lOOml e ) Qui n t a e t a p a Nesta etapa, obtidas nas e t a p a s e d, f e i t a a m e d i d a banhos anteriores foram do p H , p u d e r a m , as q u a t r o combinadas soluções na o r d e m a, b, em s e g u i d a , ser usadas c nos e 1e t r o l T t i c o s . , 4.4.2.2 - Solução A 2 (FREITAS) Componentes C l o r e t o de o u r o Cianeto de s ó d i o Preparo Cloreto de o u r o - 0 , 5 g Cianeto de s ó d i o - 8g Ãgua sódio foram dissolvi do s nessa gu i d a , foi medido o pH, q u e destilada - 500ml 0 c l o r e t o de o u r o e o c i a n e t o de o r d e m na ã g u a d e s t i l a d a e , e m se de 10. 4.4.2.3 - Solução A^ C o m p o n e ntes Acido cl orídri co p r o a n ã l i se Acido nítrico Ouro puro pr oa n ã li se 24K laminado -31 - Bicarbonato Cianeto Agua de s o d i o de s ó d i o destilada Preparo a) A c i d o Acido clorídrico nítrico - 10m 1 - 4ml O u r o 24 K l a m i n a d o 0 o u r o foi pre que h o u v e necessidade alguma solução, drangulares co, conforme régia. pedaços. Sem de d i s s o l v e r o ouro para obtenção de 1 m m de a reagir foi aquecida 0 processo até a c o m p l e t a sim obtido o cloreto lado, a f i m de com a ci do agua- tomando-se, para evita r d e m a s i a executado dissolução - facilitar a denominada a ebulição, fervura qua clorídrico e nítri constitui foi em pedaç os e m c a p e l a quími_ do ouro,, t e n d o - s e as de ouro. Quatro e m 500ml lâminas ate quase o c u i d a d o de n ã o h a v e r Esperou-se dissolvidas c o r t a r as a pr op o r ç ã o acima que da l i b e r a ç ã o de g ases. ca. em pe qu en os de a p r o x i m a d a m e n t e A mistura entretanto, cortado procurou-se a dissolução e colocá-lo - 0¿5g gramas de á g u a de b i c a r b o n a t o de s o d i o destilada, c i o n a d a ã de c l o r e t o de o u ro , e a solução ficando, assim, Cianeto dé s ó d i o obtida terminada foram adi a elabo^ r a ç ã o da S o l u ç ã o a. b) Agua Terminada eram combinadas, tomando-se destilada a p r e p a r a ç ã o das sempre - 15g - 50 0 m l soluções o c u i d a d o de ção b na s o l u ç ã o a, e n u n c a o c o n t r á r i o . a e b verter a solu , - - 32- 4.4.2.4- Solução A ^ Componentes Acido clorídrico proanãlise Aci do nítr i co p u r o O u r o 2 4 K e m 1 âmi na Agua destilada Bicarbonato de s ó d i o C ia n e to d e s õ d i o Preparo a) C o m b i n a r a m - s e r í d r i c o c o m 3ml de á c i d o foram adicionados do-se levemente adicionou-se nítrico, obtendo-se 0 , 2 g de o u r o , e m p e q u e n a s até a completa dissolução u ma sol u ç ã o previ á m e n t e c a r b o n a t o de s ó d i o em 60ml baixo Preparou-se, (6), então, de á c i d o cl() régia, partículas, preparada de na qual aquecen Em s e g u i d a 1 g r a m a de "a", de á gu a bi^ acima descrita, a p e s a r da a d i ç ã o do b i c a r b o n a t o de uma , de á g u a d e s t i l a d a . solução "b", b) de s ó d i o e m 40ml água do ouro . 