MANUAL DE RECEBIMENTO, ARMAZENAGEM, MANUSEIO E QUALIDADE DE
PRODUTOS DERIVADOS DE PETRÓLEO EM USINAS TÉRMICAS
INSTRUÇÕES TÉCNICAS
Procedimento para
Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por
Caminhão Tanque
Procedimento para
Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por
Balsa Tanque
Procedimento para
Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por
Oleoduto
Procedimento para Análise da
Quantidade e Qualidade do
Produto
Procedimento para Limpeza
de Tanques
Procedimentos Gerais em
Caso de Acidente com
Derivados de Petróleo com
Impacto Ambiental
OUTUBRO / 2006
Revisão II - VOLUME 2/2
Centrais Elétricas Brasileiras S. A. ELETROBRÁS
DE - Diretoria de Engenharia
Av. Presidente Vargas 409 – 13º andar – Centro - Rio de Janeiro - RJ
CEP 20071- 003
Telefones (21) 2514-6421 e (21) 2514-6425
Grupo Técnico Operacional da Região Norte - GTON
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Telefones (21) 2514-6329 e (21) 2514-6209
Introdução:
As Instruções Técnicas para recebimento - ITR - consistem em um documento de
caráter complementar ao Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e
Qualidade de Produtos derivados de Petróleo em Usinas Térmicas, tendo como
objetivo estabelecer os procedimentos técnicos e práticos/operacionais durante o
recebimento dos combustíveis, de forma a permitir um melhor controle, uma maior
qualidade e segurança, como também descrever os aspectos de meio ambiente
envolvidos.
A partir desta edição, as ITR já incluem todas as atualizações consensadas nas
reuniões de revisão do Manual realizadas ao longo de 2004, 2005 e início de
2006.
O presente documento é composto pelos seguintes Instruções Técnicas:
¾ Procedimentos para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo por
Caminhão-Tanque (CT) - ITR n.º 01/2006;
¾ Procedimentos para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo por BalsaTanque (BT) - ITR n.º 02/2006;
¾ Procedimentos para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo por
Oleoduto (OL) - ITR n.º 03/2006;
¾ Procedimentos para
ITR n.º 04/2006;
Análise
da
Quantidade
e
Qualidade
do
Produto
¾ Procedimentos para Limpeza de Tanques - ITR n.º 05/2006;
¾ Procedimentos Gerais em Caso de Acidente com Derivados de Petróleo com
Impacto Ambiental - ITR n.º 06/2006.
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 001/ 2006
REVISÃO II – NOVEMBRO / 2006
Procedimento para Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por Caminhão-Tanque (CT)
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 001/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO DE PRODUTOS DERIVADOS
PETRÓLEO POR CAMINHÃO-TANQUE (CT)
DE
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ..................................................................................................................................... 7
2 – INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 7
3 – PROCEDIMENTOS........................................................................................................................... 8
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA RECEBIMENTO DO
PRODUTO ......................................................................................................................................................... 8
3.2 – INSPEÇÃO DO CAMINHÃO-TANQUE (CT) ...................................................................................... 9
3.3 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO NO CAMINHÃO-TANQUE (CT) ................................................ 10
3.4 – DESCARREGAMENTO E LIBERAÇÃO DO CAMINHÃO-TANQUE (CT) .................................. 11
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................................ 14
5 – ATUALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 14
6 – VIGÊNCIA ....................................................................................................................................... 14
ANEXOS ............................................................................................................................................... 15
Diretoria de Engenharia - DE
5
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 001 – 2006
Assunto: Procedimento para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo
por Caminhão-Tanque (CT).
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
Anexos:
a) Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
(Anexo I);
b) Atestado de Recebimento para Caminhão-Tanque (Anexo II / A);
c) Check–List para Caminhão-Tanque (Anexo III);
d) Planilha de Registro de Recebimento de Produto em Caminhão-Tanque
(Anexo IV);
e) Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina (Anexo V);
f) Tabelas de Conversão das Densidades e Conversão de Volumes dos
Produtos de Petróleo (Resolução 06-70 do CNP) - (Anexos XIII e XIX).
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos para o recebimento de produtos derivados de
petróleo, por caminhão-tanque (CT), em usinas térmicas.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos a
serem aplicados no recebimento de produtos derivados de petróleo transportados
por caminhão-tanque (CT). Constam ilustrações referentes às seqüências básicas
de execução destas tarefas pelas usinas. Durante o recebimento deverão ser
obedecidos todos procedimentos de segurança.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
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3 – PROCEDIMENTOS
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA
RECEBIMENTO DO PRODUTO
A seguir são descritos os procedimentos adotados na preparação do tanque
de armazenamento para o recebimento do produto:
3.1.1 – Selecionar tanque;
3.1.2 – Fechar e manter bloqueadas todas as válvulas de saída do tanque
selecionado;
3.1.3 – Fazer sondagem inicial no tanque de armazenamento selecionado através
de trena ou instrumento similar;
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3.1.4 – Reiniciar (zerar) leitura do fluxômetro do recebimento;
3.1.5 – Registrar no Anexo I as medições realizadas.
3.2 – INSPEÇÃO DO CAMINHÃO-TANQUE (CT)
A seguir são descritos os procedimentos adotados na inspeção do caminhãotanque (CT) para o recebimento do produto:
3.2.1 – Apresentação pelo
acompanhamento do produto;
motorista
dos
documentos
necessários
ao
3.2.2 – Estacionar caminhão-tanque em plataforma plana;
3.2.3 – Posicionar placas de sinalização de alerta e extintor de incêndio;
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9
3.2.4 – Conectar cabo de aterramento;
3.2.5 – Conferir horizontalidade superior do caminhão-tanque e lacres;
3.2.6 – Verificar estado geral de conservação do tanque do caminhão-tanque (CT).
3.3 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO NO CAMINHÃO-TANQUE (CT)
A seguir são descritos os procedimentos para conferência do produto no
caminhão-tanque (CT) para o recebimento:
3.3.1 – Aguardar de 5 a 15 minutos;
3.3.2 – Pressionar / abrir válvula de eliminação de gases do interior do tanque;
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10
3.3.3 – Romper e inutilizar os lacres do tanque;
3.3.4 – Verificar se o produto existente no tanque é o mesmo da Nota Fiscal;
3.3.5 – Verificar nível na seta;
3.3.6 – Retirar amostra e avaliar qualidade e quantidade e arquivá-la, conforme ITR
n.º 004/2005.
Ao final da conferência do produto no Caminhão-tanque, deve ser preenchido
a Planilha de Registro de Recebimento de Produto em Caminhão-tanque (Anexo IV).
3.4 – DESCARREGAMENTO E LIBERAÇÃO DO CAMINHÃO-TANQUE (CT)
A seguir são descritos os procedimentos para descarregamento e liberação
do caminhão-tanque (CT):
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3.4.1 – Colocar o caminhão-tanque na rampa de descarga;
3.4.2 – Verificar estado de conservação e limpeza do mangote;
3.4.3 – Manter recipiente para coleta de eventual vazamento;
3.4.4 – Drenar o caminhão-tanque observando existência de resíduos e água;
3.4.5 – Acoplar mangote no caminhão-tanque observando a perfeita conexão;
3.4.6 – Abrir válvula de saída do tanque;
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12
3.4.7 – Abrir válvula do eliminador de ar da tubulação bomba / mangote;
3.4.8 – Alinhar tubulação abrindo as válvulas da bomba, fluxômetro e entrada no
tanque selecionado;
3.4.9 – Para os sistemas com bomba de recalque, ligar a mesma;
3.4.10 – Após esvaziamento total do tanque, desligar bomba;
3.4.11 – Desconectar mangote e efetuar drenagem do caminhão-tanque (CT),
retornar o caminhão a uma superfície plana, confirmar total esvaziamento do tanque;
3.4.12 – Desconectar aterramento;
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13
3.4.13 – Atestar o recebimento do produto, na nota fiscal ou ordem de retirada de
produto – ORP, com carimbo – Anexo II/A;
3.4.14 – Aguardar de 5 a 15 minutos, efetivar sondagem final no tanque de
armazenamento selecionado e lançar dados no Anexo I.
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante a prática do recebimento do produto, devem ser verificados todos os
itens do Check-List (Anexo III) e durante a operação mensal da usina, deverá ser
preenchida a planilha de consumo diário do produto (Anexo V).
5 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade pela atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
6 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
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14
ANEXOS
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Anexo I – Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
Usina:
Produto:
Medição dos Tanques de Armazenamento TA
Data do
Recebimento
Placa do
Caminhão /
BalsaTanque /
Oleoduto
Número
da Nota
Fiscal
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Volume
expresso na
nota (l)
(e)
Número do
Tanque de
armazenamento
Medição Inicial
Altura
(cm)
Volume (l)
(a)
Medição Final
Altura
(cm)
Volume (l)
(b)
Quantidade Recebida
Medição
Trena-TA
Medição
CT/BT
Volume
recebido(l)
(c)=(b)-(a)
Volume
recebido (l)
(d)
Totalizador do Fluxômetro de
Recebimento
Número
inicial
(f)
Número
final
(g)
Total
recebido
(h)=(g)-(f)
Acompanhamento das Diferenças
TrenaTA/Flux.
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Trena-TA
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Flux.
(Temp.amb.)
(i)=(c)-(h)
(j)=(d)-(c)
(k)=(d)-(h)
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Anexo II/A - Atestado de Recebimento para Caminhão-Tanque
ATESTADO DE RECEBIMENTO
Atesto o recebimento de ..........................................litros
do produto da Nota Fiscal nº ............................................
Quantidade Faltante: ...............................................litros
Densidade da Amostra destino:
Temperatura da Amostra destino:
Densidade destino 20/4º C:
Temperatura da Massa destino:
Lacres Violados: (
) Sim
(
) Não
Vazamento:
) Sim
(
) Não
(
Nome completo do Motorista
Registro Geral – RG
Assinatura do Motorista
Testemunha 1
Testemunha 2
Carimbo e ass. do recebedor / Data
Observações:
a) O carimbo do recebedor deverá constar nome, matrícula e usina;
b) O preenchimento deste anexo não deve conter rasuras;
c) O volume faltante deve ser registrado por extenso abaixo do carimbo;
d) No caso de discordância dos valores fazer uso de testemunhas.
Tamanho do Carimbo: 7,5 cm x 12 cm / Texto: Fonte Arial 8 / Cabeçalho: Fonte Arial 10
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Anexo III – Check-List para Caminhão-tanque
PREPARACÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO DA USINA
Selecionado o tanque antes do recebimento?
Os tanques foram medidos antes do recebimento?
Sondado o nível do produto com a trena?
As válvulas de recebimento do tanque foram abertas?
INSPEÇÃO NO CAMINHÃO –TANQUE
O caminhão-tanque foi estacionado em plataforma plana?
Conferidos e inutilizados todos os lacres?
Os gases no interior dos tanques foram eliminados?
CONFERÊNCIA DO PRODUTO NO CAMINHÃO-TANQUE
Aguardado o intervalo de 5 a 15 minutos?
A tampa do bocal de enchimento do caminhão-tanque foi aberta?
O nível do produto encontra-se na seta?
O produto é o pedido pela usina?
O produto foi coletado para análise?
Verificada a densidade da amostra do produto?
Verificada a temperatura da amostra do produto?
Conferida a densidade e temperatura com a nota fiscal?
EXPANSÃO E/OU CONTRAÇÃO DO PRODUTO
Foi calculada a variação do volume pela temperatura?
PREPARAÇÃO PARA DESCARGA DO PRODUTO
O caminhão – tanque subiu na rampa de descarga?
O cabo terra foi conectado?
O fluxômetro foi reiniciado (zerado)?
Todas as válvulas de recebimento foram abertas?
Feita a drenagem da tubulação do caminhão-tanque?
O mangote para descarga do produto foi conectado?
Todas as válvulas de descarga do caminhão-tanque foram abertas?
As bombas para descarga do produto do caminhão-tanque foram ligadas?
INSPEÇÃO E LIBERAÇÀO DO CAMINHÃO-TANQUE APÓS DESCARGA
Todas as válvulas de recebimento foram fechadas?
Os mangotes foram desconectados após recebimento do produto?
A tubulação foi drenada após descarga do produto?
O cabo terra foi desconectado?
O caminhão está em posição plana?
Verificado o esvaziamento total do caminhão-tanque?
Preenchidos e assinados todos os anexos?
A nota fiscal foi carimbada e assinada?
RECEBEDOR:............................................
S
S
S
S
N
N
N
N
S
S
S
N
N
N
S
S
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
N
N
S
N
S
S
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
N
N
S
S
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
N
N
MAT:........................
DATA:
/
/
TRANSPORTADOR:.................................... MAT:........................
