4
1. Membros Associados do ONS
8
2. Conselhos e Diretoria
10
3. Mensagem do Diretor Geral
14
4. Perfil da organização
18
5. Orientações estratégicas
Missão
Visão
18
19
Valores
19
6. Aprimoramento do modelo de gestão
Sistemas organizacionais
23
Código de ética e conduta
23
7. Gestão e desenvolvimento de RH
Saúde
26
26
Segurança no trabalho
Sumário
22
Benefícios
28
28
Capacitação
30
34
8. Meio ambiente
9. Relacionamento com públicos estratégicos
Público interno
38
Ações de comunicação
38
Programa de endomarketing
39
Entidades representativas dos empregados
Setor elétrico
10. Sociedade
38
41
41
46
Ações de incentivo à cultura
Ações sociais em 2004
Doação de Móveis
47
47
47
Campanha Inverno Sem Frio
47
Campanha do Dia da Criança
47
11. Definição de linhas para atuação social
47
CHESF
Companhia Hidro Elétrica do São Francisco
Canoas Duke
Canoas Duke
Companhia Energética de Petrolina
Companhia Energética de Petrolina
Carbocloro
Carbocloro S.A. Indústrias Químicas
CIEN
Companhia de Interconexão Energética
CBA
Companhia Brasileira de Alumínio
CISA
CSN Indústria de Aços Revestidos S.A.
CDSA
Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S.A.
CLFSC
Companhia Luz e Força Santa Cruz
CEAL
Companhia Energética de Alagoas
Cocal Termelétrica
Cocal Termelétrica S.A.
CEB
Companhia Energética de Brasília
CODEMIN
CODEMIN S.A.
CEC
Companhia Energética Chapecó
COELBA
Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia
CEEE
Companhia Estadual de Energia Elétrica
COELCE
Companhia Energética do Ceará
CELB
Companhia de Eletricidade de Borborema
Consórcio Guilman-Amorim
Consórcio Guilman-Amorim
CELESC
Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A.
Consórcio CEMIG-CEB
Consórcio CEMIG-CEB
CELG
Companhia Energética de Goiás
Consórcio Termo GCS
Consórcio Termo GCS Ltda.
CELPA
Centrais Elétricas do Pará S.A.
COPEL Distribuição
COPEL Distribuição S.A.
CELPE
Companhia Energética de Pernambuco
COPEL Geração
COPEL Geração S.A.
CELTINS
Companhia de Energia Elétrica do Estado de Tocantins
COPEL Transmissão
COPEL Transmissão S.A.
AES TIETÊ
Companhia de Geração de Energia Elétrica
CEM
Companhia Energética Meridional
COSERN
Companhia Energética do Rio Grande do Norte
AES SUL
Distribuidora Gaúcha de Energia S.A.
CEMAR
Companhia Energética do Maranhão
CPFL
Companhia Paulista de Força e Luz
ALBRÁS
Alumínio Brasileiro S.A.
CEMAT
Centrais Elétricas Matogrossense S.A.
CPFL Geração de Energia
CPFL Geração de Energia S.A.
Alumar
Alumar Consórcio de Alumínio S.A.
CEMIG
Companhia Energética de Minas Gerais
CPTE
Cachoeira Paulista Transmissora de Energia S.A.
ALUNORTE
Alumina do Norte do Brasil S.A.
CEPISA
Companhia Energética do Piauí
CTEEP
Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista
Aruanã
Aruanã Energia S.A.
CERAN
Companhia Energética Rio das Antas
Cummins Brasil
Cummins Brasil Ltda.
BAESA
Energética Barra Grande S.A.
CERJ
Companhia de Eletricidade do Rio de Janeiro
CVRD (ITABIRA)
Companhia Vale de Rio Doce
Brasken
Brasken S.A.
CESC
Companhia Energética Santa Clara
Destilaria JB
Destilaria JB Ltda.
Brasympe Energia
Brasympe Energia S.A.
CESP
Companhia Energética de São Paulo
DFESA
Dona Francisca Energética S.A.
Breitener Energética
Breitener Energética Ltda.
CFLCL
Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina
DSM
DSM Elastômeros do Brasil Ltda.
CAIUÁ
Serviços de Eletricidade S.A.
CGTEE
Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica
Duke
Duke Energy International - Geração Paranapanema
Consórcio Candonga
Consórcio Candonga
CGTF
Térmica Endesa Fortaleza
EATE
Empresa Amazonense de Transmissão de Energia
balanço social 2004
Membros Associados do ONS
balanço social 2004
CANOAS CBA
Companhia Brasileira de Alumínio
FERBASA
Companhia de Ferro Ligas da Bahia S.A.
Companhia Paraibuna de Metais
Companhia Paraibuna de Metais
ECTE
Empresa Catarinense de Transmissão de Energia S.A.
Fibraplac Chapas de MDF
Fibraplac Chapas de MDF Ltda.
Paraíso-Açu Transmissora de Energia
Paraíso-Açu Transmissora de Energia S.A.
EEB
Empresa Elétrica Bragantina S.A.
Consórcio Funil
Consórcio Funil
Parnamirim Energia
Parnamirim Energia S.A.
EEVP
Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A.
Furnas Centrais Elétricas
Furnas Centrais Elétricas S.A.
Petrobras Energia
Petrobras Energia
EKA BAHIA
EKA BAHIA S.A.
Gebra
Gebra Ltda.
PIE-RP Termelétrica
PIE-RP Termelétrica S.A.
El Paso Rio Claro
El Paso Rio Claro Ltda.
Gerdau
Gerdau S.A.
Companhia Piratininga de Força e Luz
Companhia Piratininga de Força e Luz Ltda.
ELEJOR
Centrais Elétricas do Rio Jordan S.A.
Gramame
Gramame Industrial e Agrícola S.A.
Consórcio Porto Estrela
Consórcio Porto Estrela Ltda.
Elektro
Elektro Eletricidade e Serviços S.A.
GTESA
Goiana Transmissora de Energia S.A.
PPE
Ponte de Pedra Energética S.A.
ELETROBRÁS
Centrais Elétricas Brasileiras S.A.
Consórcio Guaporé
Consórcio Guaporé
Rio Grande Energia
Rio Grande Energia S.A.
ELETRONORTE
Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A.
Ibiritermo
Ibiritermo Ltda.
Rosal Energia
Rosal Energia S.A.
ELETRONUCLEAR
Eletrobrás Termonuclear S.A.
Consórcio Igarapava
Consórcio Igarapava
SAELPA
Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba
Eletrosul
Eletrosul Centrais Elétricas S.A.
Innova
Innova S.A.
SFE-Eletrobolt
SFE-Eletrobolt
EMAE
Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A.
Lajeado
Lajeado Investco S.A.
Sobragi
Companhia Paraibuna de Metais
ENERGIPE
Empresa Energética de Sergipe S.A.
Ipiranga Petroquímica
Ipiranga Petroquímica S.A.
STE
Sul Transmissora de Energia Ltda.
ENERSUL
Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A.
Itá Energética
Itá Energética S.A.
TermoBahia
TermoBahia Ltda.
Engebra
Engebra Ltda.
