JB NEWS Informativo Nr. 174 Editoria: Ir Jerônimo Borges (Loja Templários da Nova Era - GLSC) Brasiléia (AC) 17 de fevereiro de 2011 Índice desta quinta-feira: 1. 2. 3. 4. 5. Almanaque Academia em casa nova (Ir. Ailton Elisiário) Fé, Esperança e Caridade (Ir. José Cássio Simões Vieira) As Origens e a História da Maçonaria no Brasil (pesquisa) Destaques JB O filósofo Giordano Bruno é condenado à morte na fogueira pelo Papa Clemente VIII. A localidade de Alpiarça é elevada à categoria de vila. 1600 - O filósofo Giordano Bruno é condenado à morte na fogueira pelo Papa Clemente VIII. 1800 - Desempatado o resultado das eleições estadunidenses: a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América decide que Thomas Jefferson será o presidente, e seu concorrente, Aaron Burr, vice. 1841 - Fundação dos condados de Grundy e Woodford 1843 - Aberta para trânsito da nova ponte pênsil da cidade do Porto. 1859 - Fundação do Condado de Ford. 1867 - O primeiro navio atravessa o Canal de Suez. 1906 - A localidade de Alpiarça é elevada à categoria de vila. 1941 - O frade franciscano polonês Maximiliano Kolbe é preso pela Gestapo por dar abrigo e proteção a muitos refugiados, incluindo cerca de 2000 judeus. 1947 - A rádio Voice of America inicia as suas emissões para a União Soviética 1949 - Instalação do município de Capinzal. 1956 - O Território Federal do Guaporé teve seu nome alterado para Território Federal de Rondônia (hoje, estado). 1972 - As vendas do Volkswagen Carocha ou Fusca no Brasil ultrapassam as do Ford T 1986 - União Europeia: assinatura do Acto Único Europeu. 1989 - Criação, através do Tratado de Marrakesh, da União do Maghreb Árabe. 1996 - Lançamento da sonda espacial NEAR Shoemaker para estudar o asteróide Eros. 2001 - Ariel Sharon é eleito Primeiro-Ministro de Israel. 2004 - A Cingular oferece mais de US$ 41 bilhões pela aquisição da AT&T Wireless e arremata a empresa. 2005 - Inauguração do aeroporto de Tokoname. 2008 - Declaração unilateral de independência do Kosovo. Nascimentos 1653 - Arcangelo Corelli, violinista e compositor italiano (m. 1713). 1816 - Francisco Adolfo de Varnhagen, nobre, militar, diplomata e historiador brasileiro (m. 1878). 1869 - Gago Coutinho, militar e pioneiro da aviação portuguesa (m. 1959). 1874 - Thomas John Watson, empresário norte-americano, fundador da IBM (m. 1956). 1877 - André Maginot, político Francês (m. 1932). 1879 - Dorothy Canfield Fischer, escritora estadunidense (m. 1958). 1888 - Otto Stern, físico alemão (m. 1969). 1898 - Múcio Leão, poeta e jornalista brasileiro (m.1969). 1920 - Curt Swan, desenhista de história em quadrinhos estadunidense (m. 1996). 1925 - Marcos Rey, escritor e cineasta brasileiro (m. 1999). 1929 - Graham Hill, piloto de Fórmula 1 inglês (m. 1975). 1943 o Fernando Gabeira, jornalista, guerrilheiro e político brasileiro. o Vick Militello, atriz brasileira. 1951 - Amado Batista, cantor e compositor brasileiro. 1953 - Peninha, compositor e cantor brasileiro. 1954 - Rene Russo, atriz estadunidense. 1962 - Lou Diamond Phillips, ator estadunidense de ascendência filipina. 1963 - Michael Jordan, ex-jogador estadunidense de basquete. 1981 - Paris Hilton, atriz, modelo, cantora e empresária estadunidense. Falecimentos Molière 364 - Joviano, imperador romano (n. ca. 332) 1600 - Giordano Bruno, filósofo neoplatônico italiano, executado na fogueira da inquisição (n. 1548) 1673 - Molière, dramaturgo francês (n. 1622) 1819 - Joaquim Silvério dos Reis, o delator da Inconfidência Mineira (n. 1756) 1856 - Heinrich Heine, poeta alemão (n. 1797) 1899 - Tito Franco de Almeida, político brasileiro (n. 1829) 1909 - Geronimo, líder apache (n. 1829) 1919 - Wilfrid Laurier, sétimo Primeiro-Ministro do Canadá e o primeiro francófono a assumir o cargo (n. 1841) 1924 - Oskar Merikanto, compositor finlandês (n. 1868) 1970 - Shmuel Yosef Agnon, o primeiro escritor israelita a receber o Prémio Nobel da Literatura (n. 1888) 1970 - Alfred Newman, compositor estadunidense (n. 1901) 1973 - Pixinguinha, músico e compositor brasileiro (n. 1897). 