A P O S T I L A DAS SECRETÁRIAS DE AT I V I DA D E S III EXECUTIVA NACIONAL DA CNSAFs Quadriênio 2010-2014 Rio de Janeiro 28 de abril / 01 de maio de 2012 Í N D I C E ESPIRITUALIDADE 03 CAUSAS DA IPB 07 EVANGELIZAÇÃO 09 MISSÕES 14 AÇÃO SOCIAL 19 COMUNICAÇÃO E MARKETING 23 TERCEIRA IDADE/ ESPORTE/ RECREAÇÃO 26 CULTURA / CAUSAS LOCAIS / SOCIABILIDADE 34 ESTATÍSTICA 37 SECRETARIA DE ESPIRITUALIDADE PRÁTICAS DEVOCIONAIS E CRESCIMENTO ESPIRITUAL Quitéria Soares Bazílio de Oliveira 1. O que podemos entender por práticas devocionais? Chamamos de práticas devocionais ao conjunto de exercícios espirituais que, quando praticados com diligência, agem fortalecendo os crentes produzindo crescimento espiritual. Segundo o pastor Elben César, “as práticas devocionais são exercícios de sobrevivência e de plenitude espiritual”. 2. A importância das práticas devocionais As práticas devocionais podem ser entendidas igualmente como exercícios espirituais. Paulo diz a Timóteo: “Exercita-te, pessoalmente, na piedade” (1Tm 4.7b). Em relação ao crescimento espiritual, diz Paulo que, “o exercício físico para pouco é proveitoso”; mas quanto ao exercício da piedade, diz que ela (a piedade) “para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser” (1Tm 4.8). As práticas devocionais abrangem todos os exercícios espirituais que produzem, aperfeiçoam e dão sustentação à perfeita comunhão do pecador redimido com o seu redentor (1Jo 1.3). As práticas devocionais exigem dedicação, trabalho, esforço e tempo. As práticas devocionais são como fontes de água que fazem o cristão ser como árvores e ramos bem firmados, viçosos e frutíferos. “As práticas devocionais nos levam obrigatoriamente para junto das águas, e o resto é conseqüência natural dessa proximidade” (Elben César). 3. Práticas que produzem crescimento Há diversas práticas devocionais apontadas nas Escrituras: Prática da adoração; Prática da leitura da Bíblia; Prática do jejum; Prática da comunhão; Prática da confissão; Prática da misericórdia; Prática da vigilância; Prática do equilíbrio; Prática da confiança; Prática da humildade; Prática da alegria; Prática da resistência; Prática da disciplina; e muitas outras. Trataremos a seguir de algumas que nos parecem muito oportunas: 3.1 Prática da Adoração (Jo 4.23). Adoramos a Deus através do culto. O culto pode ser: público, doméstico e individual. Adorar é a tarefa primeira do crente e da igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.23). Deus tem os seus olhos voltados para a adoração e para o adorador (Gn 4.35).O culto é um ato de adoração. É a homenagem dos nossos corações agradecidos àquele que nos criou, nos sustenta e nos redime. Cultuamos a Página 3 SECRETARIA DE ESPIRITUALIDADE Deus de várias formas: a) Com os nossos irmãos – é o culto público, geralmente no templo; b) Em família – é o culto doméstico; c) A sós com Deus – é o culto individual; d) Através do nosso modo de viver – é o culto da vida (1Co 6.19; 10.31). Sobre o culto público. Diz respeito ao ajuntamento comunitário do povo de Deus com o fim de adorar (Sl 84.1; Sl 122:1).Consta do culto público: leitura bíblica, pregação, cânticos, orações, ofertas e ministração dos sacramentos (santa ceia e batismo). Ver: Princípios de Liturgia, capítulo 3. Ainda que possamos cultuar todos os dias, é no primeiro dia da semana que cultuamos com motivação especial em razão do que este dia significa (Jo 20.1, 19, 26; At 20.7; 1Co 16.1, 2). Ver: Confissão de Fé, capítulo 21; Princípios de Liturgia, capítulo 1. Sobre o culto doméstico. É o que tributamos a Deus em casa, em família. É uma prática de extrema importância (Dt 6:6-7). Em horário determinado da semana (ou todo dia), os membros da família se reúnem para cultuar. São partes do culto doméstico: leitura da Bíblia, breve explicação, cânticos, orações, agradecimentos, etc. Ver: Princípios de Liturgia, Art. 10. Sobre o culto individual. É o momento no qual ficamos a sós com Deus. É espaço de comunhão secreta (Mt 6.6). É o culto no qual o cristão abre o seu coração diante do Pai. Ver: Princípios de Liturgia, Art. 9º. Sobre o culto como modo de vida. Com tudo o que somos e fazemos devemos adorar a Deus (1Co 10.31; Hb 13:15, 16). Portanto, cultuar a Deus não é só a celebração comunitária, a comunhão em família ou mesmo a contrição individual. Cultuar é viver cada dia a fé. 3.2 Prática da Leitura da Bíblia (Sl 119.105) A Escritura Sagrada é a infalível revelação de Deus. Devemos recebê-la com atenção, reverência e obediência porque é a Palavra de Deus. Ela é a nossa única regra de fé e prática. A Escritura Sagrada: a) É inspirada por Deus (2Tm 3.16-17; 2Pe 1.1921); b) É superior à revelação natural (Sl 19; Rm 1.20); c) Permite que conheçamos Deus e Sua vontade (Is 8.20); d) Apresenta o caminho da salvação (Jo 5.39; Rm 15.4); e) É Palavra Viva (Mt 24.35; 1Pe 1.23-25); f) É perfeita e digna de aceitação (Sl 119.160; 1Tm 4.9); g) É eficaz (Is 55.11; Hb 4.12); h) O Espírito Santo é quem a esclarece e aplica (1Co 2.10-13); i) É suficiente (Dt 29.29; Jo 20.30-31; 21.25); j) Não deve ser alterada (Ap 22.18-19); l) A sua interpretação requer cuidado, zelo e temor (Mt 15.4-6; Mc 7.9-13); m) A sua compreensão requer dependência do Senhor (Sl 119.125; Lc 24.44-45); n) A sua compreensão exige a iluminação do Espírito Santo (1Co 2.6-12; 2Tm 3.16-17; 2Pe 1.20-21). Não devemos usar a Bíblia apenas quando vamos aos cultos. O seu uso deve ser diário e constante (Dt 6.2). Ela é fundamental para o nosso crescimento espiritual (Ef 4.15). Devemos organizar o nosso tempo de modo que possamos ler a Bíblia todos os dias. Ninguém permanecerá vivo espiritualmente se não se P á g i na 4 SECRETARIA DE ESPIRITUALIDADE alimentar da Palavra de Deus (Jr 15.16 e Mt 4.4). O exame da Bíblia é exercício que dá satisfação e gera crescimento espiritual (Sl 119.14-17). 3.3 Prática da Oração (1Tm 2.1) "Oração é um oferecimento dos nossos desejos a Deus, por conformes com a sua vontade, em nome de Cristo, com a confissão dos pecados, e um agradecido reconhecimento das suas misericórdias" Catecismo, pergunta 98). O Catecismo Maior acrescenta: “e com o auxílio Espírito” (Pergunta 178). coisas nossos (Breve do seu Características da oração: a) Deve ser a expressão dos nossos desejos diante de Deus (Sl 37.3-7); b) Deve ser dirigida somente a Deus (Mt 6.6); c) Deve ser feita segundo a vontade de Deus (1Jo 5.14; Pv 16.1); d) Deve ser em nome de Jesus Cristo (Jo 14.13-14; 16.23); e) Deve ser praticada com o auxílio do Espírito Santo (Jo 14.16-17; Rm 8.26-27; Ef 6.18; Jd 20); f) Deve ser feita com a confissão dos pecados (Lc 18.9-14; 1Jo 1.5-10); g) Deve conter um agradecido reconhecimento pelas misericórdias de Deus (Fp 4.6; Cl 3.15). Através da oração nós adoramos, louvamos, agradecemos, pedimos, suplicamos e intercedemos. Orar é uma experiência de intimidade com Deus (Mt 6.5-8). Orar é colocar -se em contato com um Deus sensível às necessidades dos seus filhos (Mt 7.712). Jesus foi exemplo de oração (Mc 1.35; Lc 3.21; 5.16; 6.12; 9.18; 22.44; Jo 17:4). 