Itapebi Geração de Energia
Itapebi Geração de Energia S.A.
Termo Elétrica Itaenga
Termo Elétrica Itaenga Ltda.
Enguia Gen
Enguia Gen Ltda.
Itiquira Energética
Itiquira Energética S.A.
TEP
Termo Elétrica Potiguar S.A.
ENTE
Empresa Norte de Transmissão de Energia S.A.
Consórcio Jauru
Consórcio Jauru
Termo Pernambuco
Termo Pernambuco Ltda.
EPE
Empresa Produtora de Energia Ltda – Enron América do Sul Ltda.
Light Serviços de Eletricidade
Light Serviços de Eletricidade S.A.
Termo Rio
Termo Rio S.A.
ERTE
Empresa Regional de Transmissão de Energia S.A.
Eletropaulo Metropolitana
Eletricidade de São Paulo S.A.
Termocabo
Termocabo Ltda.
ESCELSA
Espírito Santo Centrais Elétricas S.A.
Nordeste Generation
Nordeste Generation Ltda.
MPX Termoceará
MPX Termoceará Ltda.
Espora Energética Ltda.
Espora Energética Ltda.
Usina Termelétrica Norte Fluminense
Usina Termelétrica Norte Fluminense S.A.
Tractebel Energia
Tractebel Energia S.A.
ETAU
Empresa de Transmissão do Alto Uruguai S.A.
NovaTrans/Enelpower do Brasil
NovaTrans/Enelpower do Brasil Ltda.
TSN
TSN S.A.
ETEO
Empresa de Transmissão de Energia do Oeste Ltda.
NTE
Nordeste Transmissora de Energia S.A.
UTE Bahia Camaçari
UTE Bahia Camaçari Ltda.
ETEP
Empresa Paraense de Transmissão de Energia S.A.
OPP Química
OPP Polietilenos S.A.
Usina Termelétrica de Juiz de Fora
Usina Termelétrica de Juiz de Fora S.A.
Expansion Transmissão de Energia
Expansion Transmissão de Energia S.A.
Ourinhos Energia
Ourinhos Energia S.A.
Veracel Celulose
Veracel Celulose
Fafen Energia
Fafen Energia S.A.
Oxiteno Nordeste
Oxiteno Nordeste S.A. Indústria e Comércio
Votorantim Cimentos
Votorantim Cimentos Ltda.
balanço social 2004
balanço social 2004
EBE
Empresa Bandeirante de Energia S.A.
Conselho Fiscal
Titulares
Hélio L. Carvalho – CELPE
Márcio Nascimento Magalhães – EMAE
Enio Andrade Branco – CELESC
Suplentes
Edson dos Anjos Carneiro – ETEO
Cícero Machado de Moraes – ETAU
Ricardo Spanier Homrich – MME
Paulo Afonso Cavalheiro – CELESC
Carlos Marcelo Cecin – CGTEE
Manuel Fernando Neves Bento – ESCELSA
Ildo Sauer – Petrobras
Koniti Kawatta – CEB
Moacir Finotti – CELG
James Bolívar Luna de Azevedo – CEAL
Conselho Fiscal
Titulares
A partir de 27 de agosto de 2004
balanço social 2004
Titulares
Conselhos e Diretoria
Carlos Augusto Leite Brandão – Eletropaulo
Celso Sebastião Cerchiari – CTEEP
Conselho de Administração
De janeiro a 27 de agosto de 2004
Antonio Carlos Brites Jaques – CEEE
Celso Cerchiari – CTEEP
Elmar de Oliveira Santana – CEMIG
Fabio Machado Resende – Furnas
Fernando Quartim B. Figueiredo – REDE
José Ivan Morozowski – COPEL
José Moreno Fariña – CERJ
Manoel Arlindo Zaroni Torres – Tractebel
Manuel Fernando das Neves Bento – ESCELSA
Marcelo Silveira da Rocha – ENERGIPE
Elmar De Oliveira Santana – CEMIG
Fabio Machado Resende – Furnas
Silvio Roberto Areco Gomes – CESP
Ronaldo dos Santos Custódio – Eletrosul
Antonio Carlos Brites Jaques – CEEE
Suplentes
Pedro José Diniz de Figueiredo – ELETRONUCLEAR
Rogério Ribeiro Abreu dos Santos – NTE
Antonio Dirceu Guimarães Machado – CEB
Manoel Arlindo Zaroni Torres – Tractebel
Marcelo Maia De Azevedo Correa – NEOENERGIA
Mario Antonio Carneiro Cilento – Carbocloro
Mozart Bandeira Arnaud – CHESF
Paulo Roberto de Godoy Pereira – ETEP
Raimundo Dílson Rodrigues Trindade – ELETRONORTE
Ronaldo Schuck – MME
Rubens Ghilardi – COPEL
Valter Luiz Cardeal De Souza – ELETROBRÁS
Wilson Pinto Ferreira Júnior – CPFL
Xisto Vieira Filho – MPX
Diretoria do ONS
Moisés Afonso Sales Filho – COELBA
Suplentes
Mozart Bandeira Arnaud – CHESF
Paulo Roberto Monteiro de Barros – Light
Paulo Roberto G. M. de Barros – Light
Rafael Murolo Filho – CELG
Diretor Geral
Raimundo Dílson Rodrigues Trindade – ELETRONORTE
Antonio Bolognesi – EMAE
Mario Fernando de Melo Santos
Ronaldo dos Santos Custódio – Eletrosul
Alessandro Karlin – Terma
Ronaldo Schuck – MME
Cesar Teodoro – DUKE
Hermes Jorge Chipp
Silvio Roberto Areco Gomes – CESP
José Antonio Sorge – Rede
Luiz Alberto Machado Fortunato
Valter Luiz Cardeal de Souza – ELETROBRÁS
Vânia Lucia Chaves Somavilla – CVRD
Luiz Eduardo Barata Ferreira
Wilson Pinto Ferreira Júnior – CPFL
Alexandre Magno Firmo Alves – CDSA
Roberto José Ribeiro Gomes
balanço social 2004
Conselho de Administração
Em mais um passo, o ONS está se empenhando na
execução, como real partícipe, das atividades de natureza
social voltadas para a comunidade. Por isso, busca a sua
inserção, zelando pelo meio ambiente, promovendo a
cultura e o esporte e cuidando da saúde e da educação dos
colaboradores. Esta é uma prática cada vez mais importante
na gestão das empresas modernas e representa uma ação
concreta no grande esforço para reduzir as carências e as
desigualdades sociais brasileiras.
