UNIVERSIDADE
FEDERAL
DEPARTAMENTO
DE
DE S A N T A C A T A R I N A
ESTOMATOLOGIA
C O N T R I B U I Ç A O AO E M P R E G O DA G A L V A N O P L A S T I A
COM OURO
EM O D O N T O L O G I A .
DISSERTAÇÃO
FEDERAL
DE M E S T R A D O S U B M E T I D A S U N I V E R S I D A D E
DE S A N T A C A T A R I N A
DE M E S T R E
PARA A OBTENÇÃO
EM C I Ê N C I A S .
DENISE MENDES
- 1980
DE F I G U E I R E D O
-
DE GRAU
-ii-
ESTA D I S S E R T A Ç Ã O
FOI J U L G A D A A D E Q U A D A
O B T E N Ç Ã O DO T Í T U L O DE
"MESTRE
PARA A
EM C I Ê N C I A S " -
E S P E C I A L I D A D E O D O N T O P ED IA T R IA E A P R O V A D A
SUA FORMA FINAL PELO PR O G R A M A
EM
DE P OS - G R A D U A
ÇftO .
P rT f ^ . A L M I R C u Ím I E I ^ ^
APRESENTADA PERANTE A BANCA
P O S T A D OS P R O F E S S O R E S :
\
EXAMINADORA COM­
-iii-
OFERECIMENTO
Este tra balho i d e d i c a d o
A meus
Pa is,
que sempre
de f o r ç a de v o n t a d e
f o r a m um e x e m p l o
e trabalho.
A meu marido e companh ei ro ,
q u e m u i t o me
i nc en ti vo u e não poup ou es forços
conquistássemos
A me u s
filhos,
Everton,
mais
p a r a que
esta etapa.
Luci an a , Li 1 i an , Al i ne
que t a m b é m e s ta
e x e m p l o de l u t a ,
tese
de f i d e l i d a d e
de c o n s t â n c i a no t r a b a l h o .
seja
e
um
a ideais e
-i V -
A G R A D E C I MËNTOS
Apresentamos
ãs p e s s o a s
mento
nossos
sinceros
agradecimentos
q ue p r e s t a r a m s u a c o l a b o r a ç ã o p a r a o m e l h o r des en v ol v i_
d es t e t r a b a l h o ,
especialmente
aquelas,
c u j a parti c i p a ç ã o foi
decisiva.
Ao P r o f e s s o r
Doutor ALMIR CLEMENTE
centivo e constante
ficéis,
trazendo,
colaboração
na q u a l i d a d e
vas e e s c l a r e c i m e n t o s
muito
ra m uma m e l h o r e l a b o r a ç ã o
mente,
nos
auxiliou
que
iji
mais
de o r i e n t a d o r ,
valiosos,
desta
pelo seu
nos m o m e n t o s
di_
direti_
proporciona
tese.
Ao P r o f e s s o r D o u t o r P A U L O A M A R A N T E
c u l d a d e de O d o n t o l o g i a
CUNHA,
DE A R A Ü J O ,
de B a u r u , q u e
da
Fa­
> d e s p r e t e n s i osa^
ampla e eficazmente
na
presente
reali z a ç ã o .
Ao P r o f e s s o r
Doutor
LAURO
do C e n t r o de C i ê n c i a s
ral
de S a n t a
dições
lho.
Catarina,
favoráveis
C A L D E I R A DE A N D R A D A ,D i r e t o r
da S a ú d e
q u e nos
para que
da U n i v e r s i d a d e
Fede
-
i n c e n t i v o u e c r i o u coii
concluíssemos
este traba
-
- V-
Âos
colegas
da d i s c i p l i n a
da U n i v e r s i d a d e
Federal
de P r ó t e s e
de S a n t a
res:
ÃLCIO MEDEIROS MENDES,
ZANI
e.MARCOS
EGON
FLACH,
ços
diários
da F a c u l d a d e ,
mos
de m a is
tempo para
Ao P r o f e s s o r
A Senhorita
ELISETE
Catarina,
Professo -
WERNER SPRINGMANN,
que
nos
DARCY
a j u d a r a m nos s e r v i ­
f a z e n d o c o m que
a elaboração
Doutor JOSE CARLOS
A Senhorita ROSÂNGELA
Fi xa e R e m o v í v e l
dispusésse^
da p r e s e n t e
OLEINISKI.
LEONOR BARBOSA
L U Z C A L D E I R A DE A N D R A D A
tese.
- vi -
In d i c e
CAPITULO
I
-
Introdução
...............................
CAPITULO
II
-
Revista
CAPÍTULO
III
-
Proposição
..................... .
CAPÍTULO
IV
-
Materiais,
Aparelhos,
Bibliográfica
e Métodos
pág.
2
. . . . . . . . . . . . . pág.
8
Dispositivos
de T r a b a l h o .................
20
pág.
22
*
CAPÍTULO
V
-
Resultados
CAPÍTULO
VI
-
Discussão
............... . ...............
pág.
51
C A P Í T U L O VII
-
Conclusões
........... ...................
pág.
55
CAPÍTULO
-
Referencias
VIII
.................... ..........
pág.
Bibliográficas
.........
pág. 42
pág. 5 8
R E S U M O
- vi i i -
R E S U M O
Depois
sobre o emprego
lização dessa
de r e a l i z a r um a m p l o
da g a l v a n o p l a s t i a
técnica
edades
de p r ó t e s e s
volveu
o presente
em ouro,
com a f i n a l i d a d e
unitárias
com ê n f a s e
na uti_
de m e l h o r a r as propri^
em Od ontologia,
t r a b a l h o na
levantamento
tentativa
o autor desen
de a p e r f e i ç o a r
-
tecnj_
cas que:
a) p e r m i t i s s e m a p r e p a r a ç ã o f á c il
das
soluções
pji
de r e c o b r i m e n t o s
pj?
ra r e c o b r i m e n t o p e l o o u r o ;
b)
lo ouro,
possibilitassem a execução
eficazes,;.; e de b o a q u a l i d a d e ;
c)
r e s u l t a s s e m na o b t e n ç ã o
grande d u r a b i 1idade
de s o l u ç õ e s
quando
armazenadas.
Dentre
as
c o n c l u s õ e s , foi
que
possível
tenham
verify
c a r - s e que:
Os b a n h o s
dificuldades
de
serias
em sua ex e c u ç ã o e p o d e m pe r f e i t a m e n t e ser u t i l i ­
zad os p e l o d e n t i s t a
c l í n i c o ou nos
Os m e l h o r e s
ram obtidos
o u r o n ão a p r e s e n t a m
com so lu çõ es
da s o l u ç ã o c o n s i d e r a d a ,
cia das s o l u ç õ e s ,
laboratórios
resultados
recém-preparadas,
ocorrendo sempre
A eficácia
na m e t a l i z a ç ã o
f£
independentemente
a perda
ã m e d i d a e m q u e se p a s s o u
de p r ó t e s e s .
de
. e fí ca
o tempo.
das s o l u ç õ e s
p e l o o u r o e s t á na d e p e n d ê n c i a da c o n c e n t r a ç ã o
para meta 1 izaç ão
de s a i s
de ouro,
-i X-
do c o r r e t o
da i d a d e
controle
do pH,
das m e s m a s ,
mentação constante
durante
a elaboração
das
da t e m p e r a t u r a e da e x i s t e n c i a
dos e l e t r o d o s
ou s o l u ç ã o
durante
soluções,
de movi
-
a utiliza_
ção.
A l i m p e z a das
cobrimento é fundamental
peças
antes
para c o n s e g u i r e m - s e
e depois
do
re_
b o n s 'r e s u l t a d o s .
S U M M A R Y
- xi -
SUMMARY
This
the g o l d p l a t i n g
proccess
achieved after a wide
to b r i n g s o m e
of u n i t a r y
search
developement
a) c o u l d
lutions
study presenting
crowns
this
a nd
improve
in D e n t i s t r y , w a s
subject,
to t e c h n i q u e s
allow easy
to
and
feels
that:
practical
preparation
of s()
for gold p l a t i n g ;
b)
execution
could
turn
possible,
e f f i c i e n t and good
quality
of gold plating;
c) w o u l d m a k e
ting s o l u t i o n s ,
possible
offers
the d e v e l o p e m e n t
of'long-las_
f o r storage..
It w a s
proccess
inside
a tr ial
no s e r i o u s
be p e r f o r m e d by the
observed
t h a t the
d i f f i c u l ti es , a nd
dentist,
itself,
The b e s t
results were
gold
plating
can
perfectly
o r by any d e n t a l
techn^
1ogi s t .
through
n umber 2 and
si o n s w e r e
tio ns
the
depends
facts
on the
correct control
tion, on
these
electrodes
number 4 solutions
of t h e
or s o l u t i o n
age,
treatment
of g o l d s a l t s ,
temperature
d u r i n g the
A l s o the
and a f t e r the
of g o l d
pH o f the s o l u t i o n s
solutions
achieved
also among
t h a t the e f f i c i e n c y
concentration
those
the
'
concl^
p l a t i n g soli[
on
the
d u r i n g its elabora^
and m o r i o n
of
the
process.
c l e a s i n g o f the
is o f e x t r e m e
crowns
importance.
before
C A P I T U L O
1 -
I
I N T R O D U Ç A O
-2-
1 - I N T R O D U Ç S O
A vasta
coroas
metálicas
pre-fabricad a s , estampadas
preocupando bastante
mais
científica,
a p l i c a ç ã o na O d o n t o p e d i a t r i a
os o d o n t ó l o g o s ,
c o n d u z e m s eu s
v a l o r i z a os p r i n c í p i o s
que,
trabalhos
da o c l u s ã o
dental
das
e m a ç o i n o x i d ã v e 1 ,v e m
seguindo
dentro
uma o r i e n t a ç ã o
de uma
linha
que
como i n d i sp ensáveis
para
a e x e c u ç ã o de u m b o m t r a b a l h o o d o n t o l ó g i c o .
GOTO
250
coroas
com idades
30
metálicas
9
et a l ,
pré-fabricadas,
que v a r i a v a m e n t r e
a 1637 dias.
avaliaram o comportamento
2 e 9 anos,
A p e s a r de t o d os
de se u t i l i z a r a m a i s
correta
cimentadas
os
durante
cuidados
técnica
na c o l o c a ç ã o
Em a p r o x i m a d a m e n t e 50 dos
houve a instalação
n h u m dos
250 c a s o s ,
dentes
de g e n g i v i t e .
roas
de aç o i n o x i d á v e l
ch as e c o r r o s ã o ,
baixo
dentes
mas
custo para
a restauração
permanentes
periodontais
coroas,
115 cja
com as c o r o a s ,
co
ser conseguida,
re lação oclusal.
observou
a
alterações
e t al
d a m a u t i l i z a ç ã o de i n c r u s t a ç õ e s
dessas
e s t u d a n d o o c o m p o r t a m e n t o de
a l é m de d i v e r s a s
3
sentido
ne^
estampadas,
CORREIA
de
em
uma s a t i s f a t ó r i a
CHELOTTl"*,
no
e m c e r c a de
restaurados
Não pôde
. p a c i e nt e s
um p e r í o d o
tomados
não h o u v e s u c e s s o q u a n t o ã a d a p t a ç ã o m a r g i n a l ,
sos.
e m 64
de
dentes
de
man^
gengivais.
, e m e s t u d o no qual
de c o r o a s
dos
ocorrência
funcfidas e m
decíduos
recomen ligas
ou m e s m o
de
dos
em crianças,
c h am a m a a t e n ç ã o para
os p r o b l e -
e os p r o b l e m a s
de o c l u s ã o p r o v o c a d o s
pelo uso em
-3O d o n t o p e d i a t r i a das
coroas
de a ç o i n o x i d á v e l
MYERS^,
anos
de id ad e ,
portadoras
estudando
observou
um g r a n d e
número
givite
associada a defeitos
das
JANSON^,
blemas
turos
ros
(mais
molares
finitiva
e m uma f a s e
pode
de d e n t e s
c o m geji
a a t e n ç ã o p a r a os pro^
os d e n t e s
de c o r o a s
Tanto a pequena
14
decíduos
como
guias
fu_
e os primei_
da o c l u s ã o de^
vem recomendando
metálicas
permanência
nobres a p r e s e n t a , e s t i m u l a m
de m e t a i s
cada
fundidas...
dos
em f u n ç ã o do e x f o l e a m e n t o , c o m o o a l t o
gas
5 0 %)
dos p a c i e n t e s .
ç ã o de i n c r u s t a ç õ e s
tais
4 e 12
p r o v o c a r na o c l u s ã o dos
importância
. Tambem MELLO
diatria.
de
vem chamando
em que
assumem a maior
entre
coroas.
que a c o l o c a ç ã o de c o r o a s
adultos,
47 c r i a n ç a s
p r é - f a b r i c a d a s e m aço i n o x i ­
de c o r o a s
dável,
pré-fabricadas.
dentes
-
em Odontope
-
decíduos
p r e ç o q ue
vez mais
a utiliza
na boca,
as ligas
de m e ­
a u t i l i z a ç ã o de
li_
n ão n o b r e s .
