Condomínio Portal do Gama MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Construção de um condomínio Horizontal misto, com dois pavimentos, tendo unidades residenciais em seu interior e unidades comerciais em sua fachada. Local: QI 04 Lotes 1280/1300 – Setor Leste Industrial – Gama – Distrito Federal – CEP: 72.445-040 Incorporador Nome: ITAOCA – Itaoca Projetos, Construções e Comércio Ltda. CNPJ: 72.576.358/0001-78 Endereço: Quadra 03 Lote 380 Loja 13 – Ed. Real Center Setor leste industrial Gama/DF - 72.445-030 Responsável Técnico dos Projetos Executivos Nome: Lucio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Responsável Técnico da Obra Nome: Lucio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Responsável Técnico pelo Memorial Descritivo Nome: Lucio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF 1 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Informações Gerais: O presente memorial descritivo e especificações técnicas têm por finalidade completar as informações contidas nos projetos executivos e subsidiar a empresa responsável pela execução da obra na elaboração de orçamentos, cronogramas e demais documentações técnicas. Projetos Executivos: • Projeto Arquitetônico • Projetos Estruturais • Projetos de Instalações Hidrossanitárias • Projetos de Instalações Elétricas • Projetos de Lógica e telefonia Obs.: Os projetos informados acima, da obra em referência, não podem ser analisados separadamente deste memorial. A empresa responsável pela execução da obra, deverá utilizar como referência os projetos executivos e elementos técnicos ora apresentados, bem como se orientar pelos detalhes construtivos constantes nos projetos. Todos os projetos deverão estar disponíveis para consulta no local de execução da obra. Análise Inicial: Inserido em uma área de uso habitacional e comercial, na qual as edificações apresentam, em sua grande maioria, gabaritos abaixo de 6 metros, o futuro Condomínio Portal do Gama, deverá ser um conjunto misto 2 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama (residencial e comercial ) cuja morfologia integre-se na paisagem existente e que busque, através de suas formas, o equilíbrio entre o bem estar físico e social de seus moradores. TIPOLOGIA E URBANIZAÇÃO Sugere-se que o conjunto seja constituído de tipologias horizontais, utilizandose dois níveis para dispor as unidades, as quais serão geminadas lateralmente. Propõe-se a criação de quatro blocos de unidades, posicionados de modo a relacionar o conjunto com a rua para a qual tem frente, e, também, no seu interior, a criar áreas naturais de convivência. Os Blocos 1 e 2, que serão utilizados como espaços comerciais, voltam-se para a rua e é o principal responsável pela integração morfológica do conjunto ao seu entorno. Os blocos 2 e 3, terão sua utilização unicamente residencial, abrem-se para o interior do conjunto conformando os espaços de uso coletivo ( circulação e estacionamento ). O partido urbano proposto utiliza o mais natural e elementar princípio das aglomerações habitacionais: "Frente com frente". A história das cidades tem mostrado que a convergência das edificações em torno das áreas livres comuns, além de valorizá-las espacialmente, estabelece de forma natural destinações a todos os espaços, o que garante seus usos, e, em conseqüência, suas vidas. Procurou-se fazer com que as áreas livres públicas (ruas e estacionamento) não surgissem apenas como espaços residuais, não ocupados pelas edificações. Suas conformações não obedeceram, apenas, a implantação dos blocos, mas determinaram, também, suas localizações. As áreas livres, aqui, são intencionalmente desenhadas pela volumetria dos edifícios. 3 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama A opção tipológica se justifica, também, pela necessidade de redução dos custos de construção. A solução horizontal (em dois níveis apenas), permitirá fundações menos profundas e, portanto, mais baratas. A disposição geminada das unidades também possibilitará um menor custo de obra, pois o uso de paredes meeiras e instalações coletivas, por exemplo, é fator barateador não apenas de materiais como, também, de mão de obra. O acesso é único dividido em duas partes um lado exclusivamente para entrada de veículos e o outro somente para a saída dos mesmos. O conjunto apresenta 68 unidades assim distribuídas: Qtde Tipo Área ( m² ) 16 16 16 16 2 2 Residencial - Tipo 01 Residencial - Tipo 02 Residencial - Tipo 03 Residencial - Tipo 04 Comercial – Tipo 01 Comercial – Tipo 02 30,30 25,89 29,46 31,97 64,80 60,44 Taxa de Distribuição 23,5% 23,5% 23,5% 23,5% 3% 3% A densidade conseguida foi de 453 hab/ha. Considerou-se que o conjunto, em terreno de 3.000 m² ( 0,30 ha. ), abrigará 136 habitantes, sendo considerado 02 