REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. TESTEMUNHOS
NOTA: Entre os testemunhos, indicamos não apenas as bibliotecas em que consultamos
microfilmes dos manuscritos e datiloscritos de Pessoa, mas também as edições primeiras dos
sonetos que não contam com testemunho autógrafo.
LOPES, Teresa Rita [ed.] (1990) Facsímiles de O Palrador. In: Pessoa por Conhecer – Textos
para um Novo Mapa. Lisboa: Estampa. Consulta feita na Casa Fernando Pessoa, Lisboa.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
MONTALVOR, Luís de. [ed.] (1916). Centauro - Revista trimestral de literatura, vol. I, nº 1.
Lisboa: Tipografia do Anuário Comercial, Outubro-Dezembro 1916. Disponível na Hatcher
Graduate da University of Michigan, em Ann Arbour, MI, EUA
MONTALVOR, Luiz de & SIMÕES, João Gaspar [eds.] (1946) Obras Completas de Fernando
Pessoa, 1ª edição. Lisboa: Ática. Consulta feita na Coleção Particular da Prof. Cleonice
Berardinelli.
PESSOA, Fernando. (1900-1934) Cadernos – espólio E3, cotas 144A a 153. Lisboa: Biblioteca
Nacional de Portugal. Disponíveis na Internet: http://purl.pt/1000/1/cadernos/index.html,
accessus 4/2/2012.
________________ (1902-1935) Espólio microfilmado disponível na Biblioteca Nacional de
Portugal. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal: http://www.bnportugal.pt/.
________________ (1902-1935) Espólio microfilmado disponível na Biblioteca Nacional do
Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, http://www.bn.br/portal/.
_________________ (1918) 35 Sonnets. Lisboa: Monteiro & Co.
2. BIBLIOGRAFIA ATIVA
NOTA: Como o autor da bibliografia ativa é sempre 'Fernando Pessoa', ordenamos estas
referências segundo os sobrenomes dos editores, organizadores e diretores das edições – o nome
de Pessoa surge apenas quando consta no corpo de um título. Além disso, apontamos o ano da 1a
publicação no princípio e não no fim da indicação, seguindo a mais nova tendência dos estudos
bibliográficos; havendo dois anos divergentes (um para a 1a publicação e outro para a edição
consultada), damos o 1o entre parênteses (após o nome do editor) e o 2o, ao fim da indicação.
BERARDINELLI, Cleonice [ed.] (1990) Poemas de Álvaro de Campos; edição crítica. Lisboa:
Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
___________________________ (1999) Poemas de Álvaro de Campos / Fernando Pessoa;
fixação do texto, introdução e notas de Cleonice Berardinelli. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira.
BLANCO, José (1985) "Fernando Pessoa: jovem poeta português". In: Revista
Colóquio/Letras: Ensaio, n. 88, Nov. 1988, p.27-36. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian.
370
CASTRO, Ivo [ed.] (2001) Poemas de Fernando Pessoa: 1921-1930 – edição crítica. Lisboa:
Imprensa Nacional Casa da Moeda.
________________ (2004) Poemas de Fernando Pessoa: 1931-1933 – edição crítica. Lisboa:
Imprensa Nacional Casa da Moeda.
CIDADE, Hernâni [dir.] (1961) Colóquio, Revista de Artes e Letras, no 13, Abril de 1961.
Lisboa: Empresa Nacional de Publicidade.
DIONÍSIO, João [ed.] (2005) Poemas de Fernando Pessoa: 1915-1920 – edição crítica. Lisboa:
Imprensa Nacional Casa da Moeda.
FERRARI, Patrício [org.] (2010) Os Sonetos Completos de Antero de Quental - com tradução
parcial em língua inglesa por Fernando Pessoa. Nota prévia, transcrições e posfácio por
Patrício Ferrari. Lisboa: Babel, coleção Olisipo 'Pessoa Editor'.
FREIRE, Luísa [org.] (1995) Poesia Inglesa – Fernando Pessoa; organização e tradução de Luísa
Freire. Lisboa: Livros Horizonte.
________________ (1999) Alexander Search – Poesia; edição e tradução de Luísa Freire.
Lisboa: Assírio & Alvim.
GALHOZ, Maria Aliete [org.] (1960) Obra Poética de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro:
Aguilar, 2005.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
LIND, Georg Rudolf (1981) “Oito Poemas Ingleses Inéditos”. In: Estudos sobre Fernando
Pessoa. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
LOPES, Teresa Rita [ed.] (1993) Álvaro de Campos – Livro de Versos; introdução, transcrição,
organização e notas de Teresa Rita Lopes. Lisboa: Estampa.
NEMÉSIO, Jorge [org.] (1955) Poesias Inéditas: 1930-1935. Nota prévia de Jorge Nemésio.
Lisboa: Ática.
PRISTA, Luís [ed.] (2000) Poemas de Fernando Pessoa: 1934-1935 – edição crítica. Lisboa:
Imprensa Nacional Casa da Moeda.
QUADROS, António [org.] (1986) Livro do Desassossego, por Bernardo Soares, Vol II. Mem
Martins: Europa-América; 2ª edição em 1995.
QUADROS, António & COSTA, Dalila Pereira da [orgs.] (1986) Obra Poética e em Prosa, vol.
I. Porto: Lello.
SABINO, Maria do Rosário Marques & SERENO, Adelaide Maria Monteiro [dir.] (1973) Novas
Poesias Inéditas. Lisboa: Ática.
SFD1 = SILVA, Manuela P. da; FREITAS, Ana M. & DINE, Madalena [eds.] (2005a) Fernando
Pessoa – Poesia 1902-1917. Lisboa: Assírio & Alvim.
SFD2 = SILVA, Manuela P. da; FREITAS, Ana M. & DINE, Madalena [eds.] (2005b) Fernando
Pessoa – Poesia 1918-1930. Lisboa: Assírio & Alvim.
