3º SIMULADO ESPECÍFICO - 2ª ETAPA
• MODELO ENEM •
• 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO •
DIA 14 DE OUTUBRO DE 2014
LEIA ATENTAMENTE AS SEGUINTES INSTRUÇÕES
01.Este CADERNO DE PROVAS contém a Prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias contendo 45 questões
e a Prova de Matemática e suas Tecnologias, contendo 30 questões objetivas de múltipla escolha.
02.No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras, correspondentes às respostas de sua opção, deve ser feita
preenchendo todo o espaço compreendido no circulo, a lápis preto nº 2 ou caneta esferográfica de tinta preta,
com um traço contínuo e denso. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras. Portanto, preencha os
campos de marcação completamente, sem deixar claros.
03.Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA para não DOBRAR, AMASSAR, ou MANCHAR. O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado na BARRA DE RECONHECIMENTO PARA
LEITURA ÓTICA.
04.Para cada uma das questões são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E);
só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você deve assinalar apenas UMA ALTERNATIVA PARA
CADA QUESTÃO. A marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS
ESTEJA CORRETA.
05.As questões são identificadas pelo número que se situa acima e à esquerda de seu enunciado.
06.SERÁ EXCLUÍDO DO EXAME o participante que:
a) se utilizar, durante a realização da prova, de máquinas e/ou de relógios de calcular, bem como de rádios
gravadores, de “headphones”, de telefones celulares ou de fontes de consulta de qualquer espécie;
b) se ausentar da sala em que se realiza a prova levando consigo o CARTÃO-RESPOSTA
07. Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.
08.Quando terminar, entregue ao fiscal o CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENÇA.
09. O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTA PROVA É DE QUATRO HORAS.
10. Por motivos de segurança, você somente poderá se ausentar do recinto de prova após decorridas 2 horas do
inicio da mesma. Caso permaneça na sala, no mínimo, 4 horas após o inicio da prova, você poderá levar este
CADERNO DE QUESTÕES.
.2.
LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
TEXTO I
SEU GOOGLE, NÓS EXISTIMOS
A luta de um grupo de crianças das favelas de Calcutá para se colocar no mapa do mundo e mudar também as
nossas vidas
ELIANE BRUM
22/07/2013 10h14 – Atualizado em 15/08/2013 12h54
Mãe, estou fazendo um mapa da nossa comunidade porque não existe nenhum – disse Sikha, uma menina de
12 anos e olhos muito vivos de uma favela de Calcutá, na Índia. — Mas tem mapa de todos os lugares, deve ter um daqui também – disse a mãe.
— Não tem – Sikha respondeu. — Você tem certeza?
— Procuramos no Google e não conseguimos encontrar um mapa da nossa comunidade.
Ao buscar o Google Maps para se enxergar nele, as crianças descobriram que não estavam lá. No lugar onde
viviam suas vidas, suas dores, seus sonhos, suas fomes e suas faltas, onde dançavam e choravam, nasciam e morriam,
havia só um vazio – um grande nada.
Sua luta para existir – também no mapa – é contada no premiado documentário The revolutionary optimists (Os
otimistas revolucionários), de Nicole Newnham e Maren Grainger-Monsen, filmado ao longo de três anos e meio.
Com a ajuda do empreendedor social Amlan Ganguly, Sikha e outras crianças desenharam seu mapa. Ao forjar sua
inscrição na geografia do mundo, mudaram destinos e salvaram vidas.
O mundo, como Sikha tão bem percebeu, é dividido entre os que estão no mapa – e aqueles que não estão. Não
é esquecimento, não é acaso. É violência. Uma violência original – a invisibilidade – que gera todas as outras. Nem
os mapas, ou muito menos os mapas, são inocentes. Na Índia, em toda parte. E também aqui.
(...)
61) No título, há um chamamento que exprime um tom de:
a) desrespeito;
c) formalidade;
e) passividade.
b) reivindicação;
d) conformismo;
62) “Procuramos no Google e não conseguimos encontrar um mapa da nossa comunidade”. Segundo o que se lê no
texto, é possível afirmar que o período destacado revela:
a) uma violência simbólica vivida por várias comunidades no mundo;
b) um desleixo do funcionário responsável pelo setor de informática;
c) um problema técnico de uma conhecida empresa americana;
d) uma questão diplomática de difícil solução na atualidade;
e) um limite da tecnologia empregada na elaboração dos mapas.
63) Segundo o texto, os mapas:
a) escondem propositalmente comunidades inteiras na Índia;
b) refletem fielmente a organização política de todos os países;
c) são usados apenas como instrumento de orientação geográfica;
d) revelam as conquistas da informática na modernidade;
e) expressam uma visão parcial das fronteiras geopolíticas.
64) Em “Ao buscar o Google Maps para se enxergar nele”, qual é o valor semântico do termo destacado?
a) tempo
c) lugar
e) oposição
b) modo
d) explicação
65) Veja:
“No lugar onde viviam suas vidas, suas dores, seus sonhos, suas fomes e suas faltas...”
A sequência acima destacada, por sua repetição, pretende:
a) manifestar o ressentimento das crianças em relação ao Google;
b) destacar efeitos da ação dos colonizadores sobre a comunidade;
c) associar insuficiência econômica à carência paterna;
d) evidenciar a riqueza de experiências vividas naquela terra;
e) ocultar os verdadeiros motivos da indignação com a internet.
66) No fragmento “onde dançavam e choravam, nasciam e morriam”, os pares de verbos mantêm uma relação de:
a) causa;
c) simultaneidade;
e) consequência.
b) oposição;
d) conclusão;
67) Em “Ao forjar sua inscrição na geografia do mundo, mudaram destinos e salvaram vidas”, qual é o referente do termo
destacado?
a) A Índia.
c) O documentário.
e) Google.
b) O empreendedor social.
d) As crianças.
.3.
68) O verbo ‘forjar’, na passagem “Ao forjar sua inscrição na geografia do mundo, mudaram destinos e salvaram vidas”,
poderia ser substituído, sem alteração semântica, por qual das opções abaixo?
a) Falsificar.
c) Ocultar.
e) Apagar.
b) Criar.
d) Pretender.
69) No sétimo parágrafo do texto, a autora tece um comentário entre travessões: “– também o mapa-”. O que essa
construção sugere em relação às crianças?
a) Elas sofrem com precariedades de diversos tipos.
b) Elas reagem negativamente aos produtos estrangeiros.
c) Elas aderem com facilidade ao uso dos computadores.
d) Elas possuem dificuldades na leitura dos mapas.
e) Elas divergem da instituição sem razão aparente.
70) A expressão “estar no mapa”, empregada no oitavo parágrafo, apresenta qual sentido?
a) Cartográfico
c) Irônico.
e) Figurado.
b) Cotidiano.
d) Formal.
71) A partir do oitavo parágrafo, o emprego da primeira pessoa do plural do título inclui também:
a) Os funcionários da empresa citada.
d) Outras comunidades carentes no mundo.
b) Grande parte dos vizinhos das crianças.
c) A população de todas as classes sociais da Índia.
e) Os cineastas comprometidos com a causa.