habitantes por unidade habitacional. Cálculo: Total de Habitantes ÷ Área ( ha. ) = Densidade ( hab/ha. ) 136 hab ÷ 0,30 ha. = 453 hab/ha. A Área total edificada será de 2.508,21 m² O Índide de aproveitamento resultante será de 0,84 4 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama O Índice de ocupação a ser alcançado será de 0,42 As áreas úteis de cada unidade serão as seguintes: Tipo Área ( m² ) Residencial - Tipo 01 Residencial - Tipo 02 Residencial - Tipo 03 Residencial - Tipo 04 Comercial – Tipo 01 Comercial – Tipo 02 30,30 25,89 29,46 31,97 64,80 60,44 As unidades apresentam o seguinte programa: Residencial - Tipo 01: Local Área ( m² ) Sala Quarto Banheiro Total 13,57 13,92 2,81 30,30 Residencial - Tipo 02: Local Área ( m² ) Sala Quarto Banheiro Total 12,54 9,60 3,75 25,89 Residencial - Tipo 03: 5 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Local Área ( m² ) Sala Quarto Serviço Banheiro Total 13,08 9,60 3,03 3,75 29,46 Residencial - Tipo 04: Local Área ( m² ) Sala Quarto Varanda Serviço Banheiro Total 12,54 10,23 4,45 1,00 3,75 31,97 Comercial - Tipo 01: Local Área ( m² ) Loja - Térreo Banheiro - Térreo Sobre-loja Banheiro - Sobreloja Total 29,40 3,00 29,40 3,00 64,80 Comercial - Tipo 02: Local Área ( m² ) Loja - Térreo Banheiro - Térreo Sobre-loja Banheiro - Sobreloja Total 27,22 3,00 29,40 3,00 62,62 6 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 1 Serviços Preliminares 1.1 Remoção da vegetação e limpeza Nas áreas previstas no projeto para o desenvolvimento dos trabalhos, deverá ser precedida a remoção da vegetação e do solo superficial orgânico impróprio, através dos serviços de desmatamento, deslocamento, capina, raspagem e limpeza. Os detritos e entulhos resultantes deverão constituir-se em bota-fora ou serem removidos para locais adequados, sujeitos à aprovação da Fiscalização. 1.2 Canteiro de Obras Haverá necessidade de colocação de tapumes, nos limites de execução da obra. O Barracão deverá ser executado de acordo com as necessidades da empresa responsável pela execução da obra, com no mínimo 01 (um) depósito para guarda de materiais e abrigo para a administração da obra. 1.3 Ligações e Instalações Provisórias Deverão ser solicitadas as ligações provisórias de água, energia e esgoto, sendo que, logo após a conclusão dos serviços, deverão ser totalmente removidas. 1.3.1 Instalações de Água e Esgoto 7 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Deverá ser solicitada a Concessionária pública a instalação de ponto provisório para atender a obra. 1.3.2 Instalações Elétricas Deverá ser solicitada a Concessionária pública a instalação de ponto provisório para atender a obra. Todas as instalações provisórias deverão ser removidas após o término da obra. 1.4 Locação da Obra A obra devera ser locada conforme projeto de implantação, por método escolhido pela empresa responsável pela execução. 2 Terraplenagem 2.1 Os serviços de terraplenagem serão executados com o mínimo necessário para o nivelamento do terreno, sendo que o grau de compactação deverá atingir o mínimo de 95, principalmente, nos locais de circulação e estacionamento dos veículos. 3 Fundações 8 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 3.1 Serão executadas em concreto convencional, com Fck (resistência a compressão do concreto) determinado pelo Projeto Estrutural da obra, e com acompanhamento de um técnico apto a realizar o “slump test”, que determina se a plasticidade do concreto esta conforme a especificação do projeto Estrutural. A fundação será em blocos de concreto, estacas ou sapatas de concreto a ser definida pelo Projeto Estrutural, e será a que melhor se adaptar ao tipo de solo existente no local, a ser determinada por laudo de Sondagem, o qual determina o tipo de solo existente no local, e a capacidade de suporte do mesmo; e ao mesmo tempo a que se adaptar melhor ao peso da estrutura da edificação. As alvenarias de pedra e/ou baldrame caso sejam utilizadas nesta obra, serão impermeabilizadas com duas demãos de hidroasfalto, aplicada em ambos os sentidos para dar perfeito recobrimento às fundações. 4 Estruturas de Concreto Armado 4.1 Escavação 4.1.1 Abertura de valas Para execução das vigas baldrames deverão ser abertas valas na largura e profundidade definidas no projeto estrutural. 4.1.2 Apiloamento 9 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Deverá ser feito manualmente com soquete de 10 a 20 Kg, com o objetivo de uniformizar o fundo das valas. 4.2 Materiais a serem utilizados 4.2.1 Aglomerantes 4.2.1.1 Cimento Todo cimento deverá ser de fabricação recente e com embalagem original em perfeito estado de conservação. armazenado em local O cimento deve ser suficientemente protegido da ação das intempéries, da umidade do solo e de outros agentes nocivos às suas qualidades até o momento de ser utilizado. épocas diversas não devem ser Lotes recebidos em misturados, mas colocados separadamente de maneira a facilitar sua inspeção e seu emprega na ordem cronológica de recebimentos. 