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Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Infográficos Cidades@
Belo Horizonte - MG
Dados Básicos
População
Área
Bioma
2.375.444 hab.
331,40 km2
Cerrado e Mata Atlântica
Localização da Sede
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População
> Evolução Populacional
Belo Horizonte
1991
2.020.161
1996
2.077.136
2000
2.238.526
2007
2.412.937
Minas Gerais
Brasil
> Pirâmide Etária
Belo Horizonte
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Minas Gerais
Brasil
HOMENS MULHERES
0a4
90.539
87.807
5a9
88.382
86.745
10 a 14
95.460
94.588
15 a 19
108.606
113.316
20 a 24
112.037
119.905
25 a 29
95.023
102.979
30 a 34
87.162
96.647
35 a 39
84.087
95.892
40 a 44
73.736
86.183
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45 a 49
58.989
71.541
50 a 54
46.642
57.745
55 a 59
36.057
43.884
60 a 64
28.171
37.300
65 a 69
21.077
29.656
70 a 74
15.099
24.230
75 a 79
8.741
15.503
80 a 84
4.698
9.245
85 a 89
1.942
5.565
90 a 94
637
1.800
95 a 99
135
476
100 ...
-
-
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Outros Temas
> Casamentos
Belo Horizonte
• Casamentos
• Separações
• Divórcios
14.454
2.020
2.967
Minas Gerais
• 103.884
• 11.892
• 14.587
Brasil
• 935.116
• 83.185
• 136.784
> Docentes por série
Belo Horizonte
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• 63.3%
• 11.9%
• 24.7%
• Fundamental
• Pré-escola
• Médio
16.281
3.071
6.360
Minas Gerais
• 67.3%
• 22.6%
• 10.1%
Brasil
• 66.5%
• 22.1%
• 11.5%
> Números de escolas por série
Belo Horizonte
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• 43.6%
• 41.5%
• 15%
• Fundamental
• Pré-escola
718
754
• Médio
259
Minas Gerais
• 55.4%
• 12.7%
• 31.9%
Brasil
• 53.5%
• 9.1%
• 37.4%
> Matrículas por série
Belo Horizonte
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• 69%
• 9.2%
• 21.8%
• Fundamental
• Pré-escola
341.710
• Médio
107.826
45.805
Minas Gerais
• 71.6%
• 18.9%
• 9.5%
Brasil
• 79.2%
• 20.8%
• 0%
> Estabelecimentos de saúde
Belo Horizonte
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• 0.4%
• 1.6%
• 19.1%
• 78.9%
• Federais
• Estaduais
• Municipais
• Privados
4
17
207
854
Minas Gerais
• 0.4%
• 0.7%
• 56.9%
• 42%
Brasil
• 1%
• 1.4%
• 52.9%
• 44.7%
> Frota municipal de veículos
Belo Horizonte
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• 75.1%
• 7.2%
• 2.5%
• 0.4%
• 0.2%
• 12.9%
• 1%
• 0.7%
• 0%
• Automóveis
• Caminhões
871.446
29.295
• Caminhões-trator
• Caminhonetes
2.899
83.502
• Micro-ônibus
• Motocicletas
4.453
149.128
• Motonetas
• Ônibus
11.167
7.769
• Tratores
255
Minas Gerais
• 59.4%
• 7.2%
• 3.9%
• 0.4%
• 0.6%
• 25%
• 2.5%
• 0.9%
• 0%
• 61.6%
• 6.8%
• 3.6%
• 0.4%
• 0.7%
• 22.1%
• 3.9%
• 0.8%
• 0%
Brasil
> Morbidade hospitalar
Belo Horizonte
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• 56.1%
• 43.9%
• Homens
• Mulheres
5.627
4.406
Minas Gerais
• 55.2%
• 44.8%
Brasil
• 54.9%
• 45.1%
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Economia
> Despesas e Receitas orçamentárias
Belo Horizonte
• 53.1%
• 46.9%
• Receitas
• Despesas
4.179.716.757
3.688.217.939
Minas Gerais
• 55.5%
• 44.5%
Brasil
• 54.9%
• 45.1%
> Produto Interno Bruto (Valor Adicionado)
Belo Horizonte
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• Agropecuária
• Indústria
• Serviços
206
5.979.352
28.432.698
Minas Gerais
• 15.568.048
• 54.306.183
• 97.398.820
Brasil
• 105.163.000
• 539.315.998
• 1.197.774.001
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Histórico
Belo Horizonte
Minas Gerias - MG
Histórico
A descoberta do ouro continuava polarizando as atenções como o acontecimento maior do século XVII. Entradas e
bandeiras cruzavam os sertões das Minas Gerais e de Goiás numa penetração histórica, para fincar muito além do
meridiano de Tordesilhas, os novos marcos das fronteiras da pátria.