1975 - George Marshall, cineasta estadunidense (n. 1891). 1982 - Thelonious Monk, pianista e compositor de jazz estadunidense (n. 1917) 1986 - Jiddu Krishnamurti, filósofo e místico indiano (n. 1895) 1997 - Darcy Ribeiro, antropólogo, político e escritor brasileiro (n. 1922). 2006 - Ray Barretto, percussionista portoriquenho (n. 1929) 2006 - Jorge Mendonça, futebolista brasileiro (n. 1954) Feriados e eventos cíclicos Dia de Santo Alexandre Falconiere (mais os 6 fundadores da Ordem dos Servitas) e São Policrônio - santos da Igreja Católica. Dia de São Marciano e Santa Pulquéria, sua esposa - santos da Igreja Ortodoxa. Brasil: Dia do Patrimônio Histórico. Culturais e de Média/Mídia Publicação da primeira tira de Banda Desenhada do Fantasma, da autoria de Lee Falk. 1904 - Estréia, no Scala de Milão, da ópera Madama Butterfly. 1922 - Fim da Semana da Arte Moderna. 1936 - Publicação da primeira tira de Banda Desenhada do Fantasma, da autoria de Lee Falk. 1976 - O atol de Aldabra, no sul do arquipélago das Seychelles é declarado reserva integral. 2006 - Início da Festa da uva em Caxias do Sul. Eventos Desportivos 2004 - Jogos Olímpicos de Verão de 2016: a cidade de Hamburgo, Alemanha, apresenta interesse em sediar o evento. Fatos Históricos de Santa Catarina 1888 1934 1978 Inauguração da estação telefônica de Santa Cruz, na ilha de Anhatomirim. Criados os municípios de Ibirama e Gaspar, desmembrados de Blumenau. Morre, em Florianópooliks, Osvaldo Rodrigues Cabral. Médico, professor e historiador, era natural de Laguna, onde nasceu a 11 de outubro de 1903. Calendário Maçônico do Dia : 1600 1778 1856 Giordano Bruno () é queimado pela Inquisição. Voiltaire, François Marie Arouet é iniciado aos 84 anos na Loja “Lês Neuf Soeurs” (As nove Musas) de Paris. Falece Heinrich Heine, poeta e brilhante jornalista alemão, iniciado na Loja “Lês Tinosophes”, de Paris Esta vem de longe. O autor, Ir. Ailton Elisiário, que é professor, nos remete sempre seu artigo sobre educação, semanalmente publicado pelo Jornal da Paraíba, Campina grande. Hoje escreve sobre a nova casa da Academia de Letras daquele Oriente. Até o mês de janeiro a Academia Grande encontrava-se instalada no endereço Cabral, na Avenida Getúlio Vargas. Há tempos, Memorial vinha exigindo do Poder Público ações e pintura, iniciadas nos fins do ano passado. de Letras de Campina do Memorial Severino porém, que o prédio do de recuperação, reforma Hoje, a Academia concluiu a remoção dos seus arquivos e acervo bibliográfico para a Furne – Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão, onde a partir de agora passará a funcionar. A Furne cedeu dependências do seu prédio situado na Avenida Floriano Peixoto, local onde funcionou a Reitoria da Universidade Estadual da Paraíba, para que ali a Academia possa dar continuidade ao seu labor cultural. Ao ensejo, os Acadêmicos agradecem ao Senhor Prefeito Municipal pela acolhida dispensada por todo o período em que ali esteve a Academia. Desde que a atual Diretoria da Academia tomou posse em 2007, que o seu Presidente anunciara a conquista de um lugar mais apropriado para a Academia, fato alcançado em face da sensibilidade do Presidente e dos Conselheiros da Furne que, unânimes aprovaram a recepção da Academia em suas dependências, inclusive para integrar o complexo cultural da Casa de Aluizio Campos, figura de relevo que na condição de acadêmico veio ocupar a Cadeira nº 1, cujo patrono é Afonso Campos, de quem era filho. Não era mais possível a permanência da Academia no Memorial Severino Cabral, por falta de condições físicas das instalações do prédio, além da inadequação de suas dependências internas, pois a Academia necessita não só de salas em que possam funcionar a sua Administração e sua Biblioteca, mas de auditório no qual possa realizar suas sessões