UM ESTUDO SOBRE O BULLYING NA CIDADE DE CURITIBA HERMANN, Talita Barbi – PUCPR [email protected] NUNES, Mayara Figueiredo – PUCPR [email protected] AMORIM, Cloves - PUCPR [email protected] Eixo Temático: Violências na escola Agência Financiadora: Não contou com financiamento Resumo Embora o bullying seja um tema discutido desde os anos 60, no Brasil apenas no início deste século que começaram os primeiros estudos a respeito. O objetivo deste trabalho foi avaliar a incidência do bullying em escolas públicas e particulares na cidade de Curitiba. Colaboraram para a realização deste, 266 alunos matriculados na quinta e sexta série do Ensino Fundamental de quatro colégios. A idade média dos alunos foi de onze anos e três meses sendo 144 eram do sexo feminino e 122 do sexo masculino. Coletivamente responderam ao instrumento elaborado para este estudo. Os resultados obtidos foram que 66% dos pesquisados já estiveram envolvidos de alguma forma em situação de bullying, sendo 25% como vítimas, 56% como testemunhas e 14% como autores. A agressão mais utilizada, de acordo com as testemunhas é “uso de nomes ofensivos” e as razões alegadas pelos autores foram “vingança” (39%) e “reação à provocação” (33%), predominando entre os mesmos sentimentos como “raiva” (47%) e “desprezo” (25%). Os eventos ocorreram em maior parte no recreio, momento em que a supervisão do adulto é reduzida, sendo realizados principalmente em grupo e a atitude predominante das testemunhas foi “pedir para parar”. Crianças que passam por situações como as do bullying, de acordo com Lopes Neto (2008), são mais propensas a sofrerem depressão e baixa autoestima quando adultos. O simples testemunho destes atos já é suficiente para causar descontentamento com a escola e comprometimento do desenvolvimento acadêmico e social. Dessa maneira, a intervenção do bullying deve ser organizada e realizada por pessoas que conheçam o comportamento bully, assim como seus efeitos no próximo. A escola tem papel fundamental na erradicação e prevenção deste fenômeno, proporcionando um ambiente seguro e saudável para o desenvolvimento de seus alunos. Palavras-chave: Bullying. Violência escolar. Agressão. Vitimização. Violência entre pares. Introdução 3649 Atos como fazer fofoca, implicar, perseguir, isolar, bater, estragar objetos, uso de nomes ofensivos e difamar, quando não justificados, frequentes e prejudiciais à autoestima do outro, sempre estiveram presentes no contexto escolar. Entretanto, somente a partir das últimas décadas que estudos a respeito deste tema, denominado como bullying, começaram a ser desenvolvidos. Nunes, Hermann e Amorim (2008) ao estudarem a problemática, definiram bullying como uma palavra inglesa que significa além dos comportamentos citados, o uso de poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros. Agressões intencionais e repetitivas, baseadas em uma relação desigual de poder entre alunos, que geram dor e angústia nos colegas incapazes de se defender. “Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que bullying diz. Bully é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidálos.” (ALVES, 2005, p. 22) Apelidos e implicâncias entre colegas fazem parte da vida escolar, são dificuldades que qualquer criança pode passar. Para Colavitti (2001), estes comportamentos podem ser considerados naturais, já que “são meninos e meninas com temperamentos e personalidades diferentes convivendo diariamente em um mesmo espaço, numa fase da vida em que as regras da boa convivência ainda se estão sedimentando” (COLAVITTI, 2001). Todavia, o bullying não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Bermejo e Pérez (s/d) numa comunicação intitulada “No todo es Bullying”, apontam para a necessidade de que a violência entre pares, que envolva diferenças de poder e que ocorrer de forma sistemática e repetitiva seja diferenciada das brincadeiras de mau-gosto que ocorrem no cotidiano escolar. Em relação ao bullying, Nogueira (2007) define três envolvidos: a vítima, a testemunha e o autor. A primeira é definida como o jovem ou criança frágil que é frequentemente ameaçado, intimidado, e não procura ajuda por sentir-se indefeso, a testemunha é aquele que assiste diariamente as situações de bullying, tornando-se inseguro e 3650 temeroso, e o autor (ou bullie) é aquele que apresenta um comportamento de intimidação e provocador permanente, demonstrando dificuldade de colocar-se no lugar do outro. Para Nunes, Hermann e Amorim (2008) os autores do bullying escolhem suas “presas” de acordo com a vulnerabilidade que estas aparentam, sendo aquelas que possuem pouca sociabilidade e que possivelmente não revidará e não denunciará. Lopes