PORTUGAL BRASIL CABO VERDE UNIDOS PELO TEATRO JOVEM K CENA PROJETO LUSÓFONO DE TEATRO JOVEM PORTUGAL, BRASIL E CABO VERDE UNIDOS PELO TEATRO JOVEM Aposta singular, o K CENA – Projeto Lusófono de Teatro Jovem é uma iniciativa do Teatro Viriato (Viseu, Portugal), em parceria com o Teatro Vila Velha (Salvador-Bahia, Brasil) e Centro Cultural Português/Pólo do Mindelo, do Instituto Camões, com o apoio local da Mindelact – Associação Artística e Cultural (Cabo Verde), apoiado no âmbito do programa de apoio à internacionalização das artes, promovido pela DGARTES (Portugal) e integrado no programa oficial Portugal Brasil Agora. Após seis anos de participação no projeto Cerca de 50 jovens de diferentes nacionalidades, realidades culturais e contextos, mas ligados pela Língua Portuguesa participam num projeto que procura incentivar a utilização da prática teatral como estratégia de desenvolvimento da identidade lusófona e de enriquecimento pessoal e interpessoal. PANOS – Palcos Novos Palavras Novas, promovido pela Culturgest (Lisboa, Portugal), este ano, aproveitando essa experiência, o Teatro Viriato lança um projeto internacional, com novos parceiros e que procura estimular o gosto pela escrita e pela interpretação teatral, valorizar a língua portuguesa e utilizar a prática teatral como estratégia de desenvolvimento da identidade lusófona e de enriquecimento pessoal e interpessoal. Esta edição, que conta com a participa- culos que resultam desta primeira edição do ção dos encenadores Graeme Pulleyn K CENA nascem a partir do universo de Peter (Portugal), Marcio Meirelles (Brasil) e Pan e das interrogações, motivações e senti- João Branco (Cabo Verde) privilegia a mentos que a narrativa suscita em cada um oportunidade de colocar em contacto dos grupos envolvidos. (não presencial) cerca de 50 jovens de diferentes realidades culturais e contextos, mas ligados pela Língua Portuguesa, fomentando o intercâmbio de experiências, a começar pelo próprio processo de criação, que permitiu a circulação dos encenadores por entre os grupos participantes. Assim, desde outubro de 2012, os encenadores residentes têm preparado os grupos locais para a abordagem ao tema, que será agora consubstanciado num objeto artístico pelo encenador convidado, que assumirá a montagem do espetáculo, apresentado nos países de origem dos grupos participantes. Os três espetá- 29 a 31 JAN’13 BRASIL O psicólogo norte-americano Dan Kiley criou, em 1983, a expressão “Síndrome do Peter Pan” para se referir ao atraso das deci- (TÍTULO A DEFINIR) sões vitais como forma de evitar as responsa- a partir do universo de PETER PAN bilidades dos adultos. Por sua vez, num artigo encenador convidado JOÃO BRANCO (CABO VERDE) de The New York Times, de 10/9/07, David encenador residente MARCIO MEIRELLES local de apresentação: TEATRO VILA VELHA (SALVADOR – BAHIA, BRASIL) Brooks qualifica a entrada na maturidade como uma odisseia. Como é sabido, Odisseia é a longa viagem, descrita por Homero, que Encenador convidado João Branco (Cabo Verde) Odisseu — Ulisses — realiza de volta para a Encenador residente Marcio Meirelles sua esposa, o seu filho e a sua casa, após a Participantes Ana Clara Cavalcanti, Beatriz Santana, Caio Terra Silva, Daiane Nascimento dos Santos, Débora Albuquerque, Eduarda Nieto, Gabriella Silva Assis, Jaqueline Silva Souza, Juan Nicholas Schaffer Vazquez, Karin Nina Nolasco, Leandro de Jesus Gomes, Natalyne Pereira dos Santos, Pedro Oliveira e Roberto Neri Parceiro Teatro Vila Velha (Salvador – Bahia, Brasil) Guerra de Troia, passando por lutas, monstros, perigos e aventuras amorosas. Por outro lado, nada nos garante que o regresso dessa tal “Terra do Nunca” encontre resistências pelo que temos na nascente mais do que nos espera a jusante. Independentemente do que nos faz ir ou ficar, algumas interrogações ecoam em nossas mentes. Não há momentos na nossa vida em que, pura e simplesmente, não queremos crescer? Quando e como isso acontece? O que nos faz viajar para essa “Terra do Nunca”? É uma tentação ou uma fatalidade? É uma transgressão? Um grito de alerta? Um pedido de socorro? O que nos faz ir e o que nos motiva a voltar? João Branco (Cabo Verde) JOÃO BRANCO Nasceu em 1968. É licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Aberta e tem uma pós-graduação em Teatro, especialização em Encenação pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Complementou a sua formação em Teatro através