4.2.2 Agregados 4.2.2. l Areia Deverá ser utilizada a areia natural quartzosa, ou uma mistura de areia natural e areia artificial resultante do britamento de rochas estáveis, de diâmetro máximo igual ou inferior a 4,8 mm. No caso de se utilizar misturada, a percentagem de areia natural não poderá ser inferior a 50% do total. A areia deve ser completamente lavada antes de entregue na obra. 4.2.2.2 Brita 10 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama O pedregulho natural ou as pedras britadas, provenientes do britamento de rochas estáveis, é o agregado graúdo utilizado para o concreto. O diâmetro máximo deste agregado deve ser menor que 1/4 da menor dimensão da peça a ser concretada, além de ser compatível com o espaço livre entre as barras. Este deverá ser completamente lavado antes de entregue na obra. 4.2.3 Água A água destinada ao amassamento do concreto deve ser limpa, sem impurezas, isenta de óleo e outras substâncias de teores prejudiciais. Aceita-se como satisfatória a água potável fornecida pela rede de abastecimento público, a água não poderá conter cloretos em quantidades superior a 500 mg/l de Cl, nem sulfates em quantidades superior a 300 mg/l de S04. 4.2.4 Concreto O concreto deverá ser dosado racionalmente, objetivando garantir a resistência característica à compressão (fck) 20MPA, salvo indicação em contrário estabelecida nos projetos, através de controle rigoroso. 4.2.4.1 Controle de Resistência do Concreto O controle de resistência do concreto à compressão, obrigatório para os concretos dosados racionalmente, deverá ser rigoroso e feito de acordo com os métodos de ensaio MB-2 e MB-3. A resistência à compressão a ser considerada será aos 28 dias, permitindo-se fazer uma avaliação prévia com idade menor, desde que se tenha 11 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama determinado a relação entre as resistências nessa idade e na idade prevista (usando-se de preferência a idade de sete dias). Durante todo o decorrer dos trabalhos de lançamento do concreto, devera ser efetuado um controle sistemático da resistência do concreto. Para execução deste controle, deverão ser retiradas amostras durante o lançamento, e em diversos pontos da obra, de modo que o conjunto de corpos possa representar, da melhor maneira possível a estrutura que está sendo executada. A empresa responsável pela execução da obra deverá organizar, com antecedência, um programa para coleta de corpos de prova, tomando-a mais uma rotina da obra. Todo o trabalho referente à retirada, moldagem, cura e testes dos corpos de prova será de responsabilidade da Empreiteira que, inclusive, os identificará por uma numeração crescente e pela data de moldagem. Os ensaios constarão da ruptura, por compressão axial, dos corpos de prova cilíndricos aos 28 dias de idade. Uma série de corpos de prova é constituída de um conjunto de três corpos de prova retirados de uma mesma região de estrutura. De cada série de três corpos de prova, dois serão enviados imediatamente ao laboratório para os ensaios à compressão, e o outro deverá ser armazenado em local apropriado na obra com a finalidade de se obter, no futuro, quando necessário, confirmação sobre resultados dos ensaios anteriores. 4.2.4.2 Mistura e Amassamento do Concreto O amassamento deve ser contínuo e durar o tempo necessário para permitir a homogeneização da mistura de todos os elementos, inclusive eventuais aditivos. 12 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama A mistura e o amassamento poderão ser efetuados de três modos: • mistura manual para volumes inferiores a 0,25 m3; - mistura pronta fornecida por empresa especializada; - mistura de concreto em betoneira na obra. O amassamento manual do concreto deverá ser realizado sobre um estrado ou superfície plana impermeável e resistente. Misturar-se-ão primeiramente a seco os agregados e o cimento de maneira a obter-se cor uniforme; em seguida adicionar-se-á aos poucos a água necessária, prosseguindo-se a mistura até conseguir-se massa de aspecto uniforme. Não será permitido, nesse tipo de amassamento, volume de concreto superior ao correspondente a 100 kg de cimento, de cada vez. • Quando for empregado concreto pré-misturado. A Empresa contratada para a execução da obra deverá exigir da empresa fornecedora garantias de que sejam preenchidos todos os itens desta norma sendo, contudo, a executante a última responsável perante devera EMBRAPA. enviar, O fabricante do juntamente com concreto cada carga, pré-misturado documento indicando o tipo, a classe do concreto e o volume liberado (em m³). A temperatura dos componentes durante a fabricação do concreto, bem como a temperatura da mistura, no momento do lançamento não deverá ultrapassar limites razoáveis, de modo a não afetar a resistência do concreto (35 graus). 