TEXTO II
O MAPA
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(E nem que fosse o meu corpo!)
Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
Mário Quintana
72) Entre o eu-lírico e sua cidade há uma relação expressa na primeira estrofe do poema, expressa por intermédio de uma:
a) comparação;
c) dedução;
e) oposição.
b) exclusão;
d) conclusão;
73) Entre os versos expressos abaixo, um deles apresenta um vocábulo com circunstância de dúvida. Assinale-o:
a) “E nem que fosse meu corpo”
c) “Pareça mais um olhar”
e) “E talvez de meu repouso”
b) “Sinto uma dor infinita”
d) “Nas ruas que não andei”
74) Assinale a alternativa em que o poeta suaviza sua morte:
a) “Como quem examinasse / A anatomia de um corpo”
b) “Quando eu for, um dia desses / Poeira ou folha levada”
c) “Há tanta esquina esquisita / Tanta nuança de paredes”
d) “Que faz com que o teu ar / Pareça mais um olhar”
e) “Cidade de meu andar / (Desde já tão longo andar!)”
.4.
75) O poeta expressa a consciência de suas próprias limitações em:
a) “Olho o mapa da cidade”
c) “Onde jamais passarei”
e) “Suave mistério amoroso”
b) “E nem que fosse meu corpo!”
d) “Há tanta moça bonita”
NOVAS TECNOLOGIAS
Atualmente, prevalece na mídia um discurso de exaltação das novas tecnologias, principalmente aquelas ligadas
às atividades de telecomunicações. Expressões frequentes como “o futuro já chegou”, “maravilhas tecnológicas” e
“conexão total com o mundo” “fetichizam” novos produtos, transformando-os em objetos do desejo, de consumo
obrigatório. Por esse motivo carregamos hoje nos bolsos, bolsas e mochilas o “futuro” tão festejado.
Todavia, não podemos reduzir-nos a meras vítimas de um aparelho midiático perverso, ou de um aparelho capitalista controlador. Há perversão, certamente, e controle, sem sombra de dúvida. Entretanto, desenvolvemos uma relação
simbiótica de dependência mútua com os veículos de comunicação, que se estreita a cada imagem compartilhada e
a cada dossiê pessoal transformado em objeto público de entretenimento.
Não mais como aqueles acorrentados na caverna de Platão, somos livres para nos aprisionar, por espontânea
vontade, a esta relação sadomasoquista com as estruturas midiáticas, na qual tanto controlamos quanto somos controlados.
SAMPAIO, A. S. A microfísica do espetáculo.
76) Ao escrever um artigo de opinião, o produtor precisa criar uma base de orientação linguística que permita alcançar
os leitores e convencê-los com relação ao ponto de vista defendido. Diante disso, nesse texto, a escolha das formas
verbais em destaque objetiva
a) criar relação de subordinação entre leitor e autor, já que ambos usam as novas tecnologias.
b) enfatizar a probabilidade de que toda população brasileira esteja aprisionada às novas tecnologias.
c) indicar, de forma clara, o ponto de vista de que hoje as pessoas são controladas pelas novas tecnologias.
d) tornar o leitor copartícipe do ponto de vista de que ele manipula as novas tecnologias e por elas é manipulado.
e) demonstrar ao leitor sua parcela de responsabilidade por deixar que as novas tecnologias controlem as pessoas
ATÉ QUANDO?
Não adianta olhar pro céu
Com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito protesto pra fazer
E muita greve, você pode, você deve, pode crer
Não adianta olhar pro chão
Virar a cara pra não ver
Se liga aí que te botaram numa cruz e só porque Jesus
Sofreu não quer dizer que você tenha que sofrer!
GABRIEL, O PENSADOR.
Seja você mesmo (mas não seja sempre o mesmo) Rio de Janeiro: Sony Music, 2001 (fragmento).
77) As escolhas linguísticas feitas pelo autor conferem ao texto
a) caráter atual, pelo uso de linguagem própria da internet.
b) cunho apelativo, pela predominância de imagens metafóricas.
c) tom de diálogo, pela recorrência de gírias.
d) espontaneidade, pelo uso da linguagem coloquial.
e) originalidade, pela concisão da linguagem.
78) O cartaz aborda a questão do aquecimento global. A relação entre os recursos verbais
e não verbais nessa propaganda revela que
a) o discurso ambientalista propõe formas radicais de resolver os problemas climáticos.
b) a preservação da vida na Terra depende de ações de dessalinização da água
marinha.
c) a acomodação da topografia terrestre desencadeia o natural degelo das calotas
polares.
d) o descongelamento das calotas polares diminui a quantidade de água doce
potável do mundo.
e) a agressão ao planeta é dependente da posição assumida pelo homem frente
aos problemas ambientais.
.5.
QUERÔ
DELEGADO — Então desce ele. Vê o que arrancam desse sacana.
SARARÁ — Só que tem um porém. Ele é menor.
DELEGADO — Então vai com jeito. Depois a gente entrega pro juiz. (Luz apaga no delegado e acende no repórter,
que se dirige ao público.)
REPÓRTER — E o Querô foi espremido, empilhado, esmagado de corpo e alma num cubículo imundo, com outros
meninos. Meninos todos espremidos, empilhados, esmagados de corpo e alma, alucinados pelos seus desesperos,
cegados por muitas aflições. Muitos meninos, com seus desesperos e seus ódios, empilhados, espremidos, esmagados
de corpo e alma no imundo cubículo do reformatório. E foi lá que o Querô cresceu.
MARCOS, P. Melhor teatro. São Paulo: Global, 2003 (fragmento).
79) No discurso do repórter, a repetição de substantivos e adjetivos causa um efeito de sentido de intensificação, construindo a ideia de
a) opressão física e moral, que gera rancor nos meninos.
b) repressão policial e social, que gera apatia nos meninos.
c) polêmica judicial e midiática, que gera confusão entre os meninos.
d) concepção educacional e carcerária, que gera comoção nos meninos.
e) informação crítica e jornalística, que gera indignação entre os meninos.
FUTEBOL: “A REBELDIA É QUE MUDA O MUNDO”
Conheça a história de Afonsinho, o primeiro jogador do futebol brasileiro a derrotar a cartolagem e a conquistar o
Passe Livre, há exatos 40 anos Pelé estava se aposentando pra valer pela primeira vez, então com a camisa do Santos
(porque depois voltaria a atuar pelo New York Cosmos, dos Estados Unidos), em 1972, quando foi questionado se,
finalmente, sentia-se um homem livre. O Rei respondeu sem titubear:
— Homem livre no futebol só conheço um: o Afonsinho. Este sim pode dizer, usando as suas palavras, que deu
o grito de independência ou morte. Ninguém mais. O resto é conversa.
Apesar de suas declarações serem motivo de chacota por parte da mídia futebolística e até dos torcedores brasileiros, o Atleta do Século acertou.