de cursos com vários criadores em Portugal, Alemanha, Itália e Brasil. Entre 1993 e 2010 foi Coordenador e Monitor dos Cursos de Iniciação Teatral do Centro Cultural Português do Mindelo. É desde 1994 Diretor Artístico do Centro Cultural Português - ICA / Pólo do Mindelo, Cabo Verde, cargo que acumula com o cargo de Presidente da Direção e Direção Artística da Associação Artistica e Cultural Mindelact. Desde 1991 que assina a encenação e direção artística de vários espetáculos de Teatro. BREVE HISTORIAL TEATRO VILA VELHA (SALVADOR-BAHIA, BRASIL) Inaugurado em 31/07/1964, o Vila nasceu mental da construção narrativa. Uma das e foi reconstruído pela vontade de transfor- atividades de formação que rendeu mais mar e revolucionar o teatro baiano, o Vila transformações na relação com o especta- cresceu e firmou-se como referência, tor- dor foi a Oficina de Streaming, que capaci- nando-se um espaço dedicado à criação, tou o Vila para fazer transmissões ao vivo difusão e formação artística, onde inovar de sua programação, em especial os shows é esperado e bem recebido. O Vila está em do projeto Vila da Música, mesas-redondas, permanente renovação, no centro da cida- debates e ensaios. Presente no Twitter, no de, tem uma programação contínua, diver- Facebook e Blog, o Vila tem encontrado nas sificada, com atividades de formação e cria redes mais um meio de se comunicar e criar oportunidades para a profissionalização de uma interação maior com o público através agentes das mais diversas áreas ligadas às de respostas rápidas, postagens da progra- artes cênicas. mação e também ações de fidelização do público. O Teatro Vila Velha é produtor ou coprodutor de diversos projetos já consolidados na Além de abrigar quatro grupos residentes cena cultural baiana, nacional e internacio- (Companhia Teatro dos Novos, Bando de nal como as Oficinas Vila verão, o Amostrão Teatro Olodum, Companhia Novos Novos e Vila verão, o Vivadança Festival Internacional, A Outra Companhia de Teatro), dois núcleos o Festival A Cena ta Preta, Vilerê e também de produção (Viladança e Vila da Música), o desenvolve programas continuados como o Vila acolhe grupos através de seu programa Vila da Música, o Tomaladacá e O Que Cabe de projetos em residência. Através deste Neste Palco. programa, companhias e artistas encontram um espaço aberto à criação e experimenta- Atento e sensível às transformações do mundo, o Vila apoia criações que apostam no uso das tecnologias, obras que integram recursos audiovisuais como parte funda- ção. 01 a 03 MAR’13 CABO VERDE Como diria Peter Pan, cada espada tem dois gumes. E se uma peça de teatro fosse uma espada para lutar, para combater, para abrir (TÍTULO A DEFINIR) caminho? Por um lado, olhamos à nossa vol- a partir do universo de PETER PAN ta, ao nosso mundo, à nossa sociedade. Por encenador convidado GRAEME PULLEYN (PORTUGAL) outro, deixamo-nos levar pela imaginação encenador residente JOÃO BRANCO local de apresentação: CIDADE DO MINDELO (CABO VERDE) Encenador convidado Graeme Pulleyn (Portugal) e voamos até à nossa “Terra do Nunca”. Este projeto tem como porto de partida as singulares aventuras do Peter Pan, mas ao longo Encenador residente e coordenação pedagógica João Branco da viagem, da imaginação dos jovens surgem Monitora e preparadora de elenco Janaina Alves grandes batalhas e questões: Quem serão os Participantes Ailton Jorge, Augusta Pires, Carlos Araújo, Cristian Andrade, Elba Lima, Evanisia Pinto, Helton Paris, Joana Melo, Kelton Santos, Laura Branco, Lais Rodrigues, piratas da “Terra do Nunca 2013”? Quem são Liliana David, Livio Fonseca, Sandra Gomes, Sandrine Rodrigues, Renato Lopes, Ricardo Fidalga, Yannick Fortes, Yannick Tavares e Yara Azevedo como é nadar com estas sereias? Será o cro- Parceiro Centro Cultural Português/Pólo do Mindelo, do Instituto Camões com o apoio local da Mindelact – Associação Artística e Cultural de Teatro Cabo-verdiano atrás, com o imparável tic-toc do seu relógio os meninos perdidos? Como são os índios e codilo de hoje o mesmo de há quase 100 anos engolido? E acima de tudo, quem são os heróis desta história? Como é o novo Peter Pan? Como é a Wendy? Será que ainda sabemos voar? O porto de chegada ainda não sabemos qual é, mas a viagem promete ser emocionante. Vamos sobrevoar uma nova “Terra do Nunca”, viramos à esquerda numa qualquer estrela e depois é sempre em frente até de manhã... Graeme Pulleyn (Portugal) GRAEME