Neto, médico e coordenador do primeiro estudo realizado no Brasil a respeito desse tema afirma (citado em Dreyer, 2008) que: "o bullying está relacionado ao desenvolvimento de baixa auto-estima, ao isolamento social e à depressão. Influencia a capacidade produtiva da vítima, enquanto o agressor pode ser levado a adotar comportamentos de risco durante a fase adulta, como alcoolismo, dependência de drogas e até mesmo o uso da violência explícita." (DREYER, 2008). Embora este fenômeno ocorra com mais freqüência no ambiente escolar, está presente também no contexto familiar, ambiente acadêmico, profissional e social. Segundo Fante (2008) tanto no contexto profissional quanto no familiar há uma estreita ligação de dependência – afetiva, emocional ou financeira – entre os envolvidos, fazendo assim com que as vítimas em geral se calem e carreguem consigo uma série de prejuízos psíquicos. Para Lopes Neto (2008) os motivos que levam a esse tipo de violência são extremamente variados e estão relacionados com as experiências que cada aluno tem em sua família e/ou comunidade. “Famílias desestruturadas, com relações afetivas de baixa qualidade, em que a violência doméstica é real ou em que a criança representa o papel de bode expiatório para todas as dificuldades e mazelas são as fontes mais comuns de autores ou alvos de bullying”. (citado em DREYER, 2008) Cunha (2009) em sua dissertação de mestrado “Violência Interpessoal em escolas no Brasil: características e correlatos” correlaciona interação familiar, ajustamento psicossocial e o processo de agressão e vitimização. Participaram de seu estudo 849 estudantes com idade 3651 média de 14,3 anos, de quatro cidades brasileiras: Curitiba, Goiânia, Governador Valadares e Terezina. Conforme sua hipótese inicial, as dimensões familiares avaliadas apresentaram correlações positivas no que diz respeito a fatores de risco (punição corporal, conflito familiar, comunicação negativa e clima conjugal negativo). E ainda no que diz respeito a estudos brasileiros, o autor faz referência aos trabalhos de Pinheiro (2006) e Cunha e Weber (2007): “Os resultados do trabalho de Pinheiro (2006) incluem as relações entre os diferentes tipos de violência familiar e o bullying, sendo que se destacam as relações significativas entre estes fatores, em especial no caso das vítimasagressoras. No trabalho de Cunha e Weber (2007) verificou-se que as dimensões da exigência e responsividade parental, utilizadas para avaliar os estilos parentais percebidos pelos adolescentes, apresentam uma relação significativa e negativa com as médias de agressão e vitimização de pares na escola sendo, portanto, consideradas como fatores protetivos”. (CUNHA,2009) Frente a esse evento, Romanelli e Amorim (2005) afirmam que algumas pessoas “utilizam” o bullying para passar a imagem de que são populares, chamar a atenção sobre si mesmos, fazer com que outros tenham medo delas. “É por meio da desestabilidade emocional das vítimas e no apoio do grupo que os autores ganham simpatia e popularidade” (FANTE, 2008). Já Cavalcante (2004) acredita que alguns participam do fenômeno como uma defesa pessoal, ou seja, evitando tornar-se o próximo alvo. Este é um problema de dimensões intercontinentais, na Noruega, país onde os primeiros estudos sobre o tema foram realizados por Dan Olweus, os resultados demonstraram que um em cada sete estudantes estava envolvido em caso de bullying, isto é 15% do total de alunos matriculados na educação básica. Esses dados originaram uma campanha nacional, com apoio do governo norueguês, que reduziu em 50% os casos de bullying escolar, incentivando assim países como Reino Unido, Canadá e Portugal a promoverem campanhas de intervenção. “Olweus desenvolveu os primeiros critérios para detectar o problema do bullying escolar de forma específica, permitindo diferenciá-lo de outras possíveis interpretações, como incidentes e gozações ou relações de brincadeiras entre iguais, próprias do processo de amadurecimento do indivíduo.” (NOGUEIRA,2007). 3652 A Unicef pesquisou em 21 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e encontrou que a maior incidência deste fenômeno está em Portugal, Suíça e Áustria (Fante e Pedra, 2008, p. 49). Em novembro de 2006, O Instituto SM para a Educação (ISME) apresentou dados de pesquisas realizadas em cinco países: Argentina, México, Brasil, Espanha e Chile. O resultado apontou o Brasil como campeão em bullying (Fante e Pedra, 2008, p.50). Em nosso país os primeiros trabalhos sobre o bullying, surgiram apenas no início deste século, motivo este que justifica o “[...] grande desconhecimento da temática, assim como sua gravidade e abrangência” (FANTE, 2008). Devido a esta falta de informação, o bullying acaba sendo uma situação em que muitos pais não estão atentos a sua importância, o que pode afetar seu relacionamento familiar e gerar dificuldades na questão do aprendizado. "A criança que não consegue fazer parte de um grupo pode passar por sérios problemas emocionais", adverte Gauderer (em COLAVITTI, 2001). Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo, “pode acarretar sérias conseqüências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na autoestima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias” (DREYER, 2008). “As vítimas de bullying geralmente são pessoas com dificuldades a reagir diante das situações agressivas, não conseguindo suportar a pressão a que são submetidos” (MARRIEL, ASSIS, AVANCI, OLIVEIRA, 2006). Para Fante e Pedra (2008) estes alvos demonstram insegurança, coordenação motora pouco desenvolvida, extrema sensibilidade, passividade, submissão, baixa auto-estima, dificuldade de auto- afirmação e de auto-expressão, ansiedade, irritação, e aspectos depressivos. Lopes Neto (2008) atesta que pessoas que passaram pelo bullying quando crianças são mais propensas a sofrerem depressão e baixa autoestima quando adultos. O simples testemunho de atos de bullying já é suficiente para causar descontentamento com a escola e comprometimento do desenvolvimento acadêmico e social. “As crianças e adolescentes que sofrem e/ou praticam bullying podem vir a necessitar de múltiplos serviços, como saúde mental, justiça da infância e adolescência, educação especial e programas sociais.” (LOPES NETO, 2008). 3653 Diante destes fatos, torna-se evidente a necessidade e importância de projetos que se preocupem com a redução do bullying, em que com a participação de todos estabelecendo normas, regras, diretrizes e ações coerentes contra esta problemática. Lopes Neto (em Dreyer, 2008) relata que a receita para a redução e prevenção do bullying é proporcionar um ambiente escolar seguro e sadio, onde a amizade, a solidariedade e o respeito às características individuais de cada um de seus alunos façam-se presente. “o fenômeno bullying é complexo e de difícil solução, portanto é preciso que o trabalho seja continuado. As ações são relativamente simples e de baixo custo, podendo ser incluídas no cotidiano das escolas, inserindo-as como temas transversais em todos os momentos da vida escolar.” (LOPES NETO, 2008) Dessa maneira, o bullying de forma alguma pode ser considerado como algo normal dentro do aprendizado escolar. É dever de toda escola prevenir estes comportamentos em seu ambiente. O objetivo desta pesquisa foi identificar a ocorrência do fenômeno bullying em escolas da cidade de Curitiba. Método Sujeitos Participaram deste estudo 266 alunos matriculados na quinta e sexta série do Ensino Fundamental de quatro colégios na cidade de Curitiba. A idade média dos alunos foi de onze anos e três meses, sendo que 144 eram do sexo feminino e 122 do sexo masculino. Instrumento Tendo como base o instrumento desenvolvido por Freire, Simão e Ferreira (2006) da Universidade de Lisboa, procedeu-se a adaptação e elaboração de uma versão brasileira. Trata-se de um auto-informe, com perguntas referentes à opinião sobre o ambiente escolar, identificação de situações de vitimização, de observação e de agressão. Essas informações permitiram saber que condutas foram praticadas: empurrar, ameaçar, humilhar, bater, utilizar nomes ofensivos, caluniar, excluir, tirar coisas, magoar, estragar objetos, apalpar. Como se 3654 comportou quando ocorreu, onde aconteceu, o que fez e se estava sozinho ou em grupo e com que freqüência. Procedimento Inicialmente as escolas foram contatadas pelas alunas e pelo orientador e com a aprovação da direção, foi agendado um dia para a aplicação do instrumento. A aplicação foi coletiva, na sala de aula, na presença das pesquisadoras. Após a aplicação coletou-se todos os dados, armazenado-os no programa Excel, neste mesmo recurso constatou-se os resultados, comparando-os entre si. Resultados Participaram desta pesquisa, 266 alunos matriculados em escolas públicas e particulares da cidade de Curitiba-PR. Quanto a ser vítima, autor ou testemunha encontrou-se que 66% já estiveram envolvidos de alguma forma em situações de bullying. Deste número, 25% dos alunos questionados afirmaram serem vítimas, 56% testemunhas e 14% autores, considerando que houve aqueles que combinaram as três opções, definindo-se como testemunha e vítima, testemunha e autor, autor e vítima e até mesmo como os três envolvidos: testemunha, vítima e autor. Os eventos ocorreram em maior parte no recreio e durante as aulas; sendo realizadas com mais frequência em grupo e a principal atitude das testemunhas foi “pedir para parar”. Dos alunos questionados, 11% das meninas e 14% dos meninos afirmaram terem sido vítimas, e 56% relataram testemunhar comportamentos de bullying, sendo as meninas as que mais presenciam estas cenas. Abaixo, um gráfico representativo sobre a participação dos alunos pesquisados. 