CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATUSENSU EM TELEMÁTICA
Projeto Pedagógico do Curso
Área: Ciências Exatas
Palmas – TO
Outubro/2010
Francisco Nairton do Nascimento
Reitor
Augusto Cesar dos Santos
Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação
Adriana Brito Aguiar Marques
Diretora de Pesquisa e Pós-Graduação
Octaviano Sidnei Furtado
Diretor-Geral - Campus Palmas
Liliane Flávia Guimarães da Silva
Diretora de Ensino - Campus Palmas
Itamara Milhomem dos Santos
Gerente Educacional das Áreas Tecnológicas II - Campus Palmas
Helder Cleber Almeida Pereira
Coordenador do Curso de Pós-Graduação
Equipe de Elaboradores:
Carlos Henrique Corrêa Tolentino
Cláudio de Castro Monteiro
Francisco Willians M. Plácido Hirano
Helder Cleber Almeida Pereira
Manoel Campus da Silva Filho
Mauro Henrique Lima de Boni
2
APRESENTAÇÃO
A proposição de um projeto de pós-graduação Latu-Sensu no Instituto Federal do
Tocantins visa contribuir com a Educação Tecnológica e Científica. Esta proposta de
formação de pesquisadores objetiva a produção de conhecimento que, efetivamente,
possa responder aos desafios que estão colocados para a aprendizagem nesta
área
no
Brasil
e
no
Estado
do
Tocantins, decorrentes das transformações
científico-tecnológicas.
O Instituto Federal do Tocantins se esforça na busca pela formulação e
implementação de uma política de qualificação dos seus docentes, gestores e técnicos
administrativos em educação, em todos os seus campi. Porém, as ações
governamentais
de
financiamento
precisam
ser
ampliadas
neste
instituto,
principalmente por ser uma região afastada dos grandes centros promotores de
programas de pós-graduação Stricto-Sensu, haja vista que a região Norte prima ainda
por oferta maior destes programas, conforme dados estatísticos disponíveis no sitio da
CAPES, além do que é fato a pequena presença de doutores formados nesta região
do país.
Almejando um projeto Stricto-Sensu propomos uma pós-graduação Latu-Sensu em
Telemática para fomentar pesquisa no IFTO, buscando publicações, envolvendo
professores, técnicos administrativos, alunos e comunidade em geral galgando dessa
forma para um ambiente acadêmico de pesquisa que será a base para um futuro
programa de pós-graduação Stricto-Sensu.
3
SUMÁRIO
1. Nome do Curso e Área do Conhecimento
5
2. Justificativa
5
3. Objetivos
8
3.1 Geral
9
3.2 Específico
9
4. Público Alvo
10
5. Concepção do programa
11
6. Coordenação
11
7. Carga Horária
12
8. Período e Periodicidade
13
9. Conteúdo Programático
14
10. Corpo Docente
29
11. Metodologias doscentes
31
12. Tecnologia
32
13. Infra-Estrutura Física
32
14. Critério de Seleção
33
15. Sistemas de Avaliação
34
16. Controle de Frequência
34
17. Trabalho de Conclusão
34
18. Certificação
35
19. Indicadores de Desempenho
35
4
1. Nome do Curso e Área do Conhecimento
Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu compreendem um conjunto de atividades de
ensino-aprendizagem, com o objetivo de conferir ao educando maior grau de
especialização em determinada área do saber e/ou de atividade profissional.
Com isso, é proposto um curso de pós-graduação latu-sensu na área de Ciências
Exatas, na modalidade presencial, denominado de Curso de Pós-graduação em
Telemática.
2. Justificativa
Conforme dados extraídos da CAPES, as regiões Sul e Sudeste concentram maior
número de programas de Pós-Graduação Stricto Sensu em nível de mestrado,
conforme Tabela 1.
Tabela 1 - Número de programas de pós-graduação em nível de mestrado, agrupado
por Região, 2002-2008.
Região
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
Centro-Oeste
56
68
67
71
86
89
94
Nordeste
145
167
178
202
216
221
249
Norte
32
38
45
49
64
66
69
Sudeste
266
308
300
318
348
371
382
Sul
162
185
178
194
211
234
236
Total
661
766
768
834
925
981
1030
Fonte: GEOCAPES/MEC
O Estado do Tocantins é carente de programas de Pós-Graduação Stricto Sensu,
conforme observado na Tabela 2, sendo oferecidos somente programas de mestrado
que ainda não conseguem atender toda a demanda da região.
Tabela 2 - Número de cursos de Mestrado por Grande Área, no Estado do Tocantins
Grande área
2003
2004
2005
2006
2007
2008
5
Ciências Sociais Aplicadas
0
0
0
0
1
1
Ciências Biológicas
0
0
0
0
0
1
Multidisciplinar
1
1
1
1
2
2
Ciências Agrárias
0
0
0
2
2
3
Total
1
1
1
3
5
7
Fonte: GEOCAPES/MEC
Sendo assim, capacitar e qualificar os recursos humanos do IFTO, de acordo com as
exigências dos tempos atuais, significa titular o seu quadro funcional de docentes e
técnico-administrativos em educação, para que a instituição possa auxiliar o país na
sua função social de aprimorar a prestação dos serviços públicos, integrando-a na
tarefa de se articular com os agentes econômicos, sociais e políticos, visando à
consolidação do desenvolvimento sócio-econômico do Estado brasileiro.
A política de formação e capacitação de Recursos Humanos está voltada para a
superação dos desafios impostos pela competitividade e pelo avanço da ciência e da
tecnologia, com ênfase no justo equilíbrio entre a plenitude de exercer a cidadania e a
necessidade cada vez mais imperiosa de se produzir e de se adequar às
contingências de um mundo cada vez mais globalizado.
Logo, uma ESPECIALIZAÇÃO na área proposta, viria atender esta demanda de
qualificação pessoal e as metas futuras traçadas para este instituto no sentido de
iniciar sua caminhada para a composição de um curso de MESTRADO
PROFISSIONALIZANTE.
Ações para capacitar docentes, formar e consolidar grupos de pesquisa nas área de
Computação e Engenharia Elétrica estão em andamento, a fim de se criar condições
favoráveis à oferta de um programa próprio de pós-graduação stricto sensu na área.
Esta perspectiva é muito importante para o Estado do Tocantins, uma vez que este
não possui nenhum programa de Mestrado na área de Computação e/ou Engenharia
Elétrica.
6
Por tudo o que foi exposto, é consistente dizer que o plano de qualificação dos
docentes é sem dúvida um elemento importante para o fortalecimento de linhas de
pesquisa no IFTO. Isso possibilitará aumentar a produção científica do IFTO e assim
viabilizar a criação de um programa de Mestrado na área.
Dessa forma, após levantamento feito junto às Instituições de Ensino Superior do
Estado do Tocantins, foi verificado que existe uma quantidade de egressos dos cursos
vinculados a area de informática gerada todo semestre oriundas principalmente de
cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação e Ciência da Computação, além
de cursos de Tecnologia, como é o caso dos Cursos de Tecnologia em
Desenvolvimento de Sistemas para a Internet e Tecnologia em Sistemas Elétricos,
oferecidos pelo IFTO.
Boa parte desses egressos, atua no mercado tocantinense, fortalecendo a mão-deobra especializada para o setor. Esses profissionais graduados, tem mostrado
interesse em se especializar ainda mais em sua área de atuação, gerando uma
demanda latente que motivou esse projeto.
