MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE
MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES
DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA
2a edição revisada
ORGANIZADORA
LEILA BARROS CARDOSO OLIVEIRA
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE
MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES
DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA
2a edição revisada
E D I T O R A
BRASÍLIA/DF
U N I V E R S I D A D E C AT Ó L I C A D E B R A S Í L I A - U C B
MISSÃO
A Universidade Católica de Brasília tem como missão atuar
solidária e efetivamente para o desenvolvimento integral da
pessoa humana e da sociedade, por meio da geração e
comunhão do saber, comprometida com a qualidade e os
valores éticos e cristãos, na busca da verdade.
REITORA
Débora Pinto Niquini
PRÓ-REITOR DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA
Ivan Rocha Neto
PRÓ-REITOR DE GRADUAÇÃO
Josephina Desounet Baiocchi
PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
José Romualdo Degasperi
PRÓ-REITOR DE ADMINISTRAÇÃO
Fernando Martins Aguiar
DIRETORA DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS
Maria Carmen Romcy de Carvalho
CHEFE DA EDITORA UNIVERSA
Elen Geraldes
REVISÃO
Jackeline Ferreira Barbosa
EDITORAÇÃO ELETRÔNICA E CAPA
Jeferson Sarmento F. de Lima
EDIÇÃO
Editora Universa
IMPRESSÃO
Gráfica Bandeirantes
M294 Manual para apresentação de monografias, dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
/ organizado por Leila Barros Cardoso Oliveira.
-- 2. ed. -- Brasília: Universa, 2004.
56 p. : il. xx cm
CDU 001.81
Ficha elaborada pela Divisão de Processamento do Acervo do SIBI.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA - UCB
Editora Universa - EPCT QS 7, lote 1 - Águas Claras
71966-700 - Taguatinga / DF
Tel: (61) 356 - 9157 - Fax: (61) 356 - 3010
E-mail: [email protected] - Home page: www.ucb.br
Sumário
Prefácio
1. Introdução
9
2. Definições
11
3. Estrutura
13
4. Apresentação gráfica
31
5. Publicação eletrônica na
Biblioteca Digital da UCB
33
Referências
Bibliográficas
35
APÊNDICE
39
NORMALIZAÇÃO DE
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABNT - NBR 6023/2002
Prefácio
A política de pesquisa da UCB, que vem sendo desenvolvida há algum
tempo - de expor sua produção científica à contínua avaliação externa ganha nova energia, com as possibilidades ensejadas pela Biblioteca Digital
de Teses e Dissertações (BDTD), do Instituto Brasileiro de Informação
em Ciência e Tecnologia (IBICT) rede de bibliotecas virtuais de teses e
dissertações, abrindo ainda mais o processo à dimensão mundial.
A evolução da pesquisa e da pós-graduação na UCB, com a
disponibilidade dos recursos oferecidos pelas tecnologias da informação
e comunicação (TIC), pode agora ser acompanhada de forma mais
sistemática. Amplia-se a rede de aprendizagem, mudando as práticas
de produção e consumo do fazer científico, conectando mais de uma
centena de universidades. A rede intensificará as relações entre grupos,
facilitando o intercâmbio de informações e conhecimentos, inserindo
a UCB no circuito de produção internacional. Abre-se mais ainda o
espaço de conversações entre docentes e estudantes, com foco na
produção do conhecimento.
Nesse contexto, o Sistema de Bibliotecas (SIBI) da UCB oferece
agora o serviço de apoio para produção e disseminação de teses e
dissertações via rede eletrônica, de acordo com os padrões internacionais
já estabelecidos.
Para sistematizar esse processo, introduzimos o “Manual para
Apresentação de Monografias, Dissertações e Teses da UCB”, a partir
das práticas dos seus programas de pós-graduação e pesquisa,
estabelecendo o padrão de produção a ser adotado pela Universidade.
Agradecemos a toda a equipe do SIBI, aos Comitês de Gestão e
de Implantação da BDTD e ao IBICT, pelo empenho e carinho com
que viabilizaram tal iniciativa.
PROF. DR. IVAN ROCHA NETO
PRÓ-REITOR DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DA UCB
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1. Introdução
Este manual tem por finalidade disciplinar a apresentação das
Monografias, Dissertações e Teses produzidas e defendidas na
Universidade Católica de Brasília. Destina-se a orientar os alunos de
Graduação e Pós-Graduação na elaboração dos textos de conclusão
dos respectivos cursos. Pretende também contribuir para a padronização
dos textos produzidos pela UCB, facilitando a recuperação do conteúdo
em arquivos digitais de texto completo.
O manual sugere algumas formas de diagramação do texto, seguindo
padrões utilizados em outras instituições para que o aluno tenha
alternativas de escolha de acordo com sua área de especialização.
Os itens de padronização foram baseados na norma NBR 14724, de
agosto de 2002 da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas,
que trata da Apresentação de Trabalhos Acadêmicos. Além desta norma
existem outras relacionadas que constituem prescrições para uso da norma
14724, como a NBR 6023 – Elaboração de Referências; NBR 6024 –
Numeração progressiva das seções de um documento; NBR 6027 –
Sumário; NBR 6028 – Resumos; NBR 6034 – Preparação de índice de
publicações; NBR 10520 – Apresentação de citações em documentos;
NBR 10522 – Abreviação na descrição bibliográfica; TB – 49 –
Terminologia de documentos técnico-científicos.
Os exemplos propostos são apresentados visando a facilitar a
visualização deste modelos. Desta maneira são apresentadas as
informações e recomendações necessárias para a melhor organização
do trabalho.
A questão da padronização dos trabalhos finais de cursos tem sido
motivo de discussão, e a importância da utilização de normas na
apresentação destes trabalhos nem sempre é vista de uma forma
tranqüila por parte dos docentes orientadores e alunos. Todavia, num
mundo globalizado e interativo como este, cada vez mais se observa a
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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necessidade desta padronização para efetivar intercâmbios e divulgação
dos trabalhos publicados nos sistemas internacionais, em especial nas
bibliotecas digitais.
