CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATUSENSU EM TELEMÁTICA Projeto Pedagógico do Curso Área: Ciências Exatas Palmas – TO Outubro/2010 Francisco Nairton do Nascimento Reitor Augusto Cesar dos Santos Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação Adriana Brito Aguiar Marques Diretora de Pesquisa e Pós-Graduação Octaviano Sidnei Furtado Diretor-Geral - Campus Palmas Liliane Flávia Guimarães da Silva Diretora de Ensino - Campus Palmas Itamara Milhomem dos Santos Gerente Educacional das Áreas Tecnológicas II - Campus Palmas Helder Cleber Almeida Pereira Coordenador do Curso de Pós-Graduação Equipe de Elaboradores: Carlos Henrique Corrêa Tolentino Cláudio de Castro Monteiro Francisco Willians M. Plácido Hirano Helder Cleber Almeida Pereira Manoel Campus da Silva Filho Mauro Henrique Lima de Boni 2 APRESENTAÇÃO A proposição de um projeto de pós-graduação Latu-Sensu no Instituto Federal do Tocantins visa contribuir com a Educação Tecnológica e Científica. Esta proposta de formação de pesquisadores objetiva a produção de conhecimento que, efetivamente, possa responder aos desafios que estão colocados para a aprendizagem nesta área no Brasil e no Estado do Tocantins, decorrentes das transformações científico-tecnológicas. O Instituto Federal do Tocantins se esforça na busca pela formulação e implementação de uma política de qualificação dos seus docentes, gestores e técnicos administrativos em educação, em todos os seus campi. Porém, as ações governamentais de financiamento precisam ser ampliadas neste instituto, principalmente por ser uma região afastada dos grandes centros promotores de programas de pós-graduação Stricto-Sensu, haja vista que a região Norte prima ainda por oferta maior destes programas, conforme dados estatísticos disponíveis no sitio da CAPES, além do que é fato a pequena presença de doutores formados nesta região do país. Almejando um projeto Stricto-Sensu propomos uma pós-graduação Latu-Sensu em Telemática para fomentar pesquisa no IFTO, buscando publicações, envolvendo professores, técnicos administrativos, alunos e comunidade em geral galgando dessa forma para um ambiente acadêmico de pesquisa que será a base para um futuro programa de pós-graduação Stricto-Sensu. 3 SUMÁRIO 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento 5 2. Justificativa 5 3. Objetivos 8 3.1 Geral 9 3.2 Específico 9 4. Público Alvo 10 5. Concepção do programa 11 6. Coordenação 11 7. Carga Horária 12 8. Período e Periodicidade 13 9. Conteúdo Programático 14 10. Corpo Docente 29 11. Metodologias doscentes 31 12. Tecnologia 32 13. Infra-Estrutura Física 32 14. Critério de Seleção 33 15. Sistemas de Avaliação 34 16. Controle de Frequência 34 17. Trabalho de Conclusão 34 18. Certificação 35 19. Indicadores de Desempenho 35 4 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu compreendem um conjunto de atividades de ensino-aprendizagem, com o objetivo de conferir ao educando maior grau de especialização em determinada área do saber e/ou de atividade profissional. Com isso, é proposto um curso de pós-graduação latu-sensu na área de Ciências Exatas, na modalidade presencial, denominado de Curso de Pós-graduação em Telemática. 2. Justificativa Conforme dados extraídos da CAPES, as regiões Sul e Sudeste concentram maior número de programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em nível de mestrado, conforme Tabela 1. Tabela 1 - Número de programas de pós-graduação em nível de mestrado, agrupado por Região, 2002-2008. Região 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Centro-Oeste 56 68 67 71 86 89 94 Nordeste 145 167 178 202 216 221 249 Norte 32 38 45 49 64 66 69 Sudeste 266 308 300 318 348 371 382 Sul 162 185 178 194 211 234 236 Total 661 766 768 834 925 981 1030 Fonte: GEOCAPES/MEC O Estado do Tocantins é carente de programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, conforme observado na Tabela 2, sendo oferecidos somente programas de mestrado que ainda não conseguem atender toda a demanda da região. Tabela 2 - Número de cursos de Mestrado por Grande Área, no Estado do Tocantins Grande área 2003 2004 2005 2006 2007 2008 5 Ciências Sociais Aplicadas 0 0 0 0 1 1 Ciências Biológicas 0 0 0 0 0 1 Multidisciplinar 1 1 1 1 2 2 Ciências Agrárias 0 0 0 2 2 3 Total 1 1 1 3 5 7 Fonte: GEOCAPES/MEC Sendo assim, capacitar e qualificar os recursos humanos do IFTO, de acordo com as exigências dos tempos atuais, significa titular o seu quadro funcional de docentes e técnico-administrativos em educação, para que a instituição possa auxiliar o país na sua função social de aprimorar a prestação dos serviços públicos, integrando-a na tarefa de se articular com os agentes econômicos, sociais e políticos, visando à consolidação do desenvolvimento sócio-econômico do Estado brasileiro. A política de formação e capacitação de Recursos Humanos está voltada para a superação dos desafios impostos pela competitividade e pelo avanço da ciência e da tecnologia, com ênfase no justo equilíbrio entre a plenitude de exercer a cidadania e a necessidade cada vez mais imperiosa de se produzir e de se adequar às contingências de um mundo cada vez mais globalizado. Logo, uma ESPECIALIZAÇÃO na área proposta, viria atender esta demanda de qualificação pessoal e as metas futuras traçadas para este instituto no sentido de iniciar sua caminhada para a composição de um curso de MESTRADO PROFISSIONALIZANTE. Ações para capacitar docentes, formar e consolidar grupos de pesquisa nas área de Computação e Engenharia Elétrica estão em andamento, a fim de se criar condições favoráveis à oferta de um programa próprio de pós-graduação stricto sensu na área. Esta perspectiva é muito importante para o Estado do Tocantins, uma vez que este não possui nenhum programa de Mestrado na área de Computação e/ou Engenharia Elétrica. 6 Por tudo o que foi exposto, é consistente dizer que o plano de qualificação dos docentes é sem dúvida um elemento importante para o fortalecimento de linhas de pesquisa no IFTO. Isso possibilitará aumentar a produção científica do IFTO e assim viabilizar a criação de um programa de Mestrado na área. Dessa forma, após levantamento feito junto às Instituições de Ensino Superior do Estado do Tocantins, foi verificado que existe uma quantidade de egressos dos cursos vinculados a area de informática gerada todo semestre oriundas principalmente de cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação e Ciência da Computação, além de cursos de Tecnologia, como é o caso dos Cursos de Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas para a Internet e Tecnologia em Sistemas Elétricos, oferecidos pelo IFTO. Boa parte desses egressos, atua no mercado tocantinense, fortalecendo a mão-deobra especializada para o setor. Esses profissionais graduados, tem mostrado interesse em se especializar ainda mais em sua área de atuação, gerando uma demanda latente que motivou esse projeto. Abaixo é apresentada uma tabela contendo essa demanda, expressa em números. Fontes Demanda Palmas Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 90 Araguaína Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 32 Gurupi Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 14 Porto Nacional Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 9 Paraíso Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 11 Araguatins Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES. 7 Total 163 Como pode ser notado, existe uma demanda significativa para um curso que possa atender às necessidades de qualificação dos profissionais que atuam hoje no mercado tocantinense, com graduação nas áreas de computação e eletrônica. 