REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. TESTEMUNHOS NOTA: Entre os testemunhos, indicamos não apenas as bibliotecas em que consultamos microfilmes dos manuscritos e datiloscritos de Pessoa, mas também as edições primeiras dos sonetos que não contam com testemunho autógrafo. LOPES, Teresa Rita [ed.] (1990) Facsímiles de O Palrador. In: Pessoa por Conhecer – Textos para um Novo Mapa. Lisboa: Estampa. Consulta feita na Casa Fernando Pessoa, Lisboa. PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA MONTALVOR, Luís de. [ed.] (1916). Centauro - Revista trimestral de literatura, vol. I, nº 1. Lisboa: Tipografia do Anuário Comercial, Outubro-Dezembro 1916. Disponível na Hatcher Graduate da University of Michigan, em Ann Arbour, MI, EUA MONTALVOR, Luiz de & SIMÕES, João Gaspar [eds.] (1946) Obras Completas de Fernando Pessoa, 1ª edição. Lisboa: Ática. Consulta feita na Coleção Particular da Prof. Cleonice Berardinelli. PESSOA, Fernando. (1900-1934) Cadernos – espólio E3, cotas 144A a 153. 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Além disso, apontamos o ano da 1a publicação no princípio e não no fim da indicação, seguindo a mais nova tendência dos estudos bibliográficos; havendo dois anos divergentes (um para a 1a publicação e outro para a edição consultada), damos o 1o entre parênteses (após o nome do editor) e o 2o, ao fim da indicação. BERARDINELLI, Cleonice [ed.] (1990) Poemas de Álvaro de Campos; edição crítica. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. ___________________________ (1999) Poemas de Álvaro de Campos / Fernando Pessoa; fixação do texto, introdução e notas de Cleonice Berardinelli. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. BLANCO, José (1985) "Fernando Pessoa: jovem poeta português". In: Revista Colóquio/Letras: Ensaio, n. 88, Nov. 1988, p.27-36. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 370 CASTRO, Ivo [ed.] (2001) Poemas de Fernando Pessoa: 1921-1930 – edição crítica. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda. ________________ (2004) Poemas de Fernando Pessoa: 1931-1933 – edição crítica. 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Biblioteca Virtual Domínio Público: Ciberfil Literatura Digital, 2002. SHAKESPEARE, William (1609) The Sonnets. London: Thomas Thorpe. SHELLEY, Percy Bysshe (1815) Alastor; or, the spirit of solitude: & other Poems. London: Reeves, Turner & Dobell, 1885. TAGORE, Rabindranath. (1912) Gitanjali – edição inglesa traduzida pelo próprio Tagore, com prefácio de W. B. Yeats. New York: Scribner Poetry, 1997. Também disponível online, em http://www.sacred-texts.com/hin/tagore/gitnjali.htm, accessus 4/2/2012. ZENITH, Richard [ed.] (1999) Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa; organização de Richard Zenith. São Paulo: Companhia das Letras. ZENITH, Richard & MARTINS, Fernando Cabral. [eds.] (2005) Poesia Completa de Alberto Caeiro. São Paulo: Companhia das Letras. 377 Índice de Títulos e Primeiros Versos PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA * Notas: os títulos encontram-se em negrito; os os n indicam minha ordenação dos sonetos nesta edição. A criança que fui chora na estrada 262 A Egas Moniz 97 A friend said once to me: “All that thou writest 29 À Grécia 53 A minha alma ajoelha ante o mistério 72 A minha vida é um barco abandonado 130 A natureza deu-te aquela cor 68 À Noite 184 A parte do indolente é a abstracta vida 199 A praça da Figueira de manhã 84 A Sala do Trono Carcomido 101 A thousand hearts are labouring for the good 35 Abdicação I 129 Abdicação II 130 Abdicação III 131 Abdicação IV 132 Abdicação V 133 Abdicação VI 134 Abdicação VII 135 Abdiquei. No silêncio da planície 95 Abismo de ser muitos! Noite minha! 