Fátima
TEATRO
Maria
INFANTIL
Alves
DE M A C E I Ö
Dissertação
Federal
ção
do
dade
E SUA
apresentada
de S a n t a
título
Brasileira,
sor
Neto
Doutor
em
Garcia,
Paulo.
F 1o r i a n õ p o l i s
1982
para
J
obte^
Literatura
a orientação
Clõvis
de S ã o
ã Universidade
Catarina,
de M e s t r e
s ob
REALIDADE
da
do Profes^
Universi--
Dissertação
defendida
em:
LITERATURA
COMISSÃO
JULGADORA
Prof.
Dr.
Raul
BRASILEIRA
Mario
Antelo.
,... '
Gu ida rin i
, *
y ------- -
Jifce-s-rtfe n te
Dr.
ClÕvis
Garcia
Ä minha
Para
mãe,
meus
irmaos
Abi gai 1 , M a r c e l o ,M a r i a n a e M i c h e l l e .
AGRADECIMENTOS
 Universidade
vés
da
concessão
Ao
concedido
para
da b o l s a
Governo
realizar
Federal
de A l a g o a s ,
pelo
apoio
atra
de e s t u d o s .
do
Estado
esta
de A l a g o a s ,
pelo
afastamento
tarefa.
I
A ClÕvis
realização
Vera
deste
Sarmento,
Geselita
Correia,
desta
pesquisa.
e Ahdrea
 todas
colaboração
A todos
lizâçlõ
orientador,
que
incentivou
a
trabalho.
de B r i t t o ,
Maravalhas
pela
como
A- F á t i m a
zinha
ceio,
Garcia,
desta tarefa.
as
B ia
Teixeira,
Rebolho,
pela
pessoas
fazem Teatro
que
amigos
para
que
força
Licks,
Tere
no e n c a m i n h a m e n t o
a conclusão
foram
I r en e Dietscni,
Valcíria
Guaraciaba,
do m a t e r i a l
os
Cristina
Infantil
desta
companheiros
em
M_a
tese .
para
a rea
Considerando
sobre
o Teatro
Infantil
década
de
1940,
merece
um t e a t r o
documentar
os
o desconhecimento
representado
e também por
digno
caminhos
para
que
nos
palcos
considerarmos
sua
esse
integração
teatro
da p o p u l a ç ã o
que
alagoanos
a criança
desde
a
precisa
e
na s o c i e d a d e ,
apresentou
de MaceiÕ
buscamos
ao p u b l i c o
infan
til.
Nossa
no B r a s i l
e em Maceiõ,
cional mente
vistas
mo
e os
c o m os
um e s p e t á c u l o
trata
analisa
alagoanos.
os
da
historia
textos
Através
dos
do T e a t r o
autores
de d a d o s
dos
Infantil
consagrados
jornais
e
nj*
entre^
componentes
foram montadas
arte,
pesquisa
do T e a t r o I n f a n t i l da t e r r a m o s t r a m o s
co
J
—
estas peças; também propomos novos caminhos
para
criativo
as q u a i s
proporcionam
tas
maceioenses,
lho
futuro
mais
apresentando
uma
ideias
informação
a fim de q u e os m e s m o s
consciente
e verdadeiro.
de
vários
mais
possam
educadores
precisa
desenvolver
aos
de
artis
um t r a b a
ABSTRACT
Considering
about
the
theatre
state
of A 1 a g o a s s i n c e
child, n e e d s
gration
been
and
playwhiters
Using
data
were
collected
aiming
and
o f the
produced.
tacles,
and
We
presenting
to h e l p
truer work
the
has
Theatre
deals
and
Know much
performed
Theatre
ideas
in
the
with
the
history
authors
n ew
and
we
that
of
the
reputed
have
how
theatre
brazilian
as w e l l .
interviews
show
with
the
these
plays
for c r e a t i v e
professionals
to d e v e l o p
inte
of c h i l d r e n .
of A l a g o a s ,
directions
in M a c e i o
future.
tendences
analyzing
'
her social
audience
of s everal
artists
the
of A l a g o a s
suggest
to h e l p
its
from newspapers
in t h e
do n o t
to
Maceio,
domestic
also
been
theatre
to d o c u m e n t
research
texts
participants
a good
tried
in B r a z i l
that
in M a c e i o
1 940, and c o n s i d e r i n g also that the
by A l a g o a s
Our
for c h i l d r e n
we
people
children
deserves
process,
presented
for
that
spec
of art,
a more
concious
INTRODUÇÃO
.........................
1.
A P r o p o s ta
2.
Metodologia
CAPITULO I -
..............
a ser Empregada
0 TEATRO
INFANTIL
NO
1. O T e a t r o
Infantil
e a realidade
2. B r e v e
3.
C A P T T U L O II-
notícia
0 Teatro
1. As
Luis
2.
Lavenère
A Presença
vimento
b r a s i l e i r a .....
em d e s e n v o l mento
........... ...........
INFANTIL
Tentativas:
Linda
DE M A C E I Ü
Mascarenhas
do T e a t r o
Clara Machado
Infantil
e
e o Desenvol
de M a c e i Õ . . . ........
C A P I T U L O I I I- OS C A M I N H O S DO E S P E T Á C U L O : A N A L I S E
1.1
........
............................................
de M a r i a
1. A D r a m a t u r g i a
.......
Estado
em A l a g o a s
DO T E A T R O
Primeiras
E EM A L A G O A S
de A l a g o a s : U m
Infantil
A HISTORIA
BRASIL
................
............................... ...........
- A Predominância
dos
Textos
de A u t o r e s
C o n s a g r a d o s ............ .................... -........
1.1.2
2.
- Os
Textos
A Encenação
2.1
- Os
dos
Autores
L o c a i s . . . . . . .....
..............................................
Espetáculos
de
Forma
Tradicional
........
C A P I T U L O IV - N O V O S C A M I N H O S P A R A 0 T E A T R O I N F A N T I L ...........
CONCLUSÃO
ANEXÕS
Historia
do T e a t r o
E n t r e v i s tas
Críticas
dos
F 6 tÜS
§ifeli ê§r af ía
Infantil
de M a c e i o
. ..................... ...........
Jornais
....................
......, ........ ..............
..... ; ...... '.................
INTRODUÇÃO
1.
A PROPOSTA
A limitação
a violência.
la
falta
vel»
de
Essa
violência,
liberdade,
tornando-a
amor e o sentimento
para
que
vai
carente
A arte,
mo,
constante
do
possamos
em M a c e i Õ ,
teatro
caminhou,
dores,
para
ples
fantasia,
pensar
sa
por
por
dificuldades
ausência
interesse
se
tenha
num
u ma
sociedade
nos
propomos
atuais
ser
gera
pe
insensí
que
passou
Infantil,
a qualidade
no e s t u d o
espetáculo
infantil
de b o m n í v e l .
por ond e
grupos,
a l é m da
sim
e aperfeiçoamento
de
futuro.
infantil,
por
o
ama^
capacidade
sõ e m M a c e i Õ ,
quer
■
o Teatro
intelectual
especializado,
amadores
os
a sua
da m o n t a g e m
de g r u p o s
e humanis
estudar
maior
não
o
indiferenciada.
entre
desenvolvimento
o Teatro
despertara
a evolução
desenvolver
possa
humano
dias
consciência
ela
quanto
de m a t e r i a l
com
um i n t e r e s s e
que
indivíduo
o teatro,
a criança
um m e l h o r
Sabemos
nos
a criança
poder acompanhar
as m u d a n ç a s
pelo qual
e questionar
livre,
presente,
de
do
interior.
ter no f u t u r o
proporcionar
vive
especificamente
indivíduo
afim
quais
transformar
mais
liberdade
o homem
de e m o ç ã o
No t r a b a l h o
Infantil
que
da
pas_
quer
falta
de
para
que
T o m a n d o a l g u m a f o r m a ideal do q u e s e r á a v a l i a d o c o m o
e l emen to in disp ensá vel para uma completa m o n t a g e m infantil, lembra
mo s Martine.z E s t r a d a : "0 T e a t r o I n f a n t i l n ã o d e v e s e r uma m i n i a t u
ra ds T e a t r o de a d u l t o s , n e m t a m p o u c o de r e p r e s e n t a ç õ e s e s p o r á d i
cas* t e n t a t i v a s m a i s ou m e n o s f e l i z e s ou i m p r o v i s a ç õ e s de bo a s o r
tes N ã eí 0 T e a t r o I n f a n t i l d e v e s e r , a n t e s de tudo., " u m t e a t r o "
flâ lriâi§ èëffipîëïë a ë ë p p ü da p a l a v r a .
Isso s i g n i f i c a que deverá
t! r Ufiiâ fUigfiêifliâ $f§priài c a r a c t è r e s p e r f e i t a m e n t e d e f i n i d o s , um
F i p ê P i i H i e s p ê i ü l q u a â b ã r q ü ê os ma i s d i v e r s o s g ê n e r o s : d r a m a , co
itiitj là* fà f*§è £ Qp è fâ t m© di a m u s i c a l , b a l l e t , e s p e t á c u l o s m i s t o s
e, s e b h ê t ü d o , uma l e g i ã o de a t o r e s p r o f i s s i o n a i s f o r m a d o s e e d u c a
dos p a r a i n t e r p r e t a r e s s e n o v o g ê n e r o , q u e p o r s u a í n d o l e e s p e c i a l ,
r e q u e r a r t i s t a s de uma g r a n d e f l e x i b i l i d a d e e q u e p o s s u a m os m a i s ’
2
diversos
a r t í s t i cos ”. ( 1 )
dons
í dentro
tro
Infantil
ta de
Teatro
2.
de M a c e i õ ,
um f e c u n d o
verificando
nas
dessa
suas
penhou
o Teatro
ponto
dizeram
a seguinte
cos
da
de u m a
de p a r t i d a
Infantil
mente
das
o Teatro
autores
Infantil
mentos,
longo
ao
local,
de s e u
que
verificação
ate
melhor
local,
desse
autores,
neste
histórica
c o m os
como
atores
se d e s e m
e l e i t u r a vde
jornalísti
de
peças
alagoanos
livros,
no e s t u d o
obedecendo
alagoanos ,especial-
com atores
organizadores
e diretores
trabalho
de a r q u i v o s
de a r t i s t a s
entrevistas
de
explorai
1 98 0 .
de M a c e i õ ,
importante
como
o Teatro
Infantil
um c a p í t u l o
Infantil
a realidade
de M a c e i õ .
dê A l a g o a s ,
por acharmos
1H0
a conquis,
realidade
orientação
Tea
geral
monta
de
periódicos
da
Teatro
e docu
dissertação
ao
desenvolvimento.
utilizada
minhos
uma
depoimentos
"0 T e a t r o
foi
da
para
o
com c a r a c t e rísticas
artistas,
pesquisa
do t e m p o
suporte
sera
os
entrevista
longo
como
partindo
uma
de M a c e i o ,
e diretores,
em M a c e i Õ ,
alternativas
pesquisa
Infantil
estratégia:
imprensa
examinar
EMPREGADA
Pesquisamos
que
para
iremos
montagens.
Trata-se
cujo
que
termos
infantil,
e acertos,
novas
METODOLOGIA
tÕrias
a f i m de
espetáculo
dúvidas
concepção
Brasileiro
introdutório
percorreu
Adicionamos
uma
importante,
de p e s q u i sa j ã q u e , e s s e
Estado
para
para
melhor
é
vez que
tão
Alagoana",
conhecermos
informação
u ma
não
e a Realidade
situa-lo
sobre
fizemos
conhecido
o
os
ca
junto
Estado
um traba-
nacionalmen
té í
Tivemos bastante dificuldades para coletar informaç8§! pF§Êi§à§ íjüâftiô àO eleneo c o m p l e t o das p e ç a s q u e f o r a m m o n t a á i i iffi M â ê i í S i
t a §ém(jrê öS. j O f n ä i s da c i d a d e i n f o r m a m c o m p r eci
§S8 i iiffliHlãVilrtientèi
doa g r u p o s t e a t r a i s l o c a i s , p e r
tíirânl i ê s c j â a d ô s f u n d a m e n t a i s p a r a a n o s s a p r e c i s ã o h i s t ó
rica.
R e c o r r e m o s ã S o c i e d a d e B r a s i l e i r a de A u t o r e s T e a t r a i s
a f i m de e n c o n t r a r o q u e nos f a l t a v a , c o m o t a m b S m p e ç a s i n f a n
f d r s m e n c e n a a a s a s s t è 1 9 4 8 a t i 1980,
Infelizmente, não con-
3
seguimos
turgia,
o que
desejávamos
alguns
textos
não
e conseqüentemente
na a n a l i s e
de
dram-a
foram estudados.
/
No
Teatro
Infantil
criança,
t e m de
resolvemos
e informativas
ra m e l h o r
final,
integrar
me n to h i s t o r i c o
da n e c e s s i d a d e
conhecer
os
complementar,
de e d u c a d o r e s
Como
colhemos
diante
os
anexo
do
do T e a t r o
com artistas,
Infantil
autores
teatro
gentilmente
artistas
diretores
deste
partes
mais
maceioense,
como
os
Teatro
concepções
também,
do m u n d o
incluir:
dos
fotografias
alagoanos
para
para
pa
e poético
o ficha-
as e n t r e v i s t a s
recortes
do
objetivas
criativo
resolvemos
e diretores,
ram
pelos
de
de v á r i a s
trabalho,
d o c u m e n t a r a m os e s p e t á c u l o s ,
mossapesquisa.
através
num
que
cedidas
procedimentos
de a r t e
alagoanos
que
que
jornais
que
fo
enriquecer
a
1.
Lúcia
Benedetti
M EC .
•- A s p e c t o s
S N T . 1969.
do T e a t r o
Infantil
- Rio
de J a n e i r o
I - C A P T T U L O
O TEATRO
INFANTIL
NO B R A S I L
E EM A L A G O A S
6
1.
0 TEATRO INFANTIL E A REALIDADE BRASILEIRA
O teatro
mente
na c o r t e .
infantil
A Princesa
r a l , representou
no B r a s i l
Isabel,
em f r a n c ê s ,
foi
desenvolvido
orientada
lTngua
oficial
pela
da
incial-
Condessa
cultura
de B a r
da é p o c a .
0 e x a g e r o no e m p r e g o da l í n g u a f r a n c e s a f e z c o m
Coelho
Neto
protestasse,
textos
em português
apregoando
e adequados
is
a necessidade
crianças
que
de se p r o d u z i r
da e p o c a
e do p a í s .
0 p r i m e i r o v o l u m e de t e á t r o i n f n a t i l , p u b l i c a d o
la L i v r a r i a
to e O l a v o
0 Corvo
Francisco
Bilac.
Alves,
Escrito
cas , Q u a n do
Coelho
eu
infantil
Neto;
consciência
forma
de
dos
existiu
"Torna-se
cenas
por
crianças.
Fez
procurando«
las
ou das
interesse
Neto,
de
Lúcia
com ele,
parceiro
para
:
A Avó e
Bone
Bilac.
o mundo
um p r o b l e m a
teatro
o seu
para
p o r aí
chalaças
Beneditti,
para
crian
Teatrinho
de u m
as
desa
repertório
representações
se e x i b e
em
tais
r e g a m b o l ei ras ,q ue
professor
de
tar^
literatura
era
e grande
homem
de
amigo
das
polêmico
em f r a n c ê s
nas
,
esco
f r a n c ê s " . (2 )
Coelho
que:
polêmico,
Neto
um t e a t r i n h o
recitativo
e possui,
reforça
§êu e s p í r i t o
dá
"Coelho
infantil,
e amigo
Também
em prol
as
com a o b s e r v a ç ã o
I §Liifiiffjiíi íé d i d á t i c a
aliado
peças
T o r t o ,As
como
a falta
ver o que
tam b é m em
süâ
psto.
de
e verso,
b a n i r o u s o do
Bilac,
tirada
está
Ne
arte.
ao e s c r e v e r
prosa
teatrinho
representações
N i i 0 ê ao
seguintes
trabalho
em peças
numerosa,
de O l a v o
tÍ8 §e a§ b e m
Coelho
teatros".(1 )
família
do s e u
um
sensível,
vezes,
Continuando
êbfá
por
(monólogo),
jã e x i s t i a
nesta
reproduzindo
Conforme
chefe
fazer
elaborada
vez mais
nossos
trabalho,
de se
infantis,em
crianças
to d e p r a v a m os
de
e Coelho
Da p e n a ,
tertúlias;
as
N e g r a , A Carta
interessados
cada
e peças
escolares.
continha
0 Pr es un ço so , 0 Mundo
mais
A falta
bafou:
assinado
f o r g r a n d e , 0 N a r i z, 0 M e n t i r o s o , de O l a v o
de u m a
sempre
veio
em versos,
A necessidade
ça
1905,
e a R a p o s a , A Borboleta
C a r a p u ç a , de
na
em
pe
da a u t o r a ,
Neto,
ainda
"Graças
ela
assim,
sobre
a obra
afirma
que
uma
ã iniciativa
g a n h a m o s ,em O l a v o
Infantil.Seus
elevada
de C o e
Bilac,
monólogos
um
n ã o en
7
velhecem
nem p e r d e m
de b e l e z a
sempre".
a graça.
primeiros
c o , debatendo
q u e r i a m se
peça mais
um a t o ,
Branca
meiro
Gõis,
trabalhos
um s a b o r
mineiro,
19 1 5.
Suas
o preconceito
da mã
vontade
alfabetizar
popular,
e s e r v i a m mais
encenada
seu
para
talento
de N e v e , considerada
trabalho
de
pureza,
educador,
em
revelando
Weisseman,
de
para
maestro
russo,
conseguiu
tinham
em
teatro
três
peças
o prólogo
foi
A Dona
realmente
atos,
A Editora
blico
um l i v r o
Pongetti,
Era
de
um t e a t r o
num
teatro
feito
para
a respeito
teatro
ou
numa
visar
um p a l c o ,
navam
a utilização
para
criança
como
i n d i c a v a m que
"em e s c o l a s ,
clubes
as
de
e casas
ta de S h e r l e l o c k
Holmes;
í
Cáda
como
simples,
eram
peças
que
Se e u
fosse
mãe;
no s e u
de N a t a l ,
eu
ti
Esco
de A e r o p l a n o .
e
dando
preparar
para
infantil.
uma
serie
tanto
instruções
pú;
Henrique
ao p ú b l i c o
que
ao
para
podia
impro
cenário,e
ensj_
dramáticos.
episódicas,
serem
os
au^
representadas
(4)
escreveram
Galho;
0 Valente
Auto
Camargo
algumas
feitas
as
Do is P f iiTíâjbJjJ l L Ö M i f ö .M u n d o ;
Alexandre
apresentava
os e f e i t o s
famílias".
Macaco
o prj_
e a Li n h a .
19 38,
Davam
de
foram
foi
de
Viagem
uma peça,
iluminação,
peças
opereta
é ? , Quando
representarem,
da m a q u i l a g e m p a r a
suas
em
Joracy
de j a n t a r .
de p e ç a s
A
com
C o m p r i d a , Cai xa
contribuições
crianças
sala
fazer
Estas
dâ s
cri an.ça:
suas
Sua
válido,
temos:
A Agulha
Olimpio,
da m o n t a g e m
Através
tores
para
estavam oferecendo
conselhos
ser
de
nã o
noBrasil.
de A s s i s
Jose
que
da C a s a,
com m úsica
0 P ã o , S e r B o n 1 to e Uma
de M a c h a d o
polenn
como i n c e n t i vo ã e d u c a ç ã o .
c a s a , S e r C u r i o s a , U m Se g re do , S a i a
Co w.- B o y , 0 G a ú c h o ,
Adaptou
grajn
publicar
p o p u l ar - d a q u el es
( m u s i c a d a ) , 0 E s p e l h o , 0 L e q u e , A C a r t a , Que e que
[ar,
uma
um f u n d o
de e d u c a d o r e p s i c ó l o g o .
radicado
suas
peças
crianças,
como
crianças
Entre
ver m i n h a
de
(3)
Carlos
seus
São
para
Transmissão
Os
Filhos
crianças
:
de P e n s a m e n t o ;
da L a v a d e i r a
e o Inteligente;
;
Prisionei-
fõ. de.. GÁie r ra j jtjj J O ô ã . . . V o n t a d e ; 0 F a n t a s m a ; L i ç ã o de H i s t ó r i a ;
A J r Ê I áê.Nb.é nà(
h.ô j e í 0 R e t r a t o M i s t e r i o s o ( l e n d a ia p o n e s a ) .
ê B (jf c<ü 1 h ò >
8
0 volume
foi
ceptividade .
1948,
apresentando
interesse
por
chega
a peça
párte
das
Infantil
autores
nacionais e s creven do
Apesar
tis,
de n ã o
tinha
sido,
Carlos
ter nenhuma
imensa
interprete
Gois.
Sendo
fissão,
adquirido
lhe
foi
difícil
seu
depoimento:
uma
a deliberação
das
limitações
ção"
Enquanto
n os
velhos
partisse
re
no
passado
de j o g a r
de p u r a
escrevia,
autora
numa
narrativa,
eu m e s m a
me
Pepe.
de t e x t o s
infan
de e s c o l a
teatro
concluir
no
através
de
fazer
em
0 Casaco
divertia
uma
de
Encantado
tanto
peça,
como
to
dentro
utilizar
atos,
termos
pro
conforme
possível,
três
de
infantil,não
Podia-se
em
de t e r
desta
o texto,
o mais
história
história
Francisco
alem
crianças.
uma
um
espectadora,
o compromisso
das
criação,com
aprendizagem
com o diálogo
e narrar
a meditar
para
fez
de e s c r e v e r
e tendo,
sobre
despertou
montagem
uma
carioca,
como
aus
criança.
encarregada
primária
que
para
para
tempos
bagagem
u ma c o m p a n h i a
teatro.Essa
e x p e r i en ci a c o m o
da c o m p r e e n s ã o
Pus-me
lugar
ficou
assumido
tradicional
em
faziam
experiência
rica
viajar
mei
curtos.
com caíorosa
e •C h i c o ,
especialmente
professora
"Tendo
técnica
que
Juca
a pedido, de um e m p r e s á r i o
apenas
também
de J a n e i r o
brasileiro
/
Benedetti
Lúcia
Rio
pessoas
o Teatro
infantil
ao
irvfantil:
com que
texto
na A r g e n t i n a ,
.
Em
tríaca
editado
ainda
"visão
nasceu
se
a
que
e audj[
assim
fosse
.
u ma
c r i a n ç a ". ( 5 )
0 e m p r e s á r i o n ã o a p r o c u r o u p a r a a r e a l i z a ç ã o da moji
tagem,
dos
desistindo
Estudantes,
lo.
Arrumou
"Os, À f t i S t à s
da e m p r e s a ,
foi
diretor
a autora
imãginã^
que
fáFiá
íiiaii pFí Mai p i i H è e I H e h H è t t e
frente*
criador
a realização
e companhia
Graça
Mello
/lôi*â
é f ig u r i ni s t a , G r a ç a
Acabava
que:
a respeito
fiitii §õ a q u é m
Hiáj <;8m íirii è M ü i e o
naHsta
para
Magno,
de m a i o r
do T e a t r o
do e s p e t á c u
sucesso:
U n i d o s “,
â p§§ã; f i ê â F i l
r ^ e U *
Paschal
o intermediário
empresário,
Depõe
pudêsiêffiôé
mas
de s e r
0 t e a t r n in í an + ;i
dá
"Tudo
da
o q u e eu ou o v e l h o
receptividade
realidade.
alegria
Nilson
Mello
A estréia
dó a u t o r m a i s
Morifiéâu*
Mây,
do p ú b l i c o
como
J ac i
Pena
quanto
fel i c í s s i
exigente,
Campos,
que
foi
Pepe
quanto
Fregolente,
estreava
como
Da
ce~
d i r e t o r " . ( 6)
l a n ç a d o no B r a s i l ,
.
p a r a c r i a n ç a s f o r a dos
em
1948
moldes
oficial
’onciaihabituais
9
Não era
mais
espetáculo
o teatro
de
repercussão
los
desse
Todos
que
arte,
foi
se
fizeram
conhecer,
tornou
a curiosidade
tava
acontecendo
estados
e o que
rias
que m o v e r i a
que
de
iriam
desta
abertura
fantil.
Pedro
nãstico
com 0 Sítio
ia C o s t a ;
creveu
Veiga
Rebelo
0 Balão
Serviço
ajudar
caiu
Todo
este
de
Teatro
Nacional
financeiramente
peças
goano,
Jorge
de
atiça, a t r a v é s
os
de
Lima,
da
das
va á r e a
artística.
teatro
autoridades
a u t ö r que
devera
lutar,
presários,
puser
rã@
do
deseje
pois
trata-se
dinheiro
da m o n t a g e m ,
literá
para
infantis,
o teatro
iii
no T e a t r o
Fenix
Maria
Costa
Gi_
Del
Filho
es^
Mel 1 o ;Si 1 vei ra
o interesse
subvenções
do e n t ã o
surgiram
para
e autor
peça.
admirador
três
para
aberto
desenvolvimento
da
lei:"0
de
dinheiro
teatro
Mas
o
cri
no
servirá
infantil
de e m
se el e
da d i f i c u l d a d e
ala
in
dessa
dificuldades
de e x c e ç ã o .
melho
do p o e t a
da a r t e
Estava
com grandes
terços
as
iniciativa
o autor
teatro
dois
para
dis
já
esta-
0 interesse
desper
a n u 1 a d o s 11. (9 )
Está
lãáô
ala
Animais.
Federal.
um c o n c r e t o
tempo,
de um
uma
textos
de G r a ç a
por
e grande
a sua
muito
infantil'.
estreavam
prêmios,
infantil,
o poeta
montar
durante
criados
Distrito
para
es^
espetáculos.
vereador
do
saber o que
vocações
de
despertou
primeiras
foram
Declarava
ao
e as
dos
sa
a ser
M á g i c o ; Odilo
Reino
novos
Câmara
centivo
No
importante
c r i a n ç a s .Mui tos
A m a r e l o ; no T e a t r o
0 A ne l
procurados
c r i a n ç a s ".(7)
importante
de O l i v e i r a
entusiasmo
1950,
infantis
as
no M a r , corn d i r e ç ã o
e interpretou
Em
res
Pica-Pau
do m o m e n t o .
espetáculo
criações
muito
e Pernambuco
de A l m e i d a , c o m
que
Sanipaio m o n t o u
foi
de
para
grandes
para
de e s p e t á c u
era
destinado
de
trabalhar
feliz,
do
por este
talentos,
0 desencadeamento
depois
Mas
com
crianças.A
tão
desejavam
E n c a n t a d o ,e s t a v a
um m u n d o
e artísticas,
que
foram
representando
foram visitados
para
o assunto
a noite.
pessoas
estavam
"0 Casaco
vanca
as
E ra
espetáculos
representar
o teatro
desprovidas
teatro.
Os
mas
por adultos
crianças,
no
opinar.
de t o d a s
brasileiros
feito
As
fila
necessário
ciar
nem o a m a d o r í s t i c o ,
profissional,
satisfatória.
gênero,
queriam
escolar,
iíitFé ÜS
éohi p ê
êssé
t^förhecida
autores
fosse
pelo
1 ei
sÕ
pára
foi
vigorar
o concurso
bem concorrido,
arquivo
e m 195 2.
inaugural
com
da S e c r e t a r i a
28 p e ç a s .
de
da
Prefeitura
Eis
a lista
Educação
do
Rio
fez
comple
de J a n e T
10
Rei
Eduardo
da B r u x a
Guaracy
0 Sapateiro
0 Feitiço
Maria
do
Joãozinho
0 Caso
anda
Pra
de R i t a
Pinheirinho
Moleque
Paschoal
Maria
João
Rosa
Encantado
do M o i n h o
de B o t a s
0 Aniversário
0 Canário
de V o v ó
Encantado
do
A princesinha
Açuca r
0 Caboclo
Rei
Torrão
-
Avelar
de A s s u n ç ã o
Galego
-
Avelar
de A s s u n ç ã o
Galego
-
M ar i a P a u l a
-
Gei sa
-
Ma ri a M e d e i r o s
-
Alice
Sonhador
-
Lúci o Fi u z a
-
Agnes
-
Amaral
-
Jorge
Uranga
Uranga
Silva
Gurgel
Jorge
0 Bobo
da
-
B ranca
-
An i ta L a c e
Corte
Triste
Si 1 vei ra C a m p o s
No
Reino
da B i c h o l â n d i a
-
José
da S i l v a
Os
Apuros
de u m G a b o l a
-
Ethel
Bauzer
-
Paulo
Magalhães
Vermelho
Heloisa
Natal
Brasileiro
e
Helena
F 1 ãvi o M o n t e i ro
As
premiadas
foram:
B e n e d i t t i \ J o a o Vai e n t e » de M a r i a
r i n h o . d o ..Na tá 1 , de
Paschoal
Embora
Joãozinho
Paula
de B a r r o s
recebida
cOhi o p â s s á r
iiltlèfÈiu â h a v e r
anda
pra
t r a s , de L ú c i a
Montei ro;e
Pinhei-
Longo.
a quantia
tèflhê s i â d i á t i à f â t d r i ã i
e cofri i è í i j
Landau
Joseph
-
Chapeuzinho
ç âi
Silva
Goldsmidt
e o Sacy
e o Negrinho
Monteiro
B ôs coli
A Fada
Zeca
de B.
de
D 'A g u a
0 Espantalho
e
Lunes
- Mar i a M e d e i ros
A BIi bli o t e c a
0 Soldadi nho
M.Ribeiro
S a l v a d o r Orti gão
de C a r o l i n a
Valente
0 Gato
Gargulo
Longo
E 1 i z e u C.
A Bruxa
Souto
Bruno Matarazzo
Sapeca
Faísca
0 Príncipe
Pinto
Benedetti
Alexandrino
do N a t a l
Sapatinhos
Pereira
Lúcia
Iras
do G a t o A m a r e l o
Aventura
Os
Alda
Sabida
Castro
para
do í t e m p o
um d e s i n t e r e s s e
as m o n t a g e n s
foi
ficando
em p r o d u z i r
na é p o c a
irrisória
textos
e pe-
1 Rfáhti s .
Por o u tro
Infantil
b ras i 1 e 1 ro : M a r i a
lado,
Clara
surge
um g r a n d e
Machado.
valor
Criando
para
o teatro
o seu m u n d o
encan-
tad o
com
fantoches,
iniciando
com
uma
partiu
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Maria
la-se
do
uma
criatura
teatro
Um dos
mundo
Clara
sucessivos
únicos
duas
horas.
criança.
tempo
teatro
infantis.
vencia.
falhas
para
acertar
assim
ad ul t o s ,
a Caminho
Lúcia
de B e l e m .
Benedetti,
passo
vários
quase
que
trabalha
a no s
no
de
"Reve
terreno
luta
somente
para
especificamente
não
deixou
apresentando
Profissionais
Bruno,
dificuldades
de s e r
como
faziam
se p r o p u n h a m
criou
tativa
de c r i a r
um c u r s o
nos
diz
mas
Lúcia
mais
e
de
as crian
para
o
Cardoso,
Nacional
teatro
teatrinho
nova
peça
durou
para
10
anos,
"rnuitos e s p e t á c u l o s
por grandes
garantia
para
Sérgio
Brito,
ajudar
aos
crianças,
de T e a t r o ,
infantil.
em
artis
do
-
teatro
a sobrevi
abandonar
os niais c a p r i c h o s o s
para
do
o impacto
t i v e r a m que
de
experiencias
B e n e d e t t i .(11)
perdeu
nenhuma
uma
como
representado
novidade,
Becker,
de
o hábito
desigualdades,
a trabalhar
o Serviço
algumas
apresentada
da n e c e s s i d a d e
assunto,
constava
as
desmoronar
no
fêz
apareciam,
Sérgio
Cacilda
também
era
infantil,
Partindo
Laura
-
Sua
o campo.
sonhos.
que e n t u s i a s
e eram
inexperien
1 9 6 2 , fez
0 programa
uma
do
teji
curso
do s e g u i n t e :
1 - 0 teatro
necêssidade
parãbôiàs,
de
fôrmas
Esbfêj
primitivas
Fédréis
Na t u r O z d
La
teatral
3
crianças.
infantil
c o n t a r e de o u v i r
2 - Grandes
as
por
a l t a q u a 1 ida d e " . ( 1 0 )
Sabag
as
poucos
ticamente
Fábio
Logicamente
Necete
lüssâ:
de
de
carioca
domingos
suficiente
aos
Btílâj
que
os
de e x c e ç ã o ,
tes
ao c a b o
Todos
0 teatro
As
e o Burro
segundo
funcionou
no B r a s i l
feito
dar o p r i m e i r o
espetáculos
t i v e r a m boa q u a l i d a d e " ,
r ez ,
ao
infantil
infantil.
com e s p e t á c u l o s
tas,
0 Boi
Machado,
A televisão
de
teatro
de N a t a l :
oferecendo
Seu
ças.
o
privilegiada
infantil,
experiências
para
Fadas,
de
dá
raízes
contar historias,
literárias.
Da
f ã b u l a s ,a p õ 1o g o ,
contos.
fabulistas
Fõntâine,
e suas
da
antiguidade.
Samaniego,
fabulistas
Origem
da
fã
ingleses,Tri
fabula.
- Narrativa
origem e natureza
das
oral.
fadas.
Folclore
Contistas
mundial
famosos.
e s
12
Grimm,
Perrault,
espTrito
teatral
4 - A criança
5 - Lendas
em
das
face
historias
folclóricas.
da n a r r a t i v a
b r a s i 1 e i r a s .A c r i a n ç a
fantástica.
em
face
dos
he
rói s m o d e r n o s .
6 - Livros e s c ritos e s p e c i a l m e n t e para c r i a n ç a s .
Andersen
James
Barrie,
Lewis
7 - Teatro
do.
Exemplo
de t e a t r o
C a r r o ! , etc.
didático
didático.
e sua
Leitura
utilização
e análise
em
de
todo
uma
o. m u n
peça
didá
tica.
8 - V a r i a s f o r m a s de t e a t r o i n f a n t i l . T e a t r o de S o m
bras,
Mamulengos,
marionetes
Marionetes.
Aula
das
Correa.
peças
Autores
do
de T e a t r o
livros
ram
programa
e por
de t e x t o s ,
infantil,
retiradas
fantil.
tico,
Ri o,
mais
tea tro
infantil
pioneiros
de
no B r a s i l .
teatro
levá-lo
a nível
do
livro
MEC-SNT
para
experimentado
avante
para
de h i s t ó r i a ,
de L ú c i a
para
que
de s o m b r a s »
Monteiro
Lobato,
criança.
no
se
com m a i o r
m a t e r i a l ' se
- 19 69 .
importante
foi
fim suspenso»
Pouquíssimo
teatro
teatrinho
Estudo
pi onei r a s .
Este
cional
de
e mamulengos.
9 - Literatura
Viriato
prática
Conservatório
pudesse,
rendimento
tem e s c r i t o
no B r a s i l .
Benedetti
publican
prático.
respeito
do
As
anotações
fo
- Aspectos
do T e a t r o
In
E um l e v a n t a m e n t o
o conhecimento
a
Na
da
de
certa
formação
forma
sinté
histórica
infanti1 .
do
•
i ta P a r o d i ,
ve s ê f efilQfidldO c o m o
Unia a r t e ,
diz que
acentua
"o
teatro
o caráter
para
de
crianças
fi c ç ã o
de
e de jo
90 j ê è t á l v ê ? Uirta das f o r m a s a r t í s t i c a s q u e o f e r e c e , m a i o r e s p o s s i b í t i ã â d è s jíãPâ S déãêfiVOÍ Vi üiênto de uma p e r s o n a l i d a d e i ntegrada'.'(l 2)
Aiüâ
1 tüêntâs o t é a t r o i n f a n t i l b r a s i l e i r o
necessita
4H%â>sagaa 8
eui d a d a s e s p e c i a i s de t o d a s as p e s s o a s
en~
v o l v i d a s na a r t e n a ra a c r i a n ç a . 0 a p o i o g o v e r n a m e n t a l é i r r i s S r i o
Au*'*«
^
-
:
;
: :
r i : : : : : i :c ;o oi pr ear a^t i ;v a: sr : ou
:
cr o n s e gIN
u eACEN
m u m- o sp r o—d u t o r
ses
para
es
es p e t ã ”
13
‘
culos,
peças
mo
mas
nem sempre
influi
Rio e S ã o
resultando
certa
de'.
na s ua
Paulo,
a realidade
do q u e . s e
Depõe:
teria
teatro
é outra.
cer.
Os
raras
de
A maior
preços
c o m os
pode
Nos
para
anos
crianças,
o panorama
das
Machado
infantis
produção.
Os
nenhum
infantil
grupo
como
Outro
teatro
infantil
exclusivo
los
cenários
pode
já
dos
difflôrar no
inicia
fora
adultos
âô
t:8 p a r a
aos
e s te
Porem
tâi.
" uma
no
Salvo
de
sair
teatro
nem
aos
parece,
teatro
amador
uma
aqui
espetácu
das
c a r a c t e r í s tj_
ao
adultos.
do
preparação
para
dois,
meses
que
mínima
ainda
três
ocorre
a
mal
fej_
aos
predomina
brasileiro,
no T a b l a d o " .
sério
mojn
Ri o i e x a t a m e n t e
Ao q u e
v ôo s
segun
mais
a^
ensaiando
(14)'
com a realidade
do
0 t e a t r o é d i r e i t o q u a s e que
de
algumas
cenário
domingos
d âluguel
porque
são q u ase
teatro
deixadas
pe
infantil.A. criança
ã tarde,
Elas
vagas
as
que
seis
nã o
horas
jogadas
para
e pago e relativament e
al
ira tanien to p r e c o n c e i t u o s o .
D ê v e “se
ra o u t r o
num
-
a l e n t a d o r " .(13)
perder
é destinada
teatro
a ofere
baixa.
limitadas
cartaz
e o espaço.
A sobra
ufflã s e s s ã o .para
íéatro;
quer
problema
adultos.
pouco
se e s t e n d e
é apenas
rna
A v e r d a d e , porém,
A pobreza
do
Um
em
despencadas.
fazemos
brasileiro
de q u e ,
sempre
máxima
infantil
horas
Rio.
Paris.
são q u a s e
inadequados.
a peça
Qualida
cenários
primários,
deformante-
ou
o sacrifício
diz que,
em
uma
existissem pouquíssimas
bem mais
figurinos,
peça
tem muito
duas
embora
coisas
u ma
Londres
praticamente
era
Clara
peças
na
50,
um a,
a
e Pouca
á conclusão
espetáculos
queimadas,
Ninguém,
Iorque,
já
de
em cartaz,no
v iv e m o s ' n u m p a r a í s o .
luzes
tos.
infantis
valem
de c u i d a d o
do a q u a l
Quantidade
levar
passar
co
ao d e s e j a d o ,
chega
em cartaz
Maria
antiga-e
onde
peças
para
centros
e sem criatividade.
as
do T a b l a d o ,
uma
Ri o,
não
as'
de A l m e i d a , r e c o l h e n d o
peças
em Nova
desse
pobres
Muita
25
corresponde
é geralmente
de p e ç a s
t os ,
no
se m o n t a m
grandes
e a qualidade
tagens
falta
Infantil:
crianças,
filhos
principais
teatro
n os
altos
confortável.
cas
Márcia
vista,
parte
sempre
los
1981,
de
com que
são
exceções,
casa
vezes
do q u e
para
sempre
nem
no m o m e n t o ,
ã primeira
Mesmo
muitas
em
"Teatro
portanto,
que,
de
fez
"Existem*
mais,
número
começo
A pressa
qualidade.
em apresentações
conclusão:
Muito
acontece.
muito
No
poimentos
isso
a que
Êdfti i s s o »
as
peças
o- n í v e l
ressaltar
também
sempre estão
da d i r e ç ã o
a mudança
sujeitas
sempre
de
um t e a t r o
quando e s t ã o em
e adaptado
aos
novos
pa
car
espã
14
ç o s . Muitas
vezes
esta
transf onnaçao
RarTssimo
tro
Infantil:
0 Tablado
"Trabalho/Espaço",
Casa
do V e n t o
montadas
peças
no
para
Forte",
quase
infantil
são
um t ipo
em São
que
e o atraso
de
público
ra q u e
as
crianças
z e r as
crianças
se
nhada
dos
me ia h o r a
filhos.
rigorosamente
defeito
Krugli,
Maria
os
do
ficou
parte
abriu
no
recentemente
"A
Lícia,onde
o público
não
não
Machado
que
f a z e m o tea^
as
crianças
teem estruturas
começa
"uma
nos
Fa^
teatros.
senhora
chegou
do e s p e t á c u l o .
Estava
ao s a b e r q u e
o horário
espantada
pa
o espetáculo.
constante
que
são
infantil.
do e s p e t á c u l o :
um h á b i t o
início
pioneira
Nídia
daqueles
teatros
enquanto
Clara
depois
para
início
tornou-se
Machado,
e o Teatro
por
ao
Clara
a o Tea^
acompa
fora
r e s p e i t a d o .(15)
As
los
especialmente
Illo
especial,
Lã,
destinado
exclusivamente
quanto
esperar
o espetáculo.
de M a r i a
Paulo,
divirtam
Conta
ao T a b l a d o
Rio,
criança,
Um g r a v e
tro
é o espaço
prejudica
crianças
se s e n t e m o f e n d i d a s ,
s ã o ma 1 d i r i g i d o s , c o n f o r m e
a seguinte
quando
pesquisa
os espetãcu,
de M á r c i a
de AJ_
me ida:
"Adalberto,
vezes
mais
acho muito
quando
muito
chato.Tem
tem mú s i c a
depressa.
casar
Quando
de s è r
te s ê f *
d É}Uê?
vou
tem umas
fazer
princesa.
tró irif âriti 1 ;
Virar
teatro
fêriás
I';hr
bem
vezes
muito
eles
tem príncipes.
tem que
grande.
mais
Gosto
acabam
A c a b o u " . (16)
brigar
têm p r í n c i p e , e
de g e n t e
Dá s o n o .
as
Não
eu
Ele s e m
com
gosto
tenho
divertida
uma
mais.
a menor
para
a gen
P â d r o , o i t o a n o s , um v e t e r a n o f r e q ü e n t a d o r do
b p i n i ã é s bein d e f i n i d a s s o b r e o q u e a s s i s t e :
êéiêU siliipfi
com cenários
não
m as
tatu-bola".(17)
"Na é p o c a
em
que
isso
ãs
pumba.
- "Muitas
Tem coisa
um
Tem mais:
e para
de t e a t r o ,
falam muito.
acostumou,
anos:
com a princesa
crescer,
vontade
oito
- "Gosto
em que
c õr .
Nem bem a gente
porç-ao de b i c h o s . M a s
anos:
peças
e muita
Luiza,
prê q u e r
seis
feitos
dâã
aulas
vou m e n o s , mas
quando
tea-
estou
18. QôStõ das peças b e m e s c r i tas ,e n g r a ç a d a s ,
•
0 que
ê um c e n á r i o
bem
feito?
Sei
lã
sõ
5 " í f e r e " t e - M 0 5 t*" * “»'«
r«1n>... 0 C h a p e u z i n h o i e r 6U P e " Sei
b o a ,c h e g a n d o 1ã, vi q u e era uma p o r c a r i a .
Sabe
o que
chateia?
se a g e n t e
fosse
ronzinho"...
Eles
um b e b e .
quando
A peça
ço",
família
de
u ma
teatro.
que
0 presente
net.es q u e m a m ã e
me
tudo
de
esta
mais
neira
palhaço.
de N a t a l
tenha
das
percepção
educativa
NOTÍCIA
sua
do N o r d e s t e
economia
de m a t é r i a
grande
bem
DE A L A G O A S :
g iu ,
- Bahia
Alagoas
sustenta
todos
áâ p à i s j
balho
âpénás
pêsquiââsj
éfâ ɧtãçlô
P 1 à H t á éfâ- ii
UM E S T A D O
dois
é um c a c h o r
"Fala
eu
Palha
gosto
muito
f o r a m umas
merio-
seus
nesta
década
o seu
nível
pois,
de 80,
de m a
partindo
e já d e b a t i d a s
poderá
criativo,
para
uma
da c r i a n ç a .
EM D E S E N V O L V I M E N T O
importantes
e uma
para
- o
poios
Estado
fonte
de d e s e n v o l v i
de A l a g o a s ,
praticamente
química,
com
inesgotável
desponta
como
uma
o Brasil.
engenho
de a ç u c a r
surgido
de d e s e n v o l v i m e n t o
limites
comporta
figurando
de 2 7 , 5
eãfiái
cruzamentos
dê ãfüéíàr*
Êstê
siíiridg êPêiéente
o maior
mil
de
Paulo,
genéticos
no s é c u
que
atin
quilometros
utilizando
é iiiií p e n t e
unstico
que
p r o d u t o r de
l u g a r - n a .e s c a l a
graças
qua
de
que
de
conseguiu
praticamente
a mesma
começa
têrri t õ r i a i s
em f e r r o e s a l g e m a ,
a despontar
produ
tra
oito
dup
do E s t a d o
no
Fortaleza
como
território
se
com a neces™
e João
também
1 i—
área
dê e x t r a o r d i na ri a i m p o r t â n c i a ,
racionalização dos s e r v i ç o s no s e t o r .
rico
açucar
a um i n t e n s i v o
e experiências
Cana-de-Açucar
3 0ut,:as e a P i t a i s n o r d e s t i n a s corno:
um s u b s o l o
centro
em s e g u n d o
i n f e r i o r a São
1 ei|a r)fii§ IÜi íüSfílá í§ l i m i t a ç õ e s
possui
do m u n d o
um p r o c e s s o
os
infantil
desenvolvimento
ã industria
Experimental
ca'f' ètíá p B t í b f S é
l6íUe
Mar
<
e á 1 ê c t 1 do N ô f d e s t e ,
anos
gostei
existentes
o primeiro
Alagoas
ção
foi
o do a d u l t o ,
e Pernambuco
investimento
basicamente,
dradõs
entre
destinada
de
que
e totalizante
Tendo
lo X V I I ,
o seu
diversificada
prima
opção
qualidade
para
Situado
mento
que
é que
e aperfeiçoando
dificuldades
um c a m i n h o
BREVE
eu m a i s
como
"Cachorrinho
um b o n e c o
ultimamente
teatro
encontrar
2.
falam:
a gente
d e u " . (18)
a mesma
do c o n h e c i m e n t o
eles
tratando
A verdade
que
espectativas , aprimorando
que
inho,
vendo
gostei
0
r a r as
em
Por exemplo,
todo mundo
ro e é m a r r o m .
sobre
falam
Fornece
Pessoa-
um p o t e n c i a l
nacional.
pod
A instalação
cos q u i l ô m e t r o s
micos,
da c a p i t a l ,
modificou
no
escolar",
da r e g i ã o .
que
preocupa
Essa
que
A estrutura
interior e sim
regiões
do p a í s ,
cada
mais
cando
vez
de a l f a b e t i z a ç ã o
tilha
cias
depois
de
turais
de c a d a
um d e l e s .
ciplinas
e métodos
Educação
e Cu.l t u r a .
que
o ano
letivo
poü
i n d u s t r i a i s quí
e social.
para
que
introduzida
acordo
se
possa
a
"cartilha
com a realidade
dar e x p e r i ê n c i a s
teóricas
sobre
da e d u c a ç ã o
copiava
da r e a l i d a d e
rural , s e n d o
Técnicos
a base
alagoanos
municípios
características
Com isto,
preparadas
local,
meio
de
necessário
captar
as
-
troca
ca£
carên
econômicas
u ma
o_u
problemas
elaboraram esta
sociais,
e cuj_
de . dis^
de
0 c a l e n d á r i o e s c o l a r m e r e c e u m o d i f i c a ç ã o , u ma
vez
reflete
laboratórios
o
sol i di fi
de g r a v e s
para
ca
do M i n i s t é r i o s
não
nos
foi
o
o interesse
aj_
de
estimular
diversos
suas
a
objetivo
19 g r a u .
e necessidades,
projetos
bases
Foi
tem por
dissociando-se
visitar
os
-'SALGEMA,
único
antiga
o êxodo
no
criando
sólida.
não
Química
econômico
e m e d u c a r de
"cartilha"
do
tras
estã
uma e s t r u t u r a
estudante
vive.
concentrando
futuro
se
Indústria
o desenvolvimento
A educação
cançar
da
a reaVidade
do e n s i n o r\o m e i o
rural
,
p r i n c i p a l m e n t e q u a n d o as a u l a s c o i n c i d e m c o m a c o l h e i t a das
safras
a g r í c o l a s , o q u e f a z as c r i a n ç a s i r e m p a r a a r o ç a e - a b a n d o n a r as au
l as .