3655 Quanto aos agressores, pode-se observar no gráfico acima que 14% dos alunos entrevistados confirmaram ser, ou já terem sido autores (bullies), sendo que 56% destes são do sexo masculino e 44% do sexo feminino. Quando questionados sobre a autocaracterística que os definem, a principal resposta foi “bonito” com 73%, notando assim uma autoestima elevada e segurança por parte dos bullies. A agressão mais utilizada é “uso nomes ofensivos”, segundo as testemunhas. As razões alegadas pelos autores foram “vingança” (39%) e “reação à provocação” (33%), e os sentimentos predominantes foram raiva (47%) e desprezo (25%). Foi destacado também pelos autores como um dos momentos agradáveis na escola o “recreio” (80%) e dentre os momentos desagradáveis a “aula” (55%). Estes dados confirmam o esperado, o bullying ocorre com maior frequência no momento em que a supervisão do adulto diminui, ou seja, na hora do recreio, motivo este que justifica também a aula como sendo o momento mais desagradável, segundo Lopes Neto (2008). Discussão e Conclusão O problema da agressividade das crianças nem sempre está ligado à televisão, aos videogames ou a letras de músicas violentas, mas ao modelo de agressividade que elas têm dentro de suas casas. “Em lugar de aprenderem valores que sustentem a solução de conflitos, 3656 muitas crianças aprendem valores que dão sustentação à agressividade e ao desrespeito.” (MIDDLETON-MOZ E ZAWADSKI, 2007) Concorda-se com Terreros (2009) ao enfatizar que “os valores devem ser cultivados desde as primeiras etapas da vida” sendo a principal base preventiva. Tognetta e Vinha (2009), discutem os valores em crise, ressaltando: “Crise de Valores ou Valores em Crise?” e afirmam ainda que o ambiente que a maioria das escolas atualmente, exigem comportamentos nada característicos de crianças, ou seja, idealizam crianças submissas, tranquilas, passivas e obedientes, tais exigências poderá modificar ações (externamente), mas dificilmente contribuirá para situar os valores em um lugar central no sistema das representações de si da criança e do jovem. O comportamento agressivo atualmente parece ter mais recompensas do que conseqüências, pois pessoas que após cometerem crimes, cenas de barbárie, ou agressividade, estão estampadas em capas de revistas, dando entrevistas em telejornais, e outros, com uma tremenda repercussão. Com essa idéia, podemos dizer que há possibilidades de um fortalecimento do pensamento distorcido dos bullies, de que o abuso é aceitável. Diferentemente do que muitos acreditam, o bullying não está presente apenas no ambiente escolar, mas também em locais de trabalho, podendo ser uma situação isolada ou com durações de semanas, meses e até anos. Embora, não seja muito comentado, é um fenômeno frequente nos dias atuais. Os comportamentos que definem bullying podem ser desde acusação, crítica, fofoca, assédio, insultos, intimidações, empurrões, homofobia, racismo até mesmo o assédio sexual. Uma intervenção deve ser organizada e realizada por pessoas que conheçam o comportamento bully e o efeito que esse comportamento tem em outros. É necessário também que o autor seja responsabilizado pelo que faz e diz e enfrente os efeitos que seu comportamento tem sobre os outros, para que esteja disposto à possíveis mudanças. Alguns princípios importantes para que essa mudança ocorra seria: tolerância zero com o bullying; ajuda ativa, compaixão e apoio às vitimas; para os bullies, responsabilização, preocupação e habilidades para fazer escolhas; e inclusão, cuidado e apoio para todos os membros da comunidade. REFERÊNCIAS 3657 A ameaça do Bullying. Disponível em: <http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=12612> Acessado em: 25 de maio de 2008. ABRAPIA. Disponível em: <http://www.bullying.com.br/BConceituacao21.htm> Acessado em: 2 de março de 2008. ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. Jornal Folha de São Paulo. São Paulo, 2005. BERMEJO, Daniel Cela; PÉREZ, José E. M. No todo es Bullying.(s/d) CAVALCANTE, Meire. Como lidar com brincadeiras que machucam a alma. Revista Nova Escola. São Paulo, n. 178, 19, p. 58-61, 2004. COLAVITTI, Fernanda. Inferno na escola. Disponível <http://veja.abril.com.br/130601/p_142.html> Acessado em: 11 de março de 2008. em: CUNHA, Josafá Moreira. 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