ENGENHARIA CIVIL
1. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
1.1 Histórico e descrição do Departamento de Engenharia Civil
A Escola de Engenharia de Taubaté foi autorizada a funcionar por meio do parecer CFE
no 116/62, de 04/08/1962. Na época, a mantenedora da Escola era a Associação Civil de
Ensino, que ministrava cursos nas áreas de Engenharias Civil, Elétrica e Mecânica. Com
a instalação da Universidade de Taubaté, em 1976, os três cursos de Engenharia
passaram a integrar sua estrutura administrativa.
A Universidade de Taubaté encontra-se privilegiadamente instalada em uma região
formada por áreas rurais e urbanas que inclui setores industriais e em processo de
metropolização, de estâncias climáticas e balneários, e, ainda de áreas voltadas ao
turismo rural e religioso.
O Departamento conta com dois cursos: Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e
Sanitária.
O curso de Engenharia Civil foi reconhecido pelo Decreto Federal 47088 de 11/11/1966,
e sua última renovação de reconhecimento foi feita pela portaria CEE/GP - 67/2013 de
28/02/2013, por 5 anos.
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária foi oficialmente reconhecido pela Portaria
CEE/GP nº 105/02, de 27/03/02, e a última renovação de reconhecimento pela Portaria
CEE/GP nº 234/11, de 27/5/11 por 03 (três) anos. Atualmente a composição curricular do
curso está regulamentada pela Deliberação CONSEP 265/2009, que dispõe sobre a
alteração do Currículo Pleno do Curso de Graduação em Engenharia Civil, e pela
Deliberação CONSEP 144/2012, que altera o currículo do Curso de Engenharia Civil para
regime seriado semestral.
O curso compõe-se de dois ciclos. O primeiro, denominado Ciclo Básico, abrange os
quatro primeiros semestres do curso, e são lecionados os conhecimentos comuns a
todas as especializações em Engenharia. Constitui-se de disciplinas de formação
universitária geral, com ênfase em ciências exatas. O segundo, denominado Ciclo
Profissional, constitui-se de disciplinas de formação específica do curso e proporciona
uma formação bastante ajustada às necessidades do mercado de trabalho na região e em
todo o País.
1.2 Gestão Acadêmica
1.2.1 Diretor do Departamento
1.2.2 Eder Salim Minhoto
Titulação: Mestre
1.2.3 Conselho do Departamento (CONDEP)
Professores: Me. Eder Salim Minhoto – Presidente
Me. Alex Thaumaturgo Dias
Me. Flávio Pedrosa Dantas Filho
Me. Leonardo do Nascimento Lopes
Dra. Maria da Conceição Rivoli Costa
Dr. Sérgio Bezerra de Menezes Rodrigues
Funcionários: Sandra Regina da Cunha
Edson Marcos de Moura
Alunos: Carla Gomes Beijo
Fábio Silva Rezende
1.2.4 Coordenações:
Coordenador de Estágio: Prof. Me. Sérgio Luiz Lousada
Coordenadora de T. F.G. : Profa. Dra. Maria da Conceição Rivoli Costa
Coordenador Pedagógico: Prof. Me. Álvaro Andrade de Rezende
1.3 Recursos Humanos
1.3.1Secretaria
Sandra Regina da Cunha – Secretária
Edson Marcos de Moura – Auxiliar Administrativo
Paulo Roberto Cardoso – Auxiliar Administrativo
O horário de funcionamento da secretaria é de segunda a sexta-feira das 8h às 12h,
das
14h às 17h e das 18h às 22h. Aos sábados, das 7h30 à s 11h.
1.3.2 Corpo docente
As disciplinas referem-se à lecionada pelo professor no curso de Engenharia Civil (3º , 4º
e 5ºanos) e a carga horária refere-se ao total na Instituição.
Nome completo (*)
Alex Thaumaturgo Dias
Titulação
(**)
Mestre
Regime
de
trabalho
(***)
Disciplina(s)
Hidráulica II
Integral Fundações e Obras de Terra
Horas/
aula
seman
ais
40
Trabalho Final de Graduação
Álvaro Andrade de Rezende
Mestre
Mecânica dos Solos I
Integral Mecânica dos Solos II
Trabalho Final de Graduação
Teoria das Estruturas II
Anselmo Monteiro Ilkiu
Doutor
Parcial
Antonio Cláudio Testa Varallo
Mestre
Topografia
Integral Trabalho Final de Graduação
Antonio Wanderley Terni
Doutor
Parcial
Trabalho Final de Graduação
40
22
40
Sistemas Estruturais II
Pontes e Grandes Estruturas
26
Trabalho Final de Graduação
Artur Luiz Rezende Pereira
Mestre
Parcial
Teoria das Estruturas I
24
Nome completo (*)
Augustinho Ribeiro da Silva
Carlos Eduardo Reis
Rezende
Titulação
(**)
Regime
de
trabalho
(***)
Disciplina(s)
Mestre
Integral Economia
Mestre
Parcial
Horas/
aula
seman
ais
40
Ciências Humanas e Legislação Profissional
Urbanismo
Carlos Eugênio Monteclaro
César Junior
Mestre
Integral Trabalho Final de Graduação
40
Conforto Ambiental
Flávio Pedrosa Dantas
Mestre
Integral
Materiais de Construção Civil
40
Instalações Prediais
Trabalho Final de Graduação
Gerson Geraldo Mendes
Faria
Mestre
Horista
Jairo Cabral Junior
Mestre
Parcial
Projetos de Arquitetura
30
Trabalho Final de Graduação
Sistemas Estruturais I
José Guido Damilano
Doutor
Parcial
Trabalho Final de Graduação
17
Técnicas de Construção Civil
Luiz Antonio Perrone Ferreira
de Brito
Doutor
Integral
Marcelo dos Santos Targa
Doutor
Integral Hidrologia Aplicada
Maria da Conceição Rivoli
Costa
Doutora
Horista
Nilson Franco Martins
Doutor
Parcial
Paulo Fortes Neto
Trabalho Final de Graduação
40
40
Metodologia Científica
Doutor
Trabalho Final de Graduação
Transportes I
Trabalho Final de graduação
Sistemas de Coleta, Afastamento e
Integral Tratamento de Efluentes Sólidos
Trabalho Final de Graduação
40
16
40
Topografia
Paulo Sérgio dos Santos
Graduado
Parcial
Transportes II
24
Hidráulica
Mecânica dos Solos
Roberto José Falcão Bauer
Sérgio Bezerra de Menezes
Rodrigues
Especiali
sta
Parcial
Materiais de Construção Civil
17
Trabalho Final de Graduação
Transportes II
Mestre
Parcial
Transportes III
17
Trabalho Final de Graduação
Sérgio Luiz Lousada
Mestre
Integral Adm. e Gerenciamento na Construção Civil
40
Nome completo (*)
Titulação
(**)
Regime
de
trabalho
(***)
Disciplina(s)
Horas/
aula
seman
ais
Projetos de Engenharia Civil
Trabalho Final de Graduação
Saneamento Básico I
Vanessa Villalta Lima Roman
Mestre
Parcial
23
Saneamento Básico II
Trabalho Final de Graduação
*
Todos os docentes devem ter Curriculum Lattes registrado no CNPq para possibilitar verificação das informações prestadas, por
parte dos especialistas.
** Doutor, Mestre, Especialista ou Graduado.
*** Integral=40h/a, Parcial>=20h/a ou Horista<20h/a.
1.3.3 Docentes segundo a titulação para cursos de bacharelado e/ou de licenciatura
(Deliberação CEE 55/06):
TITULAÇÃO
Graduados
Especialistas
Mestres
Doutores
TOTAIS
Pós-doutorado (**)
Nº
01
01
13
08
23
%
4,3
4,3
56,5
34,9
100%
1.3.4 Pessoal de apoio
O Curso de Engenharia Civil conta com técnicos para os laboratórios, com o apoio de
funcionários do setor de limpeza e com a assistência da Diretoria de Obras e Manutenção
para todos os tipos de manutenção predial. Conta também com o apoio do Diretório
Acadêmico Romeu Haik composta por alunos da graduação dos cursos de Engenharia
Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária.
1.4 Estrutura administrativa e de apoio acadêmico
1.4.1 Salas de aula
No Departamento há 15 (quinze) salas de aula com 60 a 80 lugares.
1.4.2 Salas e ambientes específicos
Em sua estrutura, o Departamento conta com um auditório de 250 lugares equipado com
sistema de som, computador, datashow e internet, além de secretaria, sala dos
professores, sala para TFG, salas para o Diretório Acadêmico e Atlética, sala para xerox e
estacionamento para professores e funcionários.
1.4.3 Laboratórios
Laboratório de Topografia (48 m2)
Situado no campus das Ciências Agrárias, é dirigido à disciplina Topografia do curso de
Engenharia Civil e à disciplina Topografia e Cartografia do curso de Engenharia Ambiental
e Sanitária, e conta com diversos equipamentos, como:
1
GPS - Geodésico
1
GPS - Navegação
5
Estações totais
12
Teodolito eletrônico
9
Teodolito com leitura Vernier
6
Níveis semi-automáticos
16
Níveis automáticos
20
Planímetros
Laboratório de Mecânica dos Solos (120,67 m2)
Estruturado para atender os curso de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e
Sanitária, este laboratório possui os equipamentos abaixo relacionados, para os ensaios,
orientando as disciplinas Mecânica dos Solos I, II, Gelogia da Engenharia e Geotecnia
Ambiental.
1
Estufa elétrica (200°C)
1
Secador de amostras com lâmpada infra-vermelho
1
Prensa de adensamento tipo Bischop
1
Prensa manual para ensaio de compressão simples (300kgf)
1
Penetrômetro de solos com anel dinanométrico
1
Equipamento para classificação de solos MINI-CV
1
Equipamento para classificação de solos MCV
1
Equipamento para resistência de solos CBR
1
Equipamento para ensaio triaxial estático
1
4
1
6
1
1
1
1
1
Equipamento para ensaio triaxial dinâmico
Balanças eletrônicas
Agitador elétrico de peneiras
Aparelhos “Casagrande”
Extensômetro (50mm)
Destilador automático de água
Torno para modelagem de corpo de prova
Microcomputador com impressora
Aparelho dispersor de solos
Laboratório de CAE/CAD e Geoprocessamento (148,74 m2)
Equipado com diversos computadores, prepara os alunos para atender à demanda atual
de profissionais com conhecimentos em diversos softwares orientados para a área de
Engenharia.
