SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DE RONDÔNIA ESCOLA SENAI JI- PARANÁ PROPOSTA PEDAGÓGICA SETEMBRO DE 2012 Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rondônia Presidente do Conselho Regional do SENAI/RO Denis Roberto Baú Diretor Regional do SENAI-RO Vivaldo Matos Filho Diretora de Operações do SENAI-RO Adir Josefa de Oliveira Diretora da Escola SENAI Ji-Paraná Tatiana Costa de França Gestão Técnica Operacional de Educação Profissional – GETEP – SENAI/RO Catarina Augusta Vaquer Araujo Marcela Barbosa Vieira Maria do Carmo Goes Silva Equipe Escolar Tatiana Costa de França – Diretora Escolar e Administrativa Franciane Cristina Santos de Oliveira – Secretária Escolar Carla Santos Raposo Lima – Supervisora Escolar Seloi Totti – Orientadora Escolar Ana Paula Cardoso da Silva – Estagiária Ana Claudia Oliveira da Silva – Auxiliar Administrativo Anthoniany Silva e Oliveira – Assistente Administrativo António José de Andrade Filho - Instrutor Claudio Fernandes Caldeira – Assistente Administrativo Clemerson de Sales - Instrutor Clovis Barbosa Caldeira - Instrutor Daglielle Gomes de Lima – Auxiliar Administrativo Daniel Modesto - Auxiliar Administrativo Dheferson de Jesus Vasconcelos – Assistente Administrativo Elissandra Teixeira Pereira - Assistente Administrativo Elza Francisca de Oliveira – Auxiliar Administrativo Fabiana de Oliveira Solla Sobral - Instrutora Fábio Roberto Vieira - Assistente Administrativo Graziella Pinetti Passoni - Instrutora Hélia Lopes dos Santos - Instrutora Ires dos Santos Cardoso - Assistente Administrativo Ivete França dos Santos – Auxiliar de Serviços Jadilson Moreira de Sousa - Instrutor Jaqueline Barbosa da Conceição - Assistente Administrativo Jezana das Neves Silva - Instrutora José Rosivaldo da Silva - Instrutor José Rubens Alves de Freitas - Instrutor Jose Valter Ferreira dos Santos - Instrutor Julia Cristina Feitoza Mota – Auxiliar Administrativo Juliana Lustosa da Silva de Souza – Auxiliar de Serviços Karina Pontieri Engelberg – Instrutora Marcelo Soares - Instrutor Marcia Aparecida Lins de Queiroz Keller – Assistente Administrativo Maria Aparecida Alves – Auxiliar Administrativo Maria Cristina Alves da Silva – Auxiliar Administrativo Marly Vieira – Auxiliar de Serviços Neli Dias de Barros – Assistente Administrativo Neuza Maria Leme Cristaldo - Auxiliar de Serviços Rafael dos Anjos Brito – Auxiliar de Serviços Ricardo Henrique L. S. de Carvalho- Instrutor Rosiane Ribas de Souza - Instrutora Viviane Giupato do Nascimento – Assistente Administrativa SUMÁRIO I - INTRODUÇÃO 07 II – APRESENTAÇÃO 09 2.1. Localização da Instituição 10 2.2. Credenciamento para Funcionamento como Instituição Técnica de Educação Profissional 10 III – A ESCOLA 11 IV – HISTÓRICO ESCOLAR 13 V – PERCEPÇÃO SÓCIO ECONÔMICA DA COMUNIDADE ESCOLAR 15 VI – FINALIDADES E OBJETIVOS DA ESCOLA 16 6.1. Missão do Senai 16 6.2. Missão da Escola 16 6.3. Visão da Escola 16 6.4. Objetivo Geral 16 6.5. Objetivos Específicos 17 VII – FINALIDADES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO 17 VIII - CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO – PRONATEC 20 IX – DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 21 9.1. Educação Profissional Técnica de Nível Médio 23 9.2. Educação Profissional Básica 23 9.3. Aperfeiçoamento Profissional 23 9.4 Aprendizagem Industrial 24 9.5 Educação a Distância 24 9.6 Educação Especial 25 X – DA CARACTERIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DA REALIDADE 26 10.1. Quadro de Recursos Humanos 26 10.2 Recursos Materiais 28 10.3 Recursos Físicos 34 10.4 Recursos Financeiros 35 XI. DA SISTEMATICA DE ENSINO 35 XII – DO ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM 36 XIII – DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR 38 13.1. Avaliação Escolar 38 13.2. Do Critério de Avaliação 39 13.3. Da Recuperação 39 13.4. Da Reprovação 40 13.5 Das Justificativas de Faltas 40 13.6. Do Aproveitamento de Estudos 41 XIV – METAS E AÇÕES PEDAGÓGICAS E ADMINISTRATIVAS PARA O ANO LETIVO 41 XV – CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DO ANO LETIVO 43 XVI – ORGANIZAÇÕES CURRICULARES 44 16.1. Cursos Técnicos 44 16.2. Qualificação Profissional Básica 51 16.3. Aperfeiçoamento Profissional 53 15.4. Aprendizagem industrial 54 XVI – CONSIDERAÇÕES FINAIS 59 XVII – REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS 60 I. INTRODUÇÃO A Proposta Pedagógica da Escola SENAI Ji-Paraná é resultado da reunião de informações e diretrizes que norteiam as atividades pedagógicas da Escola e que se fundamentam numa concepção crítica das relações existentes entre educação, sociedade e trabalho, inspirando a implementação de uma prática educativa transformadora e participativa, centrada na construção do conhecimento e na aprendizagem crítica e ativa de conteúdos vivos,significativos e atualizados. Este trabalho nasceu de momentos de troca e interação entre membros da equipe escolar , trazendo necessidades e anseios pertinentes a este ambiente, tendo por objetivo maior documentar o alinhamento de ações, metas e objetivos a serem alcançados pela Instituição, direcionando, organizando, planejando e norteando as atividades na Escola, atendendo, assim, as educacionais e administrativas da mesma. necessidades II. APRESENTAÇÃO Reafirmar uma visão crítica da educação, isto é, a compreensão de que a prática educativa, embora seja socialmente determinada, pode contribuir para a transformação das relações sociais, econômicas e políticas que a condicionam, na medida em que estiver comprometida com a formação de sujeitos capazes de atuar como profissionais competentes e cidadãos conscientes no mercado de trabalho e na sociedade. É com foco neste cenário que a Escola SENAI Ji-Paraná concretiza sua Proposta Pedagógica, isto é, seu compromisso educacional para com o educando, indústria, famílias e comunidade em geral, apresentando em seu desenvolvimento caminhos a serem seguidos, com comprometimento ético, dedicação e responsabilidade, promovendo a cada dia qualidade no serviço prestado e a tranqüilidade do dever cumprido. 