CENTRO DE APOIO OPERACIONAL ÀS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA CÍVEIS E DE TUTELA COLETIVA – CAO CÍVEL NÚCLEO DE ASSESSORIA TÉCNICA PSICOSSOCIAL - NAT Vale do Ribeira: desenvolvimento e participação social. R.I. 581/13 De acordo com a solicitação encaminhada ao Núcleo de Assessoria Técnica Psicossocial do Vale do Ribeira, através do Núcleo de Políticas Públicas, para o levantamento de dados acerca dos equipamentos e serviços de saúde, educação e assistência social, bem como dos respectivos conselhos municipais da região, foram definidas ações visando o melhor atendimento ao pedido, considerando o prazo préestabelecido e as possíveis dificuldades encontradas para a sua concretização. Foram realizados contatos com todos os 15 municípios, encaminhados questionários para o preenchimento dos conselheiros a fim de conhecer as condições de funcionamento dos mesmos, bem como suas dificuldades e necessidades, posteriormente foram realizadas reuniões, em alguns municípios, com cada conselho para maior aproximação à realidade vivenciada. Foram realizados contatos com os movimentos sociais EEACONE - Equipe de Articulação e Assessoria às Comunidades Negras e MOAB – Movimento dos Ameaçados por Barragens, para a possibilidade de outros olhares à respeito da atuação dos conselhos, bem como conversas com a DRADS- Diretoria Regional de Assistência e Desenvolvimento Social e DRS- Departamento Regional de Saúde, além de leitura das atas de reuniões da comissão regional dos conselhos municipais de saúde do Vale do Ribeira. Entendemos que a temática da participação e controle social é complexa, uma vez que representa uma conquista precedida de anos de ditadura, a qual preconizava uma ação repressiva do Estado. Sendo assim, ainda nos dias de hoje alcançar a cultura participativa é um grande desafio. A atual conjuntura apresenta uma realidade concreta do esvaziamento dos espaços de controle social, com alguns conselhos puramente formais. 1 Argumentamos que para compreender a participação social no Vale do Ribeira faz-se necessário entender os processos pelo qual os moradores das diferentes cidades passaram e de que forma cada município se apropriou dos avanços democráticos oportunizados. Através da divisão administrativa do Ministério Público de São Paulo, compreendida em 15 regionais, a área Regional do Vale do Ribeira1 é a 4º região que concentra o menor número de munícipios, 15 cidades. A região toda possui a população total de 273.566 habitantes, sendo predominante formada por municípios de pequeno porte. Para a área Regional, são considerados os seguintes municípios: Município Área (km²) População Barra do Turvo 997,4 8.108 Cajati 455,2 33.227 Cananéia 1.113,3 12.298 Eldorado 1.656,728 14.490 Iguape 1.934,0 27.427 Ilha Comprida 295,1 6.704 Iporanga 1.125,0 4.562 Itariri 274,3 13.613 Jacupiranga 697,5 17.041 Juquiá 818,8 20.516 Miracatu 1.002,0 22.383 Pariquera-Açu 361,3 17.649 Pedro de Toledo 682,3 9.187 Registro 721,2 53.752 Sete Barras 1.069,0 13.714 Total: 273.566 Fonte: DRSXII 1 O Vale do Ribeira, localizado na região sul do Estado, é a região localizada na Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape, chegando a 24 municípios, possui grande parte da Mata Atlântica remanescente no Brasil. Em 1999, a Unesco declarou a região Patrimônio Natural da Humanidade. Entretanto na divisão administrativa do MP/SP contabiliza-se 15 municípios. 2 Cabe ressaltar que esse grupo de municípios possui características particulares, como baixos índices de desenvolvimento humano, a menor densidade demográfica do estado e porcentagem significativa de população rural. Na região, o município de maior número de habitantes é Registro, com um pouco mais de 50 mil habitantes, é também considerado “a capital do Vale do Ribeira”. As regiões de referência, que concentram uma rede de serviços mais desenvolvida, utilizadas por alguns municípios, são: a Capital -São Paulo (localizado a 190 km de Registro), Baixada Santista-Santos (180 km de Registro), Região de Sorocaba (160 km de Registro). Por tratar-se de uma região com especificidades contrastante ao restante do Estado de SP2 é que se justificam as inúmeras tentativas, ao longo da história, de repensar formas de desenvolvimento à região. As formas de acesso a região são marcadas por estradas que concentram fluxo carregado de veículos e acidentes. “O trecho paulista da BR-116, Rodovia Régis Bittencourt, corta os municípios de Miracatu, Juquiá, Registro, Pariquera-Açu, Jacupiranga, Cajati e Barra do Turvo. A Rodovia SP/55 (Padre Manoel da Nóbrega) liga a Rodovia Régis Bittencourt e o Vale do Ribeira à Região Metropolitana da Baixada Santista. A Rodovia SP/079 liga Juquiá à Tapiraí e Sorocaba. A Rodovia SP/139 inicia na BR-116, ligando o Vale do Ribeira à São Miguel Arcanjo.” DRADS XII. Conhecidos no estado como o “nordeste” paulista, o Vale do Ribeira contribui com a menor fatia econômica do Estado. “Contribuiu, em 2006, com R$ 1,9 bilhão 2 Mais rica das unidades federativas, São Paulo também figura entre os estados com alto Índice de Desenvolvimento Humano, sendo superado apenas por Santa Catarina e pelo Distrito Federal. Responsável por mais de 31% do PIB do país, São Paulo legitima seu status de "motor econômico" do Brasil por possuir melhor infraestrutura, mão de obra qualificada, fabricar produtos de alta tecnologia, além de abrigar o maior parque industrial e a maior produção econômica. Site: http://saopaulo.sp.gov.br 3 para o PIB estadual, o que corresponde a 0,24% do Produto Interno Bruto paulista. A existência de diversas áreas de preservação ambiental restringem o desenvolvimento industrial da R.A., favorecendo as atividades agrícolas e de extração mineral e vegetal. A principal cultura é a banana " a região é responsável por 72% dessa cultura em todo o Estado. Também são produzidas carne bovina e tangerina, entre outras.”3 Abaixo, os 15 municípios, organizados através do ranking de IDH, com as respectivas porcentagens de contribuição pra o PIB – Produto Interno Bruto estadual. Município IDH % PIB do estado de SP 1º REGISTRO 0,754 0,1 2º PARIQUERA-ACU 0,736 0,016494% 3º IGUAPE 0,726 0,025839% 4º ILHA COMPRIDA 0,725 0,009641% 5º CANANEIA 0,720 0,010202% 6º JACUPIRANGA 0,717 0,014453% 7º IPORANGA 0,703 0,002375% 8º JUQUIA 0,700 0,015294% 9º MIRACATU 0,697 0,015957% 10º PEDRO DE TOLEDO 0,696 0,006494% 11º CAJATI 0,694 0,041572% 12º ELDORADO 0,691 0,010906% 13º ITARIRI 0,677 0,008374% 14º SETE BARRAS 0,673 0,010240% 15º BARRA DO TURVO 0,641 0,004100% PNUD – 2000 Fonte:CIESP De acordo com o gráfico abaixo a Região Administrativa de Registro é a que menos contribui economicamente com o PIB Estado. 3 http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=298373 4 Chamamos a atenção para a relação entre desenvolvimento econômico e a viabilização de políticas públicas. Sabemos que além de “vontade política”, para a concretização de ofertas de serviços para o atendimento às demandas existentes, é necessária a disponibilidade de orçamento e pessoal planejamento e execução, dificuldades estas encontradas qualificado para o em todos os municípios da região. Para além da ausência de indústrias que contribuam positivamente para a geração de emprego, renda e arrecadação municipal, há que se pensar também as responsabilidades dos demais governos, bem como as instituições fiscalizadoras prezando pelo melhor investimento das verbas públicas. O índice Paulista de Responsabilidade Social – IPRS4, é um indicador importante para pensar as três políticas em questão, educação, saúde e assistência social, classificando os municípios de acordo com dados relativos a riqueza, longevidade e escolaridade. De acordo com o mapa abaixo, os munícipios são separados em diferentes grupos, cada uma com uma respectiva cor e nível nas categorias analisadas. 4 Apresentado no Mapa da Saúde do Vale do Ribeira. 5 Grupo 1 - municípios com elevado nível de riqueza e bons indicadores sociais. Grupo 2 - municípios com bons níveis de riqueza que não se refletem nos indicadores sociais, os quais se situam aquém dos registrados para os municípios pertencentes ao Grupo 1. Grupo 3 - municípios com baixos níveis de riqueza, mas bons indicadores de longevidade e escolaridade. (Iguape, Ilha Comprida) Grupo 4 - municípios com baixos níveis de riqueza e com deficiência em um dos indicadores, longevidade ou escolaridade. (Cananéia, Cajati, Jacupiranga, Registro, Eldorado e Pedro de Toledo) Grupo 5 - municípios com baixos níveis de riqueza e indicadores de longevidade e escolaridade insatisfatórios. (Itariri, Miracatu, Juquiá, Sete Barras, Iporanga, Barra do Turvo, Pariquera-Açu) Como observado nenhum município da região está entre o grupo 1 e 2, tendo concentração maior de municípios no grupo 5. Sabemos que para pensar a região Vale do Ribeira faz-se necessário ultrapassar as estatísticas e adentrar ao território local, compreender a população a partir da história da região, das diferentes formas de apropriação do seu espaço. A região conta com uma marcante população tradicional: população indígena: 1.079; 6 população quilombola: 7.188 (em 30 comunidades); comunidades caiçaras: 2.456 famílias (em 80 comunidades). Abaixo a relação de comunidades reconhecidas, vale lembrar que ainda existem outras comunidades na região que ainda não possuem reconhecimento formal, aumentando consideravelmente o número de famílias. MUNICÍPIO Barra do Turvo COMUNIDADES ANO DE FAMILIAS RECONHECIMENTO Cedro 23 2009 Reginaldo Pedra Petra / Paraíso Ribeirão Grande / Terra Seca 94 2009 80 2009 77 2008 Cananéia Mandira 16 2002 Eldorado André Lopes 76 2001 Ivaporunduva 98 1998 Pedro Cubas Pedro Cubas de cima 40 1998 22 2003 Sapatu 82 2001 Galvão 34 2001 Nhunguara 91 2001 Eldorado/ Iporanga São Pedro Eldorado/Jacupiranga Poça 39 1998 41 2007 Iguape Morro Seco 47 2006 Iporanga Maria Rosa 25 1998 Pilões 63 1998 Porto Velho 19 2003 Praia Grande 34 2002 Peropava 25 2011 Registro Fonte:DRS XII Considerando a história da região é possível perceber que seus avanços e retrocessos estão intimamente ligados à relação entre o homem e a apropriação do meio em que vive. “As comunidades quilombolas do Vale sempre mantiveram relações sociais e econômicas com os pequenos núcleos urbanos regionais, com os grandes proprietários rurais e com as autoridades locais. Mesmo estando em locais com certo isolamento geográfico, nunca viveram descontextualizadas da produção agrícola regional, ora atuando como fornecedores de bens alimentícios, ora na qualidade de meeiro, de pequeno produtor e de empregado de fazendeiros. Estudos 7 antropológicos afirmam a existência de comunidades quilombolas que possuem tradição de até 300 anos de ocupação no Vale, caso da comunidade de Ivaporunduva. Permanecendo sempre em contato direto com a natureza e extraindo delas os meios para sua subsistência e reprodução cultural, acumularam, ao longo das várias gerações, conhecimentos tradicionais e profundos sobre os ecossistemas da região.”5 (2008, p.10) Um ponto inicial é que não há como pensar sociedade no Vale sem considerar a reserva da mata atlântica que encobre a região, compreendendo a relação direta das reservas ambientais e o modo de vida dos moradores da região. Os limites latifundiários esbarram a todo tempo nas ações públicas e privadas “Segundo o Instituto de Terras do Estado de São Paulo, de um total de 1,7 milhão de hectares de terras da região, 1,5 são de terras devolutas, sem regularização efetiva de domínio de posse, e somente 119 mil hectares são legitimados ou titulados6”(2006,p.12) Sendo assim, riquezas naturais e escasso desenvolvimento social e econômico compõem o cenário do Vale do Ribeira, e compreender esta dinâmica requer um olhar para além da junção simplificada entre o investimento em um para a aquisição do outro. “O Vale do Ribeira detém a maior parcela remanescente contínua da Mata Atlântica e de ecossistemas associados do país concentrando 40% das unidades de conservação do Estado de São Paulo, e, também trata-se de uma região cujos índices de desenvolvimento humano contrastam com a exuberância da sua mata atlântica.” (2006, p. 11) Há lacunas históricas que devem ser estudas e compreendidas em conjunto com a comunidade local. Através das bibliografias pesquisadas é possível perceber um misto de participação e ausência do Estado que contribuem para diferentes tentativas em agir na região: “ao analisar as politicas públicas de desenvolvimento regional direcionadas ao Vale, dos anos 60 até o inicio dos anos 80, nota-se a forma centralizada e ineficiente da ação do Estado, sem o envolvimento da sociedade civil no processo de produção de suas politicas, período que denominamos de presença ausente do estado no Vale do Ribeira. A partir da década de 80, um conjunto de 5 Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira / editores: Kátia M. Pacheco dos Santos, Nilto Tatto. -- Instituto Socioambiental, 2008. 6 Vale do Ribeira: um ensaio para o desenvolvimento das comunidades rurais / Devancyr A. Romão organizador. – Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2006. 