Abaixo é apresentada uma tabela contendo essa demanda, expressa em números.
Fontes
Demanda
Palmas
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
90
Araguaína
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
32
Gurupi
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
14
Porto Nacional
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
9
Paraíso
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
11
Araguatins
Secretarias Estaduas e Municipais, empresas privadas e IES.
7
Total
163
Como pode ser notado, existe uma demanda significativa para um curso que possa
atender às necessidades de qualificação dos profissionais que atuam hoje no mercado
tocantinense, com graduação nas áreas de computação e eletrônica.
7
De acordo com o planejamento feito para 3 anos, o curso aqui proposto terá 3
processos de seleção, sendo realizado 1 a cada ano. Nesses processos, 30
candidatos serão selecionados de acordo com os critérios estabelecidos no ítem 15.
Considerando uma evasão de 20%, o que pode ser observado é que 21 estudantes
concluiriam o curso a cada ano, a contar da primeira turma. Mesmo assim, ainda é
considerada a hipótese de que apenas 50% desses estudantes consigam alcançar os
requisitos descritos nos itens 16, 17 e 18, resultando em 10 estudantes devidamente
certificados por ano de curso.
Esse resultado representa uma meta possível e viável e de importância fundamental
para que, após esse período cumprido, tenhamos a média de 10 publicações de
trabalhos científicos relevantes, julgados pelo sistema QUALIS, proposto pela CAPES
como um dos requisitos para aferir o nível das pós-graduações no país.
Assim, além de formar mão-de-obra qualificada para atuar nas áreas de informática e
telecomunicações, ainda será formado junto à coordenação de informática do IFTO,
uma identidade de pesquisa, que possibilitará, juntamente com a coordenação de
indústria (que estará com seu quadro de professores doutores ampliado), a elaboração
e submissão ao MEC, do projeto do Curso de Mestrado Profissionalizante em
Telemática.
3. Objetivos
Considerando o crescimento do IFTO, a abertura de novos cursos, incluindo-se cursos
de nível superior, e com isso a necessidade de qualificar o seu quadro docente, o
Programa de Pós Graduação em Telemática, visa iniciar a caminhada rumo a
composição e oferta do curso de mestrado profissionalizante em Telemática. Para
isso, é muito importante que seja iniciada uma cultura de pesquisa no IFTO e para
tanto, esse programa de pós-graduação, envolvendo duas coordenações do Instituto,
além de oportunizar a estudantes e professores e desenvolvimento de pesquisas
puras e aplicadas em suas áreas de conhecimento, fortalecerá os laços entre o IFTO e
os arranjos produtivos locais, oferecendo material humano e recursos técnicos e
tecnológicos oriundos de tais pesquisas.
8
3.1 Objetivos Geral
•
Atender esta demanda de qualificação pessoal e as metas futuras traçadas
para este instituto no sentido de iniciar sua caminhada para a composição de
um curso de MESTRADO PROFISSIONALIZANTE.
3.2 Objetivos Específicos
•
Propiciar aos profissionais das áreas de Telecomunicações e de Informática um
conhecimento integrado nos dois campos;
•
Fornecer conhecimento atualizado e aprofundado sobre diversos aspectos das
Telecomunicações associados à Informática;
•
Promover
a
melhoria
do
desempenho
profissional
dos
participantes,
capacitando-os para a adoção de técnicas que visem uma maior otimização e
qualidade dos processos tecnológicos na área de Telecomunicações;
•
Oferecer conhecimento da tecnologia de ponta na área de Redes de
comunicação;
•
Especializar e/ou atualizar tecnicamente profissionais que atuam ou que
desejam atuar no segmento de Redes de Computadores;
•
Disponibilizar acesso às principais tecnologias utilizadas como pontos de
referência no mercado (CISCO, Microsoft, Apple e Software Livre);
•
Atender esta demanda de qualificação pessoal e as metas futuras traçadas
para este instituto no sentido de iniciar sua caminhada para a composição de
um curso de MESTRADO PROFISSIONALIZANTE.
•
Fortalecer e incentivar a abertura de novos cursos de graduação, tanto
tecnológico quanto bacharelado;
•
Subsidiar a criação e o fortalecimento de grupos de ensino e pesquisa;
9
•
Contribuir para o surgimento de potencialidades para a pesquisa, mediante a
participação de alunos de graduação em iniciação científica;
•
Contribuir para a criação e fortalecimento, na instituição, de linhas de pesquisa
que respondam às necessidades regionais e ampliem o comprometimento
institucional com o desenvolvimento da região;
•
Estimular a produção científica e tecnológica e o intercâmbio interinstitucional;
•
Fortalecer e estabelecer as condições para a criação de um programa de pósgraduação stricto sensu correlato à área.
•
Melhorar a qualidade de ensino com fortes repercussões no alunado.
4. Público Alvo
•
Professores do IFTO, capacitando e fomentando pesquisas;
•
Técnicos Administrativos do IFTO;
•
Alunos
egressos
promovendo
a
continuidade
e
aprimoramento
do
conhecimento;
•
Profissionais em geral que possuem formação na área de ciências exatas.
5. Concepção do programa
Considerando o crescimento do IFTO, a abertura de novos cursos, incluindo-se cursos
de nível superior, e com isso a necessidade de qualificar o seu quadro docente, o
Programa de Pós Graduação em Telemática, visa iniciar a caminhada rumo a
composição e oferta do curso de mestrado profissionalizante em Telemática. Para isso,
é muito importante que seja iniciada uma cultura de pesquisa no IFTO e para tanto,
esse programa de pós-graduação, envolvendo duas coordenações do Instituto, além
de oportunizar a estudantes e professores e desenvolvimento de pesquisas puras e
10
aplicadas em suas áreas de conhecimento, fortalecerá os laços entre o IFTO e os
arranjos produtivos locais, oferecendo material humano e recusros técnicos e
tecnológicos oriundos de tais pesquisas.
O curso pretende especializar mão-de-obra para atuar em postos de trabalho no setor
público e privado, fornecendo sólidos conhecimentos práticos, com amplo apoio teórico
para que o profissional seja capaz de atuar em áreas da computação e de
telecomunicações.
Pretende-se ainda incentivar amplamente a investigação científica, fornecendo aos
estudantes base para o desenvolvimento de pesquisas de bom nível, servindo como
alicerce para a construção de uma cultura acadêmica que servirá ao aluno como peça
fundamental para a realização de uma pós-graduação strict sensu.
6. Coordenação
Dados do coordenador:
Helder Cleber Almeida Pereira, Mestre em Engenharia Elétrica com êfase em Telecom
pela UnB-DF, professor DE do IFTO desde fevereiro de 2003.
7. Carga Horária
O aluno do curso de pós-graduação em telemática ficará obrigado a cursar no mínimo
360 horas disponibilizadas na forma de cadeiras de no mínimo 30 horas cada.
Durante o curso deverão ser ofertadas 12 disciplinas distribuídas em 12 meses, sendo
ofertadas 8 no primeiro semestre e 4 no segundo semestre.
Cada disciplina será ministrada no decorrer da semana no formato de 4 horas/aula
semanais, divididas em 2 horas/aula por dia. Portanto, haverá 4 disciplinas ofertadas a
cada dois meses. Dessa forma, serão ofertadas 2 disciplinas nas segundas e quartas e
outras duas nas terças e quintas.
