Page 1 of 19 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Infográficos Cidades@ Belo Horizonte - MG Dados Básicos População Área Bioma 2.375.444 hab. 331,40 km2 Cerrado e Mata Atlântica Localização da Sede http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 2 of 19 População > Evolução Populacional Belo Horizonte 1991 2.020.161 1996 2.077.136 2000 2.238.526 2007 2.412.937 Minas Gerais Brasil > Pirâmide Etária Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 3 of 19 Minas Gerais Brasil HOMENS MULHERES 0a4 90.539 87.807 5a9 88.382 86.745 10 a 14 95.460 94.588 15 a 19 108.606 113.316 20 a 24 112.037 119.905 25 a 29 95.023 102.979 30 a 34 87.162 96.647 35 a 39 84.087 95.892 40 a 44 73.736 86.183 http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 4 of 19 45 a 49 58.989 71.541 50 a 54 46.642 57.745 55 a 59 36.057 43.884 60 a 64 28.171 37.300 65 a 69 21.077 29.656 70 a 74 15.099 24.230 75 a 79 8.741 15.503 80 a 84 4.698 9.245 85 a 89 1.942 5.565 90 a 94 637 1.800 95 a 99 135 476 100 ... - - http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 5 of 19 Outros Temas > Casamentos Belo Horizonte • Casamentos • Separações • Divórcios 14.454 2.020 2.967 Minas Gerais • 103.884 • 11.892 • 14.587 Brasil • 935.116 • 83.185 • 136.784 > Docentes por série Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 6 of 19 • 63.3% • 11.9% • 24.7% • Fundamental • Pré-escola • Médio 16.281 3.071 6.360 Minas Gerais • 67.3% • 22.6% • 10.1% Brasil • 66.5% • 22.1% • 11.5% > Números de escolas por série Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 7 of 19 • 43.6% • 41.5% • 15% • Fundamental • Pré-escola 718 754 • Médio 259 Minas Gerais • 55.4% • 12.7% • 31.9% Brasil • 53.5% • 9.1% • 37.4% > Matrículas por série Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 8 of 19 • 69% • 9.2% • 21.8% • Fundamental • Pré-escola 341.710 • Médio 107.826 45.805 Minas Gerais • 71.6% • 18.9% • 9.5% Brasil • 79.2% • 20.8% • 0% > Estabelecimentos de saúde Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 9 of 19 • 0.4% • 1.6% • 19.1% • 78.9% • Federais • Estaduais • Municipais • Privados 4 17 207 854 Minas Gerais • 0.4% • 0.7% • 56.9% • 42% Brasil • 1% • 1.4% • 52.9% • 44.7% > Frota municipal de veículos Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 10 of 19 • 75.1% • 7.2% • 2.5% • 0.4% • 0.2% • 12.9% • 1% • 0.7% • 0% • Automóveis • Caminhões 871.446 29.295 • Caminhões-trator • Caminhonetes 2.899 83.502 • Micro-ônibus • Motocicletas 4.453 149.128 • Motonetas • Ônibus 11.167 7.769 • Tratores 255 Minas Gerais • 59.4% • 7.2% • 3.9% • 0.4% • 0.6% • 25% • 2.5% • 0.9% • 0% • 61.6% • 6.8% • 3.6% • 0.4% • 0.7% • 22.1% • 3.9% • 0.8% • 0% Brasil > Morbidade hospitalar Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 11 of 19 • 56.1% • 43.9% • Homens • Mulheres 5.627 4.406 Minas Gerais • 55.2% • 44.8% Brasil • 54.9% • 45.1% http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 12 of 19 Economia > Despesas e Receitas orçamentárias Belo Horizonte • 53.1% • 46.9% • Receitas • Despesas 4.179.716.757 3.688.217.939 Minas Gerais • 55.5% • 44.5% Brasil • 54.9% • 45.1% > Produto Interno Bruto (Valor Adicionado) Belo Horizonte http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 13 of 19 • Agropecuária • Indústria • Serviços 206 5.979.352 28.432.698 Minas Gerais • 15.568.048 • 54.306.183 • 97.398.820 Brasil • 105.163.000 • 539.315.998 • 1.197.774.001 http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 14 of 19 Histórico Belo Horizonte Minas Gerias - MG Histórico A descoberta do ouro continuava polarizando as atenções como o acontecimento maior do século XVII. Entradas e bandeiras cruzavam os sertões das Minas Gerais e de Goiás numa penetração histórica, para fincar muito além do meridiano de Tordesilhas, os novos marcos das fronteiras da pátria. Foi por volta de 1701 que o bandeirante João Leite da Silva Ortiz, impressionado com os aspectos da topografia, clima ameno e fertilidade do