SFD3 = SILVA, Manuela P. da; FREITAS, Ana M. & DINE, Madalena [eds.] (2006) Fernando
Pessoa – Poesia 1931-1935 e Não-datada. Lisboa: Assírio & Alvim.
ZENITH, Richard [org.] (2006) Poesia do Eu. Lisboa: Assírio & Alvim, coleção ‘Obra Essencial
de Fernando Pessoa’.
FERRO, Antonio [ed.] (Jan. 1915) Orpheu 1. Lisboa: Orpheu Ltda. Disponível na Biblioteca
Nacional Digital de Portugal, endereço http://purl.pt/12089, accessus 28/12/2011.
FERRO, Antonio [ed.] (Jun. 1915) Orpheu 2. Lisboa: Orpheu Ltda. Disponível na Biblioteca
Nacional Digital de Portugal, endereço http://purl.pt/12089, accessus 28/12/2011.
371
3. BIBLIOGRAFIA PASSIVA
NOTA: Aqui indicamos as obras consultadas acerca dos sonetos de Pessoa.
BERARDINELLI, Cleonice. (1959) Poesia e Poética de Fernando Pessoa – tese de livredocência pela UFRJ. Cópia digital gentilmente cedida pela autora.
________________________ (1965) “A Geração de 70 e A Geração De ORPHEU.” In:
Fernando Pessoa: Outra Vez Te Revejo. Rio de Janeiro: Lacerda Editores & Cátedra
Jorge de Sena, 2004.
________________________ (1995) "Mensagem". In: HEYE, Jürgen [org]. Flores Verbais –
Homenagem à Profa. Eneida Bomfim, 1ª ed. Rio de Janeiro: ED34.
________________________ (2004) “Observações sobre a língua poética de Fernando Pessoa”.
In: Fernando Pessoa: Outra vez te revejo. Rio de Janeiro: Lacerda.
BLANCO, José (1983) Fernando Pessoa – esboço de uma bibliografia. Lisboa: Imprensa
Nacional-Casa da Moeda / Centro de Estudos Pessoanos.
____________ (1985) "Fernando Pessoa: jovem poeta português". In: Revista Colóquio/Letras:
Ensaio, n. 88, Nov. 1988, p.27-36. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
____________ (1988) "Fernando Pessoa em Francês: ponto da situação." In: Revista
Colóquio/Letras: Letras em Trânsito, n. 103, Maio de 1988, p.107-109. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian.
_____________ (2008a) “Fernando Pessoa’s critical and editorial fortune in English: a selective
chronological overview”. In: Portuguese Studies – Pessoa: The Future of the Arcas, Vol.
24, Number 2. London: Modern Humanities Research Association.
_____________ (2008b) Pessoana. Lisboa: Assírio & Alvim, 2008.
CASTRO, Mariana Gray de. (2010a) Fernando Pessoa’s Shakespeare – thesis. London: King’s
College, Dept. of Portuguese & Brazilan Studies. Cópia digital gentilmente cedida pela
autora.
______________________ (2010b) “Se te queres matar, porque não te queres matar?”
Fernando Pessoa responde a Hamlet. Comunicação apresentada no II Congresso
Internacional Fernando Pessoa. Lisboa: Casa Fernando Pessoa. Cópia digital gentilmente
cedida pela autora.
CAVALCANTI FILHO, José Paulo (2011) Fernando Pessoa, uma quase autobiografia: amores
fictícios, a arte de fingir, seus 127 heterônimos, o gênio e a liturgia do fracasso. Rio de
Janeiro: Record.
COELHO, Jacinto do Prado. (1947) Diversidade e Unidade em Fernando Pessoa. Lisboa:
Verbo, 1963.
COELHO, Joaquim-Francisco (1987) "Álvaro de Campos Cardíaco". In: Microleituras de
Álvaro de Campos - e outras investigações pessoanas. Lisboa: Dom Quixote.
CONDE, Elsa [org]. (1993) Catálogo do espólio bibliográfico de Fernando Pessoa. Lisboa:
Casa Fernando Pessoa.
GAMA, Rinaldo. (1995). O Guardador de Signos: Caeiro em Pessoa. São Paulo: Perspectiva.
GARCEZ, Maria Helena Nery (1981) "Fernando Pessoa & Antero de Quental: uma subversão do
soneto". In: Revista Persona, n. 5. Porto: Centro de Estudos Pessoanos. In: Trilhas em
Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro. São Paulo: Editora Moraes/USP, 1989.
_________________________(1985). Alberto Caeiro: “Descobridor da Natureza”? Porto:
Centro de Estudos Pessoanos.
_________________________(1990). O Tabuleiro Antigo: uma leitura do heterônimo
Ricardo Reis. São Paulo: Edusp.
GARCIA, José Martins (1985) "Em torno do coração". Fernando Pessoa: coração despedaçado.
372
Ponta Delgada: Univ. dos Açores.
JACINTO, Ana Amélia Chagas; RAMOS, Nayara Cristina Rodrigues; FREITAS, Tamara Belloti
Ortiz de. (2007) Sonetos em Inglês de Fernando Pessoa: uma leitura à luz da tradição
shakespeariana. Franca: Uni-FACEF.
LOKENSGARD, Mark A. (1999) “Crabbedness and the backwards advance to Portugal:
hyphenation in and the poetic impulse of Fernando Pessoa’s 35 Sonnets”. In: Portuguese
Studies, Vol. 15. London: Modern Humanities Research Association.
LOPES, Teresa Rita (1990) Roteiro para uma expedição. Lisboa: Estampa.
____________[org.] (1993) Pessoa Inédito. Lisboa: Livros Horizonte.
LOURENÇO, Eduardo (1979) "O Infinito Pessoa - a Luciana Stegagno Picchio" - conferência na
Universidade de Roma. In: Poesia & Metafísica. Camões, Antero, Pessoa. Lisboa, Sá da
Costa Editora, 1983.