A resistência
sumem,
sem sombra
de d ú v i d a ,
edades
qu e d e v e m a p r e s e n t a r
ã c o r r o s ã o e ãs m a n c h a s
as­
a m a i o r i m p o r t â n c i a e n t r e as propri_
as
1 i gas m e t ã l i cas
para
uso
0-
doh to 1õgi c o .
Aproximadamente
culo,
havia
uma p r e d o m i n â n c i a
t a n t o em t r a b a l h o s
pios,
fato que d i s p e n s a v a
li g a s
(mais
do u s o das
ligas
s£
de o u r o de 22 K ,
unitários
c o m o e m p e ç a s de e l e m e n t o s
múlti/
cuidado s com r es p e i t o ã proteç ão con -
t ra a o x i d a ç ã o e a c o r r o s ã o ,
sas
a t é a d é c a d a de 40 d e s t e
em face
do a l t o c o n t e ú d o de o u r o des
de 90%).
No e n t a n t o , a
g r a d a t i v ã m e n t e ,d e m o n s t r a n d o
evolução
a necessidade
da O d o n t o l o g i a
do e m p r e g o
r e s i s t i n e i a ,a f i m de s u p o r t a r , s e m q u e
vesse
peças,os
esforços
bastante
,
de l i g a s c o m
maior dureza e maior
d e f o r m a ç ã o das
foi
grandes
ho^j
desenvoj^
vidos
cas,
durante
porém,
a mastigação.
so p o d e
bres , fa t o qu e ,
A melhoria
ser conseguida
logicamente,
das
com a adição
aumenta
~4
propriedades
mecâni­
de m e t a i s
a s us ceti bi 1 i d a d e
não n £
dess as' 1 i_
gas a o x i d a ç ã o e ã c o r r o s ã o .
A grande esc a l a d a
mercados
nacional
e internacional
na b o c a .
Esse
acabam lançando
propaganda,
ligas
pelos
de b a i x o
em g e ral
Na F a c u l d a d e
lo e m S ão P a u l o ,
usadas
dentistas
menos
s eu s
alunos
sidade
co m ligas
Federal
economicamente
tadas
pa^
lucro
recursos
da
pas^
avisados.
do a l t o c u s t o do . o u r o
atendendo
ligas
básicas,
de S a n t a
de m e t a i s
básicos
vantajosas
estão
sendo
o mesmo
de b a n h o de o u r o e m p e ças
T a m b é m na U n i v e r ­
no C u r s o de O d o n t o l o g i a ,
s ão u t i l i z a d a s ,
Em o u t r a s
n£
de São Pajj
de B a u r u ,
está em andamento.
Catarina,
prático
da U n i v e r s i d a d e
Na F a c u l d a d e de O d o n t o l o g i a
anteriormente.
pelo
dos
o treinamento
v e m o c o r r e n d o e u m e s t u d o de a p l i c a ç ã o
fundidas
pudessem
perigo
de O d o n t o l o g i a q u e ,
de O d o n t o l o g i a
diversas
na c l í n i c a .
atraídos
de uma
c o m b a i x o p o d e r a q u i s i t i v o , t ê m q ue e n c o n
t r a r uma f o r m a de d a r aos
cessãrio.
custo^que
nos
para o uso o d o n t o l ó g i c o e que
t a m b é m as F a c u l d a d e s
a pacientes
o início
utilizando-se
A pressão econômica
tem at ingido
do o u r o .
um g r a n d e
fabricantes,
no m e r c a d o ,
inadequadas
sam a ser uti li za d a s
para
fato constitui
ra .a. O d o n t o l o g i a ,. poi s., m u i t o s
fácil,
preços
contribui
v e r d a d e i r a 'corri da na b u s c a de l i g a s
ser u t i l i z a d a s
dos
pelas
Universidades,
mesmas
ligas
razões
a situação e
ci^
a
mesma.
CUNHA^
c o r r o s ã o de v á r i a s
do c o m o e l e m e n t o
ligas
em
1972,
estudou
de uso o d o n t o l ó g i c o ,
b a s e o o u ro.
Foi
verificada
c o v a ç ã o no s e n t i d o de e l i m i n a r ou d i m i n u i r
são dessas
ligas.
D e n t r e as c o n c l u s õ e s ,
o p o t e n c i a l - . de
d u as
das q u a i s
a influência
as m a n c h a s
verificou-se
tejí
da es-
e a corro­
que
a esco-
vação
tendeu
r e n t e das
cais
a melhorar o brilho especular e a refletãncia
liga s
em o b s e r v a ç ã o .
em uma r e s t a u r a ç ã o d e n t a l
que d e v e r i a m p o s s u i r
ção.
Existem,
Esses
locais
mo e m c o r o a s
VENEER,
uma
fundidas,
n ão a l c a n ç a d o s
resistência
ocorrem
no e n t a n t o ,
diversos
1£
pela e s c o v a ç ã o
e
m a i o r a c o r r o s ã o e a oxida^
tanto em i n cr us taç õe s
mais
simples
e p o de m t a m b é m o c o r r e r em coroas
c o m f a c e c o n f e c c i o n a d a e m r e s ina a c r í 1 i c a . A
ção dos f l u í d o s
bucais
ca da c o r o a p o d e
entre
provocar
apa­
c<o
do t i p o
infiltra­
a f a c e t a de r e s i n a e a l i g a metãlj_
o aparecimento
de m a n c h a s
nessa
regi
ão.
A e x p e r i e n c i a m o s t r a q u e m e s m o as p e ç a s coji
feccionadas
co m l i g a s
de o u r o q u e o b e d e c e m e m s u a c o m p o s i ç ã o
e s p e c i f i c a ç ã o n9 7 da F e d e r a ç ã o
Dentaria
frer c or ro sã o e o x i d a ç ã o em locais
que,
t a n t o na c o n s t r u ç ã o
um d e n t e d e c í d u o ,
cado
trabalho
c o m o na de uma c o r o a
evitar a ocorrência
guir maior êxito
oral,
de m a n c h a s
cipalmente,
que
consj?
odontológicos.
encontrar soluções
de e v i t a r - s e
e a realização
o aparecimeji
de um b a n h o
laboriosa,
prontas
peças
metalicas.
os b a n h o s
artificio.
de o u r o
( gal.vanopl as_
As r a z õ e s
dificuldade
de c i a n e t o
de o u ­
F I L H O 1 9 , QU E I R 0 Z 2 3 y I E I R A 28,
n ã o se p o p u l a r i z a r a m e p o u c o s
lançam mão deste
a técnica
n u m sofistj^
a fi m de se
Entretanto,
fissionais
tipo VENEER,
em
e de c o r r o s ã o ,
M O T T A 1^, ou de rodi o , P E Y T O N 2 ^*, nas
na O d o n t o l o g i a ,
incrustação metálica
de se
ro p u r o , F R E I T A S 8 , M E W L A N D S 1 8 , P E R E I R A
tia),
mostra
necessidade
c o m os t r a b a l h o s
ou de c o r r o s õ e s
acima
hã g r a n d e
Uma das m a n e i r a s
to de m a n c h a s
n ã o se da a a u t õ c l i s e .
considerações
de uma s i m p l e s
de r e a b i l i t a ç ã o
I n t e r n a c i o n a l ,p o d e m so
em que
A l e i t u r a das
ã
s ã o os p r o ­
são,
prin­
de se p r e p a r a r
ou
de o u r o , i n s t a b i 1 i d a d e
des
-6--
tas s o l u ç õ e s ,
b e m c o m o os c u i d a d o s
f a t o de s e r a s o l u ç ã o
fortemente
que d e v e m ser tomados,
pelo
venenosa.
Autores como FICHER^ e cols., P I E R S O N ^
,
OC
OO
_
SHELL
e VIEIRA
, s a o de o p i n i a o q u e a c o n s t r u ç ã o de urna c a nm
_
da m e t á l i c a s o b r e
as l i g a s
de b a i x o q u i l a t e ,
incide a m as tigaçã o parece
las m e t á l i c a s
porém,
nos
n ã o d a r res ul t a d o s , poi s tais
s o f r e m atri to, ' a b r a s ã o ,
n u i d a d e ou o a p a r e c i m e n t o
locais
de á r e a s
nos
de p r o t e g e r a p e ç a
lo c ai s q ue
pelTc^j
f o r m a n d o s o l u ç ã o de contj^
anõdicas.
0 m es mo não o c or r e
de d i f T c i 1 h i g i e n i z a ç ã o .
0 propósito
os m e i o s
e m lo c a i s nos q u a i s
protética
ficam a salvo
tarem acesso difícil
da p r e s e n t e
pesquisa é estudar
com banhos
de o u r o 2 4 K
do a t r i t o e da a b r a s ã o p o r apreseji
ou e s t a r e m
recobertos
de re
por. uma c a m a d a
s i n a a c r í l i c a e q u e c o n s t i t u e m a p a r t e e s t é t i c a de t r a b a l h o s
prótese.
0 deposito metálico,
tamente
resistente ã corrosão,
á r e a e a f a c e t a de a l t e r a ç õ e s
por
trabalho,
Prótese e Odontopediatria,
de ligas
metálicas
qu e
de c o r p e l a
s e r ã o de a p l i c a ç ã o
protegeria
aquela
c o r r o s ã o do m e t a l .
que se v e n h a a o b t e r . n o
nos
t r a b a 1 hos
s e m p r e q u e se
n ão á u r e a s
de
c on s ti tui r-se de o u r o p u r o aj^
supõe-se
Os r e s u l t a d o s
sente
,
ou de b a i x o
faça
pre­
de D e n t í s t i c a ,
necessário o
c o n t e ú d o de ouro.
uso
C A P Í T U L O
2 -
II
REVISTA BIBLIOGRAFICA
-8-
C A P I T U L O
II
2 - REVISTA BIBLIOGRAFICA
QUEIROZ^
ti a p e l o o u r o ,
r e l a t a que para
hã n e c e s s i d a d e
de a g i t a ç ã o
se.
Em s o l u ç õ e s
as p a r t e s
cuba.
mais
Diz,
concentradas
qu e
havendo
durante
desigualdade
sito
resultante
seja
las
mantida
para do u r a ç ã o
da c o r final
dos
VENEER
dourados
de o u r o
quando aplicados
desejada,
mesmo
rica
2
( 1951
aplicados
sobre
de s a i s
,
da
m e tá l i
c o m que o d e p õ
portanto,
a temperatura
de^
embora existam fórmu­
d i z e n d o qu e
o
realce
f e i t o ã m ã o e com
de s õ d i o e a g u a q u e n t e .
), e m v a r i a s
sob
is t o é
no f u n d o
0 banho,
Também
as
materiais
n ã o se v e r i f i c a
o ouro platin ad o.
experiencias
facetas
para ev i t a r a d e s c o l o r a ç ã o
24K,
faz
e geralmente
com b i c a r b o n a t o
de e l e t r o l i -
a p a r t e da s o l u ç ã o que
menos
o autor
r e s u l ta d os ,
pesados,
depositam-se
o processo,
Termina
da , c o n s t a t o u q u e q u a n d o e s t e s
superfície
mais
p o r v o l t a de 7 5 9 C ,
objetos
o u so de o p a c i f i c a d o r e s
tipo
os e x t r a t o s
continuamente.
COHN
coroas
processos
de c o n c e n t r a ç ã o q u e
a frio.
a u x í l i o de p o l i m e n t o
nos
torna-se
a galvanopla^
de m e l h o r e s
também falho e desigual.
deverá ser ag i t a d o quase
ve s e r r e g u l a r ,
a obtenção
do b a n h o ,
fica entre o ánodo e o cátodo
cos,
), e s t u d a n d o
da s o l u ç ã o
sem agitação,
ainda,
( 1945
plásticas
com
de
da r e s i n a e m p r e g a ­
são aplicados
a mesma
sobre
t r a n s p a r ê n c i a q ue
Este últ im o a l t e r a a
c o m o e m p r e g o de o p a c i f i c a d o r e s .
uma
cor
-9WILDE
sas
soluções
preparadas
, ( 1 95 2
), a f i r m a e x i s t i r e m n u m e r o
para a g a l v a n o p l a s t i a
q ue é d i f í c i l
encontrar-se
q ue c o m u m e n t e
se d e s e j a .
deposito espesso
on
uma s o l u ç ã o
As m e l h o r e s
o u r o e p o t á s s i o em e s t a d o de p u r e z a .
e um ass un to m u i to
c om que t r o p e ç a
apropriada
soluções
e r e g u l a r s ã o as q ue
c om o s e n d o o p r o c e s s o
um c o r p o ,
corpo.
fins
p a r a se o b t e r
um
e a grande
dificuldade
deste metal,
q ue
se
t en u e.