Nesse contexto, o Operador reconhece que não basta fazer,
é preciso também prestar contas. Por isso, foi iniciada a
publicação do seu Balanço Social, reportando o seu esforço
na área, o que retrata o foco do Operador em ser solidário,
consciente e socialmente atuante. Com efeito, a partir de 2004,
foi estabelecido na organização um novo marco de atuação: a
No que tange ao seu público interno, reconhecendo que
os recursos humanos são os mais valiosos ativos de nossa
11
balanço social 2004
10
balanço social 2004
aprovação do Programa de Responsabilidade Social.
organização, uma das principais realizações destacadas
Mensagem do Diretor Geral
nesse balanço é o Programa de Endomarketing, instituído
para motivar os colaboradores a melhorar sua qualidade de
O Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS, desde a
sua criação em 1998, persegue a meta de assegurar
a continuidade, a economicidade e a segurança do
suprimento de energia elétrica, além de garantir o livre
acesso à rede básica. O Operador reconhece o importante
compromisso com os grandes desafios do desenvolvimento
nacional, ao desempenhar seu papel institucional, que
inclui as atividades de coordenação e controle da geração
e transmissão de energia elétrica no Sistema Interligado
Nacional. A melhoria consistente dos índices de desempenho
operativo do SIN mostra que o ONS tem obtido êxito na sua
vida e a dar continuidade a seu desenvolvimento pessoal.
No âmbito externo, outros destaques deste relatório são a
ação social do ONS e a ação voluntária dos colaboradores
junto à comunidade, em diversas iniciativas.
O incentivo aos investimentos sociais do ONS tem principal
foco em ações educacionais com comprovada eficiência
na transformação da sociedade. São projetos diretamente
relacionados ao sistema de ensino, a qualificação profissional
e à democratização da cultura. Assim, com esse primeiro
balanço, pretendemos mostrar os resultados já alcançados.
função-objeto de assegurar o ótimo sistêmico.
Entretanto, em complemento à sua missão institucional, o
Operador se mostra crescentemente envolvido nas questões
No entanto, temos certeza de que, na próxima publicação, obteremos resultados ainda mais
consistentes, já que em 2005 o Operador incorporou a seus negócios os mecanismos de
Renúncia Fiscal, principal instrumento de financiamento da cultura no país.
sociais inerentes à sua atuação. Nesse sentido, merecem
destaque as ações de relacionamento da organização e
Este relatório mostra que o ONS, de forma consciente
de seus colaboradores com segmentos diversificados do
e engajada, se consolida como uma empresa cidadã,
público, em cumprimento aos princípios e às boas práticas
comprometida com seus empregados, com seus agentes
de responsabilidade social corporativa.
associados, com seus fornecedores e com a comunidade.
O perfil da organização vem
sendo consolidado ao longo de 7 anos.
A organização busca maximizar os resultados obtidos
• Fornecer informações atualizadas sobre as condições de
colaborando para a construção de uma sociedade mais
fornecimento e realizando projeções futuras com precisão;
equânime. Em 2004, foi dado início à publicação anual
de seu Balanço Social, com o objetivo de aprofundar a
prestação de contas às partes interessadas da empresa.
• Atuar com neutralidade, transparência e equilíbrio no
relacionamento com os agentes;
Com esse relatório, o Operador também reconhece as
iniciativas tomadas e os públicos que norteiam suas ações
• Reduzir riscos de falta de energia elétrica;
nos campos social e ambiental. Esse Balanço segue as
orientações apresentadas pelo Instituto Ethos de Empresa
• Aumentar a competitividade em todas as atividades
e Responsabilidade Social em seu Guia de Elaboração
econômicas que usam a energia elétrica como insumo
do Balanço Social 2004, além de trazer demonstrativos
relevante; e
propostos pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e
Econômicas (Ibase).
• Aumentar a eficiência do serviço de eletricidade, o que contribui
para atrair e ampliar investimentos do setor empresarial.
balanço social 2004
14
• Planejamento, programação da operação e despacho
centralizado da geração de energia;
Perfil da organização
• Supervisão e controle operacional dos sistemas eletroenergéticos nacionais e suas interligações com outros países;
Aos consumidores
• Assegurar padrões adequados de qualidade e continuidade
de fornecimento;
• Garantir sempre energia confiável e pelo menor custo
de produção; e
O Operador Nacional do Sistema Elétrico é uma entidade de
direito privado, sem fins lucrativos, criada em 26 de agosto
de 1998, após um processo de reformulações no setor elétrico
• Contratação e administração dos serviços de transmissão,
do acesso à Rede Básica e dos serviços ancilares;
• Oferecer condições técnicas para a livre escolha de
fornecedores por parte dos consumidores livres.
brasileiro, com a regulamentação da Lei nº 9.648/98. Suas
atribuições foram definidas em 2004, por meio do decreto
5.081/04. Sob sua responsabilidade estão a coordenação e o
• Supervisão e coordenação dos Centros de Operação dos
sistemas elétricos;
À sociedade
controle da operação das instalações de geração e transmissão
de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN).
• Proposição das ampliações e reforços da Rede Básica de
• Reduzir riscos de falta de energia elétrica;
transmissão; e
• Aumentar a competitividade em todas as atividades
A organização também desenvolve estudos e relatórios sobre
o setor energético, sempre buscando as melhores soluções
técnicas para garantir o suprimento de energia elétrica
• Definição de regras para a operação da Rede Básica de
transmissão.
econômicas que usam a energia elétrica como insumo
relevante; e
contínuo, seguro e econômico. Em seis anos de atividade,
• Aumentar a eficiência do serviço de eletricidade, o que contribui
o Operador consolidou sua posição, contribuindo para o
desenvolvimento do país. O ONS reconhece que operar o
Aos agentes
sistema energético nacional é um desafio que exige padrões
de excelência cada vez mais elevados. E, para cumprir essa
• Garantir acesso à Rede Básica de transmissão;
atividade tão especial, age de uma forma ética, transparente
e justa, garantindo o melhor resultado para a sociedade e
respeitando os interesses de seus membros associados.
• Otimizar recursos de geração, transmissão e distribuição em
todo o território nacional;
para atrair e ampliar investimentos do setor empresarial.
15
balanço social 2004
Atribuições do ONS
Orientações estratégicas que pautam nosso dia-a-dia.
Visão
Ser uma organização que opera de forma integrada os recursos eletroenergéticos nacionais e
aqueles disponibilizados pelos países interligados ao Brasil, atuando com independência e de forma
articulada com os agentes, em plena conformidade com os procedimentos de rede. Ser também uma
instituição de elevado desempenho comprovado por indicadores, reconhecida pelo poder concedente,
pelos agentes associados e pela sociedade, por todos os benefícios resultantes de sua atuação.
Valores
19
Neutralidade
Orientações estratégicas
Missão
Ações e decisões sempre imparciais; prioridade ao
disposição para a mudança; agilidade de resposta ao
interesse coletivo; fundamentação técnica.
imprevisto ou inédito.
Eqüidade
Visão Sistêmica
Tratamento
Operar o Sistema Interligado Nacional de forma integrada,
com transparência, eqüidade e neutralidade, de modo
a garantir o suprimento de energia elétrica contínuo,
econômico e seguro no país.
justo;
uso
eqüitativo
dos
recursos;
Visão
abrangente
da
operação;
entendimento
da
disponibilidade para atender demandas.
complexidade; compreensão da repercussão das ações.
Transparência
Foco em Resultados
Visibilidade e acesso às informações; reprodutibilidade
Foco na solução e resultados; pró-atividade; capacidade de
de resultados; clareza nas formulações; disseminação de
planejamento; clareza de prioridades.
informações.