3.4 Prática do Jejum (Jl 2.12) A prática do jejum não tem sido um exercício espiritual muito comum em nossos dias. Encontramos muitos crentes que declaram que oram, lêem a Bíblia e vão ao templo com regularidade, mas muito poucos afirmam que jejuam. A verdade é que a maioria não sabe como jejuar e não conhece a orientação bíblica sobre o assunto. Objetivamente, jejuar é abster-se de alimentação com o fim de buscar a presença e a direção do Senhor. Jejuar é “afligir a alma” diante de Deus (Lv 16.29-31; 23.27, 29, 32; Is 58.3). A Bíblia demonstra que o jejum é uma prática muito antiga (Êx 34.28; 1Sm 7.6; 2Sm 1.11-12). Há muitos exemplos deste exercício espiritual tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (2Cr 20.3-4; Is 58.1-14; Jr 14.11-12; Dn 9.3; Dn 10.2-3, 12; Zc 7.4-6; Mt 4.2; 17.14-21; Mc 2.18; Lc 2.36-38; Lc 5.33; At 13.2, 3; 14.23). O jejum disciplina o corpo, tornando-o um instrumento para Deus. Quando jejuamos, estamos afirmando que o estômago não é nosso deus (Fp 3.17-19). O jejum nos dá a vitória sobre os desejos da carne. O jejum fortalece o nosso espírito, diminuindo a influência que a carne exerce sobre nós (Gl 5.13). O jejum pode ser total (alimentos sólidos e água), ou parcial (alimentos sólidos). Também pode ser de certos alimentos. Não há tempo definido para a sua duração. Pode durar: um dia, uma noite, vários dias e noites, uma ou duas refeições do dia, etc. (Êx 34.28; Jz 20.26; 2Sm 1.12; 1Rs 19.8; Et 4.16; Dn 6.18; Mt 4.2). Quem tem problemas de saúde deve praticá-lo com cuidado. O Página 5 SECRETARIA DE ESPIRITUALIDADE jejum não deve ser praticado com hipocrisia, para chamar a atenção (Mt 6.1618). O jejum bíblico não é regime. O jejum é um exercício espiritual. 3.5 Prática da Comunhão (1Jo 1.3) A igreja é a família de Deus. E a essência de uma família é o relacionamento entre os seus membros. É por isso que o salmista exclama: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Sl 133.1). Viver em união é viver em comunhão. A igreja do Senhor é possuidora da marca distintiva da comunhão (1Jo 1.3). A palavra comunhão é a tradução do termo grego koinonia, que, segundo os comentaristas, tem o sentido de associação, comunhão, fraternidade, relacionamento íntimo, generosidade, participação, partilha, compartilhamento. A comunhão dos santos caracteriza o tipo de relação pessoal que os cristãos gozam com Deus (o Pai) e também uns com os outros (entre os irmãos), em virtude da união de todos com Jesus Cristo (o Filho). Quem opera e garante esta relação é o Espírito Santo habitando no cristão, unindo-o a Cristo e a todos os que são de Cristo. A comunhão dos santos implica em comunhão com Cristo (1Jo 1.1-7). A comunhão dos santos é também comunhão com os irmãos (1Jo 3.11-24). Comunhão e mutualidade. A palavra mutualidade significa reciprocidade. Serve para descrever o dever que todos os crentes têm uns com os outros, ou, as obrigações mútuas entre os cristãos. Estes mandamentos de mutualidade (reciprocidade) indicam não apenas o que se deve fazer, mas também o que não se deve fazer, a fim de preservar a comunhão e a unidade do corpo de Cristo (Jo 15.12; Rm 12.5, 10; 14.19; 15.7, 14; 16.16; Gl 5.26; Ef 4.2; 5.21; Tg 4.11, e outros). CONCLUSÃO Que o nosso Deus, em sua infinita graça, nos faça cumpridoras da sua vontade, conduzindo-nos às fontes de águas das práticas devocionais, para a sua glória! Referências ALMEIDA, Antonio. Curso de doutrina cristã. São Paulo: CEP, 1959. ANDRADE, Eneziel Peixoto de. Estudos bíblicos doutrinários. São Paulo: Cultura Cristã, 1999. Assembléia de Westminster. Símbolos de fé. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2005. CÉSAR, Elben M. Lenz. Práticas devocionais. 4ed. Viçosa: ultimato, 2005. FALWELL, Jerry. O jejum bíblico. Venda Nova: Editora Betânia, 1980. HODGE, Alexander A. Confissão de fé comentada. São Paulo: Os Puritanos, 1999.Princípios de Liturgia. In: Manual presbiteriano. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006. Iracema Maia Ferreira P á g i na 6 SECRETARIA DE CAUSAS DA IPB Qual é a nossa meta? A meta é o centro do alvo. O centro do alvo é: Conhecer a IPB para amar a IPB Só se ama o que se conhece A IPB é uma federação de Igrejas locais que adota como única regra de fé e prática Escrituras sagradas do Velho e Novo Testamento e como sistema expositivo de doutrina e prática a sua confissão de fé e os catecismos maior e breve; Forma de governo – Conciliar Os concílios da IPB são assembleias constituídas de ministros e Presbíteros regentes. Estes concílios são: Conselho da Igreja, Presbitério, Sínodo e Supremo Concílio. Porque presbiteriana? Regida por presbíteros Presbitério – O presbitério é o concílio constituído de todos os ministros e Presbíteros representantes de igrejas de uma região determinada pelo Sínodo. Sínodo – É a assembleia de ministros e Presbíteros que representam os presbitérios de uma região determinada pelo Supremo Concílio. Supremo Concílio – É a assembleia deputados eleitos pelos presbitérios, e o órgão de unidade de toda a Igreja Presbiteriana do Brasil, jurisdicionando igrejas e Concílios, que mantém o mesmo governo, disciplina e padrão de vida. O que fazer??? · Vamos conhecer a IPB, promovendo concursos em reuniões departamentais, círculos, convenções ou inspirativas, congressos nas federações e bienais nas sinodais. · Apresente organograma, faça dinâmicas · Estude com os grupos pontos doutrinários. Página 7 SECRETARIA DE CAUSAS DA IPB · Consulte a SAF em Revista na página da secretaria de causas da IPB. Divulgar seus seminários e institutos bíblicos Divulgar informações sobre eles Promover estudos e concursos sobre o manual presbiteriano e MUSI Divulgar informações sobre as entidades da IPB, orando por elas FONTE: Manual Presbiteriano, MUSI P á g i na 8 SECRETARIA DE EVANGELIZAÇÃO Miriam Gomes “Porque todos eles procuravam atemorizar-nos dizendo: as tuas mãos largarão a obra e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos”. (Ne 6.9) Queridas irmãs, O tempo está passando velozmente e as oportunidades de pregar o nome de Jesus é tarefa urgente e inadiável para nós, que somos a sua Igreja. À igreja compete levar a mensagem certa, que é Cristo, consciente de que o evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Que nossas esperanças sejam renovadas em Cristo Jesus! A Secretaria de Evangelização da CNSAFs agradece às queridas irmãs que em suas Sinodais, Federações e SAFs que têm obedecido o imperativo do Mestre: Ide e pregai! RECORDANDO NOSSAS ATRIBUIÇÕES “Levanta-te, pois esta coisa é da tua incumbência, e nós seremos contigo”. Ed 10.4 É importante sempre termos em mente quais são as orientações que cabem à Secretaria de Evangelização. Segundo o MUSI – Manual Unificado das Sociedades Internas, as atribuições da Secretária de Evangelização de uma Sociedade são: a) promover trabalhos de evangelização nos lares, ao ar livre, em presídios, hospitais e pontos de pregação: b) promover a distribuição de Bíblias , Novos Testamentos, folhetos, livros evangélicos e outros; c) promover cursos de evangelização pessoal e discipulado. d) Compete ainda á Secretaria de Evangelização incentivar os sócios para que cumpram a grande comissão deixada por Jesus aos seus discípulos. Página 9 SECRETARIA DE EVANGELIZAÇÃO Também, ao olharmos no site da SAF (www.saf.org.br) encontramos algumas sugestões de trabalhos como: ♦ Chás Evangelísticos – “Chá da tarde”, Chá da primavera”, Chá e amor”, Chá e flores”, Chá das amigas”, – convide mulheres que precisam conhecer melhor a Jesus; ♦ Cursos de evangelização – pode-se usar o material “O Discipulado” da Editora Cultura Cristã - Rua Miguel Teles Junior 384 / 392 – São Paulo – SP – CEP 01540-040 / Fone (11)3207-7099; ♦ Cursos de alfabetização pela Bíblia para adultos - pode-se usar o material da AEI - Alfabetização e Evangelização Internacional - sede Rua Gonçalves Dias ,425 , Bairro Funcionários - Belo Horizonte - Minas Gerais CEP: 30140-090 Telefones de contato: (31) 2555-0128 / 2555-0129 ♦ Departamentais da SAF na casa das sócias – A hospedeira deve convidar suas vizinhas e amigas; (Projeto de Casa