0 ensino
ceber
uma
tornando
de 19 e 29 g r a u s ,
atenção especial,
os j o v e n s
ra c o n s e g u i r
se
com esta
enquanto
intensamente
impor
r ef or mul aç ão, começa e
o ensino
revoltados,
no m e r c a d o
de
superior
brigando,
re
se e s f a c e l a ,
competindo
Pja
trabalho.
0 c o c o , q u e já o c u p o u no p a n o r a m a n a c i o n a l o s e g u n
do
l u g a r em p r o d u ç ã o ,
c i a da e x p a n s ã o
gou
ao
cúmulo
necessidades
mitindo
assim
hoje
caiu
imobiliária
de A l a g o a s
das
zona
t e r de
industriais,
a ação
na
para
devido
pragas
a sétima
litorânea.
importar
ã falta
côco
de
posição
Esta
em decorrên
decadência
da A f r i c à
cuidado
na
para
-
che
suprir
cultura,
per
e doenças.
0 E s t a d o a l a g o a n o tem seu f o l c l o r e b a s t a n t e difundi
d®
na B r a s i l , E n t r e
t-âçã §3
os
foi g u e d o s ,p o d e m o s
dest-acar-.O R e i s a d o , u m f o l -
êê â ê ü l t u r s ç ã o p o r t u g u e s a » d a n ç a d o e c a n t a d o c o m r i c a o r n a m e n
s o b r ê s s â i n d o 9s c h a p é u s e n f e i t a d o s de f i t a s d o u r a d a s , e s t r e ”
1â§ ê §ê nél h i nhos * Ê iíi t o d a s as r e p r e s e n t a ç õ e s os l u g a r e s de d e s t a i^ue s ao
U M ,
destinados
aoâ p e r s o n a g e n s
cjüâ Bifnulam p e q u e n a s
lutas
como
o Rei,
de e s p a d a s
a Rainha,
entre
reis
Mateus
e a
e fidalgos
17
'Tem uma
função
tocando,
religiosa,
cantando
devocional.
louvações,
E um r a n c h o
repetindo
alegre
a historia
que
sai
do n a s c i m e n t o ,
de
Jesus.
0 A uto
dos
Guerreiro,
é um f o l g u e d o
sultado
fusão
Auto
da
dos
gens:
Rainha,
imitando
possibilidades
de N a t a l
surgido
Reisados
Caboclinhos,
Re i,
jam-se
de
da
alagoanos
dois
antigos
trajes
econômicas.
Usam
chãpeus,
diademas,
sequência
de
cantigas
dançadas
"marchas"
apenas
cantigas
dançadas
e danças
denominadas
características
originou-se
a estrutura
dos
mais
conhecido
e difundido
folguedo
sêpio
com jornadas
de é p o c a
Mestra,
dÕes,
na
Pastor,
azul
cabeça
c o m as
e encarnado
chapéus
feitos
cores
de
de
dos
prõ ê p e r c u r s ã o
lata
de
ou da
em peq u e n o s
dança
Pa 1 marê’
§ íiô s ê c U l ô
nheciáâ
por
cabo e sem
Epifania.
tem
consta
e finalizadas
Reisados.
portugueses
(França),
de A l a g o a s .
uma
são:
se
S e m os
ou
acompanhando-se
tampa,
Contra
dois
de
co_r
,
pandeiros
de
a sucessos
de
P re
aventais
enfeitados
F acompanhado
tex
do
A. M e s t r a ,
blusas,
o
profanas
dividem em
saias,
anti_
sendo
fragmentação
religiosas
que
Maracatu,
provavelmente
fitas
religio
c o njunto, de
so
folguedos
Taieiras
surgido
A Banda
de
que
são
cultiva
e Baianas.
dos
• Na
Quilombos
Pífanos
dos
também
co
contribui
pa
Zábüniba,
cultura,
râ S engfãii tiêêi üiêHid n a c i o n a l
íiSFgê dê Lifllâ? P õ f ú ê á
recebeu
o Estado
rias f i g u r a s
dé M i r a n d a *
8
sempre
de
autos
geralmente
e na m u s i c a ,
éàftip da
Hüj
grupos
também outros
como:
Alagoano
XVÍIÍ,
arvore
e sanfonas.
municípios
térriôs o C ô c o
filó,
de
e
com
personagens
Referem-se
violões
Alagoas
dos
com
ou
ao g o s t o
" p e ç a s ", i n t e r e a l a d a s
e danças
usando
Tra
uma
popular
(vermelho),
palhinha
0 auto
persona
et c.
enfeites
da P r o v e n ç a
etc.
re
de
dos
Pastorinhas,
cordões.
do n a s c i m e n t o
Seus
como
precedidas
constitui
canções
variados.
Diana,
Noêis
diálogos
soltas,
e estilos
especiais
sos
e s e m os
dos
1928,
desaparecido
com adaptações
et c.
chamou-se
ou
Brilhante,
espelhos,
coroas,
guardando
declamados
Tem
nobres,
gos,
tos
Pastoris.
Estrela
fitas,
1927
e
e representações
0 Pastori 1
entre
e do a n t i g o
e dos
Mateus,
no s
por
em Alagoas,
Chegança
Lira,
os
Gue rrei ros , q u e .po-s te ri o r m e n te
grandes- e â p e t i c u l o s
dé
Alagoano
Graciliano
Aurélio
Buarque
Ramos,
Ledo
de H o l a n d a .
T e 4 t r o D ê o d ° ™ > c o n s t r u í d o no
e os m a i s i m p o r t a n t e s a t o r e s
início
do
d
18
cenário
buem
pos
nacional,
para
p o r e m os
a valorização
amadores
surgiram
ao
0 que
para
de s u a s
longo
da a r t e
da
atividades
desses
terra
também
artísticas.
anos
revelando
contri
Muitos
atores
gru
para
o
b r a s i 1 ei r o .
teatro
lugar
amantes
podemos
no d e s e n v o l v i m e n t o
a grandeza
do s e u
constatar
brasileiro,
e que
este
contribuindo
Estado
tem o seu
com sua
economia
p ov o .
3 • 0 T E A T R O I N F A N T I L EM A L A G O A S
0 Teatro
desses
anos
lidades
com o proposito
e conhecimentos
reconhecimento
z er a r t e
para
caminhado
terra,
dentro
ao
que
longo
das
a f i m de
j u n t o :a q u e l e s
certo
t ão n e c e s s á r i a
tisfatõria
junto
ao p ú b l i c o
agradável;
além
recursos
amantes
o rumo
r e c a e m em
disso,
q ue
já
para
z e m do e s p e t á c u l o
u ma
mida
diretores
fácil
teatro
para
ã montagem
que
possibj_
alcançar
um
procuram
fa
porta
ampla
alagoanos
entendimento,
porque
ainda
simbologia
infantil.
mais
Muitas
V£
de m a n e i r a
sa
tido
como
e o cenário ,devido
de
uma
que
uma
o espetáculo
aos
uma m o n t a g e m .
apresentar
para
criança,
repercutem
conhece
a execução
de
para
alcançar
aproveitam o figurino
recebidos
alguns
do
remontagens
A possibilidade
de
da
brasileiro
z e s , no e n t a n t o ,
textos
tem
f a z e r um t r a b a l h o
amadores
alagoanos,
e criativa,
ainda
Alagoano
criança.
b u s c a m e n c o n t r a r qual
poucos
de
dos
no p a n o r a m a
Os
poética
Infantil
novos
total
roteiros,que
criatividade,
inti_
continuam persistindo
direcionam quase
que
fa
em
totalmen
te os e s p e t á c u l o s .
Podemos
uma
falta
criança*
fantil
de
há
apoio
constatar
editorial
uma e s c a s s e z
i. p o u c o
uríiã r i p é t i ç á ô
divulgado
de
aos
no
textos
peças
e dada
q ue
teatro
alagoano,
de T e à t r o
inovadoras;
a limitação
com
desse
brasileiro,
isto,
material
ê s p e c i fi caniénte
dos
para
o»
in
ocorre
éõ'ris tan t £ ;
t F á b â l íiBè é l at óo rã do s
do
a
para
o texto
0§ g r a n d e s g r u p o s a m a d o r e s d e s e n v o l v e r a m
moldes
devido
teatro
DionTsios
no je
adultos.
Grupo
para
Graças
Alfredo
a criança,
a estes
distanciando-se
grupos,
de O l i v e i r a ,
diversos
o
especial-
teatro
infan-
19
-til
alagoano
firmou
um e s p a ç o
0 Teatro
talecimento
lho
com
torne
pelo
dos
novos
teatro
nunca
mos
de
alagoanos,
q u e e de
cobrados,
que
seja
gratuitos
infantil
alguns
do a m o n t a r
são
hejamento
todos
será
grupos
tres
os
que
grupos
não
impossível
nos
deve
que
gâr e que
"pensar"
está
teatro
traba
não
optando
se
depois
de
uma
porque,
também,
vendo,
o que
maceioense
es^
um
0
e m um a n o ,
de d e s e n v o l v e r
chegan
chegam
fazer
um pia
pois
assim
um t r a b a l h o
os q u a i s
são
em n ume
o espetáculo.
que
" um e s p e t á c u l o
a sensibilidade
a um m u n d o
de
da
fantasia
especial.
Enquanto
criança.
e de s o n h o
alma e m . d e s e n v o l v i m e n t o .
v iu ,
contí
grupos
de c a l e n d á r i o ,
para
t e m as
seqüência
E necessário
Machado,
muito
0
o
teatro
público'
t e m a c a p a c i dade. ou p e l o
selecionar
a criança
Os
representação.
outros
infantil,
Clara
sua
de
valo
a l é m de s u p e r l o t a r
espetáculos
adequadamente
a criança
de c r i t i c a r ,
sejam
a criança
e dedicação.
uma
:
de p ú b l i c o . C r £
para
semnenhuma
anos.
inesgotável
sobre
nos
prestigiar
os e s p e t á c u l o s
Infantil
sempre
peça
Maria
busca
todos
infantil
para
falta
esforço
o Teatro
ã c r i a n ç a e um t e a t r o
ter,
de
de a m a n h ã .•
muitos
preparam
ao q u e
por
assistir
possibilidades
leva
presente
com muito
de a t é n o v e
ensaios
artística
pode
maior for
um e s p e t á c u l o
irrisória,
representaç.ões , como
teriam
Os
corresponde
adulto
grupo,
uma q u a n t i a
apresentam
f e i t o e um e s t í m u l o
dirigido
esse
que
um a m e l h o r e s t r u t u r a ç ã o
insuficiente,
A emoção
de
de
perspectivas
de q u e
sempre
em geral
Fala-nos
bem
as
um t r a b a l h o
o público
paradas
para
permanente.
ro
esta
prejudiciais,
montagens
a ter algumas
maceioenses.
precisa
importância
praticamente
de s u a s
a fim
esporádico
representar
Observamos
datas
ampliar
vez que é a n u n c i a d o
fundamental
torna
público
n u a:
para
Um t r a b a l h o que e f e ito
teatro
palcos
em .Maceió
contínua
a criança
de
mesmo
petãculos
nos
adultos.
se d e i x o u
rizar
grupos
de t r a b a l h o
Toda
palcos
Infantil
uma o b j e t i v i d a d e
u ma e s p é c i e
artístico
sÕ p o d e r á
seus
sentimentos,
c a p t a r o .espírito
para
mis
juj[
da o b r a
s í m b o l o s , E l a a d e r e t o t a l m e n t e ao q u e vê, i d e n t i f i c a n d o §ê êôífi §§ p f § 0f i â p n â s n a o f a z e n d o , ou n ã o p o d e n d o f a z e r m a i s a
dj_
p@l§§ s e u s
Visl§ êíitre o q u e I f i c ç ã o
è o que
(|Uâhdo f a l a m o s
é realidade".
sobre
(19)
um p r o l o n g a m e n t o
dos
ensaios,
20
queremos
colocar
montagem
tenham
ça,
em
mas
deve-se
fase
de
recebida,
Maria
segurança
certeza
também
caso
Clara
lhe
não
é dirigido.
texto
ela
que
jamais
último
é um dos
os
informar
apesar
mal
integrantes
ao m u n d o
da
0 que
assistindo
problemas
que
da
da
crian
cri a n ç a encontrar-se
pela
elaborada,
parágrafo.
concordar em continuar
Este
que
será enganada
distorcida,
no s e u
para
pretendem
ter e m m e n t e
chegue
Machado,
no
do q u e
desenvolvimento
ê a criança
lhe
uma
mensagem
como
pode
nos
diz
acontecer,
o espetáculo
ocorrem
devido
que
a
uma
m on t a g e m p r e c ã r i a .
Apesar
retor
de o u t r o
goanos
tava
que
revelaram-se
a maioria
fazem
rosa.
Vejamos
tãculo,
ciamento
de
dos
o que
c o m os
ao e s p e t á c u l o ,
de s e u
ma
"Dona
trabalhando
infantis
nome
éJosê
Imprimiu
pessoal
desde
"A B o m b a
da m ú s i c a ,
infelizmente
mente
começam
que
torna
a s u r g i r mais
a fim
da b e l e z a
linha
empregados
parte
há q u a s e
então.
AtÕmica"
da A T A
treze
Já n o s
e
calo
"Inega
deu
-
do e s p e
de
distaia
na e n c e n a
e nisto
desde
anos
a
ele
resj_
ú 1 tj_
passados,
duas
"0 S a p a t e i r o
ri c h e çjíiF a üfií n í v e l
de e n r i q u e c e r
usado
e
montagens
do
de
do
os
Rei".
espetáculos
o acompanhamento
como
material
mágica
Á ré d 1 i d a d e
ê
e,
faz
recurso
Seu
mais
teatro
alagoano
musicais
o playback
música
precisa
tiiàis tê cn i co , a s s i m a c r i a n ç a
ca .
ao
especializado.En
elementos,
contagiante
a
do e s p e t á c u l o . Atual
complementar o efeito
da
com
musical
os e s p e t á c u l o s
humano
de e n c o n t r a r e s t e s
co.ns t-dh t é m é n te u t i l i z a d o
ííiâi § v êrt id dè ir â
foi
altos
significativo
frequentemente
requerem
dificuldade
vando' o p ú b l i c o
então
uma
dificuj_
c o n j u n t o s •t e a t r a i s . . I m p r i m i u
necessário
nem sempre
obrigatoriamente
tretàritô nã
público,
pontos
ala^
daqueles
as m o n t a g e n s :
ao m e s m o ,
bastante
isto
que
A receptividade
um dos
um d^
criança,
a carência
sobre
a tê
"0 d i r e t o r
Xepa",
para
o proprio
foi
requisitar
Passos".(2 1 )
Márcio
vivo,
jornais
Leite
A importância
utilização
suprindo
formavam.
de o u t r o s
arduamente
de s u c e s s o :
um, e s p e t á c u l o
direcionais
através
necessário
sem citar
os
deles.
um c u n h o
de
se
de W o l n e y
m a i o r m é r i t o " . (20)
montagem
vem
que
falaram
padrões
"Pluft",
dirigir
critica,
o maior
vezes
diretores,
grupos
a direção
senão
para
bons
a imprensa
velmente,
ção
Estado
de s e r p o r
terá
ê
musical,pri
ao
vivo.
de m e i o s
uma
pa
arte
21
N O' T A S
\
|
1 . L u c i a B e n e d e t t i - A s p e c t o do T e a t r o I n f a n t i l
M E C - S N T , 1969
P • 83.
2 . I d e m , o b r a c i t a d a , p. 86 .
Ibid,
P-
88
4 . Ibid,
P-
97
5 . I bi d,
P-
104
6 . Ibid,
P-
105
Ibid,
P-
106
8. Ibid,
P-
108
Ibid,
P-
110
10 . I b i d ,
P-
111
3.
7.
9.
fji
11 . A n g e l i ta P a r o d i - C a d e r n o s de T e a t r o - In: 0
E s t é t i c a da C r i a n ç a , n 9 78.
12.
Márcia
de A l m e i d a
Pouca
Qualidade
13.
Id e m ,
P•
1
14.
Ibid,
P-
1
15.
Ibid,
P-
2
16 . I b i d ,
P-
2
17.
Ib id ,
P-
2
18.
Maria
Cl ara
n9
ças
19.
Jornal
- Cadernos
, n9
de T e a t r o
In:
M uita Q u a n t i d a d e
88 .
•
•i
Machado
- Cadernos
de
Teatro
- 0 Teatro
para
Cr ia n
80 .
Correio
de M a c e i o
- In:
0 Tema
e Teatro,
abril
de
1967
20 . J o r n a l de A l a g o a s - In: E n s a i o G e r a l , j u n h o de 1 9 8 0 •
Nota
- Para
sobre
junho
f a z e r o c a p í t u l o," Al a g o a s
a realidade
Setembro
alagoana:
“ 1981.
no B r a s i 1 " »c o n s ul t a m o s
ALAGOAS
HOJE
revistas
- j-aneiro - m a r ç o
-
II - C A P I T U L O
A HISTORIA
DO
TEATRO
INFANTIL
DE
MACElO
23
1. As
Primeiras
Tentativas:
As
guedos
infantis
das
vidas
escrita,
crianças
do m u n d o
organização
dos
ou
santos
em seus
dos
mas
circences,
cos
e molhados,
nos
nas
residências
familiares.
na
tradição
dos
do f o l c l o r i s t a
ção
portuguesa
colonização
ao
fazem
dos
na
conhecidos
do
ar l i v r e ,
nas
o, t e m a
fo^
a partir
de
representações
contos
de f a d a s
literatura
folclore
improvisados,
em MaceiÕ,
repetem
trazida
as
os
Através
palco
infantil
nos
ou
e dos
t£
de S £
paroquiais
folclórico
do
e Luís
e referida
Lavenère.
apreciadora
cais.
Brandão,
tratasse
Ilhas
dos A ç o r e s
è
i m p o r t a n c i a se
religiosas
da ati v i d a de
de p e s q u i s a
como
como
Ela,
e amante
Escreveram
da
e
Pasto
base
para
um t r a b a l h o
da a r t e
textos
cênica,
ele,
e musicaram
1981,
lüHdâdô
de
ej>
interes
sobre
um
apresentado
em
desenvolvimento
dos
exp_e
Mascarenhas
secundária
representações
prestado
Mascarenhas
teatrais*
ê§tPãiigêi roi
com seu
Linda
âô diSêrivol v i m s n t o
pupiâ
da
aposentada
,,
estudos
musi
teatrais
para
•
Em d e p o i m e n t o
f§ dt
início
A primeira
cultor
-
organizada.
de L i n d a
cri a n ç a .
estu
aculturjj
referência
e afinal
conjunto
no
es^
manifestações
infantil
1947.
professora
u ma
para maior
um m e l h o r
a no
os
ao f a t o
,E s s a s
encontramos
c r i a n ç a , no
já e n t ã o
prepde
teatral
veículo
de
e Madeira
do N a t a l .
e funcionam
de s e r
e imaginativo
Mência
Theo
Segundo
e
oral
armazéns
salas
natalinos.
escrito, e l a b o r a d o , pensado
com o objetivo
ideativo
festejos
e sua
anos
se e o d e s e n v o l v i m e n t o
teatro
das
festas
todos
dos
alagoano
brasileira
tar a s s o c i a d o
Él
LAVENERE
1 ê a m p lamente u tilizado por sua beleza, m o v i m e n t a ç ã o e por
tar inserido
se
também
a prendido's
teatrinhos
Notadamente
ri
como
temas
tablados
LUIS
utilizam em,seus
t i p o de a d a p t a ç õ e s
igreja,
reproduções
sempre
e
d r a m á t i c a s ,i m p r o v i s a d a s
adulto,
do
da
MASCARENHAS
de M a c e i Ó
representações
s.uas o b s e r v a ç õ e s
com alguma
LINDA
it^âvll
companheiro
côifi â ffiSsiüa t e m a t l c a
da
divulgação
dê
Luís
para
após-ter
arte
dos
dedicado
pesquisa
os
anos
cênica em Alagoas,
textos
representações,
Lavenere
esta
três
i n f a n ti 1, em. 1 9 4 7 ,
de a u t o r e s
com
ter
teatrais
1948 e 1949,
de s u a
ma
criação
nacionais
informou-nos
peças
em janei-
e
escrito
em conjunto,
encenadas,
res
24
p e c t i v ã m e n t e , e m 194.7 , 1 9 4 8 e 195 0.
0 texto
autores
e a emtrevistada
respeito
mento
deste
teorico
produzindo
do
do t e x t o
um t r a b a l h o
o desenvolvimento
Klein,
pelos
Leenhardt
das
que
por Linda
e coerente,
adapta-se
teressa
ele
não
obter
conceptual,
disse
da
da
criança,
podemos
do m e s m o
assunto
reporta
multo
na
a atrai
dos
para
natural
da
criança
que
se
de u m t e a t r o
distorções
vã o
muito
de
pesquisa
não
sobre
compreender
o embaraço
reportar-nos
mental
ãs
da
criança
que
tem.de
desejos.
sofri_
referi
e completo
n ão
a ultrapassa
de
a Pierre
dúvidas
a princípio,
acima
sobre
de m u i t a s
e muito
no
raciocina,
e só
lhe
se c o n c i l i a r
De
início,
uma
in
com
a sua
descobrir
referida,
montagens
crianças
Linda
in
técni
Mascarenhas
infantis
em c e n a
ela
uma
vez
desenvolvido,
passa
prejudicar
questionado
palco,
transforma
e,
por
provocou
um t_u
que
como
em v e d e t i s m o
a criança
também
das
de a r
tem
um p o
um e x i b i c i o n i s
e estrelisrno,
a ser o centro
emocionalmente
por educ a d o r e s
quando
atenções.
um s e r q u e
no
Estas
se e n c o n t r a
em
desenvolvimento.
Vejamos
rês p é i t ó : " Aõ
c o m o se
rienéiâ:
Á Ptíbresentação
ifi§táÜi
c|Ue è x e r c e
lusfceHté.
julga
de q u e
ê difícil
Pierre
exprimir
pretende
para
Leechardt
a
a realidade,
transmitir
o.próprio
este
uma
adulto,
enexpe-
e a t ão
1 i d â d ê p s i c o l o g i c a do a t o r n ã o é e s t r a n h a ã p r o f i s s ã o
é Vice-versa.
nao
posiciona
f ê p r e s e n t â r sa c r i a n ç a
qüãiitb § a t o r és tá c d n s c i e n t e
Vüígâp
ou
trabalhos
gradualmente
de e x p e r i ê n c i a
egocêntrico
dê
de e s t a r e m
so
encenação.
tencial
fasê
inseguros
a do a d u l t o " . ( 2 )
a utilização
te o t r a b a l h o
pâlco
a
de um c o n h e c i
os
e em q u e
seus
pelos
concretos
deixou
ao f a t o
A criança,
pratica,
Atualmente
mo
os
concernente
de -um m u n d o
a satisfação
a falta
esse motivo,
"a f a l t a
Convém
"0 u n i v e r s o
lógico.
perdido
dados
sobretudo
infantis.
foi
e o seu m u n d o " . ( 1 )
a criança
Além d ’
a dificuldade
se
que
criança,
textos
em que
ê apenas
1947
especificar
concerne
e Spitz,
necessidades
na m e d i d a
para
para
Mascarenhas:
m as
às
teligência
ca
trata
mental
no q u e
mental
dos
soube
em
c o n h e c i mentes p r o v e n i e n t e s
Piaget
autores
e encenado
Ela nos
universo
C o m os
Melaine
não
trabalho.
bre o c o n t e ú d o
do
escrito
0 mesmo
tem a m a t u r i d a d e
é d i zer que
psicológica
a criança,
indispensável
e até o ado
ã represen
25
tação
teatral,
pontãnea.
l a r de
E por
do n e s t a
ou,
mais
temática,
espetáculos
das
quando
se
de
adiante
ele
uma p r o f i s s ã o
criança,
que:
crianças
autorizado
de
fa_
jogos
Continuan
0 p r o b l e m a dos
"
ê grave.
d i f í c i l . ‘Já há m u i t o
não e s t á
e£
se e v i t a
dramática".
ressalta
por
da d r a m a t i z a ç ã o
a designação
de e x p r e s s ã o
representados
crianças
trata
preferindo-se
geralmente
mais
o teatro
distingue
teatral,
infantis
profissão,
trabalho
que
isto que,
representação
dramáticos
ê u ma
e ê isto
Ser
tempo
ou ê m u i t o
ator
que
o
; severamente^
r e g u l a m e n t a d o ".(3)
Conforme
nhecimento
da
no p a 1 co
ça
levando
teoria
rio
um
com isto,
ao p ú b l i c o
contos
tiraram
década
de
de
as
sem n e nhum
Linda
Lavenère.
contaram
Podemos
em'Maceió,
Mascarenhas,
Este
parece
capital
conhecimento
de
foi
0 M is té
ter sido
e usaram
os
considerar
corajosa
a
a época
do N o r d e s t e ,
de T e a t r o
uma
de se^
cênica
do P r í n c i p e , p a r a
partindo
futuras.
com maiores- e l e m e n t o s
da •r e p r e s e n t a ç ã o
pequena
desastrosa,
criação
em que
nos
fins
Infantil,
de
se
texto
da
p nD
p o r gejn
terra!
Brasileiro
em
no
início
ram para
Rio
de J a n e i r o ,
do T e a t r o
o teatro,
intitulado
infantil,
referencia
montado
1949
- Linda
o conto
nobres ostentavam
honra
Mascarenhas
em
e Luís
alagoano
Infantil
documenta
Lavenere,
Medeiros
luzes,
foi
Cavai
-
em
opereta
encontramos
a seguin
considerado
cores,
luxuosíssima
e graciosas
adapta
1950.
da é p o c a ,
de-Naban
nersonagens
de
um m a r c o
que
do B r a s i l . (4)
Deodoro
sê
damas
assdbdrbavam
do T e a t r o
de N a b a n , t r a n s f o r m a n d o - o
VUlpF
oficiais
representa
de A l a g o a s
"0.H e r d e i r o
c o nv êm , c o r r e i aci o n a r
atividades
do j o r n a l i s t a
0 Herdeiro
no. T e a t r o
as
o que
Infantil
No J o r n a l
rififineiâí
histórica,
1948 iniciaram -se
Em
cante,
uma
de
Deodoro
co
do
t r a b a l h o da criani
criança em montagens
de L u í s
0 Mistério
no
c o n v í v i o - foi
no T e a t r o
básico.
um e s p e t á c u l o
precisamente
do dò
tema
da
independentemente
causados
desse
infantil
crianças
como
Como
ti
1948,
autores
Maceió,
1940,
a fazer
te da
os
do e s p e t á c u l o
encenada.
danos
prática
a opereta
em que
de f a d a s
proposta
põe
aos
do P r í n c i p e , c o m m ú s i c a
trabalho
Mascarenhas,
a uma e x c l u s ã o
Em f i n s
gurança;
foi
quanto
, a experiência
í
levada
Linda
suntosos
de b e l e z a
cenários.
indumentárias,
ciganas.
0 figurino
págens
in
Os
,
(baseado
26
no
reino
monárquico
escrita
em
tres
atos.
lo e a e x p e c t a t i v a
táculo
da
foi
bem
Uma
cuidado,
orquestra
do p ú b l i c o
muito
colorido.
ao v i v o
A opereta
abrilhantou
engrandeceu-se
foi
o espetãcui
com o g r a n d i o s o
espe-
t e r r a ".(5 )
!
A experiência
po p r e o c u p a ç ã o
contando
quanto
espetáculos
maior
dos
pais.
a m o n t a g e m an te ri o r ,f i r m o u
ao a p r i m o r a m e n t o
com a participação
esses
com
sempre
da
do n í v e l
criança
no
foram ã noite,
0 músico
Luís
fe z
to q u a n d o
os e n s a i o s
estavam em andamento
novamente
em e n s a i o s
outra
de N a b a n , d e s t i n a d o
grande,
tensa
pois
a música
nem muito
das i.por v o z e s
nhavoz
de
í
ao T e a t r o
foi
grave,
composta
de b a r í t o n o ;
contralto,
a que
agora
Vejamos
as
vai
agora
ser
como
do p a l c o .
Porém
com uma
um d e p o i m e n
traba*lho v a i r
que
nãb
—
vao
1
masculinas
feita
atenção
a m o n t a g e m :"Acha-se
para meninas
foi
mais
M a s c a r e n h a s ,0 H e r d e i r o
0 meu
partes
não
na é p o c a
sobre
de L i n d a
Infantil.
e agora
trabalho
contando
Lavenere,
opereta
técnico,
no g n j
para
uma
ser
tem voz ex
ser
menina
canta
que
t^
p o r s o p r a n o " . (6 )
i
cantada
':
foram distribuídos
os
persona
P
gens
nas
operetas
e sua
ficha
técnica:
*
4
0 MISTÉRIO
sica
de
tramos
Luís
Lavenere,
nenhum material
DO
peça em
ao e l e n c o
buídos
maneira:
TAIS-
NORA-
LISA-
JORGE-
ALAVIO
atos.
Mascarenhas
Infelizmente
em arquivos
da p e ç a .
,Seus
não e n con
p a r t i cul a r e s
personagens
OSMAR-
FERNANDO-
MATILDE-
NADJA-
OFICIAIS-
HELENAVANDA-
ou
s ão
- LUÍS
DIREÇÃO
- LINDA MASCARENHAS.
GERAL
CARL0S-
H U M B E RT0-S0NIA-
Lavenêre,
opereta
peça em
tres
de
Linda
atos.Também
ifieõiltramos o m a t e r i a l r e f e r e n t e ao e l e n c o da p e ç a . S e u s
sóhâgériâ §1â d l l t f i b u T d o s da s e g u i n t e m a n e i r a :
:
filo
distri_
LAVENERE
DE N A B A N , a s e g u n d a
de L u í s
IVAN-
-
ofi_
BOBO.
DIREÇflO M U S I C A L
com música
c o m míi
(li
MENSAGEIRO-
0 HERDEIRO
Mascarenhas
tr ês
registrado
ciais, r e f e r i n d o - s e
da s e g u i n t e
P R Í N C I P E , de L i n d a
per
F'E B RO N 10- A L B A N O R O N A I T A - •NARA29 J U I Z -
dêias
39 J U I Z -
- LUlS
DIREÇÃO
GERAL
- LINDA
trabalhos
Alagoano,
elementos
ZA MIM-
RAINHA-
ROSMARIM-
OFICIAIS-
TALIÁ
19 J U I Z -
PAGENS-
NOBRES
LAVENERE
MASCARENHAS
representaram
com suas
NAJÂ-
EVANDRO-
CIGANAS-
MUSICAL
Infantil
dos
MARQUES-
DIREÇÃO
Estes
Teatro
CONDE-
peças
o marco
escritas
inicial
baseadas
do
em
i-
da T e r r a .
0 l o u v á v e l n e s t a i n i c i a t i v a e a a b e r t u r a de um cami_
nho que
'para
2.
foi
aos
poucos
continuarem
A PRESENÇA
INFANTIL
semeando
trabalhando
DE M A R I A
CLARA
de
a historia
grupos
da
dispostos
Os
sem
condições
o público
dade
da
de
vai
a criar
arte
nos m a c e i o e n s e s ,
Infantil
na
capital.
E 0 DESENVOLVIMENTO
de
DO T E A T R O
fundamental
maceioense.
mais
que
nível
anteriormente
passaram
tentativas
voltada
principal
com m e l h o r
a ter como
importar^
As
organizada,
ser o o b j e t i v o
um t e a t r o
infantil , admitindo
ser
Infantil
espetáculos
para
daqueles
que
técnico.
eram apresentados
objetivo
um h o r á r i o
específico
as m o n t a g e n s
surgidas
principal,
para
a necessi
cri a n ç a .
com
década,
uma
tica e s s e n c i a l m e n t e
Clara
1 9 5 0 , vai
u ma m o n t a g e m
necessárias,
ra a c r i a n ç a ,
campo
de
criança
Nesta
no
Teatro
MACHADO
do T e a t r o
na p r o c u r a
a compreensão
estavam
pelo
pela
DE M A C E I C .
A década
cia p a r a
o gosto
preocupação
infantil,
profissional
mais
cuidadosa,
apresentando
do T e a t r o
Infantil
autores
voltaram-se
textos
que
brasileiro,
com
pa
te má
se
firmavam
como
Maria
Machado.
0
poí;t a n t ò
fez
cõm que
P l u f t o Fafl tâSiiii nh a .
entusiasmo
se
levasse
em m o s t r a r
a direcionar
ao p u b l i c o
a montagem
do
um
seu
trab
28
A presença
nova
mos
perspectiva
como
direcionados
também
0 mundo
um t r a b a l h o
fantástico,
e proporcionando
to de
amanhã
fantil
aberto
para
para
a criança,
desenvolvendo
da s u a
vida
antes,
Os
na s u a
no m u n d o
novo
Teatro
do
trabalhos
Infantil daquela
Mediante
de' M a c e i ó ,
capital,
por
meira
montagem,
procuram seguir
tincia
da
desse
de n o v o s
u m g r u p o que m u i t o
criança
com a arte,
grupo
conjuntos
esta
até e n t ã o
ligada
para
aque^
a criança.
Os
decidiram
Infantil.
montagem
pela
impojr
presença
da'
a criação
do
participantes
deste
de 1 9 5 6 .
trabalharem
trabalho
para
pouco
ao
nesta
proposta
a .formação
divulgada.
principalmente
surgiram muitas
e aceitação
os e s p e t á c u l o s ,
encorajados,
i£
prj_
ante
e
coin
A impor
-
desenvolvimento
amadores.
res j m u i t o e n t u s i a s m o
grupo
desenvol
formar entre
para
entre
de
e ..necessário
experiência
contribuiu
A p a r t i r de e n t ã o
gi a n d o ■
sempre
a se
de n ã o
a linha
aduj_
(7)
a primeira
volta
ao
c o m um u n i v e r s o
o Teatro
desentendimentos
mjj
valoriza
permitir
adulto".
de W i 1 1 y K e l l e r ,
Di oni s i os " , q u e , a p e s a r
tacto
surge
fortalecida
surgém"0s
Foi
hj
imaginativa
completo
de t e a t r o
para
grupo
riormente.
o mais
sem muita
nascia
com o apoio
"para
i;i
começaram
o F a n t a s m i n h a ', foi
Infantil
contando
novos
em que
e pessoal,
lhe
do
'
amadores
que
social
do q u e
diferente
grupos
Pluft,
autora,
uma
c o m o- s e u m u n d o .
que
infância,
e sensível
desenvolver
do T e a t r o
sõ
da s o c i e d a d e
a capacidade
entendimento
1 n teressados se r e u n i r a m e ator e s
tante
assim
o domínio
qualitativamente
penetrar
não
iluminando
com um t e a t r o
Leenhardt
desejam
abriu
b conhecimento
Pierre
imaginativo
que
Machado
caminho,
Comenta
I
les
um novo
um c o m p l e t o
proporcionar-lhe
vimento
Clara
a criança.
Estava
ceioense
de M a r i a
da
fazendo
continuassem
na
revelações
garotada
no
teatro,
com que
os
componentes
árdua
tarefa
de
a to
presti
do
de h a b i t u a r a criaji
fi ã§ te atro.
Fortalecidos
tâ ds ' f W é f l S B l o n a l s
qualificados,
§Uà§ p ò ã í ç l ô S R ê v e l a r a m - s e
; Wõlney
Leite,
por estarem
Evilãsio
Lima,
n ão
diretores
fazendo
constituiu
como:
Ruy L e s s a ,
José
algo
sério,
empecilho
Florindo
a
fa2
para
Teixeira
Mãrc-io* P a s s o s .
Conse
4
29
q u e n t e m e n t e ,a i m p o r t a ç a o
foi
quase
que
de
completamente
A escolha
trabalhar
"Os
com
para
criança,
Dionisios".
Fundação
Brãulio
Teatro
a criança.
A sua
trabalhos
no.
fundamental
tnculos
res
do g r u p o ,
grantes
do T e a t r o
permaneciam
na
r a m sua
com a preocupação
contou
com o pulso
forte
Leite
com
primeira
Junior,
sempre
infantis
ao
desse
longo
de A m a d o r e s
de
de
Presidente
da
um dos
r e s s a l t a r que
do s e u
que
do
mais
teatro
a direção
criativo
e Walter
Pernambuco)
de se
apre
alagoa
dos
de g r a n d e s
de O l i v e i r a ,
que
grupo
espe
diretc)
(inte
constantemente
alagoana.
de
um t e x t o
1960,
de
montagem,
no T e a t r o
Graça
com
Deodoro
M e l l o , 0 Rei
a seguinte
MENTIROSO
Ministro
Wo 1 n e y L e i t e
P r í n c i pe
Lauro
Re i
R uy
Lei te
Farias
Less a
-Paulo
Leite
Bruxo
Terezinha
Figurantes
Tereza
Lessa
Lei te
E l i z a b e te L e m o s
Marlene
Leite
Al v a n i Lei te
Cenário
Mário
Nunes
Figurino
Hercy
Lapa
M a q ü i 1 agem
A l f r e d o , de O l i v e i r a
G õ n t r á - R e g ra-
B r ã u l i o . Lei te J ú n i o r
Luz
Juvenal
Mâ^üifiâMa
José
D ireçào
A L F R E D O :DE O L I V E I R A .
de 0 1 i vei ra
Santa
Dionisios",
técnica:
GRAÇA MELLO
Edna
Gargalhada
"Os
Mentiroso, realiza
ficha
Princesa
Sábio
pa ís
criador
o trabalho
da h i s t ó r i a
de O l i v e i r a
do
Diretor
grupo
com o es pírito
Alfredo
0 REI
hoje
incentivou
importância
Em m a r ç o
presenteados
do
repertório,
atuação^fez
capital
do Sul
um
contou
pernambucanos:
profissionais
abolida.
de
Deodoro,
sentaram
E de
diretores
Cruz
Cabral
30
Esta
Festival
ço de
Nortista
foi
levada
no
de A m a d o r e s
do A u t o r
1966,
uma
Rio
Grande
Teatral
do N o r t e
no
" I
B r as i 1 e i r o 11 , e m m a r
1960 .
Em
pela
peça
Secretaria
a rede e s c o l a r
houve
de E d u c a ç ã o
da e p o c a .
remontagem
e Cultura,
Algumas
desta
dando
alterações
peça
promovida
espetáculos
na.ficha
para
técnica
toda
deste
espetáculo:
0 REI
G R A Ç A MELLO
MENTIROSO
Pri n c e s a
Alci one
Mi ni s tro
Wolney
P r T n c i pe
E v e ra 1 do Mo re i ra
Re i
A l f redo
de 01 i vei ra
Geraldo
Lopes
Sábio
Gargalhada
Bruxo
Edna
Figurantes
J anice
C a v a i can te
Lei te
Lei te
de A r e a
Marl u ce
Cavai cante
Ne u sa A r e a
Marlene
C e n á r i os
Equipe
Leão
Leão
Leite
da T V - J o r n a l
do
Comércio
Pe .
Fi guri no
Grazi ela
Maquiagem
A l f redo
Contra-Regra
João
Luz
Paulo
Maquinaria
José
Di r e ç a o
ALFREDO
Em j u l h o
D e o d or o.
0 texto
de
escolhido
A.R E V O L T A
DOS
I960»
uma
Lei te
de 0 1 ivei ra
Martins
e Coelho
Neto
Veras
Cabral
nova
e Jose
Leite
DE O L I V E I R A
peça é levada
é de P e r n a m b u c o
de O l i v e i r a
BRINQUEDOS. Participaram
deste
no
e
Teatro
Pedro
trabalho:
A REVOLTA
DOS B R I N Q U E D O S
- PERNAMBUCO
PEDRO
Menina
Maria
Ma
Boneco
Mary
Grace
de
Chumbo
Benedito
Paulo
Boneco
de
Boneca
Chinesa
Pontes
Lima
Ruy L e s s a
s
Diana
Maria
Oiticica
José
Palhaço
André
Pontes
Bruxa
Marly
Porangaba
de P a n o
Ca ri os Oi ti ci ca
S a i nu ra ma t
do B e m
Folia
Yêda
Cenário
Wal te r de
Figurino
Alda
M a q u i 1 agem
Brãulio
Con t r a - R e g r a
Arthur
Luz
Juvenal
Maquinaria
Jose
Di r e ç a o
WALTER
Em 1962,
trabalhou
Corda
Oiticica,
Tigre
Fada
que
Lima
de S o u z a
Ursinho
Mello,
Tereza
José
S o 1dado
Graça
VEIGA
Fantoche
de L o u ç a
"Os
com diálogo
Dionisios"
de Mi roei
com a seguinte
0 PRÍNCIPE
DE O L I V E I R A
ficha
MEDROSO
v
Leite
01 i. vei ra
Hora,
Gfaziela
Leite. J ú n i o r
Leite
Santa
Cabral
Cruz
e José
Leite
DE O L I V E I R A
montam
Silveira,
um
novo
0 Principe
técnica:
GRAÇA
Leite
texto
de
... M e d r o s o
•
MELLO;
MIROEL
VovÔ
Edi mi 1 s o n
Ne tinho
André
Re i
Brãulio
19 M i n i s t r o
Cavalcante
29 M i n i s t r o
C id Oscar
39 M i n i s t r o
Paulo
■PM n c e s a
Edna
P FÍh ci pe
Ruy L e s s a
—
e’
Thalia Menezes
Pontes
Luiz
„
Lei te Jr.
Barros
Leite
Leite
SILVEIRA
32
C é n a rio
A l fredo
M a q u i nari a
Jose
Figurino
Graziela
Contra-Regra
Arthur
Direção
tes
de T e a t r o
Cabral
Deodoro,
do
Rei
de
e José
Leite
Leite
e Violeta
Leite
Leite
- ALFREDO
n Soldadinho
lo g r u p o
de O l i v e i r a
Lúcio
DE O L I V E I R A
Fiuza,
aproximadamente
em
foi
montado
1 9 6 3 , c o m os
pe
seguiji
participantes:
0 SOLDADINHO
DO REI
- Lodo
FlOZA
Rei
- Edimilson
Ministro
- Cavalcante
Guarda-Mor
- Eriberto
Magico
- Paulo
Filho
- Edna
do M a g i c o
Barros
Leite
Leite
Soldadinho
- Milton
Monga
- Nana
( fei-ti cei ra )
Pontes
Leite
Magalhães
Princesa
- Tereza
Li roa
Pagens
-- A n g e l a
Maria
Pontes
Silvio
Maria
Pontes
- Alzira
F i.g u r i n o
Leite;
Graziela
Leite
e Violeta- Leite
Contra-Regra
- Arthur
M aq u i 1a g e m
- A l f redo
Maquinaria
- José
Di r e ç ã o
- ALFREDO
0 Casaco
no T e a t r o
lencõ mais
secundo
Deodoro.
completo.
E n c a n t a d o , de
Infelizmente
Não
i ü f ó f m à ç S õ , foi
em
não
localizamos
19 64 .
de 0 1 i vei ra
Cabral
Lúcia
nos
Leite
foi
também
e José
Leite
DE O L I V E I R A
B e n e d e t t i , foi
possível
a data
montado
coletar
com
o e-
precisão,
33
0 CASACO
BENEDETTI
B r a u l i o Lei te
P ri n ces a
Edna
A 1 fai a te
19
Alfaiate
29 J o s é S a m p a i o
D i re ç ä o
ALFREDO
r e re ca , fantasia
o elenco
.0 C I A
Rei
Em
tendo
ENCANTADO
1964,
Walter
musical
e sua
Ruy
de O l i v e i r a
infantil,
ficha
Leite
técnica
Less a
DE O L I V E I R A
escreve
representada
assim
de M e l o
um
texto,
no T e a t r o
WALTER
DE O L I V E I R A
Musi ca
Nelson
Ferreira,
João
de
Barro,
Dorival Caymi
Edú
Vi níci o. de M o r a i s .
