Manual de Procedimentos i Índice Introdução A constituição da Rede de Bibliotecas de Vila Real (RBVR), integrando as Bibliotecas Escolares do concelho, a Biblioteca Municipal Júlio Teixeira e a Biblioteca da Universidade de Trás-os-Montes e Alto-Douro (UTAD), determinou a elaboração de um Manual de Procedimentos comum, facilitador da uniformização de procedimentos e serviços, da constituição de um catálogo coletivo concelhio e da partilha de uma base de dados bibliográfica. O Manual de Procedimentos Concelhio, enquanto instrumento norteador de funcionamento das Bibliotecas da RBVR e facilitador de procedimentos que permitam uma melhor qualidade de resposta aos utilizadores, contém os princípios, normas, diretrizes e procedimentos operacionais a observar no tratamento técnico dos documentos. Este manual permite a uniformização e a continuidade nas decisões e critérios tomados, independentemente das alterações que se possam registar na constituição das equipas das bibliotecas da rede. Contudo, sendo este um documento de carácter orientador, não obriga qualquer dos parceiros da rede a alterar normas e procedimentos próprios em vigor que possam contrariar o presente manual, como serão os casos - dada a sua especificidade, da Biblioteca Municipal e da Biblioteca da UTAD. Também por isso quer o discurso quer os exemplos abaixo apresentados terem como referência principal as bibliotecas escolares. O presente Manual de Procedimentos constitui-se como um documento em aberto e em constante reestruturação, conforme as necessidades de revisão ou atualização das medidas técnicas, nomeadamente o tratamento documental nas suas várias componentes, estabelecendo o circuito do documento nas bibliotecas da RBVR: Seleção –► Aquisição –► Carimbagem –► Registo –► Catalogação – ►Classificação –► Indexação –► Cotação e etiquetagem – ►Arrumação –► Difusão O circuito documental inerente às bibliotecas e unidades documentais que constituem a RBVR será, no presente documento, agrupado em 2 partes: Parte I - Procedimentos para o tratamento técnico • Registo • Catalogação • Classificação • Indexação • Cotação e etiquetagem • Arrumação • Difusão • Empréstimo Parte II Parte I - Procedimentos para o tratamento técnico documental Qualquer documento que dê entrada na biblioteca – por aquisição, oferta, doação ou permuta – e antes de se iniciar o tratamento técnico, deve ser submetido a uma verificação do seu estado físico. Assim, nos documentos livro analisar-se-á se os mesmos não apresentam falhas de impressão, páginas rasgadas, lombadas ou encadernação danificada, etc. No caso dos documentos audiovisuais será testado o seu funcionamento e operacionalidade. No caso de serem detetadas irregularidades, os documentos devem ser devolvidos para troca ao fornecedor, para que sejam substituídos, no caso das aquisições, ou entregues ao coordenador da equipa da biblioteca para que este providencie a sua reparação. Quando devolvidos ao fornecedor, só se procederá ao pagamento após a sua substituição. 1. Carimbagem Operação que consiste na estampagem de carimbo (s) nos documentos para indicar a sua pertença à biblioteca e fornecer dados relativos ao seu registo, classificação e catalogação. Esta operação tem procedimentos próprios claramente definidos: carimbos a utilizar e formas/locais de aplicação em cada tipo de suporte. O carimbo é a marca identificadora da instituição. Assim, todo o documento que dá entrada nas bibliotecas da RBVR, qualquer que seja a sua natureza, deve ser carimbado. Quando tal não for possível, coloca-se uma etiqueta para aí ser aposto o carimbo. Podem existir dois carimbos de acordo com a natureza da instituição: Carimbo de posse - menciona apenas o nome da instituição. Carimbo de registo - no qual deve constar o nome da biblioteca da instituição e conter espaço para o nº de registo, MFN, cota e a data de registo. A carimbagem deverá ter em atenção a salvaguarda da integridade da mancha gráfica, das ilustrações e imagens. Carimbo a utilizar nas BE da RBVR: Biblioteca da ES------------------------------------Nº de registo: _____________ MFN: ________ Cota: ____________ Data: ____ /_____ /_____ ou Biblioteca do AE -----------------------------------EB ------------------------------------------------------Nº de registo: _____________ MFN: ________ Cota: ____________ Data: ____ /_____ /_____ ou Biblioteca do AE -----------------------------------ES-------------------------------------------------------Nº de registo: _____________ MFN: ________ Cota: ____________ Data: ____ /_____ /_____ 1.1. Documentos impressos: monografias As bibliotecas escolares (BE) apõem o carimbo na página de rosto, no canto inferior direito. Nas obras com folhas plastificadas, ou material em que a tinta não adere, o carimbo é colocado numa etiqueta que deve ser aplicada no local estabelecido para a carimbagem. 1.2. Documentos impressos: publicações periódicas e outros São carimbadas apenas com o carimbo da instituição e da seguinte forma: 1. Revistas – na capa e na página do sumário. 2. Jornais – junto ao título e nos suplementos, quando existem. 3. Manuais escolares – na página de rosto. 4. Fotografias, postais, mapas, gravuras, cartazes e documentos similares, no verso da ilustração. 1.3. Documentos não impressos: CDs; CDRoms; DVDs; VHS e outros O carimbo aplica-se na contracapa do documento, grafando manualmente com caneta de acetato o número de registo e a cota. Na caixa e no próprio documento será também colocada uma etiqueta com o número de registo, MFN, cota e data de registo. 2. Registo O registo é uma operação administrativa que tem como objectivo inventariar os documentos que constituem o fundo documental da BE. • Antes de se proceder ao registo de um documento, este deve ser analisado para se verificar da necessidade desse mesmo registo. • O número de registo é sequencial e irrepetível para cada documento. • As publicações efémeras são apenas carimbadas, com o carimbo da biblioteca/instituição, registando-se no ou junto do mesmo a data de entrada do documento. • Os manuais escolares não são registados, seguindo-se os mesmos procedimentos referidos para as publicações efémeras. As bibliotecas da RBVR devem seguir as seguintes orientações no registo dos seus documentos: 2.1. • Registo de monografias, obras de referência e de materiais não livro Os procedimentos de registos, independentemente da forma como são efetuados por cada uma das Instituições (informaticamente, diretamente no catálogo, em excel, livro de registo), devem idealmente contemplar os seguintes elementos: Número de registo (nº de ordem) Data de entrada (ano/mês/dia em que a obra é registada) Autor (es) Título Editora Edição Local de edição Data de edição Suporte Aquisição CDU Observações • A coluna observações destina-se a registar aspetos relevantes da situação do documento, nomeadamente: (i) Abatido, no caso de documentos que se excluíram do fundo documental por falta de atualidade ou inadequação ao fundo, e a data de abate; (ii) Extraviado, no caso de documentos desaparecidos, igualmente com a indicação da data de constatação desse facto; (iii) Depósito, caso estejam retirados por falta de espaço ou pela sua raridade e valor; (iv) Requisitado permanentemente para sala de aula ou para outros espaços /departamentos; (v) Menção de material acompanhante. • Cada unidade física, mesmo que constituindo parte de um documento, deverá ter um número de registo próprio. • Numa obra em vários volumes, apesar de todos os volumes poderem ter o mesmo número de registo quando o título é o mesmo, optar-se-á pela atribuição de um número diferente para cada um, por facilitar algumas tarefas habituais da biblioteca, nomeadamente aquando do estudo estatístico da entrada de obras por ano, ou da elaboração do inventário de volumes existentes. • Vários exemplares da mesma obra têm números de registo diferentes. • O material acompanhante, no mesmo formato ou diferente (livro, CD-ROM, cdáudio, DVD,…) constitui-se como um registo autónomo, fazendo-se um apontamento nas observações. 