7 De acordo com o planejamento feito para 3 anos, o curso aqui proposto terá 3 processos de seleção, sendo realizado 1 a cada ano. Nesses processos, 30 candidatos serão selecionados de acordo com os critérios estabelecidos no ítem 15. Considerando uma evasão de 20%, o que pode ser observado é que 21 estudantes concluiriam o curso a cada ano, a contar da primeira turma. Mesmo assim, ainda é considerada a hipótese de que apenas 50% desses estudantes consigam alcançar os requisitos descritos nos itens 16, 17 e 18, resultando em 10 estudantes devidamente certificados por ano de curso. Esse resultado representa uma meta possível e viável e de importância fundamental para que, após esse período cumprido, tenhamos a média de 10 publicações de trabalhos científicos relevantes, julgados pelo sistema QUALIS, proposto pela CAPES como um dos requisitos para aferir o nível das pós-graduações no país. Assim, além de formar mão-de-obra qualificada para atuar nas áreas de informática e telecomunicações, ainda será formado junto à coordenação de informática do IFTO, uma identidade de pesquisa, que possibilitará, juntamente com a coordenação de indústria (que estará com seu quadro de professores doutores ampliado), a elaboração e submissão ao MEC, do projeto do Curso de Mestrado Profissionalizante em Telemática. 3. Objetivos Considerando o crescimento do IFTO, a abertura de novos cursos, incluindo-se cursos de nível superior, e com isso a necessidade de qualificar o seu quadro docente, o Programa de Pós Graduação em Telemática, visa iniciar a caminhada rumo a composição e oferta do curso de mestrado profissionalizante em Telemática. Para isso, é muito importante que seja iniciada uma cultura de pesquisa no IFTO e para tanto, esse programa de pós-graduação, envolvendo duas coordenações do Instituto, além de oportunizar a estudantes e professores e desenvolvimento de pesquisas puras e aplicadas em suas áreas de conhecimento, fortalecerá os laços entre o IFTO e os arranjos produtivos locais, oferecendo material humano e recursos técnicos e tecnológicos oriundos de tais pesquisas. 8 3.1 Objetivos Geral • Atender esta demanda de qualificação pessoal e as metas futuras traçadas para este instituto no sentido de iniciar sua caminhada para a composição de um curso de MESTRADO PROFISSIONALIZANTE. 3.2 Objetivos Específicos • Propiciar aos profissionais das áreas de Telecomunicações e de Informática um conhecimento integrado nos dois campos; • Fornecer conhecimento atualizado e aprofundado sobre diversos aspectos das Telecomunicações associados à Informática; • Promover a melhoria do desempenho profissional dos participantes, capacitando-os para a adoção de técnicas que visem uma maior otimização e qualidade dos processos tecnológicos na área de Telecomunicações; • Oferecer conhecimento da tecnologia de ponta na área de Redes de comunicação; • Especializar e/ou atualizar tecnicamente profissionais que atuam ou que desejam atuar no segmento de Redes de Computadores; • Disponibilizar acesso às principais tecnologias utilizadas como pontos de referência no mercado (CISCO, Microsoft, Apple e Software Livre); • Atender esta demanda de qualificação pessoal e as metas futuras traçadas para este instituto no sentido de iniciar sua caminhada para a composição de um curso de MESTRADO PROFISSIONALIZANTE. • Fortalecer e incentivar a abertura de novos cursos de graduação, tanto tecnológico quanto bacharelado; • Subsidiar a criação e o fortalecimento de grupos de ensino e pesquisa; 9 • Contribuir para o surgimento de potencialidades para a pesquisa, mediante a participação de alunos de graduação em iniciação científica; • Contribuir para a criação e fortalecimento, na instituição, de linhas de pesquisa que respondam às necessidades regionais e ampliem o comprometimento institucional com o desenvolvimento da região; • Estimular a produção científica e tecnológica e o intercâmbio interinstitucional; • Fortalecer e estabelecer as condições para a criação de um programa de pósgraduação stricto sensu correlato à área. • Melhorar a qualidade de ensino com fortes repercussões no alunado. 4. Público Alvo • Professores do IFTO, capacitando e fomentando pesquisas; • Técnicos Administrativos do IFTO; • Alunos egressos promovendo a continuidade e aprimoramento do conhecimento; • Profissionais em geral que possuem formação na área de ciências exatas. 5. Concepção do programa Considerando o crescimento do IFTO, a abertura de novos cursos, incluindo-se cursos de nível superior, e com isso a necessidade de qualificar o seu quadro docente, o Programa de Pós Graduação em Telemática, visa iniciar a caminhada rumo a composição e oferta do curso de mestrado profissionalizante em Telemática. Para isso, é muito importante que seja iniciada uma cultura de pesquisa no IFTO e para tanto, esse programa de pós-graduação, envolvendo duas coordenações do Instituto, além de oportunizar a estudantes e professores e desenvolvimento de pesquisas puras e 10 aplicadas em suas áreas de conhecimento, fortalecerá os laços entre o IFTO e os arranjos produtivos locais, oferecendo material humano e recusros técnicos e tecnológicos oriundos de tais pesquisas. O curso pretende especializar mão-de-obra para atuar em postos de trabalho no setor público e privado, fornecendo sólidos conhecimentos práticos, com amplo apoio teórico para que o profissional seja capaz de atuar em áreas da computação e de telecomunicações. Pretende-se ainda incentivar amplamente a investigação científica, fornecendo aos estudantes base para o desenvolvimento de pesquisas de bom nível, servindo como alicerce para a construção de uma cultura acadêmica que servirá ao aluno como peça fundamental para a realização de uma pós-graduação strict sensu. 6. Coordenação Dados do coordenador: Helder Cleber Almeida Pereira, Mestre em Engenharia Elétrica com êfase em Telecom pela UnB-DF, professor DE do IFTO desde fevereiro de 2003. 