Perereca
Ruy
Tutuca
Alcione
P ro fes s o r
Mozart
Fada
Edna
Leite
Bruxa
Nana
Magalhães
Alunos
(virias
Lessa
Cavalcante
Cintra
crianças)
Ci n d e r e l a
Si na
1
Carlos
Jorge
Leite
V e r m e 1 ho
Verde
Amarelo
Aladim-Gênio
Branca
de N e v e
Chapeuzinho
Lobo
da L â m p a d a
Hélio
Jambo
e Anões
Vermelho
Mau
Caçadores
Cawboys
P es c â d o res
I 8 ifía h j a
Se rô i a
Di r e ç ã o
Deodoro
constituidos:
0 PERERECA
P rT n c ipe
0 Pe
WALTER
DE O L I V E I R A
Lobo
e
34
0 Boi
Machado, foi
Os
montada
integrantes
e o B u r ro a C a m i n h o
no T e a t r o
deste
trabalho
Deodoiu nos
de B e l é m , de
anos
de 63,
Maria
Clara
64 , 65
66 .
e
foram:
Boi
Paulo
Leite
B u rro
Ruy L e s s a
Pas t o r e s
Janice
de A r ê a
Vânia
Maria
Laranjeiras
El ia L o p e s
Maria
•Lígi a
Leão
Ribeiro
Te r e z a
Searlett
Leão
Pontes
de Mendonça
Me rei a N u n e s
Maria
Leite
Cavalcante
A 1b u -
querque
Rei
Negro
Roberval
José
Rei
Branco
B rã u Ti o L e i t e
Rei
Am a r a l o
Hélio
Bezerra
Junior
Jambo
Pastor
Marcos
Anjinhos
Kãtia
Cintra
Maria
de M e l o
C a c i 1 da M a r i a
Raquel
Are a Leão
Sylvia
Maria
P o n t e s de Mendonça
Angela
Maria
P o n t e s de Mendonça
Elizabete
Teixeira
dose
José
Sampaio
M aria
Yeda
Lúcia
Mulheres
- Naná
de M e l o
Maciel
José
Mozart
Henry
Leite
. Pagens
- André
Lei te P i n h o
Jorge
Luiz
Marcelo
alterações
Carroscosa
Cintra
Carlos
o I’a
Melo
Magalhães
Maria
t
de
e Homens
de B e l é m
Ligeiras
de Me 1 o
Leite
Pontes
Fãbio
de M e n d o n ç a
P o n t e s de Mendonça
no e l e n c o
na m o n t a g e m
-• í d e n i s e
Cavalcante
Aii j i ríhos
- Eleonora
Mui h e r e s
- Sheila
Duse
Lopes
ro P o n t e s
de 65 e
de P o n t e s
e Maria
66
Leite
do S o c o r ■
35
- E.dna P o n t e s
Maria
Homens
de
Belém
Guarda
-roupa
- Braulio
- Alzira
Leite
Lei te N e t o
Leite
Tavares
A d e re ci s ta
G r a z i e l la L e i t e
I
- V i o l e t a L e i t e de O l i v e i r a
Cenário
- Euri co M a c i e l • e
Walfrides
Maquinaria
- José
Caracteri zação
- A 1 fredo
E l e t r e c i s ta
- Paulo
Sonoplastia
- Arthur
Contra-Regra
'
Colaborador
Assistente
- Naná
Cabral
e
José
de O l i v e i r a
Leite
■
Magalhães
Cintra»
B rãul i o L e i t e
!'!
,
I.
'
- ALFREDO
Junior
í
:
‘
■
Direção
Em 1975,
resolvem
contar
remontam
A Revolta
Veiga,
conforme
filhos
um g r u p o
dos
dos
chamado
Brinquedos
a ficha
técnica
A REVOLTA
DOS
DE O L I V E I R A
componentes
Grupo
de
de
de P e r n a m b u c o
de B r i n q u e d o
de O l i v e i r a
PERNAMBUCO
- Eleonora
Duse
- Ricardo
Boneco
- Jacy
Soldado
- Eugeni o Mendes
Urs i n h o
- Anna
Bruxa
de C o r d a
de P a n o
Fada
e
Pedro
DE O L I V E I R A
Lei te
Maia
Lei te
Karina
- Gustavo
Leite
( 5 anos)
Guilherme
“í
-EdnaLeite
- Fatima
Me dei ros
»hi
Cenário
- Wal t er de 0 1 i vei ra
guri no
Maqulnari a
- Alda
Fi
Di r e ç ã o
.- J o s é
Hora
e Graziella
Cabral
- WALTER
e José
DÉ O L I V E I R A
Leite
Leite
,
e
VEIGA
Fantoche
Boneco
Dionisios"
abaixo:
BRINQUEDOS-
Mã
"Os
Teatro
PEDRO
Menina
Leite
Veras
- Mozart
de Di reção-
Santos
Em
outro
t or
nome
e elementos
do g r u p o
Teatro
Brãulio
Alfredo
nambucano
1978,
que
Qionísios"
novos,
Leite
sempre
com a peça
aconteceu
representada
diversas
0 B oi e o B u r r o ã C a m i n h o de B e l e m ,
mas
modificações
no e l e n c o , q u e
0 BOI
E 0 BURRO
o pulso
do n o v o
a este
espetáculos
an o,
a representar
apenas
orientador
em h o me nagem
dirigiu
mesmo
começam
permanecendo
Júnior,
de O l i v e i r a " ,
No
grupo
"Os
grupo
pelo
Clara
A CAMINHO
DE B E L É M
Burro
- Gus t a v o
Pas to r
- Marco
Maria
- Edi te Bri t z h y
Jose
- André
Tavares
Rei s M a g o s
- Hélio
Jambo
Anjinhos
- Anna
nica
Teatro
completa
do
trabalho
A VIAGEM
desse
CLARA
A Viagem
Sarmento
C.
Brêda
M o n t e i ro
Duse
Leite
DE O L I V E I R A
do B a r q u i n ho,
não
conseguimos
grupo.
DO B A R Q U I N H O -
SILVIA
La va d e i ra
- Maria
Ca va Ie i ro A zu l
- E i de
ORTHOFF
Isaltina
Se ve ro
Cá v d 1 e irb Vê rde
He íii n tí
*• Jos i 1 da S a n tos
Sol
Pi t'i 1 anipo
Ba rqui nho
Sapo
Direção
MACHADO
Labo
- Eleonora
Infelizmente
-
Gui 1 h e r m e
Augusta
- WALTER
Deodoro.
Algu_.
Karina
Raquel
no
Machado.
Lagoeiro
Daniela
Orthoff,
anterior
Cintra
Maria
19 79 e n c e n o u - s e
deste
abaixo:
- Carlos
Em
diretor per
vezes
enumeramos
Direção
de
montagem
de M a r i a
Direção
"Grupo
a primeira
Boi
de
dire
em MaceiÕ.
MARIA
Assistente
do
grande
infantis
com
- WALTER
DE O L I V E I R A
de
Silvia
a ficha téc
37
Em d e z e m b r o
0 Perereca
de W a l t e r
com o d e s e m p e n h o
de
1979,
de O l i v e i r a ,
das
seguintes
a f a n t a s i a - m u s i c a 1 infantil
foi
remontada
no T e a t r o
Deodoro
pessoas:
0 PERERECA
- WALTER
DE O L I V E I R A
Pe re re ca
Ruy
Tutura
Jo S a n t o s
Professor
Alberto
Fada
Edna
Lei te
Nana
Magalhães
Bruxa
Lessa
. I
Niedja
Alunos
Suely
Seixas
Correia,
Correia,
da,. C a r l a
Soares,
Mareia
B.
Vera
L.
Patrícia
Peixoto,
Bárbara
Melo,
dos
Moura,
Lacej^
Aldiano.
Santos
Maura
,
Lyra,Maril_
da L e o n a r d o
Cinde rela
Edi te Bri t z k y
P r í n c i pe
Gus ta vo Gui 1 he-rme
Sinal
Vermelho
Fátima
Sinal
Amaralo
Anna
Sinal
Verde
Ana
A 1 a d im
Gênio
Vasconcelos
Kari na Lei te
Cristina
Di s n e y
da L a m p a d a
Branca
de N e v e
Anões
Nascimento
Silva
Hélio
Jambo
Maria
Bernadete
Adriana
dos
Carvalho,
Santos
Carla
Pedrosa,
Ana
Paula
Aldilene
dos
Santos,
Peixoto,
Erivaldo
Luiza
Carvalho
I si s
dos
,
Mi 1 a
Santos
,
R o s â n g e l a 01 i v,ei ra .
C h a p e u z i n h o Vermelho
Anna
Karina
Lobo
João
Martins
Mau
Caçadores
Fatima
tina
Cawboys
Vasconcelos
e Ana
Cris
Cavalcante
Cícero
Vi tal in,o,
tos , E r a l d o
Ana
Leite
Edilson
S an
-
da S i l v a
Cristina,
Mônica
Ri Ida
de
Costa,
Ruth
Alves,
Kãtia
tos ,
Mi ri an e G i l d e t e .
San
38
Edileuzâ
Pescadores
Rocha,
Verônica
Cos^
ta
Iemanjã
Rita
Se rei a
Eleonora
Duse
Regência
da P r o f e s s o r a
Coral
da E T F A L
de
Cassia
R.Lemos
Maria
A u g u s ta M o n tei ro
Orquestra
Antonio
Filarmônica
Adereços
Violeta
Cenografi a
José
Con t r a - R e g r a
Arthur Leite
M a q ui na ri a
José
Coreografi a
Jouse
I
de O l i v e i r a
de M e l o e A m a r o
e João
Vicente
Martins
Cabral
Alves
- WALTER
Em d e z e m b r o
de
um A u to de N a t a l , b a s e a d o
me . P a r t i c i p a r a m
Leite
j
Di r e ç ã o
A adaptação
-Maestro
Guimarães
Edna Leite
s
ÇA.
- Regência
Fi guri no
I
vez
de A l a g o a s
foi
feita
deste
AUTO
1 9 7 9 ,n o v o
na
DE O L I V E I R A
texto
foi
p.eça de H e n r i
por W a i t e r
montado,
Géon
de O l i v e i r a
0 NATAL
e Gustavo
NA PRA
Gui lher
espetáculo:
DE N A T A L
- HENRI
Adaptação
de:
GÊON
WALTER
DE O L I V E I R A
GUSTAVO
Mel c h i o r
Mercedes,
Walter
Maria
GUILHERME
de 0 1 i vei ra
M a c ia M e n e z e r
Josafat,Homem
Gustavo
Gui 1 h e r m e
S a r a , M u l h er
Joseane
Araujo
Bruno,
desta
Anjo,
Pastor
zinho
Sidney
Silva
Matrona
Ana
Jose
Ronaldo
Ci gan a (bailarina)
Rai 1 da L e o n a r d o
R e is M a g o s
Carlos
de A n d r a d e
Bezerra,
Cícero
Caiano
Lavínia,
Renilda
Leonar
do e A p a r e c i d a
Ferrari
e.'Carlos
Erika
Jorge
39
M a i a , Ma r i 1 d a L e o n a r
- Ricardo
Povo
do,
Ana
cia
Cavalcante,
Sueli
Vos,
C . C a v a i c a n t e ,A n a
Correa,
Filarmônica
Regência
Coral
E x p r e s s i o n i s ta de
Ballet
Cavalcanti
Coreografia
Chico
Joaquim
M aq u inã ria
- Ronaldo
Buarque
OS
Valle
Fonseca
PAX"
de M e s q u i t a
e
- Wellington
de
Direção
Geral
de
Gose
TERRA
Som
Em j u l h o
por
- "IN
- Eliana
Direção
Karina
Benedito
F ig u r in o
Assistente
Calhej_
Maceió
- Jose
Musica
Anna
Nicolas
- Maestro
Eliana
Rosilene
,
de A l a g o a s
- Maestro
Regência
Lyra
J a i d e te P e r e i r a , V e r ô n i
ca L i m a ,
Orquestra
Maura
Mar
1980,
de H o l a n d a , f o i
SALTIMBANCOS
Cavalcante
- Gustavo
WALTER
Os
Guilherme
DE O L I V E I R A
S a l t i m b a n c o s , texto
representado
- SERGIO
- CHICO
de L U I Z
BUARQUE
Jumento
- Gus t a v o
Galinha
- Eleonora
Gata
- Anna
Cachorro
- Ricardo
Mai a
Barões
- Roberto
Mai a
,
ENRIQUE
DE H O L A N D A
Guilherme
Duse
Me ne ze s
D e 1b e r t o
Joao
equipe
Karina
Marcia
Maria
adaptado
com a s e g u i n t e
BARDOTTI
Música
adaptação
Luiz
das
Santana
Graças
Batista
Monteiro
de S o u z a
Cri a n ç a s
Fátima
Teixeira,
nardo,
Marilda
nilda
Leonardo,
Cavalcante,
cante,
Lima,
Maura
na M o r e i r a ,
dete
Ana
Cava]_
Verônica
Barbosa,
Erika
Aparecida
Re
Cristina
Márcia
Lyra,
Pereira,
Leo
Leonardo,
Ana
Martha
Maria
Railda
Adria
LavTnia
,
Ferrari,Ja^
Rosilene
C_a
1 hei ros
Fi guri nos
Hercy
Lapa
de O l i v e i r a
Contra-Regra
Naná,
Marinete,
Arthur,Edna
e Ruy
Efeitos
Sonoros
Es_
pe c i a is
Radio
Montagem
Equipe
Som
W e 1 1 i ng ton
L uz
Rubens
Maquinaria
José
E x e c u ç ã o dos figurinos-
Alderita,
anos
depois
f o r a m os
G rupo A l f r e d o
Técnica
trabalhos
de A l a g o a s .
de
FUNTED
e Severo
Cabral
- ADHELMAR
Di r e ç a o
Estes
Difusora
e Ronaldo
Terezinha
e Carmem
DE O L I V E I R A
infantis
de O l i v e i r a , a p r e s e n t o u
que
Os
para
Dionfsios
a criançada
alagoana.
A Associação
Lindà
M as c á f e i l h â s
adulto§»
goariêj
e' q u e
em o u t u b r o
continua em
t a m b é m es t e v e
fstê
trdbãlHê
goárf 8;
mür0hâr
Teatral
de
constante
como
Fêpt’
ê§êníãhâ§ p e l o m e n o s
trabalho
Teatro
de t e a t r o
sêifi fifís l u c r a t i v o s ,
Alagoas,
19 5 3 , d i r e c i o n a d a
p re se n te no
grupô
das
ATA,
para
e m pr ol
fundada
por
trabalhos
do
teatro
de
al_a
Infantil.
persiste
todos
em m anter
os e x i s t e n t e s
um e s p e t á c u l o
fcSiiié 'lâfltds o u t r o s . Poreftl d e v e - s e
esta
por
ano,
uma
no
linha
teatro ala
para
vitalidade
de
não
do
des
grupo
'éà p ÊI.1 §0 êli prê§ idêíite L -írid a M a s c a r e n h a s .
A ÂTA
íts t l ã t f e
èMdof,
tornou-se
em g r a n d e s
um g r u p o
estados
representativo
brasileiros,
em
ocupando
festivais
uma p o s i
41
ção
respeitada
Infantil
no
é muito
panorama
a criança
lacuna,
nho
pois
para
foi
Linda
o Teatro
no,
tro
til
todos
grupo,
dois
os
pela
do as
de b a i r r o
Em
tagem
infantil
Isaac
Gondim
deixar
com Luís
os
deste
Filho,
a ficha
no
sua
Teatro
de
contribuição
lamentar
Lavenère)
peças
alagoanos,
além
esta
abriu
colégios
de
camj_
para
que
Cultura
Artística
da
oficial
a
.
para
o
bateu
o adulto,
maior número
rede
para
um p e r n a m b u c a
:
um e s p e t á c u l o ,
DO R E I , t e v e
de
encenadas
contribuiu
de s u c e s s o
de
Teji
recor
o infain
representa
de M a c e i ó ,
-
apre
de e ns i no , i n cl ui _n
pobres.
1 9 5 9 , no T e a t r o
Meus
peodoro,
aconteceu
a p r i m e i r a moji
0 - t e x t o e s c o l h i d o foi do
grupo.
técnica.
Santos
pernambucano
D i abi nh os . Infelizmente
S e g u e m os
personagens
do
texto.
não
conse
A direção
Mascarenhas:
MEUS
SANTOS
JaimePadre
Cavalcante
seg uinte,
ficha
Augusto-
Rivando-
nenhum espetáculo
Medeiros
DIABINHOS
Tadeu-
Em o u t u b r o
montar
podemos
Montando
Sociedade
em todos
de L i n d a
trabalhos,
as p o u c a s
s e u s ;t r a b a l h o s
sentando-se
foi
entre
autorês
0 SAPATEIRO
ç õ e s , apoiado
presença
Infantil.
na e d u c a ç ã o .
musical,
guimos
sua
c o n h e c i d o s n ac i o n a l m e n t e .1 j
i
I
S a l i e n t a m o s t a m b é m que a ATA
Infantil
zonas
Não
M a s ca re nh as (j un to
apresentou
e textos
de e n t r e
do b o m n í v e l .'dos
irrisória.
Este
criança,
porem
pequena.
Apesar
para
teatral,
Rui-
de 1 9 7 1 ,
infantil,
e encenada
- ISAAC
GONDIM
Murilo-
Valdir-
Bola
Sete-
no T e a t r o
Seu
Wilson
-
Tijipió.
c o m um e s p a ç o
0 Jacaré
FILHO
12 a n o s
de
Azul, .
de A r e n a ,
do
pela
técnica:
0 JAC A R É AZUL
-* M E D E I R O S
Macaco
Püpagai o
- Ec livam Mareei
- Rogério
Dantas
Jâeãfe
- Ronaldo
de A n d r a d e
Lêlô
- Clywton
Azevedo
Lebrão
- Cari os
CAVALCANTE
A u g u s to
sem
alagoano
ATA,
com a
42
Coruj a
- Soni a Mel o
Onça
- Marilda
Si 1 kan a
- Tereza
Narrador
- Pe t rú c io
Cenário
-Maria
José
Figurinos
- Nita
Campos
Goulart
Novais
Lima
Lima
Maria Anete
- José
Sonoplastia
- Otávio
Maquinaria
- José
Cabral
Pi n t u r a
- José
R o d r i gu es
Di r e ç ã o
- MARIA
Ma ri a da S i l v a
Teatro
so,
Deodoro
e,
de
posteriormente,
o • t e ”to de M a r i a
Helena
1976,
na
KÍinher,
Gomes
JOSE
SELVA
de o u t u b r o
CAMPOS
LIMA
(8)
nq
cidade
As
e
Piech
L uz
No m es
Silva
Teatro
baiana
Aventuras
de A r e n a
de
de
Paulo
e
Afon
um D i a b o
Ma
1 a n d r o , foi r e p r e s e n t a d o c o m os s e g u i n t e s p a r t i c i p a n t e s :
AS A V E N T U R A S
DE
UM D I A B O
MALANDRO
- MARIA
HELENA
Cá p i to 1 i no
- Homero
Coman dante
- Mauro
Diabo
- Everardo
Moça
Cavai cante
Roberto
- Roseana
Suveniana
Cenário
KÜNHER
Sena
F ar i as
- Everardo
Sena
/ Helena
e Homero
Rêgo
Caval
cante
Figurinos
- Helena
Müs ica
- Hugo
Luz
-Heleno
Sonoplastia
- Roberto
Direç a o
- EVERARDO
Êrri o u t u b r o
fflâHtí ea Pidô a te a g a s t o
de
Psâ ii§ 0 f í é i a 1 de e n s i n o
i=Jll|ÍJj± Oe
Sei,
de
1978,
foi
1 9 77,
nos
com a s e g u i n t e
e Regina
Nobre
SENA
Arena
t a m b é m nos
pela ATA,
ficha
Natãlia
Martins
Teatros
apresentado
encenado
Rêgo,
e Deodoro,per
colégios
o musical
técnica:
infantil
da
,
43
0 SAPATEIRO
DO REI
- LAURO
GOMES
Sapateiro
- Homero
Cavalcante
Príncipe
- Ronaldo
Palhaço
- J a d e r Sob r i nho
Polichinelo
- Daniel
Soldado
- Dãrio
C o l o m b i na
- Fátima
Trapi nho
- Claudia
Vai d o s a
- E 1 i ne
M e n s a g e i ro
- José
Cenário
- 0 Grupo
F i g u r in o
- Marcos
de A n d r a d e
(Pajé)
Bernardes
Bernardes
Neto
Maria
de O l i v e i r a
Correia
Flores,
Natalia
Regi na
Música
- Edson
Sonoplastia
- Nelson
Luz
- Roberto
Maqui nãria
- José
Con t r a - R e g ra
- Mareia
M a q ui 1 a g e m
- 0 Grupo
Di re ç ã o
- JOSE
Em j u l h o
surgiu
uma
Cavalcante,
em
revelação
de
1980,
de a u t o r
escreveu:
Q uando
nos
Braga
Nobre
Cabral
e o Grupo
N o r m a n de
MARCIO
Teatros
infantil.
se
Frederico
PASSOS
de A r e n a
Um a t o r
e Deodoro
do g r u p o ,
deu o E c l i p s e , a s s i m
Homero
apresentado
s ua f i ch a t é c n i c a :
QUANDO
SE
DEU 0 E C L I P S E
HOMERO
CAVALCANTE
Macun aíma
Homero
Lua Jacy
Madalena
A r c ô - 1r i s
José
Sol
Da Imo L a z a r i n i
Goaracy
Cavai cante
Aquino
Correia
Géülr'i o
0 Grupo
F i g u H fi ô
Antonio
L üz
Rubens
Lopes
,
44
Sonoplastia
Desenho
do
- Everaldo
Programa
Di r e ç ã o
Estes
público
infantil
- JOSE
f o r a m os
do e s p e c i a l m e n t e
ra,
centivo,
para
com
através
de T e a t r o
Teatro
e Cultura
preocupado
so p a r a
si cos
de M a r i a
b o Ii n h a s ,
pelos
a arte
de
que
PASSOS
a ATA
apresentou
Clara
Infantil,
Seu
e Cultura",
teve
o apoio
Secretário
na e d u c aç ão - i n f a n t i l ,
verbas,
crianças,
para
como
Machado,
integrantes
seu
a única
acumulou
0 C a v a l i n h o Azul
alagoanos
MÁRCIO
Educação
de A l a g o a s .
Conhecida
culos
trabalhos
Normande
ao
a l a go an o, -
"0 G r u p o
de E d u c a ç ã o
-■ R o b e r t o
Vasconcelos
nas
P l u ft,
e a peça
do
grupo
GTEC,
cria
da S e c r e t a r i a
Benedito
Cerquei-
concedeu-lhe
u m i_n
desenvolvimento.
equipe
suas
que
desenvolve
montagens
os
espet-ã
textos
o F a n tas m i n h a , 0 R a p t o
Bety
era
- Hélio
Princesa,
Jambo
e Ruy
clas_
das
Ce
escrita
Lessa.
0 o b j e t i v o d e s t e g r u p o de t r a b a l h o foi a t i n g i d o p o r
urna a n o ,
tãculos
locava
ças
tempo
de s u a
tinham
ônibus
para
duração
o apoio
As
das
portas
Os e s p e t á c u l o s
t ev e
a duração
nanceira
que
balho?
ção.
grátis
£ importante
um m í n i m o
entrada
esperava.
acabou e a extinção
zer e s p e t á c u l o s
ao
possível
teatro
que
que
ao
primeira
da S e c r e t a r i a
â disposição
o teatro.
numa
em
1967.
Os
de
Educação
e Cultura
escolas,
trazendo
todas
ficavam
sempre
Com
do g r u p o
a criança
para
sem barreiras,
abertas
foram
a troca
o público
teatro
fase
Secretário,
aconteceu.
termina
tenha
não
Não
pode
em g e r a l .
será
responsabilidade
refletir
como
não
a ajuda
por
respeitando
considerar melhor
co
crian
0 grupo
gratuitos.
de
que
as
ao p ú b l i c o
espe
de
fi_
fa
o tra_
pagar
s eu
lazer.
A
uma
desmotiva-
0 e s p e t á c u l o g r a t u i t o t e n d e a se r o m p e r a n t e s q u e q u a l q u e r ou
tro.
0 primeiro
espetáculo
.Ó F a n ta s m i n h a , de M a r i a
maio
de
1967,
rio T e a t r o
Clara
Deodoro.
levado
Machado.
pelo
Ficou
Participaram
GTEC
o mes
deste
foi
de
PI u f t ___L
abril
trabalho:
e
PLUFT,
0 FANTASMINHA
Mari n he i ro s
- MARIA
CLARA
Augusto
de M a i a
Ruy
Lessa
Fernando
P 1uft
Alcione
M ãe
Luz
Fantasma
P e r n a de
Deodoro,
Lei te
Hélio
Cenario
Napoleão
Fi gu ri no
K a l ma M u r t i nho
Di r e ç ã o
WOLNEY
mesmo
ano,, nos
m o n t a r a m mais
um
0 R a p t o d..s C e b o l i n h a s . 0 e l e n c o
ficha
Lopes
Ge ru n d i o
No
Teatro
Cavalcante
Oswaldo
Pau
Camelo
Yara
Sheyla
M a ribe 1
Jambo
Muniz
de j u n h o ,
texto
de
Maria
assim
Freire
LEITE
meses
foi
MACHADO
julho
Clara
e agosto
Machado:
constituído,
seguido
técnica:
0 RAPTO
D AS
CEBOLINHAS
Coronel
Felício
- MARIA
- F1orencio
Lúcia
- Alcione
M ane co
- R uy
Camaleão
Al f a c e
CLARA MACHADO
Tei xei ra
Cavalcante
Lessa
- Wolney
Leite
Médi co
- G e r e i no S o u z a
Gata
- Sheila
Florípedes
Cachorro
Burro
Gaspar
Si m e ã o
Lopes
- Augusto
- Helio
de M a i a
Jambo
Cenário
- Florêncio
F i g u ri n o
- Elza
L uz
- Helio
Sonoplastia
- Carlos
Administração
- Helio
Di r'eção
- FLORENCI0 TEIXEIRA
Teixeira
B a rre to
Jambo
Junior
Jorge
Jambo
46
Em n o v e m b r o
grupo
revelaram-se
c e s a , uma
fantasia
da no T e a t r o
ções
sobre
deste
a ficha
cia,dos
Machado.
grupo.
palcos.
autores.
infantil
Deodoro.
Em
culo
como
e dezembro
do m e s m o
ano,, d o i s
A peça escrita
de H é l i o
Infelizmente
Jambo
não
foi,
e Ruy
Bety
Lessa,
conseguimos
atores
era
do
Prin
apresenta
coletar
informa^
técnica.
1 9 76 , r e a p a r e c e
Não
compreendemos
0 texto
0 Cavalinho
no T e a t r o
escolhido
Azul.
os
foi
A ficha
Deodoro
longos
mais
u ma
técnica
gui n te m a n e i r a :
nove
v ez
foi
mais
anos
de
de M a r i a
constituída
>
0 CAVALINHO
t
João
de
AZUL1
Deus
Vecente ■
1
Cavalinho
Azul
Mãe
MARIA
CLARA
-
José
-
Nereu
-
Jadilson
Pa r a n h o s
R o n aldo
Domi n g o s ’
'I a fi ke ra
Can t a r e i i
M ús i c a s ( b a i x i n h o )
Tenãri o ,
(alto)
-
Otãvi o Cabra 1
( go r d o )
-
Gersino
M en i na
-
Gorete
19 h o m e m
-
Lívio
29 h o m e m
- João
39 h o m e m
-• E l i a s
L a v a d e i ra
-
Vendedor
- Luiz
19 s o l d a d o
- Roberto
29 s o l d a d o
-
Jambo
39 s o l d a d o
-
J o s é Al ves
19 e 1 e f a n te
-
Heiio
Jambo
29 e l e f a n t e
-
Jazon
Pi nhei ro
39 e l e f a n t e
-
Ri c a r d o
C a v a 1 can te
Cowboy
-
M a r c i al
Lima
Ek q c u ç Io
da Si 1 va
Souza.
Viana
Sampaio
Climaco
Miranda
Maécio
Menzes
Sampaio
Nogueira
J ún i o r
- Florêncio
do C e n á r i o
Cor) t r a - R e g r a
e
Lima
Bispo
Cênario
da
MACHADO
-
Teixeira
-
Jose
Rodrigues
-
João
Ma rti ns
e José
-
Clara
Ronaldo
/„ M a r c i a l
Palhaço
ausên
,
—
-
um espetjí
Cabral
se
47
A s s i s te n te
Naná
Magalhães
Luz
José
Miranda
Sonoplastia
Cari os
Figurino
- El z a B a r r e t o
M a q ui 1 a g e m
- Rogério
Admi n i s t r a ç ã o
- Hélio
da m ú s iica)
ca)
P r ó l o g o (1 e t r a
0 Grupo
proposta
objetiva
com
a criança,
y a . P o r e m não
tri buiu p a r a
de T e a t r o
de
lamentavelmente
deixaremos
o Teatro
tempo,
na
pessoa
fantil
c o m os
do
de
alunos
de
como
19 e 29
graus,
a partir
n ao
conseguimos
arquivos
ou
pois
o colégio
0 Anuário
mas
referências
documentou.
durante
informações
das
tilais c o m p l e t o s .
(9)
Em m a r ç o
d° P.I u .ft, o Fa n t a s mi n h a ,
PLUFT,
Má r i a
encenadas
1977,
c o m os
no
de
deseja_
que
con
-
de
num
certo
Teatro
1975
até
In
1979.
de f a d a s
fez
Infelizmente
quanto
ao
elenco
campo.
Brasileiro
pelo
de
grupo,
Teatro
Patriota
HELDER
publicou
faltando
foi
algjj
detalhes
representa
participantes:
CLARA MACHADO
L ô p e s, Amsterdan
1 do C a l h e i ros .
19 77
de A r e n a ,
- MARIA
P g f h â i Pa,
äö
equipe
peças.
precisas
Gilcyr
öi
se
desenvolveu
suas
ffliâ SahiiSflto,
Rônii
do q u e
de h i s t ó r i a
seguintes
0 FANTÁSMINHA
Qüitôfia
essencialmente
Família,
período
pesquisa
do T e a t r o
de
uma
apresentou
0 a d a p t a d o r , c r i a d o r , não r e s i d i a na
a nossa
peças
antes
Sagrada
no
e assim montava
de M a c e i ó ,
e C u l t u r a 5qu e
Hei d e r M e d e i r o s ,
o teatro
cidade
Leite
LEITE
mais
Colégio
para
não
e Oswaldo
Lobo
se e s f a c e l o u
do
Hei d e r M e d e i r o s
adaptações
Monteiro
de M a c e i ó .
Amador
criador
Gomes
preocupando-se
citã-lo
Infantil
0 Grupo
Educação
trabalho,
e Joana
- F l o r e n cio T e i x e i r a
WOLNEY
Di r e ç ã o
Leite
Jambo
- Tyrone
Mús i ca
u ma
Jorge
Barros
Santos,
MEDEIROS
Neto,
Eugene
Arthe
Mendes
48
Em a g o s t o
foi
do p r ó p r i o
do m e s m o
Hei d e r M e d e i r o s ,
AS A V E N T U R A S
ano,
no T e a t r o
As A v e n t u r a s
DE
UM R A T I N H O
de
-
de A r e n a ,
o texto
um R a t i n h o .
HELDER
M EDE IROS
í
Maria
Quiteria-
Helder
Carlos
Medeiros-
Marta
Di r e ç ã o
Outros
c a ,- C h a p e u z i n h o
0 Gato
fadas
trabalhos
Todos
tuitos,
facilitando
o público
tuidade
com
em geral.
no
no T e a t r o
para
isto,
Silva-
e Ricardo
José.
0 Sonho
de
u ma B o n e
i:
que estes
adaptações
contos
de
•
espetáculos
a participação
nos
do
dos
eram
alunos
posicionamos
t a m b é m grja
do
colégio
com relação
e
a gra
/
de M a c e i ó .
monta,
eram
o t e a t r o . j '1
Anteri ormeníe
No m ê s
de M a c e i ó " ,
Ilka
da Bi chol â nd i a , A Bei a A d o r m e c i da ,
teatro.
Infantil
Verônica
foram montados:
trabalhos
salientar
Outras
tro
os
de H e l d e r M e d e i r o s
Vale
Maria
- HELDER MEDEIROS
V e r m e l h o , Festival
de B o t a s .
Sérgio-
equipes
contribuíram
Vejamos
alguns
de
setembro
de M a r i a
Clara
para
trabalhos
de 1 9 7 6 ,
a história
A Volta
Teatro
de
Infantil
C a m a l e ã o Al face,
Deodoro.
A VOLTA
DO
CAMALEÃO
ALFACE
-
MARIA,CLARA MACHADO
Vovô
- Jai ro B e z e r r a
Maneco
- Ricardo
Lúcia
- Tais
S e m e ã o (o b u r r o )
- Marcos
Viana
Gaspar
- Enauro
Rocha
(o cão)
Florípedes
(a g a t a )
Maia
Braga
- Célia
-Carlos
Costa
t ndi o ?*'■■]
~ Anísio
Gomes
Ndpê
- Dalberto
Joüõzí nho
êâSÍ q U e
- Manuel
*
Cristina
Camaleão
Santana
Li ns
Te_a
apresentados:
“0 G r u p o
Machado,
do
49
ta,
com a ajuda
em n o v e m b r o
A B o mba
lho;
Produção
-- G e r u s a
Direção
- EVILASIO
Um
grupo
de
alguns
e dezembro
Atômic a .
sendo
que
de e s t u d a n t e s
atores
de
Temos
1976,
apenas
em e n t r e v i s t a s
da A T A ,
um t e x t o
o nome
não
Marta-
Moreira-
LIMA
29 g r a u
montou
de
dos
puderam
A BOMBA ATÔMICA
Aline
do
Mais
no T e a t r o
Pernambuco
integrantes
Daniel
Simon-
Bernardes
Maris--
de A r e n a ,
de O l i v e i r a ,
deste
traba
acrescentar outros
- PERNAMBUCO
Eduardo
do C o l é g i o
DE O L I V E I R A
Nilson
e Dãrio
dados:
A c i o 1y - F á t i m a
Bernardes
(ATA),
E v i lá s i o L i m a e A n a R o m a r i z .
Direção
Cremos
para
o crescimento
importância
mente
para
para
tod os
do T e a t r o
a historia
a criança,
s e n v o 1 vi m e n t o
que
que
emocional,
os
- JOSE
MÁRCIO
grupos
amadores
Infantil
do
Teatro
recebeu
cultural
em Maceió,
Infantil
conhecimento
PASSOS
são
que
colaboraram
de
fundamental
Brasileiro
artístico
e humanístico.
e especial
para
seu
de
50
N O T A S
1.
2.
Depoimento
gravado
com Linda
Maceió,
janeiro
de
Pierre
Leenhardt
Lisboa,
Mascarenhas
residencia
-
1982.
- "A C r i a n ç a
Editorial
em sua
e a Expressão
Estampa,
1974.
(Coleção
1950,
In,
Dramática"
Técnicas
- la.
Ed.
de E d u c a
ção ) p . 1 4 .
3.
Idem,
4.
Ver
5.
Jornal
pp.
16-97
capítulo
I
de A l a g o a s ,
janeiro
de
"A p r o p ó s i t o
de
Teatro"
6 . J o r n a l de A l a g o a s , o u t u b r o de 1 9 4 9 , In, "A p r o p ó s i t o de T e a t r o "
7.
Pierre
Leenhardt,
op.
ci t . , p.
10]
8. Maria José Campos Lima Selva, p e r n a mbuca na formada pela Escola
de A r t e
Dramática
e amiga
de
ção
9.
para
Linda
o Teatro
A n u á r i o .io'Teatro
- ECA-USP,
Mascarenhas,
dirigiu
foi
muitas
a Maceió
peças
dar
sua
em
Recife
contribui
Infanfil
Brasileiro
,
- M E C - S E A C - F U N A R T E - S N T . 1977
III-
OS
C A P I T U L O
CAMINHOS
t
DO
E SPETfiCULO:
ANflLISE
OS
2.1
-
CAMINHOS
DO
ESPET f i C U L O
A DRAMATURGIA
A drama^turgi a i n f a n t i l
que
_
cria
i
um e s p e t á c u l o
mo
tempo
é importante
da
criança.
As
criação,
seguem
harmonioso,
para
■
peças
ra r í t m i c a e da n a t u r e z a
isto,
um c o n t a t o
ção
do
de
da
e- ao
verdade
■i
q u a l q u e r que
construção,
para
dos
no q u a l ,
mes^
admitida"
'
!
'
portanto1 é importante
q u e 1 os
e simbólica
a f i m de p e n e t r a r
interior
da c r i a n ç a ,
abrindo
novqs
de
da estrutjj
procurando
com
T
mensagem
poética
o modo
publico.
j
é o criador.da
seja
cuidam
personagens,
com o seu
;
a criança,
inteligente,
"limites
criança,
dramática
0 adulto
para
os
i n v e n t i vi dade' po_r
,
harmônico
f
criativo,
quebrar
para
um m o d e l o
ë rica em
quando
textos
se e s c r e v e
tenham
uma
fujn
no
muji
satisfatoriamente
horizontes
para
a s ua
imagina
ção.
Um d r a m a t u r g o
cria
um
errônea
do q u e
que
texto
de q ue
fazê-lo
considerem
volvimento,
se
para
para
o mundo
o criança
autores
adaptar-se
de T e a t r o
na n e c e s s i d a d e
de
averiguar
se
na
autores
elementos
se
cairá
E de
â) S i n o p s e
se
na
acomodar
ilusão
infantil
fundamental
tem seu
integrando
antiga
e mais
e
fácil
importância
potencial
na
quando
em
sociedade,
deseji
e
não
ã sociedade.
tivemos
montados
o texto
ao
analisar
em Maceió,
dramáticos
na s e g u i n t e
(História
da
bj Pê rs cri uy é tis
e } êSri f 1 i tô D r a m a ti co
ɧ ti’
utiira D r a m ã t i ca
a
Peça)
seus
da e s t r u t u r a
infantis,de
ordem:
dramaturgia
centralizou
infantil, e
aprimorar o conhecimento
foram montados
éÍ)
deve
o mundo
um s e r q u e
que
Infantil
dramãti c o s , para
cri a ç a ó , pe 1 os
para
a criança está
para
não
senão
adulto.
como
0 objetivo
dos
pois
o a t o de e s c r e v e r
e que
preparando
a criança,
infantil
seus
- se
recursos
utilizada
textos.
Estes'
53
e)
Recursos
Dramáticos
f ) Tem á t ica
A sinopese
autor
está
tratando,
ou
e com
história
isto,
da p e ç a
teremos
irá
situar
conhecimento
o
da
que
trama
o
do
texto.
Os
com
denominações
ferenciando
do na
sobre
Maria
USP,
que
qu e:
sempre
insuficiente
mais
sonagem
como
na
os
tam o u n i v e r s o
nagem.Os
que
da
são
ou
formas
caracterização
tem
do
importância
comflitos
esparsos,
flito
das
analisadas,
duas
mos
vontades;
constatar
o conflito
tica
drainá t i c o
ô dualismo
que
é
elas
quase
Em geral
fazer-de-conta
os
de o u t r o
que
são
gênero
os
os
de
fun
u ma
pe£
no e s t u d o
do
que
os
tornam
alegóricos
p l a n e t a ,os
animais,
dife
represen
do s e n t i m e n t o
ou no
e m perso^
Humanos
vegetais
maniqueTstica
com
dos
vezes
e obje
personagens.
o B em .
o desfecho
à E s t r u t u r a D r a m á t i c a vai
Di d â l i l M I & N a r r a d o r ; i n v e s t i g a d o s
gui rii ! íiiã Piê i F â !
do
como
p o r nos
tex
apre
0 con
opondo-se
de
pode
utilizar
solução
conflito
compreender
no
0 que
alguíiia d i f i c u l d a d e
buscam
funda
quando
ê maniqueísta,
sempre
infantis,
para
muitas
mais
principalmente
sempre
vencendo
textos
elementos
dramático,
confronto
quase
autores,
nos
um dos
secundária,
0 Bem e o Mal,
e que
apontar
acontecer.
mitos,
dramático,
senta
peças
de m e s t r a
caracterização
de
bem
humanas.
0 conflito
infantil
posição
foram denominados
os
oriundos
assumem
to
criança,d|
na d r a m a t u r g i a
parece
a transformação
tos
na
da
dissertação
características
personificam
e os A n t r o p o m o r f i z a d o s
mentais
que
apresentam
Atuais,
que
possa
analisados
t r a m a " . (1)
ausi,rato;
Imaginários
sua
capacidade
uma
personagem
em sua
pois
isso
personagens
místicos
do
sáo
mental
Com
personagens
mesmas,
para
de F a . i t ã s t i c o s
rentes,
si
exemplo
importante
adulto.
concluiu,
dos
Infantil
do u n i v e r s o
do m u n d o
Puppo
por
Os
texto
aproximam
"a a n á l i s e
a existir
no T e a t r o
a característica
L.T.
chegam
ciona
se
completamente
fundamentada
infantil,
personagens
do
prá
texto.
o £ontexto
na d r a m a t u r g i a
o
da s e
54
0 contexto
real,
que
tratados
do
absorve,
so
fantástico,
a criança
c ia q u e
quer
problemas
no p l a n o
inspirado
um p u n h a d o
envolve
canãlise
seu
dia
real
não
vai
nos
diz
vendo
da
dalos
de t a n t a
violência
para
r e a 1 i s t a s :p a r a
contos
de
Quando
de
fadas;
0
ou e c o n ô m i c o
fadas
e na
para
universo
q ue
o
mun
e o univer
imaginação,
escapar
fala
criança,
no s e u
ouvindo
crianças
lugar
correta
a ambas
sé p o s s a
que
racional
e a e m o c i o n a l ". (2 )
são
as
da
dando
violên
tão
para
combinadas
contos
de
de
ê verificado
da c r i a n ç a
no
rua.
quanto
um
0 mundo
com
escâjn
sobre
na
as e ^
os
vida
uma e x p o s i ç ã o
a criança
textos,
o
da
é estéril
personalidade
nos
um.
banir
realistas
educacionais,
de
convive
repensa
cada
fadas,
sua
A psj_
que:, " c o n d e n a r
tolo
fa
livro
e necessário
também
de e s t ó r i a s
um t o m p r o f e s s o r a l , c o m e x p l i c a ç õ e s
na
mesmo
sobreviver entre
concluindo
partes
0 didatismo,
de p e r c e p ç ã o
Ele
importante
aos
formação
conversa
seria
apenas
a criança
£ importante
vivemos".
realistas
e psicologicamente
da
Bettelheim,
infantil
um s u p r i m e n t o
as e s t ó r i a s
capacidade
realidade
Bruno
criança.
que
as
há u m
como
para que
o mundo
tõrias
Mas
da
e fantasias
televisão,
de m a g i c a e f a n t a s i a
criança.
níveis:
11 a r e a l i d a d e
se e s c o n d e r
real
político
contos
autores,
pouco
contexto
dois
cotidiano,
social,
fantástico
Contos,
a dia,
do
de
o homem.
o universo
dos
constar
de m á g i c a s
Alguns
vorecendo
vai
.
ampla
recebe
ijn
nascente
através
a
de
menosprezando
compreender
a mensagem
a
refeH
da.
0 narrador,
rece
com
do p e l o s
do,
frequência
autores.
ECA-USP
aplicar
aos
(3),
nos
Maria
textos
c a r a c t e r í s ti ca do
infantis
L ú c i a T.
constata
textos
uma
cinco
analisados
Pupp,
um r e c u r s o
é p i c o , apa.
mal
em sua d i s s e r t a ç ã o
modalidades,
e que
19 S i n t e t i z a r
como
teatro
as q u a i s
ut~iliz_a
de m e s t r a
procuramos
assim sintetizamos:
o acontecido,
isto
subestima
o públi
co .
29
Introdução
bim
de p e r s o n a g e n s
caracterizadosj
39 L i g a ç ã o
de
Cêfiáçãd n ã o
cenas,
tem
49 Gô mê i l t a do r da
sividade
em
cenas,
não
perde-se
no s e u
significado.
meio
código
desnecessário
que
ação, falta
a nível
de
funcione
de
linguagem
sendo
pois
a
en.
com ele.
uma me l h o r
teatral
expres
do a u t o r ,
55
para
com
através
isso m a n i f e s t a r
seus
pontos
de
vista
dele.
59 Na f a l t a da a ç ã o s u s t e n t a r - s e a si m e s m o ,
ve p a r a
Como
ca,
ã comicidade
recursos
importância
para
indicam
textos.
se s e r v e m
como
as
serã
peças
Se
pano
a trama
dramáticos,
e ao e n v o l v i m e n t o
A música,
nos
concluir
do
para
demos
a moral.
atenção
a músi
público.
como elemento
e de q u e m a n e i r a
não escritas
de f u n d o
nos
examinada
infantis
fornecendo
ser
especialmente
o desenrolar
de
os
autores
para
das
grande
a
a montagem,
ações,
ou q u a n d o
ficaacritériododiretor.
A comicidade,
o elemento
ximidade
que
ca
faz
foi
um t e x t o
da s e g u i n t e
os
maneira:
gestos
na m a i o r
vezes,o
nas
parte
õbvio,
çar o anzol,
se
nos
leva
tem a certeza
um v a l o r m o r a l ,
u ma
do
ou
foi
que
pro
tem
em e f e i t o
a criançada.
0 inteligível
uma
de
riso
A forma
na
cômi_
l i n g u a g e m ,o u
r e p e t i ti vo s, tomando
público,
como
a platéia
v ez
que
a u ma
co
com a trama
pescaria,
muito
da h i s t o r i a ,
na m a i o r i a
das
onde
lan
ao se
certo.
que
poético
é um r e c u r s o
perguntam,
pescado
a temática
social
para
infantil,
Bergson.
a comparã-lo
Finalmente
to t e m
do
ptara e n v o l v e r
desnecessário,
considerarmos
e correrias
0 R i s o , de H e n r i
peças
na d r a m a t u r g i a
transformando
agradável
.0 envolvimento
empregado
por
com a criança,
distorcida,
teórica
destacamos
tornar-se
observada
base
que
de e m p a t i a
mensagem
mo
teatral
usavel
vai
nos
apontar
se
através
da m e n s a g e m
em
blocos:
o tex
referi
da.
As
res
consagrados
arque
peças
como
dè H o l a n d a ;
foram divididas
Maria
é os
Clara
autores
Machado,
alagoanos
dois
Silvia
que
Orthoff,
também
o dos
Chico
auto
B u-
c o n t r i b u i r a m pa
ra à ÉIFãfiíãtiirgi â i n f a n t i l br*as i 1 êi r a .