11
O quadro abaixo mostra a distribuição das disciplinas pelos meses que compõem o
período letivo do curso, que sempre coincidirá com o período letivo das demais
modalidades de curso oferecidas pelo IFTO.
Disciplinas
Meses
1
2
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Monografia
O trabalho de conclusão do curso poderá ser realizado em 10 meses, a contar da data
de encerramento das disciplinas, podendo ser prorrogado por mais 6 meses.
No ítem 9 estão elencadas todas as disciplinas que podem ser ministradas durante o
curso. Dentre a gama de disciplinas ofertadas apenas 12 serão oferecidas conforme
parecer da coordenação com base no tipos de trabalhos monográficos propostos.
8.
Período e Periocidade
O curso poderá ser oferecido a cada 24 meses, ficando a critério da coordenação
avaliar a capacidade de oferecimento de disciplinas, assim como o potencial de
orientação.
•
Duração máxima: 1 ano e meio (com possibilidade de prorrogação por 6
meses);
•
A primeira turma do curso se iniciará em fevereiro de 2011 e terminará em julho
de 2012, com prorogação possível até janeiro de 2013;
•
O curso será oferecido no período noturno, sendo ofertadas 8 disciplinas no
primeiro semestre e 4 no segundo semestre. Semanalmente as aulas serão
ofertadas no período noturno das 19:00 às 20: 40, seguida de 20 minutos de
intervalo e a segunda etapa das 20:50 às 22:40. A duração da hora aula será
de 50 minutos.
12
9.
Conteúdo Programático
Disciplina
C.H.
1- Fundamentos de Redes de Computadores
30
- Topologia física da rede;
- Arquitetura de rede: ponto a ponto, cliente-servidor e redes Mesh;
- Modelo OSI;
- Arquitetura TCP/IP;
- Protocolos de Aplicação.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- TANNENBAUM, Andrew. Redes de Computadores. Ed. Campus, 2003
- COMER, Douglas E...Interligação em rede com TCP/IP; princípios, protocolos e arquitetura.
Tradução: ARX Publicações. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 672p. v1.
- FALBRIARD, Claude..Protocolos e aplicações para redes de computadores. São Paulo: Érica,
2002.
228p.
- ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de
Janeiro:
Axcel Books, 2001. 362p.
- FARREL, Adrian..Internet e seus protocolos (A); uma análise comparativa. Rio de Janeiro:
Elsevier,
2005. 572p.
Complementar:
- SPORTACK, Mark A. TCP/IP Primeiros Passos. Ed. Ciência Moderna, 2007.
- MATTHEWS, Jeanna..Rede de computadores; protocolos de internet em ação. Rio de
Janeiro: LTC,
2005. 203p.
- SOUSA, Lindeberg Barros de..TCP/IP básico & conectividade em redes. São Paulo: Érica,
2002.
142p
2- Laboratório de Redes de Computadores
30
- Montagem e configuração de redes IPs;
- Uso de aplicações de monitoramento.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- PINHEIRO, José Maurício S...Guia completo de cabeamento de redes. Rio de Janeiro:
Campus,
2003. 239p.
- HAYAMA, Marcelo Massayuki..Montagem de redes locais; prático e didático. 3. ed. São
Paulo:
13
Érica, 2002. 116p.
- DIMARZIO, J. F...Projeto e arquitetura de redes. Tradução: SOUZA, Vandenberg D. de. Rio
de
Janeiro: Elsevier, 2001. 370p.
- CHOWDHURY, Dhiman Deb..Projetos avançados de rede IP; roteamento, qualidade de
serviço e
voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 380p.
- TITTEL, Ed;BORELLI, WALTER DA CUNHA (Trad.).Teoria e problemas de rede de
computadores. Tradução: BORELLI, WALTER DA CUNHA (Trad.);. Porto Alegre: Bookman, 2003.
264p.
Complementar:
- SCHRODER, Carla. Redes Linux Livro de Receitas. Ed. Alta Books, 2008.
- VASCONCELOS, Laércio..Como montar e configurar sua rede de PCs; rápido e fácil. São
Paulo:
Pearson Education, 2003. 300p.
- BERNAL, Paulo Sérgio Milano; FALBRIARD, Claude. .Redes de banda larga. São Paulo:
Érica,
2002. 291p.
3- Servidores Linux
30
- Instalação e configuração de servidores;
- DNS, NFS, RPC, SAMBA, Servidor Web, FTP e etc.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- HUNT, Craig..Linux; servidores de rede. Tradução: RÜDIGER, Deborah. Rio de Janeiro:
Ciência
Moderna, 2004. 567p.
- STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual
Books, 2004. 378p.
- MORIMOTO, Carlos..Desvendando o Linux; torne-se um especialista nesse poderoso sistema
operacional!. São Paulo: Digerati Books, 2004. 96p.
- CARDOSO, Adilson da Silva..Desvendando os segredos do Linux; comandos e serviços. Rio
de
Janeiro: Brasport, 2004. 236p.
- DANESH, Arman; Dominando o Linux: a Bíblia. Tradução: TORTELLO, João E. N.São
Paulo:
Makron Books, 2000. 574p.
Complementar:
- STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual
Books, 2004. 378p.
- ZILLI, Daniel..Engenheiro Linux. Rio de Janeiro: Brasport, 2004. 142p.
- GRIFFITH, Arthur; NORTON, Peter; Guia completo do Linux. 2. ed. Tradução: FACCHIM,
14
Sérgio São Paulo: Berkeley, 2002. 597p.
4- Gerência de Redes de Computadores
30
- Modelos de gerência de redes;
- Estudo do SNMP;
- Estudo de ferramentas de gerência.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- MAÑAS, Antonio Vico..Administração de sistemas de informação. 4. ed. São Paulo: Érica,
2002.
282p.
- TURBAN, Efraim; RAINER, R. Kelly. ; POTTER, Richard E.. Administração de tecnologia
da
informação. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 618p.
- COSTA, Felipe.Ambiente de rede monitorado com Nagios e Cacti. Ed. Ciência Moderna,
2008.
Redes locais com linux. Vigliazzi, Douglas. Ed. Visual Books, 2007.
Complementar:
- FARREL, Adrian. Network Management. Ed. Morgan Kaufmann, 2008.
Guia do administrador de redes Linux. São Paulo: Digerati Books, 2005. 95p.
- BIRRIEN, Jean-Yvon..Informação e management; iniciação à teoria dos sistemas. Tradução:
Gabinete de Matemática Aplicada. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1970. 135p.
5- Projeto de Redes de Computadores
30
- Dimensionamento de rede física;
- Dimensionamento de rede IP;
- Planejamento de medidas de utilização de rede.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- STATO FILHO, André..Domínio Linux; do básico aos servidores. 2. ed. Florianópolis: Visual
Books, 2004. 378p.
- SOARES NETO, Vicente; SILVA, Adelson de Paula. .Telecomunicações: redes de alta
velocidade:
cabeamento estruturado. 3. ed. São Paulo: Érica, 2002. 278p. v0.
- MARIN, Paulo Sergio ..Cabeamento estruturado; desvendando cada passo: do projeto à
instalação.
3. ed. São Paulo: Érica, 2009. 336p.
- DERFLER, Frank J..Tudo sobre cabeamento de redes. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 247p.