DATA:
/
/
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Anexo IV – Planilha de Registro de Recebimento do Produto em Caminhão-tanque
ORIGEM
NOTA FISCAL - NF
DATA
(1)
PLACA DO CAMINHÃO TANQUE
(2)
Nº DA NOTA
FISCAL
(3)
QUALIDADE DO PRODUTO
(7) TEMP. NF (°C)
(8) DENS. NF 20/4ºC
Volume do Caminhão
Tanque (litros)
(4)
Fator de Correção
(5)
Volume a 20/4ºC
(litros)
(6) = (4) X (5)
Densidade
Origem a 20/4°C
(14) = (8)
Densidade
Destino a 20/4°C
(15)
Faixa de
Tolerância
< ±0,003
(16)
DESTINO
Temperatura da Massa
do Caminhão Tanque
ºC
(9)
Volume Retirado(+)
ou
Completado(-)
no Caminhão Tanque
(litros)
(10)
AMOSTRA
TOLERÂNCIA
(12) TEMP. LIDA (°C)
(13) DENSIDADE LIDA
Volume do Produto
no destino (litros)
(11) = (4) ± (10)
Fator de Correção
(17)
Volume a 20/4ºC
(litros)
(18) = (11) X (17)
-0,06%
(19) = (6) X 0,06%
LIMITE INFERIOR
(21) = (6) - (19)
+0,05%
(20) = (6) X -0,05%
VOLUME A SER ATESTADO (litros)
Dentro da Faixa
Fora da Faixa
(23) = (4)
(24) = (11)
Quantidade faltante
no destino a
Diferença de volume
temperatura ambiente
a 20/4°C (litros)
(litros)
(25) = (18) - (6)
(26) = (25) / (17)
LIMITE SUPERIOR
(22) = (6) + (20)
Obs.: Dados ORIGEM Nota Fiscal - colunas (1) ao (8).
Dados ORIGEM Calculado - coluna (6) = (4) * (5).
Dados DESTINO por Medição - colunas (9), (10), (12) e (13).
Dados DESTINO calculado - coluna (11)= (4) ± (10).
coluna (18)= (11)*(17).
coluna (19)= (6)* - 0,06%
coluna (20)= (6)* 0,05%
coluna (21)= (6) - (19)
coluna (22)= (6) + (20)
coluna (25)= (18) - (06)
coluna (26)= (25)/(17).
Na coluna volume retirado/completado, quando o nº aparecer negativo significa que o volume foi completado;
quando o numero aparecer positivo significa que o volume foi retirado.
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20
Anexo V – Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina
PLANILHA DE CONSUMO DIÁRIO DO PRODUTO NA USINA
Usina:
DIA
Capacidade da Tancagem:
ESTOQUE
INICIAL
MEDIDO
(l)
TRANSFERÊNCIA
QUANTIDADE DESTINO
(l)
litros
REC.
REC.
P/MED. (l) P/NOTA (l)
(a)
(b)
Mês:
DIFERENÇ
A (l)
(c)=(b)-(a)
Ano:
CONSUMO
USINA (l)
(d)
ESTOQUE
FINAL
MEDIDO (l)
CONSUMO
GERAÇÃO
ESPECÍFICO
(kWh)
(l/kWh)
(e)
(f)=(d)/(e)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
TOTAL
Diretoria de Engenharia - DE
21
Anexo XIII - Tabelas de Conversão das Densidades dos Produtos de Petróleo
(Resolução 6-70 do CNP) - Consultar manual.
Anexo XIX – Tabelas de Conversão de Volume para 20ºC (Resolução 6-70 do CNP)
- Consultar manual.
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22
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 002/2006
REVISÃO II - NOVEMBRO / 2006
Procedimento para Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por Balsa-Tanque (BT)
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 002/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO
PETRÓLEO POR BALSA-TANQUE (BT)
DE
PRODUTOS DERIVADOS
DE
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ................................................................................................................................... 27
2 – INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 27
3 – PROCEDIMENTOS......................................................................................................................... 28
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA RECEBIMENTO DO
PRODUTO ....................................................................................................................................................... 28
3.2 – INSPEÇÃO NA BALSA-TANQUE (BT)............................................................................................. 29
3.3 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO NA BALSA-TANQUE (BT)......................................................... 30
3.4 – DESCARREGAMENTO E LIBERAÇÃO DA BALSA-TANQUE (BT)........................................... 31
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................................ 34
5 – ATUALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 34
6 – VIGÊNCIA ....................................................................................................................................... 34
ANEXOS ............................................................................................................................................... 35
Diretoria de Engenharia - DE
25
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 002 – 2006
Assunto: Procedimento para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo
por Balsa-Tanque (BT).
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
Anexos:
a) Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
(Anexo I);
Atestado de Recebimento para Balsa-tanque (Anexo II / B);
Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina (Anexo V);
Planilha de Acompanhamento de Entregas Fluviais (Anexo VI);
OP-26 – Certificado de Medição dos Tanques Terra (Anexo VII);
OP-35 – Certificado de Medição dos Tanques da Balsa (Anexo VIII);
Controle de Carga e Descarga do Produto no Terminal de Origem (Anexo
IX);
Identificação de Lacres em Balsa-tanque (Anexo X);
Planilha de Controle de Medição de Óleo Combustível OC / PGE
(Anexo XI);
Planilha de Controle de Medição de Óleo Combustível PTE/OD (Anexo
XII);
Check-List para Balsa-tanque (Anexo XIV).
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos para recebimento de produtos derivados de
petróleo, por balsa-tanque (BT), em usinas térmicas.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos a
serem aplicados no recebimento de produtos derivados de petróleo transportados
por balsa-tanque (BT). Constam ilustrações referentes à seqüência básica de
execução destas tarefas pelas usinas. Durante o recebimento deverão ser
obedecidos todos procedimentos de segurança.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
Diretoria de Engenharia – DE
27
3 – PROCEDIMENTOS
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA
RECEBIMENTO DO PRODUTO
A seguir são descritos os procedimentos adotados na preparação do tanque
de armazenamento para o recebimento do produto:
3.1.1 – Selecionar tanque;
3.1.2 – Fechar e manter bloqueadas todas as válvulas de saída do tanque
selecionado;
3.1.3 – Fazer sondagem inicial no tanque de armazenamento selecionado através
de trena ou instrumento similar;
Diretoria de Engenharia – DE
28
3.1.4 – Reiniciar (zerar) leitura do fluxômetro recebedor;
3.1.5 – Registrar no Anexo I as medições realizadas.
3.2 – INSPEÇÃO NA BALSA-TANQUE (BT)
A seguir são descritos os procedimentos adotados na inspeção de balsatanque (BT) para o recebimento do produto:
3.2.1 – Apresentação pelo comandante da documentação necessária ao
recebimento;
3.2.2 – Conferir atracação, fixação e aterramento;
3.2.3 – Solicitar ao comandante o isolamento da área de descarga com barreiras de
contenção;
Diretoria de Engenharia – DE
29
3.2.4 – Conferir, romper e inutilizar os lacres das válvulas de carga e descarga e
escotilha;
3.2.5 – Conferir altura dos calado ré e frente, nivelar se necessário e verificar se os
tanques bóia estão vazios;
3.2.6 – Caso não sejam constatadas anormalidades, proceder à conferência do
produto.
3.3 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO NA BALSA-TANQUE (BT)
A seguir são descritos os procedimentos para conferência do produto na
balsa-tanque (BT) para o recebimento:
3.3.1 – Fazer sondagem através de trena com pasta d’água (para óleo diesel e PTE)
ou com pasta d’água e óleo lubrificante (para óleo combustível e PGE). Efetuar
tantas leituras quantas forem necessárias, considerando as 2 (duas) coincidentes.
Preencher Anexos XI e XII, comparando com o OP – 35 (Anexo VIII);
3.3.2 – Efetuar medição de temperatura a meia altura do nível do produto;
Diretoria de Engenharia – DE
30
3.3.3 – Retirar duas (2) amostras para avaliar qualidade / quantidade e arquivo,
conforme ITR n.° 004/2005.
3.4 – DESCARREGAMENTO E LIBERAÇÃO DA BALSA-TANQUE (BT)
A seguir são descritos os procedimentos para descarregamento e liberação
da Balsa-tanque (BT):
3.4.1 – Verificar o estado geral de conservação do mangote;
Diretoria de Engenharia – DE
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3.4.2 – Retirar o dispositivo de segurança das válvulas;
3.4.3 – Abrir as válvulas do oleoduto que será utilizado para o descarregamento,
exceto a da entrada do oleoduto;
3.4.4 – Inspecionar o oleoduto quanto à existência de vazamentos;
3.4.5 – Acoplar a mangote da balsa ao oleoduto;
Diretoria de Engenharia – DE
32
3.4.6 – Abrir a válvula de entrada do oleoduto e ligar a bomba de transferência,
iniciando a operação;
3.4.7 – Monitorar a vazão durante o recebimento;
3.4.8 – Após o recebimento, desligar a bomba de transferência, fechar as válvulas
utilizadas durante o descarregamento e desconectar o mangote;
3.4.9 – Colocar os dispositivos de segurança nas válvulas do oleoduto;
3.4.10 – Comprovar o total esvaziamento dos tanques da balsa-tanque antes da
liberação da mesma;
3.4.11 – Caso a balsa-tanque atenda mais de uma usina, os tanques da balsatanque deverão ser fechados e lacrados e preenchido o Anexo X;
Diretoria de Engenharia – DE
33
3.4.12 – Aguardar de 5 a 15 minutos, efetivar sondagem final no tanque de
armazenamento selecionado e lançar dados no Anexo I;
3.4.13 – Atestar o recebimento do produto, na nota fiscal ou ordem de retirada de
produto – ORP, com carimbo – Anexo II/B;
3.4.14 – Desconectar cabo de aterramento e liberar balsa-tanque (BT) para
desatracação;
3.4.15 – Retirar dispositivos de segurança e alinhamento do tanque, disponibilizando
para operação.
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante a prática do recebimento do produto, devem ser verificados todos os
itens do Check-List (Anexo XIV) e durante a operação mensal da usina, deverá ser
preenchida a planilha de consumo diário do produto (Anexo V). Adicionalmente, os
Anexos VII, VIII e IX devem ser entregues pelo transportador devidamente
preenchidos.
5 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade da atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
6 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
Diretoria de Engenharia – DE
34
ANEXOS
Diretoria de Engenharia – DE
35
Anexo I – Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
Usina:
Produto:
Medição dos Tanques de Armazenamento TA
Data do
Recebimento
Placa do
Caminhão /
BalsaTanque /
Oleoduto
Número
da Nota
Fiscal
Diretoria de Engenharia – DE
Volume
expresso na
nota (l)
(e)
Número do
Tanque de
armazenamento
Medição Inicial
Altura
(cm)
Volume (l)
(a)
Medição Final
Altura
(cm)
Volume (l)
(b)
Quantidade Recebida
Medição
Trena-TA
Medição
CT/BT
Volume
recebido(l)
(c)=(b)-(a)
Volume
recebido (l)
(d)
Totalizador do Fluxômetro de
Recebimento
Número
inicial
(f)
Número
final
(g)
Total
recebido
(h)=(g)-(f)
Acompanhamento das Diferenças
TrenaTA/Flux.
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Trena-TA
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Flux.
(Temp.amb.)
(i)=(c)-(h)
(j)=(d)-(c)
(k)=(d)-(h)
37
Anexo II/B - Atestado de Recebimento para Balsa-Tanque
ATESTADO DE RECEBIMENTO
Atesto o recebimento de ..........................................litros
do produto da Nota Fiscal nº ............................................
Quantidade Faltante: ...............................................litros
Densidade da Amostra destino:
Temperatura da Amostra destino:
Densidade destino 20/4º C:
Temperatura da Massa destino:
Lacres Violados: (
) Sim
(
) Não
Vazamento:
) Sim
(
) Não
(
Nome completo do Comandante
Registro Geral – RG
Assinatura do Comandante
Testemunha 1
Testemunha 2
Carimbo e ass. do recebedor / Data
Observações:
a) O carimbo do recebedor deverá constar nome, matrícula e usina;
b) O preenchimento deste anexo não deve conter rasuras;
c) O volume faltante deve ser registrado por extenso abaixo do carimbo;
d) No caso de discordância dos valores fazer uso de testemunhas.
Tamanho do Carimbo: 7,5 cm x 12 cm / Texto: Fonte Arial 8 / Cabeçalho: Fonte Arial 10
Diretoria de Engenharia – DE
38
Anexo V – Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina
PLANILHA DE CONSUMO DIÁRIO DO PRODUTO NA USINA
Usina:
DIA
Capacidade da Tancagem:
ESTOQUE
INICIAL
MEDIDO
(l)
TRANSFERÊNCIA
QUANTIDADE DESTINO
(l)
litros
REC.
REC.
P/MED. (l) P/NOTA (l)
(a)
(b)
Mês:
DIFERENÇ
A (l)
(c)=(b)-(a)
Ano:
CONSUMO
USINA (l)
(d)
ESTOQUE
FINAL
MEDIDO (l)
CONSUMO
GERAÇÃO
ESPECÍFICO
(kWh)
(l/kWh)
(e)
(f)=(d)/(e)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
TOTAL
Diretoria de Engenharia – DE
39
Anexo VI – Acompanhamento de Entregas Fluviais
ACOMPANHAMENTO DE ENTREGAS FLUVIAIS
1.COTA TOTAL (l):
2.CALHA
3.BALSA TANQUE
SAÍDA DO TERMINAL
DATA:
HORA:
4.TRANSPORTADOR
ACOMPANHAMENTO DE ATENDIMENTO DOS PEDIDOS
PREVISÃO DE CHEGADA
LOCALIDADES:
Nº da NOTA FISCAL
QUANTIDADE M3
DATA:
HORA:
DATA DA ENTREGA
DATA
HORA
SAÍDA
DATA
RESP. RECEBIMENTO/ENTREGA
EMPRESA
TRANSPORTE
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO PRODUTO RECEBIDO PELAS USINAS
Diretoria de Engenharia – DE
40
Anexo VII – OP-26 – Certificado de Medição dos Tanques Terra
EMPRESA DISTRIBUIDORA
Transação:
Usuário:
Programa:
Data:
Hora
Página:
Relatório de Carregamento e Descarga de Balsa
Tanque
Produto
N. Transp
Balsa
Transportador
:
:
:
:
:
Origem
Destino
Operação
CARREGAMENTO
Data de
medição
Hora de
medição
Altura total do produto
Altura total da água
Temperatura do tanque
Densidade da amostra
Temperatura da amostra
Volume de água
Densidade relativa a 20º C
Fator de correção a 20º C
Volume líquido ambiente
Volume líquido 20º C
Inicial
Final
:
:
:
Resultado
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
:
MM
MM
CEL
GML
CEL
L
RH2
CEL
GML
CEL
L
RH2
L
L20
L
L20
Conferido por :____________________________________________
Transportador :____________________________________________
Diretoria de Engenharia – DE
41
Anexo VIII – OP-35 – Certificado de Medição dos Tanques da Balsa
5.
