Centro Hospitalar de Setúbal Customer Solution Case Study Centro Hospitalar de Setúbal Centro Hospitalar de Setúbal investiu em plataforma Microsoft para eficiência e uniformização Sumário País Portugal Sector Administração Pública Perfil do Cliente O Centro Hospitalar de Setúbal, criado em Janeiro de 2006 pela junção do Hospital de São Bernardo e do Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão, tem cerca de 2000 funcionários. Situação de Negócio A criação do Centro Hospitalar de Setúbal, que partiu da junção de duas realidades hospitalares distintas, exigiu da informática uma resposta rápida para dar coerência à diversidade de sistemas e tecnologias existentes. “A escolha da Microsoft como parceiro neste trabalho foi intencional e bem sucedida. A relação qualidade - preço da solução é excelente. Resolve um problema de imediato e dá-nos a perspectiva de, no futuro, assentar sobre esta plataforma o que entendermos.” — Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. O Centro Hospitalar de Setúbal, constituído em Janeiro de 2006, juntou o Hospital de São Bernardo e o Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão, pautados por realidades distintas a vários níveis, desde a dimensão à maturidade tecnológica. Com a agregação numa única entidade, foi necessário criar uma plataforma que desse consistência e coerência à situação existente, que potenciasse a comunicação entre as duas estruturas, que permitisse a fácil mobilidade e sobre a qual pudessem ser Solução feitos novos desenvolvimentos. A ideia era resolver uma necessidade do Windows Server 2003 Active Directory Microsoft Exchange Server 2003 Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2004 Microsoft System Management Server 2003 Microsoft Operations Manager 2005 presente, num muito curto prazo e, ao mesmo tempo, preparar o futuro. Benefícios Eliminação da divergência nas TI Incremento da segurança Aumento da capacidade de detecção e resolução de problemas Parceiro Informática El Corte Inglés Investir e rentabilizar ao máximo o investimento eram o objectivo. A tecnologia escolhida foi Microsoft. Situação “Para além de uniformizar havia que, ao mesmo tempo, ligar todas as peças, para obter um nível de consistência e coerência que permitisse ao Centro Hospitalar de Setúbal funcionar de forma eficiente, como um todo. Nesse contexto surgiu a necessidade de investir numa plataforma agregadora.” Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. O Centro Hospitalar de Setúbal foi constituído em Janeiro de 2006, pela junção do Hospital de São Bernardo e do Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão. Traduz a unificação numa única entidade de duas organizações com perfis dintintos, a começar pelo facto de, no primeiro caso ,estarem em causa diversas valências e no segundo a especialização em ortopedia. E a ilustrar a diferença de dimensão está o número de profissionais, respectivamente de 1600 e 400. Mas também se destaca a própria maturidade tecnológica. É que, enquanto nos últimos dois anos o Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão vinha a concretizar alguns projectos novos em termos de sistemas de informação, com impacto no serviço aos utentes, como a informatização do atendimento, no Hospital de São Bernardo, por razões várias, havia perto de uma década que não eram dados passos significativos nessa matéria. forma de dar coerência a todo o processo. Tendo em conta o constrangimento temporal e o facto de, em muitas áreas, os dois hospitais trabalharem com soluções distintas, a uniformização aplicacional foi feita pela escolha do melhor dos dois mundos. Ou seja, caso a caso, a avaliação dos softwares deu lugar a uma opção, no âmbito da qual a solução em causa seria alargada à organização que não a possuía. Em paralelo havia que, criar uma rede única, “reformular” o parque de equipamentos ou substituir o sistema de correio electrónico, entre outras iniciativas. “Para além de uniformizar havia que, ao mesmo tempo, ligar todas as peças, para obter um nível de consistência e coerência que permitisse ao Centro Hospitalar de Setúbal