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19.9.06 > ano 4 > nº 173
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u m a p u b l i c a ç ã o s e m a n a l da Plano Editorial
: : financiamento
: : incentivos - I
O Funttel já tem
uma nova política
Cresce a oferta de capital de risco
para apoio a empresas inovadoras
O Fundo para o Desenvolvimento das
Telecomunicações (Funttel) já tem uma
nova política, que vai mudar radicalmente
a forma de o fundo operar. A proposta
foi apresentada, na semana passada,
pelo presidente do Conselho Gestor do
Fundo, Roberto Pinto Martins, aos demais
conselheiros que têm até o final desta
semana para aprová-la. A idéia central é
estabelecer prioridades para a concessão
das linhas de financiamento de forma a
refletir as políticas públicas do governo.
Entre as áreas prioritárias poderão estar a
universalização da banda larga, WiMax,
TV digital e semicondutores. Outra idéia
é buscar uma forma de articulação
com os demais fundos setoriais para o
desenvolvimento de ações conjuntas.
Técnicos do governo constataram
que muitos projetos que passam hoje
para análise do CATI, o comitê de
assessoramento técnico do MCT, têm
componentes tanto das áreas de TI
quanto de telecom. Em março, o comitê
chegou a articular uma proposta conjunta
com o Funttel na área de TV digital. Outro
aspecto é que tanto o Funttel quanto
os fundos setorias do MCT têm a Finep
como agente financeiro.
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Diretor Responsável: Wilson Moherdaui (MT 10.821)
A indústria de venture capital no país
deve ganhar novo fôlego até o final
do ano. A Finep está estruturando
11 novos fundos de capital de risco
para investimento em empresas
inovadoras com recursos superiores
a R$ 360 milhões. Os fundos são
de dois programas diferentes
da agência. O mais recente é
o Inovar Semente, lançado no
final de 2005 e que recebeu, até
31 de julho, 14 propostas para
criação de fundos. Dessas, sete
foram selecionadas esta semana
e serão avaliadas por uma banca
no próximo dia 5. Os selecionados
foram Minas Biotecnologia, Confir,
Petic, Rotatec, Valetec, SC e
Phebas Energy One. Cada fundo
terá entre R$ 10 e R$ 12 milhões
para investimento em empresas
nascentes de base tecnológica
ainda sem faturamento ou com
receitas de até R$ 2,1 milhões. A
Finep entra com 40% dos recursos,
20% são dos proponentes dos
fundos e 40% serão captados juntos
a outros investidores privados ou
investidores regionais. A expectativa
é que esses fundos comecem
a operar até o final do ano. O
segundo programa é a Incubadora
de Fundos Inovar, que já conta
com seis fundos em operação e
está selecionando mais quatro este
mês. O programa é apoiado pelo
Fundo Multilateral de Investimentos
do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (Fumin/BID),
Sebrae, BB Investimentos, Bovespa
e os fundos de pensão Petros, Previ,
Funcef e Fapes. Desde a criação do
Programa já foram investidos R$ 600
milhões em 47 empresas inovadoras
e dos seis fundos já formados desde
2002, três – Rio Bravo Investech,
CRP VI e Novarum – ainda estão em
período de investimento.
: : incentivos - II
O setor ganha apoio dos fundos de pensão
Além desses recursos o mercado
terá, até o final do ano, mais quatro
fundos entre R$ 60 milhões e R$ 100
milhões cada um, recém-aprovados:
Stratus VC III, Fundotec II, Fipac e
VC. Nesse caso são elegíveis para
receber aportes do Inovar empresas
já operacionais com faturamento até
R$ 100 milhões. O mais animador,
porém, é a disposição dos fundos
de pensão em apoiar os fundos de
venture capital. Segundo Eduardo
Costa, superintendente da área de
pequenas empresas inovadoras da
Finep, somente o Petros anunciou
que vai reservar 0,5% de seus
investimentos para venture capital.
O fundo tem um patrimônio de
R$ 30 bilhões, o que daria uma
disponibilidade de R$ 150 milhões.