2.1 – Localização da Instituição Rua Francisco Benintes Lopes, nº 435 – Jardim Aurélio Bernardes 76.907-440 – Ji-Paraná /RO Tel.: (69) 3421- 1270 / 3421-6535 http://www.ro.senai.br Extensão Rua dos Brilhantes, nº 130 – Jardim dos Migrantes 76.900-150 – Ji-Paraná /RO Tel.: (69) 3421- 1270 / 3421-0594 CNPJ: nº. 03.780.605/0003-00 2.2 – Credenciamento para funcionamento como instituição técnica de educação profissional - Credenciamento: Processo nº 013/02-CEE/RO - Parecer 014/03 – Resolução 019/03 – CEE/RO - Recredenciamento: Processo nº 253/07 e 059/08 – Parecer 038/08 Resolução nº 431/08 – CEE/RO III. A ESCOLA Os ambientes voltados para a Educação Profissional caracterizam-se agora por uma intensa e permanente evolução nos conhecimentos aplicados. Isso envolve mudanças paradigmáticas já que determinam a prática de novos princípios, valores e demanda novas formas de pensar, agir e sentir. A base desta demanda reivindica novas formas de aprender. Precisa mudar o estudante, precisa mudar o professor. O estudante tem que ser ativo, agente que se apropria dos conteúdos, mas também dos processos de aprender. O professor tem que ensinar, de forma concomitante aos conteúdos, os processos de aprendizagem. Mais que isso, tem que criar o ambiente e as oportunidades que envolvam e animem o estudante ao processo de aprender a aprender. Este ambiente de aprendizagem deve ser povoado por um conjunto de iniciativas que envolvam seus agentes, estudantes, professores, empresas, comunidade etc, no desenvolvimento de projetos que estimulem o aprendizado e, sobretudo a reflexão e a visão crítica de todos. Desde sua criação, a Escola SENAI Ji-Paraná, vem continuamente reformulando suas ações pedagógicas, promovendo, assim, a contínua melhoria nos seus serviços educacionais para atender as transformações e exigências atuais que caracterizam o mercado de trabalho deste pólo, bem como nos demais municípios a este vinculado. Hoje, com 110.707 habitantes (dados do IBGE 2008), sendo cerca de 100 mil na área urbana, Ji-Paraná é o segundo município mais populoso do estado de Rondônia, superado apenas pela capital Porto Velho. O Município de Ji-Paraná foi criado em 11 de outubro de 1977, através da lei nº 6.448. O nome do município é de origem indígena, significando riomachado. Onde Ji seria machado e Paraná, grande rio. A cidade também é conhecida por Coração de Rondônia, devido a localização da cidade na região central do estado, e a presença de uma ilha, com o formato que lembra um coração, localizada na confluência dos rios Machado e Urupá, além de "Capital da BR", por ser a maior e mais próspera das cidades que surgiram em virtude da abertura da BR364. Com uma área de 6.897 km² representando 2,9% do estado, seu território esta a 380 km a sudeste de Porto Velho e tem como limite as cidades de: Vale do Anari ao norte, Theobroma ao noroeste, Ouro Preto do Oeste e Vale do Paraíso ao oeste, Teixeirópolis e Urupá ao sudoeste, Presidente Médici ao sul e Ministro Andreazza ao sudeste. Ji-Paraná possui um Distrito Industrial em franca expansão com várias empresas já instaladas. O Distrito Industrial conta com uma infra-estrutura, que oferece via de acesso asfaltada, ótimo suprimento de energia elétrica e áreas prontas para receber novas indústrias de médio e grande porte. Além do Distrito Industrial, também há várias indústrias de pequeno e grande porte em Ji-Paraná, tais como: laticínios, serrarias, beneficiamento e torrefação de café, beneficiamento de arroz, etc. É neste cenário que a Escola SENAI Ji-Paraná esta inserida e busca oferecer seus serviços educacionais, tendo como foco central a figura do educando aliada às ferramentas educacionais que promovem a sua formação profissional tornando-o apto a atender a demanda do mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, seletista e exigente; reunindo um conjunto de atividades alinhadas ao modelo de ensino que adota a qualidade no processo do EnsinoAprendizagem da Educação Profissional. A Escola SENAI Ji-Paraná esta situada na rua Francisco Benites Lopes nº 435,esquina com rua Alvorada, Bairro Jardim Aurélio Bernardes, em um prédio próprio, recém inaugurado CIAT – Centro Integrado ao Atendimento do trabalhador, o qual atende a todas as casas do Sistema Indústria do Estado de Rondônia (FIERO, SESI, SENAI, IEL) em Ji-Paraná e que conta com uma estrutura ampla, que agrega valor a todas as atividades da Escola em termos administrativos e pedagógicos, além de permite a ampliação da sua meta de atendimentos e possui uma extensão em bairro central, em um prédio alugado,na rua dos brilhantes,nº 130, bairro Urupá. IV. HISTÓRICO ESCOLAR O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, esta presente no estado de Rondônia desde 1960, oferecendo à sociedade rondoniense, inúmeras oportunidades educacionais e de desenvolvimento, para potencialização das forças de trabalho, atuando de forma integrada com a FIERO, o SESI e o IEL configurando o Sistema Indústria, organizados por unidades de ensino, com seus projetos e processos voltados para as necessidades da sociedade. O SENAI de Ji-Paraná se destaca neste cenário como um grande aliado às transformações sociais e econômicas de nosso estado, pois busca seguir uma linha de ação que permite uma maior visibilidade perante seus clientes, transparecendo a solidez e a pujança da instituição. Um dos principais objetivos destas ações é identificar no seu cliente suas necessidades, quando se trata de formação profissional, e o que ele espera de um produto ou serviço, além de torná-lo apto a atender de forma satisfatória a real necessidade de mercado, graças a uma prática educativa transformadora e participativa, centrada na construção do conhecimento e na aprendizagem crítica e ativa de conteúdos vivos, significativos e atualizados. O SENAI vem atuando no município de Ji-Paraná desde 1998, neste período, como extensão do Centro de Formação Profissional – CFP Marechal Rondon de Porto Velho, implantou o Curso Técnico em Segurança no Trabalho. Em abril de 2003 o Centro de Formação Profissional do SENAI em Ji-Paraná, como era denominada a Escola nesta época, recebeu o credenciamento e a autorização de funcionamento para oferta de cursos Técnicos em Segurança do Trabalho e de Informática, através do parecer 014 e da resolução 019. Em 30 de abril de 2008, o Centro de Formação Profissional do SENAI em JiParaná, através da resolução nº 010/2008 do conselho Regional do SENAI, recebeu a nomenclatura de Escola SENAI Ji-Paraná.Desde sua implantação, a Escola SENAI JiParaná já atendeu mais 8.000 mil alunos, que foram qualificados em cursos inseridos nas modalidades de Aprendizagem Industrial, Qualificação Profissional Básica, Aperfeiçoamento Profissional, Qualificação Profissional Técnica e Habilitação Profissional Técnica. Na modalidade Aprendizagem Industrial a Escola SENAI Ji-Paraná atua desde janeiro de 2003, atendendo um número significativo de alunos e, desde então, esta modalidade vem crescendo ano a ano. Atualmente contamos com 11(onze) turmas de Aprendizagem Industrial sendo que 2(duas) no curso Assistente de