7. Carga Horária O aluno do curso de pós-graduação em telemática ficará obrigado a cursar no mínimo 360 horas disponibilizadas na forma de cadeiras de no mínimo 30 horas cada. Durante o curso deverão ser ofertadas 12 disciplinas distribuídas em 12 meses, sendo ofertadas 8 no primeiro semestre e 4 no segundo semestre. Cada disciplina será ministrada no decorrer da semana no formato de 4 horas/aula semanais, divididas em 2 horas/aula por dia. Portanto, haverá 4 disciplinas ofertadas a cada dois meses. Dessa forma, serão ofertadas 2 disciplinas nas segundas e quartas e outras duas nas terças e quintas. 11 O quadro abaixo mostra a distribuição das disciplinas pelos meses que compõem o período letivo do curso, que sempre coincidirá com o período letivo das demais modalidades de curso oferecidas pelo IFTO. Disciplinas Meses 1 2 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Monografia O trabalho de conclusão do curso poderá ser realizado em 10 meses, a contar da data de encerramento das disciplinas, podendo ser prorrogado por mais 6 meses. No ítem 9 estão elencadas todas as disciplinas que podem ser ministradas durante o curso. Dentre a gama de disciplinas ofertadas apenas 12 serão oferecidas conforme parecer da coordenação com base no tipos de trabalhos monográficos propostos. 8. Período e Periocidade O curso poderá ser oferecido a cada 24 meses, ficando a critério da coordenação avaliar a capacidade de oferecimento de disciplinas, assim como o potencial de orientação. • Duração máxima: 1 ano e meio (com possibilidade de prorrogação por 6 meses); • A primeira turma do curso se iniciará em fevereiro de 2011 e terminará em julho de 2012, com prorogação possível até janeiro de 2013; • O curso será oferecido no período noturno, sendo ofertadas 8 disciplinas no primeiro semestre e 4 no segundo semestre. Semanalmente as aulas serão ofertadas no período noturno das 19:00 às 20: 40, seguida de 20 minutos de intervalo e a segunda etapa das 20:50 às 22:40. A duração da hora aula será de 50 minutos. 12 9. Conteúdo Programático Disciplina C.H. 1- Fundamentos de Redes de Computadores 30 - Topologia física da rede; - Arquitetura de rede: ponto a ponto, cliente-servidor e redes Mesh; - Modelo OSI; - Arquitetura TCP/IP; - Protocolos de Aplicação. Referência Bibliográfica. Básica: - TANNENBAUM, Andrew. Redes de Computadores. Ed. Campus, 2003 - COMER, Douglas E...Interligação em rede com TCP/IP; princípios, protocolos e arquitetura. Tradução: ARX Publicações. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 672p. v1. - FALBRIARD, Claude..Protocolos e aplicações para redes de computadores. São Paulo: Érica, 2002. 228p. - ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 362p. - FARREL, Adrian..Internet e seus protocolos (A); uma análise comparativa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 572p. Complementar: - SPORTACK, Mark A. TCP/IP Primeiros Passos. Ed. Ciência Moderna, 2007. - MATTHEWS, Jeanna..Rede de computadores; protocolos de internet em ação. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 203p. - SOUSA, Lindeberg Barros de..TCP/IP básico & conectividade em redes. São Paulo: Érica, 2002. 142p 2- Laboratório de Redes de Computadores 30 - Montagem e configuração de redes IPs; - Uso de aplicações de monitoramento. Referência Bibliográfica. Básica: - PINHEIRO, José Maurício S...Guia completo de cabeamento de redes. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 239p. - HAYAMA, Marcelo Massayuki..Montagem de redes locais; prático e didático. 3. ed. São Paulo: 13 Érica, 2002. 116p. - DIMARZIO, J. F...Projeto e arquitetura de redes. Tradução: SOUZA, Vandenberg D. de. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001. 370p. - CHOWDHURY, Dhiman Deb..Projetos avançados de rede IP; roteamento, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 380p. - TITTEL, Ed;BORELLI, WALTER DA CUNHA (Trad.).Teoria e problemas de rede de computadores. Tradução: BORELLI, WALTER DA CUNHA (Trad.);. Porto Alegre: Bookman, 2003. 264p. Complementar: - SCHRODER, Carla. Redes Linux Livro de Receitas. Ed. Alta Books, 2008. - VASCONCELOS, Laércio..Como montar e configurar sua rede de PCs; rápido e fácil. São Paulo: Pearson Education, 2003. 300p. - BERNAL, Paulo Sérgio Milano; FALBRIARD, Claude. .Redes de banda larga. São Paulo: Érica, 2002. 291p. 3- Servidores Linux 30 - Instalação e configuração de servidores; - DNS, NFS, RPC, SAMBA, Servidor Web, FTP e etc. Referência Bibliográfica. Básica: - HUNT, Craig..Linux; servidores de rede. Tradução: RÜDIGER, Deborah. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. 567p. - STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2004. 378p. - MORIMOTO, Carlos..Desvendando o Linux; torne-se um especialista nesse poderoso sistema operacional!. São Paulo: Digerati Books, 2004. 96p. - CARDOSO, Adilson da Silva..Desvendando os segredos do Linux; comandos e serviços. Rio de Janeiro: Brasport, 2004. 236p. - DANESH, Arman; Dominando o Linux: a Bíblia. Tradução: TORTELLO, João E. N.São Paulo: Makron Books, 2000. 574p. Complementar: - STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2004. 378p. - ZILLI, Daniel..Engenheiro Linux. Rio de Janeiro: Brasport, 2004. 142p. - GRIFFITH, Arthur; NORTON, Peter; Guia completo do Linux. 2. ed. Tradução: FACCHIM, 14 Sérgio São Paulo: Berkeley, 2002. 597p. 4- Gerência de Redes de Computadores 30 - Modelos de gerência de redes; - Estudo do SNMP; - Estudo de ferramentas de gerência. Referência Bibliográfica. Básica: - MAÑAS, Antonio Vico..Administração de sistemas de informação. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 282p. - TURBAN, Efraim; RAINER, R. Kelly. ; POTTER, Richard E.. Administração de tecnologia da informação. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 618p. - COSTA, Felipe.Ambiente de rede monitorado com Nagios e Cacti. Ed. Ciência Moderna, 2008. Redes locais com linux. Vigliazzi, Douglas. Ed. Visual Books, 2007. Complementar: - FARREL, Adrian. Network Management. Ed. Morgan Kaufmann, 2008. Guia do administrador de redes Linux. São Paulo: Digerati Books, 2005. 95p. - BIRRIEN, Jean-Yvon..Informação e management; iniciação à teoria dos sistemas. Tradução: Gabinete de Matemática Aplicada. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1970. 135p. 5- Projeto de Redes de Computadores 30 - Dimensionamento de rede física; - Dimensionamento de rede IP; - Planejamento de medidas de utilização de rede. Referência Bibliográfica. Básica: - STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2004. 378p. - SOARES NETO, Vicente; SILVA, Adelson de Paula. .Telecomunicações: redes de alta velocidade: cabeamento estruturado. 3. ed. São Paulo: Érica, 2002. 278p. v0. - MARIN, Paulo Sergio ..Cabeamento estruturado; desvendando cada passo: do projeto à instalação. 3. ed. São Paulo: Érica, 2009. 336p. - DERFLER, Frank J..Tudo sobre cabeamento de redes. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 247p. - CHOWDHURY, Dhiman Deb;VIEIRA, DANIEL (Trad.).Projetos avançados de rede IP; roteamen to, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, DANIEL (Trad.);. Rio de 15 Janeiro: Campus, 2002. 380p. Complementar: - VASCONCELOS, Laércio. Manual prático de redes. Ed. Laercio Vasconcelos, 2006. - TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas, HFC, estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001. 167p - PINHEIRO, José Maurício S...Guia completo de cabeamento de redes. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 239p. 6- Administração e Configuração de Dispositivos CISCO 30 - Configuração de roteadores CISCO; - Configuração de redes; - Protocolos de roteamento; Referência Bibliográfica. Básica: - XAVIER, Francisco C.; Roteadores Cisco: Guia Básico de Configuração e Operação; NOVATEC, 2004. - VÉSTIAS, Mário; Redes Cisco para Profissionais - 4ª Ed.; Lidel - Zamboni; 2009. - CHOWDHURY, Dhiman Deb..Projetos avançados de rede IP; roteamento, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 380p. - Guia do administrador de redes Linux. São Paulo: Digerati Books, 2005. 95p. - HAYAMA, Marcelo Massayuki..Montagem de redes locais; prático e didático. 3. ed. São Paulo: Érica, 2002. 116p. Complementar: - PAQUET, Catherine; Construindo Redes Cisco de Acesso Remoto; Makron Books, 2003. - WEBB, Karen; Construindo Redes Cisco Usando Comutação Multicamadas; Makron Books, 2002. - VASCONCELOS, Laércio..Como montar e configurar sua rede de PCs; rápido e fácil. São Paulo: Pearson Education, 2003. 300p. 7- Sistemas de Comunicação Móvel 30 - Padrões de redes celulares; - Padrões de banda larga sem fio. Referência Bibliográfica. Básica: - MOHER, Michael; HAYKIN, Simon; Sistemas Modernos de Comunicações Wireless; Bookman, 2008. 16 - NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA, 283p. Alencar, Marcelo Sampaio de; TELEFONIA CELULAR DIGITAL; Erica, 2004. - ROSS, John..Livro de Wi-Fi (O); instale, configure e use redes Wireless (sem fio). Tradução: ROLO, Marcos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003. 246p. - DORNAN..Wireless communication; o guia essencial de comunicação sem fio. Tradução: FREITAS, Fábio. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 304p. - TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas, HFC, estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001. 167p. Complementar: - FIORESE, Virgílio; Wireless – Introdução às Redes de Telecomunicação Móveis Celulares; Brasport, 2005. - GISLASON, Drew..Zigbee wireless networking. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 425p. - SVERZUT, José Umberto; Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS – Evolução a Caminho da Terceira Geração (3G); Erica, 2005. 8- Segurança de Redes de Computadores 30 - Segurança na camada de enlace; - Segurança na camada de rede; - Segurança na camada de aplicação. Referência Bibliográfica. Básica: - RUFINO, Nelson Murilo de O.; Segurançaem Redes sem Fio - 2ª ED. 2007; Novatec, 2007. - STALLINGS, William; Criptografia e Segurança de Redes; Prentice Hall, 2007. - ALDRICH, Douglas F.;NOLF, MARIA W. R. (Trad.).Dominando o mercado digital. Tradução: NOLF, MARIA W. R. (Trad.);. São Paulo: Makron Books, 2000. 284p. - MANDIA, Kevin; PROSISE, Chris. .Hackers; resposta e contra-ataque. Tradução: KRAMER, Adriana. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 499p. - THOMPSON, Marco Aurélio..Proteção e segurança na Internet. São Paulo: Érica, 2002. 244p. - MARCELO, Antonio..Segurança em Linux; um guia prático do administrador de sistemas seguros. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. 151p. Complementar: - NAKAMURA, Emilio Tissato; GEUS, Paulo Lício de; Segurança de Redes em Ambientes Cooperativos; Novatec, 2007. - HORTON, Mike; MUGGE, Clinton; HACK NOTES – Segurnaça de Redes, Campus, 2003. - MORENO, Edward David; PEREIRA, Fábio Dacêncio. ; CHIARAMONTE, Rodolfo Barros. Criptografia em software e hardware. São Paulo: Novatec, 2005. 288p. 9- Introdução aos Processos Estocásticos 30 17 - Probabilidade estatística; - Noções de estatística variável, aleatória e distribuição de frequência. Referência Bibliográfica. Básica: - ALENCAR, Marcelo Sampaio de; Probabilidade e Processos Estocásticos, Erica, 2009. - ALBUQUERQUE, Jose Paulo de Almeida e; Probabilidade, Variáveis Aleatórias e Processos Estocásticos, Interciencia, 2008. - MURRAY R. Spiegel,JOHN Schiller,R. ALU Srinivasan. Probabilidade e Estatśtica. BookMan, 2a edição, 2004. - MURRAY R. Spiegel. Probabilidade e Estatística. Makron, 2004. Complementar: - BORNIA, Antonio Cezar; BARBETTA, Pedro Alberto; REIS, Marcelo Menezes; Estatísticas para Cursos de Engenharia e Informática, Atlas, 2008. - MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira; Estatística Básica, Saraiva,2010. - DALMOLIN, Quintino..Ajustamento por mínimos quadrados. 2. ed. : UFPR, 2009. 179p. 10- Princípios de Telecomunicações 30 - Codificação e transmissão de sinal digital e analógico; - Modulação e Demodulação; - Propagação; - Análise de spectro. Referência Bibliográfica. Básica: - NASCIMENTO, Juarez do; Telecomunicações; Makron, 2004. - HAYKIN , Simon; Sistemas de Comunicação – Analógicos e Digitais, Bookman, 2004. - FERRARI, Antonio Martins..Telecomunicações; evolução e revolução. 8. ed. São Paulo: Érica, 2003. - FIORESE, Virgílio..Wireless; introdução às redes de telecomunicações móveis celulares. Rio de Janeiro: Brasport, 2005. - HSU, Hwei P.;PAIVA, Gustavo Guimarães (Trad.).Comunicação análogica e digital. 2. ed. Tradução: PAIVA, Gustavo Guimarães (Trad.);. Porto Alegre: Bookman, 2006. Complementar: - SOARES Neto, Vicente; Telecomunicações - Sistemas de Modulação; Erica, 2005. - MEDEIROS, Júlio Cesar de Oliveira; Princípios de Telecomunicações – Teoria e Pratica; Erica, 2004; - NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA. 11- Programação Para Redes de Computadores 30 18 - Conceito básico de programação de redes; - Manipulação de cabeçalho de protocolos; - Sockets. Referência Bibliográfica. Básica: - STEVENS, W. Richard, FENNER, Bill e RUDOF, Andrew M.. Programação de Rede UNIX Ed. Bookman - ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP internet; programação de sistemas distribuídos HTML,JAVASCRIPT e JAVA. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 492p. - Alves, Maicon Mello. Sockets Linux. Rio de Janeiro: Brasport, 2008. 328p. - Moraes, Gleicon da Silveira. Programação Avançada em Linux. Rio de Janeiro: Novatec, 2005. 208p. - TANENBAUM, Andrew S. Redes De Computadores – Ed. Campus. Complementar: - KERNINGHAN, Brian W. e RITCHIE, Dennis M. C A Linguagem De Programação - Ed. Campus. - SCHILDT, Herbert..C, completo e total. 3. ed. Tradução: MAYER, Roberto Carlos. São Paulo: Makron Books, 1997. 