PULLEYN Graeme Pulleyn nasceu no norte da Inglater- Pedro Madeira e A Fábula do Peixe que Muda ra em 1967. Estudou teatro na Universidade de Madalena Victorino. Depois de vários de Warwick e veio para Portugal em 1990, anos como encenador convidado pelo Tea- como voluntário num projeto de desenvol- tro Viriato para o PANOS – Palcos Novos Pa- vimento comunitário na Serra do Montemu- lavras Novas, Graeme Pulleyn integra agora ro (Castro Daire). Acabou por viver durante o K CENA – Projeto Lusófono de Teatro Jovem, 15 anos na serra, e cofundou o Teatro Regio- iniciativa do Teatro Viriato. Dos trabalhos nal da Serra do Montemuro. Trabalhou como que tem desenvolvido com a comunidade ator e encenador em espetáculos como destaca Tá Mar 2012 com o Museu Marítimo Lobo-Wolf, As Bodas de Cândida, Alminhas, de Ílhavo. É professor na Escola Superior de A Eira dos Cães e Hotel Tomilho, que corre- Educação de Viseu e na Faculdade de Letras ram o país e a Europa de lés-a-lés, fazendo da Universidade de Coimbra. do TRSM uma das mais viajadas companhias portuguesas das últimas duas décadas. Vive em Viseu desde 2005 onde trabalha como encenador e ator independente. Projetos recentes incluem: Sots L’Ombra d’un bell Arbre de Helena Tornero, O Teatro Mais Pequeno do Mundo com 20 artistas de diferentes áreas performativas, Dimas com Carlos Bica e Suzana Branco, A partir do Adolescente Míope com Romulus Neagu e Luís BREVE HISTORIAL DA MINDELACT – ASSOCIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL DE TEATRO CABO-VERDIANO A Associação Artística e Cultural – Minde- artes cénicas, apoio à Educação Artística lact é uma organização não governamental em matéria de documentação para estudo, – ONG, de caráter artístico e social, sem lançamento da revista Mindelact – teatro em fins lucrativos e que visa essencialmente o revista, publicação de dramaturgia nacional, desenvolvimento e a promoção das artes realização de março – Mês do Teatro e do cénicas em Cabo Verde, pondo a tónica na Festival Internacional do Teatro do Mindelo organização de atividades direta ou indire- – Mindelact. tamente ligadas ao teatro cabo-verdiano. Sendo a Associação uma organização sem A Associação congrega no seu seio agentes fins lucrativos, é dispensado aos associados teatrais de grupos de teatro de Cabo Ver- o pagamento de quotas, ficando como úni- de e pessoas singulares de quase todos os ca fonte de financiamento os patrocínio e quadrantes da vida artística e social cabo- apoios concedidos às atividades por ela de- verdiana, para além de um significativo nú- senvolvidas, através de acordos pontuais ou mero (cerca de 80%) de jovens. da assinatura de protocolos. A Associação Mindelact foi formada no ano de 1996 e foi reconhecida como pessoa jurídica em 27 de fevereiro de 1997 pelo então Ministro da Justiça e da Administração Interna e publicada no Boletim Oficial n.º 9 – I Série de 10 de março de 1997. Nos diversos planos de atividade, a Associação tem dado atenção a formação de jovens nas diversas disciplinas ligadas às 27 e 28 MAR’13 PORTUGAL Sempre gostei do Peter Pan... não sei como vamos colocá-lo em cena, apesar de ter sido escrito para o palco... Talvez possamos apro- (TÍTULO A DEFINIR) priar-nos do mito e dos seus desdobramen- a partir do universo de PETER PAN tos e ver o que um grupo de atores jovens se encenador convidado MARCIO MEIRELLES (BRASIL) encenador residente GRAEME PULLEYN local de apresentação: TEATRO VIRIATO (VISEU, PORTUGAL) propõe a dizer com ele. Como diretor aprendi a conduzir a máquina para onde ela pode e deve ir, por isso, procurarei abordar a histó- qua e qui 21h30 | m/ 12 anos preço único 2,502 Encenador convidado Marcio Meirelles (Brasil) Encenador residente Graeme Pulleyn Participantes Ana Lopes, Bárbara Monteiro, Beatriz Santos, Cristina Almeida, Daniela Batista, Emanuel Santos, Francisca Pereira, Gabriel Gomes, Inês Chaves, Iolanda Guepp, Pedro Santos, Salma Maburda, Sónia Teixeira, Susana Loio e ZP Almeida Parceiro Teatro Viriato (Viseu, Portugal) com apoio do programa de apoio à internacionalização das artes, promovido pela DGARTES (Portugal) ria de um garoto que não quer crescer, num contexto marcado por uma Europa, por um Portugal em crise; questionando a sua própria identidade e crescimento neste cenário global. Uma reflexão partilhada com os jovens deste projeto que, quando lhes perguntei pelo Skype sobre como estão vivendo essa crise, responderam-me: “Estamos