festivas, setores inexistentes no Memorial. A Academia agora passará a funcionar no prédio da sede da Furne e, para tanto, disporá dessas instalações, com a utilização da Sala de Atos para as sessões solenes. É propósito da Diretoria da Academia criar nesse seu novo ambiente e, para isto já tem a concordância da Diretoria da Furne, local adequado para a realização de eventos culturais, tais como lançamentos de livros, saraus, recitais, etc, de sorte a se estabelecer ali de forma permanente uma movimentação de pessoas interessadas em cultura, propiciando-lhes um recanto social aonde possam se encontrar, pelo menos uma vez por semana, para um bate-papo cultural, uma conversa com escritores e poetas, preenchendo assim a lacuna de um ponto livre de cultura de que atualmente não dispõe a cidade. O local é bastante propício, considerando até que lá funciona o Museu de Artes, que de certo terá o fluxo de visitas aumentado, pela convergência de pessoas em demanda dos produtos culturais que ali serão degustados. Campina Grande, dessa forma, receberá com alegria esse novo espaço cultural, ainda em fase projetiva, mas que materializada trará grandes benefícios à cultura urbana local. A Academia e a Furne assim, em parceria, estarão fortalecendo os seus próprios objetivos fundamentais, unindo arte, técnica, ciência e cultura, irmanadas num desejo comum, o desejo de engrandecimento cultural e científico da Rainha da Borborema. Ir José Cássio Simões Vieira MI da ARLS Theobaldo Varoli Filho Nr. 2699 – São Paulo Tendo em vista a necessidade de buscar argumentos que possam contribuir para o aprimoramento moral e espiritual dos Maçons, no sentido desenvolver e assegurar a fidelidade às obrigações assumidas, bem como aperfeiçoar seu caráter, a Ordem analisa os ensinamentos propiciados pelas Grandes Religiões. Tais estudos, como é óbvio, não se prendem a questões religiososectárias, o que sairia totalmente do espírito maçônico, mas sim ao conteúdo filosófico, ao núcleo ético, dos ensinamentos das religiões, os quais, na verdade, são todos superponíveis uns aos outros. De fato, por mais inconciliáveis que pareçam, à primeira vista, os diversos sistemas religiosos, quem os examina com imparcialidade, não pode deixar de concluir que só existe, na verdade, uma religião, sempre adaptada à situação social em que surge. Seus elementos essenciais constituem, independente de seus dogmas, a mais completa metodologia educacional, pois, acompanhando o homem do berço até o túmulo, tem como finalidade adaptá-lo, cada vez mais, ao convívio social. E, do ponto de vista da transcendência, não existe uma religião melhor do que a outra, já que a melhor, para cada um de nós, é aquela que nos facilitará melhor compreender os mistérios e desígnios de Deus, permitindo-nos entrar em comunhão com um TODO MAIOR, não importa o nome que se lhe dê. O que importa é que esse estado de consciência nos leve a descobrir uma razão de viver, um sentido de vida, que ultrapasse nossa simples presença na Terra. Dentro dessa concepção, façamos uma sucinta análise da Trilogia Cristã, constituída pela Fé, Esperança e Caridade, ou seja, pelas Virtudes Teologais. As Virtudes Teologais Definamos, em primeiro lugar, o que é virtude. Tal pergunta já é feita ao postulante, quando da cerimônia de sua Iniciação ao Primeiro Grau. A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. Permitenos não só a praticar bons atos, mas a dar o melhor de que dispomos. Com todas as suas forças físicas e espirituais, a pessoa virtuosa tende ao bem, persegue-o e escolhe-o na prática. Se alguém busca sempre dizer a verdade, possui a virtude da veracidade ou sinceridade. Se prima por ser rigorosamente honesto com o direito dos outros, tem a virtude da justiça. Para os teólogos do Cristianismo, se adquirimos uma virtude por esforço próprio, como as mencionadas acima, ela é uma virtude natural. Mas, há virtudes que exigem muito mais para se