Previ e Funcef, que entraram depois
da Petros no Inovar, também estão
com estratégias consistentes para
capital de risco.
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19.9.06
> ano 4
> nº 173
: : computador para todos
O hardware
poderá mudar
O programa Computador Para Todos
está sendo revisto. Uma comissão
formada por representantes da
assessoria especial da Presidência
da República, Secretaria de Política
de Informática do Ministério da
Ciência e Tecnologia, Serpro,
Instituto Nacional de Tecnologia da
Informação, Secretaria de Logística
e Tecnologia da Informação e Cobra
analisa sugestões enviadas pelas 47
empresas cadastradas no programa
para modificar o equipamento. De
acordo com José Luiz de Aquino,
assessor especial da Presidência da
República, o hardware poderá sofrer
alterações, desde que haja consenso
entre os fornecedores e não se
reduza a configuração atual. Para
o assessor é possível que, com a
revisão, o preço caia e a capacidade
aumente. “No modelo atual, por
exemplo, a memória é de 128 bits,
cuja produção é mais cara do que
a de 256 bits”, comenta Aquino. A
comissão irá anunciar o resultado
dessa avaliação em meados de
outubro.
: : inclusão digital
O MEC discute laptop
com pesquisadores
O Ministério da Educação reúne
amanhã especialistas do ProInfo,
da Fundação Certi e do Laboratório
de Sistemas Integráveis (LSI) da
Universidade de São Paulo, em
Brasília, para discutir um programa
educacional para o laptop de US$
100. Os pesquisadores vão avaliar o
impacto dos dispositivos móveis e da
conectividade na sala de aula. Segundo
Roseli de Deus Lopes, pesquisadora
do LSI/USP, a inclusão dos laptops
como ferramenta de ensino é muito
mais profunda do que a questão da
configuração e validação do hardware
idealizado pelo MIT. “Os professores
e os alunos precisam ser preparados,
gradualmente, para absorver a nova
realidade”, avalia Roseli. A partir de
outubro serão realizados alguns testes,
que vão nortear o desenvolvimento
de metodologias de um projeto-piloto,
programado para o ano que vem.
: : política pública
A avaliação de portais
será institucionalizada
A Secretaria de Logística e Tecnologia
da Informação (SLTI) do Ministério do
Planejamento vai avaliar anualmente
os serviços oferecidos pelos portais
dos governos. Segundo Patrícia Pessi,
diretora do departamento de Governo
Eletrônico, a SLTI já está formatando
a pesquisa do próximo ano. “Tivemos
muitas adesões e talvez o número
de portais avaliados seja ampliado”,
informa. Uma novidade prevista para
a próxima edição será o envio dos
resultados diretamente para o gestor
público. “Eles receberão uma análise
de desempenho e recomendações
para elevar o nível de qualidade”.
Para evitar que uma possível troca
de administração interrompa os
levantamentos, a SLTI está estudando
uma forma de regulamentar a pesquisa.
“A idéia é garantir que os serviços
públicos oferecidos ao cidadão, e
disponíveis na Internet, continuem
sendo avaliados, independente das
mudanças na gestão”, afirma. A
primeira pesquisa, em caráter piloto,
foi realizada no primeiro semestre e
avaliou, sob o ponto de vista dos direitos
e obrigações do cidadão, os serviços
disponíveis em 21 portais — municipais,
estaduais e federais. Foram utilizados
sete indicadores de qualidade: nível
de maturidade dos serviços, facilidade
de uso, confiabilidade, comunicação,
orientação social, transparência e
multiplicidade de canais (distribuição do
serviço por web, celular e quiosques).
: : licitações
Bens e serviços: 47,3% das
compras são por pregão.