- CHOWDHURY, Dhiman Deb;VIEIRA, DANIEL (Trad.).Projetos avançados de rede IP;
roteamen to, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, DANIEL (Trad.);. Rio
de
15
Janeiro: Campus, 2002. 380p.
Complementar:
- VASCONCELOS, Laércio. Manual prático de redes. Ed. Laercio Vasconcelos, 2006.
- TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas,
HFC,
estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001. 167p
- PINHEIRO, José Maurício S...Guia completo de cabeamento de redes. Rio de Janeiro:
Campus,
2003. 239p.
6- Administração e Configuração de Dispositivos CISCO
30
- Configuração de roteadores CISCO;
- Configuração de redes;
- Protocolos de roteamento;
Referência Bibliográfica.
Básica:
- XAVIER, Francisco C.; Roteadores Cisco: Guia Básico de Configuração e Operação;
NOVATEC,
2004.
- VÉSTIAS, Mário; Redes Cisco para Profissionais - 4ª Ed.; Lidel - Zamboni; 2009.
- CHOWDHURY, Dhiman Deb..Projetos avançados de rede IP; roteamento, qualidade de
serviço e
voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, Daniel. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 380p.
- Guia do administrador de redes Linux. São Paulo: Digerati Books, 2005. 95p.
- HAYAMA, Marcelo Massayuki..Montagem de redes locais; prático e didático. 3. ed. São
Paulo:
Érica, 2002. 116p.
Complementar:
- PAQUET, Catherine; Construindo Redes Cisco de Acesso Remoto; Makron Books, 2003.
- WEBB, Karen; Construindo Redes Cisco Usando Comutação Multicamadas; Makron Books,
2002.
- VASCONCELOS, Laércio..Como montar e configurar sua rede de PCs; rápido e fácil. São
Paulo: Pearson Education, 2003. 300p.
7- Sistemas de Comunicação Móvel
30
- Padrões de redes celulares;
- Padrões de banda larga sem fio.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- MOHER, Michael; HAYKIN, Simon; Sistemas Modernos de Comunicações Wireless;
Bookman,
2008.
16
- NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA,
283p.
Alencar, Marcelo Sampaio de; TELEFONIA CELULAR DIGITAL; Erica, 2004.
- ROSS, John..Livro de Wi-Fi (O); instale, configure e use redes Wireless (sem fio). Tradução:
ROLO, Marcos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003. 246p.
- DORNAN..Wireless communication; o guia essencial de comunicação sem fio. Tradução:
FREITAS, Fábio. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 304p.
- TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas,
HFC,
estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001. 167p.
Complementar:
- FIORESE, Virgílio; Wireless – Introdução às Redes de Telecomunicação Móveis Celulares;
Brasport, 2005.
- GISLASON, Drew..Zigbee wireless networking. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 425p.
- SVERZUT, José Umberto; Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS – Evolução a Caminho da
Terceira
Geração (3G); Erica, 2005.
8- Segurança de Redes de Computadores
30
- Segurança na camada de enlace;
- Segurança na camada de rede;
- Segurança na camada de aplicação.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- RUFINO, Nelson Murilo de O.; Segurançaem Redes sem Fio - 2ª ED. 2007; Novatec, 2007.
- STALLINGS, William; Criptografia e Segurança de Redes; Prentice Hall, 2007.
- ALDRICH, Douglas F.;NOLF, MARIA W. R. (Trad.).Dominando o mercado digital.
Tradução:
NOLF, MARIA W. R. (Trad.);. São Paulo: Makron Books, 2000. 284p.
- MANDIA, Kevin; PROSISE, Chris. .Hackers; resposta e contra-ataque. Tradução: KRAMER,
Adriana. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 499p.
- THOMPSON, Marco Aurélio..Proteção e segurança na Internet. São Paulo: Érica, 2002.
244p.
- MARCELO, Antonio..Segurança em Linux; um guia prático do administrador de sistemas
seguros.
Rio de Janeiro: Brasport, 2003. 151p.
Complementar:
- NAKAMURA, Emilio Tissato; GEUS, Paulo Lício de; Segurança de Redes em Ambientes
Cooperativos; Novatec, 2007.
- HORTON, Mike; MUGGE, Clinton; HACK NOTES – Segurnaça de Redes, Campus, 2003.
- MORENO, Edward David; PEREIRA, Fábio Dacêncio. ; CHIARAMONTE, Rodolfo Barros.
Criptografia em software e hardware. São Paulo: Novatec, 2005. 288p.
9- Introdução aos Processos Estocásticos
30
17
- Probabilidade estatística;
- Noções de estatística variável, aleatória e distribuição de frequência.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- ALENCAR, Marcelo Sampaio de; Probabilidade e Processos Estocásticos, Erica, 2009.
- ALBUQUERQUE, Jose Paulo de Almeida e; Probabilidade, Variáveis Aleatórias e Processos
Estocásticos, Interciencia, 2008.
- MURRAY R. Spiegel,JOHN Schiller,R. ALU Srinivasan. Probabilidade e Estatśtica.
BookMan,
2a edição, 2004.
- MURRAY R. Spiegel. Probabilidade e Estatística. Makron, 2004.
Complementar:
- BORNIA, Antonio Cezar; BARBETTA, Pedro Alberto; REIS, Marcelo Menezes; Estatísticas
para
Cursos de Engenharia e Informática, Atlas, 2008.
- MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira; Estatística Básica, Saraiva,2010.
- DALMOLIN, Quintino..Ajustamento por mínimos quadrados. 2. ed. : UFPR, 2009. 179p.
10- Princípios de Telecomunicações
30
- Codificação e transmissão de sinal digital e analógico;
- Modulação e Demodulação;
- Propagação;
- Análise de spectro.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- NASCIMENTO, Juarez do; Telecomunicações; Makron, 2004.
- HAYKIN , Simon; Sistemas de Comunicação – Analógicos e Digitais, Bookman, 2004.
- FERRARI, Antonio Martins..Telecomunicações; evolução e revolução. 8. ed. São Paulo:
Érica,
2003.
- FIORESE, Virgílio..Wireless; introdução às redes de telecomunicações móveis celulares. Rio
de
Janeiro: Brasport, 2005.
- HSU, Hwei P.;PAIVA, Gustavo Guimarães (Trad.).Comunicação análogica e digital. 2. ed.
Tradução: PAIVA, Gustavo Guimarães (Trad.);. Porto Alegre: Bookman, 2006.
Complementar:
- SOARES Neto, Vicente; Telecomunicações - Sistemas de Modulação; Erica, 2005.
- MEDEIROS, Júlio Cesar de Oliveira; Princípios de Telecomunicações – Teoria e Pratica;
Erica,
2004;
- NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA.
11- Programação Para Redes de Computadores
30
18
- Conceito básico de programação de redes;
- Manipulação de cabeçalho de protocolos;
- Sockets.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- STEVENS, W. Richard, FENNER, Bill e RUDOF, Andrew M.. Programação de Rede UNIX
Ed. Bookman
- ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP internet; programação de sistemas distribuídos
HTML,JAVASCRIPT e JAVA. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 492p.
- Alves, Maicon Mello. Sockets Linux. Rio de Janeiro: Brasport, 2008. 328p.
- Moraes, Gleicon da Silveira. Programação Avançada em Linux. Rio de Janeiro: Novatec,
2005.
