: : assinaturas 11-3178-1033 19.9.06 > ano 4 > nº 173 1/4 u m a p u b l i c a ç ã o s e m a n a l da Plano Editorial : : financiamento : : incentivos - I O Funttel já tem uma nova política Cresce a oferta de capital de risco para apoio a empresas inovadoras O Fundo para o Desenvolvimento das Telecomunicações (Funttel) já tem uma nova política, que vai mudar radicalmente a forma de o fundo operar. A proposta foi apresentada, na semana passada, pelo presidente do Conselho Gestor do Fundo, Roberto Pinto Martins, aos demais conselheiros que têm até o final desta semana para aprová-la. A idéia central é estabelecer prioridades para a concessão das linhas de financiamento de forma a refletir as políticas públicas do governo. Entre as áreas prioritárias poderão estar a universalização da banda larga, WiMax, TV digital e semicondutores. Outra idéia é buscar uma forma de articulação com os demais fundos setoriais para o desenvolvimento de ações conjuntas. Técnicos do governo constataram que muitos projetos que passam hoje para análise do CATI, o comitê de assessoramento técnico do MCT, têm componentes tanto das áreas de TI quanto de telecom. Em março, o comitê chegou a articular uma proposta conjunta com o Funttel na área de TV digital. Outro aspecto é que tanto o Funttel quanto os fundos setorias do MCT têm a Finep como agente financeiro. Diretor Editorial: Wilson Moherdaui Editora Executiva: Fátima Fonseca Editore Assistente: Gilson Euzébio (Brasília) Repórter: Fabiano Candido Arte: Denis Torquato Diretor de Marketing: Márcio Valente Gerente Geral de Publicidade: Silvia Meurer : : TI & Governo é uma publicação semanal da Plano Editorial Ltda. Av. Paulista, 1.159, 10º andar, CEP 01311-921, telefone (11) 3178-1000, Fax (11) 3178-1001 - São Paulo, SP [email protected] http://www.planoeditorial.com.br Diretor Responsável: Wilson Moherdaui (MT 10.821) A indústria de venture capital no país deve ganhar novo fôlego até o final do ano. A Finep está estruturando 11 novos fundos de capital de risco para investimento em empresas inovadoras com recursos superiores a R$ 360 milhões. Os fundos são de dois programas diferentes da agência. O mais recente é o Inovar Semente, lançado no final de 2005 e que recebeu, até 31 de julho, 14 propostas para criação de fundos. Dessas, sete foram selecionadas esta semana e serão avaliadas por uma banca no próximo dia 5. Os selecionados foram Minas Biotecnologia, Confir, Petic, Rotatec, Valetec, SC e Phebas Energy One. Cada fundo terá entre R$ 10 e R$ 12 milhões para investimento em empresas nascentes de base tecnológica ainda sem faturamento ou com receitas de até R$ 2,1 milhões. A Finep entra com 40% dos recursos, 20% são dos proponentes dos fundos e 40% serão captados juntos a outros investidores privados ou investidores regionais. A expectativa é que esses fundos comecem a operar até o final do ano. O segundo programa é a Incubadora de Fundos Inovar, que já conta com seis fundos em operação e está selecionando mais quatro este mês. O programa é apoiado pelo Fundo Multilateral de Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Fumin/BID), Sebrae, BB Investimentos, Bovespa e os fundos de pensão Petros, Previ, Funcef e Fapes. Desde a criação do Programa já foram investidos R$ 600 milhões em 47 empresas inovadoras e dos seis fundos já formados desde 2002, três – Rio Bravo Investech, CRP VI e Novarum – ainda estão em período de investimento. : : incentivos - II O setor ganha apoio dos fundos de pensão Além desses recursos o mercado terá, até o final do ano, mais quatro fundos entre R$ 60 milhões e R$ 100 milhões cada um, recém-aprovados: Stratus VC III, Fundotec II, Fipac e VC. Nesse caso são elegíveis para receber aportes do Inovar empresas já operacionais com faturamento até R$ 100 milhões. O mais animador, porém, é a disposição dos fundos de pensão em apoiar os fundos de venture capital. Segundo Eduardo Costa, superintendente da área de pequenas empresas inovadoras da Finep, somente o Petros anunciou que vai reservar 0,5% de seus investimentos para venture capital. O fundo tem um patrimônio de R$ 30 bilhões, o que daria uma disponibilidade de R$ 150 milhões. Previ e Funcef, que entraram depois da Petros no Inovar, também estão com estratégias consistentes para capital de risco. /4 19.9.06 > ano 4 > nº 173 : : computador para todos O hardware poderá mudar O programa Computador Para Todos está sendo revisto. Uma comissão formada por representantes da assessoria especial da Presidência da República, Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Serpro, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação e Cobra analisa sugestões enviadas pelas 47 empresas cadastradas no programa para modificar