8 fatores leva a região a se deparar com novos problemas e desafios [...] a partir de então inicia-se o discurso, pronunciado pelos órgãos públicos e ONGs , de que o ecoturismo é uma alternativa para o Vale[...] Entretanto o Estado passa a delegar às organizações do terceiro setor a incumbência de planejar o desenvolvimento regional[...] Esta nova face do Estado faz com que o desenvolvimento do ecoturismo na região, em certa medida, dependa do nível de organização social de cada município ou comunidade e de suas capacidades em formular projetos para a captação de recursos público, ou do interesse de organizações exógenas em implantar projetos na região. Período, portanto em que temos no Vale do Ribeira uma “ausência presente do Estado7”. Pesquisando o histórico da região é possível perceber iniciativas do envolvimento do estado para o desenvolvimento do Vale do Ribeiro, tal como aponta a sequência abaixo8: - Governo Carvalho Pinto, (1959-1962) proposta de desenvolvimento a partir da “Operação Caiçara”; - governo Adhemar de Barros,(1963-1966) Plano de Desenvolvimento integrado-PLADI, com ações específicas para o Vale do Ribeira como a elaboração do “Plano Global para o desenvolvimento do Vale do Ribeira e Litoral Sul” – pela primeira vez é evidenciado o potencial turístico da região, sendo evidenciada a necessidade de intervenção principalmente estadual; - governo Abreu Sodré (1967-1970) inciativa de algumas melhoria para as necessidades turísticas como o acesso e iluminação a caverna do diabo, criação da Superintendência do Desenvolvimento do litoral Paulista – SUDELPA, com a finalidade de promover o desenvolvimento socioeconômico da região; - Governo Laudo Natel, (1971-1974) início da execução do Programa Geral de Ação no Vale do Ribeira; SUDELPA publica o estudo “Possibilidades Turísticas do Vale do Ribeira e Litoral Sul; - Governo Desenvolvimento Paulo do Egydio, Litoral – (1975-1979) PLADEL, que SUDELPA finaliza tem objetivo por o Plano promover de o desenvolvimento econômico e social do Vale do Ribeira e Litoral Paulista; 7 Presença ausente e ausência presente do Estado na produção do espaço para o turismo no vale do Ribeira paulista. Carolina Todesco, 2010. 8 Idem. 9 - Governo Maluf, (1979-1982) SUDELPA é enfraquecida e é implantado o Programa “Auxílio às Prefeituras”; - Governo Franco Montoro (1983-1987) passa a tratar a questão ambiental como tema político, criado o CONSEMA – Conselho Estadual do Meio Ambiente; - Na década de 1980 são criadas 9 Unidades de Conservação no Vale do Ribeira, nesse período a SUDELPA elabora o Plano Básico de Desenvolvimento AutoSustentado da Região Lagunar de Iguape –Cananeia. Após a década de 1980 o interesse do Estado para o desenvolvimento da região passa a não ser mais o turismo social e sim o ecoturismo, devido a novas concepções ambientais. Essas mudanças acarretam um impacto na forma de vida das comunidades. “Dessa forma, a liberação e a desregulamentação do Mercado, a descentralização e a gestão novos atores políticos, a participativa das políticas públicas, a inserção de introdução de conceitos como “desenvolvimento sustentável” no discurso tanto do estado como do Mercado e do Terceiro Setor, tornam-se o pano de fundo do desenrolar da história dos territórios no fim do século XX e início do século XXI” (2010) A ação ambientalista do estado produziu um alto impacto na região, alterou a forma como as comunidades tradicionais se relacionavam com as terras ocupadas há séculos, considerando que grande parte da população utiliza como base econômica a agricultura e o extrativismo. “Cerca de 75% das terras da região são regidas por leis de proteção ambiental, sendo que 58% dessas áreas são institucionalmente protegidas sob forma de parques e estações ecológicas – de propriedade pública, o que impõe a proibição de qualquer uso econômico – ou de áreas de proteção ambiental, como propriedade e uso do solo privados, porém com restrições de uso” (2006,p. 11) Nas bibliografias existentes é possível perceber a existência de diferentes projetos de desenvolvimento para o Vale do Ribeira, mas há que ser consideradas as diferentes linhas e concepções de desenvolvimento existentes. Definir a ótica de atuação é imprescindível para iniciar a aproximação com os sujeitos beneficiários do projeto. O conceito, por exemplo, utilizado para definir o Índice de Desenvolvimento Humano, vai além das aquisições econômicas: “é definido como um processo de ampliação das escolhas das pessoas para que elas tenham capacidades e 10 oportunidades para serem aquilo que desejam ser. O conceito de Desenvolvimento Humano também parte do pressuposto de que para aferir o avanço na qualidade de vida de uma população é preciso ir além do viés puramente econômico e considerar outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana9”. Para o ISA10 – Instituto Socioambiental, que desenvolve parcerias com a região, a proposta do Programa Vale do Ribeira tem como objetivo contribuir para a construção de um modelo de desenvolvimento regional pautado na riqueza socioambiental da Mata Atlântica. Em parceria com associações quilombolas locais, prefeituras e organizações da sociedade civil, propõe e implementa projetos de desenvolvimento sustentável, geração de renda, conservação e melhoria da qualidade de vida das comunidades tradicionais da região. De acordo com alguns autores há barreiras fundiárias e históricas e dificultam o desenvolvimento na região. “A eliminação desse gargalo tão restritivo ao desenvolvimento da região requer a demarcação de terras, já discriminadas, de posseiros, a titularização dos quilombolas e a demarcação de terras e a demarcação das terras indígenas”. (2006, p.26) Uma forma de tentar fortalecer os municípios foram as criações de Consórcios Intermunicipais11 como o CODIVAR- Consórcio de Desenvolvimento Intermunicipal do Vale do Ribeira e CONSAUDE - Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Ribeira, bem como fundos de investimentos regionais, como o Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Ribeira (Fundesvar)12. Mesmo através de um esforço do Estado em impulsionar ações regionais, é necessário considerar a participação das comunidades tradicionais que compõe a região nesse processo. Em uma das visitas realizadas, ouvimos uma profissional falar sobre a dificuldade em trabalhar com os jovens o respeito da valorização da terra em que vivem, a mesma disse que essa dificuldade se dá devido ao não reconhecimento 9 http://www.pnud.org.br/ http://www.socioambiental.org/ 11 São formados através das parcerias entre municípios vislumbrando a possibilidade de ações conjuntas. 12 Fundo do governo do Estado, administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia em parceria com outras seis secretarias de Estado (Planejamento e Desenvolvimento Regional, Fazenda, Agricultura e Abastecimento, Meio Ambiente, Emprego e Relações do Trabalho, e Justiça e Defesa da Cidadania). O Fundesvar financia pequenos empresários e prefeituras da região, em projetos de estímulo à geração de emprego e renda. Nos últimos anos, cerca de R$ 45 milhões foram investidos. 10 11 do espaço enquanto seu, a não concepção da história de luta dos municípios, ela disse: “poucos são os filhos da Ilha”- referindo-se ao município de Ilha Comprida. Para as profissionais do Município há uma diferença muito grande ente a relação que as comunidades tradicionais têm com o espaço que ocupam, a preservação da cultura, em relação às populações que procuram a Ilha como se fosse uma terra sem lei, somente para temporadas. Em conversa com pessoas da região fomos informados que em época de alta temporada turística municípios como Ilha Comprida chegam a ter uma população de 200 mil habitantes, o que gera demandas maiores resultando na reorganização das ofertas de serviços. Desde a constituição de 1988 foram asseguradas formas que garantem a participação da população de forma democrática, os conselhos tem sido uma espaço oportuno enquanto instâncias colegiadas com funções variadas, como deliberativa, fiscalizadora, mobilizadora, consultiva. São espaços fundamentais para reforçar a participação da população na formulação de estratégias dentro dos munícipios. Considerando o histórico da região, e o insucesso de alguns projetos, mais do que nunca instancias representativas e democráticas devem compor as diferentes etapas das políticas públicas. Os conselhos devem ser compostos por representantes dos usuários das políticas, por prestadores de serviços, gestores e profissionais. O grande desafio em dialogar com os diferentes deve ser cotidiano dentro dos conselhos, é inegável a existência de conflitos, entretanto é através da prática democrática que o mesmo poderá refletir os interesses que representam. Saúde, Educação e Assistência Social. Ressaltamos a necessária discussão em torno da intersetorialidade, considerada imprescindível para o avanço no âmbito das políticas públicas, oportunizando novas formas de pensar o atendimento, priorizando a troca de saberes, uma vez que o indivíduo não deve ser pensado de forma fragmentada pelas políticas que o atende. Notamos através do trabalho realizado na região que há distâncias entre as ações setoriais, apesar dos municípios serem pequenos, não são todos os setores que 12 conseguem desenvolver trabalhos conjuntos. Ao mesmo tempo em que os profissionais das diferentes políticas acabam sendo mais próximos, entre si, entretanto isto não se estende aos serviços que representam, ou seja, essa aproximação denota uma conotação pessoal não sendo formalizada como método de trabalho. Em dezembro ocorreu o II Encontro Regional SUS e SUAS, em Registro, representando a tentativa de dar visibilidade a temática intersetorial entre as duas políticas. Para a realização desse encontro, movimentos anteriores foram realizados, bem como a eleição de prioridades de ação. Foi consenso entre todos os municípios participantes que a pauta principal seria a política de álcool e drogas voltada para o público adolescente. Sabemos que a região possui uma série de necessidades, sendo imprescindível a atuação conjunta das políticas para a sua identificação e elaboração de linhas de ação, principalmente no tema eleito, uma vez que a rede de serviços é escassa. Atualmente na região, todos os 15 municípios possuem conselhos de saúde, educação e assistência social, com aponta a tabela abaixo, há a existência de alguns outros conselhos importantes, tais como: conselho dos direitos da criança e do adolescente, conselho dos idosos, conselho de segurança alimentar, conselho da juventude. MUNICIPIOS CMDCA C.I. C C.S.A. C.J. PCD Barra x Cajati x Cananéia x Eldorado x x Iguape x x x Ilha Comprida x x x x x x x Iporanga Itariri x Jacupiranga x Juquiá x x Miracatu x x Pariquera-açu x x x 13 Pedro de x x Toledo Registro x Sete Barras x x Apenas Registro e Cananéia tem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas. Com a constituição de 1988, o artigo 6º ofereceu condições para a compreensão do individuo enquanto ser complexo, multifacetado, que necessita de diferentes formas de atendimento para a obtenção da dignidade humana ansiando sua emancipação. Educação, Saúde e Assistência Social, entre outras políticas públicas estão entre os direitos sociais assegurados, portanto para a garantia de cada direito social foram necessários formalizar normativas e elaborar as formas de organização das ações, em cada nível de complexidade e governo, cada uma em seu tempo histórico, de acordo com o grau de desenvolvimento das discussões e do momento político para tal, a fim viabilizar as garantias previstas na Constituição Federal. Os municípios de pequeno porte não possuem os mesmos problemas dos grandes centros urbanos, entretanto possuem dificuldades de orçamento e pessoal qualificado para a o atendimento às demandas, sendo assim a gestão das políticas acaba sendo prejudicada devido à infraestrutura limitada dos municípios. Após mais de duas décadas da Constituição Federal, ainda há muito para ser pensado no que tange a implantação efetiva das políticas públicas, principalmente, frisando o recorte da realidade do Vale do Ribeira, nos municípios de pequeno porte. Contanto com o fortalecimento dos conselhos e conferências para dar voz a essas dificuldades. Através da municipalização das políticas, os municípios passaram a ser os principais atores na execução da gestão, sendo este um passo importante para o protagonismo dentro dos territórios, entretanto é válido afirmar a importante participação das demais esferas de governo para o apoio financeiro e técnico no suporte às dificuldades enfrentadas pelos municípios que não possuem meios de execução adequado. “A descentralização é positiva na medida em que não suprima e nem esvazie a centralidade de suas funções redistributivas e sua capacidade 14 corretiva das desigualdades regionais e individuais, e permita a participação da população, atuando de modo integrado sobre as condições de vida nos diferentes segmentos social”13 (2001,p.7) Percebemos que este é um ponto importante ao pensar o Vale do Ribeira, uma vez que a maioria dos conselheiros desconhecem as próprias atribuições, não tendo respaldo dentro do município para elucidar suas dúvidas. Muitas vezes o próprio gestor não está adequadamente preparado. O papel do Estado como articulador regional é essencial para o Vale do Ribeira. A Regionalização com participação ativa do estado e dos municípios, com foco na articulação das demandas de maneira descentralizada é uma forma de fortalecer os municípios e garantir referência nos atendimentos. É possível perceber que apesar de muitas vezes ser notável um olhar unificado sobre a região, é importante salientar que cada município possui uma realidade única, reafirmada através dos diferentes processos históricos aos quais foram submetidos. Apesar de possuírem problemas parecidos e índices que indicam uma massificação das problemáticas, cada cidade possui sua especificidade. Educação A Regional do Vale do Ribeira possui três diferentes diretorias de ensino que atendem os 15 municípios, sendo elas: Diretoria de Ensino de Apiaí Apiaí, Barra do Chapéu, Guapiara, Iporanga, Itaóca, Itapirapuã Paulista, Ribeira, Ribeirão Branco. Diretoria de Ensino de Miracatu Iguape, Ilha comprida, Itariri, Juquiá, Miracatu, Pedro de Toledo. Diretoria de Ensino de Registro Barra do turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Jacupiranga, Pariquera- açu, Registro, Sete Barras. 13 A nova configuração das políticas sociais. Nobuco Kameyana. 2001. 