■MEWLANDs"*®,. ( 1 9 5 8
tia
os
c i a n e t o d u p l o de
)
A g a l v a n o p l a s t i a do
ouro
o o p e r a d o r é q ue a p e l í c u l a
e muito
para
mas
contem
discutido atualmente,
o b t é m pela e l e t r õ l i s e ,
c om o o u r o ,
de c r i a ç ã o
), d e f i n e
a g al v a n o p l a s ^
de uma c a p a m e t á l i c a
sobre
t r a t a m e n t o e s s e q u e f i c a p e r m a n e n t e m e n t e .aderi do
ao
Gal v a n o s tegi a e o p r o c e s s o de c r i a ç ã o de uma c a m a d a metã^
l i ca s o b r e a s u p e r f í c i e
constituindo
uma
de um c o r p o ,
do qual
reprodução invertida
daquela
depois
e retirada,
superf ície em
me
ta 1 .
ROGERS
t é c n i c a de c o n f e c ç ã o
um c a s q u e t e
& A R M S T R O N G 25 , ( 1961
de c o r o a s
de o u r o ,
de o u r o p e l a e l e t r õ l i s e .
uma m o l d a g e m i n d i v i d u a l
de um d e n t e
troquei
esse
de g e s s o .
de p r a t a c o l o i d a l
Sobre
e leva-se
u ma s o l u ç ã o de s a i s
de o u r o s o b r e
de ou ro.
o troquel,
cuba e l e v a d o ã b o c a p a r a
mento e acerto.
desse
obtendo-se
uma
inicialmente
Primeiramente,
realiza-se
preparado e co n f e c c i ona-se o
gesso aplica-se
o troquei
uma
c a m a d a de
põ
a um b a n h o e 1e t r o l í t i c o de
A p Õ s , obtida
o casquete
),.citam
uma c a m a d a
razoável
assim obtido e retirado
um a j u s t e ,
que é em verda de
A c er op l a s t i a e f u nd i ç ã o são feitas
da
um b r u n i -
a
partir
casquete.
P E R E I R A F I L H O 1 9 , ( 1963
p l a s t i a é a o p e r a ç ã o p o r m e i o da qual
), d iz que
galvano
se faz d e p o s i t a r ,
sobre
-10o ú.;.|eto q u e s e r v e de m o l d e ,
s o ¿ . i d a nura l í q u i d o ,
corrente elétrica.
uma
camada
submetendo-se
Diz que,
s e r f e it a d i s s o l v e n d o - s e
de meta l
essa
solução metálica
para banhos
de o ur o ,
4 g de o u r o 2 4 K e m 55ml
a q u e c i d a até ^ d i s s o l u ç ã o
completa
do ouro .
ma rr om e deverá ser col ocada em lugar onde
e s ua t r a n s f o r m a ç ã o e m f l u i d o
viscoso.
até
de o u r o
então,
. Deve-se,
filtrar
Está p ro nt a
limpo,
2dm
2
do c á t o d o .
dadosamente.
ser expelida.
para ser usada.
lo o u r o s o b r e
No a n o d o ,
de c o r r e n t e
No r e s u l t a d o é dis^
Em s e g u i d a ,
dizendo
troquéis
de q u a l q u e r g o r d u r a .
obtendo-se
e com menos
pre b a n h o s
t er
mais
porosidade.
recentemente
13
, ( 1964
de
ouro
s e r de 15 m i l a m p e r e s
por
expessos,
Salienta
com ánodos
insolúveis,
uma nova.
Somente
ornamental
do r e c o b r i m e n t o ,
r e c o b r i m e n t o mais
protetor
usarem-se
diz que o r e c o b r i m e n t o
velha
com pe qu en as
substituindo
fins
o r e n d i m e n t o do banho,
ser conveniente
preparados;
trabalhar-se
para
pe
), a f i r m a que uma m a i o r q u a n
melhora
o u r o é tão m a is e s c u r o q u a n t o m a i s
e aconselhável
uma p l a c a
submetido
também testado a metalização
de o u r o na s o l u ç ã o ,
depósitos
após,
E ss e
de g e s s o .
MACHU
t i d a d e de i on s
filtrã-
0 objeto a ser m e t a l i ­
colocaremos
deverá
Aquecer
'
~
a m e t a l i z a ç a o , a p e ç a d e v e r a s e r l a v a d a cuj
Apos
Conclui
cloreto
de a g u a d e s t i l a d a e h i ­
a solução.
polido e livre
ao b a n h o e l e t r o l í t i c o .
A quantidade
regia
se e v i t e a e v a p o r a ç ã o
o b j e t o d e v e r á s e r p r e s o c o m um f i o ao c á t o d o , e,
24K.
deve
torna-se
de p o t á s s i o ou c i a n e t o de s ó d i o .
a s o l u ç ã o até p a r t e da a m õ n i a
z a d o deve e s t a r
urna
t o d o o o u r o se p r e c i p i t a r c o m o h i d r ó x i d o
s o l v i d o 1 3 g de c i a n e t o
la n o v a m e n t e .
de a g u a
A solução
dis_
a
a solução
Esta solução é o
de o u r o, q u e d e v e r á s e r d i l u i d o e m 5 0 0 m l
d r ó x i d o de a m o n i o ,
previamente
f or a s o l u ç ã o .
concentrações
frequentemente
t é c ni co!s ,o n d e
empregam-se
ánodos
de
P o r isso.
de o u r o e
a solução
não e n t r e o
sem
p or
aspecto
de o u r o 24K.
0 ba
-11-
n h o se e n r i q u e c e
constantemente
d e c o m p o s i ç ã o do c i a n e t o
de
c a r b o n o do ar,
Os b a n h o s
dos
nas
trações
o que é c o n v e n i e n t e
p a r a m a n t e r o pH constante.
temperaturas
empregam-se
dão
pode-se
tivas
durante
cipientes
fação.
baixa
se
mais
p r o c e s s o três
rão
tratadas
p io ,
basta
mantêm-se
s ã o os
forte,
as
colocam-se
e pó t á r t a r o
até que
Uma v ez
com escovas
peças
de a r a m e
Os
de f l a n e l a
no b a n h o
c o r m a te .
adqui r a m brilho,
de
o brilho
as p e ça s
adquiram.a
terminada
aumento
em movimento.
se
da p e ç a m e t á l i c a
t e n h a uma boa a d e r ê n c i a
uniformidade
a l i m p e z a das
a douração,
latão,
água,
ou s e d a
antes
do m e t a l
de c e r t o s
-
natural.
com
Lavam-
repetindo
as p e ç a s
Co m o p r i n c í
-
a u m e n t o da densida^
da m e t a l i z a ç ã o ,
a ser depositado,
metais,
.
utilizani
tornam maior o conteúdo
e ausência
o
se­
pano e sabão
c o m ó x i d o de f e r r o ,
de t e m p a r a t u r a ,
de m e t a l i z a ç ã o
peças
,
re­
de ojj
r e c o br i m e n t o s . S a l i e n t a m q u e é n e c e s s á r i o que se f a ç a
tratamento
ção,
caso
de f e r r o e s m a l t a d o e c o m c a l e -
de de c o r r e n t e e a g i t a ç ã o c o n t í n u a
ro dos
e, n e s t e
um t r a t a m e n t o de uns p o u c o s
at é q u e
diz o a u t o r que:
precários,
.. t e m p e r a t u r a s
decora
de c o r r e n t e
flexíveis
Em
de
Para dour a çõ es
Faz-se a secagem e abre-se
do-se discos
elétricas
-
um b o m r e n d i m e n t o .
os q u a i s
v ez e s .
correntes
com c o n c e n
peças
Para uma d o u r a ç ã o
com e scovas
os b a n h o s
opera^
A a g i t a ç ã o das
apropriados
densidade
muito
quando
de c o r r e n t e .
de p o u c a e s p e s s u r a ,
gundos,
Para
t e m p o de e x p o s i ç ã o .
baixas
para
satisfatórios
empregar
resultados
densidades
é muito importante
mais
de 4 5 9 C a 7 0 9C.
de o u r o ,
os b a n h o s
a
e p e l a a b s o r ç ã o de d i ó x i d o
de o u r o d ã o r e s u l t a d o s
altas
devido
nos e l e t r o d o s
mai.or mi 1 l a m p e r a g e m e m e n o r
baixas
com carbonato alcalino,
um
p a r a que se oj)
grande dura
-
de m a n c h a s .R e c o m e n d a
como o alumínio,
com
soda
c á u s t i c a a 5%.
WISE
mais
tem e s t u d a d o
magnífico
livro
31
,( 1 9 6 4
o ouro,suas
"Gold Rec onery
), u m dos
propriedades
Properties
investigadores
e aplicações,
que
em
seu
and A p p l i c a t i o n s "
no
-12capítulo sobre
e 1e t r o d e p o s i ç ã o
de o u r o ,
o b j e t i v o de e x a m e ,
que se r e a l i z a
consiste num ex am e
físico,
c has,
coberturas
evidências
de s u p e r f í c i e s
ou g r a n d e s
A f i r m a q u e,
coberturas
mai s bri 1 h a n t e s
função similar,
com coberturas
duzir a efi cácia
mais
Geralmente
permitem densidades
altos
de c o r r e n t e
duzirem coberturas
mais
pregados em banhos
eletrolíticos
porque
áreas
rachaduras
finos;
altas
Relata
outras
carbonatos
oferecem
fosfatos
executam
aparentam
em quantidades
de o u r o
t a m b é m que os
alcalino
re^
supe^
nas s o l u ç õ e s
e são usados
de c i a n e t o
para pro
ánodos
em
sã o n o r m a 1 -
Entretanto,
os á n o d o s de o u r o s e r i a m d £
o
s e m p r e se r e n o v a n d o . Os
ánodos
a solução estaria
de a ç o i n o x i d á v e l
conteúdos
ou
internas.
g r o s s a s ;. a m b o s
m ai s
pesadas.
de a ç o i n o x i d á v e l .
sejados
irregulares.e
do b a n h o q u a n d o p r e s e n t e s
r i o r e s a 15 g/L.
mente
man­
regra,
e depósitos
a deposição,
ou
tensões
como
a pó s
descolorações
de b r i l h o e a p a r ê n c i a ,
de f r a g i l i d a d e
q u e r o m é t o d o m ai s
i medi atamen.te
observando-se
incompletas
desiguais em termos
relata
evitariam
problemas
de d i s s o l u ç ã o
do o u r o quaji
do a c o r r e n t e e s t i v e s s e
desligada e evitariam
r o u b o ou p e r d a
ouro .
Entretanto,
ánodos
r e g u l a r de o u r o
concentrado
na s o l u ç ã o p a r a m a n t e r
querem adição
d o m e ta l
o b a n h o em n í v e i s
encontrar
dados
nho de c i a n e t o
possível
insolúveis
re­
ideais.
0
cil
tambem o
a u t o r s a l i e n t a qu e :
confiáveis,
alcalino,
para
nos q u a i s
basear
uma a p l i c a ç ã o
particular.
ria dos a u t o r e s
apresentam:
da ou d e p ó s i t o s
não porosos,
da,
resistência
a corrosã o melhor ad a e outras
cos
dados
quantitativos
dureza
a escolha
aumentada,
porosidade
do ba_
A maio diminu_í
f o r ç a de a r r e m e s s o de í o n s m e l h o r a ­
disponíveis;
n ho e o u t r o d e v e
ser feita depois
an ta t a m b é m q u e ,
ap ó s
os b a n h o s
logo,
mais,
a escolha entre
de e x p e r i m e n t o
de c i a n e t o
p o r é m há pojj
um ba
i n d i v i dual ". Adi
alcalino,
as p e ç a s
de^
"E e x t r e m a
-13verão sofr er uma rigorosa
todos
ça,
os v e s t í g i o s
lavação,
de c i a n e t o ,
i rã o p r o d u z i r m a n c h a s
os q u a i s ,
na c o b e r t u r a
V I E I R A 28
ouro têm s id o e m p r e g a d o s
c o b r i r uma p r ó t e s e
n ã - l a mais
a f i m de q ue s e j a m r e m o v i d o s
( 1 9 67
resistente ã corrosão,
pela
), s a l i e n t a
que ban ho s
com a finalidade
de o u r o p a r a ,
aumentando
S H E L L 2 ^ ( 1976
uma d e n t a d u r a
de o u r o .
em O d o n t o l o g i a ,
c om uma c a m a d a
se p e r m a n e c e r e m na p e ­
por e x e m p l o , t o ^
a construção
q u a n d o se e x i g e
L U S S E Y 12 ( 1971
os b a n h o s
mais
rápidos
a) c o m p o s i ç ã o
b)
é dúctil
resistência
.
e
ao d e s g a s t e .
), e m s e u a r t i g o ,
são i n f l u e n c i a d o s
de
o m o d e l o de g e s s o
Verificou que o ouro depos it ad o e l e t r o l i ticamente
que se u uso é l i m i t a d o
de r £
a sua duração.