funcionar de forma eficiente, como um todo. Nesse contexto surgiu a necessidade de investir numa plataforma agregadora”, refere Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. No que respeita a tecnologias e sistemas de informação, a realidade por detrás do funcionamento de um hospital é complexa. Em uso estão múltiplas aplicações críticas e tecnologias que, em muitos casos, cohabitam com dificuldade. Ao fundir duas realidades hospitalares o problema tornase, claro, ainda mais complexo, até porque está em causa a formação de uma entidade única, em que a uniformização é um conceito chave. Se adicionarmos a tudo isto o facto de o tempo de preparação para a criação do Centro Hospitalar de Setúbal ter sido inferior a 3 meses no que à informática diz respeito, é fácil de perceber a necessidade de encontrar uma Sendo certo que a criação da nova entidade abriu caminhos para acelerar a modernização, a verdade é que exigiu também rapidez. E aqui os antecedentes tiveram algum peso na escolha, mas a conjuntura trouxe o que Jorge Santos considera uma circunstância feliz. No Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão já tinha sido equacionada a criação de uma infra-estrutura de base e a implementação de um domínio, com recurso a Active Directory, com o objectivo último de aumentar a capacidade de resposta aos utentes e à tutela, no que são serviços básicos, bem como potenciar melhorias futuras, em termos de exploração de 2 “O protocolo assinado emrelação “A 2006 entre qualidade o Governo preço da português solução e a Microsoft,écom Microsoft fantástica. impacto nos vários Trata-se deministérios, uma solução como o da saúde, económica, que permitiu foi para nósum resolver vantajoso problema nãode só em termos imediato e dá a de licenciamento perspectiva decomo podermos também da assentar sobre formação, a dado que ao plataforma o que adoptar uma plataforma entendermos. Ficámos Microsoft a minha equipa agradavelmente tem acesso a maior surpreendidos ao agilidade que, perceber nessanovertente. âmbito Issoparceria da é importante entre a quando estão Microsoft e o IGIF, em causa não tecnologias estamos limitados nas quais em existe pouco quase nada no que se conhecimento refere a software.” interno.” Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. aplicações e de introdução de novos sistemas. Esta visão englobava ainda a ideia de introduzir uma plataforma fiável que proporcionasse suporte e em que o acesso à formação fosse uma realidade, acelerando o processo de aquisição de conhecimentos. Tudo isto tinha sido pensado para o Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão e, de acordo com Jorge Santos, fazia também todo o sentido no âmbito do Centro Hospitalar de Setúbal. Tendo em conta a parceria existente entre a Microsoft e o IGIF Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde, a decisão por tecnologia Microsoft foi transparente “Não nos parecia correcto optar por uma solução que saísse da alçada do IGIF”. Especifica ainda “A Parceria estabelecida foi para nós vantajosa não só em termos de licenciamento como também da formação, dado que ao adoptar uma plataforma Microsoft a minha equipa tem acesso a maior agilidade nessa vertente. Isso é importante quando estão em causa tecnologias nas quais existe pouco conhecimento interno”. Solução Coerência era um conceito chave. Num cenário em que existiam diferentes tecnologias, como Linux (no correio electrónico e acesso à internet ) e Unix, havia que introduzir coerência ponta a ponta. “Muitas vezes não é possível tirar partido de algumas funcionalidades de soluções especifcas porque não estão ligadas umas com as outras. Fazia sentido criar uma “malha” que o permitisse”. A plataforma tinha esse papel, mas não se 3 resumia a ele, porque o objectivo era também modernizar. Por isso, tinha que estar preparada para evoluir. Por exemplo, pelo mais fácil alargamento do sistema PACS (Picture Archiving Communication System), que permite trabalhar com imagem digital, e do sistema de gestão informatizada de atendimento em todo o Centro Hospitalar de Setúbal (dado não existirem