Laboratório Industrial, 2 (duas) turmas de Administrador de redes, 1 (uma) turma de Auxiliar Administrativo – CORREIOS e 6 (seis) turmas de Assistente de Produção, atendendo atualmente vinte e quatro empresas industriais. Na modalidade Qualificação Profissional a Escola SENAI Ji-Paraná oferece inúmeros cursos nas áreas automotiva,alimentos, eletroeletrônica, gerencial e tecnologia da informação. Já na modalidade Aperfeiçoamento Profissional são oferecidos os cursos focados nas áreas de alimentos, segurança, eletroeletrônica, tecnologia da informação e gerencial e na modalidade Qualificação Profissional Técnica são oferecidos os cursos de Eletrotécnica Segurança do Trabalho e Alimentos. A Escola SENAI Ji-Paraná, através do GAM – Gestão de Ações Móveis, estende aos municípios que compõem o seu pólo, conforme mapa abaixo, alguns serviços educacionais, especificamente nas modalidades Qualificação Profissional e Aperfeiçoamento. A ampliação dos serviços educacionais no município originou-se em razão da demanda de mercado e de muito trabalho de divulgação, sempre focando a formação profissional, através da oferta de serviços educacionais aliado a práticas pedagógicas, que vão de encontro às necessidades do educando, garantido ao mercado de trabalho, profissionais qualificados, aptos a desempenharem e prestarem seus serviços com qualidade e segurança. V. PERCEPÇÃO SOCIO ECONOMICA DA COMUNIDADE ESCOLAR A Escola SENAI Ji-Paraná está inserida num contexto médio brasileiro. Constituem-se basicamente envolvidos nesse processo, educadores, alunos e a família dos educando. O envolvimento com a comunidade traz para dentro da instituição seus anseios e necessidades, que depois de trabalhados, fazem parte do acervo cultural da Escola. A região abrange um publico que migrou de diferentes estados do Brasil para o estado de Rondônia, portanto nossa realidade é de uma população de variada etnia e cultura traçando a história do nosso município. Este fato provoca um crescimento continuo e aprendizado constante. Para que o embasamento deste item seja mais eficaz e eficiente faz-se necessário uma pesquisa qualitativa e quantitativa que se possa permitir traçar um perfil das forças e fraquezas do público envolvido, conduzindo a redução do insucesso tanto na gestão administrativa, quanto na pedagógica. Ji-Paraná é uma cidade mista, ou seja, formada por famílias de migrantes, provenientes de distantes e variados lugares do país, este fator aliado a falta de experiência, as desigualdades sociais, a baixa escolaridade e a baixa qualificação profissional são alguns dos atributos que levam as pessoas a participarem dos setores considerados mais frágeis do mercado de trabalho. Analisando o cenário populacional o sistema educacional da escola SENAI de Ji-paraná abrange diversidades de ensino técnico, tecnológico e gerencial. VI. FINALIDADES E OBJETIVOS DA ESCOLA 6.1 - Missão do SENAI Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Rondoniense. 6.2 - Missão da Escola Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade das empresas integrantes do pólo de Ji-Paraná. 6.3 -.Visão da Escola Ser reconhecida como líder em educação profissional e tecnológica e consolidar-se como indutor da inovação e da transferência de tecnologia para as empresas industriais integrantes do pólo de Ji-Paraná. 6.4 - Objetivo Geral: Os cursos de qualificação profissional básica, técnica, de aperfeiçoamento e de aprendizagem industrial desta Escola visam suprir as carências de mercado quanto a profissionais qualificados para atuarem no pólo Ji-Paraná. Nossa proposta é realizar uma educação profissional com excelência, onde pessoas possam sentir segurança na área escolhida conquistando lugar no mercado de trabalho, elevando assim a qualidade de vida e contribuindo com o desenvolvimento do município de Ji-Paraná, Estado de Rondônia e Brasil. 6.5.- Objetivos Específicos: Oferecer formação diversificada e de qualidade; Reconfigurar os ambientes de ensino conforme as necessidades do mercado; Apoiar o aprimoramento dos processos industriais de gestão de trabalho e da produção; Revisar metodologias adequando o processo de ensino-aprendizagem às necessidades do aluno; Atualizar as bases tecnológicas; Permitir a jovens e adultos, através da formação profissional, acesso às condições de trabalho; Desenvolver saberes e competências profissionais e pessoais; Incentivar, agregar e construir valores éticos, morais e sócio-ambientais; Efetivar a interação teoria - pratica na formação do profissional. VII. FINALIDADES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO A educação global e a realização profissional e pessoal seguem juntas ao longo de toda a vida. A demanda por ascender a patamares mais avançados no sistema de ensino é visível na sociedade brasileira, pois como cita ALVES (2008, p.09) “Todas as utopias se reportam ao que existe e tudo que existe aspira ao que não existe.” Essa ampliação de aspirações decorre, não apenas da urbanização e modernização, conseqüência do crescimento econômico, mas também da crescente valorização da educação como estratégia de melhoria de vida e empregabilidade. Os jovens que conseguem concluir o Ensino fundamental e Médio aspiram a melhores padrões de vida e emprego; por outro lado, a demanda para o ensino profissionalizante em nível técnico parte também de segmentos já inseridos no mercado de trabalho que buscam melhoria salarial e social e precisam ter o domínio de habilidades e competências que permitam assimilar e utilizar, produtivamente, recursos tecnológicos novos em acelerada transformação. A Escola SENAI Ji-Paraná considera as finalidades e objetivos da educação o que preconiza a LDB – 9394/1996, nos seus artigos 2º e 3º - os princípios e fins da educação nacional. Art. 2º - A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de igualdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Art. 3º - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo de ideais e concepções pedagógicas; IV – respeito à liberdade e apreço a tolerância; V – coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; VI – gratuidade de ensino público em estabelecimentos oficiais; VII – valorização do profissional da educação escolar; VIII – gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino. IX – garantia do padrão da qualidade; X – valorização de experiência extra-curricular; XI – vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. Acompanhar os avanços técnicos e tecnológicos do mercado de trabalho, que efetiva a interação teoria - prática na formação do profissional e constrói valores