o equipamento. De acordo com José Luiz de Aquino, assessor especial da Presidência da República, o hardware poderá sofrer alterações, desde que haja consenso entre os fornecedores e não se reduza a configuração atual. Para o assessor é possível que, com a revisão, o preço caia e a capacidade aumente. “No modelo atual, por exemplo, a memória é de 128 bits, cuja produção é mais cara do que a de 256 bits”, comenta Aquino. A comissão irá anunciar o resultado dessa avaliação em meados de outubro. : : inclusão digital O MEC discute laptop com pesquisadores O Ministério da Educação reúne amanhã especialistas do ProInfo, da Fundação Certi e do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Universidade de São Paulo, em Brasília, para discutir um programa educacional para o laptop de US$ 100. Os pesquisadores vão avaliar o impacto dos dispositivos móveis e da conectividade na sala de aula. Segundo Roseli de Deus Lopes, pesquisadora do LSI/USP, a inclusão dos laptops como ferramenta de ensino é muito mais profunda do que a questão da configuração e validação do hardware idealizado pelo MIT. “Os professores e os alunos precisam ser preparados, gradualmente, para absorver a nova realidade”, avalia Roseli. A partir de outubro serão realizados alguns testes, que vão nortear o desenvolvimento de metodologias de um projeto-piloto, programado para o ano que vem. : : política pública A avaliação de portais será institucionalizada A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento vai avaliar anualmente os serviços oferecidos pelos portais dos governos. Segundo Patrícia Pessi, diretora do departamento de Governo Eletrônico, a SLTI já está formatando a pesquisa do próximo ano. “Tivemos muitas adesões e talvez o número de portais avaliados seja ampliado”, informa. Uma novidade prevista para a próxima edição será o envio dos resultados diretamente para o gestor público. “Eles receberão uma análise de desempenho e recomendações para elevar o nível de qualidade”. Para evitar que uma possível troca de administração interrompa os levantamentos, a SLTI está estudando uma forma de regulamentar a pesquisa. “A idéia é garantir que os serviços públicos oferecidos ao cidadão, e disponíveis na Internet, continuem sendo avaliados, independente das mudanças na gestão”, afirma. A primeira pesquisa, em caráter piloto, foi realizada no primeiro semestre e avaliou, sob o ponto de vista dos direitos e obrigações do cidadão, os serviços disponíveis em 21 portais — municipais, estaduais e federais. Foram utilizados sete indicadores de qualidade: nível de maturidade dos serviços, facilidade de uso, confiabilidade, comunicação, orientação social, transparência e multiplicidade de canais (distribuição do serviço por web, celular e quiosques). : : licitações Bens e serviços: 47,3% das compras são por pregão. Dos R$ 5,6 bilhões gastos pelo governo federal com compras de bens e serviços, no primeiro semestre, 47,3% (R$ 2,6 bilhões) foram adquiridos por pregão eletrônico, gerando uma economia de R$ 637,8 milhões. Para calcular a economia, a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento considera o preço de referência (preço máximo aceito pela administração), e o valor efetivamente pago. Segundo levantamento da SLTI, em número de processos, houve um crescimento de 482% no pregão eletrônico, no último ano. Foram realizados, entre janeiro e julho, 8.986 procedimentos eletrônicos de compra. : : municípios A Abemtic terá estrutura regional A Abentic (Associação Brasileira das Entidades Municipais de Tecnologia da Informação e Comunicação) está revendo o modelo e pretende adotar uma nova estrutura, com sedes regionais, a exemplo do funcionamento de entidades como a Assespro e a Sucesu. Segundo o presidente da Associação, André Kulczynski — presidente também da Procempa, de Porto Alegre —, a intenção é que esse modelo aproxime a Abentic dos municípios, identificando suas reais necessidades. De acordo com Kulczynski, a medida também deve estimular o aumento de adesões. A proposta de regionalização deverá ser apresentada aos diretores da entidade ainda esta semana. “Em conversas extraoficiais os diretores se mostraram favoráveis à regionalização”, adianta. /4 19.9.06 > ano 4 > nº 173 : : financiamento Goiânia desiste do PNAF-M A vinculação dos empréstimos do Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa (PNAF-M) ao dólar está reduzindo a demanda pela linha de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que já prepara uma revisão desse critério para futuros programas. Um exemplo é a prefeitura de Goiânia que, no ano passado, obteve um financiamento de R$ 21 milhões (sendo R$ 6 milhões de sua contrapartida), mas desistiu de usar os recursos