em Casa) ♦ Almoço missionário – a programação pode ser para angariar recursos a serem enviados a instituições missionárias da IPB. Consulte o Conselho da igreja sobre a possibilidade de oficializar uma data mensal ou trimestral para um almoço como esse; ♦ Viagem missionária – visite campos missionários da Junta de Missões Nacionais de sua região – toda a programação deve ser feita com bastante antecedência, contatando os líderes das localidades a serem visitadas – ao retornar, informe e incentive sua igreja para um maior envolvimento com missões. Comece pela sua casa, pelas ruas, bairros, praças, presídios, hospitais, dizendo que : DEUS É AMOR, JESUS AMA A TODOS, JESUS É A SOLUÇÃO E SALVAÇÃO, SÓ EM JESUS! Mantenha sempre com você folhetos evangelísticos (se possível, com o endereço e a programação da igreja). Estas são algumas sugestões, mas cada Sinodal, Federações e SAFs, poderão atuar em frentes de trabalho de acordo com as necessidades de suas regiões. O importante é aproveitarmos TODAS as oportunidades. P á g i na 1 0 SECRETARIA DE EVANGELIZAÇÃO Em 2010 quando apresentamos o plano de trabalho destacamos três importantes itens para o bom andamento do trabalho. Gostaríamos de relembrar esses itens, pois só podemos realizar uma obra com êxito, se primeiro entendermos o porquê estamos realizando. O que é evangelizar? É o ato de “sair correndo e contar ao outro a boa notícia”. Essa boa notícia fala de arrependimento, de perdão, de amor, de compaixão, de generosidade, de restauração de caráter, de cura da alma, de esperança, de salvação e de vida eterna. “Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Será este, porventura, o Cristo? Saíram, pois, da cidade e viram ter com ele”. Lc 4.28-30 Por que evangelizar? Porque na Palavra de Deus, encontramos uma ordenança séria: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. Mc 16. 15. Esse mandamento é a razão primária para evangelizar, pois foi uma ordem dada pelo próprio Cristo e a segunda é que devemos ter uma grande paixão pelas almas perdidas. Como evangelizar? Primeiro passo: Entender que: “Eu sou serva”. A serva de Deus precisa ter o coração, as emoções, os ouvidos, os olhos, a mente, enfim todo o seu ser à Sua total submissão para aprender a ouví-lo. Segundo passo: Desenvolver com Deus uma amizade íntima e profunda através do meio de graça que é a oração, para que cada dia sejamos aperfeiçoadas Nele, para que o mundo veja em nós o caráter de Cristo, através do testemunho. A oração é um dos maiores privilégios concedidos por Deus. “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto”. Is 55.6. Quando essas verdades são compreendidas o desejo de contar a boa notícia para o mundo é grande. Quando as SAFs se envolvem em projetos de trabalhos evangelísticos Página 11 SECRETARIA DE EVANGELIZAÇÃO precisam ter em mente o valor da vida humana. Jesus em algumas de suas parábolas nos ensina que Deus se importa com os que estão perdidos e o desejo do seu coração é que todos ouçam a boa notícia e o aceitem como Salvador e Senhor de suas vidas. As parábolas da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho pródigo, nos ensinam claramente de que Deus quer buscar os perdidos e para isso, através do seu Espírito, nos usa como instrumentos. “Digo-vos que assim haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove juntos que não necessitam de arrependimento”. Lc 15.7 RENOVANDO NOSSA DISPOSIÇÃO Sugerimos alguns projetos para o quadriênio 2010-2014, e lembramos que eles nos ajudam a recordar que a nossa missão permanente da igreja se resume num verbo: EVANGELIZAR. Foram eles: Projeto Lídia, Projeto de Casa em Casa, Projeto Realização de Impacto de Evangelização e Ação Social e Projeto de Capelania Prisional. Como esses projetos têm sido aceitos em suas SAFS ? Convidamos você, querida irmã a renovar essa disposição de levar adiante essa obra, que não é nossa, mas de Cristo Jesus, Senhor da igreja. Renovar é tornar a fazer, é revigorar-se. É fazer de novo todos os dias, como faziam os apóstolos. Mulher Presbiteriana, somos testemunhas de Jesus Cristo e essa missão é nossa, não podemos silenciar-nos. Sigamos em frente com toda disposição, evangelizando não só com palavras, mas também com nossas vidas, testemunhando de maneira positiva no lar, na vida do esposo não crente, dos P á g i na 1 2 SECRETARIA DE EVANGELIZAÇÃO filhos, dos familiares, dos amigos, etc. “Tudo faço por causa do evangelho com o fim de me tornar cooperador com ele”. 1Co 9.23 Esta tarefa não é somente do pastor ou do pregador que está no púlpito, mas de todos os que fazem parte do corpo de Cristo. ♦ Que Deus nos ajude a ganhar vidas para Jesus, no poder do seu Espírito; ♦ Que nossas SAFs sejam formadas por mulheres missionárias, altamente comprometidas; ♦ Que cultivemos relacionamentos sadios e significativos, para que o mundo veja em nós o brilho de Jesus Cristo. Que o Senhor nos abençoe. Mais de Cristo em nós! Com meu carinho Página 13 SECRETARIA DE MISSÕES Lucília de Sá Mesquita MISSÕES – O QUE CUSTA PERMANECER? As Secretárias de Atividades da CNSAFs, reunidas em novembro de 2010, em Campina Grande-PB, por ocasião do Culto de Ação de Graças pelos 127 anos do trabalho feminino a nível nacional, decidiram que na Executiva de 2012, não daríamos sugestão de novos projetos, pelo fato de que novas presidentes de Sinodais estão chegando e também por percebermos que mesmo as reeleitas precisariam de mais tempo para executar as atividades sugeridas. A ORIENTAÇÃO É CONTINUAR FIRME EM FAZER MISSÕES! Sabemos que uma forma eficaz de se ganhar um hábito, aprender alguma coisa que fique para a vida, é necessário a repetição associada à disciplina. Para ser discípulo de Jesus precisamos permanecer. Quantas vezes Jesus falou a palavra “permanecer” ou outras derivadas dela no texto de João 15? O que Jesus quis dizer em Lucas 8:15 com “estes frutificam com perseverança?”. Além de perseverar, nós também queremos crescer na comunicação entre nós Secretárias de Atividades e Presidentes de Sinodais. Temos ouvido nas Reuniões Executivas as notícias boas do que está acontecendo em cada região, mas não possuímos todas estas informações de forma escrita, com fotos que demonstrem o trabalho que têm sido realizado. Vamos corrigir isso? REALIZAR MISSÕES E REGISTRAR O QUE TEM SIDO FEITO Gostaria de ter cadastrado o que foi realizado a partir de Abril de 2010 no que se refere a Missões. Para que essas informações sejam amplamente divulgadas no III Encontro da Mulher Presbiteriana e também algumas para serem incluídas, ocasionalmente, nos artigos da SAF EM REVISTA, aguardo-as até 15 de Agosto de 2012. As Secretárias de Missões certamente receberão muito bem esta incumbência, de reunir as informações, juntamente com as fotos, relatando-as e enviandoas continuamente, a medida que cada atividade ligada a Missões se realiza. Essa dinâmica de registrar deve ser parte do planejamento de tudo que as SAFs têm realizado. P á g i na 1 4 SECRETARIA DE MISSÕES Projetos principais sugeridos pela Secretaria de Missões da CNSAFs para este quadriênio 1. ABRACE O SEU MISSIONÁRIO ADOTADO – Este movimento é de adoção de missionários da Junta de Missões Nacional- JMN e Agencia Presbiteriana de Missões Transculturais - APMT, continuando o que há décadas a CNSAFs têm feito, de forma incansável, incentivando além de abraçar o missionário e sua família, também bendizer (falar bem das coisas que esses servos e servas de Deus têm sido enviados a fazer); Recuperar, tratando fraternalmente aqueles que estão emocionalmente abalados; Amar os