CONSIGNATÁRIO
13.
NR.
TQ
14.
6.
INÍCIO
DATA
11.
15.
VOLUME
AMBIENTE
ALTURA
7.
DATA
HORA
DEPOIS
VOLUME
AMBIENTE
2.
4.
UNID. OPER.
ORIGEM
FINAL
HORA
ANTES
ALTURA
PRODUTO
3. NÚMERO
8.
12.
16. VOLUME
FORNECIDO
a 20 oC
DATA
DESTINO
TEMPO DE CARREGAMENTO
17. ESPECIFICAÇÕES DO
PRODUTO
1BB
TEMP. MÉDIA
AMOSTRA
CARREGAMENTO
DISTRIBUIDORA
9.
10.
BALSA - TANQUE
1. GERÊNCIA
1BE
2BB
DENS.
TEMP.
2BE
F.C.V.
3BB
DENS. A 20 oC
3BE
4BB
4BE
5BB
TOTAL
18.
19.
INÍCIO
BALSA - TANQUE
22.
NR.
TQ
23.
DATA
ANTES
24.
VOLUME
AMBIENTE
ALTURA
20.
FINAL
HORA
DATA
DEPOIS
VOLUME
AMBIENTE
ALTURA
HORA
21.
25. VOLUME
RECEBIDO
a 20 oC
TEMPO DE DESCARGA
26. ESPECIFICAÇÕES DO
PRODUTO
AMOSTRA
DESCARGA
TEMP. MÉDIA
DENS.
TEMP.
F.C.V.
DENS. A 20 oC
TOTAL
RESUMO
27.
TANQUE DE TERRA
DA
OPERAÇÃO
TANQUE DE BORDO
a
20 oC/kg
DIFERENÇA
%
REMANESCENTE
MANIFEST.
RECEBIDO
DIFERENÇA
%
OBSERVAÇÕES
28.
CALADO:
29.
VANTE
RÉ
30.
CONSIGNATÁRIO
Diretoria de Engenharia – DE
CARREGAMENTO
LACRES: QUANT:
COR:
NÚMERO:
TRANSPORTADOR
DESCARGA
31.
DISTRIBUIDORA
42
Anexo IX - Controle de Carga e Descarga do Produto no Terminal de Origem
PRODUTO:___________________________________________________
CHATA/TANQUE:______________________________________________
TRANSPORTADOR:____________________________________________
LOCAL:______________________________________________________
DESTINO:____________________________________________________
REBOCADOR:________________________________________________
DATA:___/____/____DETALHE DE CARGA OU DESCARGA
TQS
Medição
ANTES
Água Temp.
DEPOIS
Volume Medição Água
Temp.
Volume
Lts. ambiente
Lts. a 20°C
Quilos
Dens. Obs.
Temp. Amostra
Dens. À 20°C
Fator correção
Atracação
Início da Oper.
Término
Liberação
Bordo à 20°C
Terra à 20°C
Diferença
Percentual
CALADO VANTE:
CALADO RÉ:
Relação de lacres
__________________
Assistência Técnica
Diretoria de Engenharia – DE
_____________________
Armador
_____________________
Rep Distrib
43
Anexo X – Identificação de Lacres em Balsa-Tanque
Procedência:
Nº Nota Fiscal:
Data:
Relação Selos:
Condições dos Selos:
Não Violados (
)
Violados (
)
Relação dos Selos, Tanques e Observações:
Nome e Assinatura do Recebedor:
Diretoria de Engenharia – DE
44
Anexo XI – Controle de Medição do Produto – OC/PGE
Logotipo da Empresa
Nome da Usina
Controle de Medição do Produto – OC/PGE
Data, ___/___/____
NO DA NOTA FISCAL
DATA EMISSÃO:
QUANTIDADE DA N. FISCAL
DATA DA SAÍDA DA ORIGEM
HORA:
DATA CHEGADA NA USINA
HORA:
INÍCIO DA DESCARGA
HORA:
TÉRMINO DA DESCARGA
HORA:
NOME DA BALSA TANQUE:
SINETE:
COR:
Nº DO LACRE:
QUANTIDADE:
SONDAGEM NOS TANQUES DA BALSA TRANSPORTADORA
TANQUES
1 BB
1 BE
2 BB
2 BE
3 BB
3 BE
4 BB
4 BE
TOTAL
BALSA-TANQUE
MEDIÇÃO NA ORIGEM:
VOLUME (L)
Temperatura Ambiente ºC:
MEDIÇÃO NO DESTINO
TOTAL
Densidade Convertida a 20/4ºC:
VOLUME (L)
Volume Convertido a 20/4 ºC:
ORIGEM
DESTINO
SONDAGENS DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO NO____
INICIAL
FINAL
NIVEL POR REGUA
MEDIDO POR TRENA
VOLUME ENCONTRADO
NIVEL POR RÉGUA
MEDIDO POR TRENA
VOLUME ENCONTRADO
OBS.:
___________________________________
Responsável(is) pelo Recebimento
Diretoria de Engenharia – DE
_________________________________
Comandante da Embarcação
45
Anexo XII – Controle de Medição do Produto – PTE/OD
Logotipo da Empresa
Nome da Usina
Controle de Medição do Produto – PTE/OD
Data, ___/___/____
NO DA NOTA FISCAL
DATA EMISSÃO:
QUANTIDADE DA N. FISCAL
DATA DA SAÍDA DA ORIGEM
HORA:
DATA CHEGADA NA USINA
HORA:
INÍCIO DA DESCARGA
HORA:
TÉRMINO DA DESCARGA
HORA:
NOME DA BALSA TANQUE:
SINETE:
COR:
Nº DO LACRE:
QUANTIDADE:
SONDAGEM NOS TANQUES DA BALSA TRANSPORTADORA
TANQUES
1 BB
1 BE
2 BB
2 BE
3 BB
3 BE
4 BB
4 BE
TOTAL
BALSA-TANQUE
MEDIÇÃO NA ORIGEM:
VOLUME (L)
Temperatura Ambiente ºC:
MEDIÇÃO NO DESTINO
TOTAL
Densidade Convertida a 20/4ºC:
VOLUME (L)
Volume Convertido a 20/4ºC:
ORIGEM
DESTINO
SONDAGENS DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO NO____
INICIAL
FINAL
NIVEL POR REGUA
MEDIDO POR TRENA
VOLUME ENCONTRADO
NIVEL POR RÉGUA
MEDIDO POR TRENA
VOLUME ENCONTRADO
OBS.:
___________________________________
Responsável(is) pelo Recebimento
Diretoria de Engenharia – DE
_________________________________
Comandante da Embarcação
46
Anexo XIV – Check-List para Balsa-Tanque
PREPARACÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO DA USINA
Selecionado o tanque antes do recebimento?
Os tanques foram medidos antes do recebimento?
Sondado o nível do produto com a trena?
As válvulas de recebimento do tanque foram abertas?
PREPARACÃO DA BALSA-TANQUE ANTES DA OPERAÇÃO DE DESCARGA
As condições para atracamento da balsa foram rigorosamente observadas?
O cabo terra foi conectado?
Colocada a barreira de contenção para isolamento da área?
Verificada toda a documentação junto ao comandante?
INSPEÇÃO DA BALSA-TANQUE
Conferidos e inutilizados todos os lacres?
Os gases no interior dos tanques foram eliminados?
Verificadas as válvulas de carga e descarga?
Verificado o tanque-bóia?
Verificados os calados de vante e de ré?
CONFERÊNCIA DO PRODUTO NA BALSA-TANQUE
O produto é o pedido pela usina?
Sondado o nível do produto com a trena?
O produto foi coletado para análise?
Verificada a densidade da amostra do produto?
Verificada a temperatura da amostra do produto?
Conferida a densidade e temperatura conforme nota fiscal?
EXPANSÃO/CONTRAÇÃO DO PRODUTO
Foi calculada a variação do volume pela temperatura?
PREPARAÇÃO PARA DESCARGA DO PRODUTO
Verificado o estado de conservação do mangote?
O mangote para descarga do produto foi conectado?
O fluxômetro foi reiniciado (zerado)?
Todas as válvulas de recebimento foram abertas?
As bombas para descarga do produto da balsa foram ligadas?
INSPEÇÃO E LIBERAÇÀO DA BALSA-TANQUE APÓS DESCARGA
Todas as válvulas de recebimento foram fechadas?
Os mangotes foram desconectados após recebimento do produto?
O cabo terra foi desconectado?
Verificado o esvaziamento total da Balsa-tanque?
Preenchidos e assinados todos os anexos?
A nota fiscal foi carimbada e assinada?
RECEBEDOR:............................................
MAT:........................
DATA:
TRANSPORTADOR:................................... MAT:........................
DATA:
Diretoria de Engenharia – DE
/
/
S
S
S
S
N
N
N
N
S
S
S
S
N
N
N
N
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
S
N
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
/
/
47
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 003/2006
REVISÃO II - NOVEMBRO / 2006
Procedimento para Recebimento de Produtos
Derivados de Petróleo por Oleoduto (OL)
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 003/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTO PARA RECEBIMENTO
PETRÓLEO POR OLEODUTO
DE
PRODUTOS DERIVADOS
DE
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ................................................................................................................................... 53
2 – INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 53
3 – PROCEDIMENTOS......................................................................................................................... 54
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA RECEBIMENTO DO
PRODUTO ....................................................................................................................................................... 54
3.2 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO JUNTO À EMPRESA DISTRIBUIDORA................................. 55
3.3 – RECEBIMENTO DE PRODUTO POR OLEODUTO ........................................................................ 56
3.4 – PROCEDIMENTOS APÓS RECEBIMENTO.................................................................................... 57
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................................ 58
5 – ATUALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 58
6 – VIGÊNCIA ....................................................................................................................................... 58
ANEXOS ............................................................................................................................................... 59
Diretoria de Engenharia - DE
51
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA DE RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 003 – 2006
Assunto: Procedimento para Recebimento de Produtos Derivados de Petróleo
por Oleoduto (OL).
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
Anexos:
a) Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
(Anexo I);
b) Atestado de Recebimento para Oleoduto (Anexo II / C);
c) Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina (Anexo V);
d) Tabelas de Conversão das Densidades dos Produtos de Petróleo
(Resolução 06-70 do CNP) – (Anexo XIII);
e) Planilha de Controle de Recebimento do Produto junto à Empresa
Distribuidora (Anexo XV);
f) Tabelas de Conversão de Volume para 20ºC (Resolução 6-70 do CNP)
(Anexo XIX);
g) Check–List para Oleoduto (Anexo XX).
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos para o recebimento de produtos derivados de
petróleo, por oleoduto (OL), em usinas térmicas.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos a
serem aplicados no recebimento de produtos derivados de petróleo transportados
por oleoduto. Constam ilustrações referentes à seqüência básica de execução
destas tarefas pelas usinas. Durante o recebimento deverão ser obedecidos todos
os procedimentos de segurança.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
Diretoria de Engenharia - DE
53
3 – PROCEDIMENTOS
3.1 – PREPARAÇÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO PARA
RECEBIMENTO DO PRODUTO
A seguir são descritos os procedimentos adotados na preparação do tanque
de armazenamento para o recebimento do produto:
3.1.1 – Selecionar tanque;
3.1.2 – Fechar e manter bloqueadas todas as válvulas de saída do tanque
selecionado;
3.1.3 – Fazer sondagem inicial no tanque de armazenamento selecionado através
de trena ou instrumento similar;
Diretoria de Engenharia - DE
54
3.1.4 – Reiniciar (zerar) leitura do fluxômetro;
3.1.5 – Registrar no Anexo I as medições realizadas.
3.2 – CONFERÊNCIA DO PRODUTO JUNTO À EMPRESA DISTRIBUIDORA
3.2.1 – Verificar se todas as válvulas de saída e transferência do tanque selecionado
da empresa distribuidora se encontram fechados e com dispositivos de segurança;
3.2.2 – Fazer sondagem inicial, junto com a empresa distribuidora, no tanque
selecionado, apurando o volume (Anexo XV);
Diretoria de Engenharia - DE
55
3.3 – RECEBIMENTO DE PRODUTO POR OLEODUTO
3.3.1 – Verificar estado geral do oleoduto e dos filtros antes do recebimento;
3.3.2 – Abrir válvula de entrada do tanque selecionado;
3.3.3 – Informar ao fornecedor a disponibilidade do tanque selecionado para que se
inicie o recebimento;
3.3.4 – O fornecedor informará o início da transferência;
3.3.5 – Coletar amostra no início do recebimento para análise da qualidade do
produto;
Diretoria de Engenharia - DE
56
3.3.6 – Monitorar a vazão durante o recebimento;
3.3.7 – Acompanhar durante todo o recebimento a qualidade do produto através da
amostragem;
3.3.8 – O fornecedor informará à usina o término da transferência.