15 A maioria dos municípios está em fase de elaboração do Plano Municipal de Educação, sendo que somente Cajati, Sete Barras, Pariquera-Açu, possuem o Plano. Com as formulações da LDB, a municipalização do ensino passa a ser integrada as concepções de descentralização da gestão da educação. “Colocando principalmente os Municípios de pequeno porte numa situação frágil e carente de estrutura de gestão educacional. A implementação da Municipalização do Ensino, seja em Municípios de qualquer porte, enquanto o Regime de Colaboração, garantido pela Constituição de 1988, se restringi aos repasses de recursos e ações esporádicas, por vezes desconexas, não promove condições plenas de gestão municipal e melhoria substancial na qualidade da educação nos municípios, em especial nos de pequeno porte.” (2011, p.5)14 Foi possível perceber através das visitas realizadas uma intenção em envolver a comunidade nos assuntos relativos à educação, em Cajati, um dos poucos municípios que possui PME, a grande dificuldade apontada foi a falta de investimento na qualidade da educação, no ensino, isso em todo o país, a valorização da escola. O presidente do conselho de Cajati, membro representante da sociedade civil, disse ter boas experiências através de diretoras que conseguiram integrar a comunidade dentro do espaço escolar. Fomos informados também que há no município projetos desenvolvidos dentro das escolas, tais como: Cimpor - Amiguinhos do Meio Ambiente, Auto Pista - Viva Meio Ambiente, Vale Academia de Desenvolvimento Social Educação-Ambiente DEGRAF Instituto e Cidadania, Fagundes/Senai - Aprendiz - Para pessoas com deficiência, CMDCA - Parceria Fer Comerciários - Escola Comunidade. O município de Cajati nos apresentou uma demanda por creche no total de 43 crianças aguardando. O município de Barra do Turvo informou ainda não possuir creche. Em eldorado atualmente há (sete) creches em funcionamento com atendimento a 177 (cento e setenta e sete) alunos. A demanda constante na lista de espera das creches totaliza 72 (setenta e dois) crianças. 14 A municipalização do ensino em municípios de pequeno porte: a região de Taquaritinga. (1988-2009). Vitor Hugo Pissaia, 2011. 16 Foi evidenciado que a população de modo geral não utiliza os conselhos. Em Barra do Turvo percebemos que as questões relativas à posse da terra interferem também na gestão das políticas, sendo assim é dificultoso encontrar no município terrenos propícios para a construção de prédios públicos. Na visita realizada em Iguape ouvimos a dificuldade em pensar a educação envolvendo o jovem, diante dos problemas sociais graves que o município tem. Como oferecer perspectiva para os mesmos deem continuidade aos estudos. Fomos informados de um curso oferecido pelo CODIVAR, patrocinado pelo Itaú social, para os gestores de Educação do Vale do Ribeira. Evidenciado uma tentativa, mesmo que descontínua, em oferecer capacitação e espaços comuns aos representantes da região. Apesar da tentativa do CME funcionar cumprido suas funções, foi possível perceber o acúmulo de trabalho acaba colocando-o em segundo plano dentre as ações desenvolvidas pelos conselheiros. As ações normalmente são voltadas para a fiscalização dos gastos públicos. Nas visitas as queixas voltaram-se à necessidade de espaço próprio para o funcionamento do CME, equipamentos próprios, capacitação dos conselheiros, assessoria jurídica a respeito de Direito Educacional, dificuldades devido ao acúmulo de conselheiros em mais de um conselho e a dificuldade em participar de todas as reuniões. Bem como: “dificuldades como disponibilização de verbas para deslocamento em função de cursos. Gostaríamos também de sermos mais convidados a participar nas ações e planejamentos vinculados a educação.” O conselho municipal de Iguape iniciou em junho de 2013 e disse ainda ter participação tímida dos mesmos, entretanto estão procurando uma solução. Em Barra do turvo foi apontado: A principal dificuldade é resgatar a confiança da população para a participação nos Conselhos Municipais; Em nosso município as pessoas estão desacreditadas na participação representativa, acreditamos que isso seja em decorrência de ser uma Rede Municipal nova, temos apenas 4 anos de municipalização do ensino básico municipal o que torna a participação pouco atrativa. A Secretaria Municipal de Educação acabou de criar a Lei que Institui o Sistema Municipal de Educação, o que acaba por aumentar a responsabilidade do 17 Conselho Municipal de Educação no que tange o desenvolvimento das ações para atender a essa nova demanda. Dessa forma as principais demandas do município e do Conselho é fortalecer esse recém-criado Sistema Municipal de Educação, auxiliando no desenvolvimento da Educação Municipal nos quesitos de acesso permanência e qualidade da educação pública. Além de compor o conselho Municipal de Educação, muitos dos conselheiros também participam dos demais conselhos da política, como conselho de alimentação escolar, fundeb. Assistência Social A política de assistência social ainda encontra dificuldades de se afirmar cotidianamente enquanto política pública, ultrapassando as concepções de caridade e benesses marcadas em seu histórico. Diante das recentes conquistas normativas, e sendo uma política nova, a mesma deve romper com costumes e práticas arraigados ao senso-comum, sendo assim torna-se ainda mais difícil trabalhar democracia e participação social no campo da assistência social, quando esta é confundida com assistencialismo. A falta de profissional qualificado acaba por prejudicar o acesso da população à assistência social enquanto direito, enquanto política da seguridade social. Ainda vista como fonte de “esmolas para pobres” a assistência social tem caminhado para alcançar discussões críticas, conjuntas entre comunidade e poder público. Em muitos municípios essa política acaba sendo o reforço da lógica clientelista, a forma de controle social invertido15. Todos os municípios do Vale do Ribeira possuem CRAS- Centro de Referência de Assistência social, entretanto a falta de profissionais e excesso de demanda acabam por sobrecarregar os profissionais que atuam nos municípios, uma vez que trata-se de uma região com alto índice de vulnerabilidade social e de pouca oferta de profissionais e serviços especializados. 15 Quando o estado passa a governar a população. 18 Muitas vezes mais de um serviço, com níveis de complexidade diferentes são acumulados na figura de um único profissional, na ausência deste, há dificuldade para a contratação de outro. Tendo em vista que devido ao orçamento limitado, os municípios não pagam salários muito convidativos à migração de novos profissionais. Salientamos a importância em qualificar tecnicamente os gestores e demais profissionais que atuem na assistência social, uma vez que estes tem importante contribuição na execução da política e no contato com os usuários, podendo ser impulsionadores da participação social. As principais queixas e reivindicações por parte dos conselhos foram: falta de compromisso e interesse da população, a indisponibilidade de tempo dos conselheiros par a atuação no conselho, falta de capacitação para os conselheiros, falta de equipamentos de uso exclusivo do CMAS, falta de espaço físico, de dotação orçamentária com percentual mínimo garantido, falta de secretária executiva. E outras como: “As entidades que atuam na área da assistência social tem demanda reprimida, porém não são autossustentáveis, o que inviabiliza algumas ações” “assistência social não é priorizada pelos governantes, - falta de RH- diminuição de RH- aumento dos serviços , ou seja, os técnicos diminuem e aumentam-se os serviços” . Houve considerações importantes dentre as dificuldades na execução da política, como: imposição do Poder Judiciário de atribuições que não compete aos técnicos municipais. O poder público não respeita algumas decisões dos conselhos. Em conversa com uma técnica da DRADS fomos informados que os conselhos não são tão atuantes como deveriam, e que dificilmente os mesmos emitem parecer contrário ao que é colocado pela gestão. A mesma evidenciou que cada município possui um grau de organização e ação. Entretanto observamos que poucos são os agentes envolvidos para a mudança na forma como assistência social vem sendo executada, percebemos que muitas vezes a falta de intersetorialidade e pactos conjuntos entre as políticas acabam dificultando o encaminhamento das demandas. Através das visitas que temos realizado nos serviços de acolhimento da região notamos que ainda falta muito para que a política de assistência social possa ser parceira dos cidadãos e contribuir consubstancialmente, para além das inclusões 19 em programas de transferência de renda. Da mesma forma acreditamos que os conselhos necessitam se fortalecer. Saúde A construção da política de saúde é fortemente marcada pela participação dos movimentos sociais, suas conquistas estão intimamente ligadas à participação da sociedade civil, entretanto há que salientar que o campo da saúde é espaço de luta e conflituosos interesses, através de disputa de diferentes posicionamentos na concepção da politica. Os Conselhos foram instituídos como órgãos colegiados e permanentes, e ainda buscam espaços para atuar de forma plena e dinâmica. Oriundos de lutas populares, os conselhos municipais ainda sofrem todo tipo de influência negativa e repressão. Talvez essa realidade seja mais evidente em cidades pequenas acostumadas com “coronelismos” e “desmandos” na politica local, muitas vezes, injustificados e ilegais. Como nos alertou uma presidente de conselho “A saúde [em nossa cidade] está muito debilitada. A saúde esta terceirizada e é forte a rivalidade com a gestão, principalmente quando o conselho é atuante” e em outro momento “há um constrangimento [aos conselheiros] principalmente pelos vereadores”. (sic) (grifo nosso). Através das visitas realizadas percebemos como os municípios pequenos possuem dificuldades em atender as necessidades da população uma vez que não recebem o devido apoio das demais esferas de governo. Como nos alertou um conselheiro que é médico “a gente precisa de medico que fique na comunidade e que viva aqui pra saber como são as coisas (...)” (sic). Entendemos que a saúde não se faz centrada apenas na figura do médico, contudo temos certo que esta é sim figura importante no desenvolvimento da politica. O entrave na fixação deste profissional (e geralmente de qualquer mão de obra qualificada) no Vale do Ribeira se dá por alguns fatores bem conhecidos como a distância (e o isolamento) de alguns municípios, a precariedade na infraestrutura para o desenvolvimento de um trabalho digno e coerente e por fim, em alguns casos 20 a baixa possibilidade de pagamento de salários que sejam minimamente competitivos com outros locais que também dispõem de vagas. Assim, em dados concretos, obtidos a partir do Censo Demográfico Médico , notamos que enquanto o Estado de São Paulo abriga o maior numero de médicos 28,66% dos médicos em atividade no país, com uma taxa de 2,38 médicos por 1 mil habitantes - estes se concentram principalmente na capital e nas regiões que dispõem de todo um aparato para o pleno desenvolvimento do exercício e carreira médicas. Nas palavras do autor: Estudos mostram que há uma tendência de o médico fixar moradia e local de trabalho na cidade ou região onde fez sua graduação ou Residência. As cidades que abrigam escolas médicas, por sua vez, são também aquelas que concentram maior número de serviços de saúde, públicos e privados – hospitais, clínicas, postos de saúde e laboratórios –, o que significa maior oportunidade de trabalho. Isso pode explicar, em parte, a maior densidade de médicos em cidades com maior número de faculdades de medicina. A cidade de São Paulo, por exemplo, conta, em 2011, com oito escolas médicas, 876 vagas – uma vaga para cada 12.836 habitantes – e uma taxa de 4,33 médicos por 1.000 habitantes. O CENSO ainda é explicita a situação quase calamitosa da falta de profissionais aqui no Vale: (...) a DRS com sede na cidade de Registro, no Vale do Ribeira. A região congrega 15 municípios e um total de 217 médicos para uma população de 289.670 habitantes, o que resulta numa razão de 0,75 médico por 1 mil habitantes. É uma taxa equivalente à da África do Sul (que é de 0,77) e ligeiramente superior à da Índia (0,60). (site CREMESP). Podemos notar que no Vale do Ribeira apenas as cidades de Registro e Pariquera-Açu tem dois hospitais que assistem a clientela dos municípios da área de abrangência do DRS-XII: - Hospital Regional Dr. Leopoldo Bevilacqua conta com 49 leitos clínicos, 88 leitos cirúrgicos e 15 leitos - Hospital Dia, totalizando 152 leitos. Possui, ainda 7 leitos de UTI Neonatal e 9 leitos de UTI adulto. Hospital São João/APAMIR tem 77 leitos, sendo 63 leitos SUS e 14 leitos particular. Os leitos SUS são divididos em: 19 leitos cirúrgicos, 42 leitos clínicos e 2 leitos Hospital Dia. (DRS XII) 21 Não por acaso, notamos nestas duas cidades uma atuação mais forte do CONSAUDE (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Ribeira) que uniu esforços de algumas prefeituras do Vale para oferecer serviços de atenção secundária16 COMPLEXO AMBULATORIAL REGIONAL REGISTRO e o AMBULATORIO REGIONAL SAUDE MENTAL. E serviços de atenção terciária - Hospital Regional – no âmbito regionalizado De acordo com a tabela abaixo, há as seguintes ofertas de serviço nos municípios da região: Através do Plano Diretor de Regionalização – PDR são pensadas alternativas regionais para que os municípios possam garantir o cumprimento de todos os deveres, comprometidos aos direitos dos cidadãos em relação à saúde, de maneira hierarquizada17. 16 Na atenção secundária, podem ser citados exemplos: raio X contrastado, ultrassonografia, mamografia, tomografia, UTI neonatal; terciária: ressonância magnética, quimioterapia, cirurgia cardíaca, transplantes, atenção à gestante de alto risco e a pacientes graves. 