1
Servidor IBM Processador Xeon 4 GB RAM tela 17”
35
Computadores Dell – Optiplex 7010 processador i5 3.2 Ghz, 4GB RAM Tela 17”
1 computador ITAUTEC Processador CORE 2 DUO 2.2 Ghz 2 GB RAM Tela 17”
1 computador HP Processador CORE 2 DUO 2.2 Ghz $ GB RAM tela 17”
2
Projetor multimídia
1
Câmera digital Sansung 2.0
2
Impressoras HP Deskjet
2
Scanner de mesa HP Scanjet IICX
1
Plotter HP DraftMaster
Laboratório de Física
Laboratório de uso comum com o Campus da Juta, equipado para atender aos cursos do
Departamento de Engenharia Civil, com:
02
Colchões de ar lineares com Unidades geradora de fluxo de ar
02
Fontes de alimentação
02
Cronômetros digital de 1 a 4 intervalos
02
Chaves inversoras
10
Sensores fotos células
10
Conjuntos de triangulação de forças com dinamômetros.
10
Osciloscópio-20mHz-duplo traço
13
Geradores de funções digital
11
Fontes de alimentação estabilizada
01
Multímetro Digital
27
Multímetros analógicos
16
Fontes reguladas de 0-15V.CC.
02
Aparelhos de Wander-Graft
20
Reostatos lineares - 1,4A. e 2,24A. – 1000W - 200 e 500 Ohms
10
Mesas de força c/ três jogos de pesos cada
04
Fontes reguladas de 9V. DC.
20
Pontes de fio
21
Bobinas de indutância.
06
Pilhas padrão 0-3,0 V.- 1.800VCC.
10
Conjuntos p/Exp.Lançamentos Horizontais feitos em madeira
01
Laboratório completo C.I Gtekit ck-10
02
Pront-o-Labor-PL551
01
Kit furadeira impacto. (Black e Decker)
04
Gaveteiros plásticos
03
Placas c/ suporte plástico no8060
12
Suportes de 70 cm
01
Balança Bawfau. (Alemã)
01
Contador Geiger. - Mod.6002 Auto-Control
01
07
47
20
22
10
17
14
19
09
10
10
13
30
16
42
10
09
06
10
05
10
10
38
38
22
08
01
01
01
01
01
01
03
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
Monitor individual radiação Auto-Control
Variador de voltagem V-AC.
Voltímetros V-DC.
Voltímetros V-CA.
Miliamperímetros mA-DC.
Miliamperímetros mA-AC.
Amperímetros A-AC.
Amperímetros A-DC.
Micro-amperímetros A-DC.
Conjunto de Balanças de Corrente
Anteparos
Caixas de madeira c/suportes para lâmpadas de 60W e 100W
Caixas de madeira com décadas de resistências
Pilhas de telefone 1,4 V-DC
Caixas de madeira com chaves tipo faca
Caixas de madeira para potenciômetros
Caixas de madeira para 2 potenciômetros
Caixas de madeira para transformador de 6V
Cronômetros analógicos de precisão
Caixas de madeira para instrumentos de painel
Diapasões elétrico
Dinamômetros 0-100Gf.
Dinamômetros 0-200Gf.
Micrômetros
Paquímetros
Trenas milimetradas
Réguas de aço de 60cm
Mesa de montagens
Ampola de Cuker. (Tubos de raios Catódicos)
Espectroscópio.
Eletroscópio 2o Kolbe
Turbina de Peltron no 2520
Compasso de declinação. (Alemã)
Galvanômetros
Aparato de Aerodinâmica
Eletroscópio. (Alemão)
Suporte em V. (Alemão)
Vacuometro c/tubo em U - no 3099
Marcador de compasso (Metrômetro)
Retificador 0-25V. (Alemão)
Fonte 0-25V. PHYWE
Aparato p/ demonst. da “Lei de Bernoulli“
Conjunto de pesos c/ estojo
Conjunto de ondas. (Alemão)
Gerador de corrente de ar
01
01
01
10
05
05
05
05
01
01
02
01
03
01
01
01
05
01
01
01
01
01
01
01
03
01
07
10
03
05
02
01
01
03
04
27
02
120
01
06
01
21
01
01
01
Balança Marte
Lâmpada p/ Exp. no 3 de Rauter
Aparatos de tubos de raios Catódicos Cross
Ganchos com lastros de 50g. p/ massa acoplável
Massas acopláveis de 50 g
Massas acopláveis de 100 g
Massas acopláveis de 150 g
Massas acopláveis de 200 g
Jogo de chaves de estrias-Tramontina
Jogo de chaves de boca-Tramontina
Ferro de solda 50W.-110V
Microcomputador XT c/ teclado e mouse
Mesa p/ Microcomputador
Escrivaninha c/ 3 gavetas
Prateleira em madeira 1,90x0,90
Morsa leiner
Jogo de pesos de Newton
Caixa de ferramentas, c/ acessórios
TV 20 Pol. – Mitsubishi
Vídeo cassete - GHV – 1240. Goldstar
Refrigerador Consul 280 l
Fogão à gás Semer 2 bocas c/ cota
Filtro de água potável-Santo Antonio
Retroprojetor 3M
Suporte p/ ferro de soldar
Mimiógrafo p/ duplicação de cópias
Cubas de plástico p/ Exp. Campo-elétrico
Becker
Funil
Armários de aço 1,90x0,90
Arquivos de aço c/4 gavetas
Máquina de escrever-Olivetti Linea98
Mesa de aço p/máquina Securiti
Escrivaninha c/ 2 gavetas
Módulos Estofados
Bancada de madeira c/ tampo em fôrmica
Mesa de madeira tipo professor
Banquetas de madeira
Mesa grande p/ reuniões de Profs
Cadeiras que acompanham a mesa
Bancada de madeira p/ Exp. em fórmica
Estantes com divisões e bandejas
CPU - AcerMate 450d
Monitor de Vídeo – PHILIPS 14 B c/ Mouse – ACER, teclado
Impressora DeskJet 500C – HP
12
600
05
01
04
11
10
01
01
01
01
12
20
30
10
03
01
10
19
10
19
12
02
04
01
02
01
01
01
01
01
10
07
01
04
01
Suportes em Madeira p/ Experiência. Balança de Corrente
Dados p/ Exp. Lançamento de Dados
Caixas de madeira c/ sup. Para lâmpadas de 60W e 100W
Caneta Pionner Laser Marca INFINITER
Caneta Laser Pointer
Bússolas Compass Magnetic Pocket model – 900
Bússolas Compass Magnetic WATCH STYLE
Quadro com Feltro
Quadro com Fórmica
Câmara Digital Marca – CASIO
Laser de hélio neonio-1MW, polarização aleatória c/ Fonte
Suportes em madeira p/ Exp. de Viscosidade
Tacos em madeira -20x20 – 2cm espessura
Placas de Eucatex perfuradas -20x20 2cm espessura
Cronômetros Mondaine Digital
Cadeiras Giratórias estofadas preta
Dector de gás Lorenzetti 110/220V
1 Metros
Réguas de aço de 30 cm milimetrada-RUMA
Tubos em vidro p/ Exp. de Ressonância
Réguas de aço de 30 cm milimetrada STANLEY
Trenas Milimetradas - 3m. STARRET
Cadeira estofada tecido cinza c/ rodas
Armário de aço c/ porta de vidro e fórmica na parte superior
Mesa p/ telefone em cerejeira
Armários em cerejeira c/ 2 portas
Escrivaninha c/ 4 gavetas em cerejeira
Aparelho de telefone Intelbrás
Microcomputador Pentium II 400, c/ 64 MB DIM, Kit 32X Ação, HD 4.3
Monitor SVGA 15, placa de rede NE 2000
Mouse, gabinete ATX, placa SVGA 4 MB AGP, drive 1.44, teclado
Suporte c/ 2 Bobinas p/ exp. Campo Mag. Terra
Suporte c/ 1Bobina p/ exp. Campo Mag. Terra
Gerador de Van de Graaf c/ Acessórios
Balanças - modelo 1000 – MARTE
Balança - modelo 1001 – MARTE
Laboratório de Química
Laboratório de uso comum com o Campus da Juta, equipado para atender aos cursos do
Departamento de Engenharia Civil, com:
05
Balão para destilação 1000 ml
8
Balão para destilação 500 ml
10
Balão para destilação 250 ml
10
Balão para destilação 100 ml
03
Balão volumétrico 1000 ml
06
15
07
08
12
04
07
10
09
03
10
08
02
05
08
06
05
05
10
09
02
02
02
02
08
10
12
12
16
04
08
09
Balão volumétrico 500 ml
Balão volumétrico 250 ml
Balão volumétrico 100 ml
Balão de fundo chato
Bastão de vidro
Bequer 2000 ml
Bequer 1000 ml
Bequer 600 ml
Bequer 500 ml
Bequer 250 ml
Bequer 100 ml
Bureta reta 50 ml
Cálice graduado 2000 ml
Cálice graduado 1000 ml
Cálice graduado 500 ml
Cálice graduado 250 ml
Condensador de ALLIHN (bola)
Condensador de GRAHAM (serpentina)
Condensador de LIEBIG (reto)
Cuba de vidro
Densimetro 0,700 - 1,000
Densimetro 1,000 - 1,500
Densimetro - 1,500 - 2,000
Dessecadores
Erlenmeyer de 500 ml
Erlenmeyer de 250 ml
Erlenmeyer de 125 ml
Funil analítico
Funil de decantação
Kitassato de 500 ml
Kitassato de 250 ml
Picnômetro
Laboratório de Água e Efluentes Líquidos: (130,25 m2)
Situado no próprio Departamento, este laboratório atende aos alunos de graduação dos
curso de Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária, bem faz análises externas,
pela Empresa de Pesquisa e Tecnologia da Universidade de Taubaté - EPTS, e conta
com os seguintes equipamentos:
01
Estufa de secagem e esterilização (250ºC)
01
Incubadora BOD
01
Aquecedor e destilador Kejedjahl
01
Agitador magnético
02
Capelas de exaustão de gases
01
01
01
01
01
01
Calorímetro
Condutivímetro
Balança Analítica (0,0001)
Turbidímetro
Forno Mufla (1200ºC)
Phmetro Digital
Laboratório de Transportes e Pavimentação (81,90 m2)
Laboratório multidiscplinar que visa dar suportes às aulas de Transportes, com os
seguintes equipamentos:
01
Aparelho Rotatex para ensaio de extração de betume
01
Aparelho Los Ângeles para ensaio de desgaste e abrasão
01
Aparelho de ponto de fulgor para asfalto
01
Aparelho de ponto de viscosidade de asfalto
01
Balança eletrônica sensibilidade 0,01g
01
Aparelho “Casagrande”
01
Britador para laboratório
01
Jogo completo de peneiras de malhas quadradas
01
Aparelho para medir permeabilidade de solos
01
Prensa manual para ensaio de ISC (3000 kg.)