Foi por volta de 1701 que o bandeirante João Leite da Silva Ortiz, impressionado com os aspectos da topografia,
clima ameno e fertilidade do solo na imensa planície que se estendia logo após a Serra do Curral, resolveu lançar, ali,
os fundamentos da sua Fazenda do Cercado em cujas terras foi, aos poucos, surgindo o arraial de Curral del Rei.
Juntamente com o povoado, Ortiz fez construir uma capela que seria tempos depois a matriz de Nossa Senhora da
Boa Viagem.
Curral del Rei foi aos poucos se firmando, de forma tal que em 1707 já aparecia citado em documentos oficiais. Em
1711, Ortiz obtém carta de sesmaria das terras com os limites fixados pelas serras do Curral, Jaborema, Jatobá, José
Vieira, Pangaré, Taquaril, Navio, Rola Moça e Mutuca.
A propósito, vale reproduzir trecho do relatório enviado à Cúria de Mariana pelo Vigário Francisco de Paula Arantes,
conservada a ortografia e o pitoresco da época: "Ä Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Curral del Rey está
situada em campos amenos na extensa planície de sua serra donde manão imensas fontes de cristalinas e saborosas
águas; o clima da região he temperado; a atmosphera he salutifera; está circulada de pedras e mais materiais onde
se podem fazer soberbos edifícios; a natureza criou este logar para sua formosa e linda cidade, si algum dia for
auxiliada esta lembrança."
O pequeno Curral del Rei crescia a bom crescer. Desdobrada em curatos, sua freguesia alcançava o Paraopeba e
Sete Lagoas, numa jurisdição que atendia a cerca de 18 mil almas. Depois, extintos os curatos, o Curral del Rey viuse novamente reduzido ao primeiro arraial, com sua população de 2500 habitantes.
Ouro Preto vivia praticamente o melancólico final de sua discutida condição de sede do Governo do Estado.
Confinada entre montanhas, sem meios nem condições para desenvolver-se em consonância com o espírito
marcadamente reformista da época, a velha capital já vinha, de há tempos, sentindo os efeitos de crises consecutivas
cuja tônica repousava no movimento de caráter mudancista que empolgava a opinião pública.
Dos tênues vagidos dos períodos colonial e provincial ao clamor público que incendiava os espíritos, a idéia
avolumou-se até que a República veio proporcionar condições para efetivação da mudança, apaixonante questão em
que se punham em jogo motivos fundamentais ligados ao desenvolvimento e segurança do Estado.
Ao Governador Augusto de Lima, coube a missão de encaminhar ao Congresso a importante questão e, após
acalorados debates em que os interesses regionais se empenharam a fundo, foi incluída na Constituição Estadual
dispositivo determinando a mudança da Capital para local que reunisse as condições ideais para o fim almejado. Das
cinco localidades sugeridas - Juiz de Fora, Barbacena, Paraúna, Várzea do Marçal e Belo Horizonte, a Comissão
Técnica sob a chefia do engenheiro Aarão Reis julgou em igualdade de condições Belo Horizonte e Várzea do
Marçal, opinando ao final pela última localidade.