17 No SUS, o cuidado com a saúde está ordenado em níveis de atenção, que são a básica, a de média complexidade e a de alta complexidade. Nem sempre um município necessita ter todos os níveis de atenção à Saúde instalados em seu território, para garantir a integralidade do atendimento à sua população. Particularmente no caso dos pequenos municípios, isso pode ser feito através de pactos regionais que garantam às populações dessas localidades acesso a todos os níveis de complexidade do sistema. Atenção básica: a promoção da Saúde, a prevenção de doenças, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação dos pacientes. Média complexidade: cuja prática clínica demanda disponibilidade de profissionais especializados e o uso de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico. Alta complexidade: alta tecnologia e alto custos, objetivando propiciar À população acesso a serviços qualificados. (BRASIL, 2005) 22 No entanto alguns conselheiros entendem como extremamente necessária a participação popular para o controle e organização da política através dos conselhos tal como exemplificada na fala de um conselheiro “acho que no Consaude não tem conselho, não tem controle social, eu acho que onde tem cofinanciamento tem que ter controle” (sic). Ademais, entendemos que mesmo com a regionalização de algumas ofertas, o Vale ainda carece de uma infraestrutura basilar para que os sistemas de fluxos e contrafluxos dos serviços possam funcionar dignamente. Haja vista que a questão do transporte apareceu recorrentemente nas entrevistas e até mesmo em alguns questionários respondidos. “[As] principais reivindicações e demandas do município [são] Transporte para pacientes que realizam tratamento fora do município, prestação de conta na data correta, padronização dos medicamentos” (sic). (grifo nosso) O transporte de paciente seja para Pariquera-Açu, Registro, Santos, seja para São Paulo, Sorocaba ou Curitiba demandam do município gastos para a manutenção de sua frota em movimento, demandam por outro lado o sobre-esforço dos pacientes que precisam se submeter a veículos superlotados, muitas vezes em péssimas condições de uso, tendo de esperar horas (às vezes o dia todo) para ir e voltar. Foi-nos observado por um conselheiro que a péssima condição das estradas intermunicipais (pioradas pelo trafego excessivo de caminhões de um grande mineradora que atua próxima à região) desgastam ainda mais os veículos, desgastando seus pneus mais e fazendo com que gerem maior taxa de manutenção mecânica. De tal sorte que os recursos utilizados pela prefeitura para estes feitos poderiam ser utilizados na melhoria de outros pontos do serviço. Isso deixa claro que muitas vezes aquilo que parece não ter a menor influencia na qualidade de um serviço pode ser um de seus “tendões de Aquiles” e o controle social de um conselho não deve atuar de forma focal e sim estar atento a todo o contexto em que se desenvolve a política. Os conselhos municipais da região permanecem com lutas e reivindicações primárias, pautadas em espaço próprio, dotação orçamentaria própria, e materiais próprios. Ficou claro que os próprios conselheiros sabem que a manutenção deste 23 estado precário é uma forma de enfraquecer a atuação do conselho e assim diminuir sua forma de atuação e gerar desinteresse da população: “A questão da estrutura física para as reuniões é ainda uma das maiores dificuldades, embora tenhamos nossa sala dentro da unidade de saúde do centro, é inadequada, a secretaria executiva se divide com outras funções, isso lentifica o processo de cobrança de decisões e emissão de documentos. [...] O conselho tem tentado apoiar as equipes de saúde da família que estão organizando os conselhos locais de saúde, mas é mais uma atividade que nos exige tempo, o que acaba não sendo executado como deveria. Há uma necessidade urgente de capacitar os conselheiros locais de saúde e manter o plano de educação permanente. Com o objetivo de ampliar a capacidade do conselho, estamos mudando a lei que organiza o conselho aumentando o número de conselheiros e tornando a lei mais flexível (mantendo sempre a paridade), mas podendo agilizar a entrada e saída de organizações” (sic Há ainda muito trabalho a ser feito, para fortalecer e empoderar a população no controle social, entendemos que os órgãos de estaduais devem ter uma atuação mais proativa na articulação dos atores sociais e no apoio a espaços de mobilização da população para uma gestão participativa. Em quase todos os conselhos visitados essa foi uma das reclamações mais recorrentes. “Antigamente o conselho tinha a participação colaborativa de um técnico da DRS pra auxiliar a gente nos assuntos mais técnicos, depois foi tirado e não colocaram mais. E faz falta viu...” (sic). Quando questionadas sobre o motivo da exclusão da equipe estadual na atuação dos conselhos, as técnicas esclareceram que houve uma mudança em todas as DRS´s, através de um aportaria, devido as atribuições desenvolvidas pelo órgão estadual, sendo que estas não ocupariam mais os conselhos, entretanto atuam oferecendo suporte e capacitação. Há na região o esvaziamento de serviços como as Unidades Básicas de Saúde e a Estratégias Saúde da Família quer seja pela falta de profissionais, quer seja pela sua alta rotatividade. Assim, podemos citar o exemplo mais evidente que é a saúde mental no Vale do Ribeira, ao passo que houve o fechamento dos leitos psiquiátricos referências dos 24 municípios, houve um aumento da demanda dos casos que envolvem transtornos mentais e uso de álcool e outras drogas, entretanto, não há na região profissionais e serviços suficientes para dispor de programas de atenção básica em saúde mental de maneira contingente. Podemos citar que o Vale do Ribeira não possui nenhum equipamento de saúde mental CAPS-A/D. E nenhuma outra referencia publica próxima para o tratamento do uso abusivo de álcool e outras drogas. Com isso entendemos que os pactos entre os municípios e estado devem se materializar de acordo com as demandas existentes. O DRS através do núcleo de educação permanente realizou o I encontro Regional dos Conselhos Municipais de Saúde do Vale do Ribeira, neste encontro houve a entrega de instrumental para a avaliação dos conselhos municipais, bem como discussões para a melhoria das condições de funcionamento dos conselhos. Foi oferecido também curso de capacitação para os conselheiros, do total de 45 inscritos, 30 concluíram o curso. Estas ações foram importantes para a criação do “Fórum de conselheiros municipais de saúde do Vale do Ribeira”. Evidenciamos este trabalho, devido a sua importância, como fonte de conhecimento e apoio para os conselheiros, que estão, muitas vezes, atuando de maneira isolada nos municípios. Salientamos que a equipe do DRS XII, na elaboração do Plano de ação Regional de Educação Permanente em Saúde – PARESP elencaram como ações a serem desenvolvidas no âmbito do controle social: - Realização de curso de Capacitação para o Controle Social - Realização de Fórum Regional de Conselheiros - Encontro Regional de Conselheiros de Políticas Públicas.(DRS XII) Para finalizar, lembramos que Justamente por se tratar de um orgão ainda tão fragilizado, o conselho deve contar com uma rede o ampare quando necessário, para que os conselheiros não temam em lutar pela melhoria dos serviços públicos. Dados Gerais Dos responsáveis pelo preenchimento do questionário foram, em sua maioria, representantes do governo local, bem como funcionários dos municípios. Percebe-se 25 que há uma participação direta do gestor, devido ao porte dos municípios a maioria das pessoas consegue ter fácil acesso aos mesmos. Notamos que nas visitas realizadas, com exceção de Cajati, CME, Iguape, CMS, fomos recebidos sempre por membros ligados à gestão municipal. Seria interessante se tivéssemos tido contato com número maior de conselheiros, entretanto salientamos que os contatos estabelecidos foram válidos para a elaboração deste documento, que não pretende ser um diagnóstico dos conselhos. Todos os conselhos pesquisados declararam estar ativos, com exceção de Pariquera-açu que informou não estar em funcionamento devido ao período de alteração de conselheiros, todos possuem lei de criação, em sua maioria, há mais de dez anos. Dos conselhos municipais de Assistência Social todos os municípios responderam o questionário, dos conselhos municipais de Educação, somente o município de Jacupiranga não conseguiu entregar o questionário antes da finalização do relatório. Nos conselhos de saúde não obtemos resposta dos municípios de Jacupiranga, Pariquera-açu e Miracatu que apesar de diversos contatos, não conseguiram responder a tempo. Ressaltamos que nem todas as perguntas foram respondidas, sendo assim, algumas respostas foram deixadas em branco. Portanto, nas tabelas apresentadas abaixo podem ter respostas com número abaixo do total de municípios que responderam aos questionários. A maioria dos conselhos possui regimento interno próprio, alguns iniciaram o funcionamento em 2013, como o CME de Iguape, e estão em fase de elaboração, com exceção de Sete Barras e Barra do turvo, que tem mais de 10 anos e declararam não possuir regimento interno. Salientamos que o tempo de funcionamento dos conselhos é um ponto importante uma vez que sua existência representa de certo modo uma conquista para a população, bem como, teoricamente, um caminho histórico percorrido nas políticas municipais a partir da perspectiva do controle social. Do tempo de funcionamento dos Conselhos: Tempo CMAS CME CMS Menos de 5 02 2 00 26 anos de 5 a 10 00 2 03 Mais de 10 13 10 09 Notamos que a maioria dos conselhos existe há mais de 10 anos, entretanto percebemos que a cada alteração de governo e nova eleição de seus membros, reiniciam os mesmos desafios, como se o trabalho anterior fosse desmanchado. Ressaltamos a necessidade da importância da continuidade das ações, mesmo que reformuladas. Para tal é necessário que a concepção de conselho esteja estruturada, acima dos conselheiros que ocupam os cargos em um determinado período. Ou seja, se em determinado ano o conselho é atuante, a população sente-se representada e se faz representar nele, após a saída dos membros o resultado desse trabalho deve permanecer, dando continuidade pela própria população. Das funções desenvolvidas pelos conselhos, foi abordado as seguintes funções, sendo elas: consultiva, deliberativa, fiscalizadora, normativa, mobilizadora, propositiva. Depois foi solicitado que os conselheiros descrevessem as atividades mais desenvolvidas dentro destas funções. Nos CMAS, apenas 4 municípios marcaram todas as opções (Cajati, Eldorado, Itariri, Jacupiranga) destes somente Itariri e Eldorado listaram as atividades desenvolvidas. Juquiá e Miracatu também responderam quais atividades desenvolvem dentro das funções do conselho. Nos CME, somente quatro conselhos marcaram todas as opções dentre as funções exercidas, sendo Barra do turvo, Iporanga, Ilha Comprida e Eldorado, entretanto entre estes somente Barra do Turvo e Eldorado descreveram as atividades realizadas. Iguape, Juquiá, Sete Barras, Registro, Miracatu, Cajati e Pariquera também responderam o quesito de descrição das ações. Segue o quadro com as funções declaradas: Funções CMAS CME Consultiva 6 14 CMS 11 27 Deliberativa 15 12 12 Fiscalizadora 14 11 12 Normativa 8 10 10 Mobilizadora 9 4 7 Propositiva 6 6 7 Destaque para a pouca indicação da função mobilizadora e a falta de atividades descritas sobre esta e a função propositiva, sendo estas ações importantes em municípios com as características da região. Já nos CMS a maioria indicou que realiza as seis funções principais nos conselho, notamos, pormenorizando-as, porém muitas quando vezes se as trata em atividades descrever essas desenvolvidas funções acabavam permanecendo vagas ou com pouca consistência em sua explanação. Do número de conselheiros, no que tange ao CMAS, todos apresentaram dados paritários, ou seja, o número de representantes da sociedade civil é o mesmo dos conselheiros representantes do governo, com número igual de suplentes. Os representantes da sociedade civil representam mais frequentemente: associações de moradores, entidades conveniadas com o município, entidades religiosas, representantes de categorias profissionais, sindicatos, entre outras. Sobre os CME os número de representantes do governo aparece comumente em número menor, entretanto, a maioria dos membros da sociedade civil descritos trabalham no serviço público, sendo representantes de escolas municipais e estaduais, representantes da classe trabalhadora na educação. O mesmo ocorre no CMS, na maioria dos casos há poucos representantes do governo em relação proporcional ao número da sociedade civil. As indicações para os conselheiros representantes do governo local em todos os conselhos são realizadas através de indicações do poder executivo, no CME e CMS foram citadas também as eleições através dos pares, como segunda alternativa. As indicações para os representante nos conselhos da sociedade civil se dão normalmente da seguinte forma: Forma de CMAS CME CMS 28 eleição/representantes da sociedade civil Indicação da 10 09 06 dos 01 07 06 entidade representada Eleição através pares Outra forma 02 00 Dentre o CME, houve 02 municípios que não responderam e quatro que marcaram as duas opções: indicação da entidade e eleição através dos pares. Quanto ao CMS o município de Cajati não respondeu como se dava a eleição dos representantes do governo e da sociedade civil. É importante salientar que muitas vezes a imposição da participação, seja por parte do poder público ou das entidades, é tida como um desestímulo ao profissional, se o mesmo não tiver clareza do seu papel no conselho, irá participar como mero cumprimento formal ao seu superior. Para praticar a participação é necessário fazê-la desde o início, se não houver candidatos, talvez seja um sinal para a realização de reuniões de esclarecimentos para toda a população. A escolha dos presidentes normalmente é realizada através da eleição através dos pares, sendo: CMAS: 14, somente Sete Barras indicação do governo local; CME: 10 através dos pares, 4 secretário é o presidente; CMS: 11 através dos pares, 1 secretário/diretor é o presidente. Importante frisar que nenhum município declarou haver indicação do governo local, com exceção do CMAS de Sete Barras, para a presidência dos conselhos, entretanto em alguns casos o próprio secretário/diretor do departamento é o presidente, sem ter sido eleito. Vale ressaltar que o gestor dentro do conselho, quando não há compromisso com a qualidade da oferta da gestão, muitas vezes representa uma figura repressiva, entretanto o conselho deve pactuar seus objetivos e através da união dos conselheiros fazer valer a ética e o compromisso que assumiram. 