2.2. Registo de publicações periódicas • As publicações periódicas destinadas a arquivo serão registadas em folhas tipo Kardex11 atribuindo-se o mesmo número de registo a todos as publicações de um mesmo título. • As fichas variam segundo a periodicidade da publicação (diária, semanal, quinzenal, bimensal, mensal, bimestral, trimestral, semestral, anual ou irregular). • Nas observações mencionam-se todas as alterações de título, periodicidade, ou qualquer outra (quando o registo é feito em suporte de papel, devem ser feitas a lápis). Também se regista o ISSN da publicação. • O registo pode ser feito em suporte de papel ou em suporte informático (impressão anual). As fichas devem ordenar-se alfabeticamente, da mesma forma que as revistas nas estantes, e arquivar-se em dossiês. 3. Catalogação A definição comum de uma política de catalogação entre as várias bibliotecas da rede é imprescindível para garantir coerência e uniformização dos dados do catálogo concelhio. 1 Anexos 2 e 3 A catalogação, enquanto instrumento de normalização, deve estabelecer o nível de descrição dos dados bibliográficos associados aos documentos através de um conjunto de regras e procedimentos decorrentes das normas internacionais e nacionais. Segundo as Regras Portuguesas de Catalogação, a catalogação implica a análise do documento no sentido de se extrair os elementos formais que o identificam e compreende três partes: a descrição bibliográfica, pontos de acesso e dados de localização. Tem como missão individualizar os documentos (de forma a que não sejam confundidos entre si) reuni-los pelas suas semelhanças, estabelecendo relações entre si e, ainda, permitir a localização de um documento específico numa determinada coleção. Em termos metodológicos aconselha-se que, em caso de dúvida, as bibliotecas aderentes utilizem as Regras Portuguesas de Catalogação, as diferentes ISBD, o Manual UNIMARC e outra informação técnica que a Biblioteca Nacional tem publicado. A catalogação dos fundos documentais das bibliotecas da Rede é efetuada em programa informático específico e normalizado (Porbase) onde devem constar os seguintes elementos: Título próprio [indicação geral da natureza do documento]. Título próprio de outro autor: complemento de título / 1ª menção de responsabilidade; 2ª e outras menções de responsabilidade. – Menção de edição. – Local de edição: editor, data de edição. – Designação específica de material e extensão: outros pormenores físicos. – (Título próprio da coleção; nº dentro da coleção) Notas ISBN/ISSN Os elementos da descrição – corpo da entrada – são distribuídos por zonas, possuindo cada uma determinada fonte designadas como “fontes principais de informação”2. Qualquer elemento retirado de outra fonte, que não a considerada principal, deve ser referenciado entre parênteses retos [ ] ou dado em notas. 2 Anexo 3 Referem-se, de seguida, algumas especificações respeitantes aos vários fundos e colocam-se, em anexo, os formatos Unimarc3. a) Fundo Adultos - Monografias (i) Só devem ser referidas as autorias principais. No caso de ilustradores, editores literários, prefaciadores, etc., estas serão indicadas sempre que essa informação vier na página de rosto, ou caso se verifique pela análise do documento que essa informação é essencial; (ii) A menção de edição é obrigatória; (iii) Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor. Aqui devemos salvaguardar o caso do livro antigo, do fundo local e reservados, em que esta informação pode ser muito importante; (iv) A referência à ilustração só deve ser utilizada quando assumir uma importância relevante no conjunto do documento; (v) A menção de coleção é obrigatória. b) Fundo Infanto-Juvenil (i) Além das autorias principais devem ser sempre mencionados os ilustradores; (ii) A menção de edição é obrigatória; (iii) A referência à ilustração é obrigatória; (iv) A menção da coleção é obrigatória. c) Fundo Áudio (i) Os títulos de cada um dos temas que compõem o documento devem ser dados, sempre que possível, em notas; (ii) A referência às autorias deve ser exaustiva, sempre que possível, quanto a intérpretes e autores de trechos musicais e letras, assim como no caso da música pop a indicação dos produtores. 3 Anexo 4 Outro tipo de responsabilidades pode excluir-se a não ser que essa informação se revele essencial; (iii) No caso da música clássica, o autor do trecho, bem como os intérpretes (individuais ou grupos), assim como os maestros e os solistas devem constituir autorias principais; (iv) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória; (v) A menção de edição é obrigatória; (vi) A informação respeitante à coleção é obrigatória. d) Fundo Vídeo (VHS/DVD) (i) O título original, bem como a tradução são obrigatórios; (ii) Se um dado filme se basear numa obra literária ou outra, deve estabelecer-se a ligação entre o registo do vídeo e o da monografia, utilizando um dos campos de ligação do bloco 4 (entradas relacionadas) do UNIMARC; (iii) A referência às autorias deve ser exaustiva, sempre que possível, quanto a realizadores, produtores e intérpretes. Devem ser consideradas como autorias principais o realizador e o produtor. No caso dos documentários científicos os conselheiros técnicos devem ser considerados autorias de segundo nível; (iv) No caso dos documentários e outros documentos de carácter informativo, e só nestes, a sinopse deve ser dada, sempre que possível, em notas; (v) A menção de edição é obrigatória; (vi) A informação respeitante à coleção é obrigatória; (vii) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória; (viii) A menção, se é legendado ou traduzido, assim como a faixa etária a que se destina, devem ser dadas em notas. e) Recursos Eletrónicos (CDR/DVD (enciclopédias) e Recursos de Internet De acordo com a ISBD(ER), recursos eletrónicos são todos os materiais controlados por computador, o que inclui, p. ex., CDR, DVD, …, com software ou outra informação e recursos de Internet, sendo que a principal distinção entre estes recursos diz respeito ao método de acesso: local ou remoto. Dada a especificidade deste tipo de recursos referem-se, de seguida, os aspetos da ISBD(ER), que devem ser considerados: (i) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória [Documento Eletrónico] (ii) A menção de responsabilidade está relacionada também com funções como as de designer, desenvolvimento de software e/ou produtos; (iii) No caso de recursos que são atualizados frequentemente, a referência à edição deve ser omitida, devendo ser introduzida uma nota apropriada; (iv) Na designação e extensão de alguns tipos de materiais sugere-se: multimédia interativo; dados e programas, dados (2 ficheiros: 2 Mb) ou programas (1 ficheiro: 1 Mb); (v) Nos recursos com acesso local utilizam-se os seguintes elementos: a designação específica de material (obrigatório), a extensão e, também, as dimensões; (vi) Nas notas os requisitos do sistema são obrigatórios; (vii) O modo de acesso é obrigatório para recursos com acesso remoto. Deve ser precedida pela designação “Modo de acesso” (Ex: Modo de acesso: WorldWide Web. URL:http://www.sapo.pt). 