3.4 – PROCEDIMENTOS APÓS RECEBIMENTO
3.4.1 – Fechar todas as válvulas de recebimento;
3.4.2 – Efetuar sondagem final nos tanques selecionados da usina e da empresa
distribuidora, junto com a mesma, apurando volume e preenchendo os Anexos I e
XV;
Diretoria de Engenharia - DE
57
3.4.3 – Anotar leitura final do fluxômetro;
3.4.4 – Atestar o recebimento do produto, na nota fiscal ou ordem de retirada de
produto – ORP, com carimbo – Anexo II/C.
4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante a prática do recebimento do produto, devem ser verificados todos os
itens do Check-List (Anexo XX) e durante a operação mensal da usina, deverá ser
preenchida a planilha de consumo diário do produto na usina (Anexo V).
5 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade da atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
6 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
Diretoria de Engenharia - DE
58
ANEXOS
Diretoria de Engenharia - DE
59
Anexo I – Planilha de Controle Diário de Recebimento de Produto nas Usinas
Usina:
Produto:
Medição dos Tanques de Armazenamento TA
Data do
Recebimento
Placa do
Caminhão /
BalsaTanque /
Oleoduto
Número
da Nota
Fiscal
Diretoria de Engenharia – DE
Volume
expresso na
nota (l)
(e)
Número do
Tanque de
armazenamento
Medição Inicial
Altura
(cm)
Volume (l)
(a)
Medição Final
Altura
(cm)
Volume (l)
(b)
Quantidade Recebida
Medição
Trena-TA
Medição
CT/BT
Volume
recebido(l)
(c)=(b)-(a)
Volume
recebido (l)
(d)
Totalizador do Fluxômetro de
Recebimento
Número
inicial
(f)
Número
final
(g)
Total
recebido
(h)=(g)-(f)
Acompanhamento das Diferenças
TrenaTA/Flux.
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Trena-TA
(Temp.amb.)
Medição CTBT/Flux.
(Temp.amb.)
(i)=(c)-(h)
(j)=(d)-(c)
(k)=(d)-(h)
61
Anexo II/C - Atestado de Recebimento para Oleoduto
ATESTADO DE RECEBIMENTO
Atesto o recebimento de ..........................................litros
do produto da Nota Fiscal nº ............................................
Quantidade Faltante: ...............................................litros
Densidade da Amostra destino:
Temperatura da Amostra destino:
Densidade destino 20/4º C:
Temperatura da Massa destino:
Lacres Violados: (
Vazamento:
(
) Sim
) Sim
(
(
) Não
) Não
Empresa Recebedora
Nome completo do Repres. da Empresa Recebedora
Registro Geral – RG
Assinatura do Motorista
Testemunha 1
Testemunha 2
Carimbo e ass. do recebedor / Data
Observações:
a) O carimbo do recebedor deverá constar nome, matrícula e usina;
b) O preenchimento deste anexo não deve conter rasuras;
c) O volume faltante deve ser registrado por extenso abaixo do carimbo;
d) No caso de discordância dos valores fazer uso de testemunhas.
Diretoria de Engenharia – DE
62
Anexo V – Planilha de Consumo Diário do Produto na Usina
PLANILHA DE CONSUMO DIÁRIO DO PRODUTO NA USINA
Usina:
DIA
Capacidade da Tancagem:
ESTOQUE
INICIAL
MEDIDO
(l)
TRANSFERÊNCIA
QUANTIDADE DESTINO
(l)
litros
REC.
REC.
P/MED. (l) P/NOTA (l)
(a)
(b)
Mês:
DIFERENÇ
A (l)
(c)=(b)-(a)
Ano:
CONSUMO
USINA (l)
(d)
ESTOQUE
FINAL
MEDIDO (l)
CONSUMO
GERAÇÃO
ESPECÍFICO
(kWh)
(l/kWh)
(e)
(f)=(d)/(e)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
TOTAL
Diretoria de Engenharia – DE
63
Anexo XV – Planilha de Controle de Recebimento do Produto junto à Empresa Distribuidora (Oleoduto)
U S IN A :
DATA:
P L A N IL H A D E C O N T R O L E D IÁ R IO D E R E C E B IM E N T O D E P R O D U T O N A S U S IN A S
O le o d u to
N Ú M ER O D A
N O T A FIS C A L
N Ú M ER O D O
TANQ UE
M ED IÇ Ã O D O S T A N Q U ES
IN IC IA L
F IN A L
A LT UR A (m )
V O L U M E ( l)
(a)
A LT UR A (m )
V O L U M E ( l)
(b)
Q U A N T ID A D E R EC EB ID A
POR
M ED IÇ Ã O
( c )= (b )- ( a )
P O R N O T A (d )
DIFER EN Ç A ( L IT RO S )
(e )=(d ) - (c)
T o ta l d i á r i o
Diretoria de Engenharia – DE
64
Anexo XIX – Tabelas de Conversão de Volume para 20ºC (Resolução 6-70 do
CNP) – Consultar manual.
Anexo XX – Check-List para Oleoduto
PREPARACÃO DO TANQUE DE ARMAZENAMENTO DA USINA
Selecionado o tanque antes do recebimento?
Os tanques foram medidos antes do recebimento?
Sondado o nível do produto com a trena?
As válvulas de recebimento do tanque foram abertas?
CONFERÊNCIA DO PRODUTO JUNTO À EMPRESA DISTRIBUIDORA
Todas as válvulas de transferência e saída encontram-se fechadas?
As colunas dos tanques do produto foram sondadas?
O volume foi verificado?
RECEBIMENTO DO PRODUTO
Verificadas as condições dos filtros?
Todas as válvulas de recebimento foram abertas?
O fluxômetro foi reiniciado (zerado)?
A empresa distribuidora foi informada para iniciar transferência?
A empresa distribuidora informou o início da transferência?
Coletada amostra para análise?
A empresa distribuidora informou o término da transferência?
PROCEDIMENTO APÓS RECEBIMENTO DO PRODUTO
Todas as válvulas de recebimento foram fechadas?
As colunas dos tanques de óleo foram sondadas?
O volume foi verificado?
Preenchidos e assinados todos os anexos?
A nota fiscal foi carimbada e assinada?
S
S
S
S
N
N
N
N
S
S
S
N
N
N
S
S
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
N
N
S
S
S
S
S
N
N
N
N
N
RECEBEDOR:.................................................
MAT:........................
DATA:
/
/
TRANSPORTADOR:........................................
MAT:........................
DATA:
/
/
Diretoria de Engenharia – DE
65
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 004/2006
REVISÃO II - NOVEMBRO / 2006
Procedimento para Análise da Quantidade e
Qualidade do Produto
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 004/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTO PARA ANÁLISE
PRODUTO
DA
QUANTIDADE
E
QUALIDADE
DO
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ................................................................................................................................... 71
2 – INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 71
3 – QUALIDADE DO PRODUTO.......................................................................................................... 72
4 – QUANTIDADE DO PRODUTO ....................................................................................................... 73
5 – CONVERSÃO DA DENSIDADE OBSERVADA PARA A TEMPERATURA DE 20/4ºC............... 74
6 – CONVERSÃO DO VOLUME DE PRODUTOS DE PETRÓLEO PARA 20 OC .............................. 76
7 – EXEMPLOS NUMÉRICOS PARA O RECEBIMENTO DE COMBUSTÍVEL POR CAMINHÃOTANQUE ............................................................................................................................................... 77
7.1 – EXEMPLO 01, SEGUINDO O ANEXO IV .............................................................................. 77
7.2 – EXEMPLO 02, SEGUINDO O ANEXO IV. ............................................................................. 80
7.3 – EXEMPLO 03, SEGUINDO O ANEXO IV. ............................................................................. 83
7.4 – EXEMPLO 04, SEGUINDO O ANEXO IV. ............................................................................. 86
7.5 – EXEMPLO 05, SEGUINDO O ANEXO IV. ............................................................................. 89
8 – EXEMPLO NUMÉRICO PARA O RECEBIMENTO DE COMBUSTÍVEL POR BALSA-TANQUE 92
8.1 – EXERCÍCIO............................................................................................................................. 93
9 – ATUALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 99
10 – VIGÊNCIA ................................................................................................................................... 100
ANEXOS ............................................................................................................................................. 101
Diretoria de Engenharia - DE
69
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 004 – 2006
Assunto: Procedimento para Análise da Quantidade e Qualidade do Produto.
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
Anexos:
a) Tabelas de conversão das densidades dos produtos de petróleo e de
conversão de volume para 20° C - Resolução 6-70 do CNP (Anexos XIII e
XIX).
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos para apuração da quantidade e qualidade do
produto.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos a
serem aplicados quando da conversão de densidade do produto da temperatura
ambiente para temperatura 20/4oC, bem como da determinação do fator de correção
volumétrica. Constam ilustrações referentes à seqüência básica de execução destas
tarefas pelas usinas.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
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71
3 – QUALIDADE DO PRODUTO
Esta seção estabelece os procedimentos padrões básicos para avaliação da
densidade do produto.
3.1 – Coletar amostra de 1000 ml do produto no tanque do transportador;
3.2 – Transferir 900 ml do volume da amostra coletada para a proveta;
3.3 – Inserir na proveta o termômetro e o densímetro com escala adequada com o
tipo de produto a ser analisado por 5 minutos;
Diretoria de Engenharia - DE
72
3.4 – Anotar a temperatura verificada com aproximação 0,25 ° C e a densidade com
aproximação de 0,0005 kg/l;
3.5 – Converter a densidade a 20/4 °C utilizando o Anexo XIII comparando o valor
encontrado com o da nota fiscal.
4 – QUANTIDADE DO PRODUTO
Esta seção estabelece os procedimentos padrões básicos para cálculo da
quantidade do produto.
4.1 – Verificar se o nível do produto está na seta em se tratando de caminhãotanque e fazer sondagem para balsa-tanque;
4.2 – Inserir termômetro no tanque do transportador por 5 minutos, anotando a
temperatura observada;
4.3 – Aplicar a tabela de conversão de volume (Anexo XIX) para encontrar o fator de
correção a 20°C, utilizando o valor da densidade da amostra;
4.4 – Calcular através do fator de correção o valor real do volume do produto no
tanque do transportador;
4.5 – Comparar o volume encontrado com o da nota fiscal. Havendo diferença,
proceder conforme o manual.
Diretoria de Engenharia - DE
73
5 – CONVERSÃO DA DENSIDADE OBSERVADA PARA A TEMPERATURA DE
20/4ºC
Localiza-se a densidade equivalente (convertido a 20/4ºC) à altura da coluna
“Temperatura Observada” que corresponda à temperatura da amostra (no cruzamento
da coluna Densidade Observada x Temperatura Observada):
Repete-se idêntico procedimento com o valor de densidade observada considerandose agora a(s) unidades de milésimo (terceira casa decimal) imediatamente superior à
tomada como base no tópico anterior e à mesma Temperatura da Amostra.
Diretoria de Engenharia - DE
74
Calcula-se então a média dos valores verificados nas duas leituras anteriores:
Primeira leitura
Segunda leitura
Média
=
=
0,8506
0,8516
= 0,8506 + 0,8516 =
0,8511
2
Diretoria de Engenharia - DE
75
6 – CONVERSÃO DO VOLUME DE PRODUTOS DE PETRÓLEO PARA 20 OC
Procura-se o valor da densidade do produto a 20/4°C (calculado conforme
procedimento anterior) considerando-se o valor mais próximo do algarismo par na 3a.
casa decimal:
Procura-se o fator de conversão à altura da coluna “Densidade a 20°C” que
corresponda à “Temperatura Observada, °C” do produto (no cruzamento da coluna
Densidade a 20°C x Temperatura Observada):
O fator de conversão será então multiplicado pelo volume total do produto medido,
chegando se ao volume atual à temperatura de 20 0C.
Diretoria de Engenharia - DE
76
7 – EXEMPLOS NUMÉRICOS PARA O RECEBIMENTO DE COMBUSTÍVEL POR
CAMINHÃO-TANQUE
Conforme definido no Manual, durante a análise da qualidade e da
quantidade do produto a ser recebido, as leituras dos instrumentos e os resultados
dos cálculos deverão ser registrados o Anexo IV – Planilha de Registro de
Recebimento do Produto em Caminhão-Tanque. Os Exemplos propostos ilustram a
forma de preenchimento do referido anexo, além de exemplificar os cálculos que
deverão ser realizados.
7.1 – EXEMPLO 01, SEGUINDO O ANEXO IV
No dia 15/08/2004, um caminhão de placa NBD – 4744, chegou a uma usina
no horário comercial, apresentando-se com nota fiscal nº. 12345678 contendo
descrito a quantidade de 15.000 litros, temperatura de carregamento 30ºC e
densidade convertida para 20ºC de 0,8297. Após o lançamento desses dados, o
operador sempre juntamente com o motorista deverá avaliar o tanque do caminhãotanque observando os lacres existentes, rompendo-os e destruindo-os, além de
verificar a existência de possíveis vazamentos, principalmente na parte inferior. Após
essa avaliação na parte superior do tanque do caminhão-tanque, deverá ser
despressurizada todas as válvulas de segurança para a abertura do(s)
compartimento(s). Após a abertura deverá ser certificado se o produto existente
dentro do tanque é o mesmo pedido pela usina.
Após certificação, retirar a temperatura da massa do produto existente dentro
do tanque, utilizando um termômetro de mercúrio na escala de -10 até 50ºC. A
temperatura lida para este exemplo foi de 28,5ºC.
ANEXO – IV - DADOS RETIRADOS DA NOTA FISCAL
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
01
Data
15/08/2004
02
Placa do caminhão-tanque
NBD-4744
03
Número da Nota Fiscal
12345678
04
Volume do caminhão-tanque.