29 Interessante notar que em relação aos CMS dez dos onze respondentes indicaram a eleição entre pares para escolha do presidente e apenas um citou o secretario/diretor como presidente. É importante observar, que para a prática democrática os membros do conselho devem ser renovados, garantindo o espaço para mais pessoas poderem participar, a comunicação entre novos e antigos conselheiros é muito importante para que o trabalho seja contínuo. Nos 15 munícipios avaliados, foi possível perceber: Duração de CMAS CME CMS mandato 1 ano 03 2 anos 10 00 13 09 4 anos 02 3 anos N respondeu 01 01 01 Em todos os conselhos foi verificada a possibilidade de uma recondução. Exceto no CMS de Iporanga e CME de Itariri. Considerando que as reuniões são imprescindíveis para o funcionamento dos conselhos, foi solicitado no questionário o preenchimento do número total de reuniões realizadas em 2012 e 2013, bem como qual a periodicidade prevista, foi possível observar a disparidade entre a quantidade pré-estabelecida e as realizadas, segue abaixo o número de reuniões no ano de 2013, por município: 2013 CMAS Periodicidade CME Periodicidade CMS Periodicidade 30 Barra do Turvo 11 Mensal 04 bimestral 05 Mensal Cajati 13 Mensal 10 mensal 15 Mensal Cananéia 9 Bimestral 04 mensal 21 Mensal Eldorado 5 Bimestral 05 outro 08 Mensal Iguape 10 Bimestral 03 mensal 11 Mensal Ilha comprida 5 Mensal 04 trimestral 15 Mensal Iporanga 11 Bimestral 01 outro 15 Mensal Itariri 11 mensal 02 bimestral 12 Mensal Jacupiranga 8 Mensal Juquiá 10 Bimestral 02 bimestral 13 Mensal Miracatu 10 mensal 02 qdo solicitado Pariquera-açu 8 Bimestral 01 bimestral Pedro 7 Mensal 03 bimestral 10 Mensal Registro 15 Mensal 03 mensal 28 Mensal Sete Barras 2 mensal 13 mensal 10 Mensal Da infraestrutura: Falar de infraestrutura, como o conjunto de instalações ou de meios prévios necessários ao funcionamento de uma atividade, nos municípios do Vale do Ribeira requer pensar a dificuldade enfrentada para o funcionamento e execução das próprias políticas, entretanto a prioridade dada aos conselhos, bem como a valorização da atuação dos conselheiros ultrapassa a disponibilidade de salas, indo a compreensão do apoio técnico, oferta de capacitação, disponibilidade de orçamento, entre outros. As reclamações mais frequentemente ouvidas foram a respeito da dificuldade em manter os espaços e materiais adquiridos, uma vez que a cada novo governo as condições de funcionamento são alteradas. Sobre o local de reuniões dos conselhos, a maioria ocorre em espaços públicos, normalmente ocupando salas dentro do Departamento/Secretária. Como ilustrado abaixo: Locais CMAS Secretária/Departamento 10 CME CMS 10 06 Prédio alugado 31 Prédio cedido 1 01 04 Outro: 2 03 01 Outros espaços citados pelos CME foram escolas, sala dos conselhos e locais públicos cedidos por outro departamento municipal. Os conselhos encontram grandes dificuldades para a existência de espaços próprios, evidenciando a improvisação e o pouco grau de prioridade empreendido. Mesmo sem espaço destinado exclusivamente para seu funcionamento exclusivo, é importante que os municípios disponibilizem materiais e espaços cedidos para reuniões, elaboração de atas, estudos, entre outros. A maioria dos CMAS ocupam o mesmo espaço desde o início do funcionamento, somando ocupações de 16, 18 anos, outras com 10, 11 meses (estas últimas com salas próprias), lembrando que muitas vezes a realidade pode ser alterada com a troca de governo ou gestor. Dos conselhos pesquisados: CMAS: 6 possuem equipamentos próprios, 1 não respondeu, 8 não possuem, tendo que utilizar equipamentos como computadores, impressoras em outros locais. Dos municípios que declararam possuir concomitantemente internet, computador, telefone, impressora para uso do CMAS, foram: Registro, Barra do turvo, Cajati, Ilha comprida e Itariri. CME: 4 responderam possuir equipamentos próprios, 10 não possuem equipamentos próprios. Somente Pariquera-açu, Ilha comprida e Eldorado declararam possuir concomitantemente internet, computador, telefone, impressora para uso do CME. CMS: 11 possuem equipamentos próprios; CMAS CME CMS Internet 10 04 07 Computador 6 04 09 Telefone 6 03 01 Impressora 6 03 05 32 No caso dos CMS vale observar que apesar dos esforços do Ministério da Saúde em estimular a autonomia (que por sua vez forçaria uma maior independência) dos conselhos. Estes, por sua vez se encontram atrelados às condições físicas de espaços cedidos pelo município, assim o repasse de materiais de uso permanente (computador, impressora, televisão, etc) através do M.S. acabam ficando sem uso, devido a falta de espaço para a instalação. Como o caso de Itariri que por não dispor de um espaço no departamento não consegue instalar a antena parabólica e a televisão para que seus conselheiros possam assistir ao canal SUS disponibilizado pelo Ministério da Saúde. Somente Cajati, Ilha Comprida e Registro e possuem concomitantemente internet, computador, telefone e impressora. Considerando o pequeno porte da maioria dos municípios e a dificuldade de orçamento e pessoal, é possível verificar a quase inexistência de secretarias executivas e dotação orçamentária, sendo estas as principais reivindicações dos conselheiros. No CMAS somente Cajati, Itariri, Juquiá e Registro declaram possuir dotação orçamentária. E no CME, Cananéia foi o único município. Secretárias Ex. CMAS CME CMS Sim 6 00 10 Não 9 14 02 Dotação CMAS CME CMS Sim 4 01 01 Não 11 13 11 Orçamentária A ajuda de custo é um fator de valorização dos conselheiros, foi possível observar o quanto os mesmos sentem-se sem apoio do município ao não ter custeado a sua locomoção. De acordo com conversas realizadas muitas vezes os conselheiros tem que utilizar do seu dinheiro para realizar as atividades do conselho. Salientamos não há remuneração para o cargo de conselheiro municipal, entretanto o custeio público dos gastos é fundamental para o desempenho das funções. 33 CMAS: todos declararam receber ajuda de custo, com exceção de Sete Barras. CME: somente Cajati, Cananéia e Barra do Turvo responderam receber ajuda de custo para atividades do CME. Nos CMS houve paridade entre os municípios que declararam receber ajuda de custo e os que não recebem. Há que ser salientado, porém, que dos beneficiados a maioria não conseguiu especificar quais eram os benefícios fornecidos, deixando os espaços do questionário em branco. Poucos conselhos oferecem capacitação inicial, o que facilita a compreensão das criticas ao despreparo dos conselheiros em assumir as funções. A capacitação inicial é de extrema importância, sendo necessária até mesmo anteriormente ao período de eleição para contribuir com as duvidas dos interessados. Nos CMAS apenas Itariri, Pedro de Toledo, Miracatu, Juquiá e Registro ofereceram capacitação inicial aos conselhos, sendo que dois ofereceram 8h (Registro e Juquiá) e Itariri que ofereceu 2 dias de capacitação, os demais não responderam. Nos CME Juquiá respondeu ter sido disponibilizada capacitação inicial para os conselheiros, entretanto não informou quanto tempo durou a capacitação. Ilha Comprida informou que houve capacitação inicial de três horas, o CME de Sete Barras respondeu ter sido viabilizado 6 meses de capacitação. O CMS de Ilha Comprida informou capacitação inicial de 36h. Foi abordado no questionário a oferta de programa de capacitação continuada, com previsão já sistematizada. Alguns municípios declaram possuir, mas não informaram a periodicidade, outros, afirmaram que os conselheiros participam de capacitações que são oferecidas regularmente pelo governo do estado, entretanto não há periodicidade pré-determinada. Capacitação CMAS CME CMS Sim 6 6 06 Não 9 8 06 34 Dos CMAS 2 informaram ser anual (Registro e Pedro de Toledo), 1 a cada dois anos (Itariri), Jacupiranga não informou e Iporanga informou ter sido realizada em 2008, Cajati informou que a capacitação varia de acordo com o MDS- Ministério de Desenvolvimento social e combate a fome. Já os CMS 03 disseram que as capacitações ocorrem com previsão anual. Nos CME Barra do turvo, Cajati, Eldorado, Pedro de Toledo, Ilha Comprida e Registro informaram ter um programa de capacitação continuada, entretanto somente Barra do Turvo informou que o mesmo é oferecido anualmente e Ilha comprida respondeu que as capacitações são providenciadas de acordo com a necessidade dos conselheiros, os demais municípios não forneceram a periodicidade prevista. O município de Barra do turvo, afirmou que está previsto no Plano Municipal de Assistência Social, para 2014, duas capacitações durante o ano. Participação: Pensando a participação dos conselheiros, seus suplentes e o acesso da população, foram formuladas algumas questões. De modo geral os CMAS e CME declaram que os membros dos conselhos são assíduos. Já no CMS dos onze, nove declararam que sim e 02 que não. Sobre os suplentes, foi perguntado se os mesmos costumam participar frequentemente das reuniões: Participação CMAS CME CMS Sim 7 9 09 Não 8 5 03 do suplente Considerando os conselhos em que os suplentes são participativos, questionamos qual o motivo do comparecimento às reuniões, considerando que o mesmo pode dar-se somente para cobrir falta do membro titular, ou por envolvimento nas questões relativas ao conselho, sendo assim as respostas informadas: 35 Motivos CMAS CME CMS informar/participar/contri 3 5 8 3 1 1 3 buir com o conselho Somente na ausência do titular Não respondeu 1 No caso do CMS praticamente todos os conselhos alegaram motivos diferentes para a participação dos suplentes, porém podemos unificar estas variáveis em um conjunto de “Acompanhamento e Vigilância das ações em saúde”, que foi considerado dentro da análise realizada na categoria: informar/participar/contribuir com o conselho. Considerando que para avaliar de maneira pormenorizada a participação da população seriam necessárias outras intervenções e formas de captar as diferentes maneiras de participar, entretanto formulamos uma questão para que os conselheiros avaliassem a participação social, a partir das experiência durante o período de atuação nos conselhos, sendo estes os resultados: Participação CMAS CME CMS social ruim 1 00 Regular 3 5 02 Boa 4 7 06 ótima 6 2 04 excelente 1 00 CMAS Sendo Ruim: Cajati, Boa: Cananéia, Jacupiranga, Miracatu, Registro, regular: Ilha Comprida, Juquiá, Sete Barras, ótima: Iguape, Iporanga, Itariri, Pariquera, Barra do turvo, excelente: Pedro de Toledo. CME: regular: Iguape, Itariri, Cananéia, Pedro de Toledo e Pariquera-açu; boa: Barra do turvo, Miracatu, Ilha Comprida, Iporanga, juquiá, Cajati e Eldorado; ótima: Registro e Sete Barras. 36 CMS: regular: Eldorado e Pedro de Toledo, boa: Barra do Turvo, Ilha Comprida, Cajati, Cananéia, Iporanga e Sete Barras, ótima: Iguape, Itariri, Juquiá e Registro. Notamos que a concentração maior se dá nas classificações boa e ótima, salientamos que na maioria das visitas e contatos realizados, nos foi dito que a população pouco participava, pois normalmente diante de uma reclamação ainda há a cultura de ir procurar o prefeito ou algum vereador. De acordo com os relatos os membros da sociedade civil que participam dos conselhos já fazem parte de alguma organização civil, dos demais públicos ainda há uma distância significativa. Ouvimos no CMS em Cananéia, e em outros municípios também, tentativas de popularizar as atas de reuniões, através de jornais de bairros, realizar reuniões nos bairros, como formas de levar o conselho para mais próximo da população. Das perspectivas futura, o município de Barra do turvo informou, no que tange ao CMAS: no ano subsequente, ensejamos, estabelecer um cronograma em pontos estratégicos desta abrangência municipal, em loco, na sede dos quilombos, e outros equipamentos pertencente à rede sócio assistencial, visando assegurar a participação ativa deste colegiado. Sendo este um passo importante que poderia ser efetivado em parceria com os demais conselhos. Movimentos sociais e Conselhos municipais. É importante saber que existe no Vale do Ribeira uma marcante história de luta através dos movimentos sociais, entre eles EEACONE e MOAB, os mesmos representam no Vale uma força importante, símbolo de resistência de gerações das comunidades tradicionais. Durante as visitas percebemos que os conselheiros, quando questionados, informavam que integrantes das comunidades tradicionais faziam parte do conselho, entretanto nas falas não foi percebido um olhar atento as questões relativas as necessidades dessas comunidades. Em conversa, por telefone, com um membro do MOAB notamos que muitas vezes os conselhos fazem-se distantes das comunidades, agendando reuniões com pouco tempo de antecedência e pouco envolvendo as comunidades. Encaminhamos algumas perguntas sobre a relação entre os conselhos e as comunidades tradicionais, sob o ponto de vista dos movimentos sociais citados. 