consolidar; dependem de um "dom divino" para serem adquiridas e a elas o homem não pode chegar só com seus dotes naturais. São as virtudes sobrenaturais ou teologais, assim chamadas porque dizem diretamente à intervenção divina. Na verdade, nada ocorre sem a presença de Deus. "Invocado ou não, Deus está sempre presente". A Fé Das três Virtudes Teologais a Fé é fundamental. Não confundamos a Fé com a simples crença, como magistralmente frisa Huberto Rohden. Tal confusão surgiu nos primeiros anos do Cristianismo, quando o texto grego do Evangelho foi traduzido para o latim. Fé, fides, quer dizer "fidelidade", harmonia entre a alma humana e o espírito de Deus. É, basicamente, uma "adesão pessoal" do homem a esse TODO MAIOR, uma atitude de "alta fidelidade", de sintonia de freqüência do receptor (homem) com o emissor (Deus). Como esse substantivo latino não tem verbo derivado do mesmo radical, como no grego, os tradutores viram-se obrigados a recorrer a um verbo de outro radical, valendo-se de credere, que em português deu crer. Crença, crer, com efeito, têm conotação diferente de Fé, de ter Fé. Referese a algo incerto, vago, como quando dizemos: "creio que vai chover", "creio que Fulano mudou-se de casa". Crer em Deus não é o mesmo que ter Fé ou fidelidade a Deus. Quem tem Fé, fides, fidelidade estabelece com Deus perfeita sintonia ou sinfonia de pensamentos, palavras e obras. Se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem Fé, embora talvez creia. Tal pessoa pode, em tese, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter Fé. Crer é um ato apenas intelectual, de quem se persuadiu de algo que lhe parece verdadeiro; ter Fé vai mais longe. É uma atitude de consciência e de vivência, que brota da experiência íntima. É o resultado de uma intuição espiritual, que transcende a mera intelectualização. A Fé implica certeza. Ter Fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, certeza que vai muito além do âmbito da crença. Conseguir a Fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer "eu creio", mas afirmar "eu sei", ou seja, eu saboreio, que é o significado etimológico de saber, com todas as dimensões da razão, iluminadas pela luz do sentimento. Essa Fé não é de boca para fora, recitada. É profunda, inabalável, não se estagnando em nenhuma circunstância de vida, habilitando-nos a superar os maiores obstáculos. É nesse sentido que "a Fé remove montanhas", que são os entraves encontrados em nosso caminho evolutivo, ou seja, os vícios, as paixões, os preconceitos, a ignorância, os interesses puramente materiais, as dores, os reveses, o infortúnio etc. Em outras palavras, com a certeza na assistência de Deus, a Fé exprime a confiança, que sabe enfrentar todas as lutas e problemas, com a luz divina no coração. A Fé inteligente A Maçonaria insiste em que a Fé não pode ser reduzida à simples crença em certos dogmas religiosos, aceitos sem exame, anulando-se a razão. Essa é uma "fé cega", comparável a um farol, cuja luminosidade não atravessa o nevoeiro, deixando o navegante sem saber seu rumo nos momentos de tormenta. A verdadeira Fé é esclarecida, como um foco elétrico, que ilumina com brilhante luz o caminho de nossa evolução e ser percorrido. Chamemo-la "Fé racional" e, por isso mesmo, robusta. Necessita ser conquistada, porquanto passa pelas tribulações da dúvida, pelas aflições que embaraçam o caminho dos que buscam o livre exame e a liberdade de pensamento. Em vez de dogmas e mistérios, cumpre-nos reconhecer os princípios que regem o mundo e o homem. Assim, a verdadeira Fé é inteligente, porque se apóia na lógica. Não basta somente dizer "tenho fé". É indispensável conhecer, compreender, saber a dinâmica dessa certeza. A Fé não dispensa o suporte da razão. "Quem tem olhos de ver, que veja!". Basta lançar nossos olhos sobre as obras da criação, para se ter certeza da existência de Deus. Não há efeito sem causa. O Universo existe; ele