208p.
- TANENBAUM, Andrew S. Redes De Computadores – Ed. Campus.
Complementar:
- KERNINGHAN, Brian W. e RITCHIE, Dennis M. C A Linguagem De Programação - Ed.
Campus.
- SCHILDT, Herbert..C, completo e total. 3. ed. Tradução: MAYER, Roberto Carlos. São
Paulo:
Makron Books, 1997. 827p.
- BOENTE, Alfredo..Aprendendo a programar em Java 2; orientado a objetos. Rio de Janeiro:
Brasport, 2003. 216p.
12- Comunicações ópticas
30
- Princípios de transmissão em fibra óptica;
- Tipos de fibra;
- Características dos sinais ópticos.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- AMAZONAS, José Roberto de Almeida. Projeto de Sistemas de Comunicações Ópticas –
Ed. Manole
- TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas,
HFC,
estruturadas, wireless.. São Paulo: Makron Books, 2001.
- HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Introdução aos sistemas de comunicação. 2. ed. Porto
Alegre:
Bookman, 2008
- TOLEDO, Adalton Pereira de..Redes de acesso em telecomunicações; metálicas, ópticas,
HFC,
estruturadas, wireless.... São Paulo: Makron Books, 2001
- BERNAL, Paulo Sérgio Milano; FALBRIARD, Claude. .Redes de banda larga. São Paulo:
Érica,
2002.
19
Complementar:
- RIBEIRO, José Antônio Justino. Comunicações ópticas – Ed. Érica.
- ABDALLA Junior, HUMBERTO Redes De Comunicação Convergente - Tecnologias e
protocolos
Ed. UNB
- STALLINGS, William..Redes e sistemas de comunicação de dados. São Paulo: Elevação,
2005.
13- Redes Móveis Convergentes
30
- Convergência na camada de aplicação;
- Convergência na camada de transporte;
- Convergência na camada de rede;
- Convergência na camada de enlace;
Referência Bibliográfica.
Básica:
- SVERZUT, Jose Umberto Redes Convergentes - Ed. ARTLIBER.
- CHOU, Philip A.; SCHAAR, Mihaela van der.. .Multimedia over IP and wireless networks;
compression, networking, and systems. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
- CHOWDHURY, Dhiman Deb;VIEIRA, DANIEL (Trad.).Projetos avançados de rede IP;
roteamento, qualidade de serviço e voz sobre IP. Tradução: VIEIRA, DANIEL (Trad.);. Rio
de
Janeiro: Campus, 2002.
- SVERZUT, José Humberto..Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS; evolução e caminho da
terceira
geração (3G). São Paulo: Érica, 2005.
- HAN, Zhu; LIU, And K. J. Ray. .Resource allocation for wireless networks; basics,
techniques, and
applications. New York: Cambridge, 2008.
Complementar:
- HAYKIN, Simon / MOHER, Michael. Introdução Aos Sistemas De Comunicação – Ed.
BOOKMAN.
- HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Sistemas modernos de comunicações wireless. Porto
Alegre:
Bookman, 2008.
- GISLASON, Drew..Zigbee wireless networking. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
14- Tópicos Especiais em Redes de Comunicação
30
- Tecnologias atuais de redes de computadores.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- ROSS, Keith W. / KUROSE, James F. Redes De Computadores e a Internet – Ed. ADDISON
WESLEY
- COLCHER, Sérgio et al.VolP; voz sobre IP. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
- BERNAL, Paulo Sérgio Milano..Voz sobre protocolo IP; a nova realidade da telefonia. São
20
Paulo:
Érica, 2007.
- OLIVEIRA, Wilson José de..WAP; tecnologia e segurança. Florianópolis: Visual Books,
2000.
- NUAYMI, Loutfi..WIMAX; technology for broadband wireless access. : Wiley, 2007. USA.
Complementar:
- NAUGLE, Matthew G. Guia Ilustrado Do Tcp/ip – Ed. BERKELEY.
- HAYKIN, Simon; MOHER, Michael. .Sistemas modernos de comunicações wireless. Porto
Alegre:
Bookman, 2008.
- FIORESE, Virgílio..Wireless; introdução às redes de telecomunicações móveis celulares. Rio
de
Janeiro: Brasport, 2005.
15- Protocolos de Comunicação
30
- DCCP;
- SCTP;
- RTP;
- RTCP.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- COMER, Douglas E...Interligação em rede com TCP/IP; princípios, protocolos e arquitetura.
Tradução: ARX Publicações. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 672p. v1.
- FARREL, Adrian..Internet e seus protocolos (A); uma análise comparativa. Rio de Janeiro:
Elsevier,
2005. 572p.
- FALBRIARD, Claude..Protocolos e aplicações para redes de computadores. São Paulo: Érica,
2002.
228p.
- ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de
Janeiro:
Axcel Books, 2001. 362p.
- MATTHEWS, Jeanna..Rede de computadores; protocolos de internet em ação. Rio de
Janeiro: LTC,
2005. 203p.
Complementar:
- COSTA, Daniel Gouveia. Sctp - Uma Alternativa Aos Tradicionais Protocolos. Ed. CIENCIA
MODERNA,2005.
- PERKINS, Colin Rtp Audio/video Transport For The Internet – SAMS.
- BERNAL, Paulo Sérgio Milano..Voz sobre protocolo IP; a nova realidade da telefonia. São
Paulo:
Érica, 2007. 198p.
21
16- Arquitetura TCP/IP
30
- Estudo do cabeçalho IP, TCP, UDP.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- COMER, E. Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP: Princípios, Protocolos e
Arquiteturas. Editora Campus, 2007.
- COMER, E. Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP: Projeto, Implementação e Detalhes
Internos. Douglas Comer. Editora Campus, 2008.
- SCRIMGER, Rob et al.TCP/IP; a bíblia. Tradução: FURMANKIEWICZ, Edson. Rio de
Janeiro:
Campus, 2002. 642p.
- ALBUQUERQUE, Fernando..TCP/IP - Internet; protocolos & tecnologias. 3. ed. Rio de
Janeiro:
Axcel Books, 2001. 362p.
- STALLINGS, William..Redes e sistemas de comunicação de dados. São Paulo: Elevação,
2005.
449p.
Complementar:
- Interworking with TCP/IP: Client-server programming and Applications. Douglas Comer.
Editora
Prentice-Hall, 2008.
- SOUSA, Lindeberg Barros de..TCP/IP básico & conectividade em redes. São Paulo: Érica,
2002.
142p.
- KRISHNAMURTHY, Balachander; REXFORD, Jennifer. .Redes para a Web; HTTP/1.1,
protocolos
de rede, caching e medição de tráfego. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 651p.
17- Tópicos em Sistema Operacional
30
- Modelo de sistema operacional;
- Arquitetura de processadores.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos.. Editora Pearson – PrenticeHall, 2006.
- MACHADO, Francis Berenger. Arquitetura de Sistemas Operacionais. Editora LTC, 2006.
- SILBERSCHATZ, Abraham ; GALVIN, Peter Baer. ; GAGNE, Greg. Fundamentos de
sistemas
operacionais. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
22
- DAVIS, William S...Sistemas operacionais; uma visão sistemática. Tradução: ALENCAR,
Dalton
Conde de. Rio de Janeiro: Campus, 1991.