241 Above the highest steep of the highest mount 119 Abro o baú antigo, e à minha vista 229 Aconteceu-me do alto do infinito 113 Adagas cujas jóias velhas galas 106 Adeus 6 Adorned 30 Água fresca por um púcaro que chia 82 Ah, como outrora era outra a que eu não tinha! 100 Ah, mas aqui, onde irreais erramos 281 Ah, um soneto... 249 Ai de quem não só sente, mas conhece 182 Ainda há do teu sangue em minhas veias 97 Alastor, ‘spírito da solidão 139 All that we seem to fear from in the night 70 Alma de corno – isto é, dura como isso 63 Amem outros a graça feminina 87 Another day is past, and while it past 28 Antígona 2 Ao Cabo da Boa Esperança – I 234 Ao Cabo da Boa Esperança – II 235 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 378 Ao Cabo da Boa Esperança – III 236 Ao Cabo da Boa Esperança – IV 237 Ao luar dos mortos, na paisagem-gelo (frio) 77 Ao luar dos mortos, na paisagem-gelo (Lua) 76 Approaching 45 Argumentamos em vão 278 As a bad orator, badly o’er-book-skilled 146 As the lone, frighted user of a night-road 152 As to a child, I talked my heart asleep 150 As tuas mãos terminam em segredo 89 As when the moon which on a wide deep stream 12 Audita Caecant 219 Barrow-on-Furness I 204 Barrow-on-Furness II 205 Barrow-on-Furness III 206 Barrow-on-Furness IV 207 Barrow-on-Furness V 208 Beauty and love let no one separate 159 Blind Eagle 25 Braços cruzados, sem pensar nem crer 43 Cabeça augusta, que uma luz contorna 260 Cegaram os meus olhos para eterno 88 Com a expressão a dor menor se apaga 135 Com que fúria ergo a ideia dos meus braços 79 Com teu gesto pintado e exagerado 96 Com teus lábios irreais de Noite e Calma 73 Começa Hoje o Ano 209 Como a dor e a ilusão não podiam bastar 136 Como os melhores, nada fiz da vida 259 Como te amo? Não sei de quantos modos vários 2 Como uma voz de fonte que cessasse 117 Conclusão a sucata!... Fiz o cálculo 207 Contemporâneo de um amigo amante 92 Convention 23 Converso às vezes comigo 220 Coração fraco a quem o mínimo olhar 128 Corre, raio de rio, e leva ao mar 206 Costa do Sol I 252 Costa do Sol II 253 Costa do Sol III 254 Costa do Sol IV 255 Could I endow each mood cast into verse 192 Could I say what I think, could I express 10 Cristo 65 Day after day I watch with heart-sick heart 187 Days come, nights cease, aging is changeless still 195 Death in Life 28 Deixei cair o livro onde não li 246 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 379 Deixei de ser aquele que esperava 261 Deixo, deuses, atrás a dama antiga 253 Depois que o som da treva, que é não tê-lo 256 Deuses, forças, almas de ciência ou fé 205 Dia a dia mudamos para quem 263 Digo-lhe adeus sem tê-la conhecido 214 Dizem que o grande Teófilo chegou 55 Do abismo onde o Passado dorme e espera 180 Do frio abismo onde o Passado habita 181 Dói viver, nada sou que valha ser 213 Dorme, sonhando! ‘Sparsa luz te alumbre 217 Dormi. Sonhei. No informe labirinto 247 Dormimos o universo; a extensa mole 219 Dreams 26 Each day that passes by I ponder on 26 Early Fragments – XXIII 16 Eh, deixa-os longe! Isola-te, ó minha alma! 98 Ela ☐ 177 Ela ia, tranquila pastorinha 115 Elegia da Morte Perfeita 124 Em Busca da Beleza – I 39 Em Busca da Beleza – II 40 Em Busca da Beleza – III 41 Em Busca da Beleza – IV 42 Em Busca da Beleza – V 43 Em Busca da Beleza – VI 44 Em torno a mim os mortos esquecidos 222 Em vão, fechado em seu diurno curso 210 Emerjo, vago, d’um dormir profundo 225 Emissário de um rei desconhecido 116 Então, porque pensar conduz ao ermo 244 Entre o abater rasgado dos pendões 131 Ere youth, I had this dream of thee 24 Esqueço-me das horas transviadas 104 Estou ‘screvendo sonetos regulares 251 Eu 211 Eu e ela, sentados lado a lado 4 Eu