éticos, sócio-ambientais e agrega valores morais ao cidadão, para atender o mercado de trabalho, a Escola SENAI Ji-Paraná, tem também como objetivos os enunciados no art. 3º a Resolução 04/1999 que são os seguintes: I – independência e articulação com ensino médio; II – respeito aos valores estéticos, políticos e éticos; III – desenvolvimento de competências para a laborabilidade; IV – flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização; V – identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso; VI – atualização permanente dos cursos e currículos; VII – autonomia da escola em seu projeto pedagógico. VIII - CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO – PRONATEC. Criado no dia 26 de Outubro de 2011 com a sanção da Lei nº 12.513/2011 pela Presidenta Dilma Rousseff, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem como objetivo principal: I - expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio presencial e a distância e de cursos e programas de formação inicial e continuada ou qualificação profissional; II - fomentar e apoiar a expansão da rede física de atendimento da educação profissional e tecnológica; III - contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público, por meio da articulação com a educação profissional; IV - ampliar as oportunidades educacionais dos trabalhadores, por meio do incremento da formação e qualificação profissional; V - estimular a difusão de recursos pedagógicos para apoiar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. A integração das redes de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e destas com as redes públicas de ensino será fundamental para a consolidação do Pronatec como política pública e também como esforço para consolidar o sistema federal de ensino. Por isso, um regime de coordenação e cooperação para o efetivo atendimento aos diversos segmentos populacionais, prioritariamente àqueles vulnerabilidade social, será vital à consecução dos objetivos do programa. grupos em IX – DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A escola SENAI Ji-Paraná oferece as seguintes modalidades: Educação Profissional Técnica de Nível Médio, Educação Profissional Básica – Qualificação Profissional, Cursos de Aperfeiçoamento, Aprendizagem Industrial, Educação a Distância Educação a especial, conforme descrito abaixo de acordo com a relação de cursos. Técnico: Técnico em Alimentos; Técnico em Segurança do Trabalho; Técnico em Eletrotécnica; Técnico em Edificações; Técnico em Estradas; Técnico em Logística; Técnico em Administração; Técnico em Transações Imobiliárias; Técnico em Redes de Computadores. Qualificação\ Aperfeiçoamento: Boas Práticas de fabricação; Analise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC); Eletricista de redes; Eletricidade básica; Eletricista industrial; Eletricista predial; Assistente administrativo; Operador de empilhadeira; Informática básica; NR10; Auto Cad 2D; Costureiro Industrial; Eletricidade automotiva; Mecânica de Automóveis; Eletricidade de Automóveis; Mecânica de Carros; Mecânica de manutenção de Motocicletas. Aprendizagem Industrial: Assistente Administrativo; Assistente de Laboratório Industrial; Auxiliar administrativo; Administrador de Redes; Assistente de produção. 9.1 - Educação Profissional Técnica de Nível Médio De acordo com a Lei 9.394/96 Capitulo III e resolução da CNE/CEB nº 04/99, que institui as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível técnico, destina-se a alunos matriculados no ensino médio ou egresso deste, com o objetivo de proporcionar habilitação ou qualificação profissional técnica de nível médio, segundo perfil profissional de conclusão. 9.2 - Educação Profissional Básica – Qualificação Profissional Voltada para o público em geral objetivando capacitar o indivíduo de acordo com as exigências do mercado de trabalho e a sociedade com responsabilidade, postura critica e sobretudo comportamento ético, conforme as Diretrizes de nº 64 à 67 da educação profissional e tecnológica do SENAI. 9.3- Cursos de Aperfeiçoamento Destinados a profissionais que já possuem uma trajetória com experiências, devendo estas ser consideradas e integradas no processo de aprendizagem, desenvolvendo ações que tenha aplicabilidades nas resoluções de problemas do cotidiano tornando o profissional capaz de lidar com a complexidade gerada pelas mudanças que caracterizam a época atual, de acordo com as diretrizes de nº 79 à 81 da educação profissional e tecnológica do SENAI. 9.4 - Aprendizagem Industrial Cursos que se destinam á jovens de 14 a menores de 24 anos com atividades teóricas e práticas, buscando sua inserção no mercado de trabalho, respeitando suas condições físicas, morais, sociais e psicológicas com base na lei 10.097/00, Resolução nº 178/03, do Conselho Nacional do SENAI, atualizadas conforme decreto nº 5.154/04, lei 11.180/05 e Decreto nº 5.598/05. 9.5. Educação a Distância Com o avanço da tecnologia a educação à distância vem ganhando cada vez mais espaço no ambiente educativo. De acordo com a diretriz 30 da educação profissional e tecnológica do SENAI. A principal característica da EAD (educação a distância) é a separação que existe entre professor e aluno, mas, com os recursos das novas tecnologias, como o uso da Internet esta distância pode ser minimizada, e com a internet o educando pode interagir não só com professor e seus colegas mas, com todos e em qualquer parte do mundo, levando o educando a um aprendizado mais amplo, tendo uma visão de mundo mais coerente e crítica. Mesmo com o avanço tecnológico a presença do professor é fundamental para direcionar os conteúdos e orientar os educando, o professor define e elege seus conteúdos educacionais. No entanto há um maior espaço para os alunos explorarem de forma colaborativa este conteúdo e inclusive redirecioná-lo. Essa flexibilidade leva o aluno à busca de novos caminhos para a construção do seu conhecimento, ou seja, a sua autonomia. Uma educação a distancia de qualidade que atenda as necessidades da sociedade a qual o sujeito está inserido. Com a expansão da tecnologia, nos quais se pode levar educação de qualidade, cria-se mais oportunidade e acessibilidade para uma formação continua as possibilidades de interação e colaboração oferecidas pelos diferenciados suportes tecnológicos por meio dos quais se pode fazer educação podem garantir a necessária flexibilização para o atendimento de uma demanda de aprendizagem aberta, contínua, com flexibilização do acesso, do ensino, da aprendizagem e da oferta um processo centrado no estudante. Uma educação de qualidade forma cidadãos mais conscientes, críticos e participativos, podendo assim construir uma sociedade democrática, com reais oportunidades, independente da classe social a que pertença. Por esse motivo será implantado temas transversais a distância. 