tem, pois, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar esse axioma das ciências e admitir que o nada pode fazer tudo. Deus é a Grande Lei que estabeleceu e mantém a Harmonia Universal. É o Grande Arquiteto do Universo. Duvidar da existência de Deus é duvidar de si mesmo! A Esperança A Esperança é a filha dileta da Fé. A Fé vivida em plenitude, como acima definida, já contém a Esperança, virtude teologal pela qual confiamos na promessa da vida eterna. Em Maçonaria, usamos a expressão "Oriente Eterno", no sentido de que a alma é imortal e o fenômeno a que se chama morte não é, senão, a transição de uma etapa de nossa evolução infinita. Por isso, a pessoa consciente, que possui a virtude da Esperança, é capaz de vencer o medo, as tribulações, as intempéries da vida diária, com compreensão e resignação, agradecendo a dádiva das provas e provações que Deus nos oferece, para que nos aperfeiçoemos em nossa caminhada espiritual, na busca da LUZ que vem do Oriente. A Caridade Enquanto a Fé e a Esperança são virtudes que vivenciamos em um plano subjetivo, a Caridade é uma ação explícita, em nível objetivo. É uma atuação, embora deva ser silenciosa. Sua prática desenvolve a Fé e a Esperança. Um dos fundamentos da Ordem Maçônica é a prática da Caridade, sob a forma de filantropia, visando ao bem estar do gênero humano. De fato, nossa Instituição não está constituída para se obter lucro pessoal de nenhuma espécie, senão, pelo contrário, suas arrecadações e seus recursos destinam-se a contribuir materialmente para aqueles que estão privados dos meios de prover uma digna subsistência. E "que nossa mão esquerda não saiba o que dá nossa mão direita". No entanto, independente de qualquer aspecto pecuniário, o Grande Arquiteto do Universo nos dá a oportunidade de, em qualquer parte, praticar a "caridade maior", a caridade moral, pois "nem só de pão vive o homem". Ninguém precisa dispor de recursos materiais para praticar essa Caridade. Entretanto, ela é a mais difícil e, por isso, a mais valiosa. Se não, vejamos alguns exemplos: Fazer aos demais o que desejaríamos fosse feito conosco. Perdoar as ofensas tantas vezes quanto forem necessárias. Respeitar nos semelhantes a LIBERDADE de opiniões e pensamentos divergentes dos nossos. Ter pelo próximo solidariedade fraternal, FRATERNIDADE. Lutar pela IGUALDADE de direitos entre as pessoas. Abster-se de julgamentos precipitados e de juízos temerários. A lista é imensa. O que importa é sabermos que essa "caridade moral" não implica subserviência de nossa parte. Pelo contrário, quanto mais nos respeitemos e qualifiquemos, mais capacidade teremos de nos dar, de amar, de sermos caridosos. Fonte: Comunidade Maçônica As Origens e a História da Maçonaria no Brasil Um pouco de sua história e contribuição nos acontecimentos históricos do Brasil. História A Maçonaria é a maior e mais antiga organização fraternal do planeta. Não se sabe exatamente como e quando começou. Para muitos estudiosos, a maçonaria se originou na Idade Média com as sociedades, também conhecidas como guildas dos construtores das catedrais e castelos. Há evidências, segundo ainda outros autores, de que a maçonaria foi influenciada, em seus primórdios, pela Ordem dos Cavaleiros Templários, um grupo de monges, cristãos e guerreiros formado em 1118 para ajudar e proteger peregirnos em suas viagens à Terra Santa. Maçonaria no Brasil Há um capítulo em branco na História do Brasil, e esse capítulo é o que se refere à Maçonaria, presente em todos os momentos decisivos e importantes de nossa pátria. Em torno da excepcional contribuição da Maçonaria para a formação de nossa nacionalidade, é inadmissível qualquer dúvida. De nenhum importante acontecimento histórico do Brasil, os maçons estiveram ausentes. Da maioria deles, foram os elementos da Maçonaria os promotores. Não há como honestamente negar que o Fico, A Proclamação da Independência, a Libertação dos escravos, A Proclamação da