olho com saudade esse futuro 218 Eu quisera mandar brilhante saudação 7 Eu sou luar sobre mim-mesmo, e a ponte 99 Even as great Macchiavel, shut fast from all 202 Even as upon a low and cloud-domed day 163 Evoco em vão lembranças comovidas 228 Farewell 188 Foi quem te descobriu que te criou 236 Forma inútil, que surges vagarosa 134 Fosse eu apenas, não sei onde ou como 110 From my watch-tower of severance from life 197 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 380 From night’s great womb with pain the horrid morn hath broke 9 Galeria Africana – 1. Mulher Universal 3 Galeria Portuguesa – 1. No Comboio 4 Glosa 238 God made my shivering nerves His human lyre 78 Gomes Leal 216 Good. I have done. My heart weighs. I am sad. 176 Great Venus’ statue, as men do conceive 30 Há doenças piores que as doenças 282 Há quanto tempo não escrevo um soneto 274 Há quanto tempo, Portugal, há quanto 208 Há um lago para barcos de crianças 272 Há um país imenso mais real 51 Há um poeta em mim que Deus me disse 105 Happy the maimed, the halt, the mad, the blind 174 Happy the sick, the halt, the mad, the blind 175 He said to me: In vain seek ye to mate 121 He that goes back does, since he goes, advance 173 His words to me were of a silence born 120 Hoje, que sinto nada a vontade, e não sei que dizer 240 How can I think, or edge my thoughts to action 145 How great a thing is thought! as through the gloom 15 How long, oh Lord, shall war and strife be rolled 20 How many masks wear we, and undermasks 148 How yesterday is long ago! The past 167 I am no longer slave to haste or waste. 126 I am older than Nature and her Time 171 I could not think of thee as piecèd rot 144 I do not know what truth the shown untruth 170 I had a revelation not from high 60 I have outwatched the Lesser Wain, and seen 215 I love this world and all these men because 268 I might have loved or not. That portion lies 269 If that apparent part of life’s delight 142 Ignorado ficasse o meu destino 111 Il est sur les sommets une lueur étrange 86 Inaction 35 Indefinite space is by co-substance night 69 Indefinite space, which, by co-substance night 158 Inúteis correm os meus dias lentos 221 Já me não lembra o sonho que não tive 231 Joseph Chamberlain 17 Junho de 1911 64 Lá fora a vida estua e tem dinheiro 203 Lady, believe me ever at your feet 27 Lembro-me, mas não me parece vê-lo 101 Let us rest. Every hour is not the next 178 Leva-me longe, meu suspiro fundo 42 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 381 Liberty 22 Like a bad suitor desperate and trembling 155 Like to a ship that storms urge on its course 151 Livro do meu Orgulho e da Humildade 81 Long ere now Phoebus sunk in western skies 14 Mãe de Deus, porque tu a Deus criaste 276 Mas antes era o Verbo, aqui perdido 280 Men of Science 32 Metempsicose 5 Meu coração é um almirante louco 249 Meu coração é um pórtico partido 112 Meu coração, o almirante errado 250 Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço 264 Mil vezes te relembro em mim, ó Vulto 235 Morreu. Coitado ou coitada! 232 Mors 73 Mother of slaves and fools, Thou who dost hold 23 Múrmura voz das árvores mexidas 224 My days are sunless, as if winter were 46 My love, and not I, is the egoist 157 My soul is a stiff pageant, man by man 162 My weary life, that lives unsatisfied 169 Na manhã leve, rosa transparente, 123 Na pior conseqüência de pensar 243 Nada começa: tudo continua 209 Não foram os teus deuses destronados 53 Não há verdade inteiramente falsa 230 Não sei para que serve o continuar 54 Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela 114 Napoleon 34 Nas grandes horas em que a insônia avulta 239 Nem defini-la, nem achá-la, a ela 40 Night’s self doth