Por outro lado, a padronização contribui para marcar a identidade
institucional por meio da produção científica gerada, fortalecendo a
imagem da universidade junto às comunidades onde circulam suas
publicações acadêmicas.
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Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
2. Definições
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Monografia – é o estudo minucioso que propõe esgotar um único
tema específico, bem delimitado. Este termo é utilizado para os trabalhos
finais de cursos de Graduação e de Programas de Especialização. As
monografias de cursos de Graduação também são denominadas
Trabalhos de Conclusão de Curso. Embora não se exija originalidade
do tema, este deve ser investigado em profundidade.
Dissertação – é o trabalho que apresenta o resultado de um estudo
sobre um tema bem delimitado, com o objetivo de analisar e interpretar
as informações obtidas por meio de uma pesquisa científica. Deve
evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a
capacidade de sistematização do aluno. É feita sob orientação de
pesquisador, visando à obtenção do título de Mestre.
Tese – é o trabalho que expõe o resultado de um estudo ou pesquisa
sobre um tema específico e bem delimitado. É elaborada a partir de
uma investigação original. É um dos requisitos para a obtenção do
título de Doutor e dos títulos acadêmicos de livre-docência1.
1
NBR - 14724.
Manual para apresentação de monografias,
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3. Estrutura
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A estrutura de um trabalho acadêmico compreende três partes
fundamentais, de acordo com a NBR 14724, que são os elementos
pré-textuais, textuais e pós-textuais. Estas partes são compostas dos
seguintes elementos:
• Elementos pré-textuais – Esta parte é composta por elementos
que antecedem o texto principal do trabalho: capa, folha de rosto,
ficha catalográfica, termo de aprovação, agradecimentos, citação,
dedicatória, resumo e palavras-chave, abstract, sumário, listas
(tabelas, figuras, etc.).
• Elementos textuais – Texto principal da monografia,
dissertação ou tese, composto por: apresentação, introdução,
desenvolvimento, conclusões e recomendações.
• Elementos pós-textuais – Parte composta pelas referências
bibliográficas, anexos, apêndices e índice(s).
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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Destes elementos os que são obrigatórios, de acordo com a NBR
14274, são: capa, folha de rosto, termo de aprovação, resumo, abstract,
sumário, os elementos textuais e referências bibliográficas. Os demais
são optativos, variando de acordo com a área e os temas abordados,
por exemplo, figuras, ilustrações, tabelas, apêndices, mapas e outros.
A disposição das informações dos elementos obrigatórios é a
seguinte:
ELEMENTOS
PRÉ-TEXTUAIS
Capa – é a cobertura que reveste o trabalho. O modelo de capa
adotado pela UCB é composto pelos elementos:
• Nome da instituição - Universidade Católica de Brasília
• Nome do programa de Pós-Graduação ou da Pró-Reitoria de
Graduação (para monografias de conclusão de curso)
• Natureza acadêmica do trabalho de conclusão de curso
(monografia, dissertação ou tese)
• Nome do curso no caso da Graduação e a Área de Concentração
no caso da Pós-Graduação
• Título principal do trabalho, que deve ser claro e preciso, se houver
subtítulo ele será colocado após o título principal seguido de
dois pontos ( : )
• Nome completo do autor
• Nome completo do orientador
• Local da instituição - Brasília
• Ano da defesa
As especificações do padrão gráfico da capa encontram-se no
Capítulo 4 - Apresentação gráfica
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MODELO - CAPA PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO
MODELO - CAPA PARA OS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO
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MODELO - CAPA PARA OS CURSOS DE MESTRADO
MODELO - CAPA PARA OS CURSOS DE DOUTORADO
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Folha de rosto – é a folha que apresenta os elementos essenciais à
identificação do trabalho.
• Nome do autor – o nome deve ser completo, aparecendo na
ordem direta
• Título principal do trabalho, seguido do subtítulo se houver
• Número de volumes, quando se tratar de mais de um
• Nota de monografia/dissertação/tese – consiste na explicitação
de que se trata o trabalho acadêmico, mencionando-se o nome
do curso de graduação ou pós-graduação e a unidade ao qual
foi apresentado e o grau pretendido e a área de concentração
• Nome do orientador, que deve suceder a informação da nota
de monografia, dissertação e tese
• Local
• Ano da defesa
• Ficha catalográfica – será colocada no verso da folha de rosto,
conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2).
Esta ficha será elaborada pelo Sistema de Bibliotecas - SIBI, no
caso das dissertações e teses. Para as monografias de Especialização
e Graduação a ficha catalográfica não é obrigatória.
MODELO - FICHA CATALOGRÁFICA
12,5 cm
F684
Fontoura, Humberto de Sousa.
Prevalência de lesões no pé, tornozelo, joelho e coluna vertebral
no iatismo / Humberto de Sousa Fontoura. -- Brasília, 2003.
xi, 93 f. : il. ; 30 cm.
Orientador: Ricardo Jacó de Oliveira
Dissertação (mestrado) - Universidade Católica de Brasília, 2003.
7,5 cm
1. Iatismo. 2. Lesões. I. Oliveira, Ricardo Jacó, orient. II. Título.
CDU 797.14:616-001.33
Ficha elaborada pela Divisão de Processamento do Acervo do SIBI – UCB.
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MODELO - FOLHA DE ROSTO
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Termo de aprovação - É item obrigatório, sendo colocado após a
folha de rosto, constando título, nome do orientador e dos membros
da banca examinadora, além do local e data da aprovação. As assinaturas
dos membros da banca examinadora são colocadas após a aprovação
do trabalho.
MODELO - TERMO DE APROVAÇÃO
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Dedicatória - Elemento opcional, no qual o autor dedica seu
trabalho a alguém ou presta uma homenagem. Deve ser transcrita na
parte inferior direita da página.