13 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama A betoneira deverá ser carregada de modo que uma parte da água entre inicialmente, precedendo o cimento e os agregados. Toda a água deverá estar inicialmente na betoneira quando se atingir 1/4 do tempo total especificado para o amassamento. O carregamento da betoneira nunca poderá ultrapassar a capacidade especificada. O movimento do tambor da betoneira devera situar entre 14 e 18 rotações por minuto, exceto se indicado diferentemente pelo fabricante. Para volumes de misturas inferiores a 1,5 m³, a mistura deverá continuar, após a colocação de todos os ingredientes, exceto a água. por um período de tempo não inferior a um minuto antes de ser iniciada a descarga. Para volumes de mistura iguais ou superiores a 1,5 m³, o período de mistura deverá ser de um minuto mais vinte segundos para cada metro cúbico adicional ou fração. 4.2.4.3 Transporte do Concreto O transporte do concreto do local de amassamento para o de lançamento deverá ser feito de modo que não decorra mais do que uma hora entre o momento em que se adiciona toda a água á mistura e momento de lançamento. O meio de transporte deve ser tal que não produza segregação dos elementos. Os Transportes devem ser cobertos, com a finalidade de proteger o concreto de chuvas e outras contaminações. 4.2.4.4 Lançamento do Concreto 14 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Antes do inicío da concretagem, as formas deverão receber uma rigorosa limpeza, removendo-se todo e qualquer material estranho (tal como terra, lascas de madeira, pregos, etc.) que seja depositado em seu interior ou aderente às paredes internas. Qualquer lançamento só será permitido desde que o concreto esteja fresco. Não será permitido que um concreto parcialmente endurecido, seja re-misturado com adição de água. Nas concretagens em geral, o concreto não poderá ser lançado de uma altura livre superior a dois metros. Para evitar uma queda excessiva, ele será lançado através de calhas ou de aberturas localizadas nos lados das formas. O lançamento do concreto em blocos de fundação deverá ser feito sobre uma camada previamente executada de concreto magro de 5 cm de espessura. O lançamento deverá ser precedido de uma cuidadosa limpeza das cavas de fundação. Durante o lançamento até a secagem do concreto, toda a zona da construção em que estiver executando protegida O contra chuvas. concreto concretagem que deverá ser for encharcado por chuvas devera ser removido inteiramente. Todo o concreto devera ser compactado por meio de vibração durante o seu lançamento com a finalidade de se eliminar toda a porosidade e qualquer segregação de agregados. Deverão ser usados vibradores internos, externos ou superficiais, dependendo do tipo do elemento estrutural que esteja sendo vibrado. Deverá ser tomado o devido cuidado para se evitar o excesso de vibração. Não poderá ser vibrado concreto cuja pega já se iniciou. 15 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 4.2.5 Formas As formas deverão ser executadas com madeira de boa qualidade, sem curvaturas, não podendo apresentar sinais de apodrecimento e/ou nós soltos. As formas deverão estar rigorosamente de acordo com as dimensões indicadas nos desenhos do projeto. Sua posição deverá manter-se inalterada durante e após o lançamento do concreto. Qualquer parte da estrutura que se afastar das dimensões ou posições indicadas nos desenhos deverá ter a forma removida e substituída. As formas deverão ser rígidas e suficientemente receberem resistentes para todos os esforços que surgirem durante e após o lançamento do concreto. Para tal, as formas deverão ser devidamente escoradas e contraventadas de modo a não se permitirem deformações ou deslocamentos. Nas peças de grande vão. deve-se dar às formas deformação a sobrelevação inevitável provocada necessária pelo para peso do compensar material a nela introduzido. As formas para peças de concreto que ficarão expostas deverão ser executadas com madeira compensada nova ou material semelhante, tipo "Madeirite" com película protetora de filme, tendo juntas conforme desenhos. Deverá ser tomado todo o cuidado para que se tenha uma superfície realmente lisa após a retirada das formas. As formas só poderão ser removidas, quando a parte da estrutura por elas suportada tenha resistência suficiente para suportar com segurança seu peso próprio e demais cargas atuantes. As formas 16 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama deverão ser removidas sem choque e obedecendo a uma programação tal que a segurança da estrutura não seja afetada pela operação. Não se tendo usado cimento de alta resistência inicial ou processos que acelerem o endurecimento, a retirada das formas não poderá ser efetuada antes dos seguintes prazos: • Faces laterais das vigas: 3 dias • Faces laterais das paredes: 21 dias • Faces inferiores das vigas e lajes, desde que se deixem pontaletes bem encunhados e convenientemente espaçados: 14 dias; • Faces inferiores, sem pontaletes: 21 dias. A desmoldagem da estrutura receberá um tratamento adequado, utilizando-se para facilitá-la materiais desmoldante. 