LOURENÇO, Eduardo & OLIVEIRA, António Braz de [coord.] (1988) Fernando Pessoa no seu
Tempo: Exposição Biblioteca Nacional. Lisboa: Biblioteca Nacional/SEC.
MARTINS, António Coimbra (1969) "De Castilho a Pessoa: achegas para uma poética histórica
portuguesa". In: Bulletin des Etudes Portugaises, Nouvelle Série, Tome XXX. Lisboa:
Institut Français au Portugal.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
MATOS, Maria Vitalina Leal de (1993) “Passos da Cruz de Fernando Pessoa: 1a fase de uma
aproximação semiótica” & “O estatuto do sujeito nos Passos da Cruz”. In: Vivência do
Tempo em Fernando Pessoa. Lisboa: Verbo.
MONTEIRO, George (2000) "Speech, Song, and Place - Wordsworth". In: Fernando Pessoa and
19th Century Anglo-American Literature. Lexington: University Press of Kentucky.
PINTO, Shogyo Gustavo. (1998) Shinshu and the Poetry of Fernando Pessoa – comunicação
apresentada na European Branch Conference da Association of Shin Buddhist Studies.
Oxford: Wadham College. Texto publicado na íntegra na revista Shin Buddhist, n˚ 5. Kyoto:
Nagata Bunsho & International Association of Buddhist Culture, mar 2000.
PRING-MILL, Robert (1971) "The themes of Fernando Pessoa's English Sonnets". In: Studies in
Modern Portuguese Literature, 4. New Orleans, Tulane Studies in Romance Languages
and Literature.
QUADROS, António (1984) "Os Passos da Cruz". In: Fernando Pessoa: vida, personalidade e
génio. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
QUADROS, António & COSTA, Dalila Pereira da (1986) "Breves Introduções à Poesia Inglesa de
Fernando Pessoa". In: Obra Poética e em Prosa de Fernando Pessoa, vol. 1. Porto: Lello
& Irmão.
SENA, Jorge de (1953) "Fernando Pessoa e a Literatura Inglesa". In: Fernando Pessoa & Cia
Heteronímica, estudos coligidos, 1940-1978, 3a edição. Lisboa: Mécia de Sena & Edições
70, 2000.
_____________ (1958-1974) "O Heterónimo Fernando Pessoa e os Poemas Ingleses que
Publicou". In: Fernando Pessoa e Cia Heteronímica, estudos coligidos, 1940-1978, 3a
edição. Lisboa: Mécia de Sena & Edições 70, 2000.
_____________ (1965) "21 dos 35 Sonnets de Fernando Pessoa". In: Fernando Pessoa e Cia
Heteronímica, estudos coligidos, 1940-1978, 3a edição. Lisboa: Mécia de Sena & Edições
70, 2000.
_____________ (1974) "Notas a Alguns Poemas". In: Fernando Pessoa e Cia Heteronímica,
estudos coligidos, 1940-1978, 3a edição. Lisboa: Mécia de Sena & Edições 70, 2000.
SERRÃO, Joel [org.] (1944) Cartas de Fernando Pessoa a Armando Côrtes-Rodrigues.
Lisboa: Confluência, 1944 (3.ª ed. Lisboa: Livros Horizonte, 1985).
__________________ (1980) Fernando Pessoa – Ultimatum e Páginas de Sociologia Política.
Recolha de textos de Maria Isabel Rocheta e Maria Paula Morão. Lisboa: Ática.
SILVEIRA, Pedro da (1988) "Fernando Pessoa: a sua estreia aos 14 anos e outras poesias de 1902
373
a 1905". In: Revista da Biblioteca Nacional, série 2, vol. 3, nº 3. Lisboa: Biblioteca
Nacional, Set.-Dez. 1988.
SIMISCUKA, Mônica Império. (2007) O símbolo da noite no “Cancioneiro” de Fernando
Pessoa. São Paulo: USP.
4. BIBLIOGRAFIA REFLEXIVA
NOTA: Aqui indicamos as obras que, embora não façam qualquer referência aos sonetos de
Fernando Pessoa, consultamos a fim de refletir sobre a poesia pessoana.
AINBINDER, Rosângela de Araújo. (1997) Eros, Philia e Ágape: uma investigação
antropológico-filosófica sobre o amor – Tese UC. Rio de Janeiro: PUC-Rio.
ARISTÓTELES. (circa 330 a.C.) “Poetics”. In: The Works of Aristotle – Volume I (Great
Books of the Western World, 8). Chicago: Britannica, 1952. Também In: Arte Retórica e
Arte Poética. São Paulo: Ediouro.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
______________ (350 a.C.) "On the parts of animals". In: CD-ROM World Literary Heritage.
Irvine: Softbit,1993.
ARISTÓTELES, HORÁCIO, LONGINO. (circa 330, 65 a.C. e 40 d.C.) A Poética Clássica. São
Paulo: Cultrix, 1997.
BENSE, Max. (1968) Pequena Estética. São Paulo: Perspectiva [debates], 2003.
BERARDINELLI, Cleonice (2000) Estudos Camonianos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
BERNSTEIN, Charles. (1992) A Poetics. Cambridge: Harvard University Press.
CAMPBELL, Mike [org.] (1996) Behind the Name – the etymology and history of first names.
Site na Internet: http://www.behindthename.com/, accessus 6/1/2012.
CAMPOS, Haroldo de [org]. (1977) Lógica Poesia Linguagem. São Paulo: EDUSP, 2000.
__________________ [org]. (2004) Roman Jakobson: Lingüística. Poética. Cinema. São
Paulo: Perspectiva, 2007.
COELHO, António de Pina [ed.] (1968) Textos Filosóficos de Fernando Pessoa, vol I. Lisboa:
Ática.
DELEUZE, Gilles. (1968) Différence et Répétition. Paris: Presses Universitaires de France.
DESCARTES, René. (1637) O Discurso do Método. Tradução de Enrico Corvisieri. São Paulo:
Nova Cultural, 2000.