Passemos
tadas
trn M a c e i õ :
agõPá
as
analises
das
peças
que
foram m o n
56
2.1.1
-
A P R E D O M I N A N CIA DOS T E X T O S
PLUFT,
Peça
O FANTASMINHA ■ -
Infantil
A historia
a família
fantasma
ma B o l h a
e o primo
uma.neta
Maribel
tada
pelo
do s e u
em busca
tasmas,
Conhecem-se
rúndio,
máno
Joio,
ves
Julião
da u m a
mãe,
humano»
vai
Bonança
de
Todos
de s u s t o
salvar
e medo
familiar;
e Xisto.
se o p o r
de
:
prj_
deixa
Maribel
é rajp
conseguir o tesouro
João e Julião
pela
surpresa
o fundo
do ma r.
de M a r i b e l
dois
bloco:
e seus
dos
de
fan
-
todos.
do T i o
Pelo
amigos
saem
Ge.
lado
hju
marinheiros
lado
dos
p e r s o n a g e n s ;f a n t ã s t i c o s ,a t r a
Pluft,
Mãe
Fantasma,
Perna-de-Pau,
a vontade
ao m o r r e r
com a ajuda
compreendem
Pelo
Gerúndio,
Maribel
Os
amigável
que
famílias
a p o r t a m na c a s a
para
relação
tio
um t e s o u r o .
Sebastião,
socorrê-la^
c!e d u a s
Pluft,
com o objet i v o
personagens
CLARA MACHADO
tratar
o Perna-de-Pau
relação
Bolha
a herança
resolvem
e Sebastião.
primos,
e a do C a p i t ã o
marinheiros;
para
e unidos
uma
pela
uma s i t u a ç ã o
mandando
atual
é composta
amigos
de M a r i b e l
criando
vai
receber
CONSAGRADOS
1 ato
peça
Perna-de-Pau,
Três
MARIA
desta
Xisto:
para
pirata
avo.
que
em
DE A U T O R E S
de
apesar
Tio
Gerúndio,
de se e n c o n t r a r
e os
no p l a n o
codos , i s o l a n d o - s e , t o r n a n d o
o
in^
vontades
nes^
rnigonahistõriadapeça.
0 conflito
ta p e ç a
dramático
,tem o s :
bem
vai
opor
as
duas
?■
-
Capitão
Bonança
Maribel
Auxiliares
Os
mal
-
Pe r n a - d e - P a u
Fâf* â fflâl^ãdê ejui
dos
ríôstâ p e ç a
0 contexto
irreal
se
marinheiros)
Fantasmas
 uniãô
mundo
(amigos
contrapõe
ao
interessados
termina
fazero
b e m vai
supe-
enfraquecida.
predominante
real
para
ê do
com mais
universo
força.
Todos
fantástico.
os
persona
0
-
57
gens
reais
mágico.
são
Diz
imaginário
levados
Bernard
para
ã situações
Epin
quem
"que
souber
Pluft
todos
os
fazê-lo
- Viva
Gerúndio
solucionadas
gêneros
florar".
o T io
Xisto!
ao
Vamos
-
está
em p e r i g o . . .
muito
neste
Que
na b o c a
dos
dá
ves
musicais.
das
notas
marionete,
ves^
teto,
da
lindo!
temos
capitão
utilizado
(De
dentro)
fantas
batalhão
de
um s e r v i c i n h o
Bonança.
A neta
dele
textos
infantis,
Que
lindo!...
Mamãe,
mamãe
...
a menina
pelos
usado
quanto a natureza
- Ainda
Quando
era
A aprender
no T e a t r o
e os T r e s
da
meu
o
filho.
Infantil
Marinhei
peça
para
o mar
a navegar
Bonança!
olhos
c o r do
bel-
cé u ,
céu,
,
-
atra
criança
- A m e n i n a .M a r i bei , b e i ,
T e m os
derramento
chorando,
musical
uma
saiu
0 Capitão
está
...
olhos!...
Ela e s t á
recurso muito
Perna-de-Pau
de
gola
nos
aqui
todo
Marinheiros
roupa
u ma
texto.
mar
informação
com
o primeiro
personagens: Perna-de-Pau
r o s . A autora
ê fantasmal
de
fantasma
o nosso
A música,
predomina
chamar
na p e ç a :
um b a r u l h o
cima
para
acode
Mãe
em
de
(Ouve-se
Gerúndio,
tem p r e s e n ç a
-
e que
tio
0 didatismos,
Pluft
Isto
tido
marinheiro
não
Observamos
do
igual
i r r e a l .,
portadores
cai
ma).
que
mundo
avião e Xisto
de m a r i n h e i r o
quase
são
(4)
Gerúndiol
- Xisto!
pelo
céu
58
A comicidade,
produz
um e f e i t o
sitado
da
de e m p a t i a ,
linguagem,
entre
muito
que
os
Perna-de-Pau
utilizada
nas
peças
e obtida
através
do s u s t o ,
personagens
humanos
e fantásticos.
- 0 que
se
foi,
vira
heim,
para
menina?
Maribel,
v a n t a 'e s o p r a e v e l a )
me
partam!
nheiro
Ma ri bei
tião,
pre
do
ma-se
que
at é
então
procurando
estava
•
ao
-o p u b l i c o
envJver
desconhecidas
um
mari
J u 1 i ão ,Sebas.
salvem.
com muito
o sotão
todos
os
olhan
lados
a espreita,
e'-mui to
(Sem
:
aproxj_
receoso).
ver Pluft,
e utilizado
ã platéia,
ou
desmaia).
em m u i t a s
apresentando
pas
perso^
da m e s m a .
' i!
Perna-de-Pau
- Venho
ja
te
libertar
platéi a ) onde
Pluft
Cem
l_e
- Oh!
0 envolvimento
nagens
Raios
novol
Maribel
para
devagarinho
(A m e n i n a
da p e ç a ,
ele
de
me
conhecer
amedrontada
Pluft,
sagens
amigos..:
procura
(Quando
se
João,
choramingando,
medo
i njj
n ã o "se b r i n c a !
Socorro!
meus
do
,
Gèrúndio
Sacripanto!
honesto
- Socorro!
Pl u f t
infantis
- (Para
o público)
fantasma
do
aqui
de
...Xisto,
(A
...
é meu
primo
todo
,
muni
( A platéi a )
desconfiado.
q-uem s a b e
cofre,
a chave?
Xisto
avião
é amigo.
Ele é m u i t o
do q u e
está
deste
onde
é a pri ma B o l h a .. .
Está
está
dizen
o tesouro
59
A temática
lista
sobressaindo
maldade.
0 medo
da
autora
a integridade
também
vai
neste
t e x t o é de
do s e r h u m a n o .
perpassar
toda
valor
A bondade
a peça
entre
mora
-
vencerá
a
todos
os
pe_r
sonagens .
Os
t rê s
rpari nhei r o s - B a n d i d o !
pegar,
é q ue
£ agora
ladrão
você
q ue
de
vamos
te
t e s o u r o !0 n d e
prendeu
a Maribel?
A n d a l. F a 1 e !
Pluft
- Mamãe,
gente
Maribel
0 RAPTO
D AS
FelTcio
que
de e s t i m a ç ã o ,
de
cebolinha
xa
todos
pado
lam.
os
Ás
Manéco
sendo
ajudádi
o , c o ift u má
roüBâr
fâfeêj
iè
detetive.
crianças
fingindo
â 01 í i t f í â
§1ê
ã§ n§Fiüâ 1
a vida.
Com
è os
na c a b e ç a
pàra
í1â f â z é h d a
Os
do
Dá-se
do
medo!
CLARA
os
na
de
vo
...
MACHADO
fazenda
e Maneco
0 avô
bichos
na e s p e c t a t i v a
fica
cria
de
junto
De s ma s c a r a d o
que
dej_
desmascarar
ao pê de
cul
entre
s e n t e m mas
n ão
fa
o
la
cebolinha,
o culpa
moment o em qu e e s t e
o ladrão,que
dá ma l d a d e
pe
mútua
t e r mi n a m d e s c o b r i n d o
do s u s p e i t o , n o
um
e o próprio
acusação
que
coro
animais
da p l a n t i n h a
e efetuada,
umà
do
e seus
FelTcio
o roubo
gera-se
animais,e
ourár-se
de
a boneca)
tenho
ê passada
ladrão
isto
não
medo
Engraçado,
- MARIA
Lúcia
ser espantalho,
cebolinha.
ê i êVâdô
netos,
um p l a n o
Lúcia
paulada
peça
principalmente
armam
por
desta
A procura
personagens,
(larga
tanto
3 atos.
o cão e a g a t inha.
prolonga
desolados.
drao.
^
q ue
em
com dois
o burro,
e nomeado
todos
mora
CEBOLINHAS
Infantil
A história
nel
tenho
- (Relaxando)
cê e u
Peça
eu
e Canaleão
vem
Al . -
n u m h o s p i t a l e t udo vol
vovõ F e l T c i o .
personagens
desta
peça
são
humanas
atuais,o
coro
nel
Felício,
nagens
Lúcia,
Maneco,
antropomorfizados
Gaspar,
o cachorro
agindo
e Simeão
0 conflito
de
um l a d o
bondade
o vovô
Felício,
e do o u t r o
Vovô
Mal
Camaleao
sai
seus
e os
gente,
Florípedes,
a gatinha
,
vontades
9
vai
netos
Alface
; opor
e animais
Maneco
duas
formando
o gerador
Lúcia,
perso
da
o bloco
da
intriga.
e os
animais
Alface
entre
os
personagens
pela
busca
da
verdade
vencedora.
0
ta de
sar
e o Médico,
dramatico
Felício,
A união
como
Alface
o Burro.
o Camaleão
Bem -
Camaleão
um a c o n t e c i m e n t o
de
tudo
utilizar
vai
roubo
girar
cotidiano
porque
tor."
to da
vida
homens,
dos
irreal,
uma
na p r o c u r a
de q u e m
praticou
toca
porque
a.realidade
um
nesta
roubo.
cebolinh*a q u e : p r o l o n g a
o ato.
peça
Apj?
a vida,
A realidade
do
contínuo.
Jaqueline
e nos
predominante
um o b j e t o
é um a c o n t e c i m e n t o
teressa
da
contexto
Held
diz
que
apresenta
e modelada
"a n a r r a ç a o
talvez
pelo
realista
a realidade,
sonho,
nos
mas
e recriada
in
também
pelo
au
(5)
Citemos
um
trecho
da
peça
para
verificarmos
o
con
t e x to :
Maneco
Nao
sabemos
vai
a cidade
Camaleao
De te ti ve
Coronel
...
ainda
contratar
do
bolinha
Vovô
um d e t e ti v e.
...
um d e t e t i v e
raio
de n a d a .
para
descobrir
o
levou minha
ce
a comunicação
do
l a d r ã o que
...
Farei
roubo
na p r ó x i m a
reunião.
Agora
vo u a c i d a d e
contratar
um de
te ti ve . '
Maneco
Descobrimos
que
leão
e
Alface
q u i a pouco.
o ladrao
temos
que
ê o Cama
pegã-lo
da
é r
A musica
de
uma
dentro
cia
música
de
roda,
da s i t u a ç ã o
o s o m de
do
tambor
e pouco
Samba
Lele.
contexto
para
usada
da
nesta
A letra
peça.
com
tas
vezes
ou g e s t o s
provocado
go
totalmente
do
de
vida."
pela
mecânico,
(6).
indica
Podemos
porque
na
frequên
texto.
cambaleão
II
com esbarrões
Bergson
também
citar,
com alguma
paulada
camba,
II
e utilizada
repetição
autora
precisava
uma boa
repetitivos.
pela
a cabeça quebrada
Camba,
Il
A comicidade
do
referência
tã d o e n t e
Camaleão
E de
Hã
criada
Aparece
Camaleão
personagens,
foi
indicar o suspense
Tã
peça.
diz que
além
"o r i s o
automatismo
a-utilização
da
os
é
de s i m b o l i z a r
um c e r t o
peça,
entre'
mu^
um
j_o
desprov_i_
comicida
de :
Camaleão
-
...
ao h o n r a d o
dos
Reis
nel
que
-
José
FelTcio
(e i n t e r r o m p i d o
pelo
coro
o cumprimenta)...
(Repete
Médico
Coronel
(Passa
o mesmo
texto e gesto).
correndo
C a m a 1e ã o ,d á - 1he
encontrão
mesmo.
e o médico
Logo
depois,
faz o m e s m o ,
roda
um
sobre
vem M aneco
si
que
e depois
Lúci^,Flor e
o médico
para
S i me ã o .
Cada
um v i r a
Tudo
se
repete
este
cai
e os
novamente
outros
um l a d o
até
que
personagens
também).
Ô èrivdl víhiento
VS268
g em ,
e uHHzado
outras
vezes
para
dar
pedindo
do
publico
ê bastante
alguma explicação
a confirmação
de
do q u e
uma
explorado,
pensa
resposta
ãs
o persona
desnecessã-
62
ria.
ca,
As
crianças
para
obter
tem
sua
r e a ç õ e s ,in d e p e n d e n t e m e n t e
da
u t i l i z a ç a o ' de
is
participação.
M ane co -
(P a r a
o públ i co ) A c h a m
cente.
Um d e t e t i v e
ruim,
desconfiar
todo
mundo
precisa
até
do
ser
ino^
meio
ca.
próprio
chorro
...
Não
sei
não...
tão e s p e r t o s ,
esses
ladrões
vocês
acham?
disse
...
s ão
(para
a
platéia)
L uc ia
-
. .. 0
detetive
um t i r o ,
não
fo i,
ele
gente?
prometeu
(p a r a
a pia
té ia ) .
A temática
1 o re s
diante
honestos
(positivos)
da m a l d a d e
desta
do h o m e m ,
e desonestidade
Médico
-
peça
As
de
escutei
prisão...
ruindade,
Coronel
-
Graças
não
precisa
de
novamente.
0
co
viciado
em
estamos
foram
ruim...
Ó
completamente
vocês
tão
precisa
£ uma.charanga
corajosos.
mundo .
ele
ouvir
desgraçado..
ladrão
0 que
a Deus
e Lúcia,
deste
(Ausculta
está
humanas.
um c o r a ç ã o
este
vji
prevalecer
C o r o n e 1.Quero
o coração
hospital.
devem
negativos)
Coronel,
ração
ações
um p o u c o .
novo
Nunca
Sr.
boas
(valores
Espera
de
ê mo ra 1 i s ta , m o s t r a n do os
velha.
livres
.Maneco
realmente
S ã o os m e l h o r e s
muito
netos
do
63
A VOLTA
Peça
DO
CAMALEAO
Cebolinhas,
siderar
sua
como
uma
do,anteriormente,quando
VovÔ
doente,
Sabidoso
lhe
formula
uma
juntamente
de
robou
Felício
d as
apesar
de
de
as
é uma
CLARA MACHADO
do C a m a l e ã o .
do
Rapto
Podemos
jã q u e
foi
con
até
desmascara
cebolinhas.
u ma
carta
necessita
cebolinhas.
da
Resolve
ciente
de
de s ua
prolongamento
de e s t a r
continuação
vingança,
recebe
que
cientifica
peça
a maldade
forma
Souza,
c o m o cha
rar o t e s o u r o ,
desta
aprofundando
volta
- MARIA
e m 2 a t os
A historia
das
ALFACE
dos
um a m i g o
presença
vida
para
dar-
com felicidade,
com seus
índios
muito
netos
procu
existentes,
-
na
r£
índios
e
gião.
Aparecem
um p a d r e
uma
maleão.
uma
entre
0 padre
que
vez ele
os
que
na h i s t ó r i a ;
o segredo,
e os í n d i o s ,
do o c o r r i d o
é desmascarado
prepara
e solto
na
Camaleão
que
uma
Alface
terminam
armadilha
floresta
como
arma
prenden
contra
punição.
Ca^
Mais
é derrotado.
e Maneco,
XimpogÕ,
viajantes
sabendo
Os
Lpucia
personagens
catequisador, Descobrindo
intriga
do-os.
novos
personagens
Padro
índio
são
Joaozinho,
P e r i . Os
humanos
atuais
C a m a 1e ã o Al f a c e
- VovÔ
e os
Felício
índios
ant ro pom o rf iz ad os , Florípides,
Caci
Gaspar
e
S im e ã o .
ri o r e s ,
oposição
0 conflito
dramático
segue
a mesma
entre
vontades.
0 bem
vencendo
duas
Bem
-
Vovô
Felício
Florípedes
Mal
0 desejo
queficaisolado.
-
da
Camaleão
- Luiz,
e o Padre
linha
dos
ante
o mal
Maneco,
Gaspar,
Joãozinho.
Alface.
' felicidade
da
vida
vence
o
mal
64
0 contexto
acontecimentos
fato
são
cotidiano.
reais
a própria
bólico
que
passados
ao
conhecimento
ela
Bruno
criança
lhes
Bettelhein
tornam-se
atribui,
que
poucas
referências
a autora
da
a temática
não
situação,
cenas.
Há
faz
ou q u e
nenhuma
indicação
não e s t a
e realista,
nem para
"os
neles
como
acontecimentos
reais,
pelo
significado
sim
e n c o n t r a ".(7 )
ausente
- Antropõfagossão
A música
Como
Os
neste
texto,
e n c o nt ra ^
explicatÓrias.
Maneco
ça.
da
realista.
criança
importantes
0 d i d a t i s mo ê m u i t o
mos
e o universo
■
Diz
quanto
predominante
quebrar
de
s o m de
presente
tratando
citação
Tndios
situações
para
o envolvimento
tambor
para
comem gente.
em nenhum momento
de
nem mesmo
que
criar
tenso
indicar
da
pe
do q u o t i d i a n o ,
um
de
suspense
determinadas
instrumentos
ind_T
genas .
A comicidade
de h u m o r ,
entre
quer
pela
personagens,
linguagem,
quer
pelos
neste
texto
através
gestos
apresenta
da
algumas
incompreensão
repetitivos
formas
da m e n s a g e m
de m a n e i r a
contra-
ria..
Bergson
corpo
humano
va a p e n s a r
são
fala
risTveis
num simples
que
"atitudes,
na e x a t a
medida
gestos
em que
e movimentos
esse
corpo
do
nos
le
m e c a n i s m o ".(8)
Camaleão
-
Tndi o
...Se
a polícia
meter
a culpa
Estes
bobocas,
(Pensando
aparecer
nos
é preciso
índios.
n ã o é?
que
ê um e l o g i o )
Mim
boboca,
s i m , ri..
Caniâ 1 e á o
-
(Meio
Onde
tonto)
estou?
dro 1 .
Fui
No
comido
céu?
Bom
pelas
di a ,
onças?
São
Pe
-
65
Eu j ã t i n h a
Que
passos
do q u e
ção
os
da
lealdade
humana,
(todos
índios
enquanto
saparecem,
vor
no P a r a í s o
ã direita...
a frente...
A temática
falar
delícia.1
Dois
Vovo
ouvido
é moralista.
castigando
os
seguem
erra
uma
que
a
sen
dire
acertam
e
de
dança).
A autora
aqueles
passos
o vovô,
sempre
outros
como
Três
se
posiciona
deixam
de
e m fa
praticar
boasações.
Se os
Lúcia
eles
de
0
CAVALINHO
Peça
em
sltí üiúndo m i gi có é ániiiiistà.
riSòiVê
hfio éffl B ü S c à
particular.
do
azul
peça
predileto
Seu
V ê rieíê r 0 a n i m a l .
cavalo
queimar
viver bem,
AZUL
desta
£jü§ têrn êèffiõ b r i n q u e d o
fáriítiií
tem que
gostam
voce
MARIA
de
viver
qualquer
não
mal,
receita
acha?
CLARA MACHADO
1 ato e 9 c e n a s .
A historia
cente
bandidos
que
nos
fala
sobre
um p a n g a r ê ,
um
menino
fazendo
pai , i n c o m p r e e n d e n d o
esta
com
isto
fase
in-
Õ nien i no 41 n c o n f o r m a d o , p a r t e
d a n ç a , canta
e voa",
Vi
sozi-
no s e u m u n d o
66
No
mas
por
outro
músicos.
nino
vezes
lado
Começa
e pelo
caminho
seu
informam
encontra
desperta
uma
longa
cavalo
a ámbiçao
procura
azul,
ao m e n i n o
uma
os
amiga
de
para
acompanha-lo
,
disfarçadas
em
3 bandidos,
e uma
perseguição
sutil,
aparecendo
personagens
rápidos
lugares
onde
ele
pode
no
final
pelo
...me
que
ãs
encontrar
o
seu
cavalinho.
Os
um p e r s o n a g e m
volta
para
bandidos-músicos
Cowboy
a cidade
e são
com
presos.
festas
0 menino
que
são
desmascarados
encontra
a população
seu
de s u a
por
cavalo
cidade
l he
e
d e^
dica.
Os
humanos
a mãe,
os
atuais:
os
soldados,
terizada
os
João
o palhaço,
tres
como
quatro
morfizado,
personagens
Deus,
três
cavalos
Os
anteriores
ro t a d o
Este
último
dramático
-
Os
A
A criança
impotência
termina
sia
da
do m u n d o
por
vencer
os
t rê s
o mesmo
carac
elefantes
,
antropo-
esquema
das
d u a s .v o n t a d e s .0 mal
da m a g i a
penetrar
este
Menina,
tres
pe
é der
João
de
Deus,
dos
Cowboy.
personagens
a maldade
dos
nTvel
que
do
universo
criança,
incompreendido
em
tudo
lhe
que
quase
procuram
músicos.
da
universo,
Pai,
m ú s i cos .
ê mostrado.ao
imaginário
utiliza-se
de
personagem
Velha-que-viu,
oposição
0 contexto
Trata
o p ai ,
lavadeira,
£ um p e r s o n a g e m
das
Vicente,
Ma 1 -
cú.
são
segue
oposição
Mãe,
Vicente
homens,
os
vez.
Bem
ajudar
o menino;
três
animais
Temos
ser humano.
da a u t o r a . U m a
ma i s uma
a menina,
personagens
e o pangarê.
como
Vicente,
A ve 1 h a - q u e - v i u , e uma
0 conflito
ças
o narrador;
músicos,
o cowboy.
louca.
a ge
de
____ )
sao n u m e r o s o s .
,
peça
nesta
cerca,
sempre
fantãsti
pelo
adulto.
e o adulto
desmonta
na
a fanta-
criança.
Vicente
-
...Mamãe
e velho
Pai
-
Está
chama
porque
ficando
cavalo
meu
cavalinho
mamãe
e gente
de s u j o
grande..
doido ;melhor ê levar
lo go . V o u ã c i d a d e
vendê-lo..,.
o
67
0 narrador
ti za o q u e
tas.
acontece,
o ra
A trama ê concluída
nesta
comenta
pela
Velho
peça
e o p e r s o n a g e m que
a ação
ora
manifestando
pontos
...Vamos
ver
ele anda
Os
deste
sinte_
de
vis^
moral.
-
donos
si cos
que
...Estes
para
por onde
vem
circo
velhos
vam e g a n h a v a m
vocês
alugaram
casa
mjj
um p a l h a ç o
enquanto
eles
toca
dinheiro.
viram,
foram presos,
;
três
ali .
fazer graça
...Como
aqueles
agora.
os
a menina
tres
lev ei
músicos
para
a
dela.
Todos
na c i d a d e
estão
esperando
Vi
-
c e n t e .vol t a r . . .
0 didatismo
ra r e f o r ç a r
aprendizagem
o p o n t o de
para
que
vista
a autora
daqueles
que
utiliza
no
vêem
teatro
no
texto
serve
pa_
um m e i o
de
a criança.
Vicente
-
Você
sabe
o que
quantidade
por
todos
baixinho,
de
os
é u ma
terra
. mos
na
ilha
dos
os
lados,
cabos,
você
de
cercada
ãgua
um i s tmo
( diz
decorar)
c a v a 1 i n h o , nõs
Vja
de ã g u a
to
cercado
de
por
istmos...de
t u d o . . . D e p o i s , eu m onto
e saimos
pitanias
uma’
de
procurando
Um i s t m o . . . é . . . S a b e
E
cercada
lados..,,
como
ilha?
correndo
atrãs
liered i t a r i a s . . . Vai
das
em
.ca
s e r ó,timo!
\
A música
t-Qdii
â§ H t u ã ç o a s
pfSVinde
i Intenção
das
é muito
cenas.
musical
da
A comicidade
vel
esta
entre
efeitos
frequente
Aparecem
autora
nesta
personagens
para esta
não é f o r t e m e n t e
de g e s t o s
e cenas
de
peça,
que
indicando
são.músicos,
montagem.
apresentada,
repetição.
o
risT
68
Velha
-
Me
larga,
lha
se
velho
desprende
os m ú s i c o s
te
A temática
tante
do o b j e t o
criança
tem,
mágico
quando
que
é a de
gosta
horroroso...
atrãs
ridícula.
a autora
e sai
A velha
do
verdadeiramente
e some),
da b u s c a
verdadeiro
de a l g o ,
que
com
bastan
escapole
através
amor
ve
correndo
riuma c o r r i d a
propõe
fidelidade,
( A
cons
que
tanto
a
pode
ser
um animal, ou brinquedo, etc.
a Psicanálise
Iheim,
cita
ani m i s t a
nha
até
clara
tenha
convencida
que
a idade
separando
vida
o mostre
Piaget,
tem vida
de q u e
diz que
dos
Contos
"o p e n s a m e n t o
da p u b e r d a d e , p a r a
os o b j e t o s
muito
F a d a s , Bruno
da
criança
a criança
das c o i s a s
p a r e c i d a com
o animal
de
vivas;
a nossa
entende e sente
não
permanece
existe
e o que
...Uma
como ela,
Bette-
uma
quer
criança
1j_
que’
está
mesmo
que
não
de me
dizer.
a b e r t a m e n t e ".(9)
Vicente
-
...quer
fazer
o favor
o meu
cavalo
azul
está
0 meu
cavalo
azul
é lindo.
se
aqui?...
Dança,canta
e voa.
A
BOMBA
Peça
Infantil
A historia
sã\>ê 1 s Q U é s ã o
FáÉ
fabricar
ÊãHísêF fê nc i á ê n t r é
ATÔMICA
- Juvenil
desta
- em
prêâidentes
em
risco
inimigos,
os h a b i t a n t e s ,
DE O L I V E I R A
2 at o s .
peça é sobre
uma b o m b a , p õ e
güFâíiíjâ é tirri irisdo erifcrg t o d o s
- PERNAMBUCO
um c i e n t i s t a
todo
com
o seu
isto,
sobre
irrespon-
universo.
gera
o efeito
uma
inse-
maléfico
d a BSmbiiiháí
Os
voltam em busca
presidentes,
da v e r d a d e i r a
quando
bomba.que
d e s c o b r e m que
assustada
sao
enganados,
com o que
possa
acontecer
vão
lhe
negando
sentindo
rando
corre
ajuda,
perseguida
a população
ao d e s e s p e r o
genuidade
fugir,
liza
pedindo
pelos
a beira
a vida-morte,
dente Tiosanka,
co,
0 Homem
0 cientista
ri o,
a sua
para' si
está
depois
encontra
personagens
caracterizado
a n t r o p a m o r f i z a d o s , agem
de
como
nenhum
uma
Ela
se
apavo
Entrega-se
logo
velha,
flor,
A in
tem que
que
pois
simbo^
assim
se
a'humanidade.
o ajudante
Russa,
mas
u ma
t e m o s -os h u m a n o s
louco
encontra
pescando.
amigos,
a virar
Urso,
A Camponesa
mesma.
um í n d i o
continua,
f a r ã mal
ela
identidade.
bons
a aconselha
que
interesseiros," termina
solução
onde
pessoas
fiquem
o Presidente
Preto,
descobrem
encontra
e não
Como
as
com que
que
todos
Todas
presidentes
de u m
faz
a perseguição
por
quando
e não
do m e s m o
ra a c e i t a
socorro.
atuais:
Boboff,
0 Agricultor
0 Presi
o Homem
Chinês,
t r a p a l h ã o . 1 0 Boi
Bran
0 Índio.
e a Bomba
são
humanos.
ai
0 conflito
Ela
cria
duas
a humanidade,
sar,
luta
dramático
o p o s i ç õ e s . P o r um
do o u t r o
lado,
desesperadamente
vai
se
lado,sua
ela
para
funcionalidade
consciente
Bem
a segunda
vontade,
Mal
ser humano,
não
do
jã e uma
preende
c o t i d i a n o ,c o m as
familiarização
este
humanidade
já
contexto,
identificado
lutas
refletira
está sentindo.
da
melhor
A criança
ê destruir
poderá
cau
hurnana.
em flor.
Vence
tornar-se
destruir
útil
nada.
ao
A flor
de p u r e z a .
e o do u n i v e r s o
de a m b i ç ã o
com o mundo
que
na b o m b a .
da m a l d a d e
-, t r a n s f o r m a - s e
é um s í m b o l o
vída
do mal
n ã o 'ser v e í c u l o
Bomba
0 contexto
centralizar
realista.
g e r a n d o ,v i o l ê n c i a ,g u e r r a ,
criança.
A criança
sobre
problemas
para
A
os
compreender
,que
com
que
este
a
contexto,
um a d o l e s c e n t e .
Cientista
- Eu s o u
pode!
o dono
Ah!
A minha
está
obra-prima!
De m o r r e r .
que me
Você
do m u n d o !
Tudiiinho!
Não
eu q u e r o m u i t o
por muito
pronta!
Linda!
De m o r r e r ,
comprar
Comigo
você,
ficara
ninguém
Prontinha.
Linda!Linda!
é claro!
pode
nada
0 país
destruir
de
pê!
d i n h e i r o . ’ SÕ v e n d o
dinheiro.
tudo.
Mas,
você
70
0 didatismo
situações
explicativas
está
do a u t o r
Cientista
-
presente
na b o c a
...
Não
Eu n ã o
Bombinha
dos
sou
E uma
mesma
raç a.
vezes
Tem
chama
Tem
As
vezes
nas
indicação
de m ú s i c a
não ê m u i t o
A comicidade
A ironia
texto.
e o riso e s t ã o
Temos
o riso
na
não
de b a n j o ,
bem
elas
junta
outras
homens
da
raças.
ãs
vezes
vezes
são
porção
ele
se
Presidente.
independentes.
de a g u a
Quando
indicada,
su a
é um e s p e t á c u l o
é muito
para
através
fica
ao
Ha
música
longo
amenizar
de d e s v i o
estrutura
musical.
e uma
bem mostrada
trabalhados
chover
ve
escuro...
pois
cômica
0ce_a
azul , ãs
vai
e de n o i t e
chinesa,
linguagem,
que
Outras
ve r.dés
cinzenta
ou m e l h o r ,
terra
nenhuma,
ci d a d e s .
zes,
não ê a m u s i c a l i d a d e ,
em varias
Colombo
America
é chefe,
Rei.
no e uma
A música
Cristovão
t e m de
um q ue
texto,
personagens.
descobri
- PaTs?
as
neste
do
ape
final.
texto.
a seriedade
do
em d e t e r m i n a d a s
m e nsagens .
Henri
põe-se
colocá-lo
sobretudo
0 riso
no s e u
deve
ainda
mente
dois
ter
uma
tiver
obtivemos
significação
de
transpondo
mesmo
idéias
-
útil,
que
que
invertida,
a uma
A1Ô?
frase
totalidade
fala?
sabe
ta!
(corrige
Sai
função
se
que
Que
não!
£ aqui
....
cômi_
indiferente
ou e n f i m
surdo!
se
Ligou
falando?
Não
e
Idio
é com o
com o meu
J u c a !• S a i , ( f a l a
inexistente)...
social
é a sua".. (10)
com quem esta
amavel.)
im
impõe-se
tornara
ou e x p r i m i r
não
o riso,
é a sociedade;
independentes,
Donde
nhor,
compreender
é" uma
social...Uma
totalmente
a idéia
Cientista
"para
natural,
a função
sentido
sistemas
fala que
ambiente
d e t e r m i n a r - 1 he
ca se
a
Bergson
se
cachorro!
c o m um c a c h o r r o
j
71
Pres.Urso
-
Ajudante
-
A temática
níincia
contra
humana,
a corrida
principalmente
reconhecerem o perigo
Porpoquepe
epelepe
b u p u r r o p o . (Porque
ele
é muito
0 presidente
que
o senhor
0 cara
terra.
Nunca
proposta
se,'por s u a
esta
disse
gênio.
pelo
mais
viu
pode
ambição,as
burro)
e um
inteligente
da
igual.
a u t o r ê a. de
a r m a m e n t i s t a , que
que
epe m u i p u i t o p o
fazer
destruir
grandes
a inquietar o h o m e m
uma
toda
de
a
raça
potências
não
no u n i v e r s o .
In
Presidente
-
Eu s o u
Ti osa,mka . . . Eu q u e r o
ver bomba
atômica.
Presidente
Urso
- Propaquepe
pa?
Cientista
-
(Praque
...Pois
Peça
DE
Infantil
A historia
no q u e
foge e é p r o c u r a d o
d e , tinha
SêlVê
idéia
pPOÊUPar
de p o s s e
ê Tiosamka
Meter medo
UM
BARQUINHO
peça
seu
trata
dono
que,
barquinho,
§t.Ui fiha Q U & ü â ê s a n t i n d o
yoltar
casado
de
decide
re al iz ar , s e u
com 3 f a d a - p r i n c e s a
que
t em
nos
destruir*
do T i o s a m k a .
-
SILVIA
ORTHOFF
erra
do b a r q u i n h o
ser
sonho
de
de
desconhecendo
Aparece
de
satisfeito
no T i o s a m k a ,
e foguetes
iííiliinifiô dõ fflen 1 no niostr:. o v a l o r
êãtandô
A bombinha
e m 1 ato.
o seu
livre
...
trouxas.
do b r i n q u e d o .
com O menino
a bomba)?
países
desta
pelo
bompombji
uti 1 i d a d e s . 19' m e t e r m e d o
navios
VIAGEM
serve
apa
vã ri as
...
A
serpevepe
uma
livre.
entra
que
re
no m u n d o
Encontra
o bar
casa1 espontaneamente,
conhecer
de h i s t o r i a .
a liberda^
Lavadeira
e quando
para
um m e n |
o o c e a n o 5y 0 1 t a n d o
Permanecendo
o
dua
72
1 i s mo do
real
e imaginário
Temos
tos:
A Lavadeira,
pertar
no m e n i n o
fantásticos,
mistifica
os
le é q u e
tema
vai
semelhantes
não
de
conto
texto;
ao h o m e m
e por
que
"dedo
de
na b u s c a
dem
o
do
objetivo
a autora
mento.
D iz
de o m u n d o
nossas
te_x
vai
de£
personagens
é
de p a p e l ,
de
des^
sempre
de
através
liberdade,
que
é o
antropomorfizados,
0 Sapo,
co 1 o c a n d o - s e
o Pirilampo
na p o s i ç ã o
e
de
vai
existir
aprende
a partir
do-momento
a importância
no
texto
da
Tj_
a nível
de
e descoberta.
universo
é a visão
que
F r o m m que
dois
pela
se
busca
de
a fantasia
ir e v ir ,
para
mente".
liber
denunciar
des te p e r s o n a
a liberdade
"a L i n g u a g e m S i m b ó l i c a
do m u n d o
da
completam e difun
e s i m b Õ 1 i c o 6 a t r a ves
e x t e r i o r e um s í m b o l o
Lavadeira
Os
é usar
a liberdade
e de n o s s a
realista
fantástico.
da a u t o r a ,
discute
Erick
almas
Os
o casamento
humana:
ê trabalhado
a r e p r e s s ã o , so ei al . 0 b a r q u i n h o
gem,
onde
personagens
dramático
0 conflito
pensamento
através
que
no
e a f a d a - p ri n c e s a , q u e
o barco
do b a r q u i n h o ,
0 contexto
dade,
fixos
alegórico,
o sentido
os
atuais
o sonho;
fada,
fim,
texto.
duro".
ir e vir.
conciência,
de
i d e o l ó g i c o , po 1 i ti c a m e n te
o menino
berdade
e azul
em sua e s t r u t u r a
0 conflito
em
liberdade,
verde
do
humanos
u*m p e r s o n a g e m
0 personagem simbólico,
do
(muito
ser
de
cavaleiros
a trajetória
personagens
e o Menino;
o sentido
tpda
se d i s c u t i r e p r o c u r a r
central
o Sol
como
as h i s t ó r i a s
çom príncipes;
em
é uma
interior,
de
-
pensa
língua
um s í m b o l o
on
de
(11)
- Ir .. .
e ...v o l t a r .../Sem
gar...ir
do
...
e voltar/
hora
de
che
pelo
caminho
Rio.'
- Barquinho,
voltar
será que
conosco?
De
voce
repente
a p ensar que estamos
liberdade
por agua
de
ondas ■
1 indas , todas
você
mesmo
, comecei
tirando
ir e v o l t a r ,
do o c e a n o ,
quer
a
de
sua
viajar
de b r i n c a r
com
estas
que
vei o c o n h e c e r ...
coisas
0 didatismo
peça,
como
um a
forma
vai
de-fazer
apa recer em algumas
a criança
compreender
dos .
situações
certos
da
senti
-
!
| '
’
Menino
-
0 que
Lavadeira
-
Levo
são
sÕ
coisas
coisas
precisam.
supérfluas?
que
Eu a c h o
as
pessoas
li.ndo t u d o
não
que cha
m a m de s u p é r f l u o ! . . .
Lavadeira
-
Explica
para
a gente.
0 que
e na tu
r a 1 i z a do ?
Se
Sapo
você
nasce
ta e v e m
no
para
Reio
o Brasil
b r a s i 1 e i r o ,r a í , v o c ê
brasileiro.
de
Contes
do
Quer
Faz
de
e quer
Con
ser
se n a t u r a l i z a
dizer,
você
Õ
Faz
de n a s c e n ç a e b r a s i l e i r o
naturalizado.„
A musica
tigas
uma
de
vez
rodas,
que
que
v ão
são m u i t o
Onde
utilizada
formar
ê; adaptada
um e l o
de
ligação
está
a Margarida
Oride e s t a
o meu
Olê, seus
Cururu-
Sapo
Á üo nn ci d s t í ê
dê jâÉjõ dê pilfc ..\.s q u e
Bergson
da
na
na b e i r a
canta,
sente
do
Menino
Rio
efeito
"jogo
linguagem e por
de
fri o.
graça
de p a l a v r a s
isso,
/
/
l i n g u a g e m é d e s e n v o l vi d a a t r a v ê s
surte
f a l a do
barquinho
Coruru/
o Sapo
ê porque
barquinho
c a v a l e i ros
Sapo
Quando
momentâneo
,
olã?
Onde esta o meu
um d e s v i o
crianças
-
olê, olê,
êfêítê
c o m as
caji
conhecidas.
M e n i no
Sapo
do foi cl o r e ,são
de
do
na p l a t é i a .
que
resto,
trai
portanto
é que
se
tor
74
na e n g r a ç a d o .
tural
de
uma
Obteremos
idéia
para
um e f e i t o
outra
c o m i c o ao t r a n s p o r
.Eu a c h o . . .
do
...
0 envolvi mento
no
final
(pega
com a p a r t i c i p a ç ã o
da
criança
Aqui
tamento
das
de
berdade
ê simolizada
é apresentada
pela
pelo
neste
Lavadeira
texto
e Rea l.
"Barquinho",
opressão
Só g e n t e
de
Laran
Laranjas,
por
criança
seguram
apar
imposição
aberto,
de p a p e l
na
e de
vir
...
pela
(Vai
e volta,
ver!
Volto
ja.
roupas
da d u a l i d a d e
busca
da
ê que
que
não
po
ir
...
de
ir
vir
e de
sem parar).
(sai ) .
li
fantasia.
a liberdade
...
,
a lavadei
Ó a realidade
inaginação
de
fita
"varal").
através
própria
Viva
de
prega
no
ir e v ir ;
sem
voltar.
platéia
pedaços
do e l e n c o
A fantasia
no
na
com preg a d o r e s ,
ê vista
do s e r h u m a n o
-
das
fazer o espetáculo
crianças
recortadas
Fantástico
das
ê indicado
ra e o r e s t o
universos:
de e n d e r e
tangerinas?
alguma
coloridas,
dois
haven
palco.
As
dos
estã
não Ó Rua
número
(Pega-se
A temática
que
um c a d e r n i n h o
do p ú b l i c o
no
acho
jeiras,
£ uma f o r m a
da p e ç a .
eu
um e n g a n o
ço e lê)
texto
na
t o n a l i d a d e " .(12)
Fada-Princesa-
do
a expressão
I st o
...
ê
vi
75
OS
SALTIMBANCOS
Texto
O r i g i n a l - SERGI.,0 B A R D O T T I
Musica
Tradução
Peça
como
gem
no c o n t o
personagens,
dos
Irmãos
o jumento,
da e x p l o r a ç ã o
dos
seus
CHegam num acordo
para
minho
resolvem
já
porque
cansados
vã o e n c o n t r a r
solvem expulsá-los
serem músicos
seus
pernoitar
ex-patrões
soluções
do g r u p o .
sociedade,
Há
vindo
para
0 Burro
de
fazer coro
vontade
seus
de
donos
ser
livre
em q u e r e r
e filosofo,
não
que
tem
e a galinha
que
fo
se e n c o n t r a n d o .
grande.
fazem
an im a i s ,
que
pousada
No m e i o
e se
do
c_a
surpreendem
trapaças.
que
Canhorro
inteligente
c o m os
0 conflito
que
quatro
Bremmem"
poucos
cidade
numa
Jumento,
é o amigo
crianças,
v ã o aos
na
de
a gata
principais
Gata,
lider,
o cachorro
a presença
BUARQUE
Unidos
ns
texto
são
morar.
personagens
o animal
sobre
Músicos
o cachorro,
0 personagem
texto
- CHICO
historia
"Os
donos' e q u é
antropomorfizados: Galinha,
neste
e uma
Grimm
e lã d e c i d e m
Os
e Adaptação
ENRIQUEZ
e m 2 atos.
Os S a l t i m b a n c o s
inspirada
- LUIZ
fiel
fazem este
e Jumento.
também
conhecido
e e quem
decide
a galinha
burro,ê
todas
e a mãe,
do h o m e m e a g a t a
se e s p e c i f i c a n d o
como
as
esteio
da
é a liberdade.
o número
exato,
se^
animais..
estã
mostrado
s e n t e m os
na b u s c a
animais,
contra
da
liberdade,
a repressão
a
dos
escraviza-los.
J u m e n to
Cachorro
-Buscam
liberdade
G a i inha
Ga ta
Donos
0 encontro
- Reprimem
entre
estes
animais
fortalece
a liberdade
76
e procuram
viver juntos
e felizes.
0 narrador
explicar
o que
acontece
em
o tema
realidade
gens
são
sistema
e a exploração
mostrada
e a visão
realista
do h o m e m e s u a
de m a n e i r a
Na
visão
capitalista
como:
a su a e l i m i n a ç ã o
do
Galinha
lúcida,
falta
uma
realista
do m u n d o ,
de
vez que
do m u n d o ,
de p r o d u ç ã o
u ma
vez
liberdade.
E' u m a
todos
os
persona
-
A escassa
do
e consequente
produção
o patrão
galinhas
sérias
Janiai s ti r a m
férias
Estas
te p e r d ô o
velha,
Tu
ficas
na
granja
Em
forma
de
canja
E esse o meu
Por
A exploração
pela
anos
de
força
troco
choco.
da o b e d i ê n c i a
inferior.
Cachorro
denúncias
trabalho.
As
a um s e r v i l i s m o
algumas
na s o c i e d a d e ,
Alarma
lhado
para
animais.
A quebra
mente
utilizado
cen a.
0 contexto
que
e o personagem Jumento,
-
Fidelidade
A minha
farda
Sempre
na g u a r d a
Do s e u
patrão
Fidelidade
A minha
fome
Sempre
mordomo
E cada
vez
mais
cão.
leva
o humi
77
Cacho, r r o . . L
- Es:tou f ugi n d o é da
fazenda
onde
eu'
trabalho.
0 meu
patrão,
atormentava
Um d i d a t i s m o
í
conhecimento
neira
da
levemente
l i n g u a g e m m us i cal
um a p r o v e i t a d o r ,
o dia
sutil
da
cri a n ç a
- Fazer
um duo.
mais
cantando
me
inteiro!
e necessário
para
o
de
ma.,
ê apresentado
interessante.
Jumento...
Jumento
- Esta
escrito
aqueles
Ja
pensou?
Dois
ani
-
juntos?
aqui.
que.lutam
Sal t i m b a r i c o s - s ã o
para
ser bons
mu
s i cos .,
A música
pois
se
trata
do p o u c o s
de
ê fundamental
um m u s i c a l .
momentos
Quase
pelo
conflito.
deformidade
o riso .
uma
pessoa
A expulsão
da s i t u a ç ã o
Bergson
bem
d iz
toda
ação
nesta
é cantada,
peça
,
haven
de n a r r a ç ã o . .
A comicidade
das
que
e obrigatória
que
pelo
Cachorro
estar
dos
patrões
rnedo,
"pode
conformada
vai
tornar-se
consiga
-
pela
passa
cômica
-
cria^
risível.
e emoção
toda
aproximares,
tem
A
provoca
deformidade
que
Se s a i r
os
pensar
dos
que
calcanhares(morde)
no
curral
trilhos
pens a r que
Fantasma
vais
um d i a b o
Tou e s c o n d i d o
Vai
atitudes
a ser
surpresa,
Te m o r d e n d o
Jumento
nas
i m i t a r . "(13)
Se te
Que
presente
tem
*
um
te c h u t a
nos
fundilhos
(chuta)
78
A temática
valor social,
mostrando
dendo
Valoriza
estes.
deste
a'relação
...
de
- e me
viver
E 0 BURRO
pra
para
S CAMINHO
no
trabalhar
trabalhar
Em
- Mistério
dois
personagens
fixos
Durante
gens
bíblicos
que
defen
na
roça
feito
um
DE B E L É M
CLARA MACHADO
de N a t a l
1 ato.
A historia
por
o
fim "Nada"!
MARIA
Farsa
para
e explorados,
inteira,
jumento
é voltada
sem opressão
botaram
a vida
0 BOI
poético
exploradores
a liberdade
Jumento
texto
são
os
do N a s c i m e n t o
durante
toda
o desenrolar
pastores,
de
Cristo
a peça.
da p e ç a ,
Reis
Magos,
e apresentada
0 Boi
e o Burro.
aparecem
Anjinhos,
persona
Maria
e Jo^
sé.
A estrebaria
com
isto,
a autora
ligiosidade
procura
do n a s c i m e n t o
Como
é o espaço
a veracidade
de
teatral
dos
para
fatos,
o nascimento,
reforçando
a re
Cristo.
personagens
centrais
temos
o Boi
o Burro,an-
tropomorfizados.
Alguns
coniô os
Reis
Magos,
Maria
Todos
m T s t i c ó q Lie â p e ç a
personagens
e Jose
são
e as
aparecem
no
texto
Pastoras;
envolvidos
pela magia
do a c o n t e c i m e n t o
impõe.