no Hospital de São Bernardo). O caminho é, com a base agora criada, continuar a inovar e a modernizar para, no limite, poder funcionar com um hospital sem papel, em que a comunicação é mais ágil e a qualidade de serviço superior. “Quando estamos a falar de organizações com distância fisica de 10 km é impossível funcionar sem haver circulação de comunicação através da rede. A componente da rede de comunicações é essencial”, acentua. A implementação da nova plataforma, baseada em Microsoft, decorreu em cerca de 40 dias. O sucesso do que foi conseguido e da perspectiva que abre no futuro não deixam margem para dúvidas a Jorge Santos. “A relação qualidade - preço da solução Microsoft é excelente. Trata-se de uma solução económica, que permitiu resolver um problema de imediato e dá a perspectiva de podermos assentar sobre a plataforma o que entendermos. Ficámos agradavelmente surpreendidos ao perceber que, no âmbito da parceria entre a Microsoft e o IGIF, não estamos limitados em quase nada no que se refere a software”. Pondo de lado os custos de licenciamento, Jorge Santos sublinha que os requisitos de equipamento para o projecto são perfeitamente acessíveis em termos de investimento. “Estamos a falar de 5 servidores para suportar os 2 hospitais e os 2 mil profissionais de saúde”, resume. “A equipa de informática passou a ter informação, mais acessível, sobre o “comportamento” de cada máquina e tem maior controlo sobre o parque. Nesse sentido, pode re-alocar equipamentos, com base na utilização, garantindo uma melhor taxa de exploração dos recursos disponíveis.” Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. O mesmo gestor admite que a ideia inicial não era tão abrangente. Mas o Centro Hospitalar de Setúbal aproveitou o que estava a ser feito para, sem custos adicionais, implementar outras soluções como o Microsoft System Management Server (SMS) e o Microsoft Operations Manager (MOM). “Procurámos rentabilizar ao máximo o investimento”, afirma. No caso do SMS e do MOM, ainda que a componente de gestão e administração de sistemas não fosse uma razão de fundo na origem do investimento, a verdade é que fazia todo o sentido neste contexto. A equipa de informática, composta por 10 pessoas, tem a seu cargo mais de 1700 equipamentos diferentes e um parque aplicacional complexo. “A criação da plataforma, além de facilitar a gestão informática, deu-nos uma perspectiva diferente. Enquanto até hoje estavamos a trabalhar em reacção, nomeadamente na resolução de avarias e incidentes, que imprimiam uma grande pressão no tempo de resposta, hoje temos um trabalho mais pro-activo, que permite detectar potenciais problemas e intervir antes que tenham impacto para os utilizadores e os serviços”, esclarece. O facto de, por exemplo, ser usado um software que avisa aquando da ocorrência de um problema no disco de um servidor, dá lugar a que, com tempo, sejam tomadas medidas para evitar um crash ou a paragem de uma máquina. Mas a solução, que tem o Windows Server 4 2003 como base da infra-estrutura, não trouxe apenas diferenças em matéria de gestão. A segurança saiu reforçada e a componente de controlo, em parte relacionada, também está hoje num patamar mais evoluído. A equipa de informática passou a ter informação, mais acessível, sobre o “comportamento” de cada máquina e tem maior controlo sobre o parque. Nesse sentido, pode re-alocar equipamentos, com base na utilização, garantindo uma melhor taxa de exploração dos recursos disponíveis. Se a tecnologia é uma peça importante, a forma como é apresentada e utilizada não o é menos. E aqui faz sentido falar de qualidade, sendo que o processo de acreditação que estava em finalização no Hospital Ortopédico Sant’iago do Outão começou a ser alargado ao Centro Hospitalar de Setúbal. Isso tem agora implicações na nova estrutura no que se refere a políticas de tecnologias e sistemas de informação. Segundo Jorge Santos foi já realizado um trabalho de normalização de normas e procedimentos, que incluem matérias como a segurança da informação ou regras de utilização dos equipamentos, que está em aprovação. A eficácia