15.000 litros
05
Fator de correção na origem (Nota Fiscal).
0,9917
Volume do produto descrito na Nota Fiscal
06
14.875,5 litros
convertido a 20/4ºC. (6) = (4) x (5)
Temperatura do produto descrito na Nota Fiscal
07
30ºC
no momento do carregamento.
Densidade do produto descrito na Nota Fiscal no
08
0,8297
momento do carregamento a 20/4 ºC.
Diretoria de Engenharia - DE
77
ITEM
09
10
11
ANEXO – IV - DADOS COLHIDOS NO DESTINO
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Temperatura do produto – massa do tanque do
28,5ºC
caminhão-tanque, colhida no destino.
Volume retirado ou completado no caminhão- 35 litros
tanque.
Volume do produto no destino na temperatura
14.965 litros
ambiente (11) = (04) ± (10).
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA AMOSTRA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
12
Temperatura lida na amostra.
29º C
13
Densidade lida na amostra.
0,822 kg/l
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA QUALIDADE DO PRODUTO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Densidade do produto na origem, convertido a
14
0,8297
20/4ºC (Nota Fiscal). (14) = (8)
Densidade do produto no destino, convertida a
15
20ºC. ANEXO – XIII – Tabelas de Conversão
0,8281
das Densidades dos Produtos de Petróleo.
Avaliação da qualidade do produto ± 0,003, 0,0016 (Produto
16
através da diferença entre a densidade da origem dentro da faixa de
e a densidade do destino (16) = (14) – (15).
± 0,003)
ANEXO – IV - CÁLCULO DO VOLUME DO PRODUTO NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Fator de correção do volume no destino. ANEXO
17
– XIX – Tabelas de Conversão de Volume para
0,9929
20º C.
Volume do produto no tanque do caminhãotanque no destino convertido a 20 ºC (18) = (11) x
18
14.858,8 litros
(17).
ANEXO – IV - CÁLCULO DA TOLERÂNCIA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Tolerância descrita no Manual - 0,06% (19) = (06)
19
8,9 litros
x (0,06%).
Tolerância descrita no Manual + 0,05% (20) = (06)
20
7,4 litros
x (0,05%).
Diretoria de Engenharia - DE
78
ANEXO – IV - CÁLCULO DOS LIMITES
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
21
Limite Inferior – LI (21) = (06) – (19)
14.866,6 litros
22
Limite Superior – LS (22) = (06) + (20)
14.882,9 litros
VDESTINO-CONV
LI
VORIGEM-CONV
LS
ANEXO – IV – ANÁLISES FINAIS NO DESTINO (VOLUME A SER ATESTADO E
QUANTIDADE FALTANTE)
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
Neste exemplo
volume do produto do tanque do caminhão23
não se aplica
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18)
esse item
estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do caminhão-tanque, apresentado na nota
fiscal (Item 04).
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para Caminhão- 14.965 litros para
Tanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
quantidade
volume do produto do tanque do caminhãorecebida.
24
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18), Para quantidade
não estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o faltante observar
volume do produto no destino, apresentado no
o item 26
item 11.
Quantidade faltante a 20 ºC. Será a diferença
entre o volume do produto do tanque do
caminhão-tanque no destino convertido a 20 ºC
25
- 16,7 litros
(Item 18) menos o volume do produto descrito na
nota fiscal convertido a 20 ºC. (Item 06).
(25) = (18) – (6)
Quantidade faltante a ser atestada no carimbo
ANEXO II/A – Atestado de Recebimento para
Caminhão-Tanque, aplicado no verso da nota
26
- 16,9 litros
fiscal para todas as situações. Será o resultado
apresentado no item 25 dividido pelo fator de
correção no destino (Item 17).
Obs.: Item 25 - Quando o volume do produto no destino convertido a 20/4°C estiver
dentro da faixa de tolerância, a quantidade faltante será zero.
Diretoria de Engenharia - DE
79
7.2 – EXEMPLO 02, SEGUINDO O ANEXO IV.
No dia 16/08/2004, um caminhão de placa NBD – 4745, chegou a uma usina
no horário comercial, apresentando-se com nota fiscal nº. 23456789 contendo
descrito a quantidade de 15.000 litros, temperatura de carregamento 30ºC e
densidade convertida para 20ºC de 0,8297. Após o lançamento desses dados, o
operador sempre juntamente com o motorista deverá avaliar o tanque do caminhãotanque observando os lacres existentes, rompendo-os e destruindo-os, além de
verificar a existência de possíveis vazamentos, principalmente na parte inferior. Após
essa avaliação na parte superior do tanque do caminhão-tanque, deverá ser
despressurizada todas as válvulas de segurança para a abertura do(s)
compartimento(s). Após a abertura deverá ser certificado se o produto existente
dentro do tanque é o mesmo pedido pela usina.
Após certificação, retirar a temperatura da massa do produto existente dentro
do tanque, utilizando um termômetro de mercúrio na escala de -10 até 50ºC. A
temperatura lida para este exemplo foi de 28,5ºC.
ITEM
01
02
03
04
05
06
07
08
ITEM
09
10
11
ANEXO – IV - DADOS RETIRADOS DA NOTA FISCAL
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Data
16/08/2004
Placa do caminhão-tanque
NBD-4745
Número da Nota Fiscal
23456789
Volume do caminhão-tanque.
15.000 litros
Fator de correção na origem (Nota Fiscal).
0,9917
Volume do produto descrito na Nota Fiscal
14.875,5 litros
convertido a 20/4ºC. (6) = (4) x (5)
Temperatura do produto descrito na Nota Fiscal
30ºC
no momento do carregamento.
Densidade do produto descrito na Nota Fiscal no
0,8297
momento do carregamento a 20/4 ºC.
ANEXO – IV - DADOS COLHIDOS NO DESTINO
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Temperatura do produto – massa do tanque do
28,5ºC
caminhão-tanque, colhida no destino.
Volume retirado ou completado no caminhão- 15 litros
tanque.
Volume do produto no destino na temperatura
14.985 litros
ambiente (11) = (04) ± (10).
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA AMOSTRA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
12
Temperatura lida na amostra.
29º C
13
Densidade lida na amostra.
0,822 kg/l
Diretoria de Engenharia - DE
80
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA QUALIDADE DO PRODUTO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Densidade do produto na origem, convertido a
14
0,8297
20/4ºC (Nota Fiscal). (14) = (8)
Densidade do produto no destino, convertida a
15
20ºC. ANEXO – XIII – Tabelas de Conversão
0,8281
das Densidades dos Produtos de Petróleo.
Avaliação da qualidade do produto ± 0,003, 0,0016 (Produto
16
através da diferença entre a densidade da origem dentro da faixa de
e a densidade do destino (16) = (14) – (15).
± 0,003)
ANEXO – IV - CÁLCULO DO VOLUME DO PRODUTO NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Fator de correção do volume no destino. ANEXO
17
– XIX – Tabelas de Conversão de Volume para
0,9929
20º C.
Volume do produto no tanque do caminhão18
tanque no destino convertido a 20 ºC (18) = (11) x
14.878,6 litros
(17).
ITEM
19
20
ANEXO – IV - CÁLCULO DA TOLERÂNCIA
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Tolerância descrita no Manual - 0,06% (19) = (06)
8,9 litros
x (0,06%).
Tolerância descrita no Manual + 0,05% (20) = (06)
7,4 litros
x (0,05%).
ANEXO – IV - CÁLCULO DOS LIMITES
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
21
Limite Inferior – LI (21) = (06) – (19)
14.866,6 litros
22
Limite Superior – LS (22) = (06) + (20)
14.882,9 litros
VDESTINO-CONV
LI
Diretoria de Engenharia - DE
VORIGEM-CONV
LS
81
ANEXO – IV – ANÁLISES FINAIS NO DESTINO (VOLUME A SER ATESTADO E
QUANTIDADE FALTANTE)
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
volume do produto do tanque do caminhão23
15.000 litros
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18)
estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do caminhão-tanque, apresentado na nota
fiscal (Item 04).
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
Neste exemplo
volume do produto do tanque do caminhão24
não se aplica
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18),
esse item
não estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do produto no destino, apresentado no
item 11.
Quantidade faltante a 20 ºC. Será a diferença
entre o volume do produto do tanque do
caminhão-tanque no destino convertido a 20 ºC
25
0
(Item 18) menos o volume do produto descrito na
nota fiscal convertido a 20 ºC. (Item 06).
(25) = (18) – (6)
Quantidade faltante a ser atestada no carimbo
ANEXO II/A – Atestado de Recebimento para
Caminhão-Tanque, aplicado no verso da nota
26
0
fiscal para todas as situações. Será o resultado
apresentado no item 25 dividido pelo fator de
correção no destino (Item 17).
Obs.: Item 25 - Quando o volume do produto no destino convertido a 20/4°C estiver
dentro da faixa de tolerância, a quantidade faltante será zero.
Diretoria de Engenharia - DE
82
7.3 – EXEMPLO 03, SEGUINDO O ANEXO IV.
No dia 17/08/2004, um caminhão de placa NBD – 4746, chegou a uma usina
no horário comercial, apresentando-se com nota fiscal nº. 34567890 contendo
descrito a quantidade de 15.000 litros, temperatura de carregamento 30ºC e
densidade convertida para 20ºC de 0,8297. Após o lançamento desses dados, o
operador sempre juntamente com o motorista deverá avaliar o tanque do caminhãotanque observando os lacres existentes, rompendo-os e destruindo-os, além de
verificar a existência de possíveis vazamentos, principalmente na parte inferior. Após
essa avaliação na parte superior do tanque do caminhão-tanque, deverá ser
despressurizada todas as válvulas de segurança para a abertura do(s)
compartimento(s). Após a abertura deverá ser certificado se o produto existente
dentro do tanque é o mesmo pedido pela usina.
Após certificação, retirar a temperatura da massa do produto existente dentro
do tanque, utilizando um termômetro de mercúrio na escala de -10 até 50ºC. A
temperatura lida para este exemplo foi de 33ºC.
ANEXO – IV - DADOS RETIRADOS DA NOTA FISCAL
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
01
Data
17/08/2004
02
Placa do caminhão-tanque
NBD-4746
03
Número da Nota Fiscal
34567890
04
Volume do caminhão-tanque.
15.000 litros
05
Fator de correção na origem (Nota Fiscal).
0,9917
Volume do produto descrito na Nota Fiscal
06
14.875,5 litros
convertido a 20/4ºC. (6) = (4) x (5)
Temperatura do produto descrito na Nota Fiscal
07
30ºC
no momento do carregamento.
Densidade do produto descrito na Nota Fiscal no
08
0,8297
momento do carregamento a 20/4 ºC.
ANEXO – IV - DADOS COLHIDOS NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Temperatura do produto – massa do tanque do
09
33ºC
caminhão-tanque, colhida no destino.
Volume retirado ou completado no caminhão10
- 20 litros
tanque.
Volume do produto no destino na temperatura
11
14.980 litros
ambiente (11) = (04) ± (10).
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA AMOSTRA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
12
Temperatura lida na amostra.
33,5º C
13
Densidade lida na amostra.
0,820 kg/l
Diretoria de Engenharia - DE
83
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA QUALIDADE DO PRODUTO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Densidade do produto na origem, convertido a
14
0,8297
20/4ºC (Nota Fiscal). (14) = (8)
Densidade do produto no destino, convertida a
15
20ºC. ANEXO – XIII – Tabelas de Conversão
0,8291
das Densidades dos Produtos de Petróleo.
Avaliação da qualidade do produto ± 0,003, 0,0006 (Produto
16
através da diferença entre a densidade da origem dentro da faixa de
e a densidade do destino (16) = (14) – (15).
± 0,003)
ANEXO – IV - CÁLCULO DO VOLUME DO PRODUTO NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Fator de correção do volume no destino. ANEXO
17
– XIX – Tabelas de Conversão de Volume para
0,9892
20º C.
Volume do produto no tanque do caminhão18
tanque no destino convertido a 20 ºC (18) = (11) x
14.818,2 litros
(17).
ANEXO – IV - CÁLCULO DA TOLERÂNCIA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Tolerância descrita no Manual - 0,06% (19) = (06)
19
8,9 litros
x (0,06%).
Tolerância descrita no Manual + 0,05% (20) = (06)
20
7,4 litros
x (0,05%).
ANEXO – IV - CÁLCULO DOS LIMITES
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
21
Limite Inferior – LI (21) = (06) – (19)
14.866,6 litros
22
Limite Superior – LS (22) = (06) + (20)
14.882,9 litros
VDESTINO-CONV
Diretoria de Engenharia - DE
LI
VORIGEM-CONV
LS
84
ANEXO – IV – ANÁLISES FINAIS NO DESTINO (VOLUME A SER ATESTADO E
QUANTIDADE FALTANTE)
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
Neste exemplo
volume do produto do tanque do caminhão23
não se aplica
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18)
esse item
estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do caminhão-tanque, apresentado na nota
fiscal (Item 04).
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para Caminhão- 14.980 litros para
Tanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
quantidade
volume do produto do tanque do caminhãorecebida.
24
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18), Para quantidade
não estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o faltante observar
volume do produto no destino, apresentado no
o item 26
item 11.
Quantidade faltante a 20 ºC. Será a diferença
entre o volume do produto do tanque do
caminhão-tanque no destino convertido a 20 ºC
25
- 57,3 litros
(Item 18) menos o volume do produto descrito na
nota fiscal convertido a 20 ºC. (Item 06).