), r e l a t a
deposição metá lica sobre
de
diz
que
pela:
do b a n h o
temperatura
c) d e n s i d a d e
de
corrente
d) d i s t a n c i a e n t r e e l e t r o d o s
e)
agitação,preconizando
u ma a g i t a ç ã o e l e ­
tromagnética
F R E I T A S 8 ( 1973
lhos de p r ó t e s e ,
mo b a s e s
ção,
como pontes
de p i v o t s ,
principalmente
devem sofrer,
na f a c e
que
ção é o c a s i o n a d a
por reações
pela i nfiltração
da s a l i v a
acrílico
da f a c e ,
se i n i c i a no c o l o
lico,
fechando
fixas,
), d i z q u e
coroas
"todos
veneer,
os trabjí
coroas
e mes^
como norma s i s t e m á t i c a , d o u r a -
le v a
o acrílico;
dos á c i d o s
bucais,
que
a
altera_
principalmente,
no m i c r o - e s p a ç o e n t r e
o ouro e
o que provoca
um f r i s o e s c u r o e s v e r d e a d o ,
ou nas
periféricas
para
partes
o centro,
e, c o m i s t o ,
o
que
d a j u n ç ã o ouro-acrí^
altera
completamente
a c o r do a c r í l i c o u s a d o .
Diz q u e
c r i a r uma p e l í c u l a de o u r o
li c o ,
em t r a b a l h o s
acrílico
cil
a d a p t a ç ã o ao me i o .
pessura,
pouca
fina,
fixas".
vai
sofrerá
ouro platinado sem douração
pode
qu e
priedades
sio,
físicas
e químicas,
e, por i s so ,
e técnicas
damentos
econômico.
"Praktisch
nossos
( 19 73
1 e 2 , e x p l i c a q ue a d e p o s i ç ã o
til,
fosca e mole,
aplicação
industrial.
e n t r a em d e t a l h e s
des
servindo
das c a m a d a s
técnicos.
Diz,
r e f o r ç o de c e r t a s
propriedades
á no d os
de o u r o ,
m a - s e uma c a m a d a
superfície
do a n o d o ,
v e l,
s er ia m mais
r i f i c o u que
faz-se
cujos
de c i a n e t o
para
do o u r o
fuji
original
da r e v i s t a
Galvanotécnica
uma c am ad a
formulas,
du£
pouca
mas
não
a a d i ç ã o de c e r t o s c o m
de q u i l a t e m e n o r ,
como dureza,
de m e t a i s
indicados
sódio
q u e p a r a m e l h o r a r as proprieda_
depósitos
prejudicando
Anodos
a dureza
24K. f o r m a
a diversas
b r i l h o e cor.
mas
com
Quanto
de s o d i o , f o r ­
de s ó d i o e o u r o s o b r e
o r e n d i m e n t o do b a n h o .
m e n d a o u so do c i a n e t o de p o t á s s i o ,
resultados.
livros,
informa que quando em presença
protetora
pro­
também aparelhos
p o r uma e q u i p e
e m d oi s
de o u r o ,
obtendo-se
res
c i a n e t o de
p a r a f i ns e s p e c í f i c o s , t e n d o
postos metálicos,
aos
pelo
), e m t r a b a l h o
de o u r o
Faz a l u s ã o
galvánicas
q ue
experimentos.
G a l v a n o t e c h n i k ", o r g a n i z a d o
Gaivanotechnik , apresentado
ao
às do c i a n e t o de potãs^
0 autor descreve
para
es_
quanto
apresenta
de t r a b a l h o e b a n h o de o u r o em O d o n t o l o g i a ,
s e r v i r a m de b a s e
de
Diz,, a i n d a ,
metalizadas
semelhantes
VERLAG^
alemã
cor a m a r e l a d a ;
estã sendo s u b s t i t u í d o
p o r s e r de u so m ai s
um m i l í m e t r o
in f 1ue n c i a r .
0 c i a n e t o de s ó d i o u s a d o nas s o l u ç õ e s
nos casos' de
um f u n d o a m a r e l o de fã
tenha
desta
de
q u e f i c a sob o a c r í
A douração,
provocar
0 acrílico
influencia
te m a f i n a l i d a d e
2 4 K na s u p e r f í c i e
de p r ó t e s e s
de e s p e s s u r a
a douração
que,
s e g u n d o ele,
insolúveis,
trabalhos
depositado
dá
a
Reco­
melho­
como o aço i n o x i d ã
de c i a n e t o de sódio.Ve^
e e m t o r n o de 7 0 K g f / m m
2
,
-15as c a m a d a s
300Kgf/mm
obtidas
2
seguintes
.
compostos
temperatura
m u i t o alt a .
do p o d e m s e r p r o v o c a d a s
te c a s o ,
p o d e m ir
a té
do b a n h o e p r e j u d i c a d o
pelos
t e o r b a i x o de sal
de c i a n e t o ;
corrente
endurecedores,
qu e o r e n d i m e n t o
fatores:
quantidade
de de
Di z
com
As
de o u r o
na s o l u ç ã o
do b a n h o m u i t o
camadas
p or p r e s e n ç a
escuras
de c o b r e
;
alta;
baixa
densida­
de o u r o
deposit^
na s o l u ç ã o e, n e s ­
esta devera ser renovada.
PEYTON & CRAIG
u t i l i z a d o em O d o n t o l o g i a ,
?0
ainda que
dio e 1etrodepos itado sobre
( 1974
), d i z e m que se t e m
de u m a f o r m a
fundições
o rá­
limitada,
de o u r o de bai xo. qui 1 áte ,pa_
ra e v i t a r d e s c o l o r a ç ã o e m a n c h a s .
MYERS^
47 c r i a n ç a s
em idades
( 1 97 5
de 4 a 12 a n o s ,
l o c a ç ã o de c o r o a p r é - f a b r i c a d a
r a m os p r o b l e m a s
encontrados,
de i n t e r f e r ê n c i a
na o c l u s ã o ,
mais
inadequados.
tes
com gen gi vi t e ,
), r e a l i z o u
Observou
observando
de á c i d o
t ai s
em f u n ç ã o
que s e m p r e
foi
defeitos
da a l t u r a ,
número
associada
com
a resposta
inoxidável.
como,
um g r a n d e
um e s t u d o
(ma is
ã c£
Diversos
fo^
de c o n t o r n o s
contatos
de 50%)
a defeitos
,
proxi_
de deji
das
co­
roas .
MOTTA^
tãrios,
d i z qu e a p r i n c i p a l
( 1 975
in d i c a ç ã o para
ro e m O d o n t o l o g i a é o r e c o b r i m e n t o
madoras
de c o r o a s
), e m s e u
l i v r o M a t e r i a i s Den,
a metalização
de s u p e r f í c i e s
( 19 7 6
em coroas
m e t a l o p l á s ti c a s , f i z e r a m s e u s e s t u d o s
de r e t e n ç ã o
for­
), p e s q u i z a n d o
de c o r a n t e s
lução salina
na i n t e r f a c e
?4
filtração
de
metálicas
VENEERS.
RIBEIRO & VIEIRA
portamento
p e l o ou
180 c o r o a s
de v i o l e t a
r e s i n a a c r í 1 i ç a - 1 iga de o u r o ,
submetidas
de g e n c i a n a
para a caixa met ãlica
ir^
a um b a n h o
a 0,025%.
observando
com
de i m e r s ã o em s o ­
Usaram-se
ves ti bui a r que
3 formas
aloja a faceta
-16-
a c r í l i c a ; .t e m p e r a t u r a
t u r a do b a n h o
constante
de i m e r s ã o
o armazenamento
das
e variação
da solução' c o r a n t e ;
coroas
nos
banhos
na i n t e r f a c e
uma c o n s t a n t e ,
igualmente
para
incisai
casos
muita
infiltração
de n e n h u m a
s ã o os m a i s
ç ão da c a i x a m e t á l i c a
da i n f i l t r a ç ã o .
freu v a r i a ç õ e s
parece
o b a n h o de
cíclicas
cimento consecutivo,
frequentes.
Os
para
resultados
a c r í 1ica-ouro
é
proximal
s ã o r a r o s e os
As
formas
incluir
de
de
reten
corante
por r e s f r i a m e n t o
houve maior freqüência
e
na i n t e n s i d a d e
i m e r s ã o da s o l u ç ã o
de t e m p e r a t u r a ,
tempera
idades
gengiva!,
infiltração
vestibular
Quando
resina
as r e g i õ e s
de
e t re s
de i m e r s ã o .
i n d i ca m que a i n f i l t r a ç ã o
, onde
cíclica
de i n t e n s a
so
e aqu£
infiltra
ção.
VENTURINE
e l e t r o l í t i cas
devem ser gu ardadas
e v i t a r a sua e v a p o r a ç ã o ,
de gases.
iniciais
( 1977
Deve-se
dos
água
destilada
sejam mantidos.
ra m a n t e r a t r a n s p a r ê n c i a
r ec e a d i f u s ã o
em f r a s c o s
r e a ç ã o do o x i g ê n i o
acrescentar
das s o l u ç õ e s
nobre,
de s er u s a d o
d e v e ser m e n o s
revestimento
p a r a qu e os n í v e i s
a filtragem
do
), d i z q u e
a corrosão.
de o u r o ou p r a t a
tal
pode s e r e m p r e g a d o d e s d e
tal
que vai
nobre,
cátodo
um r e v e s ti meii
de um s e g u n d o m e t a l , p o
0 material
a t i v o do q u e o m e t a l - b a s e ,
proteger.
pa
da d e p o s i ç ã o .
de r e v e s t i m e n t o
i s t o é,
o material
d e v e s e r c a t ó d i c o e m r e l a ç ã o ao m e t a l - b a s e .
revestimentos
se por m e t a l
libertação
sobre a superfície
aplicado ã superfície
para evitar
do ar e
pa r a
A a g i t a ç ã o do b a n h o f a v o ­
PHILLIPS2 1 ( 1 9 7 8
to de m e t a l
soluçoes
bem fechados,
Recomenda
da s o l u ç ã o .
íons m e t á l i c o s
e melhora a uniformidade
), diz que as
tenham sido usados,
que s e j a m e n o s
Se u m m e t a l - b a s e
e for ar r an ha do
ativo
for cobert o
ou m a r c a d o
de
Embora
qualquer m e ­
do que o
me
por e l e t r õ l i
em tal
profundi-
-17d a d e q ue o m et a l
base s e j a e x p o s t o ao a m b i e n t e ,
rá c o r r o í d o c o m r á p i d a
e m v i r t u d e da p i l h a
entre
v e l o c i d a d e . E v i d e n t e m e n t e , isso
de e l e t r Ó d i o s
tipos
de r e v e s t i m e n t o s
port am- se como revestimentos
cos e o u t r o s
dentárias
revestimentos
de p o u c o s
pelos
líquidos
Esses
De m o d o
de o u r o
mo m e i o de l i g a ç ã o da c e r â m i c a
dos Ó x i d o s
mo c a u s a p r i n c i p a l
Óxidos
sobre
localizados
tos
instáveis
de o u r o 24K.
positada,
de,
Os
se r e a l i z a
d i z e m que:
aproximadamente,
dão d e p ó s i t o s
ou atacados
de,
com ligas
ceramica-meta1
permite
co
co
substituir
estáveis.
de
de o b t e n ç ã o
Quanto
de d e p ó s i ­
são e x ­
ã camada metálica
dão um
- 25m/A durante
Es^
ouro
recomendados
15 m i n u t o s
d£
depósito
30 m i n u t o s
10 m i c r õ m e t r o s .
( 1 980
), r e n o m a d o e s p e c i a l i s t a e m
disciplina
de B a u r u da U n i v e r s i d a d e . d e
trabalhos
cromo
C i t a m a insta^
interdifusão
por eles
10 m i c r õ m e t r o s .
aproximadamente,
de n í qu e l
perfeitamente
pela
-50m/A durante
Prótese e Pro fessor Ti tu lar dessa
t a n t o nos
,
), a d v o g a m a t é c ­
ligas.
propõem,
pesquisa.