República, os maiores eventos de nossa pátria foram fatos organizados dentro de suas lojas. Antes de tudo isso, já na Inconfidência Mineira, a Maçonaria empreendia luta renhida em favor da libertação de nossa pátria. Todos os conjurados, sem exceção, pertenciam à Maçonaria: Tiradentes, Thomas Antonio Gonzaga, Cláudio Manoel da Costa, Alvarenga Peixoto, e até mesmo o Judas, o traidor Joaquim Silvério dos Reis, infelizmente também pertencia à ordem. Há que se ressaltar também a grande contribuição de um maçon ilustre Francisco Antonio Lisboa, o Aleijadinho. Este grande gênio da humanidade. Maçom do grau 18, Aleijadinho, autor de obras sacras, fez questão de secretamente homenagear a Maçonaria em suas esculturas. Ao bom observador e conhecedor da maçonaria, não passará despercebido, ao conhecer a obra do grande mestre, detalhes, pequenos que sejam que lembram a instituição maçônica. Os três anjinhos formando um triangulo, o triangulo maçônico, tornaram-se sua marca registrada. A própria bandeira do estado de Minas Gerais foi inspirada na Maçonaria: o triangulo no centro da bandeira mineira é o mesmo do delta luminoso, o Olho da Sabedoria. A independência do Brasil foi proclamada em 22 de agosto de 1822, no Grande Oriente do Brasil. O grito de independência foi mera confirmação. Ninguém ignora também que o Brasil já estava praticamente desligado de Portugal, desde 9 de janeiro de 1822, o dia do Fico. E o Fico foi um grande empreendimento Maçônico, dirigido por José Joaquim da Rocha, que com um grupo de maçons patriotas, fundou o Clube da Resistência, o verdadeiro organizador dos episódios de que resultou a ficada. A libertação dos escravos no Brasil foi, não há como negar, uma iniciativa de maçons, um empreendimento da Maçonaria. A Maçonaria, cumprindo sua elevada missão de lutar pela reivindicação dos direitos do homem, de batalhar pela liberdade, apanágio sagrado do Homem, empenhou-se sem desfalecimento, sem temor, indefessamente pela emancipação dos escravos. Para confirmar estes fatos basta verificar a predominância extraordinária de maçons entre os líderes abolicionistas. Dentre muitos destacaram-se Visconde de Rio Branco, José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Eusébio de Queiroz, Quintino Bocaiúva, Rui Barbosa, Cristiano Otoni, Castro Alves, e muitos outros. A proclamação da República, não há dúvidas de que também foi um notável empreendimento maçônico. O primeiro Ministério da República, sem exceção de um só ministro, foi constituído de maçons. Mera casualidade? Não. Ele foi organizado por Quintino Bocaiúva, que havia sido grão-mestre. Assim foi e tem sido a atuação da Maçonaria com relação ao Brasil, sempre apoiando e lutando para a concretização dos ideais mais nobres da pátria, comprometendo-se em favor da liberdade e condenando as injustiças. “O Enigma Quântico” é o lançamento do livro marcado para terça-feira dia 22, às 20h00, com destaque para a palestra ao vivo com o professor Olavo de Carvalho. http://www.videeditorial.com.br/Livraria-Virtual/vmchk.html JB News esteve visitando na noite de terça-feira (15) a Loja “Bolivar” nr. 8 localizada na cidade Cobija, Capital da Província de Pando, Bolívia. Sua história é interessante. Fundada em 1912 sob a jurisdição do Grande Oriente do Brasil com sede em Manaus (AM) por fatores de encurtamento de distâncias, passou mais tarde para o Grande Oriente da Bolívia. Com acesso à ata de fundação da Loja, observamos a origem de diversos irmãos fundadores, como originários de Portugal, Itália, Síria, Brasil e da própria Bolívia. A Loja “Bolivar” nr. 8 pratica o REAA mas diferenciado do adotado no Brasil. A circulação dentro do Templo, por exemplo, é feita obedecendo o sentido inverso do relógio, com o lado esquerdo do corpo sempre voltado para o Centro do Templo e caminhando-se em esquadria quando alcançadas as laterais do Ocidente. Tudo isso e muito mais, serviu para ilustrar nossa palestra sobre o “REAA, suas origens, raízes e transformações”. Acompanhe alguns registros fotográficos clicando no PDF correspondente. Templo da Loja Bolivar nr. 8 – Cobija, Bolívia. Uma relíquia para ser guardada!!! Revista "O Cruzeiro" digitalizada. A melhor revista de todos os tempos. Para ler as Matérias, clique no título. Anos 1970 15 de setembro de 1970 * Papai Paulo Sérgio * O que diz Lígia Diniz * Pedro Januário no ocaso do cangaço - "Só falta matar um" * Martha La Paz - Nasce uma nova estrêla para o Cinema Nacional * O lado humano de Wilson Simonal * Carlos Estevão * Gôsto de Brasil, por Rachel de Queiroz Anos 1960 12 de dezembro de 1964 * O feitiço contra o feiticeiro: Zé Arigó na prisão * Castelo não sairá da Lei * Adhemar em "O Cruzeiro": "Não toquem em São Paulo!" * Carlos Estevão * As eleições americanas (II), por Rachel de Queiroz 17 de outubro de 1964 * Borjalo X Appe * Comer e engordar - Eis a questão. * David Nasser: O Debret da câmera * Parlamentarismo pode levar à anistia * Carlos Estevão * Do preconceito de côr, por Rachel de Queiroz 3 de outubro de 1964 * Herberto Sales X Carlos Heitor Cony * História passada a limpo no capítulo das condecorações * A volta de Procópio Ferreira * David Nasser: Saudade defumada * Reforma política: aposentar caciques dos Partidos * Carlos Estevão * Carta aberta ao Presidente, por Rachel de Queiroz 18 de julho de 1964 * Lacerda tem presidência garantida * O samba de Garrincha * Sexta-feira 13: Dia fatídico * David Nasser é o espadachim da palavra * Carlos Estevão * Regeneração, por Rachel de Queiroz 4 de julho de 1964 * O adeus do Peixe-vivo: a dramática saída de JK * David Nasser: O Cambronne brasileiro * Reforma agora. Eleições em 65. * O começo do fim: Sexta-feira 13 * Brasil: Beleza 64 - As candidatas ao Miss Brasil * Carlos Estevão * Não há repouso para o guerreiro, por Rachel de Queiroz 13 de junho de 1964 * Legionários da Democracia doam ouro * 15 de Junho - Fim dos expurgos * Lacerda: Canário na muda não canta * Adhemar: eleições em 66 * A voz do dono, por David Nasser * Milagres do Padre Cícero * Carlos Estevão * Material humano, por Rachel de Queiroz 10 de abril de 1964 * Jango fala aos sargentos: princípio do fim * Saber ganhar, por David Nasser * Depoimentos de Lacerda, Magalhães, Adhemar e JK * Minas em guerra * São Paulo fica de pé * A batalha da Guanabara * Os 40 do Forte 24 de setembro de 1960 * Propostas de governo - Jânio, Lott e Adhemar * Carlos Lacerda - Resposta a David Nasser * Cadeia para os gangsters * José Amádio apresenta Lott * José Amádio apresenta Jango * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf *O Santo Vicente, por Rachel de Queiroz 30 de julho de 1960 * Fera da Penha: Tânia Maria é agora menina-santa * E o mundo não acabou * Carlos Estevão * O Amigo da Onça * O Pif-Paf *A morte pendurada, por Rachel de Queiroz 4 de junho de 1960 * Cannes foi só 'Doce Vida" * De Cabral a JK - Bananal volta ao Brasil * O Brasil condena as vítimas * Em busca da Miss Brasil 1960 * O Amigo da Onça * O Pif-Paf * Objeto Voador Não Identificado, por Rachel de Queiroz 7 de maio de 1960 * O futuro já tem capital: Brasília * Brasil ouviu Juscelino * Convidados confraternizam com o povo * David Nasser: Rio, perdoa o ingrato * Ninguém conhece ninguém: José Amádio apresenta Brasília * O Amigo da Onça * Carlos Estevão *O drama da África do Sul, por Rachel de Queiroz 9 de abril de 1960 * Crime do Sacopã: Bandeira - Liberdade em conta gotas * Ninguém conhece ninguém: José Amádio apresenta Assis Chateaubriand * Caso Aída Curi: Ronaldo além de tarado é ladrão * O Amigo da Onça * Carlos Estevão *O Caso do Dr. Vilhena, por Rachel de Queiroz 2 de abril de 1960 * Caso Aída Curi: O júri oficializou a curra * Bandeira em liberdade * JK não quer ficar * David Nasser: Resposta * Elvis Presley * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf * Notícias a um crápula do Banco da Providência, por Rachel de Queiroz 26 de março