3.1. Encabeçamentos / Cabeçalhos O encabeçamento deve seguir, como base, as Regras Portuguesas de Catalogação. Para além do que estas estipulam, deve ainda ter-se em conta o seguinte: (i) Nas obras onde a ilustração assume uma importância superior ao texto, o encabeçamento deve ser feito pelo ilustrador; (ii) No caso da música clássica, o encabeçamento é sempre o autor do trecho/obra, enquanto nos outros géneros musicais o encabeçamento deve ser o intérprete; (iii) Nos documentos vídeo (filmes, documentários), o encabeçamento deve ser o realizador; (iv) No caso dos documentos multimédia, o encabeçamento deverá ser o produtor, caso seja identificado; se não, será feito pelo título; (v) No caso de sítios WEB ou outros recursos de Internet, o encabeçamento deverá ser o autor da informação, se tal se encontrar explícito, até ao máximo de 5 autores. 3.2. Controlo de Autoridade As autoridades, na medida em que constituem pontos de acesso a qualquer catálogo, são um dos aspetos mais relevantes para assegurar a qualidade do produto catalográfico e devem ser mantidas de acordo com normas estabelecidas, devendo ser feito sistematicamente o seu controlo. Independentemente da metodologia implementada pelo sistema de gestão biblioteconómica, deve verificar-se sistematicamente se uma dada autoridade já existe no sistema e só depois decidir sobre a criação de uma nova entrada. Assim, estabelecem-se alguns procedimentos para a criação de autoridades/autor: (i) Sempre que for o caso, deve copiar-se o registo de autoridade já existente (na PORBASE); (ii) Ao criar-se uma nova autoridade (e isto vai acontecer sempre nos documentos áudio, vídeo e multimédia) deve-se determinar com exatidão o nome, excluindo o mais possível abreviaturas e acrónimos. Deve igualmente recolher-se o máximo de informação possível sobre o autor, tal como datas de nascimento e morte, bem como funções desempenhadas quando se torne relevante para identificação inequívoca. A catalogação de um documento é feita uma única vez. Quando existem outros exemplares de um documento (mesma edição) o procedimento consiste em criar mais ocorrências do campo 966 (Cota). preenchidos os subcampos Sigla ($l), o nº de registo/inventário ($a) e a cota ($s); Tratando-se de outra edição de um documento já catalogado é criado um novo registo. Para facilitar esta operação, podem fazer-se os acertos apenas nos campos em que há alterações e gravar como novo registo; 3.3.Catalogação no Porbase – sequência de procedimentos Clicar no ícone Catwin no ambiente de trabalho do computador, colocar a identificação e a palavra-chave para aceder ao Catwin. Para facilitar o registo, verificar em primeiro lugar a sua existência na BN ou em outra biblioteca da RBVR e fazer importação do seu registo, gravando o mesmo na pasta importações existente no ambiente de trabalho do computador. Escolher o ícone ISBD, abrir a folha de recolha e escolher monografias ou outra consoante o tipo de documento; ir a Importações e importar o registo obtido noutra biblioteca. Verificar os dados que se irão manter e os que queremos alterar segundo as regras da nossa biblioteca (verificar campo a campo). No campo 9 colocar a sigla da biblioteca, o número de registo, mês e ano exemplo: (4576/3.2009) Escolher o Fundo documental, clicar em OK e gravar. Estes dados, nº de registo, mês e ano vão ser registados por escrito na página de rosto no canto superior esquerdo no caso das monografias ou num local mais apropriado no caso de outro tipo de documento/recurso. No caso de o documento já existir na nossa biblioteca, consultar o seu nº de registo no Pacwin, escolher ir para registo nº X e clicar em criar cópia. Seguidamente, alterar a data no campo 1 e o nº de registo no campo 9 e gravar as alterações. No caso dos títulos que não se encontrem na BN ou em outra biblioteca da rede terá de ser feito o registo da seguinte forma: a) abrir o Catwin b) escolher ISBD c) selecionar no botão folha de recolha o tipo de documento que se vai catalogar por exemplo: registo vídeo, registo áudio, monografia etc. d) ir a registo, (clicar) e escolher ir para (colocar aqui o número do registo para o qual se quer ir) ou criar cópia ou ir para último conforme a situação que se queira selecionar. a. No campo 0 registar o ISBN ou ISSN (conforme se trate de um livro ou de uma revista). b. No campo 1 registar a data da catalogação, por exemplo, 20110315 (ano, mês, dia), registar ainda a data da publicação e selecionar a língua original e a língua de tradução (quando se trate de um documento traduzido). c. No campo 2 registar o título próprio do documento, outro título (subtítulo) se houver, ou título original se o documento tiver essa indicação; primeiro responsável e outros responsáveis (exemplos: director (dir.), ilustrador (il.), tradutor (trad.). Se forem mais de 3 autores, regista-se o nome do 1º e coloca-se et al., sendo que mais à frente, no campo 7, se devem preenchem-se as outras autorias. Passar para edição, colocar a edição do documento (por exemplo: 1.ª ed., 2.ª ed., ou 3.ª ed.). Se não houver menção à edição, colocar nesse espaço dentro de parêntesis retos [s. ed.]. Passar para publicação. Preencher o lugar de edição, por exemplo Lisboa, Porto, Braga, etc., preencher nome do editor e o ano de publicação. Passar para descrição física e preencher: o número de páginas, exemplo 850 p., se o livro tiver páginas não numeradas estas têm de ficar dentro de parêntesis retos, exemplo 850 p.,[3]; colocar as dimensões do documento, por exemplo 20 cm. Mede-se a altura do documento no sentido da altura, do lado da lombada, e se a medida for acima de um nº certo, arredonda-se para cima (por exemplo, 19,3 cm arredonda-se para 20 cm). Também se deve mencionar se o documento é ilustrado colocando (il). Passar para coleção. Se o documento fizer parte de uma coleção, escrever o título próprio da coleção e respectivo volume (conforme estiver no documento) d. O campo 3 destina-se a colocar notas, normalmente em notas gerais, como por exemplo (Oferta/doação de ----------) ou (Inclui 1 CD intitulado -----------------). e. O campo 6 destina-se a preencher dados para a indexação e CDU. À frente de subdivisão de assunto escrever palavras (descritores) que tenham a ver com os temas e assuntos tratados no livro (que não devem fazer parte do título da obra), com base na lista contida em «Lista de cabeçalhos de assunto para bibliotecas», ou criando novos descritores, que devem ser registados no anexo a este manual, de forma a ir criando uma lista de descritores adotados nas bibliotecas escolares da RBVR. f. O campo 7 destina-se a colocar o autor/autores e outros responsáveis. Em autor escrever em palavra de ordem o apelido do autor, por exemplo (Silva) e, em outra parte do nome, escrever o nome próprio e restantes nomes, por exemplo António José da. Se houver outro(s) autores, preencher da mesma forma em co-responsável e escolher o código da função, selecionando na 1ª seta a função adequada numa lista que é apresentada. Se houver outros responsáveis, por exemplo dir., trad., il., passar para responsabilidade secundária e proceder como anteriormente, se forem mais que um, do lado direito selecionar na seta maior outro campo para outra pessoa, e assim sucessivamente. g. No campo 9 coloca-se a cota que se preenche como referido anteriormente: se o livro tiver autor, coloca-se o código atribuído ao assunto e de seguida as 3 primeiras letras do último nome do autor e a 1ª letra do nome próprio em maiúsculas, seguido da 1ª letra do título em minúsculas (depois de eliminados os artigos e as preposições que o precedem). Ex: “Fita, pente e espelho”, de Alice Vieira: 821 VIEAf. No caso de o livro ter entrada pelo título usam-se as quatro primeiras letras do mesmo. Ex: “Eu bem vi nascer o sol” (Antologia da poesia popular portuguesa, organizada por Alice Vieira): 821EUBE. De seguida colocase a sigla da biblioteca e o n.