Es te t e x t o
ürfiá m â F f à t i V a
históricos
dé üiii f a t o
não
bíblico
apresenta
levado
conflito
a criança.
algum,
sendo
79
0 contexto
ligioso.
zem que
Em H a m l e t ,
ao
Salvador,
chegar
então
veis,
planetas
ras
de
os
u s a m o seu
g r a ç a " . (14)
esta
peça
Shakespeare
fala
através
a época
o pássaro
espírito
q ue
se
matinal
atreve
Foi
se
se p õ e
a adejar
se a c a l m a m ;
poder
a religiosidade
em que
as
a cantar
pelo
Boi
' -
Nosso
a noite,, i n t e i r a :
Nenhum
as
atuam,
...Então
não
tá
mudado,
meio
...Tudo
-
noites
são
nem
feiticei
as
tempo
saudá
-
é feliz e cheio
se
inspirou
para
vendo
meio
que
o ar
es^
...
diferente
nestas
ban
!
tão
- Veja
res
está
cheira
. .. E n u n c a
do,
Burro
" d_^
do
a autora
das.
Boi
re
de C r i s t o .
-
Burro
um p e r s o n a g e m ,
Como esse
que
é o universo
a Nativfdade
espaço;
fadas- n ã o
ambientação,
do n a s c i m e n t o
de
comemora
de e n c a n t a m e n t o .
nessa
apresenta
o c eu e s t e v e
perto!
Boi
tão
estrelja
...
...Elas
deixaram
cair
flo
pel o carni riho . . .
■v
A m ús i ca. na ta 1 i na a t r a v e s s a
peciais,
quando
conhecer
as
aparecem
diversas
expressões
Temos
Brasileira.
Para
cada
determinados
música
do N a t a l
0 envolvimento
ça
de
forma
público
que
desnecessária.
n ão
tem que
Boi
ser
São
da
Francês,
uma m ú s i c a
perguntas
ou
necessariamente
- ...Você
está
ao p r o s c ê n i o
está
a platéia
Onde
jã se
Ajuda
natalinas
platéia,
burro
a peça,algumas
personagens.
musicais
acontecimento,
toda
criança
no m u n d o .
Português,
Alemão
e
específica.
surge
em m o m e n t o s
afirmações
da pe
dirigidas
ao
respondidas.
ficando
e diz
ficando
e,
a
es^
1o u c o . . . ( c o r r e
a platéia)...
louco
assutado,
viu
isto?
(Para,
diz)
o
olha'1
Burro
- (Assustado
com
a explosão
do boi
e
segurando-o)
Fica
quieto,
teia).
Foi
boi
ele
(Falando
que
q ue >E 1 e ia n a s c e r
A temática
ato
religioso.
presentado
ção
Trata-se
pelo
da h i s t o r i a
boi
da
que
temos
neste
e o burro
como
ele m e s m o
que
Ele
ia n a s c e r
aqui...
- Eu d i s s e
0 NATAL
Peça
NA
em
teatraiização
importantes
resolvem
isto?
louco
o aviso
PRAÇA
nesta
da v i d a
-
peça
dô a n j o
que
A seguhda
depois
te é
§ê g ü ê m p i r a
parte
profeta
Bei Sm,
onde
âtlâ ¥ 1 8à eõííi s e ü s
riã íid o - í H ê è â pPdèiirà
é por
a mãe
Então
...
conce£
primeiro
eu
que
também estou
estão
GHÊON
ser
contada
e o da
na n o i t e
vida
de N a t a l
ficando
1 o_u
em dois
nj
dos
as
do
João
nasce
páiü,
filho
de
Batista,
seu
ciganos.
t rê s
partes
ò êncóntro
nao
Maria
rece
Deus.
e o Nascimento. Maria
antes
filho,
Encontro.
deis §d u§ jââ i § q u e
fiiíij à éÍ6 s & d fee r t fi dô qtJi
e a Anunciação.
é a Visitação
i kfiFêèêfttâÇâô ê â Pêrda e o
âé d è á ü s i
na
de J e s u s .
será
á niãe do
disse
HENRI
vai
de J e s u s
representar
do n a s c i m e n t o
e Jo§§ V i s i t a m
C r i s t o , re
...
A primeira, e o A d v e n t o
be
do
3 atos.
A historia
ciganos
de
personagens
- Foi
cos
Como
texto é a valor ização
principais
ficando
da
primeiro
religiosa.
Boi
o
a p 1 a_
aqui.
tea trai i za.ção do n a s c i m e n t o
Burro
veis :
disse
para
Vai
deste,
nascer
Jesus.
A ultima
tratar
da
c o m os
par
infância
doutores-
s a b e m onde
,
ensi-
encontrá-lo,
0 f i l h o de D e u s t e m a c u m p r i r na t e r
ra
A platâia 5 compo s t a pelos vizinhos
r es " r e p r e s e n t a m o A u t o de N a t a l .
que
juntos
d os
"ciganos-atõ
81
Os
tirados
da B í b l i a ,
personagens
humanos
atuais,
0 contexto
verdades
religiosas
sem,deixar
de
tratar
Conta
situações
passagens
ciganos
0 universo
das
ao
encontro,
principalmente.
nesta
peça.
Aparece
lendo
o Testamento
muitas
vezes
até
deixando
claro
a impossibilidade
na
dramatização.
Ele
ação:
os
ciganos,
imaginário,
real,
re
anunciação
t o r em e s t r u t u r ã - l a s
no n í v e l
historicos,
e atores.
da
tem p r e s e n ç a
da B í b l i a ,
são
religioso.
partes
do n a s c i m e n t o
religiosas,
níveis,
e do u n i v e r s o
compreendendo
0 narrador
concluir
em dois
Me 1 ch i o r
e no
estã
nos
dois
os
para
do
á_u
níveis
dos
.
da
atores.
-(Lendo)
"Maria
sua
três meses
parente.
do e l a
Josafat
ficou
João Batista
não e s t a v a mais
- Psiu.1 Psiu.'
na
Vamos
casa
da
n a s c e u quaji
lã
...
começar,
Vamos
MeJ_
ch io r 1 .. .
um m o m e n t i n h o
preenderia
lho
Templo
a profetisa
de J e r u s a l é m ,
ravilhas
algumas
publico)
ninguém
Esse
com
é o ve
Si mão.
E essa,
Hã
(Ao
...senão,
musicas
A na .
u ma
Estamos
no
da's s e t e
ma
do m u n d o ...
de N a t a l
não
especificadas
no
texto;
0 envolvimento
do
público
é muito
utilizado
pelo
narrador.
A ténfã t i ca d e s t a
peça
pássaçjérn tfã tfidá cfê G r i s te.- 0 a u t o r
s^ntapo
vêm
pelo
j r f áf i ê
imaginário
r o p r e s e n tár p a r t e s
dà
e a valorizaçao
religiosa
p r o c u r a , mos t r a r o l a d o
ê d real,
religião,
a vida
dos
de
ciganos,
da
repre
que
vi
82
Melchior
- (exaltado)
car para
ria
que
Pois
eles
então
o meu
farão
os
v ou e x p l i
a h i s to_
livro...
se e n c o n t r a
e vocês
...
no m e u
gestos,
livro...
para
repre-
sentã-la...
Josafat
- (ao
público)
Vai
recomeçar!
gares,
Todos
para
d e p r e s s i n h a ! *..
f a z e r o papel
de J o s é ,
os
seus
Desta
que
Ijj
vez,vou
era
um ho
m e m mui to d i g n o . . .
0 Natal
B e ié m , são
da
dois
textos
representação
nho
de
nharam
zado
Belém
t em c o m o
Ciganos,
texto
de
com
e 0 Boi
religiosos,
ê completamente
o nascimento
por
na P r a ç a
várias
a mesma
diferente.
básico
Cristo.
têm
e o Burro
temática,
0 Boi
personagens
0 Natal
na
mas
e o Burro
animais
Praça
passagens-do
â Caminho
a forma
ã
que
Cami-
testemu
é um t e x t o
nascimento
de
-
dramati
a infância
' de
Jesus.
Esta
Pastoril
capital
folguedo
alagoana
temática
dançado
sobre
0
e apresentado
a vida
CASACO
Peça
n a t a l i n a v i s a nos
tes
qud
sé
ENCANTADO
vez
q üe
um d e ie s d e r r a m o u
de
tinta
Cõríd én ad os
-
de
dos
um m a g i c o
alfaiates
que
teria
abusando
em sapo
LÜCIA
trata
costurar
no q u e
nas
praças
da
BENEDETTI
um c a s a c o
a decapitação
corrido
da h i s t o r i a
este
te i HÔi tê } t r a b a 1harâril d e s e s p e r a d a m e n t e
tud o
anos
ao
e m 2 at os .
Encantado
veêrii na o b r i g a ç ã o
os
também
de J e s u s .
Infantil
0 Casaco
todos
remeter
bem
e o casaco
em
algo
não
seu
alfaia
Re i,
costurassem
o raiar
se n ã o
da h o s p i t a l i d a d e ,
para
dois
uma
vestia.
caso
até
de
do dia.
recebessem
resolve
estranho,
duran
a
visita
transformar
em que
um
o indivTduo
83
ao v e s t í - l o c o m e ç a r i a a p u l a r s e m p a r a r .
0 Rei, a p e s a r da i n t r a n s i g ê n c i a , da um p r a z o
de
três di as p a r a qu e os p r o b l e m a s s e j a m s o l u c i o n a d o s ou s e j a , e n c o n
trar o m á gico e d e s e n c a n t a r o casaco.
No c a m i n h o e n c o n t r a m a m u l h e r do m ã g i c o ,c o n v e n c e m - n a
i
a ve stir o casaco; com isso, forçada pelo pular co nsta nte indica sua
morada.
C h e g a n d o lã, s ã o e n g a n a d o s e a m a r r a d o s , e no m o m e n
to e m q u e vã o se t o r n a r e l e m e n t o s de d e c o r a ç ã o , o m á g i c o s e n t e f a l t a
da s u a v a s s o u r a d e s c o b r e q u e foi q u e b r a d a p e l a m u l h e r q u e , a o s e r s u r
ra da, f a l a u m t r e c h o f a n t á s t i c o q u e o faz d o r m i r .
í
’
D e s a m a r r a d o s , l e v a m o magi co e a m u l h e r a m a r r a d o s ao
í! castelo e tudo fica e s c l a r e c i d o e perdoado.
Os p e r s o n a g e n s d e s t e t e x t o , h u m a n o s a t u a i s , a p e s a r
do m u n d o m á g i c o q u e e n v o l v e a p e ç a , J o ã o , J o s ê , M u l h e r , V o v ô , Rei ,
Princesa e o Ministro.
0 má gico fica como p e r s o n a g e m mítico para unir
u n i V ê f s ò i r r e a l p e l a s s u a s magi as-ou e n c a n t a m e n t o s .
ó
0 s a p o ( t r a n s f o r m a ç ã o do J o ã o ) é a n t r o p o m o r f i z a d o ,
fala, discute, e apenas o tipo físico que modifica.
0 c o n f l i t o d r a m á t i c o vai o p o r d u a s v o n t a d e s : os
a l faiates que v i n c u l a m o bem e o m á gico que procura e l i m i n á - l o s p e
la mal da de .
Bem
-
João
José
Princesa
Mulher
Mal
-
Mágico
Õ cdntêxtô predominante é o universo fantástico,
A
IftòtH*
toda a peça, t o rnan do assim irreal e f a n t á s t i c o todo
0 e s p a ç o da h i s t o r i a i m a g i n á r i a . D i z Jaqu.eline H e l d "se o f a n t á s t i c o ,
84
a m e i o c a m i n h o do real e do i r r e a l , é e s s a z o n a f r o n t e i r i ç a i n a t i n
g í v e l , c r e p ú s c u l o , cã o e l o b o e m q u e os c o n t o r n o s se m i s t u r a m , e s s e
" o u t r o l a d o do s o n h o " de q u e nos f a l a H u g o , e s s e " r e v e r s o do e s p e lho" de Lewi s C a r r o 11, p e r s p e c t i v a e m q u e o c o t i d i a n o t o m a
outra
a p a r ê n c i a , e m qu e v e m o s t o d a s as c o i s a s de m a n e i r a d i f e r e n t e ,
não
m a n t ê m , p o r i s s o m e s m o , e s t r e i t a r e l a ç ã o c o m a i n f â n c i a ? " (15)
J o s é - é v e r d a d e ... Eu e J o ã o , i s s o é eu e o sapo,
a n t igament e era João...
... S e u R e i, o m e u a m i g o v i r o u s a p o m e s m o .
aqui um m a g i c o . . .
Esteve
A n a r r r a ç ã o , q u e e um r e c u r s o mal u t i l i z a d o na drai
m a t u r g i a i n f a n t i l , n e s t e t e x t o vai t e r s e u p e r s o n a g e m n a r r a d o r :
V o v ô , q u e o r a s i n t e t i z a o q u e jã a c o n t e c e u , f o r n e c e a m o r a l da tr<i
ma, i n t e r f e r e m u i t a s v e z e s e m s i t u a ç õ e s i m p o r t a n t e s dos p e r s o n a g e n s .
El e faz o p r ó l o g o c o m u n i c a n d o de a n t e m ã o c a r a c t e r í s t i c a s dos p e r s o
n a g e n s , q u e p o d e m d e s m o t i v a r a r e c e p t i v i d a d e do p ú b l i c o ao i n i c i a r
o espetãculo.
Vò võ
Nao comece a fazer j u r a m e n t o , Josêl
0 Rei não a c r e d i t a .
V o vô
João e José andar a m muito e c h ega r am
n u m a e s t r a d a e ... V e j a m c o m o ...
V o vÔ
(Intervindo) Não diga, minha filha 1
Nã o ve? q u e e l e s q u e r e m p r e n d e r se u
m a r i d o?
Vovô
C l a r o . E o d e v e r de uma e s p o s a ê s e r
leal ao m a r i d o a i n d a q u e e l e a n d e pe
lo m u n d o a f a z e r m ã g i c a d e s s e j e i t o .
Nao hã
indicação
A c omi c i da de
êffi qUê I
pe§iTvel
sentir
quanto
é pouco
o riso,
a mú s i c a
utilizada,
através
da
em t o d a
no t a mos
repetição
a peça.
uma
cena
de a t i t u d e s *
,
85
José
0 s e n h o r vai se a r r e p e n d e r ! ( 0 Rei
v e s t e o c a s a c o , d e p o i s de a l g u m a he^
s i t a ç ã o . A c o n t e c e c o m e l e o m e s m o que
a c o n t e c e c o m o m a n e q u i m . S a l t a , Salta,
pel a sal,aj t o da e n q u a n t o o s a p o s a l t a
a t r á s d e l è , p r i n c e s a a t r á s do s a po.
T o d o s os p a j e n s c o r r e m na m a i o r c o n f u
são).
I
1
'
A t e m á t i c a da p e ç a t r a t a do v a l o r m o r a l e da p r e p o
t ê n c i a do p o d e r . 0 mal a c a b a d e r r o t a d o p e l a b o n d a d e e c o m p r e e n s ã o hu^
mana.
:
I
':
R e i - ( p a r a os p a j e n s )
T i r e m e s s è a.trevido d e b a i x o da c a m a
E amanhã bem cedo quero que eles
se
j am de ca pi t a d ò s .
José
-
Você
p r o m e t e d e s e n c a n t a r o Sapo?
Mágico - Prometo (desencanta)
José
-
Você pr omet e que não b a terá mais
sua mulher?
Mágico
-
Prometo,.
A
Peça
R E V O L T A " DOS
na
BRINQUEDOS P E R N A M B U C O DE O L I V E I R A
PEDRO VEIGA
Infantil em 2 atos.
A R e v o l t a dos B r i n q u e d o s t r a t a de uma m e n i n a
que
ffíâltfâtã ü u s b r i n q u e d o s , s u r r a n d o - o s , q u e b r a n d o - o s , d e s p e r t a n d o
i rà
âfltFi
eles, que re s o l v e m vingar-se.
A p r o v e i t a n d o - s e do m o m e n t o e m q u e d o r m e a m e n i n a ,
u n e m - s e e r e s o l v e m f a z e r um j u l g a m e n t o p a r a e n c o n t r a r um m e i o de c o n
sggüi r a 1 i b e r d a d e .
86
Os b o n e c o s
sua
liberdade
autor:
u ma
e serem
fada,
que
de
corda
através
de
ensinando
brinquedos
a boneca
e o ursinho.
personagem humano
conseguem
o objetivo
um r e c u r s o
a menina
pretendido,
utilizado
opressara
a
pelo
a
amar,
se p e r d o a r e m .
Os
de p a n o ,
amados,
aparece,
fazer o bem e todos
bruxa
sõ
de
são
louça,
A fada
personagens
o soldado,
é o personagem
animados,
temos:
o fantoche,
o
fantástico.
a
boneco
A menina
é
atual.
0 conflito
d e s , a menina
que
apresenta
por maltra tar
seus
vai
opor,
nesta
um c o m p o r t a m e n t o
brinquedos,
e os
bonecos
peça
. duas
possessivo
que
procuram
que
vontji
termina
unidos
vi_
v e r e m paz.
Bem
-
Boneca
Bruxa
de
Corda
de P a n o
Boneca
de
Louça
Soldado
Fan toche
Urs i nho
Mal
-
Menina
0 contex to que p r e d o m i n a ê o universo f a n t ã s t i c o , p a
ra c r i t i c a r o u n i v e r s o r e a l i s t a ,
criticando
a i n j u s t i ç a , o d>e
s a m o r e a i n t o l e r â n c i a h u m a n a . 0 n í v e l da f a n t a s i a s u r g e no i n s t a n t e
e m q u ê os p e r s o n a g e n s b o n e c o s c r i a m v i d a p a r a j u l g a r os m a u s t r a t o s
e n q u a n t o sua dona dorme. Esse mundo má gico é m o s t r a d o para q u e s t i o nar â realidade.
Fdhtóche
“ M e u p r e z a d o a m i g o urso. E c h e g a d o nos
sõ g r a n d e dia! A l i á s n o i t e .
U r s i n h o do m e u c o r a ç ã o , vê se e n tend e,
s im ?
( V o lta ndo- se para o Soldad o e para
Boneca)
a
87
,
T a m b é m se e l e não e n t e n d e r ... ( D e - '
m o n s t r a n d o mi i n t e n ç ã o v o l t a - s e pa_
ra o U r s o ) .
A n o s s a r e v o l t a . A R e v o l t a dos b r i n
q u e d o s c o n t r a as m a l d a d e s de s u a do^
na!
A m u s i c a n e s t a p e ç a é i n d i c a d a a t r a v é s de u t i l i z a
ç ã o de r o d a , c i r a n d a , e t c 1.
A comicidade poderá ser de sper tada pelas correrias
q u e os b r i n q u e d o s t e r ã o q u e f a z e r p a r a fugi r. da m e n i n a e a l g u n s gejs
tos re pe ti ti vos .
!
.
I
!
;
'
! A t e m á t i c a q u e b a u t o r usa c o m o f a t o r p r i m o r d i a l pa
ra um f i m c o m u m , é m o r a l i s t a . A t o l e r â n c i a :e o p e r d ã o
prevalecem
d i a n t e da p r e p o t ê n c i a e da i n j u s t i ç a do s e r humano.'
Fada
2.1.2 -
-
Eu s o u f a d a do Bem. Um r a i o de l u a r me
t r o u x e a q u i . . . O u ç a m t o d o s . . . O u v e mc?
n i n a . A p r e n d a a p e r d o a r . . . E s e r boa.
T e r p a c i ê n c i a . . . S e r m e i g a e t o d o s os
q u e r e r ã o bem. N u n c a p r a t i q u e s i n j u s
ti ç a s n e m m e s m o c o m os te us b r i n q u e
d o s, p o r q u e m e s m o s e n d o e l e s a s s i m m u d o s e q u i e t o s s a b e r ã o te a m a r ....
Prometes que será boa?
OS T E X T O S DOS A U T O R E S L O C A I S
0 teatro a l a g o a n o ta mbém tevê suas peças es c r i t a s
pâí* 0 l @ m e n t o s da t e r r a . Os t e x t o s , a p e s a r de s e r e m e m p e q u e n o n ú m e
dêVêfies eôrtsi d e r á “1 ÕS s a t i s f a t ó r i o s p a r a e s t a C a p i t a l q u e c o n s e §yíU l ê f õ p ç B ê S dê m o n t a r e m o s t r a r a u t o r e s dá te rra.
Não e n t r a r e m o s em detalh es rígidos ,quanto a q u a l i
d a d e do t e x t o ma s l e v a r e m o s e m c o n s i d e r a ç ã o e s t a s p e s s o a s q u e
sem
88
m u i t o c o n h e c i m e n t o de d r a m a t u r g i a i n f a n t i l a r r i s c a r a m f a z e - l a , c o n
t r i b u i n d o a s s i m p a r a a h i s t o r i a do t e a t r o i n f a n t i l a l a g o a n o .
P a s s e m o s a g o r a p a r a a a n á l i s e dos t e x t o s :
0 M I S T É R I O DO P R Í N C I P E
- LINDA MASCARENHAS
Música
- LUTS
LAVENERE
O p e r e t a I n f a n t i l em 3 a t os.
A h i s t o r i a d e s t a p e ç a é i n i c i a d a no p a l á c i o do rei
de C r e r i l , g o v e r n a d o p o r F e r n a n d o q u e t e m q u a t r o f i l h o s , um a d o t a d o
Ivan q u e t a m b é m t e m l i n h a g e m m o n á r q u i c a e é c r i a d o c o m o f i l h o l e g i
timo. A v e r d a d e s o b r e s e u s pa is ê t o t a l m e n t e i g n o r a d a . Ao c o m p l e t a r
21 a n o s , s e u s p a is a d o t i v o s c o n t a m - l h e p a r t e da v e r d a d e , e vai
em
b u s c a de c o n h e c ê - l a t o d a a t r a v é s dos r e i n o s v i z i n h o s . C o n h e c e n d o o
r e i n o de N i r a m s e n t e - s e a t r a T d o p e l a s i m p a t i a dos reis O s m a r e H e l e
na q u e s ã o s e u s v e r d a d e i r o s pa is. D e s c o b r i n d o a v e r d a d e , Ivan t o m a
c o n h e c i m e n t o da a n g ú s t i a da m ã e H e l e n a q u e , e s t a n d o g r á v i d a o se u
r e i n o s o f r e a m e a ç a s de g u e r r a , e O s m a r , vai d e f e n d ê - l o , s e m s a b e r o
e s t a d o m a t e r n a l da e s p o s a , q u e t e m o f i l h o na a u s ê n c i a do e s p o s o .
Q u a n d o a g u e r r a se a p r o x i m a , a m ã e n u m g e s t o d e
s e s p e r a d o p a r a s a l v a r o f i l h o , j o g a - o n u m a c e s t i n h a rio a f o r a ,
e
p a r a q u e a c r i a n ç a s e j a r e c o n h e c i d a m a i s t a r d e , el a c o l o c a um anel
do e s p o s o p r e s o a um a c o r r e n t i n h a no p e s c o ç o e j u n t o um a identificai
ç ã o da o r i g e m da c r i a n ç a .
T e r m i n a a h i s t o r i a , Iv an s e n d o h e r d e i r o do t r o n o
de N i r a n .
A a u t o r a n e s t e t e x t o nos fa z l e m b r a r d u a s i m p o r t a n
tes p a s s a g e n s : A c r i a n ç a j o g a d a no c e s t o nos r e m e t e
ao n a s c i m e n t o
de M o i s e s , d a a d o ç ã o de um p r í n c i p e h e r d e \ r o p o r p e s s o a s q u e d e s c o
nhêêêiü quêifl i l ê â a u s p a i s , l e v a - n o s a p e n s a r no c a s o de E d i p o .
Apesar
péfsahã§êíis
humanos
do c o n t e x t o
tratar
do mundo da f a n t a s i a . o s
atuais.
O s m a r , H e l e n a , S o n i a , T a i s , F l ã v i o , N o r a , I v an ,Fer
L)sa, Jorge. Matilde, Nadja, Hu mberto, Vanda, Mensa-
89
0 c o n f l i t o d r a m á t i c o vai e x i s t i r e n t r e duas v o n t a
des:
a m ã e v e r d a d e i r a na p r o c u r a i n c a n s á v e l do f i l h o d e s a p a r e c i d o
há 21 a n o s , e os p a i s a d o t i v o s no m e d o d e . p e r d ê - 1 o ,se c o n t a r e m t o d a . a
v e r d a d e . 0 e n c o n t r o e a p e r d a vão se o p o r d u r a n t e t o d a a peça.
0 contejxto p r e d o m i n an te e o u n i v e r s o m á g i c o i n s p i i
'
_
•
_
r a d o no c o n t o de f a d a s . As s i t u a ç õ e s f i n a i s s a o e n c o n t r a d a s a t r a v é s
de p o s s e de m á g i c a . T u d o ê d e s f e c h a d o de um a m a n e i r a f a n t á s t i c a .
F a l a - n o s B r u n o B e t t e l h e i m q u e , "os c o n t o s de f a d a s
d e i x a m i f a n t a s i a da c r i a n ç a o m u n d o de a p l i c a r a e l a m e s m a o q u e a
e s t ó r i a r e v e l a s o b r e a v i d a e a n a t u r e z a h u m a n a .. Os -c o n t o s de f a d a s
c o l o c a m o ;! d i l e m a de d e s e j a r v i v e r e t e r n a m e n t e ao c o n cp l u i r o c a s i o n a l m e n t e : "E v i v e r a m f e l i z e s p a r a s e m p r e " - n ã o e n g a n a > a c r i a n ç a
nem
p o r um m o m e n t o q u a n t o a ípos s i b i 1 i d a d e de v i d a e t e r n a .
Ma s i n d i c a
r e a l m e n t e a ú n i c a c o i s a q u e p o d e e x t r a i r o f e r r ã o dos l i m i t e s r e d u i
■
~
z i d o s do n o s s o t e m p o n e s t a t e r r a : c o n s t r u i r uma l i g a ç a o v e r d a d e i r a
m e n t e s a t i s f a t ó r i a c o m o u t r a p e s s o a " . (16)
A m ú s i c a t a m b é m vai t e r s u a p r e s e n ç a m a r c a n t e n e s
te t e x t o . M e r e c e u um t r a b a l h o e s p e c i a l p a r a s u a e x e c u ç ã o , a ó p e r a ,
p o u c o c o m u m nos m u s i c a i s a t u a l m e n t e .
A c o m i c i d a d e é p r a t i c a m e n t e i n e x i s t e n t e , a s s i m como
o e n v o l v i m e n t o a t i v o do p ú b l i c o .
A t e m á t i c a u t i 1 i z a d a p e 1 a a u t o r a nos faz l e m b r a o
f ê n e r o do m e l o d r a m a . E l a i n s p i r o u - s é nos c o n t o s de f a d a s p a r a
ele
ar a b o n d a d e e a b u s c a do p e r d ã o .
s.
Osmar
-
M e u q u e r i d o f i l h o , ei s aqui t e us ver
d a d e i r o s p a is.
Helens
-
Sou tua mãe que m a ndou deixar-te
Rio. P e r d o a - m e , fi l h o .
no
Ou vi t o d a a n a r r a ç a o : n a d a tenho
perdoar-lhe.
a
I van
0
JACARí
O Jacaré
morais,
c o m os
Azul
personagens
Primeiro
que
desobedeceu
as
leis
AZUL
-
é uma
vivendo
um m e i o
de
do
poderes
superiores
trânsito
para
correr quem arriscar-se
floresta
na
é condecorado,
u ma
a borboleta.
ma-se
todo em
todos
os
linda
Logo
feiúra,
animais
uma
floresta
que
lebre
vigiada
pelo
Rei,
incapacitada
dada é dificil
como
trama,
amado
pelos
pelo
pelo
javalí
macaco.
o Leão,
invoca
perigos
pela
chega
e respeitado
que
inveja
depois,
voluntário
a lebre
borboleta
Tornado p e l a
engole
de
onde
Silkana
ajudá-la.
aparece
A segunda
ge
mágicas,
que
poderá
a fazer.
0 Jacaré
azul,
da
com soluções
tramas.
presidido
a coruja
A solução
nito»
duas
CAVALCANTE
r e s s u c i t ã - 1 a.
Recorrem
de
historia
e o atropelamento
Há o j u l g a m e n t o ,
procuram
MEDEIROS
maldade
viva
até
a todos
o momento
preterido
a sentir
cometida,
e o J acará
que
bo
sur
impressiona.
por ter sido
começa
e a lev a.
dores
sendo
o Jacaré
e transfor
desprezado
-
por
da f l o r e s t a .
Todas
a Lebre,
as p e r s o n a g e n s ,
da§j
õ Lião,
o Lebrão,
rujâ
e õ J acar é . Comportam-se
Silkana
animais,
o Macaco,
e agem
como
são
a Onça,
seres
é personagem mística,
antropomorfiza-
o Papagaio,
a
Co
humanos.
filósofa,
§ Í 6a:
A 6 a r b o 1 e t a § umá p e r s o n a g e m ■a n i m a l .
sábia
e mã
91
0 c o n t e x t o . p r e d o m i n a n t e e uma f u s ã o do u n i v e r s o
real m o s t r a d o a t r a v é s da d e n u n c i a de: a b u s o do p o d e r , d e s r e s p e i t o a
autoridade, em prego ganho sem compet ência, com o universo f a n t á s t i
co, p e l a s b u s c a s de e l e m e n t o s m á g i c o s p a r a s o l u ç õ e s f i n a i s . A fantji
si a é u t i l i z a d a p a r a s o l u c i o n a r d i f i c u l d a d e s v e r d a d e i r a s .
Coruja
-
Desejo a vida desta pobre lebre
E p r e c i s o e n t ã o l e v á - l a a Il ha Sagrj3
d a . . . C o r r e n t e z a s f o r t e s , p e d r a s agu^
das, pr e c i p í c i o s , animais ferozes, a
m o r t e a c a d a p a n o . Só um v i a j a n t e co
rajoso poderá fazer e s t a 1viagem.
i
Si 1 k a n a
0 didatismo e bastante explor ado pèlo autor, inten
c i o n a d o em f o r m a r na c r i a n ç a e n s i n a m e n t o s s o b r e as leis dé t r a n s i
to e d e v e r e s m o r a i s q u e o i n d i v í d u o deve. t e r c o m o f u n ç ã o s o c i a l .
Macaco
-
Sua m u l h e r é que
não
conhece
o sinal.
C o m a luz v e r m e l h a nã o se d e v e pas s a r no. t r a n s i t o .
Papagaio
-
Agravante. Quem at rope la, deve a p a
n h a r a v í t i m a e c o n d u z í - l a ao p o s t o
de S o c o r r o m a i s p r ó x i m o . 0 S e n h o r Le
b r ã o p r e s t a r á d e c l a r a ç õ e s na polícia.
0 n a r r a d o r n e s t e t e x t o irá s e r um r e c u r s o d r a m á t i
co mal u t i l i z a d o , já q u e a s u a p a r t i c i p a ç ã o ê c l a r a m e n t e d e s n e c e s s ã
ria. E l e c o n c l u i d e t e r m i n a d a s s i t u a ç õ e s p a s s a d a s , ou e x p l i c a o u t r a s
d e s i m p o r t a n t e s , c o m o t a m b é m e n t r a d a s r á p i d a s nos m o m e n t o s n ã o propjí
d o s ao d e s e n r o l a r da aç ão.
A m u s i c a e i n d i c a d a c o m o p a n o de f u n d o . S e r v e p a r a
i§íflpi§iâf1 d a m b i e n t e de d e t e r m i n a d a s s i t u a ç õ e s . N u m a m o n t a g e m c a b e
a.o d i r e t a s u s I - U .
92
A comicidade
exageradas,
de
e utilizada
linguagem quando
Lebre
-
os
personagens
Olhe
quem está
do
Macaco
-
neste
texto,
nas
situações
deturpam a mensagem.
ali.’ A p r ó p r i a
figura
cão 1
Além
do m a i s
confunde
Estã
na
são
ignorantes!
Ela
me
c o m o cão.
cara
que
sou
Inspetor
do T r á
fego!
A temática
moralista,
pecilho
mostrando
social
para
que
que
nos
apresenta
a maldade,
a estabilidade
e de
teor
faz
do s e r h u m a n o
u m im
indivíduo
na s o c i e d a d e .
inveja,
do
Macaco
-
Envenenado?
Silkana
-
Sim,
mas
Ele
QUANDO
0 Sol
e a Lua
di an te da
I n f a n t o - J u v e n i 1 em
Esta
historia
que
de
procuram
A L,ua t e m u ma
paixão
HOMERO
maldade!..
verde!...
Jacaré
Amai
Azul!...
CAVALCANTE
1 ato.
dois
personagens
disputar
Romeu e Julieta
pelo
sua
teatro
do e s p a ç o .
superioridade
indivíduo
instigado
aeêitl:
0 Curupira
para
pelo
áê§ âpf'ê§SHti Sõl uçõe s
@ ês p e t l é u l o I
representar.
seu empregado
e um p e r s o n a g e m
para
montado,
e decide
de S h a k e s p e a r e .
a c o n s e l h a - a em a c e i t a r o Sol,
fiantij
Úài
trata
a princípio
trágico:
Macunaíma,
de o u t r o
-
Peça
própria
a borboleta
estás,
DEU E C L I P S E
texto
te r r a .
espetáculo
amigo
SE
pela sua
comeu
diçoado
este
Este,
como
através
Arco-Tris,
amigo
r e u n i r o Sol
resultando
no
Seu
afilhado
ator
resolve
um
e
na a u s ê n c i a
do c o n v i t e
do A r c o - T r i s
e a Lua
montar
desa
desafiar
que
muitas
na m o n t a g e m
e
ve
referi -
t e a t r o - e s p e t a c u l o , a,solução
93
do e c l i p s e .
C o m e x c e ç ã o de M a c u n a T m a , n e n h u m a p e r s o n a g e m n e s t a
p e ç a e h u m a n a . M a c u n a T m a p o d e r T a m o s c l a s s i f i c a - l a c o m o L i t e r á r i a ins
p i r a d a na c r i a ç ã o de M á r i o de ^ A n dra de.
P e r s o n a g e m M T t i c o - 0 S o l , a Lua, 0 A r c o - Í r i s e
o
Curupira.
0 contex to e o universo fantás tico , pois ; através
dos p e r s o n a g e n s m T t i c o s o a u t o r u t i l i z a - s e da m e t a l i n g u a g e m , ;do tea^
tro, ipara f u g i r do u n i v e r s o r e a l i s t a . El e t e n c i o n a e n r e d a r p e l o foJ_
clorej, mas suti l m e n t e , l o g o e l e r e t o m a a m e t a l i n g u a g e m na pe ça.
Lua Jacy
-
O n d e já se viii um a J u l i e t a s e m Romeu?
^ Q u e i d e i a ! $õ m e s m o e m s u a c a b e ç a de
vento., ( d r a m á t i c a ) Oh cé u m e u , preci_
so de um R o m e u ! . . . B e m já q u e
nã o
e x i s t e o u t r o m e s m o . .. Fa rei e s t e
sa^
crifTcio. Enfim, seja tudo pela gl£
ria do t e a t r o .
MacunaTma
-
Q u a n d o e u .v i n h a a g o r a p a r a cá a v is tei comp.rade A r c o - T r i s b e b e n d o águado rio. Ele p a r o u um i n s t a n t e sõ pa
ra d i z e r q u e o S e n h o r Sol C o a r a c y ,
s e u p a r t n e r , já d e c o r o u t u d o , t u d o !
N ã o e uma m a r a v i l h a ?
0 d i d a t i s m o vai s e r u t i l i z a d o no t e x t o c o m o s o l u ç ã o p a r a d e t e r m i n a d a s s i t u a ç õ e s q u e e l e i m a g i n a n ã o s e r do c o n h e c i
m e n t o da p l a t é i a .
I
" ='
Arco-Tris
.
- V o c ê e t a p a d o m e s m o !. D i 1 úvi o n ã o é
n o m e de n i n g u é m .
D i l ú v i o é o n o m e de um a c o n t e c i m e n
to h i s t é r i c o . Foi um t e m p o e m
que
choveuquárentadias'equarentanoi
, tes s e m p a r a r .
Arco-Íris
- De W i l l i a m S h a k e s p e a r e ...
Macunaíma
- Genial
Arco-Tris
- Romeu e Julieta.
A musica
rolar
das
ações.
0 autor
no
A comicidade
mento
da
incompreensão
minueto,
não estã
da m e n s a g e m
Arco-Tris
e dramaturgo
padeiros,
presente
poderá
- Bem
isso
o desen
texto.
Um
mo
o risco.
ê d i f í c i l de a c o n t e c e r
o u t r a vez.
trabalhou
...
e tc .
neste
indicar
já a c o n t e c e u
ele
inglês
e um p a n o de furido p a r a
texto
indica
poeta
Foi
para secar
mas
quando
as
águas
do
d i 1 úvi o .
Macunaíma
- Do d i l ú v i o ?
0
sonagens
na
Quem ê este?
envolvimento
platéia,
procurando
soluções
de
do
público
um e l e m e n t o
é feito
mítico,
o
Curupi r a .
A temática
poder,
utiliza
na
ambição
deste
desta
do s e r h u m a n o
tema
por meio
Lua
Jacy
peça
concentra-se
em a l c a n ç a r
da m e t a 1 i n g u a g e m
Então
também
na
disputa
uma p e r f e i ç ã o .
do
0
do
autor
teatro.
se e s q u e c e r a m q u e
eu q u e m
faz b r i l h a r
Sem mim
tudo era
...
Ora
veja!
luz
total,
estas
sou
matas?
escuridão!
Estão
um c a l o r
pensando
t ot a l
e
que
uma
tudo?
Es taio e n g a n a d o s .
Lua
Jacy?
âtt*i z de
aquele
satélite
metida
a
teatro?
1 • • * ....................... .............. .
Macunaíma
(Ao Sol
aqui
Coaracy..
0 Senhor
o senhor manda
sabe
que
atrav
95
A conclusão
foram encenadas
no T e a t r o
chegamos
ao a n a l i s a r
Infantil
alagoano
foi
velmente
em 60%.
chanches
de c h e g a r
i
ximadamente
40%
real
a ser
chegam
30%
peças
para
que
a seguinte:
a vida
textos
prova
cotidiana
tem
c o m mai,ores jt e n d ê n c i as
de apro
, I
a 4 0% .
personagens
para
universo
de
30%.
estão
f a n t á s t i c o . 1 Os ,que se
Enquanto
que
os
l i g a m ao
a n t r o p o m o r f i zados
mundo
alcan
-
restantes.
0 conflito
maniqueista.
b e m e o mal
dade. p a r a
voltadas
As h i s t o r i a s
, Os
minância
as
As h i s t ó r i a s q u e os: a u t o r e s t r a t a m n o s s e u s
—
—
*
p r e d o m i n â n c i a nas i n s p i r a ç õ e s dos c o n t o s de f a d a s ,
têm maior
ç a m os
a que
dramático
Sempre
há
chega
a uma q u a s e
u ma oposiçã,o e n t r e
duas
total
pred£
vontades.
0
caminham juntos,
p r e v a l e c e n d o no f i n a l a v i t ó r i a da boji
!i
g e r a l . O b s e r v a m o s u ma p o s s i b i l i d a d e de 80%.
a felicidade
í
11
i
predominante
0 contexto
soluções
mágicas
r e t a do s
contos
madamente
as
é que
de
fadas.
e refere-se
fantasias
como
tem
aos
solução
uma
mando
na c r i a n ç a
e está
contido
ser próximo
informação
1
um m e i o
que
a criança,como
que
os
se
de d e c o d i f i c a r
todas
as
peças
que
com
e djv
em
30%
aproxj
vivido
sem
apelo
autores
fosse
_
fantastico
A influência
aparece
finais.
u ma
utilizam
para
aula,subesti -
a mensagem
analisamos.
referida,
Chega
a
de 9 0 % .
0 narrador,
concluindo
a trama,
dos
estudados.
textos
realista
do m u n d o
a possibilidade
em quase
de (70%.
acontecimentos
0 didatismo,
i x p l i c a r e dar
frequência
0 universo
I
universo
do
ora
ou c o m e n t a n d o
personagem envolvida
a ação
aparece
no e n r e d o , o r a
com cerca
de
60%
A música, el emento f u n d a m e n t a l .num espetáculo para
ériâfífij i in ééfitrâda e m t o d a s as p e ç a s a t i n g i n d o 100%.
S ô b a r e s p o n s a b i l i d a d e dos r e a l i z a d o r e s do e s p e t ã ê u l d ê i é â 1 h&rldô m u s i c a s g r a v a d a s q u e se a d a p t e m a m o n t a g e m q u e diri
§®m, àjààrôcè c o m f r e q u ê n c i a de 60%.
96
A música
tada
fim
ao
vivo
na
a música
na m o n t a g e m
voz
dos
indicada
aparece
feita e specialmente
atores,
no
com
texto
sível
das
pelo
tendencia
A comicidade
infantil
e aparece
muito
de
aproximação
aparece
em cerca
de
80%
através
da
cômico
para
Linguagem
c o m os
gesto,
20%
0
da
plateia
ças
passando
utilizar
na
correrias
na
dramaturgia
pelo
efeito
repetitivas
plateia.
ri_
que
A comicidade
restantes.
no
palco
do p ú b l i c o ,
ocorre
com
7 0%
promovendo
das
pe
encenadas.
A predominância
e o valor
rito
E por
o diretor
envolvimento
com o que e s t ã
e m 10%.
com o público
d e s p e r t a r o riso
fica
e e can_
que
característica
elemento
de m o d o
para
o texto,
80%.
como
por
quase
autor
de
para
religioso
folclórico
do
pode
pastoril,
E,
moralista,
2.2 -
A
que
chegar
a . 7 0 % das
valor social
a 5%,
muito
finalmente,
chega
do
influenciado
utilizado
a temática
peças
aproxima-se
nas
mais
tal v ez
épocas
de 2 5 %
pelo
espí
natalinas.
utilizada
Õ de
teor
analisadas.
ENCENAÇÃO
0
espetáculo encenado para a criança m
dos e s p e c i a i s , uma vez q u e s e u p ú b l i c o e n c o n t r a - s e e m f o r m a ç ã o
e
crescimento.
E i m p o r t a n t e q u e a e n c e n a ç ã o p r o c u r e r e s p e i t a r o, pejn
samâfíto s i m b ó l i c o , c o m o t a m b é m a e v o l u ç ã o do p e n s a m e n t o c o n c r e t o da
criaíiçâ* uma vez q u e e l a a p r e s e n t a um e x t r a o r d i n á r i o d e s e n v o l v i m e n
to dê ê â p â é i d â d ê f e c i p t i v a , s e n d o ja um p o n t o de p a r t i d a p a r a i n t e g r ã - l à fià à V ê n t u P á dô t i â t r o ,
Uíft e s p e t á c u l o b e m f e i t o , d e v e e x p l o r a r o e s p í r i t o
fcfitic8 da eFi ãíiíjá hê Hívè'1 pF-ofündô, d e s p e r t a n d o s u a i m a g i n a ç ã o pa
Fã cjtle á Ë r i a n p §ë p P ê p â f ê (JàPâ a i n t e g r a ç ã o s o c i a l e e n c o n t r e
a
m W H làtte ê fiãê “ã V ê P d à d e a d m i t i d a " q u e os a d u l t o s t e r m i n a m p o r
sns i n s p * í he no d f a a dia.
I
de s u g e s t ã o ,
criança
de
consiga
tro d e v e
necessário
idéias,
para
que
o t e a t r o se
descobrir e conviver
numa
montagem
torne
a presença
criativo,
com a função
poética
e
a
que
o tea^
figurinos,
músi
apresentar.
;
1
bem cuidada com bons
-
Uma
ca b e m e n s a i a d a ,
ça, um
teatro
montagem
ao v i v o ,
cenários
de p u r a e x p r e s s ã o
de b e l e z a
: .
1
i
meio
para
e situação,
e x t r a i r a mais
proporcionará, a c r i a n
e verdade.
I
Uma e n c e n a ç ã o
qualquer
dade
criativos,
aberta
e funcional
ã investigação
preciosa
■
da
se
criança
contribuição
adequará,
dando-lhe
para
seu
em
Tiber
desenvolvi
mento.
I : . .1 ;
I !„ |
; . ,| |
! Q u a n t o a o s atojres , e jde f u n d a m e n t a l
■
q u e jc o n n e ç a m
para
não
niverso
o mund:o i n f a n t i l
interpretar
da
criança
teatro
infantil
versos
gêneros
través
de u m a
deira,
para
um t r a b a l h o
tão
deve
ter uma
despertar
alegria
por
para
um e s p e t á c u l o
interpretação
que
vai
para
o espírito
no
tornar
os e l e m e n t o s
da
de
os
di
necessitar.
uma m o n t a g e m
£ a
verda
teatro.
a m o n t a g e m do T e a t r o
criativo
Um a t o r
interpretar
que
da c r i a n ç a
d e s c o n h e c e r o u-
e poesia.
sempre
a informação
essencial
infanéií e pedagogia,
superficial,
versatilidade
Consideramos
dição
psicologia
r i c o e m .cri ati v i d a d e
teatrais,
boa
pela
importância
criança
acima
referidos,
Infantil,
t ão
uma
a f i m de
rico em
co£
poder
"liberdade
de
e a v e n t u r a s ".(1 7)
!l
2.2.1
-
OS
ESPETÁCULOS
0 Teatro
tou
montagens
trutura
DE
Infantil
com soluções
considerada
fechadas
clássica,
As m o n t a g e n s ,
âüigp
fié§ ^ ê ç â s
e n c e n a d a s . Os
11 s t à s * Siâtil i s t o ,
fjestoes
deixando
a dêspertar
figurinos
são s e m p r e
mais
FORMA
ao
TRADICIONAL
de M a c e i Õ
e textos
longo
que
do s e u
cenários
de h a v e r
teatro
criados
simbologia
com muitas
sempre
obedecem
n o r m a l m e n t e ,s e g u e m
completamente
feitos
quase
as
com
a uma
es_
criança.
sugestões
do
inclinações
r ea
poética
a imaginação
cores
para
apresen
da
e poucas
s ju
criança,
Os
e ricamente
detalhados
98
para
definir
final
de
b e m os
personagens,
dos e s p e t á c u l o s ,
danças
cantadas
ensaiadas.
ao
vivo,
f it a
cassete),
mais
viável
para
que
utilização
o Teatro
o recurso
Dada
espetáculos
de a l g u n s
Na d i f i c u l d a d e
é na
que
apesar
a coreografia
é muito
receberem
de
dispor
musical
(músicas
de M a c e i ó ,
dos
seus
a impossibilidade
cuidados
de a s s i s t i r m o s
foram encenados
e m M a c e i ó ’, p a r t i m o s
encontramos
para e x p l i c i t a r
como
colhidos
Teatro
Infantil
trutura
aos
jornais,
de M a c e i ó .
dramática,
os
direção,
etc.
viduais,
como
no s
As
não
criação
do e s p e t á c u l o
pessoas
envolvidas
as m o n t a g e n s
os
revelando
uma
levantados
vez q u e
para este
ê feita
no m e s m o ,
que
que
de
elevam
informações
trabalho,
são' v a g o s
para
trabalhos
eles
ejs
indj_
concreta
percebeu-se
analisarmos
de
Quanto
que
por parte
lembram
de
com
subjetivas.
dedicação,
nem sempre
através
analisam a
idéia
muito
os
trabalham
não
nenhuma
são
com muita
mas
depoimentos
elementos
e personagens,
nos
em
caminho
a todos
f o r a m as e n c e n a ç õ e s
crí ti ca s' q u a s e
recursos
e r a m os e s p e t á c u l o s ,
depoimentos
ou e n t r e
o
e
espetáculos.
que
dados
tocadas
gravadas
encontra
no
especiais
de m ú s i c a s
do p l a y b a c k ,
Infantil
utilizada
a
> das
como
foram
estes
espe
táculos.