0 pH da s o l u ç ã o permaneceu 9ml sódio. da f o r m a d e s c r i t a a s e g u i r : Dissolveram-se 0 , 5 g de c i a n e t o destilada. Em s e g u i d a , d em , a s o l u ç ã o b na s o l u ç ã o a. Obteve-se, adicionou-se, assim, n e s s a or um pH 10, a l c a lino. A formula solução, continha a seguinte descrita concentração 120ml em 1 l i t r o de s u b s t â n c i a s : de á g u a régia de -33- 2g de o u r o 10g de b i c a r b o n a t o 5g de ;\ c i a n e t o d e s ó d i o A diferença luções A^ e A^ é q u e e s t a p e r m a n e c e r no final l u ç ã o A^ foi última bicarbonato também preparada sódio e maior concentração foi de s o d i o fundamental preparada de s ó d i o entre de f o r m a livre as So^ a na s o l u ç ã o . não A so c o m m e n o r q u a n t i d a d e de c i a n e t o de de our o. 4.4.2.5 - Solução A ^ Componentes L â m i n a de o u r o 2 4 K C i a n e t o de s ó d i o Agua des ti 1 ada Preparo Cianeto Agua destilada Na s o l u ç ã o as 1 2 , 5g de c i a n e t o de s ó d i o e os p o n d e n d o a uma s o l u ç ã o a l â m i n a de o u r o , so l u ç ã o obtida era a galvanoplastia, da c o l o c a ç ã o ç õe s assim, a solução para p r e e n d i m e n t o de 0 , 0 1 0 g Depois de á g u a d e s t i l a d a , foi testes a pó s c o m Tons d a q u e l e da s o l u ç ã o . -se corres colocada pelo metal.A de sua e f i c i ê n c i a p ar a 3, 6, dias de c a d a e n s a i o , de o u r o empregando fosse sendo dissolvida progressivamente, sobre a eficacia' - 250ml de 5 0 % de c i a n e t o de s ó d i o , utilizada do ou ro. - 12,5 g preparada, 25o ml a f i m de q u e e l a cianeto, enriquece nd o, de s ó d i o 12, 22 e 30 eram feitas Verificamos anota - q ue h a v i a um d e £ da l â m i n a p a r a a s o l u ç ã o p o r dia. -34- 4.4.2.6- Solução A g C o m p o n e ntes Esta solução - - ~ r e n c i a as c i t a ç õ e s preparar soluções de M A C H U porosa, c e n t r a d a de c i a n e t o ente e WISE 31 que na qual -r- possível de o u r o , e m um ne se e n c o n t r a m uma s o l u ç ã o de p o t á s s i o ou de s ó d i o , e um a n o d o de o u r o , r e a l i z a d a e m r e f e- dizem ser e 1e t r o l í t i cas p a r a b a n h o s c i p i e n t e de a r g i l a inoxidável 13 foi separados um c á t o d o de coji aço p e l a p a r e d e do r e c i p i poroso e fazendo circular corrente elét ri ca, havendo disso l u ç ã o do o u r o da pl a c a . C i a n e t o de s ó d i o Agua des ti 1 ada Placa de a ç o Recipiente Papel inoxidãvel de pi rex filtro Col a arai di te Placa de o u r o Pre pa ro Um r e c i p i e n t e de lar, medindo utilizando-se dite". para Em s e g u i d a , e m 250ml de á g u a , cipiente. foi 1 8cm por ligada lOc m, foi t a n t o uma d i v i d i d o e m do i s folha 1 2 , 5g de c i a n e t o e a solução Num compartimento, de p a p e l de s o d i o obtida, foi "pirex", - compartimentos, f i lt ro e cola foram colocada colocada retangu "ara^ dissolvidas no i n t e r i o r do re a p l a c a de o u r o , ao a n o d o do a p a r e l h o de g a l v a n o p l a s t i a referido que em -35 - 4 .2.1. No o u t r o c o m p a r t i m e n t o , xidável que foi ligada foi colocada ao c á t o d o do a p a r e l h o . Havendo a c o n c e n t r a ç ã o de T o ns do t e m p o , necessidade alguns ensaios preliminares, a r e t i r a d a de o u r o da p l a c a , mi 1 i a m p e r a g e m de 2 0 m A e m a n t e n d o - s e a solução de 609C. antes A p l a c a de o u r o e r a la ã c o r r e n t e ça de p e s o elétrica, constatada, pesada em inter va los dividida c i d a d e de e n r i q u e c i m e n t o da s o l u ç ã o , c o n s t a t a r que, experimento ( t i p o de r e c i p i e n t e , da s o l u ç ã o ratura e m p r e g a d o s ) p o r hora. zadas Esse