ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Construção Civil Reuso de Resíduos na Construção Civil Eng. Civil Dr. Flávio L. Maranhão Evolução 02 dos Custos do transporte e Destinação de resíduos Classe A na cidade de São Paulo Custo do transporte e destinação (R$/ton) 60 50 40 30 20 10 0 1985 1990 1995 2000 Ano 2005 2010 2015 * o custo da disposição de resíduo na cidade de são paulo já é, em média, 20% do cimento * Uma importante parcela dos resíduos destinados corretamente para as construtoras não chegam a o destino preestabelecido PGRCC – Porto Maravilha Gestão do Resíduo em Canteiros de Obras Ações Propostas – Melhoria da Situação Diagnosticada: • Segregação: Separação dos resíduos no PG; Gusmão(sd.) Gestão do Resíduo Ações Propostas – Melhoria da Situação Diagnosticada: Disposição dos locais de acondicionamento conforme planejamento lógico: ENTRADA/S AÍDA Baia CENTRAL CORTE Metal DE FERRO ÁREA DE ESTOCAGEM DE MATERIAIS TÉRREO REFEITÓRIO RO P PL ÁREA DE ESTOCAGEM DE MATERIAIS Duto Vertical Móvel GUINCHO Baia Gesso CENTRAL PRODUÇÃO PRÉBaia Metralha MOLDADOS Tipo A Caçamba – Metralha Tipo B Gusmão(sd.) Disciplina de Construção de Edifícios Prof. Flávio Maranhão Empresas removedoras de RCD Para uma construtora: • R$50-60/ton de resíduo • R$25-35/ton - destinação + • R$25-35/ton transporte É essencialmente uma questão de logística Deposições irregulares • Podem ser de pequenos volumes dispostos nas calçadas até bota-foras imensos. • A distribuição pode depende de vários fatores: – Plano Diretor (sentido de crescimento da cidade) – Valorização imobiliária – Renda da população – etc, etc. Fonte: Angulo (2010) Pequenos volumes de RCD em calçadas de bairros Macaé-RJ Fonte: Angulo (2010) Grandeda Variabilidade Coleta amostra das propriedades do material reciclado - tradicional • Separação por cor • Contaminação com madeira • Variação na absorção d´água, forma e teor de pulverulentos Hierarquização na gestão dos resíduos UVR - Grajaú Coleta da amostra • Grande capacidade de produção • Uso de estoques • Fluxos de ar invertido para retirada de contaminantes • Controle de materiais da entrada UVR - Grajaú Coleta da amostra • Retirada de uma importante parcela de contaminantes durante o processo. Por exemplo: Madeiras, plásticos, sucata metálica, papéis, gesso UVR - Grajaú Coleta da amostra • Mesmo assim, uma pequena parcela de contaminação continua a existir. Mas sem a necessidade de separação por cor contaminação Resíduos da Cidade de São Paulo 20mm – 40mm (retido 9,5mm) cerâmica Asfalto Resíduos da Cidade de São Paulo – 20mm – 40mm (retido 31,5mm) cerâmica Asfalto Dúvidas importantes: 1) Qual a variabilidade dos produtos? 2) Qual o melhor método para controle de qualidade dos produtos finais Homogeneização (10 caçambas) Fonte: Angulo (2010) Redução (amostra de laboratório) 30 m³ 15 m³ 7,5 m³ Amostra final 3,5 m³ Fonte: Angulo (2010) Homogeneização da amostra Fonte: Angulo (2010) Norma NBR 15116 (Anexo A) Lavagem da amostra (peneira 4,8 mm) Secagem da amostra (105 ± 5 oC) Resfriamento da amostra (6 h) Grupo 1 Cimentícias Grupo 2 Rochas Grupo 4 Mat. orgânicos Grupo 4 Metal ferroso Grupo 3 Cer. Vermelha Determinação da massa da amostra Separação dos fragmentos em grupos Determinação da massa de cada grupo Grupo 4 Gesso e/ou Cim. amianto NM 46 - Determinação do teor de finos Secagem da amostra (105 ± 5 oC) Determinação da massa m1 (antes da lavagem) Lavagem da amostra (peneira 75 µm) Secagem da amostra (105 ± 5 oC) Determinação da massa m2 (após a lavagem) m1 m2 100 Finos(%) m1 Norma NBR 15116 NM 53 – Determinação da absorção de água (2 kg) Lavagem da amostra (peneira 4,8 mm) Secagem da amostra (105 ± 5 oC) Determinação