por causa do risco cambial. Segundo Cesar Augusto Marques de Souza, diretor técnico da Comdata, a empresa de processamento de dados do município, os recursos seriam usados para um projeto de geoprocessamento, para o desenvolvimento do novo sistema de recursos humanos, para o recadastramento imobiliário e para a modernização das agências de atendimento. Alguns desses projetos estão sendo conduzidos com recursos próprios, mas o município ainda espera encontrar outras fontes de financiamento. : : modernização - I São Carlos inova com ASP ... A prefeitura de São Carlos está contratando um novo sistema de gestão administrativa. A concorrência está em curso e é avaliada em R$ 1,5 mihão. O contrato, de um ano, inclui implementação, serviços de desenvolvimento e manutenção. A inovação, segundo Ronaldo Abrão, diretor de TI, é o modelo de contrato formatado em ASP (application service provider), em que o fornecedor hospeda e garante a concectividade e operação dos sistemas. “O modelo é flexível e isenta a prefeitura de investir em infra-estrutura, a parte mais cara do projeto”, comenta Abrão. O município já vinha utilizando o modelo em uma solução da Sisp Technology, integrada pela Conectiva/Mandriva. Ao todo, o fornecedor deverá prover cerca de 14 sistemas, que atenderão as Secretarias de Fazenda, Saúde, Cidadania, Recursos Humanos e Planejamento e Gestão. Abrão destaca que os sistemas de saúde (protocolo, tramitação de processo e prontuário eletrônico) e cidadania (controlde de cadastro de bolsas-auxílio e isenção de IPTU) são novos. “Essas duas áreas têm demanda crescente e precisam ser modernizadas para atender melhor o cidadão”, conclui. O novo sistema também vai atender quatro autarquias municipais: Fundação Educacional São Carlos, Pró-Memória de São Carlos, Fundo Municipal de Saúde e Prohab (Programa de Habitação Popular). A expectativa do diretor de TI é que a contratação seja efetuada até o final do ano. : : modernização - II ... e se prepara para participar da RNP. Ao mesmo tempo em que moderniza a administração e a gestão, São Carlos aguarda a aprovação de projeto do Ministério da Ciência e Tecnologia para a construção de um anel óptico para se integrar à Rede Nacional de Pesquisa (RNP). Segundo o diretor de TI da Prefeitura, Ronaldo Abrão, o projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo e a Universidade Federal de São Carlos, e deve interligar 150 pontos da administração, mais o hospital escola e a Fundação ParqTec (incubadora de empresas de alta tecnologia). O projeto deve ser avaliado ainda esta semana, durante visita programada do ministro de C&T, Sérgio Rezende, à cidade. : : municípios digitais A burocracia dificulta o projeto de Barra do Piraí O município de Barra do Piraí (RJ) obteve financiamento de R$ 200 mil da Caixa Econômica Federal para projetos de inclusão digital, mas não pode usar os recursos para iniciar seu projeto de município digital nos moldes da vizinha Piraí como gostaria. É que a CEF entende, em seus processos internos, que inclusão digital envolve a instalação de telecentros e os recursos foram aprovados para a implementação de duas unidades de telecentros e não podem ser utilizados para outro fim. Segundo Franklin Dias Coelho, um dos idealizadores do projeto de Piraí, os coordenadores do projeto de municípios digitais estão tentando convencer a CEF a mudar sua normatização, alegando que os recursos seriam suficientes para o início da instalação de uma rede que iluminasse toda a cidade. Outro projeto de município digital que está em curso é em Valença, que terá no distrito de Conservatória um arranjo produtivo local na área de música, tradição local, em parceria com o empresariado local de turismo. : : backbone Angra conclui sua infovia digital Com um backbone de fibras ópticas que interliga 16 pontos do governo, a prefeitura de Angra dos Reis está iniciando um ambicioso projeto de extensão da rede. O Projeto Interligados vai integrar as 64 escolas e os 48 postos de saúde do município, que fechou contrato com a Embratel para que todos passem a contar com recursos de voz, dados e imagem. O investimento inicial do projeto, executado com mão-de-obra da própria prefeitura, foi de R$ 120 mil e, nesta segunda fase, o valor chega a R$ 550 mil. A prefeitura está iniciando ainda um projeto de município inteligente, que vai iluminar a cidade com fibra óptica, WiMAX e satélites para iniciativas de inclusão digital. /4 19.9.06 > ano 4 > nº 173 : : servidores A IBM vence a HP na Cemig Numa disputa de lances que durou aproximdamente sete horas em pregão presencial, a IBM venceu a HP na concorrência da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para a contratação de dois servidores