4.2.6 Armaduras Os tipos de aço a serem usados são os indicados nos desenhos do projeto. As barras das armaduras, cortadas e dobradas no local da obra, deverão seguir a forma e as dimensões especificadas nos desenhos. As armaduras para serem utilizadas deverão estar livres de ferrugem solta ou qualquer outra cobertura que possa reduzir sua aderência ao concreto. Para o dobramento das barras deverá ser obedecido o seguinte critério: O diâmetro interno da curvatura de uma barra curvada não deverá ser menor que: • 10# para a categoria CA-25 • 12# para a categoria CA-32 17 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama • 12# para a categoria CA-40 • 15# para a categoria CA-50 • 18# para a categoria CA-60 Sendo # o diâmetro da seção transversal da barra em questão. Quando uma barra tracionada exigir ganchos em suas extremidades, os mesmos estarão considerados no comprimento total do detalhe desta barra. As armaduras deverão ser colocadas nas formas exatamente como indicado nos desenhos, e serão mantidas em posição por espaçadores, calços de concreto ou de metal ou por ganchos metálicos. Eventualmente algumas barras poderão ser deslocadas de sua posição a fim de se evitarem interferências com outros elementos tais como eletrodutos, chumbadores, e etc.. As emendas das barras de armaduras deverão ser feitas obedecendose rigorosamente aos detalhes dos desenhos do projeto. As locações das emendas, quando não indicadas especificamente nos desenhos, deverão ser determinadas pela Empreiteira, baseando-se nos comprimentos comerciais disponíveis para as barras. Deverão ser evitadas emendas em pontos de esforços máximos, porém quando usadas, deverão obedecer às prescrições da Norma. Antes do início da concretagem, todas as barras deverão estar livres de contaminação tais como argamassas, óleos, tintas, escamas de laminação, escamas de ferrugem, terra, ou qualquer outro material, que aderindo à superfície, reduza ou destrua os efeitos da aderência entre o aço e o concreto. 18 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 4.2.7 Laje As lajes serão definidas em projeto estrutural, com espessuras e sobrecargas também indicadas em projeto de estrutura, sendo que a classe de armadura será determinada pelo fabricante. 5 Impermeabilização 5.1 Alicerces Os alicerces deverão ser impermeabilizados através de argamassa rígida, usando-se "Vedacit" ou similar dosado em argamassa de cimento e areia em traço 1:3, em volume, sendo: l lata de cimento (18 litros); 3 latas de areia (54 litros); 2,0 Kg de impermeável. Deve-se dobrar lateralmente cerca de 10 a 15 cm, numa espessura mínima de 1,5 cm e a superfície apenas deverá ser desempenada, nunca alisada, ficando senü-áspera. Após a aplicação desta argamassa, deve-se pintar a superfície com VEDAPREN branco, na altura de 1m a partir do alicerce. Usar a mesma argamassa com "Vedacit" para assentamento das três primeiras fiadas de alvenaria. 6 Alvenaria 6.1 Bloco Cerâmico As alvenarias externas e internas serão de tijolos furados comuns de 10x20x20 cm, rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:6 com adição de cal concentrado na proporção indicada pelo 19 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama fabricante, devendo apresentar paramentos perfeitamente em prumo e esquadro. As fiadas serão perfeitamente alinhadas e prumadas. 6.1.1 Detalhes Construtivos Deverão ser observados os detalhes para a confecção dos cantos de parede, de modo a garantir a amarração entre as paredes adjacentes. Também serão observados os detalhes para a formação dos vãos nas paredes estruturais ( caso exista alvenaria estrutural ), observando-se medidas livres, pilaretes adjacentes, vergas e contravergas. 6.1.2 Elementos Construtivos. Deverão ser executadas as vergas, contravergas, percintas, pilaretes, etc. de acordo com a definição em projeto estrutural, tomando-se o cuidado de sempre limpar e umedecer os elementos a serem concretados. 7 Telhado 7.1 Forma do telhado 7.1.1 Beirais Não haverá beirais, apenas uma projeção de telhado da varanda do primeiro pavimento conforme projeto arquitetônico. 