EMERSON, Ralph Waldo. (1836) Nature. Edição online da Oregon State University: disponível
em: oregonstate.edu/instruct/phl302/texts/emerson/nature-contents.html, accessus 4/2/2012.
FINCH, Annie. (2010) “Chaos in Fourteen Lines: reformations and deformations of the sonnet.”
In: A Poet’s Craft: A Complete Guide to Making and Sharing Your Poetry. Ann
Poetry: University of Michigan Press.
GUÉRIOS, Rosário Farani Mansur (1973) Nomes e Sobrenomes – Dicionário Etimológico. São
Paulo: Editora Ave Maria.
HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro Salles. (2001) Dicionário Houaiss da Língua
Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva.
JAKOBSON, Roman. (dez 1968) "Les oxymores dialectiques de Fernando Pessoa". In: Langages,
nº 12. Rep-In: Lingüística e Literatura [trad. port], pp. 21-55. Lisboa: Ed. 70, s.d.
KANT, Immanuel. (1781) Crítica da Razão Pura. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
LANGLEY, Ernest F. [ed.] (1915) The Poetry of Giacomo da Lentino; Harvard Studies in
374
Romance Languages, Vol. I. Cambridge: Harvard University Press & London: Humphrey
Milford/Oxford University Press.
LENGEN, Johan van. (2004) Manual do Arquiteto Descalço. Porto Alegre: Livraria do
Arquiteto.
NIETZSCHE, Friedrich. (1872) Da Retórica. Lisboa: Vega, 1995.
___________________ (1890) Assim Falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1986.
PADGETT, Ron. (1987) The Teachers & Writers Handbook of Poetic Forms. Nova Iorque:
T&W, 2000.
PASCAL, Blaise. (1670) Pensées. Chicago: Britannica (Great Books of the Western World, vol.
33), 1952.
PEIRCE, Charles Sanders. (SW) Selected Writings – Values in a Universe of Chance (ed. Philip
Wiener). Nova Iorque: Dover, 1966.
_____________________ (EP1) The Essential Peirce – Selected Philosophical Writings, Vol.
I. Boomington: Indiana University Press, 1992.
_____________________ (EP2) The Essential Peirce – Selected Philosophical Writings, Vol.
II. Boomington: Indiana University Press, 1998.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
_____________________ (PW) Philosophical Writings of Peirce (ed. Justus Buchler). Nova
Iorque: Dover, 1940.
_____________________ (S) Semiótica. São Paulo: Perspectiva (Coleção Estudos), 2000.
PESSOA, Fernando. (circa 1911) A Língua Portuguesa. Lisboa: Assírio & Alvim, 1997.
PIGNATARI, Décio. (1983) Comunicação Poética. São Paulo: Moraes.
_________________ (2004) Semiótica & Literatura. Cotia: Ateliê.
PLATO. (circa 380 aC) Symposium. Chicago: Britannica (Great Books of the Western World, vol.
7), 1952.
POUND, Ezra. (1934) ABC's of Reading. New York: New Directions, 1960.
RADHAKRISHNAN, Sarvepalli & MOORE, Charles A. (1957) A Sourcebook in Indian
Philosophy. Princeton: Princeton University Press.
RECH, Solange. (2008) Teoria do Soneto – de Giacomo da Lentini ao Século XXI. Palhoça:
Unisul. Disponível online em http://aplicacoes.unisul.br/pergamum/pdf/94650_Solange.pdf,
accessus 4/2/2012.
SALINARI, Carlo [org.] (1968) La poesia lirica del Duecento – a cura de Carlo Salinari. Torino:
UTET.
SANTAELLA, Lucia. (1983). O Que é Semiótica. São Paulo: Brasiliense, Col. 1os Passos.
_________________ (1992). A Assinatura das Coisas – Peirce e a Literatura. Rio de Janeiro:
Imago.
__________________(1995) Teoria Geral dos Signos: semiose e autogeração. São Paulo:
Ática.
_________________ (2001) Comunicação e Pesquisa: projetos para mestrado e doutorado.
São Paulo: Hacker.
TOTH, Christian. (2005). O Caminho do Abstrato – através da imaginação, do devaneio e da
lógica (monografia de conclusão do curso de Psicologia na PUC-Rio). Rio de Janeiro:
versão digital gentilmente cedida pelo autor.
VERGANI, Maria Teresa (1993) Educação Matemática. Lisboa: Universidade Aberta.
VIVEKANANDA, Swami. (1956) Raja Yoga. Nova Iorque: Ramakrishna-Vivekananda Center,
1980.
375
5. BIBLIOGRAFIA INTERTEXTUAL
NOTA: Aqui se encontra a indicação de obras referidas direta ou indiretamente pelo texto dos
sonetos de Pessoa, bem como obras que, ao nosso ver, estabelecem uma qualquer relação com o
texto dos sonetos pessoanos.
AUB, Max. (1963) Antología Traducida. Segorbe: Fundación Max Aub, 1998.
AUGUSTINOS (Agostinho), Santo. (354-430) Confessiones. Oxford: Oxford University, 1992.
Disponível online em http://www.stoa.org/hippo/text3.html, accessus 4/2/2012.
ALCOFORADO, Soror Mariana (1669) Lettres portugaises traduites en Français, publicadas
por Claude Babin. Paris.
ANDRADE, Carlos Drummond de (1930) “Quadrilha”. In: Alguma Poesia. Rio de Janeiro:
Record, 2001.
ANJOS, Augusto dos. (1912) Eu. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.
BARCA, Calderón de la. (1635) La Vida Es Sueño. Madrid: Espasa-Calpe, 1997.
Bible – King James Version (1611). Michigan: World, 1998. Disponível na Internet, em
http://quod.lib.umich.edu/k/kjv, accessus 4/2/2012.