E provavelmente acertaria novamente hoje. Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano. Pelo
reconhecimento do caráter e personalidade de um dos jogadores mais contestadores do futebol nacional. E principalmente em razão da história de luta — e vitória — de Afonsinho sobre os cartolas.
ANDREUCCI, R. Disponível em: http://carosamigos.terra.com.br. Acesso em: 19 ago. 2011.
80) O autor utiliza marcas linguísticas que dão ao texto um caráter informal. Uma dessas marcas é identificada em:
a) “[...] o Atleta do Século acertou.”
b) “O Rei respondeu sem titubear [...]”.
c) “E provavelmente acertaria novamente hoje.”
d) “Pelé estava se aposentando pra valer pela primeira vez [...]”.
e) “Pela admiração por um de seus colegas de clube daquele ano.”
Eu começaria dizendo que poesia é uma questão de linguagem. A importância do poeta é que ele torna mais
viva a linguagem. Carlos Drummond de Andrade escreveu um dos mais belos versos da língua portuguesa com duas
palavras comuns: cão e cheirando:
Um cão cheirando o futuro
(Entrevista com Mário Carvalho. Folha de SP, 24/05/1988. adaptação)
81) O que deu ao verso de Drummond o caráter de inovador da língua foi
a) o modo raro como foi tratado o “futuro”.
b) a referência ao cão como “animal de estimação”.
c) a flexão pouco comum do verbo “cheirar” (gerúndio).
d) a aproximação não usual do agente citado e a ação de “cheirar”.
e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido “o” na mesma frase.
Lerdite congressiosa. Sing. Fem. Doença de origem desconhecida, mas de longa data. Parece ter atacado
membros do Congresso na Velha República (...) Faz com que os parlamentares contaminados atrasem os projetos
que não lhe são de interesse pessoal.
Por mais que se esforcem, os pacientes atingidos se desinteressam totalmente e ficam apáticos durante toda
a sessão. Para ativar esses doentes, muitas vezes é aplicada uma injeção de propinose, remédio proibido que pode
causar dependência.
82) As palavras lerdite, congressiosa e propinose são exemplos de
a) estrangeirismo
d) justaposição
b) aglutinação
c) neologismo
e) empréstimo
.6.
Narizinho correu os olhos pela assistência. Não podia haver nada mais curioso. Besourinhos de fraque e flores
na lapela conversavam com baratinhas de mantilha e miosótis nos cabelos. Abelhas douradas, verdes e azuis, falavam
mal das vespas de cintura fina . achando que era exagero usarem coletes tão apertados. Sardinhas aos centos criticavam os cuidados excessivos queas borboletas de toucados de gaze tinham com o pó das suas asas. Mamangavas de
ferrões amarrados para não morderem. E canários cantando, e beija-flores beijando flores, e camarões camaronando,
e caranguejos caranguejando, tudo que é pequenino e não morde, pequeninando e não mordendo..
LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. São Paulo: Brasiliense, 1947.
83) No último período do trecho, há uma série de verbos no gerúndio que contribuem para caracterizar o ambiente
fantástico descrito. Expressões como .camaronando., .caranguejando. e .pequeninando e não mordendo. criam,
principalmente, efeitos de:
a) esvaziamento de sentido.
d) interrupção dos movimentos.
b) monotonia do ambiente.
c) estaticidade dos animais.
e) dinamicidade do cenário.
As florestas tropicais estão entre os maiores, mais diversos e complexos biomas do planeta. Novos estudos
sugerem que elas sejam potentes reguladores do clima, ao provocarem um fluxo de umidade para o interior dos continentes, fazendo com que essas áreas de floresta não sofram variações extremas de temperatura e tenham umidade
suficiente para promover a vida. Um fluxo puramente físico de umidade do oceano para o continente, em locais onde
não há florestas, alcança poucas centenas de quilômetros. Verifica-se, porém, que as chuvas sobre florestas nativas
não dependem da proximidade do oceano. Esta evidência aponta para a existência de uma poderosa “bomba biótica
de umidade” em lugares como, por exemplo, a bacia amazônica. Devido à grande e densa área de folhas, as quais
são evaporadores otimizados, essa “bomba” consegue devolver rapidamente a água para o ar, mantendo ciclos de
evaporação e condensação que fazem a umidade chegar a milhares de quilômetros no interior do continente.
A. D. Nobre. Almanaque Brasil Socioambiental. Instituto Socioambiental, 2008,
84) As florestas crescem onde chove, ou chove onde crescem as florestas? De acordo com o texto,
a) onde chove, há floresta. d) apesar da chuva, a floresta cresce.
b) onde a floresta cresce, chove.
c) onde há oceano, há floresta. e) no interior do continente, só chove onde há floresta.
85) Assinale o trecho do diálogo que apresenta um registro informal, ou coloquial, da linguagem.
a) “Tá legal, espertinho! Onde é que você esteve?!”
b) “E lembre-se: se você disser uma mentira, os seus chifres cairão!”
c) “Estou atrasado porque ajudei uma velhinha a atravessar a rua...”
d) “...e ela me deu um anel mágico que me levou a um tesouro”
e) “mas bandidos o roubaram e os persegui até a Etiópia, onde um dragão...”
eu gostava muito de passeá... saí com as minhas colegas... brincá na porta di casa di vôlei... andá de patins...
bicicleta... quando eu levava um tombo ou outro... eu era a::... a palhaça da turma... ((risos))... eu acho que foi uma
das fases mais... assim... gostosas da minha vida foi... essa fase de quinze... dos meus treze aos dezessete anos...
A.P.S., sexo feminino, 38 anos, nível de ensino fundamental. Projeto Fala Goiana, UFG, 2010 (inédito).
86) Um aspecto da composição estrutural que caracteriza o relato pessoal de A.P.S. como modalidade falada da língua é
a) predomínio de linguagem informal entrecortada por pausas.
b) vocabulário regional desconhecido em outras variedades do português.
c) realização do plural conforme as regras da tradição gramatical.
d) ausência de elementos promotores de coesão entre os eventos narrados.
e) presença de frases incompreensíveis a um leitor iniciante.
.7.
VERBO SER
QUE VAI SER quando crescer? Vivem perguntando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou? Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? Ou a gente só principia
a ser quando cresce? É terrível, ser? Dói? É bom? É triste? Ser: pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: ser, ser, ser. Er. R. Que vou ser quando crescer? Sou obrigado a? Posso escolher? Não dá para entender. Não
vou ser. Não quero ser. Vou crescer assim mesmo. Sem ser. Esquecer.
ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992.
87) A inquietação existencial do autor com a autoimagem corporal e a sua corporeidade se desdobra em questões
existenciais que têm origem
a) no conflito do padrão corporal imposto contra as convicções de ser autêntico e singular.
b) na aceitação das imposições da sociedade seguindo a influência de outros.
c) na confiança no futuro, ofuscada pelas tradições e culturas familiares.
d) no anseio de divulgar hábitos enraizados, negligenciados por seus Antepassados.
e) na certeza da exclusão, revelada pela indiferença de seus pares.