JANSON^
dontologia
ouro
da p o r c e l a n a .
uma t é c n i c a
procedimentos
na p r e s e n t e
(1979
na i n t e r f a c e
por e u t é t i c o s
D e s c r e v e m com d et a l h e s ,
perimentados
de
não a d e r i a m ao m e ­
arranhados
essas
na f a l t a de c o e s ã o
ta c o m p o s i ç ã o e u t ê t i c a
24K.
metãlj_
foram ineficazes
24K em ligas
A t é c n i c a que
estes
com -
orais.
de e l e t r o d e p o s i ç ã o
bilidade
e m ligas
incompletos,
L A N D E Z & F R E T T O 11
nica
As tintas,
revestimentos
geral
ou f o r a m f a c i l m e n t e
ocorre
ou o r g á n i c o s ,
t e m si.do t e s t a d o s
quilates.
ou liga a d j a c e n t e
inorgânicos
s£
q ue e f o r m a d a
do r e v e s t i m e n t o .
nobres.
porque eram demas ia do delgados,
tal
dessemelhantes,
o m e t a l - b a s e e x p o s to e.o . m e t a l
e outros
o metal-base
São
na F a c u l d a d e
Paulo,
afirma
de o u r o c o m o n a q u e l e s
com
de 0que
ligas
-18-
de m e t a i s
básicos
cas d e s s e s
polidas,
g e m das
trabalhos
não
em m e t a l o c e r ã m i c a , as
recobertas
regiões
elas
escuras
aparentam
desagradável.
t a m b é m se o b s e r v a
Nas
e sombreadas
sendo
muito
da b o c a
po i s
regiões
dos a n é i s
uma s o m b r a e s c u r a ,
do p a c i e n t e .
cervicais
pela m e sm a
partes,
a c o r do o u r o c o m b i n a - s e
o c o r r e m no i n t e r i o r
a ima
da c a v i d a d e
oral.
melhora
melhor
das
,
exposta
substancialmente
c o m as
-
coroas
dos d e n t e s
razão
-
Por es
p o s s u i r uma c o r e s c u r a q u e é e s t e t i c a
0 b a n h o de o u r o n e s s a s
estética
metál^
pela p o r c e l a n a ,
m e t a T o c e r â m i cas q u e p e n e t r a m s o b a m a r g e m g e n g i v a l
acima.
partes
f u n c i o n a m c o m o v e r d a d e i ros e s p e l h o s , r e f l e t i n d o
ta ra z ã o ,
mente
utilizadas
cores
a
que
C A P Í T U L O
3 - P R OP
III
O S I Ç"A O
-20-
C A P T T U L O
III
3 ' PROPOSIÇÃO
A pó s
f a c e da d i v e r s i d a d e
ouro,
ções
o exame
constatada
é p r o p o s t o no p r e s e n t e
para a g a l v a n o p l a s t i a
com ouro,
para
pelo
solu^
a f i m de p o s s i b i l i t a r
ao
fá cil
recobri mentos
- possibilitem
de m e t a l i z a ç ã o
em
algumas
a utilização
- permitam a preparação
ções
3.2.
de t é c n i c a s
trabalho estudarem-se
o d o n t ó l o g o --. : e ao p r o t e s i s t a
3.1.
da l i t e r a t u r a e n c o n t r a d a , e
a execução
de t é c n i c a s
e p r á t i c a das
que:
solj¿
pelo ouro;
de r e c o b r i m e n t o s
p e l o ojj
ro, e f i c a z e s ; ; e de b oa q u a l i d a d e ;
3.3.
- r e s u l t e m na o b t e n ç ã o
de d u r a b i l i d a d e
de s o l u ç õ e s
qu e t e n h a m graji
ao s e r e m a r m a z e n a d a s .
C A P I T U L O
4 - MATERIAS,
APARELHOS,
IV
DISPOSITIVOS
DE T R A B A L H O
E METODOS
-22-
C A P Í T U L O
IV
4 - M A T E R I A I S , A P A R E L H O S , DISPOSITIVOS
E MËTODOS
DE T R A B A L H O
Neste
lhos,
dispositivos
capítulo
e métodos
de
se j u l g o u n e c e s s á r i o ,
para
c r i ç ã o ou c o m e n t á r i o s
a respeito
informações
tulos
dos
resultados
5 e 6 - RESULTADOS
4.1.
por f o r n e c e d o r Gato
utilizados,
uma m e l h o r c o m p r e e n s ã o ,
do a s s u n t o .
alcançados
sem pr e que
fez-se
Todavia,
des­
todas
são ap re s e n t a d os
nos
as
cap_í
E DISCUSSÃO.
do e m 5g, a d q u i r i d o
na
4.1.3.
Unidos
pesando
10g,
tendo
- S ã o P a u l o t S.P.
- C l o r e t o de o u r o ,
Drogaria
em forma
de pÕ, embal_a
V e a d o de O u r o - S ã o P a u l o -
- C i a n e t o de s õ d i o p r o a n ã l i s e ,
S . P..
procedente
da A m e r i c a .
4.1.4.
fabricado pela
- P l a c a de o u r o 2 4 K,
Preto
4.1.2.
Estados
trabalho
os a p a r e ­
- MATERIAIS
4.1.1.
dos
ao d e s c r e v e r e m - s e
- Fosfato
de s õ d i o
REAGEN - Quimibras
tribásico
Ind.Químicas
Ltda
proanãlise
- RJ.
,
-23-
4.1.5.
ECIBRA,
lote
- Sulfito
de s o d a a n i d r o
- fabricado
2236.
4.1.6
- Agua
destilada.
4 . 1 . 7 - Papel
i n d i c a d o r do pH
1-10 ,
fabricado
pe^
la M E R C K .
4.1.8 - Soda cáustica
4.1.9
cedente
G rant.
- Gesso comum a granel,
marca Albion,
pro"-
do E s t a d o do C e a r á .
4 . 1 . 10- -Br a nc o de
Quimidrol
L t d a .C o m é r c i o
C a t a r i n e n s e S.A.
Industria
- Joinville
4.1.11-
Acido
Espanha
K-Dent,
e Importação,
f a b r i c a d o pela
p or L a b o r a t o r i o
- SC
clorídico,
engarrafado
p o r B.H e r z o g
C o m e r c i o e I n d ú s t r i a S . A.
4.1.12tíficos
do B r a s i l ,
S . A.
4.1.13nhos
Acido nítrico,
foram utiliza dos
4.1.14-
- CuritibaBalões
Ecibra,
Cieji
PR.
e copos
no p r e p a r o das
Equipamentos
da B o ê m i a ,
em vários
tama,
soluções.
B i c o de b u n s e n ,
utilizado
para
aquecimeji
to das s o l u ç õ e s .
4.1.15-
Conta-gotas.
4.1.16-
Termômetro
de m e r c ú r i o ,
com
capacidade
1 5 Q 9 C , m a rca N I C K E Y .
4 . 1 . 17- Pi n ç a s .
1 8 c m p o r lQ-cm.
4.1.18-
Tesoura
curva
4.1.19-
Recipiente
p a r a ouro.
de p i r e x
retangular
medindo
- 24-
4.2 - A P A R E L H O S
4 .2.1
ta c i r c u i t o
razoável
- A p a r e l h o m e t a l i z a d o r '( Fi g . 4.1
t r a n s i s t o r i zado , tendo c o n d iç õ e s
precisão,
a corrente elétrica
p r o c e s s o de m e t a l i z a ç ã o .
Apresenta
da c o r r e n t e e m u m d e t e r m i n a d o
correntes
de
de i n t e n s i d a d e
fornecidas
de 0 a 100 m i l i a m p e r e s ,
de 0 a 10 00 mi 1 i a m p e res
l e i t u r a de 1,5 m i l i a m p e r e s ;
tes
de 0 a 10 a m p e r e s ,
tou
ser utilizada
1i amperímetros
des
nada
para-contínua
da c o r r e n t e
é bastante
), de o n d a
po r d i s p o s i t i v o
precisão
correji
precisão
de
i n d i c a n d o correjn
e não n e c e s s i
-
c o m p õ e m os mi_
Outras
parti cu 1 ari da_
retificador
completa;
indica
escalas
respectivos.
circuito
de l a s
indica
precisa
Essas
ao
indicação
com
e permite
menos
no c a s o p r e s e n t e .
são:
escala
a terceira escala,
e amperímetros
do a p a r e l h o ,
para
a primeira
a segunda
com
necessária
escalas
instante:
l e i t u r a de 2,5 m i l i a m p e r e s ;
tes
de f o r n e c e r ,
contínua
t r ês
).Apreseji
( de c o r r e n t e
controle
transistorizado;
alter­
de i n t e n s i d a d e
interruptor;
lâmpa.
dapiloto;etc...
4.2.2 - Balança,
0 ,0001 g, u t i 1 i z a d a
marca
0WA LABOR,
p a r a p e s a r as s u b s t â n c i a s
com
empregadas
precisão
na p e s ­
quisa.
4.2.3 - Motor parà
polimento,
marca
NEV0NI,
In -
dus tri a B ras i 1e i r a .
4.2.4 - Capela
cias
f o r a m e x e c u t a d a s . ( Fig.
Química,
4.2
onde
todas
as e x p e r i ê n
-
).
4.3 - D I S P O S I T I V O S
4 .3 . 1
discos
de l a t a o ,
- Foram obtidos
por processo
tendo por area 6 , 1 6 c m
2
. Estes
de e s t a m p a g e m ,
discos,
q ue
de-
-25-
Fig u ra
Aparelho
4.1
m e ta 1 i z a d o r
utilizado
galvanoplastia
na
- 26 -
Fi g u ra
Capela
química
as r e a ç õ e s
banhos
4.2
on d e
químicas
foram realizadas
como
e l e t r o l í t i cos .
também
os
-27 -
nominamos
cos
corpos
de p r o v a
de c a r b o r u n d u m e lixa s
gosidades,
as p e ç a s
s e n d o u s ad o n e s t a
da de feltr o.
nas
ou C . P . , s o f re r a m um a c a b a m e n t o
lis e,
operação
discos
motor
recobertos
conforme métodos
Nevoni
por
neste
t o das
as
rjj
c o m B r a n c o de E s p a n h a ,
em maior veloci da de e
como corpos
uma p e l í c u l a
d i s cuti dos
de
ro^
prova
de o u r o p e l a e l e t r õ
capítulo.
e rodas
de
feltro,
q ue f o r a m us a -
e pedras
de
carborundum.
no p o l i m e n t o dos C.P.
4.3.3 - Discos
4 . 3 . 4 - Li xas
4 . 3 . 5 - Fi o s
f io s
removidas
foram utilizados
4.3.2 - Escovas
das
ApÕs
r e c e b e r a m um p o l i m e n t o
Es tes
experiências,
abrasivas.
c o m dis_
abrasivas
de c o b r e ,
n 9 150 e 320.
utilizados
para p r e n d e r
os
de o ur o no c á t o d o .
4.3.6
- Fi os
de a ç o i n o x i d á v e l ,
usados
para
pren
-
d e r a p l a c a de o u r o ao a n o d o .
4 . 3 . 7 - Pap el
filtro,
u t i l i z a d o na f i l t r a g e m
das
soluções.
4 .3 . 8 - Col a a r a i d i t e .
4 . 3 . 9 - P l a c a de a ç o i n o x i d á v e l .
4.4-
METODOS
4.4 .1
DE T R A B A L H O
- Considerações
Ligando-se
sobre
a galvanoplastia.
ao p ó l o n e g a t i v o
(cátodo),
fonte contínu a, .u m objeto m e t á l i c o
e ao p ó l o p o s i t i v o
p l a c a de o u r o 2 4 K e m e r g u l h a n d o - s e
as d u a s e x t r e m i d a d e s
lução eletrolítica
contendo,
a l é m de s a i s
de o u r o ,
de uma
(anodo)
u ma
e m uma sc)
outros
sais,co^
-28 -
mo c i a n e t o ,
que
f a v o r e ç a m a p a s s a g e m da c o r r e n t e
s e - á no p ó l o n e g a t i v o
c o nt é m o metal
a deposição
de o u r o m e t á l i c o .
uma s o l u ç ã o a l c a l i n a
segundo MACHU
xiste
A
da r -
solução
a d e p o s i t a r em f o r m a de í on s .
Dissolveu-se
pois
elétrica,
13
de c i a n e t o .
e FREITAS
vantagem especial
8
o cloreto
Foi
de o u r o
( AuClg
usado o ci aneto
de s o d i o
'
—
, na c o m p o s i ç ã o do b a n h o ,
em usar-se
o c i a n e t o de
) era
,
n ao e-
potássio que
é
de e l e v a d o p r e ç o .
Ao se d i s s o l v e r
de s ó d i o ,
forma-se
imediatamente
vel, que,
com e x c e s s o
cloreto
cianeto
de o u r o
de c i a n e t o a l c a l i n o ,
do um a u r o c i a n e t o c o m p l e x o ,
no qual
de o u r o e m c i a n e t o
(AuCN)
insolú-
se d i s s o l v e ,
forman­
o o u r o se e n c o n t r a
como
Tons m o n o v a l e n t e s .
A u C l 3 + 3NaCN
- A u C N + ( C N ) 2 + 3 N aC l
AuCN
- NaAu
+ NaCN
Os
aumentar a solubilidade
(CN)2
cianetos
da
livres
na s o l u ç ã o
l a m i n a de o u r o q u e
servem
se e n c o n t r a
p a ra
no
a_
nodo.
Na p r e s e n t e
c o n s t i t u í d o p o r uma p l a c a
do de um m e t a l
ou
pois
p el a
adição contínua
níveis
com este
ideais
do p r ó p r i o
liga m e t á l i c a
vel,
último
pesquisa
u t i 1izou-se
ouro m e t á l i c o
quimicamente
a solução
teria
de o u r o c o n c e n t r a d o ,
um
anodo
e não
um a n o
inerte
que
ser
ou i n s o l ú equilibrada
a f i m de m a n t ê - l a
em
(WISE^).
0 u s o do a n o d o de o u r o p e r m i t e ,
se u t i l i z e m s o l u ç õ e s
tidades mínimas
mais
econômicas,
de c o m p o s t o s
nas
quais
ainda,
q ue
se e m p r e g a m quaji
de ouro.
A a d i ç ã o de c a r b o n a t o s
p r o p o r c i o n a m banhos
brilhantes,
tes
o mesmo
permitem,
ainda,
acontecendo
c o m os
fosfatos,
a o b t e n ç ã o de c o b e r t u r a s
S E 3 1 ).
se ndo que
m a is
espessas
m u l a ç ã o de c a r b o n a t o s .
q u a l i d a d e do b a n h o .