?Entre a Várzea do Marçal e o Belo Horizonte é difícil a escolha, em ambas, a nova cidade poderá desenvolver-se em
ótimas condições topográficas, em ambas, é facílimo o abastecimento d?água e a instalação de esgotos, ambas
oferecem excelentes condições para as edificações e a construção em geral, e se, na atualidade, a Várzea do Marçal
representa melhor o Centro de Gravidade do Estado e acha-se já ligada por meios mais rápidos e fáceis de
comunicação com todas as zonas, - daqui a algumas dezenas de anos Belo Horizonte melhor o representará, de
certo, e mais diretamente ligada ficará a todos os pontos do vasto território mineiro.? (Comissão Construtora). Voltou
o Congresso a pronunciar-se, e depois de novos e extensivos debates surgiu a Lei nº 3, adicional à Constituição, que
mandava fosse a Capital construída em terras do arraial de Belo Horizonte, ex-Curral del Rei.
A escolha do local levou em conta a proteção contra os ventos frios e úmidos garantida pelas serras do Curral e de
Contagem, com mananciais de água de boa qualidade e suficientes para abastecer sua futura população. Planejada
para abrigar cerca de 400 mil habitantes, a capital foi inspirada em cidades modernas do mundo como Paris e
Washington, a partir de uma nova concepção estética urbana, com largas avenidas, ruas simétricas e arborizadas,
bulevares, praças, jardins e um moderno sistema de transportes.
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Criada pelo Decreto 680, de 14 de fevereiro de 1894, a Comissão Construtora da Nova Capital iniciou imediatamente
seus trabalhos com o prazo improrrogável fixado em um qüinqüênio.
Designado chefe da Comissão, o Dr. Aarão Reis manteve-se no cargo de março de 1894 até maio de 1895 quando
foi substituído, a pedido, pelo engenheiro Francisco de Paula Bicalho. A essa altura já se encontravam os trabalhos
em franco desenvolvimento, inclusive a desapropriação da área da arraial e conclusão dos estudos e planos da nova
capital.
Com a firme determinação de evitar que o prazo não fosse ultrapassado, o engenheiro Bicalho remodelou a
Comissão Construtora e imprimiu ritmo novo de ação, atacando a um só tempo as várias frentes de trabalho.
E com efeito, rigorosamente dentro do prazo constitucional surgia a cidade nova com seu traçado de admirável
simetria exibindo um vistoso tabuleiro de amplas ruas e avenidas, imponentes edifícios públicos - Palácio, Secretarias
de Estado, confortáveis residências ao gosto da época em contraste com alguns prédios antigos, e a bela estação da
Central do Brasil cujo ramal férreo também fora construído pela Comissão.
Dentro da noção positivista de progresso, o planejamento da capital estabelecia a separação entre as áreas urbana e
suburbana , delimitadas pela Avenida do Contorno. A área planejada na questão de residências só tinha espaço para
os profissionais liberais, comerciantes e funcionários públicos. Assim, às margens da Contorno, foram surgindo
bairros populares fora do planejamento oficial. Do antigo arraial, restou quase que exclusivamente a Matriz de Nossa
Senhora da Boa Viagem, ponto central do povoado, construída em estilo colonial, e reconstruída em 1932, em estilo
neo-gótico e a edificação que abriga hoje o Museu Abílio Barreto, o local foi originalmente sede da fazenda do
córrego do Leitão, construída pelo curralense José Cândido Lúcio da Silveira, por volta de 1883.
Foi assim que entre ruidosas e justas comemorações a cidade viu nascer a Nova Capital de Minas no dia 12 de
dezembro de 1897 em ato público soleníssimo, presidido pelo Dr. Crispim Jacques Bias Fortes, então Presidente de
Minas. A cidade custara aos cofres do Estado a importância de 36 mil contos de reis.
Recebeu o nome de Cidade de Minas pela Lei adicional nº 3. Entretanto, em virtude da dualidade de nomes - já que
distrito e comarca se chamavam Belo Horizonte, logo foi o topônimo modificado para o atual.
Ao ser inaugurada, Belo Horizonte contava com uma população de 10.000 habitantes. Do total de prédios existentes,
era de apenas 500 o número de casas novas.