pelo tempo nas foi a temperatura de submetê- e a difereji fornecia de o u r o . e m q ue foi dimensões da p l a c a a vele) Foi possT^ realizado o de ouro,co_n mi 1 i a m p e r a g e m e tempe^ r e m o ç ã o de 0 , 1 8 0 g de o b t i d o pela m é di a de 40 m i n u t o s utilizando-se a uma nos em Tons condições uma os de 40 m i n u t o s de c i a n e t o de s ó d i o , conseguia-se dado conhecer durante e depois pelo tempo, vel , a s s i m , centração de se o u r o na s o l u ç ã o m e t a l i z a d o r a , e m f u n ç ã o 1 realizaram-se q u a i s se p r o m o v e u a p l a c a de a ç o i n o de 6 o p e r a ç õ e s c a d a uma e da f o r m a ouro reali descrita a seguir: Operação Pesou-se pois da o p e r a ç ã o , que p a s s a v a a f i m de determinar-se para a solução. Peso incial - 4,460g Peso - 4 ,3 4 6 g fin al a placa 0 ,1 1 4g de o u r o a n t e s a quantidade do e de^ meta l -36- Apõs realizadas outras duas de o u r o p a s s a r a m p ar a c o m agua d e s t i l a d a esta operações Esta foi, e n t ã o , uma q u a n t i d a d e 4.4.3 - operação, s e m e l h a n t e s . C e r c a de a solução. ate primeira Voltagem, foram 0,360g completada de lOOml. mi 1 i a m p e r a g e m e t e m p o do banho. A voltagem utilizada p e n d ê n c i a da r e s i s t ê n c i a tiva.a solução, os 20 tos. Verificamos com que uma da n a t u r e z a e t i p o das s o l u ç õ e s , livre, ne ce s sá ri a para d a d e da c o r r e n t e , na d e p e n d ê n c i a quantidade agitação obterem-se os e x p e r i m e n de f a t o r e s de s a is de o u r o , e temperatura 31 , nos de Au, a A con como;, quajn de b a n h o . banhos a v o l t a g e m do c á t o d o v a r i a concentração condu- o h m i c a da s o l u ç ã o . Segundo WISE nos de c i a n e t o de o u r o , na d £ ■ de v o l t a g e m na o r d e m de 2,5 resistência da s o l u ç ã o e s t a v a t i d a d e de c i a n e t o Q u a n t o ma i s se p a d r o n i z a r a m todo s variação dependendo dutibilidade da s o l u ç ã o . menor v o l t a g e m era miliamperes 1 5, 0 v o l t s , ohmica variava alcali c o m a densi_ c o n t e ú d o de c i a n e t o li^ vre e t e m p e r a t u r a . A quantidade a d u r a ç ã o do b a n h o , ram empregados tempo, sempre foram iguais 20 m i l i a m p e r e s de 10 m i n u t o s . todas para cada lavado, bem como as e x p e ri ênci as . Fo^ c o r p o de p r o v a e Deco rr ido este prazo, p r o v a era r e m o v i d o da s o l u ç ã o , os para de c o r r e n t e , por o c o r p o de examinado e catalogados resultados. 4.4.4 - Temperatura do B a n h o Quanto ã temperatura, variações introduzidas; f o r a m du a s as . a) G a l v a n o p l a s t i a , empregando-se soluções com -37- temperatura do m e i o a m b i e n t e (de 22 a 2 5 Ç>C). b) das Galvanoplastia, empregando-se soluções a 5 5 9 C c o m v a r i a ç ã o de + 59C. 4.4.5 -Agitação Os c o r p o s de p r o v a lizar, eram mantidos em mov im en t o s de vai colocados e vem a meta_ , manualmente , pe 1 o o p e r a d o r . 