02
Densímetros de bulbo simétrico
01
Estufa pequena (150ºC)
01
Conjunto para ensaio de limite de líquidos e plasticidade
01
Conjunto de ensaio de contração do solo
01
Conjunto umidímetro tipo Speedy
06
Extensômetros (10mm)
01
Extrator hidráulico de amostras
01
Conjunto para determinação de massa específica do solo “in situ”
01
Conjunto para retirada de amostras indeformadas
1.4.4 Biblioteca
Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBi
Tem como missão disponibilizar produtos e serviços bibliográficos a toda a
comunidade universitária. Assim, cada Biblioteca Setorial é para o usuário apenas a porta
de entrada para todo o Sistema. A partir da inscrição do usuário no SIBi, todos os
recursos nele existentes são disponibilizados ao leitor, independentemente do curso que
frequente. O SIBi utiliza o Software SophiA Biblioteca e seu acervo pode ser acessado em
quaisquer dos terminais de consulta instalados nas unidades e através da web. São
integrantes, ainda, o Centro de Pesquisa Bibliográfica – CPB, que disponibiliza acesso às
bases de dados de periódicos científicos nacionais e estrangeiros e a comutação
bibliográfica, o Centro Especial de Apoio Bibliográfico - CEAB, voltado ao atendimento
dos alunos deficientes visuais e o Setor de Obras Raras.
Centro de Pesquisa Bibliográfica – CPB
Criado em 1999, o CPB atende toda a comunidade acadêmica, realizando
pesquisas bibliográficas em bases de dados on-line, cd-rom e Comutação Bibliográfica,
acessadas mediante convênios que a UNITAU vem firmando com instituições nacionais e
estrangeiras.
BASE DE DADOS DE ACESSO PÚBLICO:
CAPES. periódicos - Conjunto de bases de dados (pagas e gratuitas) que permitem o
acesso a documentos e periódicos estrangeiros de capa a capa.
BVS - Biblioteca Virtual em Saúde - Rede de gestão da informação, intermediação e
uso das fontes de informação científica em saúde, em acesso aberto e universal na Web.
Promovida e coordenada pela BIREME/OPAS/OMS.
SciElo – Scientific Electronic Library Online - Biblioteca eletrônica de periódicos
científicos brasileiros de acesso aberto.
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – Teses e dissertações de Instituições de
Ensino superior do Brasil.
Plataforma SciVerse - Plataforma que integra o conteúdo científico fornecido pela editora
Elsevier, com as bases ScienceDirect, Scopus e o conteúdo científico da web fornecido
pelo Scirus.
LivRe- Portal do conhecimento Nuclear, possibilita acesso a mais de 5 mil títulos de
periódicos de livre acesso na Internet.
Prossiga - Programa de informação para gestão de ciência, tecnologia e inovação do
IBICT.
E-print Network - Desenvolvido pelo US Department of Energy, disponibiliza textos
completos de preprints.
ERIC- Desenvolvido pelo US Department of Education, apoia a pesquisa em Educação e
Informação.
Portal do Professor - Desenvolvido e mantido pelo Ministério da Educação, o portal
apresenta sugestões de aulas e recursos para cada disciplina. Informa o professor sobre
cursos de capacitação e legislação específica.
PEDro - Physiotherapy Evidence Database- Evidências em fisioterapia.
MatWeb - Apresenta propriedades de materiais, especificações técnicas, usos e
fabricantes.
USPTO - United States Patent and Trademark Office's - Patentes americanas,
incluindo Issued Patents – patentes desde 1790 e Published Apllications – texto completo
das propostas de patentes publicadas a partir de março de 2001.
EPO Esp@cenet - Oferece acesso gratuito a mais de 70 milhões de documentos de
patentes de informação, no mundo inteiro, contendo informações sobre invenções e
desenvolvimentos técnicos de 1836 até hoje.
Centro Especial de Atendimento Bibliográfico – CEAB
O Centro Especial de Atendimento Bibliográfico (CEAB) tem por finalidade assistir
os nossos universitários com necessidades especiais, principalmente portadores de
deficiência visual (DV).
O Centro disponibiliza computadores com acesso à Internet para a realização de
pesquisas, conversor de textos para impressão em Braille, scanner de mesa, gravadores
de CD e fones de ouvido, com vistas a oferecer os recursos necessários ao processo
ensino-aprendizagem aos alunos com necessidades especiais, colaborar com a sua
inclusão social e com o ganho de autonomia nos estudos, oferecendo-lhes a oportunidade
de realizar o sonho de poder freqüentar uma biblioteca. Aos professores, o espaço é
disponibilizado para aplicação de provas especiais e atendimentos individuais.
Além dos equipamentos e softwares instalados, os bibliotecários que atendem no
CEAB foram capacitados pela Pró-Ativa – Grupo Ação, instituição de Taubaté que oferece
cursos de inclusão social de deficientes, e permitiu a alfabetização em Braille da equipe,
além de vivências e dinâmicas no universo da deficiência visual.
O CEAB está instalado na Biblioteca de Biociências no Campus do Bom Conselho,
com atendimento de segunda-feira a sexta-feira, de manhã, à tarde e à noite.
Biblioteca Engenharia Civil/ Ambiental
RECURSOS HUMANOS
Funcionários por
período (incluindo
Bibliotecárias)
Manhã
Tarde
Noite
04
04
03
Periódicos
Bio - Revista Brasileira de Saneamento e Meio Ambiente
Construção Mercado
Engenharia
Engenharia Ambiental e Sanitária
Fórum de Direito Urbano e Ambiental
Infogeo
Infraestrutura
Meio Ambiente Industrial
Projeto/Design
Revista Ciências Exatas
Saneamento Ambiental
Solos e Rochas
Téchne
Hydro
ACERVO TOTAL
Material
Livros
Periódicos nacionais
CD-ROM
Disquete
Dissertações
Fitas de vídeo
Monografias/Especialização
Normas técnicas
TGI
Teses
Total
Títulos
1156
14
21
7
12
8
191
295
601
6
2311
Exemplares
2954
634
34
11
12
8
277
305
668
6
4909
CIRCULAÇÃO 2012/2013
Material
Obras
Renovações
Web/balcão
3691
Empréstimo
Consulta
5551
34
CADASTRO DE SÓCIOS
Cliente
Alunos de Graduação
Professores
Total
Total
98
3
1.4.5 Material didático e equipamentos
Para uso em sala de aula o Departamento conta com:
06 Retroprojetores
09 Datashows
01 Notebook
01 Televisão
01 DVD player
Alguns softwares utilizados no curso:
AUTODESK – AUTOCAD - CAD
BENTLEY – MICROSTATION
ALTOQI – EBERICK - CAE
TOPOEVN – TOPOGRAFIA
SPRING – GIS
GOOGLE EARTH – GIS
ARQGIS 10.1 – GIS
MS PROJECT – PLANEJAMENTO
MS OFFICE - GERAL
1.5 Atividades relacionadas à Extensão Universitária
1.5.1 Projetos de extensão desenvolvidos pelo Departamento
Título: Estudos Técnicos visando subsidiar a criação e a elaboração de um plano de
manejo para o Parque Municipal Vale do Itaim – Taubaté - SP
Coordenadores: Prof. Dr. Ademir Morelli
Prof. Dr. Maria da Conceição Rivoli Costa
Título: Projeto Fazenda Renópolis
Coordenadores: Prof. Me. Sérgio Luiz Lousada
Prof. Me. Antonio Cláudio Testa Varallo
Prof. Leonardo do N. Lopes
Título: Diagnóstico da arborização e da estrutura das vias públicas da área central de
Taubaté
Coordenador: Prof. Dr. Ademir Fernando Morelli
1.5.2 Eventos
No mês de outubro de 2014, alunos e professores participarão do III CICTED –
Congresso Internacional de Ciência Tecnologia e Desenvolvimento, promovido pela
Universidade de Taubaté, que englobará o XIX Encontro de Iniciação Científica, a XV
Mostra Internacional de Pós-graduação, o IX Seminário de Extensão, o VI Seminário de
Docência Universitária, o IV Seminário de Administração e o II Encontro de Iniciação
Científica Junior. Neste evento anual, há a apresentação de sessões de painéis,
atividades culturais, comunicações orais, mini-cursos, palestras, seminários e simpósios,
envolvendo toda a comunidade acadêmica da Universidade de Taubaté. Tem como um
de seus objetivos integrar o aluno ao mundo profissional, como o mercado de trabalho,
novas tecnologias, futuro profissional, etc..
Para o mês de setembro ocorrerá o Evento "Feira das Profissões", que é realizado todos
os anos, com o objetivo de divulgar e apresentar, para a comunidade escolar de Ensino
Médio da cidade de Taubaté e região, os cursos de graduação da Universidade, com
ampla participação de alunos e professores do Departamento de Engenharia Civil.
1.6 Atividades relacionadas à Pesquisa e à Pós-graduação
1.6.1 Iniciação Científica
É INTENSA A PARTICIPAÇÃO de alunos orientados por professores, no
desenvolvimento de trabalhos acadêmicos de iniciação científica e de conclusão de curso.
Muitos participam ativamente na apresentação e na divulgação de seus trabalhos. No
relatório de atividades relevantes estão relacionados alguns trabalhos de alunos.
1.7 Cursos oferecidos pelo Departamento
Engenharia Civil
Engenharia Ambiental e Sanitária
2 CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
A Escola de Engenharia de Taubaté foi autorizada a funcionar através do parecer CFE nº
116/62, de 04/08/62. Na época, a mantenedora da Escola era a Associação Civil de
Ensino que ministrava cursos nas áreas de Engenharia Civil, Elétrica e Mecânica. Com a
instalação da Universidade de Taubaté em 1.976, os três cursos de Engenharia passaram
a integrar sua estrutura administrativa. A Universidade de Taubaté encontra-se
privilegiadamente instalada em uma região formada por áreas rurais e urbanas que inclui
setores industriais e em processo de metropolização, ao mesmo tempo de outras, que
são estâncias climáticas e balneários, e, ainda, outras voltadas ao turismo naturalista ou
rural. O curso de Engenharia Civil foi oficialmente reconhecido pelo Decreto Federal
47088 de 11/11/1966 e a última renovação de reconhecimento pela portaria CEE/GP 366/08 de 28/05/2008, por 5 anos. Atualmente a composição curricular do curso está
regulamentada pela Deliberação CONSEP 265/2009, que dispõe sobre a alteração do
Currículo Pleno do Curso de Graduação em Engenharia Civil, com a carga horária
estabelecida de 4964 horas-aula.