CABELUDINHO
01
Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e
voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem
dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava
de sério. Mas todo-mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez.
05 E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor.
E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho.
Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias
a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não
pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por
10 depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto
ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.
BARROS, M. Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003.
88) No texto, o autor desenvolve uma reflexão sobre diferentes possibilidades de uso da língua e sobre os sentidos que
esses usos podem produzir, a exemplo das expressões “voltou de ateu”, “disilimina esse” e “eu não sei a ler”. Com
essa reflexão, o autor destaca
a) os desvios linguísticos cometidos pelos personagens do texto.
b) a importância de certos fenômenos gramaticais para o conhecimento da língua portuguesa.
c) a distinção clara entre a norma culta e as outras variedades linguísticas.
d) o relato fiel de episódios vividos por Cabeludinho durante as suas férias.
e) a valorização da dimensão lúdica e poética presente nos usos coloquiais da linguagem
89) Todas as palavras funcionam como mecanismo de coesão anafórica no texto “Cabeludinho”, exceto:
a) ela (linha 1)
d) aquele (linha 7)
b) Este (linha 1)
c) Ele (linha 1)
e) elas (linha 8)
O SEDUTOR MÉDIO
Vamos juntar
Nossas rendas e
expectativas de vida
querida,
o que me dizes?
Ter 2, 3 filhos
e ser meio felizes?
VERISSIMO, L. F. Poesia numa hora dessas?!
90) No poema O sedutor médio, é possível reconhecer a presença de posições críticas
a) nos três primeiros versos, em que “juntar expectativas de vida” significa que, juntos, os cônjuges poderiam viver
mais, o que faz do casamento uma convenção benéfica.
b) na mensagem veiculada pelo poema, em que os valores da sociedade são ironizados, o que é acentuado pelo
uso do adjetivo “médio” no título e do. advérbio “meio” no verso final.
c) no verso “e ser meio felizes?”, em que “meio” é sinônimo de metade, ou seja, no casamento, apenas um dos
cônjuges se sentiria realizado.
d) nos dois primeiros versos, em que “juntar rendas” indica que o sujeito poético passa por dificuldades financeiras
e almeja os rendimentos da mulher.
e) no título, em que o adjetivo “médio” qualifica o sujeito poético como desinteressante ao sexo oposto e inábil em
termos de conquistas amorosas.
.8.
Leia o texto a seguir e faça o que se pede:
Ornemos nossas testas com as flores
E façamos de feno um brando leito;
Prendamo-nos, Marília, em laço estreito,
Gozemos do prazer de sãos amores.
Sobre as nossas cabeças,
Sem que o possam deter, o tempo corre,
E para nós o tempo, que se passa,
Também, Marília, morre.
(TAG, MD, Lira XIV)
91) Todas as alternativas a seguir apresentam características do Arcadismo, presentes na estrofe anterior, EXCETO:
a) Ideal de ÁUREA MEDIOCRIDADE, que leva o poeta a exaltar o cotidiano prosaico da classe média.
b) Tema do CARPE DIEM – uma proposta para se aproveitar a vida, desfrutando o ócio com dignidade.
c) Ideal de uma existência tranquila, sem extremos, espelhada na pureza e amenidade da natureza.
d) Fugacidade do tempo, fatalidade do destino, necessidade de envelhecer com sabedoria.
e) Concepção da natureza como permanente reflexo dos sentimentos e paixões do “eu” lírico.
ROMÂNTICOS
Seremos ainda românticos
– e entraremos na densa mata,
em busca de flores de prata,
de aéreos, invisíveis cânticos.
Nas pedras, à sombra, sentados,
respiraremos a frescura
dos verdes reinos encantados
das lianas e da fonte pura.
E tão românticos seremos,
de tão magoado romantismo,
que as folhas dos galhos supremos
que se desprenderem no abismo
pousarão na nossa memória
– secas borboletas caídas –
e choraremos sua história,
– resumo de todas as vidas.
Meireles, C. Os melhores poemas de Cecília Meireles. 5ed. São Paulo: Global, 1993. p 68.
92) O título “Romantismo”, no poema de Cecília Meireles, leva o leitor a uma expectativa de que haja elementos da poesia
romântica expressos no texto. E, de fato, a autora utiliza estes elementos, entre os quais se destacam:
a) a expressão plena de sentimentos pessoais e a fuga da realidade.
b) a crítica social e o desejo de liberdade.
c) a valorização da pátria e o sentimento.
d) a resignação perante as angústias da vida e a crítica social.
e) o culto à natureza e ao nacionalismo.
AS ILUSÕES DA LITERATURA
Mario Vargas Llosa
Do “El País”
“Condenados a uma existência que nunca está à altura de seus sonhos, os seres humanos tiveram que inventar
um subterfúgio para escapar de seu confinamento dentro dos limites do possível: a ficção. Ela lhes permite viver mais
e melhor, ser outros sem deixar de ser o que já são, deslocar-se no espaço e no tempo sem sair de seu lugar, nem de
sua hora e viver as mais ousadas aventuras do corpo, da mente e das paixões, sem perder o juízo ou trair o coração.
A ficção é compensação e consolo pelas muitas limitações e frustrações que fazem parte de todo destino individual e fonte perpétua de insatisfação, pois nada mostra de forma tão clara o quão minguada e inconsistente é a vida
real quanto retornar a ela, depois de haver vivido, nem que seja de modo fugaz, a outra vida – a fictícia, criada pela
imaginação à medida de nossos desejos.”
(Folha de S. Paulo, 14/08/95).
93) De acordo com o texto, é correto dizer que a literatura:
a) ilude os homens, prometendo-lhes uma vida de sonho e fantasia irrealizáveis.
b) é uma forma de o homem escapar da vida real, fugindo dos compromissos.
c) é fonte perpétua de insatisfação, porque deixa o homem alienado da vida real.
d) é um ardil que permite ao homem sair de seus limites, sem perder a lucidez.
e) ajuda o homem a perceber que a vida real é que tem consistência e plenitude.
.9.
TEXTO I
O CANTO DO GUERREIRO
Aqui na floresta
Dos ventos batida,
Façanhas de bravos
Não geram escravos,
Que estimem a vida
Sem guerra e lidar.
— Ouvi-me, Guerreiros,
— Ouvi meu cantar.
Valente na guerra,
Quem há, como eu sou?
Quem vibra o tacape
Com mais valentia?
Quem golpes daria
Fatais, como eu dou?
— Guerreiros, ouvi-me;
— Quem há, como eu sou?
Gonçalves Dias.
TEXTO II
MACUNAÍMA
(Epílogo)
Acabou-se a história e morreu a vitória.
Não havia mais ninguém lá. Dera tangolomângolo na tribo Tapanhumas e os filhos dela se acabaram de um em
um. Não havia mais ninguém lá. Aqueles lugares, aqueles campos, furos puxadouros arrastadouros meios-barrancos,
aqueles matos misteriosos, tudo era solidão do deserto... Um silêncio imenso dormia à beira do rio. Nenhum conhecido sobre a terra não sabia nem falar da tribo nem contar aqueles casos tão pançudos. Quem podia saber do Herói?