4.4.6 - Limpeza das p e ç a s Conforme discos de l a t ã o , obtidos por p r o c e s s o C.P. p a ra as e x p e r i ê n c i a s p oi s de l i v r e s xas ram, abrasivas ant e s consistia das e tendo s o f r i d o a c a b a m e n t o com li_ c o m B r a n c o de E s p a n h a , e 1e tro 1 í t i c o , uma limpeza mais na i m e r s ã o d e s s e s ,C.P. e m s o l u ç ã o minutos durante E s te s serviramde de um t e m p o tive - e n é r g i c a que a 5% de s o d a cãusti_ de a p r o x i m a d a m e n t e , 3 . ApÕs água de e s t a m p a g e m , os discos, 150 a 320 e p o l i d o s ca a q u e c i d a ã e b u l i ç ã o , (três) d e s c r i t o em 4.3.1, c o m banhos de o u r o . asperezas do b a n h o foi ou C.P. corrente e polidos o banho manualmente 4.4.7- eram com bicarbonato lavados em de s o d i o . Planejamento As s o l u ç õ e s rem sido pr ep a r a d a s , eram testadas locando-se dois a dourar, os C.P. corpos e 1 e trol íti cas quanto de p r o v a , ap ó s ã sua e f i c i ê n c i a , um de c a d a t<5 co v ez , p a r a c a d a condi ç ã o . A so l u ç ã o era ambiente e aquecida a quinze di as após testada ã temperatura a 5 5 9 C + 5 9 C e p e l o t e m p o de 10 m i n u t o s . D e z as s o l u ç õ e s terem sido formuladas, e r a m e xa - aq -38- minadas e novamente testadas q u a n t o ã sua e f i c i ê n c i a , r e p e t i n d o - se as c o n d i ç õ e s explicadas examinada p o r p e rí o do s , de meses ainda acima. A eficiência da s o l u ç ã o t e m p o de um m e s , três foi meses,seis e um ano. 0 exame se da s o l u ç ã o , quanto ao pH, da v e r i f i c a ç ã o de e f i c á c i a ve n e c e s s i d a d e de f i l t r a g e m , p or , das consistia observação soluções'. t a m b é m na a n a l i de p r e c i p i t a ç ã o a l é m Em c e r t a s soluções a d i ç ã o de á g u a d e s t i l a d a hoju ou c i a n u r £ to de s ód io . Foram, l u ç õ e s e l e t r o l í t i cas , na s e g u i n t e s imediatamente elaboravam-se apõs testadas seis so de t e m p o : o preparo; de z a q u i n z e d i a s a pÕ s u m mês do p r e p a r o ; apõs três meses do p r e p a r o ; apõs seis do p r e p a r o ; apõs um a n o do p r e p a r o . de p r e p a r o ; meses e ã temperatura dois soluções apõs Os ratura ambiente portanto, testes eram realizados de 55 9 + 59C. Para ã tempe cada c ondição, testada, ainda,du^ C.P. A s o l u ç ã o Ag foi ra n t e a f a se de p r e p a r o (3 o p e r a ç õ e s ) , conforme explicado em o seguinte esque 4.4.2.6. Portanto, ma f a t o rial: 6.6.2.2 =144 tem-se C.P. Considerando-se 4.4.2.6 fora m feitos ma i s q u a t r o C . P . , 4.4.8 - Avaliação temos, dos que na e x p e r i ê n c i a no t o t a l , resultados 148 C.P. -39- Em r a z ão ti cies , nos q u a i s do t i p o de n ão se e m p r e g a r a m m é t o d o s o b t e n ç ã o de d a do s numéricos ção dos r e s u l t a d o s sobre do p r e s e n t e os el a s s i f i c a ç ã o da m e t a l i z a ç ã o e dos que p e r m i t i s s e m corpos trabalho foi banhos resultados de p r o v a , feita a a avalia através químicos o_b de u t i l i z a d o s na segui nte e s c a l a : 4.4.8.1 - Qualidade da c a m a d a m e t a l i z a d a 0 lidade da c a m a d a m e t a l i z a d a Bom foi - critério d e f i n i d o e m tres graus: B Regular - R Precário - P No g r a u dos os C.P. nos q u a i s da cor do o u r o 24K, necessidade a metalização sem manchas apresentou de q u a l q u e r p o l i m e n t o q ue , tava-se desde apesar camada ou i m p e r f e i ç õ e s , to homogênea i n d e p e n d e n t e da ou l i m p e z a . No g r a u dos C.P. B foram classificados de a p r e s e n t a r e m início o aparecimento R foram clas si ficados camada homogênea de p e q u e n a s to de o u r o no alterações de cor. No g r a u dos os C.P. que se a p r e s e n t a r a m m a n c h a d o s Com metalizações e m r e l a ç ã o aos servação e filtragem, acordo com des P foram classificados e preço as p r ó p r i a s 'S i te n s . itens: to e escurecidos. respeito a classificação das preparação coji ( T a b e l a 5. 