Vejamos
gumas
peças
o que
"Peça
ssima
ganas.
suntuosos
0 figurino
colorido.
drosi
Uma
do p ú b l i c o
os
pajens,
baseado
ao
de
invulgar,
personagens
reino
foi
vivo
NABAN
oficiais,
no
A Opereta
orquestra
DE
de b e l e z a
cenários,
indumentária,
muito
va
a imprensa
a respeito
de
aj[
montadas:
0 HERDEIRO
cores,
noticiou
onde
em
ostentavam
foi
3 atos,
luz,
luxuosí
e graciosas
muito bem
contando
o espetáculo
c o m um g r a n d i o s o
e
assoberbavam
de h o n r a
monárquico
escrita
se
nobres
damas
abrilhantou
engrandeceu-se
Lina Mascarenhas
LuisLavenère
ci
c u id a d o ,
com
7 qua
e a expectati
espetáculo
da é p o c a . "
(18)
"Com um e l e n c o
» vai
adulto
nhõ
pile
fâto
rnagfi 1 f I co das
de
agradar
poder
de
Ao
rapazes
ao p ú b l i c o
admirar,
crianças.
d ez
além
infantil
adulto
do b e l o
e seis
e ao
meninas,
Meus
infantil.
Ao
original,
por gozar
das
o desempe
travessuras
e
99
das
hilariantes
situações
Meus
não
S a n tos
D i a b i n h o s , tem
somenta
vivacidade
pelo
grande
como
que
registra
de
realce
no p a l c o
Haus
que
no
constitui
refere
no
Teatro
elenco
integrar
final
da
da
"ApÕs
tro
Infantil
ção
Teatral
na
Kühner
- " As
de E v e r a r d o
motivação
para
oportunidade
dos
e marcação
dificílima
em
dos
para
cena.
com
Hã m o m e n t o s
cedidos
Azul
pe|o
de M e d e i r o s
de M a r i a
e numa
que
quando
vitória
"A V o l t a
do
Irmão
Ma
C.
Lima,
foi
muito
dialogou
no m e i o
dos
,
se
t a m b é m no q u e
■se
maior
com
o
atores,
se
" 0 C a v a 1 h i n h o A z u l " o Tea^
Camaleão
um D i a b i n h o
no
alagoana
de a p r e c i a r m o s
com
para e n s a i a r
já a d i r i g i u
a garotada
cenários
Cavalcante
José
a meninada
para,
estrear
de
Os
em
(20)
parte
Aventuras
perso
(19)
o palco
o GTEC
pequenos
dez e l e m e n t o s .
a direção
tarde,
Alagoas,
Sena,
sob
peça".
de A l a g o a s
das
artistas
do J a c a r é
artístico
subiu
ao e s p í r i t o
garotos.
da p l a t é i a . . E s s a ' p a r t i c i p a ç ã o
espetáculo
ao
endiabrados
foram gentilmente
Deodoro,
a participação
e,
de
o idealizou."
num bom êxito
segundo
montagem
a presença
"A e s t r e i a
sábado,
pelos
e c o n s t a n t e -agitação
número
extraordinário,
ris ta A f o n s o
grande
pela
nagens
se
provocadas
u ma
A l f a c e ",
peça
M a l a n d ro ",
Recife.
de M a r i a
sob
a
Hele
direção
A l e m de s e r m a i s
se d e s l o c a r
um t r a b a l h o
a Associji
para
direcional
uma
teatro,será
do n o s s o
uma
amigo
E v e r a r d o ."(21')
"A A T A ,
til
eu
de
autoria
teria
muito
til,
dificuldade
movimentada,
Gomes.
que
nada
0 S a p a t e i ro do
Foi
uma
em julgar quais
muito
a sabor-do
p r e - a do 1e s c e n t e s . Foi
pretãçáo
do,
de L a u r o
exibiu
deixa
levado
0 Po i i ch i n e 1 o , 0. P a l h a ç o ,
a Colêíílbiíiâ é õ T r a p i n h o
eipe^aclilS
iêzâ
ma,
c!6 t U U
tinha
ágil
com
do
que
dê H o m e r o
didático,
riqueza
de
0 Sapateiro,
A Vaidosa
Peça
i n f a_n
inter
~
0 Solda
e em especial
(22)
talento
criador
Quando
soube
se
de
Homero
deu o E c l i p s e , u m
tirar proveito
Cavalcante,
espontâneo
o mundo
-
qu al
desempenhos.
uma
0 Príncipe,
infan
exibição,na
destinatário,
e singela
Jô§@ M â r e i õ
ê Poético
um c a r S t e r
seu
foram notáveis".
68 fii à étíã í o p ê i f a
díFi§iiáê P P
os m e l h o r e s
0 Mensageiro,
11Ã fel i 2 r ê v e l a ç ã o
cUfllÊifiíSj
maravilhosa
a cena
a desejar.
R e i , comédia
que
e fluente".
ainda
(23)
da
be
por
cT
100
"Vem obtendo
apresentado
Teatro
diariamente
Alfredo
ça de
autoria
e que
ate
Teatro
no p a l d o
de
Deodoro,
Silvia
jã
numa
levou mais
iniciativa
de m u i t a
sentido
pe
0 texto exige
derrubar
uma s e q u ê n c i a .
conseguiu
imprimir
um e s p í r i t o
coerência
Fantasminha
pontos
m o,
um g r a n d e
altos
uma
ou
na e n c e n a ç ã o
tos
(26)
teatrais".
0 Rapto
"As
lacunas
que
no
são
de b i f u r c a ç ã o :
apresentadas
umas
pôr exemplo,
vês
1ampadas
ficaçáõj
rêncie
de
verde
anulando
o maior
pelo
positivo
de s ua
e vermelha,
não
consequentemente
p e n s a v a êrti o b t e r " .
Pluft,
foi
Clara
por ele,
um
outras
não.
o
dos
ao
mej>
ate
en
conjun
Machado
(o d i r e t o r )
e compensar
situaram-se
num
,
as
processo
0 sistema
de
e m a t e r i a l i z a d o atra
conseguiram
o critério
não e s t a r e m o s
de o u t r o s
de M a r i a
imaginação
Oliveira
Imprimiu
melhorá-lo
texto,
de
direcionais
através
astros
l e v e eii
ter sido
deles.
e adaptações
, tentando
os
c o e s ã o " .(25$’
a direção,
padrões
"Pluft",
u m a equi_
Clara Machado
afirmamos
c o m os
resultado
brotando
se
Cebolinhas,
inovações
espetáculo
radar,
de
das
de
Entretanto,
Quanto
senão
de
que
um
frente
compõem
e obriga
de M a r i a
do
de e n c e n a r
o m eno r e o mais
e gostamos.
de d i s t a n c i a m e n t o
que
união e força,
espetáculo.
tão e m p r e g a d o s
introduzida
de
casarão
de E s t a d o " . (24)
E o jovem Adhelmar
sinceridade,
do e s p e t á c u l o ,
linha
ágil
o Fantasminha
"Assistimos
ao
Oliveira
um e s p e t á c u l o
todos
de
do B a r q u i n h o '1 pe
crianças
e dinamismo,
onde,
Grupo
p o r W a l t e r de
1.200
uma d i r eção
infantil
pelo
enfrentar o desafio
pode
de
Deodoro
da F U N T E D e G o v e r n o
sincronismo,
Pluft,
o espetáculo
"A Viagem
de u n i ã o e f o r ç a de
funcionem em p erfeito
usando
de
de
soube
vitalidade
de um e n o r m e
gano
do T e a t r o
Orthoff e dirigida
"A F U N T E D
teatral.
sucesso
de 01 i vei r a . T r a t a - s e
o momento
espetáculo
grande
de
captar
validade
sua
signi
que
F io
(27)
é r à P r i n c e s a , f a n t a s i a m u s i c a l de Ru y L e s s a
e 61 í 0 dihikiâj fli fid i té de ã ü â 6 s t re i a , t o d o s os e s p e c t a d o r e s pr e
sifitêij aáüll§§ iiti iufl fnãlõfiâj' f õ r a m t o m a d o s de um e n t u s i a s m o s e m
Ornoraáas a p l a u s o s f o r a m a c o n s a g r a ç ã o de um a r t i s t a
q u e í d o l õ t e a t r a l do m u n d o i n f a n t i l , r e v e l a v a - s e , n a q u e l e m o m e n t o ,
au.or o diretor,
ao m e s m o
tempo,
reforçando,
desse
modo,
as
afirma
101
tivas
que
se
necessidade
Vejamos
faziam,
de
de q u e
importar
algumas
Alagoas
jã p o d e
realizar
bom
teatro
sem
vai o r e s " . ( 2 3 )
entrevistas
dos
artistas
que
fazem
Teatro
Infantil
de A l a g o a s :
LINDA MASCARENHAS,
das
Alagoas",
autora
das
operetas
diretora
infantis:
da
"Associação
0 Mistério
Teatral
do P r í n c i p e
e 0 H e r d e i ro de N a b a n :
"0 M i s t é r i o
de
fadas,
são
e escrevi
seus
pais.
tinham boa
N a b a n , eu
te.
de
ao
voz.
vivo,
não
cantada
do
espetãculOj
detalhes
te,
uma h i t o r i a
conto
teve
ciganas,
quanto
sei
se
ao
Teve muita
adaptei
Este
sica
Foi
do P r í n c i p e , e u me
vivo,
Teatro
Deodoro,
que montamos.
v o , bailado,
depois
alagoano
grande
0
que
pais
fez
tanto
que
muito
bem
faz m u i t o
sabe
quem
e atores
que
Medeiros
feito.
tempo.
não
contos
0 Herdeiro
s u c e s s ó 1, u m p u b l i c o
o figurino
nos
de
Cavalca]i
inesperado,
Eu n ã o me
Acho
que
mú
lembro
era
ã
no_[
criança."
JONIOR,
ator e criador
de
Diretor-Presidente
"Os
de W a l t e r
de
umas
de 01 i vei r a , foi
cinquentas
da F u n d a
Dionísios".
Um e s p e t á c u l o e s t r o n d o s o . 1 B o n i t o ,
um e l e n c o
com o mesmo
c o m uma o r q u e s t r a
do j o r n a l i s t a
"0 P e r e r e c a
cesso
que
do p ú b l i c o .
a montagem,
tinha
um p r í n c i p e
receptividade
B R A U L 10 L E I T E
ção
sobre
inspirei
pessoas.
o maior
música
ao
Remontamos
su
vi
anos
sucesso".
Rei
sucesso,
Menti roso
que
assistiram quando
de
Graça
ainda hoje,
garotos
Mello,
foi
me p e d e m p a r a
e d e s e j a m que
seus
um e s p e t á c u l o
montar,
são
filhos
também
assistam".
0s
também
uma
Saltimbancos
montagem bonita,
to g u a r d a - r o u p a , f i c o u
adaptada
solta,
alguns
meses
por Chico
criativa,
tudo
em cartaz."
B u a r q u e ,fizemos
bem
cuidado,
boni
102
HOMERO
Alagoas"
e a u t o r da p e ç a
Nossa
ra n ã o
tos
peça
de
carnaval,
era
mínimo,
isto
que
sica,
utilizamos
limitou-nos
especialmente
criança
toda
a ideia
para
que
Quando
ao
texto,
não
viajamos,
gosto
muito
EVERARDO
fissional
D iabo
no
R io
Malandro
de J a n e i r o ,
bem.
fazer m arcações
bom sucesso
de
experiência
."
na?
dl  i S õ f i i a ç ã õ
fiô fêid
éê
fazer
comicidadê
taçao
comica.
mas
gigantões
o dinheiro
i s t o e,
mas q u a n t o
a mú_
que
funcionou
apesar
e m As
de
mas
para
a
tudo.
Aventuras
foi
do
de
um
e n g r a ç a d a ,mui_
tenho
restrições
um b o m
a criança
PASSOS,
das
em Maceió,
populares,
As
ator
Av e nturas
pro
de
um
para
com
figurino,
participar.
Paulo
Afonso.'
ator e diretor
Alagoas,
ideias
atualmente
circeji
procurei
Tivemos
Foi
um
u ma b o a
de p e ç a s
infan
ator profissio
-
o
Não
texto
A B oniba A t ô m i c a , de P e r n a m b u c o de
tè e x p e r i ê n c i a e m T e a t r o I n f a n t i l , c o m al
adolescentes
que
com o c e n á
tJâilélrüí
0 ] U ' Í Í P l i 8 Fã rÜiíiHâ
a 1 unos
sei se
de p e ç a s
bem,
ate
" ^ ü à H d â ê U nionÊêi
g un s
crianças
com músicos
um e s p e t á c u l o
para
Viajamos
Teatral
muj_
Kühner.
funcionava
JOSE MÁRCIO
t is ,
Não
como ator,
dirigiu
com a plateia
publico.
contar
de m o s t r a r ,
autor
Helena
Tudo
bem pensado,
pei
ideia."
"Eu p r o c u r e i
ses , f u n c i o n o u
móveis,
Kühner, a montagem
SENA,
de M a r i a
as
com bonecos,
a criançada gostou,
da
cuidado
um b o m e s p e t á c u l o ,
foi
gostaríamos
das
colocamos
engraçada,
fossem
o espetáculo.
Helena
na m o n t a g e m
montar
podíamos
trabalhei
de M a r i a
interessante,
que
Teatral
muito
ajudam a colaborar
criar
Não
temos
marcação
0 figurino
o playback.
criasse
to
de
que
pois
elas
altos
"Associação
o Eclipse.
Desejávamos
módulos
imaginávamos.
Ma 1 a n d r o
d eu
da
é um r o t e i r o
vezes
cenas.
alguns
jeito
se
a criança,
algumas
determinadas
de
ator
c or re -c or r e, muita
participam muito,
Diabo
Q u ando
prolongar e cansar
cacos , muito
rio
CAVALCANTE,
do
Colégio
apresentava
tínhamos
Marista,
e alguns
recursos,
foi
uma
procurei
atores
explorar
com boa
uma
interpre
montagem simples,
m as
engraçada.
Ê urna p e n a q u e
ficou
0 Sapateiro
t a g e m no
meu
R io ,
amigo,
dirigida
tudo
foi
concedeu
para
playback
c o m a võz
lo.
foi
dos
atores
bem
cuidado,
p r e s e n t a r em
colégios
Cultura,
i
I
G T E C ."
uma boa
bom
figurino,
Bety
era
fadas
foi
lizes
Júnior
que
para
, uma
maravilhosa.
no
em o f e r e c e r
Era
mais
enr n o s s o
musicada
do
"Grupo
infantis,
de T e a t r o
no G T E C ,
Foi
abertas,uma
que
Essa
depois
outro
e
o
Fan
peça
o
corrida
,
e u e Ruy
de q u a s e
90 p e s s o a s ,
realização,
nos
das
sucesso,
montagem alegre,
escrevemos,
teve
0 Rapto
grande
Um e l e n c o
bons
da p e ç a
com Pluft,
inspirada
a criança
r£
de E d u c a ç ã o
musical,
nossa
an
e x p e r i ê n c i a , estávamos
Montamos
Machado,
o
■
iniciou
uma bo a
a
para
autor
r
j
Clara
A peça
era
que
o trabalho."
peças
sendo
espetácu
Valeu
a t o r de
m on
deu em c a s s e t e
fantasia
teatro,
Estes
usamos
a
da m ú s i c a n o s
de e n s i n o .
a criança.
portas
bom elenco.
nos
f a z e r um b o m e s p e t á c u l o .
de M a r i a
cheio,
autor
convidados
trabalho
Procuramos
Princesa
v o , orquestra
Frederico,
bonito.
Clara Machado.
receptividade
ficava
Edson
!
!
Ceboli n h a s , t a mbém
Teatro
o autor
Fomos
e integrante
de M a r i a
entusiasmados.
Júnior e gostei,
de p ú b l i c o .
JAMBO,
"Nosso
tasmi nha
assisti
cariocas
da r e d e
HÉLIO
ern c a r t a z .
Gomes,
montagem e Gracindo
o maior sucesso
Princesa
tempo
de L a u r o
por Gracindo
t e r i o r e foi
B e ty e r a
do Rei
facilitado.
nossa
0 figurino
pouco
Lessa,
contos
música
de
ao
i s t o e, e s t á v a m o s
vi_
fe
espetáculos."
posicionamentos
poderíam
nos
dar
u ma
ideia
a l g u n s e s p e t á c u l o s r e c e b e r a m um c u i d a d o m a i s cri a t i v o na e n
c e n a ç ã o . Po r é m , i n f o r m a ç ã o mais d e t a l h a d a , para a n a l i s a r m o s com coe
r ê n e i a , Ü m u i t o p o u c a . Nas e n t r e v i s t a s , c o n s t a t a m o s um e n t u s i a s m o
p o r p a r t e dos e l e m e n t o s de q u e t u d o o q u e foi f e i t o p e l o T e a t r o Infàfltll foi m a r a v i l h o s o . Os a r g u m e n t o s q u e t i v e m o s p a r a nos p o s i c i o flâf §§brê § #nâ*n aç§0 do T e a t r o I n f a n t i l de M a c e i ó , é p o r
demais
§üfejêt;ivêj tíííii Vêz' q u e nos b a s e a m o s a p e n a s no m a t e r i a l j o r n a l í s t i c o
s e f e w t) íiue flefju r e g i s t r a d o a t r a v é s dos e l e m e n t o s q u e e s c r e v e m tea
m
ê » A l a g o a s , s as e n t r e v i s t a s dos a r t i s t a s q u e f a z e m o T e a t r o In
fantil Macelo ense .
de q u e
104
N 0 I
T.
Maria
Lucia
B.T.
de M e s t r a d o .
São
Paul o.
neiro.
3.
Maria
4.
Jackeline
de C o m u n i c a ç õ e s
A Psicanálise
2- e d i ç ã o .
Lucia
daj D e s i g u a l d a d e .
e Artes,
Dissertação
Universidade
de
198 1.
21 B r u n o B e t t e l h e i m .
!
: |
Nü'iReino
Puppo.
Escolã
A S
B .T .
Ed.Paz
Puppo.
Jeld.
dos. C o n t o s
e Terra.
Idem,
0 Imaginário
obra
no
1979.
de
Fadas,
pp.69
Rio
de J a -
Summus
Edito
e 70.
citada.
Poder.
São
Paulo.
rial . 1 9 8 0 . p. 28.
. 1
!
.
i! ;
5. I d e m , o b r a c i t a d a , p .27.
6.
Henri
Bergson.
Rio
0 Riso
de J a n e i r o .
7.
Bruno
Bettelheim.
8.
Henri
Bergson.
9.
Bruno
Bettelheim.
10.
Henri
Bergson.
11.
Erick
Fromm.
- Ensaio
sobre
2- e d i ç ã o .
Zahar
Idem,
citada,
Idem,
obra
obra
Idem,
Idem,
citada,
obra
obra
A Linguagem
Editores.
19 80.
do C Ô m i c o .
p . 43.
p . 78.
p . 23.
citada,
citada,
a significação
p . 60.
p . 14.
Esquecida.
Rio
de J a n e i r o .
Zahar.
Edi
de J a n e i r o .
Livraria
t o r e s . 1 9 7 6 . p . 20.
12.
Henri
Bergson.
13.
Ibem.
Idem,
14.
Maria
Clara
Agir
Idem,
obra
citada,
p . 66.
p. 20 .
Machado,
Editora.
15.
Jacqueline
Held.
16.
Bruno
17.
Carmem Aymerich,
Bettelheim.
Teatro.
vol.II.
Rio
citada,
p . 39.
19 75.
Idem,
Idem,
obra
obra
Objetivos
dei
citada,
Arte
pp.19,59.
Dramático.
Teatro
e comuni
c a çã o . M a d r i d : II B o l e t i n I b e r o a m e r i c a n o de T e a t r o p a r a la Iji
fSíieiâ y la J u v e n t u d . ( o u t u b r e , 1 9 7 3 ) p . 11.
105
18. J o r n a l de À l a g o a s - 11n A p r o p ó s t i o de T e a t r o . 8 de j a n e i r o de
,|
1 950.
19. J o r n a l de A l a g o a s - C o l u n a T e a t r o . 11 de o u t u b r o de 1959.
i
1
1
?
20. J o r n a l G a z e t a de A l a g o a s - N o t a s e N o t i c i a s . 19 de o u t u b r o de
1971.
21. J o r n a l de A l a g o a s - T e a t r o . 21 de a g o s t o de 19 7 6 . A p e ç a
n ã o c o n s e g u i m o s l o c a l i z a r p a r a anal i za rmo- s.
Re corr emos t a mbém a SBAT e a autora, mas
,
e s t a e n c o n t r a v a - s e ,no R i o G r a n d e do Sul.
r
1" '
,
j
'
:
1
22. J o r n a l G a z e t a de A l a g o a s - 2 3 de j u l h o de 1978.
23. J o r n a l T r i b u n a de A l a g o a s .- 24 de j u l h o de 19 80.
24. J o r n a l G a z e t a de A l a g o a s - 10 de a g o s t o de 1979.
25., J o r n a l T ri b u n a de A l a g o a s - T e a t r o . 24 de j u n h o de 1980.
ro
26. J o r n a l C o r r e i o de M a c e i ó - 0 T e m a é T e a t r o . 12 de a b r i l de 19 67
J o r n a l C o r r e i o de M a c e i ó - 0 T e m a é T e a t r o . 15 de j u n h o de 1 9 6 7
28. J o r n a l C o r r e i o de M a c e i ó - 0 T e m a é T e a t r o . 0 8 de n o v e m b r o de
1967. A p e ç a n ã o foi a n a l i s a d a , p o r q u e os
autores al a g o a n o s não lo cali zara m. Pedimos
por duas vezes a SBAT e não c o n s e g u i r a m e n
co n t r a r o texto.
IV
NOVOS
-
C A P I T U L O
CAMINHOS
PARA O TEATRO
INFANTIL
S t a n i s'l a v s k i ,
Chancerelse
explicitou
to,so q u e
posicionou
que
suscinta
na
atualidade.
pelos
neste
teatro
m e l h o r " , (1)
ma
cia
"o
mas
o modus
faciendi
do T e a t r o
para
criança
deve
feito
este
pensamento
ampla
o conteúdo
estudiosos
do
campo
nos
ser
parece
a realidade
posteriormente
e das
Infantil e
c o m o o de
enfocar
de
refletido
afins
adul_
uma
do T e a t r o
atividades
Léon
fo_r
Infantil
em
evidêji
estã
contido
pensamento.
Na e x p e r i ê n c i a
f an til,
f o r a m ob ti d o s - a c e r t o s
ção
a criança
que
mento,
de
por
sobre
de c o n o t a ç ã o
Todo
interpelado
os
um T e a t r o
e desacertos
é um s e r q u e
amantes
dessa
Infantil
pragmática,
fa z T e a t r o
considerai
se encorrtra e m p o t e n c i a l
desenvolvi
organizado
e levando
Ijn
em
arte e m p r e e n d e m
mais
de q u e m
uma b u s c a
afim
para
de se o b t e r
a realização
um
teatro
de
b o m nível .
Esses
mento
ria,
do s e r h u m a n o
vai
da n ã o
crescendo
e apenas
a busca
movimentos
pois
este,
o seu
estar
da h a r m o n i a ,
são
a medida
interesse
no m u n d o
do se
e lutar
fazer
tava
aos
se
sendo
mas
uma
pobre
atividade
em
cados
Infantil
para
abarque
contínuos
quando
interpretar,
n os
esta
farsa,
teatros;
não
nova,
era
pela
trajeto
da
-
v i d a » Vj
sobrevivência,
Infantil
de q u a l q u e r
áreas
rica em
da s o c i e d a d e c o m
víduo
i margem
alguns
carência
opera,
comédia
a utilização
relação
social;
de
se
outrora
impõe
sofria
trabalho;não
do c o n h e c i m e n t o
intenções,
do
ausência
musical;
trabalho
emocional
ao p a p e l
descuido
aspectos
das
con
humano.
em p r o p ó s i
e m p o b r e c e d o r e s do
profissionais
cant a r e dançar;
tem m a t u r i d a d e
rença
til
várias
assinalar
no B r a s i l :
comedia,
em sua
conhecimento.
Podemos
Teatro
avança
feliz.
i n i c i a m no e x e r c í c i o
as
com o d e s e n v o l v i
com a q u a l i d a d e
Teatro
com o i n t e r c â m b i o e n t r e
Assim,
tos
que
que
para
0
postas
condizentes
para
formados
de
e
edu
repertório
que
espetáculos
da
criança
no
representação;
do a t o r ,
mais
considerado
palco
indife
um
para
com o c o n t e x t o
do m u n d o
lado,
se o b s e r v a r m o s
a grandeza
indi
infan
-
é j etc-«
Más
TeâtFâ
queia
por outro
I n f a n ti 1 p r o p o r c i o n a
e voracidade
para
tâfl tfffiê ntê ^ U i s t i o n a n d o
a. v i d a
interior
receber o mundo
o que
lhe
da
criança,
em sua m e n te ,
rodeia,
verernos q u e
cheia
que
de
o
rj_
que
estã
cons
a
integração
li
108
social
que
evolução
o teatro
dara
educacional
a sua
vida
será
de
grande
mérito
para
sua
e artística.
0 p e n s a m e n t o de C a t h é r i n e D a s t é c a b í v e l
ao q u e e s t a m o s c o m e n t a n d o s o b r e 0 T e a t r o I n f a n t i l .
Citemos
"Não
rar
as c r i a n ç a s
cidadãos,
piorar
para
suspeitadas,
car
um d e s p e r t a r ,
tes
da v e r d a d e
forte
do
adaptarem
a sociedade,
para
propicia.
uma
não
admitida".
hoje
vigente,
mas
pela eduçação
campos
0 Teatro
areas
se
f o r m a de
se
seja
tem
u ma
prepji
t ornarem bons
pelo
contrario,
provo
" q u e b r a r os
função
e^
qualidades
tradicional,
ã imaginação,
u ma
no
poética,
1 i m j_
no s e n t i
é a m p l i a r os
mais
acurada
dos
trabalhos
conhecimento
horizontes
passou-se
na
da
que
humano,
para
da
Assim,
0 Teatro
criança
com
Infantil
atual,
ciência
meios
e outros,
conhecimentos
Tea
0
novas
,
seu
da es^
e felicidade.
para
as
co
se
nascente
a compreen
da c r i a n ç a
da e d u c a ç ã o ,
das
0
que
quando
liberdade
físico-social
Piaget
intercam
sendo
antigas
espe
que ê c o n t i n u a d o r a
mútuo,
a importância
a e m p r e g a r esses
separadas
mais
foram surgindo
Klein,
quer
das
sociedade
convívio
do d e s e n v o l v i m e n t o
de M e l a n i e
mobilizados
artística
primordial
A medida
são
da c o m u n i c a ç ã o .
movimento.
a s c ender em
então
0 e n r i q u e c i m e n t o que 0
para
século
com este
importância
busca
conhecimento,
comunicação
assume
pêcie que
do
permutam
Estamos
se e n r i q u e c e
objetivo
desenvolvidas
abrir novos
nhece,
sendo
ã moral
teatro
da p a l a v r a " . (2)
çializações,
tro
a finalidade
sujeitarem
As
bio
que
0 e s p T r i t o e d e s c o b r i r n el e, a um n ível p r o f u n d o ,
não
do
julgamos
p a r a se
se
agora
demais
q u e r da
-
através
ãreas
do
arte,foram
d e s c o b e r t a s ,i n c 1 u s i v e
e a i n t e r c a m b i a - 1o s . Log o
,
0 que p o d e m o s c o n s t a t a r é que e n q u a n t o a p s i c o l o g i a usa c o n h e c i m e n t o
extraídos
do
educativas),
gia
pâfa
teatro
e da p e d a g o g i a , ( p s i c o d r a m a e t é c n i c a s t e r a p ê u t i c a s
a pedagogia
a reflexão
e
0 t e a t r o u s a m os c o n h e c i m e n t o s da p s i c o l o
e exercício
Consideramos
bré
mèÍ6
8 lêâlPQ
pára
â criança
q ü ê §1 1 d íiá f íflôi â§ S U â â
fanti!
m os
brasileiro
tâiíibiií!
quê
da m a i o r
de a l g u n s
Rêffiêfêi Gdrítiêrti  y n i ê M c h ,
v é l â 8 Vitílâ Spiô 1 ih p â r a
de s u a s
atividades.
importância
pensadores
Cl a u d e - P i e r r e
possamos
GOlocâçoss
que
e alagoano e,diante
os
desta
Chavanon,
a p r e e n d e r seus
tenham
aplicaçao
de s u a s
trabalhos
arte
Julio
como:Car
de
pensamentos
ao
s0
Teatro
Gou
e
In
d i f i c u 1 d a d e s ,c o n s i d e r a
c o m o u m a p r e n d i z a d o m a i o r p a r a os a r t i s t a s a l a g o a n o s .
10 9
Passemos
niciando
a inclusão
dos
textos
destes
autores,
i-
c o m C a r m e lo R o m e r o .
" C A R M E LO R O M E R O :
OBJETIVOS
j
I - No q u e
RA
diz
DO T E A T R O
ESPETÁCULO
PA
CRIANÇA:
r e s p e i to
ao e s p e t a c u l o
t e a t r a l ___p a r a
criança.
la)
- 0 TEXTO
é a base
do e s p e t á c u l o
com estas
cara£
terísticas:
Que
tenham
ses
das
como
motivação
crianças
vi da L lealdade,
-
. Deve
de
centros
de
(aventuras,
heróis,
temas
honra,
valor,
ter o p l a n e j a m e n t o
ta s e m s o l ü ç ã o
Que
os
fomenta
u ma
cluam
fi a,
a criatividade
teatral
distintos
iluminação,
1b ) - I n t e r p r e t a ç ã o
de
ami z a d e , ci ê n c i a
u ma m e n s a g e m
determinada:
construção
os
de
interes^
.)
concre
TEXTO ABERTO.
da
criança
adequada,
elementos
vestuário,
por
onde
da m e s m a
meio
se
iji
(cenogra
-
etc.).
e montagem
In t e r p r e t a ç ã o
consideramos
nheça
psicologia
contando
com
intérprete
cação
i ndi s pe ns ã ve 1 q u e
co
infantil.
a preparação
se
o intérprete
pode
e responsabilidade
deixar
uma
liberdade
do
de
colo^
em.
fuji
pessoal.
Mon t a g e m
Deve-se
procurar
- Sentido
ção
da
de
<■
unidade
por e s p e t a c u l a r i d a d e
tização
dos
criança
fazendo
.i
e espetacul aridade
idéia.
- Entendemos
como
na m o n t a g e m :
elementos
uso
da
do
não
cenário
imaginação
t a m b é m a de e l e m e n t o s
sÕ e s q u e m a
para
lhe
variados
que
de
a
forma,
(agilidade)
no
cromática
não
e rítmica,
deformem
- A montagem
ra q u e
elementos
teatrais
qu e-
nunca.
t e m de s e r a b e r t a
possa
ser
e funcional
pa^
colocada em qualquer meio
e
e circunstância.
1 c ) - P a r t i ci p a g ã o
i
Cremos
mos
■
ser necessária
que
participar
totalmente
a participação
não é s o m ente
o p ú b l i c o .com a o b r a
uma o b j e t i v i d a d e
que
;
pode
ser
m as
pensei
1 identificar
por meio
de
distanciada,
de
i d e n t i fi c a ç ã o , e t c . . .
11
!
i
- Dificuldades
2a.)Respeito
que
se
I
41
!
c o l o c a m ao T e a t r o
do E s p e c t a d o r :
A l e m de p r e o c u p a r m o - n o s
inquietar e motivar
direta
em
Infantil
com ela,
relação
ao
com a criança
adulto
(educadores,
com o meio
que
devemos
tem relação
f ami 1 i a res ,e tc . ) ,
teatral.
*
Não
deve
existir
t á c u l o e os
2 b . ) No q u e
Falta
d iz
centros
respeito
de m e i o s
materialista
nos
entre
de
interesse
da
do e s p e
criança.
a montagem:
e preparação
e de
o tempo
sentido
devida
ao a m b i e n t e
utilitarista
a
que
encontramos.
2 c . )No q u e
Falta
3
cisão
diz
de
respeito
divulgação,
teatro
por parte
ciais,
pais,
Evitar
as
de
valorização
todos
educadores,
informações
comunicações
teratura
ao a m b i e n t e
infanti 1 . )
tipo
(instituições
de
ofj^
etc...).
negativas
(imprensa,
deste
rádio,
dos
meios
televisão
de
e
lj_
III
- Sugestão
1 - Realizar
cursos
especializado
de c a p a c i t a , ç ã o
e graduado.
de s e r e f e t u a d a
pondentes
tentes,
que
realizados
n os
quais
fazem Teatro
2 - Intercâmbio
dos
Estados
que
vam Te a tr o
pode
g r a d u a ç ã o po
cursos
corres
organismos
incluir
compe
elementos
Infantil.
nacional
das
realizam Teatro
i
os
autores
Infantil
autores! novatos
concursos.
4 - Propaganda
dos
por
a nível
3 - Conseguir que
de
através
Esta
com pessoal
companhias
Infantil.
dramáticos
e fomentar
por meio
a
escre
criação
de p r ê m i o s
e
;
e publicidade
adequada
e cons
-
t a n t e .(3)
Carmelo
aberto
que
também
pensamos,
eles
não
motive
terminam
sabemos
de
porém estes
por
levar
se e l a
fantil
tas
vezes,
este
em Alag oas ,
ric o .
Mas,
dedicam
os
não
a criança
ele
trata
apesar
em p sicologia
acumulam,
textos
objetivos,
a sua
trazem
a u ma
um
texto
criatividade.
Ê
o q ue
sempre
do a u t o r ,
conclusão
apoia
soluções
já e l a b o r a d a
que
concorda.
ilusionismo,
preparação
em seus
a criança e excite
Quando
pouco
Romero,
i n t e r p r e t a ç ã o , nó s
acharmos
infantil, que
ainda está
teatro,
de
da
distante
é passo
para
os
seria
atores
da n o s s a
ainda
buscam
deixemos
considerar.
o ideal,
que
fazem
no
um m e l h o r
teatro
a
Teatro
In_
Mui
adulto,
conhecimento
alguns
um
pois
realidade.
o trabalho
interpretes
de
que
sentimos
e
teõ
grupos
que
se
teatro
é
um
com seriedade.
Quanto
a participação
da
criança
no
m u l t o c o m p l e x o , e l a tem e n v o l v i m e n t o de m a n e i r a s d i v e r s a s ,
flêüi êifflprè I s â t i s f a t õ r i o se e l a n e c e s s a r i a m e n t e p a r t i c i p a r .
p)*0G©iso
Ôbsdrvemos
golhi
o tema
o que
Carmem Aymerich
.D r a m á t i ca Cri a d o r a
Teatro para C r i a n ç a s :
- Teatro
fala em seu
e Comunicação
texto
que
es
112
CA R M E M A Y M E R I C H
"O t e a t r o
tas
pessoas
nhecimento
avidez
de
riqueza
seres
- TEATRO
crianças
não
simplificam o mundo
interior
infantil,
e f e c h a m os
diante
da
t e r e de s a b e r q u e
possui
sua mente.
em g er me
que
n os
exige
fazê-la
com
tanta
com
é também genial
se s u b m e t e
aos
ça
tópicos
a avassala,
de a v e n t u r a s .
alegria,
nagens
mata
dar magia,
valentes,
suscetível,
arrojado,
inscrito
feliz.
personagens
t a m b é m os
contrastes
â maldade,
a inveja,
textos
conhecidos.
sentido
moral
e
se
torna
cados
ao
teatro
de
um m u n d o
a alegria
em um m o m e n t o
cias,
para
da
criança
êiáâdê
êi âl
moral
limpo,
as m o l a s
dado
de
e do
mais
m as
em
um
idéias
com
mas
ela
leva
tipo
que
Aymerich,
dê fflüttdo I n f a n t i l .
dentro
Uma
nos
aclara
de s ua
crianDar-lhe
não
e o que
persci
seja
os
valores
a moral
de m o r a l
nossos
,
quer
Ensinar-lhe
positivos;
habitual
'quando o
dos
real
c o m o ar e c o m o
e
vocês
jovens
luminosp.
impregna
q u e são dedi
se
agradem
A diversão
oferecem o contraste
nos
sej^
alegria e
que
e equilibrado
os
agradável
esta
um a m o r p o s i t i v o
ê respirável
e alegre
gênios
herois,
identifica.
sobretudo
que
rir.
Dar-lhe
amor,
d i v e r t i d o , mais
todo
ê fflõpâl1 d â d e , a t r a v é s
tente
criança
e
e o tom que
a i nqui etação e a d o r de a l g u m a s
Ela
e
esta
se
A
de
uma b o n d a d e
sequên
-
e dei i ci o s o ". ( 4)
completa
cons truti va^s e p o d e m o s
teatro.
-
crianças
r e n pvar o mundo.
aceptíveis
este
para
mágicas
dissipa
Muj_
desco
dos
m as
de l i b e r d a d e
ass i n al ã - 1 o .Aj u d e - 1 he
criança,
Carmem
rico
dar-lhe
falta
desnecessário
referindo-as
maior,
mas
fazem mais
o sentido
mais
são
de
limpo e são e portanto
a 1u 2. E quando
tudo,
feito
Isto e o que
faz
talentos
e sacudí-la.
enaltecida.
bons,
a avareza,
Não
que
continuamente,
c o m os q u a i s . s e
que
as
por muito
r e c e b e r os
capaz
realidade
justiceira,
lutador,
torna
imaginar e sobretudo
aberta,
personagens
senão
nos
viver,
dar
por puro
í precisamente
que
tolices
lhe o f e r e c e m
i
e receptiva,
e
despertá-la
seu espírito
!
fácil.
frequência.
sabe
que
Necessita
_
alegre
se
de
c o m p l e x i b i 1i d a d e , riqueza
tanto
A criança necessita
vidão
tem n a d a
olhos
e pretenda
CRIANÇAS
para
a q u e m não se p ode e n g a n a r
porque
PARA
c o m um
até
dizer,
o sentido, de
concepção
do
conhecimento
brilhante
liberdade,
,
feli
panorama existen
-
1 13
De
Théâtre
Pi e r r e
Pour E n f a n t s , escolhemos
por elementos
nal,
Claude-
algumas
tornaram o Teatro
congressos
que
lisar e avaliar
a situação
do T e a t r o
um i n t e r e s s e
encontro,
alcançar
de m e l h o r i a s
foram somadas
o nível
Leon
fico
(Teatro
deceu
dos
e
aos
sÕ pa ra
critérios
pedagógicos
respeito
nhecer
do T e a t r o
j
19
para
e por todos
criança,
o teatro
.
discutir,
criando
com idéias
para
anai
com
que
o Teatro
pioneiros
escrevendo
de q u a l i d a d e
infantil.
do
a
i^
cada
Infantil
teatro
ou m o n t a n d o
na
especjf
textos,
artística
Recolhemos
Infanti1 apresentados
. .
internacio
desejados.
C h a n c e r e l , um dos
criança),
para
Le
proferidas
inovador,
países
e crescimento
necessários
para
abaixo.
reuniram
livro,
conferências
e sistematizadas,
respeitado
e seu
Infantil
de
to,
através
que
Chavanon,
e de
suas
UNESCO,
obe
cuida
observações
que
vamos
cct
j;
"Condição
tinado
absoluta
as
de' um
a juventude,
sejam
adultos,
mise-en-scêne
teatro
que
os
atores
rigorosa,
cenários
seja
muito
do
teatro
ainda
os
que
a
a
e os
pesquisa
fj_
estê
rigorosa.
para
A condição
das e c o n t r o l a d a s
arte
des_
desti
de q u a l i d a d e ,
tica não
gr a u .
profissional
o repertório
belos,
gundo
profissional
a condição
gurinos.
39 - U t i l i d a d e
teatro
crianças.
29 - N e c e s s i d a d e
nado
do
pelo
as
que
crianças
elas
sejam
verdade,iro
se
do
anima
técnico
de
dramática.
49 - P r i m a z i a
do j o g o
dramático
sobre
o Teatro."
(5)
A p e s a r de a c e i t a r m o s
p e r p r e f i ss i o n a i s a s s u m a
ê ê §i p ô i s
trata-se
uma
de p e s s o a s
fflâis- p f ê f u f t i d â d ê , p o r é m n ã o
dôf»
çam
(urna V ê2 q u ê i f e i t o
com
vias
de
devemos
o Teatro
de c o m u n i c a ç ã o .
o Teatro
Infantil
responsabilidade
que e s tã o
por opção
respeito e verdade,
çar outras
carga
que
integrando
e serieda
um t r a b a l h o
desconsiderar o trabalho
de
vontade),
Infantil
feito
contanto
poderá
que
também
-
com
ama
o fa
alcan
A sistematização
c o m p 1e m e n t a r n o s s o
aprendizado
0 Teatro
de T r e i n a m e n t o
pulso
aos
de M i g u e l
de
Métodos
Demuynch.
dramãticospara
riencias
sobre
para
aos
do T e a t r o
o Teatro
Métodos
de
para
companhias
'
comediantes
o ritmo,
dos
jovens
tema,
ligada
o jovem
o
im
jogos
e de
Compa
(B . A . T . T . E . ) ; o C e n t r o
(CEME.A)
e
seus
as
expe?
pensamentos
e os
grupos
dos
de
seguintes
pesquisa
pontos:
público
ou
ê ^realizado
amadores,
atrei
conscientes
teatro:
um j o v e m
público,
a m i s e - e n - s c e n e , os
são
adaptados
MENOR
de q u a l i d a d e ,
DO T E A T R O
própria
ao d e s e n v o l v i m e n t o
- Este
GENS
h o j e so b
Associações
manifestaram
teatrais
para
do e s p e t á c u l o
sua e v o l u ç ã o
EDUCAÇA'0.
Centro
ê um
meios
teatro
es
de e x p r e s s ã o ,
a natureza
e a idade
espectadores;
é UM A S P E C T O
assumir
e vive
Ativa,
profissionais
deste
texto,
Teatro
não
a
fí r;
para
adultos,
particulares
a duração
das
1:
- Conhecido
cujo
g r a ç a s ao
se e s p e c i a l i z a e m
comum a partir
- 0 , teatro
pecífico,
nasceu
e a Juventude,
la C l a i r i e r e ,
.
problemas
ajudará
Criança.
i
dos
que
de E d u c a ç ã o
ação
dos
nos
Infantil.
Ativa
o Escritório
d e f i n i a m sua
vês
Educação
í um t e a t r o
Infância
" As
dramática
do T e a t r o
C h a n c e rei,
criança.
de T e a t r o
de T r e i n a m e n t o
Leõn
la C l a i r i ê r e ,
de
Reunidos,
nhias
de
Este
do
DE
do j o v e m
PARA ADULTOS.
para
um c u i d a d o
conhecimento
moralisador,
EVOLUÇÃO,
que
Como
público,
ele,
constante
ele
ele
deve
de p e s q u i s a ,
do h o m e m .
n ã o e um i n s t r u m e n t o
não ê te at ro
EM P O S S I B I L I D A D E
digno
mas
ajuda
de e n s i n o ,
um t e a t r o
ao
mas
de
meio
de
PERSONA
conhecimento
da
v^
da.
0
Teatro
para o jove m
público
tem se
das p e r s p e c t i v a s da a ç ã o c u l t u r a l . " (6)
E s t e d e p o i m e n t o rios c h a m o u a t e n ç ã o - p o r s e n t i r m o s
ÉjiJê Vii ao ê n c o n t r ô da r e a l i d a d e a l a g o a n a do T e a t r o I n f a n t i l ,
pois
t F á t â dó t i â t r o a m a d o r , q u e e o teatro, f e i t o e m M a c e i ó , o qual p o d e
ser
aceitavel
desde que
eles
tenham
consciência
da
realidade.
115
J u 1io Gouveia,
escreveu
sobre
ça,
propõe
onde
a importância
governamental,
1 - 0 teatro
co p a r a
2 - 0
para
Sociedade
4 - 0
criança
Companhias
ças
dos
Governos
não
ele e l e m e n t o
bas^
além
de
contribuir
importantíssimo
Estado
do
para
na
a
form_a
adulto.
do B r a s i l ,
e permanente
Companhia
seja
ou
realizar
deverão
tem elementos
para
especializadas
receber,
subvenção
Federal,
vi r t u d e
das
ca
suas
se m a n t e r e c o n o
recursos.
ou S o c i e d a d e s
imposto,
ajuda
futuro.
e social
principal
próprios
e adolescentes
qualquer
do
e a d o l e s c e n t e s , em
especiais,
com seus
de
e adolescente.
crianças
racterísticas
f o r m a ç ã o da criajn
através
constitui
elemento
em cada
finalidade
do T e a t r o ,
conclusão:
artística
organizar,
para
micamente
moral,
na
do m e s m o ,
teatral
contitui
Brasileiro
Infantil
criança e adolescente,
cuja
para
teatro
5 - As
do p u b l i c o
intelectual,
Teatro
a seguinte
do p ú b l i c o ,
3 - £ necessário
do T e a t r o
criança e adolescente
formação
formação
I Congresso
institucionalização
chegando
para
teatro
ção
uma
no
além
suficientes
Estadual
em Teatro
da i s e n ç ã o
e em
e Municipal,
para
de
criajv
todo
e
c a r á t e r permanente,
bem- c o m o
do S e r v i ç o
NacionaldoTeatro.