Mário de Andrade.
94) A leitura comparativa dos dois textos acima indica que
a) ambos têm como tema a figura do indígena brasileiro apresentada de forma realista e heroica, como símbolo
máximo do nacionalismo romanceado.
b) a abordagem da temática adotada no texto escrito em versos é discriminatória em relação aos povos indígenas
do Brasil.
c) as perguntas “— Quem há, como eu sou?” (1º texto) e “Quem podia saber do Herói?” (2º texto) expressam diferentes visões da realidade indígena brasileira.
d) os textos abordam o extermínio dos povos indígenas como resultado do processo de colonização no Brasil.
e) os versos em primeira pessoa revelam que os indígenas podiam expressar-se poeticamente, mas foram silenciados
pela colonização, como demonstra a presença do narrador, no segundo texto.
O AÇÚCAR
O branco açúcar que adoçará meu café
nesta manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
Vejo-o puro
e afável ao paladar
como beijo de moça, água
na pele, flor
que se dissolve na boca. Mas este açúcar
não foi feito por mim.
Este açúcar veio
da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
[dono da mercearia.
Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
ou no Estado do Rio
e tampouco o fez o dono da usina.
.10.
Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos
que não nascem por acaso
no regaço do vale.
(...)
Em usinas escuras,
homens de vida amarga
e dura
produziram este açúcar
branco e puro
com que adoço meu café esta manhã em Ipanema
Ferreira Gullar. Toda Poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980, p. 227-8.
95) A antítese que configura uma imagem da divisão social do trabalho na sociedade brasileira é expressa poeticamente
na oposição entre a doçura do branco açúcar e
a) o trabalho do dono da mercearia de onde veio o açúcar.
b) o beijo de moça, a água na pele e a flor que se dissolve na boca.
c) o trabalho do dono do engenho em Pernambuco, onde se produz o açúcar.
d) a beleza dos extensos canaviais que nascem no regaço do vale.
e) o trabalho dos homens de vida amarga em usinas escuras.
BRAZILIAN SOCIETY & CULTURE
Brazilian Diversity
– Brazil is a mixture of races and ethnicities, resulting in rich diversity.
– Many original Portuguese settlers married native women, which created a new race, called ‘mestizos’
– ‘Mulattoes’ are descendents of the Portuguese and African slaves.
– Slavery was abolished in 1888, creating over time a further blurring of racial lines.
Unlike many other Latin American countries where there is a distinct Indian population, Brazilians have intermarried to
the point that it sometimes seems that almost everyone has a combination of European, African and indigenous ancestry.
Brazilian Family Values
– The family is the foundation of the social structure and forms the basis of stability for most people.
– Families tend to be large (although family size has been diminishing in recent years) and the extended family
is quite close.
– The individual derives a social network and assistance in times of need from the family.
– Nepotism is considered a positive thing, since it implies that employing people one knows and trusts is of primary
importance.
The Brazilian Class System
– Despite the mixing of ethnicities, there is a class system in Brazil.
– Few Brazilians could be described as racist, although social discrimination on the basis of skin colour is a daily
occurrence.
– In general, people with darker brown skin are economically and socially disadvantaged.
– usually maids, drivers, etc.
– Class is determined by economic status and skin colour.
– There is a great disparity in wage differentials–and therefore lifestyle and social aspirations–among the different
classes.
– Although women make up 40% of the Brazilian workfore, they are typically found in lower paid jobs such as
teaching, administrative support, and nursing.
– The 1988 constitution prohibits discrimination against women, but inequities still exist. The one place where
women are achieving equality is in the government.
96) Todas as afirmações estão corretas, exceto.....
a) O Brasil é uma mistura de raças e etnias que resultam numa rica diversidade.
b) Apesar da mistura das etnias, existe um sistema de classes no Brasil.
c) Pessoas de pele escura estão socialmente e economicamente em desvantagem.
d) Classes são determinadas pela cor da pele e pelo status econômico.
e) Muitos brasileiros poderiam ser descritos como racistas.
97) De acordo com o texto, mulatos são...
a) todos os filhos de negros
d) são os filhos dos europeus.
b) são os descendentes de escravos africanos.
c) são os descendentes dos índios.
e) são todos aqueles que vivem em favelas.
.11.
98) Which statements are RIGHT and which are WRONG.
I) (_______) Class is not determined by the skin colour and economic status.
II) (_______) Brazil is rich in diversity.
III) (_______) Nepotism is considered a negative thing.
IV) (_______) There isn’t any kind of racism in Brazil.
a) wrong – wrong – wrong – wrong
d) wrong – right – wrong – right
b) wrong – wrong – wrong – right
c) right – wrong – wrong – wrong
e) wrong – right – wrong – wrong
99) The only sentence in the Present Continuous Tense is...
a) The one place where women are achieving equality is in the government.
b) The middle and upper classes often have only brief interaction with the lower classes.
c) Classic is determined by economic status.
d) Slavery was abolished in 1888, creating over time a further blurring of racial lines.
e) .....it sometimes seems that almost everyone has a combination of European.
100) Choose the only possible question to the sentence below.
The 1988 constitution prohibits discrimination against women.
a) Does the 1988 constitution prohibits discrimination against women?
b) Does the 1988 constitution prohibit discrimination against women?
c) What does the 1988 constitution prohibits?
d) What the 1988 constitution prohibits?
e) What does the 1988 constitution prohibit?
POR DÍA SE PIERDEN 90 000 VALIJAS EN LOS AEROPUERTOS DEL MUNDO
Lo revela un informe de la Comisión Europea. Una de cada 3 000 valijas no vuelve nunca a su dueño.
En los aeropuertos del mundo se pierden, por día, unas 90 000 valijas. Así lo reveló un informe de la Comisión
Europea, que censó la pérdida de 32,8 millones de maletas durante todo 2008. Si bien esto representó una baja
del 20% con respecto a 2007, los expertos se muestran “preocupados” y responsabilizan del fenómeno a una
multiplicidad de variables: fallas humanas y técnicas, delincuencia y el descuido personal.
“Las cifras son excesivas e inaceptables”, reconoció el comisario europeo de transporte, el italiano
Antonio Tajani, durante la presentación del informe, que se celebró hoy en Bruselas, Bélgica. Según el
estudio, una de cada 3 000 valijas extraviadas no regresan jamás a las manos de su dueño. Las aerolíneas
son responsables de estas pérdidas, por las que deben pagar resarcimientos e indemnizaciones de hasta
US$ 1 500, según las legislaciones.
Casi la mitad de estas fallas ocurren en vuelos con al menos una escala, resalta el documento, que
elude citar los aeropuertos o compañías con mayores problemas. Por otro lado, el estudio da cuenta de
otros trastornos: uno de cada 64 pasajeros no recupera su maleta tras el desembarque. Por esto, en los
primeros diez meses del año pasado, 4,6 millones de equipajes fueron entregados con retraso de horas o
días a sus propietarios.