de 1960 * Brasília: Cidade humana * A Bela Adormecida do Paraná * Kim e Zsa Zsa * David Nasser: Brigue, mas fale, Capitão * Ninguém conhece ninguém: José Amádio apresenta Jorge Amado * O Amigo da Onça * Inferno, por Rachel de Queiroz 19 de março de 1960 * Kim Novak sambou nas ruas * Ninguém conhece ninguém: José Amádio apresenta Kim Novak * Os melhores do ano * Guarujá não veste shorts * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * Carnaval e cinzas, por Rachel de Queiroz 16 de janeiro de 1960 * Debutantes de Brasília: A última reportagem de Luciano Carneiro * O que Gilda quer, Gilda tem * Copacabana vista por Divito * Uma boneca * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf * Três para Beatriz, por David Nasser mortos no avião, por Rachel de Queiroz Anos 1950 31 de outubro de 1959 * Crime do Sacopã: Detector de mentiras inocentou Bandeira * David Nasser escreve a JK: o eunuco dos verdes mares * Revelado o segrêdo do disco voador * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf * Três assuntos cariocas, por Rachel de Queiroz 24 de outubro de 1959 * Crime do Sacopã: Desaba um mar de lama sôbre um inocente * Os órfãos de pais vivos * Zé Carlos adotou Pelé * Cacareco agora é Excelência * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf *O homem e suas obras, por Rachel de Queiroz 17 de outubro de 1959 * Crime do Sacopã: Da cela 21 um homem clama por Justiça * Orlando Silva: um cantor ganha uma rua * Ternura, teu nome é Luiza * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf * Correspondência, por Rachel de Queiroz 10 de outubro de 1959 * Crime do Sacopã: Tenório apresenta três depoimentos fortes * Paloma, a menor romancista do Brasil * Lunik II: fuga para o futuro * O Amigo da Onça * Carlos Estevão * O Pif-Paf * História de beata, por Rachel de Queiroz 3 de outubro de 1959 * Crime do Sacopã: Tenório aponta duas novas testemunhas * Oito medalhas de ouro: o Brasil no III Pan * O Pif-Paf * Carlos Estevão * O Amigo da Onça *O cego Aderaldo, por Rachel de Queiroz 26 de setembro de 1959 * Crime do Sacopã: "Eu sabia da sua inocência" * Glorinha dispensa propaganda * Um fato em foco: Carlson Gracie sobe ao altar * O Pif-Paf * Carlo s Estevão * O Amigo da Onça *O dilema, por Rachel de Queiroz 19 de setembro de 1959 * Crime do Sacopã: Trevas do mistério começam a ser rasgadas * Ludmila * Romeu e Julieta em palco de cemitério * O Pif-Paf * Carlos Estevão * O Amigo da Onça * Vitalinas, por Rachel de Queiroz 12 de setembro de 1959 * Tenório acusa o matador do Sacopã * As duas faces de Márcia de Windsor * Ser ou não ser Nádia * Didi no reino dos milionários * O Amigo da Onça * O estado são êles, por Rachel de Queiroz 29 de agosto de 1959 * Jura de menina pobre (Sophia Loren) * Prisão perpétua para o 475 * O Pif-Paf * O Amigo da Onça * Gastão, por Rachel de Queiroz 6 de junho de 1959 * Eu amei um gangster * Justiça para Lampião * O prêto que virou branco * O Amigo da Onça * História do ciúme, por Rachel de Queiroz 30 de maio de 1959 * Vitória que faltou na Suécia - Brasil 2 X 0 Inglaterra no Maracanã * Cruzada contra a impunidade - David Nasser * Da cegonha para Ibrahim * Vão Gogo e o Pif-Paf * Questionários, por Rachel de Queiroz Anos 1940 23 de novembro de 1946 * Mistinguette vai casar * Contrabando no Sul * O drama do açúcar * O Amigo da Onça * O Pif-Paf * Mimiro, por Rachel de Queiroz Anos 1930 8 de novembro de 1930 * Um sorriso que promette a victoria * O Commandante das Forças do Norte * São Paulo acclama a victoria * A Junta Governativa Provisoria * Oswaldo Aranha no Rio * O empastelamento dos jornaes governistas Anos 1920 10 de novembro de 1928 (Primeira edição de Cruzeiro) * Editorial * O Rio de Janeiro de 1950 * A côr de São Paulo * A caricatura no estrangeiro * A Éra das Forças Hydraulicas - Uma visão do anno 2000 . Mais artigos e matérias Clique no título. 8 de janeiro de 1955 * Um cajueiro criou uma floresta * Adeus às baianas .