(25) = (18) – (6)
Quantidade faltante a ser atestada no carimbo
ANEXO II/A – Atestado de Recebimento para
Caminhão-Tanque, aplicado no verso da nota
26
- 57,9 litros
fiscal para todas as situações. Será o resultado
apresentado no item 25 dividido pelo fator de
correção no destino (Item 17).
Obs.: Item 25 - Quando o volume do produto no destino convertido a 20/4°C estiver
dentro da faixa de tolerância, a quantidade faltante será zero.
Diretoria de Engenharia - DE
85
7.4 – EXEMPLO 04, SEGUINDO O ANEXO IV.
No dia 18/08/2004, um caminhão de placa NBD – 4747, chegou a uma usina
no horário comercial, apresentando-se com nota fiscal nº. 45678901 contendo
descrito a quantidade de 15.000 litros, temperatura de carregamento 30ºC e
densidade convertida para 20ºC de 0,8297. Após o lançamento desses dados, o
operador sempre juntamente com o motorista deverá avaliar o tanque do caminhãotanque observando os lacres existentes, rompendo-os e destruindo-os, além de
verificar a existência de possíveis vazamentos, principalmente na parte inferior. Após
essa avaliação na parte superior do tanque do caminhão-tanque, deverá ser
despressurizada todas as válvulas de segurança para a abertura do(s)
compartimento(s). Após a abertura deverá ser certificado se o produto existente
dentro do tanque é o mesmo pedido pela usina.
Após certificação, retirar a temperatura da massa do produto existente dentro
do tanque, utilizando um termômetro de mercúrio na escala de -10 até 50ºC. A
temperatura lida para este exemplo foi de 33ºC.
ITEM
01
02
03
04
05
06
07
08
ITEM
09
10
11
ANEXO – IV - DADOS RETIRADOS DA NOTA FISCAL
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Data
18/08/2004
Placa do caminhão-tanque
NBD-4747
Número da Nota Fiscal
45678901
Volume do caminhão-tanque.
15.000 litros
Fator de correção na origem (Nota Fiscal).
0,9917
Volume do produto descrito na Nota Fiscal
14.875,5 litros
convertido a 20/4ºC. (6) = (4) x (5)
Temperatura do produto descrito na Nota Fiscal
30ºC
no momento do carregamento.
Densidade do produto descrito na Nota Fiscal no
0,8297
momento do carregamento a 20/4 ºC.
ANEXO – IV - DADOS COLHIDOS NO DESTINO
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Temperatura do produto – massa do tanque do
33ºC
caminhão-tanque, colhida no destino.
Volume retirado ou completado no caminhão+ 40 litros
tanque.
Volume do produto no destino na temperatura
15.040 litros
ambiente (11) = (04) ± (10).
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA AMOSTRA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
12
Temperatura lida na amostra.
33,5º C
13
Densidade lida na amostra.
0,820 kg/l
Diretoria de Engenharia - DE
86
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA QUALIDADE DO PRODUTO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Densidade do produto na origem, convertido a
14
0,8297
20/4ºC (Nota Fiscal). (14) = (8)
Densidade do produto no destino, convertida a
15
20ºC. ANEXO – XIII – Tabelas de Conversão
0,8291
das Densidades dos Produtos de Petróleo.
Avaliação da qualidade do produto ± 0,003, 0,0006 (Produto
16
através da diferença entre a densidade da origem dentro da faixa de
e a densidade do destino (16) = (14) – (15).
± 0,003)
ANEXO – IV - CÁLCULO DO VOLUME DO PRODUTO NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Fator de correção do volume no destino. ANEXO
– XIX – Tabelas de Conversão de Volume para
17
0,9892
20º C.
Volume do produto no tanque do caminhão18
tanque no destino convertido a 20 ºC (18) = (11) x
14.877,6 litros
(17).
ITEM
19
20
ANEXO – IV - CÁLCULO DA TOLERÂNCIA
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Tolerância descrita no Manual - 0,06% (19) = (06)
8,9 litros
x (0,06%).
Tolerância descrita no Manual + 0,05% (20) = (06)
7,4 litros
x (0,05%).
ANEXO – IV - CÁLCULO DOS LIMITES
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
21
Limite Inferior – LI (21) = (06) – (19)
14.866,6 litros
22
Limite Superior – LS (22) = (06) + (20)
14.882,9 litros
VDESTINO-CONV
LI
Diretoria de Engenharia - DE
VORIGEM-CONV
LS
87
ANEXO – IV – ANÁLISES FINAIS NO DESTINO (VOLUME A SER ATESTADO E
QUANTIDADE FALTANTE)
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
volume do produto do tanque do caminhão23
15.000 litros
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18)
estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do caminhão-tanque, apresentado na nota
fiscal (Item 04).
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
Neste exemplo
volume do produto do tanque do caminhão24
não se aplica
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18),
esse item
não estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do produto no destino, apresentado no
item 11.
Quantidade faltante a 20 ºC. Será a diferença
entre o volume do produto do tanque do
caminhão-tanque no destino convertido a 20 ºC
25
0
(Item 18) menos o volume do produto descrito na
nota fiscal convertido a 20 ºC. (Item 06).
(25) = (18) – (6)
Quantidade faltante a ser atestada no carimbo
ANEXO II/A – Atestado de Recebimento para
Caminhão-Tanque, aplicado no verso da nota
26
0
fiscal para todas as situações. Será o resultado
apresentado no item 25 dividido pelo fator de
correção no destino (Item 17).
Obs.: Item 25 - Quando o volume do produto no destino convertido a 20/4°C estiver
dentro da faixa de tolerância, a quantidade faltante será zero.
Diretoria de Engenharia - DE
88
7.5 – EXEMPLO 05, SEGUINDO O ANEXO IV.
No dia 19/08/2004, um caminhão de placa NBD – 4748, chegou a uma usina
no horário comercial, apresentando-se com nota fiscal nº. 56789012 contendo
descrito a quantidade de 15.000 litros, temperatura de carregamento 30ºC e
densidade convertida para 20ºC de 0,8297. Após o lançamento desses dados, o
operador sempre juntamente com o motorista deverá avaliar o tanque do caminhãotanque observando os lacres existentes, rompendo-os e destruindo-os, além de
verificar a existência de possíveis vazamentos, principalmente na parte inferior. Após
essa avaliação na parte superior do tanque do caminhão-tanque, deverá ser
despressurizada todas as válvulas de segurança para a abertura do(s)
compartimento(s). Após a abertura deverá ser certificado se o produto existente
dentro do tanque é o mesmo pedido pela usina.
Após certificação, retirar a temperatura da massa do produto existente dentro
do tanque, utilizando um termômetro de mercúrio na escala de -10 até 50ºC. A
temperatura lida para este exemplo foi de 31ºC.
ITEM
01
02
03
04
05
06
07
08
ITEM
09
10
11
ANEXO – IV - DADOS RETIRADOS DA NOTA FISCAL
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Data
19/08/2004
Placa do caminhão-tanque
NBD-4748
Número da Nota Fiscal
56789012
Volume do caminhão-tanque.
15.000 litros
Fator de correção na origem (Nota Fiscal).
0,9917
Volume do produto descrito na Nota Fiscal
14.875,5 litros
convertido a 20/4ºC. (6) = (4) x (5)
Temperatura do produto descrito na Nota Fiscal
30ºC
no momento do carregamento.
Densidade do produto descrito na Nota Fiscal no
0,8297
momento do carregamento a 20/4 ºC.
ANEXO – IV - DADOS COLHIDOS NO DESTINO
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Temperatura do produto – massa do tanque do
31,5ºC
caminhão-tanque, colhida no destino.
Volume retirado ou completado no caminhão0 (Produto na
tanque.
seta)
Volume do produto no destino na temperatura
15.000 litros
ambiente (11) = (04) ± (10).
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA AMOSTRA
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
12
Temperatura lida na amostra.
31º C
13
Densidade lida na amostra.
0,821 kg/l
Diretoria de Engenharia - DE
89
ANEXO – IV - PARTE DE ANÁLISE DA QUALIDADE DO PRODUTO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Densidade do produto na origem, convertido a
14
0,8297
20/4ºC (Nota Fiscal). (14) = (8)
Densidade do produto no destino, convertida a
15
20ºC. ANEXO – XIII – Tabelas de Conversão
0,8284
das Densidades dos Produtos de Petróleo.
Avaliação da qualidade do produto ± 0,003, 0,0013 (Produto
16
através da diferença entre a densidade da origem dentro da faixa de
e a densidade do destino (16) = (14) – (15).
± 0,003)
ANEXO – IV - CÁLCULO DO VOLUME DO PRODUTO NO DESTINO
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Fator de correção do volume no destino. ANEXO
– XIX – Tabelas de Conversão de Volume para
17
0,9908
20º C.
Volume do produto no tanque do caminhão18
tanque no destino convertido a 20 ºC (18) = (11)
14.862 litros
x (17).
ITEM
19
20
ANEXO – IV - CÁLCULO DA TOLERÂNCIA
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Tolerância descrita no Manual - 0,06% (19) = (06)
8,9 litros
x (0,06%).
Tolerância descrita no Manual + 0,05% (20) = (06)
7,4 litros
x (0,05%).
ANEXO – IV - CÁLCULO DOS LIMITES
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
21
Limite Inferior – LI (21) = (06) – (19)
14.866,6 litros
22
Limite Superior – LS (22) = (06) + (20)
14.882,9 litros
VDESTINO-CONV
Diretoria de Engenharia - DE
LI
VORIGEM-CONV
LS
90
ANEXO – IV – ANÁLISES FINAIS NO DESTINO (VOLUME A SER ATESTADO E
QUANTIDADE FALTANTE)
ITEM
DESCRIÇÃO
LANÇAMENTOS
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para CaminhãoTanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
Neste exemplo
volume do produto do tanque do caminhão23
não se aplica
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18)
esse item
estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o
volume do caminhão-tanque, apresentado na nota
fiscal (Item 04).
Volume a ser atestado no carimbo ANEXO II/A –
Atestado de Recebimento para Caminhão- 15.000 litros para
Tanque, aplicado no verso da nota fiscal. Se o
quantidade
volume do produto do tanque do caminhãorecebida.
24
tanque no destino convertido a 20 ºC (Item 18), Para quantidade
não estiver dentro da faixa, deverá ser lançado o faltante observar
volume do produto no destino, apresentado no
o item 26
item 11.
Quantidade faltante a 20 ºC. Será a diferença
entre o volume do produto do tanque do
caminhão-tanque no destino convertido a 20 ºC
25
- 13,5 litros
(Item 18) menos o volume do produto descrito na
nota fiscal convertido a 20 ºC. (Item 06).
(25) = (18) – (6)
Quantidade faltante a ser atestada no carimbo
ANEXO II/A – Atestado de Recebimento para
Caminhão-Tanque, aplicado no verso da nota
26
- 13,6 litros
fiscal para todas as situações. Será o resultado
apresentado no item 25 dividido pelo fator de
correção no destino (Item 17).
Obs.: Item 25 - Quando o volume do produto no destino convertido a 20/4°C estiver
dentro da faixa de tolerância, a quantidade faltante será zero.
Diretoria de Engenharia - DE
91
8 – EXEMPLO NUMÉRICO PARA O RECEBIMENTO DE COMBUSTÍVEL POR
BALSA-TANQUE
Terminologia a ser utilizada:
QP = Variação de densidade do produto para avaliação da qualidade do
mesmo;
DNF = Densidade da Nota Fiscal a 20/4 ºC (origem);
TNF = Temperatura do produto na nota fiscal;
Dc = Densidade convertida a 20/4 °C (destino);
FCO = Fator de correção do volume a 20/4 °C (origem);
VNF = Volume da Nota Fiscal, em litros;
Vmedido = Volume medido nos tanques da balsa tanque na temperatura
ambiente;
FCD = Fator de correção do volume a 20/4 °C (destino);
Vdestino = Volume a 20/4º C no destino;
Vorigem = Volume do carregamento na origem a 20/4 ºC (Anexo VIII - OP-35);
VDDV = Volume da diferença verificada no destino a 20/4º C;
VDDA = Volume da diferença verificada no destino na temperatura ambiente;
VI = Volume inicial por medição no(s) tanque(s) terra selecionado(s) na usina;
VF = Volume final por medição no(s) tanque(s) terra selecionado(s) na usina;
Vmedido
ambiente;
- TT
= Volume medido no(s) tanque(s) terra da usina na temperatura
Vmedido - BT = Volume medido na balsa-tanque na temperatura ambiente.
VP = Volume de possíveis perdas relativas ao derrame do produto a
temperatura ambiente;
VDT = Volume da diferença total no destino (usina) na temperatura ambiente,
em litros;
VTT-CONV = Volume do(s) tanque(s) terra da usina convertido(s) a 20oC;
VNF-CONV = Volume da Nota Fiscal convertido(s) a 20oC;
VDT-CALC = Volume da diferença total calculada a 20oC;
VDT-AMBIENTE = Volume da diferença total no destino (usina) na temperatura
ambiente em litros.
Diretoria de Engenharia - DE
92
8.1 – EXERCÍCIO
Uma balsa tanque atracou no píer para descarga de combustível (destino). O
comandante da embarcação e/ou preposto do transportador apresentou-se ao
responsável pelo recebimento com nota fiscal de 1.000.000 litros de óleo diesel tipo
“B” e OP-35 contendo os seguintes dados do produto:
Origem (Carregamento):
a) Dados da Nota Fiscal:
¾ Quantidade do Produto: 1.000.000 litros
¾ Fator de correção do volume: 0,9942
b) Dados da OP-35:
¾ Temperatura Média da Balsa: 27ºC
¾ Amostra: Densidade: 0,8300
Temperatura: 29,5 ºC
¾ Densidade a 20ºC: 0,8363
¾ Fator de correção do volume (Fco): 0,9942.