• Realizar
o
planejamento,
programação
e
despacho centralizados dos recursos de geração
e transmissão;
Excelência Técnica
Integração
Busca constante da qualidade e do aperfeiçoamento;
Espírito de conjunto; respeito à diversidade; trabalho em
aprendizagem permanente; incentivo ao auto-desenvolvimento.
equipe; cooperação; coordenação.
• Propor ampliações e reforços para o sistema
de transmissão, garantir o livre acesso; e
• Administrar os serviços de transmissão.
Excelência Humana
Responsabilidade e Cumprimento de Normas
Busca constante do desenvolvimento humano; exercício da
Cumprimento das atribuições institucionais; atendimento
cidadania; ações de responsabilidade social.
às normas e procedimentos de rede; respeito aos padrões
da Organização.
Nosso compromisso-síntese é a valorização
do Operador
Flexibilidade
Sentimento de ser parte integrante da Organização; internalização
Adaptabilidade com respeito às normas e procedimentos;
e prática dos valores; clara noção da essencialidade do ONS.
balanço social 2004
balanço social 2004
18
O processo de aprimoramento do modelo
de gestão aprofunda os princípios do ONS.
SORH – Sistema Organizacional de Recursos Humanos, que
preconiza a participação dos empregados, através de um
comitê, no desenvolvimento das políticas dessa função.
Sistemas organizacionais
Para assegurar o funcionamento orgânico e integrado dos componentes do Operador, foram desenvolvidos os Sistemas
Organizacionais. Eles funcionam como um mecanismo e um instrumento de gestão destinados à coordenação e à
integração das atividades desenvolvidas na corporação. Os “SOs” podem ser definidos como um conjunto articulado
e conseqüente de definições, normas e procedimentos necessários à gestão de uma função ou um produto da
empresa. Sua finalidade é melhorar a articulação interna e externa do Operador, aumentando a integração entre as
áreas e, conseqüentemente, a qualidade dos produtos e serviços. A implantação desses sistemas busca assegurar a
integridade na gestão das funções, a organização do processo decisório, a clareza na definição dos papéis de cada
área e dos gestores e respectivas equipes em cada operação. Os Sistemas foram divididos em nove áreas específicas:
gestão dos procedimentos de rede, produtos e processos, desenvolvimento tecnológico, planejamento corporativo,
gestão do conhecimento, indicadores de desempenho, relacionamento e comunicação, gestão econômica e
financeira e recursos humanos. Em 2004, as definições, normas e procedimentos estabelecidas pelo SORH – Sistema
Organizacional de Recursos Humanos, foram especificadas e obtiveram destaque nos indicadores de desempenho
do Operador. O SORH almeja assegurar o funcionamento integrado e articulado das ações associadas a recursos
Aprimoramento do modelo de gestão
O processo de aprimoramento do modelo de gestão do
Operador Nacional do Sistema Elétrico começou a ser
humanos e a sua aderência ao planejamento corporativo, como também fortalecer a participação dos empregados,
artavés de um comitê, no desenvolvimento das políticas de Recursos Humanos.
Código de ética e conduta
idealizado no ano de 2002. Em novembro de 2004, houve
o lançamento oficial do novo modelo, para aperfeiçoar os
O relacionamento com as instâncias de governo e com a
princípios nos quais o ONS se estrutura, além de aspectos
sociedade se faz presente no Código de Ética do Operador
internos e externos. O modelo de gestão pode ser definido
Nacional do Sistema Elétrico. A observância desse Código
como um conjunto de metas e ideais que devem guiar
valoriza, qualifica e promove a construção de uma auto-
os colaboradores e permear todas as atividades do dia-
imagem que norteia a conduta dos profissionais do ONS,
a-dia da organização. Para isso, foram implantadas as
assegurando a concordância com os valores, a missão e as
Orientações Estratégicas e o Código de Ética e Conduta.
responsabilidades da organização. A maior finalidade do
Entre as prioridades de mudança está a proposta de
Código de Ética é enunciar e esclarecer questões que dizem
descentralizar as decisões, fortalecer a participação
respeito ao relacionamento do Operador com a sociedade,
dos colaboradores, democratizar a informação e propor
parceiros, entidades e colaboradores. Ele demonstra o
produtos adequados às expectativas dos profissionais
compromisso em manter a integridade em todos os níveis,
da empresa. O balanço social reflete essas mudanças ao
tentando, através de suas ações, obter o bem comum
relatar as políticas atuais direcionadas aos colaboradores.
entre os colaboradores e aqueles que mantêm vínculos
Como parte da reformulação, foram criados também os
com o ONS. Mais que um simples regulamento formal, o
Sistemas Organizacionais (SOs), que se baseiam nas
Código de Ética é um instrumento que busca orientar e
prerrogativas institucionais do ONS; suas características,
balizar as ações que a organização valoriza e espera de
princípios e valores organizacionais, com destaque para o
cada um de seus integrantes.
23
balanço social 2004
balanço social 2004
22
Qu alidade de vida proporcionada pela
gestão e desenvolvimento de RH.
para a prevenção e promoção da saúde. O desafio é
reconstruir, com o bem-estar decorrente da qualidade de
vida no trabalho, o ambiente para propiciar o equilíbrio de
sintomas de estresse que emergem ou são potencializados
no ambiente laboral. Entre as várias ações desenvolvidas
em âmbito corporativo, destacamos:
• Programa de Controle Médico Ocupacional – PCMSO;
• Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais e
Ergonômicos – PPRA;
• Programa Uma Medida de Peso, que propõe
a
reeducação
alimentar.
São
oferecidas
consultas individualizadas e palestras, além de
oficinas nutricionais. A nutricionista realiza o
acompanhamento dos colaboradores com taxas
metabólicas alteradas, criando uma dieta específica
27
para cada um;
balanço social 2004
balanço social 2004
26
• Programa de Ginástica Laboral. Os exercícios físicos
Gestão e desenvolvimento de RH
incorporados ao dia-a-dia da empresa diminuem o
índice de doenças provocadas por esforços repetitivos,
lesões na coluna e tendinites, entre outros;
Saúde
• Programa de Shiatsu – terapia do reequilíbrio
físico e energético. A massagem é feita durante
O ONS incorpora a qualidade de vida no trabalho como uma
aproximadamente quinze minutos, individualmente
estratégia corporativa, consciente de que é um investimento
e em cada posto de trabalho;
social essencial para a garantia da sua sustentabilidade.
A partir dessa perspectiva são desenvolvidos programas
• Programa de Cadastro Médico do Colaborador. São
Além dos programas sem custos adicionais, o ONS
e projetos voltados para a promoção da saúde integral,
afixadas etiquetas no posto de trabalho, constando
disponibiliza espaços para atividades com a participação
considerando a complexidade dos fatores biopsicossociais
dados médicos para atendimento de emergência;
financeira do colaborador, como aulas de dança de
salão, ioga, tênis e RPG (Reeducação Postural Global).
que compõem o ser humano nas dimensões física,
psicológica, social, ocupacional e espiritual.