da implementação destas políticas é, em parte, garantida pela capacidade que passou a existir de monitorização. No entanto, o gestor do CHS sublinha que a lógica é a de informar para responsabilizar. “Procuramos dar autonomia aos utilizadores dentro do sistema fazendo, se possível, de cada utilizador um colaborador nosso”, refere. Se, num primeiro momento, o projecto “O papel da Microsoft foi importante a dois níveis. Primeiro, em dar a conhecer a panóplia de produtos de que dispõe para fazer face às nossas necessidades em diferentes áreas. Segundo, no correcto dimensionamento da solução com base nesses mesmos produtos. A Microsoft procurou adaptar as suas soluções ao nosso caso específico, construindo uma plataforma para a área da saúde.” Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. parece estar muito ligado à informática, a verdade é que outras áreas já começaram a obter mais valias do investimento, por iniciativa própria. Um deles é o serviço de cardiologia. “Uma das vertentes que a cardiologia queria melhorar era o nível de comunicação interna entre os utilizadores, deparando-se com dificuldade em fazê-lo de forma regulada. Com base na infraestrutura implementada, conseguiu tipificar todos os utilizadores e estabelecer regras de acesso com gestão própria”, ilustra Jorge Santos. O mesmo responsável considera que a plataforma existente hoje no Centro Hospitalar de Setúbal é algo básico, mas o salto que permitiu é elevado. E destaca a participação da Microsoft neste trabalho. “O papel da Microsoft foi importante a dois níveis. Primeiro, em dar a conhecer a panóplia de produtos de que dispõe para fazer face às nossas necessidades em diferentes áreas. Segundo, no correcto dimensionamento da solução com base nesses mesmos produtos”, específica e adianta: “a Microsoft procurou adaptar as suas soluções ao nosso caso específico, construindo uma plataforma para a área da saúde”. Com o desenho da solução feito, o Centro Hospitalar de Setúbal procurou um parceiro para fornecimento do hardware e dos serviços de implementação. Rapidez e know how eram determinantes para o sucesso, num projecto que envolveu a alteração da configuração dos postos de trabalho dos dois hospitais e da estrutura de comunicações, a implementação de cinco servidores e diversos produtos, para 5 além da instalação de 128 novos equipamentos pessoais. O parceiro escolhido foi a Informática El Corte Inglés. A implementação decorreu entre Abril e Junho de 2006. Para o utilizador final, uma das faces mais visíveis do investimento chama-se correio electrónico. O Microsoft Exchange substituíu o Linux e, de acordo com Jorge Santos, “a qualidade do serviço de correio aumentou exponencialmente”. Além disso, deixou de haver limitações em termos de capacidade de resposta e, com isso, ao contrário do que ocorria, cada colaborador do Centro Hospitalar de Setúbal pode ter hoje acesso ao email. Se, por um lado, se verificou a generalização do correio electrónico, por outro, o acesso pode ser feito de qualquer local, seja interno ou externo. “O webmail permitiu-nos maior mobilidade fora da organização. Isso é importante. Muitas pessoas que aqui trabalham precisam de aceder ao correio electrónico fora das horas de serviço. Benefícios Uma das vantagens do investimento prende-se precisamente com o Microsoft Exchange Server. O facto de todos passarem a ter email teve um forte impacto organizacional, melhorando o processo de comunicação, na medida em que tende a ser abandonado o papel para fazer circular informação entre as pessoas. Dos benefícios faz também parte a mobilidade dos colaboradores dentro da organização, que hoje é uma só, apesar de funcionar em dois locais distintos. “É perfeitamente indistinto as pessoas trabalharem num hospital ou noutro, dado que o fazem sobre o mesmo sistema e as mesmas aplicações”, refere. “O Microsoft Exchange Server substituíu o Linux e a qualidade do serviço de correio aumentou exponencialmente.” Jorge Santos, Director do Serviço de Informática no Centro Hospitalar de Setúbal. Para Jorge Santos, mais do que ganhos a nível tecnológico, que os