MODELO - DEDICATÓRIA
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Agradecimentos – Elemento opcional, que é a manifestação àqueles
que contribuíram de maneira relevante à elaboração do trabalho.
MODELO - AGRADECIMENTOS
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Epígrafe – Elemento opcional, onde o autor cita um pensamento
que, de certa forma, está relacionado com o tema tratado no trabalho.
Deve citar a autoria.
MODELO - EPÍGRAFE
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Resumo em português – Este elemento obrigatório deverá ser
constituído de uma apresentação concisa, feita pelo próprio autor, dos
pontos relevantes do conteúdo e das conclusões do trabalho. Será
redigido na terceira pessoa do singular e com o verbo na voz ativa.
Não deve ultrapassar a 500 palavras nas teses; e a 250, nas dissertações,
conforme a ABNT NBR 6028 que trata de resumos. Serão informadas
as palavras-chave do resumo.
MODELO - RESUMO
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Resumo na língua estrangeira - Elemento obrigatório que se localiza
na folha após o resumo. Consiste da versão do resumo em outro idioma
de divulgação internacional (Abstract - em inglês; Résumé - em francês;
Resumen - em castelhano) do resumo da monografia, dissertação ou
teses. Também devem ser incluídas as palavras-chave. Este resumo não é
obrigatório para as monografias de Especialização e Graduação.
MODELO - ABSTRACT
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
Sumário - Enumeração das principais divisões, seções e partes do
trabalho acompanhadas dos respectivos números das páginas. Havendo
mais de um volume, em cada um deve constar o sumário completo do
trabalho. Mais informações sobre a elaboração de um sumário podem ser
obtidas na norma da ABNT NBR 6027-Sumários. Sugere-se a utilização
da ferramenta Word para criação do sumário, de forma automática.
MODELO - SUMÁRIO
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Visualizando, assim, os elementos pré-textuais são apresentados:
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ELEMENTOS TEXTUAIS
Introdução - Parte inicial do texto em que deve constar a delimitação
do tema tratado, os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários
para situar o tema do trabalho. Aqui deve estar descrito, com clareza, o
campo ou assunto da monografia/dissertação/tese. Deve ter um texto
claro, breve e direto apresentando, mesmo que implicitamente, uma
proposta, uma pergunta, uma dúvida ou uma hipótese.
Desenvolvimento - Parte principal do texto que deve conter a
exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em partes
denominadas capítulos que variam em função da abordagem do tema
e do método de pesquisa utilizado. É a parte mais extensa do trabalho,
pois visa a comunicar os resultados da pesquisa e na qual devem ser
apresentados os métodos, as técnicas e os recursos utilizados pelo autor.
No desenvolvimento do texto podem ser apresentados tabelas,
gráficos e outros, de acordo com a natureza do trabalho. Porém, no caso
de tabela, deve-se considerar o que prevê a Norma de Apresentação
Tabular do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que
define tabela como “forma não discursiva de apresentar informações,
das quais o dado numérico se destaca como informação central”.
É importante também que seja apresentada uma revisão de literatura,
para dar sustentação ao assunto abordado, identificando as diversas
posições sobre o tema.
Conclusão - Parte final do texto, na qual são apresentadas as
conclusões correspondentes às hipóteses defendidas, devendo ser clara
e concisa. É a síntese do trabalho na qual o autor manifestará seu ponto
de vista sobre os resultados obtidos e alcance dos mesmos.
O trabalho acadêmico deve ser escrito em linguagem técnica, neutra,
concisa, devendo-se evitar palavras, expressões e frases que sejam
coloquiais. A clareza e a objetividade são itens essenciais nos trabalhos
acadêmicos. Deve caracterizar-se pela especificidade do tema e pela
profundidade no tratamento, devendo sempre se desenvolver sob a
coordenação de um orientador.
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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Os elementos textuais distribuem-se da seguinte maneira:
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Manual para apresentação de monografias,
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ELEMENTOS
PÓS-TEXTUAIS
Referências bibliográficas - Elemento obrigatório, elas são a
relação detalhada de todas as obras utilizadas para a elaboração do
trabalho. Devem ser apresentadas de acordo com a ABNT NBR 6023,
em ordem alfabética ou ordem numérica.
A ordem alfabética considera o sobrenome do autor e a data para
ordenar as referências.
A ordem numérica é utilizada quando adotado o sistema de citação
no texto. Neste caso, as referências são numeradas conforme seu
aparecimento no texto. Este sistema somente é sugerido quando o
número de referências é inferior a 100.
É importante ressaltar que todas as obras citadas no trabalho devem
figurar nas referências bibliográficas.
Maiores detalhes sobre Referências Bibliográficas, encontram-se no
Apêndice desse manual, incluindo exemplos e modelos.
Glossário - Elemento opcional. É uma lista em ordem alfabética
que fornece o significado de palavras ou expressões utilizadas no texto,
de acordo com a especialidade técnica.
Apêndices e Anexos - Elementos opcionais que são apresentados
no final do trabalho. Os apêndices são complemento ao texto como
continuidade da argumentação do autor. Os anexos são os documentos
não elaborados pelo autor, que servem de fundamentação para o texto
como ilustrações, mapas, estatutos, gráficos e outros.
Os apêndices e anexos devem ser identificados por letras maiúsculas
e seus títulos. Exemplo:
• APÊNDICE A
• ANEXO B
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
29
Os elementos pós-textuais são distribuídos, pela ordem, da seguinte
maneira:
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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4. Apresentação gráfica
Apresentação gráfica é a maneira de organizar física e visualmente
um trabalho. Aqui estão suas disposições, desde o formato do papel
até o espaçamento dado ao texto do trabalho.
Os textos das monografias, teses e dissertações devem ser
apresentados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7cm) digitados
em preto em disposição vertical.
Quando for necessária a utilização de ilustrações, fotografias, tabelas
e outros, em formato maior que A4, recomenda-se a utilização do
formato duplo dobrado ao meio. Não é permitida a apresentação de
páginas soltas ou encadernadas no volume.