Dos R$ 5,6 bilhões gastos pelo
governo federal com compras
de bens e serviços, no primeiro
semestre, 47,3% (R$ 2,6 bilhões)
foram adquiridos por pregão
eletrônico, gerando uma economia
de R$ 637,8 milhões. Para calcular a
economia, a Secretaria de Logística
e Tecnologia da Informação do
Ministério do Planejamento considera
o preço de referência (preço máximo
aceito pela administração), e o
valor efetivamente pago. Segundo
levantamento da SLTI, em número de
processos, houve um crescimento
de 482% no pregão eletrônico, no
último ano. Foram realizados, entre
janeiro e julho, 8.986 procedimentos
eletrônicos de compra.
: : municípios
A Abemtic terá
estrutura regional
A Abentic (Associação Brasileira das
Entidades Municipais de Tecnologia
da Informação e Comunicação)
está revendo o modelo e pretende
adotar uma nova estrutura, com
sedes regionais, a exemplo do
funcionamento de entidades como
a Assespro e a Sucesu. Segundo
o presidente da Associação,
André Kulczynski — presidente
também da Procempa, de Porto
Alegre —, a intenção é que esse
modelo aproxime a Abentic dos
municípios, identificando suas reais
necessidades. De acordo com
Kulczynski, a medida também deve
estimular o aumento de adesões. A
proposta de regionalização deverá
ser apresentada aos diretores
da entidade ainda esta semana.
“Em conversas extraoficiais os
diretores se mostraram favoráveis à
regionalização”, adianta.
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19.9.06
> ano 4
> nº 173
: : financiamento
Goiânia desiste
do PNAF-M
A vinculação dos empréstimos do
Programa Nacional de Apoio à Gestão
Administrativa (PNAF-M) ao dólar está
reduzindo a demanda pela linha de
financiamento do Banco Interamericano
de Desenvolvimento (BID), que já
prepara uma revisão desse critério
para futuros programas. Um exemplo
é a prefeitura de Goiânia que, no ano
passado, obteve um financiamento de
R$ 21 milhões (sendo R$ 6 milhões de
sua contrapartida), mas desistiu de usar
os recursos por causa do risco cambial.
Segundo Cesar Augusto Marques de
Souza, diretor técnico da Comdata, a
empresa de processamento de dados
do município, os recursos seriam usados
para um projeto de geoprocessamento,
para o desenvolvimento do novo
sistema de recursos humanos, para
o recadastramento imobiliário e para
a modernização das agências de
atendimento. Alguns desses projetos
estão sendo conduzidos com recursos
próprios, mas o município ainda espera
encontrar outras fontes de financiamento.
: : modernização - I
São Carlos
inova com ASP ...
A prefeitura de São Carlos está
contratando um novo sistema de
gestão administrativa. A concorrência
está em curso e é avaliada em R$
1,5 mihão. O contrato, de um ano,
inclui implementação, serviços de
desenvolvimento e manutenção. A
inovação, segundo Ronaldo Abrão, diretor
de TI, é o modelo de contrato formatado
em ASP (application service provider), em
que o fornecedor hospeda e garante a
concectividade e operação dos sistemas.
“O modelo é flexível e isenta a prefeitura
de investir em infra-estrutura, a parte
mais cara do projeto”, comenta Abrão.
O município já vinha utilizando o modelo
em uma solução da Sisp Technology,
integrada pela Conectiva/Mandriva. Ao
todo, o fornecedor deverá prover cerca de
14 sistemas, que atenderão as Secretarias
de Fazenda, Saúde, Cidadania, Recursos
Humanos e Planejamento e Gestão.
Abrão destaca que os sistemas de saúde
(protocolo, tramitação de processo
e prontuário eletrônico) e cidadania
(controlde de cadastro de bolsas-auxílio e
isenção de IPTU) são novos. “Essas duas
áreas têm demanda crescente e precisam
ser modernizadas para atender melhor
o cidadão”, conclui. O novo sistema
também vai atender quatro autarquias
municipais: Fundação Educacional São
Carlos, Pró-Memória de São Carlos, Fundo
Municipal de Saúde e Prohab (Programa
de Habitação Popular). A expectativa do
diretor de TI é que a contratação seja
efetuada até o final do ano.
: : modernização - II
... e se prepara para
participar da RNP.