seem to sleep. The wide white moon 74 No alto da tua sombra, a prumo sobre 185 No more: the thought is dead that made thee live 188 No rarear dos deuses e dos mitos 48 No Túmulo de Christian Rosencreutz I 279 No Túmulo de Christian Rosencreutz II 280 No Túmulo de Christian Rosencreutz III 281 Noite 52 Not ‘gainst that spite’s extreme whose action does 201 Nova Ilusão 48 Nunc Est Bibendum 50 Ó ambições!... Como eu quisera ser 66 O Bibliófilo 66 Ó curva do horizonte, quem te passa 198 O deus Ódin é louro como o sol 65 O grande espectro, que faz sombra e medo 242 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 382 O Halo Negro I – De Mortuis 226 O Halo Negro II – Abyssum Invocat 227 O Halo Negro III – Hymno a Amun-Rá 228 Ó minha auréola! Livro de ânsia e excesso 80 O navio vai partir, sufoco o pranto 6 Ó Noite maternal e relembrada 52 O Outro Amor 79 O Rei 275 O Rei, cuja coroa de oiro é luz 275 O rio, sem que eu queira, continua 179 Ó Safo negra, sub-rameira, ronha 58 O seu rosto repleto de meiguice 3 O silêncio é teu gémeo no Infinito 184 Ó sonho a quem primeiro eu chamei Deus 37 O sonho que se opôs a que eu vivesse 233 O sono – Oh, ilusão! – o sono? Quem 44 O teu olhar naufraga no horizonte 90 Ó tocadora de harpa! se eu beijasse 107 Occasion cannot make me weak or strong 193 Oh thou marooned by decency & sense 57 Oh to be idle loving idleness! 149 Oh, sacred Liberty, dear mother of Fame! 22 Oh, Solitary Star 19 Oh, solitary star, that with bright ray 19 Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás-de 85 On An Ankle 60 On Death 11 Onde ides vós, deixando por colher 118 Our enemies are fallen; other hands 21 P-há 240 Paira no ambíguo destinar-se 212 Passos da Cruz I 104 Passos da Cruz II 105 Passos da Cruz III 106 Passos da Cruz IV 107 Passos da Cruz IX 112 Passos da Cruz V 108 Passos da Cruz VI 109 Passos da Cruz VII 110 Passos da Cruz VIII 111 Passos da Cruz X 113 Passos da Cruz XI 114 Passos da Cruz XII 115 Passos da Cruz XIII 116 Passos da Cruz XIV 117 Penso visões, sombras que nem sonhando 75 Perfection 13 Perfection comes to me in fevered dreams 13 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 383 Pobre de tudo, excepto de o saber 271 Pode ser que em Castelos encantados 93 Poema dos Dois Exílios – I 212 Poema dos Dois Exílios – II 213 Por mais que tente, não me desembrulho 258 Por que atalhos, Princesa, nos perdemos... 94 Post-Mortem 8 Qualquer coisa de obscuro permanece 265 Quando a vi o outro dia longe passeando 5 Quando deste meu ser que o Tédio veste 62 Quando eu morrer ao mar meu corpo frio e exangue 8 Quando o Tédio, invencível e infecundo 50 Quando olho para mim não me percebo 83 Quando, despertos deste sono, a vida 279 Quantos nos deram seu fiel amor 223 Que triste, à noite, no passar do vento 226 Quem Deus escolhe, nunca fez /*felizes/ 237 Quem me roubou a minha dor antiga 238 Quem me roubou quem nunca fui e a vida? 248 Rala cai chuva. O ar não é escuro. A hora 257 Regresso ao Lar 274 Resolution 18 Sagra, sinistro, a alguns o astro baço 216 São vãos, como o meu sonho e a minha vida 132 Se acaso, alheado até do que sonhei 267 Se eu te adorara então como hoje adoro 56 Se fecho os olhos, sou a minha treva 186 Ser teu cavaleiro, ó casta e doce 124 Shadows cease low. Now the bright prentice Sun 190 Só quem puder obter a estupidez 41 Soam vãos, dolorido epicurista 39 Sombra fugaz, vulto da apetecida 129 Something in me was born before the stars 164 Somos meninos de uma primavera 254 Soneto (Aos Anos do Miguel) 7 Soneto de mal-dizer 55 Soneto I 83 Soneto II – Soneto Já Antigo 84 Soneto III – Soneto Já Antigo 85 Soneto Positivo 58 Soneto que não se devia escrever 67 Sonhei – quem não sonhara? – porque a tarde 273 Sonhei