missionários, como se fosse seus próprios filhos; Cuidar, para que essas pérolas preciosas não se percam e nem voltem dos campos missionários e Entender os nossos missionários em momentos de crise para que eles saibam que as auxiliadoras de todo o Brasil estão comprometidas com seus ministérios. Como posso ser suporte na vida do(s) Missionários adotado(s)? Orando por eles e suas famílias, seus ministérios e pela comunidade onde trabalham; Presenteando com bons livros e outras necessidades identificadas; Visitando sempre que possível, fazendo isso com comunicação antecipada e programada para realizar o trabalho junto com a comunidade; Sugestões práticas? - Escreva cartas individualmente ou em grupo ou enviem fitas com mensagens de boa qualidade para o missionário; - Envie bons conteúdos de lições e outros materiais da Escola Bíblica de sua Igreja; - Durante o ano, sempre que possível, enviem presentes de aniversário e cartões de Natal e de outras datas especiais. Lembre-se que a Página 15 SECRETARIA DE MISSÕES correspondência leva algum tempo para chegar ao destinatário, portanto remetam suas cartas e pacotes com bastante antecedência; - Solicite fotos do(s) missionário(s) e de sua(s) família(s) e peça-lhe(s) que escrevam, sempre que possível. Faça um mural com as fotos e notícias que receberam, tendo o cuidado de não divulgar informações que possam prejudicar o campo missionário; - Procure se informar quando o missionário e /ou família estará por perto e marcar uma data, para estar com ele(s). Não perca a oportunidade de sempre que puder conhecer/ conviver com o(s) missionário(s) adotado(s). (Adaptado do Livro: “52 Maneiras de Ensinar Missões”- SHEDD PUBLICAÇÕES LTDA). 2. CONTE COMIGO EM AVANÇOS MISSIONÁRIOS Organize pelo menos um avanço missionário por ano. COMO? Formando equipes, seja através de SAFs, Federações e Sinodais. Vamos nos organizar de forma a identificar as necessidades do lugar visitado e apoiar os trabalhos presbiterianos existentes; - Pegue um mapa da região que será visitada; Conheça as necessidades e realidade do local; - Faça contato com os líderes que envolvem a comunidade, seja Igreja, P á g i na 1 6 SECRETARIA DE MISSÕES Presbitério, Junta ou Agência Missionária; Faça o orçamento para a logística: transporte, hospedagem, alimentação, segurança dos participantes, material evangelístico: bíblias, folhetos, etc.; - Identifique as pessoas que farão parte da equipe e distribua as atividades planejadas de acordo com a habilidade de cada participante dentro do tempo estipulado para o Avanço Missionário; A data do avanço não deve conflitar com as festas ou eventos do lugar e deve ser definida com tempo hábil para a sua organização; - Defina o programa do Avanço Missionário, observando a realidade do lugar escolhido e com linguagem apropriada, de maneira a ser compreendido ao comunicar a palavra de Deus; - Levante as necessidades sociais e providencie o que possível para supri-las, como: cestas básicas, medicina preventiva, odontologia, vestuários, calçados, brinquedos, etc; - Efeito surpresa: planeje um impacto na comunidade. Não anuncie com antecedência. Defina todo o percurso: locais e horários dos cultos ao ar livre, das ações sociais, do evangelismo nas ruas e nas casas; - Cuide com carinho da programação infantil. Leve bastante material de visualização para as crianças compreenderem o evangelho de Cristo; - Registre todas as etapas da Viagem Missionária – para nosso bem e das futuras gerações. Tire fotos ,grave e escreva, para que haja memória e que esses momentos importantes sejam registrados e lembrados por nós e pelas próximas gerações; - Levante uma equipe de intercessão pelo Avanço Missionário. Duas ou mais pessoas devem interceder antes, durante e depois da viagem, pois além da equipe ser abençoada com as orações, cada pessoa crescerá na intercessão e se sentira parte das Missões. Nunca devemos sair para o trabalho sem estarmos preparados espiritualmente para a “batalha” e também contar com um grupo que nos sustentem na oração. A intercessão dos que ficam é que garante a vitória dos que vão! (Informações concedidas pelo casal Pb. Jerônimo Gusmão e Mirtes Fonseca, lideres do Ministério Rumo ao Sertão e Rev. Alcedir Sentalin - Am). Página 17 SECRETARIA DE MISSÕES LINK “AMO MISSÕES” NO NOSSO SITE – www.saf.org.br. Continuaremos registrando as idéias novas e práticas que irão surgindo na área de Missões, como também para divulgar as realizadas pelas SAFs, Federações e Sinodais em todo o território nacional. Você já “clicou” no link e viu quantas idéias, sugestões práticas em Missões? Escrever para: Lucilia de Sá Mesquita e-mail: [email protected] “Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós, para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações”. (Salmo 67:1-2). P á g i na 1 8 SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL Cecília Antonieta de Lara Pires RELEMBRANDO PROJETOS E PROPOSTAS DA SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL DA CNSAFS AÇÃO SOCIAL- EXPRESSÃO DE UM CRISTIANISMO INTEGRAL Quando atentamos para os três anos do ministério de Jesus, aqui na terra, percebemos que grande parte dele se voltava às necessidades materiais dos que o procuravam. Depreende-se daí que o plano redentor de Deus para o homem não se restringe apenas ao que, geralmente, se considera como vida espiritual. O nosso evangelho, por isso, deve representar uma visão abrangente do homem na sua plenitude: espírito, alma e corpo (I Tes. 5:23). A epístola de Tiago é sumamente enfática quanto a isso. (Tiago 2:14-26). Como em tantos outros assuntos, os extremos, em nosso comportamento religioso, são sempre perigosos. Precisamos estar atentos para não cair no equívoco de reduzir-nos a uma teoria vazia, escondendo-nos por trás de uma graça sem graça. Que o Senhor nos livre de identificar tal indolência à boa vontade para com o mundo que Ele ama. Pretendemos, através dos depoimentos a seguir, exemplificar o que de concreto temos realizado no sentido de expressar esse evangelho integral. SUGESTÕES PARA IGREJAS SEDIADAS EM MUNICÍPIOS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE 1 – Aula de digitação; 2 – Aula de higiene: corporal / casa (limpar o banheiro, lavar louça, arrumar uma mesa para jantar/café); doar louças, talheres e outros utensílios de cozinha; quintal (sugestões de plantas e jardins) 3 – Aula de culinária; 4 – Visitas aos enfermos (dormir no hospital – levar alimentos aos acompanhantes); 5 – Encapar material escolar), doar uniformes; 6 – No círculo da Federação – Levar médicos, dentistas, professores, manicures, cabeleireiros, nutricionistas e costureiras; Página 19 SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL 7 – Trabalhar com meio ambiente: uso da água, separação do lixo orgânico e reciclável, bem como a queima do lixo onde não houver serviço de coleta) 8 – Auxiliar na educação dos filhos levando à escola, buscando quando a mãe está doente, fazendo a lição de casa, contando histórias, dando banho na criança; 9 – Levar agasalho e comida para os indigentes de rua. 10 – Oficinas de artesanato. OBS: Não esquecer que a principal finalidade do trabalho é mostrar às pessoas alcançadas o amor e as Boas Novas de Cristo, portanto, todas as atividades deverão ser precedidas e/ou encerradas com uma breve devocional e oração. As atividades de caráter individual como a descrita nos itens 8 e 9 acima deverão estar sempre permeadas por palavras de apoio e incentivo, que levem à pessoa beneficiada a mensagem de Jesus. SUGESTÕES PARA IGREJAS SEDIADAS EM MUNICÍPIOS DE MÉDIO E