9.6 - Educação Especial De acordo com a Lei 9.394/96 capitulo V, todas as pessoas com necessidades educacionais especiais devem ser respeitadas levando em consideração suas características e capacidades, desta maneira a escola vai buscar estratégias para desenvolver uma aprendizagem própria. São considerados alunos educacionalmente especiais aqueles que requerem mudanças do programa. A escola organizar-se-á com professores, equipe pedagógica, direção, pais e alunos para melhor atender o educando refletindo á realidade do mesmo. O ponto de partida será aquele em que todos estejam dispostos a aprender. Incluindo os educadores e equipe pedagógica que estejam abertos a esta nova forma de vivência, procurando caminhos para as ações práticas. O SENAI Ji-Paraná oferece uma infra estrutura adequada conforme legislação (Lei Federal 9.394/96, art. 58 § 1º).O Decreto 5.296/04, art. 24 define que os estabelecimentos de ensino de qualquer nível, etapa ou modalidade, públicos ou privados, proporcionarão condições de acesso e utilização de todos os seus ambientes ou compartimentos para pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, inclusive salas de aula, bibliotecas, laboratórios e sanitários. X – DA CARACTERIZAÇÃO E DESCRIÇÃO DA REALIDADE A Escola SENAI de Ji-Paraná disponibiliza recursos humanos com profissionais capacitados, materiais didáticos (cola, tesoura, lápis,etc), instalações adequadas (laboratórios, biblioteca, etc) e recursos financeiros no intuito de formar cidadãos e profissionais, preparado para o mercado de trabalho como cita ALVES (2008, p.08) “Nenhuma mudança se funda do nada, na negação da história ou da realidade ou das aparências, por mais efêmeras que se apresentem aos nossos olhos, quando eles vêem para fora.” 10.1 – Quadro de Recursos Humanos NOME FUNÇÃO TURNO DE TRABALHO Matutino/vespertino Tatiana Costa de França Diretora Matutino/Vespertino Franciane Cristina Santos de Oliveira Secretária Escolar Carla Santos Raposo Lima Supervisora Escolar Seloi Totti Orientadora Escolar Matutino/Vespertino Ana Paula Cardoso da Silva Estagiária Matutino Vespertino/Noturno Vespertino/Noturno Ana Claudia de Oliveira Silva Auxiliar Administrativo Anthoniany Silva e Oliveira Assistente Administrativo António José de Andrade Filho Horista - Instrutor Claudio Fernandes Caldeira Assistente Administrativo Clemerson de Sales Horista – Instrutor Clovis Barbosa Caldeira Horista – Instrutor Daglielle Gomes de Lima Auxiliar Administrativo Matutino/Vespertino Daniel Modesto Assistente Administrativo Matutino/Vespertino Dheferson de Jesus Vasconcelos Assistente Serv. De Suporte Elissandra Teixeira Pereira Assistente Administrativo Matutino/Vespertino Elza Francisca de Oliveira Auxiliar Administrativo Matutino/Vespertino Fabiana de Oliveira Solla Sobral Instrutora Fábio Roberto Vieira Assistente Administrativo Graziella Pinetti Passoni Horista - Instrutora Hélia Lopes dos Santos Horista – Instrutora Ires dos Santos Cardoso Assistente Administrativo Matutino/Vespertino Ivete França dos Santos Auxilia de Serv. De Suporte Matutino/Vespertino Jadilson Moreira de Sousa Horista – Instrutor Jaqueline Barbosa da Conceição Assistente Administrativo Jezana das Neves Silva Instrutora Vespertino/ Noturno José Rosivaldo da Silva Instrutor Matutino/Vespertino José Rubens Alves de Freitas Horista - Instrutor Jose Valter Ferreira dos Santos Horista – Instrutor Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Vespertino/Noturno Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Julia Cristina Feitoza Mota Auxiliar Administrativo Juliana Lustosa da Silva de Souza Auxilia de Serv. De Suporte Karina Pontieri Engelberg Instrutora Marcelo Soares Horista - Instrutor Marcia Aparecida Lins de Queiroz Keller Assistente Administrativo Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Auxiliar Matutino/ Noturno Maria Aparecida Alves Administrativa Vespertino/Noturno Maria Cristina Alves da Silva Assistente Administrativo Marly Vieira Auxilia de Serv. De Suporte Matutino/Vespertino Neli Dias de Barros Assistente Administrativo Matutino/Vespertino Neuza Maria Leme Cristaldo Auxilia de Serv. De Suporte Rafael dos Anjos Brito Auxilia de Serv. De Suporte Ricardo Henrique L. S. de Carvalho Horista – Instrutor Rosiane Ribas de Souza Horista – Instrutora Viviane Giupato do Nascimento Articulador de Negócios. Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino Matutino/Vespertino 10.2 – Recursos Materiais Laboratório de Eletrotécnica 01 bancada de testes de defeitos em acionamentos 01 bancada de soft starter 01 bancada de inversor de freqüência 01 banca de conversor de freqüência 01 bancada de medidas elétricas 02 bancadas de eletrotécnica e acionamentos Materiais para instalação predial Materiais para instalação predial Ferramentas para montagem das instalações prediais e industriais 01 multímetro Lista de Equipamentos de Proteção Individual – EPI EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA Capacete de segurança para proteção contra impactos de objetos sobre o crânio; EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE Óculos de segurança para proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes; Óculos de segurança para proteção dos olhos contra respingos de produtos químicos. Protetor facial Protetor facial de segurança para proteção da face contra impactos de partículas volantes; Protetor facial de segurança para proteção dos olhos contra luminosidade intensa. Máscara de Solda Máscara de solda de segurança para proteção dos olhos e face contra impactos de partículas volantes; Máscara de solda de segurança para proteção dos olhos e face contra luminosidade intensa. EPI PARA PROTEÇÃO DO TRONCO Vestimentas de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de origem mecânica. EPI PARA PROTEÇÃO AUDITIVA Protetor auditivo circum-auricular para proteção do sistema auditivo conta níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos I e II; Protetor auditivo de inserção para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores ao estabelecido na NR-15, Anexos I e II; EPI PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas, e fumos; Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra vapores orgânicos ou gases ácidos em ambientes com concentração inferior a 50 ppm (parte por milhão); EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES Luva de segurança para proteção das mão contra agentes abrasivos e escoriantes; Luva de segurança para proteção das mãos contra choques elétricos; Luva de segurança para proteção das mãos contra agentes biológicos; EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES Calçado de segurança para proteção contra impactos de quedas de objetos sobre os artelhos; Calçado de segurança para proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos químicos. Perneira Perneira de segurança para proteção da perna contra agentes abrasivos e escoriantes; Vestimenta de corpo inteiro Vestimenta de segurança para proteção de todo o corpo contra umidade proveniente de operações com água. EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. Cinturão Cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura; Luxímetro com célula externa; Medidor de distância ultrasônico; Carregador de baterias; IBTUG (Medidor de stress térmico); Calibrador de decibelimetro; Boneca de ressucitação; Bomba de amostragem de gases diversos; Kit de imobilização e resgate básico; Kit de amostra de gases; Kit de emergência ortopratico; Bomba eletrônica detectora de poeira e gases; Extintor de água pressurizada; Extintor de PQS; Cilindro de oxigênio. Laboratório de Alimentos Placas de Petri 100 x 20mm Centrífuga modelo 81C Agitador Magnético 02 Banho-maria Capela de exaustão de gases 02 Estufas para Cultura Bacteriológica Autoclave Vertical 02 Extintores de incêndio Autoclave horizontal de bancada Geladeira Pipeta eletrônica Contador de colônias eletrônico Refratômetro de Abbe Computador (monitor e CPU) Balança analítica Ponteiras Densímetro (2) Laboratório de Alimentos Laboratórios de analises microbiológicas, fisioquímicas e bromatológicas 2 microscópios 2 autoclaves 2 estufas bacteriológicas 1 capelas de fluxo laminar 2 banhos Maria Destilador 1 Forno microondas 2 Balança de precisão 1 Agitadores magnéticos 1 Centrífuga 3 Bicos de bunsen 1 geladeira Vidrarias em geral (bequers, erlenmeyers, pipetas, buretas, bastões, alças de drigalsky, copos graduados, funis, tubos de ensaio, provetas, placas de petri, termômetros, butirômetros, termolactodensímetros, alcoometro) Materiais de escritório Meios de culturas, reagentes e produtos químicos Produtos de limpeza 2 Mesas de inox Bancos de inox EPIs (luvas, máscaras e propés) Laboratórios de processamento de alimentos Pasteurizador Desnatadeira Câmara pulmão Máquina de gelo Misturadores Tacho para doce de leite Moedor de carne Cortador de frios Serra-fita Tanque de resfriamento 1 Iogurteira 1 Defumador 1 Tanque de salga 1 tanque maturador 2 mesas de inox Bancos de inox EPIs (luvas, máscaras e propés) 10.3 – Recursos Físicos Sala de aula: 05 salas Laboratório de Informática: 02 salas Laboratório de Eletrotécnica: 02 salas Laboratório de Desenho Técnico: 01 sala Supervisão/ Coordenação: 01 sala Biblioteca: 01 sala Copa: 01 sala Banheiro Feminino: 2 com o total de 8 Banheiro Masculino: 2 com o total de8 Secretaria: 01 sala Compras/ Recursos Humanos: 01 sala Diretoria: 01 sala Financeiro: 01 sala Suporte de Informática = 01 Sala Extensão Salas de Aula = 11 Salas Laboratório de Alimentos = 04 Salas Laboratório de Informática = 01 Sala Laboratório de Solos = 02 Salas Suporte de Informática = 01 Sala Copa = 01 Sala Secretaria = 01 Sala Banheiro Feminino = 01 com 03 sanitários Banheiro Masculino = 01 com 02 sanitários e 01 mictório Banheiro = 01 10.4 – Recursos Financeiros A Escola SENAI Ji-Paraná projetou para o exercício de 2012 sua sustentabilidade a título de 67% (sessenta e sete por cento) através da oferta de serviços educacionais nas modalidades de ensino. Os demais 33% (trinta e três por cento) são a titulo de outros recursos, tais como compulsório, programas e projetos a nível de Departamento Regional e Departamento Nacional do SENAI. XI. DA SISTEMATICA DE ENSINO De acordo com as metodologias aplicadas em sala de aula, o desenvolvimento das atividades dar-se-á de forma mediadora, onde o professor neste contexto passa a ser um facilitador do processo, estimulando e oferecendo recursos e subsídios para que a aprendizagem ocorra de forma satisfatória para formação do aluno. XII. DO ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM A coordenação pedagógica da Escola SENAI Ji-Paraná presta apoio técnico e pedagógico, promovendo ações orientadoras e facilitadoras, visando o aperfeiçoamento e a valorização dos meios e processos de ensino-aprendizagem, estimulando e apoiando os docentes. Como estratégia, solicita que os planos de aula sejam apresentados mensalmente para acompanhamento e eventuais correções. Os professores entregam os diários para verificação e fechamento mensal à supervisão nas datas estipuladas, seguidos de ficha de acompanhamento de avaliação . Os professores são acompanhados diariamente, através de conversas formais e informais com relação ao desempenho de determinada turma ou aluno. Outro momento de grande importância para este processo é o conselho de classe que acontece ao termino de cada módulo, quando todos os professores da turma debatem sobre a melhor decisão com relação ao(s) aluno(s) em questão. No relacionamento entre discentes e docentes, docentes e docentes a supervisão se dispõe a mediar à solução de eventuais problemas buscando interdisciplinaridade e bom senso entre as partes. Os professores recebem com antecedência do início da disciplina ou do curso, as ementas pertinentes, cronograma do curso e horário das aulas. No início do ano letivo da Aprendizagem e dos cursos técnicos os professores são convidados para participar de uma reunião pedagógica. XIII.- DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR 13.1 – Avaliação Escolar É um processo sistemático, contínuo e cumulativo, do desempenho do aluno aplicado a todas as atividades, que o docente pode utilizar na orientação ao discente. Dentro do processo educacional o professor deve pensar, repensar, criar, recriar seus métodos de trabalho e avaliação, valorizando as diferenças existentes em sala. A avaliação do rendimento escolar deve se referir a todas as atividades desenvolvidas no âmbito escolar que devem estar expressas no planejamento, logo, pode ser dito que o caráter integral da avaliação se refere a uma aferição total do planejamento. A avaliação realizada durante os processos de ensino e aprendizagem terá funções destinadas a: Apurar competências já dominadas pelo educando, de modo a subsidiar o seu projeto de formação profissional; Verificar os avanços e dificuldades do educando no processo ensino e aprendizagem, para orientá-lo na melhoria do seu desempenho, em função do trabalho realizado; Conscientizar o educando sobre os seus esforços e dificuldades visando o seu envolvimento no processo ensino e aprendizagem; Verificar as competências e habilidades desenvolvidas pelo educando para subsidiar decisões de continuidade de estudos e certificação. 