37 Observamos então, as seguintes opiniões: “Os representantes da sociedade civil têm voz nos conselhos, mas suas necessidades não são ouvidas. Em nenhum momento os conselhos foram parceiros dos movimentos e, por isso, deixam muito a desejar em sua atuação. Infelizmente os conselhos municipais causam um sentimento de repulsa nas comunidades tradicionais, pois as demandas por saúde pública não tem sido atendias, ficando a população a mercê da própria sorte. A oferta do serviço de saúde, educação e assistência social é baixíssima, sendo assim não atende as populações tradicionais. Os conselhos não têm cumprido seu papel na sociedade, na verdade eles só existem como forma de oficializar o que está na lei. As vozes da sociedade civil e os anseios das populações tradicionais não são transformados em políticas públicas, sendo assim não são concretizadas. Este problema poderia ser mitigado se o Ministério Público Publico pudesse fiscalizar estas irregularidades e assim fazer com que os conselho funcionem de verdade. Em nenhum momento as propostas dos movimentos sociais têm sido defendida pelos conselhos”. Nas conversas realizadas foi possível perceber admiração e respeito pelas formas de organização das comunidades tradicionais, entretanto em algumas situações, nos pareceu existir uma lacuna entre o contexto das comunidades, suas lutas e reivindicações, e os interesses principais defendidos pelos conselhos. Considerações finais: Notamos que o Vale do Ribeira visitado busca, mesmo que com muitas dificuldades, atender as demandas municipais, pautados nas leis e nas formas legais para melhorar a oferta de serviços. Através das visitas tivemos contatos com pessoas envolvidas, qualificadas buscando formas de garantir a oferta e qualidade dos serviços mesmo que em condições adversas. Assim como foi possível perceber algumas prefeituras que nomeiam pessoas sem prepará-las para assumirem cargos que exigem conhecimentos e 38 responsabilidades, o que prejudica a gestão no município, desconstruindo, muitas vezes, conquistas anteriores. No que tange a execução das políticas foi possível perceber a dificuldade devido ao número reduzido de profissionais, há departamentos com poucos, às vezes nenhum profissional de nível superior. Assim como a necessidade de envolvimento dos órgãos estaduais para o acompanhamento efetivo, unindo demandas e fomentando espaços para elaboração de estratégias coletivas. Muitas vezes as pressões externas contribuem com os agentes que dentro do município não conseguem converter as suas cobranças e reivindicações em ação. A respeito dos conselhos municipais notamos que o trabalho realizado acaba sobrecarregando poucas pessoas que são as verdadeiras “responsáveis” pelos conselhos, evidenciamos conselhos que cumprem somente as atividades burocráticas, muitas vezes sem possuir conhecimento técnico para isso, sem conferir o caráter democrático e ativo ao conselho. Nota-se que muitas vezes os profissionais que fazem parte dos conselhos estão cada vez mais sobrecarregados, pois se por um lado há pressão para o cumprimento de prazos, por outro se sentem desamparados no que tange ao suporte técnico e até mesmo financeiro para o desenvolvimento das suas atribuições. A maioria desenvolvido dos dentro gestores dos oferece conselhos, pouco assim os reconhecimento ao profissionais trabalho acabam sendo desencorajados a compor esses espaços, e a sociedade civil acaba se afastando por entender o conselho como algo “da prefeitura”. Devido dificuldades de gestão, falta de investimento, infraestrutura e orçamento os conselhos são descaracterizados enquanto mobilizador social. Há a necessidade de um trabalho mais profundo, detalhado que possa vislumbrar mudança a partir dos próprios conselhos, tendo os mesmos como coparticipantes deste processo. Um conselho de direito não se faz da noite para o dia, assim como a cultura participativa deve ser fomenta cotidianamente. Notamos uma lacuna entre grupos da sociedade civil organizada e os conselhos. Além de uma marcante descaracterização da sua funcionalidade. Partindo do pressuposto de lutas e incessantes tentativas da conquista de um Estado Democrático de Direito capaz de 39 compreender as diferenças do povo, assim como a trajetória das sociedades no território do Vale do Ribeira, nos parece que os conselhos estão aquém da resposta necessária a representatividade da população. Vale reconhecer militantes e profissionais que estão constantemente empenhados em expandir as ações executadas em seus municípios. Vale ressaltar que os Conselhos não são as únicas formas de participação social, e que no Vale do Ribeira esta se dá de diferentes formas, como através de sindicatos, movimentos sociais, associações de bairro. Salientamos a possibilidade de um trabalho em parceria com DRADS e DRS, além de estreitar laços com a D.E. A DRS tem previsão para a realização de um trabalho mais próximos aos conselhos de saúde, com cronograma para visitas e acompanhamentos a fim de identificar as dificuldades e oferecer apoio às possibilidades de melhorias, sendo uma parceria importante para o Ministério Público de São Paulo, bem como aos técnicos do NAT. Acreditamos que o Ministério Público, bem como outras instituições estudais e federais têm muito a contribuir com a representação de um estado capaz de ouvir a população do vale de Ribeira e dar andamento, conjuntamente, à formas de superação de problemáticas arraigadas na região. Considerando a solicitação encaminhada com vistas a reunir informações e dados relativos às políticas públicas aplicadas ao Vale do Ribeira, destinados a subsidiar a atuação dos Promotores de Justiça que haverão de integrar, no próximo ano, a Promotoria de Justiça do Desenvolvimento Sustentável do Vale do Ribeira, esperamos haver cumprido de forma adequada a missão que nos foi atribuída, colocamo-nos à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas. Em conformidade à solicitação segue o resultado do levantamento dos equipamentos e serviços de saúde, educação e assistência social oferecidos pelo estado e municípios (laudas: 45-71). Registro, 19 de dezembro de 2013. 40 GABRIEL H. A. BORGES ANALISTA DE PROMOTORIA I PSICÓLOGO LEIDERENE SOUSA SILVA ANALISTA DE PROMOTORIA I ASSISTENTE SOCIAL 41 Assistência Social Área Regional: Vale do Ribeira Diretorias Regionais de Assistência e Desenvolvimento Social – DRADS Nome Endereço/Bairro Av. Clara Gianotti de Souza, 1151, Centro - CEP: 11900-000 1 DRADS- Vale do Ribeira Municípios de abrangência: 1. Barra do Turvo 8. Jacupiranga 2. Cajati 9. Juquiá 3. Cananéia 10. Miracatu 4. Eldorado 11. Pariquera-Açu 5. Iguape 12. Pedro de Toledo 6. Ilha Comprida 13. Registro 7. Itariri 14. Sete Barras Nome 1 DRADS- Itapeva Municípios da Regional do Vale do Ribeira que fazem parte dessa DRADS: 1. Telefone Obs. (13) 38214479 / 38214162 / Email: 3821dradsvalribeira 3285 @seads.com.br Diretora: Ana Lourdes Fidelis de Oliveira Endereço/Bairro Telefone Obs. (15) 35221261 / Email: 3522dradsitapeva@ 4410 / seads.com.br 3522Rua Minas Gerais , 44 - Vila Nsa. 1261 Sra. de Fátima CEP: 18409-100 Diretora: Paulina Lara C. Morais Iporanga Departamentos/Secretárias de Assistência Social Município: Barra do Turvo 1 Nome Secretaria de Promoção e Desenvolvimento Social Responsável: Admilson Gonçalves da Cruz 1 Nome Departamento de Desenvolvimento e Assistência Social Jackson Pereira dos Santos Endereço/Bairro Telefone Av. 21 de março, 304 Centro (015) 35778444 Obs. Email: social@barrad oturvo.sp.gov. br Telefone Obs. (13)38544758 Email: socialcajati@y ahoo.com.br Município: Cajati Endereço/Bairro RUA DR. PIERRE H. GEISWEILLER, 440 Centro 42 Município: Cananéia Nome Departamento Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social Responsável: Giselda dos Santos 1 Endereço/Bairro Telefone Obs. Rua Dr. Paulo de Almeida Gomes, 106. Centro (13)38513349 Email: social@canan eia.sp.gov.br Telefone Obs. Município: Eldoraldo Nome Departamento de Assistência Social Responsável: Patrícia de Moura Avelino Almeida Endereço/Bairro RUA PAULA SOUZA, 17. Centro 1 (13)3871Email: 1304 social@eldorad o.sp.gov.br Município: Iguape 1 Nome Departamento de Assistência e Promoção Social Reponsável: Roselena de Jesus Paiva Fortes Endereço/Bairro RUA MAJOR REBELLO, 08. Centro Telefone Obs. (13)3841Email: 3060 daps.iguape@i g.com.br Município: Ilha Comprida Nome 1 Endereço/Bairro Av. Beira Mar, 11000. Meu recanto Desenvolvimento e Ação Social Responsável: Marta Hernandes Telefone Obs. Email: (13)3842- acaosocial@ilh 7033 acomprida.sp. gov.br Município: Iporanga Nome 1 Endereço/Bairro Secretaria Municipal de Iporanga Rua Pedro Silva N 145 – Centro – CEP 18330-000 – Iporanga/SP Telefone (15) 3556– 1581 Obs. Email: smas@biporan ga.sp.gov.br Município: Itariri 1 Nome Endereço/Bairro Departamento de Bem Estar Social Responsável: MARIA ANGELA MARCATO Rua nossa Senhora do Monte Serrat, 133. Centro Telefone Obs. Email: (13)3418- bemestarsocial 7300 @itariri.sp.gov. br Município: Jacupiranga Nome Endereço/Bairro Telefone Obs. 43 1 Departamento de Assistência Social Responsável: Dora Ilda da Silva Grothe Avenida Hilda Mohring de Macedo, 777. Vila Elias Email: (13)3864- dpsocial@jacu 6407 piranga.sp.gov .br Município: Juquiá 1 Nome Departamento de Desenvolvimento Social e Juventude Responsável: Márcia Alzira Craveiro Gerônimo Endereço/Bairro RUA MOHAMAD SAID HEDJAZE, 42. Floresta Telefone Obs. (13)3844Email: 6111 [email protected] p.gov.br Município: Miracatu 1 Nome Departamento de Assistência Social Responsável: Suzana de Lima Mendonça Endereço/Bairro RUA RISSABURO MIYAGUI, 220. Centro Telefone Obs. (13)3847Email: 1553 social@miracat u.sp.gov.br Município: Pariquera-açu 1 Nome Departamento Municipal da Assistência e Desenvolvimento Social Responsável: Luzia Helena Godoi Uyeda Endereço/Bairro Rua Máximo Zanella, 807 . Jd. Elvira Zanella Telefone Obs. Email: dep.social@pa (13)3856- riqueraacu.sp. 4461 gov.br Município: Pedro de Toledo Nome 1 Endereço/Bairro Departamento de Assistência Social Responsável: Neusa Kanashiro Omuro Rua Luiz Patucci, 74 Centro Telefone Obs. Email: assistenci asocial@p edrodetol (13)3419- edo.sp.go 7009 v.br Município: Registro 1 Nome Secretaria de Assistência, Desenvolvimento Social e Economia Solidária Responsável: CRISTIANE MARQUES Endereço/Bairro Avenida Jose Antonio de Campos, 121. Centro Telefone Obs. Email: cristiane.secr (13)3828- etaria@registr o.sp.gov.br 2050 44 Município: Sete Barras 1 Nome Departamento Municipal de Assistência Social Responsável: Regina Mara de Souza Endereço/Bairro Telefone R. Jose Carlos de Toledo, 39 Centro (13)38725590 Obs. Email: social@seteb arras.sp.gov. br Proteção Básica Centro de Referência em Assistência Social Município: BARRA DO TURVO Nome 1 CRAS – Centro Endereço/Bairro/CEP Rua: Otávio da Costa Vale, 83 Centro CEP: 11.955-00 Telefone (015) 35771659 Obs. Email: [email protected] p.gov.br Município: CAJATI Nome 1 Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua Doutor Pierre H. Gesweller, 697-Centro (13) 3854CEP: 11.9500-000 1248 CRAS Obs. Coordenadora Cibele Evangelista Santos Alves Email: crascajati@hotmail. com Município: CANANÉIA Nome 1 CRAS DO BAIRRO ACARAU Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua Projetada Seis, n° 260, Acarau CEP: 11.990-00 (13) 38511753 Obs. Coordenadora Natália Von Zubem Email: crascananeia@hot mail.com Município: ELDORADO Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua: Trajano Carneiro, 73 – Centro CEP: 11.960-000 (13) 38711934 Obs. Coordenadora Niceia do Nascimento Camargo Almeida Email: [email protected] ov.br 45 Município: IGUAPE Nome 1 Endereço/Bairro/CEP Rua Subauma, nº. 205, Rocio CEP: 11.920-000 CRAS ROCIO Telefone Obs. Coordenadora Ivanise Raquel Costa Email: (13) 3841- [email protected] 1487 r Município: ILHA COMPRIDA Nome 1 CRAS ICARAÍ DE IGUAPE Endereço/Bairro/CEP Telefone (13) R. Sorocaba 47, Balneário Icaraí 3842.385 CEP: 11.925-000 0 Obs. Coordenadora Lindomar Saba Silva Email: ilhacras@ilhacompri da.sp.gov.br [email protected] m Município: IPORANGA Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Rua: Pedro Silva, s/n - Centro Telefone (13) 35561581 Obs. Município: ITARIRI Nome 1 CRAS CENTRO 2 CRAS ANA DIAS Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Coordenadora Lea de Carvalho Caiaffa Email: Rua Flávio Trigo, 235 – Centro (13) [email protected] CEP: 11.760-000 34181673 m Coordenadora Bárbara Aloise França dos Santos Rua Vereador José Nashiro, 249 Email: –Ana Dias (13) 3416- cras2itariri@hotmail. CEP: 11.760-000 8247 com Município: JACUPIRANGA Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua: Largo da Saudade n 60 Centro CEP: 11.900-00 (13) 68643091 Obs. Coordenadora Tatiana Inoue Onaga Novi Email: [email protected] 46 p.gov.b Município: JUQUIÁ Nome 1 CRAS VILA SANCHES Endereço/Bairro/CEP Telefone Avenida Brasil, 1377 - Vila Sanches CEP: 11.800-00 (13) 38441374 Obs. Coordenadora Bárbara Alves de Morais Email: crasjuquia@hotmail. com [email protected]. br Município: MIRACATU Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua: Rissaburo Miyagui, 195 Centro CEP: 11.850-00 (13) 38471269 Obs. Coordenadora Silmara de Souza Romeiro Email: [email protected] ov.br Telefone (13) 38564529 Obs. Email: craspariquera@yah oo.com.br Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua: Avenida Brasil 216 – Centro CEP: 11790-000 (13) 34191376 Obs. Coordenadora: Neusa Maria Januario Base Email: cras@pedrodetoled o.sp.gov.br Município: PARIQUERA-AÇU Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Rua: FERRUCIO PADOVAN 24 – CENTRO CEP: 11.930-00 Município: PEDRO DE TOLEDO Nome 1 CRAS CENTRO Município: REGISTRO Nome 1 CRAS CENTRAL Endereço/Bairro/CEP Rua Coronel Antônio Jeremias Muniz Jr, 168 – Centro CEP: 11900 Telefone Obs. Coordenadora Siara (13) Jocely Barbosa 38215372 Mariano Souza 38217568 47 2 CRAS VILA NOVA Rua Rafael Gonçalves de Freitas, 345 Vila Nova CEP: 11.900-000 3 CRAS BLOCO B Rua B, s/n, Bairro Bloco B CEP: 11.900-00 Email: crascentral@registro. sp.gov.br Coordenadora Katiane Ribeiro Dal Ponte (13) Email: 38216153 crasvilanova@registr o.sp.gov.br Coordenadora Simone Kobilinsk Email: (13) 3821- [email protected] 8072 om Município: SETE BARRAS Nome 1 CRAS CENTRO Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Coordenadora Suely dos Santos Rua: José Carlos de Toledo, 555 Ribeiro – Centro (13) Email:cras@setebarr CEP: 11.910-000 38722006 as.sp.gov.br Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS) Área Regional: Vale do Ribeira Município: Cajati Nome 1 CREAS Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Coordenadora Fernanda dos