GRANDE PORTE 1 – Oficinas de cidadania; 2 – oficinas de cidadania, incremento de rendas 3- Trabalhos em escolas de cegos (culto, lanche, leitura de livros); 4- Cursos de libras para os surdos e para as sócias da SAF se comunicarem com deficientes auditivos: 5- Trabalho voluntário em hospitais, leprosários, lar de idosos e de crianças através de visitas, cultos, leituras, reforço escolar, doações, etc. 6- Ação Social em favelas e comunidades carentes –Ex. Projeto Savana – Curitiba-PR Exemplos de projetos que tem dado bons frutos: Projeto “Favela Jardim Savana” A SAF da IP do Guabirotuba está participando de um projeto para melhorar a vida das crianças e adolescentes da favela do Jardim Savana, oferecendo-lhes dignidade, esperança e um futuro melhor. Fazem parte deste projeto uma missionária, um presbítero e 06 (seis) irmãs da SAF. P á g i na 2 0 SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL Esta favela fica a 05 quadras da Igreja num local de pouco acesso, lá moram 75 famílias, aguardando uma solução da Prefeitura para a moradia, enquanto isto não acontece às famílias moram de forma muito precária, barracos construídos com material de demolição, sem segurança, com esgoto a céu aberto, sem iluminação e ventilação. Neste ambiente vivem famílias inteiras sem nenhuma estrutura social, familiar e religiosa. A fonte de renda dessas famílias vem de catar lixo e reciclá-los para a venda. Assim a IPG alugou uma sala (de uma casa) próximo a favela para a realização este projeto. Atualmente contam com uma média de 17 crianças e adolescentes. Primeiramente, fazem com que todas as crianças e adolescentes lavem as mãos e o rosto, e após dão início, com oração, cantos, leitura da Palavra e explicação da mesma através de representações. Após dá-se início às atividades, tais como: - reforço escolar; - artesanato: tapeçaria, pintura de panos de prato, cestaria, chaveiros, trabalho com miçangas, colagens, etc; - brincadeiras com jogos, por exemplo, banco imobiliário, dominó, memória, quebra-cabeças, uno, etc; - casinha de boneca e uma caixa de brinquedo podermos brincar com as crianças; - Pintura e desenhos; - Filmes (levamos os equipamentos); - O dia da beleza (cortar unha e lavar os cabelos); - Palestras de meio-ambiente. Após a finalização das tarefas é servido um lanche bem nutritivo e variado, com sanduíche, cachorro quente, bolo, bolo salgado, suco e às vezes fruta. Os adultos também são atendidos: - Oração e Aconselhamento (dentro do possível); - Distribuição de vinte cestas básicas para as famílias cadastradas; - Aquisição de medicamentos, de documentos, distribuição de enxovais para bebês, material escolar, uniforme e roupas, calçados e móveis. Também levam as crianças para passar a tarde no parque, ao Shopping e ao cinema. Página 21 SECRETARIA DE AÇÃO SOCIAL PROJETO ATITUDE- SAF do Bairro Maré Mansa em Presidente Prudente -SP SAF promove corte de cabelo, orientação jurídica, fonoaudiologia, dentista, etc. A AÇÃO SOCIAL DA SAF JUNTO À TERCEIRA IDADE A Igreja Presbiteriana de Curitiba inaugurou, no início de 2009, o Lar do Idoso, para acolher senhoras da comunidade que já residiam em instituições semelhantes. Atualmente pode acolher até dez pessoas. O funcionamento do Lar se deve à colaboração de toda a Igreja que através de seus membros, tem realizado doações dos mais diversos recursos: bens, utensílios e equipamentos e o sustento orçamentário A SAF, que tem sido decisiva para o funcionamento do Lar, seja através da aquisição de roupas de cama, utensílios de cozinha, móveis e artigos diversos cuja necessidade percebe em suas constantes visitas; seja no apoio espiritual dedicado, com sua inclusão nas orações individuais e nas reuniões de orações semanais; seja nas reuniões mensais realizadas pelos seus Departamentos no próprio Lar do Idoso, envolvendo suas moradoras, com devocional, farto lanche e confraternização. (Rev. Luiz Carlos Vieira) A SAF JUNTO AOS CAMPOS MISSIONÁRIOS A SAF é instrumento nas mãos de Deus para incentivar e apoiar missionários na solidão de seus campos, através de suas orações e seu interesse em melhor conhecer a realidade local, doações e viagens missionárias. Que o Senhor nos encha do Espírito de Cristo, nosso modelo perfeito, para o desempenho dessa honrosa tarefa a nós atribuída como servas suas. Conheço as tuas obras, e o teu amor, e a tua fé, e o teu serviço, e atua perseverança, e sei que as tuas últimas obras são mais numerosas que as primeiras.”Ap.2:19 P á g i na 2 2 SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING Sandra Silvério Gaio Lopes Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. I Cor. 15.58 Querida irmã, Estamos na metade do quadriênio, muito já foi feito mas ainda há muito por fazer. Neste momento gostaríamos de recordar os planos e metas apresentados até então. Para quem é nova no cargo é uma oportunidade de conhecer mais de perto os desafios propostos por cada secretaria e, para as antigas, uma chance de avaliar o trabalho até então realizado. METAS 1. Comunicação efetiva – A SAF é uma reunião de sócias e toda informação que sair da CNSAFs, Sinodais, Federações deverá chegar até a sócia na SAF. Como? De acordo com a realidade de cada região: 2. boletins informativos jornais, cartazes cartas e-mails, blogs telefonemas, etc. SAF em Revista - Que a sócia da SAF: Leia / Assine / Colecione a SAF em Revista A sócia precisa perceber o valor da Revista, sua utilidade e sentir necessidade de ter uma em mãos. Como criar esta necessidade? Foram apresentadas algumas idéias: · Programar reuniões, nos diversos âmbitos, onde a revista seja utilizada do começo ao fim (convites, decoração, apresentação do Página 23 SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING programa, devocional, estudo, dinâmica, lembrancinha e lanche). Cada departamento, SAF ou federação pode ficar encarregado de uma tarefa. · Incentivar a Sinodal seguir as sugestões de trabalhos apresentadas pelas secretárias de atividades na evangelização, missões, ação social, espiritualidade, sociabilidade, causas da IPB, estatística, música, 3ª idade e comunicação. · Nas reuniões fazer um pequeno concurso com perguntas sobre algo da revista do trimestre. 3. Campanha de Assinaturas por Região – Na Executiva de 2011 foi proposto que as sinodais de cada região se envolvessem tendo como meta o aumento de 40% nas assinaturas de sua região. Resultado? REGIÃO 2ª Executiva 3ª Executiva Centro-Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Orientações Quanto ao Envio de Material para a SAF em Revista Padronização da Editora Cultura Cristã Versículos bíblicos: Em nomes precedidos de número, não usar números romanos nem espaço entre o número e a abreviatura. Correto: 2Cr Errado: II Cr Para separar o número do capítulo do número do versículo, usa-se um ponto final sem espaço. Correto: Gn 1.1 Errado: Gn 1:1 Orientações quanto ao texto: Usar linguagem mais simples. Não usar letra maiúscula para frases. P á g i na 2 4 SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING Artigos e Poesias Todo material passará pela avaliação da Secretária Geral. Material muito específico não será utilizado. Ex. acróstico com nome de sócia, marido, etc. Fotos Enviar foto de boa qualidade para impressão e que retrate bem o evento. Não fazer montagens de várias fotos. Em um evento com muitas pessoas procurar registrar na foto o maior número dos presentes Informar: Quem, Onde, Quando, Como. Não enviar foto colada no Word. Ela deve ser anexada à mensagem. Em formato de imagem (JPEG, GIF, PNG ou TIF) Não serão utilizadas fotos em