º de registo: clicar na seta por cima de exemplar; abre uma pequena janela onde se vai colocar o nº de registo que o documento vai ter, seguido do mês e do ano em que é catalogado exemplo: 4576/3.2009. Escolhe-se o fundo documental por exemplo: geral, monografia ou vídeo conforme o tipo de documento e faz-se OK. Este nº de registo vai ser escrito no documento na folha de rosto no canto superior esquerdo, tal qual se encontra no nº de registo no campo 9. Exemplo de cota: (Autor: A. Bento da Guia, o título: As vinte freguesias de Moimenta da Beira) Cota 908(espaço)GUIAv908GUIAv Núm. Registo 4576/3.2009 Fundo Geral Classificação e indexação são dois procedimentos indissociáveis que derivam de uma análise prévia do documento. 4. Classificação Classificar é reunir objetos semelhantes e separar os diferentes, o que pressupõe a existência de um plano determinante desse agrupamento. A análise documental e a representação do conteúdo de um documento têm como objetivo identificar e descrever o seu conteúdo de modo a facilitar a recuperação do mesmo. A representação do conteúdo comporta três operações •Classificação •Indexação •Condensação - elaboração de resumos para produtos terciários. A análise de conteúdo pode realizar-se a vários níveis de profundidade, de acordo com as caraterísticas da biblioteca, a tipologia dos utilizadores, o grau de especialização do fundo documental e os meios materiais e humanos disponíveis. Esta análise deve considerar os seguintes elementos: título, sumário, resumo, introdução, conclusão, primeiras frases dos capítulos e parágrafos, gráficos, quadros, figuras e suas legendas, palavras ou conjuntos de palavras com destaque topográfico. A classificação é um processo de descrição do conteúdo de um documento, pelo qual se determina o seu assunto principal e, eventualmente, um ou dois assuntos secundários, através da atribuição de um índice ou notação de um sistema de classificação, permitindo a organização do conhecimento, a organização temática da BE e a otimização da recuperação do documento. A aplicação de um sistema de classificação a qualquer documento tem como objetivo adequar o seu conteúdo a um ramo do saber, de modo a que fique agrupado com os documentos similares. A classificação é fundamental no processo de gestão documental e informacional e pode definir-se como uma tarefa que consiste em agrupar a documentação / informação em classes hierárquicas. Esta tarefa permite recuperar os documentos pelo seu conteúdo ,isto é, pelos principais assuntos neles versados ou pelo género literário a que pertencem. Para os documentos impressos (Monografias, Publicações periódicas, etc.) deve utilizar-se a Classificação Decimal Universal (CDU) procedendo-se à arrumação das espécies documentais por áreas temáticas e possibilitando a recuperação de informação por assunto. A CDU divide-se em 10 classes (de 0 a 9) que se subdividem segundo o princípio dos números decimais. Os registos sonoros e os registos audiovisuais são, também, classificados com base na Tabela de Autoridades da CDU4. 4 Anexo 5 A Tabela de Autoridade contém: As Tabelas Principais (classes e subclasses) 0 Generalidades 1 Filosofia. Psicologia 2 Religião. Teologia 3 Ciências Sociais 4 Classe vaga 5 Matemática e Ciências naturais 6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia 7 Arte. Recreação. Entretenimento. Desporto 8 Língua. Linguística. Literatura 9 Geografia. Biografia. História As Tabelas Auxiliares (CDU, pp. 35-126) Sinais e subdivisões auxiliares comuns: +, / Relação. Subgrupos. Ordenação: :, […], :: Auxiliares comuns de língua: =… Auxiliares comuns de forma: (0…) Auxiliares comuns de lugar: (1/9) Auxiliares comuns de raça, grupo étnico, nacionalidade: (=…) Auxiliares comuns de tempo: “…” Etc. Por conveniência (sem valor classificativo) é colocado um ponto depois de cada 3 algarismos. Quando se lê uma notação devem enunciar-se os algarismos e não o número completo (trata-se de uma fração e não de um número inteiro). A CDU é uma classificação aberta. Sendo as frações decimais extensíveis infinitamente, é sempre possível introduzir novas subdivisões. Exemplo: 6 Ciências Aplicadas 62 Engenharia 621 Engenharia mecânica 621.3 Engenharia elétrica Nas bibliotecas escolares deve evitar-se uma classificação demasiado exaustiva, indo, apenas, até aos 6 dígitos, eventualmente com acrescento de auxiliares. O uso dos auxiliares só se justifica se se revelar útil ou necessário para a recuperação do documento. 5. Indexação Segundo a designação dada pela Norma Portuguesa ‐ NP3715,I.P.Q., Lisboa,1989 - “Indexação é a ação que consiste em descrever ou caracterizar um documento relativamente ao seu conteúdo, representando esse conteúdo numa linguagem documental.”. Esta operação implica uma análise documental que visa o conhecimento do conteúdo global do documento, a seleção de conceitos que sejam pertinentes do ponto de vista do utilizador e a sua representação em linguagem documental. A transcrição em linguagem documental faz-se através do recurso a tesauros e a listas de descritores. A indexação permite formar uma lista de cabeçalhos e de entradas que constituem pontos de acesso ao catálogo, possibilitando, assim, a pesquisa por assuntos. O tesauro carateriza-se pela utilização de uma linguagem documental controlada, baseada nas estruturas hierárquicas de uma ou mais áreas do conhecimento. Os elementos são representados por termos da linguagem natural e as relações entre estes termos são representadas por sinais convencionais. Os tesauros apresentam uma lista normalizada de descritores com a indicação dos vários tipos de relações entre os mesmos, constituindo-se como listas estruturadas de descritores apresentadas por ordem alfabética que permitem a representação do conteúdo do documento através da combinação de vários descritores. As listas alfabéticas de cabeçalhos de assuntos distinguem-se dos tesauros pela sua estrutura de lista aberta e não hierarquizada. Recursos em linha para a indexação Thesaurus da UNESCO: http://www2.ulcc.ac.uk/unesco/index.htm EUROVOC thesaurus: http://europa.eu/eurovoc/sg/sga_doc/eurovoc_dif!SERVEUR/menu!prod!MENU?langue=PT Outros recursos BLANC-MONTMAYEUR, Martine e DANSET, Françoise – Lista de cabeçalhos de assunto para bibliotecas. Lisboa: Caminho, 1999 A indexação é a fase do tratamento documental mais importante das bibliotecas, uma vez que visa a recuperação da informação, factor essencial para o utilizador. Implica uma análise, já não dos conteúdos formais do documento (descrição física), mas do seu conteúdo informativo (assunto). Assim, deverão selecionar-se os conceitos a reter