BORGES, Jorge Luis. (1960) “La Luna”. In: El Hacedor. Buenos Aires: Alianza. Também
disponível na internet: http://www.literatura.us/borges/hacedor.html, accessus 4/2/2012.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
BROWNING, Elizabeth Barrett (1850) Sonnets from the Portuguese. London: Caradoc, 1906.
BYRON, Lord. (1820) Marino Faliero, Dodge of Venice – An Historical Tragedy, in Five Acts.
Edição online de Peter Cochran, disponível em http://petercochran.files.wordpress.com/,
accessus 4/2/2012.
CAMÕES, Luís de. (1572) “Os Lusíadas”. In: Obra Completa. Organização de Antônio Salgado
Júnior. Rio de Janeiro: Aguilar, 1963.
________________ (1595, ed. póstuma) Sonetos. Lírica Completa II. Prefácio e Notas de Maria
de Lourdes Saraiva. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1994.
CASTRO, Eugénio de (1906) A Sombra do Quadrante. Coimbra: F. França Amado.
DUARTE, Rogerio [tradutor]. (1998) Bhagavad Gita – Canção do Divino Mestre. São Paulo:
Companhia das Letras.
EMPIRICUS, Sextus. (160-210) “Against the Professors”. Cambridge: Harvard University Press
& London: William Heinemann Ltd., 1971.
ESOPO (620 a 560 a.C.) “The Sick Lion”. In: Fables. Coleção de fábulas disponível em
http://www.aesops-fables.org.uk/, accessus 29/3/2012.
ESPANCA, Florbela. (1919) “Amiga”. In: Livro de Mágoas. Lisboa: Tipografia Maurício.
Disponível na Internet, http://www.satedrs.org.br/downloads/acervo/florbelaespancalivrodemagoas.pdf, accessus 4/2/2012.
FEIJÓ, António. (circa 1897) “Ideal”. In: Poesias completas de António Feijó. Lisboa: Betrand,
1939.
GODEFROID, Félix (circa 1860) Un Soir à Lima; Sérénade pour Piano - à Madame la Comtesse
de MORA. Op.99. Paris: Colombier Editeur.
GONZAGA, Tomás Antônio. (1792) Marília de Dirceu. Rio de Janeiro: Garnier, 1992.
GUIMARAENS, Alphonsus de (1902) “Ismália”. In: Kyriale. São Paulo: Global, 1997 (coleção
melhores poemas).
HORÁCIO. (23 a.C.) “Nunc est bibendum” – Ode XXXVII. In: Livro de Odes – I. Dispnível na
Internet, em http://www.thelatinlibrary.com/horace/carm1.shtml, accessus 4/2/2012.
JUNQUEIRO, Guerra (1892) Os Simples. In: Obras de Guerra Junqueiro. Porto: Lello &
Irmão, 1972.
_________________ (1904) “Oração à Luz”. In: Obras de Guerra Junqueiro. Porto: Lello &
Irmão, 1972.
376
LEAL, Antonio Duarte Gomes (1875) Claridades do Sul. Lisboa: Braz Pinheiro. Disponível na
Biblioteca Nacional Digital de Portugal, endereço: http://purl.pt/124, accessus 28/12/2011.
LEE, Sidney [org.] (1904) Elizabethan Sonnets. Westminster: Constable.
LIMA, Ângelo de (circa 1884) “Pára-me de repente o pensamento…” In: Líricas Portuguesas,
seleção, prefácio e notas de Cabral do Nascimento. Lisboa: Portugália Editora, 1945. Et In:
Século de Ouro: Antologia Crítica da Poesia Portuguesa no Século XX; edição de
Osvaldo Silvestre. Lisboa: Cotovia, 2002.
LISPECTOR, Clarice (1949) A Cidade Sitiada. Rio de Janeiro: A Noite.
MACHADO, Antonio. (1924). “Nuevas Canciones”. In: Poesías escogidas. Madrid: Castalia
Didática.
MATOS, Gregório de. (1623-1696). Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Obra Poética
Completa em 2 Vols. Rio de Janeiro: Record, 1999.
MORAES, Vinícius de. (1938) “Soneto de Separação”. In: Livro de Sonetos. Rio de Janeiro:
Editora de Portugal, 1957.
NERUDA, Pablo. (1959) Cién Sonetos de Amor. Santiago: Planeta, 1992.
PESSANHA, Camilo (1920) Clepsydra. Lisboa: Lusitânia.
PESSOA, Fernando. (1902-1935) Correspondência –1905-1922. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998.
__________________________ Ricardo Reis – Poesia. Lisboa: Assírio & Alvim, 2000.
QUENTAL, Antero (1886) Sonetos Completos. Porto: Lopes & Cia.
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
SÁ-CARNEIRO, Mário de. (1910) Loucura. Aveiro: Estante, 1993.
_____________________ (1915) “Último Soneto”. In: Indícios de Oiro. Lisboa: Presença, 1937.
SAFO (circa 570 a.C.) Poemas. Biblioteca Virtual Domínio Público: Ciberfil Literatura Digital,
2002.
SHAKESPEARE, William (1609) The Sonnets. London: Thomas Thorpe.
SHELLEY, Percy Bysshe (1815) Alastor; or, the spirit of solitude: & other Poems. London:
Reeves, Turner & Dobell, 1885.
TAGORE, Rabindranath. (1912) Gitanjali – edição inglesa traduzida pelo próprio Tagore, com
prefácio de W. B. Yeats. New York: Scribner Poetry, 1997. Também disponível online,
em http://www.sacred-texts.com/hin/tagore/gitnjali.htm, accessus 4/2/2012.
ZENITH, Richard [ed.] (1999) Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares,
ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa; organização de Richard Zenith. São
Paulo: Companhia das Letras.
ZENITH, Richard & MARTINS, Fernando Cabral. [eds.] (2005) Poesia Completa de Alberto
Caeiro. São Paulo: Companhia das Letras.
377
Índice de Títulos e Primeiros Versos
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
* Notas: os títulos encontram-se em negrito;
os
os n indicam minha ordenação dos sonetos nesta edição.