arquivos pdf ou ppt e coladas no WORD e links para baixarmos as fotos. As pessoas deverão estar posando para a foto, olhando para a câmera e não conversando, brincando, de costas, olhando para outro lado, etc. Com a facilidade da máquina digital perdemos a preocupação em tirar uma boa foto, tiramos várias e ruins. “É bom verificar sempre se todos estão enquadrados para evitar braços e pernas sem cabeças ou cabeças sem corpo. Você sabia? A SAF em Revista é feita com mais de 4 meses de antecedência. Se as fotos forem enviadas muito tempo após o evento, provavelmente não serão aproveitadas, pois sairão com quase um ano de atraso. VISITE NOSSO SITE www.saf.org.br Página 25 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO Mary Loide Brunet No MUSI ainda não está incluída esta secretária, pois foi criada nesse quadriênio. Enquanto isso não acontece, pois depende de estudos da diretoria, teremos como orientação de trabalho, esses motivos. A Secretaria da Terceira Idade tem as seguintes atribuições: 1. Motivar a criação de grupo de idosos, incentivando-lhes e dando oportunidade de crescimento espiritual, social e intelectual, sem detrimento do trabalho da SAF. 2. Divulgar o ESTATUTO DO IDOSO, para conscientização dos direitos e deveres de cidadania da pessoa idosa. 3. Despertar na pessoa idosa o reconhecimento de seus dons e talentos para serem usados no Reino de Deus. 4. Incentivar a pessoa idosa a observar com que honra, dignidade e carinho é tratada pela Palavra de deus. 5. Motivar a mudança do comportamento da sociedade em relação ao idoso, por meio de palestras e conhecimento do Estatuto do Idoso. ATIVIDADES EDUCATIVAS COMO MEIO DE SOCIALIZAÇÃO DE IDOSOS ATIVIDADE, SIGINIFICA, DISTINTAS AÇÕES, TAREFAS, INTERCÂMBIOS DE APRENDIZAGEM, DE RECREAÇÃO, DE ENSINO, DE USO DE TEMPO LIVRE EM FAVOR DE SI MESMO OU SOLIDÁRIO COM OUTROS. AS PRIMEIRAS INICIATIVAS DE ATIVIDADES VOLTADAS PARA OS IDOSOS NO BRASIL DATAM DOS ANOS SESSENTA, TENDO COMO PIONEIROS A LBA (LIGA BRASILEIRA E ASSISTÊNCIA) E O SESC (SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO). APARECERAM, TAMBÉM, AS UNIVERSIDADES ABERTAS DA TERCEIRA IDADE, INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS QUE TÊM TRAZIDO PARA DENTRO DE SEUS ESPAÇOS UM NÚMERO CADA VEZ MAIOR DE IDOSOS, QUE BUSCAM RETOMAR SEU LUGAR NA SOCIEDADE, PARTICIPANDO COMO SUJEITO DO SABER E NÃO APENAS COMO OBJETO DE ESTUDOS. Página 26 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO As atividades de socialização tem transformado grupos de desconhecidos em grandes parceiros da vida, dando assim mais liberdade para suas expressões, motivando–os ao melhor convívio social. No meio em que vivemos sabemos que os bons relacionamentos influenciam e muito para o desenvolvimento social e profissional. Mas as atividades de socialização servem para que? 1. integrar a pessoa no meio social 2. desenvolver o conhecimento mútuo e a participação grupal; 3. a busca da convivência com colegas da mesma idade 4. desenvolver ocupação para o tempo ocioso 5. adquirir hábitos de relações interpessoais 6. desinibir e desbloquear 7. desenvolver a comunicação verbal e não verbal 8. descobrir habilidades lúdicas 9. desenvolver adaptação emocional 10. descobrir sistemas de valores; 11. dar a evasão ao excesso de energia e aumentar a capacidade mental. O desenvolvimento das atividades educativas com idosos tem considerado aspectos sociais e culturais como a questão da competitividade entre idosos, da necessidade de falarem sobre suas experiências passadas, da crença que estão com problemas de memória e que as salas de aula e o uso do computador são para jovens. então dentro do nosso perfil cristão, conforme nosso comportamento presbiteriano, as expressões que mais se identificam com o nosso estilo de vida, em termos de atividades de socialização são: Página 27 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO 1. OFICINA MARATONA DA ESCRITA Todos temos uma história para contar, só que às vezes não sabemos por onde começar. Isso acontece com você? É mais comum do que se pode imaginar. A escrita, assim como todas as habilidades, precisa de orientação, dedicação e muito treino. A proposta é desenvolver a capacidade de associar ideias, imagens, memórias, situações e reproduzi-las, transformando-as num texto. Os objetivos da oficina da escrita são: - Para desenvolver precisão e compreensão em auto-percepção e outros; - Para desenvolver a criatividade, auto-expressão, e uma maior autoestima; - Para reforçar as competências interpessoais e capacidade de comunicação; - Para expressar emoções e liberar a tensão; - Para encontrar um novo significado através de novas idéias e informações, e - Para promover a mudança e aumentar habilidades de enfrentamento e funções adaptativas. ALGUMAS REGRAS DEVEM SER ESTABELECIDAS NO GRUPO COMO: 1.A VONTADE DO IDOSO DE MOSTRAR OU NÃO O SEU TRABALHO AO GRUPO OU DE APRESENTÁ-LO POR MEIO DE PSEUDÔNIMO. 2. A VONTADE DO IDOSO DE CONTAR O QUE QUISER E NA ORDEM QUE PREFERIR. 3. ESCREVER HISTÓRIAS QUE REMETEM À SUA VIDA PESSOAL OU DE OUTRAS PESSOAS 4. Abre-se também espaço para fantasias e projetos, especialmente no intervalo da idade atual. A ESCOLHA DA FORMATAÇÃO DA ESCRITA, PODE SER FEITA PELO GRUPO: Página 28 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO 1.diário 2. agenda comentada 3. crônicas 4. poesias 2. ATIVIDADE - OFICINA DE MÚSICA Do ponto de vista histórico, sabemos que a música tem a capacidade de transcender o tempo, a música vai além dos séculos e décadas, existe em diferentes culturas e gerações dando sentido aos movimentos, fatos vivências e épocas. A música também marca um tempo histórico, sociocultural, permanece numa memória coletiva e étnica. Os efeitos benéficos da música e seus elementos na saúde física e mental foram descobertos há mais de dois mil anos atrás. O reconhecimento de que a música poderia estimular o corpo humano, influenciar no batimento cardíaco, no sistema imunológico, no sistema endócrino, nos órgãos dos sentidos, na resposta motora, comportamentos e emoções, levou seu uso para a prevenção e o tratamento de doenças físicas e mentais. O ensino musical para a terceira idade pode trazer benefícios não só na melhoria da qualidade de vida do grupo, como também pode promover aspectos de desenvolvimento criativo e expressivo do ser. A educação musical pode transformar a realidade do idoso, de forma que ele se sinta agente da sociedade e transformador da mesma. Os benefícios da música Nada no planeta "escapa" aos efeitos da música. Ela interfere em tudo que se refere aos seres vivos: na digestão, na produção de secreções, na circulação sangüínea, nas batidas cardíacas, na respiração, nutrição, etc... nas inteligências. Página 29 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO O uso errado da música encurta a vida e, corretamente usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por exemplo, faz mal à saúde física e mental e vicia, tanto quanto qualquer droga química. Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na terapia de: partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas entretêm pacientes em sala de espera com música suave, neutralizando a ansiedade. Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no tratamento de pacientes com dores. No Brasil, a música já é usada na recuperação de doentes terminais . Há muito, sabe-se que a música estimula a produção no trabalho. Em restaurantes, ela estimula o apetite, o romantismo, a confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o espírito cívico. Para cada ambiente, há ritmos, sons e volumes apropriados. Porém, o volume acima de 70 decibéis, segundo órgãos internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais irreversíveis. Por outro lado, no volume correto, a música sensibiliza, entusiasma, fortalece a memória, consola; tranquiliza, desperta a atenção, estimula a inteligência. A música se destaca dentre as expressões artísticas, desde os primórdios da narrativa bíblica. E as músicas das nossas vidas fazem parte dessa construção, como por exemplo os hinos que cantamos na infância sempre traz lembranças de determinada época, ou da igreja, ou de pessoas Atividade com música para a terceira idade,pode ser: aulas de canto ou de um instrumento musical, grupo coral, conjunto musical 3. Inclusão Digital A pessoa idosa, ao deter conhecimentos de informática, confere um Página 30 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO novo significado à sua vida, indo além das facilidades oferecidas, cultura, entretenimento ou atividade profissional que este meio proporciona. As novas tecnologias também contribuem para a qualidade de vida da pessoa idosa pela satisfação, reforço da auto-estima, autonomia e oportunidades que lhes proporciona. A inclusão digital pode ser encarada como um dos fatores impulsionadores de uma maior aproximação e comunicação com os pais, filhos e netos, principalmente pelo reconhecimento do potencial do idoso para a aprendizagem da tecnologia e de uma nova linguagem, até então concebidas como prerrogativas dos mais jovens. Promover a interação social dos mais idosos com os mais jovens, é um fator fundamental para quebrar o padrão contemporâneo da nossa civilização, onde se acentua cada vez mais, o fosso entre os mais jovens e os menos jovens. Dinâmicas para Grupos Evangélicos da Terceira Idade Salmos da vida O coordenador deve reunir o grupo de idosos em um ambiente confortável e providenciar os seguintes materiais: Lápis e papel. Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. Página 31 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe . Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos. Participantes: 10 a 20 pessoas; duração 45 minutos. Dinâmica Com Música Dinâmica com hinos: Recortar a partitura de dois hinos ou apenas a letra dos mesmos como para formar um quebra cabeça, distribuir os pedaços com os participantes, para que arrumem o quebra cabeça, ao término, canta-se o hino. Entrevista Musical: Chame uma pessoa para essa entrevista e diga-lhe que as respostas tem que ser cantadas com hinos do novo cântico presbiteriano distribua com a platéia as respostas numeradas de acordo com as perguntas da entrevista. Quando a entrevistada não responde cantando, a platéia pode responder cantando. Perguntas: quem é o seu melhor amigo? nº 161 nc porque estamos reunidas aqui? nº 325 nc Página 32 SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE / ESPORTE / RECREAÇÃO o que você deseja para o seu país? nº 376 como você deseja construir a felicidade do seu lar? nº 395 o que você diz para seus familiares e amigos quando os vê com problemas e desanimados? 165 como você termina seu dia de trabalho e realizações? 62 2º estrofe o que você ora a deus pelo seu casamento? 393 a quem voce se entregou de corpo e alma? 217 você sabe que eu não sou rica, mas que vivo sonhando comprar uma mansão, você acha isso impossível e quer me aconselhar. o que você pode me dizer? 63 , 3º estrofe Atividade com palavras e música: Escrever, em pequenos papéis, várias palavras. Ex: ABRAÇO, AMOR, ROSA, VIAGEM, ESTRADA... Cada um pega um papel e após ler a palavra escrita procura lembrar uma música que contenha a palavra. FONTE: www.portalterceiraidade.org.br/www.interteen.com.br Página 33 SECRETARIA DE CULTURA / CAUSAS LOCAIS/ SOCIABILIDADE Liliana Souza da Silva Silveira 1. O QUE ESTAS SECRETARIAS DEVEM FAZER NA FEDERAÇÃO OU NA SINODAL? O Manual Unificado das Sociedades internas da Igreja Presbiteriana do Brasil no artigo 74 e 107 trás as atribuições das secretarias em âmbito de Federação e Sinodal respectivamente. Art. 74 – Os secretários de Atividades buscarão, de todas as formas, apoiar as Sociedade locais na elaboração de programas, sugestão de atividades e treinamento de líderes em suas respectivas áreas (suas atribuições e funções são descritas nos artigos 30 a 42 deste manual). Art. 107 – Os secretários de atividades buscarão, de todas as formas, apoiar as Federações e as Sociedade locais mediante elaboração de programas, sugestão de atividades e treinamento de líderes em suas respectivas áreas (suas atribuições e funções são descritas nos artigos 30 a 42 deste manual). O foco principal das secretárias é o apoio, orientação e acompanhamento. As secretárias devem trabalhar em cima disso. Não é necessário programar eventos especiais. A sociedade local é a responsável por desafiar todas as sócias a atuar individualmente e coletivamente (Art. 28). A SAF local deve: - cooperar com a Igreja em todas as atividades, promovendo a plena integração dos seus membros; - incentivar o cultivo sadio de atividades espirituais, evangelísticas, missionárias, culturais, artísticas, sociais e desportivas; - promover uma salutar convivência com outros departamentos e organizações da IPB. (Art. 2º) Observe o que o MUSI atribui à Secretaria de Cultura, Causas Locais e Sociabilidade na SAF. Art. 37 - atribuições da Secretaria de Causas Locais e Sociabilidade: a) Prestigiar todas as atividades da igreja; b) Incentivar a Sociedade a mostrar apreço pelo pastor e sua família; c) Cumprimentar, em nome da Sociedade, os sócios em seus aniversários e em outras ocasiões especiais; d) Festejar as datas constantes do calendário; e) Promover um entrosamento maior com todos os membros da Igreja, dispensando atenção especial aos visitantes; f) Visitar sócios afastados. Art. 38 – atribuições da Secretaria de Cultura: Organizar e manter biblioteca, acervos e museus; Organizar, ensaiar e apresentar peças teatrais; Promover concursos literários (redação e poesia); Comemorar datas cívico-religiosas e culturais; Promover palestras e seminários, filmes evangélicos e culturais, passeios e júris simulados. Página 34 SECRETARIA DE CULTURA / CAUSAS LOCAIS / SOCIABILIDADE Essas atividades são propostas para a SAF local. Quando a Federação ou Sinodal propõe muitos eventos e/ou atividades estão tirando as SAFs do propósito principal que é o crescimento do reino de Deus na igreja local. Isso não quer dizer que as Federações e Sinodais não podem promover ações nessas secretarias. As Presidentes precisam fazer um bom planejamento funcional, ou seja, de acordo com a realidade, utilizando nas reuniões da Federação (círculo, congresso) ou da Sinodal (inspirativas, congressos) todas as secretárias de atividades. As reuniões, quando bem organizadas e participativas, melhoram a comunicação e consolidam o trabalho gerando idéias inovadoras, que surgem das diferentes vivências e pontos de vistas. Devemos aproveitar bem as oportunidades ao invés de criar outras ações que muitas vezes não serão bem sucedidas. Um bom planejamento permite também definir o que será importante organizar naquele ano, naquela região. Orientar, acompanhar, sugerir e treinar. – esse é o foco das secretarias na Federação e na Sinodal. 