Nos primeiros anos Belo Horizonte pouco evoluiu, isto em decorrência dos efeitos de duas crises econômicofinanceiras em 1912, de âmbito nacional, e a seguir a situação calamitosa gerada pela Primeira Grande Guerra, em
1914.
Aos poucos, porém, a normalidade foi sendo restabelecida, e a cidade partiu para uma fase de desenvolvimento
crescente que haveria de culminar com a realidade magnífica da metrópole do presente.
As décadas de 20, 30 e 40 representaram um dos períodos áureos da industrialização da região - a despeito da crise
de 1929 em Nova York e da Revolução de 30 - especialmente pela expansão do setor siderúrgico , o que se tornou
fonte de geração de empregos e expansão de mercados e serviços.
Os anos 40 e 50 foram marcados pela obra símbolo do modernismo o conjunto arquitetônico da Pampulha, criado por
Oscar Niemeyer, que se tornou referência e influenciou toda a arquitetura moderna brasileira. Composto pela Igreja
de São Francisco de Assis, o Iate Tênis Clube, a Casa do Baile e o Cassino, hoje, Museu de Arte da Pampulha,
esses equipamentos circundam a Lagoa da Pampulha, construída na década de 40, quando o prefeito era Juscelino
Kubitscheck.
Os jardins do paisagista Burle Marx, a pintura de Cândido Portinari e as esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José
Pedrosa completam e valorizam o projeto concebido para a lagoa. A capital ganhou os serviços de ônibus elétricos e
sua vida cultural tornou-se mais efervescente, com a proliferação de cafés, bares, restaurantes , teatros e imprensa
local.
Consolidados os setores industriais e de serviços , Belo Horizonte assiste, a partir dos anos 50, a um grande êxodo
rural em Minas Gerais , quando a população da cidade dobra de tamanho, passando de 350 mil para 700 mil
habitantes. Nos anos 60 Belo Horizonte passou por um processo acelerado de crescimento urbano que avançou
sobre suas ruas, quando foram demolidas casas e áreas verdes e ergueram-se altos prédios, em um processo de
descaracterização da "Cidade-Jardim ".
Atendendo à lógica do desenvolvimento, a verticalização da cidade ocorreu sobretudo na década de 70,
comprometendo as características originais e o seu patrimônio arquitetônico. Com um milhão de habitantes, Belo
Horizonte crescia de modo desordenado , expandindo-se para os municípios vizinhos, o que levou à instituição da
Região Metropolitana de Belo Horizonte.
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A partir dos anos 80, caracterizados por desaceleração econômica, descentralização do poder e pela transição
democrática vivida no país após os governos militares, ampliaram-se a mobilização e os canais de participação
popular. Os movimentos sociais urbanos organizavam-se para reivindicar direitos urbanos básicos como melhoria da
infra-estrutura urbana, do transporte público, atendimento médico e acesso à educação de qualidade.
A partir do início da década de 90, Belo Horizonte torna-se palco de importantes experiências na gestão de políticas
públicas municipais, que se traduziram por inúmeros programas e projetos de melhorias urbanas e sociais, com a
efetiva participação popular, tais como o Orçamento Participativo, a Escola Plural, o Programa Bolsa-Escola Municipal
e o Programa de Saúde da Família.
Gentílico: belo-horizontino
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por ordem régia de 1750.
Pelo decreto estadual nº 36, de 12-04-1890, o distrito de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para Belo
Horizonte.
Pela lei estadual nº 2, de 14-09-1891, confirmou a criação do distrito de Belo Horizonte.
Elevado à categoria de município e capital, com a denominação de Cidade de Minas, pela lei estadual nº 3, de 17-121893, e decretos estaduais nº 716, de 05-06-1894 e 776, de 30-08-1894, desmembrado do Município de Sabará.
Instalado em 12-12-1897.
Pela lei estadual nº 302, de 01-07-1901 o município e capital de cidade de Minas passou a denominar-se Belo
Horizonte.
Em divisão administra referente ao ano de 1911 e nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-IX-1920,
o município já denominado Belo Horizonte é constituído do distrito sede.
Pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923, é criado o distrito de Venda Nova, ex-povoado, com território desmembrado
do distrito sede de Belo Horizonte, acrescido de uma parte do distrito da sede do município de Santa Luzia do Rio das
Velhas e anexado ao município de Belo Horizonte.
Em divisão administrativa referente ao de I933, o município é constituído de 2 distritos: Belo Horizonte e Venda Nova.
Assim permanecendo em divisões territoriais de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pelo decreto-lei estadual nº. 148, de 17-12-1938, o distrito de Venda Nova deixa de pertencer ao município de Belo
Horizonte para ser anexado ao município de Santa Luzia.
No quadro fixado para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei nº 336, de 27-12-1948, o município de Belo Horizonte adquiriu novamente o distrito de Venda Nova
desmembrado do município de Santa Luzia.
Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Belo Horizonte e Venda Nova.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.
Pela lei nº 6936, de 16-08-1995, é criado o distrito de Barreiro e anexado ao município de Belo Horizonte.
Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 3 distritos: Belo Horizonte, Barreiro e Venda Nova.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Alterações toponímicas distritais
Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para Belo Horizonte, alterado pelo decreto estadual nº 36, de 1204-1890.
Belo Horizonte para Cidade de Minas, alterado pela lei estadual nº 3, de 17-12-1893 e por decretos estaduais nºs
716, de 05-06-1894 e 776, de 30-08-1894.
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Alteração toponímica municipal
Cidade de Minas para Belo Horizonte alterado pela lei estadual nº 302, de 01-07-1901.
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Descrição e Fontes
Dados Básicos
População: Contagem da População 2007
Área: Área da unidade territorial (km²)
Bioma: (IBGE)
Data de Instalação: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE)
Município de Origem: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE)
Localização da Sede
IBGE
Evolução Populacional
População Residente (pessoas): Censo Demográfico 1991 (IBGE)
População Residente (pessoas): Contagem Populacional 1996 (IBGE)
População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE)
População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2007 (IBGE)
Pirâmide Etária
População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE)
Casamentos
Casamentos - registrados no ano - lugar do registro
Separações judiciais - concedidas no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo
Divórcios - concedidos no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo
Fonte: IBGE,Estatística do Registro Civil de 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores
dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Nos totais das Unidades da Federação e Brasil, não
foram incluídas as informações das variáveis de Sem especificações, Ignorados e Estrangeiros.
Despesas e Receitas orçamentárias
Receitas orçamentárias realizadas - Correntes
Despesas orçamentárias realizadas - Correntes
Fontes: Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Registros Administrativos 2008. NOTA 1: Os totais de
Brasil e Unidades da Federação são a soma dos valores dos municípios. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não
informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. NOTA 3: Atribui-se zeros aos valores
dos municípios onde não há ocorrência da variável.
Docentes
Docentes - Ensino fundamental - 2009 (1)
Docentes - Ensino médio - 2009 (1)
Docentes - Ensino pré-escolar - 2009 (1)
Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo
Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.
Escolas
Escolas - Ensino fundamental - 2009 (1)
Escolas - Ensino médio - 2009 (1)
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Escolas - Ensino pré-escolar - 2009 (1)
Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo
Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.
Matrículas
Matrícula - Ensino fundamental - 2009 (1)
Matrícula - Ensino médio - 2009 (1)
Matrícula - Ensino pré-escolar - 2009 (1)
Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo
Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.
Estabelecimentos de Saúde
Estabelecimentos de Saúde público federal
Estabelecimentos de Saúde público estadual
Estabelecimentos de Saúde público municipal
Estabelecimentos de Saúde privado total
Frota Municipal
Automóvel - Tipo de Veículo
Caminhão - Tipo de Veículo
Caminhão trator - Tipo de Veículo
Caminhonete - Tipo de Veículo
Micro-ônibus - Tipo de Veículo
Motocicleta - Tipo de Veículo
Motoneta - Tipo de Veículo
Ônibus - Tipo de Veículo
Trator de rodas - Tipo de Veículo
Morbidades Hospitalares
Homens
Mulheres
Fontes: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2009. NOTA 1:
Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado
não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados.
PIB
Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes
Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes
Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes
Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e
Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA.
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