Quando pr esentes
4 . 4 .2 - S o l u ç õ e s
a vida
útil
denominadas
c o m o papel
fórmulas
seis
referido
4.4.2.1
diminuem
a
quan­
!
testadas.
soluções
alcalinasde
A^ A^ A^ Ag.
no í t e m
0
pH
4.1.7.
s ã o d e s c r i tas e s s a s
e técnicas
dâ a c u ­
realizada,
da m e s m a .
de s o l u ç õ e s -'A-j
A seguir,
respectivas
foi
e l e t r o l T t i cas
Foram preparadas
era s e m p r e m e d i d o
em excesso,
A f i l t r a g e m da s o l u ç ã o
do n e c e s s á r i a , p r o l o n g a n d o - s e
as
(W_I
■'
0 t e m p o de v i d a da s o l u ç ã o d e p e n d e
aurocianetos
es­
soluções,com
de p r e p a r o .
- S o l u ç ã o A -, ( L A N D E Z & P R E T T O
) 11
C o m p o n e n tes
F o s f a t o de s õ d i o '
Cloreto
de o u r o
Cianeto
de s õ d i o
Sulfito
de s õ d i o
anidro
A g u a des ti 1 a d a
Preparo
- A solução
foi
p r e p a r a d a em
cinco e t a p a s .
a) Pri mei ra e t a p a
F o s f a t o de s o d i o - 50g
Agua
d e s t i l a d a - 700ml
b) S e g u n d a
Cloreto
Agua
etapa
de o u r o - 2g
destilada
- lOOml
-30 -
c)
T e r c e i ra e t a p a
C i a n e t o de p o t á s s i o
Agua
d e s t i l a d a - lOOml
d) Q u a r t a
etapa
Sulfito
Agua
- 2,5g
de s ó d i o
destilada
anidro
- 5g
- lOOml
e ) Qui n t a e t a p a
Nesta etapa,
obtidas
nas e t a p a s
e d, f e i t a a m e d i d a
banhos
anteriores
foram
do p H , p u d e r a m ,
as q u a t r o
combinadas
soluções
na o r d e m a, b,
em s e g u i d a ,
ser usadas
c
nos
e 1e t r o l T t i c o s . ,
4.4.2.2
- Solução A 2
(FREITAS)
Componentes
C l o r e t o de o u r o
Cianeto
de s ó d i o
Preparo
Cloreto
de o u r o - 0 , 5 g
Cianeto
de s ó d i o - 8g
Ãgua
sódio foram dissolvi do s
nessa
gu i d a ,
foi
medido
o pH, q u e
destilada
- 500ml
0 c l o r e t o de o u r o e o c i a n e t o
de
o r d e m na ã g u a d e s t i l a d a e , e m
se
de 10.
4.4.2.3 - Solução
A^
C o m p o n e ntes
Acido
cl orídri co p r o a n ã l i se
Acido
nítrico
Ouro
puro pr oa n ã li se
24K laminado
-31 -
Bicarbonato
Cianeto
Agua
de s o d i o
de s ó d i o
destilada
Preparo
a) A c i d o
Acido
clorídrico
nítrico
- 10m 1
- 4ml
O u r o 24 K l a m i n a d o
0 o u r o foi
pre que h o u v e
necessidade
alguma solução,
drangulares
co,
conforme
régia.
pedaços.
Sem
de d i s s o l v e r
o ouro para
obtenção
de
1 m m de
a reagir
foi
aquecida
0 processo
até a c o m p l e t a
sim obtido o cloreto
lado,
a f i m de
com a ci do
agua-
tomando-se,
para evita r d e m a s i a ­
executado
dissolução
-
facilitar
a denominada
a ebulição,
fervura
qua
clorídrico e nítri­
constitui
foi
em pedaç os
e m c a p e l a quími_
do ouro,, t e n d o - s e
as­
de ouro.
Quatro
e m 500ml
lâminas
ate quase
o c u i d a d o de n ã o h a v e r
Esperou-se
dissolvidas
c o r t a r as
a pr op o r ç ã o acima que
da l i b e r a ç ã o de g ases.
ca.
em pe qu en os
de a p r o x i m a d a m e n t e
A mistura
entretanto,
cortado
procurou-se
a dissolução e colocá-lo
- 0¿5g
gramas
de á g u a
de b i c a r b o n a t o de s o d i o
destilada,
c i o n a d a ã de c l o r e t o de o u ro ,
e a solução
ficando,
assim,
Cianeto
dé s ó d i o
obtida
terminada
foram
adi­
a elabo^
r a ç ã o da S o l u ç ã o a.
b)
Agua
Terminada
eram combinadas,
tomando-se
destilada
a p r e p a r a ç ã o das
sempre
- 15g
- 50 0 m l
soluções
o c u i d a d o de
ção b na s o l u ç ã o a, e n u n c a o c o n t r á r i o
.
a e b
verter a solu
,
-
- 32-
4.4.2.4-
Solução A ^
Componentes
Acido clorídrico
proanãlise
Aci do nítr i co p u r o
O u r o 2 4 K e m 1 âmi na
Agua
destilada
Bicarbonato
de s ó d i o
C ia n e to d e s õ d i o
Preparo
a) C o m b i n a r a m - s e
r í d r i c o c o m 3ml
de á c i d o
foram adicionados
do-se
levemente
adicionou-se
nítrico,
obtendo-se
0 , 2 g de o u r o , e m p e q u e n a s
até a completa
dissolução
u ma sol u ç ã o previ á m e n t e
c a r b o n a t o de s ó d i o em 60ml
baixo
Preparou-se,
(6),
então,
de á c i d o cl()
régia,
partículas,
preparada
de
na qual
aquecen­
Em s e g u i d a
1 g r a m a de
"a",
de á gu a
bi^
acima descrita,
a p e s a r da a d i ç ã o do b i c a r b o n a t o de
uma
,
de á g u a d e s t i l a d a .
solução
"b",
b)
de s ó d i o e m 40ml
água
do ouro .
0 pH da s o l u ç ã o
permaneceu
9ml
sódio.
da f o r m a d e s c r i t a a s e g u i r :
Dissolveram-se
0 , 5 g de c i a n e t o
destilada.
Em s e g u i d a ,
d em , a s o l u ç ã o b na s o l u ç ã o a.
Obteve-se,
adicionou-se,
assim,
n e s s a or
um pH 10, a l c a ­
lino.
A formula
solução,
continha
a seguinte
descrita
concentração
120ml
em 1 l i t r o
de s u b s t â n c i a s :
de á g u a
régia
de
-33-
2g de o u r o
10g de b i c a r b o n a t o
5g de
;\ c i a n e t o d e s ó d i o
A diferença
luções
A^ e A^ é q u e e s t a
p e r m a n e c e r no final
l u ç ã o A^ foi
última
bicarbonato
também preparada
sódio e maior concentração
foi
de s o d i o
fundamental
preparada
de s ó d i o
entre
de f o r m a
livre
as So^
a
na s o l u ç ã o .
não
A so
c o m m e n o r q u a n t i d a d e de c i a n e t o de
de our o.
4.4.2.5
- Solução A ^
Componentes
L â m i n a de o u r o 2 4 K
C i a n e t o de s ó d i o
Agua
des ti 1 ada
Preparo
Cianeto
Agua
destilada
Na s o l u ç ã o
as
1 2 , 5g de c i a n e t o de s ó d i o e os
p o n d e n d o a uma s o l u ç ã o
a l â m i n a de o u r o ,
so l u ç ã o obtida era
a galvanoplastia,
da c o l o c a ç ã o
ç õe s
assim,
a solução
para
p r e e n d i m e n t o de 0 , 0 1 0 g
Depois
de á g u a d e s t i l a d a ,
foi
testes
a pó s
c o m Tons d a q u e l e
da s o l u ç ã o .
-se
corres
colocada
pelo
metal.A
de sua e f i c i ê n c i a
p ar a
3, 6,
dias
de c a d a e n s a i o ,
de o u r o
empregando
fosse sendo dissolvida
progressivamente,
sobre a eficacia'
- 250ml
de 5 0 % de c i a n e t o de s ó d i o ,
utilizada
do ou ro.
- 12,5 g
preparada,
25o ml
a f i m de q u e e l a
cianeto, enriquece nd o,
de s ó d i o
12, 22 e 30
eram feitas
Verificamos
anota
-
q ue h a v i a um d e £
da l â m i n a p a r a a s o l u ç ã o p o r dia.
-34-
4.4.2.6-
Solução A g
C o m p o n e ntes
Esta solução
-
-
~
r e n c i a as c i t a ç õ e s
preparar soluções
de M A C H U
porosa,
c e n t r a d a de c i a n e t o
ente
e WISE
31
que
na qual
-r-
possível
de o u r o ,
e m um
ne
se e n c o n t r a m uma s o l u ç ã o
de p o t á s s i o ou de s ó d i o ,
e um a n o d o de o u r o ,
r e a l i z a d a e m r e f e-
dizem ser
e 1e t r o l í t i cas p a r a b a n h o s
c i p i e n t e de a r g i l a
inoxidável
13
foi
separados
um c á t o d o de
coji
aço
p e l a p a r e d e do r e c i p i ­
poroso e fazendo circular corrente elét ri ca,
havendo disso
l u ç ã o do o u r o da pl a c a .
C i a n e t o de s ó d i o
Agua
des ti 1 ada
Placa
de a ç o
Recipiente
Papel
inoxidãvel
de pi rex
filtro
Col a arai di te
Placa
de o u r o
Pre pa ro
Um r e c i p i e n t e de
lar,
medindo
utilizando-se
dite".
para
Em s e g u i d a ,
e m 250ml
de á g u a ,
cipiente.
foi
1 8cm por
ligada
lOc m,
foi
t a n t o uma
d i v i d i d o e m do i s
folha
1 2 , 5g de c i a n e t o
e a solução
Num compartimento,
de p a p e l
de s o d i o
obtida,
foi
"pirex",
-
compartimentos,
f i lt ro e cola
foram
colocada
colocada
retangu
"ara^
dissolvidas
no i n t e r i o r do re
a p l a c a de o u r o ,
ao a n o d o do a p a r e l h o de g a l v a n o p l a s t i a
referido
que
em
-35 -
4 .2.1.
No o u t r o c o m p a r t i m e n t o ,
xidável
que
foi
ligada
foi
colocada
ao c á t o d o do a p a r e l h o .
Havendo
a c o n c e n t r a ç ã o de T o ns
do t e m p o ,
necessidade
alguns
ensaios
preliminares,
a r e t i r a d a de o u r o da p l a c a ,
mi 1 i a m p e r a g e m de 2 0 m A e m a n t e n d o - s e
a solução
de 609C.
antes
A p l a c a de o u r o e r a
la ã c o r r e n t e
ça de p e s o
elétrica,
constatada,
pesada
em inter va los
dividida
c i d a d e de e n r i q u e c i m e n t o
da s o l u ç ã o ,
c o n s t a t a r que,
experimento
( t i p o de r e c i p i e n t e ,
da s o l u ç ã o
ratura e m p r e g a d o s )
p o r hora.
zadas
Esse
pelo
tempo
nas
foi
a
temperatura
de
submetê-
e a difereji
fornecia
de o u r o .
e m q ue foi
dimensões
da p l a c a
a vele)
Foi
possT^
realizado
o
de ouro,co_n
mi 1 i a m p e r a g e m e tempe^
r e m o ç ã o de 0 , 1 8 0 g de
o b t i d o pela m é di a
de 40 m i n u t o s
utilizando-se
a uma
nos
em Tons
condições
uma
os
de 40 m i n u t o s
de c i a n e t o de s ó d i o ,
conseguia-se
dado
conhecer
durante
e depois
pelo tempo,
vel , a s s i m ,
centração
de se
o u r o na s o l u ç ã o m e t a l i z a d o r a , e m f u n ç ã o 1
realizaram-se
q u a i s se p r o m o v e u
a p l a c a de a ç o i n o ­
de 6 o p e r a ç õ e s
c a d a uma e da f o r m a
ouro
reali­
descrita
a
seguir:
Operação
Pesou-se
pois da o p e r a ç ã o ,
que p a s s a v a
a f i m de
determinar-se
para a solução.
Peso incial
- 4,460g
Peso
- 4 ,3 4 6 g
fin al
a placa
0 ,1 1 4g
de o u r o a n t e s
a quantidade
do
e de^
meta l
-36-
Apõs
realizadas
outras duas
de o u r o p a s s a r a m p ar a
c o m agua d e s t i l a d a
esta
operações
Esta
foi, e n t ã o ,
uma q u a n t i d a d e
4.4.3 -
operação,
s e m e l h a n t e s . C e r c a de
a solução.
ate
primeira
Voltagem,
foram
0,360g
completada
de lOOml.
mi 1 i a m p e r a g e m e t e m p o
do
banho.
A voltagem utilizada
p e n d ê n c i a da r e s i s t ê n c i a
tiva.a solução,
os
20
tos.