“La situación es grave. Hay que intensificar los esfuerzos contra estos inconvenientes”, exclamó Tajani,
quien advirtió de la necesidad de ejecutar medidas y líneas de acción para acabar con el problema. En tal
sentido existe un programa de la Asociación Internacional de Transporte Aéreo (IATA) que se propone, de
acá a 2012, reducir a la mitad el número de maletas perdidas.
Algunas aerolíneas, por su parte, evalúan introducir chips o sensores electrónicos en las etiquetas de
identificación para controlar los movimientos de los equipajes. También se considera crear agencias nacionales,
hasta ahora inexistentes, para dar un seguimiento continuo a la gestión de valijas, maletas y bolsos.
Disponível em: www.clarin.com/diario/2009/07/28/um/m-01967315.htm
101) Según el texto, una de las posibilidades para reducir las perdidas de maletas en los aeropuertos es:
a) Disminuir las fallas humanas, el robo y el despiste de los pasajeros.
b) Introducir sensores electrónicos que controlen el movimiento de los equipajes.
c) Evitar las escalas en los vuelos.
d) Hacer que las aerolíneas paguen resarcimientos e indemnizaciones a los pasajeros.
e) Reducir el número de maletas por pasajero.
102) En: “...4,6 millones de equipajes fueron entregados con retrasos de horas o dias a sus propietarios” (tercer párafo),
la palabra destacad es del género masculino, así como las palabras:
a) Sal, pan, viaje.
d) Pie, saangre, embajale.
b) Leche, vino, garaje.
c) Puente, pelo, paisaje.
e) Dedo, nariz, bagaje.
.12.
TEXTO 2
MICHAEL JACKSON: SUBASTAN GUANTE ENJOYADO EN AUSTRALIA
Un guante blanco enjoyado que Michael Jackson le lanzó a un seguidor australiano hace más de 10
años se vendió el domingo en una subasta por 57 000 dólares australianos (48 000 dólares estadounidenses),
casi el doble del precio estimado de venta. Warwick Stone, un comprador para el Hard Rock Hotel y Casino
en Las Vegas, superó a otros cinco postores por el guante del difunto Rey del Pop, dijo Charlotte Stanes,
vocera de la casa de subasta Bonhams and Goodman, en Melbourne.
El precio de venta estimado antes de la subasta era de 30 000 dólares australianos. “Estamos muy
felices con el resultado”, dijo Stanes. “Es el primer guante del que conocemos en Australia”. Bonhams and
Goodman dijo que fue la primera subasta de un guante de Michael Jackson desde su muerte el 25 de junio
a los 50 años de edad.
Disponível em: http://noticias.terra.com/articulos/act1932280/ Acessado em 06/09/2009. (Adaptado.)
103) De acordo com o texto, assinale a alternativa correta:
a) Michael Jackson leiloou uma luva branca cravejada de joias australianas.
b) Dez anos atrás, um fã australiano ganhou de Michael Jackson uma luva cravejada de joias.
c) Dez anos atrás, um fã australiano comprou de Michael Jackson uma luva branca cravejada de joias.
d) Dez anos atrás, um fã australiano vendeu uma luva branca cravejada de joias que ganhou de Michael Jackson.
e) Um fã australiano leiloou uma luva branca cravejada de joias australianas que ganhou de Michael Jackson, dez
anos atrás.
104) De acordo com o texto, a frase: “... superó a otros cinco postores por el guante del difunto Rey del Pop...” (l.4)
significa que:
a) Michael Jackson superou as expectativas dos pastores que estavam em seu show, na Austrália.
b) Cinco compradores se reuniram para arrematar a luva branca de Michael Jackson.
c) A pessoa que comprou a luva branca de Michael Jackson superou as expectativas dos compradores que estavam
no leilão na Austrália.
d) Michael Jackson superou as expectativas dos compradores que estavam no leilão na Austrália.
e) A pessoa que comprou a luva branca de Michael Jackson superou a oferta dos outros cinco interessados.
105) De acordo com o texto, as palavras: seguidor (l.1) Blanco enjoyado (l.1 ) e subasta (l.2) referem-se, em português, a:
a) Discípulo / enfeitado de branco / leilão.
d) Fanático / enfeitado de branco / loja.
b) Fã / enfeitado de joias brancas / loja.
c) Colega / branco com enfeites de joias / leilão.
e) Fã / branco com enfeites de joias / leilão.
MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
106) Uma pessoa trabalha em uma loja de brinquedos infantis recebendo um salário fixo mais a comissão pelas vendas.
Desse modo, seu salário varia de num mês para outro.
A tabela a seguir, mostra os rendimentos dessa pessoa, no decorrer de um ano.
Observe a tabela, com atenção:
jan.
fev.
mar.
abr.
maio
jun.
jul.
ago.
set.
out.
nov.
dez.
2.000
1.200
1.000
900
900
1.100
1.400
1.000
1.000
1.800
1.900
2.000
O número de meses em que a pessoa teve o salário abaixo da média anual foi de:
a) 5.
b) 6.
c) 7.
d) 8.
e) 9.
107) Leia o texto a seguir:
A taxação da gasolina no Brasil cria distorções com relação ao seu preço e faz com que o combustível, apesar
de sair da refinaria da Petrobrás 25% mais barato do que uma refinaria americana, chegue ao consumidor muito mais
caro do que qualquer posto de combustível das Américas.
A carga tributária no país representa 57% do valor do litro do combustível.
Fonte: <http//:www.advivo.com.br.blogluisnassifa-comparacao-dos-precos-da-gasolina-no-brasil-e-nos-eua>. Acesso em: ago. 2012.
Há postos que cobram R$ 3,00 por litro de gasolina aditivada.
Se carga tributária sobre os combustíveis não existisse, o preço do litro dessa gasolina seria de:
a) R$ 1,29.
b) R$ 1,38.
c) R$ 1,51.
d) R$ 1,62.
e) R$ 1,71.
.13.
108) Trabalhando a partir de uma folha de papel pontilhada, conforme a figura abaixo um instrutor sugeriu a seus comandados o seguinte desafio. Essa figura representa os 3 primeiros losangos de uma sucessão que se desenvolve para
o exterior . Observa-se que o 1º losango tem 1 ponto no seu interior,o 2º losango tem 5 pontos no seu interior e o
3º tem 13 pontos no seu interior. Se expandirmos esses losangos seguindo as regras de expansão dos 3 primeiros,
perguntou o instrutor, quantos pontos existirão no interior do 100º(centésimo) losango?
a) 4001
b) 4901
c) 20001
d) 19801
e) 100001
110) Uma padaria produz 800 pães, gastando 12 litros de leite. A fim de aumentar a produção do mesmo tipo de pão, em
25%, a quantidade de leite gasta na produção aumentará proporcionalmente.
A quantidade adicional de litros de leite que se fará necessária é:
a) 3.
b) 4.
c) 6.
d) 8.
e) 10.