13.2 - Do Critério de Avaliação: A parte tecnológica e os conteúdos da parte comum (teórica) serão avaliados por meio de diferentes instrumentos e técnicas, tais como: avaliações objetivas, dissertativas, situações-problema, pesquisas, observações, relatórios, projetos, estudos de caso, avaliações práticas, diagnóstico, entre outras. Tais ações permitem avaliar as competências em notas, numa escala de 0 a 100. O corpo docente da Escola SENAI-Ji-Paraná, realiza no mínimo 3 atividades avaliativas, sendo que uma delas tem valor máximo de 50 pontos, onde o discente deve obter no mínimo a média 70 para ser aprovado. O docente tem a liberdade de aplicar mais do que 3 atividades avaliativas, considerando atividades práticas, teóricas, participação, workshops, feiras temáticas, seminários, vistas técnicas, e outras. Nos laboratórios, a avaliação é feita principalmente por meio da observação com critérios estabelecidos e evidenciados na execução da tarefa. 13.3 – Da Recuperação A recuperação é parte integrante do processo ensino aprendizagem, onde o docente trabalha preferencialmente de forma paralela auxiliando o aluno que apresenta dificuldades no aprendizado. Tal mecanismo é voltado a dificuldades apresentadas pelo alunado no decorrer da disciplina, objetivando atender as necessidades evidenciadas e conduzi-lo ao enfrentamento de novas situações de aprendizagem, através de ações educativas. Os pontos alcançados pelo aluno no processo de recuperação substituirão a nota anterior. 13.4 – Da Reprovação Considera-se reprovado o aluno que não alcançar a média igual ou maior que 70 (setenta) pontos e no mínimo 75 % de presença em cada uma das disciplinas, exceto para casos previstos em lei, em que o aluno se ausenta das atividades escolares. 13.5 Das Justificativas de Faltas A freqüência será registrada diariamente, a cada aula, em formulário próprio expedido pela secretaria da escola. As faltas registradas serão justificadas somente com a apresentação dos seguintes documentos: Atestado Medico; Escala de Plantão, Declaração de viagem a serviços; Serviços Militares 13.6 – do Aproveitamento de Estudos As competências adquiridas no trabalho ou por meios informais poderão ser avaliadas e reconhecidas para aproveitamento em prosseguimentos de estudos ou para certificação profissional, observadas as normas dos respectivos sistemas de ensino. XIV - METAS E AÇÕES PEDAGOGICAS E ADMINISTRATIVAS PARA O ANO LETIVO Vivemos em tempos de profundas mudanças, de contestações de toda ordem, de crises referentes a todos os segmentos sociais. Época marcada pela Globalização, pela busca de novos sentidos e novas práticas que sejam mais eficazes para uma melhoria da condição humana. Essa nova realidade cede lugar à pluralidade cultural, étnica, política, científica e socioambiental que provoca transição de paradigmas. A Escola SENAI contribui para que no espaço pedagógico construam-se caminhos que levem a um conhecimento significativo onde a idéia predominante seja o aluno como protagonista de seu aprendizado, subsidiado por uma ação pedagógica eficaz e responsável. Com o planejamento das ações visando a organização da instituição escolar focado nos âmbitos administrativos e pedagógicos, estas, pautadas em uma pedagogia que visa a interação de todos os atores, portanto, entende-se que, tais ações, busquem priorizar o educando em todos os seus aspectos, criando assim uma atmosfera dinâmica, interativa e congruente. As ações previstas para o exercício de 2012 são as seguintes: Coordenar a elaboração da Proposta Pedagógica, do Plano Escolar e dos Planos de Cursos, acompanhando e garantindo a sua execução; Organizar com a equipe escolar, reuniões técnicas – pedagógicas e administrativas da escola, com o intuito de trazer mais agilidade ao processo educativo. Propor a contratação de professores; Realizar reuniões do Conselho de Classe; Garantir meios para a realização do estagio de aprendizagem e aula prática de forma a cumprir a legislação em vigor; Zelar pela manutenção e conservação dos bens patrimoniais; Executar todos os atos necessários ao funcionamento da Escola; Contribuir para que haja uma atmosfera de solidariedade, respeito e harmonia dentro do espaço pedagógico. Fornecer dados e assistir, tecnicamente aos professores na elaboração do planejamento, avaliação, acompanhamento do processo Ensino Aprendizagem. Apresentar o regimento escolar para toda equipe acompanhar o cumprimento do mesmo; Atender os alunos com dificuldades de aprendizagem, dando–lhes subsídios. Organizar e manter a documentação da Escola SENAI Ji-Paraná de modo a permitir a verificação da identidade de cada aluno e da regularidade de sua vida escolar; Propor à Mantenedora, melhorias visando o melhor desempenho de atividades; Atender os alunos a comunidade em geral; Promover o incentivo a pesquisa; Desenvolver o espírito investigativo de nossos alunos para que possam ser críticos e participativos de forma atuante na comunidade; Promover à acessibilidade a tecnologia para os alunos; XV - CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DO ANO LETIVO MÊS EVENTO Abril, Outubro e Dezembro Reunião de Pais Abril, Junho, Setembro, Outubro e Reunião Pedagógica novembro. Junho, Julho e Outubro Conselho de Classe Junho, Julho e Outubro Conselho de Professores XVI – ORGANIZAÇÕES CURRICULARES 16.1 – Cursos Técnicos Módulos Básico Denominação Básico Unidades Curriculares Carga Horária Comunicação Oral e Escrita 40 h Informática aplicada 50 h Cálculos aplicados 50 h Desenho 50 h Fundamentos de Segurança do Trabalho 50 h Gestão de Pessoas 60 h Carga Horária do Módulo 300 Módulo Básico – Sem terminalidade Específic oI Realização de ações de Saúde e Segurança do Trabalho Ações Educativas em Saúde e Segurança do Trabalho 90 h Saúde e Segurança do Trabalho I 210 h 300 Módulo I – Sem terminalidade Específic o II Coordenação de ações de Saúde e Segurança do Trabalho Coordenação de Ações em Saúde e Segurança do Trabalho 150 h Saúde e Segurança do Trabalho II 150h 300 Módulo II – Sem terminalidade Específic o III Planejamento de ações de Saúde e Segurança do Trabalho Planejamento de Ações em Saúde e Segurança do Trabalho 300h 300 Total Módulo III – Sem terminalidade Fase escolar 1200 h Estágio Supervisionado 200 h Carga Horária Total 1400 h Técnico em Segurança do