2. É NECESSÁRIO QUE AS SECRETARIAS DE CULTURA E CAUSAS LOCAIS ESTEJAM JUNTAS? A Secretaria de Cultura está junto com a Secretaria de Causas Locais e Sociabilidade somente na Confederação Nacional. Nos quadriênios anteriores não havia a Secretaria de Causas Locais e Sociabilidade no âmbito da Confederação Nacional. A partir da percepção da necessidade das SAFs em ter sugestões e orientações mais específicas nesta área, a diretoria atual decidiu incorporar a Secretária de Causas Locais e Sociabilidade à Secretaria de Cultura. As diretorias das SAF, da Federação e da Condeferação Sinodal, para alcançar os seus objetivos, podem nomear secretárias de acordo com a sua estrutura e conveniências (art. 29, 73, 106 e 134). Portanto, não é uma regra a nomeação de todas as secretarias. 3. DICAS E SUGESTÕES As Secretárias de Causas Locais e Sociabilidade podem em âmbito de Federação e de Sinodal: lembrar dos aniversariantes (da diretoria, presidentes de SAFs, pastores e esposas); receber bem os visitantes nas reuniões; programar para as reuniões Inspirativas e Congressos momentos de descontração e interação entre os sócios; realizar oficinas nas reuniões de circulo e inspirativas; orientar as SAFs em como receber e hospedar. Página 35 SECRETARIA DE CULTURA / CAUSAS LOCAIS/ SOCIABILIDADE Colocar-se à disposição das SAFs e/ou Federações para orientações e sempre propor sugestões. As Secretárias de Cultura podem em âmbito de Federação e de Sinodal podem promover algum passeio (lembrando de não sobrecarregar as SAFs); elaborar concursos (bíblicos, conhecimentos gerais, poesias, culinária, etc); promover palestras ou exposições utilizando os momentos estabelecidos nas reuniões inspirativas e congressos. Realizar oficinas nas reuniões de circulo e inspirativas. Organizar portfólios registrando e guardando todo material utilizado nas reuniões para preservar a história. Colocar-se à disposição das SAFs e/ou Federações para orientações e sempre propor BOM TRABALHO!!! . Página 36 SECRETARIA DE ESTATÍSTICA Lucélia Cláudia de Carvalho Pela graça e misericórdia do Eterno Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, estamos avançando no propósito que nos foi colocado: executar e melhorar o trabalho de estatística da nossa SAF. Em 2011, tivemos uma ação em prol do crescimento numérico das SAFs: foi a Campanha Uma por Uma, que veio trazendo para todas nós um alerta, um chamado para a necessidade de desenvolvermos estratégias para conquistar novas sócias para as nossas SAFs. Em 2012, nossa presidente Ana Maria Prado já encaminhou solicitação de sugestões para que a CNSAFs possa melhorar os formulários da Estatística. São desafios que estão diante de nós e é necessário que, como líderes no Trabalho Feminino, nos envolvamos com estas questões que interferem diretamente no dia-a-dia do trabalho. Contamos para isto com o apoio de todas as Sinodais. Quero relembrar os alvos iniciais propostos pela Secretaria de Estatística para o Quadriênio 2010/2014: 1) Que cada sócia da SAF desenvolva a habilidade de preencher corretamente o Relatório Individual (envelope), cuidando em prestar uma informação correta, precisa. Que cada auxiliadora preencha seu relatório com números corretos, que expressam a verdade de sua ação como serva de Cristo. 2) Alcançar a meta de 100% de SAFs entregando a estatística devidamente preenchida. Algumas SAFs ainda não conseguiram isto, devido a limitações diversas. Queremos sanar tais dificuldades e alcançar esta vitória. Pedimos que solicitem às Federações que acompanhem o trabalho da estatística durante o ano, para evitar que alguma SAF não prepare o seu relatório. 3) Que as SAFs, Federações e Sinodais cumpram os prazos de entrega dos Relatórios, a fim de evitar prejuízos ao trabalho. O cumprimento dos prazos de entrega dos relatórios é realmente importante! 4) Oferecer fim de que orientar as Revista, do Sinodais. constante orientação sobre o preeenchimento dos formulários, a as presidentes e secretárias de estatísticas estejam aptas a sócias em todo o Brasil. Isto será feito através da SAF em site da SAF e de Encontros de Treinamento nas Federações e 5) Buscar o crescimento das SAFs, através da evangelização e da adesão das mulheres presbiterianas que ainda não participam conosco como sócias. 6) Planejar e executar o Censo da Mulher Presbiteriana do Brasil durante o Quadriênio, divulgando o relatório final no XVII Congresso Nacional das SAFs, em 2014. Página 37 SECRETARIA DE ESTATÍSTICA Observamos que, dentre estes alvos, apenas o Censo da Mulher Presbiteriana não foi devidamente agilizado. Dificuldades na área de saúde interferiram no desenvolvimento dos trabalhos no período de outubro/2011 a abril/2012. Devido a isto, o cronograma do Censo da Mulher Presbiteriana foi novamente alterado, conforme explicitaremos mais adiante. Destacaremos, a seguir, alguns esclarecimentos e orientações que devem ser observadas pelas Sinodais: A) IMPLANTAÇÃO DE NOVOS FORMULÁRIOS PARA A ESTATÍSTICA Passará ainda pela diretoria da CNSAFs, mas há a possibilidade deste novo material se tornar oficial para o ano de 2013. Lembramos que a montagem de um formulário (ou de uma série de formulários) requer testes e ajustes, a fim de evitar erros. B) ORGANIZAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS Queremos manter um Banco de Dados para facilitar a comunicação e viabilizar a execução do Censo da Mulher Presbiteriana. Para tal, solicitamos às Sinodais que nos repassem até 31 de maio de 2012: Nome das Federações e de suas presidentes e secretárias de estatística: nomes, telefones e e-mails. Nome das SAFs e de suas presidentes e secretárias de estatística: nomes, telefones e e-mails. Manteremos, ainda, o levantamento do n° de sócias “SAF por SAF” anualmente, devendo o mesmo ser repassado junto com a Estatística de cada Sinodal, até 20 de dezembro. Pedimos que encaminhem as informações via e-mail para: [email protected] ou ainda pelo fax: (61) 3263.4532. Pode também enviar pelos Correios para: LUCÉLIA CLAUDIA DE CARVALHO QNC 03 casa 06 – Taguatinga CEP: 72115-530 / Brasília – DF Coloco ao dispor das irmãs os meus telefones:para contato e informações: Residencial (fixos) – (61) 3562.4532 / 3263.4532 (net fone) Celulares: (61) 9631.6161 (vivo) / 8589.5723 (Telecom/oi) / 8112.3673 (tim) Página 38 SECRETARIA DE ESTATÍSTICA C) CRONOGRAMA PARA 2012 1) Informações solicitadas para o Banco de Dados Encaminhar até 31 de maio de 2012. 2) Preenchimento dos formulário do Censo da Mulher Presbiteriana Período: 01 de Junho de 2012 a 30 de Novembro de 2012. Os formulários não podem e não devem ser preenchidos fora desta período: nem antes e nem depois. Contamos com a atitude criteriosa de cada irmã. Os formulários estarão disponíveis no site da SAF: www.saf.org.br e também serão encaminhados por e-mail e pelos Correios às presidentes das Sinodais. 3) Data limite para encaminhamento anual dos Relatórios de Estatística das Sinodais e do “SAF por SAF” 2012: 20 de dezembro de 2012. Solicitamos às presidentes das Sinodais que orientem as secretárias de estatística a observarem com cuidado os números que foram encaminhados, a fim de evitar erros grosseiros. É necessário que, antes de encaminhar o Relatório para a CNSAFs, a presidente da Sinodal veja e verifique o Relatório de Estatística, pois é a presidente a responsável direta pelo Relatório. A secretária de estatística é uma assessora muito valorosa, mas não responde pelos documentos oficiais da Sinodal. Agradeço de coração o carinho e amizade que temos recebido por parte das Sinodais, Federações e SAFs. Continuamos contando com as orações das irmãs e com o apoio operoso de cada Sinodal. Somente desta maneira, trabalhando unidas e de forma cooperativa, alcançaremos os melhores resultados neste trabalho, o que glorificará o nome de Jesus Cristo, o Senhor da Igreja. Com o coração agradecido e na paz de Cristo, Página 39