O curso compõe-se de dois ciclos. No primeiro, denominado de Ciclo Básico, abrange os
dois primeiros anos do curso, onde são lecionados os conhecimentos comuns a todas as
especializações em Engenharia. Constitui-se de disciplinas de formação universitária
geral, com ênfase em Ciências Exatas. O segundo, denominado Ciclo Profissional,
constitui-se de disciplinas de formação específica em Engenharia Civil e proporciona uma
formação bastante ajustada às necessidades do mercado de trabalho na região e em todo
o País.
2.1 Finalidades e objetivos do curso
O objetivo do curso de Engenharia Civil da Universidade de Taubaté é formar
profissionais qualificados, com sólidos conhecimento nas áreas estruturais (transportes,
construção civil, estruturas, recursos hídricos e saneamento), dinâmicos e comprometidos
com a realidade e com as necessidades regionais que, portadores de uma visão objetiva,
aliada a mais avançada tecnologia de produção, possam contribuir para a melhoria da
qualidade da vida humana.
2.2 Perfil do profissional a ser formado
Tem-se, necessariamente, dentre as características do perfil do egresso:
•Sólida formação em ciências básicas e de Engenharia, aliada à capacidade para
enfrentar e solucionar problemas da habilitação e para buscar contínua atualização e
aperfeiçoamento;
•Domínio dos princípios básicos unificadores dos diversos sistemas e processos da
habilitação;
•Capacidade de utilização da informática como instrumento do exercício da Engenharia;
•Domínio das técnicas básicas de gerenciamento e administração dos recursos utilizados
na profissão;
•Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares;
•Formação ético-profissional;
•Formação abrangente que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas,
sociais e ambientais;
•Capacidade prática de abordagem experimental;
•Senso econômico-financeiro.
Tem-se, necessariamente, dentre as habilidades a serem desenvolvidas e/ou adquiridas
no curso:
•Capacidade de percepção espacial e raciocínio lógico;
•Capacidade de operacionalização de problemas numéricos;
•Capacidade crítica com relação a conceitos de ordem de grandeza;
•Capacidade de leitura, expressão e interpretação gráfica;
•Capacidade de consolidação de conhecimentos teóricos;
•Capacidade de síntese, aliada à capacidade de compreensão e expressão em língua
portuguesa;
•Capacidade de obtenção e sistematização de informações;
•Capacidade de desenvolvimento e aplicação de modelos matemáticos e físicos a partir
de informações sistematizadas;
•Capacidade de análise crítica dos modelos empregados no estudo das questões de
Engenharia;
•Capacidade de formulação e avaliação de problemas de Engenharia e de concepção de
soluções;
•Capacidade de interpretação, elaboração e execução de projetos;
•Capacidade de gerenciamento, operação e manutenção de sistemas e processos de
Engenharia;
•Capacidade de conduzir e interpretar resultados de atividades experimentais;
•Capacidade de comunicação em uma língua estrangeira.
2.3 Campo de atuação
A formação abrangente do engenheiro civil proporciona um campo de atuação profissional
bastante amplo, podendo atuar em escritórios, projetando, planejando e criando; em
campo, executando, supervisionando, gerenciando e acompanhando todas as etapas de
uma obra; fazendo pesquisas científicas em universidades e centros de pesquisa;
atuando em Bancos de desenvolvimento e investimento; etc.. Os engenheiros civis
costumam ocupar cargos de gerência e de diretoria em diversas companhias.
O engenheiro civil também pode atuar de forma independente, como profissional liberal;
em empresa de engenharia própria ou em empresas de pequeno, médio ou grande
portes; em empresas prestadoras de serviços em Construção Civil, Saneamento, Projetos
Estruturais, Topografia, Transportes e Mecânica dos Solos; em construção ou
manutenção de prédios industriais; como consultor em serviços especializados na área;
em órgãos públicos e empresas estatais, em instituições de ensino e pesquisa, etc..
O mercado de trabalho para os engenheiros civis está bastante aquecido no País, graças
à forte expansão da construção civil e das obras de infra-estrutura e a expectativa é
melhorar ainda mais no futuro. Esta, que é a mais tradicional das engenharias, está
vivendo uma fase bastante produtiva.
2.4 Estrutura Curricular do Curso Semestral
A Universidade de Taubaté, em 2013,implantou a semestralidade nos seus cursos de
graduação.
O Departamento de Engenharia Civil, por intermédio dos professores que constituem a
Comissão Especial para Reestruturação do Projeto Pedagógico, nomeados pela Portaria
PRG 029/2012, realizou um estudo sobre os conteúdos mínimos exigidos pelas
legislações pertinentes (Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Engenharia - de acordo com a Resolução CNE/CES 11, de 11 de Março de 2002)
verificando, assim, as necessidades curriculares para a formação do Engenheiro Civil.
Para realização do projeto de reforma curricular, foram consideradas as disciplinas do
currículo vigente e as disciplinas necessárias para se obter um novo perfil do Engenheiro,
tornando os cursos competitivos, modernos e eficientes, adequando a formação dos
alunos a um novo quadro do mercado regional e nacional.
A nova proposta curricular tem como objetivo um curso com uma forte formação básica,
tanto em matemática e física, como também nas disciplinas de formação em engenharia,
fornecendo assim ao estudante de Engenharia uma sólida formação técnico-científica
necessária para ingressar no mercado de trabalho.
Com a nova configuração, desejada pela UNITAU, desde o primeiro semestre de 2013
todos os cursos de Engenharia são semestrais com 20 semanas de aulas por semestre,
com quatro aulas de 50 minutos por dia, totalizando no mínimo 3.600 horas de carga total,
divididas em:
a) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Básicos.
b) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionais.
c) Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Específicos:
O Estágio Curricular Obrigatório terá duração de 360 horas que poderão ser cumpridas a
partir do sétimo semestre (90 h/semestre) sendo realizado sob supervisão direta do
Departamento.
O Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação) terá 120 horas e deverá
realizar a integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo obrigatório
como requisito para a graduação.
DELIBERAÇÃO CONSEP – 144/2012 – CURSO SEMESTRAL
DISCIPLINAS – 1O SEMESTRE
C/H
C/H
C/H
Álgebra Linear – Matrizes e Sistemas de Equações
Lineares
Cálculo Diferencial e Integral – Limites e Derivadas
Expressão Gráfica – Desenho Geométrico
Física– Cinemática e Dinâmica
Física Experimental – Teoria dos Erros e Gráficos
Fundamentos de Matemática - Conceitos e
Operações
Química Experimental
Química Geral
Técnicas Computacionais em Engenharia – Lógica de
Programação
TOTAL
DISCIPLINAS – 2O SEMESTRE
Cálculo Diferencial e Integral – Integrais
Expressão Gráfica – Projeções e Normas
Física – Energia e Equilíbrio de Corpos Rígidos
Física Experimental – Mecânica e Calorimetria
Fundamentos de Matemática – Funções
Química Tecnológica Experimental
Química Tecnológica Geral
Técnicas Computacionais em Engenharia –
Linguagem de Programação
Vetores e Geometria Analítica
TOTAL
DISCIPLINAS – 3O SEMESTRE
Cálculo Diferencial e Integral -Funções de Várias
Variáveis
Eletricidade Aplicada - Circuitos Elétricos CC
Expressão Gráfica - Desenho Técnico
Fenômenos de Transporte –Propriedades e Estática
Física - Eletrostática
Física Experimental- Eletricidade e Magnetismo
Mecânica Geral– Estática
Português: Leitura e escrita
Resistência dos Materiais – Tensões e Deformações e
Elementos Isostáticos Carregados Axialmente
TOTAL
DISCIPLINAS – 4O SEMESTRE
Prática
Total
40
0
40
80
20
40
0
0
20
0
20
80
40
40
20
80
0
80
0
40
20
0
20
40
20
20
40
400
C/H
80
20
40
0
80
0
40
C/H
Prática
0
20
0
20
0
20
0
C/H
Total
80
40
40
20
80
20
40
20
20
40
40
0
40
400
C/H
C/H
Prática
C/H
Total
80
0
80
40
20
40
60
0
40
40
0
20
0
0
20
0
0
40
40
40
60
20
40
40
40
0
40
400
C/H
C/H
Prática
C/H
Total
Cálculo Diferencial e Integral – Séries e Equações
Diferenciais
Eletricidade Aplicada – Corrente Alternada
Expressão Gráfica – CAD (Desenho Assistido por
Computador)
Fenômenos de Transporte – Cinemática e Dinâmica
dos Fluidos
Física – Magnetostática
Física Experimental – Óptica
Mecânica Geral – Cinemática
Português: Leitura e produção de textos
Resistência dos Materiais – Esforços Solicitantes,
Vigas e Colunas Isostáticas
TOTAL
DISCIPLINAS – 5O SEMESTRE
80
0
80
40
0
40
0
40
40
40
0
40
60
0
40
40
0
20
0
0
60
20
40
40
40
0
40
400
40
80
C/H
Prática
0
0
C/H
Total
40
80
60
0
60
40
40
80
40
0
20
0
0
40
60
80
40
400
DISCIPLINAS – 6O SEMESTRE
C/H
Hidráulica I – Conduto Forçado
Hidrologia Aplicada
Materiais de Construção Civil I
Métodos Numéricos
Probabilidade e Estatística
Teoria das Estruturas I
Topografia I
TOTAL
80
80
40
40
40
80
40
C/H
Prática
0
0
20
0
0
0
20
C/H
Total
80
80
60
40
40
80
60
440
DISCIPLINAS – 7O SEMESTRE
C/H
C/H
Prática
0
20
0
0
20
C/H
Total
80
60
80
80
60
Ciências Humanas e Legislação Profissional
Conforto Ambiental
Economia, Administração e Gerenciamento na
Construção Civil
Metodologia Científica e Tecnológica
Projetos de Arquitetura e Engenharia Civil
Técnicas de Construção Civil
Urbanismo e Meio Ambiente
TOTAL
Hdráulica II – Conduto Livre
Materiais de Construção Civil II
Sistemas Estruturais I – Concreto Armado
Teoria das Estruturas II
Topografia II
C/H
80
40
80
80
40
Transportes I – Estradas
Estágio Supervisionado
TOTAL
DISCIPLINAS – 8O SEMESTRE
Instalações Prediais
Mecânica dos Solos – Índices Físicos/Caracterização
Saneamento Básico I
Sistemas Estruturais II – Concreto Armado, Estruturas
Especiais
Teoria das Estruturas III
Transportes II – Estradas
Estágio Supervisionado
TOTAL
DISCIPLINAS – 9O SEMESTRE
Fundações e Obras de Terra I
Mecânica dos Solos II – Classificação/Tensão
Patologias e Recuperação na Construção Civil
Pontes e Grandes Estruturas I
Saneamento Básico II
Sistemas Estruturais III – Estruturas de Madeira
Transportes III – Tráfego, Sinalização e Gerência
Trabalho de Graduação
Estágio Supervisionado
TOTAL
DISCIPLINAS – 10O SEMESTRE
Fundações e Obras de Terra II
Instalações Elétricas Prediais de Baixa Tensão
Mecânica dos Solos III – Aplicações
Pontes e Grandes Estruturas II
Sistemas Estruturais IV – Estruturas Metálicas
Transportes IV – Aéreo, Ferroviário e Fluvial/Marítimo
Trabalho de Graduação
Estágio Supervisionado
TOTAL
80
0
80
(90)
440
C/H
80
40
40
C/H
Prática
0
40
40
C/H
Total
80
80
80
40
0
40
80
40
0
40
80
80
(90)
400
C/H
C/H
Prática
0
20
0
0
20
0
20
C/H
Total
60
60
40
80
60
40
60
(60)
(90)
400
C/H
Prática
0
0
40
0
0
0
C/H
Total
80
40
80
80
40
80
(60)
(90)
400
60
40
40
80
40
40
40
C/H
80
40
40
80
40
80
CARGA HORÁRIA TOTAL DE AULAS
4080
CARGA HORÁRIA TOTAL DE AULAS
CONVERTIDA EM HORAS
3400
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
360
TRABALHO DE GRADUAÇÃO
120
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
3880
2.5 Quadro dos professores do Curso
2.6 Ementas das Disciplinas – Curso em regime seriado semestral
1o PERÍODO
ÁLGEBRA LINEAR – MATRIZES E SISTEMAS DE EQUAÇÕES
LINEARES
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver tópicos de álgebra linear para serem utilizados como ferramentas de apoio
na resolução de problemas específicos das áreas de engenharias;
• Preparar e habilitar aluno para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso.