- FLYNN, Ida M.; MCHOES, Ann Mclver. .Introdução aos sistemas operacionais. Tradução:
MENDES, Marcelo Alves. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
Complementar:
- TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais: Projeto e Implementação. Editora
Bookman,
2006.
- OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva. ; TOSCANI, Simão Sirineo.
Sagra
Luzzatto Sistemas operacionais. 3. ed. Porto Alegre:, 2004.
- CÔRTES, Pedro Luiz..Sistemas operacionais; fundamentos. São Paulo: Érica, 2003.
18- Técnicas de Otimização Combinatorial
30
- Introdução;
- Simulated Annealing;
- Algoritmos evolutivos.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- VIANA, Gerardo Valdisio Rodrigues. "Meta-heurísticas e programação paralela", UFC
Edições
Fortaleza 1998.
- LINDEN, Ricardo, "Algoritmos genéticos", Brasport Rio de Janeiro 2008.
- LAY, David C. "Álgebra linear e suas aplicações", LTC Rio de Janeiro 1999.
- LIPSCHUTZ, Seymour. "Teoria e problemas de álgebra linear", Bookman Porto Alegre 2004.
- MAIO, Waldemar de. "Álgebra", LTC Rio de Janeiro 2007.
Complementar:
- DIAZ A.; Glover F.; Ghaziri H.M.; Gonzalez J.L.; Laguna M.; Moscato P.; Tseng F.T.
"Optimización Heurística y Redes Neuronales", Editorial Paraninfo, Primeira Edição, 1996.
- AARTS E.; Korst J. "Simulated Annealing and Boltzmann Machines", Jhon Wiley & Sons,
1989.
- GOLDBERG D.E. "Genetics Algorithms in Search, Optimization and Machine Learning",
Addison
Wesley, 1989.
19- Técnicas de Elaboração de Trabalho Científico
30
- Regras da ABNT e uso de ferramentas para formatação de texto científico
Referência Bibliográfica.
Básica:
- SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico.. Editora Cartaz, 1999.
23
- TOMASI, Carolina. Comunicação Científica.. Editora Atlas, 2007.
- APPOLINÁRIO, Fabio..Dicionário de metodologia científica; um guia para a produção do
conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004.
- CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.. ; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.
ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
- Metodologia da pesquisa científica; guia prático para a apresentação de trabalhos científicos.
2. ed.
Florianópolis: Visual Books, 2006.
Complementar:
- CLÓVIS Roberto dos Santos.Monografias Científicas. Editora Avercamp, 2007.
- DEMO, Pedro..Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000.
- MÁTTAR NETO, João Augusto..Metodologia científica na era da informática. São Paulo:
Saraiva,
2002.
20- Seminário
30
- A depender do trabalho monográfico de cada estudante
Referência Bibliográfica.
Básica:
- Dependente do projeto do estudante.
Complementar:
- Dependente do projeto do estudante
21- Metodologia de Pesquisa
30
Fornecer elementos teóricos fundamentais sobre o conceito de Ciência e suas implicações no
desenvolvimento do pensamento ocidental; fornecer embasamento teórico de como realizar de
modo sistemático: uma pesquisa bibliográfica da literatura, uma leitura crítica dos artigos
selecionados, elaborar um resumo analítico-crítico dos mesmos e arquivar essas informações;
possibilitar o discernimento e a capacidade de elaboração dos diferentes tipos de pesquisas
científicas; fornecer elementos básicos que permitam estabelecer claramente o tema, problema
e hipóteses de uma pesquisa científica; capacitar para realizar um delineamento de pesquisa e
elaborar adequadamente um projeto de pesquisa.
Referência Bibliográfica.
Básica:
- MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. .Metodologia do trabalho
científico;
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório.... 7. ed. São Paulo: Atlas,
2001.
- SEVERINO, Antônio Joaquim..Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez,
2005.
24
- DEMO, Pedro..Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2009.
- YIN, Robert K...Estudo de caso; planejamento e métodos. 3. ed. Tradução: GRASSI, Daniel.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
- MÁTTAR NETO, João Augusto..Metodologia científica na era da informática. São Paulo:
Saraiva, 2002.
Complementar:
- APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica; um guia para a produção do
conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2004. 300p.
- WANGENHEIM, Christiane Gresse von; WANGENHEIM, Aldo von. .Raciocínio baseado
em
casos. Barueri, SP: Manole, 2003. 293p.
- THIOLLENT, Michel..Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2004. 108p.
22- Estudo Orientado 1
30
Ementa definida conforme item 15.
23- Estudo Orientado 2
30
Ementa definida conforme item 15.
24- Introdução a TV Digital
30
Sistemas de Televisão Digital no Mundo
Middlewares
Modulação Analógica x Digital
Codificação de Áudio e Vídeo
Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD)
Codificação de Áudio e Vídeo
Transmissão e Recepção
Conversores Digitais
Mobilidade
Multiprogramação
Middleware Ginga
Referências Bibliográficas
Básica:
- MEGRICH, A. Televisão Digital – Princípios e Técnicas. São Paulo: Erica, 2009.
- BECKER, V.; SQUIRRA, S. TV Digital.Br: Conceitos e Estudos sobre o ISDB-Tb. Cotia:
Ateliê Editorial, 2009.
- MONTEZ, C.; BECKER, V. TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o
Brasil. Florianópolis: UFSC, 2005.
- SAMPÁIO, M. Televisão Digital. São Paulo: Érica, 2007.
- BRENNAND, E.; LEMOS, G. Televisão digital interativa: reflexões, sistemas e padrões.
Vinhedo: Horizonte, 2007.
- ABNT. Televisão digital terrestre — Sistema de transmissão . Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
- ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de vídeo, áudio e multiplexação Parte 1:
Codificação de vídeo . Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
25
- ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão
para radiodifusão digital Parte 1: Codificação de dados . Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
- ABNT. Televisão digital terrestre — Guia de operação Parte 3: Multiplexação e serviço de
informação (SI) – Guia para implementação da ABNT NBR 15603:2007 . Rio de Janeiro:
ABNT, 2008.
Complementar:
− MORRIS, S.; SMITH-CHAIGNEAU, A. Interactive TV Standards: A Guide to MHP,
OCAP, and JavaTV. Focal Press, 2005.
− BENOIT, H. Digital Television, Third Edition: Satellite, Cable, Terrestrial, IPTV,
Mobile TV in the DVB Framework. Focal Press, 2008.
−
SCHWALB, E. M. ITV Handbook: Technologies and Standards. Prentice Hall, 2003.
25- Desenvolvimento de Aplicações Interativas para o SBTVD
30
− Middleware Ginga
− Ginga-NCL
− NCL
− Lua
− Ginga-J
− JavaDTV
− Dispositivos Móveis
− Múltiplos Dispositivos
− Usabilidade para TV Digital
− Acesso ao Canal de Interatividade
− Convergência entre Web e TV
Referências Bibliográficas
Básica:
- SOARES, L. F. G.; BARBOSA, S. D. J. Programando em NCL 3.0: Desenvolvimento de
Aplicações para o Middleware Ginga, TV Digital e Web. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
- IERUSALIMSCHY, R. Programming in Lua. Rio de Janeiro: Lua.org, 2006.
- PEREIRA, A. C. M; et al. Tópicos em Sistemas Colaborativos, Interativos, Multimídia, Web
e Bancos de Dados. Belo Horizonte: SBC, 2010.