e escolher-se os descritores considerados apropriados para a recuperação da informação. Descritor é o termo que se utiliza em indexação para representar um determinado conceito, por vezes, também considerado termo preferencial, conforme consta da NP4036 (1993). Sugere-se a utilização (sempre que possível e para facilitar os procedimentos) da tabela abreviada da CDU para retirar os descritores necessários ao preenchimento do catálogo de assuntos. Tal não implica que se não recorra a outras fontes de indexação (ex: “Lista de Cabeçalhos de Assuntos para Bibliotecas”, “Thesauri de Educação”, …). Apesar de facilmente se poderem encontrar muitas palavras-chave para cada documento, o mais aconselhado será extrair de cada obra apenas três conceitos. Nos documentos não escritos (audiovisuais, visuais ou sonoros e objetos) nem sempre é possível analisar o registo na sua totalidade pelo que a indexação é feita com base no títulos ou resumos dos mesmos. Os termos de indexação a usar podem, quanto à forma, ser: 1. Termos simples: substantivos/ locuções nominais - ex. ouro; 2.Termos compostos: núcleo (sobrevive sem o modificador) + modificador (é distintivo, restringe o significado do núcleo, mas não o altera). Os termos compostos podem ter as seguintes formas: 2.1. forma adjetiva: substantivo + adjetivo – ex. Hospital Pediátrico; 2.2. forma prepositiva: núcleo + preposição + modificador – ex. História de Portugal; 2.3. forma conjuntiva: núcleo + conjunção + modificador – ex. Amor na poesia / Espanha e Portugal – Relações diplomáticas; 2.4. forma com recurso à vírgula: núcleo + vírgula + modificador – ex. Aritmética, ensino (a usar quando o modificador tem mais sentido que o núcleo (Ensino da Aritmética). Existem diferentes tipos de modificadores (aplicam-se a todos os termos compostos): - Temáticos – ex. Abandono dos estudos - Geográficos – ex. Ensino Básico, Moçambique - Cronológicos – ex. História de Portugal, 1974 - Formais – ex. Literatura Portuguesa, conferência 3. Termos com qualificadores: Núcleo (nome; nome + adjetivo; nome +preposição + adjetivo; nome + conjunção + adjetivo) + qualificador (altera o sentido do núcleo, faz parte do termo) – ex. Madeira (Ilha). Na constituição dos termos de indexação em linguagem verbal, deve optar-se preferencialmente pelas formas simples, apenas recorrendo às outras, caso as anteriores não sejam aplicáveis. A lista de termos do catálogo coletivo será revista periodicamente. 6. Cotação e Etiquetagem A cotação consiste na atribuição de uma cota a um documento estabelecendo uma ligação entre os dados contidos no registo bibliográfico/catalográfico e o lugar que o mesmo ocupa nas estantes da BE. A cota é registada numa etiqueta colocada no fundo da lombada do documento (etiquetagem), permitindo a identificação e arrumação do documento nas estantes e a sua posterior recuperação pelo utilizador. A classificação dos documentos para atribuição da cota e arrumação em regime de livre acesso implica a adoção de critérios para a atribuição de uma única notação a cada documento, que deve ser racional, lógica, funcional e simples. O nível de especificidade deve ser, em geral, menor que o da classificação teórica (registada na catalogação). Nas BE devem evitar-se notações que excedam os 3 a 4 dígitos, salvo as devidas exceções em que haja necessidade de maior especificidade. No sentido de harmonizar procedimentos entre as bibliotecas que constituem a RBVR, serão tidos em conta os seguintes: as cotas são criadas a partir de um plano abreviado da CDU; a cota alfanumérica é formada pelos seguintes elementos: notação CDU (numérica) + componente alfabética (3 primeiras letras) do encabeçamento; a cada classe da tabela CDU corresponde uma cor diferente para mais fácil identificação e arrumação do documento5; a cota dos documentos deverá ser constituída considerando as seguintes opções: (i) Em geral: 1.ª linha: notação CDU; 2.ª linha: 3 primeiras letras do apelido do encabeçamento; 3.ª linha: sigla da Biblioteca/Instituição; (ii) Nas obras anónimas ou com mais de três autores: 1.ª linha: notação CDU; 2.ª linha: 3 primeiras letras do título; 3.ª linha: sigla da Biblioteca /Instituição; (iii) No caso das obras em coleções, que pela temática tratada interessa agrupar os títulos de modo a que fiquem juntos na estante, a componente alfabética da cota é formada pelas três primeiras letras da coleção; (iv) No caso do material não livro (DVD, CD-Áudio, CD-ROM, VHS, etc.): 1.ª linha: notação CDU; 2.ª linha: 3 primeiras letras do título e o número de registo do 5 Anexo 5 documento para facilitar a sua localização em depósito; 3.ª linha: sigla da Biblioteca/Instituição; (v) Os artigos definidos e indefinidos que aparecem no início dos títulos não são tidos em conta para o efeito de cota, usando-se as iniciais da palavra imediatamente a seguir; (vi) A cota é devidamente impressa (ou manuscrita) em etiqueta própria para esse fim e colada na lombada do documento, ao fundo, para permitir uma imediata visualização sem ser necessário retirar o documento da respetiva estante, possibilitando, também, uma mais fácil localização e arrumação. A cota também deve ser escrita, a lápis, na página de rosto. No material não livro são colocadas duas cotas: uma na caixa protetora (ou de acesso) e outra no documento, sem o danificar e de modo visível. O material acompanhante, tendo um registo próprio, terá também uma notação própria. Assim, a existência desse material deve dar origem a uma nota na página de rosto, indicadora do material que acompanha. Parte II 1. Arrumação Os locais e formas de arrumação dos documentos variam de acordo com: O tipo de documentos (monografias, periódicos, audiovisuais...); O critério de classificação adotado; O valor dos documentos; O tipo de biblioteca; O público a que se destinam. Os documentos são arrumados, em geral, em dois tipos de espaços: Depósitos/arquivos; Salas de leitura/consulta abertas ao público. Nos depósitos/arquivos devem ser arrumados: Documentos em mau estado ou desatualizados (deve ser ponderado o seu restauro ou desbaste); Documentos duplicados (deve ser ponderado o seu desbaste); Documentos reservados, obras raras como edições limitadas, livros antigos. Arrumação na sala de leitura/consulta Atendendo a que a BE se encontra espacialmente organizada em zonas funcionais e os documentos se encontram em livre acesso, estes são arrumados consoante o seu tipo de suporte, seguindo um critério temático de acordo com a CDU e com a organização do espaço físico de cada biblioteca. As estantes têm visível a indicação das grandes classes da CDU e as subdivisões que se consideram necessárias. A colocação de documentos nas estantes é feita de acordo com a cota: seguindo a ordem numérica da CDU e seguindo a ordem alfabética das letras inscritas, dentro de uma mesma classificação numérica. Os documentos são arrumados da esquerda para a direita e de cima para baixo. A par da organização tradicional dos documentos são, por vezes, adotadas formas alternativas de exposição, nomeadamente para as novidades/destaques e alguns tipos de documentos, através de caixas para álbuns, cestos multiusos, vitrinas, “ilhas” como as criadas pelas livrarias, etc. O material não livro (CD áudio, DVD e CD-ROM) são arrumados em armários fechados, em zona própria criada para o efeito (por ex. balcão da receção), estando apenas as caixas/cartonagens expostas nas estantes. As publicações periódicas são expostas em expositores próprios e arrumadas na zona de leitura de periódicos, por título ou por assunto. 