• Programa de Imunização: gripe e hepatite B;
O ONS oferece ainda o Programa de Atendimento ao
Colaborador–PAC. O programa de saúde é disponibilizado
Além de cumprir as exigências contidas na legislação
• CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;
através dos exames periódicos estabelecidos pelo NR-7,
e o Operador dispõe de atendimento médico em todas
trabalhista e previdenciária, o ONS desenvolve ações
complementares que são condizentes com a visão atual
• SIPAT – Foram apresentadas as Palestras “Alegria de
as suas unidades. É desenvolvida também a medicina
de saúde da Organização Internacional do Trabalho
Viver – Doutores da Alegria”, Conforto Ambiental e
assistencial, priorizando o rastreamento precoce dos
(OIT), priorizando o rastreamento precoce dos fatores de
Tarefa e Longevidade; e
fatores de risco e hábitos inadequados. Promoção, controle
e acompanhamento são o diferencial dos profissionais que
risco alterados e hábitos inadequados do ponto de vista
biopsicossocial. As ações desenvolvidas são voltadas
• Maratona BR de Revezamento.
coordenam a Saúde Ocupacional do ONS.
Segurança no trabalho
A gestão de segurança atua na prevenção de acidentes adotando a filosofia de antecipar ações para minimizar
riscos. Para tal, foi construído um ambiente de parceria com os empregados e colaboradores, o que possibilitou
ações e medidas preventivas. As cinco Comissões Internas de Prevenção de Acidentes têm cuidado especial com
a segurança. Além disso, a organização proporciona condições seguras, colocando equipamentos, mobiliários
e locais de trabalho dentro dos padrões ergonômicos.
Benefícios
Previdência Privada
O plano de previdência privada adotado pelo ONS é
Auxílio-creche
administrado pela Eletros – Fundação Eletrobrás de Seguridade
Benefício concedido aos colaboradores para custear,
Social. O Plano de Contribuição Definida iniciou-se em 1º de
até limite preestabelecido, as despesas decorrentes do
setembro de 2000 e tem como objetivo proporcionar aos
pagamento de creche na qual o filho esteja matriculado.
colaboradores uma complementação de aposentadoria que
mantenha o nível de renda próximo ao valor que recebiam
Auxílio-psicopedagógico
quando estavam em atividade profissional. A contribuição
O ONS oferece o benefício aos filhos dos colaboradores
assegura aos participantes os seguintes benefícios:
que sejam portadores de necessidades especiais. O auxílio
inclui o reembolso de despesas, até limite estabelecido
• Renda mensal por aposentadoria
no ACT, para o tratamento, reabilitação e educação de
• Pecúlio por invalidez permanente total
portadores de deficiência física ou mental que impossibilite
• Auxílio-doença
seu desenvolvimento biopsicossocial.
• Renda mensal por invalidez
• Renda mensal por Benefício Proporcional Diferido – BPD
Reembolso Academia
• Resgate de contribuições
Entre as várias ações desenvolvidas no âmbito corporativo,
• Abono anual
o ONS incentiva também a prática de atividades físicas,
através do reembolso academia. A opção de uma conduta
Aos beneficiários:
de vida saudável auxilia no combate ao sedentarismo e na
recuperação e prevenção de doenças.
• Pecúlio por morte
• Renda mensal de pensão por morte
Serviço Social
• Abono anual
Prestando atendimento aos colaboradores, o serviço
social faz encaminhamentos e dá orientações subsidiando
as necessidades e dificuldades encontradas. Também
Plano de Saúde
são promovidos eventos que conduzam à integração,
Através do plano contratado, o ONS propicia aos seus
possibilitando a melhoria do clima organizacional. Nos
funcionários e dependentes serviços médicos hospitalares
casos relativos à saúde do colaborador, são realizados o
e odontológicos. O plano tem cobertura nacional, nas
acompanhamento e as intervenções necessárias. O serviço
categorias de rede referenciadas e possui livre escolha. De
social também estimula a participação do corpo funcional
excelente qualidade, apresenta um alto grau de utilização
nas Campanhas de Voluntariado, destinadas às comunidades
com serviços e procedimentos de última geração.
onde estão representadas as unidades do ONS.
29
balanço social 2004
balanço social 2004
28
Preparando o Profissional do Futuro
Centro de Treinamento
A amplitude da ação do ONS levou à necessidade de ampliar
Espaço dedicado ao desenvolvimento do potencial humano.
o número de profissionais com conhecimento no foco da
Desde sua inauguração, o centro de treinamento já realizou
organização. Para isso, procurou fazer parcerias com escolas,
inúmeras atividades técnicas, gerenciais e educativas.
universidades e organismos de pesquisa, que garantissem a
Com um espaço de 240 m², possui sete salas equipadas,
expansão do acervo de conhecimento, abrindo no mercado
o que contribui para a redução de custos com locação de
três grandes programas:
instalações e recursos audiovisuais. Vale ressaltar que o
centro de treinamento representa uma ação sistêmica
para fomentar um maior conhecimento e convívio dos
balanço social 2004
30
mercado,
colaboradores do escritório central com os centros e núcleos
universidades
regionais, focando em um dos compromissos da empresa:
do país e em escolas técnicas regionais. O número de
“Integração operacional. Mais energia para todos”. O espaço
vagas e as especializações são definidas de acordo com
propicia a capacitação de agentes e reuniões com entidades
a previsão de demanda das diversas áreas. Os trainees
representativas que contribuíram para difundir a imagem
recebem todos os benefícios oficiais da empresa. Após
do ONS. Na pesquisa de novos conceitos, busca-se motivar
a admissão, os grupos de profissionais são submetidos
e disseminar conhecimento para todos os colaboradores do
a intenso programa de treinamento organizacional. Ao
ONS. O objetivo é a manutenção de profissionais talentosos
final, apresentam um projeto com relação a sua vivência,
através de ações que possibilitem o autodesenvolvimento.
podendo ser ou não efetivados.
A criação e a constante utilização do centro reforça nosso
Anualmente,
o
ONS
profissionais
formados
recruta,
nas
junto
principais
ao
comprometimento com a gestão da informação e o
Estagiários
desenvolvimento do patrimônio humano.
Outro programa de relevância é o de estagiários, destinado
Capacitação
Desenvolvimento de Pessoas
a estudantes universitários e técnicos. Ele possibilita a
Centro de Documentação – CEDOC
interatividade entre a formação acadêmica, a vida
O ONS possui um arquivo do acervo do antigo GCOI – Grupo
profissional e a realidade empresarial. Os estagiários
Coordenador para a Operação Interligada, órgão que deu
recebem bolsa educacional, tíquete-refeição, seguro de
origem ao Operador. O centro oferece documentação técnica
acidentes pessoais e vale-transporte.
necessária ao desempenho da organização e mantém acordos
e convênios com bibliotecas públicas e com universidades para
O nível de desenvolvimento de pessoal vem sendo
ampliado a cada ano, contribuindo para a melhoria do
Programa Menor Aprendiz
fins de pesquisa e empréstimos. O papel do CEDOC é de extrema
ambiente de trabalho, com reflexos altamente positivos
Realizado em parceria com o Centro Salesiano do Menor
importância para uma organização como o ONS, inserida
sobre a produtividade e a excelência técnica. Assegura-se
(CESAM) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
na era do conhecimento. O espaço funciona como o gestor
com sucesso a capacitação técnica e pessoal de cada um
(SENAI), este programa estimula o desenvolvimento pessoal
disseminador de fontes de informações que atende a todo o
dos colaboradores.