da massa seca m Saturação em água 24 ± 4h Secagem em pano (Condição SSS) Determinação da massa ms (condição SSS) ms m A(%) 100 m 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 20 50 100 Teor de Substituição de Agregado Graúdo (%) 40 A obtenção de concretos com resistência acima dos 30MPa não se configurou um problema Resistência a Compressão (Mpa) Resistência a Compressão (Mpa) Teses Iniciais com os Agregados 35 30 25 20 15 10 5 0 0 20 50 100 Teor de Substituição de Agregado Graúdo (%) Teses Iniciais com os Agregados 20MPa Abatimento (mm) 250 200 150 100 20MPa 50 0 0 20 50 100 Teor de Substituição do Agregado Graudo Reciclado (%) 30MPa 100 Abatimento (mm) A “blendagem” de materiais na entrada tem reduzido o impacto do uso dos agregados reciclados nas propriedades no estado fresco 80 60 40 30MPa 20 0 0 20 50 100 Teor de Substituição do Agregado Graudo Reciclado (%) Resíduos da Cidade de São Paulo A composição de resíduos com alta porosidade (cerâmica), hidrofóbico (asfalto), boa qualidade (concreto) e uma retirada dos finos tem reduzido a variabilidade dos produtos finais Retirada amostras superficiais com a pá e com um Coleta dadeamostra amostrador de 1m de comprimento PLANTA CORTE Amostras e método de coleta Ensaios Ensaios Caracterização de Agregado • Granulometria NBR NM 248/2001 • Índice de forma NBR 7809/2008 • Absorção de água miúdo NBR NM 30/2001 • Massa especifica miúdo NBR NM 52/2009 • Massa especifica e absorção de água graúdo NBR NM 53/2009 • Materiais finos NBR NM 46/2003 • Massa unitária NBR NM 45/2006 Concreto (Em andamento) • Determinação de consistência NBR NM 67/1998 (Concreto fresco) • Resistencia a compressão NBR 5739/2007 (Concreto endurecido) • Módulo de elasticidade NBR 8522/ 2008 (Concreto endurecido) • Absorção de água NBR 9779:2012 (Concreto endurecido) Questões Ensaios • Há diferenças entre os métodos de amostragem superficial (pá) e volumétrico (amostrador) • Qual a propriedade que possui maior variabilidade entre os produtos da UVR Grajau? • Faz-se necessário fazer diferenciação por cor em unidades com grandes volumes de produção como a UVR Grajau? Resultados - Estoque Resultados – módulo de Finura Ensaios Amostrador x Pá 9,00 8,00 7,00 6,00 Módulo de Finura CAE 01/JUL SPE 01/JUL 5,00 CAE 17/JUL SPE 17/JUL 4,00 CAE 26/AGO SPE 26/AGO 3,00 CAE 03/SET SPE 03/SET 2,00 1,00 0,00 0-10mm 10-20mm Faixa granulométrica 20-40mm Resultados – módulo de Finura Ensaios Módulo de Finura - Pá 9,00 8,00 Módulo de Finura • O módulo de finura apresentou boa representatividade entre os diversos dias de coleta em todas as granulometrias avaliadas 7,00 6,00 5,00 01/jul 4,00 17/jul 3,00 26/ago 2,00 03/set 1,00 0,00 #0-10 #10-20 #20-40 Título do Eixo Módulo de Finura - Amostrador 9,00 8,00 7,00 6,00 01/jul 5,00 17/jul 4,00 26/ago 3,00 03/set 2,00 1,00 0,00 #0-10 #10-20 #20-40 Ensaios Resultados – Granulometria (retido ) – 20mm-40mm SPE #20-40 - uniformidade 80% 70% 60% 50% 01/jul média 17/jul média 40% 26/ago média 30% 03/set média 20% 10% 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fino • As diferenças entre as amostras nessa faixa granulométrica de produto é pequena Ensaios Resultados – Granulometria (retido ) – 10mm-20mm SPE #10-20 SPE #10-20 80% 80% 70% 70% 60% 60% 03/set A 0,075 Fundo 0,3 0,15 0,6 37,5 Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 19 12,5 25 31,5 0% 37,5 0% 1,18 26/ago média 10% 2,38 03/set média 10% 6,3 26/ago B 20% 4,75 30% 9,5 03/set B 19 20% 26/ago A 40% 12,5 30% 50% 25 40% 31,5 50% • As diferenças entre as amostras nessa faixa granulométrica de produto é pequena SPE #10-20 SPE #10-20 Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 12,5 01/jul