2. Difusão Terminado o tratamento técnico documental é fundamental proceder à distribuição da informação aos utilizadores, reais ou potenciais, dando-se assim a conhecer o fundo documental e os novos documentos que o integram. A consulta no local, a circulação dos documentos na Escola/Instituição e a difusão no exterior (por empréstimo ou pela disponibilização de uma reprodução do documento pedido) constituem as principais formas de difusão. É importante dar a conhecer a existência de novos documentos através de exposições ou disponibilização permanente do catálogo atualizado, constituindo formas implícitas de difusão da informação. Seguem-se algumas sugestões de difusão da informação: • Portal da RBVR; • Expositores de novidades no interior das Bibliotecas; • Expositores informativos; • Disponibilização de informação multimédia; • Divulgação por e-mail e através do blogue/sítio WEB da biblioteca; • Disponibilização do catálogo em linha na página WEB da biblioteca; • Ações de formação de utilizadores; • Guias de utilizador. • (…) 3. Empréstimo Os documentos existentes nas bibliotecas da RBVR, com exceção dos identificados com um autocolante de cor vermelha, documentos considerados como obras de referência, fundos reservados ou documentos de consulta local, podem ser objeto de empréstimo. O empréstimo pode revestir as seguintes modalidades: (i) O empréstimo domiciliário; (ii) O empréstimo para apoio em sala de aula; (iii) O empréstimo para apoio em sala de aula ou uso local de documentos áudio, vídeo ou material informático; (iv) O empréstimo interbibliotecas (com regulamento próprio definido pela RBVR); De todos os documentos emprestados é elaborado um registo, seja pelo software de gestão Porbase, ou utilizando-se um outro processo manual de registo caso o serviço de empréstimo ainda não esteja automatizado. No empréstimo domiciliário nas BE o utilizador poderá requisitar até 3 livros, por 8 dias, renováveis até 2 vezes. ANEXOS ANEXO I TIPO DE DOCUMENTOS Fazem (ou poderão vir a fazer) parte da coleção das bibliotecas que constituem a RBB os seguintes documentos: Monografias impressas . Livros - Publicação não periódica que constitui uma unidade bibliográfica. Publicações Periódicas . Jornais e revistas - publicações impressas ou não impressas, publicadas periodicamente sem fim, à partida, determinado. Material não-livro Conjunto de documentos em diferentes suportes, com uma estrutura bastante variável em função da sua natureza, objeto e conteúdo. Nesta designação incluem-se: . recursos eletrónicos – CD multimédia, DVD, Minidiscos, etc. . documentos on-line . documentos audiovisuais - cassetes VHS, diaporamas, etc. . documentos visuais - cartazes, fotografias, mapas, bilhetes postais, acetatos, etc. . documentos áudio - CD, cassetes áudio, discos em vinil, etc. . objeto – jogos, construções e outro material manipulável. Outros . Literatura cinzenta documentos não publicados .Dossiês temáticos - incluindo folhetos, brochuras, recortes de imprensa e outro material avulso e efémero. ANEXO II xxvi ANEXO III xxvii ANEXO IV FONTES DE INFORMAÇÃO ZONA Título Menção de responsabilidade Edição Zona específica de alguns tipos de documentos Publicação, distribuição, etc. Descrição física Série (coleção) Notas ISBN – Nº Internacional Normalizado dos livros xxviii FONTES PRESCRITAS DE INFORMAÇÃO Página de rosto Página de rosto substituta Página de rosto Página de rosto substituta Colofão Páginas preliminares Não é usada na ISBD (M) Página de rosto Página de rosto substituta Colofão Páginas preliminares A própria publicação A própria publicação A própria publicação A própria publicação Anexo V FORMATO DE DESCRIÇÃO UNIMARC MONOGRAFIAS Modelo de recolha de dados para o registo de Monografias. Dados gerais do processamento do bloco 100 foram omitidos). F – Facultativo / O – Obrigatório CAMPO UNIMARC Facultativo (F) / Obrigatório (O) ISBN 010 O ^a Nº do ISBN (com hífens) DEPÓSITO LEGAL 021 F ^a Código do país ^b Nº atribuído pela agência bibliográfica nacional O O ^a Língua do texto ^c Língua do documento original DADOS BIBLIOGRÁFICOS LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO 101 SUBCAMPOS E DADOS BIBLIOGRÁFICOS PAÍS DA PUBLICAÇÃO 102 O ^a País de publicação TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 200 O O O O O O ^a Título próprio ^d = Título paralelo ^e Informação de outro título ^f Primeiro responsável (autor principal) ^g Outros responsáveis (autores secundários: tradutor, ilustrador, etc. ). Observações Caso não se consiga identificar o ISBN e exista depósito legal, o preenchimento torna-se obrigatório EDIÇÃO 205 O ^a Nº da edição Preenche-se sempre, mesmo quando se trata da 1ª edição. PUBLICAÇÃO 210 O O O ^a Lugar da edição ^c Nome do editor ou distribuidor ^d Data de publicação Quando não existem dados relativos à edição, mas apenas à impressão, os subcampos passam a ser: ^e; ^g; ^h, a seguir a [s.l., s.n.,s. d. e dentro de ( ). DESCRIÇÃO FÍSICA (COLAÇÃO) 215 O O F O ^a Páginas ou volumes ^c Ilustrações ^d Dimensões ^e Material acompanhante COLECÇÃO 225 O O ^aTítulo da coleção ^v Indicação do nº do volume NOTAS GERAIS 300 O ^a Texto da nota Para as notas gerias NOTAS RELATIVAS AO TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 304 O ^a Título original Caso se trate de uma tradução. NOTA RELATIVA À EDIÇÃO 305 F ^a Texto da nota NOTA RELATIVA À BIBLIOGRAFIA 320 F ^a Texto da nota Descrição de 2º nível NOTA DE CONTEÚDO 327 O ^a Texto da nota de conteúdo (repete-se o subcampo) TÍTULO PARALELO 510 F F ^a Título paralelo (ponto de acesso) ^z Língua do título OUTRAS VARIANTES DO TÍTULO 517 F ^a Variante do título ASSUNTO 606 O ^a Nome comum usado como assunto – Elemento de entrada ^x Nome comum usado como assunto – Subdivisão de assunto ^y Nome comum usado como assunto – Subdivisão geográfica ^z Nome comum usado como assunto – Subdivisão cronológica O F F CDU 675 O O O AUTOR PRINCIPAL (INDIVIDUAL) 700 O O O AUTOR PRINCIPAL (COLETIVIDADE) 710 O O O O O ^a Classificação Decimal Universal (CDU) – Notação ^v Classificação decimal Universal (CDU) – Edição; BN) ^z Classificação decimal Universal (CDU) – Língua da edição Edição (BN – Biblioteca Nacional; abr – abreviada; med – média) Código da língua. Ex: Por ^a Apelido do autor – pessoa física (responsabilidade intelectual principal) ^b 1º Nome ^ f Datas ^a Palavra de ordem ^b Subdivisão (ou nome da coletividade se entrou pelo nome da localidade) ^ d Número do grupo eventual ^ e Local do grupo eventual ^ f Data do grupo eventual AUTOR SECUNDÁRIO (INDIVIDUAL) 701/702 O O O ^a Apelido do autor ^b 1º Nome ^4 Código de função AUTOR SECUNDÁRIO (COLETIVIDADE) 711/712 O ^a, ^b, ^ d, ^ e,^ f 966 O O O O O ^a N de registo ^c Nº de exemplares do título ^d Nº de volumes ^l Sigla (obrigatório) ^s Cota (obrigatório) CAMPO DE USO LOCAL (COTA) (obras em vários volumes). Ex: ^a 1.º vol.: Mitologias dos primitivos atuais, das Américas, etc. ^a 2.