EMENTA:
Matrizes, determinantes e sistemas lineares;
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, H.; BUSBY, R.C. Álgebra Linear Contemporânea, editor Bookman, São Paulo,
2006. (ISBN 85-363-0615-7)
STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4.ed. Editora Cengage Learning, São
Paulo, 2009.
KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 6.ed. Prentice-Hall do Brasil,
Rio de Janeiro. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 2000.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL – LIMITES E DERIVADAS
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver no aluno o raciocínio lógico, a intuição, o senso crítico e a criatividade,
preparando-o para lidar com novos conceitos e conteúdos matemáticos;
• Estabelecer a relação entre os conhecimentos matemáticos adquiridos no ensino médio
com esses novos conceitos;
• Capacitar o educando a desenvolver e a explicar os modelamentos matemáticos,
objetivando a solução de problemas do mundo real que envolva os conteúdos estudados
no cálculo diferencial e integral, tais como: limite, continuidade e diferenciabilidade uma
variável real.
EMENTA:
Limite e continuidade de funções; Derivada e diferencial; Aplicações de limite, derivada e
diferencial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. v.1 e v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6.ed. Editora Pearson, São Paulo 2006.
SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica, v.1 e 2, 2.ed. Makron Books, São
Paulo, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.1, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006.
AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral. McGraw Hill, São Paulo, 1994.
EXPRESSÃO GRÁFICA – DESENHO GEOMÉTRICO
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Transmitir ao aluno os conhecimentos fundamentais do desenho geométrico necessários
para: • Representação de sólidos tridimensionais;
• Leitura e interpretação de desenho técnico;
• Solução de planificações de sólidos geométricos;
• Capacitação de abstração e visualização espacial.
EMENTA:
Construções fundamentais; Ovais, evolvente, cíclicas, cônicas, hélice e arcos; Métodos
descritivos; projeções dos sólidos; Secções planas; Noções de intersecções de sólidos e
Planificação:
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VIEIRA. C. A. Desenho I: Apostila. Taubaté, 2007.
MACHADO, A. Geometria Descritiva. Atual Editora, São Paulo, 1986.
PRÍNCIPE, Jr, A.R. Geometria Descritiva. v.I e II, 12.ed. Livraria Nobel, São Paulo, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIONGO, A. R. Curso de Desenho Geométrico. 35.ed. Ed. Nobel, São Paulo,1990.
FÍSICA EXPERIMENTAL – TEORIA DOS ERROS E GRÁFICOS
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas e de
interpretação dos resultados experimentais;
• Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o
método científico, com ênfase em experiências de mecânica.
EMENTA:
Sistema Internacional de Medidas; Medidas de tempo; Conceito de incerteza; Resultado
de uma medição: média, desvio padrão e desvio padrão da média; Distribuição normal;
Medições de comprimento (régua e paquímetro); Incerteza combinada; Massa específica;
Gráficos em papel milímetrado, di-log e mono-log;.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Apostila de Física Experimental I, UNITAU, Taubaté, 2003.
SERWAY, R. A. Física, Mecânica Clássica. v.1,1.ed. Ed. Thompson, São Paulo , 2004
SERWAY, R. A. Física, Movimento Ondulatório e Termodinâmica. v.2, 1.ed. Ed.
Thompson, São Paul,2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009
FÍSICA – CINEMÁTICA E DINÂMICA
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Fazer com que os alunos compreendam os conceitos fundamentais da Física;
• Ensinar os alunos a aplicar os conhecimentos de Física a problemas práticos;
• Desenvolver nos alunos o raciocínio abstrato, bem como o raciocínio matemático.
• Relacionar os tópicos desenvolvidos com disciplinas subseqüentes do curso.
EMENTA:
Introdução: Medidas Físicas e cálculo vetorial; Cinemática; Dinâmica; Movimento de
rotação; Equilíbrio e Elasticidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.1, v.2 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009
HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v. 1, v.2 e v.4, 8.ed. Editora LTC,
Rio de Janeiro, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica, v.1, 2 e 3, Editora Edgard Blücher, São
Paulo, 1983
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA - CONCEITOS E OPERAÇÕES
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Apresentar, de uma forma rigorosa, a obtenção dos conceitos da matemática de 1º e 2º
graus;
• Oferecer múltiplas aplicações práticas e exercícios envolvendo as aquisições básicas
das operações algébricas e interpretação de resultados;
• Relacionar o conteúdo estudado a pré-requisitos para o desenvolvimento de disciplinas
subseqüentes do curso.
EMENTA:
Teoria dos conjuntos numéricos; Potenciação e radiciação; Produtos notáveis, fatoração
algébrica e polinômios; Equações algébricas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DEMANA,F. KENNEDY, D. Pré-Cálculo. Editora Pearson, São Paulo, 2008.
MEDEIROS, V. Z. CALDEIRA, A. M. Pré-Cálculo. 2.ed. Editora Cengage Learning, São
Paulo, 2009.
PAIVA, M. Matemática. 2.ed. Editora Moderna 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, JR. F. Trigonometria: Plana e Esferica 3.ed. Coleção Schaum, Ao Livro Técnico
S/A, Rio de Janeiro, 1979
EDBUCCHI, P. Matemática. Editora Moderna. 1992.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, Ed. Harba Ltda, São Paulo,1994
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. v.1, Makron Books, 1994
QUÍMICA GERAL
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
•
Desenvolver a compreensão dos alunos, em nível microscópico, da composição
química e como as unidades constituintes de materiais estão arranjadas e interagem entre
si, determinando o elenco de propriedades que se manifestam macroscopicamente.
EMENTA:
Introdução: a constituição da matéria, partículas elementares, a tabela periódica, matéria
e energia; Revisão: ligações químicas iônicas, covalentes, metálicas e van der Waals;
Estruturas amorfas e cristalinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São
Paulo, 2004.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 .
CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros
Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora
Campus, Rio de janeiro, 2007
GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996.
O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977.
QUÍMICA EXPERIMENTAL
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas práticas da química e de
interpretação dos resultados experimentais;
• Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o
método científico, com ênfase em experiências químicas.
EMENTA:
Introdução: a constituição da matéria, ligações químicas iônicas, covalentes, metálicas e
van der Waals.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São
Paulo, 2004.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 .
CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros
Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora
Campus, Rio de janeiro, 2007
GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996.
O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977.
TÉCNICAS COMPUTACIONAIS EM ENGENHARIA – LÓGICA DE
PROGRAMAÇÃO
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Apresentar aos alunos os conceitos de lógica de programação;
•
Programar em linguagem C com aplicações direcionadas às disciplinas de
Fundamentos
da Matemática e Cálculo Diferencial e Integral.
EMENTA:
Técnicas de programação; Lógica de Programação; Linguagem de Programação C.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOKARZEL, F. C.; YOSHIHIRO, S. N. Introduçao a Ciencia da Computaçao. 1.ed.
Editora Campus, 2008
FORBELLONE, A. L. V & EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. 2.ed. Makron
Books, São Paulo, 2000.
MANZANO, J. A. N. G. & Oliveira, J. F., Algoritmos, Lógica para Desenvolvimento de
Programação. 6.ed. Editora Érica, São Paulo, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++: Módulo 1. 1.ed. Makron Books, São
Paulo, 1995.
PRÁTICA DESPORTIVA (OPTATIVA)
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Conscientizar o indivíduo da importância da atividade física na promoção da
saúde e na prevenção de doenças.
2o PERÍODO
VETORES E GEOMETRIA ANALÍTICA
Carga horária 68 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver tópicos de vetores e geometria analítica para serem utilizados como
ferramentas de apoio na resolução de problemas específicos das áreas de engenharias;
• Preparar e habilitar aluno para o desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso.
EMENTA:
Vetores no espaço bidimensionais e tridimensionais; Aplicações de vetores à geometria
analítica; Espaços vetoriais reais; Autovalores e autovetores; Transformações lineares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, H.; BUSBY, R.C. Álgebra Linear Contemporânea, editor Bookman, São Paulo,
2006. (ISBN 85-363-0615-7)
STRANG, G. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4.ed. Editora Cengage Learning, São
Paulo, 2009.
KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 6.ed. Prentice-Hall do Brasil,
Rio de Janeiro. 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. Makron Books, São Paulo, 2000.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - INTEGRAIS
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver no aluno o raciocínio lógico, a intuição, o senso crítico e a criatividade,
preparando-o para lidar com novos conceitos e conteúdos matemáticos;
• Estabelecer a relação entre os conhecimentos matemáticos adquiridos no ensino médio
com esses novos conceitos;
• Capacitar o educando a desenvolver e a explicar os modelamentos matemáticos,
objetivando a solução de problemas do mundo real que envolva os conteúdos estudados
no cálculo diferencial e integral, tais como: limite, continuidade, diferenciabilidade e
integrabilidade de funções reais de uma variável real.
EMENTA:
Integral indefinida e definida; Aplicações de limite, derivada, diferencial e integral definida
e indefinida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. v.1 e v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração.
6.ed. Editora Pearson, São Paulo 2006.
LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.1, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica, v.1 e 2, 2.ed. Makron Books, São
Paulo, 1996.
AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral. McGraw Hill, São Paulo, 1994.
EXPRESSÃO GRÁFICA - PROJEÇÕES E NORMAS
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Transmitir ao aluno os conhecimentos fundamentais do desenho geométrico e descritivo
necessários para:
• Representação de sólidos tridimensionais;
• Representação através das projeções ortogonais;
• Leitura e interpretação de desenho técnico;
• Solução de planificações de sólidos geométricos;
• Capacitação de abstração e visualização espacial.
EMENTA:
Projeções: Projeção axonométrica oblíqua; Projeção axonométrica isométrica; Métodos
descritivos; Projeções de figuras planas e projeções dos sólidos; Secções planas; Noções
de intersecções de sólidos e Planificação:
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VIEIRA. C. A. Desenho I: Apostila. Taubaté, 2007.
MACHADO, A. Geometria Descritiva. Atual Editora, São Paulo, 1986.
PRÍNCIPE, Jr, A.R. Geometria Descritiva. v.I e II, 12.ed. Livraria Nobel, São Paulo, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GIONGO, A. R. Curso de Desenho Geométrico. 35.ed. Ed. Nobel, São Paulo,1990.
FÍSICA EXPERIMENTAL – MECÂNICA E CALORIMETRIA
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas e de
interpretação dos resultados experimentais;
• Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o
método científico, com ênfase em experiências de mecânica e termologia.
EMENTA:
Sistema Internacional de Medidas; Medições de comprimento (régua e paquímetro);
Incerteza combinada; Massa específica; Gráficos em papel milímetrado, di-log e monolog; Movimento Unidimensional; Pêndulo simples; Regressão linear; Cordas vibrantes;
Oscilações num tubo com ar; Calorímetro; Lei de Newton do resfriamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Apostila de Física Experimental I, UNITAU, Taubaté, 2003.
SERWAY, R. A. Física, Mecânica Clássica. v.1,1.ed. Ed. Thompson, São Paulo , 2004
SERWAY, R. A. Física, Movimento Ondulatório e Termodinâmica. v.2, 1.ed. Ed.
Thompson, São Paul,2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009
FÍSICA – ENERGIA E EQUILÍBRIO DE CORPOS RÍGIDOS
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Fazer com que os alunos compreendam os conceitos fundamentais da Física;
• Ensinar os alunos a aplicar os conhecimentos de Física a problemas práticos;
• Desenvolver nos alunos o raciocínio abstrato, bem como o raciocínio matemático.
• Relacionar os tópicos desenvolvidos com disciplinas subseqüentes do curso.
EMENTA:
Introdução: Medidas Físicas e cálculo vetorial; Cinemática; Dinâmica; Movimento de
rotação; Equilíbrio e Elasticidade; Oscilações; Calor e termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.1, v.2 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: v.1, v.2 e v.4, 6.ed. Editora, 2009
HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v. 1, v.2 e v.4, 8.ed. Editora LTC,
Rio de Janeiro, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica, v.1, 2 e 3, Editora Edgard Blücher, São
Paulo, 1983
FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA - FUNÇÕES
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Apresentar, a obtenção dos conceitos da matemática de 1º e 2º graus;
• Oferecer múltiplas aplicações práticas e exercícios envolvendo funções e interpretação
de resultados;
• Relacionar o conteúdo estudado a pré-requisitos para o desenvolvimento de disciplinas
subseqüentes do curso.
EMENTA:
Teoria dos conjuntos numéricos; Potenciação e radiciação; Produtos notáveis, fatoração
algébrica e polinômios; Equações algébricas; Funções; Função exponencial; Função
logarítmica; Trigonometria no triângulo retângulo; Trigonometria circular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DEMANA,F. KENNEDY, D. Pré-Cálculo. Editora Pearson, São Paulo, 2008.
MEDEIROS, V. Z. CALDEIRA, A. M. Pré-Cálculo. 2.ed. Editora Cengage Learning, São
Paulo, 2009.
PAIVA, M. Matemática. 2.ed. Editora Moderna 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AYRES, JR. F. Trigonometria: Plana e Esferica 3.ed. Coleção Schaum, Ao Livro Técnico
S/A, Rio de Janeiro, 1979
EDBUCCHI, P. Matemática. Editora Moderna. 1992.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica, Ed. Harba Ltda, São Paulo,1994
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. v.1, Makron Books, 1994
QUÍMICA TECNOLÓGICA GERAL
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
•
Desenvolver a compreensão dos alunos, em nível microscópico, da composição
química e como as unidades constituintes de materiais estão arranjadas e interagem entre
si, determinando o elenco de propriedades que se manifestam macroscopicamente;
• Discutir a lubrificação e a utilização dos lubrificantes;
• Adquirir conhecimento sobre a questão do uso de combustíveis e do seu impacto
ambiental;
• Fixar conceitos sobre comportamento químico de materiais, ou seja, as reações de
degradação dos materiais metálicos (eletroquímica e corrosão);
• Relacionar os estudos desenvolvidos com disciplinas tecnológicas subseqüentes.
EMENTA:
Materiais: cerâmicos, metálicos, plásticos, compósitos e semicondutores; Lubrificação e
Lubrificantes; Combustão e Combustíveis; Corrosão galvânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São
Paulo, 2004.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 .
CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros
Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora
Campus, Rio de janeiro, 2007
GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996.
O’CONNOR, R. Introdução à Química. 1.ed. Ed. Harbra, 1977.
QUÍMICA TECNOLÓGICA EXPERIMENTAL
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas práticas da química e de
interpretação dos resultados experimentais;
• Desenvolver a integração do conhecimento teórico experimental em que fundamenta o
método científico, com ênfase em experiências químicas.
EMENTA:
Estruturas amorfas e cristalinas; Materiais: cerâmicos, metálicos, plásticos, compósitos e
semicondutores; Lubrificação e Lubrificantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HILSDORF, J. W. et al. Química Tecnológica. Editora Pioneira Thomson Learning, São
Paulo, 2004.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 3.ed. Bookman, 2006 .
CALLISTER,W.D.Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5.ed. Ed. Livros
Técnicos e Científicos S.A, Rio de Janeiro, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASHBY, M. F.; JONES, D. R. H. Engenharia de Materiais. v.1 e v.2, 3.ed. Editora
Campus, Rio de janeiro, 2007
GENTIL, V. Corrosão, 3.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1996.
O’CONNOR, R. Introdução à Química. Ed. Harbra, 1977.
TÉCNICAS COMPUTACIONAIS EM ENGENHARIA – LINGUAGEM DE
PROGRAMAÇÃO
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Apresentar aos alunos os conceitos dasLinguagens de Programação;
•
Programar em linguagem C com aplicações direcionadas às disciplinas de
Fundamentos
da Matemática e Cálculo Diferencial e Integral.
EMENTA:
Linguagem de Programação; Linguagem de Programação C.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOKARZEL, F. C.; YOSHIHIRO, S. N.
Editora Campus, 2008
Introduçao a Ciencia da Computaçao. 1.ed.
FORBELLONE, A. L. V & EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação. 2.ed. Makron
Books, São Paulo, 2000.
MANZANO, J. A. N. G. & Oliveira, J. F., Algoritmos, Lógica para Desenvolvimento de
Programação. 6.ed. Editora Érica, São Paulo, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++: Módulo 1. 1.ed. Makron Books, São
Paulo, 1995.
PRÁTICA DESPORTIVA (OPTATIVA)
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Conscientizar o indivíduo da importância da atividade física na promoção da saúde e na
prevenção de doenças.
3º PERÍODO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - FUNÇÕES DE VARIAS VARIÁVEIS
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Estender o estudo do cálculo diferencial e integral para as funções de várias variáveis
reais;
• Ampliar o estudo dos sistemas de coordenadas: dos retangulares aos curvilíneos;
• Dar subsídios matemáticos para desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso.
• Ampliar a capacidade lógica para soluções de problemas de engenharia.
EMENTA:
Cálculo diferencial de funções de várias variáveis reais nos enfoques escalar e vetorial;
Equações diferenciais ordinárias de variáveis separáveis e lineares; Transformadas de
Laplace; Integrais duplas e triplas; Sistemas de coordenadas curvilíneas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009.
LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.2, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006.
ANTON, H. Cálculo Um Novo Horizonte, v.2, 6.ed. Bookman Editora, Porto Alegre, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
THOMAS, G. B. Cálculo. v.2, 10.ed. Editora Addison Wesley, São Paulo, 2003
AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral: Resumo 974 Problemas Resolvidos. McGrawHill, São Paulo, 1994.
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – ESTRATÉGIAS DE LEITURA E
CONFECÇÃO DE TEXTOS
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Despertar a atenção do aluno para a importância de uma postura de leitura interacionista
e crítica;
• Desenvolver a capacidade do aluno em abordar o texto com mais propriedade, de usar
seu conhecimento de mundo, lingüístico e textual;
• Familiarizar o aluno com o nível culto da língua na modalidade escrita de gênero
acadêmico-científico e empresarial;
• Desenvolver a produção de textos escritos específicos das áreas com metacognição
sobre o próprio processo para propiciar a autonomia textual.
• Destacar a importância do conhecimento da língua para a elaboração e interpretação de
texto e documentação técnica.
EMENTA:
Estratégias de leitura: operações metacognitivas regulares para abordar o texto;
Habilidades lingüísticas características do bom leitor. Produção de textos a partir de
gêneros específicos com metacognição; Confecção de textos com objetivos e público-alvo
definidos; Revisão gramatical.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Editora Nova Fronteira, 2009.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 17 ed. Editora FVG, Rio de Janeiro,
1997.