827p. - BOENTE, Alfredo..Aprendendo a programar em Java 2; orientado a objetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. 216p. 12- Comunicações ópticas 30 - Princípios de transmissão em fibra óptica; - Tipos de fibra; - Características dos sinais ópticos. Referência Bibliográfica. Básica: - AMAZONAS, José Roberto de Almeida. Projeto de Sistemas de Comunicações Ópticas – Ed. Manole - TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas, HFC, estruturadas, wireless.. São Paulo: Makron Books, 2001. - HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Introdução aos sistemas de comunicação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 - TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas, HFC, estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001 - BERNAL, Paulo Sérgio Milano; FALBRIARD, Claude. .Redes de banda larga. São Paulo: Érica, 2002. 19 Complementar: - RIBEIRO, José Antônio Justino. Comunicações ópticas – Ed. Érica. - ABDALLA Junior, HUMBERTO Redes De Comunicação Convergente - Tecnologias e protocolos Ed. UNB - STALLINGS, William..Redes e sistemas de comunicação de dados. São Paulo: Elevação, 2005. 13- Redes Móveis Convergentes 30 - Convergência na camada de aplicação; - Convergência na camada de transporte; - Convergência na camada de rede; - Convergência na camada de enlace; Referência Bibliográfica. Básica: - SVERZUT, Jose Umberto Redes Convergentes - Ed. ARTLIBER. - CHOU, Philip A.; SCHAAR, Mihaela van der.. .Multimedia over IP and wireless networks; compression, networking, and systems. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. - CHOWDHURY, Dhiman Deb;VIEIRA, DANIEL (Trad.).Projetos avançados de rede IP; roteamento, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, DANIEL (Trad.);. Rio de Janeiro: Campus, 2002. - SVERZUT, José Humberto..Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS; evolução e caminho da terceira geração (3G). São Paulo: Érica, 2005. - HAN, Zhu; LIU, And K. J. Ray. .Resource allocation for wireless networks; basics, techniques, and applications. New York: Cambridge, 2008. Complementar: - HAYKIN, Simon / MOHER, Michael. Introdução Aos Sistemas De Comunicação – Ed. BOOKMAN. - HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Sistemas modernos de comunicações wireless. Porto Alegre: Bookman, 2008. - GISLASON, Drew..Zigbee wireless networking. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 14- Tópicos Especiais em Redes de Comunicação 30 - Tecnologias atuais de redes de computadores. Referência Bibliográfica. Básica: - ROSS, Keith W. / KUROSE, James F. Redes De Computadores e a Internet – Ed. ADDISON WESLEY - COLCHER, Sérgio et al.VolP; voz sobre IP. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. - BERNAL, Paulo Sérgio Milano..Voz sobre protocolo IP; a nova realidade da telefonia. São 20 Paulo: Érica, 2007. - OLIVEIRA, Wilson José de..WAP; tecnologia e segurança. Florianópolis: Visual Books, 2000. - NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA. Complementar: - NAUGLE, Matthew G. Guia Ilustrado Do Tcp/ip – Ed. BERKELEY. - HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Sistemas modernos de comunicações wireless. Porto Alegre: Bookman, 2008. - FIORESE, Virgílio..Wireless; introdução às redes de telecomunicações móveis celulares. Rio de Janeiro: Brasport, 2005. 15- Protocolos de Comunicação 30 - DCCP; - SCTP; - RTP; - RTCP. Referência Bibliográfica. Básica: - COMER, Douglas E...Interligação em rede com TCP/IP; princípios, protocolos e arquitetura. Tradução: ARX Publicações. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 672p. v1. - FARREL, Adrian..Internet e seus protocolos (A); uma análise comparativa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 572p. - FALBRIARD, Claude..Protocolos e aplicações para redes de computadores. São Paulo: Érica, 2002. 228p. - ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 362p. - MATTHEWS, Jeanna..Rede de computadores; protocolos de internet em ação. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 203p. Complementar: - COSTA, Daniel Gouveia. Sctp - Uma Alternativa Aos Tradicionais Protocolos. Ed. CIENCIA MODERNA,2005. - PERKINS, Colin Rtp Audio/video Transport For The Internet – SAMS. - BERNAL, Paulo Sérgio Milano..Voz sobre protocolo IP; a nova realidade da telefonia. São Paulo: Érica, 2007. 198p. 21 16- Arquitetura TCP/IP 30 - Estudo do cabeçalho IP, TCP, UDP. Referência Bibliográfica. Básica: - COMER, E. Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP: Princípios, Protocolos e Arquiteturas. Editora Campus, 2007. - COMER, E. Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP: Projeto, Implementação e Detalhes Internos. Douglas Comer. Editora Campus, 2008. - SCRIMGER, Rob et al.TCP/IP; a bíblia. Tradução: FURMANKIEWICZ, Edson. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 642p. - ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 362p. - STALLINGS, William..Redes e sistemas de comunicação de dados. São Paulo: Elevação, 2005. 449p. Complementar: - Interworking with TCP/IP: Client-server programming and Applications. Douglas Comer. Editora Prentice-Hall, 2008. - SOUSA, Lindeberg Barros de..TCP/IP básico & conectividade em redes. São Paulo: Érica, 2002. 142p. - KRISHNAMURTHY, Balachander; REXFORD, Jennifer. .Redes para a Web; HTTP/1.1, protocolos de rede, caching e medição de tráfego. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 651p. 17- Tópicos em Sistema Operacional 30 - Modelo de sistema operacional; - Arquitetura de processadores. Referência Bibliográfica. Básica: - TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos.. Editora Pearson – PrenticeHall, 2006. - MACHADO, Francis Berenger. Arquitetura de Sistemas Operacionais. Editora LTC, 2006. - SILBERSCHATZ, Abraham ; GALVIN, Peter Baer. ; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 22 - DAVIS, William S...Sistemas operacionais; uma visão sistemática. Tradução: ALENCAR, Dalton Conde de. Rio de Janeiro: Campus, 1991. - FLYNN, Ida M.; MCHOES, Ann Mclver. .Introdução aos sistemas operacionais. Tradução: MENDES, Marcelo Alves. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. Complementar: - TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais: Projeto e Implementação. Editora Bookman, 2006. - OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva. ; TOSCANI, Simão Sirineo. Sagra Luzzatto Sistemas operacionais. 3. ed. Porto Alegre:, 2004. - CÔRTES, Pedro Luiz..Sistemas operacionais; fundamentos. São Paulo: Érica, 2003. 