Verificamos
com que
uma
da
n a t u r e z a e t i p o das s o l u ç õ e s ,
livre,
ne ce s sá ri a para
d a d e da c o r r e n t e ,
na d e p e n d ê n c i a
quantidade
agitação
obterem-se
os e x p e r i m e n ­
de f a t o r e s
de s a is de o u r o ,
e temperatura
31
, nos
de Au,
a
A con
como;,
quajn
de b a n h o .
banhos
a v o l t a g e m do c á t o d o v a r i a
concentração
condu-
o h m i c a da s o l u ç ã o .
Segundo WISE
nos de c i a n e t o de o u r o ,
na d £ ■
de v o l t a g e m na o r d e m de 2,5
resistência
da s o l u ç ã o e s t a v a
t i d a d e de c i a n e t o
Q u a n t o ma i s
se p a d r o n i z a r a m todo s
variação
dependendo
dutibilidade
da s o l u ç ã o .
menor v o l t a g e m era
miliamperes
1 5, 0 v o l t s ,
ohmica
variava
alcali­
c o m a densi_
c o n t e ú d o de c i a n e t o
li^
vre e t e m p e r a t u r a .
A quantidade
a d u r a ç ã o do b a n h o ,
ram empregados
tempo,
sempre
foram iguais
20 m i l i a m p e r e s
de 10 m i n u t o s .
todas
para cada
lavado,
bem como
as e x p e ri ênci as . Fo^
c o r p o de p r o v a e
Deco rr ido este prazo,
p r o v a era r e m o v i d o da s o l u ç ã o ,
os
para
de c o r r e n t e ,
por
o c o r p o de
examinado e catalogados
resultados.
4.4.4 - Temperatura
do B a n h o
Quanto ã temperatura,
variações
introduzidas;
f o r a m du a s as
.
a) G a l v a n o p l a s t i a ,
empregando-se
soluções
com
-37-
temperatura
do m e i o a m b i e n t e
(de 22 a 2 5 Ç>C).
b)
das
Galvanoplastia,
empregando-se
soluções
a 5 5 9 C c o m v a r i a ç ã o de + 59C.
4.4.5
-Agitação
Os c o r p o s de p r o v a
lizar,
eram mantidos
em mov im en t o s
de vai
colocados
e vem
a meta_
, manualmente
,
pe 1 o o p e r a d o r .
4.4.6
- Limpeza
das p e ç a s
Conforme
discos
de l a t ã o ,
obtidos
por p r o c e s s o
C.P.
p a ra as e x p e r i ê n c i a s
p oi s
de l i v r e s
xas
ram,
abrasivas
ant e s
consistia
das
e tendo s o f r i d o a c a b a m e n t o com
li_
c o m B r a n c o de E s p a n h a ,
e 1e tro 1 í t i c o , uma
limpeza mais
na i m e r s ã o d e s s e s ,C.P. e m s o l u ç ã o
minutos
durante
E s te s
serviramde
de­
um t e m p o
tive
-
e n é r g i c a que
a 5% de s o d a
cãusti_
de a p r o x i m a d a m e n t e ,
3
.
ApÕs
água
de e s t a m p a g e m ,
os
discos,
150 a 320 e p o l i d o s
ca a q u e c i d a ã e b u l i ç ã o ,
(três)
d e s c r i t o em 4.3.1,
c o m banhos de o u r o .
asperezas
do b a n h o
foi
ou C.P.
corrente e polidos
o banho
manualmente
4.4.7-
eram
com bicarbonato
lavados em
de s o d i o .
Planejamento
As s o l u ç õ e s
rem sido pr ep a r a d a s ,
eram testadas
locando-se
dois
a dourar,
os C.P.
corpos
e 1 e trol íti cas
quanto
de p r o v a ,
ap ó s
ã sua e f i c i ê n c i a ,
um de c a d a
t<5
co­
v ez , p a r a
c a d a condi ç ã o .
A so l u ç ã o era
ambiente e aquecida
a quinze
di as
após
testada
ã temperatura
a 5 5 9 C + 5 9 C e p e l o t e m p o de 10 m i n u t o s . D e z
as s o l u ç õ e s
terem sido
formuladas,
e r a m e xa -
aq
-38-
minadas e novamente
testadas
q u a n t o ã sua e f i c i ê n c i a , r e p e t i n d o -
se as c o n d i ç õ e s
explicadas
examinada
p o r p e rí o do s , de
meses
ainda
acima.
A eficiência
da s o l u ç ã o
t e m p o de um m e s ,
três
foi
meses,seis
e um ano.
0 exame
se da s o l u ç ã o ,
quanto
ao pH,
da v e r i f i c a ç ã o
de e f i c á c i a
ve n e c e s s i d a d e
de f i l t r a g e m ,
p or ,
das
consistia
observação
soluções'.
t a m b é m na a n a l i ­
de p r e c i p i t a ç ã o a l é m
Em c e r t a s
soluções
a d i ç ã o de á g u a d e s t i l a d a
hoju
ou c i a n u r £
to de s ód io .
Foram,
l u ç õ e s e l e t r o l í t i cas , na s e g u i n t e s
imediatamente
elaboravam-se
apõs
testadas
seis
so
de t e m p o :
o preparo;
de z a q u i n z e d i a s
a pÕ s
u m mês
do p r e p a r o ;
apõs
três meses
do p r e p a r o ;
apõs
seis
do p r e p a r o ;
apõs
um a n o do p r e p a r o .
de p r e p a r o ;
meses
e ã temperatura
dois
soluções
apõs
Os
ratura ambiente
portanto,
testes
eram realizados
de 55 9 + 59C.
Para
ã tempe­
cada
c ondição,
testada,
ainda,du^
C.P.
A s o l u ç ã o Ag foi
ra n t e a f a se de p r e p a r o
(3 o p e r a ç õ e s ) ,
conforme
explicado
em
o seguinte
esque­
4.4.2.6.
Portanto,
ma f a t o rial:
6.6.2.2
=144
tem-se
C.P.
Considerando-se
4.4.2.6 fora m feitos
ma i s q u a t r o C . P . ,
4.4.8 - Avaliação
temos,
dos
que
na e x p e r i ê n c i a
no t o t a l ,
resultados
148 C.P.
-39-
Em r a z ão
ti
cies
, nos q u a i s
do t i p o de
n ão se e m p r e g a r a m m é t o d o s
o b t e n ç ã o de d a do s
numéricos
ção dos r e s u l t a d o s
sobre
do p r e s e n t e
os
el a s s i f i c a ç ã o da m e t a l i z a ç ã o e dos
que p e r m i t i s s e m
corpos
trabalho
foi
banhos
resultados
de p r o v a ,
feita
a
a avalia­
através
químicos
o_b
de
u t i l i z a d o s na
segui nte e s c a l a :
4.4.8.1
- Qualidade
da c a m a d a m e t a l i z a d a
0
lidade
da c a m a d a m e t a l i z a d a
Bom
foi
-
critério
d e f i n i d o e m tres
graus:
B
Regular - R
Precário
- P
No g r a u
dos
os C.P.
nos q u a i s
da cor do o u r o 24K,
necessidade
a metalização
sem manchas
apresentou
de q u a l q u e r p o l i m e n t o
q ue ,
tava-se desde
apesar
camada
ou i m p e r f e i ç õ e s ,
to­
homogênea
i n d e p e n d e n t e da
ou l i m p e z a .
No g r a u
dos C.P.
B foram classificados
de a p r e s e n t a r e m
início o aparecimento
R foram clas si ficados
camada
homogênea
de p e q u e n a s
to­
de o u r o no
alterações
de
cor.
No g r a u
dos os C.P.
que se a p r e s e n t a r a m m a n c h a d o s
Com
metalizações
e m r e l a ç ã o aos
servação e filtragem,
acordo com
des
P foram classificados
e preço
as p r ó p r i a s
'S i te n s .
itens:
to
e escurecidos.
respeito a classificação
das
preparação
coji
( T a b e l a 5. 8)
características
foi
das s o l u ç õ e s ,
ela f eita
oferecidas
_
por cada
de
um
par
-40-
4.4.8.2
- Facilidade
de p r e p a r a ç ã o das s o l u ­
ções .
4.4.8.3 - Durabilidade
4.4.8.4 - Custos
das
das
soluções
soluções
C A P I T U L O
5 - R E S U L T A D O S
V
-42 -
C A P I T U L O
V
5 - R E S U L T A D O S
5.1
- S o l u ç ã o Ai
- ( Fi g 5.1)
A solução
Ai , q u a n d o
resultados e o banho r e s u l t a n t e
te,
c o r r e s p o n d e n d o ã c or do o u r o
ram c o n s e g u i d o s
metidos
pitados
â temperatura
a banhos
escurecimento.
Observou-se
riores,
e houve n e c essid ad e
resultando
de
f o r a m todos
os b a n h o s
de boa q u a l i d a d e .
realizados
nhos
iniciais.
nea,
apresentando
todos
os p e r í o d o s e m q u e
foram obtidos.
tir de tris m e s e s
N ã o se
caracterizadas
peri 5 d i c a s . T a m b é m , jã
nos
infe­
C.P.
c o m s o l u ç ã o A^
observaram diferenças
ambiente
ou a 5 5 9 C ,
C.P.
entre
nos
mostrou-se
ba­
homogë
c a r a c t e r í s ti ca do o u r o p u r o .
foram feitos
de i d a d e ,
preci­
5.2)
de o u r o s o b r e os
No e n t a n t o
formavam-se
ao
escuros.
realizados
a cor a m a r e l a
fo^
q u a n d o sub^
a apresentar rendimentos
ã temperatura
A camada
brilhan^
mostraram tendincia
filtragens
- (Fig.
bo n s
resultados
Os C . P . ,
com o tempo,
mais
Os b a n h o s
Os m e l h o r e s
ambiente,
começou
depósitos
5.2 - S o l u ç ã o A 2
24K.
que,
apresentou
de u m a m a r e l o f o r t e ,
de 5 5 9 C e l s i u s .
na t e m p e r a t u r a
a p a r t i r do p r i m e i r o m ê s ,
cor,
era
nova,
os b a n h o s
os b a n h o s ,
obtidos
apresentaram
b o ns
resultados
com s o l u ç õ e s
ligeiras
p o r um l e v e e s c u r e c i m e n t o que,
Em
a
alterações
no e n t a n t o
pa£
de
,
-43-
d e s a p a r e c i a , q u a n d o se
fazia o p o l i m e n t o
c o m b i c a r b o n a t o de
so­
c o m a s o l u ç ã o A^ p e r m i t i u
uma
dio.
5.3 - Solução A 2
(Fi g . 5.3)
A metalização
deposição
se
normal
da c a m a d a de o u r o s o b r e
r e t i r a r e m os C.P.
do b a n h o ,
amarela característica
e A^.
Notava-se
descrita
r e a li z a d o com b i c a r b o n a t o
to se a c e n t u o u
nos b a n h o s
ses
e os C.P.
apresentaram
mo após
metalizados
ao
com idades
através
que s ó ' d e s a p a r e
de s ó d i o .
superiores
do b a n h o
c a m a d a de o u r o b e m m a is
as s o l u ç õ e s A-j
com idade
precãria
Este
fa
a três
me­
de um
ano
e escurecida,
mes^
o polimento.
5.4-
Solução A 4 Os
r a m bon s ,
ram aqueles
poderemos
e m toda s
( F i g . 5 .4 )
resultados
t a n t o nos b a n h o s
d e c o r r e r do t e m p o .
dade
para
levemente escura,
c ia c o m o p o l i m e n t o
mais
No e n t a n t o ,
n ã o se o b s e r v a v a ' aq u e l a col o r a ç ã o
do o u r o p u r o ,
uma c o l o r a ç ã o
o C . P. .
aceitar
as e t a p a s
a frio como
Naturalmente
realizados
como
bons
o banho a cor c a r a c t e r í s t i c a
5 . 4 - S o l u ç ã o Ag
Os c o r p o s
amarelo
lâmina
mesmo
dos
de
forte
banhos
com
o
f_o
Entretanto
necessi­
a d q u i r i r a m após
do o u r o puro.
( Fi g . 5.5)
foi
preparada
,
realizados
Não houve
prova
fo
resultados
e aquecida.
estabelecidas.
Esta solução
de u m a
aquecidos,
os r e s u l t a d o s
e condições
com esta solução
q u e os m e l h o r e s
com so l u ç ã o nova
de f i l t r a g e m de s o l u ç ã o .
parcial
alcançados
pela
dissolução
de o u r o 24 K ,
conforme
método descrito
em
Conseguiram-se
melhores
resultados
os
4.4.2.5.
com
-44-
banhos. real i z a d o s
apos
na s o l u ç ã o e q u a n d o
dissolução.
quando
jã h a v i a
Os b a n h o s
de p e r m a n e n c i a
12 di as de p e r m a n i n c i a - d a
uma q u a n t i d a d e
realizados
nos
em temperatu ra
razoável
intervalos
da p l a c a de o u r o na s o l u ç ã o
realizados
1 a m i n a de o u r o
ambiente,
de o u r o e m
de 3 e 6
dias
não s a t i s f a t ó r i o s
e,
razoável,
,
com
a queci m e n t o .