Ao mesmo tempo em que moderniza a
administração e a gestão, São Carlos
aguarda a aprovação de projeto do
Ministério da Ciência e Tecnologia
para a construção de um anel óptico
para se integrar à Rede Nacional de
Pesquisa (RNP). Segundo o diretor
de TI da Prefeitura, Ronaldo Abrão, o
projeto foi desenvolvido em parceria
com a Universidade de São Paulo
e a Universidade Federal de São
Carlos, e deve interligar 150 pontos da
administração, mais o hospital escola
e a Fundação ParqTec (incubadora de
empresas de alta tecnologia). O projeto
deve ser avaliado ainda esta semana,
durante visita programada do ministro de
C&T, Sérgio Rezende, à cidade.
:
: municípios digitais
A burocracia dificulta o
projeto de Barra do Piraí
O município de Barra do Piraí (RJ)
obteve financiamento de R$ 200 mil
da Caixa Econômica Federal para
projetos de inclusão digital, mas
não pode usar os recursos para
iniciar seu projeto de município
digital nos moldes da vizinha Piraí
como gostaria. É que a CEF entende,
em seus processos internos, que
inclusão digital envolve a instalação
de telecentros e os recursos foram
aprovados para a implementação
de duas unidades de telecentros
e não podem ser utilizados para
outro fim. Segundo Franklin Dias
Coelho, um dos idealizadores do
projeto de Piraí, os coordenadores do
projeto de municípios digitais estão
tentando convencer a CEF a mudar
sua normatização, alegando que
os recursos seriam suficientes para
o início da instalação de uma rede
que iluminasse toda a cidade. Outro
projeto de município digital que está
em curso é em Valença, que terá no
distrito de Conservatória um arranjo
produtivo local na área de música,
tradição local, em parceria com o
empresariado local de turismo.
: : backbone
Angra conclui
sua infovia digital
Com um backbone de fibras ópticas
que interliga 16 pontos do governo,
a prefeitura de Angra dos Reis está
iniciando um ambicioso projeto
de extensão da rede. O Projeto
Interligados vai integrar as 64 escolas
e os 48 postos de saúde do município,
que fechou contrato com a Embratel
para que todos passem a contar com
recursos de voz, dados e imagem.
O investimento inicial do projeto,
executado com mão-de-obra da
própria prefeitura, foi de R$ 120 mil e,
nesta segunda fase, o valor chega a
R$ 550 mil. A prefeitura está iniciando
ainda um projeto de município
inteligente, que vai iluminar a cidade
com fibra óptica, WiMAX e satélites
para iniciativas de inclusão digital.
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19.9.06
> ano 4
> nº 173
: : servidores
A IBM vence a
HP na Cemig
Numa disputa de lances que durou
aproximdamente sete horas em pregão
presencial, a IBM venceu a HP na
concorrência da Companhia Energética
de Minas Gerais (Cemig) para a
contratação de dois servidores de grande
porte. A HP cotou seus equipamentos
topo de linha Superdome e a IBM o
equivalente P595. Os equipamentos
serão utilizados para rodar o novo
sistema de gestão comercial que a
Cemig contratou da SAP para substituir
o seu legado. A concorrência contou no
início com a participação também da
Fujitsu, que desistiu logo que a disputa
começou a se acirrar entre IBM e HP. A
oferta inicial da HP foi em torno de R$
5,5 milhões e a da IBM, cerca de R$ 6,6
milhões. A oferta final da IBM foi de R$ 3,2
milhões, um desconto superior a 60% em
relação aos valores iniciais propostos.