Passos Pinto Email: Avenida Fernando Costa, 925 – (13) creascajati@hotmail Centro 38541727 .com CEP: 11.950-00 Município: Eldorado Nome 1 CREAS Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua Paula Souza, 17 – Centro CEP: 11.600-000 (13) 38713314 Obs. Coordenador Robson Tavares Email: [email protected]. gov.br 48 Município: Registro Nome 1 Endereço/Bairro/CEP Rua Jose Custódio de Oliveira, 08 Centro CEP: 11.900-000 CREAS Telefone Obs. Coordenadora Carla Cristina Kawanami Email: (13) [email protected] 38222369 v.br SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Município: BARRA DO TURVO 1 Nome Endereço/Bairro/CEP LAR BATISTA DE CRIANÇAS DO VALE DO RIBEIRA - UNIDADE BARRA DO TURVO Av. Vereador João Martins dos Santos, 810 – Boa esperança CEP: 11.955-00 Telefone Obs. Responsável: Deisi Cristina Peroso Celinga (15) Email: 35771129 larbatistavale@gmail .com Município: CAJATI Nome 1 Endereço/Bairro/CEP ABRIGO JESUS ESPERANÇA E VIDA Telefone Rua Frutuoso Pereira de Morais, s/n Bairro Bico do Pato (13) CEP: 11.950-00 38542047 Obs. Responsável: Liliane Fontes Fantinatti Email: abrigojesusevida@y ahoo.com.br Município: CANANÉIA Nome 1 CASA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Endereço/Bairro/CEP Rua: Silvino Araujo, 666 – Acaraú CEP: 11.990-00 Telefone Obs. Responsável: Carolina Homem de Melo Lacerda Martins Email: adscananeia@yaho (13) 3851o.com.br 3349 Município: ELDORADO Nome 1 ASSOCIAÇÃO ABRIGO CASA FAMÍLIA AMIGA Endereço/Bairro/CEP Rua Felix Menezes Serra, 103 Jardim Lorena CEP: 11.600-000 Telefone Obs. Responsável: Lusineide Cardsoso (13) de Melo Email: 99605343 6 abrigoeldorado@ho tmail.com 49 Município: IGUAPE Nome 1 Endereço/Bairro/CEP Obs. Responsável: Maria Rua:K.JardimPrimavera,nº180,P Lopes Colaço orto Ribeira. Email: CEP: 11.920-000 (13) 3568- casa_crianca@hotm 8216 ail.com Responsável: Fernanda Poppe de Melo Email: Rua Dom Idílio José Soares, 453, (13) [email protected] m.br Bairro Guaricana 38415191 CASA DA CRIANÇA NOVA ESPERANÇA CASA DE PERMANÊNCIA BREVE 2 Telefone Município: ILHA COMPRIDA 1 Nome CASA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ILHA COMPRIDA(MUNICIPAL) Endereço/Bairro/CEP Av. Bom Jesus de Iguape, 310, Balneário Samburá CEP: 11.925-000 Telefone (13) 38422406 Obs. Responsável: Giselma Ribeiro Sauro Município: ITARIRI 1 Nome NUCLEO DE APOIO SOCIAL A CRIANÇA E ADOLESCENTE NASCER DO SOL Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua: Francisco Benedito Barone nº 70. Paraguai 1. (13) CEP: 11.760-000 34181286 Obs. Responsável: Isabel Cristina Minãna Fraga Município: JACUPIRANGA Nome 1 Endereço/Bairro/CEP ABRIGO MUNICIPAL DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – PROMENOR Rua Caetê, 09, Jardim Botujuru CEP: 11.940-000 Telefone (13) 38642565 Obs. Responsável: Kelly Cristina de Almeida Email: dpsocial@jacupiran ga.sp.gov.br Município: JUQUIÁ Nome 1 CASA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE JUQUIÁ (MUNICIPAL) Endereço/Bairro/CEP Telefone Avenida Brasil, 175 – Jd. Juquiá CEP: 11.800-000 (13) 38444274 Obs. Responsável: Isabel Cristina Almeida Alves Ferreira Email: social.ccc@hotmail. com 50 Município: MIRACATU Nome 1 2 Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Responsável: Cristiane Yamashiro de Oliveira Henck ABRIGAMI - ABRIGO DE Rua Rissauro Miyagui, 220, Email: ADOLESCENTES DE Centro (13) 3847- [email protected]. MIRACATU(MUNICIPAL) CEP: 11.850-000 1553 gov.br Responsável: Kelly Cristina Cancio SAPECA - SOCIEDADE DE APOIO E Rua Valdemar Lopes Ferraz, 730 Martins PROTEÇÃO ESPECIAL ÀS CRIANÇAS – Jd Francisca (13) abrigosapeca@yah DE MIRACATU CEP: 11.850-000 38473318 oo.com.br Município: PARIQUERA-AÇU Nome 1 Endereço/Bairro/CEP CASA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (MUNICIPAL) Rua: Ênio Mainardi nº123,. Centro Telefone Obs. Responsável: Alexandre Ayres Munhoz Email: casadacriançaedo (13) 3856 adolescente161@ya 4051 hoo.com.br Município: REGISTRO Nome Endereço/Bairro/CEP 1 CASA DA CRIANÇA FUTURO FELIZ – CRIFF Rua das Cegonhas, 36, Jardim Hatori CEP: 11.900-00 2 CASA LAR (MUNICIPAL) Rua Bauru, s/n Jd São Paulo Telefone Obs. Responsável: Sandra Regina dos Reis Martins Email: casadacriancacriff (13) 38223810 @hotmail.com Responsável: (13) Lucelma Aparecida 38222638 Camillo Rigante Município: SETE BARRAS 1 Nome Endereço/Bairro/CEP CASA DE PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – LAR ESPERANÇA Rua Dom Idílio José Soares, 149 Centro CEP: 11.910-000 Telefone Obs. Responsável: Maria do Carmo Galvão Terra Email: (13) [email protected] 38725590 .gov.br 51 Serviços de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto18 Município: Iguape 1 Nome Endereço/Bairro/CEP SABRO – SOCIEDADE AMIGOS DO BARIRRO ROCIO Av. Júlio Franco, 735 – Centro 11.920-000 Telefone Obs. Responsável: Ana Cláudia Rodrigues Aguiar Email: (13) 3841- sabrogalera@hotma 2966 il.com Município: Registro 1 Nome Endereço/Bairro/CEP ASSOCIAÇÃO RENASCER Rua Geraldo Previd, 332, Centro CEP: 11.900-000 Telefone Obs. Responsável: Alana Leite da Silva Email: (13) 3822- associaçãorenascer 1623 [email protected] Instituições de Longa Permanência para Idosos Município: Barra do Turvo 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Lar dos Idosos Praça da bíblia, s/n 11.955-00 Telefone Obs. Responsável: Edilana da Costa Email: (015) social@barradoturvo 35771131 .sp.gov.br Município: Cajati 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone CASA DE LONGA PERMANENCIA PARA IDOSO PRO IDOSO Rua: Joaquim Batista da Costa nº366. Bairro Parafuso CEP: 11.950-00 (13) 38542444 Obs. Responsável: Maria Luiza Chaves Ferreira Email: socialcajati@yahoo. com.br 18 Não há unidades da Fundação CASA. A maioria dos municípios realiza as medidas socioeducativas em meio aberto através dos Departamentos/ou Secretarias responsáveis pela política de Assistência Social municipal. 52 Município: Cananéia 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone SOCIEDADE AMIGOS DA VELHICE DE CANANÉIA Rua Tristão Lobo, 409 – Centro CEP: 11.990-00 (13) 38511584 Obs. Email: savcananeia@hotm ail.com Município: Eldorado 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone ASSOCIAÇÃO LAR FELIZ ELDORADENSE Rod. SP 193, km 1 – Distrito industrial CEP: 11.600-000 (13) 38710206 Obs. Responsável: Cleide Aparecida Passos asilolarfelizeldorade [email protected] Município: Jacupiranga 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone ABRIGO DO IDOSO Rua: Sete de Setembro nº150. Centro. CEP: 11.940-000 (13) 38642328 Obs. Responsável: Dora Ilda Dias da Silva Grothe Email: dpsocial@jacupiran ga.sp.gov.br Telefone Obs. Município: Juquiá Nome 1 ASSOCIAÇÃO LAR DOS VELHINHOS SANTO ANTONIO DE JUQUIA Endereço/Bairro/CEP RUA Luiz Almeida Baptista, 200 Vila Nova CEP: 11.800-000 (13) Maria de Lourdes da 38441406 Silva Município: Miracatu Nome 1 ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE LAR DOS IDOSOS Endereço/Bairro/CEP Telefone Rua Waldemar Lopes Ferraz, 36 Jd Francisca. (13) CEP: 11.850-00 38471524 Obs. lardosidososmiracat [email protected] Município: Registro 1 Nome Endereço/Bairro/CEP ASSOCIAÇÃO DE AMPARO À VELHICE DE REGISTRO Rua Sete Barras km3, s/n CEP: 11.900-000 Telefone Obs. Responsável: Vanidéia Josefa Ferreira Leal (13) lardosvelhinhos@hot 38212854 mail.com 53 Serviços de Atendimento para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar Município: Registro 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone CRAM - Centro de Referência em Assistência à Mulher RUA Esmeralda, 45 – Centro CEP: 11.900-000 (13) 38217579 Caracterização Serviço de atendimento e acompanhamento a Mulher Vítima de Violênca Serviços de atendimento para Pessoas em Situação de Rua Município: Registro 1 Nome Endereço/Bairro/CEP Telefone FAC – Fraterno Amor Cristão RUA Pio XI, 52 – Centro CEP: 11.900-000 (13) 38214766 Caracterização Serviço de Abordagem e convivência para moradores de rua Responsável: Roseli Aparecida Gonzaga Email: fraternoauxilio@hot mail.com 54 Mapeamento Educação Área Regional: Vale do Ribeira Diretorias de Ensino D.E. Nome Endereço/Bairro Av. Dona Evarista Castro Ferreira s/n - CENTRO 1 D.E. Miracatu Municípios de abrangência: Iguape, Ilha comprida, Itariri, Juquiá, Miracatu, Pedro de Toledo. Nome Endereço/Bairro Endereço: Rua Vitória 465 - JD. America 2 D.E. Registro Municípios de abrangência: Barra do turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Jacupiranga, Pariquera-açu, Registro, Sete Barras. Nome Endereço/Bairro Rua Major Francisco Carneiro 96 - CENTRO 3 D.E. Apiaí Municípios de abrangência: Apiaí, Barra do Chapéu, Guapiara, Iporanga, Itaóca, Itapirapuã Paulista, Ribeira, Ribeirão Branco. Telefone (13) 3847-7050 (Central - PABX) Diretora: ADEMILDA PEREIRA MOREIRA SUYAMA Telefone (13) 3828-1200 (Central - PABX) Diretor: GABRIEL MARCOS SPINULA Telefone (15) 3552-8300 - (Central - PABX) Diretora: ANA PAULA DORINI PELEGRINA Departamentos/Secretárias de Educação Município: Barra do Turvo Nome 1 Departamento de educação Diretora: Endereço/Bairro Telefone R. Graciano Cirilo Franco, 70 Centro (15) 35789444 Obs. Email: edicacao@barradot urvo.sp.gov.br Telefone Obs. Município: Cajati Nome Departamento de Educação e Cultura Diretora: Maria Claudia Brondani Rabelo 1 Endereço/Bairro R. Dr. Pierre H. Geisweiler, 450 Centro (13) 38548600/ [email protected] 38544803 .gov.br 55 Município: Cananéia Nome Departamento de educação Diretor: Endereço/Bairro Obs. Email: Avenida Beira Mar, 209 - Centro (13) 3851- educacao_cananei - Cananéia/SP 1441 [email protected] 1 Telefone Município: Eldoraldo 1 Nome Endereço/Bairro Departamento de Educação Diretora: Maria Escolástica Mancio Oliveira Av. Marechal Castelo Branco, 71, Centro – Eldorado- SP CEP: 11960-000 - Telefone 13 38711512 / 13 38711518 - Obs. Email: educacao@eldorad o.sp.gov.br Município: Iguape Nome Endereço/Bairro Departamento de Educação Rua: Antônio José de Moraes, nº 86 - Centro 1 Telefone Obs. (13) 38414914 e Email: 3841educacao.iguape@ 2549 gmail.com Município: Ilha Comprida Nome 1 Endereço/Bairro Departamento de Educação Telefone (13)38427022 Av. Beira Mar, 11000 Obs. Email: educacao@ilhacom prida.sp.gov.br Município: Iporanga 1 Nome Departamento Municipal de Educação Responsável: Edvalda U. Silva Endereço/Bairro R. Pedro Silva, 45 Centro Telefone Obs. Email: (15) smec_iporanga@hot 35561281 mail.com Município: Itariri Nome Departamento de Educação e cultura Responsável: Rosa Angela de Paulo Endereço/Bairro Rua nossa senhora do monte Serrat, 133 – Centro 1 Telefone Obs. Email: (13) 3418- [email protected] 7300 – .gov.br ramal 7269 Município: Jacupiranga Nome 1 Departamento de Educação Responsável: Aureo Lima Filho Endereço/Bairro Av. Tancredo Carraviere, 460 – Flor da Vila - 11940-000 Telefone Obs. Email:. (13) 3864- educacao@jacupira nga.sp.gov.br 1976 / 56 Município: Juquiá Nome 1 Endereço/Bairro R. Mohamed Said Hedjazl, 42 Centro Departamento de Educação Telefone (13)38442 053 Obs. Email: departamentoeduc [email protected] Município: Miracatu Nome 1 Endereço/Bairro Departamento de Educação R. Horácio Anciães,20 - Centro Telefone Obs. Email: (13) 38471265 educacao@miracat u.sp.gov.br Município: Pariquera-açu Nome 1 Endereço/Bairro Departamento Municipal de Educação e Cultura Rua Dr. Carlos Botelho, 65 Telefone Obs. Email: (13)38562 dep.social@pariquer 148 aacu.sp.gov.br Município: Pedro de Toledo Nome 1 Departamento de Educação Cultura, Esporte e Turismo Endereço/Bairro Telefone Obs. Av. São josé, 286 - Centro (13) 34197007 Email: educacao@pedrod etoledo.sp.gov.br Município: Registro Nome 1 Endereço/Bairro Obs. Email: Rua Santo Inácio, 171 - Vila (13) 3822- [email protected] Ribeirópolis Tel. - CEP 11900-000 2898 p.gov.br Secretaria de Educação Telefone Município: Sete Barras 1 Nome Departamento Municipal de Assistência Social Endereço/Bairro José Carlos de Toledo n.º 442 Centro Telefone Obs. (13)38721 Email:educacao@set 574 ebarras.sp.gov.br Quantidade de escolas por município: Municípios Ensino Infantil Barra do turvo Cajati 6 20 Pré Creche 8 Ens. Fundament al I e II Ensino médio EJA Ens. Profissionaliz ante 8 20 2 5 2 4 1 57 Cananéia Eldorado Iguape Ilha Comprida Iporanga Itariri Jacupiranga Juquiá Miracatu Pariquera-açu Pedro de Toledo 6 18 15 2 10 1 10 7 15 8 5 2 7 4 4 4 3 2 6 1 1 16 27 35 4 12 14 13 24 26 14 15 4 4 5 1 1 4 1 5 8 3 2 2 8 3 2 1 3 4 10 4 1 1 - Registro Sete Barras 24 7 12 2 39 19 11 3 3 1 1 - Saúde Área Regional: Vale do Ribeira Município: BARRA DO TURVO Nome Endereço/Bairro/CEP 1 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE 2 PRONTO SOCORRO DE BARRA DO TURVO 6 UMO UNIDADE MOVEL ODONTOLOGICA UNIDADE DE ESF I INDAIATUBA BARRA DO TURVO UNIDADE DE ESF II RIO VERMELHO BARRA DO TURVO UNIDADE DE ESF III PARAISO BARRA DO TURVO 7 UNIDADE DE ESF URBANO BARRA DO TURVO 3 4 5 RUA VER FIRMINO PEDROSO DOS SANTOS, nº375 – Boa Esperança CEP 11955000 RUA VER FIRMINO PEDROSO DOS SANTOS, nº375 – Boa Esperança CEP 11955000 RUA VER FIRMINO PEDROSO DOS SANTOS, nº375 – Boa Esperança CEP 11955000 Bairro Indaiatuba – Zona Rural Bairro RIO VERMELHO – Zona Rural Bairro PARAISO – zona rural RUA FRANCISCO DE PAULA SOUZA – S/N centro CEP 11955000 Telefone 15 35789420 Obs. Diretor: Miguel Muniz de Oliveira Email: secsaude@barradot urvo.sp.gov.br 15 35771183 15 35789420 Sem numero Sem numero Sem numero Sem numero Município: CAJATI 58 Nome 1 2 3 4 5 6 Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Diretor: Jaqueline Camargo Soares DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE AV DOS TRABALHADORES S/N – (13) 3854- [email protected] SAUDE CAJATI centro CEP: 11.9500-000 8500 v.br RUA FRUTUOSO PEREIRA DE ASSOCIACAO DE PAIS E AMIGOS MORAES S/N Bairro Bico do 13apaedecajati@glob DOS EXCEPCIONAIS DE CAJATI Pato CEP: 11.9500-000 38542060 o.com HOSPITAL MUNICIPAL REYNALDO RUA ANTONIO DOMINGUES (13)38548 GUERRA CAJATI BRECHO nº 116 –Jardim Central 500 RUA ANTARTICA S/N VILA (13)38544 UBS VILA ANTUNES CAJATI ANTUNES 644 UNIDADE DE ESF I CAPITAO BRAZ (13)38540 CAJATI