dos menores aprendizes e fortalece sua autoconfiança,
capital intelectual da empresa, ou seja, aos seus profissionais,
conduzindo-os à qualificação necessária para a sua
nas atividades de estudo desenvolvidas dentro da sua área
Recrutamento e Seleção
habilitação profissional. O programa permite estimular o
de atuação. O centro oferece ainda vários produtos e serviços
O ONS utiliza o processo de recrutamento externo para
trabalho em equipe, além de ampliar o relacionamento
que se encontram disponibilizados na intranet, assim como
o suprimento de profissionais em atendimento às suas
interpessoal. Os jovens recebem vale-lanche, tíquete-
o empréstimo de livros através do intercâmbio com outras
necessidades. São considerados requisitos de formação
refeição, vale-transporte e participam das atividades de
bibliotecas. Além de profissionais do Operador, o acervo pode
escolar, especialidades, qualificação e potencial. Atrair
integração social da empresa. Acreditamos que a cidadania
ser usado também por usuários externos, funcionários das
profissionais de excelência é o grande desafio do Operador.
é o maior ganho para estes adolescentes.
empresas de energia elétrica, estudantes e pesquisadores.
31
balanço social 2004
Trainee
Preservação do meio ambiente como
premissa da operação do Sistema.
do Sistema. Por isso, o ONS adota medidas como o uso múltiplo
das águas e o plano de prevenção e controle de cheias,
por exemplo, que retratam a conscientização ambiental
da organização. Esse plano, estabelecido anualmente em
articulação com os Agentes de Geração Hidrelétrica para as
principais bacias hidrográficas utilizadas pelo SIN, permite
ao ONS utilizar o sistema de uso múltiplo dos sistemas de
reservatórios, privilegiando em suas operações os que
estejam com grande armazenamento. Isso garante a geração
de energia e o atendimento de outros usos da água, como
o transporte hidroviário, o abastecimento à população, o
saneamento e o lazer. Por outro lado, há a preocupação com
a alocação de volumes vazios nos reservatórios, os chamados
volumes de espera, para possibilitar o atendimento ao
controle de cheias.
Para operar o sistema, os técnicos utilizam os levantamentos
usos da água, realizados pelos Agentes de Geração. Essas
restrições requerem uma articulação constante do ONS com
a Agência Nacional de Águas – ANA, a Agência Nacional
de Energia Elétrica – ANEEL, os comitês de bacia e demais
Meio ambiente
usuários, o que exige o atendimento a um extenso conjunto
de regras ambientais. Entre os anos de 2003 e 2004, a bacia
Hoje em dia, questões como a economia de água e de energia
para a garantia do futuro estão sempre em foco. O ONS, ao
trabalhar com esses dois recursos, direta e indiretamente,
procura utilizá-los da melhor forma. As atribuições da
organização, que incluem planejamento, programação
e despacho centralizado da geração elétrica a tornam
responsável por grande parte do despacho hidráulico do país,
já que a maior fonte de energia vem da hidroeletricidade.
do Paraíba do Sul, no estado do Rio de Janeiro, enfrentou
uma situação hídrica crítica. A intervenção do Operador na
área foi fundamental para a manutenção do abastecimento
local. A ação, feita em conjunto com os Agentes de Geração
com aproveitamentos hidrelétricos na bacia, a ANA e outros
usuários, incluiu a racionalização do uso dos recursos para
assegurar água em quantidade e qualidade adequadas para
os diversos usuários espalhados ao longo da bacia.
Isso exige que o ONS esteja permanentemente envolvido
nas questões de meio ambiente. Esse envolvimento
surge através da conscientização de que as diretrizes que
O ONS deseja contribuir para que as próximas gerações usufruam dos recursos naturais. Por isso, em 2004, foi
norteiam o universo de operações do ONS devem considerar
realizada outra ação ambiental, de cunho educativo, nas dependências da organização, intitulada “Compromisso
o respeito à natureza.
com o futuro da energia”. Dedicado aos filhos dos colaboradores, com idade entre oito e treze anos, o evento ocorreu
também nos núcleos regionais de Recife, Florianópolis e no CNOS, em Brasília. Foram realizadas palestras sobre
Nesse contexto, a gestão dos recursos hídricos tem assumido,
conscientização ambiental, abordando assuntos como os prejuízos causados pelo desperdício de energia elétrica e
cada vez mais, um importante papel na operação do Sistema
também sobre meteorologia. Houve ainda a apresentação de uma peça infantil sobre a economia de energia.
Interligado Nacional – SIN. Nossa atividade traduz essa
importância na preocupação com a excelência técnica e na
O ONS tem certeza que a questão do meio ambiente representa uma parcela importante do seu programa de
preservação do meio ambiente como premissa da operação
responsabilidade social e inclui entre suas prioridades para 2005 a adoção de condutas alinhadas à visão ambiental.
35
balanço social 2004
34
balanço social 2004
das restrições hidráulicas de natureza ambiental e de outros
Manter um bom relacionamento
com públicos estratégicos.
Intranet
Espaço na rede dedicado a todos os colaboradores do
ONS. Traz dados sobre os departamentos, documentos
arquivados para consulta, além de processos interativos,
como contracheques, formulário de férias etc. Sua
intenção é agilizar o fluxo das informações úteis para o
dia-a-dia da organização, contribuindo para a melhoria da
comunicação entre as áreas.
Site do ONS
O site do ONS (www.ons.org.br) é uma opção de conhecimento
eficiente da organização. De fácil navegação, é totalmente
dedicado aos seus usuários – agentes associados, profissionais
de imprensa e visitantes em geral. Nele, são disponibilizadas
informações institucionais da organização, dados de histórico
da operação, indicadores de desempenho, processos e
produtos, entre outras. É possível também fazer pesquisas
detalhadas através do sistema de busca.
39
Relacionamento com públicos estratégicos
balanço social 2004
balanço social 2004
38
Clipping
Espaço diário na intranet da organização que mostra a
presença do ONS na mídia.
Público interno
Ações de comunicação
Informativo mensal
O Ligação é o jornal interno do ONS. Com uma tiragem
de cerca de 1.300 exemplares, ele é distribuído aos
colaboradores da organização e a um público externo
selecionado. Seu objetivo é disseminar informações
corporativas (dados, tendências, resultados, eventos). Mais
do que divulgar as notícias relevantes do ONS, busca ser
um elemento de integração entre as áreas, contribuindo
para a formação de uma cultura empresarial uniforme.
Jornal mural
Os murais, posicionados em todos os andares do ONS, são
mais uma forma de divulgação do que acontece dentro
da organização. Dá dicas de eventos culturais, divulga
comunicados importantes e fatos institucionais relevantes
para os colaboradores.