110) O gráfico a seguir apresenta, em um plano cartesiano, informações que permitem obter os valores cobrados dos
consumidores de energia elétrica em uma cidade fictícia. No eixo Horizontal, aparecem valores que correspondem
ao consumo mensal, cuja unidade é o quilowatt-hora (kWh). O eixo vertical trata dos valores cobrados, em reais.
Destaca-se do gráfico que os pontos (0; 10) e (100; 45) pertencem à reta vermelha:
O consumo de 160 kWh gera cobrança de
a) R$ 56,00.
b) R$ 62,00.
c) R$ 66,00.
d) R$ 72,00.
e) R$ 76,00.
111) Dado que a12 = b, com a e b números reais maiores do que 1, então:
a) loga b= 12
b) log12 a = b
c) logb a =12
d) log12 b = a
e) logb 12 = a
112) Seja f(x) uma função cujo domínio é o conjunto dos números inteiros e associa a todo inteiro par o valor zero e a todo
inteiro ímpar o triplo do seu valor. O somatório de f(1) +f(2) +f(3) +.............f(101) será igual a:
a) 7782
b) 7798
c) 7803
d) 7814
e) 7825
.14.
113) Um grupo de alunos de uma escola deveria visitar o Museu de Ciência e o Museu de História da cidade. Quarenta e
oito alunos foram visitar pelo menos um desses museus. 20% dos que foram ao de Ciência visitaram o de História e
25% dos que foram ao de História visitaram também o de Ciência.
O número de alunos que visitaram os dois museus é igual a:
a) 4
b) 6
c) 8
d) 9
e) 10
114) Uma pessoa, pesando 120 kg, deseja se submeter a uma dieta . A previsão é que seu peso diário P (em Kg.) obedeça
a lei: P(t) = 120. e−0,005 t, onde t é o tempo em dias (t ≤ 180). De acordo com essa lei e considerando loge 5 = 1,5
e loge 6 = 2, a pessoa emagrecerá os primeiros 20 kg. em:
a) 40 dias
b) 50 dias
c) 80 dias
d) 100 dias
e) 110 dias
115) A partir de um determinado instante t, que denominamos instante zero (t = 0), um biólogo começou a estudar
o crescimento das populações de uma cultura bacteriológica. Após o estudo, o cientista concluiu que em cada
instante t, em minutos, o número f(t) de indivíduos dessa cultura era dado pela função f(t) = 70(2t +2) – 140.
Podemos concluir que no instante t igual a 8 segundos, o nº de bactérias era:
a) 17780
b) 35700
c) 50180
d) 65240
e) 71540
116) Numa corrida de táxi é cobrado um valor inicial chamado bandeirada e mais uma quantia que é proporcional a quilometragem percorrida. Sabe-se que por uma corrida de 7 km são cobrados R$ 22,00, enquanto que uma corrida
de 3 km custa R$ 10,00. Fernando Napoleão usa táxi três vezes por dia . Quantos reais ele gasta diariamente para
pagar a “bandeirada”?
a) 3,75
b) 3,00
c) 3,45
d) 4,00
e) 4,26
117) O valor de S = log1/3 27 + log16 64 + log1/5
5 – log 100 é:
a) 0
b) 6
c) 8
d) –3
e) –4
n2 - 5n + 6
118) Seja a sequência numérica definida pelo termo geral An =
. Calculando o produto A5 ∙ A3 encontraremos:
n2 + 1
21
a)
26
b) 0
5
c) 26
d) 1
e)
11
23
.15.
119) Em uma escola estão matriculados 151 alunos que tem pelo menos um irmão, 164 alunos que têm pelo menos uma
irmã, 72 que têm irmão e irmã e 102 que são filhos únicos. O total de alunos matriculados nessa escola é:
a) 243
b) 273
c) 305
d) 345
e) 412
120) No ensino da Matemática usa-se muito quadrado mágico para facilicitar o aprendizado e aguçar o raciocínio. Nesses
quadrados os números naturais de 1 até n2 são dispostos em n linhas e n colunas. Os números são colocados no
quadrado de tal forma que todas as somas de linhas, colunas e diagonais tenham o mesmo resultado S. Essa soma
S é chamada de valor mágico. Observe dois exemplos de quadrados mágicos:
2
7
6
9
5
1
4
3
8
11
24
7
20
3
4
12
25
8
16
17
5
13
21
9
10
18
1
14
22
23 6 19
S=15
2
15
S= 65
No quadrado mágico 3 x 3(três linhas e três colunas) o valor mágico é 15 enquanto que no 5 x 5(cinco linhas e cinco
colunas) o valor mágico é 65. Usando os seus conhecimentos de P.A., pode-se concluir que o valor mágico de um
quadrado com 9 linhas e 9 colunas é:
a) 176
b) 260
c) 369
d) 412
e) 445
121) Um satélite de telecomunicações, t minutos após ter atingido sua órbita, está a r quilômetros de distância do centro
da Terra. Quando r assume seus valores máximo e mínimo, diz-se que o satélite atingiu o apogeu e o perigeu,
respectivamente. Suponha que, para esse satélite, o valor de r em função de t seja dado por
r (t) =
5865
1 + 0,15.cos ( 0,06t )
Um cientista monitora o movimento desse satélite para controlar o seu afastamento do centro da Terra. Para isso, ele
precisa calcular a soma dos valores de r, no apogeu e no perigeu, representada por S.
O cientista deveria concluir que, periodicamente, S atinge o valor de
a) 12 765 km.
b) 12 000 km.
c) 11 730 km.
d) 10 965 km.
e) 5 865 km.
122) Ao morrer, o pai de João, Pedro e José deixou como herança um terreno retangular de 3 km por 2 km que contém
uma área de extração de ouro delimitada por um quarto de círculo de raio 1 km, a partir do canto inferior esquerdo
da propriedade. Dado o maior valor da área de extração de ouro, os irmãos acordaram em repartir a propriedade de
modo que cada um ficasse com a terça parte da área de extração, conforme mostra a figura.
Em relação à partilha proposta, constata-se que a porcentagem da área do terreno que coube a João corresponde,
aproximadamente, a
(considere
a) 50%.
b) 43%.
c) 37%.
d) 33%.
e) 19%.
3
= 0,58)
3
.16.
123) A equação 3sen2 x + (m – 1) sen x – 4 (m–1)2 = 0 admite solução para os valores de m pertencentes ao intervalo:
a) [–1,1]
b) [0,2]
é 1 9ù
c) ê- , ú
êë 4 4 úû
é 1 7ù
d) ê- , ú
êë 4 4 úû
e) [1,4]
124) Em um triângulo isósceles ABC, cuja área mede 48 cm2, a razão entre as medidas da altura AP e da base BC é igual
a
2
. Das afirmações abaixo:
3
I) As medianas relativas aos lados AB e AC medem 97 cm;
II) O baricentro dista 4 cm do vértice A;
3
III) Se a é o ângulo formado pela base BC com a mediana BM, relativa ao lado AC, então cos a =
97
é (são) verdadeira(s)
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e III.
e) Apenas II e III.