solo na imensa planície que se estendia logo após a Serra do Curral, resolveu lançar, ali, os fundamentos da sua Fazenda do Cercado em cujas terras foi, aos poucos, surgindo o arraial de Curral del Rei. Juntamente com o povoado, Ortiz fez construir uma capela que seria tempos depois a matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. Curral del Rei foi aos poucos se firmando, de forma tal que em 1707 já aparecia citado em documentos oficiais. Em 1711, Ortiz obtém carta de sesmaria das terras com os limites fixados pelas serras do Curral, Jaborema, Jatobá, José Vieira, Pangaré, Taquaril, Navio, Rola Moça e Mutuca. A propósito, vale reproduzir trecho do relatório enviado à Cúria de Mariana pelo Vigário Francisco de Paula Arantes, conservada a ortografia e o pitoresco da época: "Ä Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Curral del Rey está situada em campos amenos na extensa planície de sua serra donde manão imensas fontes de cristalinas e saborosas águas; o clima da região he temperado; a atmosphera he salutifera; está circulada de pedras e mais materiais onde se podem fazer soberbos edifícios; a natureza criou este logar para sua formosa e linda cidade, si algum dia for auxiliada esta lembrança." O pequeno Curral del Rei crescia a bom crescer. Desdobrada em curatos, sua freguesia alcançava o Paraopeba e Sete Lagoas, numa jurisdição que atendia a cerca de 18 mil almas. Depois, extintos os curatos, o Curral del Rey viuse novamente reduzido ao primeiro arraial, com sua população de 2500 habitantes. Ouro Preto vivia praticamente o melancólico final de sua discutida condição de sede do Governo do Estado. Confinada entre montanhas, sem meios nem condições para desenvolver-se em consonância com o espírito marcadamente reformista da época, a velha capital já vinha, de há tempos, sentindo os efeitos de crises consecutivas cuja tônica repousava no movimento de caráter mudancista que empolgava a opinião pública. Dos tênues vagidos dos períodos colonial e provincial ao clamor público que incendiava os espíritos, a idéia avolumou-se até que a República veio proporcionar condições para efetivação da mudança, apaixonante questão em que se punham em jogo motivos fundamentais ligados ao desenvolvimento e segurança do Estado. Ao Governador Augusto de Lima, coube a missão de encaminhar ao Congresso a importante questão e, após acalorados debates em que os interesses regionais se empenharam a fundo, foi incluída na Constituição Estadual dispositivo determinando a mudança da Capital para local que reunisse as condições ideais para o fim almejado. Das cinco localidades sugeridas - Juiz de Fora, Barbacena, Paraúna, Várzea do Marçal e Belo Horizonte, a Comissão Técnica sob a chefia do engenheiro Aarão Reis julgou em igualdade de condições Belo Horizonte e Várzea do Marçal, opinando ao final pela última localidade. ?Entre a Várzea do Marçal e o Belo Horizonte é difícil a escolha, em ambas, a nova cidade poderá desenvolver-se em ótimas condições topográficas, em ambas, é facílimo o abastecimento d?água e a instalação de esgotos, ambas oferecem excelentes condições para as edificações e a construção em geral, e se, na atualidade, a Várzea do Marçal representa melhor o Centro de Gravidade do Estado e acha-se já ligada por meios mais rápidos e fáceis de comunicação com todas as zonas, - daqui a algumas dezenas de anos Belo Horizonte melhor o representará, de certo, e mais diretamente ligada ficará a todos os pontos do vasto território mineiro.? (Comissão Construtora). Voltou o Congresso a pronunciar-se, e depois de novos e extensivos debates surgiu a Lei nº 3, adicional à Constituição, que mandava fosse a Capital construída em terras do arraial de Belo Horizonte, ex-Curral del Rei. A escolha do local levou em conta a proteção contra os ventos frios e úmidos garantida pelas serras do Curral e de Contagem, com mananciais de água de boa qualidade e suficientes para abastecer sua futura população. Planejada para abrigar cerca de 400 mil habitantes, a capital foi inspirada em cidades modernas do mundo como Paris e Washington, a partir de uma nova concepção estética urbana, com largas avenidas, ruas simétricas e arborizadas, bulevares, praças, jardins e um moderno sistema de transportes. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 15 of 19 Criada pelo Decreto 680, de 14 de fevereiro de 1894, a Comissão Construtora da Nova Capital iniciou imediatamente seus trabalhos com o prazo improrrogável fixado em um qüinqüênio. Designado chefe da Comissão, o Dr. Aarão Reis manteve-se no cargo de março de 1894 até maio de 1895 quando foi substituído, a pedido, pelo engenheiro Francisco de Paula Bicalho. A essa altura já se encontravam os trabalhos em franco desenvolvimento, inclusive a desapropriação da área da arraial e conclusão dos estudos e planos da nova capital. Com a firme determinação de evitar que o prazo não fosse ultrapassado, o engenheiro Bicalho remodelou a Comissão Construtora e imprimiu ritmo novo de ação, atacando a um só tempo as várias frentes de trabalho. E com efeito, rigorosamente dentro do prazo constitucional surgia a cidade nova com seu traçado de admirável simetria exibindo um vistoso tabuleiro de amplas ruas e avenidas, imponentes edifícios públicos - Palácio, Secretarias de Estado, confortáveis residências ao gosto da época em contraste com alguns prédios antigos, e a bela estação da Central do Brasil cujo ramal férreo também fora construído pela Comissão. Dentro da noção positivista de progresso, o planejamento da capital estabelecia a separação entre as áreas urbana e suburbana , delimitadas pela Avenida do Contorno. A área planejada na questão de residências só tinha espaço para os profissionais liberais, comerciantes e funcionários públicos. Assim, às margens da Contorno, foram surgindo bairros populares fora do planejamento oficial. Do antigo arraial, restou quase que exclusivamente a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem, ponto central do povoado, construída em estilo colonial, e reconstruída em 1932, em estilo neo-gótico e a edificação que abriga hoje o Museu Abílio Barreto, o local foi originalmente sede da fazenda do córrego do Leitão, construída pelo curralense José Cândido Lúcio da Silveira, por volta de 1883. Foi assim que entre ruidosas e justas comemorações a cidade viu nascer a Nova Capital de Minas no dia 12 de dezembro de 1897 em ato público soleníssimo, presidido pelo Dr. Crispim Jacques Bias Fortes, então Presidente de Minas. A cidade custara aos cofres do Estado a importância de 36 mil contos de reis. Recebeu o nome de Cidade de Minas pela Lei adicional nº 3. Entretanto, em virtude da dualidade de nomes - já que distrito e comarca se chamavam Belo Horizonte, logo foi o topônimo modificado para o atual. Ao ser inaugurada, Belo Horizonte contava com uma população de 10.000 habitantes. Do total de prédios existentes, era de apenas 500 o número de casas novas. Nos primeiros anos Belo Horizonte pouco evoluiu, isto em decorrência dos efeitos de duas crises econômicofinanceiras em 1912, de âmbito nacional, e a seguir a situação calamitosa gerada pela Primeira Grande Guerra, em 1914. Aos poucos, porém, a normalidade foi sendo restabelecida, e a cidade partiu para uma fase de desenvolvimento crescente que haveria de culminar com a realidade magnífica da metrópole do presente. As décadas de 20, 30 e 40 representaram um dos períodos áureos da industrialização da região - a despeito da crise de 1929 em Nova York e da Revolução de 30 - especialmente pela expansão do setor siderúrgico , o que se tornou fonte de geração de empregos e expansão de mercados e serviços. Os anos 40 e 50 foram marcados pela obra símbolo do modernismo o conjunto arquitetônico da Pampulha, criado por Oscar Niemeyer, que se tornou referência e influenciou toda a arquitetura moderna brasileira. Composto pela Igreja de São Francisco de Assis, o Iate