20 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 7.1.2 Platibanda As alvenarias externas e internas serão de tijolos furados comuns de 11,5x19x19 cm, rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:4 com adição de cal concentrado na proporção indicada pelo fabricante, devendo apresentar paramentos perfeitamente em prumo e esquadro. Sua altura está especificada em projeto. As fiadas serão perfeitamente alinhadas e prumadas. 7.2 Estrutura A estrutura da cobertura será executada com madeira (tipo Angelim e/ ou Maçaranduba) para todas as peças inclusive caibros e ripas sendo todas nas dimensões mostradas em projeto estrutural de cobertura. Os apoios deverão ser em alvenaria dobrada. Todas as peças deverão ser pregadas e travadas umas nas outras de modo a constituir uma estrutura rígida. O espaçamento entre as peças como, as terças, os caibros e as ripas deverão ser executados conforme projeto estrutural de cobertura. 7.3 7.3.1 Cobertura Será executada com telhas de fibro-cimento com espessura média de 6 mm, em duas águas conforme projeto e telha cerâmica tipo colonial na cobertura das varandas conforme detalhe de projeto estrutural de cobertura. A guarita terá sua cobertura em laje impermeabilizada com manta asfáltica ou material impermeabilizante similar conforme projeto arquitetônico. 21 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 7.4 7.4. l Condutores Calhas As calhas deverão ser confeccionadas em chapa galvanizada no. 22, lote 50, tipo coxo. 7.4.2 Condutores Os condutores aparentes serão de PVC, de acordo com o projeto de Águas Pluviais. 7.4.3 Rufos e Pingadeiras Será em chapa galvanizada no. 22, colocado em toda a extensão da platibanda interna e externa, corte 33. 8 Esquadrias 8.1 8.1.2 Esquadrias de Internas Portas As portas internas serão de madeira do tipo semi-ocas nas dimensões indicadas no projeto. A laminação para acabamento será em lâmina de madeira tipo Mogno ou Cedro, para receber selador. 8.2 Esquadrias Metálicas 22 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 8.2.1 Todas as portas e janelas externas serão em aço galvanizado com pintura automatizada recebendo um pré-tratamento de fosfato de zinco a quente com tinta hidro solúvel à base d’água seguida de cura em estufa numa temperatura de 160°C, com fechamentos em vidro de 4 mm. Conforme projeto arquitetônico. É recomendada a utilização das esquadrias de fabricação da Gravia ou similar desde que se mantenham as características técnicas solicitadas. 8.3 Ferragens 8.3.1 Fechaduras para portas externas: latão cromadas, encaixe 40mm, tipo cilindro, com espelho e maçanetas redondas, extremidades testa e contra testas retas, de primeira linha. 8.3.2 Fechaduras para portas internas, latão cromadas, encaixe 40mm, tipo cilindro, com espelho e maçanetas tipo alavancas, extremidades testa e contra testas retas, de primeira linha. 8.3.3 Dobradiças 31/2” ferro cromado. 8.4 Vidros Todas as janelas e portas que receberem vidros, estes serão lisos, transparentes e com espessura de 4 mm. 23 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 9 Revestimentos 9. l Parede 9.1.1 Internas Os banheiros levarão cerâmica esmaltada, assentadas sobre um emboço com argamassa pronta tipo cimento e cola, utilizando-se boa técnica. O rejunte da cerâmica será da marca Quartzolit ou similar. Nas demais paredes internas, receberão o seguinte tratamento: Será salpicada com cimento e areia no traço 1:4 , após levará emboço de cimento, cal concentrado e areia média no traço 1:2:5. Ou então serão rebocas com gesso, ficando esta decisão a cargo da empresa responsável pela execução da obra, em função da relação custo x qualidade destes materiais. 9 .1.2 Externas As paredes externas receberão chapisco, reboco e textura látex tipo aplicada com rolo específico para este tipo de textura. 9.2 9.2.1 Forros Será utilizado forro de gesso com amarração em arame galvanizado revestido. 9.3 Pisos 9.3.1 Pisos Internos 24 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama 9.3.1.1 Contrapiso Será executada no pavimento térreo uma camada de concreto magro de 8cm, diretamente sobre o solo compactado. Sobre este contrapiso receberá camada regularizadora para o assentamento de revestimento cerâmico. 9.3.1.2 Pisos Em todos os compartimentos: cerâmica esmaltada 31 x 31 cm ou 41 x 41 cm, tipo PEI 4 das marcas: Eliane, Cecrisa, Itagress, Formigress, Delta ou similar. A cor deverá ser definida posteriormente. 9.3.1.3 Soleiras Todas as portas de passagem ( portas c/ batentes ) receberão soleiras de granito. 9.3.2 Pisos Externos 9.3.2.1 Arruamento As áreas internas de estacionamento e circulação dos automóveis serão executadas em bloquetes de concreto sobre solo devidamente compactado e lençol de areia, deverá ser deixado espaçamento entre os bloquetes para conservação da permeabilidade do terreno. 