Trabalho Técnico em Eletrotécnica Módulos Básico Denominação Básico Unidades Curriculares Carga Carga Horária Horária do Módulo Comunicação Oral e Escrita 60 h Eletricidade 180 h Leitura e Interpretação de Desenho 30 h Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e 30 h 300h Segurança no Trabalho Módulo Básico – Sem terminalidade Específico I Sistemas Elétricos Prediais Segurança em Eletricidade 45 h Desenho Técnico Aplicado 60h Instalações Elétricas Prediais 155 h Manutenções Elétricas Prediais 40 h 300h Módulo I – Instalador e Reparador de Sistemas Elétricos Prediais Específico II Sistemas Elétricos Industriais Instalações Elétricas Industriais 260 h 300h Gestão da Manutenção 40 h Módulo II – Instalador e Reparador de Sistemas Elétricos Industriais Instalações de Sistema Elétrico de 90 h Potência – SEP Específico III Sistemas Elétricos de Potência Manutenções e Operações de 45 h 300h Sistema Elétrico de Potência - SEP Projetos de Sistemas Elétricos 165 h Total Módulo III – Sem terminalidade Fase escolar 1200 h Estágio Supervisionado 300 h Carga Horária Total 1500 h Técnico em Alimentos Técnico em Edificações Técnico em Logistica Técnico em Redes de Computadores Técnico em Administração Técnico em Estradas Técnico em Transações Imobiliarias 16.2. Qualificação Profissional Básica Eletricista de Instalações Edifícios Componentes Curriculares Carga Horária Empreendedorismo 16 Educação para a cidadania 04 Eletrotécnica. 55 Leitura e interpretação de projetos elétricos prediais. 10 Introdução a Segurança em Eletricidade. 05 Tecnologia das instalações elétricas prediais e práticas profissionais em Laboratório de Instalações elétricas. 70 Total 160 Auto CAD 2D Unidade Curricular Carga Horária Desenho Aplicado 60 Informática Básica 40 AutoCad 2008 60 Total 160 Eletricista de redes Unidade Curricular Carga Horária Higiene e segurança do trabalho 20 Eletrotécnica e matemática básica 30 Equipamentos estrutura de rede e normas 40 regulamentadoras Prática Profissional 70 Total 160 Auxiliar de Departamento Pessoal Unidades Curriculares Carga horária 38h LEGISLAÇÃO TRABALHISTA 20h ROTINAS DE ADMISSÃO 16h FÉRIAS 20h DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 10h ROTINAS DA FOLHA DE PAGAMENTO 20h RECOLHIMENTO DOS ENCARGOS SOCIAIS 10h PROCESSO RECISÓRIO 10h BENEFICIOS PREVIDENCIÁRIO 16h TRIBUTOS TOTAL 160H Mecânica de Motocicletas Unidades Curriculares Carga horária Constituição da motocicleta 08 Noções básicas de metrologia para mecânicos 16 Tabela de manutenção preventiva e especificações técnicas e tabela de torques. 04 Sistema de suspensão 08 Sistema de freios e cubos de rodas 12 Motor de combustão interna (ciclo otto) 08 Sistema de lubrificação do motor 08 Motor / sistema de transmissão, embreagem e seletor de marchas. 08 Alternador 04 Sistema de alimentação 08 Parte superior do motor - cabeçote e cilindro 12 Arvore de manivelas / carcaça e transmissão 16 Sistema elétrico 40 Manutenção preventiva 08 TOTAL 160 16.3 Aperfeiçoamento Profissional NR 10 Unidade Curricular Carga Horária NR-10 e Riscos Elétricos 24 h Princípios básicos de prevenção a incêndios 8h Noções de Primeiros Socorros 8h Total 40 h Boas Praticas de Fabricação Unidade Curricular Carga Horária Introdução a Microbiologia 16 Introdução as Contaminações 06 Doenças Transmitidas por Alimentos 08 Métodos de higienização 08 Introdução aos órgãos pertinentes aos 04 alimentos Programa BPF 08 Total 50 Fibra Óptica Unidade Curricular Carga Horária Fundamentos de Fibra Óptica 08h Soluções em Fibra Óptica 08h Prática de Instalação, Manuseio e Configuração de equipamentos. 08h Total 24 horas 16.4. APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Assistente Administrativo Industrial Unidade Curricular Carga Horária COMPETÊNCIAS BÁSICAS PARA O TRABALHO 40 QSMS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde) 40 INFORMÁTICA BÁSICA 100 COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA 40 LIBRAS BÁSICAS 40 CONHECIMENTOS BASICOS 260 LAY OUT 40 DESENHO ARQUITETÔNICO 50 GESTÃO DA QUALIDADE 50 GESTÃO DE PESSOAS 50 GESTÃO DE MARKETING 40 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO 60 LOGÍSTICA 60 GESTÃO EMPRESARIAL 80 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO (PCP) 70 EMPREENDEDORISMO 40 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 540 TOTAL 800 ADMINISTRADOR DE REDES Assistente de Laboratório Industrial ASSISTENTE DE PRODUÇÃO AUXILIAR ADMINISTRATIV0 XVII - CONSIDERAÇOES FINAIS As discussões obtidas com o intuito da realização da proposta pedagógica tiveram um empenho dos profissionais desta instituição em prol da legalização do que já vem sendo realizado por todos os seus colaboradores, tendo a certeza de que sem esta colaboração os resultados não seriam tão satisfatórios como foram, sendo assim documentadas e alinhadas as ações e metas a serem realizadas ao longo do ano, atendendo as necessidades educacionais e administrativas da mesma. A Escola SENAI Ji-Paraná concretiza, neste documento sua Proposta Pedagógica, seu compromisso educacional para com alunos, indústria, famílias e comunidade em geral, apresentando em seu desenvolvimento caminhos a serem seguidas com comprometimento ético, dedicação e responsabilidade, promovendo a cada dia qualidade no serviço prestado. XVIII REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Estratégias Flexíveis. Vol. 3. Brasília, 2008. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Aprendizagem: Perguntas e Respostas (II). Brasília, 2006. 2 ed. Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. 2001. 2 ed. ----------. Diretrizes da Educação Profissional e Tecnológica do SENAI. Brasília, 2008. LANE, Silvia T. Maurer. O Que é Psicologia Social. 22 ed. São Paulo: Brasiliense, 2006. ------------. Eliminando Barreiras por uma Cultura Inclusiva. Curitiba, 2002. DIMENSTEIN, Gilberto. O Mistério das Bolas de Gude: Histórias de humanos quase invisíveis. Campinas, SP: Papirus, 2006. -------------. Manual da Aprendizagem: o que é preciso saber para contratar o jovem aprendiz/Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria de Inspeção do Trabalho. Brasília: TEM, Assessoria de Comunicação, 2008. -------------. Projeto Pedagógico da Rede Educacional do SENAI – Departamento Regional de Rondônia/ Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. 2 ed. Porto Velho: O Departamento, 2008. --------------. Regimento Escolar da Rede Educacional do SENAI. 2 ed. Porto Velho: O Departamento, 2008. BRASIL. Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. BRASIL. Educação Profissional e Tecnológica: Legislação Básica. Brasília, 2005.