SOARES, M. B. & NASCIMENTO, E. Redação Técnica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KLEIMAN, A. Oficina de leitura: Teoria & Prática. Pontes, São Paulo, 2002.
CATHEY, J. J. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Ed. Lucerna, Rio de Janeiro, 2001.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de Texto: Leitura e Redação. 4.ed. Ática, São Paulo,
2003.
FRY, R. Como Estudar. Editora Cengage Learning, ISBN 13: 978-85-221-0785-8, São
Paulo, 2009.
EXPRESSÃO GRÁFICA - DESENHO TÉCNICO
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Capacitar a interpretação de desenhos técnicos executados segundo as normas ABNT e
ISO.
• Redigir, segundo as mesmas normas, o desenho de um simples conjunto ou de qualquer
detalhe, com indicações segundo as convenções do material, da forma, das dimensões,
dos graus de trabalho, das tolerâncias dimensionais e geométricas.
• Continuar a capacitação de abstração e visualização espacial.
EMENTA:
Normalização do Desenho Técnico: Normas ABNT e ISSO; Formatos de papel e legenda;
Escalas; Vistas auxiliares; Cortes e seções; Vistas especiais; Rotação de detalhes
oblíquos; Rupturas; Representação gráfica das cotas; Representação esquemática em
desenho técnico; Representação dos elementos de máquina; Indicação de estado de
superfície em desenho técnico; Tolerância geométrica; Símbolos básicos de solda em
desenho técnico; Desenho de estruturas rebitadas; Desenho de conjuntos mecânicos;
Desenho de elementos de máquinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Banco de Normas Técnicas
Disponíveis On Line Eletronicamente em Cewin/Target.
ISO Handbook. Technical Drawings: Technical Drawings in General; Mechanical
Engineering Drawings; Construction Drawings, v.1, 1997.
AGOSTINHO, O. L. Princípios de Engenharia de Fabricação Mecânica: Tolerâncias,
Ajustes, Desvios e
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Análise de Dimensões. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1981.
PROVENZA, F. Desenhista de Maquinas. 1.ed. Pro-tec, São Paulo, 1960.
DUBBEL, Manual do Engenheiro Mecânico. Hemus Livraria Editora Ltda, São Paulo,
1980.
ELETRICIDADE APLICADA - CIRCUITOS ELÉTRICOS CC
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Familiarizar o aluno com as grandezas básicas da eletricidade;
• Capacitar para a análise dos circuitos elétricos fundamentais;
• Fornecer informações sobre segurança de trabalhos com eletricidade.
• Apresentar métodos e técnicas de solução de circuitos eletroeletrônicos;
• Demonstrar componentes eletrônicos;
• Elaborar pequenos projetos eletrônicos
EMENTA:
Conceitos fundamentais; Elementos de circuitos elétricos; Associação de bipolo e fontes;
Métodos de solução de circuitos elétricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1997.
NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas, 1.ed. Editora LTC, 2005.
(ISBN 978-8521614357),
BIRD, J. Circuitos Elétricos: Teoria e Tecnologia. 3.ed. Editora Elsevier, 2009.
(ISBN 978-85-352-2026-1).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HAYT Jr., W. H., KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. McGraw-Hill,
São Paulo, 1978.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. 2.ed.Makron McGraw- Hill, São Paulo, 1991.
CAVALCANTI, P. J. M. Fundamentos de Eletrotécnica para Técnicos em Eletrônica.
10.ed. Biblioteca Técnica Freitas Bastos, Rio de Janeiro, 1985.
MARQUES, A. E. B. Dispositivos semicondutores: Diodos e Transistores. Editora Érica,
1996.
CUTLER, P. Circuitos eletrônicos lineares. 1.ed. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda, São
Paulo, 1977.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE – PROPRIEDADES E ESTÁTICA
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Introduzir conceitos fundamentais de mecânica dos fluidos;
• Demonstrar as aplicações da mecânica dos fluidos nos cursos de engenharia.
EMENTA:
Propriedades dos Fluidos e Definições: Definição de Fluidos; Unidades de força e de
massa; Viscosidade; O contínuo; Massa específica, volume especifico, peso especifico,
densidade e pressão; Gás perfeito; Módulo de elesticidade volumétrica; Presão de vapor;
Tensão superficial. Estática dos fluidos: Pressão em um ponto; Equação fundamental da
estática dos fluidos; Unidades e escalas para medida de pressão; Manômetros; Força em
superfícies planas; Componentes da força em superfícies curvas; Empuxo; Estabilidade
de corpos submersos e fluentes; Equilíbrio relativo. Escoamento de fluidos e equações
fundamentais: Sistemas e Volume de controle; Volume de controle à continuidade,
Energia e quantidade de movimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MUNSON, B.R.; YOUNG, D.F.; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos.
Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo, 2004.
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editora. Pearson/Prentice Hall, São Paulo, 2008.
POTTER, M. C.; WIGGERT, D. C. Mecânica dos Fluidos, Editora Thomson, 2003
(ISBN13: 9788522103096).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 5.ed. LTC Editora, Rio
de Janeiro, 2001.
STREETER, V.L. Mecânica dos Fluidos. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda. Rio de
Janeiro, 1974.
FÍSICA EXPERIMENTAL - ELETRICIDADE E MAGNETISMO
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas, de
interpretação dos resultados experimentais;
• Integrar os conhecimentos teóricos experimentais em que se fundamentam os métodos
científicos, com ênfase em experiências de eletricidade e magnetismo;
• Despertar o aluno para a necessidade da segurança no trabalho.
EMENTA:
Segurança de trabalho no laboratório de eletricidade; Aparelhos de medições elétricas:
voltímetro, amperímetro e ohmímetro; Campos elétricos; Lei de ohm; Estudo do gerador;
Ponte de Wheatstone; Potenciômetro de Poggendorff; Curva característica de um diodo;
Resistividade de um condutor metálico; Descarga de um capacitor; Medida do campo
magnético da Terra; Balança de corrente; Osciloscópio; Transitório num circuito RLC;
Simulação de experiências em computador
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Apostila de Física Experimental II, UNITAU, Taubaté, 2003.
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
SERWAY, Física. v.1, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. Ed. Ática. São
Paulo, 2003.
SERWAY, R. A. Física: Eletricidade, Magnetismo e Ótica. v.3, 3.ed.Editora Livro Técnico
e Científico, Rio de Janeiro, 2002.
FÍSICA - ELETROSTÁTICA
Carga horária 60 H/a
OBJETIVOS:
• Dar ao aluno uma visão geral dos fenômenos eletromagnéticos, com vistas a uma
formação científica adequada para o prosseguimento dos cursos de engenharias onde
esta matéria seja exigida;
• Fornecer subsídios para o processo de educação continuada, depois de completar o
curso.
EMENTA:
Interações Fundamentais da Natureza; Carga Elétrica; Lei de Coulomb; Campo Elétrico;
Movimento de Partículas Carregadas num Campo Elétrico; Lei de Gauss; Cálculo de
Campos Elétricos; Campos Elétricos em Condutores; Potencial Elétrico; Energia Potencial
Eletrostática; Cálculo de Potenciais; Descargas Elétricas; Capacitores; Dielétricos;
Energia Eletrostática; Cálculo de Capacitâncias; Corrente Elétrica; Resistência Elétrica e
Lei de Ohm; A Física da Condutividade Elétrica; Energia em Circuitos Elétricos; Circuitos
Elétricos; Força Eletromotriz; Regras de Kirchhoff; Resolução de Circuitos de Corrente
Contínua; Circuito RC.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v.3, 8.ed. Editora LTC, Rio de
Janeiro, 2009.
SERWAY, Física. v.3, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica. 3.ed. Guanábara Koogan
Editora, 1994.
MECÂNICA GERAL – ESTÁTICA
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver a capacidade para resolver problemas de engenharia utilizando-se as leis e
princípios fundamentais da Estática;
• Calcular momento de inércia de superfícies;
• Iniciar a capacitação para resoluções de pequenos projetos.
EMENTA:
Princípios e conceitos fundamentais da Estática; Estática dos pontos materiais; Corpos
rígidos; Sistemas equivalentes de forças; Equilíbrio dos corpos rígidos; Análises de
estruturas; Forças em vigas e cabos; Atrito; Momentos de inércia, estático, centrífugo,
polar e raios de giração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática. 7.ed.
Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2006.
BORESI, A. P.; SCHMIDT, R. J. Estática, Editora Thomson, São Paulo, 2003.
(ISBN13: 978-85-22102877)
WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São
Paulo, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HIBBELER. R.C. Engenharia Mecânica. 8.ed. Editora Livros Técnicos e Científicos Editora
S A. 1999.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS – TENSÕES, DEFORMAÇÕES
ELEMENTOS ISOSTÁTICOS CARREGADOS AXIALMENTE
Carga horária 40 H/a
E
OBJETIVOS:
• Modelar e analisar problemas de sistemas mecânicos simples deformáveis sob a
ação de cargas estáticas;
• Dimensionar sistemas mecânicos simples para que suportem cargas sem falhas.
EMENTA:
Propriedades mecânicas dos materiais; Introdução – conceito de tensão; Diagrama
tensão e deformação; Lei de Hooke; Tensão admissível; Tração e compressão;
Cisalhamento; Torção simples em barras; Flexão pura; Esforços solicitantes em vigas
isostáticas, forças e momentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Resistência dos Materiais. 4.ed. Editora McGraw-Hill,
São Paulo, 2006.
HIBBELER, R. C. Resistência Dos Materiais. 7.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009.
(ISBN 978-85-7605-373-6)
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. v.I e II, 3.ed. Livros Técnicos e
Científicos, Rio de Janeiro, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São
Paulo, 2007.
POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. Editora Edgard Blucher, São Paulo,
1978.
4º PERÍODO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - SÉRIES E EQUAÇÕES
DIFERENCIAIS
Carga horária 80 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver o estudo das equações diferenciais ordinárias com ênfase às de variáveis
separáveis e às lineares de 1ª e 2ª ordem;
• Desenvolver o estudo das transformadas de Laplace;
• Dar subsídios matemáticos para desenvolvimento de disciplinas subseqüentes do curso.
• Ampliar a capacidade lógica para soluções de problemas de engenharia.
EMENTA:
Equações diferenciais ordinárias de variáveis separáveis e lineares; Transformadas de
Laplace; Integrais duplas e triplas; Sistemas de coordenadas curvilíneas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
STEWART, J. Cálculo. v.2, 6.ed. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009.
LARSN, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo, v.2, 8.ed. Editora McGrawHill, São Paulo 2006.
