ENGENHARIA CIVIL 1. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 1.1 Histórico e descrição do Departamento de Engenharia Civil A Escola de Engenharia de Taubaté foi autorizada a funcionar por meio do parecer CFE no 116/62, de 04/08/1962. Na época, a mantenedora da Escola era a Associação Civil de Ensino, que ministrava cursos nas áreas de Engenharias Civil, Elétrica e Mecânica. Com a instalação da Universidade de Taubaté, em 1976, os três cursos de Engenharia passaram a integrar sua estrutura administrativa. A Universidade de Taubaté encontra-se privilegiadamente instalada em uma região formada por áreas rurais e urbanas que inclui setores industriais e em processo de metropolização, de estâncias climáticas e balneários, e, ainda de áreas voltadas ao turismo rural e religioso. O Departamento conta com dois cursos: Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária. O curso de Engenharia Civil foi reconhecido pelo Decreto Federal 47088 de 11/11/1966, e sua última renovação de reconhecimento foi feita pela portaria CEE/GP - 67/2013 de 28/02/2013, por 5 anos. O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária foi oficialmente reconhecido pela Portaria CEE/GP nº 105/02, de 27/03/02, e a última renovação de reconhecimento pela Portaria CEE/GP nº 234/11, de 27/5/11 por 03 (três) anos. Atualmente a composição curricular do curso está regulamentada pela Deliberação CONSEP 265/2009, que dispõe sobre a alteração do Currículo Pleno do Curso de Graduação em Engenharia Civil, e pela Deliberação CONSEP 144/2012, que altera o currículo do Curso de Engenharia Civil para regime seriado semestral. O curso compõe-se de dois ciclos. O primeiro, denominado Ciclo Básico, abrange os quatro primeiros semestres do curso, e são lecionados os conhecimentos comuns a todas as especializações em Engenharia. Constitui-se de disciplinas de formação universitária geral, com ênfase em ciências exatas. O segundo, denominado Ciclo Profissional, constitui-se de disciplinas de formação específica do curso e proporciona uma formação bastante ajustada às necessidades do mercado de trabalho na região e em todo o País. 1.2 Gestão Acadêmica 1.2.1 Diretor do Departamento 1.2.2 Eder Salim Minhoto Titulação: Mestre 1.2.3 Conselho do Departamento (CONDEP) Professores: Me. Eder Salim Minhoto – Presidente Me. Alex Thaumaturgo Dias Me. Flávio Pedrosa Dantas Filho Me. Leonardo do Nascimento Lopes Dra. Maria da Conceição Rivoli Costa Dr. Sérgio Bezerra de Menezes Rodrigues Funcionários: Sandra Regina da Cunha Edson Marcos de Moura Alunos: Carla Gomes Beijo Fábio Silva Rezende 1.2.4 Coordenações: Coordenador de Estágio: Prof. Me. Sérgio Luiz Lousada Coordenadora de T. F.G. : Profa. Dra. Maria da Conceição Rivoli Costa Coordenador Pedagógico: Prof. Me. Álvaro Andrade de Rezende 1.3 Recursos Humanos 1.3.1Secretaria Sandra Regina da Cunha – Secretária Edson Marcos de Moura – Auxiliar Administrativo Paulo Roberto Cardoso – Auxiliar Administrativo O horário de funcionamento da secretaria é de segunda a sexta-feira das 8h às 12h, das 14h às 17h e das 18h às 22h. Aos sábados, das 7h30 à s 11h. 1.3.2 Corpo docente As disciplinas referem-se à lecionada pelo professor no curso de Engenharia Civil (3º , 4º e 5ºanos) e a carga horária refere-se ao total na Instituição. Nome completo (*) Alex Thaumaturgo Dias Titulação (**) Mestre Regime de trabalho (***) Disciplina(s) Hidráulica II Integral Fundações e Obras de Terra Horas/ aula seman ais 40 Trabalho Final de Graduação Álvaro Andrade de Rezende Mestre Mecânica dos Solos I Integral Mecânica dos Solos II Trabalho Final de Graduação Teoria das Estruturas II Anselmo Monteiro Ilkiu Doutor Parcial Antonio Cláudio Testa Varallo Mestre Topografia Integral Trabalho Final de Graduação Antonio Wanderley Terni Doutor Parcial Trabalho Final de Graduação 40 22 40 Sistemas Estruturais II Pontes e Grandes Estruturas 26 Trabalho Final de Graduação Artur Luiz Rezende Pereira Mestre Parcial Teoria das Estruturas I 24 Nome completo (*) Augustinho Ribeiro da Silva Carlos Eduardo Reis Rezende Titulação (**) Regime de trabalho (***) Disciplina(s) Mestre Integral Economia Mestre Parcial Horas/ aula seman ais 40 Ciências Humanas e Legislação Profissional Urbanismo Carlos Eugênio Monteclaro César Junior Mestre Integral Trabalho Final de Graduação 40 Conforto Ambiental Flávio Pedrosa Dantas Mestre Integral Materiais de Construção Civil 40 Instalações Prediais Trabalho Final de Graduação Gerson Geraldo Mendes Faria Mestre Horista Jairo Cabral Junior Mestre Parcial Projetos de Arquitetura 30 Trabalho Final de Graduação Sistemas Estruturais I José Guido Damilano Doutor Parcial Trabalho Final de Graduação 17 Técnicas de Construção Civil Luiz Antonio Perrone Ferreira de Brito Doutor Integral Marcelo dos Santos Targa Doutor Integral Hidrologia Aplicada Maria da Conceição Rivoli Costa Doutora Horista Nilson Franco Martins Doutor Parcial Paulo Fortes Neto Trabalho Final de Graduação 40 40 Metodologia Científica Doutor Trabalho Final de Graduação Transportes I Trabalho Final de graduação Sistemas de Coleta, Afastamento e Integral Tratamento de Efluentes Sólidos Trabalho Final de Graduação 40 16 40 Topografia Paulo Sérgio dos Santos Graduado Parcial Transportes II 24 Hidráulica Mecânica dos Solos Roberto José Falcão Bauer Sérgio Bezerra de Menezes Rodrigues Especiali sta Parcial Materiais de Construção Civil 17 Trabalho Final de Graduação Transportes II Mestre Parcial Transportes III 17 Trabalho Final de Graduação Sérgio Luiz Lousada Mestre Integral Adm. e Gerenciamento na Construção Civil 40 Nome completo (*) Titulação (**) Regime de trabalho (***) Disciplina(s) Horas/ aula seman ais Projetos de Engenharia Civil Trabalho Final de Graduação Saneamento Básico I Vanessa Villalta Lima Roman Mestre Parcial 23 Saneamento Básico II Trabalho Final de Graduação * Todos os docentes devem ter Curriculum Lattes registrado no CNPq para possibilitar verificação das informações prestadas, por parte dos especialistas. ** Doutor, Mestre, Especialista ou Graduado. *** Integral=40h/a, Parcial>=20h/a ou Horista<20h/a. 1.3.3 Docentes segundo a titulação para cursos de bacharelado e/ou de licenciatura (Deliberação CEE 55/06): TITULAÇÃO Graduados Especialistas Mestres Doutores TOTAIS Pós-doutorado (**) Nº 01 01 13 08 23 % 4,3 4,3 56,5 34,9 100% 1.3.4 Pessoal de apoio O Curso de Engenharia Civil conta com técnicos para os laboratórios, com o apoio de funcionários do setor de limpeza e com a assistência da Diretoria de Obras e Manutenção para todos os tipos de manutenção predial. Conta também com o apoio do Diretório Acadêmico Romeu Haik composta por alunos da graduação dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária. 1.4 Estrutura administrativa e de apoio acadêmico 1.4.1 Salas de aula No Departamento há 15 (quinze) salas de aula com 60 a 80 lugares. 1.4.2 Salas e ambientes específicos Em sua estrutura, o Departamento conta com um auditório de 250 lugares equipado com sistema de som, computador, datashow e internet, além de secretaria, sala dos professores, sala para TFG, salas para o Diretório Acadêmico e Atlética, sala para xerox e estacionamento para professores e funcionários. 1.4.3 Laboratórios Laboratório de Topografia (48 m2) Situado no campus das Ciências Agrárias, é dirigido à disciplina Topografia do curso de Engenharia Civil e à disciplina Topografia e Cartografia do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, e conta com diversos equipamentos, como: 1 GPS - Geodésico 1 GPS - Navegação 5 Estações totais 12 Teodolito eletrônico 9 Teodolito com leitura Vernier 6 Níveis semi-automáticos 16 Níveis automáticos 20 Planímetros Laboratório de Mecânica dos Solos (120,67 m2) Estruturado para atender os curso de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, este laboratório possui os equipamentos abaixo relacionados, para os ensaios, orientando as disciplinas Mecânica dos Solos I, II, Gelogia da Engenharia e Geotecnia Ambiental. 1 Estufa elétrica (200°C) 1 Secador de amostras com lâmpada infra-vermelho 1 Prensa de adensamento tipo Bischop 1 Prensa manual para ensaio de compressão simples (300kgf) 1 Penetrômetro de solos com anel dinanométrico 1 Equipamento para classificação de solos MINI-CV 1 Equipamento para classificação de solos MCV 1 Equipamento para resistência de solos CBR 1 Equipamento para ensaio triaxial estático 1 4 1 6 1 1 1 1 1 Equipamento para ensaio triaxial dinâmico Balanças eletrônicas Agitador elétrico de peneiras Aparelhos “Casagrande” Extensômetro (50mm) Destilador automático de água Torno para modelagem de corpo de prova Microcomputador com impressora Aparelho dispersor de solos Laboratório de CAE/CAD e Geoprocessamento (148,74 m2) Equipado com diversos computadores, prepara os alunos para atender à demanda atual de profissionais com conhecimentos em diversos softwares orientados para a área de Engenharia. 1 Servidor IBM Processador Xeon 4 GB RAM tela 17” 35 Computadores Dell – Optiplex 7010 processador i5 3.2 Ghz, 4GB RAM Tela 17” 1 computador ITAUTEC Processador CORE 2 DUO 2.2 Ghz 2 GB RAM Tela 17” 1 computador HP Processador CORE 2 DUO 2.2 Ghz $ GB RAM tela 17” 2 Projetor multimídia 1 Câmera digital Sansung 2.0 2 Impressoras HP Deskjet 2 Scanner de mesa HP Scanjet IICX 1 Plotter HP DraftMaster Laboratório de Física Laboratório de uso comum com o Campus da Juta, equipado para atender aos cursos do Departamento de Engenharia Civil, com: 02 Colchões de ar lineares com Unidades geradora de fluxo de ar 02 Fontes de alimentação 02 Cronômetros digital de 1 a 4 intervalos 02 Chaves inversoras 10 Sensores fotos células 10 Conjuntos de triangulação de forças com dinamômetros. 10 Osciloscópio-20mHz-duplo traço 13 Geradores de funções digital 11 Fontes de alimentação estabilizada 01 Multímetro Digital 27 Multímetros analógicos 16 Fontes reguladas de 0-15V.CC. 02 Aparelhos de Wander-Graft 20 Reostatos lineares - 1,4A. e 2,24A. – 1000W - 200 e 500 Ohms 10 Mesas de força c/ três jogos de pesos cada 04 Fontes reguladas de 9V. DC. 20 Pontes de fio 21 Bobinas de indutância. 06 Pilhas padrão 0-3,0 V.- 1.800VCC. 10 Conjuntos p/Exp.Lançamentos Horizontais feitos em madeira 01 Laboratório completo C.I Gtekit ck-10 02 Pront-o-Labor-PL551 01 Kit furadeira impacto. (Black e Decker) 04 Gaveteiros plásticos 03 Placas c/ suporte plástico no8060 12 Suportes de 70 cm 01 Balança Bawfau. (Alemã) 01 Contador Geiger. - Mod.6002 Auto-Control 01 07 47 20 22 10 17 14 19 09 10 10 13 30 16 42 10 09 06 10 05 10 10 38 38 22 08 01 01 01 01 01 01 03 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Monitor individual radiação Auto-Control Variador de voltagem V-AC. Voltímetros V-DC. Voltímetros V-CA. Miliamperímetros mA-DC. Miliamperímetros mA-AC. Amperímetros A-AC. Amperímetros A-DC. Micro-amperímetros A-DC. Conjunto de Balanças de Corrente Anteparos Caixas de madeira c/suportes para lâmpadas de 60W e 100W Caixas de madeira com décadas de resistências Pilhas de telefone 1,4 V-DC Caixas de madeira com chaves tipo faca Caixas de madeira para potenciômetros Caixas de madeira para 2 potenciômetros Caixas de madeira para transformador de 6V Cronômetros analógicos de precisão Caixas de madeira para instrumentos de painel Diapasões elétrico Dinamômetros 0-100Gf. Dinamômetros 0-200Gf. Micrômetros Paquímetros Trenas milimetradas Réguas de aço de 60cm Mesa de montagens Ampola de Cuker. (Tubos de raios Catódicos) Espectroscópio. Eletroscópio 2o Kolbe Turbina de Peltron no 2520 Compasso de declinação. (Alemã) Galvanômetros Aparato de Aerodinâmica Eletroscópio. (Alemão) Suporte em V. (Alemão) Vacuometro c/tubo em U - no 3099 Marcador de compasso (Metrômetro) Retificador 0-25V. (Alemão) Fonte 0-25V. PHYWE Aparato p/ demonst. da “Lei de Bernoulli“ Conjunto de pesos c/ estojo Conjunto de ondas. (Alemão) Gerador de corrente de ar 01 01 01 10 05 05 05 05 01 01 02 01 03 01 01 01 05 01 01 01 01 01 01 01 03 01 07 10 03 05 02 01 01 03 04 27 02 120 01 06 01 21 01 01 01 Balança Marte Lâmpada p/ Exp. no 3 de Rauter Aparatos de tubos de raios Catódicos Cross Ganchos com lastros de 50g. p/ massa acoplável Massas acopláveis de 50 g Massas acopláveis de 100 g Massas acopláveis de 150 g Massas acopláveis de 200 g Jogo de chaves de estrias-Tramontina Jogo de chaves de boca-Tramontina Ferro de solda 50W.-110V Microcomputador XT c/ teclado e mouse Mesa p/ Microcomputador Escrivaninha c/ 3 gavetas Prateleira em madeira 1,90x0,90 Morsa leiner Jogo de pesos de Newton Caixa de ferramentas, c/ acessórios TV 20 Pol. – Mitsubishi Vídeo cassete - GHV – 1240. Goldstar Refrigerador Consul 280 l Fogão à gás Semer 2 bocas c/ cota Filtro de água potável-Santo Antonio Retroprojetor 3M Suporte p/ ferro de soldar Mimiógrafo p/ duplicação de cópias Cubas de plástico p/ Exp. Campo-elétrico Becker Funil Armários de aço 1,90x0,90 Arquivos de aço c/4 gavetas Máquina de escrever-Olivetti Linea98 Mesa de aço p/máquina Securiti Escrivaninha c/ 2 gavetas Módulos Estofados Bancada de madeira c/ tampo em fôrmica Mesa de madeira tipo professor Banquetas de madeira Mesa grande p/ reuniões de Profs Cadeiras que acompanham a mesa Bancada de madeira p/ Exp. em fórmica Estantes com divisões e bandejas CPU - AcerMate 450d Monitor de Vídeo – PHILIPS 14 B c/ Mouse – ACER, teclado Impressora DeskJet 500C – HP 12 600 05 01 04 11 10 01 01 01 01 12 20 30 10 03 01 10 19 10 19 12 02 04 01 02 01 01 01 01 01 10 07 01 04 01 Suportes em Madeira p/ Experiência. Balança de Corrente Dados p/ Exp. Lançamento de Dados Caixas de madeira c/ sup. Para lâmpadas de 60W e 100W Caneta Pionner Laser Marca INFINITER Caneta Laser Pointer Bússolas Compass Magnetic Pocket model – 900 Bússolas Compass Magnetic WATCH STYLE Quadro com Feltro Quadro com Fórmica Câmara Digital Marca – CASIO Laser de hélio neonio-1MW, polarização aleatória c/ Fonte Suportes em madeira p/ Exp. de Viscosidade Tacos em madeira -20x20 – 2cm espessura Placas de Eucatex perfuradas -20x20 2cm espessura Cronômetros Mondaine Digital Cadeiras Giratórias estofadas preta Dector de gás Lorenzetti 110/220V 1 Metros Réguas de aço de 30 cm milimetrada-RUMA Tubos em vidro p/ Exp. de Ressonância Réguas de aço de 30 cm milimetrada STANLEY Trenas Milimetradas - 3m. STARRET Cadeira estofada tecido cinza c/ rodas Armário de aço c/ porta de vidro e fórmica na parte superior Mesa p/ telefone em cerejeira Armários em cerejeira c/ 2 portas Escrivaninha c/ 4 gavetas em cerejeira Aparelho de telefone Intelbrás Microcomputador Pentium II 400, c/ 64 MB DIM, Kit 32X Ação, HD 4.3 Monitor SVGA 15, placa de rede NE 2000 Mouse, gabinete ATX, placa SVGA 4 MB AGP, drive 1.44, teclado Suporte c/ 2 Bobinas p/ exp. Campo Mag. Terra Suporte c/ 1Bobina p/ exp. Campo Mag. Terra Gerador de Van de Graaf c/ Acessórios Balanças - modelo 1000 – MARTE Balança - modelo 1001 – MARTE Laboratório de Química Laboratório de uso comum com o Campus da Juta, equipado para atender aos cursos do Departamento de Engenharia Civil, com: 05 Balão para destilação 1000 ml 8 Balão para destilação 500 ml 10 Balão para destilação 250 ml 10 Balão para destilação 100 ml 03 Balão volumétrico 1000 ml 06 15 07 08 12 04 07 10 09 03 10 08 02 05 08 06 05 05 10 09 02 02 02 02 08 10 12 12 16 04 08 09 Balão volumétrico 500 ml Balão volumétrico 250 ml Balão volumétrico 100 ml Balão de fundo chato Bastão de vidro Bequer 2000 ml Bequer 1000 ml Bequer 600 ml Bequer 500 ml Bequer 250 ml Bequer 100 ml Bureta reta 50 ml Cálice graduado 2000 ml Cálice graduado 1000 ml Cálice graduado 500 ml Cálice graduado 250 ml Condensador de ALLIHN (bola) Condensador de GRAHAM (serpentina) Condensador de LIEBIG (reto) Cuba de vidro Densimetro 0,700 - 1,000 Densimetro 1,000 - 1,500 Densimetro - 1,500 - 2,000 Dessecadores Erlenmeyer de 500 ml Erlenmeyer de 250 ml Erlenmeyer de 125 ml Funil analítico Funil de decantação Kitassato de 500 ml Kitassato de 250 ml Picnômetro Laboratório de Água e Efluentes Líquidos: (130,25 m2) Situado no próprio Departamento, este laboratório atende aos alunos de graduação dos curso de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, bem faz análises externas, pela Empresa de Pesquisa e Tecnologia da Universidade de Taubaté - EPTS, e conta com os seguintes equipamentos: 01 Estufa de secagem e esterilização (250ºC) 01 Incubadora BOD 01 Aquecedor e destilador Kejedjahl 01 Agitador magnético 02 Capelas de exaustão de gases 01 01 01 01 01 01 Calorímetro Condutivímetro Balança Analítica (0,0001) Turbidímetro Forno Mufla (1200ºC) Phmetro Digital Laboratório de Transportes e Pavimentação (81,90 m2) Laboratório multidiscplinar que visa dar suportes às aulas de Transportes, com os seguintes equipamentos: 01 Aparelho Rotatex para ensaio de extração de betume 01 Aparelho Los Ângeles para ensaio de desgaste e abrasão 01 Aparelho de ponto de fulgor para asfalto 01 Aparelho de ponto de viscosidade de asfalto 01 Balança eletrônica sensibilidade 0,01g 01 Aparelho “Casagrande” 01 Britador para laboratório 01 Jogo completo de peneiras de malhas quadradas 01 Aparelho para medir permeabilidade de solos 01 Prensa manual para ensaio de ISC (3000 kg.) 02 Densímetros de bulbo simétrico 01 Estufa pequena (150ºC) 01 Conjunto para ensaio de limite de líquidos e plasticidade 01 Conjunto de ensaio de contração do solo 01 Conjunto umidímetro tipo Speedy 06 Extensômetros (10mm) 01 Extrator hidráulico de amostras 01 Conjunto para determinação de massa específica do solo “in situ” 01 Conjunto para retirada de amostras indeformadas 1.4.4 Biblioteca Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBi Tem como missão disponibilizar produtos e serviços bibliográficos a toda a comunidade universitária. Assim, cada Biblioteca Setorial é para o usuário apenas a porta de entrada para todo o Sistema. A partir da inscrição do usuário no SIBi, todos os recursos nele existentes são disponibilizados ao leitor, independentemente do curso que frequente. O SIBi utiliza o Software SophiA Biblioteca e seu acervo pode ser acessado em quaisquer dos terminais de consulta instalados nas unidades e através da web. São integrantes, ainda, o Centro de Pesquisa Bibliográfica – CPB, que disponibiliza acesso às bases de dados de periódicos científicos nacionais e estrangeiros e a comutação bibliográfica, o Centro Especial de Apoio Bibliográfico - CEAB, voltado ao atendimento dos alunos deficientes visuais e o Setor de Obras Raras. Centro de Pesquisa Bibliográfica – CPB Criado em 1999, o CPB atende toda a comunidade acadêmica, realizando pesquisas bibliográficas em bases de dados on-line, cd-rom e Comutação Bibliográfica, acessadas mediante convênios que a UNITAU vem firmando com instituições nacionais e estrangeiras. BASE DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO: CAPES. periódicos - Conjunto de bases de dados (pagas e gratuitas) que permitem o acesso a documentos e periódicos estrangeiros de capa a capa. BVS - Biblioteca Virtual em Saúde - Rede de gestão da informação, intermediação e uso das fontes de informação científica em saúde, em acesso aberto e universal na Web. Promovida e coordenada pela BIREME/OPAS/OMS. SciElo – Scientific Electronic Library Online - Biblioteca eletrônica de periódicos científicos brasileiros de acesso aberto. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – Teses e dissertações de Instituições de Ensino superior do Brasil. Plataforma SciVerse - Plataforma que integra o conteúdo científico fornecido pela editora Elsevier, com as bases ScienceDirect, Scopus e o conteúdo científico da web fornecido pelo Scirus. LivRe- Portal do conhecimento Nuclear, possibilita acesso a mais de 5 mil títulos de periódicos de livre acesso na Internet. Prossiga - Programa de informação para gestão de ciência, tecnologia e inovação do IBICT. E-print Network - Desenvolvido pelo US Department of Energy, disponibiliza textos completos de preprints. ERIC- Desenvolvido pelo US Department of Education, apoia a pesquisa em Educação e Informação. Portal do Professor - Desenvolvido e mantido pelo Ministério da Educação, o portal apresenta sugestões de aulas e recursos para cada disciplina. Informa o professor sobre cursos de capacitação e legislação específica. PEDro - Physiotherapy Evidence Database- Evidências em fisioterapia. MatWeb - Apresenta propriedades de materiais, especificações técnicas, usos e fabricantes. USPTO - United States Patent and Trademark Office's - Patentes americanas, incluindo Issued Patents – patentes desde 1790 e Published Apllications – texto completo das propostas de patentes publicadas a partir de março de 2001. EPO Esp@cenet - Oferece acesso gratuito a mais de 70 milhões de documentos de patentes de informação, no mundo inteiro, contendo informações sobre invenções e desenvolvimentos técnicos de 1836 até hoje. Centro Especial de Atendimento Bibliográfico – CEAB O Centro Especial de Atendimento Bibliográfico (CEAB) tem por finalidade assistir os nossos universitários com necessidades especiais, principalmente portadores de deficiência visual (DV). O Centro disponibiliza computadores com acesso à Internet para a realização de pesquisas, conversor de textos para impressão em Braille, scanner de mesa, gravadores de CD e fones de ouvido, com vistas a oferecer os recursos necessários ao processo ensino-aprendizagem aos alunos com necessidades especiais, colaborar com a sua inclusão social e com o ganho de autonomia nos estudos, oferecendo-lhes a oportunidade de realizar o sonho de poder freqüentar uma biblioteca. Aos professores, o espaço é disponibilizado para aplicação de provas especiais e atendimentos individuais. Além dos equipamentos e softwares instalados, os bibliotecários que atendem no CEAB foram capacitados pela Pró-Ativa – Grupo Ação, instituição de Taubaté que oferece cursos de inclusão social de deficientes, e permitiu a alfabetização em Braille da equipe, além de vivências e dinâmicas no universo da deficiência visual. O CEAB está instalado na Biblioteca de Biociências no Campus do Bom Conselho, com atendimento de segunda-feira a sexta-feira, de manhã, à tarde e à noite. Biblioteca Engenharia Civil/ Ambiental RECURSOS HUMANOS Funcionários por período (incluindo Bibliotecárias) Manhã Tarde Noite 04 04 03 Periódicos Bio - Revista Brasileira de Saneamento e Meio Ambiente Construção Mercado Engenharia Engenharia Ambiental e Sanitária Fórum de Direito Urbano e Ambiental Infogeo Infraestrutura Meio Ambiente Industrial Projeto/Design Revista Ciências Exatas Saneamento Ambiental Solos e Rochas Téchne Hydro ACERVO TOTAL Material Livros Periódicos nacionais CD-ROM Disquete Dissertações Fitas de vídeo Monografias/Especialização Normas técnicas TGI Teses Total Títulos 1156 14 21 7 12 8 191 295 601 6 2311 Exemplares 2954 634 34 11 12 8 277 305 668 6 4909 CIRCULAÇÃO 2012/2013 Material Obras Renovações Web/balcão 3691 Empréstimo Consulta 5551 34 CADASTRO DE SÓCIOS Cliente Alunos de Graduação Professores Total Total 98 3 1.4.5 Material didático e equipamentos Para uso em sala de aula o Departamento conta com: 06 Retroprojetores 09 Datashows 01 Notebook 01 Televisão 01 DVD player Alguns softwares utilizados no curso: AUTODESK – AUTOCAD - CAD BENTLEY – MICROSTATION ALTOQI – EBERICK - CAE TOPOEVN – TOPOGRAFIA SPRING – GIS GOOGLE EARTH – GIS ARQGIS 10.1 – GIS MS PROJECT – PLANEJAMENTO MS OFFICE - GERAL 1.5 Atividades relacionadas à Extensão Universitária 1.5.1 Projetos de extensão desenvolvidos pelo Departamento Título: Estudos Técnicos visando subsidiar a criação e a elaboração de um plano de manejo para o Parque Municipal Vale do Itaim – Taubaté - SP Coordenadores: Prof. Dr. Ademir Morelli Prof. Dr. Maria da Conceição Rivoli Costa Título: Projeto Fazenda Renópolis Coordenadores: Prof. Me. Sérgio Luiz Lousada Prof. Me. Antonio Cláudio Testa Varallo Prof. Leonardo do N. Lopes Título: Diagnóstico da arborização e da estrutura das vias públicas da área central de Taubaté Coordenador: Prof. Dr. Ademir Fernando Morelli 1.5.2 Eventos No mês de outubro de 2014, alunos e professores participarão do III CICTED – Congresso Internacional de Ciência Tecnologia e Desenvolvimento, promovido pela Universidade de Taubaté, que englobará o XIX Encontro de Iniciação Científica, a XV Mostra Internacional de Pós-graduação, o IX Seminário de Extensão, o VI Seminário de Docência Universitária, o IV Seminário de Administração e o II Encontro de Iniciação Científica Junior. Neste evento anual, há a apresentação de sessões de painéis, atividades culturais, comunicações orais, mini-cursos, palestras, seminários e simpósios, envolvendo toda a comunidade acadêmica da Universidade de Taubaté. Tem como um de seus objetivos integrar o aluno ao mundo profissional, como o mercado de trabalho, novas tecnologias, futuro profissional, etc.. Para o mês de setembro ocorrerá o Evento "Feira das Profissões", que é realizado todos os anos, com o objetivo de divulgar e apresentar, para a comunidade escolar de Ensino Médio da cidade de Taubaté e região, os cursos de graduação da Universidade, com ampla participação de alunos e professores do Departamento de Engenharia Civil. 1.6 Atividades relacionadas à Pesquisa e à Pós-graduação 1.6.1 Iniciação Científica É INTENSA A PARTICIPAÇÃO de alunos orientados por professores, no desenvolvimento de trabalhos acadêmicos de iniciação científica e de conclusão de curso. Muitos participam ativamente na apresentação e na divulgação de seus trabalhos. No relatório de atividades relevantes estão relacionados alguns trabalhos de alunos. 1.7 Cursos oferecidos pelo Departamento Engenharia Civil Engenharia Ambiental e Sanitária 2 CURSO DE ENGENHARIA CIVIL A Escola de Engenharia de Taubaté foi autorizada a funcionar através do parecer CFE nº 116/62, de 04/08/62. Na época, a mantenedora da Escola era a Associação Civil de Ensino que ministrava cursos nas áreas de Engenharia Civil, Elétrica e Mecânica. Com a instalação da Universidade de Taubaté em 1.976, os três cursos de Engenharia passaram a integrar sua estrutura administrativa. A Universidade de Taubaté encontra-se privilegiadamente instalada em uma região formada por áreas rurais e urbanas que inclui setores industriais e em processo de metropolização, ao mesmo tempo de outras, que são estâncias climáticas e balneários, e, ainda, outras voltadas ao turismo naturalista ou rural. O curso de Engenharia Civil foi oficialmente reconhecido pelo Decreto Federal 47088 de 11/11/1966 e a última renovação de reconhecimento pela portaria CEE/GP 366/08 de 28/05/2008, por 5 anos. Atualmente a composição curricular do curso está regulamentada pela Deliberação CONSEP 265/2009, que dispõe sobre a alteração do Currículo Pleno do Curso de Graduação em Engenharia Civil, com a carga horária estabelecida de 4964 horas-aula. O curso compõe-se de dois ciclos. No primeiro, denominado de Ciclo Básico, abrange os dois primeiros anos do curso, onde são lecionados os conhecimentos comuns a todas as especializações em Engenharia. Constitui-se de disciplinas de formação universitária geral, com ênfase em Ciências Exatas. O segundo, denominado Ciclo Profissional, constitui-se de disciplinas de formação específica em Engenharia Civil e proporciona uma formação bastante ajustada às necessidades do mercado de trabalho na região e em todo o País. 2.1 Finalidades e objetivos do curso O objetivo do curso de Engenharia Civil da Universidade de Taubaté é formar profissionais qualificados, com sólidos conhecimento nas áreas estruturais (transportes, construção civil, estruturas, recursos hídricos e saneamento), dinâmicos e comprometidos com a realidade e com as necessidades regionais que, portadores de uma visão objetiva, aliada a mais avançada tecnologia de produção, possam contribuir para a melhoria da qualidade da vida humana. 2.2 Perfil do profissional a ser formado Tem-se, necessariamente, dentre as características do perfil do egresso: •Sólida formação em ciências básicas e de Engenharia, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar problemas da habilitação e para buscar contínua atualização e aperfeiçoamento; •Domínio dos princípios básicos unificadores dos diversos sistemas e processos da habilitação; •Capacidade de utilização da informática como instrumento do exercício da Engenharia; •Domínio das técnicas básicas de gerenciamento e administração dos recursos utilizados na profissão; •Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares; •Formação ético-profissional; •Formação abrangente que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas, sociais e ambientais; •Capacidade prática de abordagem experimental; •Senso econômico-financeiro. Tem-se, necessariamente, dentre as habilidades a serem desenvolvidas e/ou adquiridas no curso: •Capacidade de percepção espacial e raciocínio lógico; •Capacidade de operacionalização de problemas numéricos; •Capacidade crítica com relação a conceitos de ordem de grandeza; •Capacidade de leitura, expressão e interpretação gráfica; •Capacidade de consolidação de conhecimentos teóricos; •Capacidade de síntese, aliada à capacidade de compreensão e expressão em língua portuguesa; •Capacidade de obtenção e sistematização de informações; •Capacidade de desenvolvimento e aplicação de modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas; •Capacidade de análise crítica dos modelos empregados no estudo das questões de Engenharia; •Capacidade de formulação e avaliação de problemas de Engenharia e de concepção de soluções; •Capacidade de interpretação, elaboração e execução de projetos; •Capacidade de gerenciamento, operação e manutenção de sistemas e processos de Engenharia; •Capacidade de conduzir e interpretar resultados de atividades experimentais; •Capacidade de comunicação em uma língua estrangeira. 2.3 Campo de atuação A formação abrangente do engenheiro civil proporciona um campo de atuação profissional bastante amplo, podendo atuar em escritórios, projetando, planejando e criando; em campo, executando, supervisionando, gerenciando e acompanhando todas as etapas de uma obra; fazendo pesquisas científicas em universidades e centros de pesquisa; atuando em Bancos de desenvolvimento e investimento; etc.. Os engenheiros civis costumam ocupar cargos de gerência e de diretoria em diversas companhias. O engenheiro civil também pode atuar de forma independente, como profissional liberal; em empresa de engenharia própria ou em empresas de pequeno, médio ou grande portes; em empresas prestadoras de serviços em Construção Civil, Saneamento, Projetos Estruturais, Topografia, Transportes e Mecânica dos Solos; em construção ou manutenção de prédios industriais; como consultor em serviços especializados na área; em órgãos públicos e empresas estatais, em instituições de ensino e pesquisa, etc.. O mercado de trabalho para os engenheiros civis está bastante aquecido no País, graças à forte expansão da construção civil e das obras de infra-estrutura e a expectativa é melhorar ainda mais no futuro. Esta, que é a mais tradicional das engenharias, está vivendo uma fase bastante produtiva. 2.4 Estrutura Curricular do Curso Semestral A Universidade de Taubaté, em 2013,implantou a semestralidade nos seus cursos de graduação. O Departamento de Engenharia Civil, por intermédio dos professores que constituem a Comissão Especial para Reestruturação do Projeto Pedagógico, nomeados pela Portaria PRG 029/2012, realizou um estudo sobre os conteúdos mínimos exigidos pelas legislações pertinentes (Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia - de acordo com a Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002) verificando, assim, as necessidades curriculares para a formação do Engenheiro Civil. Para realização do projeto de reforma curricular, foram consideradas as disciplinas do currículo vigente e as disciplinas necessárias para se obter um novo perfil do Engenheiro, tornando os cursos competitivos, modernos e eficientes, adequando a formação dos alunos a um novo quadro do mercado regional e nacional. A nova proposta curricular tem como objetivo um curso com uma forte formação básica, tanto em matemática e física, como também nas disciplinas de formação em engenharia, fornecendo assim ao estudante de Engenharia uma sólida formação técnico-científica necessária para ingressar no mercado de trabalho. Com a nova configuração, desejada pela UNITAU, desde o primeiro semestre de 2013 todos os cursos de Engenharia são semestrais com 20 semanas de aulas por semestre, com quatro aulas de 50 minutos por dia, totalizando no mínimo 3.600 horas de carga total, divididas em: a) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Básicos. b) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionais. c) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Específicos: O Estágio Curricular Obrigatório terá duração de 360 horas que poderão ser cumpridas a partir do sétimo semestre (90 h/semestre) sendo realizado sob supervisão direta do Departamento. O Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação) terá 120 horas e deverá realizar a integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo obrigatório como requisito para a graduação. DELIBERAÇÃO CONSEP – 144/2012 – CURSO SEMESTRAL DISCIPLINAS – 1O SEMESTRE C/H C/H C/H Álgebra Linear – Matrizes e Sistemas de Equações Lineares Cálculo Diferencial e Integral – Limites e Derivadas Expressão Gráfica – Desenho Geométrico Física– Cinemática e Dinâmica Física Experimental – Teoria dos Erros e Gráficos Fundamentos de Matemática - Conceitos e Operações Química Experimental Química Geral Técnicas Computacionais em Engenharia – Lógica de Programação TOTAL DISCIPLINAS – 2O SEMESTRE Cálculo Diferencial e Integral – Integrais Expressão Gráfica – Projeções e Normas Física – Energia e Equilíbrio de Corpos Rígidos Física Experimental – Mecânica e Calorimetria Fundamentos de Matemática – Funções Química Tecnológica Experimental Química Tecnológica Geral Técnicas Computacionais em Engenharia – Linguagem de Programação Vetores e Geometria Analítica TOTAL DISCIPLINAS – 3O SEMESTRE Cálculo Diferencial e Integral -Funções de Várias Variáveis Eletricidade Aplicada - Circuitos Elétricos CC Expressão Gráfica - Desenho Técnico Fenômenos de Transporte –Propriedades e Estática Física - Eletrostática Física Experimental- Eletricidade e Magnetismo Mecânica Geral– Estática Português: Leitura e escrita Resistência dos Materiais – Tensões e Deformações e Elementos Isostáticos Carregados Axialmente TOTAL DISCIPLINAS – 4O SEMESTRE Prática Total 40 0 40 80 20 40 0 0 20 0 20 80 40 40 20 80 0 80 0 40 20 0 20 40 20 20 40 400 C/H 80 20 40 0 80 0 40 C/H Prática 0 20 0 20 0 20 0 C/H Total 80 40 40 20 80 20 40 20 20 40 40 0 40 400 C/H C/H Prática C/H Total 80 0 80 40 20 40 60 0 40 40 0 20 0 0 20 0 0 40 40 40 60 20 40 40 40 0 40 400 C/H C/H Prática C/H Total Cálculo Diferencial e Integral – Séries e Equações Diferenciais Eletricidade Aplicada – Corrente Alternada Expressão Gráfica – CAD (Desenho Assistido por Computador) Fenômenos de Transporte – Cinemática e Dinâmica dos Fluidos Física – Magnetostática Física Experimental – Óptica Mecânica Geral – Cinemática Português: Leitura e produção de textos Resistência dos Materiais – Esforços Solicitantes, Vigas e Colunas Isostáticas TOTAL DISCIPLINAS – 5O SEMESTRE 80 0 80 40 0 40 0 40 40 40 0 40 60 0 40 40 0 20 0 0 60 20 40 40 40 0 40 400 40 80 C/H Prática 0 0 C/H Total 40 80 60 0 60 40 40 80 40 0 20 0 0 40 60 80 40 400 DISCIPLINAS – 6O SEMESTRE C/H Hidráulica I – Conduto Forçado Hidrologia Aplicada Materiais de Construção Civil I Métodos Numéricos Probabilidade e Estatística Teoria das Estruturas I Topografia I TOTAL 80 80 40 40 40 80 40 C/H Prática 0 0 20 0 0 0 20 C/H Total 80 80 60 40 40 80 60 440 DISCIPLINAS – 7O SEMESTRE C/H C/H Prática 0 20 0 0 20 C/H Total 80 60 80 80 60 Ciências Humanas e Legislação Profissional Conforto Ambiental Economia, Administração e Gerenciamento na Construção Civil Metodologia Científica e Tecnológica Projetos de Arquitetura e Engenharia Civil Técnicas de Construção Civil Urbanismo e Meio Ambiente TOTAL Hdráulica II – Conduto Livre Materiais de Construção Civil II Sistemas Estruturais I – Concreto Armado Teoria das Estruturas II Topografia II C/H 80 40 80 80 40 Transportes I – Estradas Estágio Supervisionado TOTAL DISCIPLINAS – 8O SEMESTRE Instalações Prediais Mecânica dos Solos – Índices Físicos/Caracterização Saneamento Básico I Sistemas Estruturais II – Concreto Armado, Estruturas Especiais Teoria das Estruturas III Transportes II – Estradas Estágio Supervisionado TOTAL DISCIPLINAS – 9O SEMESTRE Fundações e Obras de Terra I Mecânica dos Solos II – Classificação/Tensão Patologias e Recuperação na Construção Civil Pontes e Grandes Estruturas I Saneamento Básico II Sistemas Estruturais III – Estruturas de Madeira Transportes III – Tráfego, Sinalização e Gerência Trabalho de Graduação Estágio Supervisionado TOTAL DISCIPLINAS – 10O SEMESTRE Fundações e Obras de Terra II Instalações Elétricas Prediais de Baixa Tensão Mecânica dos Solos III – Aplicações Pontes e Grandes Estruturas II Sistemas Estruturais IV – Estruturas Metálicas Transportes IV – Aéreo, Ferroviário e Fluvial/Marítimo Trabalho de Graduação Estágio Supervisionado TOTAL 80 0 80 (90) 440 C/H 80 40 40 C/H Prática 0 40 40 C/H Total 80 80 80 40 0 40 80 40 0 40 80 80 (90) 400 C/H C/H Prática 0 20 0 0 20 0 20 C/H Total 60 60 40 80 60 40 60 (60) (90) 400 C/H Prática 0 0 40 0 0 0 C/H Total 80 40 80 80 40 80 (60) (90) 400 60 40 40 80 40 40 40 C/H 80 40 40 80 40 80 CARGA HORÁRIA TOTAL DE AULAS 4080 CARGA HORÁRIA TOTAL DE AULAS CONVERTIDA EM HORAS 3400 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 360 TRABALHO DE GRADUAÇÃO 120 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3880 2.5 Quadro dos professores do Curso 2.6 Ementas das Disciplinas – Curso em regime seriado semestral 1o PERÍODO ÁLGEBRA LINEAR – MATRIZES E SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver tópicos de álgebra linear para serem utilizados como ferramentas de apoio na resolução de problemas específicos das áreas de engenharias; • Preparar e habilitar aluno para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Matrizes, determinantes e sistemas lineares; BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, H.; BUSBY, R.C. Álgebra Linear Contemporânea, editor Bookman, São Paulo, 2006. (ISBN 85-363-0615-7) STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 6.ed. Prentice-Hall do Brasil, Rio de Janeiro. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 2000. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL – LIMITES E DERIVADAS Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver no aluno o raciocínio lógico, a intuição, o senso crítico e a criatividade, preparando-o para lidar com novos conceitos e conteúdos matemáticos; • Estabelecer a relação entre os conhecimentos matemáticos adquiridos no ensino médio com esses novos conceitos; • Capacitar o educando a desenvolver e a explicar os modelamentos matemáticos, objetivando a solução de problemas do mundo real que envolva os conteúdos estudados no cálculo diferencial e integral, tais como: limite, continuidade e diferenciabilidade uma variável real. EMENTA: Limite e continuidade de funções; Derivada e diferencial; Aplicações de limite, derivada e diferencial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J. Cálculo. v.1 e v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6.ed. Editora Pearson, São Paulo 2006. SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica, v.1 e 2, 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.1, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006. AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral. McGraw Hill, São Paulo, 1994. EXPRESSÃO GRÁFICA – DESENHO GEOMÉTRICO Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: Transmitir ao aluno os conhecimentos fundamentais do desenho geométrico necessários para: • Representação de sólidos tridimensionais; • Leitura e interpretação de desenho técnico; • Solução de planificações de sólidos geométricos; • Capacitação de abstração e visualização espacial. EMENTA: Construções fundamentais; Ovais, evolvente, cíclicas, cônicas, hélice e arcos; Métodos descritivos; projeções dos sólidos; Secções planas; Noções de intersecções de sólidos e Planificação: BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VIEIRA. C. A. Desenho I: Apostila. Taubaté, 2007. MACHADO, A. Geometria Descritiva. Atual Editora, São Paulo, 1986. PRÍNCIPE, Jr, A.R. Geometria Descritiva. v.I e II, 12.ed. Livraria Nobel, São Paulo, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIONGO, A. R. Curso de Desenho Geométrico. 35.ed. Ed. Nobel, São Paulo,1990. FÍSICA EXPERIMENTAL – TEORIA DOS ERROS E GRÁFICOS Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas e de interpretação dos resultados experimentais; • Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o método científico, com ênfase em experiências de mecânica. EMENTA: Sistema Internacional de Medidas; Medidas de tempo; Conceito de incerteza; Resultado de uma medição: média, desvio padrão e desvio padrão da média; Distribuição normal; Medições de comprimento (régua e paquímetro); Incerteza combinada; Massa específica; Gráficos em papel milímetrado, di-log e mono-log;. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Apostila de Física Experimental I, UNITAU, Taubaté, 2003. SERWAY, R. A. Física, Mecânica Clássica. v.1,1.ed. Ed. Thompson, São Paulo , 2004 SERWAY, R. A. Física, Movimento Ondulatório e Termodinâmica. v.2, 1.ed. Ed. Thompson, São Paul,2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009 FÍSICA – CINEMÁTICA E DINÂMICA Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Fazer com que os alunos compreendam os conceitos fundamentais da Física; • Ensinar os alunos a aplicar os conhecimentos de Física a problemas práticos; • Desenvolver nos alunos o raciocínio abstrato, bem como o raciocínio matemático. • Relacionar os tópicos desenvolvidos com disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Introdução: Medidas Físicas e cálculo vetorial; Cinemática; Dinâmica; Movimento de rotação; Equilíbrio e Elasticidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: YOUNG & FREEDMAN. Física. v.1, v.2 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009 HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v. 1, v.2 e v.4, 8.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica, v.1, 2 e 3, Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1983 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA - CONCEITOS E OPERAÇÕES Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Apresentar, de uma forma rigorosa, a obtenção dos conceitos da matemática de 1º e 2º graus; • Oferecer múltiplas aplicações práticas e exercícios envolvendo as aquisições básicas das operações algébricas e interpretação de resultados; • Relacionar o conteúdo estudado a pré-requisitos para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Teoria dos conjuntos numéricos; Potenciação e radiciação; Produtos notáveis, fatoração algébrica e polinômios; Equações algébricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEMANA,F. KENNEDY, D. Pré-Cálculo. Editora Pearson, São Paulo, 2008. MEDEIROS, V. Z. CALDEIRA, A. M. Pré-Cálculo. 2.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. PAIVA, M. Matemática. 2.ed. Editora Moderna 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AYRES, JR. F. Trigonometria: Plana e Esferica 3.ed. Coleção Schaum, Ao Livro Técnico S/A, Rio de Janeiro, 1979 EDBUCCHI, P. Matemática. Editora Moderna. 1992. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, Ed. Harba Ltda, São Paulo,1994 SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. v.1, Makron Books, 1994 QUÍMICA GERAL Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver a compreensão dos alunos, em nível microscópico, da composição química e como as unidades constituintes de materiais estão arranjadas e interagem entre si, determinando o elenco de propriedades que se manifestam macroscopicamente. EMENTA: Introdução: a constituição da matéria, partículas elementares, a tabela periódica, matéria e energia; Revisão: ligações químicas iônicas, covalentes, metálicas e van der Waals; Estruturas amorfas e cristalinas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2004. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 . CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora Campus, Rio de janeiro, 2007 GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996. O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977. QUÍMICA EXPERIMENTAL Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas práticas da química e de interpretação dos resultados experimentais; • Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o método científico, com ênfase em experiências químicas. EMENTA: Introdução: a constituição da matéria, ligações químicas iônicas, covalentes, metálicas e van der Waals. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2004. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 . CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora Campus, Rio de janeiro, 2007 GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996. O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977. TÉCNICAS COMPUTACIONAIS EM ENGENHARIA – LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Apresentar aos alunos os conceitos de lógica de programação; • Programar em linguagem C com aplicações direcionadas às disciplinas de Fundamentos da Matemática e Cálculo Diferencial e Integral. EMENTA: Técnicas de programação; Lógica de Programação; Linguagem de Programação C. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOKARZEL, F. C.; YOSHIHIRO, S. N. Introduçao a Ciencia da Computaçao. 1.ed. Editora Campus, 2008 FORBELLONE, A. L. V & EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 2000. MANZANO, J. A. N. G. & Oliveira, J. F., Algoritmos, Lógica para Desenvolvimento de Programação. 6.ed. Editora Érica, São Paulo, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++: Módulo 1. 1.ed. Makron Books, São Paulo, 1995. PRÁTICA DESPORTIVA (OPTATIVA) Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: Conscientizar o indivíduo da importância da atividade física na promoção da saúde e na prevenção de doenças. 2o PERÍODO VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA Carga horária 68 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver tópicos de vetores e geometria analítica para serem utilizados como ferramentas de apoio na resolução de problemas específicos das áreas de engenharias; • Preparar e habilitar aluno para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Vetores no espaço bidimensionais e tridimensionais; Aplicações de vetores à geometria analítica; Espaços vetoriais reais; Autovalores e autovetores; Transformações lineares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, H.; BUSBY, R.C. Álgebra Linear Contemporânea, editor Bookman, São Paulo, 2006. (ISBN 85-363-0615-7) STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 6.ed. Prentice-Hall do Brasil, Rio de Janeiro. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 2000. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - INTEGRAIS Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver no aluno o raciocínio lógico, a intuição, o senso crítico e a criatividade, preparando-o para lidar com novos conceitos e conteúdos matemáticos; • Estabelecer a relação entre os conhecimentos matemáticos adquiridos no ensino médio com esses novos conceitos; • Capacitar o educando a desenvolver e a explicar os modelamentos matemáticos, objetivando a solução de problemas do mundo real que envolva os conteúdos estudados no cálculo diferencial e integral, tais como: limite, continuidade, diferenciabilidade e integrabilidade de funções reais de uma variável real. EMENTA: Integral indefinida e definida; Aplicações de limite, derivada, diferencial e integral definida e indefinida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J. Cálculo. v.1 e v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6.ed. Editora Pearson, São Paulo 2006. LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.1, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica, v.1 e 2, 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1996. AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral. McGraw Hill, São Paulo, 1994. EXPRESSÃO GRÁFICA - PROJEÇÕES E NORMAS Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: Transmitir ao aluno os conhecimentos fundamentais do desenho geométrico e descritivo necessários para: • Representação de sólidos tridimensionais; • Representação através das projeções ortogonais; • Leitura e interpretação de desenho técnico; • Solução de planificações de sólidos geométricos; • Capacitação de abstração e visualização espacial. EMENTA: Projeções: Projeção axonométrica oblíqua; Projeção axonométrica isométrica; Métodos descritivos; Projeções de figuras planas e projeções dos sólidos; Secções planas; Noções de intersecções de sólidos e Planificação: BIBLIOGRAFIA BÁSICA: VIEIRA. C. A. Desenho I: Apostila. Taubaté, 2007. MACHADO, A. Geometria Descritiva. Atual Editora, São Paulo, 1986. PRÍNCIPE, Jr, A.R. Geometria Descritiva. v.I e II, 12.ed. Livraria Nobel, São Paulo, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIONGO, A. R. Curso de Desenho Geométrico. 35.ed. Ed. Nobel, São Paulo,1990. FÍSICA EXPERIMENTAL – MECÂNICA E CALORIMETRIA Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas e de interpretação dos resultados experimentais; • Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o método científico, com ênfase em experiências de mecânica e termologia. EMENTA: Sistema Internacional de Medidas; Medições de comprimento (régua e paquímetro); Incerteza combinada; Massa específica; Gráficos em papel milímetrado, di-log e monolog; Movimento Unidimensional; Pêndulo simples; Regressão linear; Cordas vibrantes; Oscilações num tubo com ar; Calorímetro; Lei de Newton do resfriamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Apostila de Física Experimental I, UNITAU, Taubaté, 2003. SERWAY, R. A. Física, Mecânica Clássica. v.1,1.ed. Ed. Thompson, São Paulo , 2004 SERWAY, R. A. Física, Movimento Ondulatório e Termodinâmica. v.2, 1.ed. Ed. Thompson, São Paul,2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009 FÍSICA – ENERGIA E EQUILÍBRIO DE CORPOS RÍGIDOS Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Fazer com que os alunos compreendam os conceitos fundamentais da Física; • Ensinar os alunos a aplicar os conhecimentos de Física a problemas práticos; • Desenvolver nos alunos o raciocínio abstrato, bem como o raciocínio matemático. • Relacionar os tópicos desenvolvidos com disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Introdução: Medidas Físicas e cálculo vetorial; Cinemática; Dinâmica; Movimento de rotação; Equilíbrio e Elasticidade; Oscilações; Calor e termodinâmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: YOUNG & FREEDMAN. Física. v.1, v.2 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009 HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v. 1, v.2 e v.4, 8.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica, v.1, 2 e 3, Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1983 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA - FUNÇÕES Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Apresentar, a obtenção dos conceitos da matemática de 1º e 2º graus; • Oferecer múltiplas aplicações práticas e exercícios envolvendo funções e interpretação de resultados; • Relacionar o conteúdo estudado a pré-requisitos para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. EMENTA: Teoria dos conjuntos numéricos; Potenciação e radiciação; Produtos notáveis, fatoração algébrica e polinômios; Equações algébricas; Funções; Função exponencial; Função logarítmica; Trigonometria no triângulo retângulo; Trigonometria circular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEMANA,F. KENNEDY, D. Pré-Cálculo. Editora Pearson, São Paulo, 2008. MEDEIROS, V. Z. CALDEIRA, A. M. Pré-Cálculo. 2.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. PAIVA, M. Matemática. 2.ed. Editora Moderna 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AYRES, JR. F. Trigonometria: Plana e Esferica 3.ed. Coleção Schaum, Ao Livro Técnico S/A, Rio de Janeiro, 1979 EDBUCCHI, P. Matemática. Editora Moderna. 1992. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, Ed. Harba Ltda, São Paulo,1994 SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. v.1, Makron Books, 1994 QUÍMICA TECNOLÓGICA GERAL Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver a compreensão dos alunos, em nível microscópico, da composição química e como as unidades constituintes de materiais estão arranjadas e interagem entre si, determinando o elenco de propriedades que se manifestam macroscopicamente; • Discutir a lubrificação e a utilização dos lubrificantes; • Adquirir conhecimento sobre a questão do uso de combustíveis e do seu impacto ambiental; • Fixar conceitos sobre comportamento químico de materiais, ou seja, as reações de degradação dos materiais metálicos (eletroquímica e corrosão); • Relacionar os estudos desenvolvidos com disciplinas tecnológicas subseqüentes. EMENTA: Materiais: cerâmicos, metálicos, plásticos, compósitos e semicondutores; Lubrificação e Lubrificantes; Combustão e Combustíveis; Corrosão galvânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2004. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 . CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora Campus, Rio de janeiro, 2007 GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996. O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977. QUÍMICA TECNOLÓGICA EXPERIMENTAL Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas práticas da química e de interpretação dos resultados experimentais; • Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o método científico, com ênfase em experiências químicas. EMENTA: Estruturas amorfas e cristalinas; Materiais: cerâmicos, metálicos, plásticos, compósitos e semicondutores; Lubrificação e Lubrificantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2004. ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 . CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora Campus, Rio de janeiro, 2007 GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996. O’CONNOR, R. Introdução à Química. Ed. Harbra, 1977. TÉCNICAS COMPUTACIONAIS EM ENGENHARIA – LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Apresentar aos alunos os conceitos dasLinguagens de Programação; • Programar em linguagem C com aplicações direcionadas às disciplinas de Fundamentos da Matemática e Cálculo Diferencial e Integral. EMENTA: Linguagem de Programação; Linguagem de Programação C. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MOKARZEL, F. C.; YOSHIHIRO, S. N. Editora Campus, 2008 Introduçao a Ciencia da Computaçao. 1.ed. FORBELLONE, A. L. V & EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 2000. MANZANO, J. A. N. G. & Oliveira, J. F., Algoritmos, Lógica para Desenvolvimento de Programação. 6.ed. Editora Érica, São Paulo, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++: Módulo 1. 1.ed. Makron Books, São Paulo, 1995. PRÁTICA DESPORTIVA (OPTATIVA) Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: Conscientizar o indivíduo da importância da atividade física na promoção da saúde e na prevenção de doenças. 3º PERÍODO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - FUNÇÕES DE VARIAS VARIÁVEIS Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Estender o estudo do cálculo diferencial e integral para as funções de várias variáveis reais; • Ampliar o estudo dos sistemas de coordenadas: dos retangulares aos curvilíneos; • Dar subsídios matemáticos para desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. • Ampliar a capacidade lógica para soluções de problemas de engenharia. EMENTA: Cálculo diferencial de funções de várias variáveis reais nos enfoques escalar e vetorial; Equações diferenciais ordinárias de variáveis separáveis e lineares; Transformadas de Laplace; Integrais duplas e triplas; Sistemas de coordenadas curvilíneas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J. Cálculo. v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.2, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006. ANTON, H. Cálculo Um Novo Horizonte, v.2, 6.ed. Bookman Editora, Porto Alegre, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: THOMAS, G. B. Cálculo. v.2, 10.ed. Editora Addison Wesley, São Paulo, 2003 AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral: Resumo 974 Problemas Resolvidos. McGrawHill, São Paulo, 1994. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – ESTRATÉGIAS DE LEITURA E CONFECÇÃO DE TEXTOS Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Despertar a atenção do aluno para a importância de uma postura de leitura interacionista e crítica; • Desenvolver a capacidade do aluno em abordar o texto com mais propriedade, de usar seu conhecimento de mundo, lingüístico e textual; • Familiarizar o aluno com o nível culto da língua na modalidade escrita de gênero acadêmico-científico e empresarial; • Desenvolver a produção de textos escritos específicos das áreas com metacognição sobre o próprio processo para propiciar a autonomia textual. • Destacar a importância do conhecimento da língua para a elaboração e interpretação de texto e documentação técnica. EMENTA: Estratégias de leitura: operações metacognitivas regulares para abordar o texto; Habilidades lingüísticas características do bom leitor. Produção de textos a partir de gêneros específicos com metacognição; Confecção de textos com objetivos e público-alvo definidos; Revisão gramatical. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Editora Nova Fronteira, 2009. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 17 ed. Editora FVG, Rio de Janeiro, 1997. SOARES, M. B. & NASCIMENTO, E. Redação Técnica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KLEIMAN, A. Oficina de leitura: Teoria & Prática. Pontes, São Paulo, 2002. CATHEY, J. J. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Ed. Lucerna, Rio de Janeiro, 2001. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de Texto: Leitura e Redação. 4.ed. Ática, São Paulo, 2003. FRY, R. Como Estudar. Editora Cengage Learning, ISBN 13: 978-85-221-0785-8, São Paulo, 2009. EXPRESSÃO GRÁFICA - DESENHO TÉCNICO Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Capacitar a interpretação de desenhos técnicos executados segundo as normas ABNT e ISO. • Redigir, segundo as mesmas normas, o desenho de um simples conjunto ou de qualquer detalhe, com indicações segundo as convenções do material, da forma, das dimensões, dos graus de trabalho, das tolerâncias dimensionais e geométricas. • Continuar a capacitação de abstração e visualização espacial. EMENTA: Normalização do Desenho Técnico: Normas ABNT e ISSO; Formatos de papel e legenda; Escalas; Vistas auxiliares; Cortes e seções; Vistas especiais; Rotação de detalhes oblíquos; Rupturas; Representação gráfica das cotas; Representação esquemática em desenho técnico; Representação dos elementos de máquina; Indicação de estado de superfície em desenho técnico; Tolerância geométrica; Símbolos básicos de solda em desenho técnico; Desenho de estruturas rebitadas; Desenho de conjuntos mecânicos; Desenho de elementos de máquinas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Banco de Normas Técnicas Disponíveis On Line Eletronicamente em Cewin/Target. ISO Handbook. Technical Drawings: Technical Drawings in General; Mechanical Engineering Drawings; Construction Drawings, v.1, 1997. AGOSTINHO, O. L. Princípios de Engenharia de Fabricação Mecânica: Tolerâncias, Ajustes, Desvios e BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Análise de Dimensões. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1981. PROVENZA, F. Desenhista de Maquinas. 1.ed. Pro-tec, São Paulo, 1960. DUBBEL, Manual do Engenheiro Mecânico. Hemus Livraria Editora Ltda, São Paulo, 1980. ELETRICIDADE APLICADA - CIRCUITOS ELÉTRICOS CC Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Familiarizar o aluno com as grandezas básicas da eletricidade; • Capacitar para a análise dos circuitos elétricos fundamentais; • Fornecer informações sobre segurança de trabalhos com eletricidade. • Apresentar métodos e técnicas de solução de circuitos eletroeletrônicos; • Demonstrar componentes eletrônicos; • Elaborar pequenos projetos eletrônicos EMENTA: Conceitos fundamentais; Elementos de circuitos elétricos; Associação de bipolo e fontes; Métodos de solução de circuitos elétricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1997. NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas, 1.ed. Editora LTC, 2005. (ISBN 978-8521614357), BIRD, J. Circuitos Elétricos: Teoria e Tecnologia. 3.ed. Editora Elsevier, 2009. (ISBN 978-85-352-2026-1). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HAYT Jr., W. H., KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. McGraw-Hill, São Paulo, 1978. EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. 2.ed.Makron McGraw- Hill, São Paulo, 1991. CAVALCANTI, P. J. M. Fundamentos de Eletrotécnica para Técnicos em Eletrônica. 10.ed. Biblioteca Técnica Freitas Bastos, Rio de Janeiro, 1985. MARQUES, A. E. B. Dispositivos semicondutores: Diodos e Transistores. Editora Érica, 1996. CUTLER, P. Circuitos eletrônicos lineares. 1.ed. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1977. FENÔMENOS DE TRANSPORTE – PROPRIEDADES E ESTÁTICA Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Introduzir conceitos fundamentais de mecânica dos fluidos; • Demonstrar as aplicações da mecânica dos fluidos nos cursos de engenharia. EMENTA: Propriedades dos Fluidos e Definições: Definição de Fluidos; Unidades de força e de massa; Viscosidade; O contínuo; Massa específica, volume especifico, peso especifico, densidade e pressão; Gás perfeito; Módulo de elesticidade volumétrica; Presão de vapor; Tensão superficial. Estática dos fluidos: Pressão em um ponto; Equação fundamental da estática dos fluidos; Unidades e escalas para medida de pressão; Manômetros; Força em superfícies planas; Componentes da força em superfícies curvas; Empuxo; Estabilidade de corpos submersos e fluentes; Equilíbrio relativo. Escoamento de fluidos e equações fundamentais: Sistemas e Volume de controle; Volume de controle à continuidade, Energia e quantidade de movimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MUNSON, B.R.; YOUNG, D.F.; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo, 2004. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editora. Pearson/Prentice Hall, São Paulo, 2008. POTTER, M. C.; WIGGERT, D. C. Mecânica dos Fluidos, Editora Thomson, 2003 (ISBN13: 9788522103096). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 5.ed. LTC Editora, Rio de Janeiro, 2001. STREETER, V.L. Mecânica dos Fluidos. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda. Rio de Janeiro, 1974. FÍSICA EXPERIMENTAL - ELETRICIDADE E MAGNETISMO Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas, de interpretação dos resultados experimentais; • Integrar os conhecimentos teóricos experimentais em que se fundamentam os métodos científicos, com ênfase em experiências de eletricidade e magnetismo; • Despertar o aluno para a necessidade da segurança no trabalho. EMENTA: Segurança de trabalho no laboratório de eletricidade; Aparelhos de medições elétricas: voltímetro, amperímetro e ohmímetro; Campos elétricos; Lei de ohm; Estudo do gerador; Ponte de Wheatstone; Potenciômetro de Poggendorff; Curva característica de um diodo; Resistividade de um condutor metálico; Descarga de um capacitor; Medida do campo magnético da Terra; Balança de corrente; Osciloscópio; Transitório num circuito RLC; Simulação de experiências em computador BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Apostila de Física Experimental II, UNITAU, Taubaté, 2003. YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 SERWAY, Física. v.1, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. Ed. Ática. São Paulo, 2003. SERWAY, R. A. Física: Eletricidade, Magnetismo e Ótica. v.3, 3.ed.Editora Livro Técnico e Científico, Rio de Janeiro, 2002. FÍSICA - ELETROSTÁTICA Carga horária 60 H/a OBJETIVOS: • Dar ao aluno uma visão geral dos fenômenos eletromagnéticos, com vistas a uma formação científica adequada para o prosseguimento dos cursos de engenharias onde esta matéria seja exigida; • Fornecer subsídios para o processo de educação continuada, depois de completar o curso. EMENTA: Interações Fundamentais da Natureza; Carga Elétrica; Lei de Coulomb; Campo Elétrico; Movimento de Partículas Carregadas num Campo Elétrico; Lei de Gauss; Cálculo de Campos Elétricos; Campos Elétricos em Condutores; Potencial Elétrico; Energia Potencial Eletrostática; Cálculo de Potenciais; Descargas Elétricas; Capacitores; Dielétricos; Energia Eletrostática; Cálculo de Capacitâncias; Corrente Elétrica; Resistência Elétrica e Lei de Ohm; A Física da Condutividade Elétrica; Energia em Circuitos Elétricos; Circuitos Elétricos; Força Eletromotriz; Regras de Kirchhoff; Resolução de Circuitos de Corrente Contínua; Circuito RC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v.3, 8.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro, 2009. SERWAY, Física. v.3, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica. 3.ed. Guanábara Koogan Editora, 1994. MECÂNICA GERAL – ESTÁTICA Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver a capacidade para resolver problemas de engenharia utilizando-se as leis e princípios fundamentais da Estática; • Calcular momento de inércia de superfícies; • Iniciar a capacitação para resoluções de pequenos projetos. EMENTA: Princípios e conceitos fundamentais da Estática; Estática dos pontos materiais; Corpos rígidos; Sistemas equivalentes de forças; Equilíbrio dos corpos rígidos; Análises de estruturas; Forças em vigas e cabos; Atrito; Momentos de inércia, estático, centrífugo, polar e raios de giração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática. 7.ed. Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2006. BORESI, A. P.; SCHMIDT, R. J. Estática, Editora Thomson, São Paulo, 2003. (ISBN13: 978-85-22102877) WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São Paulo, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HIBBELER. R.C. Engenharia Mecânica. 8.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos Editora S A. 1999. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS – TENSÕES, DEFORMAÇÕES ELEMENTOS ISOSTÁTICOS CARREGADOS AXIALMENTE Carga horária 40 H/a E OBJETIVOS: • Modelar e analisar problemas de sistemas mecânicos simples deformáveis sob a ação de cargas estáticas; • Dimensionar sistemas mecânicos simples para que suportem cargas sem falhas. EMENTA: Propriedades mecânicas dos materiais; Introdução – conceito de tensão; Diagrama tensão e deformação; Lei de Hooke; Tensão admissível; Tração e compressão; Cisalhamento; Torção simples em barras; Flexão pura; Esforços solicitantes em vigas isostáticas, forças e momentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Resistência dos Materiais. 4.ed. Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2006. HIBBELER, R. C. Resistência Dos Materiais. 7.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009. (ISBN 978-85-7605-373-6) TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. v.I e II, 3.ed. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São Paulo, 2007. POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. Editora Edgard Blucher, São Paulo, 1978. 4º PERÍODO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - SÉRIES E EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Carga horária 80 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver o estudo das equações diferenciais ordinárias com ênfase às de variáveis separáveis e às lineares de 1ª e 2ª ordem; • Desenvolver o estudo das transformadas de Laplace; • Dar subsídios matemáticos para desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso. • Ampliar a capacidade lógica para soluções de problemas de engenharia. EMENTA: Equações diferenciais ordinárias de variáveis separáveis e lineares; Transformadas de Laplace; Integrais duplas e triplas; Sistemas de coordenadas curvilíneas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: STEWART, J. Cálculo. v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.2, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006. ANTON, H. Cálculo Um Novo Horizonte, v.2, 6.ed. Bookman Editora, Porto Alegre, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: THOMAS, G. B. Cálculo. v.2, 10.ed. Editora Addison Wesley, São Paulo, 2003 AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral: Resumo 974 Problemas Resolvidos. McGrawHill, São Paulo, 1994. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – PRODUÇÃO E ANÁLISE DE TEXTOS Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Despertar a atenção do aluno para a importância de uma postura de leitura interacionista e crítica; • Desenvolver a capacidade do aluno em abordar o texto com mais propriedade, de usar seu conhecimento de mundo, lingüístico e textual; • Familiarizar o aluno com o nível culto da língua na modalidade escrita de gênero acadêmico-científico e empresarial; • Desenvolver a produção de textos escritos específicos das áreas com metacognição sobre o próprio processo para propiciar a autonomia textual. EMENTA: Estratégias de leitura: operações metacognitivas regulares para abordar o texto; Habilidades lingüísticas características do bom leitor; Produção de textos a partir de gêneros específicos com metacognição; Confecção de textos com objetivos e público-alvo definidos; Revisão gramatical; Português escrito corrente: utilização em textos acadêmicos; Leitura e análise de textos acadêmicos; Gêneros textuais; O texto acadêmico; Produção de textos acadêmicos; Projetos de pesquisa, relato de pesquisa (leitura global); Ata, Requerimento, Ofício, Memorando e Carta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KLEIMAN, A. Oficina de leitura: Teoria & Prática. Pontes, São Paulo, 2002. BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Editora Nova Fronteira, 2009. SOARES, M. B.; CAMPOS, E. N. Técnicas de Redação: As articulações Lingüísticas como Técnica de Pensamento. 1.ed. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GOLD, M. Redação Empresarial: Escrevendo com sucesso na Era da Globalização, 2.ed. Pearson Education, São Paulo, 2004. FRY, R. Como Estudar. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009. (ISBN 13: 978-85-221-0785-8). EXPRESSÃO GRÁFICA - CAD (DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR) Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Fornecer ao aluno a base necessária para o uso eficiente de sistemas CAD (Projeto Assistido por Computador) em Desenho Mecânico. • Desenvolver conceitos teóricos dos principais aspectos envolvidos na modelagem geométrica e de visualização. • Aplicar o conhecimento adquirido na geração de seqüências de montagem, dimensionamento, tolerância e parametrização. • Elaborar individualmente um Projeto utilizando softwares CAD Comercial. EMENTA: Linguagem C (Complementação); Apresentação da biblioteca de elementos mecânicos, elétricos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos aplicados em engenharia; Software Autodesk Inventor Professional 11: Ambiente 2D e 3D; Part Design (modelamento sólido 3D); Drafting (detalhamento 2D); Assembly Design (montagem); Vista Explodida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AGUILAR, L. J. Programação em C++:Algoritmos, Estrutura de Dados e Objetivos. 2.ed. Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2008. (ISBN 978-85-86804-81-6). BANACH, D. T.; KALAMEJA, A. J.; JONES, T. J. Autodesk Inventor 11 Essentials Plus. Autodesk Press, 2006. CRUZ, M. D. Autodesk Inventor 10: Teoria e Prática, Versões Series e Professional. Érica, São Paulo, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CRUZ, M. D. Autodesk Inventor 11: Guia Prático para Projetos Mecânicos 3D. Érica, São Paulo, 2006. LAZZURI, J. E. C. Autodesk Inventor 8 – Protótipos Mecânicos Virtuais. Érica, São Paulo, 2004. ELETRICIDADE APLICADA - CORRENTE ALTERNADA Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Familiarizar o aluno com as grandezas da eletricidade – corrente alternada; • Capacitar para a análise dos circuitos elétricos de corrente alternada; • Fornecer informações sobre segurança de trabalhos com corrente alternada • Apresentar métodos e técnicas de solução de circuitos eletroeletrônicos; • Demonstrar componentes eletrônicos; • Elaborar pequenos projetos eletrônicos EMENTA: Conceitos fundamentais; A corrente alternada; Potencia em corrente alternada; Circuito monofásico; Instalações elétricas; Introdução á eletrônica BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1997. NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas, 1.ed. Editora LTC, 2005. (ISBN 978-8521614357), BIRD, J. Circuitos Elétricos: Teoria e Tecnologia. 3.ed. Editora Elsevier, 2009. (ISBN 978-85-352-2026-1). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HAYT Jr., W. H., KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. McGraw-Hill, São Paulo, 1978. EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. 2.ed.Makron McGraw- Hill, São Paulo, 1991. CAVALCANTI, P. J. M. Fundamentos de Eletrotécnica para Técnicos em Eletrônica. 10.ed. Biblioteca Técnica Freitas Bastos, Rio de Janeiro, 1985. MARQUES, A. E. B. Dispositivos semicondutores: Diodos e Transistores. Editora Érica, 1996. CUTLER, P. Circuitos eletrônicos lineares. 1.ed. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1977. FENÔMENOS DE TRANSPORTE - CINEMÁTICA E DINÂMICA DOS FLUIDOS Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Introduzir conceitos de mecânica dos fluidos; • Demonstrar as aplicações da mecânica dos fluidos nos cursos de engenharia. EMENTA: Propriedades dos Fluidos; Escoamento de fluidos e equações fundamentais: Sistemas e Volume de controle; Volume de controle à continuidade, Energia e quantidade de movimento; Característica e definições dos escoamentos; Equação da continuidade para massa e para volume; Equação de Bernoulli, perdas, cavitação, bombas e turbinas; Números adimensionais; Perda de carga distribuída e concentrada; Forças em tubulações. Máquinas de fluxo: Introdução ás máquinas de fluxos; Turbinas, bombas, ventiladores e compressores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MUNSON, B.R.; YOUNG, D.F.; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo, 2004. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editora. Pearson/Prentice Hall, São Paulo, 2008. POTTER, M. C.; WIGGERT, D. C. Mecânica dos Fluidos, Editora Thomson, 2003 (ISBN13: 9788522103096). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 5.ed. LTC Editora, Rio de Janeiro, 2001. STREETER, V.L. Mecânica dos Fluidos. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda. Rio de Janeiro, 1974. FÍSICA EXPERIMENTAL - ÓPTICA Carga horária 20 H/a OBJETIVOS: • Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas, de interpretação dos resultados experimentais; • Integrar os conhecimentos teóricos experimentais em que se fundamentam os métodos científicos, com ênfase em experiências de óptica; • Despertar o aluno para a necessidade da segurança no trabalho. EMENTA: Segurança de trabalho no laboratório; Laser; Índice de refração de um prisma; Distância focal de uma lente; Simulação de experiências em computador. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Apostila de Física Experimental II, UNITAU, Taubaté, 2003. YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 SERWAY, Física. v.1, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. Ed. Ática. São Paulo, 2003. SERWAY, R. A. Física: Eletricidade, Magnetismo e Ótica. v.3, 3.ed.Editora Livro Técnico e Científico, Rio de Janeiro, 2002. FÍSICA - MAGNETOSTÁTICA Carga horária 60 H/a OBJETIVOS: • Dar ao aluno uma visão geral dos fenômenos eletromagnéticos, com vistas a uma formação científica adequada para o prosseguimento dos cursos de engenharias onde esta matéria seja exigida; • Fornecer subsídios para o processo de educação continuada, depois de completar o curso. EMENTA: O Campo Magnético; Vetor Indução Magnética; Força de Lorentz; Movimento de Partículas Carregadas num Campo Magnético; Forças sobre Correntes; Torque em Espiras e Dipolos Magnéticos; Efeito Hall; Campos Magnéticos de Cargas em Movimento e de Correntes; Lei de Biot-Savart; Lei de Ampère; Forças entre Condutores; Lei de Faraday da Indução Magnética; Circuitos RL e RLC; Equações de Maxwell e Materiais Magnéticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009 HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v.3, 8.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro, 2009. SERWAY, Física. v.3, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica. 3.ed. Guanábara Koogan Editora, 1994. MECÂNICA GERAL – CINEMÁTICA Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Desenvolver a capacidade para resolver problemas de engenharia utilizando-se as leis e princípios da mecânica clássica, relacionados à cinemática e dinâmica de sistemas de pontos matérias. EMENTA: Cinemática de corpo rígido; Dinâmica de sistema de pontos materiais; Dinâmica de corpos rígidos; Movimentos impulsivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. 5.ed. Editora Makron Books Ltda., 1994. GIACAGLIA, G E O. Mecânica Geral. Editora. Campus, Rio de Janeiro, 1984. GIACAGLIA, G E O & ALQUERES H. Mecânica. Editora Bandeirantes, São Paulo, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HIBBELER, R. C. Engenharia Mecânica. 8.ed. Livros Técnicos e Científicos Editora S A., 1999. RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS – ESFORÇOS SOLICITANTES, VIGAS E COLUNAS ISOSTÁTICAS Carga horária 40 H/a OBJETIVOS: • Modelar e analisar problemas de sistemas mecânicos simples deformáveis sob a ação de cargas estáticas; • Dimensionar sistemas mecânicos simples para que suportem cargas sem falhas. EMENTA: Propriedades mecânicas dos materiais; Introdução – conceito de tensão; Diagrama tensão e deformação; Lei de Hooke; Tensão admissível; Tração e compressão; Cisalhamento; Torção simples em barras; Flexão pura; Esforços solicitantes em vigas isostáticas, forças e momentos; Projeto de vigas e eixos de transmissão; Análise das tensões e deformações; Deflexão das vigas; Flambagem de colunas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Resistência dos Materiais. 4.ed. Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2006. HIBBELER, R. C. Resistência Dos Materiais. 7.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009. (ISBN 978-85-7605-373-6) TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. v.I e II, 3.ed. Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São Paulo, 2007. POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. Editora Edgard Blucher, São Paulo, 1978. 5º PERÍODO CONFORTO AMBIENTAL Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Fornecer aos alunos os meios de identificar, analisar, quantificar, e propor. Soluções para os problemas de ruído no ambiente construído. Preparar o aluno para o entendimento do desempenho térmico de edificações e sua adequação ao clima local. EMENTA: Conceitos Básicos de Acústica. Isolamento de Ruído. Propagação do Som no Ar Livre. Acústica em Ambientes Fechados. Materiais para Absorção Sonora. Conforto Térmico. Arquitetura e Clima. Elementos de Controle da Radiação Solar. Desempenho Térmico de Componentes Construtivos. Ventilação. Isotermia. Higiene do Ambiente, Edificações, Locais Públicos, Piscinas, Parques, Áreas de Lazer, Áreas de Recreação, Áreas de Esporte. BIBIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-1 Desempenho térmico de edificações - Parte 1: Definições, símbolos e unidades. Rio de Janeiro, 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-2 Desempenho térmico de edificações - Parte 2: Métodos de cálculo da transmitância térmica, da capacidade térmica, do atraso térmico e do fator solar de elementos e componentes de edificações. Rio de Janeiro,2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-3 Desempenho térmico de edificações - Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social. Rio de Janeiro, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo apresentar a evolução filosófica e histórica do conhecimento científico e noções sobre os procedimentos para elaborar uma pesquisa científica. para com isso despertar o aluno o "senso crítico" perante os acontecimentos contemporâneo e ensinar, como raciocinar sobre os temas apresentados nas disciplinas do curso. EMENTA: O conhecimento e seus níveis. O trinômio: verdade-evidência-certeza. .A formação do espírito científico. O método científico, racional e argumento de autoridade. Os processos do metódo científico. Conceito de pesquisa. Tipos de pesquisas.Projeto de pesquisa. Escolha do assunto a ser pesquisado. Formulação dos problemas. Estudos exploratórios. Coleta, análise e prestação dos dados. Elaboração do plano de assunto. Redação, apresentação e apresentação de trabalho de pesquisa. Elaboração de um projeto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 39. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2011. NASCIMENTO, L. P. Elaboração de projetos de pesquisa. 1 ed. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2011. POPPER, Karl. A logica da pesquisa cientifica. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 2011 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Editora: Atlas, 2011. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: OLIVEIRA, N. M.; ESPINDOLA, C. R. Trabalhos cadêmicos: recomendações práticas. São Paulo: CEETEPS/Copidart Editora Ltda, 2003. MALERBO, M. B.; PELÁ, N. T. R.Apresentação escrita de trabalhos científicos. Ribeirão Preto: Editora Holos, 2003. REA, L. M. & PARKER, A. R.Metodologia de pesquisa: do planejamento à execução. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Técnica de construção civil tem por objetivo apresentar aos estudantes os principais processos construtivos de técnica convencionais e alternativas de maneira a exercitar a criatividade de uma obra civil. EMENTA: Definição, elementos referentes à edificação: processos expedidos para levantamento planialtímetro: reconhecimento do subsolo, sondagem, movimento de terra, equipamento. Locação de obras. Implantação da construção: canteiro de obra. Fundações. Concreto. Elementos de vedação. Coberturas. Revestimentos e pisos. Racionalização e tecnologia das construções. Patologia e terapia das construções. Construção civil e meio ambiente. Reciclagem. Noções de higiene e segurança do trabalho. Memorial descritivo. Orçamento. Cronograma físico-financeiro. Desenvolvimento de projeto durante todo o curso. Sistemas, Métodos e Processos Industrialização da de Construção Construção Civil. Civil. Tecnologia Edificações. da Construção Impermeabilização. Civil. Isotermia. Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção Civil. Patologia das Construções. Recuperação das Construções BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed. São Paulo: Hemus, 1980. v. 1. 148 p.: il. ISBN 2-602-0023-X. BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed. São Paulo: Hemus, 1980. v. 2. 315 p.: il. ISBN 2-602-00023-X. BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed. São Paulo: Hemus, 1980. v. 3. -477 p.: il. ISBN 2-602-00023-X. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: THOMAZ, Ercio. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. 1. ed. São Paulo: PINI/EPUSP/IPT, 2007. 194 p., il. ISBN 85-09-00047-6. BORGES, Alberto de Campos; MONTEFUSCO, Elizabeth; LEITE, Jaime Lopes. Prática das pequenas construções. 8 - 1r. São Paulo: Edgard Blücher, s.ed. v. 1. 313 p BORGES, Ruth Silveira; BORGES, Wellington Luiz. Manual de instalações prediais hidráulico-sanitárias e de gás. 4. ed. São Paulo: PINI, 1992. 546 p. URBANISMO E MEIO AMBIENTE Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Capacitar o aluno na compreensão do espaço urbano, através da apresentação de metodologias, permitindo-lhe analisar a cidade e interpretá-la como sendo um grande porte e intervenções. EMENTA: Desenvolvimento urbano, planejamento do espaço físico, planos diretores. Estrutura e morfologia urbana, infra-estrutura, equipamentos urbanos e serviços urbanos. Infraestrutura Territorial. Atividades Multidisciplinares referentes a Planejamento Urbano no âmbito da Engenharia Civil. Atividades Multidisciplinares referentes a Planejamento Regional no âmbito da Engenharia Civil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ACIOLY JR., Claudio; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. 1. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 1998. 95 p. BARDET, G. O Urbanismo (Tradução Flávia Cristina S. Nascimento) Campinas: Papiros, 1990 BRANCO, S. M. Ecossistêmica: Uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente, SP. Ed. Edgard Blücher Ltda, 1989 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BENÉVOLO, L. História da Cidade (Tradução Silvia Marza), SP. Ed. Perspectiva, 1993. SILVIA, J. A. Direito Urbanístico Brasileiro, SP. Malheiros Eds. 2ª. Edição, 1995. MONTECLARO, C. J. O Ser Arquiteto Urbanista, Taubaté, Cabral Editora, 1998 COURBUSIER, L. A Carta de Atenas, tradução de Rebeca Scherer, São Paulo, Hicitec, Coleção Estados Urbanos, 1993. CIÊNCIAS HUMANAS E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Apresentar e discutir as questões sociais no seus aspectos multidisciplinares econômicos, culturais e políticos, visando exercitar a reflexão sobre a ordem social, econômica, política mundial e nacional. Instrumentalizar os engenheirandos como conhecimento da legislação profissional, as normas regulamentadoras do exercício da profissão, e o seu código de ética. Capacitar e informar o universitário dando-lhes uma visão geral de gerenciamento e postura no exercício da profissão, criando condições de desenvolvimento dentro de um raciocínio ético. EMENTA: Os Paradígmas Resultantes Da Formação Técnica. Uma Nova Ótica Do Exercício Profissional. Organização Do Sistema Confea/Creas. A Legislação Profissional - Lei 5.194/96. Resolução Nº. 205/71 - Código de Ética Profissional. História do Ensino da Engenharia No Brasil. Noções de Gerenciamento da Construção Civil. Noções de Direito e Cidadania. Responsabilidade e Direitos dos Profissionais BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AVELAR, L. Mudanças Estruturais, Crise Política e Eleições no Brasil. Monografia (Unicamp) DRUKER, P.E. As Novas Realidades do Governo e na Política, na Economia, nas Empresas, na Sociedade e na Visão do Mundo, - Tradução Calos Afonso Malferrari - 2ª. Edição, São Paulo, Pioneiro , 1.991. REIS, F.W. E O Donnell, G.A. Democracia No Brasil: Dilema E Perspectiva,. Editora Vértice, 1.988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CONFEA, Leis, Decretos e Resolução LEI Nº. 5.194 - 24/12/1.966. Código De Ética Profissional LEI Nº. 8078 - 11/09/1.990 - Código De Defesa Do Consumidor ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Apresentar aos alunos conceitos de administração de obras, de empresas. Simular o desenvolvimento de um empreendimento desde o anteprojeto passando pelos: orçamento, compras, recebimento, estocagem, pagamento etc, até a conclusão. Simular mercado de trabalho e concorrência entre empresas. EMENTA: Organização e Administração. Métodos de Planejamento e Controle de Obras. PréOrçamento e Orçamento Detalhado. Noções de Administração. Administração de Pessoal. Administração de Suprimentos. Relações Humanas na Empresa. Tipos de Contratos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TCPO14 livro. Editora: PINI , Ed. 14, 2010 NOCERA, R. J.Gerenciamento de Projetos - Abordagem prática para o dia a dia do gerente de projetos . Editora : RJN . Ed. 1, 2010 TISAKA, M. Orçamento na Construção Civil - Consultoria, Projeto e Execução . Editora: PINI , ED. 2, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SANTOS, A. P. L. , JUNGLES, A. E. Como Gerenciar as Compras de Materiais na Construção Civil . Editora: PINI, Ed. 1, 2009 PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CIVIL Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Mostrar ao aluno a diferença entre o projeto convencional e o assistido por computador. Mostrar a importância da padronização e da qualidade no desenvolvimento do projeto. Desenvolver projeto completo, incluído detalhes construtivos. Mostrar ao aluno os parâmetros básicos de projeto objetivando o uso do computador na sua elaboração. EMENTA: Elaboração de projetos completos de engenharia civil. O edifício analisado segundo suas etapas construtivas para elaboração do projeto básico e iniciação a uso dos computadores. O detalhamento e as fases de projeto no sistema convencional visando aplicação da computação gráfica. Sistemas, Métodos e Processos de Construção Civil.Tecnologia da Construção Civil. Industrialização da Construção Civil. Edificações. Impermeabilização. Isotermia. Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Patologia das Construções. Recuperação das Construções. Equipamentos, Dispositivos e Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. Instalações Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. Instalações Elétricas em Baixa Tensão para fins residenciais e comerciais de pequeno porte. Instalações de Tubulações Telefônicas e Lógicas para fins residenciais e comerciais de pequeno porte. Higiene do Ambiente, Edificações, Locais Públicos, Piscinas, Parques, Áreas de Lazer, Áreas de Recreação, Áreas de Esporte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TURQUETTI FILHO, Reynaldo; BENTO, Leonardo Berges; MORAES, Marlos Fabiano de. Aprenda a desenhar com AutoCAD 2000: 2D, 3D e modelamento com sólidos. 1. ed. São Paulo: Érica, 2000. 374 p. ISBN 85.7194.684-1. AUTOCAD 12 - Guia Completo Vol. I - Editora Berkeley - David S. Cohm AUTOCAD 12 - Guia Completo Vol. II - Editora Berkeley - David S. Cohm OMURA, G. Dominando o Autocad - Versão 12 - LTC BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MICROSTATION - 95 - Criação e animação Editora: Érica - Reinaldo Turquete Filho MICROSTATION - 95 - Power Draft - Editora Érica. 60 PERÍODO HIDRÁULICA I – CONDUTO FORÇADO Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Proporcionar aos alunos um fundamento básico e teórico do senso crítico para elaborar projetos. Fixação de toda a conceituação necessária para aplicação aos projetos de saneamento básicos e instalações prediais. EMENTA: Hidrodinâmica dos Condutos Forçados. Condutos Livres. Hidrometria. Foronomia e Vertedores. Máquinas Hidráulicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994. v.1., 335p. AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994., v.2., 724p. MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 739p. APOSTILA CETESB. Hidráulica Aplicada, s/d., s/a. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MANUAL técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 2. ed. São Paulo: PINI, 1995. CATÁLOGOS de fabricantes de tubulações e bombas Hidráulicas. s/d, s/a. PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: O educando deve, ao final do curso, ser capaz de identificar e classificar os tipos de experimentos aleatórios encontrado no mundo físico, definir as variáveis aleatórias relacionadas ao problema e as possíveis distribuições teóricas de probabilidades; montar o modelo probabilístico e resolvê-lo; interpretar os resultados no mundo físico. EMENTA: Estatística Descritiva. Medidas de Posição.Medidas de Dispersão. Medidas de Assimetria e Curtose. Técnicas de Contagem. Probabilidade Clássica. Variáveis Aleatórias Discretas.Principais Distribuições Discretas .Variáveis Aleatórias Contínuas. Principais Distribuições Contínuas de Probabilidade. Distribuições Amostrais e Estimação Paramétrica. Teste de Hipótese e Significância BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002. MORETTIN, L. G.Estatísitca básica:Probabilidade. São Paulo: Makron Books; 2007. MORETTIN, L. G. Estatística Básica: interferência.São Paulo:Makron Books; 2005. WILTON, O. P.; PEDRO, A. M. Estatística básica. São Paulo: Atual Editora, 2006. MEYER, P. L. Probabilidade:aplicações à estatística. Rio de Janeiro: Livro Técnico Editora, 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: TOPOGRAFIA I Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Fornecer ao aluno condições de executar levantamentos planimétricos e planialtimétricos, nivelamentos geométricos, terraplanagem e estudar os sistemas de projeções cartográficas na Engenharia, cujas dimensões ultrapassam o plano topográfico. Permitir a utilização racional da superfície da terra e desenvolver metodologias adequadas para elaboração de projetos básicos e executivos, bem como sua locação em campo. Levar ao aluno o conhecimento geral e teórico e prático, com utilização e locação em campo. EMENTA: Aplicação da topografia na engenharia, indicações de geometria analítica, trigonometria, escalas e usos diversos. Levantamento através de métodos diretos: uso da trena. Goniologia: estudo de rumos e azimutes. Declinação magnética. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, A. de C. Topografia. v.1 e 2. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008. BORGES, A. de C. Exercícios de topografia. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008. MARTINELLI, M. Gráficos e Mapas: construa você mesmo. Ed. Moderna, 1998. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13.133. Execução de Levantamento Topográfico. RJ. ABNT. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Ed. Globo, 1987. NOVO, E.M.L. de M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard Blucher Ltda. 1998. JOLY, F. A Cartografia. Ed. Papirus, Campinas, 2004. HIDROLOGIA APLICADA Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Introduzir Conceitos do fenômeno Hidrológico e apresentar Metodologias de avaliação de vazões extremas dos cursos d’água. EMENTA : Ciclo Hidrológico. Escamento Superficial. Bacias Hidrográficas.. Precipitações. Pluviométricas. Vazão de Projeto. Drenagem Urbana. Regularização de vazões de cursos d’água. Aproveitamento de recursos Hídricos. Hidrologia Aplicada ao Saneamento. Elementos e fatores climáticos. Tipo de classificação dos climas. Hidrometeorologia. Micrometeorologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GRIBBIN, John B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Tradução de Glauco Peres Damas. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 494 p., il. ISBN 978-85-221-0635-6. 3 Exs. GARCEZ, L. N. Hidrologia.1 - 1 r. Edgard Blucher, 1976. 249p. VILLELA, S.M.; MATTOS, A. Hidrologia Aplicada. 1. ed.McGraw-Hill do Brasil, 1978 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MANUAL do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) CONTRIBUIÇÃO para o aproveitamento múltiplo de cursos de água - Jose Meiches (tese). CONTRIBUIÇÃO para o estudo de vasão mínima, média e máxima de pequenas bacias hidrográficas - Kokev Uehara (Tese). MÉTODOS NUMÉRICOS Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Estudar os processos numéricos para a resolução de problemas de engenharia, com foco na fundamentação teórica fundamentada nas potencialidades e limitações dos computadores digitais. EMENTA: Erros. Zeros de Funções Reais. Resolução de Sistemas Lineares. Interpolação. Integração Numérica. Ajustes de Curvas pelo Método dos Quadrados Mínimos. Soluções Numéricas de Equações Diferenciais Ordinárias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CLAUDIO, D. M., MARINS, J. M.. Cálculo Numérico Computacional: Teoria e Prática. 2ed. São Paulo: Atlas, 1994. RUGGIERO, M. A. G. e LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico - aspectos Teóricos e Computacionais. São Paulo: Makron, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRO, I. Q.. Introdução ao Cálculo Numérico, São Paulo: Edgar Blücher, 1972. MAIA, M. L.. Cálculo Numérico (com aplicações). 2. ed.. São Paulo: Editora Habra, 1987. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais. Relativos a utilização dos materiais de construção em obras de engenharia civil. EMENTA: Introdução. Classificação dos materiais. Propriedades. Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção Civil. Aglomerantes minerais, agregados, pastas e argamassas, concretos hidráulicos, materiais metálicos, materiais betuminosos, materiais cerâmicos, madeiras, tintas e vernizes, vidros, materiais alternativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, reimpressão 2010, v.1. 488p. , ISBN 978-85-216-1249-0. BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, reimpressão 2010, v.2. 538p. , ISBN 978-85-216-1003-8. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PETRUCCI, Eladio G.R. Concreto de Cimento Portland, Ed. Globo -1988. CANOVAS, M.F. Patologia e Terapia do Concreto Armado, Ed. Pini -1994. NAZAR, Nilton. Fôrmas e Escoramentos para Edifícios: critérios para dimensionamento e escolha do sistema. São Paulo: Ed. Pini, 2007. 173 p. il. ISBN 978-85-7266-179-9. NEVILLE, Adam M. Propriedades do Concreto. 2 edição São Paulo: Ed. Pini, 1997.828 p. il. ISBN 85-7266-068-2. ISAIA, Geraldo C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. 2 edição São Paulo, IBRACON, 2010. TEORIA DAS ESTRUTURAS I Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo apresentar: Os fundamentos sobre sistemas de unidades e equações da estática. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Noções preliminares de estruturas em barras. Vigas classificação quanto ao equilíbrio estático, determinação dos esforços internos, vigas Gerber. Pórticos, barras inclinadas, barras curvas, arcos triarticulados. Grelhas. Treliças, processo de equilíbrio dos nós, processo das seções. Fios e Cabos. Cargas móveis, linhas de influência. EMENTA: Fundamentos, grandezas vetoriais, equações de equilíbrio, esforços atuantes. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Classificação dos vínculos. Forças que atuam nos elementos estruturais Esforços em vigas isostáticas, momento fletor, esforços cortantes e esforços normais. Esforços em pórticos isostáticos, momento fletor, esforços cortantes e esforços normais. Esforços em grelhas isostáticas, momento fletor, momento de torção, esforços cortantes e esforços normais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SORIANO, Humberto Lima. Estática das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. 402 p., il. ISBN 978-85-7393-909-5. 3 Exs. HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p. HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall, 2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0 BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição – McGraw-Hill, 1994. BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996. CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO, A. “Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira” – 3ª edição – Editora Edgard Blücher, 1999. 461p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimentos – ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 8800 – Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios – ABNT, 1986. BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto armado eu te amo. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. v. 1. 486 p., il. ISBN 978-85-212-0460-2. 5 Exs. 70 PERÍODO TEORIA DAS ESTRUTURAS II Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo apresentar: Os fundamentos sobre sistemas de unidades e equações da estática. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Noções preliminares de estruturas em barras. Vigas classificação quanto ao equilíbrio estático, determinação dos esforços internos, vigas Gerber. Pórticos, barras inclinadas, barras curvas, arcos triarticulados. Grelhas. Treliças, processo de equilíbrio dos nós, processo das seções. Fios e Cabos. Cargas móveis, linhas de influência. EMENTA: Fundamentos, grandezas vetoriais, equações de equilíbrio, esforços atuantes. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Classificação dos vínculos. Forças que atuam nos elementos estruturais Esforços em vigas isostáticas, momento fletor, esforços cortantes e esforços normais. Esforços em pórticos isostáticos, momento fletor, esforços cortantes e esforços normais. Esforços em grelhas isostáticas, momento fletor, momento de torção, esforços cortantes e esforços normais. Treliças isostáticas, esforços atuantes nas barras. Fios e cabos aplicados na análise estrutural. Cargas móveis, linha de influência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SORIANO, Humberto Lima. Estática das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010. 402 p., il. ISBN 978-85-7393-909-5. 3 Exs. HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p. HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall, 2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0 BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição – McGraw-Hill, 1994. BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996. CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO, A. “Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira” – 3ª edição – Editora Edgard Blücher, 1999. 461p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimentos – ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 8800 – Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios – ABNT, 1986. BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto armado eu te amo. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. v. 1. 486 p., il. ISBN 978-85-212-0460-2. 5 Exs. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL II Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais. Relativos a utilização dos materiais de construção em obras de engenharia civil. EMENTA: Introdução. Classificação dos materiais. Propriedades. Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção Civil. Aglomerantes minerais, agregados, pastas e argamassas, concretos hidráulicos, materiais metálicos, materiais betuminosos, materiais cerâmicos, madeiras, tintas e vernizes, vidros, materiais alternativos. Patologia das Construções. Recuperação das Construções. Equipamentos, Dispositivos e Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, reimpressão 2010, v.1. 488p. , ISBN 978-85-216-1249-0. BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, reimpressão 2010, v.2. 538p. , ISBN 978-85-216-1003-8. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PETRUCCI, Eladio G.R. Concreto de Cimento Portland, Ed. Globo -1988. CANOVAS, M.F. Patologia e Terapia do Concreto Armado, Ed. Pini -1994. NAZAR, Nilton. Fôrmas e Escoramentos para Edifícios: critérios para dimensionamento e escolha do sistema. São Paulo: Ed. Pini, 2007. 173 p. il. ISBN 978-85-7266-179-9. NEVILLE, Adam M. Propriedades do Concreto. 2 edição São Paulo: Ed. Pini, 1997.828 p. il. ISBN 85-7266-068-2. ISAIA, Geraldo C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de Materiais. 2 edição São Paulo, IBRACON, 2010. HIDRÁULICA II – CONDUTO LIVRE Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Proporcionar aos alunos um fundamento básico e teórico do senso crítico para elaborar projetos. Fixação de toda a conceituação necessária para aplicação aos projetos de saneamento básicos e instalações prediais. EMENTA: Hidráulica Aplicada ao Saneamento. Instalações, Equipamentos, Dispositivos e Componentes da Engenharia Sanitária. Instalações, equipamentos, dispositivos e componentes da Engenharia Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994. v.1., 335p. AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994., v.2., 724p. MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 739p. APOSTILA CETESB. Hidráulica Aplicada, s/d., s/a. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MANUAL técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 2. ed. São Paulo: PINI, 1995 CATÁLOGOS de fabricantes de tubulações e bombas Hidráulicas. s/d, s/a. TOPOGRAFIA II Carga Horária 60 H/a OBJETIVO: Fornecer ao aluno condições de executar levantamentos planimétricos e planialtimétricos, nivelamentos geométricos, terraplanagem e estudar os sistemas de projeções cartográficas na Engenharia, cujas dimensões ultrapassam o plano topográfico. Permitir a utilização racional da superfície da terra e desenvolver metodologias adequadas para elaboração de projetos básicos e executivos, bem como sua locação em campo. Levar ao aluno o conhecimento geral e teórico e prático, com utilização e locação em campo. EMENTA: - Planimetria: levantamento de campo, cálculo de coordenadas e memorial descritivo; - Planialtimetria: levantamento de campo; cálculo de coordenadas, cotas, curvas de nível, memorial descritivo e montagem de projeto. - Nivelamento Geométrico: cálculo de planilhas; cálculo de cotas; traçado de perfil e cálculo de declividades; curvas de nível; - Terraplanagem: cálculo de volume de corte e aterro; linhas de Offsets; - Levantamento planialtimétrico com uso de Estação Total. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, A. de C. Topografia. v.1 e 2. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008. BORGES, A. de C. Exercícios de topografia. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008. MARTINELLI, M. Gráficos e Mapas: construa você mesmo. Ed. Moderna, 1998. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13.133. Execução de Levantamento Topográfico. RJ. ABNT. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Ed. Globo, 1987. NOVO, E.M.L. de M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard Blucher Ltda. 1998. JOLY, F. A Cartografia., Campinas: Papirus, 2004. SISTEMAS ESTRUTURAIS I – CONCRETO ARMADO Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Aplicar os conhecimentos adquiridos em disciplinas que constituem pré-requisitos, tais como resistência dos materiais, estabilidade das construções; levar o aluno a desenvolver teorias específicas do cálculo de estruturas usuais e de estruturas especiais, cuja organização e forma decorrem da utilização do material concreto armado; levar o aluno à discussão de tópicos em concreto armado. EMENTA: Caracterização estrutural de um edifício. Estabilidade das Estruturas. Cargas. Esforços internos. Estruturas de Concreto. Concreto armado: materiais componentes, dimensionamento de elementos estruturais (pilares, vigas e lajes, escada, reservatório). Desenvolvimento de um projeto estrutural. Plantas de formas e ferragens. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FUSCO, Péricles Brasiliense. Estruturas de concreto: solicitações tangenciais. São Paulo: PINI, 2008. 328 p., il. ISBN 978-85-7266-208-6. 3 Exs. FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos aplicados. São Paulo: PINI, 2008. 179 p., il. ISBN 978-85-7266-200-0. 3 Exs CARVALHO, Roberto Chust; FIGUEIREDO FILHO, Jasson Rodrigues de. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: segundo a NBR 6118: 2003. 3. ed. São Carlos: EDUFSCAR, 2009. 367 p., il. ISBN 978-85-7600-086-0. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PFEIL, W. Concreto Armado - Dimensionamento. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC. v.3, 1989 MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 1. ed. São Paulo, 1980. v.1. MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 3. ed. São Paulo, 1983. v.2 TRANSPORTES I - ESTRADAS Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Caracterizar os componentes dos sistemas de transporte. Conhecer os conceitos básicos relacionados à locomoção veicular de forma a entender como as características de desempenho dos veículos influenciam o projeto e a operação de sistemas de transporte. Conhecer os conceitos básicos relativos ao fluxo de veículos e seu controle e à capacidade e nível de serviço de rodovias, procurando mostrar como esses fatores influenciam o projeto e a operação do sistema viário. EMENTA: Introdução: O sistema de transportes. Componentes dos sistemas de transporte. Organização e importância econômica do sistema de transporte.2. Mecânica da locomoção de veículos ferroviários: Força motriz em locomotivas diesel-elétricas. Resistência ao movimento. Velocidade de equilíbrio. Frenagem de trens. Comprimento máximo do trem. Consumo de combustível.3. Mecânica da locomoção de veículos rodoviários: Força motriz em veículos rodoviários. Resistência ao movimento. Velocidade de equilíbrio. Frenagem de veículos rodoviários. Consumo de combustível. Pesos e dimensões de veículos rodoviários.4. Fluxo de veículos e seu controle: Diagramas espaço-tempo. Princípios fundamentais dos fluxos de veículos. Modelos macroscópicos de fluxo de tráfego rodoviário. Modelos microscópicos de fluxo de tráfego rodoviário. Aplicações de teoria das filas à análise de fluxos de tráfego. Fluxos de tráfego interrompidos. Controle de tráfego ferroviário. Controle de tráfego rodoviário. 5. Fluxo de veículos em interseções: Cruzamentos semaforizados. Análise determinística de cruzamentos semaforizados. Calibração de semáforos pelo método de Webster. Determinação do tempo de entre-verdes. Instalações semafóricas. Cruzamentos não semaforizados.6. Capacidade viária: Capacidade de vias férreas. Capacidade e nível de serviço de rodovias. Fatores que afetam o nível de serviço e a capacidade de uma rodovia. Capacidade e nível de serviço de auto-estradas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIETROANTONIO H. Introdução à Engenharia de Tráfego. Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. S.Paulo, 1999. NOVAES, A. G. N. ; ANTONIO, G. N. N. . SISTEMAS DE TRANSPORTES: DEMANDA, OFERTA E EQUILIBRIO OFERTA-DEMANDA (3 VOLUMES). SAO PAULO, SP: EDGARD BLUCHER, 1986. 424 p. SETTI, J. R. et al. Tecnologia de transportes. Escola de Engenharia de S. Carlos da Universidade de São Paulo. S. Carlos, 1998. Morlok, E.K. (1978) Introduction to Transportation Engineering and Planning. McGraw-Hill, Nova Iorque, EUA. Khisty, C.J. (1990) Transportation Engineering: An Introduction, Prentice Hall, Englewood Cliffs, NJ, EUA. TRB (2010) Highway Capacity Manual 2010. Transportation Research Board, Washington, DC, EUA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DNIT - Manual de estudos de tráfego. Rio de Janeiro. 2006. 284p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ Kawamoto, E. (2001) Análise de sistemas de transporte. EESC-USP Setti, J.R.A. e Widmer, J.A. (1993) Tecnologia de transportes. Notas de aula, EESC-USP, 250 p. Mannering, F.L. e Kilareski, W.P. (1990) Principles of Highway Engineering and Traffic Analysis. John Wiley & Sons, Nova Iorque, EUA 80 PERÍODO SISTEMAS ESTRUTURAIS II – CONCRETO ARMADO ESTRUTURAS ESPECIAIS Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Aplicar os conhecimentos adquiridos em disciplinas que constituem pré-requisitos, tais como resistência dos materiais, estabilidade das construções; levar o aluno a desenvolver teorias específicas do cálculo de estruturas usuais e de estruturas especiais, cuja organização e forma decorrem da utilização do material concreto armado; levar o aluno à discussão de tópicos em concreto armado. EMENTA: Estruturas Especiais. Pré-Moldados BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FUSCO, Péricles Brasiliense. Estruturas de concreto: solicitações tangenciais. São Paulo: PINI, 2008. 328 p., il. ISBN 978-85-7266-208-6. 3 Exs. FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos aplicados. São Paulo: PINI, 2008. 179 p., il. ISBN 978-85-7266-200-0. 3 Exs CARVALHO, Roberto Chust; FIGUEIREDO FILHO, Jasson Rodrigues de. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: segundo a NBR 6118: 2003. 3. ed. São Carlos: EDUFSCAR, 2009. 367 p., il. ISBN 978-85-7600-086-0. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PFEIL, W. Concreto Armado - Dimensionamento. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC. v.3, 1989 MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 1. ed. São Paulo, 1980. v.1. MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 3. ed. São Paulo, 1983. v.2 INSTALAÇÕES PREDIAIS Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Levar o aluno ao conhecimento das normas existentes, tipos de materiais e equipamentos que possibilitem o projeto de instalação. EMENTA: Instalações de Água Fria e Quente. Instalações de Esgotos Sanitários E de Águas Pluviais. Tratamentos Individuais de Esgotos Domésticos em Regiões Não Servidas por Redes Coletivas. Instalações de Luz e Força. Luminotécnica. Instalações de Para-Raios. Equipamentos, Dispositivos e Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. Instalações Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. Instalações Elétricas em Baixa Tensão para fins residenciais e comerciais de pequeno porte. Instalações de Tubulações Telefônicas e Lógicas para fins residenciais e comerciais de pequeno porte. Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Rural. Tratamento de Esgotos Rurais. Tratamento de Águas Residuárias Rurais. Destinação Final de Esgotos Rurais. Destinação Final de Águas Residuárias Rurais BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5. ed.Rio de Janeiro: LTC, 1994. 438p. CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 439p. BORGES, R. S., BORGES, W. L. Manualde Instalações Prediais Hidráulico-sanitárias e de gás. 4 ed. São Paulo: PINI, 1992. 546p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NORMAS TÉCNICAS da ABNT NBR - 5626/82 NBR - 7198/82 NBR - 8160/83 NB - 611/81 NBR - 7229/82 MECÂNICA DOS SOLOS I – ÍNDICES FÍSICOS/CARACTERIZAÇÃO Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: O objetivo do curso na sua parte inicial é fornecer aos alunos os conceitos, propriedades e parâmetros necessários ao reconhecimento dos solos identificando-os e classificandoos do ponto de vista geotécnico, ou seja, familiarizar os alunos com elementos usuais da análise do comportamento dos solos ao problema de engenharia. Serão apresentados os ensaios normalizados e logo em seguida passa-se aos problemas práticos de mecânica dos solos, estudo das obras de terra e as relações tensões de formações dos solos, sendo estes necessários ao estudo das fundações. EMENTA: Formação e evolução dos solos. Propriedades dos solos. Identificação e classificação dos solos. Propagação e distribuição de pressões no solo. Movimento de água nos solos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO, HP. Mecânica dos Solos e suas Aplicações V. 1, V. 2 e V. 3 - Editora Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1987. PINTO, C.S. - Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas - Oficina de Textos - São Paulo, 2000. VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos, Editora McGraw-Hill do Brasil - São Paulo, 1978. MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos, 2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. 3 Exs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1 - ABGE, Geologia de Engenharia - Editores Antonio Manoel dos Santos Oliveira, Sérgio Nertan Alves de Brito. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. Saneamento Básico I Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: O objetivo principal é proporcionar aos alunos critérios, fundamentos, senso prático e discernimento para elaborar projetos de saneamento básico para áreas urbanas e rurais. EMENTA: Saneamento e saúde. Hidráulica Aplicada ao Saneamento. Hidrologia Aplicada ao Saneamento. Qualidade e tratamento da água. Sistemas de abastecimento urbano de água. Sistema coletor de esgotos. Tratamento de esgotos domésticos. Aplicações, projetos e visitas técnicas. Sistemas, Métodos e Processos de Abastecimento de Águas, Tratamento de Águas, Reservação de Águas, Distribuição de Águas. Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Urbano. Coleta de Esgotos Urbanos. Coleta de Águas Residuárias Urbanas. Transporte de Águas Residuárias Urbanas. Transporte de Esgotos Urbanos. Tratamento de Águas Residuárias Urbanas. Destinação Final de Esgotos Urbanos. Destinação Final de Águas Residuárias Urbanas. Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Rural. Coleta de Esgotos Rurais. Coleta de Águas Residuárias Rurais. Transporte de Esgotos Rurais. Transporte de Águas Residuárias Rurais. Tratamento de Esgotos Rurais. Tratamento de Águas Residuárias Rurais. Destinação Final de Esgotos Rurais. Destinação Final de Águas Residuárias Rurais. Destinação Final de Rejeitos Rurais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO NETTO, J. M. Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água. In: AZEVEDO, J.M. (Coord.). Técnicas de abastecimento e tratamento de água. 3. ed. São Paulo: CETESB/ASCETESB, 1987. v. 2, cap. 16, p. 15-30. BRASIL. Portaria MS nº 2914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. D.O. da República Fed. do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 2011. DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Associação brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental & Luiz di Bernardo, 2 v, & Luiz di Bernardo, 2 v, Rio de Janeiro, 2005. 1556 p. MANUAL DE SANEAMENTO. 3 ed. rev. 2ª reimp. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2007. 408p. RICHTER, A.C.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água. Tecnologia atualizada. 1. ed. SP: Ed. Blücher, 1991, 332p. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. Dep. Eng. Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006. 643p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NORMAS BRASILEIRAS: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Estudos de concepção de sistemas públicos de abastecimento de água. NBR 12211. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público. NBR 12213. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de sistemas de bombeamento de água para abastecimento público. NBR 12214. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de adutora de água para abastecimento público. NBR 12215. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público. NBR 12216. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de estação de reservatórios de distribuição de água. NBR 12217. Rio de Janeiro, 1994. __________. Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público. NBR 12218. Rio de Janeiro, 1994. __________. Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil. NBR 5567. Rio de Janeiro, 1980. Teoria das Estruturas III Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: O aluno deve ser capaz de analisar e interpretar os esforços atuantes nos elementos estruturais. Aprender e interpretar os princípios físicos aplicáveis às estruturas e analisar as condições de equilíbrio. Aplicar os métodos de análise para as estruturas hiperestáticas e desenvolver a capacidade de interagir o conhecimento teórico das estruturas e sua utilização no desenvolvimento de projetos. EMENTA: Conceitos gerais sobre as estruturas hiperestáticas. Método dos Trabalhos Virtuais. Método das Forças. Método da Flexibilidade para a análise de vigas, treliças e pórticos hiperestáticos. Método da Rigidez para a análise de vigas, pórticos e arcos hiperestáticos. Introdução ao Método dos Elementos Finitos aplicados na análise de elementos e/ou sistemas estruturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SORIANO, H. L.. “Análise de Estruturas – Método das Forças e Método dos Deslocamentos”. 2. edição - Ciência Moderna, 2006. 304 p., ISBN 85-7393-511-1. HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p. HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall, 2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0 BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição – McGraw-Hill, 1994. BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996. CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6118 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimentos - ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 8800 - Projetos e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios - ABNT, 1986 TRANSPORTES II – ESTRADAS Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Apresentar aos alunos os elementos de escolha do traçado e projeto de rodovias e ferrovias. Aplicar as informações obtidas para projetar trechos de vias, inclusive interseções, e aplicar noções sobre movimentos da terra e equipamentos de terraplenagem. Apresentar os elementos de drenagem superficial e de drenagem subterrânea. Apresentar as relações entre a drenagem e o comportamento de obras de rodovias. Dimensionar os elementos de drenagem. Apresentar ao aluno a tecnologia do uso de sinalizações rodoviárias para vias rurais e urbanas. EMENTA: Escolha do traçado de rodovias. Representação gráfica do projeto. Elementos para projeto geométrico. Curvas horizontais. Superelevação. Curvas circulares com transição. Perfil longitudinal: rampas e curvas. Seções transversais: elementos, dimensões, distribuição de superelevação. Terraplenagem: movimentos de terra e equipamentos. Drenagem superficial. Drenagem subterrânea. Codificação da malha rodoviária. Sinalização horizontal de advertência e regulamentação - vias rurais. Sinalização vertical de advertência e regulamentação - vias rurais. Sinalização indicativa. Dimensões e viabilidade. Dispositivos de segurança, informação e controle. Projeto da sinalização. Sinalização viária urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AASHTO - American Association of State Highway and Transportation Officials. A Policy on Geometric Design of Highways and Streets. 2011. 912 p. BALBO, J.T. – Pavimentação Asfáltica: Materiais, Projeto e Restauração. Oficina de Textos, 2007. PIMENTA, C.R.T. & OLIVEIRA, M.P. Projeto Geométrico de Rodovias. Editora Rima. 198p. 2001. SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume I. São Paulo: Editora Pini, 2001. 761p SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume II. São Paulo: Editora Pini, 2001. 672p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DNER - Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de Janeiro. 1999. 195p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de hidrologia básica para estruturas de drenagem. Rio de Janeiro. 2005. 133p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro. 2006. 333p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de pavimentação. Rio de Janeiro. 2006. 274p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de gerência de pavimentos. Rio de Janeiro. 2011. 189p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de sinalização rodoviária. Rio de Janeiro. 2010. 412p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ FERNANDES, JR., J.L.; MARQUES, J.R.F. & BERTOLLO, S. A. M. Projeto Geométrico de Vias com Auxílio do Programa Computacional InRoads. Publicação da Escola de Engenharia de São Carlos, USP. 1998. 68p. BERNUCCI, L.B.; MOTTA, L.M.G.; CERATTI, J.A.P. e SOARES, J.B. – Pavimentação asfáltica : formação básica para engenheiros – Rio de Janeiro ,2006. Disponível em: http://www.proasfalto.com.br/07_download.htm HAESTED. Computer Applications in Hydraulic Engineering. Haested Press. 2002. INTERGRAPH. InRoads. Reference Guide. 2 volumes, 1995. CRONEY, D.; CRONEY, P. Design and Performance of Road Pavements. McGraw-Hill, 1997. HUANG, Y.H. Pavement Analysis and Design. Prentice Hall, 1993. MEDINA, J.; MOTTA, L.M.G. Mecânica dos Pavimentos. COPPE-UFRJ, 2006.. 90 PERÍODO MECÂNICA DOS SOLOS II– CLASSIFICAÇÃO/TENSÕES Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: O objetivo do curso na sua parte inicial é fornecer aos alunos os conceitos, propriedades e parâmetros necessários ao reconhecimento dos solos identificando-os e classificandoos do ponto de vista geotécnico, ou seja, familiarizar os alunos com elementos usuais da análise do comportamento dos solos ao problema de engenharia. Serão apresentados os ensaios normalizados e logo em seguida passa-se aos problemas práticos de mecânica dos solos, estudo das obras de terra e as relações tensões de formações dos solos, sendo estes necessários ao estudo das fundações. EMENTA: Obras de terra. Recalque dos solos. Tensões geostáticas e devidas a sobre cargas. Terraplenagem. Compactação Pavimentação BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO, HP. Mecânica dos Solos e suas Aplicações V. 1, V. 2 e V. 3 - Editora Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1987. PINTO, C.S. - Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas - Oficina de Textos - São Paulo, 2000. VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos, Editora McGraw-Hill do Brasil - São Paulo, 1978. MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos, 2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. 3 Exs. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABGE, Geologia de Engenharia - Editores Antonio Manoel dos Santos Oliveira, Sérgio Nertan Alves de Brito. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. TRANSPORTES III – TRÁFEGO, SINALIZAÇÃO E GERÊNCIA Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Conceituar pavimentação rodoviária e fornecer conhecimentos que capacitem o aluno reconhecer, caracterizar e determinar propriedades dos materiais do subleito e dos materiais usados na construção do pavimento, calcular o carregamento do tráfego, conceber e dimensionar a estrutura do pavimento, avaliar as condições de pavimentos em uso e propor medidas para o seu reforço ou restauração. EMENTA: Introdução e conceituação de pavimentos. Pavimentos flexíveis e rígidos. Conceitos básicos de mecânica dos solos aplicados à geotecnia de estradas. Controle de compactação. Fatores que governam o comportamento dos pavimentos flexíveis. Ruína estrutural: deformações permanentes e fadiga. Ruína funcional: conforto e segurança de rolamento, e conceitos de serventia e irregularidade. Ensaios para a determinação do comportamento dos materiais. Ensaios de compressão simples e diametral, índice de suporte Califórnia (CBR). Módulo de resiliência. Classificações de solos. Classificações Unificada, HRB e Metodologia MCT. Estudo do subleito. Investigação, reconhecimento e exploração do subleito, prospecção e avaliação de jazidas, ensaios de campo e laboratório. Determinação do perfil longitudinal e CBR de projeto. Camadas de reforço, sub-base e base. Bases estabilizadas granulometricamente, composição granulométrica e método de Rothfucs. Macadames hidráulico e betuminoso e bases de solo-cimento. Escolha de materiais e definição de parâmetros de projeto. Revestimentos asfálticos. Materiais pétreos e ligantes, tratamentos superficiais e concretos asfálticos. Estudo do carregamento veicular. Tipos de veículos, tráfego, equivalência de cargas e definição do número de solicitações equivalentes. Concepção e dimensionamento de pavimentos. Análise mecanística de pavimentos. Princípios, modelos de fadiga, cálculo de tensões e deformações, e dimensionamento do pavimento. Avaliação funcional e estrutural de pavimentos em uso. Principais defeitos nos pavimentos flexíveis. Sistemas de Gerência de Pavimentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AASHTO - American Association of State Highway and Transportation Officials. A Policy on Geometric Design of Highways and Streets. 2011. 912 p. BALBO, J.T. – Pavimentação Asfáltica: Materiais, Projeto e Restauração. Oficina de Textos, 2007. PIMENTA, C.R.T. & OLIVEIRA, M.P. Projeto Geométrico de Rodovias. Editora Rima. 198p. 2001. SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume I. São Paulo: Editora Pini, 2001. 761p SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume II. São Paulo: Editora Pini, 2001. 672p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DNER - Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de Janeiro. 1999. 195p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de hidrologia básica para estruturas de drenagem. Rio de Janeiro. 2005. 133p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro. 2006. 333p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de pavimentação. Rio de Janeiro. 2006. 274p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de gerência de pavimentos. Rio de Janeiro. 2011. 189p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ DNIT - Manual de sinalização rodoviária. Rio de Janeiro. 2010. 412p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/ FERNANDES, JR., J.L.; MARQUES, J.R.F. & BERTOLLO, S. A. M. Projeto Geométrico de Vias com Auxílio do Programa Computacional InRoads. Publicação da Escola de Engenharia de São Carlos, USP. 1998. 68p. BERNUCCI, L.B.; MOTTA, L.M.G.; CERATTI, J.A.P. e SOARES, J.B. – Pavimentação asfáltica : formação básica para engenheiros – Rio de Janeiro ,2006. Disponível em: http://www.proasfalto.com.br/07_download.htm HAESTED. Computer Applications in Hydraulic Engineering. Haested Press. 2002. INTERGRAPH. InRoads. Reference Guide. 2 volumes, 1995. CRONEY, D.; CRONEY, P. Design and Performance of Road Pavements. McGraw-Hill, 1997. HUANG, Y.H. Pavement Analysis and Design. Prentice Hall, 1993. MEDINA, J.; MOTTA, L.M.G. Mecânica dos Pavimentos. COPPE-UFRJ, 2006.. FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA I Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: Capacitar o aluno a escolher e dimensionar tipo de fundação mais indicado a cada situação prática, levando-se em consideração o perfil geotécnico, as cargas atuantes e os aspectos construtivos. Capacitar o aluno a conhecer os mecanismos de ruptura de solos, dimensionando a obra de contenção mais indicada a cada caso. EMENTA: Sondagens. Fundações. Introdução ao estudo de fundações. Fundações direta. Fundações indireta. Escolha do tipo de fundação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos, 2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. BOTELHO, Manoel Henrique Campos; CARVALHO, Luis Fernando Meirelles. Quatro edifícios, cinco locais de implantação, vinte soluções de fundações. São Paulo: Blucher, 2007. 154 p., il. ISBN 978-85-212-0418-3. 5 Exs. CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. LTC, 1981. SCHNAID, F. - Ensaios de Campo e Suas Aplicações à Engenharia de Fundações. - São Paulo: Oficina de Textos, 2000. BOWLWS, J.B. Foundation Analysis Design - Mac Graw Hill, 1977 TCHEBOTARIOFF, G.P. Fundações, Estruturas de Arrimos e Obras de Terra. Mac Graw Hill, 1987 VARGAS, M. Fundações de Edifícios, Publicação Poli-Usp, 1981 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO, A. - Caderno De Muros De Arrimo - São Paulo - Edgard Blücher, 1890. HACHICH, W - Fundações: Teoria E Prática - São Paulo - Pini, 1996. VELLOSO, D.A. - Fundações - Rio De Janeiro - Coppe/Ufrj - 2º Edição, 1996. PONTES E GRANDES ESTRUTURAS I Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: O curso de pontes visa formar profissionais de nível superior, para dimensionar os elementos estruturais de pontes em concreto armado e concreto protendido, através do conhecimento dos processos de cálculo, de execução e dos materiais básicos empregados. EMENTA: Estabilidade das Estruturas. Pontes. Elementos constituintes. Materiais e sistemas estruturais utilizados na construção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Blucher, 2008. 