8) características foi das s o l u ç õ e s , ela f eita oferecidas _ por cada de um par -40- 4.4.8.2 - Facilidade de p r e p a r a ç ã o das s o l u ções . 4.4.8.3 - Durabilidade 4.4.8.4 - Custos das das soluções soluções C A P I T U L O 5 - R E S U L T A D O S V -42 - C A P I T U L O V 5 - R E S U L T A D O S 5.1 - S o l u ç ã o Ai - ( Fi g 5.1) A solução Ai , q u a n d o resultados e o banho r e s u l t a n t e te, c o r r e s p o n d e n d o ã c or do o u r o ram c o n s e g u i d o s metidos pitados â temperatura a banhos escurecimento. Observou-se riores, e houve n e c essid ad e resultando de f o r a m todos os b a n h o s de boa q u a l i d a d e . realizados nhos iniciais. nea, apresentando todos os p e r í o d o s e m q u e foram obtidos. tir de tris m e s e s N ã o se caracterizadas peri 5 d i c a s . T a m b é m , jã nos infe C.P. c o m s o l u ç ã o A^ observaram diferenças ambiente ou a 5 5 9 C , C.P. entre nos mostrou-se ba homogë c a r a c t e r í s ti ca do o u r o p u r o . foram feitos de i d a d e , preci 5.2) de o u r o s o b r e os No e n t a n t o formavam-se ao escuros. realizados a cor a m a r e l a fo^ q u a n d o sub^ a apresentar rendimentos ã temperatura A camada brilhan^ mostraram tendincia filtragens - (Fig. bo n s resultados Os C . P . , com o tempo, mais Os b a n h o s Os m e l h o r e s ambiente, começou depósitos 5.2 - S o l u ç ã o A 2 24K. que, apresentou de u m a m a r e l o f o r t e , de 5 5 9 C e l s i u s . na t e m p e r a t u r a a p a r t i r do p r i m e i r o m ê s , cor, era nova, os b a n h o s os b a n h o s , obtidos apresentaram b o ns resultados com s o l u ç õ e s ligeiras p o r um l e v e e s c u r e c i m e n t o que, Em a alterações no e n t a n t o pa£ de , -43- d e s a p a r e c i a , q u a n d o se fazia o p o l i m e n t o c o m b i c a r b o n a t o de so c o m a s o l u ç ã o A^ p e r m i t i u uma dio. 5.3 - Solução A 2 (Fi g . 5.3) A metalização deposição se normal da c a m a d a de o u r o s o b r e r e t i r a r e m os C.P. do b a n h o , amarela característica e A^. Notava-se descrita r e a li z a d o com b i c a r b o n a t o to se a c e n t u o u nos b a n h o s ses e os C.P. apresentaram mo após metalizados ao com idades através que s ó ' d e s a p a r e de s ó d i o . superiores do b a n h o c a m a d a de o u r o b e m m a is as s o l u ç õ e s A-j com idade precãria Este fa a três me de um ano e escurecida, mes^ o polimento. 5.4- Solução A 4 Os r a m bon s , ram aqueles poderemos e m toda s ( F i g . 5 .4 ) resultados t a n t o nos b a n h o s d e c o r r e r do t e m p o . dade para levemente escura, c ia c o m o p o l i m e n t o mais No e n t a n t o , n ã o se o b s e r v a v a ' aq u e l a col o r a ç ã o do o u r o p u r o , uma c o l o r a ç ã o o C . P. . aceitar as e t a p a s a frio como Naturalmente realizados como bons o banho a cor c a r a c t e r í s t i c a 5 . 