º vol.: Mitologia germânica, eslava, báltica, etc. São criados pontos de acesso para todas as menções de responsabilidade ditas secundárias indicadas ou omitidas no campo 200). Escolher sempre a forma invertida, seguida do código de função ^4. Cada nova edição dá origem a um novo registo. Vários exemplares da mesma edição só tem um registo bibliográfico.existentes). REGISTO VÍDEO Formato UNIMARC: campos e subcampos recomendados (dados gerais do processamento do bloco 100 foram omitidos). F – Facultativo / O – Obrigatório DADOS BIBLIOGRÁFICOS CAMPO UNIMARC TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 200 PUBLICAÇÃO DESCRIÇÃO (COLAÇÃO) FÍSICA F/O SUBCAMPOS E DADOS BIBLIOGRÁFICOS O O O O O O F ^a Título próprio 210 O O O ^a Lugar da edição ou distribuição ^c Nome do editor ou distribuidor ^d Data de publicação ou distribuição 215 O F O ^a 1 Cassete vídeo (VHS) (…min.,….seg.) ou 1 Disco ótico (DVD) (…min) ^c Color. (ou p.&b.),son.(ou mudo) ^e Material acompanhante ^a [Registo vídeo] ^d = Título paralelo ^e Complemento de título ^f Realizador/entidade promotora do filme ^g Argumento ^g Fotografia e/ou música COLEÇÃO OU SÉRIE 225 O O ^a Título da coleção ^v Indicação do nº do volume NOTAS GERAIS 300 F NOTAS RELATIVAS A TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 304 ^a Produção: País, ano da produção ^a Baseado na obra de … (se for o caso de adaptação de uma obra literária) NOTA AOS RESPONSÁVEIS ARTÍSTICOS E TÉCNICOS 322 NOTA AO ELENCO 323 NOTA DE CONTEÚDO 327 F F NOTAS A designação genérica de material é obrigatória e coloca-se logo a seguir ao título próprio entre [ ]. O título principal é o título original, sendo a tradução do mesmo colocada como título paralelo. O principal responsável é sempre o realizador, sendo o elenco de atores transcrito na nota 323 e os restantes responsáveis na nota 322. O campo 205 (Edição) preenche-se sempre, mesmo tratando-se da 1ª edição. Título original ^a Texto da nota São indicadas outras menções de responsabilidade, consideradas relevantes, quando não indicadas no campo 200, como por exemplo, guarda-roupa, cenário, efeitos especiais, etc. ^a Texto da nota São destacados nomes de atores até ao limite de 5. ^a Texto da nota Nota relativa ao resumo do filme; informação referente a Óscares; classificação do filme quanto ao género: comédia, ficção, etc. NOTA RELATIVA AOS POTENCIAIS UTILIZADORES 333 O ^a Texto da nota ASSUNTO 606 O ^a Elemento de entrada (drama, comédia, musical, etc. de acordo com os termos usados internamente para indexar os diferentes géneros de filmes) ^x Subdivisão d assunto O CDU 675 O ^a Notação (de acordo com a classificação baseada na CDU, adotada internamente para este tipo de documentos). AUTOR PRINCIPAL (INDIVIDUAL) 700 O O ^a Apelido do autor ^b 1º Nome 710 O ^a, ^b, ^c ,^ d ^ e, ^ f 701 O O O ^a Apelido do autor ^b 1º Nome ^4 Código de função 711 O ^a, ^b, ^d, ^e,^ f 702 O O O ^a Apelido do autor ^b 1º Nome ^4 Código de função AUTOR SECUNDÁRIO (COLETIVIDADE) 712 O ^a, ^b, ^d, ^e,^ f CAMPO DE USO LOCAL 966 O F F O O ^a Nº de registo ^c Nº de exemplares do título ^d Nº de volumes ^l Sigla da instituição ^s Cota AUTOR PRINCIPAL (COLETIVIDADE) COAUTOR (INDIVIDUAL) COAUTOR (COLETIVIDADE) AUTOR SECUNDÁRIO (INDIVIDUAL) Indicação da faixa etária mencionada na fonte de informação: Maiores de … Podem ser criados pontosde acesso para 1 ou 2 coautores. Cada nova edição dá origem a um novo registo com uma nova cota. REGISTO ÁUDIO Formato UNIMARC: campos e subcampos recomendados (dados gerais do processamento do bloco 100 bem como os do campo 126/128, específicos para este tipo de documentos, foram omitidos) F – Facultativo / O – Obrigatório DADOS BIBLIOGRÁFICOS CAMPO UNIMARC F/O SUBCAMPOS E BIBLIOGRÁFICOS DADOS Nº DO EDITOR 071 O O ^a Número atribuído pelo editor ^b Fonte (editor que atribuiu o número) LÍNGUA 101 O ^a Língua PAÍS 102 O ^a País da publicação TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 200 O O O O ^a Título próprio PUBLICAÇÃO 210 O O O ^a Lugar da edição ou distribuição ^c Nome do editor ou distribuidor ^d Data de publicação ou distribuição DESCRIÇÃO FÍSICA (COLAÇÃO) 215 O F ^a 1 disco ótico (CD) (…min.,….seg.) ^c Outras indicações físicas (stereo [DDD] ou mono) ^d Descrição física – duração (dispensável, uma vez que o formato é normalizado). F ^a [Registo sonoro] ^d = Título paralelo ^e Complemento de título ^f 1ª menção de responsabilidade (intérprete solista, compositor, banda). ^g Outras menções de responsabilidade (orquestra, diretor de orquestra, produtor, etc.) NOTAS No que toca aos responsáveis intelectuais, pode-se aligeirar neste campo as menções de responsabilidade, sendo apenas indicados os nomes daqueles que assumem um papel relevante na criação da obra ou a nível da execução e interpretação e que aparecem destacados na fonte de informação. Assim, para os registos que têm mais de que um responsável, devem ser considerados apenas como outros responsáveis os a seguir mencionados e de acordo com a seguinte ordem: 1. Orquestra 2. Diretor de orquestra (música clássica) 3. Produtor com responsabilidade artística ou intelectual (pop rock) As restantes menções serão indicadas no campo notas: 323 ^e - É indicado quando o CD é acompanhado de folheto ou libreto que justifica a sua descrição. F ^e 1 folheto/libreto [18 p.] COLEÇÃO 225 O O ^a Título próprio da coleção ^v Indicação do nº do volume NOTA RELATIVA AO NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO 301 F ^a Texto da nota É repetido o número do editor indicado no campo 071 para efeitos de visualização. NOTA AOS RESPONSÁVEIS ARTÍSTICOS E TÉCNICOS 322 F ^a Texto da nota São indicadas outras menções de responsabilidade, consideradas relevantes, quando não indicadas no campo 200, como por exemplo, o produtor técnico/artístico do CD. NOTA AO ELENCO 323 F ^a Texto da nota São indicadas outras menções de responsabilidade, consideradas relevantes, quando não indicadas no campo 200, como por exemplo, membros de uma banda cujo nome é apenas designado genericamente no campo 200,associados à respetiva função. NOTA DE CONTEÚDO 327 O ^a Texto da nota (referência ao nº de músicas que o CD contém) ^a CD1 contém: referência ao nº de músicas que o CD contém (neste caso, a obra é constituída por mais que um CD, é preciso indicar o nº de músicas que cada CD contém) Pode não justificar-se a descrição detalhada do conteúdo das músicas, à exceção de alguns casos de música clássica, em que o CD apresenta na contracapa a descrição das principais peças musicais que o constituem (entre 3 a 5) F ASSUNTO 606 O O O CDU 675 O F F AUTOR PRINCIPAL (INDIVIDUAL) 700 O O O AUTOR PRINCIPAL (COLETIVIDADE) 710 COAUTOR (INDIVIDUAL) 701 ^a Elemento de entrada (Pop rock, jazz, música clássica etc. de acordo com os termos usados internamente para indexar os diferentes géneros musicais) ^y Subdivisão geográfica (usado para distinguir Portugal no que respeita aos vários géneros musicais ^z Subdivisão cronológica (é usado na música clássica para indicação do período musical) ^a Notação (de acordo com a classificação baseada na CDU, adotada internamente para este tipo de documentos) ^v Edição (BN – Biblioteca Nacional; abr – abreviada; med – média) ^z Língua da edição (código da língua) ^a Apelido do autor intelectual principal) ^b 1º Nome ^ f Datas (responsável ^a, ^b, ^c ,^ d ^ e, ^ f O O O ^a Apelido do autor (corresponsável intelectual principal) ^b 1º nome ^4 Código de função São criados pontos e acesso para 1 ou 2 coautores. COAUTOR (COLETIVIDADE) 711 AUTOR SECUNDÁRIO (INDIVIDUAL) O ^a, ^b, ^d, ^e,^ f 702 O O O ^a Apelido do autor intelectual secundário) ^b 1º Nome ^4 Código de função AUTOR SECUNDÁRIO (COLETIVIDADE) 712 O CAMPO DE USO LOCAL 966 ^a, ^b, ^d, ^e, ^f O F F O O ^a Nº de registo ^c Nº de exemplares do título ^d