: : estratégia
A Stefanini parte
para aquisições
A meta da Stefanini IT Solutions é de
aumentar sua receita cinco vezes
nos próximos cinco anos. A principal
estratégia da empresa para concretizar
esse crescimento é a aquisição de
empresas, preferencialmente, fora do
país. “Já estamos avaliando algumas
empresas e há possibilidade de
anunciarmos a primeira compra ainda
este ano”, informa o presidente Marco
Antonio Stefanini. Com essa estratégia,
ele espera também atingir a meta de
equilibrar o faturamento das empresas
do grupo, com uma receita composta
por 50% de recursos das subsidiárias e
50% das operações no Brasil. Segundo
Marco Stefanini, as empresas do grupo
devem ter um faturamento de R$ 300
milhões este ano, 70% vindos da área de
consultoria. No mês passado, a Stefanini
IT Solutions anunciou a inauguração
de sua 12ª subsidiária no exterior. A
nova empresa foi instalada na Índia,
com o objetivo de ampliar a oferta de
serviços para contratos globais, tendo
como alvo os mercados norte-americano
e asiático. A empresa já tem escritórios
na Argentina (Buenos Aires e Córdoba),
Chile, Colômbia, Peru, Venezuela, México
(Monterrey e Cidade do México), Estados
Unidos (Fort Lauderdale, Atlanta e
Nova York), Espanha, Portugal, Itália e
Inglaterra.
: : sistema
A Laserfiche implementa
GED em João Pessoa
A prefeitura de João Pessoa adquiriu um
sistema de gerenciamento eletrônico
de documentos (GED) da Laserfiche. O
sistema, segundo Elena Bosio, diretora de
comunicação e marketing da Laserfiche,
será implementado nas Secretarias
de Administração e de Planejamento.
O objetivo da prefeitura é usar os
recursos do GED (workflow, digitalização
automatizada e reconhecimento de
caracteres - OCR) para transformar os
documentos do Arquivo Central e do
Cadastro Imobiliário da prefeitura em
documentos digitais. De acordo com
Elena, a prefeitura também trabalha num
processo para que os novos documentos
do município também ganhem uma
versão digital. Desde que lançou um
pacote de soluções para o segmento
governamental, há dois anos, o setor
se tranformou em uma das estratégias
da Laserfiche aqui no Brasil. Além de
João Pessoa, outro cliente da empresa
em governo é o município de Mogi das
Cruzes, que adquiriu, recentemente, uma
solução de e-Gov.
: : espírito santo
O Estado contrata a Brisa
para formular política de TI
O governo do Espírito Santo, por meio
da Secretaria de Gestão e de Recursos
Humanos, contratou a Brisa para formular
uma política de governo eletrônico e
TIC e, ainda, desenvolver um projeto
de governança de TI para o Estado.
Segundo Solon Lemos Pinto, diretor de
negócios da Brisa, o Espírito Santo quer,
com a iniciativa, criar uma política de
TIC que seja usada por todos os órgãos
do Estado e implementar um modelo
de gestão baseado em Cobit e ITIL. “A
consolidação das regras de TIC, além
da adoção das melhores práticas, é
um passo necessário para ampliarmos
a oferta de e-Gov que temos hoje”, diz
Ricardo de Oliveira, secretário de Estado
de Gestão e Recursos Humanos do
Espírito Santo. A Brisa receberá cerca de
R$ 700 mil pelos serviços. Os trabalhos
começaram ontem e, de acordo com
Solon, devem durar cerca de seis meses.
: : mercado
Abinee: a venda de PCs
deve crescer 38%.
Pelas estimativas da Abinee
(Associação Brasileira da Indústria
Elétrica e Eletrônica), o país fechará
2006 com 7,8 milhões de vendas de
computadores, um crescimento de
38% em relação ao ano passado. No
início deste ano, a Abinee trabalhava
com o aumento nas vendas de
18%, estimando 6,3 milhões de PCs
vendidos no mercado brasileiro, mas
reviu os números após uma pesquisa
encomendada à IT Data. Conforme
antecipado pela TI & Governo na
edição da semana passada, a pesquisa
mostrou que o mercado legal de PCs
ultrapassou o mercado cinza, com um
market share de 52,3%, contra 47,7%
do mercado ilegal, que já chegou a
ter mais de 70% de participação nas
vendas de PCs no país. A inversão
de posição foi resultado da política
industrial adotada pelo governo,
com incentivos fiscais, linhas de
financiamento, e de programas de
inclusão digital. Para os próximos anos,
a IT Data estima que o crescimento
médio será da ordem de 8%.
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