A criança que fui chora na estrada
262
A Egas Moniz
97
A friend said once to me: “All that thou writest
29
À Grécia
53
A minha alma ajoelha ante o mistério
72
A minha vida é um barco abandonado
130
A natureza deu-te aquela cor
68
À Noite
184
A parte do indolente é a abstracta vida
199
A praça da Figueira de manhã
84
A Sala do Trono Carcomido
101
A thousand hearts are labouring for the good
35
Abdicação I
129
Abdicação II
130
Abdicação III
131
Abdicação IV
132
Abdicação V
133
Abdicação VI
134
Abdicação VII
135
Abdiquei. No silêncio da planície
95
Abismo de ser muitos! Noite minha!
241
Above the highest steep of the highest mount
119
Abro o baú antigo, e à minha vista
229
Aconteceu-me do alto do infinito
113
Adagas cujas jóias velhas galas
106
Adeus
6
Adorned
30
Água fresca por um púcaro que chia
82
Ah, como outrora era outra a que eu não tinha!
100
Ah, mas aqui, onde irreais erramos
281
Ah, um soneto...
249
Ai de quem não só sente, mas conhece
182
Ainda há do teu sangue em minhas veias
97
Alastor, ‘spírito da solidão
139
All that we seem to fear from in the night
70
Alma de corno – isto é, dura como isso
63
Amem outros a graça feminina
87
Another day is past, and while it past
28
Antígona
2
Ao Cabo da Boa Esperança – I
234
Ao Cabo da Boa Esperança – II
235
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
378
Ao Cabo da Boa Esperança – III
236
Ao Cabo da Boa Esperança – IV
237
Ao luar dos mortos, na paisagem-gelo (frio)
77
Ao luar dos mortos, na paisagem-gelo (Lua)
76
Approaching
45
Argumentamos em vão
278
As a bad orator, badly o’er-book-skilled
146
As the lone, frighted user of a night-road
152
As to a child, I talked my heart asleep
150
As tuas mãos terminam em segredo
89
As when the moon which on a wide deep stream
12
Audita Caecant
219
Barrow-on-Furness I
204
Barrow-on-Furness II
205
Barrow-on-Furness III
206
Barrow-on-Furness IV
207
Barrow-on-Furness V
208
Beauty and love let no one separate
159
Blind Eagle
25
Braços cruzados, sem pensar nem crer
43
Cabeça augusta, que uma luz contorna
260
Cegaram os meus olhos para eterno
88
Com a expressão a dor menor se apaga
135
Com que fúria ergo a ideia dos meus braços
79
Com teu gesto pintado e exagerado
96
Com teus lábios irreais de Noite e Calma
73
Começa Hoje o Ano
209
Como a dor e a ilusão não podiam bastar
136
Como os melhores, nada fiz da vida
259
Como te amo? Não sei de quantos modos vários
2
Como uma voz de fonte que cessasse
117
Conclusão a sucata!... Fiz o cálculo
207
Contemporâneo de um amigo amante
92
Convention
23
Converso às vezes comigo
220
Coração fraco a quem o mínimo olhar
128
Corre, raio de rio, e leva ao mar
206
Costa do Sol I
252
Costa do Sol II
253
Costa do Sol III
254
Costa do Sol IV
255
Could I endow each mood cast into verse
192
Could I say what I think, could I express
10
Cristo
65
Day after day I watch with heart-sick heart
187
Days come, nights cease, aging is changeless still
195
Death in Life
28
Deixei cair o livro onde não li
246
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
379
Deixei de ser aquele que esperava
261
Deixo, deuses, atrás a dama antiga
253
Depois que o som da treva, que é não tê-lo
256
Deuses, forças, almas de ciência ou fé
205
Dia a dia mudamos para quem
263
Digo-lhe adeus sem tê-la conhecido
214
Dizem que o grande Teófilo chegou
55
Do abismo onde o Passado dorme e espera
180
Do frio abismo onde o Passado habita
181
Dói viver, nada sou que valha ser
213
Dorme, sonhando! ‘Sparsa luz te alumbre
217
Dormi. Sonhei. No informe labirinto
247
Dormimos o universo; a extensa mole
219
Dreams
26
Each day that passes by I ponder on
26
Early Fragments – XXIII
16
Eh, deixa-os longe! Isola-te, ó minha alma!
98
Ela ☐
177
Ela ia, tranquila pastorinha
115
Elegia da Morte Perfeita
124
Em Busca da Beleza – I
39
Em Busca da Beleza – II
40
Em Busca da Beleza – III
41
Em Busca da Beleza – IV
42
Em Busca da Beleza – V
43
Em Busca da Beleza – VI
44
Em torno a mim os mortos esquecidos
222
Em vão, fechado em seu diurno curso
210
Emerjo, vago, d’um dormir profundo
225
Emissário de um rei desconhecido
116
Então, porque pensar conduz ao ermo
244
Entre o abater rasgado dos pendões
131
Ere youth, I had this dream of thee
24
Esqueço-me das horas transviadas
104
Estou ‘screvendo sonetos regulares
251
Eu
211
Eu e ela, sentados lado a lado
4
Eu olho com saudade esse futuro
218
Eu quisera mandar brilhante saudação
7
Eu sou luar sobre mim-mesmo, e a ponte
99
Even as great Macchiavel, shut fast from all
202
Even as upon a low and cloud-domed day
163
Evoco em vão lembranças comovidas
228
Farewell
188
Foi quem te descobriu que te criou
236
Forma inútil, que surges vagarosa
134
Fosse eu apenas, não sei onde ou como
110
From my watch-tower of severance from life
197
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
380
From night’s great womb with pain the horrid morn hath broke
9
Galeria Africana – 1. Mulher Universal
3
Galeria Portuguesa – 1. No Comboio
4
Glosa
238
God made my shivering nerves His human lyre
78
Gomes Leal
216
Good. I have done. My heart weighs. I am sad.