esta existência de venturas 1 Sonhei uma cidade informe e colossal 49 Sonhei, confuso, e o sono foi disperso 266 Sonho 1 Sonho de Górgias 49 Sonho porque me banho 277 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 384 Sonnet 10 Sonnet 27 Sonnet 78 Sonnet I 141 Sonnet II 142 Sonnet III 143 Sonnet IV 144 Sonnet IX 149 Sonnet of a Sceptic 14 Sonnet V 145 Sonnet VI 146 Sonnet VII 147 Sonnet VIII 148 Sonnet X 150 Sonnet XI 151 Sonnet XII 152 Sonnet XIII 153 Sonnet XIV 154 Sonnet XIX 159 Sonnet XV 155 Sonnet XVI 156 Sonnet XVII 157 Sonnet XVIII 158 Sonnet XX 160 Sonnet XXI 161 Sonnet XXII 162 Sonnet XXIII 163 Sonnet XXIV 164 Sonnet XXIX 169 Sonnet XXV 165 Sonnet XXVI 166 Sonnet XXVII 167 Sonnet XXVIII 168 Sonnet XXX 170 Sonnet XXXI 171 Sonnet XXXII 172 Sonnet XXXIII 173 Sonnet XXXIV 174 Sonnet XXXIVa 175 Sonnet XXXV 176 Sóror Mariana 177 Sosségo enfim. Meu coração deserto 137 Sossego? Outrora? Ora adeus! Foi feita 255 Sou louco, e tenho por memória 211 Sou vil, sou reles, como toda a gente 204 ‘Stou só. A atra distância, que infinita 227 Sub Umbrâ 12 Súbita mão de algum fantasma oculto 125 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 385 Tell me again the music of that tale 191 Tênue, roçando sedas pelas horas 108 The Apostle 31 The Arab sage’s child lay dead and blue’d 71 The Death of the Titan (Epicurean) 9 The edge of the green wave whitely doth hiss 168 The lame of legs, for coming late or ill 196 The preacher said: “My task, it is to take 31 The world is woven all of dream and error 166 Their blood on thy head, whom the Afric waste 17 They call him Anti-Christ, but this dread name 102 This was the ruthless & ill-mighty arm 34 Those who, happy or not, as terms may be 270 Thou needst not scorn me. All my praise of thee 200 Thought 15 Thought was born blind, but Thought knows what is seeing 161 Thus when I rove along the fragrant fields 16 Thy words are torture to me, that scarce grieve thee 147 To England I 20 To England II 21 To My Dearest Friend 38 To Some Counsellors 47 To toil through time and hate and to consume 32 To-day I sought to write, and found I had 36 Todas as coisas são impressionantes 252 Todo o passado me parece incrível 183 Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços 133 Towards the End 36 Trago nas mãos as oferendas todas 140 Traze, a hora pesa, os perfumes d’um Oriente 127 Três vezes te fitei... Primeiro vi 234 Tu és o outono da paisagem-eu 91 Tudo quanto é beleza tu conténs 67 Un Soir à Lima 277 Venho de longe e trago no perfil 109 Vieram com o ruído e com a espada 245 Vinte e três anos, vãos inutilmente 64 Visão 51 We are born at nightfall and we die ere morn 154 We are in Fate and Fate’s and do but lack 165 We never joy enjoy to that full point 156 What evil planet now or fatal star 103 What is thy name? and is it true that thou 25 When I am dead you’ll write – I know you will 38 When I consider how each day’s career 11 When I do think my meanest line shall be 143 When I have sense of what to sense appears 172 When I should be asleep to mine own voice 153 PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0813690/CA 386 When in the widening circle of rebirth 160 When slattern Time, worn out with the toil of wearing 189 When the confusion for the world’s real things 138 When with expectant gaze I strive to scan 61 Whether we write or speak or are but seen 141 While thy plump Muse, tied by no recluse shrinking 194 Why do I waste in dreams fruitless and vain 18 Why dost thou let thee prostitute thy self 59 With dragging steps severe, like creeping hate 45 Woe Supreme 29 Woman 24 Ye say: “the ache of strangeness taketh thee 47 Yet teach this not on earth, for to teach is 122 Younger I affected woe un-glad 33