Sobre a utilização das fontes na digitação das monografias, dissertações
e teses recomenda-se a fonte Times New Roman, corpo 12 e tamanho
menor para citações, notas de rodapé, paginação e legendas.
O trabalho deve apresentar as margens esquerda e superior de 3 cm;
e a direita e inferior, de 2 cm, além do que, o texto deve estar justificado.
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser
contadas seqüencialmente. Porém, a numeração é colocada a partir da
primeira folha da parte textual em algarismos arábicos, no canto superior
direito da folha.
O texto deverá ser digitado com espaço duplo.
Para evidenciar a forma de sistematização adotada no trabalho, devese adotar a numeração progressiva para as seções do texto, destacandose, gradativamente, os títulos das seções, com recursos de negrito, itálico
ou grifo, de acordo com a ABNT NBR - 6024.
As capas das monografias, dissertações e teses seguem o padrão de
editoração gráfica e possuem as seguintes especificações:
- Formato: 29,7 x 21 cm (fechado)
- Impressão em duas cores no papel AP-180 g/m2
- Plastificação fosca
- Tipografia: Copperplate Gothic Light e Cheltenhm BT
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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MODELO - APRESENTAÇÃO GRAFICA DA CAPA
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Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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5. Publicação eletrônica
na Biblioteca Digital da UCB
A Biblioteca Digital da UCB visa incorporar a produção científica
gerada originalmente em formato impresso ou em meio eletrônico,
devidamente autorizada para publicação pelos detentores do direito
de autor.
O processo de publicação da monografia, dissertação e tese eletrônica
(MDTE) se inicia após a defesa e aprovação pela banca examinadora.
Para publicar na Biblioteca Digital da UCB, o autor deverá entregar o
termo de autorização, disponível no endereço http://www.biblioteca.
ucb.br/bdigital.htm, preenchido e assinado na Secretaria do Curso
ou Programa. Assim que o termo de autorização for entregue, o autor
receberá via e-mail seu login e senha de acesso para submissão de sua
MDTE na Biblioteca Digital.
De posse do login e da senha, deve-se acessar o endereço acima
para entrar no sistema de publicação eletrônica e, no módulo Autor,
preencher os dados e anexar os arquivos da MDTE. Para que o sistema
aceite os arquivos, pelo menos um deles deverá estar no formato PDF
e protegido com senha. Os outros formatos recomendados são:
Caso seja necessário, o autor poderá utilizar o software Adobe Acrobat
Writer disponível nos laboratórios de atendimento, localizados na
Biblioteca Central e na Biblioteca de Pós-Graduação da UCB, para
realizar a conversão dos arquivos e protegê-los.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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Ao final desse processo, a MDTE será revisada pela Secretaria do
Curso ou Programa. Caso seja encontrado algum erro nos dados ou
arquivos inseridos, a Secretaria informará o autor através de e-mail
para que o mesmo possa corrigi-los. Esse fluxo entre Pós-Graduação
e autor ocorre até que a Pós-Graduação considere os dados e arquivos
da MDTE corretos.
Após a revisão dos dados pela Secretaria do Programa de PósGraduação e pela Biblioteca, a MDTE estará disponível para consulta
e/ou download no endereço http://www.bdtd.ucb.br/tede/
tde_busca/index.php ou http://bdtd.ibict.br/bdtd.
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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Referências
Bibliográficas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos:
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 6 p.
_______. NBR 6023: informação e documentação: referências:
elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24 p.
_______. NBR 10522: abreviação na descrição bibliográfica. Rio de
Janeiro: ABNT, 1988. 9p.
_______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um
documento. Rio de Janeiro: ABNT, 1982. 2p.
_______. NBR 10520: informação e documentação, apresentação de
citações em documentos. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p.
_______. NBR 6027: sumários. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. 2p.
_______. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro: ABNT, 1990. 3p.
_______. NBR 6034: preparação de índice de publicação. Rio de
Janeiro: ABNT, 1990. 3p.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 17. ed. São Paulo: Perpectiva,
2002. 170 p.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI:
o dicionário da língua portuguesa. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1999. 2128 p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas
de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 62 p.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
35
NAHUZ, Cecília dos Santos; FERREIRA, Lusimar S. Manual para
normalização de monografias. 3. ed. São Luís, 2002. 172p.
OLIVEIRA, Ricardo Jacó de. Manual para elaboração de
Dissertação ou Teses. 3. ed. Universa, 2002.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS.
Manual para elaboração e nor malização para trabalhos
acadêmicos. Campinas, 2002.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE
JANEIRO; Vice-Reitoria para Assuntos Acadêmicos. Pós-Graduação
PUC-Rio: normas para apresentação de teses e dissertações. Rio de
Janeiro, 2001 80 p.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE
DO SUL. Guia para apresentação de trabalhos acadêmico, teses
e dissertações. Disponível em: <http://www.pucrs.br/biblioteca/
trabalhosacademicos.htm>. Acesso em: 04 abr. 2003.
SILVA, Angela Maria; PINHEIRO, Maria Salete de Freitas; FREITAS,
Nara Eugênia de. Guia para normalização de trabalhos técnicocientíficos: projetos de pesquisa, monografias, dissertações e teses.
Uberlândia: UFU, 2003.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Diretrizes para apresentação
de teses e dissertações à USP: documento eletrônico ou impresso
(versão preliminar). Disponível em: <http://www.usp.br>. Acesso em:
mar. 2003.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Nor mas para
apresentação de trabalhos. 6. ed. Curitiba : UFPR , 1996.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL.
Normas para apresentação de monografias do Instituto de
Informática e do PPGC. Disponível em: <http://www.inf.ufrgs.br/
biblioteca>. Acesso em: 07 mar. 2003.