176
Great Venus’ statue, as men do conceive
30
Há doenças piores que as doenças
282
Há quanto tempo não escrevo um soneto
274
Há quanto tempo, Portugal, há quanto
208
Há um lago para barcos de crianças
272
Há um país imenso mais real
51
Há um poeta em mim que Deus me disse
105
Happy the maimed, the halt, the mad, the blind
174
Happy the sick, the halt, the mad, the blind
175
He said to me: In vain seek ye to mate
121
He that goes back does, since he goes, advance
173
His words to me were of a silence born
120
Hoje, que sinto nada a vontade, e não sei que dizer
240
How can I think, or edge my thoughts to action
145
How great a thing is thought! as through the gloom
15
How long, oh Lord, shall war and strife be rolled
20
How many masks wear we, and undermasks
148
How yesterday is long ago! The past
167
I am no longer slave to haste or waste.
126
I am older than Nature and her Time
171
I could not think of thee as piecèd rot
144
I do not know what truth the shown untruth
170
I had a revelation not from high
60
I have outwatched the Lesser Wain, and seen
215
I love this world and all these men because
268
I might have loved or not. That portion lies
269
If that apparent part of life’s delight
142
Ignorado ficasse o meu destino
111
Il est sur les sommets une lueur étrange
86
Inaction
35
Indefinite space is by co-substance night
69
Indefinite space, which, by co-substance night
158
Inúteis correm os meus dias lentos
221
Já me não lembra o sonho que não tive
231
Joseph Chamberlain
17
Junho de 1911
64
Lá fora a vida estua e tem dinheiro
203
Lady, believe me ever at your feet
27
Lembro-me, mas não me parece vê-lo
101
Let us rest. Every hour is not the next
178
Leva-me longe, meu suspiro fundo
42
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
381
Liberty
22
Like a bad suitor desperate and trembling
155
Like to a ship that storms urge on its course
151
Livro do meu Orgulho e da Humildade
81
Long ere now Phoebus sunk in western skies
14
Mãe de Deus, porque tu a Deus criaste
276
Mas antes era o Verbo, aqui perdido
280
Men of Science
32
Metempsicose
5
Meu coração é um almirante louco
249
Meu coração é um pórtico partido
112
Meu coração, o almirante errado
250
Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço
264
Mil vezes te relembro em mim, ó Vulto
235
Morreu. Coitado ou coitada!
232
Mors
73
Mother of slaves and fools, Thou who dost hold
23
Múrmura voz das árvores mexidas
224
My days are sunless, as if winter were
46
My love, and not I, is the egoist
157
My soul is a stiff pageant, man by man
162
My weary life, that lives unsatisfied
169
Na manhã leve, rosa transparente,
123
Na pior conseqüência de pensar
243
Nada começa: tudo continua
209
Não foram os teus deuses destronados
53
Não há verdade inteiramente falsa
230
Não sei para que serve o continuar
54
Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela
114
Napoleon
34
Nas grandes horas em que a insônia avulta
239
Nem defini-la, nem achá-la, a ela
40
Night’s self doth seem to sleep. The wide white moon
74
No alto da tua sombra, a prumo sobre
185
No more: the thought is dead that made thee live
188
No rarear dos deuses e dos mitos
48
No Túmulo de Christian Rosencreutz I
279
No Túmulo de Christian Rosencreutz II
280
No Túmulo de Christian Rosencreutz III
281
Noite
52
Not ‘gainst that spite’s extreme whose action does
201
Nova Ilusão
48
Nunc Est Bibendum
50
Ó ambições!... Como eu quisera ser
66
O Bibliófilo
66
Ó curva do horizonte, quem te passa
198
O deus Ódin é louro como o sol
65
O grande espectro, que faz sombra e medo
242
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
382
O Halo Negro I – De Mortuis
226
O Halo Negro II – Abyssum Invocat
227
O Halo Negro III – Hymno a Amun-Rá
228
Ó minha auréola! Livro de ânsia e excesso
80
O navio vai partir, sufoco o pranto
6
Ó Noite maternal e relembrada
52
O Outro Amor
79
O Rei
275
O Rei, cuja coroa de oiro é luz
275
O rio, sem que eu queira, continua
179
Ó Safo negra, sub-rameira, ronha
58
O seu rosto repleto de meiguice
3
O silêncio é teu gémeo no Infinito
184
Ó sonho a quem primeiro eu chamei Deus
37
O sonho que se opôs a que eu vivesse
233
O sono – Oh, ilusão! – o sono? Quem
44
O teu olhar naufraga no horizonte
90
Ó tocadora de harpa! se eu beijasse
107
Occasion cannot make me weak or strong
193
Oh thou marooned by decency & sense
57
Oh to be idle loving idleness!
149
Oh, sacred Liberty, dear mother of Fame!
22
Oh, Solitary Star
19
Oh, solitary star, that with bright ray
19
Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás-de
85
On An Ankle
60
On Death
11
Onde ides vós, deixando por colher
118
Our enemies are fallen; other hands
21
P-há
240
Paira no ambíguo destinar-se
212
Passos da Cruz I
104
Passos da Cruz II
105
Passos da Cruz III
106
Passos da Cruz IV
107
Passos da Cruz IX
112
Passos da Cruz V
108
Passos da Cruz VI
109
Passos da Cruz VII
110
Passos da Cruz VIII
111
Passos da Cruz X
113
Passos da Cruz XI
114
Passos da Cruz XII
115
Passos da Cruz XIII
116
Passos da Cruz XIV
117
Penso visões, sombras que nem sonhando
75
Perfection
13
Perfection comes to me in fevered dreams
13
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
383
Pobre de tudo, excepto de o saber
271
Pode ser que em Castelos encantados
93
Poema dos Dois Exílios – I
212
Poema dos Dois Exílios – II
213
Por mais que tente, não me desembrulho
258
Por que atalhos, Princesa, nos perdemos...