Programa de endomarketing
O programa de endomarketing é desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Marketing e conta com
a parceria da Gerência de Recursos Humanos em diversos projetos. As atividades desenvolvidas em 2004
buscaram a integração interna e o bem-estar dos colaboradores, contribuindo para o seu desenvolvimento
humano. Nesse período, foram realizadas 22 ações de endomarketing nos escritórios do ONS, que
resultaram em uma média de 7,12 participações por colaborador.
Projeto ONS-Saúde
Oferece ações voltadas para a manutenção da
saúde física e mental dos colaboradores, como
palestras que visam ao crescimento pessoal
e à melhoria da qualidade de vida. Inclui
também torneios esportivos como a Maratona
de Revezamento e o Torneio de Futebol,
além de campanhas de imunização e exames
periódicos, programas de nutrição, ginástica
laboral, RPG, shiatsu e dança de salão.
Entidades representativas dos empregados
Projeto Emoções
comemorativas da organização, como Dia das
EGD?:IDH
O ONS estimula, apóia e promove uma boa relação com os sindicatos. Destaca-se como uma organização que
Mães e Dia dos Pais, além do aniversário de
8jaijgVZ:cigZiZc^bZcid
de final de ano. Foi organizado também o
IdYdhdhHdch
projeto “Um dia no ONS”, no qual crianças de
seis a treze anos conheceram a organização.
8^cZ8CDH
;Z^_dVYV;Vb^a^Vgcd8CDH
filmes no horário de almoço. Os colaboradores
HdgiZ^dYZ>c\gZhhdhDH7
de Energia Elétrica – ANEEL, responsável por regular a
;ZhiV>iVa^VcVcd8CDH
produção, transmissão, distribuição e comercialização de
;ZhiVYZEg^bVkZgV";adg^Vc‹eda^h
energia, em conformidade com as políticas e diretrizes do
Nos escritórios regionais, o Operador patrocina
BB:
eventos, como um incentivo B^c^hi‚g^dYZ
à cultura.
B^cVhZ:cZg\^V
:E:
:begZhVYZ
Essa iniciativa abre espaço EZhfj^hV:cZg\‚i^XV
para palestras e
:E:
apresentações dos próprios colaboradores que
8BH:
desenvolvam atividades artísticas
e culturais e
8db^i„YZBdc^idgVbZcid
YdHZidg:a‚ig^Xd
desejem mostrar seu talento. Faz parte desse
BB:
6C::A
DCH
6C::A no Escritório
projeto o Coral ONS, já existente
6\„cX^VCVX^dcVa
Central, no Rio de Janeiro; e no CNOS, em Brasília.
YZ:cZg\^V:a‚ig^XV
88::
DCH
DeZgVYdgCVX^dcVa
YdH^hiZbV:a‚ig^Xd
88::
8}bVgVYZ8dbZgX^Va^oVd
YZ:cZg\^V:a‚ig^XV
O Operador está diretamente vinculado à Agência Nacional
governo. Outro órgão regulado pela ANEEL, e que interage
IVaZcidhYV8VhV
com o ONS, é a Câmara de Comercialização da Energia
Elétrica – CCEE. Sua função é viabilizar a comercialização
8dgVaDCHÄ:chV^dh
da energia no Sistema Interligado Nacional – SIN. O CCEE
8dgVaDCHÄ6egZhZciVd
também administra os contratos de compra e venda de
energia, assim como sua contabilização e liquidação.
Projeto Talentos da Casa
8BH:
Setor elétrico
Esse projeto inclui shows musicais e exibição de
haver a sua participação financeira. Foram
8CE:
sorteados em 2004 diversos
ingressos para
8dchZa]dCVX^dcVa
os concertos da Orquestra Sinfônica
Brasileira.
YZEda†i^XV:cZg\‚i^XV
balanço social 2004
8^cZDCH
8jghdYZ=^hi‹g^VYV6giZ
para a expansão do conhecimento, podendo
40
colaboradores, entendendo que assim ajuda a torná-los cidadãos mais participativos.
Projeto Cultura e Entretenimento
têm a opção de fazer cursos que contribuam
8CE:
possui acordo coletivo e registro de participação do sindicato. O Operador valoriza a liberdade sindical dos
seis anos do Operador e da confraternização
EVgi^X^eVd
*VBVgVidcV7G
'dIdgcZ^dYZ;jiZWdaDCH
Em âmbito federal, o ONS se vincula ao Ministério de
Minas e Energia – MME e ao Conselho Nacional de Política
Energética – CNPE. Este órgão é responsável pela formulação
de políticas nacionais e diretrizes de energia, visando ao
:bdZh
6c^kZghVg^VciZhYdb„h
6c^kZgh{g^dDCH
aproveitamento natural dos recursos energéticos nacionais,
além de acompanhar periodicamente a matriz energética
do país. Ligada ao Ministério se encontra a Empresa de
Pesquisa Energética – EPE. Sua finalidade é prestar serviços
9^V>ciZgcVX^dcVaYVBja]Zg
na área de estudos e pesquisas que forneçam subsídios ao
9^VhYVhBZh
planejamento do setor energético, como energia elétrica,
9^VYdhEV^h
petróleo, gás natural e derivados, carvão mineral, fontes
9^VYVhHZXgZi{g^Vh
9^VhYVh8g^VcVh
;ZhiVhYZ;^cVaYZ6cd
energéticas renováveis e eficiência energética, entre outros.
Também participa da rede de relacionamentos do Operador
o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE, que
está sob a coordenação direta do Ministério de Minas e
Energia. Sua atribuição é fazer acompanhamento e avaliação
Bdi^kVd
EVaZhigVcd8CDH
EVaZhigVAj^oEn
EVaZhigVEVjad;V^iVc^c
permanentes da continuidade e da segurança do suprimento
eletro-energético em todo o território nacional.
Outros agentes do setor elétrico que fazem parte dos
relacionamentos estratégicos do ONS são os membros
associados, ou seja, os agentes de geração, transmissão e
41
balanço social 2004
Engloba todas as atividades sociais e datas
distribuição, os consumidores livres e os agentes importadores e
Cerimoniais
exportadores de energia elétrica. A Eletrobrás também mantém
vínculos com o Operador, já que detém a comercialização
Lançamento da Gestão do Conhecimento
da energia da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Outros setores
em constante relação com a organização são: entidades de
Lançamento do curso CAISE/PUC
governo, agências reguladoras e demais entidades normativas,
associações de classes empresariais, associações de empresas
Workshop interno sobre segurança no SIN
do setor elétrico, universidades, entidades de pesquisa,
fabricantes e fornecedores de materiais e equipamentos,
associações
de
fabricantes,
empresas
de
Lançamento das Orientações Estratégicas e do Código de Ética
consultoria,
organizações técnicas, fundações fornecedoras de serviços,
Lançamento do Sistema Organizacional de Recursos
operadores de sistemas e suas associações, associações de
Humanos – SORH
EGD?:IDH
categorias profissionais e sindicatos, federações, conselhos de
classes profissionais e associações de usuários, empresas e
Inauguração das novas instalações do CNOS com
profissionais prestadores de serviços.
homenagem ao Dr. José Mario Abdo
8jaijgVZ:cigZiZc
IdYdhdhHdch
Com relação à participação em eventos, o ONS se preocupa
8^cZDCH
I Seminário de Prospecção Tecnológica – ONS
em manter um bom relacionamento com seu público
Certificação do curso de especialização em Sistemas Elétricos
No ano de 2004, a empresa foi expositora em cinco seminários
de Potência da Universidade Federal de Pernambuco
43
8jghdYZ=^hi‹g^VY
balanço social 2004
estratégico ao participar de feiras e seminários do setor.
balanço social 2004
8^cZ8CDH
42
;Z^_dVYV;Vb^a^Vgc
que tiveram um público estimado em 2.350 pessoas.