18- Técnicas de Otimização Combinatorial 30 - Introdução; - Simulated Annealing; - Algoritmos evolutivos. Referência Bibliográfica. Básica: - VIANA, Gerardo Valdisio Rodrigues. "Meta-heurísticas e programação paralela", UFC Edições Fortaleza 1998. - LINDEN, Ricardo, "Algoritmos genéticos", Brasport Rio de Janeiro 2008. - LAY, David C. "Álgebra linear e suas aplicações", LTC Rio de Janeiro 1999. - LIPSCHUTZ, Seymour. "Teoria e problemas de álgebra linear", Bookman Porto Alegre 2004. - MAIO, Waldemar de. "Álgebra", LTC Rio de Janeiro 2007. Complementar: - DIAZ A.; Glover F.; Ghaziri H.M.; Gonzalez J.L.; Laguna M.; Moscato P.; Tseng F.T. "Optimización Heurística y Redes Neuronales", Editorial Paraninfo, Primeira Edição, 1996. - AARTS E.; Korst J. "Simulated Annealing and Boltzmann Machines", Jhon Wiley & Sons, 1989. - GOLDBERG D.E. "Genetics Algorithms in Search, Optimization and Machine Learning", Addison Wesley, 1989. 19- Técnicas de Elaboração de Trabalho Científico 30 - Regras da ABNT e uso de ferramentas para formatação de texto científico Referência Bibliográfica. Básica: - SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico.. Editora Cartaz, 1999. 23 - TOMASI, Carolina. Comunicação Científica.. Editora Atlas, 2007. - APPOLINÁRIO, Fabio..Dicionário de metodologia científica; um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. - CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.. ; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. - Metodologia da pesquisa científica; guia prático para a apresentação de trabalhos científicos. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2006. Complementar: - CLÓVIS Roberto dos Santos.Monografias Científicas. Editora Avercamp, 2007. - DEMO, Pedro..Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. - MÁTTAR NETO, João Augusto..Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2002. 20- Seminário 30 - A depender do trabalho monográfico de cada estudante Referência Bibliográfica. Básica: - Dependente do projeto do estudante. Complementar: - Dependente do projeto do estudante 21- Metodologia de Pesquisa 30 Fornecer elementos teóricos fundamentais sobre o conceito de Ciência e suas implicações no desenvolvimento do pensamento ocidental; fornecer embasamento teórico de como realizar de modo sistemático: uma pesquisa bibliográfica da literatura, uma leitura crítica dos artigos selecionados, elaborar um resumo analítico-crítico dos mesmos e arquivar essas informações; possibilitar o discernimento e a capacidade de elaboração dos diferentes tipos de pesquisas científicas; fornecer elementos básicos que permitam estabelecer claramente o tema, problema e hipóteses de uma pesquisa científica; capacitar para realizar um delineamento de pesquisa e elaborar adequadamente um projeto de pesquisa. Referência Bibliográfica. Básica: - MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. .Metodologia do trabalho científico; procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório.... 7. ed. São Paulo: Atlas, 2001. - SEVERINO, Antônio Joaquim..Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 24 - DEMO, Pedro..Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2009. - YIN, Robert K...Estudo de caso; planejamento e métodos. 3. ed. Tradução: GRASSI, Daniel. Porto Alegre: Bookman, 2005. - MÁTTAR NETO, João Augusto..Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2002. Complementar: - APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica; um guia para a produção do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. 300p. - WANGENHEIM, Christiane Gresse von; WANGENHEIM, Aldo von. .Raciocínio baseado em casos. Barueri, SP: Manole, 2003. 293p. - THIOLLENT, Michel..Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 108p. 22- Estudo Orientado 1 30 Ementa definida conforme item 15. 23- Estudo Orientado 2 30 Ementa definida conforme item 15. 24- Introdução a TV Digital 30 Sistemas de Televisão Digital no Mundo Middlewares Modulação Analógica x Digital Codificação de Áudio e Vídeo Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) Codificação de Áudio e Vídeo Transmissão e Recepção Conversores Digitais Mobilidade Multiprogramação Middleware Ginga Referências Bibliográficas Básica: - MEGRICH, A. Televisão Digital – Princípios e Técnicas. São Paulo: Erica, 2009. - BECKER, V.; SQUIRRA, S. TV Digital.Br: Conceitos e Estudos sobre o ISDB-Tb. Cotia: Ateliê Editorial, 2009. - MONTEZ, C.; BECKER, V. TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil. Florianópolis: UFSC, 2005. - SAMPÁIO, M. Televisão Digital. São Paulo: Érica, 2007. - BRENNAND, E.; LEMOS, G. Televisão digital interativa: reflexões, sistemas e padrões. Vinhedo: Horizonte, 2007. - ABNT. Televisão digital terrestre — Sistema de transmissão . Rio de Janeiro: ABNT, 2007. - ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de vídeo, áudio e multiplexação Parte 1: Codificação de vídeo . Rio de Janeiro: ABNT, 2007. 25 - ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital Parte 1: Codificação de dados . Rio de Janeiro: ABNT, 2007. - ABNT. Televisão digital terrestre — Guia de operação Parte 3: Multiplexação e serviço de informação (SI) – Guia para implementação da ABNT NBR 15603:2007 . Rio de Janeiro: ABNT, 2008. Complementar: − MORRIS, S.; SMITH-CHAIGNEAU, A. Interactive TV Standards: A Guide to MHP, OCAP, and JavaTV. Focal Press, 2005. − BENOIT, H. Digital Television, Third Edition: Satellite, Cable, Terrestrial, IPTV, Mobile TV in the DVB Framework. Focal Press, 2008. − SCHWALB, E. M. ITV Handbook: Technologies and Standards. Prentice Hall, 2003. 25- Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o SBTVD 30 − Middleware Ginga − Ginga-NCL − NCL − Lua − Ginga-J − JavaDTV − Dispositivos Móveis − Múltiplos Dispositivos − Usabilidade para TV Digital − Acesso ao Canal de Interatividade − Convergência entre Web e TV Referências Bibliográficas Básica: - SOARES, L. F. G.; BARBOSA, S. D. J. Programando em NCL 3.0: Desenvolvimento de Aplicações para o Middleware Ginga, TV Digital e Web. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. - IERUSALIMSCHY, R. Programming in Lua. Rio de Janeiro: Lua.org, 2006. - PEREIRA, A. C. M; et al. Tópicos em Sistemas Colaborativos, Interativos, Multimídia, Web e Bancos de Dados. Belo Horizonte: SBC, 2010. - ABNT. Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital Parte 2: Ginga-NCL para receptores fixos e móveis – Linguagem de aplicação XML para codificação de aplicações . Rio de Janeiro: ABNT, 2007. - ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital Parte 5: Ginga-NCL para receptores portáteis – Linguagem de aplicação XML para codificação de aplicações . Rio de Janeiro: ABNT, 2008. - ABNT. Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão para radiodifusão digital Parte 6: Java DTV 1.3 . Rio de Janeiro: ABNT, 2010. Complementar: - MORRIS, S.; SMITH-CHAIGNEAU, A. Interactive TV Standards: A Guide to MHP, OCAP, and JavaTV. Focal Press, 2005. - BENOIT, H. Digital Television, Third Edition: Satellite, Cable, Terrestrial, IPTV, Mobile TV in the DVB Framework. Focal Press, 2008. - SCHWALB, Edward M. ITV Handbook: Technologies and Standards. Prentice Hall, 2003. 