- ABNT. Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão
para radiodifusão digital Parte 2: Ginga-NCL para receptores fixos e móveis – Linguagem de
aplicação XML para codificação de aplicações . Rio de Janeiro: ABNT, 2007.
- ABNT. Televisão digital terrestre — Codificação de dados e especificações de transmissão
para radiodifusão digital Parte 5: Ginga-NCL para receptores portáteis – Linguagem de
aplicação XML para codificação de aplicações . Rio de Janeiro: ABNT, 2008.
- ABNT. Televisão digital terrestre – Codificação de dados e especificações de transmissão
para radiodifusão digital Parte 6: Java DTV 1.3 . Rio de Janeiro: ABNT, 2010.
Complementar:
- MORRIS, S.; SMITH-CHAIGNEAU, A. Interactive TV Standards: A Guide to MHP, OCAP,
and JavaTV. Focal Press, 2005.
- BENOIT, H. Digital Television, Third Edition: Satellite, Cable, Terrestrial, IPTV, Mobile TV
in the DVB Framework. Focal Press, 2008.
- SCHWALB, Edward M. ITV Handbook: Technologies and Standards. Prentice Hall, 2003.
26
10. Corpo Docente
No Professor
Titulação
1
Augusto Cesar dos Santos
Doutor
2
Carlos Eduardo da Silva Santos
Mestre
3
Carlos Henrique Corrêa Tolentino
Mestre
4
Cláudio de Castro Monteiro
Mestre
5
Guilherme Bizarro Salve
Doutor
6
Helder Cleber Almeida Pereira
Mestre
7
Jonas Reginaldo de Britto
Doutor
8
Francisco Nairton do Nascimento
Mestre
9
Bruno Viana Coutinho
Especialista
10
Francisco Willians M. Plácido Hirano
Especialista
11
Manoel Campus da Silva Filho
Especialista
12
Mauro Henrique Lima de Boni
Especialista
13
Marinaldo Oliveira Santos
Especialista
Augusto Cesar dos Santos
Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT
(2001), mestrado em Engenharia Elétrica, Sistemas de Potência pela Universidade de São Paulo
– USP (2004) e doutorado em Engenharia Elétrica na área de análise computacional aplicado a
sistemas de distribuição de energia elétrica pela Universidade de São Paulo – USP (2009). É
professor do Instituto Federal do Tocantins desde 2003, ministrando aulas para os cursos da área
indústria e da área de construção civil. Principais áreas de interesse: técnicas de otimização,
restabelecimento de energia, algoritmos evolutivos, reconfiguração de redes, fluxo de carga para
sistemas de distribuição.
Carlos Eduardo da Silva Santos
Possui graduação em Ciências - Licenciatura Plena - Hab. Matemática pela Universidade de Rio
Verde (2001) e mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de
Mesquita Filho (2005) . Atualmente é Professor Mestre da Universidade do Tocantins. Tem
experiência na área de Matemática , com ênfase em Álgebra. Atuando principalmente nos
seguintes temas: Alocação de Estados, Máquinas de Estados Finitos, Otimização, Ferramentas
de Síntese, Algoritmo Genético.
Carlos Henrique Corrêa Tolentino
Possui Mestrado em Ciência da Computação em Modelagem e Análise de Restrições de Tempo
Real no Escalonamento em Síntese de Alto Nível (2004). Atualmente é professor de informática
27
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins - IFTO desde 2009. em
experiência na área de Ciência da Computação , com ênfase em Metodologia e Técnicas da
Computação. Atuando principalmente nos seguintes temas: Restrições de tempo, Sistemas
Embutidos, Síntese de Alto Nível.
Claudio de Castro Monteiro
Possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade da Amazônia
(1990) e mestrado em Informática pela Universidade Federal da Paraíba (1997). Atualmente
cursa o programa de doutoramento em Engenharia Elétrica na Universidade de Brasília - UnB,
desenvolvendo tese que visa propôr uma arquitetura de QoS para garantir a qualidade de vídeo
durante handoffs entre redes wireless heterogêneas. Além disso, é professor do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do tocantins (licenciado para doutorado), líder do Grupo de
Estudos em Redes Wireless (GEW). Tem experiência na área de Ciência da Computação, com
ênfase em desenvolvimento de sistemas operacionais, protocolos de rede, QoS/QoE e redes
wireless.
Guilherme Bizarro Salve
Possui graduação em Administração pela Universidade Federal de Lavras (1999),
Especialização de Agentes de Inovação e Difusão Tecnológica pela Associação Brasileira das
Instituições de Pesquisa Tecnológica ABIPT e Universidade Federal de Tocantins (2008) e
mestrado em Extensão Rural pela Universidade Federal de Santa Maria (2002). Doutor em
Engenharia de Produção na EESC/USP. Possui experiência na área de Administração, com
ênfase em Gestão de Pessoas, Gestão Escolar, Empreendedorismo e Administração de
Tecnologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão de pessoas,
gestão por competências, gestão do conhecimento, gestão de TI, desenvolvimento de currículo,
planejamento estratégico, associativismo, organização no meio rural, cooperativismo e
administração geral.
Helder Cleber Almeida Pereira
Possui Graduação em Processameto de Dados pela Unitins (2001), Especialização em Rede de
Computadores pela Fundação Universidade do Tocantins, Brasil(2003). Mestrado em
Engenharia Elétrica, UNB(2010). É Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Tocantins, Brasil desde 2003.
Jonas Reginaldo de Britto
Possui Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade do Estado de Santa Catarina,
UDESC, Brasil (1998), Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de
Uberlândia (2009). É Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
Tocantins, Brasil desde 2004.
Francisco Nairton do Nascimento
Possui licenciatura em Ciências Agricolas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,
Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestrado em Fitotecnia
pela Universidade Federal do Rio de de Janeiro. Professor titular do IFTO.
Bruno Viana Coutinho
Possui MBA em Gerência de Redes de Computadores pelo CEFET-RJ (2006). Atualmente é
professor de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins 28
IFTO desde 2006. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em REDES
DE COMPUTADORES.
Francisco Willians M. Plácido Hirano
Possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins
(2001), possui uma especialização em Redes de Computadores (2003) e está concluíndo o
mestrado em Linguística voltado para Texto e Hipertexto. Atualmente é professor do IFTO de
Palmas. Tem experiência na área de Analise de Sistemas e Administração de Sistemas Livres.
Manoel Campos da Silva Filho
possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins
(2003). É professor titular do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins.
Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Linguagens de
Programação, atuando principalmente nos seguintes temas: banco de dados, análise e
desenvolvimento de sistemas cliente/servidor, desktop e web. Atualmente é mestrando em
Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília, na área Frameworks para Aplicativos em
Televisão Digital, trabalhando com linguagens Java, NCL e Lua. Professor do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, Brasil desde 2003.
Mauro Henrique Lima de Boni
Possui graduação em Tecnólogo Em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins
(1995). Especialização em Desenvolvimento de Software Orientado a Objetos na
Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR, Brasil. Atualmente é professor titular da IFTO
de Palmas. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Sistemas
Inteligentes, atuando principalmente nos seguintes temas: Redes Bayesianas e Redes Neurais
Artificiais.