¾ Volume Ambiente: 997.000
¾ Volume a 20 ºC: 991.217
Destino (Descarga):
c) Dados da OP-35
¾ Temperatura Média da Balsa: 26,5ºC
¾ Amostra: Densidade: 0,833
Temperatura: 29 ºC
¾ Densidade a 20ºC: 0,8390
¾ Fator de correção do volume (FCD): 0,9947.
¾ Volume Ambiente: 993.000
¾ Volume a 20 ºC: 987.737
Diretoria de Engenharia - DE
93
Determinar:
1. A qualidade do produto está dentro dos limites de variações aceitáveis de
+/- 0,003 ? (Variação entre as densidades de destino e origem a 20/4º C).
Sendo:
QP = Variação de densidade do produto para avaliação da qualidade do mesmo;
DNF = Densidade da Nota Fiscal a 20/4º C (origem).
DC = Densidade convertida a 20/4 °C (destino);
Dados:
QP = ?
DNF = 0,8363
DC = 0,8390
Fórmula:
QP = DNF - DC
Logo:
QP = 0,8363 - 0,8390
QP = - 0,0027 ≤ 0,003, logo a diferença está satisfatória.
2. Determinação do volume a 20/4º C no destino.
Sendo:
Vdestino = Volume a 20/4 º C no destino;
Vmedido = Volume medido nos tanques da balsa tanque na temperatura ambiente;
FCD = Fator de Correção do Volume a 20/4 º C (destino).
Dados:
Vdestino = ?
Vmedido = 993.000 litros
FCD = 0,9947
Fórmula:
Vdestino = Vmedido X FCD
Logo:
Vdestino = 993.000 x 0,9947
Vdestino = 987.737 litros
Diretoria de Engenharia - DE
94
3. Determinação do volume da diferença verificada a 20/4º C no destino com
relação à origem.
Sendo:
VDDV = Volume da diferença verificada no destino a 20/4 ºC;
Vorigem = Volume do carregamento na origem a 20/4 ºC (Anexo VIII – OP - 35);
Vdestino = Volume a 20/4 º C no destino.
Dados:
VDDV = ?
Vdestino = 987.737 litros
Vorigem = 991.217 litros
Fórmula:
VDDV = Vdestino - Vorigem
Logo:
VDDV = 987.737 - 991.217
VDDV = - 3.480 litros
4. Verificação da faixa de tolerância (- 0,06% a + 0,05%) para óleo diesel
devido à variação normal decorrente da evaporação e movimento do
produto.
- 3.480
- 595 (-0,06%)
987.737
990.622
+ 496 (+0,05%)
991.217
991.713
Vorigem = 991.217 litros a 20/4º C.
- 0,06% = Vorigem - (Vorigem X 0,06/100)
+ 0,05% = Vorigem + (Vorigem X 0,05/100)
Logo:
- 0,06% = 990.622
+ 0,05% = 991.713
Nota: Pode-se constatar que na Balsa – tanque existe uma diferença a menor
de 3.480 litros, superior a faixa de tolerância. Deste modo, atesta-se 987.737
litros na OP-35 como valor recebido a 20/4º C.
Diretoria de Engenharia - DE
95
5. Determinação do volume da diferença verificada no destino corrigido em
volume temperatura ambiente.
Sendo:
VDDA = Volume da diferença verificada no destino na temperatura ambiente;
VDDV = Volume da diferença verificada no destino a 20/4º C;
FCD = Fator de Correção do Volume a 20/4 º C (destino).
Dados:
VDDA = ?
VDDV = -3.480 litros
FCD = 0,9947
Fórmula:
VDDA = VDDV / FCD
Logo:
VDDA = -3.480 / 0,9947
VDDA = - 3.499 litros
6. Determinação do volume recebido por medição de trena no(s) tanque(s) –
terra na temperatura ambiente a ser informada no verso da Nota Fiscal
(Carimbo de Atestado de Recebimento para Balsa-Tanque – Anexo II/B).
Sendo:
Vmedido - TT = Volume medido no(s) tanque(s) terra da usina na temperatura ambiente;
VI = Volume inicial por medição no(s) tanque(s) terra selecionado(s) da usina;
VF = Volume final por medição no(s) tanque(s) terra selecionado(s) da usina;
Dados:
Vmedido - TT = ?
VI = zero
VF= 992.800 litros
Fórmula:
Vmedido - TT = (VF - VI )
Logo:
Vmedido – TT = 992.800 - 0
Vmedido – TT = 992.800 litros
Diretoria de Engenharia - DE
96
7. Determinação do volume de possíveis perdas relativas ao derrame do
produto (drenagem do duto e/ou manuseio no transbordo, etc) na
temperatura ambiente.
Sendo:
VP = Volume de possíveis perdas relativas ao derrame do produto a temperatura
ambiente;
Vmedido - BT = Volume medido na balsa-tanque na temperatura ambiente.
Vmedido - TT = Volume Medido no Tanque-terra da concessionária na temperatura
ambiente.
Dados:
VP =
Vmedido BT = 993.000 litros
Vmedido TT = 992.800 litros
VP = (Vmedido
Fórmula:
– TT
– Vmedido – BT )
Logo:
VP = (992.800 – 993.000)
VP = - 200 litros
8. Determinação do volume das diferenças verificadas dos itens 5 e 7 na
temperatura ambiente.
Sendo:
VDT = Volume da diferença total verificada no destino (usina) na temperatura
ambiente, em litros;
VDDA = Volume da diferença verificada no destino na temperatura ambiente;
VP = Volume de possíveis perdas relativas ao derrame do produto a temperatura
ambiente.
Dados:
VDT = ?
VDDA = - 3.499
VP = - 200
Fórmula:
VDT = (VDDA + VP)
Logo:
VDT= - 3.499 - 200
VDT= - 3.699 litros
Diretoria de Engenharia - DE
97
9. Determinação do volume da diferença total a 20 oC no destino em relação à
Nota Fiscal.
Sendo:
VTT-CONV = Volume do(s) tanque(s) terra da usina convertido(s) a 20oC;
VNF-CONV = Volume da Nota Fiscal convertido(s) a 20oC;
VDT-CALC = Volume da diferença total calculada a 20oC;
Vmedido - TT = Volume Medido no Tanque-terra da concessionária na temperatura
ambiente;
FCD = Fator de Correção do Volume a 20/4 º C (balsa-tanque no destino);
FCO = Fator de Correção do Volume a 20/4 °C (Nota Fiscal ou OP-26 origem).
Fórmulas:
VTT-CONV = Vmedido - TT x FCD
VNF-CONV = VNF x FCO
V DT-CALC = V TT-CONV - V NF-CONV
Logo:
VTT-CONV = 992.800 x 0,9947 = 987.538,16
V NF-CONV = 1.000.000 x 0,9942 = 994.200,00
Então:
VDT-CALC = 987.538,16 - 994.200,00
VDT-CALC = - 6.661,84 litros
10. Determinação do volume da diferença total a temperatura ambiente
(destino) a ser atestada na Nota Fiscal (Carimbo de Atestado de
Recebimento para Balsa-Tanque – Anexo II/B).
Sendo:
VDT- ambiente = Volume da diferença total no destino (usina) na temperatura ambiente,
em litros;
VDT-CALC = Volume da diferença total calculada a 20 oC;
FCD = Fator de Correção do Volume a 20/4 ºC (balsa-tanque no destino)
Diretoria de Engenharia - DE
98
Fórmula:
VDT- ambiente = VDT-CALC / FCD
Logo:
VDT- ambiente = - 6.661,84 / 0,9947
VDT- ambiente = - 6.697,34 litros
Atenção: (1) O sistema de pagamento para produtos combustíveis junto a
Distribuidora é CIF - Cost, Insurance and Freight (“Custo, Seguro e Frete”), isto
é, os custos do seguro e do frete já estão incluídos no preço do produto.
Nestes termos, o vendedor tem a obrigação de contratar o seguro fluvial
contra riscos de perdas e danos durante todo o transporte até o destino.
Portanto, a diferença acima apontada será de responsabilidade da
distribuidora e informado no verso da Nota Fiscal (Carimbo de Atestado de
Recebimento para Balsa-Tanque – Anexo II/B).
Atenção: (2) O volume efetivamente recebido na Usina para efeito de estoque
será a quantidade de volume calculada no item 6, ou seja, o valor de Vmedido
TT – Volume medido no(s) tanque(s) terra da usina na temperatura ambiente e
informado no verso da Nota Fiscal (Carimbo de Atestado de Recebimento para
Balsa-Tanque – Anexo II/B).
Atenção: (3) O volume faltante, será a diferença verificada entre os volumes
medidos nos Tanques terra da Distribuidora (constantes na NF e OP-26) e da
Concessionária ou PIE (Anexo I) na temperatura a 20/4ºC, conforme item 09,
devidamente convertido na temperatura ambiente, conforme item 10 e
informado no verso da Nota Fiscal (Carimbo de Atestado de Recebimento para
Balsa-Tanque – Anexo II/B).
Nota: PERDAS (para efeito de transporte de combustível) – São as diferenças
de volumes relativos a possíveis derrames, operacionalização e manuseio do
combustível durante o transbordo entre a Balsa-tanque e Tanque–terra da
usina.
Atestado de Recebimento na Nota Fiscal:
•
•
Recebimento: 992.800 litros
Quantidade Faltante: - 6.697,34 litros
9 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade pela atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
Diretoria de Engenharia - DE
99
10 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
Diretoria de Engenharia - DE
100
ANEXOS
Diretoria de Engenharia - DE
101
Anexo XIII – Tabelas de Conversão das Densidades dos Produtos de Petróleo
(Resolução 6-70 do CNP) - Consultar manual.
Anexo XIX – Tabelas de Conversão de Volume para 20ºC (Resolução 6-70 do
CNP) - Consultar manual.
Diretoria de Engenharia – DE
103
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 005/2006
REVISÃO II - NOVEMBRO / 2006
Procedimento para Limpeza de Tanques
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 005/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DE TANQUES
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ................................................................................................................................. 109
2 – INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 109
3 – PROCEDIMENTOS....................................................................................................................... 109
3.1 – PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES:................................................................................................. 109
3.2 – PESSOAL ENVOLVIDO NA LIMPEZA ........................................................................................... 111
3.3 – PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA ........................................................................................... 111
3.4 – PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA.................................................................................................... 112
3.5 – RETORNO DO TANQUE Á OPERAÇÃO ....................................................................................... 113
4 – ATUALIZAÇÃO ............................................................................................................................ 114
5 – VIGÊNCIA ..................................................................................................................................... 114
Diretoria de Engenharia - DE
107
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 005 – 2006
Assunto: Procedimento para Limpeza de Tanques
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos para a realização de limpeza em tanques de
armazenamento de produtos derivados de petróleo em usinas térmicas.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos a
serem aplicados na limpeza em tanques de armazenamento de produtos derivados
de petróleo em usinas térmicas. Constam ilustrações referentes às seqüências
básicas de execução destas tarefas pelas usinas. Durante a limpeza dos tanques
deverão ser obedecidos todos procedimentos de segurança.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
3 – PROCEDIMENTOS
3.1 – PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES:
A seguir são descritos os procedimentos preliminares para a limpeza dos
tanques:
Diretoria de Engenharia - DE
109
3.1.1 – Retirar de operação o tanque que será submetido à limpeza, esvaziando até
o seu nível operacional mínimo;
3.1.2 – Isolar o tanque selecionado fechando válvulas by-pass, entrada, saída e
retorno de produto para o mesmo, bem como todas as válvulas do sistema contra
incêndio;
3.1.3 – Suspender, se existir, suprimento de vapor de aquecimento e retorno de
condensado dos aquecedores do tanque selecionado;
3.1.4 – Isolar e desenergizar bombas de recalque, bombas dosadoras de aditivos e
dispositivos de sinalização e segurança eletro-eletrônicos;
Diretoria de Engenharia - DE
110
3.1.5 – Liberar a área próxima ao tanque para movimentação de máquinas e
equipamentos a serem utilizados na limpeza do tanque.
3.2 – PESSOAL ENVOLVIDO NA LIMPEZA
3.2.1 – Em se tratando de um trabalho que envolve alto risco, o pessoal envolvido
deverá ter qualificação técnica para execução do trabalho com qualidade e
segurança.
3.3 – PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
3.3.1 – Disponibilizar equipamentos complementares de combate a incêndio para a
área do tanque selecionado. Ex: extintores de incêndio, mangueiras, esguichos, etc.
3.3.2 – Delimitar e sinalizar a área próxima ao tanque utilizando fitas, placas
sinalizadoras e cartões de isolamento de equipamento;
3.3.3 – Utilizar equipamentos elétricos blindados ou a prova de explosão, usar
ferramentas apropriadas ao serviço que não provoquem centelhamentos;
Diretoria de Engenharia - DE
111
3.3.4 – Providenciar abertura da boca de visita do teto do tanque selecionado,
tomando o cuidado de evitar centelhamentos durante o afrouxamento das porcas;
3.3.5 – Providenciar ventilação forçada para eliminação de bolsões de gases
inflamáveis existentes no interior do tanque;
3.3.6 – Monitorar a concentração de gases inflamáveis durante o processo de
limpeza do tanque até a completa conclusão do serviço.