6 - Para
receber
favores
pecializadas
permanentes
tro,
7 - 0
m as
teatro
lado,
em Teatro
para
e dirigidas
t a m b é m em
para
e fora
teatral
delas,,
para
com prêmios
para
9 - N as
Bibliotecas
Infantis
de
de h o u v e r e d i f í c i o
Ú@ p i r a e s p e t ã e u l o s
ftlê i n t e r f e r i r e m
10-
Os
á jufzo
espetáculos
vidos
deverá
as m e l h o r e s
teatro
e adolescentes
competentes
permanente.
para
de o u t r o s
respectivo
para
crianças
por entidades
estatais,
deverão
não
sõ e m
es^
ser
teja
Infantil.
ser
igualmente
e adolescentes
estimulá-lo
estimu
Infantis
N as
gêneros,
mediante
deverão
bibliotecas
este
mas
poderá
somente
teatrais
D i r e t o r ou
uma
concur
ser o r g a n i
e Parques
ser
0£
utilizji
quando
estes
da B i b l i o t e c a
ou
responsável.
e adolescentes,
não
contitui
-
teatro,
c o m as a t i v i d a d e s
do
deve
peças.
e Parques
próprio
ou S o c i e d a d e s
etc.
crianças
sos
PârqUÉ»
crianças
Pedagogia e Psicologia
e o Governo
grupos
Companhias
por elementos
especialização,
zados
as
criança e adolescente
nas e s c o l a s
8 - A literatura
do G o v e r n o ,
deve m ser
mesmo
feitos
quando
promo
"a p o r t a s
abertas".
ridos,
11-
Em
ou m e d i a n t e
todos
sáveis
ra os
de
para
te p e l o s
do
!
obtidos
para
espetáculo
crianças
das
adultos,
comportamento
pela
sim
Incluimos
os
limites
os
de
respoji
idade
pa
desaconselhando
a
e educacionais
não
deve
ser
mediante
técnicas
e Psicologia."
Gouveia,
de
e
(7)
de
feita
i n d i r e t a m e n t e , através
dulio
adqui
idades.
artísticas
do p ú b l i c o ,
Pedagogia
e adolescentes,
sobre
ou a d o l e s c e n t e s
mas
ingressos
previamente.
é apropriado,
de o u t r a s
qualidade
mediante
crianças
informar o publico
crianças
indicados
ser sempre
convites
q u a i S ’a q u e l e
A verificação
peça
deverã
os e s p e t á c u l o s
deverão
entrada
12-
A entrada
u ma
dire tameri
observação
procedimentos
■
por sua
proposta,
ainda
q u e a n t i g a de i n s t i t u c i o n a l i z a r Q T e a t r ç .Infa ntil . a s s i m o T e a t r o de
j ' i
i
MjaceiÕ, p o d e r á r e f l e t i r e p e n s a r nos m e i o s i d e o b t e r r e c u r s o s
para
que
todos
nham
os
grupos
condições
que
de a p r e s e n t a r
Não
de
seu
Gouvei a , porqu e
pensamento
falemos
autores
elaborado
VIOLA
volve
são
um t r a b a l h o
para
se p r o p o n h a m
um t e a t r o
maduro
de o u t r o s
temas
anteriormente
e p o r nõs
SPOLIN,
com criança
o teatro,
ein m o n t a r
partindo
peças
infantis
te
e verdadeiro.
nas
aqui
observações
inseridos
de Julio
já
tiveram
comentado.
arte-educadora
através
do j o g o ,
de
n o r t e - a m e ri c a n a , desen^
um método-, s e u
jogo
dramático
de
improvi
para
chegar
a
dramatização.
A oportunidade
texto
das
0 seu
texto
matização
propostas,
ê uma
como
ra i n d u z í - l a
foi
tratar
contribuição
um i n í c i o
no
por
que
aprendizado
criança,
requer
para
que
a presença
se
Não
rii0§ êâffli rihâildõ n e s t a
di t ô , o u S i j i ,
tenha
da
uma
informação
do
na e s c o l a
verificarmos
adulto
um b o m
temática
o teatro
teatro
feito
do
sintética
da
trabalho
criança
da
cojn
no p a l c o .
por meio
artístico
no
de
dra
criança,pa
v i d a e da a r t e .
questionemos
A inclusão
Riênte
do
este
do p r o b l e m a
do d e s e n v o l v i m e n t o
E importante
mento
de e n c a i x a r m o s
para
as s u a s
da
na e s c o l a ,
pois
Infantil
não
esta
propriamente
teatro.
trabalho
de
-
de p a r t i c i p a ç ã o .
e s i m no T e a t r o
no
de p e n s a
o r i e n t a r 'o t r a b a l h o
rendimento
o teatro
etapas
como
de
se
Viola
deve
Spolin,
e simples-
trabalhar
com a crian
í 17
ça
no p a l c o ,
algumas
um vez q u e
o Teatro
s e g u i n te
capítulo:
verdadeira
ao
teatro
se
com a c o m u n i c a ç ã o
relacionamento,
cenas
lhe
for
teatral:
criará
válidas
dentro
de
para
a liberdade
e aceitará
sua
em
chega
e aprendera
como
desempenhos
das
a
(como
Ela me r e ce
o a t o r - a d u 1 t o ),
para
adultos.
;
frequentemente
não
a arte
o
p_a
a i m p r o v i s a r e deseni
crianças
receber
e
desenvolvera
precoce,
apresente
pessoal
ela
f a z e m os
desinteressante,
honesta
responsabilidade
e m se e n v o l v e n d o ,
d e ê n s i no q u e
linguagem.
responsabilidade
contribuição
compreender e aprender
um m é t o d o
dessa
uma
permitida
teatralmente,
e x i b i c i o n i s t a , de m u i t o s
inabilidade
dar
a realidade
- 0 nível
a falta
A Cri a n ç a e o T e a t r o , e l a
pode
e x p e r i e n c i a r . El a c o m p r e e n d e r á
sua
utilizou-a
conclusão:
- "A c r i a n ç a
volver
alagoano
montagens.
No s e u
ra
Infantil
:.derivam
teatral.
material
liberdade,
no a m b i e n t e
de
Revela
criativo
respeito
e
oficina
de
da
trabalho.
- A oficina
e igualdade.
está
mo,
Quando
presente
ele
se
relacionar
ou d o i s
soes,
uma
torna
c o m os
um
real
indivíduo
para
dar
que
o cercam.
- No
trabalho
para
da e s t ó r i a ,
pode
conceber
de q u a l q u e r
contribuição
liberto
assistentes
o texto
teatral
a um p r o j e t o ,
rédeas
ao s e u
com cri an ça s,
ajudar
idade
as e q u i p e s
a erguerem
l i b e r d a d e pessoal
reconhece
sem
autoritaris
humanismo
e
ê aconselhável
a organizar
palcos,
leve
imiscuir-se
a bom
de e n s i n o
termo
para
no
trabalho
dizendo
suas
decisões.
- Os
jogos
terão
ãs
lugar
t e r um
as
vestes
o que
de p r o e m i n ê n c i a
a se
improvj_
escolherem
crianças
-
suas
e i m p e d i r e m a n ã o - p a r t i c i p a ç ã o : Esses, a s s i s t e n t e s , c o n t u d o ,
verão
que
n ão
o
de
grupo
no p r o c e s s o
crianças.
- £ também
aconselhável
proporcionar
atividades
dj_
aos a t o r e s i n f a n t i s : R i t m o s , d a n ç a s f o l c l ó r i c a s , etc.
?§dê§- §ã§ i §§õ n c i a i s âO d e s e n v o l v i m e n t o p e s s o a l e d e v e m
preencher
üifl i u p r d e f i n i d o no p r o g r a m a de t r a b a l h o .
Vêf§i fí C i d a â
Ao
gundo
momento
fundido
separar o jogo
o jogo
de
a realidade
realidade
do
teatral
teatro, ' o
e
jovem
n u m se
ator.
118
aprende
no do
'j
a diferença
s eu p r ó p r i o
' '
sam
entre
tem sua
própria
sentam.
No p a l c o
os
realidade:
energia,
podemos
tempo,
meiro,
a platéia.
libertar
forma
c o m os
que
do a t o r ,
Assim,
demais
u ma
capaz
naturalidade
( o que
vale
e ter sentido
para
o Teatro
que
em
isso
Infantil
ter
um
ritmo
e
r eistaurar ou
coji
1
A
natjj
entrelaçados:
pri
-
da cri a n ç a : d e p o i s,
as
necessidades
o ator mais
adicionando
1i
.
Deve
do
e
i n t e r e s s a n t e ,do paj^
individual
para
fadas
n ã o !b a s t a .
a f i m de p r e e n c h e r
também
e a repre
vi ver em
i
problemas
e beleza
vida.Ele
de d e s e n v o l v e r
comunicação
dois
da
I
!
realidade.
ter ê x i t o
sabemos
temos
a vitalidade
de a r t e
complementação
algumas
v e l h o " ) . (8).
colocações
alcançar emancipação
como
nos
pa^
alagoanos .
- Que.o
geneidade
ç a do
e definição
trabalho
ABERTA
de e s p e t á c u l o ,
informações
como
a ser mostrada
infantil
de e l e n c o ,
comece
onde
tratando
a criança
ê l ê S R ê ê m í H as
e.orn r e s p o s t a s
de m o n t a g e n s
também
participe
elemento
vivo e ca ntada
roiiiper d e f i n i t i v a m e n t e
para
uma
horru)
a criaji
amadoras.
numa
ativamente
forma
receben
sua ed uca çã o.
“ Que o e n v o l v i m e n t o
ã fiffl
parta
definitivamente
a rever e pensar
a musica,
ao
formal
excluindo
mesmo
um meio. p a r a
- Que
passe
teatro
com o adulto,
- Que
do
j
!!
criar
ser
possamos
Concluiremos,
cos
deve
a plateia,
não s i g n i f i c a
reestruturar essa
da
ã l u a ou
!
somente
ref
preci
capitães-do-mar,
alçar-nos
no p a l c o
idosos,
com ela
etc.
a naturalidade
co p a r a
compactuam
!:
com
- Ainda
ralidade
ou
um a e x t e n s ã o
feiticeiros,
podemos
reiacionar-se
li
servar
e não
o s 1atores
ser
!
- 0 ator
comunicar-se
personagem,
do
.
e a realidade,no
a l u n o s - a t o r e s , jovens
o pa lco é o palco,
elefantes. Representando,
:
li
d; os c a s t e l o s .
. 1 II
'
(ilusão)
mundo.
- Todos
a p r e n d e r que
fingimento
fundamental
pelos
claras
no
texto
seu
teatro,
atores.
do p u b l i c o
com o . s i s t e m a
no
surta
do a n z o l
ou
naturalmente
- Perguntas
na m o n t a g e m .
119
- Que
o cenário
Essencialmente
realista
cos
para
e poéticos
formar
um
ç as
escolares
para
elas
j
que
e viaje
todas
as
também
d e s e n v o l v e r seu
utilize
temas
se e l a b o r e
pelo
um p o u c o
a utilizar
crianças
possam
estrutura
meios
simbõli
da
utilizando
conhecer
-
criativo.
região
de c a r á t e r
um c a l e n d á r i o
interior
a su a
pensamento
folclóricos
texto e s p e c í f i c o e i n f o r m a t i v o ,
- Que
rias
e comece
a criança
- Que
modifique
para
se
nacional.
nos.períodos
palanques
urnai a r t e
de
nas
que
fé
pra^
é para
di ri gi d a s .
!■
E finalmente
mais| p o é t i c a ,
no de
ser
'ciedade
que
um m e i o
livre
o texto
para
que
contenha
a criança
e pensante.
o teatro
mais
consiga
informação
desenvolver
uma
linguagem
e torne-se
sua e d u c a ç ã o
numa
di^
so^
Pi\erre L e e n h a r d t
Lisboa,
Editorial
çao)
Idem,
’i'
:.i: :i
?
obra
Estampa,
!
Idem obra
19 7 4 . ; ( C o l e ç a o
de E d u c a -
;|
I b e r o a m e r i c a n o de
1973,
p.
teatro
5.
para
i
!
La
Infancia
V la Juveji
!
ci t a d a , p . 11.
Chavanon;
D'Homme,
obra
II B o l e t i m
19 74,
citada,
p.
Le T h é â t r e
p.
Spolin,
de
1973,
Improvisação
Estudos
nÇ62.
p o u r .tntan-cs - ^ a r i s :
31.
1
La
Cité
!
29.
Iberoameri cano
tud - o u t u b r o
ti va.
Técnicas
p'.
i>
i .
Ç Ta u d e - P i erre
1 ' Age
D r a m ã t i c a . 1 a .E d i ç a o
,
citada,
ii'
tud - o u t u b r o
Viola
e a Expressão
;
II B o l e t i m
Idem,
- A Criança
de T e a t r o
p.
La
Infancia
Y la J u v e n
42.
para
1980.
para
Teatro
- São
Paulo.
Ed.
Perspec-
0 Teatro
to
cultural
màis
do m u n d o
manifestações
,
Infantil
infantil,
portanto merece
de
u ma
para
o desenvolvi-
res péi to,como as
de
artísticas.
Relevar o teatro
o futuro
vem c o n t r i b u i n d o
sociedade
para
livre,
criança,
ê estarmos
questionante
preparando
e indiferenciada.
1
0 Teatro
gãos
públicos
através
I. : ,
Cji on a l .
e divulgação
da t r o c a
i
j
de
!
crescente,
o teatro
mentos
seja
é uma
Apesar
incluido
da
a seu povo e mais
quência
muito
mais
cedo,
seus
foi
teatrais
de
que
se e n c o n t r a
propiciando
sempre
de
maceioense,
conseguir
artística
na
em desenvolvi
esperamos
melhores
-
que
conheci
a criança.
constatamos
mostra
õr
dos
■
i nf r a - e s trutura,,
processo
apoio
para
de q u a l i d a d e
r
trabalhos,
Lamentavelmente
pos
um n í y e l
|
falta
lado,
merece
realizado,
especificamente
organizada,
pois seu Te a tr o
1 '
i
trabalho
capital
neste
Por outro
nasceu
do
no B r a s i l
conhecimento
I
•
]
MaceiÕ,
mento
Infantil
apesar
que
o seu T e a t r o
de n ã o
um q u a n t i t a t i v o
Infantil,
acompanhar
bastante
uma
se
revelador,
amadores.
verificamos
o de n ã o
um c e r t o
preservar
a sua
descuido
criação,
dos
gru^
isto é
,
ter, u m a i m e n s a f a l t a de m e m ó r i a q u a n t o aos i n t e g r a n t e s dos e s p e t a c u
!
!
i
!
_
:
los m o n t a d o s . ,! A c a r ê n c i a de 1i nf o r m a ç o e s p r e c i s a s p a r a i d i v u l g a r m o s
a| h i s t õ r i p
é porjdemais
d:os t r a b a l h o s
mais
montados,
completa.
incompleta,
consequentemente,
dos
textos
vezes
não ex i s t e
dificulta
u ma
arquivo
pesquisa
!
,i
A estrutura
influência
muitas
dramática
clássicos
das
peças
analisadas
com i n s p irações
nos
tem
contos
de
grande
f a da s,
A i§colhal vol ta d à p a r a a t e m á t i c a s o c i a l , a v i d a c o t i d i a n a ,
temas
f|§1 e l S M côs q u a s e q u e nã o s ã o e s c o l h i d o s n as p e ç a s m o n t a d a s .
Pela
iiijáiOfià da§ p ê ç a s e n c e n a d a s , t e m o s u m a p r e d o m i n â n c i a de t e x t o s
f or
frtais . ■
|
’
122
Sentimos
los
textos
que
i
foi
de M a r i a
montado
Clara
por quase
A falta
na s o b r e
n os
ças
sem
encenações,
tagens
fugiam
vidade
a cargo
os
dos
salientando
todos
grupos
os
depoimentos
quanto
de d e t e r m i n a r
da
isso,
espetáculos
formal
o final
senvolvendo
sempre
através
alagoanos
que
o Teatro
quando
as
do e s p e t á c u l o ,
foram
Infantil
diversos
como
crian
se as moji
deixando
a criati
verdadeiro,
grandiosos
Estado
foi
grupos
e bem
nacional
teve
cui
da
u m cres^
em d i r e t o
e' a d i f i c u l d a d e
desaparecendo
e o Teatro
em t r a
foi
de
terra.
r e s s a l t a r que
foram pequenas.
de M a c e i ó ,
a t o r e s ' ;r e v e 1 a r a m - s e
de n o v o s
de e l e m e n t o s
do p a n o r a m a
onde
■
Ê importante
conhecidos
aberto
recolhemos
de o u t r o
alagoa
a criatividade 'dos
enfim o que
o surgimento
z e r um d i r e t o r
imprensa
subjetivos,
do d i r e t o r ,
qualitativo
Fantasminha,
ouvidos1 bastante
do a u t o r ,
Notamos
Com
da
observações
maceioenses
pe
capital.
d as
espetáculos
maceioense
Pluf.t,o
crítico
;
imento
grupos
Machado,
se e u m e s p e t á c u l o
um p o u c o
!
pelos
simpatia
posicionamento
os
dados.
res.
certa
argumentação
t e m p a r t i ci p a ç ã o
ê que
de
as m o n t a g e n s ,
colocou
em suas
u ma
a criação
A freqüência
Ó que
vai
dos
de t e x t o s
textos
contribuir
de
para
feita
autores
as
suas
montagens.
U ma
grande
tendência
til
e a f a c i l i d a d e q u e os g r u p o s
que
apresentaram espetáculos
que m o n t a m
não
u m ou d o i s
sabemos
observamos
no T e a t r o
t ê m de d e s a p a r e c e r .
gratuitos,
espetáculos,
como
os
Tanto
grupos
logo em s eg u i d a
são
Infan
aqueles
prematuros
desfeitos
e
o motivo.
A utilização
da m o n t a g e m ,
tumultuando
cartaz
do e s p e r a d o ,
antes
de m u i t o s
muitas
nos
ressadas
em fazer o teatro
formação
teórica
Ufflã b e i
que
atores
vezes
leva
infantil
no p a l c o
os e s p e t á c u l o s ,
a perceber que
ainda
para mel h o r org a n i z a r
estão
as
para
determina,
e saindo
pessoas
despreparadas
seu e l enco
e conseguir
de
inte
de
iji
criar
ineanação.
Aõs a r t i s t a s q u e f a z e m o T e a t r o I n f a n t i l de M a c e i ó , da
PêiflQi 66fii0 s u g e s t ã o , um a m a i o r i n t e g r a ç ã o c o m t o d o s os g r u p o s a m a d o
res,
pois,
nhecer
partindo
melhor
para
uma
associação,
eles
poderão
a n a l i s a r e co
os i m p e c i l h o s , q u e m u i t a s v e z e s , i m p e d e m u m a
equipe
123
de s o b r e v i v e r ,
um a m p l o
etc.,
desenvolvimento
Apesar
quer
pela
terial
falta
humano,
que
fizeram
til
no B r a s i l .
iniciou
da
de
cultura
conhecimento
teatro,
uma
que
o Teatro
ou q u e r
importante
a i n d a , que
conseguira
maceioenses.
teorico,
arte
teatro
pela
para
que
passou,
falta
a coragem
em M ac ei Õ,
c o m o R i o de J a n e i r o ,
Infantil
de m a
daqueles
o Teatro
o Teatro
na é p o c a ,
era
Infan
Infantil,
o berço
nacional.
integrantes
gualdade
e a os
esse
considerar e respeitar
Desejamos
feiçoar
certeza,
ã criança
Ressaltamos
igualmente
com
das 'dificuldades
devemos
desse
I
os
e assim,
dos
grupos
e nacionalisar
entre
as
que
algumas
rnaceioenses
o Teatro
demais
d as
artes.
nossas,
informações,
a um m e l h o r
Infantil,
caminho
alcançando
1
então
para
um a
levem
ape£
i- ;
A
N
E
X
O
S
/
HISTORIA
0 Grupo
O REI
DO T E A T R O
"Os
INFANTIL
Dionísios",
MENTIROSO
DE M A C E 10: S l N T E S E
m o n t a r a m as
Edna
Mi ni s tro
Wo 1n e y
P r í n c i pe
Lauro
Rei
Ruy
Gargalhada
peças:
- GRAÇA MELLO
Princesa
Sábio
seguintes
Lei te
Lei te
Farias
Less a
Paulo
Lei te
Bruxa
Terezinha
Fi g u r a n tes
Tereza
Lessa
Leite
Elizabete
Marlene
Alvani
Lemos
Leite
Lei te
Cenãri o
Mário
Nunes
Figurino
Hèrcy
Lapa
M a q ui 1 a g e m
Al f r e d o
de O l i v e i r a
Con t r a - R e g r a
Brãulio
Leite
Júnior
Luz
Juvenal
Santa
Cruz
M aq ui na ri a
Jose
Di r e ç ã o
ALFREDO
0 REI
GRAÇA MELLO
MENTIROSO
de O l i v e i r a
Cabral
DE O L I V E I R A
P ri n ces a
Alcione
Ministro
Wolney
P rín c i pe
Everaldo
Re i
Alfredo
de 01 i vei ra
Geraldo
Lopes
Sábio
G a rgalhada
B ruxa
Edna
Fi g u r a n tes
Janice
Lei te
M o r e i ra
Lei te
de A r i a
Marluce
Neusa
Cavalcante
Leão
Cavalcante
Arêa
Leão
Marlerie Lei te
1 26
Equipe
C e n ã r i os
da TV J o r n a l
do
Co
mérei o-Pe .
Figurino
Grazi e 1 a L e i te
Ma q ui 1 a g e m
A l f redo
Contra-Regra
João
Luz
Paulo
Maquinaria
Jose
de 0 1 i v e i ra
Martins
e Coelho
Neto
Veras
Cabral
e José
Leite
\
ALFREDO
Di r e ç ã o
A REVOLTA
Menina
DOS
BRINQUEDOS
Ma
Fantoche
Boneco
de
Soldado
Louça
de
Chumbo
- PERNAMBUCO
Boneco
de
Corda
Boneca
Chi n e s a
DE O L I V E I R A
PEDRO
VEIGA
Maria
Tereza
Lima
José
de S o u z a
Mary
Grace
Oiticica
B e n e d i to P o n t e s
Paulo
Urs i n h o
DE O L I V E I R A
R uy
Lima
Less a
Di a n a
Mari a O i t i c i c a
Ti gre
José
Palhaço
André
Pontes
Marly
Porongaba
Bruxa, de
Fada
Pano
do B e m
Carlos
Samuramat
Fo 1 i a
Yêda
Cenário
Walter
Figurino
Al da H o r a ,
Maquilagem
Brãulio
Contra-Regra
Arthur
Luz
Juvenal
Maquinaria
José
Di r e ç ã o
Oi ti ci da
Leite
de 0 1 i v e i r a
Leite
Leite
Júnior
Leite
Santa
Cabral
- WALTER
Graziela
Cruz
e José
DE O L I V E I R A
Leite
127
0 PRÍNCIPE
MEDROSO
- GRAÇA MELLO
MIRGEL
SILVEIRA
Vovô
- Edimilson
Pontes
Ne ti n ho
- Andre
Rei
- B rãul i o Le i te Jr.
19 M i n i s t r o
- Cavalcante
29 M i n i s t r o
- Cid O sc ar
39 M i n i s t r o
- Paulo
Princesa
- Edna
P r í n c i pe
- Ruy
Fada
- Thãlia
Cenário
- Alfredo
M a q u i nãri a
- Jose
Figurino
- Graziela
Lui z
Barros
Leite
Leite
Lessa
Menezes
de O l i v e i r a
Cabral
Violeta
e José
Leite
- A r t h u r Lei te
Di r e ç ã o
- ALFREDO
DO REI
- LOCIO
DE O L I V E I R A
FlOZA
Re i
- Edimilson
Mi ni s tro
- Cavalcante
Guarda-Mor
- E ri be rto
M ã g i co
- Pauló Leite
Filho
do M á g i c o
- Edna
Pontes
Barros
Leite
S o l d a d i n ho
- Milton
M o n g a ( fe i t i cei ra)
- Naná
Pr'i h c e s a
- Tereza
Lima
Págeiis
- Angela
Maria
Leite
Magalhães
Silvia
H g U f i (io
e
Leite
Con t r a - R e gra
0 SOLDADINHO
Leite
- Alzira
Mari a Pon tes
Leite,
te e V i o l e t a
SÒ H tfá- Rècj ra
MãÉjUi1 a g e m
- Alfredo
Mâü Mi nl M-a
- José
Di r e ç ã o
- ALFREDO
- Arthur
Pontes
Graziella
Leite
Lei te
de O l i v e i r a
Cabral
e Jose
DE O L I V E I R A
Leite
Lej
1 28
0 CASACO
ENCANTADO
- LOCIA
BENEDETTI
Re i
- Brâulio
Pri n c e s a
- Edna
Alfaiate
- 19
- Ruy
Al f a i ate
- 29
- José
Lei te
Leite
Lessa
Sampaio
de M e l o
Di r e ç ã o
- ALFREDO
0 PERERECA
- WALTER
DE O L I V E I R A
Musica
- Nélson
Ferreira,
Cayme,
Lobo
DE O L I V E I R A
João
D-orival
de B a r r o ,
e Vinício
Perereca
- R uy
Tu tu ca
- Alcione
Professor
- Mozart
Fada
- Edna
Lei te
Bruxa
- Nana
Magalhães
Al u n o s
- (varias
Edú
de M o r a i s
Lessa
Cavalcante
~
Cintra
crianças,não
temos
o nome)
Ci n de re 1 a
P r T n c i pe
Sinal
- Carlos
Jorge
Lei te
V e r m e 1 ho
Verde
A m a rei o
Al adi m
Genio
da L â m p a d a
Branca
de N e v e
Chapeuzinho
Lobo
- Hélio
Jambo
e Anões
Vermelho
Mau
Caçadores
Cowboys
Algas
Pescadores
Iem anj a
Serei a
Di r e ç ã o
- WALTER
DE O L I V E I R A
\
1 29
0 BOI
E 0 BURRO
Ä CAMINHO
DE
BELÍM
MARIA
-
CLARA
Boi
- Paulo
B u rro
- Ruy
Pas t o r e s
- Jani ce
MACHADO
Lei te
Lessa
Vânia
de A r ê a
Maria
Leão
Laranjeiras
Leão
El ia L o p e s
Maria
Ribeiro
Tereza
Pontes
de Meji
donça
Searlett
LTgia
Mercia
Maria
Nunes
Leite
Cavalcante
Al
fauq ue rq ue
Rei
Negro
- Roberval
Rei
Branco
- Braulio
Rei
Amarelo
- Hélio
José
Bezerra
Lei te J ú n i o r
Jambo
Pastor
- Marcos
Anjinhos
- Kãtia
Cintra
Maria
de M e l o
C a c i 1 da Mari a de Mel o
Raquel
Arêa
Leão
Sylvia
Maria
Pontes
de Me_n
Maria
Pontes
de Men^
donça
Angela
donça
Elizabete
JoséyMari a
, Mulheres
e Homens
- José
de Belém-
Sampaio
Lúcia
Nana
Magalhães
José
Mozart
Henry
Melo
Maciel
Leite
Carroscosa
Cintra
Lei te P i n h o
Carlos
- André
de
de M e l o
Yêda
Maria
Pãgens
Teixeira
Jorge
Luiz
Lei te
Pontes
de. Mendon_
ça
Marcelo
Fibio
Pontes
donça
Di r e ç a o
- ALFREDO
DE O L I V E I R A
de Men^
1 30
Ligeiras
nho
de
alterações
Belém
no e l e n c o
- de M a r i a
Clara
da
remontagem
do
Boi
- Ide n i se
Anj i n h o s
- Eleonora
Muiheres
- Sheila
Maria
M a r ia
Belém
Ca v a i c a n t e
Duse
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Leite
Lopes
do S o c o r r o
- Edna
de
a Camj_
Machado.
Pas t o r a
Homens
e o Burro
Pontes
Pontes
Leite
- B r á u l i o Lei te N e t o
Guarda-Roupa
- Alzira
Leite
Tavares
G r a z i e l 1 a Lei te
A d e r e c i s ta
- Violeta
Cenário
- Eurico
M a q ui nãri a
- José
Caracteri zação
- Al f r e d o
E l e t r e c i s ta
- Paulo
Sonoplastia
- Arth u r Leite
C on t r a - R e g ra
- Naná
Col a b o r a d o r
- Mozart
Assistente
de
Direção
Di r e ç ã o
Peças
montadas
A REVOLTA
D OS
pelo
Má
Cintra
Leite
- ALFREDO
DE O L I V E I R A
de
Teatro
Sol d a d o
- Eugênio
U rs i n ho
- Anna
Pano
OLIVEIRA
Duse
Lei te
Maia
Lei te
Mendes
Karina
- Gustavo
- Edna
DE
de Oliveira"
VEIGA
- Jacy
de
Júnior
Alfredo
- PERNAMBUCO
Boneco
Corda
Leite
de 01 i ve i ra
- Eleonora
de
e José
Magalhães
- Ricardo
Bruxa
e Walfrides
Veras
Fan t o c h e
Boneco
Maciel
Cabral
PEDRO
Menina
de O l i v e i r a
- Brãulio
"Grupo
BRINQUEDOS
Leite
Leite
(5 a n o s )
Guilherme
Leite
Fada
- Fã ti ma Me de i ros
Cenário
- Walter
Figurino
- Al da H o r a
Maquinaria
- José
Di r e ç ã o
- WALTER
de 0 1 i vei ra
e Graziela
Cabral
e José
DE O L I V E I R A
Leite
Leite
131
0 BOI
E 0 BURRO
Ä CAMINHO
DE B E L É M
MARIA
-
CLARA
MACHADO
Boi
Carlos
Burro
Gus t a vo G u i 1 h e r m e
Pastor
Marco
Maria
Edi te Bri t z h y
José
Andre
Reis
L a g o e i ro
Cintra
Tavares
Hé li o J a m b o
Magos
Anna
Anj i n h o s
Karina
Maria
Augusta
Daniela
Raquel
Assistente
de
Direção
Di r e ç ã o
A VIAGEM
Sarmento
C.
Breda
Lobo
M o n t e i ro
- Eleonora
Duse
Lei te
- W A L T E R . DE O L I V E I R A
DO B A R Q U I N H O
- SILVIA
L a v a d e i ra
- Maria
C a v a l e i ro Azu l
- Eide
Cavaleiro
Menino
ORTHOFF
Isaltina
Severo
Verde
- Jos i 1 da S a n t o s
Sol
Fada
Pi ri 1 a m p o
B a r q u i n ho
Sapo
Di r e ç ã o
- WALTER
DE O L I V E I R A
0 PERERECA
- WALTER
DE O L I V E I R A
Perereca
- Ruy L e s s a
Tu t u r a
- Jo
Professor
- Alberto
Fada
- Edna
Leite
Bruxa
- Nanã
Magalhães
Santos
Seixas
1 32
- Niedja
Al unos
Correia,
Moura,
cia
Suely
B.Peixo
Soares,
Barbara
Santos,
Mareia,
M ari Ida
Leonardo
- Edi te Bri t z k y
Príncipe
- Gus t a vo
Si nal
V e r m e 1ho
- Fátima
Sinal
Amarei o
- Anna
Sinal
Verde
- Ana
Gênio
G u i 1herme
Karina
Lei te
Cristina
- Maria
de N e v e
Nascimento
Silva
Bernadete
- Adriana
Anões
Ana
Paula
Aldilene
Is is
Carvalho
Mila
Caçadores
dos
Karina
- João
Martins
Ana
Cowboys
Cristina
Cavalcante
Vi tali no
Edi 1 s o n
Eraldo
- Ana
Leite
Vasconcelos
- Cícero
Algas
Santos
0 1 i vei ra
- Anna
- Fátima
Santos
Peixoto
Rosângela
Mau
Santos
Pedrosa
dos
Eri vai do
Vermelho
dos
Carvalho
Carl a Lui za
Lobo
Lyra,
- Heii o J a m b o
da L â m p a d a
Chapeuzinho
Maura
Vasconcelos
- Di s n e y
Branca
Patri_
Carla
Ci nde rei a
Aladi m
L.
Correia,
Lacerda,
to , A l d i a n o
Vera
Santos
da S i l v a
Cristina
M õ n i c a 'Costa
Ruth
Al ves
Ri 1 da de
Kãti a S a n tos
Mi ri an e Gi 1 de te
Pes c á d o r e s
- Edileuza
Rocha
Verônica
Costa
Ie m a n j a
- Rita
Se re i a
- Eleonora
Duse
- Regência
da P r o f e s s o r a
Coral
da
ETFAL
Maria
Orquestra
Alagoas
F.ilarmônica
- Regência
de
Cássia
Augusta
R.
Lemos
Monteiro
de
- Maestro
- Antonio
Guimarães
133
Figurino
Edna
Lei te
Adereços
Violeta
Cenografia
José
Leite
de M e l o
de O l i v e i r a
e Amaro
Vicer^
te
Contra-Regra
Arthur
M a q ui nãri a
José
Coreografi a
Jouse
Di r e ç ã o
WALTER
AUTO
DE
NATAL
DE H E N R I
-Adaptação
Leite
e João
Cabral
de:
Alves
DE O L I V E I R A
WALTER
DE O L I V E I R A
GUSTAVO
GEON
GUILHERME
Me 1 ch i or
Walter
Me r c e d e s , Ma ri a
Marci a Menezes
Josafat,
Gustavo
Guilherme
S a r a , Mui h e r
Joseane
Araujo
B r u n o ,A n j o , P a s t o r z i n h o
Si d n e y
Matrona
Ana
José
Ronaldo
Cigana
Reis
Anjos
Homem
(bailarina)
Magos
de O l i v e i r a
Silva
de A n d r a d e
Rai 1 da L e o n a r d o
Carlos
Bezerra
Cícero
Caiano
Carlos
Jorge
- Erika
LavTnia
Renilda
Leonardo
A p a r e c i da
Povo
Martins
Ricardo
Ferrari
Maia
Ma ri Ida L e o n a r d o
Ana
C.
Cavalcante
Ana
Márcia
Cavalcante
Maura
Lyra
Suely
Corrêa
R o s i 1 ene
J a i de te
Ca 1 h e i ros
Pe re i ra
V e rôni ca L i m a
Anna
Karina
1 34
Orquestra
Alagoas
Coral
Filarmônica
de
- Regência
Maestro
Nicolas
Maestro
Benedito
Valle
E x p r e s s i o n i s ta de
Ma c e i 5
Ballet
- Re g ê n c i a
Eliana
Cavalcanti
- "IN
TERRA
José
Mus i ca
Coreografia
e Figurino
Joaquim
Eliana
Luz
Rubens
Maquinaria
R o n a 1 do
Di r e ç ã o
de
Direção
Gera1
SALTIMBANCOS
Música
Adaptação
de M e s q u i t a
Cavalcante
W e l 1 ington
Assistente
Fonseca
PAX"
Som
OS
Gose
Lui z
e Assis
Gustavo
G u i 1 h e rme
WALTER
DE O L I V E I R A
SERGIO
BARDOTTI
- LUIZ
ENRIQUE
- CHICO
BUARQUE
Jumento
Gus t a vo G u i 1 h e r m e
Galinha
Eleonora
Gata
Anna
Cachorro
Ricardo
Ma ia
Barões
Roberto
Mai a
Duse
Kari na
Mãrcia
Menezes
Delberto
Maria
João
Crianças
Santana
das
Graças
Batista
Fátima
Monteiro
de S o u z a
Tei xei ra
Rai 1 da L e o n a r d o
■Mari 1 da L e o n a r d o
R e n i 1 da L e o n a r d o
Ana
Cristina
Ana
Mãrcia
Maura
Ä
Cavalcante
Cavalcante
Lyra
Veronica
Martha
Lima
/
Barbosa
Adriana
Moreira
Erika
LavTnia
Maria
Aparecida
Joi d e te
Ros i 1 e n e
Ferrari.
Pe re i ra
Cal hei ros
135
Fi guri n os
- Hercy
Lapa
de O l i v e i r a
Contra-Regra
- Nana,
Marinete,
Arthur,
E d n a e Ru y
Efeitos
Sonoros
Especiais-
Difusora
de A l a g o a s
Técnica
de FUNT.ED
M on ta ge m
- Equipe
Som
- We 1 1 i n g t o n
Luz
- Rubens
Maquinaria
- Jose
Execução
dos
Figurinos
Di r e ç a o
A ASSOCIAÇÃO
Rádio
TEATRAL
D AS
0 JACARE
ALAGOAS,
AZUL
ATA,
e Severo
Cabral
e Ronaldo
- Alderita,
Terezinha,
- ADHELMAR
DE O L I V E I R A
montaram
as
- MEDEIROS
seguintes
peças:
CAVALCANTE
Macaco
- E c l i v a m Mareei
Papagaio
- Rogério
Dantas
Jacaré
- Ronaldo
de A n d r a d e
Leão
- Cleyton
Azevedo
L.e b r ã o
- Carlos
Coruja
- So n i a Me 1 o
Onça
- M a r i 1 da
S i 1 kana
- Tereza
N a rrado r
- Petrúcio
Cenário
- Maria
Fi guri nos
- Nita
Augusto
Goul a r t
Novais
José
Lima
Campos
Maria
Carmem
Selva
Lima
Anete
Plech
Luz.
- José
Sx> n o p 1 a s t i a
- Otávio
Maquinaria
- José
Cabral
Pi n t u r a
- Jose
Rodrigues
Di r e ç ã o
- MARIA JOSE
M a r i a da Si 1 va
Gomes
CAMPOS
LIMA SELVA
AS'AVENTURAS
DE U M D I A B O
MALANDRO
MARIA
HELENA
Capi t o i i no
- Homero
Comandante
- Mauro
Diabo
- Everardo
Moça
Cavalcante
Roberto
- Roseana
Su ve ni an a
Helena
Rego
Homero
Rêgo
Natãlia
e Regina
Mus i ca
- Hugo
Lu z
- Heleno
Sonoplasti a
- Roberto
Di r e ç ã o
- EVERARDO
0 SAPATEIRO
DO
REI
Sena
Cavalcante
- Helena
Figürinos
Sena
Farias
- Everardo
Cenãri o
KÜNHER
Martins
LAURO
Nobre
SENA
GOMES
S a p a t e i ro
H o m e ro
Ca vai can te
P r í n c i pe
Ron a\ 1 do
Palhaço
Ja d e r S o b r i n h o
Polichinelo
Daniel
Sol d a d o
Dario
Co 1o m b i n a
Fatima
Trapi nho
Claudia
Vaidosa
Eli a ne
M e n s a g e i ro
José
Cenãri o
0 Grupo
Figurino
Marcos
de A n d r a d e
(Pajé)
Bernardes
Bernardes
Neto
Maria
de 01 i vei ra
Correia
Flores
N a t á l i a e Regi na
Mus i ca
Edson
Sonoplasti a
Nelson
Lu z
Roberto
M a q ui n a ri a
José
Contra-Regra
MáVcia
Maquilagem
0 Grupo
Di p ê ç a o
JOSí MARCIO
F re de ri co
Braga
Nobre
Cabral
e o Grupo
Normande
PASSOS
137
- HOMERO
CAVALCANTE
Mácunaíma
- Homero
Cavalcante
Lua
- Madalena
QUANDO
SE
DEU Q E C L I P S E
J a cy
Aquino
A r co Ir is
- José
Sol
- Dal mo L a z a r i n i
Coaracy
Correi a
Cenário
- 0 Grupo
Figurino
- AntÕnio
Luz
- Rubens
S o n o p l a s ti a
- Everaldo
Desenho
do
Programa
PlUFT,
- Roberto
- JOSE
Di r e ç ã o
0 FANTASMINHA
Lopes
Normande
MÄRCI0
- MARIA
Ruy
de M a i a
Less a
Fernando
PI uft
- A l e i o ne
Mãe
- Luz
Fantasma
PASSOS
CLARA MACHADO
- Augusto
Ma ri nhei ros
Vasconcelos
Camelo
Cavalcante
Yara
Maribel
- Sheyla
Perna
- O s w a l do Lei te ■
de P a u
Lopes
Gerúndio
- Hélio
Cenário
- Napoleão
Figurino
- Kalma
Di r e ç ã o
- WOLNEI
0 RAPTO
DAS
CEBOLINHAS
Coronel
FelTcio
Jumbo
MACHADO
- F1 orêncio. Tei xei ra
M a n e co
- Ruy
Cavalcante
Lessa
- Wolney
Me di co
- Gercino
Gata
- Sheila
F 1 orípedes
LEITE
- MARIA CLARA
- Alei one
Alface
Freire
Murtinho
Lúcia
Camaleão
Muniz
Leite
Souza
Lopes
Cachorro
Burro
Gaspar
- Augusto
- Hélio
Simeão
de M a i a
Jambo
C e n a ri o
- F l o r e n c i o Tei xei ra
Figurino
- Elza
Luz
- Helio
S o n o p l a s ti a
- Carlos
Administração
- Helio
Direção
- FLORÊN.CIO
0 CAVALINHO
João
de
AZUL
Deus
Barreto.
Jambo
Cavalinho
Azul
TEIXEIRA'
CLARA
MACHADO
Ronaldo
- Nereu
Vi c e n t e
Jorge
Jambo
- MARIA
- José
Junior
Tenãrio
- Jadilson
Ron a l d o
Paranhos
Domi n g o s
Mãe
- I afi ke ra Can ta re 1 i
Palhaço
- Marcial
Músicos
(baixinho)
- Bispo
(a l t o )
- Otávio
(gordo)
- Ge rsi no
Lima
da S i l v a
Cab r a 1
Souza
Me ni na
- Go re te
19 H o m e m
- LTvio
29 H o m e m
- João
39 H o m e m
- Elias
Lavade ira
- Mareia
Vendedo r
- Luz
19 S o l d a d o
- Roberto
29Soldado
- Jambo
39 S o l d a d o
- José
19 E 1e fan te
- Hélio
Jambo
29 E l e f a n t e
- Jazon
P in h e i r o
39 E l e f a n t e
- Ri c a r d o
Ca v a i can te
Cowboy
- M a r c i al
Lima
Ce n ã r io
- Florêncio
Execução
do C e n á r i o
- José
José
Viana
Sampaio
Climaco
Miranda
Menezes
Sampaio
N o g u e i ra
Junior'
Al ves
Tei xei ra
Rodrigues
Cabral
Con t r a - R e g r a
- João
Martins
As s i s ten te
- Nana
Magalhães
139
Luz
Jose
Miranda
S o n o p l a s ti a
Cari os
Figurino
Elza
PrÕlogo(letra
0 GRUPO
AMADOR
M o n t e i ro
Rogério
Gomes
Oswaldo
Lei te
Hélio
Ad mi n i s t r a ç ã o
Jambo
F 1 o r ê n c i o Tei xei ra
da m ú s i c a )
M ús i ca
Tyrone
Lobo
Di r e ç a o
WOLNEY
LEITE
DO C O L É G I O
SAGRADA
PLUFT, 0 FANTASMINHA
Lei te
Barreto
Joana
"Maq ui 1 a g e m
Jorge
FAMÍLIA,
montou
- MARIA
as
s e g u i n t e s peças:
CLARA MACHADO
- Maria Quitéria
Amisterdan
Lopes
Barros
Neto
Arthemi a Sarmento
Gilcyr
Patrista
Eugene
Mendes
Rami 1 da
Direção
AS A V E N T U R A S
Ferreira
Cal hei ros
- HELDER MEDEIROS
DE
UM R A T I N H O
- HELDER MEDEIROS
- M a r i a Qui téri a
Carlos
Maria
Sérgio
IIka
Silva
Hei d e r M e d e i ros
Marta
Verônica
Ricardo
Di r e ç ã o
Santos
José
- HELDER MEDEIROS
140
Outros
c a , Chapeuzinho
da , 0 G a t o
de
fadas
0 TEATRO
do
foram montados:
V e r m e l h o , Festival
de B o t a s ; t o d o s
de H e l d e r
INFANTIL
Camaleão
trabalhos
os
Medeiros
DE MACEIÜ5,
eram
adaptações
Bone
Adormeci
dos
contos
o teatro.
monta
de M a r i a
DO
CAMALEÃO
ALFACE
VovÕ
Clara
Machado,
- MARIA
A Volta
CLARA MACHADO
Jairo Bezerra
Ricardo Maia
Tais Braga
Marco Viana
Enauro Rocha
Célia Cristina
Carlos Costa
An ísio Gomes
Daberto Santana
M a n u e l Lins.
Cacique
-
Produção
- Gerusa Maia
Di r e ç ã o
- EVILÄSI0 LIMA
Maneco
Lúcia
Semeio
(o b u r r o )
Gaspar
(o cão )
F1orípedes
(a gata)
Camaleão
DE
uma
Alface.
A VOLTA
0 GRUPO
de
da B i c h o l a n d i a , A B e l a
trabalhos
para
0 Sonho
índio
Peri
Padre
Joãozinho
ESTUDANTES
co de O l i v e i r a .
DO C O L É G I O
A Bomba
MARISTA,
montou
a peça
de P e r n a m b u
Atômica.
A BOMBA AT0MICA.
- PERNAMBUCO
- Aline
DE O L I V E I R A
Marta
Eduardo
Simon
Nilson
Aci ly
Fãtima
Moreira
Daniel
Bernardes(ATA)
Dãrio
Bernardes
(A T A )
EvilãsioLima
Ana
Di r e ç a o
Romariz
- JOSE MÄRCI0
PASSOS
141
DEPOIMENTOS
Bráulio
Leite
Júnior,
ça.
A humildade
não
tem a m a d u r e c i m e n t o
Infantil
e consciência
aprender o sentido
para
do
cenário,
as
alargando
s e n v o 1vimento
deixa
ser
ator
Deodoro
feito
adulto
pois
o seu h o r i z o n t e ,
para
importante.
não
dando
tem
cri ajn
A criança
condição
a criança
a funcionar
dentro
imaginar,
com a arte,
se
-
de
representando.
pensar,
convivendo
por
ser
ser sugerido,
passam
DE M A C E l O
do T e a t r o
deve
esta
a criança
firmando
para
da s u g e s t ã o
decidir.
despetara
para
asas
seu
conheci^
a vida e seu
de
futuro.
A importância
está
do
personagens
porque
INFANTIL
representar,
deve
A criança
mento,
deve
da m e n s a g e m q u e
0 cenário
imaginação,
O TEATRO
Diretor-Presidente
0 Teatro
sua
SOBRE
formando
o público
0 Teatro
pulares,
auto
presença
de M a r i a
til
para
teatro,
tro
Infantil,
para
atender
de
Clara
naquela
as
Linda
de M a c e i í
para
u ma
época,
necessidades
depois
Mascarenhas,
Machado.
havia
Infantil
a criança
é
que
amanhã.