4 - S o l u ç ã o Ag Os c o r p o s amarelo lâmina mesmo dos de forte banhos com o f_o Entretanto necessi a d q u i r i r a m após do o u r o puro. ( Fi g . 5.5) foi preparada , realizados Não houve prova fo resultados e aquecida. estabelecidas. Esta solução de u m a aquecidos, os r e s u l t a d o s e condições com esta solução q u e os m e l h o r e s com so l u ç ã o nova de f i l t r a g e m de s o l u ç ã o . parcial alcançados pela dissolução de o u r o 24 K , conforme método descrito em Conseguiram-se melhores resultados os 4.4.2.5. com -44- banhos. real i z a d o s apos na s o l u ç ã o e q u a n d o dissolução. quando jã h a v i a Os b a n h o s de p e r m a n e n c i a 12 di as de p e r m a n i n c i a - d a uma q u a n t i d a d e realizados nos em temperatu ra razoável intervalos da p l a c a de o u r o na s o l u ç ã o realizados 1 a m i n a de o u r o ambiente, de o u r o e m de 3 e 6 dias não s a t i s f a t ó r i o s e, razoável, , com a queci m e n t o . Os t e s t e s m e n t o da s o l u ç ã o les r e a l i z a d o s de s o l u ç õ e s f o r a m bons. com a solução frias, realizados e m f u n ç ã o do envelhecj_ Os m e l h o r e s aquecida. t i v e r a m qu e s o f r e r resultados Os C.P. um m a i o r b i c a r b o n a t o de s o d i o ou s u l f a t o de c á l c i o tarem o mesmo br il ho dos Este s realizados para necessidade todas as condições de f i l t r a r - s e 5.6 - S o l u ç ã o Ag - (Fig. Foi das nos li v r o s a partir polimento (gesso) com para a p r e s e n aquecida . e l i m p e z a c o m o de pra^ do p r e s e n t e t r a b a l ho J'Jáo esta solução. 5.6) preparada segundo indicações encontra de M A C H U 1 3 e W I S E 31 . Conseguiu-se, 360 m i l i g r a m a s prontos com s o l u ç ã o também t i veram que sof rer polimento xe e x e c u t á v a m o s houve C.P. foram aque de c o n c e n t r a ç ã o ção e s t a c o n s i d e r a d a após 120 m i n u t o s , de o u r o na s o l u ç ã o , p o b r e em r e l a ç ã o âs o u t r a s perto de concentra soluções - por nós p r e p a r a d a s . Os Os C.P. apresentavam-se um p o l i m e n t o ap ós resultados alcançados sempre escuros, foram deficientes. havendo necessidade de o banho. 5.7 - C l a s s i fi c a ç ã o das S o l u ç õ e s A f i m de p e r m i t i r uma a v a l i a ç ã o s i s t e m ã t i - -45- ca das s o l u ç o e s critérios ensaiadas, enumerados realizou-se sua classificaçao, pelos em 4.4.7. 5.8 - T a b e l a A tabela soluções, facilidade mesmas. conforme os 5.8 mostra critérios de p r e p a r a ç ã o das os e s c o r e s de q u a l i d a d e soluções, das atribuídos ãs metalizações , d u r a b i 1 i d a d e :e p r e ç o das -46- F i gu ra 5.2 Figura 5.4 5.5 Figura 5.5 ■njT- Figura Pá Pá Pá PQ Pá PQ Pá Pá o ^ /§ pu y §/ V H / /O/ o 7 !< O» h4 O w c T— “ í FÃCIL RÃPIDA DAS SOLUÇÕES FILTRAGENS' CONSTANTES APÕS I MÊS MUITO P R E CIPITADO E FILTRAGEM PREPARAÇÃO CONSERVAÇÃO ELEVADO PREÇO Pá PU Pá Pá PU pá PU Pá Pá Ph Pá Ph PQ PQ P-t pá PU Pá PQ PU PQ Pá PQ PQ Pá Pá Pá PQ PQ Pá PQ Pá PQ PQ Pá PQ Pá PQ PQ Pá PQ Pá PQ Pá pá PQ Pá PQ Pá pá < CM < cn < <■ < m BAIXO MÉDIO APÕS 3 ME SES MUITO PRECIPITADO PQ DIFÍCIL D EMORADA Pá APÕS 6 ME SES POUCO BAIXO PRECIPITADO PQ FÃCIL DEMORADA PQ APÕS 3 ME SES POUCO PRECIPITADO Pá R EGULAR DEMORADA PQ FILTRAGENS APÕS 3 ME MÉDIO SES POUCO PRECIPITADO Pá REGULAR D