pagando uma dívida que não contraímos”. Em troca falei-lhes sobre como é estar vivendo num país em ascensão, sabendo que este momento do Brasil é também terrível para uma maioria que vive, mas não participa integralmente nessa ascensão. Para mim que tenho muitas perguntas... é fascinante! Vou em busca deste fascínio que o teatro ainda tem: o de fazer perguntas. Ainda que não saibamos como responder, vamos compartilhar estas questões transatlânticas com o público... isso me interessa! Marcio Meirelles (Brasil) MARCIO MEIRELLES Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, inicial- Theatre of London). Participa em projetos mente ligado às áreas de arquitetura e artes de colaboração internacional com a Cena- visuais, trabalha em teatro desde 1972. Foi Lusófona (Portugal) e instituições de outros fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976- países. Dirigiu vários espetáculos de música, 1989) e criador/diretor do espaço cultural comemorativos, de lançamento de projetos A Fábrica (1982). Em 85 e 86 assume os e de premiação, com artistas nacionais e in- núcleos de cenografia e figurino e de di- ternacionais. Em 1990 criou, com Chica Ca- reção e elenco da TV Educativa da Bahia. relli, o Bando de Teatro Olodum, que dirige Paralelamente, criou o Projeto Teatro para até hoje. Em 1994, coordenou o projeto de a Fundação Gregório de Mattos (1986). Foi reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, diretor de um dos maiores centros culturais foi o seu diretor artístico até 1998 e, até do Brasil - o Teatro Castro Alves, em Sal- 2006, na nova forma institucional que pro- vador/Bahia - de 87 a 91. Ao longo da sua pôs, fez parte do colegiado gestor do tea- carreira, já foi premiado várias vezes como tro. Condecorado como Cavaleiro da Ordem diretor, cenógrafo e figurinista. Fez estágio do Mérito da Bahia em 1990, homenageado na Circle Repertory Company (Nova York). pelo Troféu Copene de Teatro por todo o seu Participou no colóquio Brasil Alemanha de trabalho em 1999 e indicado para o Prémio Teatro como orador a convite do Instituto Shell, no Rio, pela direção de Candaces – a Goethe. Codirigiu O Sonho de Uma Noite reconstrução do Fogo, em 2003. De 2007 a de verão, com Werner Herzog. Dirigiu Zum- 2010 foi Secretário de Cultura do Estado da bi em Londres com o Black Theatre Coop, Bahia. Em julho de 2011 assume a direção como parte do Lift (London International artística do Teatro Vila Velha. BREVE HISTORIAL DO TEATRO VIRIATO (VISEU, PORTUGAL) O Teatro Viriato foi inaugurado a 13 de ju- diversificados e permitindo à comunidade nho de 1883 com o nome de Theatro Boa viseense descobrir novas linguagens artísti- União. No entanto, a primeira casa de espe- cas num espaço acolhedor e moderno que táculos de Viseu (Portugal) acabou por en- não deixa de integrar elementos alusivos cerrar portas a 13 junho de 1883. Depois de à sua memória. A primeira temporada da sucessivas tentativas de recuperação, o Tea- nova vida do Teatro Viriato arrancou, a 29 tro Viriato reabriu ao público após 38 anos de janeiro de 1999, com a apresentação do de inatividade. espetáculo Raízes Rurais, Paixões Urbanas, de Ricardo Pais, especialmente, remontado A funcionar desde 1999, o Teatro Viriato para esta ocasião. tem apostado, desde a sua criação, numa programação regular de dança, teatro, músi- O Teatro Viriato acolhe desde o primei- ca, novo circo e projetos para a comunidade, ro momento, em residência permanente, sob a direção do coreógrafo português Pau- a Companhia Paulo Ribeiro, com quem man- lo Ribeiro. Foi a segunda estrutura criada em tém uma parceria estratégica. A Companhia, Portugal, no âmbito da política de descen- para além da sua atividade de criação e iti- tralização cultural, projeto do então minis- nerância de espetáculos, tem também rea- tro da Cultura, Manuel Maria Carrilho, que lizado um importante trabalho pedagógico pretendia criar vários centros regionais das na área da dança neste espaço e, desde ja- artes do espetáculo. neiro de 2004, também na escola de dança Lugar Presente. Partindo de um projeto da Companhia Paulo Ribeiro, assumido e apoiado pela Câmara Municipal de Viseu e pelo Ministério da Cultura, a reanimação desta sala de espetáculos veio oferecer ao público de Viseu o acesso regular às artes do espetáculo, de reconhecido valor profissional, técnico e artístico, integrando Viseu nas rotas nacionais e internacionais de circulação de espetáculos