237 p., il. ISBN 978-85-212-0440-4. BUCHAIM, Roberto. Concreto protendido: tração axial, flexão simples e força cortante. Londrina: Eduel, 2007. 256 p., il. ISBN 978-85-7216-464-1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Pontes Metálicas e Mistas em Viga Reta - Jayme Mason Pontes em Concreto Armado - Walter Efeil Pontes em Concreto Armado e Protendido - Jayme Mason SANEAMENTO BÁSICO II Carga Horária 60 H/a OBJETIVOS: O objetivo principal é proporcionar aos alunos critérios, fundamentos, senso prático e discernimento para elaborar projetos de saneamento básico para áreas urbanas e rurais. EMENTA: Tecnologia dos Materiais de Construção Civil utilizados em Engenharia Sanitária. Tecnologia dos Produtos Químicos e Bioquímicos utilizados na Engenharia Sanitária. Instalações, Equipamentos, Dispositivos e Componentes da Engenharia Sanitária. Avaliação de Impactos Sanitários no Ambiente. Controle de Vetores Biológicos Transmissores de Doenças BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO NETTO, J. M. Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água. In: AZEVEDO, J.M. (Coord.). Técnicas de abastecimento e tratamento de água. 3. ed. São Paulo: CETESB/ASCETESB, 1987. v. 2, cap. 16, p. 15-30. BRASIL. Portaria MS nº 2914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. D.O. da República Fed. do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 2011. DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Associação brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental & Luiz di Bernardo, 2 v, & Luiz di Bernardo, 2 v, Rio de Janeiro, 2005. 1556 p. MANUAL DE SANEAMENTO. 3 ed. rev. 2ª reimp. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2007. 408p. RICHTER, A.C.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água. Tecnologia atualizada. 1. ed. SP: Ed. Blücher, 1991, 332p. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. Dep. Eng. Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006. 643p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Estudos de concepção de sistemas públicos de abastecimento de água. NBR 12211. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público. NBR 12213. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de sistemas de bombeamento de água para abastecimento público. NBR 12214. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de adutora de água para abastecimento público. NBR 12215. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público. NBR 12216. Rio de Janeiro, 1992. _________. Projeto de estação de reservatórios de distribuição de água. NBR 12217. Rio de Janeiro, 1994. __________. Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público. NBR 12218. Rio de Janeiro, 1994. __________. Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil. NBR 5567. Rio de Janeiro, 1980. SISTEMAS ESTRUTURAIS III – ESTRUTURAS DE MADEIRA Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Estruturas de madeira: o objetivo do curso de “estruturas de madeira” é tornar possível ao aluno analisar, discutir, acompanhar, dimensionar e executar peças estruturais em madeira. Após o curso, o aluno deve ser capaz de formalizar um roteiro de cálculo, analisar os esforços e dimensionar com segurança, técnica e economia, os elementos básicos de madeira, tais como vigas, pilares, ligações e outros. EMENTA: Estabilidade das Estruturas. Estruturas de Madeira. Dimensionamento e projetos de elementos de estruturas de madeira: barras tracionadas, comprimidas, à flexão, à flexocompressão, flexão oblíqua e ligações em estruturas de madeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL, W. Estruturas de aço. 5. ed. [S.l.]: LTC, 1992. v. 1. 284 p. ROCHA, Aderson Moreira da. Concreto armado. 8 - 1 r. São Paulo: Nobel, 1991. v. 4. ROCHA, Aderson Moreira da. Novo curso prático de concreto armado. 17. ed. Rio de Janeiro: Científica, 1980. v. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: QUEIROZ, GILSON. Elementos de estruturas de aço. 100 PERÍODO TRANSPORTES IV – AÉREO, FERROVIÁRIO E FLUVIAL/MARÍTIMO Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Habilitar o profissional a identificar os aspectos gerais do transporte marítimo e fluvial bem como as técnicas para planejamento de portos e terminais necessários para a sua operação. Capacitar para acompanhar projetos como planejador de transportes. Habilitar para reconhecer os aspectos gerais que caracterizam o avião como veículo de transporte aéreo. Habilitar a projetar e acompanhar a construção algumas das facilidades do aeródromo. Capacitar para a análise de projetos e participação de equipe de concepção, projeto e construção de aeródromos. Conhecer detalhes específicos do transporte ferroviário de forma complementar as informações obtidas em outras disciplinas. Aplicar os conhecimentos obtidos a estudos e operação de ferrovias. Ampliar os conceitos sobre sistemas de transporte, em especial os modos de transporte público urbano. Mostrar as perspectivas de pesquisas e projetos envolvendo a área de transporte público urbano. EMENTA: Desempenho do avião. Configuração do aeródromo. Comprimento e orientação de pista. Projeto geométrico do aeródromo. Noções de navegação e auxílios. Zonas de proteção do espaço aéreo. Pavimentação. Aspectos gerais do transporte marítimo e fluvial. Noções de logística. O processo de planejamento de portos e terminais para o transporte hidroviário. Modelos e técnicas analíticas. Terminais, equipamentos e instalações portuárias. Introdução. História do transporte ferroviário no Brasil. Transporte ferroviário de cargas - perspectivas econômicas. Transporte ferroviário de passageiros perspectivas econômicas. Os veículos - componentes e nomenclatura - tipos de veículos. A via permanente - gabarito de via - geometria da via - estrutura da via. Estações e pátios de classificação. Terminais ferroviários de passageiros. Terminais ferroviários de cargas. Sistemas de controle de tráfego ferroviário. Operação e desempenho de trens - Simulador de marcha do trem. Capacidade de vias férreas. Introdução. Conceitos e definições. Tecnologias de transporte público urbano. Eficácia do transporte público urbano - nível de serviço, eficiência do transporte público urbano. Custos e tarifação. Avaliação de projetos, aspectos sociais e impactos sobre o meio. O transporte público nas cidades pequenas e médias. Programação da operação. Levantamentos e pesquisas. Planejamento físico BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NOVAES, A. G. N. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. São Paulo, Pioneira, 1994. NOVAES, A. G. N. Economia e tecnologia de transporte marítimo. Rio de Janeiro, Almeida Neves, 1976. FERRAZ, A.C.P. Transporte público urbano – Editora Rima (2002). HORONJEFF, R. Mc KELVEY HORONJEFF, R. Planning and Design of Airports, 4/e, Mc Graw-Hill, New York, 1993. ALFREDINI, P. Obras de gestão de portos e costas: a técnica aliada ao enfoque logísticoambiental. São Paulo: Edgad Blücher, 688p., 2005. SÓRIA, Manoel H. A. - Notas de Aula de Transporte Aéreo e Aeroportos, Fascículos, EESC-USP, São Carlos, datas diversas. ESVELD, Coenraad - Moden Railway Track, Plassed & Theurer, American Railway Enginnering Associaton, Bulletins, 1991. PORTO, Telmo Giolito - A Infraestrutura da Via Férrea, Dissertação de Mestrado, EPUSP, São Paulo, 1984. VUCHIC, Vukan R. - Urban Public Transportation System and Technology, Prentice Hall, Englewood Cliffs, N.J., 1981. MORLOCK, E.K. Introduction to transportation engeneering and planning. New York, McGraw Hill, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SÓRIA, M. H. A. Notas de aula de Aeroportos: Introdução à mecânica de locomoção do avião, Desempenho em cruzeiro: Comprimento de pista; Orientação de Pista; Projeto geométrico. Escola de Engenharia de São Carlos, 2003. ALMEIDA, Carlos E. de. Obras de Transposição de Desnível em Barragens de Aproveitamento Múltiplo. Tese de doutorado apresentada à EPUSP, Universidade de São Paulo, São Paulo, 353p, 1968. ALMEIDA, C. E. de; BRIGHETTI, G. Navegação Interior e Portos Marítimos. v.1, EPUSP, São Paulo, 142p, 1997. GRAF, W.H; ALTINAKAR, M.S. Fluvial Hydraulics. John Wiley and Sons, Inc., Chichester e New York, x,682p, 1998. ASHFORD, N.; WRIGHT, Airport Engineering, 3nd ed., John Wiley, New York, 1993. BRANCH, A. E. Elements of port operation and management. London, New York, Chapman and Hall, 1986. FRANKEL, E. G. Port planning and development. New York, Wiley, 1987. HILLIER, F. S. & LIEBERMAN G. J. Introdução à pesquisa operacional. Rio de Janeiro. Campus/EDUSP, 1988. MASON, J. Obras portuárias. Rio de Janeiro, Ed. Campos, 1981. QUINN, A. Design and construction of ports and marine structures. 2. ed. New York, McGraw-Hill, 1972. SILVA, A. N. R. Portos e Vias Navegáveis - Notas de Aula. São Carlos, Universidade de São Paulo - Publicação 062/95, julho de 1995. WAGNER, H. M. Pesquisa operacional. 2a. ed. Rio de Janeiro, Prentice-Hall, 1986. WRIGHT, P. H. & ASHFORD, N. J. Transportation engineering planning and design. 3a. ed. New York, Wiley, 1989. PORTO, Telmo Giolito - Apostila da Disciplina PTR2501 - Ferrovias - EPUSP, PTR, São Paulo, 2004. MECÂNICA DOS SOLOS III - APLICAÇÕES Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Neste curso serão desenvolvidos itens, cujos conhecimentos são primordiais para a estabilidade das obras que envolvem a engenharia dos solos. Os temas abordados serão importantes porque servirá de base para a realização de cálculo e análise da estabilidade de taludes, muros de arrimo e estruturas de fundações. Introdução à tecnologia de solos tropicais. EMENTA: Sistemas, Métodos e Processos da Geotécnica. Sistemas, Métodos e Processos da Mecânica dos Solos. Sistemas, Métodos e Processos da Mecânica dos Solos das Rochas. Estudo do cisalhamento do solo. Hidráulica de solos Compressibilidade e recalques. Adensamento. Tecnologia de solos tropicais. Sondagens. Obras de Terra.Contenções. Túneis. Poços. Taludes. Barragens. Diques. Atividades em laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ORTIGÃO, J.A.S. - Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos - Rio de Janeiro. Livros Técnicos e Científicos , 1993 NOGAMI, J. S., Vilibor, D - Pavimentação de Baixo Custo com Solos Lateríticos - São Paulo, Editora Villibor, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ORTIGÃO, J. A. R. Caderno de exercícios de introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. 2. ed. [S.l.]: LTC, 1995. 62 p. SISTEMAS ESTRUTURAIS IV – ESTRUTURAS METÁLICAS Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Estruturas metálicas : o objetivo do curso de “estruturas metálicas” é tornar possível ao aluno analisar, discutir, acompanhar, dimensionar e executar peças estruturais em aço . Após o curso, o aluno deve ser capaz de formalizar um roteiro de cálculo, analisar os esforços e dimensionar com segurança, técnica e economia, os elementos básicos de aço, tais como vigas, pilares, ligações e outros. EMENTA: Estabilidade das Estruturas. Estruturas Metálicas. Dimensionamento e projetos de elementos de estruturas metálicas: barras tracionadas, comprimidas, à flexão, à flexocompressão, flexão oblíqua e ligações em estruturas de aço.Estruturas de Outros Materiais BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL, W. Estruturas de aço. 5. ed. [S.l.]: LTC, 1992. v. 1. 284 p. ROCHA, Aderson Moreira da. Concreto armado. 8 - 1 r. São Paulo: Nobel, 1991. v. 4. ROCHA, Aderson Moreira da. Novo curso prático de concreto armado. 17. ed. Rio de Janeiro: Científica, 1980. v. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: QUEIROZ, GILSON. Elementos de estruturas de aço. PONTES E GRANDES ESTRUTURAS II Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: O curso de pontes visa formar profissionais de nível superior, para dimensionar os elementos estruturais de pontes em concreto armado e concreto protendido, através do conhecimento dos processos de cálculo, de execução e dos materiais básicos empregados. EMENTA: Normas brasileiras. Projetos de pontes em concreto armado, concreto protendido, em estruturas metálica e mistas. Grandes Estruturas BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Blucher, 2008. 237 p., il. ISBN 978-85-212-0440-4. BUCHAIM, Roberto. Concreto protendido: tração axial, flexão simples e força cortante. Londrina: Eduel, 2007. 256 p., il. ISBN 978-85-7216-464-1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Pontes Metálicas e Mistas em Viga Reta - Jayme Mason Pontes em Concreto Armado - Walter Efeil Pontes em Concreto Armado e Protendido - Jayme Mason FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA II Carga Horária 80 H/a OBJETIVOS: Capacitar o aluno a escolher e dimensionar tipo de fundação mais indicado a cada situação prática, levando-se em consideração o perfil geotécnico, as cargas atuantes e os aspectos construtivos. Capacitar o aluno a conhecer os mecanismos de ruptura de solos, dimensionando a obra de contenção mais indicada a cada caso. EMENTA: Estabilidade de taludes. Empuxos de terra. Estrutura de arrimo. Obras de Terra. Contenções BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos, 2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. BOTELHO, Manoel Henrique Campos; CARVALHO, Luis Fernando Meirelles. Quatro edifícios, cinco locais de implantação, vinte soluções de fundações. São Paulo: Blucher, 2007. 154 p., il. ISBN 978-85-212-0418-3. 5 Exs. CAPUTO, H.P. Mecânica Dos Solos E Suas Aplicações. LTC, 1981. SCHNAID, F. - Ensaios de Campo e Suas Aplicações à Engenharia de Fundações. - São Paulo: Oficina de Textos, 2000. BOWLWS, J.B. Foundation Analysis Design - Mac Graw Hill, 1977 TCHEBOTARIOFF, G.P. Fundações, Estruturas de Arrimos e Obras de Terra. Mac Graw Hill, 1987 VARGAS, M. Fundações de Edifícios, Publicação Poli-Usp, 1981 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO, A. - Caderno De Muros De Arrimo - São Paulo - Edgard Blücher, 1890. HACHICH, W - Fundações: Teoria E Prática - São Paulo - Pini, 1996. VELLOSO, D.A. - Fundações - Rio De Janeiro - Coppe/Ufrj - 2º Edição, 1996. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO Carga Horária 40 H/a OBJETIVOS: Fornecer fundamentação teórica adequada relativa às instalações elétricas prediais, além de fornecer subsídios para planejar, executar e analisar uma instalação elétrica em conformidade com as normas técnicas e de segurança. EMENTA: Aspectos gerais e essenciais de uma instalação elétrica predial e conceitos elementares de eletricidade. Fundamentos básicos de geração, transmissão, distribuição e utilização da energia. Normas de instalações elétricas. Símbolos de instalações prediais. Materiais elétricos. Dispositivos de proteção. Classificação, previsão de potência e distribuição dos pontos de utilização. Pontos de luz, comando, tomadas de uso geral e de uso específico. Distribuição de cargas, quadros de distribuição. Dimensionamento de condutores, eletrodutos e proteção da instalação elétrica predial. Aterramento e proteção contra choques elétricos. Proteção contra descargas atmosféricas. Projeto de instalação elétrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM, A.A.M.B. Instalações elétricas. São Paulo: Makron, 2003. CREDER, Hélio, Instalações Elétricas, 14 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002, 479p NERY, Norberto. Instalações Elétricas, 2 ed. São Paulo: Eltec Editora, 2003, 385p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BANDEIRANTE ENERGIA. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição – Edificação Coletiva. PT.PN.03.24.0002.www.edp.com.br BANDEIRANTE ENERGIA. Padrões de Ligação Individual em Baixa Tensão. www.edp.com.br LIMA Filho, Domingos L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais, 9ed. São Paulo: Érica, 2001, 254p. NBR 5410/04 -Instalações Elétricas em Baixa Tensão NBR 5419/01 -Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO – TFG Carga horária 120 H/a OBJETIVOS: Capacitar o aluno a realizar um trabalho de síntese e integração que aprofunde e aproxima a prática a temas dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. EMENTA: O aluno concluinte do Trabalho Final de Graduação deverá concluir, juntamente com seu orientador e supervisão da Coordenação, diversas tarefas relacionadas com as atividades rotineiras do Curso para que possa ampliar e aprofundar os conhecimentos adquiridos durante as aulas teóricas e práticas das disciplinas ministradas. O aluno será avaliado por suas capacidades científicas, tecnológicas e de comunicação e expressão através de relatório que apresente: Tema e sua importância, Definições, Introdução, Revisão Bibliográfica, Objetivos, Metodologia, Análise e Discussão dos Resultados, Conclusões, Contribuições, Trabalhos Futuros e Referências Bibliográficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002. MALERBO, M.B. e PELÁ, NT.R. Apresentação escrita de trabalhos científicos. Ribeirão Preto: Holos, 2003. 98 p. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. ampl. e ver. São Paulo: Cortez, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: VARGAS, M. Metodologia da pesquisa científica. Rio de Janeiro: Globo, 1995. NORMAS DE TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO (TFG) - UNITAU, 2013. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Carga horária 360 H/a OBJETIVOS: Permitir ao aluno uma oportunidade de integração na relação empresa-escola propiciando-lhe maior desenvoltura técnica, social e humanística no segmento da engenharia civil. EMENTA: Atividades desenvolvidas em Empresas e Indústrias, da iniciativa privada e/ou Pública da região, com supervisão de um professor da área, proporcionando ao aluno vivência significativa da realidade e da prática profissional. Redação e formatação final do Relatório de Estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NORMA Central de Estágio da UNITAU. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NORMAS Técnicas relativas ao trabalho específico a ser desenvolvido pelo aluno. 3 INTEGRAÇÃO ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO A indissolubilidade dos pilares ensino, pesquisa e extensão garante a formação de profissionais preocupados em adquirir, manter e expandir conhecimentos e habilidades que lhes favoreçam plena realização pessoal e efetiva inserção de seu trabalho na promoção do bem-estar social. Assim, com o intuito de promover a articulação entre esses três pilares, o Departamento, a Coordenação e os professores do Curso de Engenharia Civil, operacionalizam: Programas/Projetos de Extensão (apresentados no Relatório de Atividades Relevantes Trabalhos de Graduação (apresentados no Relatório de Atividades Relevantes) Estágio Supervisionado