EMORADA 559C PQ FILTRAGENS APÕS 3 ME- kELEVADO SES POUCO PRECIPITADO 239C Pá FÃCIL RÃPIDA 559C 239C 559C 239C 559C PQ 239C r*— í Pá 559C CO Pá 239C 1/2 vD pá 559C 1 CM r— H Pá 239C ZERO -49- /-“ N in v£> < . o o B § X M Q W <¡ Mi k-3 pq ' W hJ 1— I lpS í¡v^-i hJ O o W Ph Pá o s PM P3 I l I pq d! tu Pá <d ► j o O M (¾ << u C A P I T U L O 6- VI D I S C U S S à O C A P I T U L O VI 6 - D I S C U S S A O A qualidade Apesar talizações que conseguidas tãlicos dos c o m as podem ser o b s e r v a d a s z er qu e t od a s das nos diversas escores apresentadas soluções da t a b e l a produziram de boa q u a l i d a d e . Em n e n h u m a das empregados, foram observadas s o b r e os c o r p o s M e s m o nos 6 a 12 m e s e s , banhos Camadas P (precario) formaram-se essas, que ra jã no m o m e n t o e m q u e pode-se e em di_ nenhum da c a m a d a de o u c o m as resultados, c o m as s o l u ç o e s camadas contínuas so. com ocor com idades de de o u r o s o b r e os C. apresentavam coloração e s c u soluções res_ ser atribuídas ao f a t o de as d ua s pobres em sais de ouro. desses problemas pectivas. E st a s Alias, deficiências talvez possam a ocorrência das o soluções. Outro foi eram removidos soluções serem relativamente 27 VERLAG da c o m o u m a das c a u s a s t e o r m e t á l i c o b a i x o nas do C.P. de o u r o o b t i d o s os p i o r e s no e n t a n t o , os e de p r o v a . A^ e A g , q u e a p r e s e n t a r a m r ê n c i a dos e s c o r e s me r e c o b r i m e n t o s me soluções falhas pelas empregadas 5.8, empregadas ro d e p o s i t a d a P. diferenças as s o l u ç õ e s tempos luções de m e t a l i z a ç a o o b t i d a . f a t o r que de p r e c i p i t a d o s pode também ter i n f lu ên ci a- l o g o aos três meses de vi_ -52- da p r i n c i p a l m e n t e na s o l u ç ã o Ag, q u e os apr es en t o u em grande qu a n t i da de . . As s o l u ç õ e s e po r i ss o m e s m o sultados, de m a i s e A^, m a i s as s o l u ç õ e s as q u e m e l h o r e s A^ e A^ resultados a s o l u ç ã o A^ a v a n t a g e m de s e r d e s t a s que apresentou menor quantidade e l e b o r a ç ã o m ai s po, difícil. - brilhantes que, mas com WISE A s o l u ç ã o Ag, bons na i d a d e resultados. pre uma mento, lâmina Esse houvesse 0 enriquecimento pela dos e s o f r e r precipitados, e a e m b o r a s e j a de de t e r - s e com tem 0 com a p r e s e n t a d o um tempo, 0 dando a t é c n i c a de m a n t e r - s e durante constante sem seu a r m a z e n a dissolução do ,ouro, todas as s o l u ç õ e s dos necessi precipita c o m p e n s a r a ãgua evaporada. carbonatos, e têm sua o c o r r ê n c i a do ar do qual - n e s s e me tal. para el im in a ç ã o que são p r o v a v e l m e n t e mento e pela e x p o s i ç ã o no para dispendiosa ainda , f o r n e c e m r e cobri men tos melhorou geral, tempo, a d i ç ã o de ã g u a uso das s o l u ç õ e s 31 da s o l u ç ã o , 0 indiscu^ . Tem apresentadas da s o l u ç ã o , De u m m o d o com re_ da s o l u ç ã o . f a t o se d e v e a s s i m que, taram ser filtradas a menos apesar inicial, de o u r o d e n t r o permitindo ouro se d e v e ã a d i ç ã o de s u l f i t o de reduzem a eficiência pouco deficiente em foram, apresentaram As d e f i c i e n c i a s de a c o r d o que de p r e c i p i t a d o s , pela s o l u