Nº de volumes ^l Sigla da instituição ^s Cota (responsável São criados pontos de acesso para todas as menções de responsabilidade ditas secundárias indicadas ou omitidas no campo 200 e 322. RECURSOSELETRÓNICOS Formato UNIMARC: campos e subcampos recomendados (dados gerais do processamento do bloco 100 foram omitidos F – Facultativo / O – Obrigatório DADOS BIBLIOGRÁFICOS CAMPO UNIMARC F/O SUBCAMPOS E BIBLIOGRÁFICOS ISBN 010 O ^a Número de existência ISSN 011 O ^a Número de existência LÍNGUA 101 O ^a Língua de publicação DADOS PAÍS 102 O ^a País de publicação TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 200 O ^a Título próprio em português (exceto se apenas existir na língua original) O F O O O PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO DESCRIÇÃO (COLAÇÃO) FÍSICA 210 O O O 215 O O NOTAS ^a [Documento eletrónico] ^d = Título paralelo ^e Complemento de título ^f 1ª menção de responsabilidade (autores, programadores de ficheiros de computador…) ^g Outras menções de responsabilidade (autores secundários/editores literários…) ^a Lugar da edição ou distribuição ^c Nome do editor ou distribuidor ^d Data de publicação ou distribuição ^a Indicação específica da natureza do documento. (1 disco ótico ; CDROM ; DVD –ROM) ^e Material acompanhante (manuais do utilizador) DESCRIÇÃO FÍSICA 230 O ^a Características do documento (dados, multimédia interativo…) COLEÇÃO 225 O O ^a Título próprio da coleção ^v Indicação do nº do volume NOTAS RELATIVA S A TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE 304 O ^a Título retirado de … No caso de não ter título, informar “título atribuído pelo catalogador”. NOTA RELATIVA A PORMENORES TÉCNICOS 337 F ^a Requisitos do sistema Informação referente aos requisitos mínimos do sistema operativo NOTAS RELATIVAS À LOCALIZAÇÃO E 856 O /F* ^a URL * Nota de preenchimento obrigatório para ficheiro de Obrigatório para documentos eletrónicos de acesso remoto. ACESSO ELETRÓNICO computador. ASSUNTO 606 O O ^a Elemento de entrada ^x Subdivisão de assunto CDU 675 O AUTOR PRINCIPAL (INDIVIDUAL) 700 O ^a Notação (de acordo com a classificação baseada na CDU, adotada internamente para este tipo de documentos). ^a Apelido do autor (responsável intelectual principal) ^b 1º Nome ^ f Datas O O AUTOR PRINCIPAL (COLETIVIDADE) COAUTOR (INDIVIDUAL) COAUTOR (COLETIVIDADE) AUTOR SECUNDÁRIO (INDIVIDUAL) AUTOR SECUNDÁRIO (COLETIVIDADE) CAMPO DE USO LOCAL 710 O ^a, ^b, ^c, ^ d ^ e, ^ f 701 O O O ^a Apelido do autor (corresponsável intelectual secundário) ^b 1º Nome ^4 Código de função O ^a, ^b, ^d, ^e,^ f O O O ^a Apelido do autor ^b 1º nome ^4 código de função O ^a, ^b, ^d, ^e,^ f O F F O O ^a Nº de registo ^c Nº de exemplares do título ^d Nº de volumes ^l Sigla (obrigatório) ^s Cota (obrigatório) São criados pontos e acesso para 1 ou 2 coautores. 711 702 712 966 São criados pontos de acesso para todas as menções de responsabilidade ditas secundárias anteriormente indicadas. ANEXO VI TABELA DE CLASSIFICAÇÃO CDU Classificação Decimal Universal por categorias e cores 0 1 2 3 5 6 7 8 9 Generalidades. Filosofia. Psicologia. Religião. Ciências Sociais. Ciências Puras. Ciências Aplicadas. Arte. Desporto. Língua. Literatura História. Geografia Cinzento Lilás Azul celeste Rosa Verde Castanho Laranja Azul-escuro Amarelo Cota 1 cm Arial 12 94(469) 0,5 cm HOR 1 cm CMBGC 0,5 cm Arial 10 itálico Plano de Classificação Abreviado - C.D.U. das Bibliotecas Escolares da RBVR Classe Descrição 1.º Ciclo 2.º/3.º Ciclo Classe 0 Generalidades 001 004 02 030 050 06 Generalidades (ciência do conhecimento em geral). Organização do trabalho individual. Informática. Computadores. Bibliotecas. Enciclopédias. Obras Gerais de Referência. Dicionários. Publicações Periódicas. Instituições. Organismos científicos. Exposições. Museus. 070 087.5 Jornais. Jornalismo. Imprensa. Publicações para crianças. Classe 1 Filosofia. Psicologia 1 159.9 16 17 Filosofia. Psicologia. Lógica. Teoria do Conhecimento. Moral. Ética. Classe 2 Religião. Teologia 2 21/26 27 29 Teoria. Filosofia e Natureza da Religião. Sistemas religiosos Religião Cristã. Cristianismo. Movimentos espirituais modernos (Ateísmo, Neopaganismo, Cientologia…) Classe 3 Ciências Sociais 31 32 33 34 35 36 37 37.01 37.02 376 39 398 Estatística. Demografia. Sociologia. Política. Políticos. Escravatura. Economia. Ciências Económicas. Trabalho E.U. Direito. Direito Internacional. Direitos Humanos. Administração Pública. Assistência. Serviço Social. Consumo. Seguros. Educação. Ensino. Pedagogia. Fundamentos da educação Didática e metodologia. Ensino Especial Etnografia. Etnologia. Uso e Costumes. Vidas Sociais e Tradição Popular. Folclore. Tradição Popular. (contos e lendas; anedotas; sátiras e canções populares) Classe 5 Matemática. Ciências Naturais 502/504 51 52 53 54 55 56 57 58 59 Natureza. Ciência Ambiental. Poluição. Matemática. Astronomia. Investigação Espacial. Física. Química. Geologia. Meteorologia. Paleontologia. Ciências Biológicas no Geral. Ecologia Biodiversidade. Antropologia. Botânica. Zoologia. Classe 6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia. 61 Medicina. Ciências Médicas. 611 612 612.3 613 614 615 616 62 63 641 65 657 66 67 Anatomia. Fisiologia. Alimentação. Digestão. Nutrição. Higiene no geral. Saúde e Higiene Pessoal. Educação Sexual. Saúde Pública. Prevenção de acidentes. Farmacologia. Toxicologia. Doenças. Engenharia. Tecnologia em Geral. Agricultura. Exploração Agrícola. Exploração da vida selvagem. Culinária. Gestão e organização da indústria, do Comércio e da Comunicação. Contabilidade. Tecnologia Química. Indústria e ofícios. Classe 7 Arte. Recreação. Entretenimento. Desporto 7 71 72 73 730 74 745 75 77 78 79 791 792 796 Arte Geral. Planeamento regional, urbano e rural. Urbanismo. Paisagística. Arquitetura. Artes Plásticas. Escultura. Desenho. Design. Artes e ofícios aplicados. Artesanato. Pintura. Fotografia. Musica. Divertimentos. Espetáculos. Jogos. Desporto. Cinema. Filmes. Teatro. Desporto. Classe 8 língua. Linguística. Literatura 80 81 811.111 811.111(038) 811.111’36 811.112.2 811.124 811.133.1 811.134.2 811.134.3 811.14’02 82 82(031) 82(038) 82(091) 82-1 82-2 82-3 82-31 82-34 Linguística. Questões de linguística. Filologia. Linguística. Línguas. Língua inglesa. Dicionário de Inglês. Gramática de língua inglesa. Língua alemã. Latim. Língua francesa. Língua espanhola. Língua portuguesa. Grego clássico. Literatura em geral. Enciclopédia de literatura. Dicionário de literatura. História da literatura. Poesia. Drama Ficção. Prosa Narrativa. Romance. Conto. Lenda 82-4 82-6 82-93 82.0 821.1/8 821.111 821.112.2 821.131.1 821.133.1 821.134.2 821.134.3 821.134.3(6) 821.134.3(81) 821.14’02 Ensaio. Cartas. Literatura Infanto-juvenil. BD. Teoria, estudos e técnicas literárias. Literatura por países Literatura de língua inglesa Literatura de língua alemã Literatura de língua italiana Literatura de língua francesa Literatura de língua espanhola Literatura portuguesa. Literatura africana em língua portuguesa Literatura brasileira Literatura grega clássica Classe 9 Geografia. Biografia. História. 902 908 91 911 913 929 94 94(3) 94(4) 94(469) Pré-história. Antiguidades. Monografias. (usar auxiliares de lugar) Geografia. Exploração da terra e de países. Viagens. Geografia Física. Geografia Humana. Geografia regional. Biografias. História em geral. História do Mundo Antigo. História da Europa. História de Portugal.