Os t e s t e s
m e n t o da s o l u ç ã o
les r e a l i z a d o s
de s o l u ç õ e s
f o r a m bons.
com a solução
frias,
realizados
e m f u n ç ã o do envelhecj_
Os m e l h o r e s
aquecida.
t i v e r a m qu e s o f r e r
resultados
Os C.P.
um m a i o r
b i c a r b o n a t o de s o d i o
ou s u l f a t o de c á l c i o
tarem o mesmo br il ho
dos
Este s
realizados
para
necessidade
todas
as
condições
de f i l t r a r - s e
5.6 - S o l u ç ã o Ag - (Fig.
Foi
das nos
li v r o s
a partir
polimento
(gesso)
com
para a p r e s e n ­
aquecida
.
e l i m p e z a c o m o de pra^
do p r e s e n t e
t r a b a l ho J'Jáo
esta solução.
5.6)
preparada
segundo
indicações
encontra­
de M A C H U 1 3 e W I S E 31 .
Conseguiu-se,
360 m i l i g r a m a s
prontos
com s o l u ç ã o
também t i veram que sof rer polimento
xe e x e c u t á v a m o s
houve
C.P.
foram aque­
de c o n c e n t r a ç ã o
ção e s t a c o n s i d e r a d a
após
120 m i n u t o s ,
de o u r o na s o l u ç ã o ,
p o b r e em r e l a ç ã o âs o u t r a s
perto
de
concentra
soluções
-
por
nós p r e p a r a d a s .
Os
Os C.P.
apresentavam-se
um p o l i m e n t o
ap ós
resultados
alcançados
sempre escuros,
foram deficientes.
havendo
necessidade
de
o banho.
5.7 - C l a s s i fi c a ç ã o das S o l u ç õ e s
A f i m de p e r m i t i r uma a v a l i a ç ã o s i s t e m ã t i -
-45-
ca das s o l u ç o e s
critérios
ensaiadas,
enumerados
realizou-se
sua
classificaçao,
pelos
em 4.4.7.
5.8 - T a b e l a
A tabela
soluções,
facilidade
mesmas.
conforme
os
5.8 mostra
critérios
de p r e p a r a ç ã o
das
os e s c o r e s
de q u a l i d a d e
soluções,
das
atribuídos
ãs
metalizações
,
d u r a b i 1 i d a d e :e p r e ç o
das
-46-
F i gu ra
5.2
Figura
5.4
5.5
Figura
5.5
■njT-
Figura
Pá
Pá
Pá
PQ
Pá
PQ
Pá
Pá
o ^ /§
pu y
§/ V
H / /O/ o
7 !<
O»
h4
O
w
c
T—
“
í
FÃCIL
RÃPIDA
DAS
SOLUÇÕES
FILTRAGENS'
CONSTANTES
APÕS I MÊS
MUITO P R E ­
CIPITADO
E
FILTRAGEM
PREPARAÇÃO CONSERVAÇÃO
ELEVADO
PREÇO
Pá
PU
Pá
Pá
PU
pá
PU
Pá
Pá
Ph
Pá
Ph
PQ
PQ
P-t
pá
PU
Pá
PQ
PU
PQ
Pá
PQ
PQ
Pá
Pá
Pá
PQ
PQ
Pá
PQ
Pá
PQ
PQ
Pá
PQ
Pá
PQ
PQ
Pá
PQ
Pá
PQ
Pá
pá
PQ
Pá
PQ
Pá
pá
<
CM
<
cn
<
<■
<
m
BAIXO
MÉDIO
APÕS 3 ME
SES
MUITO
PRECIPITADO
PQ
DIFÍCIL
D EMORADA
Pá
APÕS 6 ME
SES
POUCO BAIXO
PRECIPITADO
PQ
FÃCIL
DEMORADA
PQ
APÕS 3 ME
SES
POUCO
PRECIPITADO
Pá
R EGULAR
DEMORADA
PQ
FILTRAGENS
APÕS 3 ME
MÉDIO
SES POUCO
PRECIPITADO
Pá
REGULAR
D EMORADA
559C
PQ
FILTRAGENS
APÕS 3 ME- kELEVADO
SES POUCO
PRECIPITADO
239C
Pá
FÃCIL
RÃPIDA
559C
239C
559C
239C
559C
PQ
239C
r*—
í
Pá
559C
CO
Pá
239C
1/2
vD
pá
559C
1
CM
r—
H
Pá
239C
ZERO
-49-
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Pá
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►
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o
O
M
(¾
<<
u
C A P I T U L O
6-
VI
D I S C U S S Ã O
C A P I T U L O
VI
6 - D I S C U S S A O
A qualidade
Apesar
talizações
que
conseguidas
tãlicos
dos
c o m as
podem ser o b s e r v a d a s
z er qu e t od a s
das
nos
diversas
escores
apresentadas
soluções
da t a b e l a
produziram
de boa q u a l i d a d e .
Em n e n h u m a
das
empregados,
foram observadas
s o b r e os c o r p o s
M e s m o nos
6 a 12 m e s e s ,
banhos
Camadas
P (precario)
formaram-se
essas,
que
ra jã no m o m e n t o e m q u e
pode-se
e em
di_
nenhum
da c a m a d a de o u ­
c o m as
resultados,
c o m as s o l u ç o e s
camadas
contínuas
so.
com ocor
com idades
de
de o u r o s o b r e os C.
apresentavam coloração e s c u ­
soluções
res_
ser atribuídas
ao
f a t o de as d ua s
pobres
em sais
de
ouro.
desses
problemas
pectivas.
E st a s
Alias,
deficiências
talvez
possam
a ocorrência
das
o
soluções.
Outro
foi
eram removidos
soluções serem relativamente
27
VERLAG
da c o m o u m a das c a u s a s
t e o r m e t á l i c o b a i x o nas
do
C.P.
de o u r o o b t i d o s
os p i o r e s
no e n t a n t o ,
os
e
de p r o v a .
A^ e A g , q u e a p r e s e n t a r a m
r ê n c i a dos e s c o r e s
me
r e c o b r i m e n t o s me
soluções
falhas
pelas
empregadas
5.8,
empregadas
ro d e p o s i t a d a
P.
diferenças
as s o l u ç õ e s
tempos
luções
de m e t a l i z a ç a o o b t i d a .
f a t o r que
de p r e c i p i t a d o s
pode
também ter i n f lu ên ci a-
l o g o aos
três
meses
de
vi_
-52-
da p r i n c i p a l m e n t e
na s o l u ç ã o Ag,
q u e os
apr es en t o u em
grande
qu a n t i da de .
. As s o l u ç õ e s
e po r i ss o m e s m o
sultados,
de m a i s
e A^, m a i s
as s o l u ç õ e s
as q u e m e l h o r e s
A^ e A^
resultados
a s o l u ç ã o A^ a v a n t a g e m de s e r d e s t a s
que
apresentou menor quantidade
e l e b o r a ç ã o m ai s
po,
difícil.
-
brilhantes
que,
mas
com WISE
A s o l u ç ã o Ag,
bons
na i d a d e
resultados.
pre uma
mento,
lâmina
Esse
houvesse
0
enriquecimento
pela
dos e s o f r e r
precipitados,
e
a
e m b o r a s e j a de
de t e r - s e
com
tem­
0
com
a p r e s e n t a d o um
tempo,
0
dando
a t é c n i c a de m a n t e r - s e
durante
constante
sem
seu a r m a z e n a
dissolução
do
,ouro,
todas
as s o l u ç õ e s
dos
necessi­
precipita
c o m p e n s a r a ãgua evaporada.
carbonatos,
e têm sua o c o r r ê n c i a
do ar do qual
-
n e s s e me tal.
para el im in a ç ã o
que são p r o v a v e l m e n t e
mento e pela e x p o s i ç ã o
no
para
dispendiosa
ainda
, f o r n e c e m r e cobri men tos
melhorou
geral,
tempo,
a d i ç ã o de ã g u a
uso das s o l u ç õ e s
31
da s o l u ç ã o ,
0
indiscu^
. Tem
apresentadas
da s o l u ç ã o ,
De u m m o d o
com
re_
da s o l u ç ã o .
f a t o se d e v e
a s s i m que,
taram ser filtradas
a menos
apesar
inicial,
de o u r o d e n t r o
permitindo
ouro
se d e v e ã a d i ç ã o de s u l f i t o de
reduzem a eficiência
pouco deficiente
em
foram,
apresentaram
As d e f i c i e n c i a s
de a c o r d o
que
de p r e c i p i t a d o s ,
pela s o l u ç ã o A-|, p r o v a v e l m e n t e
sodio anidro,
r ic a s
c a r a .p r e p a r a ç ã o , a p r e s e n t a r a m b o n s
principalmente
tivelmente,
A-j ,
formam-se
influenciada
absorve
0
com
Os
0
p el o ' a q u e c i ' -
d i ó x i d o de c a r b o ­
, MACHU13 e WISE3 1 .
Puderam-se
FREITAS
8
e MACHU
eletrodos,
13
durante
t a m b é m c o n f i r m a r as a f i r m a ç õ e s
—
a agitaçao
de q u e
a metalização,
dos rec ob ri men t o s , e v i t a
0
continua
das
a l é m de m e l h o r a r
aparecimento
de m a n c h a s
—
soluçoes
de
ou
a qualidade
escuras
sobre
-53-
a pe ça .
Conforme
tange
a l i m p e z a dos
servou-se,
VERLAG
?7
se bons
zação perfeita,
a perfeita
e manchas
esse
l i m p e z a dos
, impedia
Após
C.P.,
aspecto
possa
para
das
obterem -
t e m que
haver
,
so­
uma m e t a l i ausência
o r e c o b r i m e n t o , observoueliminando
o aparecimento,
na s u p e r f í c i e
que
, PEREIRA F I L H O ^
de c o n t i n u i d a d e e c o m a
escuras.
4, no
r e c o b r i m en t o s ,o b ­
do r e c o b r i m en t o , a p e ç a
sem solução
ou de a r e a s
dos
MACHU^
l i m p e z a a f i m de q ue
v e s t í g i o de c i a n e t o
estrias
Antes
no C a p í t u l o
e depois
ser fundamental
resultados.
f r e r uma p e r f e i t a
se que
antes
c o m o a f i r m a m os a u t o r e s
e outros,
de m a n c h a s
C . P. ,
ë descrito
peças.
todo e qu al que r
co m o t e m p o ,
de
C A P I T U L O
VII
7 - C O N C L U S Õ E S
-55-
G A P
I - J U L O
VII
7 - C O N C L U S Ü E S
Levando-se
ti dos
no p r e s e n t e
trabalho,
mo,
a d i s c u s s ã o dos m e s m o s ,
que
to das
das,
as c o n d i ç õ e s
entendemos ser
em c o n s i d e r a ç ã o
apresentados
que
foi
de r e a l i z a ç ã o
de u s o o d o n t o l ó g i c o ,
lhos
de d e n t í s t i c a ,
ser realizadas
ob^
no C a p í t u l o 5, a s s i m co
f e i t a no C a p í t u l o 6, e d e s d e
experimentais
ças m e t á l i c a s
sentam dificuldades
resultados
aqui
seguidas
s e j a m manti
-
lícito concluir:
1 - As t é c n i c a s
clínicos
os
sérias
de b a n h o s
de o u r o s o b r e
p^e
de t a n t a i m p o r t ã n c i a e m traba_
prótese
e o d o n t o p e d i atri a , n ã o apre^
em sua e x e c u ç ã o e podem p e r f e i t a m e n t e
pelo d e n t i s t a
c l í n i c o ou nos
laboratórios
de p r ó ­
tese.
2 - Todas
as s o l u ç õ e s
ro de boa q u a l i d a d e ,
2.1
estudadas
permiti ra m banhos
de
0£
no e n t a n t o :
- As s o l u ç õ e s
e A^ a p r e s e n t a r a m m e l h o r e s
resul
ta d o s e m tod as as c o n d i ç õ e s .
2.2 - A s o l u ç ã o
A^,
2.3 - As s o l u ç õ e s
apresentou
menor eficiência.
quando aquecidas
a 55 - 59 C ,
possi_
b i l í laram s e m p r e
empregadas
banhos melhores ,e nquanto que
na t e m p e r a t u r a
ambiente,
as s o l u ç õ e s
quando
p r o d u z i r a m com m u i t a
freqüêji
preparadas a p r e s e n t a m
sempre
ci a v-.ban-hos c o m c o l o r a ç ã o e s c u r a .
2.4 - As s o l u ç õ e s
mai o r e f i c i ê n c i a que
as s o l u ç õ e s
2.5 - As s o l u ç õ e s
f o r a m mais
3
bilidade
recém
antigas
mais
ricas
( c o m mais
e m sais
idade
de o u r o
).
sempre
eficientes'.
- As s o l u ç õ e s
ao s e r e m a r m a z e n a d a s .
» A ^ 5 A^,
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Contribuição ao emprego da galvanoplastia com ouro em odontologia