ç ã o A-|, p r o v a v e l m e n t e sodio anidro, r ic a s c a r a .p r e p a r a ç ã o , a p r e s e n t a r a m b o n s principalmente tivelmente, A-j , formam-se influenciada absorve 0 com Os 0 p el o ' a q u e c i ' - d i ó x i d o de c a r b o , MACHU13 e WISE3 1 . Puderam-se FREITAS 8 e MACHU eletrodos, 13 durante t a m b é m c o n f i r m a r as a f i r m a ç õ e s — a agitaçao de q u e a metalização, dos rec ob ri men t o s , e v i t a 0 continua das a l é m de m e l h o r a r aparecimento de m a n c h a s — soluçoes de ou a qualidade escuras sobre -53- a pe ça . Conforme tange a l i m p e z a dos servou-se, VERLAG ?7 se bons zação perfeita, a perfeita e manchas esse l i m p e z a dos , impedia Após C.P., aspecto possa para das obterem - t e m que haver , so uma m e t a l i ausência o r e c o b r i m e n t o , observoueliminando o aparecimento, na s u p e r f í c i e que , PEREIRA F I L H O ^ de c o n t i n u i d a d e e c o m a escuras. 4, no r e c o b r i m en t o s ,o b do r e c o b r i m en t o , a p e ç a sem solução ou de a r e a s dos MACHU^ l i m p e z a a f i m de q ue v e s t í g i o de c i a n e t o estrias Antes no C a p í t u l o e depois ser fundamental resultados. f r e r uma p e r f e i t a se que antes c o m o a f i r m a m os a u t o r e s e outros, de m a n c h a s C . P. , ë descrito peças. todo e qu al que r co m o t e m p o , de C A P I T U L O VII 7 - C O N C L U S Õ E S -55- G A P I - J U L O VII 7 - C O N C L U S Ü E S Levando-se ti dos no p r e s e n t e trabalho, mo, a d i s c u s s ã o dos m e s m o s , que to das das, as c o n d i ç õ e s entendemos ser em c o n s i d e r a ç ã o apresentados que foi de r e a l i z a ç ã o de u s o o d o n t o l ó g i c o , lhos de d e n t í s t i c a , ser realizadas ob^ no C a p í t u l o 5, a s s i m co f e i t a no C a p í t u l o 6, e d e s d e experimentais ças m e t á l i c a s sentam dificuldades resultados aqui seguidas s e j a m manti - lícito concluir: 1 - As t é c n i c a s clínicos os sérias de b a n h o s de o u r o s o b r e p^e de t a n t a i m p o r t ã n c i a e m traba_ prótese e o d o n t o p e d i atri a , n ã o apre^ em sua e x e c u ç ã o e podem p e r f e i t a m e n t e pelo d e n t i s t a c l í n i c o ou nos laboratórios de p r ó tese. 2 - Todas as s o l u ç õ e s ro de boa q u a l i d a d e , 2.1 estudadas permiti ra m banhos de 0£ no e n t a n t o : - As s o l u ç õ e s e A^ a p r e s e n t a r a m m e l h o r e s resul ta d o s e m tod as as c o n d i ç õ e s . 2.2 - A s o l u ç ã o A^, 2.3 - As s o l u ç õ e s apresentou menor eficiência. quando aquecidas a 55 - 59 C , possi_ b i l í laram s e m p r e empregadas banhos melhores ,e nquanto que na t e m p e r a t u r a ambiente, as s o l u ç õ e s quando p r o d u z i r a m com m u i t a freqüêji preparadas a p r e s e n t a m sempre ci a v-.ban-hos c o m c o l o r a ç ã o e s c u r a . 2.4 - As s o l u ç õ e s mai o r e f i c i ê n c i a que as s o l u ç õ e s 2.5 - As s o l u ç õ e s f o r a m mais 3 bilidade recém antigas mais ricas ( c o m mais e m sais idade de o u r o ). sempre eficientes'. - As s o l u ç õ e s ao s e r e m a r m a z e n a d a s . » A ^ 5 A^, A^, apresentavam maior dura C A P Í T U L O REFERENCIAS VIII BIBLIOGRAFICAS -58- REFERÊNCIAS 01. 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