BAIRRO CAPITAO BRAZ S/N 558 (13)68546 UNIDADE DE ESF II BARRA DO AZEITE BAIRRO BARRA DO AZEITE S/N 004 (13)38557 UNIDADE DE ESF III VILA TATU BAIRRO VILA TATU – S/N 100 13UNIDADE DE ESF IV PARAFUSO RUA CRISTALINO BATISTA nº 300 38543871 Município: CANANÉIA Nome Endereço/Bairro/CEP 2 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE CANANEIA UNIDADE DE PSF I CENTRO CANANEIA 3 UNIDADE DE PSF II CARIJO 4 UNIDADE DE PSF III ARIRI 5 UNIDADE DE PSF IV ITAPITANGUI 6 UNIDADE MISTA DE CANANEIA 1 Telefone AV LUIZ WILSON BARBOSA S/N RETIRO DAS CARAVELAS CEP 11990000 1338511419 13RUA TRISTAO LOBO S/N - centro 38511419 RUA JOSE BERNARDES nº 45 – 13Bairro Carijó 38510377 13Rua Projetada S/N – bairro Ariri 38511419 AVN CELSO DE ALMEIDA S/N - (13)38521 Itapitangui 133 RUA DR LUIZ WILSON BARBOSA (13)38511 S/N - RETIRO DAS CARAVELAS 419 Obs. Diretor: Rodrigo Cordeiro de Souza dmscananeia@yah oo.com.br Município: ELDORADO Nome 1 2 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE ELDORADO CENTRO DE REABILITACAO E Endereço/Bairro/CEP Telefone Av. Caraitá, 48, Centro– Centro CEP 11960000 RUA DR NUNO SILVA nº 501 - 13 38711281 13- Obs. Diretora: Patrícia Mariano Ramos [email protected]. gov.br 59 3 ESPECIALIDADES PAR QUADRO VERGUEIRO ELDORADO centro 4 PRONTO DE ATENDIMENTO 5 UBS II DE ELDORADO 6 UNIDADE DE PSF I FLAMBOYANT 7 UNIDADE DE PSF II COLIBRI ZONA RURAL PRACA ENGENHEIRO BAUER LEITE nº 56 RUA DR NUNO SILVA nº 525 – centro RODOVIA SP 165 KM 111 Bairro Barra do Braço – Zona Rural 38711281 (13)68711 297 (13)38711599 (13)38711297 (13) 38797000 (13) 38796015 Município: IGUAPE Nome Endereço/Bairro/CEP 1 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE IGUAPE SP 2 CASA DE SAUDE DA MULHER UBS II ROCIO UNIDADE DE PSF I JAIRE UNIDADE DE PSF II ITIMIRIN UNIDADE DE PSF III BARRA DO RIBEIRA UNIDADE DE PSF IV BAIRRO DO ICAPARA UNIDADE MISTA DE IGUAPE Telefone Obs. Lígia Ferreira Musseti RUA DOS ESTUDANTES nº 40(13) 3848- [email protected] centro 6810 ov.br RUA PEDRA BRANCA S/N- Bairro (13)38415 Rocio 006 RUA PEDRA BRANCA S/N- 97 (13)38415 Bairro Rocio 006 (13)68411 Zona Rural – S/N 626 (13)68411 Bairro Itimirim – Zona Rural –S/N 626 Bairro BARRA DO RIBEIRA (13)68421 S/N 238 (13) Zona Rural S/N 38411016 RUA DOS ESTUDANTES nº40 (13)68411 centro 626 Município: ILHA COMPRIDA Nome 1 2 3 4 5 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE ILHA COMPRIDA PRONTO ATENDIMENTO MUN. VALDIR M SAMPAIO UNIDADE DE PSF I SUL ILHA COMPRIDA UNIDADE DE PSF II NORTE ILHA COMPRIDA UNIDADE DE PSF III CENTRO Endereço/Bairro/CEP Telefone AVENIDA BEIRA MAR nº 11000000 – Bairro Meu Recanto AVENIDA SAO PAULO S/N – Bairro Adriana RUA JASMIN nº 50 – Bairro Viareggio RUA IGUAPE nº 271 – Bairro Meu recanto AL BERMUDAS nº 60 – Balnerario 13 38427000 (13)38421 629 1338424368 (13)38421430 (13)3842- Obs. Diretora: Letícia Régio Narita Rodrigues saude@ilhacomprid a.sp.gov.br 60 6 URA PEDRO SANTANA DA COSTA ILHA COMPRIDA Monte Carlo Av. São Paulo – S/N – Bairro Adriana 4301 (13)38421 629 Município: IPORANGA Nome Endereço/Bairro/CEP SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE Centro de Saúde III LAURO TAVARES DE LIMA IPORANGA UNIDADE MOVEL ODONTOLOGICA DE IPORANGA UNIDADE SAUDE DA FAMILIA BAIRRO SERRA RUA DA SAUDADE nº 12 – centro CEP 18330000 RUA 12 DE JANEIRO nº 17 – centro RUA DA SAUDADE nº 12 – centro BAIRRO SERRA – ZONA RURAL Telefone Obs. Diretor: Andrea Correa de Lima (015) [email protected]. 35561129 gov.br (15)35561 584 015 35561593 (15)35560 216 Município: ITARIRI Nome 1 2 Endereço/Bairro/CEP Departamento Municipal de Saúde 3 EACS BENEDITO CALIXTO SERVICO DE ATENDIMENTO MOVEL DE URGENCIA SAMU 192 4 UNIDADE DE ESF I VILA ESPERANCA 5 UNIDADE DE ESF II RAPOSO TAVARES COM SAUDE BUCAL 6 UNIDADE DE ESF III ANA DIAS Telefone Obs. Diretora: Tatiana Saran (13)3418- [email protected]. 8000 br Rua benedito calixto, nº260 Centro – Itariri/SP CEP 11760-000 RUA BENEDITO CALIXTO nº299 - centro RUA NOSSA SENHORA DO MONTE SERRAT ESTRADA DA ANTA GORDA S/N - Vila Esperança AVENIDA MIGUEL RUFO nº11 – Bairro Raposo (13) Tavares 34181977 AV LUIZ FRANCO DO AMARAL (13)34168 S/N – Bairro Ana Dias 270 Município: JACUPIRANGA Nome 1 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE JACUPIRANGA Endereço/Bairro/CEP RUA GUARA S/N – Flor da Vila Telefone Obs. Diretor: DIEGO BRAGA ROUMILLAC DE ARAÚJO 13 38646030 saude@jacupiranga 61 .sp.gov.br 2 ASSISTENCIA FARMACEUTICA MUNICIPAL DE JACUPIRANGA RUA EUNICE CARNEIRO DE PAULA – S/N – centro RUA MANGUEIRA nº30 – Bairro Flor da Vila 3 ESF FLOR DA VILA 4 ESF GUARAU 5 ESF JD BOTUQUARA 6 ESF LENCOL 7 8 PAR PINDAUBA PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL DE JACUPIRANGA 9 UBS III DE JACUPIRANGA Bairro Guarau – Zona Rural RUA JARAGUA S/N – Jardim Botuquara Bairro do Lençol – Zona Rural BAIRRO PINDAUBA S/N RUA EUNICE CARNEIRO PAULA nº101 – centro RUA EUNICE CARNEIRO PAULA nº101 – centro 13 38646040 (13)68641 3097 (13)38646 030 (13)38642 797 (13)38646 030 (13)63641 421 (13)68646 040 (13) 38646046 Município: JUQUIÁ Nome 1 Departamento Municipal de Saúde 2 CENTRO DE REABILITACAO JUQUIA 3 4 EACS COLONIZACAO JUQUIA HOSPITAL SANTO ANTONIO DE JUQUIA 5 PAR CEDRO JUQUIA 6 PAR RIBEIRAO FUNDO DE CIMA 7 UNIDADE BASICA DE SAUDE III 8 UNIDADE DE PSF I IPORANGA 9 UNIDADE DE PSF III VILA SANCHES 10 UNIDADE DE PSF IV VILA FLORINDO Endereço/Bairro/CEP Telefone PRC FELIPE FERNANDES nº 108 – centro RUA MOHAMED SAID HEDJAZI nº 200 BAIRRO COLONIZACAO S/N (13) 38446111 Ramal: 220 (13)6844349 4 (13)38441298 Obs. Diretor: Ricardo Adilson Soares [email protected]. gov.br PRC FELIPE FERNANDES nº 108 13 38441421 RUA JOAQUIM CAMARGO nº (13)3844129 282 8 BAIRRO RIBEIRAO FUNDO DE (13)3844129 CIMA S/N 8 RUA JOSE NUNES DE AQUINO 72 (13)3844VILA NOVA 1298 (13)3844BAIRRO IPORANGA – Zona Rural 1298 (13)3844BAIRRO DE VILA SANCHES 3681 ESTRADA DE SETE BARRAS - VILA (13)3844FLORINDO 1580 Município: MIRACATU 1 Nome DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE Endereço/Bairro/CEP AV DONA EVARISTA DE CASTRO Telefone (13) Obs. DIRETOR: Carlos 62 SAUDE DE MIRACATU FERREIRA Nº 77 - CENTRO 2 CENTRO DE REABILITACAO DE MIRACATU 3 PAR ENGANO MIRACATU 4 PAR MUSACEA MIRACATU 5 UNIDADE BASICA DE SAUDE II 6 UNIDADE DE PSF I OLIVEIRA BARROS 7 8 9 UNIDADE DE PSF II SANTA RITA UNIDADE DE PSF III RIBEIRAO BONITO UNIDADE HOSPITALAR DE MIRACATU 10 VIGILANCIA SANITARIA RUA 11 DE JUNHO nº09 - centro BR 116 KM80 – Bairro Engano AV SANTA CECILIA S/N – Bairro Musácea RUA KAEY NAKAMURA nº 240 centro RUA OITO S/N – Bairro Oliveira Barros AVENIDA SAO PAULO S/N SANTA RITA 38477010 Ademar Ferreira [email protected]. gov.br (13) 38473739 (13)68471 729 (13)38477 010 (13)36847 172 (13)68471 729 13-38466018 Bairro Ribeirão Bonito AVN D EVARISTA DE C FERREIRA (13)38477 77 010 AVENIDA DONA EVARISTA DE (13)38477 CASTRO n 77 - centro 010 Município: PARIQUERA-AÇU Nome Endereço/Bairro/CEP 3 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE PARIQUERA ACU CENTRO ODONTOLOGICO MUNICIPAL PARIQUERA ACU HOSPITAL REGIONAL DR LEOPOLDO BEVILACQUA 4 PSF V JARDIM SAO CARLOS 5 6 PSF VI CENTRO PARIQUERA ACU SAMU SERVICO ATENDIMENTO MEDICO URGENCIA 7 UBS III DE PARIQUERA ACU 8 UNIDADE DE PSF I VILA SAO JOAO RUA PEDRO BONNE 400 centro AL CAPITAO CASEMIRO LINO VIEIRA nº594 - centro RUA DOS EXPEDICIONARIOS nº 140 – Jardim Elvira Zanella RUA DOS EXPEDICIONARIOS 150 – Jardim Elvira Zanella AVENIDA FERNANDO COSTA nº 384 – centro AV DR CARLOS BOTELHO 819 - centro RUA PEDRO BONNE nº 400 centro RUA JOSE ZEZILIA nº 83 – Vila São João RUA IMIGRANTES ITALIANOS 263 – Vila Peri Peri 1 2 9 UNIDADE DE PSF II VILA PERI PERI UNIDADE DE PSF III BAIRRO 10 CONCHAL Telefone Obs. Diretor: Willian Rodrigo Virginio de Souza 13saude@pariqueraac u.sp.gov.br 38561503 (13)38561 899 (13)38569 600 (013) 38560560 (013) 38564585 (13)38561 336 (13)38561 899 (13)38561 899 (13)38561 899 (13)38214 BAIRRO CONCHAL – Zona Rural 229 63 UNIDADE DE PSF IV VILA 11 CLEMENTINA UNIDADE MUNICIPAL DE 12 FISIOTERAPIA PARIQUERA ACU RUA CARLOS MELCHER nº 9999 – Vila Clementina RUA DOS EXPEDICIONARIOS nº (13)38561 247 - centro 899 Município: PEDRO DE TOLEDO Nome 1 2 Endereço/Bairro/CEP DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE PEDRO DE TOLEDO 5 ESF IV COM SAUDE BUCAL ESFSB M1 ESF COM SAUDE BUCAL MI SERVICO DE ATENDIMENTO MOVEL DE URGENCIA SAMU 192 UNIDADE DE PSF EQUIPE 1 MICRO AREA AMOREIRAS 6 UNIDADE DE PSF II CENTRO 3 4 7 8 UNIDADE DE PSF III MANOEL DA NOBREGA UNIDADE MISTA DE SAUDE PEDRO DE TOLEDO AV CORONEL RAIMUNDO VASCONCELOS nº 365 - centro ESTRADA MUNICIPAL VILA BATISTA S/N – Vila Batista RUA PRINCIPAL S/N – Três Barras AVENIDA MARCELO MARIETTO nº 670 - centro BAIRRO AMOREIRAS S/N – Zona Rural RUA PERI nº 145 – Bairro Sorocabano MANOEL DA NOBREGA S/N – Bairro Manoel da Nobrega AVN CEL RAIMUNDO VASCONCELOS nº 365 - centro Telefone Obs. Diretor: Carlos Alberto de Lima Barbosa (13)34197 saude@pedrodetole 010 do.sp.gov.br (13)34192 475 (13)34191 376 (13)34197 010 (13)34192 475 (13)34197 010 Município: REGISTRO Nome Secretaria Municipal de Saúde AMBULATORIO REGIONAL SAUDE MENTAL REGISTRO APAE DE REGISTRO CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL CAPS CENTRO DE REABILITACAO E FISIOTERAPIA CENTRO REF SAUDE TRABALHADOR REGIONAL CEREST REGISTRO COMPLEXO AMBULATORIAL REGIONAL REGISTRO HOSPITAL SAO JOAO Endereço/Bairro/CEP Telefone Obs. Diretor: João Mitsuji Rua São Paulo, 111 - Vila (13) 3828Sakô Fátima - CEP 11900-000 4201 [email protected] AVN CLARA GIANOTTI DE (13)68212 SOUZA 823 – Vila Fatima 764 RUA WALDEMAR LOPES FERRAZ (13)38211 nº220 – Vila Tupi 581 RUA NELSON BRIHI nº 100 (13)38214 Vila Tupi 280 RUA RAFAEL GONCALVES DE 13FREITAS nº227 – Vila Nova 38218087 RUA FILOMENA ABY AZAR nº (13)382245 – centro 2290 AVN CLARA GIANOTTI DE (13)38217 SOUZA 823 - Vila Fatima 266 RUA KIHEIJI NASUNO nº 165 – (13)38216 64 HOSPITAL PRONTO SOCORRO E MATERNIDADE SAO JOSE S A PRONTO SOCORRO MUNICIPAL DE REGISTRO SISTEMA DE ASSISTENCIA SOCIAL E SAUDE DE REGISTRO UBS CENTRO REGISTRO UBS MAURITY I A OLIVEIRA VILA NOVA UBS REGISTRO Bloco B USF AGROCHA USF ALAY CORREA USF ARAPONGAL OESTE USF ARAPONGAL USF CAICARA USF CAPINZAL USF EIJI MATSUMURA USF JARDIM SAO PAULO USF RIBEIROPOLIS USF SERROTE USF VILA SAO FRANCISCO USF VOTUPOCA USF XANGRILA centro AV CLARA GIANOTTI DE SOUZA nº 420 - centro RUA KIEIJI NASUMO nº165 – centro RUA TAMEKICHE TAKANO 211 - centro AV CLARA GIANOTTI DE SOUZA 345 - centro RUA RAFAEL GONCALVES DE FREITAS nº221 – Vila Nova RUA VIVALDO PEREIRA nº 20 – Bairro EIJI MATSUMURA RUA H (ESTRADA DAS AREIAS) nº10 - Agrochá RUA JOSE GROSSI FILHO nº 421 - centro RUA PROJETADA A nº180 – Arapongal AV CAMPO VERDE nº110 – Arapongal RUA JOSE DOS SANTOS nº40 – Jardim Caiçara I ESTRADA MUNICIPAL DO BAIRRO CAPINZAL DO VITORIO S/N – Bairro Rural Capinzal RUA VIVALDO PEREIRA nº20 Bloco B RUA BAURU nº450 – Jardim São Paulo RUA SALVADOR nº 148 – Vila Ribeirópolis RUA YOSHIGA SAMITSU nº40 – Bairro do Serrote RUA JERONIMO MONTEIRO LOPES 658 – Vila São Paulo ESTRADA VOTUPOCA S/N – Bairro Rural RUA ARGELIA 110 – Bairro Xangrilá 099 13-38288000 (13)68211 099 (13) 38212782 (13)38213 664 (13)38211 101 (13)38218 140 (13)38290 201 (13)38212239 (13)38222390 (13)38212391 (13)38220 449 (13)38227 000 (13)38215 032 (13)38222 805 (13)38212491 (13)38296009 (13)38212716 ***** (13)38220 228 Município: SETE BARRAS Nome DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAUDE DE SETE BARRAS Endereço/Bairro/CEP Telefone RUA CAPITAO ALBERTO MENDES 13 JUNIOR nº 80 – centro 38721426 Obs. Diretor: Odair de Lima saudesb@setebarras .sp.gov.br 65 PRONTO ATENDIMENTO MUNICIPAL (13)68721 DE SETE BARRAS RODOVIA SP 139 KM 22 218 CENTRO DE SAUDE II DE SETE RUA CAPITAO ALBERTO MENDES (13)68721 BARRAS JUNIOR nº 80 – centro 218 (13)68721 UNIDADE DE PSF I RIBEIRA CANELA Bairro da Onça Parda – S/N 218 UNIDADE DE PSF II QUILOMBO SETE (13)68726 BARRAS Bairro do Ribeirão S/N 108 UNIDADE DE PSF III OURO VERDE (13)68721 SETE BARRAS Bairro Dois Irmãos S/N 426 UNIDADE ODONTOLOGICA MOVEL RUA CAPITAO ALBERTO MENDES DE SETE BARRAS JUNIOR nº 80 – centro 66 BIBLIOGRAFIA BRASIL, LDB. Lei 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em < www.planalto.gov.br > BRASIL. Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. BRASIL. Ministério da Saúde. O SUS de A a Z: garantindo saúde nos municípios. Ministério da Saúde, 2005. Disponível http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Manual_sus_screen.pdf Brasília: em: BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a fome. Conselho Nacional de Assistência Social. Resolução nº 237, de 14 de dezembro de 2006. CFM/CREMESP – Demografia Médica no Brasil -Dados gerais e descrições de desigualdades: Relatório de Pesquisa – Dezembro de 2011. IDESC - 2006 – Plano de Desenvolvimento Sustentável do Vale do Ribeira; Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo – 2010 – Indicadores de Saúde do Estado de São Paulo. KAMEYANO, Nobuco. A nova configuração das políticas sociais. In: Praia Vermelha, Estudos e teorias. PPGESS-UFRJ, número 5, 2º semestre, p.10-39, 2001 PISSAIA, Vitor Hugo. A municipalização do ensino em municipios de pequeno porte: a região de Taquaritinga (1988-2009): Campinas, SP, 2011. Política Nacional de Assistência Social – PNAS, aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social por intermédio da Resolução nº 145, de 15/10/04, e publicada no Diário Oficial da União em 28/10/04; ROMAO, Devancyr A. Vale do Ribeira : um ensaio para o desenvolvimento das comunidades rurais / Brasília : Ministério do Desenvolvimento Agrário, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2006. SANTOS, Kátia M. Pacheco dos, TATTO, Nilto. Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. Instituto Socioambiental, 2008. SOUZA, R. V. - ed. Cultura Academias, 2009 – Crescimento Econômico no Estado de São Paulo – uma analise espacial TODESCO, Carolina. Presença ausente e ausência presente do Estado na produção do espaço para o turismo no Vale do Ribeira Paulista. Revista Confins, nº9, 2010. 67