94
Post-Mortem
8
Qualquer coisa de obscuro permanece
265
Quando a vi o outro dia longe passeando
5
Quando deste meu ser que o Tédio veste
62
Quando eu morrer ao mar meu corpo frio e exangue
8
Quando o Tédio, invencível e infecundo
50
Quando olho para mim não me percebo
83
Quando, despertos deste sono, a vida
279
Quantos nos deram seu fiel amor
223
Que triste, à noite, no passar do vento
226
Quem Deus escolhe, nunca fez /*felizes/
237
Quem me roubou a minha dor antiga
238
Quem me roubou quem nunca fui e a vida?
248
Rala cai chuva. O ar não é escuro. A hora
257
Regresso ao Lar
274
Resolution
18
Sagra, sinistro, a alguns o astro baço
216
São vãos, como o meu sonho e a minha vida
132
Se acaso, alheado até do que sonhei
267
Se eu te adorara então como hoje adoro
56
Se fecho os olhos, sou a minha treva
186
Ser teu cavaleiro, ó casta e doce
124
Shadows cease low. Now the bright prentice Sun
190
Só quem puder obter a estupidez
41
Soam vãos, dolorido epicurista
39
Sombra fugaz, vulto da apetecida
129
Something in me was born before the stars
164
Somos meninos de uma primavera
254
Soneto (Aos Anos do Miguel)
7
Soneto de mal-dizer
55
Soneto I
83
Soneto II – Soneto Já Antigo
84
Soneto III – Soneto Já Antigo
85
Soneto Positivo
58
Soneto que não se devia escrever
67
Sonhei – quem não sonhara? – porque a tarde
273
Sonhei esta existência de venturas
1
Sonhei uma cidade informe e colossal
49
Sonhei, confuso, e o sono foi disperso
266
Sonho
1
Sonho de Górgias
49
Sonho porque me banho
277
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
384
Sonnet
10
Sonnet
27
Sonnet
78
Sonnet I
141
Sonnet II
142
Sonnet III
143
Sonnet IV
144
Sonnet IX
149
Sonnet of a Sceptic
14
Sonnet V
145
Sonnet VI
146
Sonnet VII
147
Sonnet VIII
148
Sonnet X
150
Sonnet XI
151
Sonnet XII
152
Sonnet XIII
153
Sonnet XIV
154
Sonnet XIX
159
Sonnet XV
155
Sonnet XVI
156
Sonnet XVII
157
Sonnet XVIII
158
Sonnet XX
160
Sonnet XXI
161
Sonnet XXII
162
Sonnet XXIII
163
Sonnet XXIV
164
Sonnet XXIX
169
Sonnet XXV
165
Sonnet XXVI
166
Sonnet XXVII
167
Sonnet XXVIII
168
Sonnet XXX
170
Sonnet XXXI
171
Sonnet XXXII
172
Sonnet XXXIII
173
Sonnet XXXIV
174
Sonnet XXXIVa
175
Sonnet XXXV
176
Sóror Mariana
177
Sosségo enfim. Meu coração deserto
137
Sossego? Outrora? Ora adeus! Foi feita
255
Sou louco, e tenho por memória
211
Sou vil, sou reles, como toda a gente
204
‘Stou só. A atra distância, que infinita
227
Sub Umbrâ
12
Súbita mão de algum fantasma oculto
125
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
385
Tell me again the music of that tale
191
Tênue, roçando sedas pelas horas
108
The Apostle
31
The Arab sage’s child lay dead and blue’d
71
The Death of the Titan (Epicurean)
9
The edge of the green wave whitely doth hiss
168
The lame of legs, for coming late or ill
196
The preacher said: “My task, it is to take
31
The world is woven all of dream and error
166
Their blood on thy head, whom the Afric waste
17
They call him Anti-Christ, but this dread name
102
This was the ruthless & ill-mighty arm
34
Those who, happy or not, as terms may be
270
Thou needst not scorn me. All my praise of thee
200
Thought
15
Thought was born blind, but Thought knows what is seeing
161
Thus when I rove along the fragrant fields
16
Thy words are torture to me, that scarce grieve thee
147
To England I
20
To England II
21
To My Dearest Friend
38
To Some Counsellors
47
To toil through time and hate and to consume
32
To-day I sought to write, and found I had
36
Todas as coisas são impressionantes
252
Todo o passado me parece incrível
183
Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
133
Towards the End
36
Trago nas mãos as oferendas todas
140
Traze, a hora pesa, os perfumes d’um Oriente
127
Três vezes te fitei... Primeiro vi
234
Tu és o outono da paisagem-eu
91
Tudo quanto é beleza tu conténs
67
Un Soir à Lima
277
Venho de longe e trago no perfil
109
Vieram com o ruído e com a espada
245
Vinte e três anos, vãos inutilmente
64
Visão
51
We are born at nightfall and we die ere morn
154
We are in Fate and Fate’s and do but lack
165
We never joy enjoy to that full point
156
What evil planet now or fatal star
103
What is thy name? and is it true that thou
25
When I am dead you’ll write – I know you will
38
When I consider how each day’s career
11
When I do think my meanest line shall be
143
When I have sense of what to sense appears
172
When I should be asleep to mine own voice
153
PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA
386
When in the widening circle of rebirth
160
When slattern Time, worn out with the toil of wearing
189
When the confusion for the world’s real things
138
When with expectant gaze I strive to scan
61
Whether we write or speak or are but seen
141
While thy plump Muse, tied by no recluse shrinking
194
Why do I waste in dreams fruitless and vain
18
Why dost thou let thee prostitute thy self
59
With dragging steps severe, like creeping hate
45
Woe Supreme
29
Woman
24
Ye say: “the ache of strangeness taketh thee
47
Yet teach this not on earth, for to teach is
122
Younger I affected woe un-glad
33
Download

Pós-texto - Divisão de Bibliotecas e Documentação PUC-Rio