9.3.2.2 Passeio Externo 25 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama As calçadas que circunda os blocos de apartamentos, serão feitas em concreto de 8cm de espessura, desempenado, conforme largura especificada no projeto arquitetônico. 10 Pintura 10.1 Pintura Interna Todas as paredes internas de alvenaria, receberão pintura PVA látex para interiores, na cor branco gelo da marca Colatex, Duramar, Kentone ou similar. Os forros de gesso e lajes internas receberão o mesmo tipo de pintura especificada para as paredes internas 10.2 Pintura Externa As paredes das fachadas receberão textura acrílica a ser aplicada com rolo específico para textura, nas cores a ser definida pela empresa responsável pela execução da obra. 11 Instalação Hidráulica 11. 1 Instalação de Água para Consumo 26 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama A tubulação de alimentação de água fria será interligada à rede pública conforme indicado no projeto de Instalações Hidrossanitárias. Não passar tubulação por elementos estruturais. Nos pontos de consumo deverão ser instalados tees ou cotovelos com rosca metálica. O material empregado na execução do projeto deverá ser de primeira qualidade, sendo recomendados os seguintes fornecedores: - Tubos e conexões em PVC para água, classe 15 – Tigre ou similar. - Registros de gaveta e/ou de pressão cromado, com canopla, padrão médio – Deca, Fabrimar ou similar 11.2 Instalações de Esgoto Sanitário A rede de esgoto executadas com sanitário e ventilação deverão ser tubulações e conexões em PVC rígido branco, soldável por meio de cola plástica apropriada seguindo-se as orientações do fabricante quanto a execução das juntas. Em trechos retilíneos com mais de 6 m deve-se fazer a ligação da tubulação por meio de Junta com anel de borracha. Os tubos ventiladores deverão ser prolongados 0,50 m acima do telhado e encimados com tee para proteção. 27 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Em áreas externas deverão ser enterrados em valas cujo reaterro devera ser feito com terra materiais que possam danificar isenta a de pedras tubulação. ou Após cuidadoso apiloamento em camadas inferiores a 10 cm a vala devera receber uma cobertura de 5 cm de concreto com largura igual a três vezes o diâmetro da tubulação. As caixas de passagem da rede de esgoto deverão ser em alvenaria de tijolos maciços sobre fundo de concreto revestida interna e externamente com argamassa de areia e cimento com traço l:4, com sulcos na laje de fundo de maneira a orientar o escoamento. As caixas deverão possuir tampa de concreto com malha de aço conforme indicado em projeto Hidrossanitário. Deverão ser empregados materiais de primeira qualidade para os tubos, conexões, caixas sifonadas e grelhas. 11.3 Tubulação de Águas Pluviais A captação das águas do telhado será feita diretamente das calhas coletoras e descerão através de condutores de PVC que desaguarão em caixas de passagens conforme indicado em projeto Hidrossanitário. As caixas de passagens deverão ser executadas em alvenaria de tijolos maciços sobre fundo em concreto magro, revestido interna e externamente com argamassa de cimento e areia traço 1:4, deverá possuir tampa de concreto com malha de aço conforme indicado em projeto Hidrossanitário. 28 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama As tubulações empregadas na rede de água pluvial deverão ser em PVC ou concreto simples, assentada em vala de largura igual a três vezes o diâmetro do tubo, com fundo em concreto. O reaterro deverá ser apiloado em camadas de espessura inferior a 10 cm. As áreas pavimentadas terão seu escoamento superficial e encaminharão as águas de chuva para bocas de lobo que serão interligadas e seguirão para a rede de águas pluviais conforme projeto de instalações hidrosanitárias. 11.4 Aparelhos Sanitários Bancadas com cuba de louça. Bacia de louça com caixa acoplada. Os lavatórios receberão torneiras para lavatório de metal cromadas, padrão médio. Válvulas para as cubas das bancadas de metal cromadas 12 Instalações Elétricas 12.1 Sistema de Distribuição Deverá ser individual, verificar detalhes no projeto de instalações elétricas. 