houve e são evidentes, há mais valias que ultrapassam o ponto de vista estritamente técnico mas que são importantes. A coerência que passou a existir na base de tudo é um dos exemplos. “Era importante que a partir do serviço de informática fosse visível a existência de uma nova realidade, a de centro hospitalar. A partir do projecto, que assenta na uniformização, transmite-se também a ideia de que não estão em causa duas realidades mas uma só, em que todos trabalham sobre as mesmas ferramentas”, sublinha. Além disso, o mesmo gestor destaca a perspectiva de futuro. Aqui as opções são variadas e as ideias são muitas. A Intranet é uma das que deverá ter concretização para breve. “Queremos trazer para a plataforma serviços que visem ajudar o utilizador no seu dia-a-dia. No caso da Intranet pretendemos disponibilizar informação e mecanismos para aligeirar os processos de comunicação, parte das vezes assentes em papel”, resume Jorge Santos. O leque de possibilidades é vasto, desde a marcação de férias, com base num formulário disponibilizado, que é entregue directamente ao Serviço de Recursos Humanos, passando pela formulação de pedidos de assistência à informática e consequente acompanhamento dos mesmos, até às requisições electrónicas, passando pelo aprovisionamento. Ganha-se em tempo e 6 em controlo. Para gerir melhor. Mas o impacto potencial é também no funcionamento dos próprios serviços. Basta pensar na hipótese de integrar na Intranet a solução de laboratório, para disponibilizar pedidos e obtenção de respostas de análises clínicas. Ou basta pensar na integração do sistema de PACS neste mesmo ambiente para que o clínico possa aceder, por exemplo, à imagem radiológica de um doente que acabou de fazer um RaioX, que passa a circular electrónicamente. São pequenos passos que permitem ir acabando com o papel, aligeirar a comunicação, aumentar a mobilidade, tornar mais eficiente o atendimento. Ganham os utilizadores e ganham os utentes. Nem sequer era preciso ir tão longe. Apenas as vantagens de ter os sistemas mais operacionais e de haver maior controlo trariam só por si melhorias. Do ponto de vista da equipa de informática a motivação é hoje diferente. Por um lado, porque há menos empirismo e mais informação na tomada de decisões. Por outro, porque a consistência do que está a ser feito aumentou. Além disso, porque existe maior disponibilidade para tarefas que permitem acrescentar valor. Para continuar a dar passos em frente. Be careful not to delete the section break at end of body (immediately below). Software e Serviços Sobre a Microsoft Windows Server 2003 Exchange Server 2003 Fundada em 1975, a Microsoft (Nasdaq "MSFT") é líder mundial em software, serviços e soluções para ajudar as pessoas e empresas a alcançarem todo o seu potencial Microsoft Internet and Acceleration Server 2004 Microsoft System Management Server 2003 Microsoft Operations Manager 2005 Para mais informações Parceiros Informática El Corte Inglés Para mais informações sobre os produtos e serviços Microsoft por favor ligue para o serviço de apoio a clientes da Microsoft Portugal pelo número 808 22 32 42 Para aceder a informação sobre a Microsoft Corporation pela Web consulte: www.microsoft.com/ Para aceder ao site da Microsoft Portugal consulte www.microsoft.com/portugal. Para conhecer outras referências de sucesso visite a página http://www.microsoft.com/portugal/grandesempresas. Para mais informações sobre o Centro Hospitalar de Setúbal visite o Web site em: http://www.hsb-setubal.min-saude.pt Para mais informações sobre os produtos e serviços da Informática El Corte Inglés visite o Web site em: www.elcorteingles.pt/conhecanos/empresas.asp. © 2006 Microsoft Corporation. All rights reserved. This case study is for informational purposes only. MICROSOFT MAKES NO WARRANTIES, EXPRESS OR IMPLIED, IN THIS SUMMARY. Microsoft and the products mentioned in this document are either registered trademarks or trademarks of Microsoft Corporation in the United States and/or other countries. All other trademarks are property of their respective owners. Document published 2006 7