de grande porte. A HP cotou seus equipamentos topo de linha Superdome e a IBM o equivalente P595. Os equipamentos serão utilizados para rodar o novo sistema de gestão comercial que a Cemig contratou da SAP para substituir o seu legado. A concorrência contou no início com a participação também da Fujitsu, que desistiu logo que a disputa começou a se acirrar entre IBM e HP. A oferta inicial da HP foi em torno de R$ 5,5 milhões e a da IBM, cerca de R$ 6,6 milhões. A oferta final da IBM foi de R$ 3,2 milhões, um desconto superior a 60% em relação aos valores iniciais propostos. : : estratégia A Stefanini parte para aquisições A meta da Stefanini IT Solutions é de aumentar sua receita cinco vezes nos próximos cinco anos. A principal estratégia da empresa para concretizar esse crescimento é a aquisição de empresas, preferencialmente, fora do país. “Já estamos avaliando algumas empresas e há possibilidade de anunciarmos a primeira compra ainda este ano”, informa o presidente Marco Antonio Stefanini. Com essa estratégia, ele espera também atingir a meta de equilibrar o faturamento das empresas do grupo, com uma receita composta por 50% de recursos das subsidiárias e 50% das operações no Brasil. Segundo Marco Stefanini, as empresas do grupo devem ter um faturamento de R$ 300 milhões este ano, 70% vindos da área de consultoria. No mês passado, a Stefanini IT Solutions anunciou a inauguração de sua 12ª subsidiária no exterior. A nova empresa foi instalada na Índia, com o objetivo de ampliar a oferta de serviços para contratos globais, tendo como alvo os mercados norte-americano e asiático. A empresa já tem escritórios na Argentina (Buenos Aires e Córdoba), Chile, Colômbia, Peru, Venezuela, México (Monterrey e Cidade do México), Estados Unidos (Fort Lauderdale, Atlanta e Nova York), Espanha, Portugal, Itália e Inglaterra. : : sistema A Laserfiche implementa GED em João Pessoa A prefeitura de João Pessoa adquiriu um sistema de gerenciamento eletrônico de documentos (GED) da Laserfiche. O sistema, segundo Elena Bosio, diretora de comunicação e marketing da Laserfiche, será implementado nas Secretarias de Administração e de Planejamento. O objetivo da prefeitura é usar os recursos do GED (workflow, digitalização automatizada e reconhecimento de caracteres - OCR) para transformar os documentos do Arquivo Central e do Cadastro Imobiliário da prefeitura em documentos digitais. De acordo com Elena, a prefeitura também trabalha num processo para que os novos documentos do município também ganhem uma versão digital. Desde que lançou um pacote de soluções para o segmento governamental, há dois anos, o setor se tranformou em uma das estratégias da Laserfiche aqui no Brasil. Além de João Pessoa, outro cliente da empresa em governo é o município de Mogi das Cruzes, que adquiriu, recentemente, uma solução de e-Gov. : : espírito santo O Estado contrata a Brisa para formular política de TI O governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Gestão e de Recursos Humanos, contratou a Brisa para formular uma política de governo eletrônico e TIC e, ainda, desenvolver um projeto de governança de TI para o Estado. Segundo Solon Lemos Pinto, diretor de negócios da Brisa, o Espírito Santo quer, com a iniciativa, criar uma política de TIC que seja usada por todos os órgãos do Estado e implementar um modelo de gestão baseado em Cobit e ITIL. “A consolidação das regras de TIC, além da adoção das melhores práticas, é um passo necessário para ampliarmos a oferta de e-Gov que temos hoje”, diz Ricardo de Oliveira, secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo. A Brisa receberá cerca de R$ 700 mil pelos serviços. Os trabalhos começaram ontem e, de acordo com Solon, devem durar cerca de seis meses. : : mercado Abinee: a venda de PCs deve crescer 38%. Pelas estimativas da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o país fechará 2006 com 7,8 milhões de vendas de computadores, um crescimento de 38% em relação ao ano passado. No início deste ano, a Abinee trabalhava com o aumento nas vendas de 18%, estimando 6,3 milhões de PCs vendidos no mercado brasileiro, mas reviu os números após uma pesquisa encomendada à IT Data. Conforme antecipado pela TI & Governo na edição da semana passada, a pesquisa mostrou que o mercado legal de PCs ultrapassou o mercado cinza, com um market share de 52,3%, contra 47,7% do mercado ilegal, que já chegou a ter mais de 70% de participação nas vendas de PCs no país. A inversão de posição foi resultado da política industrial adotada pelo governo, com incentivos fiscais, linhas de financiamento, e de programas de inclusão digital. Para os próximos anos, a IT Data estima que o crescimento médio será da ordem de 8%.