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Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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APÊNDICE
NORMALIZAÇÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABNT - NBR 6023/2002
ORGANIZADORAS
NIZE MARINHO RAMOS
NEIDE APARECIDA GOMES
NORMALIZAÇÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABNT - NBR 6023/2002
1. Introdução
A referência bibliográfica é o conjunto de elementos que possibilita
a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou
registrados em diversos tipos de materiais, tais como monografias (livros,
folhetos, separatas, dissertações e teses), periódicos (revistas e jornais) e
material audiovisual. As referências podem ser indicadas por:
- elementos essenciais: aqueles indispensáveis à identificação de
documentos. Estão estritamente vinculados ao suporte
documental e variam, portanto, conforme o tipo;
- elementos complementares: aqueles que, acrescentados aos
essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos
referenciados nas bibliografias, resumos ou recensões.
Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio
documento. Quando isso não for possível, utilizar outras fontes de
informação, indicando-se os dados assim obtidos entre colchetes.
As especificações a seguir identificam os elementos das referências
bibliográficas e estabelecem uma ordem ou seqüência padronizada para
sua apresentação.
2. Regras Gerais
As referências bibliográficas são alinhadas somente à margem
esquerda e de forma a se identificar individualmente cada documento.
Os elementos essenciais e complementares da referência devem ser
apresentados em seqüência padronizada.
As referências bibliográficas podem aparecer:
a) em nota de rodapé;
b) em lista bibliográfica (ao final do texto);
c) em lista de referências;
d) antecedendo resumos, resenhas e recensões.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
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As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser
ordenadas de acordo com o sistema utilizado para citação no texto
(conforme NBR 10520). Os mais utilizados em trabalhos técnicos e
científicos são o numérico (ordem de citação no texto) e o alfabético
(sistema autor-data).
2.1 Sistema numérico
Se for utilizado o sistema numérico no texto, as referências devem
seguir a mesma ordem numérica crescente. Exemplo:
Na lista:
1 WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
São Paulo: Pioneira, 1999. p. 129.
2 GALBRAITH, John K. A economia ao alcance de quase todos.
São Paulo: Pioneira, 1980. p.83.
No texto:
... à organização social “orgânica”, do tipo fiscal-monopolista,
adotada pelo anglicanismo sob Stuarts, notadamente nas concepções
de Laud¹ , ou seja, a essa ligação do Estado e da igreja com os...
...a maioria dos economistas achava que a política monetária podia
ser uma força decisiva na regulamentação²...
2.2 Sistema alfabético
Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas
no final do capítulo, do artigo, ou do trabalho, em uma única ordem
alfabética. As chamadas no texto devem obedecer à forma adotada na
referência. A lista organizada segundo o sistema alfabético não deve
ser numerada. Exemplo:
Na lista:
GALBRAITH, John K. A economia ao alcance de quase todos.
São Paulo: Pioneira, 1980. p. 83.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo.
São Paulo: Pioneira, 1999. p. 129.
40
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
No texto:
... à organização social “orgânica”, do tipo fiscal-monopolista,
adotada pelo anglicanismo sob Stuarts, notadamente nas concepções
de Laud (WEBER, 1999, p.129) , ou seja, a essa ligação do Estado e da
igreja com os...
...a maioria dos economistas achava que a política monetária podia
ser uma força decisiva na regulamentação (GALBRAITH, 1980, p. 83) ...
Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras
referenciadas sucessivamente pode(m) ser substituído(s), nas referências
seguintes à primeira, por um traço e ponto (traço equivalente a 6 espaços).
Exemplo:
AMADO, Jorge. Capitães de areia. Rio de Janeiro: Record, 1991.
233 p.
______. Gabriela cravo e canela. São Paulo: Martins, 1958. 453 p.
Além do nome do autor, o título de várias edições de um
documento referenciado sucessivamente também pode ser substituído
por um traço nas referências seguintes à primeira (conforme citado
acima). Exemplo:
MACHADO, Dyonelio. Os ratos. 6.ed. São Paulo: Ática, 1974.
144 p.
______.______. 13.ed. São Paulo: Bels, 1999. 161 p.
2.3. Pontuação
A pontuação deve seguir os padrões internacionais e deve ser
uniforme para todas as referências, ou seja, nenhum espaço antes e
sempre um espaço depois de qualquer tipo de pontuação (seja vírgula,
dois pontos, ponto final, de interrogação ou exclamação).
3. Transcrição dos Elementos
3.1 Autoria
A entrada é feita pelo último sobrenome do(s) autor(es) em letras
maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s)
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
41
ou não. Devem ser observadas, em todos os casos, as considerações
abaixo:
a) tratando-se de autores de nome em língua espanhola, a entrada é
feita pelo penúltimo sobrenome (MENENDEZ PIDAL, Ramón);
b) acompanham o último sobrenome os distintivos como “Júnior”,
“Filho”, “Neto” (SILVA NETO, José Luiz; BARROS FILHO,
Edson.);
c) sendo composto o último sobrenome, a entrada será feita pela
expressão composta (ESPIRITO SANTO, Pedro; MONTE
ALEGRE, José; LEVI-STRAUSS, Claude).
d) sobrenomes estrangeiros com prefixos (O’CONNOR, Rode)
3.1.1 Até 3 (três) autores pessoais
Os nomes de um e outro autor (até no máximo 3) devem ser
separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço. Exemplos:
SOMMER, Bobbe; FALSTEIN, Mark. Renove sua vida: a
valorização da auto-imagem para uma vida melhor no século 21.
São Paulo: Summus, 1997. 332 p.
CORDANI, Umberto Giuseppe; MARCOVITCH, Jacques;
SALATI, Eneas. Rio 92: cinco anos depois. São Paulo: Academia
Brasileira de Ciências, 1997. 307 p.
3.1.2 Mais de 3 (três) autores pessoais
Menciona-se o primeiro seguido da expressão “et al.” Exemplo:
COSTA, João Henrique et al.