12.2 Condutores 29 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Os cabos e fios condutores elétricos serão de cobre, com isolamento de PVC (temperatura máxima de 70 C), tipo antichama, e deverão ter o certificado de aprovação no INMETRO e ABNT. Os circuitos alimentadores em contato com o solo, mesmo em bancos de eletrodutos enterrados envoltos em concreto, deverão ser compostos de condutores com isolação 0,6/1,0 KV, os demais condutores com isolação 450/750 v. Consideramos como sendo fios semi-rigido, têmpera mole, os condutores de seção até 4,0 mm2 (inclusive), a partir de seção 6,0 mm2 (inclusive), utilizar condutores tipo cabo. Os condutores alimentadores de quadros parciais ou gerais (quadros de distribuição, quadro de proteção e quadro de medição), não deverão possuir emendas. Quando da necessidade de realizá-las, recomenda-se a execução de emendas torcidas, rígidas e isoladas convenientemente por fitas de auto-fusão de qualidade comprovada. Os condutores deverão ser identificados através de diferenciação de cores conforme segue: Fios flexíveis: • Fase R = preto • Fase S = cinza (ou vermelho) • Fase T = branco • Neutro = azul claro • Terra = verde • Retorno = vermelho (ou cinza) 30 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Cabos: 12.3 • Fases = preto • Neutro = azul claro • Terra = verde ou nu ( verificar no Projeto de Inst. Elétricas ) Quadros de Distribuição Deverão ser em chapa de aço tratada com fundo antiferruginante interna e externamente e pintura esmalte ou eletrostática, com portas externas dotadas de fecho rápido de fenda e tampa interna com janelas para manobra dos módulos dos disjuntores. Deverão ter barramentos compatíveis com as correntes dos disjuntores gerais e seguirão a orientação de circuitos constantes dos diagramas unifilares conforme Projeto de Inst. Elétricas. Todos os circuitos deverão ser identificados no interior dos quadros de distribuição por meio de braçadeiras com marcadores ou anilhas plásticas. Todas as proteções dos circuitos (disjuntores) deverão ser identificadas através de adesivo ou outro material de boa qualidade e durabilidade. 12.4Tomadas de Corrente 31 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Todas as tomadas deverão ser identificadas internamente por anilhamento plástico com letra código de circuitos e polaridade. 12.5 Telefone e lógica Deverão ser em chapa de aço tratada com fundo antiferruginante interna e externamente e pintura esmalte ou eletrostática, dotada de porta externa com abertura simples ou dupla e dispositivo de ventilação permanente e fecho tipo Yale triangular. Todas as caixas de distribuição deverão estar locadas a 1,30m de altura em relação ao seu eixo médio e o piso acabado e as tubulações e dutos seguirão os projetos. 12.6 Aterramento Verificar as especificações no projeto de instalações elétricas. 13 Limpeza Após o término dos serviços, a obra devera ser limpa por firma especializada, removendo-se todos os entulhos gerados. Relação de Normas Técnicas Na elaboração dos projetos definitivos, deverão ser consideradas as últimas edições das Normas Técnicas abaixo relacionadas, que deverão ser 32 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama utilizadas na execução das obras e na complementação do Memorial Descritivo. • ABNT-NBR 6492 - Execução de desenhos de arquitetura. • ABNT-NBR 6118 - Projeto e execução de obras de concreto armado. • ABNT-NBR 6120 - Cargas p/o cálculo de estruturas de edificação. • ABNT-NBR 8798 - Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. • ABNT-NBR 10837 - Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto. • ABNT-NBR 5626 - Instalações prediais de água fria. • ABNT-NBR 8160 - Instalações prediais de esgoto sanitário. • ABNT-NBR 611/81 - Instalações prediais de águas pluviais. • ABNT-NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão. • ABNT-NBR 5413 - Iluminação interior. • ABNT-NBR 5419 - Proteção de edificação contra descargas atmosféricas. • ABNT-NBR 9441 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio. • ABNT-NBR 10898 - Sistema de iluminação de emergência. • NT-113 - Fornecimento de energia elétrica em tensão primária - CPFL • ASHRAE - American Society ofHeating Refrigeraüng and Air Conditioning Engineering. • SMACNA - Sheet Metal and Air Conditioning Contractor National Association Inc. Obs.: Nos casos de divergências entre as Normas da ABNT e as internacionais, prevalecerão as da ABNT. Nos casos omissos serão aplicadas as normas internacionais prevalecendo as exigências mais rigorosas. 33 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama _____________________________________________ Lúcio Ricardo Nogueira Paula Engenheiro Civil CREA: 7716-D / DF ANEXOS: 1 Tabela de vagas por unidade 2 Planta de locação das vagas de estacionamento 3 Quadro de Resumo – Informações Gerais 4 Quadro de Resumo – Confrontação das Unidades 5 Layout das unidades habitacionais por tipo 6 Quadro I – Cálculo das Áreas nos Pavimentos e das Áreas Globais 7 Quadro II – Cálculo das Áreas nos Pavimentos e das Áreas Globais _____________________________________________ 34 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF Condomínio Portal do Gama Lúcio Ricardo Nogueira Paula Engenheiro Civil CREA: 7716-D / DF 35 Lúcio Ricardo Nogueira Paula CREA: 7716-D / DF