Marinaldo Oliveira Santos
Possui graduação em Tecnologia Em Processamento de Dados pela Universidade do Tocantins
(2002), Pós-Graduação - MBA em Gestão Pública. Atualmente é professor titular da Instituto
Federal de Tecnologia de Palmas ministrando disciplinas nas áreas de análise de sistemas,
engenharia de software, banco de dados, desenvolvimento web, atua como professor do curso de
especialização latu censo em Banco de Dados na Faculdade Católica do Tocantins - TO, atua
como analista em tecnologia da informação - Secretaria da Administração, realizando atividades
na área de desenvolvimento de sistemas web na plataforma .NET e Java e Administração de
Banco de Dados Oracle 10g. É pesquisador orientador do Projeto SIGA-EPT (MEC-SETEC) em
Palmas-TO
11. Metodologia
Durante o curso serão consideradas aulas expositivas com o uso de recursos audio-visuais que
possam motivar os estudantes a encontrar os caminhos para a apropriação das informações,
transformando-as em conhecimento para uso em sua vida profissional.
Além disso, todas as disciplinas oferecidas durante o curso terão uma finalidade específica
definida pelos orientadores dos trabalhos monográficos. Portanto, cada conteúdo trabalhado em
29
sala deverá ter aplicação direta ou indireta no trabalho de pesquisa a ser desenvolvido pelo
estudante e seu professor orientador.
Os trabalhos monográficos devem ser definidos logo no início do curso, tendo papel fundamental
na aceitação do candidato ao curso. Isso possibilitará aos estudantes uma rica experiência, onde
associarão a teoria e a prática aprendidas em cada disciplina ao seu trabalho de pesquisa,
resultando em trabalhos com ampla base teórica aplicada a situações práticas do mundo real.
Serão utilizadas também, duas ferramentas de acompanhamento do trabalho monográfico de
cada estudante, que deverá ser sempre conduzido individualmente. Essas ferramentas são:
• O Seminário: Esse seminário deverá ser apresentado logo após o término das disciplinas e
deverá mostrar as intenções de pesquisa do estudante e de seu orientador. Uma banca com 2
professores do curso analisará a apresentação para verificar se a proposta está de acordo com o
que se espera de uma monografia no curso, orientando o estudante para possíveis adaptações;
• O Exame de Qualificação: Trata-se da apresentação dos resultados intermediários do
trabalho de pesquisa e deve ser apresentado para uma banca formada pelos mesmos 2
professores que avaliaram o seminário. Essa apresentação deve ser feita entre o sexto e o nono
mês do período para a realização da monografia, à critério do professor orientador, servindo de
fonte para uma avaliação mais refinada dos resultados do trabalho, numa tentativa de direcionar
o mesmo para uma boa publicação.
12. Tecnologia
Nesse curso, além da tecnologia disponível nos laboratórios de computação, todas as aulas serão
filmadas usando os recursos disponíveis no Núcleo de Educação à Distância do IFTO. Esses
vídeos serão disponibilizados no ambiente de apoio à aprendizagem, gerenciado pelo software
Chamillo, onde todos os estudantes terão acesso para poder revêr as aulas quantas vezes acharem
necessário.
Esse ambiente também estará disponível aos estudantes para possibilitar a interação entre
professores e estudantes, através de fórums de discussão, chat, rotas de aprendizagem e todas as
ferramentas disponibilizadas pelo software Chamillo.
13. Infra-Estrutura Física
O IFTO-Campus Palmas possui infra-estrutura considerada adequada para o
desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa relacionadas com o
oferecimento do curso, tais como:
•
Sala de aula climatizada, dotada de mobiliário adequado às necessidades do
grupo de alunos;
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•
Biblioteca informatizada, com acesso a revistas e periódicos relacionados às
linhas de pesquisa referentes a este projeto, com sala de estudo individual e em
grupo e com computadores para pesquisa.
•
Para cada livro referenciado na documentação das ementas de cada disciplina
existem uma média de três exemplares;
•
Acesso ao portal de periódicos da CAPES;
Embora o IFTO possua uma infra-estrutura de laboratórios de informática para dar
suporte ao curso, entende-se que essa deve continuar sendo usada para a condução
dos cursos hoje eferecidos. Sendo assim, o curso proposto poderá fazer usar um
laboratório intinerante, que poderá ser montado em qualquer sala de aula disponível,
visto que consistirá de 20 computadores.
14. Critérios de Seleção
A seleção dos estudantes será composta de análise:
a) Curriculum na plataforma Lattes, envolvendo seu histórico acadêmico, seu trabalho
de conclusão de curso e sua experiência na área do referido curso, devidamente
comprovadas;
b) De cartas de recomendação (duas) de ex-professores do candidato, visando
ratificar seu rendimento acadêmico;
c) De carta de aceite por parte de um dos professores credenciados para orientar
trabalhos de monografia no curso;
d) De pré-projeto de pós-graduação, assinado juntamente com o orientador, indicando
a linha de pesquisa, as metas do trabalho monográfico e as disciplinas a serem
cursadas;
e) De entrevista com o orientador e o coordenador do curso.
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15. Sistemas de Avaliação
A cada disciplina ministrada no mínimo duas avaliações deverão ser feitas com o
aluno. A avaliação poderá ser materializada na forma de provas ou trabalhos, ficando
isso a cargo do professor. Para obter o status de aprovado na disciplina, o estudante
precisa alcançar uma média nessas duas avaliações igual ou maior que 7,0.
Cada estudante pode reprovar em até duas disciplinas. Depois disso, o mesmo estará
automaticamente desligado do curso. Sendo assim, caso haja reprovação, o
estudante, a critério de seu orientador, poderá se matricular em uma das duas
discipinas: Estudo Orientado 1 e/ou Estudo Orientado 2, que poderão ser conduzidas
pelo orientador tendo como base as aulas já ministradas e disponíveis em vídeo para
acesso pelo estudante.
16. Controle de Freqüência
Para ser aprovado em cada disciplina, o estudante deverá obter no mínimo 75% de
assiduidade.
A assiduidade do aluno será controlada por meio de chamadas realizadas pelo
professor a cada aula ministrada.
17. Trabalho de Conclusão
Os trabalhos de monografia deverão ser apresentados no formato de artigos exigidos
pela SBC ou IEEE, visando aderência aos congressos hoje existentes.
Serão considerados aptos a serem apresentados, os trabalhos monográficos que
tiverem sido objeto de artigo submetido e aprovado em congresso nacional ou
internacional,
a
ser
avaliado
pelo
programa
de
pós-graduação,
seguindo
preferencialmente os critérios estabelecidos pela CAPES no sistema QUALIS,
podendo ser A, B ou C.
Para isso, as ferramentas descritas no ítem 11 deverão ser amplamente utilizadas.
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18. Certificação
Os candidatos ao título de Especialista em Telemática terão que concluir o mínimo de
360 créditos, somando 12 disciplinas, sendo seis delas pertencentes a grade
obrigatória do curso, além de possuir um projeto de pesquisa com resultados
comprovados através do disposto no ítem 17 e aprovado por uma banca examinadora
presidida pelo seu orientador e mais dois membros, sendo um externo ao IFTO.
19. Indicadores de Desempenho
Visando avaliar o desempenho do curso, as seguintes metas foram definidas para 3 anos, com
três processos seletivos:
•
Número de estudantes a serem formados: 90
•
Índice médio de evasão admitido: 30%
•
Produção Científica: 10
•
Grau de aceitação dos egressos: 80%
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Projeto Pedagógico do Curso