3.1.3 Organizador, compilador, coordenador
Quando não há autor e sim um responsável intelectual, entra-se por
este responsável seguido das abreviações (Org., Comp. ou Coord.), o
que caracteriza o tipo de responsabilidade entre parênteses. Exemplo:
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). A formação do
professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira, 1988. 136 p.
42
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
3.1.4 Autor/Entidade
As obras de responsabilidade de entidade (aqui entendidas num
sentido mais amplo como sendo órgãos governamentais, empresas,
associações, congressos, seminários (eventos em geral) têm entrada pelo
seu próprio nome, por extenso. Exemplos:
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. Código de ética.
Brasília, 1998.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA. Catálogo de teses
da Universidade Católica de Brasília, 1999. Brasília, 2000. 390 p.
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E
DOCUMENTAÇÃO, 19., 2000, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre:
Associação dos Bibliotecários do Rio Grande do Sul, 2000. 2 v.
Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é
precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição
geográfica à qual pertence. Por exemplo, uma obra da Secretaria da
Fazenda precisa ser precedida do nome do Estado à qual pertence,
pois praticamente todos os estados possuem uma Secretaria da Fazenda
e a obra poderia ser de qualquer uma delas. O mesmo exemplo serve
para um Ministério que poderá ser de quaisquer países. Exemplos:
RIO GRANDE DO NORTE. Secretaria da Fazenda. Diretrizes
para uma política econômica no estado. Natal, 1987.
BRASIL. Ministério da Educação. Relatório de atividades. Brasília,
1975.
Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma
denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente
pelo seu nome. Deve-se acrescentar a unidade geográfica apenas quando
for essencial para sua identificação.
Exemplos:
BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da diretoria geral:
1999. Rio de Janeiro, 1985.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
43
- Neste caso a biblioteca poderia ser a de outro país, portanto a
inclusão da unidade geográfica é indispensável.
3.2 Título e subtítulo
O título deve ser reproduzido tal como figura no documento,
devendo ser destacado usando-se ou o negrito, ou o itálico ou o grifo
(não usar mais de uma forma ao mesmo tempo). Letras maiúsculas só
são usadas na inicial da primeira palavra e em nomes próprios.
O subtítulo deve ser transcrito após o título, somente quando
necessário para esclarecer e completar o título (não é obrigatório), sem
qualquer tipo de destaque (grifo, itálico ou negrito), precedido de dois
pontos e espaço. Exemplo:
SOMMER, Bobbe; FALSTEIN, Mark. Renove sua vida: a
valorização da auto-imagem para uma vida melhor no século 21.
São Paulo: Summus, 1997. 332 p.
3.3 Edição
Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser feita usandose as abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra “edição”, ambas
na forma adotada na língua do documento. Exemplo:
MACHADO, Dyonélio. Os ratos. 6. ed. São Paulo: Ática, 1974. 144 p.
REICHL, Louis E. A modern course in statistical physics. 2nd.
ed. New York: John Wiley, 1997. 822 p.
3.4 Imprenta
3.4.1 Local
Quando houver mais de um local para uma mesma editora, indicase o primeiro ou o mais destacado.
Quando o local não aparece no documento, mas pode ser
identificado, indica-se entre colchetes. Exemplo:
44
Manual para apresentação de monografias,
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HERKENHOFF, João Baptista. Para gostar do direito. [São
Paulo]: Acadêmica, 1995. 94 p.
Quando não for possível determinar o local, utiliza-se a expressão
sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l.]. (OBS: a letra “S” deverá ser em
caixa alta). Exemplo:
BIENFAIT, Marcel. As bases da fisiologia da terapia manual.
[S.l]: Summus, 2000. 207 p.
3.4.2 Editora
O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento,
abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a
natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para
identificação. Por exemplo: Para “Editora Atlas” usar apenas “Atlas”;
para “Livraria José Olympio Editora” usar apenas “J. Olympio”.
Quando houver mais de uma editora indica-se a que vier com maior
destaque na página de rosto, ou a que vier primeiro, se estiverem com
igual destaque.
Quando não for possível identificar a editora, usa-se a expressão
sine nomine, abreviada entre colchetes [s.n.] (tudo em caixa baixa).
Exemplo:
LINDEN, Wilhelm Zur. A criança saudável: nascimento e infância.
São Paulo: [s.n.], 1980. 234 p.
3.4.3 Data
A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.
Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve
ser indicada uma data, seja da publicação, seja da impressão, do
copirraite ou outra. Se nenhuma dessas datas puder ser determinada,
registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado:
[1982 ou 1983]
um ano ou outro
[1971?]
data provável
[1999]
data certa, mas não indicada no documento
[entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
45
[ca.1970]
[197-]
[197-?]
[19—]
[19—?]
data aproximada
década certa
década provável
século certo
século provável
Em caso de publicação periódica, os meses devem ser indicados de
forma abreviada, no idioma original da publicação. Não se abreviam
palavras com quatro ou menos letras.
Se em lugar dos meses, a publicação indicar as estações do ano,
transcrevem-se tais como figuram. Exemplo:
FIGUEIREDO, E. Canadá e Antilhas: línguas populares, oralidade
e literatura. Gragoatá, Niterói, n. 1, p. 127-136, primavera 1998.
Se a publicação indicar subdivisões do ano (bimestre, semestre, etc),
transcrevem-se abreviadas. Exemplo:
SILVA, Mariza Vieira da. Alfabetização: sujeito e exclusão. Universa,
Brasília, v. 8, n. 2, p. 361-368, 2. sem. 1996.
3.5Descrição Física
Deve-se registrar o número da última página, folha ou coluna de
cada seqüência, respeitando-se a forma encontrada (letras, algarismos
romanos e arábicos). Exemplo:
CORDANI, Umberto Giuseppe. Rio 92: cinco anos depois. São
Paulo: Academia Brasileira de Ciências, 1997. viii, 236 p.
Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física,
ou seja, um volume, deve-se indicar o número total de páginas ou
folhas seguido da abreviatura “p” ou “f ”.
OBS.: A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns
trabalhos, como teses e dissertações, são impressos apenas no anverso
e, neste caso, indica-se “f ”. Exemplo:
MONTEIRO, Jane Marília Benigno. A educação pública de
Brasília na década de 60. 1998. 131 f. Dissertação (mestrado) –
Universidade Católica de Brasília, Brasília.
46
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Se o documento tiver sido publicado em mais de um volume, indicase a quantidade de volumes, seguida da abreviatura “v.” Exemplo:
TOURINHO FILHO, F. C. Processo penal. 16. ed. rev. e atual.
São Paulo: Saraiva, 1994. 4 v.
Quando se referenciar parte de uma publicação (como capítulo de
livro ou um artigo de periódico, por exemplo) deve-se mencionar os
números das páginas inicial e final, precedidos da abreviatura “p.”
Exemplos:
TAJRA, Sanmya Feitosa. Um pouco de história da política da
informática educativa no Brasil. In: ______. Informática na
educação. São Paulo: Érica, 2000. p. 11-14.
TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex, Brasília,
DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev. 1997.
4. Modelos De Referências Bibliográficas
4.1 Monografias
4.1.1 Consideradas no todo
4.1.1.1 Com autoria
BASSO, Maximino. A atividade filosófica: o pensamento grego a
partir de Sócrates. Brasília: Universa, [199-]. 63 p.
4.1.1.1.1 Teses e dissertações
ALMEIDA, Sidney Marinet Guedes de. O vandalismo na escola
e a dinâmica curricular. Brasília, 1999. 209 f. Dissertação (Mestrado
em Educação) – Universidade Católica de Brasília, Brasília, 1999.
4.1.1.2 Sem autoria
As monografias no todo sem autoria têm a sua entrada pelo título
com a primeira palavra em maiúscula. Exemplo:
ENCICLOPÉDIA Mirador Internacional.
Encyclopaedia Britannica, 1993. 20 v.
São
Paulo:
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
47
4.1.2 Consideradas em parte
4.1.2.1 Parte com autoria própria
Capítulos de livro, volumes, páginas, coleções, etc, com autoria
própria, ou seja, quando o autor da parte é diferente do autor da obra
como um todo.
BORSOI, Izabel Cristina Ferreira. A saúde da mulher trabalhadora.
In: CODO, Wanderley; SAMPAIO, José Jackson Coelho (Org.).
Sofrimento psíquico nas organizações. Rio de Janeiro: Vozes,
1995. p. 115-126.
4.1.2.2 Parte sem autoria própria
Capítulo de livro, páginas, volumes de coleção, etc, sem autoria
própria, ou seja, quando o autor da parte é o mesmo autor do todo.
BOGGS, James. Ação e pensamento. São Paulo: Brasiliense, 1969.3
v. v. 3: A revolução americana.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Um pouco de história da política da
informática educativa no Brasil. In: ______. Informática na
educação. São Paulo: Érica, 2000. p. 11-14.
4.2 Publicações periódicas
Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista,
volume de uma série, número de jornal, caderno, etc, na íntegra e a
matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico
(artigos científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções,
reportagens, etc).
4.2.1 Consideradas no todo
UNIVERSA. Brasília: Universa, v. 1, n. 1, out. 1996 –. Trimestral.
OBS: o travessão após a data indica que a publicação é corrente.
Para periódicos encerrados, deve-se colocar a data de quando saiu o
último número. Exemplo:
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BOLETIM BIBLIOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978.
Trimestral.
4.2.2 Consideradas em parte
4.2.2.1 Fascículos e suplementos
AMERICAN HEART JOURNAL. St. Louis: Mosby Year Book,
v. 133, n. 6, jun. 1997. 56 p. Edição especial.
4.2.2.2 Artigo e/ou matéria de um periódico
SILVA, Mariza Vieira da. Alfabetização: sujeito e exclusão. Universa,
Brasília, v. 8, n. 2, p. 361-368, jun. 2000.
4.2.2.3 Artigo e/ou matéria de um jornal
REZENDE, Humberto. O jornal dentro da escola. Correio
Braziliense, Brasília, 25 ago. 2000. Caderno 1, Educação, p. 12,
coluna 1.
OBS.: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do
artigo ou matéria precede a data. Exemplo:
LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil,
Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999.
4.3 Publicações de Eventos
4.3.1 Consideradas no todo
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES,
13., 1995, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1995.
655 p.
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE
QUÍMICA, 20., 1997, Poços de Caldas. Química: academia,
indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira
de Química, 1997. 45 p.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
49
4.3.2 Consideradas em parte
BRAYNER, A. R.; MEDEIROS, Carlos B. Incorporação em SGBD
orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO
DE DADOS, 9., 1994, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, 1994.
p. 16-29.
4.4 Documentos jurídicos
BRASIL. Decreto-lei n. 2423, de 7 de abril de 1988. Estabelece
critérios para pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias
aos titulares de cargos e empregos da administração Federal direta e
autárquica. Diário Oficial da União, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009,
8 abr. 1988. Seção 1, pt. 1.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República
Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1990. 210 p.
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de
1998. Dispõe sobre a desativação de unidades administrativas de
órgãos da administração direta e das autarquias do Estado e dá
outras providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e
jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 3, p. 217-220, 1998.
BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e
índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
4.5 Outros materiais especiais (fita de vídeo, fotografia, mapa,
pintura, partitura, etc)
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de
Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo:
CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, son., color.
KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fot., color. 16
cm x 56 cm.
MATTOS, M. Dionísio. Paisagem-Quatro Barras. 1987. 1 original
de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular.
50
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
BRASIL e parte da América da Sul: mapa político, escolar, rodoviário,
turístico e regional. São Paulo: Michalany, 1981. 1 mapa, color., 79
cm x 95 cm. Escala 1:600.000.