HdgiZ^dYZ>c\gZhhd
Homenagem aos ex-diretores e ex-conselheiros do ONS
;ZhiV>iVa^VcVcd8
Participação do ONS com estande
;ZhiVYZEg^bVkZgV
8CE:
8dchZa]dCVX^dcVa
YZEda†i^XV:cZg\‚i^XV
IX SEPOPE
Simpósio de especialistas em planejamento
8CE:
da operação e expansão elétrica
BB:
B^c^hi‚g^dYZ
B^cVhZ:cZg\^V
V SINCONEE
Seminário nacional da gestão da informação e
do conhecimento no setor de energia elétrica
8BH:
BB:
:E:
8BH:
8db^i„YZBdc^idgVbZcid
YdHZidg:a‚ig^Xd
T&D Latin America
Transmission and distribution Latin America 2004
6C::A
XVI SENDI
Seminário nacional de distribuição de energia elétrica
X CIPEEL
Ciclo de palestras da engenharia elétrica
:E:
:begZhVYZ
EZhfj^hV:cZg\‚i^XV
DCH
88::
IVaZcidhYV8VhV
8dgVaDCHÄ:chV^d
8dgVaDCHÄ6egZhZ
EVgi^X^eVd
*VBVgVidcV7G
'dIdgcZ^dYZ;jiZ
6C::A
6\„cX^VCVX^dcVa
YZ:cZg\^V:a‚ig^XV
:bdZh
DCH
DeZgVYdgCVX^dcVa
YdH^hiZbV:a‚ig^Xd
6c^kZgh{g^dDCH
88::
8}bVgVYZ8dbZgX^Va^oVd
YZ:cZg\^V:a‚ig^XV
6c^kZghVg^VciZhYd
9^V>ciZgcVX^dcVaY
9^VhYVhBZh
9^VYdhEV^h
9^VYVhHZXgZi{g^Vh
9^VhYVh8g^VcVh
;ZhiVhYZ;^cVaYZ
Bdi^kVd
Ações que constróem uma sociedade mais justa.
Ações de incentivo à cultura
A contribuição à cultura nacional tem sido a marca de
atuação do ONS. Desde 2002, o Operador é co-patrocinador
do site da Orquestra Sinfônica Brasileira, viabilizando a
divulgação de seus concertos e atividades na Internet.
um coro infantil. Ao final, foram distribuídos 32 kg de leite
em pó, 24 kg de achocolatado, 28 kg de biscoito e 6 kg
de doces e chocolates para a creche Recanto de Carinho,
que atende crianças portadoras de HIV. A festa em
Florianópolis foi contemplada com lanches e contou com
um palhaço animando as crianças. Em Brasília, a creche
beneficiada foi a Nossa Senhora de Montserrat. Em razão
da total carência da instituição, a entrega dos produtos
arrecadados foi agilizada de forma a suprir rapidamente
Ações sociais em 2004
as suas necessidades. Foram entregues 40 kg de alimentos
não perecíveis, além de dez colchonetes.
Doação de móveis
Foram destinados à APAE, no município de São Gonçalo,
no estado do Rio, os móveis da Docenave, que estavam
incorporados ao patrimônio do ONS. Foram doadas mesas,
armários e cadeiras. O patrimônio contribuiu para a
melhoria das instalações da instituição, proporcionando
maior conforto aos alunos portadores de necessidades
47
especiais.
balanço social 2004
balanço social 2004
46
Campanha Inverno Sem Frio
Sociedade
O ONS aderiu à campanha em parceria com a organização
não governamental VIVA RIO. A instituição atendida foi a
Sociedade Beneficente Sagrada Família, que dá assistência
Definição de linhas para
Com o intuito de construir um mundo mais solidário e menos
a cerca de quatrocentas crianças e idosos da Comunidade
desigual social e economicamente, o ONS estimula e reconhece a
de Vila Ipiranga, no município de Niterói, no Rio de Janeiro.
dedicação e o trabalho de um grande número de colaboradores.
Foram doados pelos colaboradores do Escritório Central
atuação social
Em 2004, foi aprovado o seu programa de responsabilidade
180 unidades, entre cobertores e agasalhos.
O Programa de Responsabilidade Social do ONS é
social, que priorizou o apoio e o desenvolvimento de ações
educacionais com comprovada eficiência na transformação
Campanha do Dia da Criança
composto de três ações definidas, complementares e
da sociedade. São projetos que promovem a inclusão social,
A ação mobilizou colaboradores de todas as unidades do
pensadas de forma interdependente. Um dos pilares do
digital, a cidadania e o respeito ao meio ambiente.
ONS. No Rio de Janeiro, também em parceria com o VIVA RIO,
programa são os mecanismos de Renúncia Fiscal para
foram doados 137 kg de leite em pó, 18 kg de achocolatado,
apoio à cultura, que abrem oportunidade para o patrocínio
As atividades sociais realizadas em 2004 foram desenvolvidas
28 kg de biscoitos e 19 brinquedos pedagógicos destinados
de diversos projetos educacionais e culturais e que foram
em parceria com diversas instituições, buscando a melhoria da
à Creche Comunitária do Cantagalo, em Copacabana,
aprovados em dezembro de 2004. Também foi implantada
qualidade de vida das comunidades atendidas. Os benefícios
no Rio de Janeiro. Em Recife, a apresentação de um
a prática de doação de bens inservíveis e o Programa de
se deram em diversas áreas, como educação e alimentação,
coral infantil deu início à campanha. Foram distribuídos
Voluntariado. Nos próximos anos, o ONS vai estimular
assim como em diferentes faixas etárias, das crianças aos
73 kg de alimentos, 24 litros de refrigerante e cerca de
cada vez mais seu corpo funcional e seus colaboradores
idosos. Dentro da responsabilidade social corporativa, o
178 brinquedos. Foram contemplados o Lar de Maria
a participar das ações de responsabilidade social, através
voluntariado é um movimento que começa a ganhar espaço.
e o hospital de oncologia pediátrica Oswaldo Cruz.
da execução desse programa. Desta forma, esperamos
Em suas ações voluntárias, o ONS almeja construir rotas de
A entrega dos donativos foi acompanhada por lanches
que os resultados sejam alcançados, com a ampliação
solidariedade, incentivando a participação cada vez maior de
e brincadeiras. No escritório regional de Florianópolis, a
dos beneficiados, a melhoria do ambiente de trabalho e o
seus colaboradores.
campanha também foi inaugurada com a apresentação de
fortalecimento e a disseminação da consciência cidadã.
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Balanço Social do ONS