Infantil
de N a t a l ,
não
do T e a t r o
Antes
de
concreto
a
infan
ã criança.
apresentar
que
com
um p ú b l i c o
dirigida
para
um g r u p o
manifestaçõespo
tornou-se
não ex i s ti a
preocupação
acontecia
das
0 Teai
um a u t o r ,
ou
queriam montar espetãcu
los.
A presença
abriu
caminhos
to do T e a t r o
para
novos
para
sua
As
a sério.
Nossos
tas
peças
e grande
pessoas
satisfação
levar nada
grupos
Clara
Machado
no T e a t r o
e consequentemente
de
Maceió
o desenvolvimen
Infantil.
A luta
de M a c e i ó .
de M a r i a
infantis.
para
usam o teatro
própria.
Querem
nós
para
0 Perereca
fazemos
conduzir
aparecer
Não querem ensaiar
espetáculos
que
mais
nos
o Teatro
a opinião
pública,
j o r n a i s ,n i n g u é m quer
profundamente
foram satisfatórios,
de W a l t e r
Infantil
de O l i v e i r a ,
uma
peça.
montamos
foi
o maior
mui
su
142
cesso
que
montamos.
v o , bailado,
depois
Um e s p e t á c u l o
um e l e n c o
com o m es mo
de
umas
estrondoso!
cinquentas
Bonito,
pessoas.
musica
ao
vi
Remontamos
-
anos
sucesso.
0
Rei
fez
tanto
sucesso,
que
qUe
assistiram quando
ainda
Mentiroso
hoje,
garotos
me
de
Graça
pedem para
e d e s e j a m que
Mello,
montar,
seus
foi
um e s p e t á
são
filhos
pais
t a m b é m assis^
tam.
Os
b e m u ma
Saltimbancos
montagem bonita,
guarda-roupa,
ficou
Nos
balhar
pobre
com grupos
ainda
solta,
alguns
da
adaptada
por
criativa,
meses
Chico
B u a r q u e ,f i z e m o s
tudo b e m
do T e a t r o
temos
permanentes
de T e a t r o
Infantis,
de m u i t a s
bonito
em cartaz.
Fundação
e depende
cuidado,
tam
outras
um p l a n e j a m e n t o
coisas,
m as
Maceió
de
trja
Ó muito
principalmente,
de rna
te ri a 1 h u m a n o .
Linda
Mascarenhas,
diretora
Sempre
nar
atriz.
mo e r a
nas
A criação
professora,
escolas
e isso
as o p e r e t a s
com A d e m a r
é importante
pelo
de
de
fadas
são
seus
eu
alguma
uma
pais.
cantada
voz.
adaptei
te.
Este
sica
ao v i v o ,
Teve
do
espetáculo
história
ao
muita
conto
teve
ciganas,
a escolha.
teatro,
então
nessa
formei
co
época
e u me
do j o r n a l i s t a
muito
era
de
eu
,
d_i^
esco
caminhos
para
novos
nos
contos
inspirei
que
orquestra
do p ú b l i c o .
feito.
não
etc.
sabe
quem
e atores
que
0 Herdeiro
Medeiros
um p ú b l i c o
bem
grupo
porém
apenas
alunas,
es_
voz,
alagoano
sucesso,
dos
melhor
um p r í n c i p e
receptividade
gostou
o. p r i m e i r o
minhas
abriram
.escrever
Pontes,etc,
artística,
co m uma
Resolvi
o público
Eunice
pobres,
sobre
o figurino
pois
declamavam poemas
Príncipe,
grande
to_r
que
Porto,
,
de me
com jovens
elas
a m v o
vontade
difícil,
vocação
do
tive
foi
trabalho
as o p e r e t a s ,
de A l a g o a s .
não
com men i na s
e escrevi
t in h a m boa
Naban,
o meu
0 Mistério
Foi
teatro
no
Nelson
Teatral
sempre
continuar,
Paiva,
físico,
teatro.
de
contato
para
também
Quanto
grupos
um g r u po
f r i s a r que
tipo
teatro,
apresentei
pediram
Trabalhei
de
f a c i 1 itava qu an to
infantis,
de
Ihia
de
me
e me
retora.
gostei
mantinha
petãculos
teatro
da A s s o c i a ç ã o
Cavalcan
inesperado,
Eu n ã o
de
me
mú
lembro
143
de d e t a l h e s
n ã o sei
Homero
se
quanto
tinha
a montagem,
ator
A ideia
no,
a necessidade
para
uma
nova
nossas,
idéia
queria
que
do
falasse
muito
ticipa,
peça
de
é um
se
inédito
rei ,
era
ã noite,
infantis.
deu o Ecli pse ,
surgiu
e principalmente
alagoji
magico,
para
teatro,
roteiro
a criança,
muita
vezes,
as
um t e x t o
apesar
-
de a c h a r marjj
crianças
sem muito
conven
com
coisas
folclore,
daí
a
que
pois
temos
muito
na m o n t a g e m
cuidado
colocamos
m a r c a ç ã o . e n g r a ç a d a , as
elas
ajudam
para
a colaborar
muitos
crianças
com o
par.
cenário
cenas.
Desejãvamps
isto
peças
em nao e s c r e v e r
fada,
de í n d i o ,
algumas
mÕdulos
que
de S h e i k e s p e a r e .
de d e t e r m i n a d a s
alguns
um a u t o r
um t e x t o e s c r i t o
corre-corre,
muito,
de
Quando
primeiramente
prolongar e causar
cacos,
ter
príncipe,
Nossa
não
autor
de e s c r e v e r
fazer
teatro
Acho
montagem.
não q u e r i a
vilhoso,
da A T A ,
de
Pensei
cional,
tempo.
criança.
Cavalcante,
devido
faz muito
altos
limitou-nos
de
que
mpntar
fossem
criar
com bonecos,
moveis,
m as
gigantões
o dinheiro
um b o m e s p e t á c u l o ,
de
carnaval,
era
mínimo
i s t o é,
do j e i t o
quanto
a música,
,
que
i m a g i n a v a m o s.
0 figurino
zamos
o playback.
cialmente
da a i d é i a
para
Não
foi
podíamos
o espetáculo.
que
gostaríamos
de
0
difícil
ta m á g i c a .
Quando
está
lho r .
que
pronto.
Não
para
Não
sei
sei
o que
se
existe,
funcionou
apesar
Amador
de
para
criasse
para
ainda
to
t er s e u e s p a ç o ,
dá v e r b a s
a máquina
se é o t r a b a l h o ,
espe
a criança
é produzido
de T e a t r o
falta
que
utilj_
tu d o .
falta
0 espetáculo
Nacional
é que
mas
com m ú si co s
mostrar,
funcionar.
o Serviço
Se é p o r e s f o r ç o ,
falta.
contar
Teatro
do é m u i t o
lo
bem pensado,
existe,
com
mu^
o espetácjj
e n g r e n a r me
não
sei
o
v
144
Quando
bo M a l a n d r o ,
a criançada
trabalhei
a montagem
gostou,
mas
A minha
sos,
de a l a g o a n o s .
Devemos
foi
como
engraçada,
tenho
usar a riqueza
pena
façamos
que
folclórica
e m As
muito
restrições
idéia é que
E uma
ator,
ao
Aventuras
de
interessante,
um D i a
viajamos,
texto,
não
g o s t o d a idéia.
montagens
com
textos
tem pouca
gente
que
e vemos
temos
escrevendo
nas
nos
-
peças.
épocas
natja
1 in a s .
Tenho
ideia
de
f a z e r uma
peça
de T n d i o ,
reisado,
um texto
a nível
te da s u a
situação
da
A transformação
vi d a .
Eu e s p e r o
ser Anchieta
e fazer
nhia
de J e s u s
José
Márcio
Teatral
que
das A l a g o a s ,
guns
era
minha
alunos
comicidade
tação
cômica.
engraçada.
atualmente
eu montei
Rio,
Não
amigo,
cedeu
dirigida
tudo
para
playback
lo.
foi
tínhamos
pena que
por
muito
ficou
do
Rei
Atômica,
e alguns
bem
bonito
a Compa
o maior sucesso
p r e s e n t a r em
colégios
da
rede
tempo
de L a u r o
Gomes,
que
bonito.
de p ú b l i c o .
de e n s i n o .
com
a^
explorar
com boa
uma
interpre
simples,
assisti
mas
a
montagem
o autor sendo
autor
da m ú s i c a
deu em
usamos
Era mais
Fomos
de 0 1 ^
cartaz.
J ú n i o r nos
cariocas
de J a n e i r o .
Infantil,
montagem
em
Frederico,
Rio
Pernambuco
atores
uma
da A s s o c i a ç ã o
procurei
Júnior e gostei,
cuidado,
t e r i o r e foi
foi
no
de
em Teatro
pouco
Edson
atores
infantis,
Marista,
montagem e Gracindo
foi
e m positivo.
falta-nos
profissional
recursos,
Gracindo
c o m a võz dos
0 figurino
mas
peças
A Bomba
do C o l é g i o
facilitado.
nossa
de
ator
apresentava
0 Sapateiro
no
crianças,
acho
: idéias
e questionan-
do n e g a t i v o
platéia,
primeira experiência
o texto
E u ma
para
poético
com
ajude.
adolescentes
que
de s o n h o ,
espero
ator e diretor
Quando
veira,
teatro
n os
Passos,
teatro,
folclórica,
meu
nos con
cassete
em nosso
musicada
convidados
Valeu o trabalho.
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espetãcu
que
para
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re
145
Hélio
Jambo,
a t o r de p e ç a s
e integrante
nha
de
do G r u p o
Maria
tusiasmados.
boa
tr o
trabalho
no
Clara
Machado.
Foi
Procuramos
também
ficava
figurino,
para
cheio,
Princesa,
foi
maravilhosa.
no
em oferecer
u ma
de E d u c a ç ã o
GTEC,
iniciou
Clara
Machado,
abertas
A peça
Montamos
que
outro
u ma m o n t a g e m
escrevemos,
musical,
inspirada
Um e l e n c o
de q u a s e
90
era
a criança
nossa
bons
espetáculos.
peça
0 Rapto
eji
tem
d as
sucesso,
alegre,
uma
Cebo
o
teji
corrida,
bom
eu e Ruy L e s s a ,
nos
pessoas,
realização,
o Fantasmi-
estávamos
Essa
grande
Princesa
GTEC.
com Pluft,
depois
fantasia
teatro,
era
e Cultura,
uma boa e x p e r i ê n c i a ,
a criança'.
portas
bom elenco.
da p e ç a B e t y
f a z e r um b o m e s p e t á c u l o .
de M a r i a
era
questra
de T e a t r o
Nosso
receptividade
linhas,
i n f a n t i 1 ,a u t o r
i s t o é,
contos
música
de
ao
estávamos
Bety
fadas
vivo,
or
felizes
CORREIO
DE M A C E 1 0,
21
de j u n h o
de
19 6 7
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Á pieocupaçà j de querermos agradar a qu<Tn q:;:-r que
•jn, c um?, constante que semprt esteve divoFciuda tí»s
cci;*võt;s que fazemos nesta coluna. Assim seneb. «*•*J3 d* cátedra-para afirm a r-mos que ‘‘O Rapto d^s CcU-deduzidas algum as falha»-?, a m»i:.r p a r*' d tlrs r,«..»Ms quando d? uma ‘‘avant-prém ièn
foi Um cspcÜ*
:!Ó cue oscilou entre os valores regular e bom, com acen
ada iCidôiiria para atingir éslc ú ltim o .
Logicamente,
.ncs' que convir estarem os çrodutores desta cncmaçà-J
Tido cs úUinV->s retoques il;>. mesma e, por um a decorrcn-.
natural, tudo nos leva a crer que, à medida que as apre;Ur-eõts forem sc sucedendo, “Ò Rapto" devcrá adquirir
Ikiéncia, o ritmo, enfim o aperfeiçcame„to que sc fazem
:.‘i i ó cm espetáculostde tal gênero. A prc-cstréia da úlUí.c:xta-feira nos ofereceu tal impressão, ao mesmo tempo
i .que pr,;porcionou elementos para lobrigarmos uma vipglpbalizada du tòda a temporada, no que concerne à
■
‘fiação q u a l i t a t i v a .
Por mais que queiramos, não conseguimos nos livrar
tentação de estabelecermos um paralelismo entre ..os
\|os de “Plulit, o Fantasminha” e " 0 Rapto das Ceboli‘as”,'a m b a s nascidas do fértil poder criativo de Maria
ara Machado. E asseguramos a existência de um des/el impressionante entre êleg, quer na construção doa
rjfjfiágens, quer no desenvolvimento do enredo (analisas sob o prisma de criação literária), ou ainda na mensam que desprendeu ponto tle eh°g&rmos .a duvidar em
;um is ocasiões, se tais -cbas brotaram da mesma lavra.
. Enquanto ém “Pluft”, a mensagem nela contida, co^'-se numa situação hermética, inteiramente inacessível
ra o público a quem está dirigido o espetáculo, no “Rapela flui naturalmente, logci perceptível à imaginação
antil, Em contrapartida, o pnrôda d') “Rapto” apresenta
‘Trizes impregnadas da ausência (lt? um processa, de elaração que ofereça .--vias do aee8se bom delimitadas, seinòo um curso uniforme. Stitgsm, âlgitmas vezes, o que
dtmos denominar de cncruzilli&dflS, &s quais, se não per
didas pela grar.de maioria das e?liâftÇ8£, Q gSo poloa obserderes adultos.
F a z e n d o u m a t r a n s p o s i ç ã o rfctfOatlvfi, p a r » o inicio
■tf c o m e n t á r i o , a n t e s d e a n a l i s a r m o s , i s o l a d e m f ive. cs
. i p ^ r i i m c n t o s í a i n u c T: .r c s dc s e g u n d a m ó n t ^ g e m do G r u -
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'ii\air.or,, i c.-fAr.tr. muito c:r.bora 1« nh». .stdo r#vcs*.;<!:. -.j
mut’> s méritos. Um d ú ltj re-idiu na esco.h^ do elcr.:-,^
ji'ug'-rtdo pc’.o% me lhores elementos t entre o.> que integr.-,! •
o elonco-t>as.*\ cspccítdmcnte cm re:açao aos papéis pr:.*.|
cipais, a.ravc; ucs quais canS(.guiu fc rm^r um canja-.*-j
onde a harmonia desponta como o atributa prçpordorar.tij
As'hiovaçõe^ c adaptações por êlc introduzidas no espetá
culo, tentando meUiorá-lo e compen:;ar as lacunas que
,
,-p''-sentadas pelo texto, situam-se num prccessa de
caváj: urnas de resultado p 0sitiv 0 i outras nãe. O sisis—r. '•
ae radar, p?r exemplo, brotancio de sua imaginação er.:- ■
terializado através de lâmpadas verck e vermelha,
conseguiu átingir o objetivo qun deicrmir.ou sua elabO”■çãt:, visto as criançãos,
salve honrosas exccçÕ2s, r.i:-1
conseguiram captar sua significação. aaul?ndo consequer-j
toméntí. o critério de validade que F^rêncio pensava e~:j
cb(cr. Apenas, esteticamente, .contribuíram c^mo uma am-;
pliação cic atrativos.
I
Realizou um estudo, embora nãc muito meticulosof c:.;
cada papel, cie conformidade com aj tendências demonsi
tradas por cada a;or, visando obter de cada um deles.
m áximo de rendimento. Entretanto, quando da análise.á l
texto como uma sucessão de cenas, e n cada uma do.s qua;-1
havta um resultado a ser consegijd;', o:;-:-1, r.ã; 'or
}
lizr.do os métodos que seriam, os mais cficaz^s, e sim
(|ue éle imaginou serem os melherns. Parece que aqut.
' F l ü r è n c i o pecOu p e l a b a s e, v i s t o q u e n os d e i x o u a impre;s ã o d f s:.r r e l a t i v a m e n t e i n f e n so às s u g e s t õ e s q u e sempre
f t i u ' c i n , m u i a s d a s q u a i s f o r n e c e m a t e r a p ê u t i c a nsce?*
sária às m a zela s do te x to ou d a m o n U .g e m . E Florence
’ não nos pa re c e u nr.tko v o l t a d j
b u i c a r r.o
âmago
d e s s a s i nd ic aç õe s, q u a i s a s u e m a i o r v a l i a , a f i m d,e extra::
d a s m e s m a s o s u b s t r a t o n e c es s á r i o . E m b o r a nã o calcqu«'
m o s c m d ú v i d a s u a s qu a li d a d e- , c ai n o d i r i g e n t e tcs:ra!.
c o m o t a m b é m n ã j p o s s a m o s d e s c o n h e c e r q u e rnuit.»* d -5
m é r i t o s de “ R a p t o ” s ã o a é le dirigi i.;í. não po:e-i:!~-,-K
m i r-oa o c u l t a r q u e a s m ? i ; r e s v i r t u d e : : d 2ccrr*-'nf .'s da p.*;* !
147
CORREIO
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DE M A C E 1 0,
2 8 de j u n h o . d e
1 96 7
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Damos continuidade, através desta coluna, à aprecia‘.o ou.e estamos a fa/.c.T da "avant-premiére do “Rapto
;is Cebolinhas”, por interm édio da dissecação das p a rfes
imponentes do espetáculo apresentado no final da sema■
» oue passou em nossa principal casa de espetáculos. .
- *0 G R U P Ò — Paulatinam ente, mais se nos afigura a
<is:ência de u m dós ingredientes indispensáveis ã afirir-cão cie qualquer conjunto cênico quando n-cs referimos
; G rupo Teatral “ Educação e C u ltu ra ”: a sua homogeheiade. Existe, nos bastidores desta ú ltim a montagem, u m
Mr.atório de coragem, dc labor e de esforço, difícil de ser
jncebido n um grupo de caráter heterogêneo, no que tanga
diversifieação dc idade, atividades profissionais t outros
tôres. O entusiasmo e a vontade de realizarem algo em
rol do movimento teatral da terra, é o Üamn com um entre
es, dcsprovidos da visão de qualquer recompensa, no ‘
rnbito financeiro.
•
Do ponto de vista artístico,; temes que co nv ir a Vião
xistência de um a uniform idade entre os integrantes do
lenco-base, no qual são denotados alguns elementos de .
-duzido poder interpretativo, que ntin«\i poderão assumir
apéis de m aior destaque em futuros espetáculos, sob pena
o comprometê-los. Entretanto, servem a composição de .
tudquer esquema estabelecido para futuras montagens,
Esde que empregados em papéis secundários.
Relativarnente, retornando à apreciação do elenco que
acenou “O R ap to ”, dispuscrâtil de GlH,f'ó período dc tempo
urn a montagem da aludida peç.1, o <juc, adicionado aos
roblcmas comuns a grupos de tóls tf rac*t«rístieas, fazem
■m qu e > em função dos mésmoa, possamos esperar pela
irreção dos êrros surgidos, no decorrer (lasipróx im asap rc- :
-ntaçoes.
_
^
O S IN T E R P R E T E S
A
em seu texto, M aria
Iara diversificou cm dois blocas eompnctos, os persona*
?ns de seu “R ap to". Um, tendo om sua composição os
eisonagens racionais — a excÉçfm do médico — (Manceo.
uc?a, Cam aleão Alface e Coronel) ô õ outro integrado dos
racionais (Sim eão, FlorípedâS, Cnwpar) e do métrico
raticamente, 'dentre os prim eiros, w. o 80 podo a trib u ir
o papel principal a qualquer u m dêles, m u ito embora, .pel;
própria construção do texto,.Lúcia e Mancco tenham maio;
. presença em cena, na conjuntura global do espetáculo,
H á, portanto, em noss» opinião, quatro papéis fu n
damentais e Qutros ta mo;; secundários. Os prim eiras, c»:rr
seus interpretes bem int:g ralizados
cem seus persona
gens, especialmente R u L L e s sa c A lcijxa£-Cavaj can :£ T n 0 .‘
quais a simbiose autor-figura dram ática aparece em tôd;
a sua plenitude. A perfeita assim ilação do papel, o q u í
ainda não se cristalizou n0s dem ais atores, a naturalidadí
e a leveza que im p rim e em seüs movimentos, carrearaij.
para A lcioné as hor.ras do melhor desempenho na pré-estreia. R u i Lessa voltou a ratificar seus méritos indiscuUveis como ator, proporcionando unia intensa vivência dc
"];ei sonagem que representa, bem como Autrus tj da M aia
ci .t.-ulo de um instinto cómico dos melhores, de u m histrftnism o natural e pessoal. Suas expressões corporal e íaciai, em m uitas ocasiões, transcendem 'do exigido pela W»
rcxão> contribuindo para uma m aior m ovim entação cê
nica. Wolney L o it ^ a lia sua m aturidade artística à um ^
exibirãtril7rTfãçõ7sr marcantes c definidos como 0 Ç'.ronel.
m iiitc embora ttnha depreendido u m constante nervesismo, o que chegou a0 ponto de fazer ccm que, em algum as
ocasiões, chegasse a esquecer o texto. Ressalte-se aqui que
npencs. exceptuando Alciono, cs dem ais ainda não consc
guiram assim ilar cornpleiainente Q “script” .
Florêncic
Teixeira, embora em papel secundário, não chcgou ã^ifiem enstrar inteiramente, seus inegáveis dotes artísticos. EspccbJm ente no terceiro alo, no qu al o nível da peça"de:icjtr, um decréscimo d? produção, e .sua presença' cííTcena
(kterm ina a transposição do e sp etáculo'para "um carátri
de chanchada, que nunca pode .ser conceituada ou definida,
teatralmente falando, como urna determ inante a im pulsiO'
nr.i a m ovim entação, embora que a«s olhos dos leigos, taí
pos>a parecer. A seu favor, deve scr saüentacTo a definição
quase que perfeita que consegue tran sm itir do seu personagom .
Hélio Jam b o , Sheyla Lopes e Gercino Souza que ré------ -- ------ ---- ---.CÕncluc'na"-U Página»
148
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de
1971
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A AfSoríii^ão Tcalral de Atapoas i\<l;ir;í apresentando às 15
c às 16..10 liorjis dc umanlm no
Teatro Dmdoro o poça infaoiil
4*Jara»»* A/Iíi“ dc Mrdoirtx. Cavnlcíttjto o dirigida por
Maria
Josc Campos l.iuin.
Parliripaiim tio rspcláculo os
5í*;*ijinli*s afores iln A I A: J.cli*
vau Mareei, f^opcrio *Í)ant»s. Ito*
na Mo <!»* Andrade. Clyuion A*
zrvedo. Carlos Augusto,
Nata*
uaoi Dúiio.
Kaimundo jor^e,
Oaslão Toledo. Tçrc/^» Caiai,
Sônia Melo, Marilda
Coni.-tr!.
Lounliuho, Fátima* Tcjozn No*
vnis, Cidu e Cra^n Cabral..
aoiasilsã.
Depois «la encenação dc “ O
Jacaré A/uT*, a Associação Toatrai do Alagoas intensificará os
preparativos para levar nn paleo do ‘ ’ Deodorn*’ , de 0 a 17 de
o iH h Im o
próximo
‘ ‘ llipólito”
(Fcdra), dc Kurípcdes, quo se«
rú « >iiu lúuior produção Icatrn!
redi/ada em Maceió .
Os ensitos continuum intensi
vos *ol> n direção de Lniiro C»
fno.'s (•''»a» vi.-las ao hom
ê\iU>
dc **UipóliliV* que tom direção
ímisiral <ít; Aylton Scohral, coa
la com 'a parlicipaçao de vint*
c oito alôrcs atogoano* c de di*
versos músicos da Policio Mtli*
tor.
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Deo o Eclipse"
Afastada dos palcos desde a sua
alti.ição cm "Onde Canta o Sabiá",
montada pela Associarão Teatral das
Alajjoas cm julho do am> passado, a.
grande Dama do Tcalro Alagoano Lln»
da Moscsranhas estará, amanhã, às
21:00 horas no velho casarão do Teatro
Deodoro. apresentando “ O Helo Indife*
rente” , texto do francês Jean Coeteau traduzido por cia mesma -. ainda inédi
to em Maceió.
Antes porém, a A T A . numa home
nagem a sua criadora e inccntivadora.
estará promovendo a pré-estreia da
peça “ Quando sc Deu o Eclipse", de
Homero Cavalcante com direção de J o
sé Mareio Passos. No elenco temos as
presenças de Madalena Aquino {l.ua
Jacy). José Correia da Graça (ArcoIris), Dalmo L.azarini (Sol Coaracy) edo próprio Homem (Macunakna).---
:
á‘: s•"* • I. ■ f!s -\ 'riÍ!
r f!,.!• / V
.<« t !,• \W-.uVi* /.> :'.")
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15 2
S Á B A D O . 21 DE A G O S T O DC 197G
»«mnomKMnl
A V E N T U R A - M : UM DIABO .UM-ANDRO
Se m dúvida nenhuma, este é o ano «o Teatro I n
fantil. Isto é muito lioni, porque o am adorism o loe.il
está despertando para a necessidade dc kc íazer este
t.ipo dc teatro. Após o G T E C c.st!•<•:>.r com "O Cavalinho
Asntl” , o Tratro Inlanlil dc Alagoas com "A Volta do Car.ialeão Alíace", a Associação
TVntial das Alagoas da
incansiUel I.inda Mascarenhas, parte pava ensaiar uma
peça do Maria lfelona K uhner — "Aventuras dc um Díst.
>io Malandro", sob n direção d.: Kverardo Sena, qiK- j á
a dirigiu 110 KcoHc. Alem do ser m ais titna motivação
para n r.aroíada .alagoana su tlcslíirar para teatro, sorá
u i ;>a oportunidade de a p re c ia rm o s um .trabalho d'.ro
cional do nosso :nnit;<> Kvcrarilt». ■('•«vkiiti parte no elen
co além de Daniel C trnardes e llu m cro Nunes, J a d e r
Araújo e Mar:.: Gorete cjue to ir a ia m parto na mo,-ti.
r.eni do " B r a v o .Soldado Schv.eik'’ . Vam os aguardar!
DINHEIRO
<}UH DINIIEIKO
GAZLTA DE ALAGOAS — D O M IN G O — 22 DE AGOSTO DE 1976
TEATRO
A.T.A.
NÃO [«ARA
l.)ia
12
dc
outubro.
a A.T.A.
(Associação Teatral das Alagoas), estará conicnioraiulo seus -I anos dc muito trabalho,
nuiilas ingratidões c dc nunlas alegrias tam
bém. Mas. são sobretudo. 21 anos dc tentaiiva dc olcreccr ao público alagoano um pou
co dc cultura. Vultura vista por gente du ter
ra. muitas ve/es sc mirando cm exemplos ex
teriores c mostrando unia realidade muito
nossa.
Para o dia 12/ 10 . está programado: á tar
de, um espetáculo dedicado a pais e filhos. A
peca de Maria llelcna Kuller. AS A V E N T U
R A S DL CM DIA HO M A L A N D R O , pro
cura mostrar um decadência "diabal" cm
nossos dias. onde a autora coloca o homem ,
como o diabo-nior. A direção estará á Cargo
do ex-locutor que vos fala.
A noite. Linda Mascarenhas, estará
apresentando um espetáculo retrospectivo,
onde revive alguns dos melhores momentos
da A. I .A. nos últimos ictnpos/Mas. a Dama
do teatro alagoano náo fica só aí e está pre
parando um monologo onde mostrará toda a
stia plenitude e v il;iliíl;u lc aríísticas.
tila 12 de outubro, todo bom alagoano
lt;li! um entonim marcado com a A.T.A.
g
azlta
d e
ai,a.(;oas — d o m i n g o , 23 m : .nii.no ni: t * m
S’ . T t ' ô f a n e s l î u r r o s
Sempre livc pclo teatro um a profunda a d m ir a ção .
Vem desde os prim órdio s da civ ilização h u m a n a . L a vi
vência tia verdade. A mensagem do teatro nã o Tala a p e
nas à inteligência. Apresentá-se a lodo o ser h u m a n o . O
que a gente aprende pela inteligência vale m u ito menos
do que a q uilo que invade nosso ser interior. Teve razão
o velho Platão q u a n d o di/ia que o h o m e m n ã o pensa
apenas c om sua inteligência, mas com t o d o o seu ser. A
filosofia antiga tinha um alòrism a que bem se pode e n
tender num boni sentido: " p r im e ir o viver, depois filo
sofar". Kntendcm os m e lh or q u a n d o vivemos a verda
de. P. a grande .missão educativ a d o teatro. Por isto c
que nesse genial A n c h ie ia dele se serviu para construir
os aliceres do nosso Brasil.
L m A lagoas houve um a época em que o entusias
m o pelo teatro se fa/.ia sentir por toda parte. M e m o r á
vel aquele tem p o em que P lorèneio Teixeira, R o m il d o
Halliday, Hráulio Leite e outros lideres teatrais realiza
vam maravilhas cm nosso P.stado.
L n tre la n io o que todo m u n d o tem de reconhecer é
que ninguém mais vem se d e d ic a n d o ao teatro em A l a
goas do que esta adm irável figura h u m a n a que é L inda
Mascarenhas. O que mais a dm iro em L inda é seu entu
siasmo. seu idealismo, sua gran de/a h u m a n a , e, p rin c i
palm ente sua perpétua juv entud e. A geração nova se
sente m u it o à vontade c o m ela porque sabe c o m p r e e n
der p;ira engrandecer os que a cerc;un. Associei-me à
Som ata - Sociedade tios A m ig os da Ata. Considerei
para m im um dever incentivar este trabalho de tanto
valor para nosso Lstado.
T u do isto me veio á mente q u a n d o assisti a u m a
apresentação da A ta no C o lé gio G u i d o de Lontgalland,
por iniciativa da Lmalur e da Sociedade de C u ltu ra A r
tística de Alagoas. Antes de mais nada pensei co m ig o
mesmo: esse Ismar G a t t o é terrível. O n d e se mete vê-se
logo o resultado. Agora, na L m atur, lá vem teatro para
os colégios, lá vem conju nto s musicais de prim eira q u a
lidade, lá vem tu d o que há de bom para essa ju v e n tu d e
que tanto preza a arte. M as voltando à Ata, ex ib iram o
Sapateiro do Rei, c o m é d ia infantil de autoria de L auro
G om es.
Loi u m a maravilhosa exibição, na qual eu teria d i
ficuldade em julgar quais os melhores desempenhos.
Peça m u ito m o v im e n tad a, m u ito a sabor de seu
destinatário, o m u n d o infantil, pré-adolescentes. Loi le
vado à cena com um a riqueza de interpretação que
nada deixa a desejar. O Príncipe, o Sapateiro, o S o ld a
do, o Polichinelo, o Palhaço, o Mensageiro, o Vaidoso
g em especial a C o lo m b in a e o T ra p in h o fo ra m notá.
..
~~~~
Tive ocasião de sentir a presença da ex-aluna guidense no grupo, a destacada poetisa C lá u d ia M a ria ,
Uma das revelações guidenses de 1977.
, Para nosso G u id o , que sempre foi pioneiro c m atiVldildtfs trXirii-eíitssCi para o G u i d o d o teatrólogo Elio
htHUiS; iiliitff Üé pfcçús dram áticas e fu n d a d o r d o nosso
TÜáíW ÀhéHiéüi) á representação atingiu o seu o bjeti
vo:
iiiídiíório vibrou a p la u d in d o de pé os artistas,
p. JiiUitáí; ÏÜr :im as vocações teatrais que despertaram.
N38 téHtõs fcJljvídás dê que foi um incentiv o para ressur
gir hiMNt« Toiiiro A neh ic ta, em que tilio Lemos, G e niv al
Vanderley, J o à o Azevedo, li d son A lcâ n ta ra e tantos
outros jovens tiveram m o m e n to s deliciosos em sua ati-
iv üK.’
«iIkliiriJJitllí-lt|»j1íI1,
èidu
LititlU MttStiüfcnhus. Muito obri-
154
p fnTAV.gywyi» K»
*■
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na»'. »9«w* *•*••>■
•.•.
G A Z t: T A
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r r . u i r o i ■VNT/lSIVtlNIlA
l . i i i i a Á1 A S C A K K N I I A S
!•!' sempre "rato :u> espirito dos quo apreciam a arte
. o aparecimento de um con
junto cênico.
lí' patente ,nos que
fazem
teatro 110 B rasil n carência
de público que com raríssi.
mas exerções prestigia
com
sua presença as exibições tea
trais.
Oferecei ido fis orlanças opi u i unidade de assistir
nos
espetáculos de nossos artis
tas. nosso teatro está contri
buindo para a form ação do
itm público futuro, um a vez
que r.e vai despertando no e s
pirito infantil o interesse,
o
nftsto por essa arte cu jo c u l
tivo tem dado tanto trabalho
aos am adores de nossa terra.
Pluft, o
Fantasminha, de
M aria Clara Machado, foi a
peça escolhida para n estrala
do Grupo Teatra! "Edumtçfio
p Cultura " qiie sob",T~(TrTccã(T
do conhecido ator contcrrfilien Vvo’ ney L eite re,^li7,r>u S " a
prO-psTriMa R 21 do corrurt*,
no teatro Deodoro Com oiise.
rann o elenco os lá aplaudi i o s
atores Augusto da M ala. T?nl
Jjpssa. Fern ando Cajnclo, (Is.
feitor Stic)la í,opêsT~ãÉ
ltfm ,.d e „a£5 n ê "C avnlcHnle.
Hélio J a mbo e 1,117 tn ri
Bonito _cen;(j_i_o jle.^.iiri'IiüliL.
_Muniz _Freire
Fignrinos_jjo
Knlnia
M urtinhn. A
prata
■ar casa funcionou na maqul-
la^t!L££!nLJD5HldaJLciLeZj^
rtiaouln^rla com .lost* Cabral
C tfõsrf Leite, nos efeitos de
lu* 0 som com Jg flu lo Veras,
nn .ryçouoflo .~!os figurinos com
Otll h Velnso e na execiirão
‘HoO'nnári<is~com José RndriJtuês dé I.lma. f o m o con tra.
têjrijsT fiãiTrnrmn Maria M a .
..Jixi».Jferiúui^ :
s,urt:imento do G rupo T e
atral " E d u c ação e
Cultural”
deve se à iniciativa do
Dr.
Heiudito I tib y C crquejra_que
á fjvntíPcIa Secretaria d,i Ediicrção e Cultura vem e sti.
mtl.ir.do as exibições para as
crariens de nossos
grupos
cseolrTcs tão necessitados de
d i v c isúes sadias.
Que sela uma realidade o
fentro infantil em nossa C a
pital e que nflo arrefe ça . o
entusiasmo dos que se
pro-.
l . õ ' ’ n inspirar na criança o
a r i o r r. essa orte tão bela e
tf o mal compreendida.
XXX
O F E R T A — Recebi com s a
tisfação o último dos E s b o
ços
Rioirráficos
intitulado
"Poetas AlaRo.anos” do e s c ri
tor Auqusto Vaz Filho
que
sincernm into airradeço.
ATA - E s s e conjunto tea
tral vrm continuando
seus
ensa^'s iw m esmoreolmento.
C H E G A D A S — Acaba
de
voltar do uma viagem a alftumas cUVides rio norte do
oais o festejado ator Gerslno Souza, pai de nossa comnanhelra de trabalhos Sy d n a
Souza.
Ò
SEVERIN O
A R A U JO
—
'Chegou.mfi às m ãos atencio.
sa carta do ator Severino Araújo que. na
qualidade dc
salã, interpretou o papel de
Luís na peca de Jor^ e And ra
de "O Telescriplo". Severino
acaba de co ntrair casamento
com nossa conterrânea F e r
nanda Cabral e fixou resldên_
cia no R io de Ja n e iro onde
trabalha na 'R á d io Continen.
tal.
1 55
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Peça infoiito j j v c n i l cio Homero C a v a l
cante 1
O iiutor: Homero Cavalcante pertence
* ArsoíinçSo Te atral d.'is A!n»on<« (ATA),
grupo teatral (p.ic corr.plctn
ut.os ele1 tra
balho.1 peste 11? dc outubro. Particiuu, como
ator, tins üiiTitagtns do “ O Inspetor Ocnil” ,
“ O P r fv n .‘Joldr.do Sclnvc-ik". “ P aao de
I W . " G u d e C a i.la o Snliiú", *■ di. peça in
fantil ”0 Sapateiro do Hei” . Esta (■sua pri
meira e\j;< ric-ncin como ni>tcr e caeólheu o
mu'iii'j livre da lantc.-ia iuíYoUil como pri• moiro hanaltio. Seu tc\to é uiná grande ri
queza «lo fantasia, explorando os recursos
das bmlii* c t!|is iiistória.
A tore s c pirstmrífícns:
1. Homero Cavalcante: além dc autor
do te.xty f» í o M A C U N A lM A . ü curioso e
irreverente nfilhado ilu L u a Jncy .
2 . M adalena Aquino: Sun L U A J A C Y
tem n b d e / a <■ suavidade dc um persona
gem romântico como Lun c n prepotência e
segurança de um a utrir "C r.n a s tr o n a ”
quando quer interpretar « Ju liota. Ma-
rir
[ t.
c o r n o
wiílof
dalena. n "l.en inhn” , está nn A T A desde a
montagem de “ Onde C’ anta o S a b i á ".
3 . Jo s é Correia da G ia ça : c o AR C O
llU S . Aproveita-sé tia? iU7.es n idiintcs rios
espelhos de umn fignrn de “ Ucisadn'Ye nos
dá um Arco Íris luminoso c conrscieiite. Kslá
nu A T A desde "H o je 6 Dia dc líock” , em
1U7 2 .
<). Dalino La/a iin i: integrante da esccla
de d,inça de E m dia Vns'.coii<:elos, o s e i SOI,
C O A K A C Y i forte, gracioso c rcspintKÍC3cei’ te, Hm sendo a s " n ertréia nos palcos
n a d i lhe falta. E seguro c cxplo.a seus re
cursos corporais para interpretar o persona
gem.
O dito io r: P a 7. parte d®. A T A desde a .
última montagem de “ Dona X e p a " , isto é,
há quase Pt «mis pasmados, e vem trab a
lhando ard uamente de.sde ei'.l So. J á nos deu
duas outras monta;;cr.s infantis de sucesso:
" A Bom ba A u n n iro ” c “ O Sapateiro do
Hei". Seu nor.ic ú Jo s é Márcio Passos.
A sonoplastiu está a cargo de Everiddo
Vasconcelos c os cenários e figurinos foram
j'olados pelo próprio grupo contando com u
valiosa c segurn ajuda de Antônio Loncs
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PE A LAGOAS
Vem o b tend o grande sucesso o espe
tác u lo infaptil apresentado dia riam ente
no palco do Teatro D e o d o r o pelo G r u p o
d £ T eatro A lfredo de Oliveira. Trata-se
dc “ A Viagem do Barquinho” peça de a u
toria de Silva O r t o ff e dirigida por W a lte r
dc Oliveira c que até o m o m e n t o j á levou
mais de 1200 crianças a o casarão d o D e o
doro. nutTKj iniciativa da F U N T E D e G o
verno d o Estado.
i n
GAZETA
t i l o
t a r e i e ,
i
& Sexta-feira, 1G/Õ&79
O G r u p o A lfred o de O luveira - assim
batizado cm atenção à memória de um dos
maiores nomes do teatro no Nordeste, faleci
d o recentemente - foi criado há p o u c o
pela F u n d a ç ã o Teatro D e o d o r o . sendo
“ A Viacert) d o B a r q u in h o " (um a fantasia
musical) rçcu trabalho de cstròia. A m ú s i
ca. Waltejr de Oliveira foi busca em Heckel Tavarüs e os figurinhos ficaram a c ar
go de Grjiziola Leite.
Ate d o m in g o o espetáculo será apre
sentado no horário das 17:00 horas, a par
tir dai. só hos finais dc semana d e v end o a
tem porada se p rolongar até o final de se
tembro. Os ingressos custam 25 cruzeiros
c r ia n ç a '« 50 cru/.ciri» adulto.
QUANDO
SE
DEU O E C L I P S E
Homero
Cavalcante
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QUANDO
SE D E U O E C L I P S E
Homero
Cavalcante
160
0
PERERECA
Walter
de O l i v e i r a
161
0
PERERECA
Wal t e r de 0 1 i veî ra
A
BOMBA
162
ATÔMICA
Pernambuco
de O l i v e i r a
0
PERERECA
Walter
de 0 1 i vei ra
164
OS
SALTIMBANCOS
Adaptação
de C h i c o
Buarque
A
BOMBA
165
ATOMICA
Pernambuco
de O l i v e i r a
166
0
SAPATEIRO
DO
REI
Lauro
Gomes
LIVROS:
ARIES,
Philippe
Janeiro:
ANUÄRI0,
BARBOSA,
Apa
M.
Perspectiva,
la.
Lúcia
edjção-
BERGSON,
Rio
Henri
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e da F a m í l i a . R io
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de J a n e i r o :
do T e a t r o .
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M E C .S N T .F U N A R T E , 1 9 6 9 .
- 0 Riso
Bruno
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MEC-SEAC-
Debates
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BETTELHEIM,
- 77 - Ri o
Nacional
T.B.
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197 8.
Brasileiro
- Serviço
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Social
Zahar Editores,
do T e a t r o
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- H istSria
- Ensaio
sobre
a significação
do
Cômico.
Z a h a r Edi to res , 1 9 8 0 .
- A Psicanálise
edição.
Ed.Paz
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Contos
de
F a d a s . R io
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1 9 79.
B O N A Z Z I , M a r i a e U. ECO. M e n t i r a s q u e p a r e c e m v e r d a d e s . S ã o P a u l o .
S u m m u s Edi tori ai,. 1 9 8 0 .
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COUTNEY,
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D'Homme,
19 7 4 .
Richard
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Teatro
e P e n s a m e n t o . São
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e E d u c a ç ã o . R io
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Ed.Perspe^
19 80.
DOMINGUEZ,
Jose
Antonio
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FROMM,Erich
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1 978.
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Roberto
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Johan
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INHELDER,
Bärbel
e PIAGET,
A d o 1es eeti t e . S ã o
1 97 6 :
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Paulo:
Jean
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Biblioteca
Ed.
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Pioneira
Criança
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ã Lõgica
Ciências
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Sociais,
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KUHNER,
Maria
Helena
Analisis
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- Teatro
Infantil
2a-edição,
em Te mpo
- C o n t r i buci o n e s
Editorial
de S í n t e s e . R i o
Paido,1 974de J a n e i r o :
E d . Pa z e T e r r a , 19 71.
LEENHARDT.
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LEITE,
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Luiza
- A Criança e a Expressão
Editorial
Barreto
Estampa,
- Teatro
D r a m á t i c a . Lisboa:
1974.
e C r i a t i v i d a d e . R io
de J a n e i r o : E d .
M E C .S N T . F U N A R T E , 197 5 .
MACHADO,
Maria
Livraria
Clara
Agir
- T ea t r o , Vol.
Editora,
I , I I , I I I , IV.
M a r i a C l a r a e R O S M A N , M a r t a - 100 J o g o s
1:
J a n e i r o : I n d u s t r i a i s de A r t e s G r ã f i c a s A t l a n
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P I A G E T , J q a n - A F o r m a ç ã o do S í m b o l o na C r i a n ç a
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Z a h a r Edi t o r e s , 1 9 75.
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R O S E N F E L D * Anatol - Te atr o M o d e r n o - São Paulo:
Peter - 0 Jogo
de J a n e i r o :
19 7 5 .
MACHADO,
SLADE,
Rio
Dramatico
I n f a n t i l.
São
D r a m ã t i c o s .Ri o de,
Ed,
197 1 .
- Rio
de J a n e i r o :
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E d .P e r s p e c t i v a .
Paulo:Summus
Edito
rial , 1^78.
SPITZ,
Rerie A.
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de E d i ç i o n e s ,
SPOLIN,
Viola
Primer
Juan
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Bravo,
- Improvisação
de
38,
vida
dei
nirio. M a d r i d :
A g u i l a r , SA
1970.
para
o T e a t r o . São
Paul o : E d .P e r s p e c t i v a ,
1 979.
P E R I Ö D I COS
AYMERICH,
Carmem - Objetivos
Madrid:
II B o l e t i n
Márcia
MACHADO,
Maria
Teatro
Clara
Dramatico.
de T e a t r o
Teatro
para
la
y Comunicajciori.
Infancia y
la
1 9 7 3 ) , p . 11.
- Teatro
de. C a d e r n o s .de
Arte
Iberoameri cano
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Infantil:
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n 9 8 8 . Rio
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de J a n e i r o . p. 3 2 - 3 3 .
Crianças.
Cadernos
de T e a t r o
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Crianças
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e Adolescentes,
Estéticas
e Econômicas
I b e r o a meri c a n o
1à J L I V e n t u d . ( o u t u b r e ,
Bases
de T e a t r o
1 9 73)., p p . 37 , 42.
Psico-
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PA RO DI , Ancjelita - O T e a t r o
Cadernos
ROMERO,
de
Teatro,
Carmelo
Forniaçao E s t é t i c a
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- Ob.ietivos
I b e r o a n )e r i c a n o
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de T e a t r o
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de J a n e i r o ,
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Infancia y
2.
M a d r i d : 11 Boletin
la J u v e n t u d .
(o u t u b r é , 1 9 7 3 ) , 5-6.
TENORIO,
José
tamentos.
Maria
- Folguedos
de A s s u n t o s
Cul tura i s - S E C ,
Brandão
- Universidade
Estudos
e Pesquisas
REVISTA:
A )agoas
JORNAIS:
A.'1
Hoje
e Danças
Federal
M.T.B.,
de A l a g o a s . M a c e i ó :
Patrocínio
de A l a g o a s
Museu
Depa£
Théo
- Coordenadoria
de
1980.
- Maceió,
(j a n .m a r .mai o .j u l .s e t .n o v , 1 9 8 0 - 8 1 .
Jornal
de A l a g o a s
Jornal
Gazeta
Jornal
Tribuna
de A l a g o a s
Jornal
Correio
de M a c e i ó
de A l a g o a s
TESES
KOUDELA,
Ingrid
Dormien
palco. Dissertação
Universidade
PUPPO,
Maria
de S ã o
Lucia
de . D i s s e r t a ç ã o
versidade
de S ã o
- Jogos
Teatrais
de M e s t r a d o .
Paulo,
de S o u z a
de
de
criação
Comunicações
no
e Artes,
1981.
Barros
de M e s t r a d o .
Paulo,
Escola
um p r o c e s s o
1981.
Tavares.
Escola
de
No
Reino
da D e s i g u a l d a
Comunicações
e Artes,
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