125) Os lados de um triângulo são 3, 4 e 6. O cosseno do maior ângulo interno desse triângulo vale:
a) 11/24
b) – 11/24
c) 3/8
d) – 3/8
e) – 3/10
126) Na figura ao lado, o retângulo ABCD tem lados que medem 6 e 9.
Se a área do paralelogramo sombreado é 6, o cosseno de a é
3
a)
5
b)
2
3
c)
3
4
d)
4
5
8
9
127) Analise a figura a seguir.
e)
A questão da acessibilidade nas cidades é um desafio para o poder público. A fim de implementar as políticas inclusivas,
a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou normas para acessibilidade arquitetônica e urbanística. Entre
elas estão as de construção de rampas de acesso, cuja inclinação com o plano horizontal deve variar de 5% a 8,33%.
Uma inclinação de 5% significa que, para cada metro percorrido na horizontal, a rampa sobe 0,05 m. Recorrentemente,
os acessos por rampas não respeitam essas normas, gerando percursos longos em inclinações exageradas. Conforme
a figura, observou-se uma rampa de acesso, com altura de 1 metro e comprimento da rampa igual a 2 metros.
.17.
Se essa rampa fosse construída seguindo as normas da ABNT, com inclinação de 5%, assinale a alternativa que
apresenta, corretamente, a diferença de comprimento dessas rampas, em metros.
a) 5
b) 20
c) 2 +
1
20
d)
401 - 2
e)
4,01 +
1
20
128) O passeio em teleférico é uma opção turística em várias cidades do mundo.
O teleférico mais alto e o segundo mais longo do mundo fica na cidade de Mérida,
Venezuela, unindo a cidade ao Pico Espejo, cujo topo está a uma altura de 4 765
metros acima do nível do mar.
O teleférico sai da estação de Barinitas, a 1 577 metros acima do nível do mar, na
cidade de Mérida e, depois de se deslocar 12,5 km, atinge o topo do Pico Espejo.
Considere que o cabo do teleférico seja completamente esticado e que θ seja o
ângulo, com vértice na estação de Barinitas, formado pelo cabo do teleférico e a
horizontal, conforme a figura.
Nessas condições, o valor aproximado do ângulo θ é:
Utilize a tabela ao lado:
a) 11°.
b) 15°.
c) 18°.
d) 22°.
medida
do ângulo
11°
15°
18°
22°
25°
seno
cosseno
tangente
0,191
0,259
0,309
0,375
0,423
0,982
0,966
0,951
0,927
0,906
0,194
0,268
0,325
0,404
0,467
e) 25°.
129) Dois navios deixam um porto ao mesmo tempo. O primeiro viaja a uma velocidade de 16 km/h em um curso de 45°
em relação ao norte, no sentido horário. O segundo viaja a uma velocidade 6 km/h em um curso de 105° em relação
ao norte, também no sentido horário. Após uma hora de viagem, a que distância se encontrarão separados os navios,
supondo que eles tenham mantido o mesmo curso e velocidade desde que deixaram o porto?
a) 10 km.
b) 14 km.
c) 15 km.
d) 17 km.
e) 22 km.
130) Um skatista treina em três rampas planas de mesmo comprimento a, mas com inclinações diferentes. As figuras
abaixo representam as trajetórias retilíneas AB = CD = EF, contidas nas retas de maior declive de cada rampa.
Sabendo que as alturas, em metros, dos pontos de partida A, C e E são, respectivamente, h1, h2 e h3, conclui-se que
h1 + h2é igual a:
a) h3 3
b) h3 2
c) 2h3
d) h3
e) 3h3/2
.18.
131) Quem viaja no bondinho do Pão de Açúcar, percorre dois trechos: o primeiro vai da Praia Vermelha até o morro da
Urca (segmento PU da figura), e o segundo parte do morro da Urca até o Pão de Açúcar. Sabendo que o segmento
4
5
ea
da altura do Pão de Açúcar, respectivamente, podemos afirmar
3
9
que o ângulo b formado pelos segmentos PU e PM, vale:
PM e a altura do morro da Urca equivalem a
Ângulo
21°
22°
23°
24°
Seno
0,358
0,375
0,391
0,407
Cosseno
0,934
0,927
0,921
0,913
Tangente
0,384
0,404
0,424
0,445
a) está entre 21° e 22°
b) está entre 22° e 23°
c) está entre 23° e 24°
d) é maior que 24°
e) é menor que 21°
æ px ö
132) A previsão mensal da venda de sorvetes para 2014, em uma sorveteria, é dada por P = 6000 + 50X + 2000 cos ççç ÷÷÷ ,
è6ø
em que P é o número de unidades vendidas no mês x; x = 0 representa janeiro de 2014, x = 1 representa fevereiro
de 2014, x = 2 representa março de 2014 e assim por diante. Se essas previsões se verificarem, em julho haverá
uma queda na quantidade vendida, em relação a março, de aproximadamente:
a) 39,5%
b) 38,5%
c) 37,5%
d) 36,5%
e) 35,5%
133) Em uma aula prática de Topografia, os alunos aprendem a trabalhar com o teodolito, instrumento usado para medir
ângulos. Com o auxílio desse instrumento, é possível medir a largura y de um rio. De um ponto A, o observador
desloca-se 100 metros na direção do percurso do rio, e então visualiza uma árvore no ponto C, localizada na margem
oposta sob um ângulo de 60°, conforme a figura ao lado.
Nessas condições, conclui-se que a largura do rio, em metros, é a)
100 3
3
b)
100 3
2
c) 100 3
50 3
3
e) 200
d)
.19.
134)
O gráfico mostra a quantidade de animais que uma certa área de pastagem pode sustentar ao longo de 12 meses.
Propõe-se a função Q (t) = a sen (b + ct) + d para descrever essa situação. De acordo com os dados, Q (0) é igual a:
a) 100.
b) 97.
c) 95.
d) 92.
e) 90.
135) Um terremoto de magnitude 8 graus da escala Richter atingiu, em setembro de 2009, a região de Samoa. O terremoto
causou ondas de até 3 metros. A maré alta neste local ocorreu à meia-noite.
Suponha que o nível de água na maré alta era de 3 metros; mais tarde, na maré baixa, era de 3 cm. Supondo que a
próxima maré alta seja exatamente ao meio-dia e que a altura da água é dada por uma curva seno ou cosseno, qual
das alternativas a seguir corresponde à fórmula para o nível da água na região em função do tempo?
æp ö
a) 1,515 + 1,485.cos çç t÷÷÷
èç 6 ø
æp ö
b) 1,515 + 1,485.sen çç t÷÷
èç 6 ø÷
æp ö
c) 1,485.cos çç t÷÷÷
èç 6 ø
æp ö
d) 1,485.sen çç t÷÷
èç 6 ø÷
e) 1,485 + 1,515.cos (pt)
Download

Prova -3º Simulado - 2ª Etapa