BARTÓK, B. O mandarim maravilhoso: op. 19. Wien: Universal,
1952. 1 partitura (73 p.). Orquestra.
5. Documentos Eletrônicos
Documento Eletrônico: documento existente em formato eletrônico
acessível via computador. (ISO 690-2:1997).
5.1 Monografias
AUTOR. Título: subtítulo (da parte e/ou da obra como um todo),
dados de edição, dados da publicação (local: editor, data), informações
relativas à descrição física do meio ou suporte.
5.1.1 Consideradas no todo
CALDEIRA, Jorge et al. Viagem pela história do Brasil. São
Paulo: Companhia das Letras, 1997. 1 CD-ROM.
KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário
digital 98. Direção geral de André Koogan Breikmam. São Paulo:
Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM. Produzida por Videolar
Multimídia.
5.1.2 Consideradas em parte
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e
organizações ambientais em matéria de meio ambiente. In: ______.
Entendendo o meio ambiente. São Paulo, 1999. v. 1. Disponível
em: <http://www.bdt.fat.org.br/sma/entendendo/indic1.htm>.
Acesso em: 13 jan. 2003.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
51
5.2 Publicações periódicas
5.2.1 Consideradas no todo
REVISTA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. Brasília:
Brasília Jurídica, 1997- Mensal. 1 CD-ROM. Ementário da
Jurisprudência do STJ.
5.2.2 Consideradas em parte
KELLY, Ross. Electronic publishing at APS: its not just online
journalism. APS News Online, Los Angeles, nov. 1996. Disponível
em: <http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso
em: 13 jan. 2003.
SILVA, I. G. Pena de morte para o nascituro. O Estado de São
Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em: <http://
www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm>. Acesso em:
13 jan. 2003.
5.3 Publicações de eventos
5.3.1 Consideradas no todo
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4.,
1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPE, 1996. Disponível
em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em:
13 jan. 2003.
5.3.2 Consideradas em parte
LIMA NETO, Newton. A Universidade e os trabalhadores. In:
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O
PROGRESSO DA CIÊNCIA, 49, 1997, Belo Horizonte. Anais...
Belo Horizonte: Videolar, 1991. 1 CD-ROM.
SABROZA, P. C. Globalização e saúde : impacto nos perfis
epidemiológicos das populações. In: CONGRESSO BRASILEIRO
DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998, Rio de Janeiro. Anais eletrônicos...
Rio de Janeiro: ABRASC, 1998. Mesa-redonda. Disponível em: <http:/
/www.abrasco.com.br/epiri098>. Acesso em: 14 jan. 2003.
52
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
5.4 Bases de dados
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de
Ciência e Tecnologia. Mapas. Curitiba, 1997. Base de dados em
microisis, versão 3.7.
5.5 Bancos de dados
BIRDS from Amapá: banco de dados. Disponível em: <http://
www.bdt.org.br/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 14 jan. 2003.
ÁCAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis): banco de dados
preparado por Carlos H. W. Flechtmann. In: FUNDAÇÃO TROPICAL
DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO”.
Bases de Dados Tropical: no ar desde 1985. Disponível em: <http:/
/www.bdt. org/bdt/acarosp>. Acesso em: 14 jan. 2003.
5.6 Disquetes
JOHNSTON, Jack, DINARCO, John. Econometric methods.
4th. New York: McGraw-Hill, 1997. Disquete. 1 disquete de 31/2.
Para uso em PC.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central.
Normas.doc. normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 7
mar. 1998. 5 disquetes, 3½ pol. Word for Windows 7.0
5.7 Programas de computador
MICROSOFT Project for Windows 95, version 4.1: project planning
software. [S.l.]: Microsoft Corporation, 1995. Conjunto de
programas. 1 CD-ROM.
5.8 Página WEB (home page)
CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. Marinho. Desenvolvido
pela Pontifícia Universidade Católica de MInas Gerais, 1995-1998.
Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades.
Disponível em: <http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>.
Acesso em: 14 jan. 2003.
Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
53
BURKA, Lauren P. “A Hypertext history of Multi-User Dimensions.”
MUD history, May 1998, Disponível em: <http://
www.ccs.neu.edu/home/1pd/mud-history.html>. Acesso em: 14
jan. 2003.
5.9 Lista de discussão
BIOLINE Discussion List. List maintained by the Bases de Dados
Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <[email protected]>.
Acesso em: 14 jan. 2003.
5.10 Correio eletrônico (E-mail)
RESENDE, Jane Costa. Envio de teses. Mensagem recebida por
<[email protected]> em 14 jan. 2003.
ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal].
Mensagem recebida por <[email protected]> em 26 jan. 2000.
6. Sugestão de Referências Bibliográficas de Documentos Não
Previstos Na Nbr 6023
6.1 Verbete de obras de referência (Enciclopédias e dicionários)
Verbete. In: Título da obra de referência. Edição. Local de
Publicação: Editora, ano de publicação. página(s) do verbete. Notas.
Exemplo
Iluminura. In: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo
Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 2.ed. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 1986. p. 917.
6.2 Anais de congresso publicado em periódico
AUTOR do artigo.Título do artigo.Título do periódico, Local de
publicação, n. do volume, n. do fascículo, página inicial e final, ano
de publicação. Nota indicando em qual evento foi apresentado.
OBS: Quando o trabalho é apresentado em eventos simultâneos,
indicar os dois títulos separados por ponto e vírgula.
54
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
Exemplo
CASTELLARIN, Cassio. Avaliação de um serviço de reabilitação
de doentes psíquicos socialmente crônicos. Revista de Psiquiatria
do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. 7, n. 3, p. 199-214, 1986.
Trabalho apresentado no Encontro de Serviços de Internação
Psiquiátrica do Estado do Rio Grande do Sul, 1; Semana de Estudos
do Hospital Psiquiátrico São Pedro, 2, 1985, Porto Alegre.
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dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília
55
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Manual para apresentacao trabalhos academicos