3.4 – PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA
3.4.1 – Liberar tanque selecionado para o inicio da limpeza;
3.4.2 – Remover do tanque o lastro de produto remanescente através da tubulação
de drenagem, utilizando-se conjunto motor-bomba;
3.4.3 – Promover a abertura da porta de visita ou boca de visita do costado,
permitindo o acesso para a limpeza manual, se necessário;
Diretoria de Engenharia - DE
112
3.4.4 – Durante a limpeza do tanque, recolher todo o material descartável utilizado;
3.4.5 – O pessoal envolvido no trabalho deverá utilizar equipamentos de proteção
individuais – EPI’s;
3.4.6 – Contratar empresa licenciada junto aos órgãos ambientais e qualificada para
o tratamento/descarte dos resíduos recolhidos no processo.
3.5 – RETORNO DO TANQUE À OPERAÇÃO
3.5.1 – Inspecionar o interior do tanque quanto à presença de ferramentas ou
material utilizado na limpeza;
Diretoria de Engenharia - DE
113
3.5.2 – Fechar porta de limpeza e bocas de visita;
3.5.3 – Remover máquinas e equipamentos utilizados no processo de limpeza do
tanque;
3.5.4 – Remover equipamentos de segurança, fitas e cartões de isolamentos;
3.5.5 – Durante o retorno à operação deverá ser acompanhado o abastecimento
observando-se a existência de vazamentos.
4 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade pela atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
5 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
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INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO – ITR – 006/ 2006
REVISÃO II - NOVEMBRO / 2006
Procedimentos Gerais em Caso de Acidente com
Derivados de Petróleo com Impacto Ambiental
Diretoria de Engenharia - DE
INSTRUÇÃO TÉCNICA – 006/2006
REVISÃO II - DATA: 11/2006
TÍTULO
PROCEDIMENTOS GERAIS EM CASO DE ACIDENTE
PETRÓLEO COM IMPACTO AMBIENTAL
COM
DERIVADOS
DE
SUMÁRIO
1 – PROPÓSITO ................................................................................................................................. 119
2 – INTRODUÇÃO .............................................................................................................................. 119
3 – PROCEDIMENTOS EM CASO DE ACIDENTE COM PRODUTOS DERIVADOS DE PETRÓLEO
COM IMPACTO AMBIENTAL ............................................................................................................ 119
3.1 – DERRAMAMENTO DO PRODUTO ................................................................................................. 120
3.2 – INCÊNDIO............................................................................................................................................ 120
4 – ATUALIZAÇÃO ............................................................................................................................ 121
5 – VIGÊNCIA ..................................................................................................................................... 121
ANEXOS ............................................................................................................................................. 123
Diretoria de Engenharia - DE
117
Em Novembro de 2006.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA RECEBIMENTO
Revisão II - ITR – 006 – 2006
Assunto: Procedimentos Gerais em Caso de Acidente com Derivados de
Petróleo com Impacto Ambiental
Referência: Manual de Recebimento, Armazenagem, Manuseio e Qualidade de
Produtos Derivados de Petróleo em Usinas Térmicas.
Anexos:
a) Fichas de Emergência dos Produtos.
1 – PROPÓSITO
Estabelecer procedimentos gerais em caso de acidente com derivados de
petróleo com impacto ambiental.
2 – INTRODUÇÃO
Esta ITR apresenta informações sucintas a respeito dos procedimentos gerais
em caso de acidente com derivados de petróleo com impacto ambiental. Constam
ilustrações referentes às seqüências básicas de execução destas tarefas pelas
usinas.
Esta versão já contempla todas as atualizações realizadas durante o ano de
2005 nas reuniões de revisão do manual.
3 – PROCEDIMENTOS EM CASO DE ACIDENTE COM PRODUTOS DERIVADOS
DE PETRÓLEO COM IMPACTO AMBIENTAL
A comunicação inicial do acidente deverá ser feita ao órgão ambiental
competente, à Capitania dos Portos ou à Capitania Fluvial da jurisdição do acidente
e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP.
Todas as empresas deverão seguir rigorosamente as instruções contidas no
Programa de Controle Ambiental (PCA) devidamente aprovadas pelo órgão
ambiental competente.
Diretoria de Engenharia - DE
119
3.1 – DERRAMAMENTO DO PRODUTO
9 Interromper as atividades;
9 Realizar as manobras visando interromper o fluxo do produto;
9 Isolar a área do acidente;
9 Eliminar todas as fontes de ignição evitando fagulhas e chamas;
9 Não direcionar o derramamento para quaisquer sistemas de drenagem pública;
9 Evitar contaminação de cursos d’água e mananciais;
9 Tomar todas as providências para confinar o produto;
9 Recolher o produto para tratamento e disposição final, sob orientação e
consentimento do órgão ambiental local;
9 No caso de contaminação ou iminência de contaminação de águas superficiais,
mananciais, solos e do meio ambiente em geral, entrar em contato com o órgão
ambiental local;
9 Todas as empresas deverão seguir rigorosamente as recomendações do PCA
(Programa de Controle Ambiental) aprovadas pelo órgão ambiental competente.
Sendo o vazamento pequeno, absorver o óleo com terra ou outro material
absorvente não combustível, dando preferência a absorventes regeneráveis ou
recicláveis em lugar de materiais descartáveis, como a palha. É recomendável,
sempre que possível, a utilização de produto específico que elimine os
hidrocarbonetos (bio-remediadores / bactérias). Caso não seja possível o tratamento
no local, a destinação final do material contaminado deverá ser aprovada pelo órgão
ambiental.
3.2 – INCÊNDIO
9 Interromper as atividades;
9 Realizar as manobras visando interromper o fluxo do produto;
9 Evacuar a área;
9 Convocar o Corpo de Bombeiros local para auxiliar no controle do acidente e a
Polícia Militar para a interdição de vias públicas;
9 Comunicar aos órgãos competentes da empresa;
Diretoria de Engenharia - DE
120
9 Cobrir o produto derramado com areia ou pó químico, não usar serragem;
9 Combater o fogo com extintores de CO2 ou pó químico, apontando para a base
da chama e mantendo uma distância mínima de 50 cm;
9 Não usar água em combate a incêndios em produtos derivados de petróleo. Todo
cuidado deve ser tomado para que a água não caia diretamente sobre o óleo que
estiver envolvido com o acidente, pois isto trará o risco do fogo se espalhar para
as regiões vizinhas, aumentando a área de incêndio;
9 Água em forma de neblina somente deve ser usada para resfriamento de tanques
de armazenamento, veículos, equipamentos e instalações próximas ao local da
ocorrência;
9 Disparar preventivamente os extintores de CO2 nos bueiros e galerias para evitar
explosões, não usar água pressurizada, nem sob forma de neblina;
9 Afastar objetos, para prevenir a ampliação do foco;
9 Ventilar o ambiente para retirar a fumaça;
9 Após esses procedimentos, combater os focos com extintores de água
pressurizada ou mangueiras.
4 – ATUALIZAÇÃO
A responsabilidade pela atualização desta Instrução Técnica (ITR) é do Grupo
Técnico Operacional da Região Norte (GTON).
5 – VIGÊNCIA
Esta ITR entra em vigor na data de sua edição.
Diretoria de Engenharia - DE
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ANEXOS
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Fichas de Emergência
F I C H A
D E
E M E R G Ê N C I A
F1-PS022 (Rev. 00)
ÓLEO COMBUSTÍVEL
Número de Risco: Não
disponível
Número da ONU: 1999
Classe de Risco: 3
Subclasse:
Não
disponível
Aspecto: Líquido viscoso, marrom escuro, de odor característico.
Sua viscosidade varia de fluido a praticamente semi-sólido.
EPI’s: Óculos de segurança; botas; luvas; avental, guarda-pó ou
camisa de mangas compridas. Quando manipulando o produto
aquecido usar protetor facial e luvas de amianto.
RISCOS
FOGO: Líquido combustível, com ponto de fulgor de 66°C. A combustão produz CO2 e óxidos
de enxofre.
SAÚDE: Por inalação pode causar irritação do nariz e garganta, dor de cabeça, náuseas e
tonteiras.
Em
altas
concentrações
pode
provocar
confusão
mental,
depressão
e
inconsciência. O produto aquecido pode causar queimaduras severas nos olhos e pele. Por
ingestão pode provocar pneumonia química. Existe evidência suficiente de que esse produto
seja carcinogênico em animais de experimentação, mas poucas evidências que o mesmo
ocorra com o homem.
MEIO AMBIENTE: Os vapores são prejudiciais ao meio ambiente. Vazamentos e
derramamentos podem causar mortalidade da vida aquática. Pode transmitir qualidades
indesejáveis à água, afetando o seu uso. No solo pode contaminar o lençol freático.
F I C H A
D E
E M E R G Ê N C I A
F1-PS022 (Rev. 00)
Diretoria de Engenharia - DE
Número de Risco: Não
disponível
Número da ONU: 1999
Classe de Risco: 3
Subclasse: Não
disponível
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F I C H A
D E E M E R G Ê N C I A
F1-PS022 (Rev. 00)
ÓLEO DIESEL
Número de Risco: 33
Número da ONU: 1203
Classe de Risco: 3
Subclasse:
Não
disponível
Aspecto: Líquido límpido, amarelado, com odor característico.
EPI: Óculos de segurança; botas; luvas; avental, guarda-pó ou camisa
de mangas compridas. (Quando for extremamente necessário manipular
grandes quantidades do produto fora de capela, usar máscara com filtro
para vapores orgânicos).
RISCOS
FOGO: Líquido inflamável, com ponto de fulgor entre 0 e 100°C.
SAÚDE: Irritante das vias aéreas superiores. Irritação dos olhos com vermelhidão das
conjuntivas. Contatos repetitivos com a pele podem causar dermatite. Pode causar dor de cabeça,
náuseas e tonteira. Por aspiração durante o vômito pode provocar pneumonia química.
MEIO AMBIENTE: Os vapores são prejudiciais ao meio ambiente. São moderadamente tóxicos
para vida aquática. No solo pode contaminar o lençol freático. Pode formar películas superficiais
sobre a água.
EM CASO DE ACIDENTE
VAZAMENTO
Evacuar o local. Manter distante as fontes de ignição e calor. Lavar com água
em excesso. Remover e isolar o recipiente em área bem ventilada.
Deverá ser comunicado ao órgão de segurança da empresa.
Usar extintor de pó químico, espuma ou CO2. Pulverizar água para
refrigerar recipientes expostos ao fogo.
FOGO
Descartar no dreno da capela, sob água em abundância.
POLUIÇÃO
Olhos: Lavar a área afetada com muita água, no mínimo durante 15 minutos.
Pele: Remover o produto lavando vigorosamente com água e sabão.
ENVOLVIMENTO Ingestão: Se a vítima estiver consciente, administrar água em excesso.
DE PESSOAS Inalação: Remover o atingido imediatamente do local para ambiente de ar
fresco. Utilizar medidas de ressuscitação respiratória.
Diretoria de Engenharia - DE
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F I C H A
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E M E R G Ê N C I A
F1-PS022 (Rev. 00)
ÓLEO LEVE PARA TURBINA
ELÉTRICA
Número de Risco: 33
Número da ONU: 1203
Classe de Risco: 3
Subclasse:
Não
disponível
Aspecto: Líquido límpido, amarelado, com odor característico.
EPI: Óculos de segurança; botas; luvas; avental, guarda-pó ou
camisa de mangas compridas. (Quando for extremamente
necessário manipular grandes quantidades do produto fora de
capela, usar máscara com filtro para vapores orgânicos).
RISCOS
FOGO: Líquido inflamável, com ponto de fulgor entre 0 e 100°C.
SAÚDE: Irritante das vias aéreas superiores. Irritação dos olhos com vermelhidão das
conjuntivas. Contatos repetitivos com a pele podem causar dermatite. Pode causar dor de
cabeça, náuseas e tonteira. Por aspiração durante o vômito pode provocar pneumonia
química.
MEIO AMBIENTE: Os vapores são prejudiciais ao meio ambiente. É moderadamente tóxico
para vida aquática. No solo pode contaminar o lençol freático. Pode formar películas
superficiais sobre a água.
EM CASO DE ACIDENTE
Evacuar o local. Manter distante as fontes de ignição e calor. Lavar
com água em excesso. Remover e isolar o recipiente com vazamento
VAZAMENTO
em área bem ventilada.
Deverá ser comunicado ao órgão de segurança da empresa.
Usar extintor de pó químico, espuma ou CO2. Pulverizar água para
refrigerar recipientes expostos ao fogo.
FOGO
Diretoria de Engenharia - DE
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F I C H A
D E
E M E R G Ê N C I A
F1-PS022 (Rev. 00)
ÓLEO LEVE PARA TURBINA
ELÉTRICA
Número de Risco: 33
Número da ONU: 1203
Classe de Risco: 3
Subclasse:
Não
disponível
Descartar no dreno da capela, sob água em abundância.
POLUIÇÃO
Olhos: Lavar a área afetada com muita água, no mínimo durante 15
minutos.
Pele: Remover o produto lavando vigorosamente com água e sabão.
ENVOLVIMENTO
DE
PESSOAS
Ingestão: Se a vítima estiver consciente, administrar água em
excesso.
Inalação: Remover o atingido imediatamente do local para ambiente
de ar fresco. Utilizar medidas de ressuscitação respiratória.
Administrar oxigênio se a respiração for superficial ou se a anóxia
estiver presente.
INFORMAÇÕES AO
Tratar ou prevenir a pneumonia com antibióticos.
MÉDICO
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Instruções Técnicas para recebimento