média 19 Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 12,5 19 25 31,5 37,5 17/jul média 01/jul B 25 17/jul B 01/jul A 31,5 17/jul A 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 37,5 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Saída X Estoque Retido (g/g) Pá - estoque (2) 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 0 10 20 Abertura (mm) 30 40 Ensaios Resultados – Granulometria (retido ) – 10mm-20mm SPE #10-20 - uniformidade 80% 70% 60% 50% 01/jul média 17/jul média 40% 26/ago média 30% 03/set média 20% 10% 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fino • As diferenças entre as amostras nessa faixa granulométrica de produto é pequena Ensaios Resultados – Granulometria (retido ) Pá - #0-10 Pá - #0-10 40% 40% 30% 30% 03/set A 20% 03/set B 10% 03/set média 26/ago B 10% 26/ago média 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo 0% 26/ago A 20% • As diferenças entre amostras dessa faixa granulométrica são superiores as encontradas para as demais faixas Pá - #0-10 Pá - #0-10 40% 40% 30% 30% 01/jul B 10% 01/jul média 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo 0% 17/jul A 20% 17/jul B 10% 17/jul média 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo 01/jul A 20% Saída X Estoque Retido (g/g) Pá – estoque (3) 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 0 10 20 Abertura (mm) 30 40 Ensaios Resultados – Granulometria (retido ) SPE #0-10 - uniformidade 30% 25% 20% 01/jul média 15% 17/jul média 26/ago média 10% 03/set média 5% 0% • As diferenças das médias entre os diferentes dias de coleta foram “suavizadas” Resultados – Granulometria (retido ) – 10mm-20mm Amostrador - #10-20 Amostrador- #10-20 80% 80% 60% 60% 40% 03/set B 20% 26/ago média Fundo 0,075 0,3 0,15 0,6 1,18 2,38 6,3 4,75 9,5 19 12,5 0% Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 6,3 4,75 9,5 19 12,5 25 31,5 37,5 26/ago B 37,5 03/set média 0% 26/ago A 25 20% 03/set A 31,5 40% • O uso do amostrador Amostrador - #10-20 Amostrador - #10-20 80% 80% 60% 60% Fundo 0,075 0,15 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 19 0,075 Fundo 0,15 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 19 12,5 25 31,5 37,5 01/jul média 0% 12,5 17/jul média 0% 01/jul B 20% 25 17/jul B 20% 01/jul A 40% 31,5 40% 37,5 17/jul A Resultados – Granulometria (retido ) – 10mm-20mm Amostrador - #10-20 - uniformidade 80% 70% 60% 50% 01/jul média 17/jul média 40% 26/ago média 03/set média 30% 20% 10% 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fino • As diferenças entre as amostras nessa faixa granulométrica de produto é pequena Resultados – Granulometria (retido ) Amostrador- #0-10 Amostrador #0-10 40% 40% 30% 30% Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 6,3 4,75 9,5 19 37,5 Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 19 12,5 25 31,5 37,5 03/set média 0% 12,5 26/ago média 0% 03/set B 10% 25 26/ago B 10% 03/set A 20% 31,5 26/ago A 20% • As diferenças entre amostras dessa faixa granulométrica são superiores as encontradas para as demais faixas Amostrador - #0-10 Amostrador -E #0-10 40% 40% 30% Fundo 0,15 0,075 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 0,075 Fundo 0,15 0,3 0,6 1,18 2,38 4,75 6,3 9,5 12,5 19 25 31,5 37,5 01/jul média 0% 19 17/jul média 0% 01/jul B 10% 12,5 17/jul B 10% 01/jul A 20% 25 20% 31,5 17/jul A 37,5 30% Resultados – Granulometria (retido ) Amostrador #0-10 - uniformidade 40% 35% 30% 25% 01/jul média 17/jul média 20% 26/ago média 03/set média 15% 10% 5% 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo • As diferenças das médias entre os diferentes dias de coleta foram “suavizadas” Metodologia de Coleta Pá - estoque 35% Retido (g/g) 30% 25% 1-A 20% 1-B 15% 2-A 10% 2-B 5% 3-A 0% 3-B 0 2 4 6 8 10 12 14 Abertura (mm) O uso do amostrador apresentou importante redução na variabilidade de resultados entre amostras Amostrador - estoque 40% retdo (g/g) 35% 30% 1-A 25% 1-B 20% 2-A 15% 10% 2-B 5% 3-A 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 Abertura da Peneira (mm) 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 3-B Resultados – Granulometria (retido ) SPE #0-10 - uniformidade 80% 70% 60% 01/jul média 17/jul média 50% Amostrador Pá 26/ago média 03/set média 40% 01/jul média 17/jul média 30% 26/ago média 03/set média 20% 10% 0% 37,5 31,5 25 19 12,5 9,5 6,3 4,75 2,38 1,18 0,6 0,3 0,15 0,075 Fundo • As diferenças das médias entre os diferentes dias de coleta foram “suavizadas” Resultados Materiais – Pulverulento Resultados Finos TEOR DE MATERIAL FINO -NBR 46:2001 - (%) Amostrador AMOSTRA Referên cia Pá Granulometria 01/jul 17/jul 26/ago 03/set 01/jul 17/jul 26/ago 03/set #0-10 7,95% 3,76% 2,53% 8,09% 11,93% 13,66% 3,08% 7,36% 5,47% #10-20 1,24% 1,45% 1,11% 0,41% 1,55% 0,51% 0,54% 1,09% 1,00% #20-40 0,98% 0,26% 1,41% 2,62% 0,37% 0,31% 2,78% 0,39% • Como era de se esperar as maiores diferenças então na granulometria #0-10mm Resultados Materiais – Pulverulento Resultados Finos MATERIAL FINO CAE X SPE 16,00% 14,00% 12,00% MATERIAL FINO (%) 10,00% CAE 01/JUL SPE 01/JUL CAE 17/JUL 8,00% SPE 17/JUL CAE 26/AGO SPE 26/AGO 6,00% CAE 03/SET SPE 03/SET 4,00% 2,00% 0,00% #0-10 #10-20 #20-40 GRANULOMETRIA Ref. Areia Ref. Brita Resultados Materiais – Pulverulento Resultados Finos Pulverulento - Amostrador X Pá 12,0% 9,9% 10,0% ABSORÇAÕ (%) 8,0% 01/jul 6,0% 17/jul 26/ago 4,0% 03/set 4,0% 2,2% 2,0% 0,9% 0,7% 0,5% 0,3% 0,7% 0,6% 1,4% 0,6% 0,0% 0,0% #0-10 #10-20 #20-40 GRANULOMETRIA • Como era de se esperar as maiores diferenças então na granulometria #0-10mm Resultados Materiais – Índices Físicos Resultados Finos MASSA UNITÁRIA MÉTODO "C" ESTADO SOLTO SECO - NM 45:2006 - (g/cm³) AMOSTRA CAE Granulometria 01/jul SPE Referência 17/jul 26/ago 03/set 01/jul 17/jul 26/ago 03/set #0-10 1,41 1,38 1,37 1,40 1,38 1,40 1,36 1,36 #10-20 1,24 1,22 1,28 1,27 1,20 1,21 1,22 1,24 #20-40 1,17 1,21 1,20 1,22 1,20 1,18 1,23 1,20 1,47 Amostrador x Pá 1,60 MASSA UNITÁRIA (g/cm³) 1,40 CAE 01/JUL 1,20 SPE 01/JUL 1,00 CAE 17/JUL 0,80 SPE 17/JUL 0,60 CAE 26/AGO 0,40 SPE 26/AGO 0,20 CAE 03/SET 0,00 SPE 03/SET #0-10 #10-20 #20-40 GRANULOMETRIA Referência Resultados Materiais – Índices Físicos Resultados Finos GRAÚDO - MASSA ESPECÍFICA - NBR 53:2009 - (g/cm³) AMOSTRA CAE Granulometria 01/jul SPE Referência 17/jul 26/ago 03/set 01/jul 17/jul 26/ago 03/set #0-10 2,25 2,15 2,26 2,23 2,24 2,18 2,25 2,29 #10-20 2,40 2,32 2,37 2,37 2,34 2,30 2,35 2,36 #20-40 2,31 2,28 2,33 2,30 2,28 2.33 MASSA ESPECÍFICA CAE X SPE 3,00 MASSA ESPECÍFICA (g/cm³) 2,50 01/jul 2,00 01/jul 17/jul 1,50 17/jul 26/ago 1,00 26/ago 03/set 0,50 03/set 0,00 #0-10 #10-20 #20-40 GRANULOMETRIA Referência 2,64 Referências 2,45 Massa Específica (g/cm³) 2,40 2,35 2,30 2,25 2,20 2,15 2,10 0,00% Angulo, 2005 1,00% 2,00% 3,00% 4,00% 5,00% Absorçã d´água (g/g) 6,00% 7,00% 8,00% 9,00% Referências Angulo, 2005 Conclusões Ensaios • O uso de equipamentos modernos apresenta grande potencial para valorizar os resíduos de construção e facilitar os processos de reciclagem • É mais importante ter estabilidade de propriedades do que “gastar muita energia” na busca por uma separação perfeita • O desenvolvimento já possibilitou alterações na normalização nacional que está em processo de revisão • O sucesso dessa iniciativa incentiva a implantação de novos processos e a disseminação da reciclagem dos resíduos de construção civil