26 10. Corpo Docente No Professor Titulação 1 Augusto Cesar dos Santos Doutor 2 Carlos Eduardo da Silva Santos Mestre 3 Carlos Henrique Corrêa Tolentino Mestre 4 Cláudio de Castro Monteiro Mestre 5 Guilherme Bizarro Salve Doutor 6 Helder Cleber Almeida Pereira Mestre 7 Jonas Reginaldo de Britto Doutor 8 Francisco Nairton do Nascimento Mestre 9 Bruno Viana Coutinho Especialista 10 Francisco Willians M. Plácido Hirano Especialista 11 Manoel Campus da Silva Filho Especialista 12 Mauro Henrique Lima de Boni Especialista 13 Marinaldo Oliveira Santos Especialista Augusto Cesar dos Santos Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT (2001), mestrado em Engenharia Elétrica, Sistemas de Potência pela Universidade de São Paulo – USP (2004) e doutorado em Engenharia Elétrica na área de análise computacional aplicado a sistemas de distribuição de energia elétrica pela Universidade de São Paulo – USP (2009). É professor do Instituto Federal do Tocantins desde 2003, ministrando aulas para os cursos da área indústria e da área de construção civil. Principais áreas de interesse: técnicas de otimização, restabelecimento de energia, algoritmos evolutivos, reconfiguração de redes, fluxo de carga para sistemas de distribuição. Carlos Eduardo da Silva Santos Possui graduação em Ciências - Licenciatura Plena - Hab. Matemática pela Universidade de Rio Verde (2001) e mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005) . Atualmente é Professor Mestre da Universidade do Tocantins. Tem experiência na área de Matemática , com ênfase em Álgebra. Atuando principalmente nos seguintes temas: Alocação de Estados, Máquinas de Estados Finitos, Otimização, Ferramentas de Síntese, Algoritmo Genético. Carlos Henrique Corrêa Tolentino Possui Mestrado em Ciência da Computação em Modelagem e Análise de Restrições de Tempo Real no Escalonamento em Síntese de Alto Nível (2004). Atualmente é professor de informática 27 do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - IFTO desde 2009. em experiência na área de Ciência da Computação , com ênfase em Metodologia e Técnicas da Computação. Atuando principalmente nos seguintes temas: Restrições de tempo, Sistemas Embutidos, Síntese de Alto Nível. Claudio de Castro Monteiro Possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade da Amazônia (1990) e mestrado em Informática pela Universidade Federal da Paraíba (1997). Atualmente cursa o programa de doutoramento em Engenharia Elétrica na Universidade de Brasília - UnB, desenvolvendo tese que visa propôr uma arquitetura de QoS para garantir a qualidade de vídeo durante handoffs entre redes wireless heterogêneas. Além disso, é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do tocantins (licenciado para doutorado), líder do Grupo de Estudos em Redes Wireless (GEW). Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em desenvolvimento de sistemas operacionais, protocolos de rede, QoS/QoE e redes wireless. Guilherme Bizarro Salve Possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Lavras (1999), Especialização de Agentes de Inovação e Difusão Tecnológica pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica ABIPT e Universidade Federal de Tocantins (2008) e mestrado em Extensão Rural pela Universidade Federal de Santa Maria (2002). Doutor em Engenharia de Produção na EESC/USP. Possui experiência na área de Administração, com ênfase em Gestão de Pessoas, Gestão Escolar, Empreendedorismo e Administração de Tecnologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de pessoas, gestão por competências, gestão do conhecimento, gestão de TI, desenvolvimento de currículo, planejamento estratégico, associativismo, organização no meio rural, cooperativismo e administração geral. Helder Cleber Almeida Pereira Possui Graduação em Processameto de Dados pela Unitins (2001), Especialização em Rede de Computadores pela Fundação Universidade do Tocantins, Brasil(2003). Mestrado em Engenharia Elétrica, UNB(2010). É Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, Brasil desde 2003. Jonas Reginaldo de Britto Possui Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil (1998), Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Uberlândia (2009). É Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, Brasil desde 2004. Francisco Nairton do Nascimento Possui licenciatura em Ciências Agricolas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestrado em Fitotecnia pela Universidade Federal do Rio de de Janeiro. Professor titular do IFTO. Bruno Viana Coutinho Possui MBA em Gerência de Redes de Computadores pelo CEFET-RJ (2006). Atualmente é professor de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins 28 IFTO desde 2006. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em REDES DE COMPUTADORES. Francisco Willians M. Plácido Hirano Possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins (2001), possui uma especialização em Redes de Computadores (2003) e está concluíndo o mestrado em Linguística voltado para Texto e Hipertexto. Atualmente é professor do IFTO de Palmas. Tem experiência na área de Analise de Sistemas e Administração de Sistemas Livres. Manoel Campos da Silva Filho possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins (2003). É professor titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Linguagens de Programação, atuando principalmente nos seguintes temas: banco de dados, análise e desenvolvimento de sistemas cliente/servidor, desktop e web. Atualmente é mestrando em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília, na área Frameworks para Aplicativos em Televisão Digital, trabalhando com linguagens Java, NCL e Lua. Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, Brasil desde 2003. Mauro Henrique Lima de Boni Possui graduação em Tecnólogo Em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins (1995). Especialização em Desenvolvimento de Software Orientado a Objetos na Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil. Atualmente é professor titular da IFTO de Palmas. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas Inteligentes, atuando principalmente nos seguintes temas: Redes Bayesianas e Redes Neurais Artificiais. Marinaldo Oliveira Santos Possui graduação em Tecnologia Em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins (2002), Pós-Graduação - MBA em Gestão Pública. Atualmente é professor titular da Instituto Federal de Tecnologia de Palmas ministrando disciplinas nas áreas de análise de sistemas, engenharia de software, banco de dados, desenvolvimento web, atua como professor do curso de especialização latu censo em Banco de Dados na Faculdade Católica do Tocantins - TO, atua como analista em tecnologia da informação - Secretaria da Administração, realizando atividades na área de desenvolvimento de sistemas web na plataforma .NET e Java e Administração de Banco de Dados Oracle 10g. É pesquisador orientador do Projeto SIGA-EPT (MEC-SETEC) em Palmas-TO 11. Metodologia Durante o curso serão consideradas aulas expositivas com o uso de recursos audio-visuais que possam motivar os estudantes a encontrar os caminhos para a apropriação das informações, transformando-as em conhecimento para uso em sua vida profissional. Além disso, todas as disciplinas oferecidas durante o curso terão uma finalidade específica definida pelos orientadores dos trabalhos monográficos. Portanto, cada conteúdo trabalhado em 29 sala deverá ter aplicação direta ou indireta no trabalho de pesquisa a ser desenvolvido pelo estudante e seu professor orientador. Os trabalhos monográficos devem ser definidos logo no início do curso, tendo papel fundamental na aceitação do candidato ao curso. Isso possibilitará aos estudantes uma rica experiência, onde associarão a teoria e a prática aprendidas em cada disciplina ao seu trabalho de pesquisa, resultando em trabalhos com ampla base teórica aplicada a situações práticas do mundo real. Serão utilizadas também, duas ferramentas de acompanhamento do trabalho monográfico de cada estudante, que deverá ser sempre conduzido individualmente. Essas ferramentas são: • O Seminário: Esse seminário deverá ser apresentado logo após o término das disciplinas e deverá mostrar as intenções de pesquisa do estudante e de seu orientador. Uma banca com 2 professores do curso analisará a apresentação para verificar se a proposta está de acordo com o que se espera de uma monografia no curso, orientando o estudante para possíveis adaptações; • O Exame de Qualificação: Trata-se da apresentação dos resultados intermediários do trabalho de pesquisa e deve ser apresentado para uma banca formada pelos mesmos 2 professores que avaliaram o seminário. Essa apresentação deve ser feita entre o sexto e o nono mês do período para a realização da monografia, à critério do professor orientador, servindo de fonte para uma avaliação mais refinada dos resultados do trabalho, numa tentativa de direcionar o mesmo para uma boa publicação. 12. Tecnologia Nesse curso, além da tecnologia disponível nos laboratórios de computação, todas as aulas serão filmadas usando os recursos disponíveis no Núcleo de Educação à Distância do IFTO. Esses vídeos serão disponibilizados no ambiente de apoio à aprendizagem, gerenciado pelo software Chamillo, onde todos os estudantes terão acesso para poder revêr as aulas quantas vezes acharem necessário. Esse ambiente também estará disponível aos estudantes para possibilitar a interação entre professores e estudantes, através de fórums de discussão, chat, rotas de aprendizagem e todas as ferramentas disponibilizadas pelo software Chamillo. 13. Infra-Estrutura Física O IFTO-Campus Palmas possui infra-estrutura considerada adequada para o desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa relacionadas com o oferecimento do curso, tais como: • Sala de aula climatizada, dotada de mobiliário adequado às necessidades do grupo de alunos; 30 • Biblioteca informatizada, com acesso a revistas e periódicos relacionados às linhas de pesquisa referentes a este projeto, com sala de estudo individual e em grupo e com computadores para pesquisa. • Para cada livro referenciado na documentação das ementas de cada disciplina existem uma média de três exemplares; • Acesso ao portal de periódicos da CAPES; Embora o IFTO possua uma infra-estrutura de laboratórios de informática para dar suporte ao curso, entende-se que essa deve continuar sendo usada para a condução dos cursos hoje eferecidos. Sendo assim, o curso proposto poderá fazer usar um laboratório intinerante, que poderá ser montado em qualquer sala de aula disponível, visto que consistirá de 20 computadores. 14. Critérios de Seleção A seleção dos estudantes será composta de análise: a) Curriculum na plataforma Lattes, envolvendo seu histórico acadêmico, seu trabalho de conclusão de curso e sua experiência na área do referido curso, devidamente comprovadas; b) De cartas de recomendação (duas) de ex-professores do candidato, visando ratificar seu rendimento acadêmico; c) De carta de aceite por parte de um dos professores credenciados para orientar trabalhos de monografia no curso; d) De pré-projeto de pós-graduação, assinado juntamente com o orientador, indicando a linha de pesquisa, as metas do trabalho monográfico e as disciplinas a serem cursadas; e) De entrevista com o orientador e o coordenador do curso. 31 15. Sistemas de Avaliação A cada disciplina ministrada no mínimo duas avaliações deverão ser feitas com o aluno. A avaliação poderá ser materializada na forma de provas ou trabalhos, ficando isso a cargo do professor. Para obter o status de aprovado na disciplina, o estudante precisa alcançar uma média nessas duas avaliações igual ou maior que 7,0. Cada estudante pode reprovar em até duas disciplinas. Depois disso, o mesmo estará automaticamente desligado do curso. Sendo assim, caso haja reprovação, o estudante, a critério de seu orientador, poderá se matricular em uma das duas discipinas: Estudo Orientado 1 e/ou Estudo Orientado 2, que poderão ser conduzidas pelo orientador tendo como base as aulas já ministradas e disponíveis em vídeo para acesso pelo estudante. 16. Controle de Freqüência Para ser aprovado em cada disciplina, o estudante deverá obter no mínimo 75% de assiduidade. A assiduidade do aluno será controlada por meio de chamadas realizadas pelo professor a cada aula ministrada. 17. Trabalho de Conclusão Os trabalhos de monografia deverão ser apresentados no formato de artigos exigidos pela SBC ou IEEE, visando aderência aos congressos hoje existentes. Serão considerados aptos a serem apresentados, os trabalhos monográficos que tiverem sido objeto de artigo submetido e aprovado em congresso nacional ou internacional, a ser avaliado pelo programa de pós-graduação, seguindo preferencialmente os critérios estabelecidos pela CAPES no sistema QUALIS, podendo ser A, B ou C. Para isso, as ferramentas descritas no ítem 11 deverão ser amplamente utilizadas. 32 18. Certificação Os candidatos ao título de Especialista em Telemática terão que concluir o mínimo de 360 créditos, somando 12 disciplinas, sendo seis delas pertencentes a grade obrigatória do curso, além de possuir um projeto de pesquisa com resultados comprovados através do disposto no ítem 17 e aprovado por uma banca examinadora presidida pelo seu orientador e mais dois membros, sendo um externo ao IFTO. 19. Indicadores de Desempenho Visando avaliar o desempenho do curso, as seguintes metas foram definidas para 3 anos, com três processos seletivos: • Número de estudantes a serem formados: 90 • Índice médio de evasão admitido: 30% • Produção Científica: 10 • Grau de aceitação dos egressos: 80% 33