Tênis Clube, a Casa do Baile e o Cassino, hoje, Museu de Arte da Pampulha, esses equipamentos circundam a Lagoa da Pampulha, construída na década de 40, quando o prefeito era Juscelino Kubitscheck. Os jardins do paisagista Burle Marx, a pintura de Cândido Portinari e as esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa completam e valorizam o projeto concebido para a lagoa. A capital ganhou os serviços de ônibus elétricos e sua vida cultural tornou-se mais efervescente, com a proliferação de cafés, bares, restaurantes , teatros e imprensa local. Consolidados os setores industriais e de serviços , Belo Horizonte assiste, a partir dos anos 50, a um grande êxodo rural em Minas Gerais , quando a população da cidade dobra de tamanho, passando de 350 mil para 700 mil habitantes. Nos anos 60 Belo Horizonte passou por um processo acelerado de crescimento urbano que avançou sobre suas ruas, quando foram demolidas casas e áreas verdes e ergueram-se altos prédios, em um processo de descaracterização da "Cidade-Jardim ". Atendendo à lógica do desenvolvimento, a verticalização da cidade ocorreu sobretudo na década de 70, comprometendo as características originais e o seu patrimônio arquitetônico. Com um milhão de habitantes, Belo Horizonte crescia de modo desordenado , expandindo-se para os municípios vizinhos, o que levou à instituição da Região Metropolitana de Belo Horizonte. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 16 of 19 A partir dos anos 80, caracterizados por desaceleração econômica, descentralização do poder e pela transição democrática vivida no país após os governos militares, ampliaram-se a mobilização e os canais de participação popular. Os movimentos sociais urbanos organizavam-se para reivindicar direitos urbanos básicos como melhoria da infra-estrutura urbana, do transporte público, atendimento médico e acesso à educação de qualidade. A partir do início da década de 90, Belo Horizonte torna-se palco de importantes experiências na gestão de políticas públicas municipais, que se traduziram por inúmeros programas e projetos de melhorias urbanas e sociais, com a efetiva participação popular, tais como o Orçamento Participativo, a Escola Plural, o Programa Bolsa-Escola Municipal e o Programa de Saúde da Família. Gentílico: belo-horizontino Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por ordem régia de 1750. Pelo decreto estadual nº 36, de 12-04-1890, o distrito de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para Belo Horizonte. Pela lei estadual nº 2, de 14-09-1891, confirmou a criação do distrito de Belo Horizonte. Elevado à categoria de município e capital, com a denominação de Cidade de Minas, pela lei estadual nº 3, de 17-121893, e decretos estaduais nº 716, de 05-06-1894 e 776, de 30-08-1894, desmembrado do Município de Sabará. Instalado em 12-12-1897. Pela lei estadual nº 302, de 01-07-1901 o município e capital de cidade de Minas passou a denominar-se Belo Horizonte. Em divisão administra referente ao ano de 1911 e nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-IX-1920, o município já denominado Belo Horizonte é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923, é criado o distrito de Venda Nova, ex-povoado, com território desmembrado do distrito sede de Belo Horizonte, acrescido de uma parte do distrito da sede do município de Santa Luzia do Rio das Velhas e anexado ao município de Belo Horizonte. Em divisão administrativa referente ao de I933, o município é constituído de 2 distritos: Belo Horizonte e Venda Nova. Assim permanecendo em divisões territoriais de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto-lei estadual nº. 148, de 17-12-1938, o distrito de Venda Nova deixa de pertencer ao município de Belo Horizonte para ser anexado ao município de Santa Luzia. No quadro fixado para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o município é constituído do distrito sede. Pela lei nº 336, de 27-12-1948, o município de Belo Horizonte adquiriu novamente o distrito de Venda Nova desmembrado do município de Santa Luzia. Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Belo Horizonte e Venda Nova. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995. Pela lei nº 6936, de 16-08-1995, é criado o distrito de Barreiro e anexado ao município de Belo Horizonte. Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 3 distritos: Belo Horizonte, Barreiro e Venda Nova. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. Alterações toponímicas distritais Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para Belo Horizonte, alterado pelo decreto estadual nº 36, de 1204-1890. Belo Horizonte para Cidade de Minas, alterado pela lei estadual nº 3, de 17-12-1893 e por decretos estaduais nºs 716, de 05-06-1894 e 776, de 30-08-1894. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 17 of 19 Alteração toponímica municipal Cidade de Minas para Belo Horizonte alterado pela lei estadual nº 302, de 01-07-1901. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 18 of 19 Descrição e Fontes Dados Básicos População: Contagem da População 2007 Área: Área da unidade territorial (km²) Bioma: (IBGE) Data de Instalação: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE) Município de Origem: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE) Localização da Sede IBGE Evolução Populacional População Residente (pessoas): Censo Demográfico 1991 (IBGE) População Residente (pessoas): Contagem Populacional 1996 (IBGE) População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE) População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2007 (IBGE) Pirâmide Etária População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE) Casamentos Casamentos - registrados no ano - lugar do registro Separações judiciais - concedidas no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo Divórcios - concedidos no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo Fonte: IBGE,Estatística do Registro Civil de 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Nos totais das Unidades da Federação e Brasil, não foram incluídas as informações das variáveis de Sem especificações, Ignorados e Estrangeiros. Despesas e Receitas orçamentárias Receitas orçamentárias realizadas - Correntes Despesas orçamentárias realizadas - Correntes Fontes: Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Registros Administrativos 2008. NOTA 1: Os totais de Brasil e Unidades da Federação são a soma dos valores dos municípios. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. NOTA 3: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Docentes Docentes - Ensino fundamental - 2009 (1) Docentes - Ensino médio - 2009 (1) Docentes - Ensino pré-escolar - 2009 (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Escolas Escolas - Ensino fundamental - 2009 (1) Escolas - Ensino médio - 2009 (1) http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011 Page 19 of 19 Escolas - Ensino pré-escolar - 2009 (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Matrículas Matrícula - Ensino fundamental - 2009 (1) Matrícula - Ensino médio - 2009 (1) Matrícula - Ensino pré-escolar - 2009 (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Estabelecimentos de Saúde Estabelecimentos de Saúde público federal Estabelecimentos de Saúde público estadual Estabelecimentos de Saúde público municipal Estabelecimentos de Saúde privado total Frota Municipal Automóvel - Tipo de Veículo Caminhão - Tipo de Veículo Caminhão trator - Tipo de Veículo Caminhonete - Tipo de Veículo Micro-ônibus - Tipo de Veículo Motocicleta - Tipo de Veículo Motoneta - Tipo de Veículo Ônibus - Tipo de Veículo Trator de rodas - Tipo de Veículo Morbidades Hospitalares Homens Mulheres Fontes: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2009. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. PIB Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=310620 7/4/2011