ANTON, H. Cálculo Um Novo Horizonte, v.2, 6.ed. Bookman Editora, Porto Alegre, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
THOMAS, G. B. Cálculo. v.2, 10.ed. Editora Addison Wesley, São Paulo, 2003
AYRES, Jr.F. Cálculo Diferencial e Integral: Resumo 974 Problemas Resolvidos. McGrawHill, São Paulo, 1994.
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – PRODUÇÃO E ANÁLISE DE TEXTOS
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Despertar a atenção do aluno para a importância de uma postura de leitura interacionista
e crítica;
• Desenvolver a capacidade do aluno em abordar o texto com mais propriedade, de usar
seu conhecimento de mundo, lingüístico e textual;
• Familiarizar o aluno com o nível culto da língua na modalidade escrita de gênero
acadêmico-científico e empresarial;
• Desenvolver a produção de textos escritos específicos das áreas com metacognição
sobre o próprio processo para propiciar a autonomia textual.
EMENTA:
Estratégias de leitura: operações metacognitivas regulares para abordar o texto;
Habilidades lingüísticas características do bom leitor; Produção de textos a partir de
gêneros específicos com metacognição; Confecção de textos com objetivos e público-alvo
definidos; Revisão gramatical; Português escrito corrente: utilização em textos
acadêmicos; Leitura e análise de textos acadêmicos; Gêneros textuais; O texto
acadêmico; Produção de textos acadêmicos; Projetos de pesquisa, relato de pesquisa
(leitura global); Ata, Requerimento, Ofício, Memorando e Carta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KLEIMAN, A. Oficina de leitura: Teoria & Prática. Pontes, São Paulo, 2002.
BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37.ed. Editora Nova Fronteira, 2009.
SOARES, M. B.; CAMPOS, E. N. Técnicas de Redação: As articulações Lingüísticas
como Técnica de Pensamento. 1.ed. Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GOLD, M. Redação Empresarial: Escrevendo com sucesso na Era da Globalização, 2.ed.
Pearson Education, São Paulo, 2004.
FRY, R. Como Estudar. Editora Cengage Learning, São Paulo, 2009.
(ISBN 13: 978-85-221-0785-8).
EXPRESSÃO GRÁFICA - CAD (DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR)
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Fornecer ao aluno a base necessária para o uso eficiente de sistemas CAD (Projeto
Assistido por Computador) em Desenho Mecânico.
• Desenvolver conceitos teóricos dos principais aspectos envolvidos na modelagem
geométrica e de visualização.
• Aplicar o conhecimento adquirido na geração de seqüências de montagem,
dimensionamento, tolerância e parametrização.
• Elaborar individualmente um Projeto utilizando softwares CAD Comercial.
EMENTA:
Linguagem C (Complementação); Apresentação da biblioteca de elementos mecânicos,
elétricos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos aplicados em engenharia; Software
Autodesk Inventor Professional 11: Ambiente 2D e 3D; Part Design (modelamento sólido
3D); Drafting (detalhamento 2D); Assembly Design (montagem); Vista Explodida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AGUILAR, L. J. Programação em C++:Algoritmos, Estrutura de Dados e Objetivos. 2.ed.
Editora McGraw-Hill, São Paulo, 2008. (ISBN 978-85-86804-81-6).
BANACH, D. T.; KALAMEJA, A. J.; JONES, T. J. Autodesk Inventor 11 Essentials Plus.
Autodesk Press, 2006.
CRUZ, M. D. Autodesk Inventor 10: Teoria e Prática, Versões Series e Professional. Érica,
São Paulo, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CRUZ, M. D. Autodesk Inventor 11: Guia Prático para Projetos Mecânicos 3D. Érica, São
Paulo, 2006.
LAZZURI, J. E. C. Autodesk Inventor 8 – Protótipos Mecânicos Virtuais. Érica, São Paulo,
2004.
ELETRICIDADE APLICADA - CORRENTE ALTERNADA
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Familiarizar o aluno com as grandezas da eletricidade – corrente alternada;
• Capacitar para a análise dos circuitos elétricos de corrente alternada;
• Fornecer informações sobre segurança de trabalhos com corrente alternada
• Apresentar métodos e técnicas de solução de circuitos eletroeletrônicos;
• Demonstrar componentes eletrônicos;
• Elaborar pequenos projetos eletrônicos
EMENTA:
Conceitos fundamentais; A corrente alternada; Potencia em corrente alternada; Circuito
monofásico; Instalações elétricas; Introdução á eletrônica
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2.ed. Makron Books, São Paulo, 1997.
NISKIER, J. Manual de Instalações Elétricas, 1.ed. Editora LTC, 2005.
(ISBN 978-8521614357),
BIRD, J. Circuitos Elétricos: Teoria e Tecnologia. 3.ed. Editora Elsevier, 2009.
(ISBN 978-85-352-2026-1).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HAYT Jr., W. H., KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. McGraw-Hill,
São Paulo, 1978.
EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos. 2.ed.Makron McGraw- Hill, São Paulo, 1991.
CAVALCANTI, P. J. M. Fundamentos de Eletrotécnica para Técnicos em Eletrônica.
10.ed. Biblioteca Técnica Freitas Bastos, Rio de Janeiro, 1985.
MARQUES, A. E. B. Dispositivos semicondutores: Diodos e Transistores. Editora Érica,
1996.
CUTLER, P. Circuitos eletrônicos lineares. 1.ed. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda, São
Paulo, 1977.
FENÔMENOS DE TRANSPORTE - CINEMÁTICA E DINÂMICA DOS FLUIDOS
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Introduzir conceitos de mecânica dos fluidos;
• Demonstrar as aplicações da mecânica dos fluidos nos cursos de engenharia.
EMENTA:
Propriedades dos Fluidos; Escoamento de fluidos e equações fundamentais: Sistemas e
Volume de controle; Volume de controle à continuidade, Energia e quantidade de
movimento; Característica e definições dos escoamentos; Equação da continuidade para
massa e para volume; Equação de Bernoulli, perdas, cavitação, bombas e turbinas;
Números adimensionais; Perda de carga distribuída e concentrada; Forças em
tubulações. Máquinas de fluxo: Introdução ás máquinas de fluxos; Turbinas, bombas,
ventiladores e compressores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MUNSON, B.R.; YOUNG, D.F.; OKIISHI, T.H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos.
Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo, 2004.
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. Editora. Pearson/Prentice Hall, São Paulo, 2008.
POTTER, M. C.; WIGGERT, D. C. Mecânica dos Fluidos, Editora Thomson, 2003
(ISBN13: 9788522103096).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FOX, R.W.; McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 5.ed. LTC Editora, Rio
de Janeiro, 2001.
STREETER, V.L. Mecânica dos Fluidos. Editora McGraw-Hill do Brasil, Ltda. Rio de
Janeiro, 1974.
FÍSICA EXPERIMENTAL - ÓPTICA
Carga horária 20 H/a
OBJETIVOS:
• Proporcionar ao aluno uma vivência com as técnicas de medições físicas, de
interpretação dos resultados experimentais;
• Integrar os conhecimentos teóricos experimentais em que se fundamentam os métodos
científicos, com ênfase em experiências de óptica;
• Despertar o aluno para a necessidade da segurança no trabalho.
EMENTA:
Segurança de trabalho no laboratório; Laser; Índice de refração de um prisma; Distância
focal de uma lente; Simulação de experiências em computador.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Apostila de Física Experimental II, UNITAU, Taubaté, 2003.
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3 e v.4, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
SERWAY, Física. v.1, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CAPUANO, F. G.; MARINO, M. A. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica. Ed. Ática. São
Paulo, 2003.
SERWAY, R. A. Física: Eletricidade, Magnetismo e Ótica. v.3, 3.ed.Editora Livro Técnico
e Científico, Rio de Janeiro, 2002.
FÍSICA - MAGNETOSTÁTICA
Carga horária 60 H/a
OBJETIVOS:
• Dar ao aluno uma visão geral dos fenômenos eletromagnéticos, com vistas a uma
formação científica adequada para o prosseguimento dos cursos de engenharias onde
esta matéria seja exigida;
• Fornecer subsídios para o processo de educação continuada, depois de completar o
curso.
EMENTA:
O Campo Magnético; Vetor Indução Magnética; Força de Lorentz; Movimento de
Partículas Carregadas num Campo Magnético; Forças sobre Correntes; Torque em
Espiras e Dipolos Magnéticos; Efeito Hall; Campos Magnéticos de Cargas em Movimento
e de Correntes; Lei de Biot-Savart; Lei de Ampère; Forças entre Condutores; Lei de
Faraday da Indução Magnética; Circuitos RL e RLC; Equações de Maxwell e Materiais
Magnéticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
YOUNG & FREEDMAN. Física. v.3, 12.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009
HALLIDAY, D.; RESNICK. J.M. Fundamentos de Física, v.3, 8.ed. Editora LTC, Rio de
Janeiro, 2009.
SERWAY, Física. v.3, 1.ed. EditoraThomson, São Paulo, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica. 3.ed. Guanábara Koogan
Editora, 1994.
MECÂNICA GERAL – CINEMÁTICA
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Desenvolver a capacidade para resolver problemas de engenharia utilizando-se as leis e
princípios da mecânica clássica, relacionados à cinemática e dinâmica de sistemas de
pontos matérias.
EMENTA:
Cinemática de corpo rígido; Dinâmica de sistema de pontos materiais; Dinâmica de
corpos rígidos; Movimentos impulsivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros. 5.ed. Editora
Makron Books Ltda., 1994.
GIACAGLIA, G E O. Mecânica Geral. Editora. Campus, Rio de Janeiro, 1984.
GIACAGLIA, G E O & ALQUERES H. Mecânica. Editora Bandeirantes, São Paulo, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HIBBELER, R. C. Engenharia Mecânica. 8.ed. Livros Técnicos e Científicos Editora S A.,
1999.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS – ESFORÇOS SOLICITANTES, VIGAS E
COLUNAS ISOSTÁTICAS
Carga horária 40 H/a
OBJETIVOS:
• Modelar e analisar problemas de sistemas mecânicos simples deformáveis sob a
ação de cargas estáticas;
• Dimensionar sistemas mecânicos simples para que suportem cargas sem falhas.
EMENTA:
Propriedades mecânicas dos materiais; Introdução – conceito de tensão; Diagrama
tensão e deformação; Lei de Hooke; Tensão admissível; Tração e compressão;
Cisalhamento; Torção simples em barras; Flexão pura; Esforços solicitantes em vigas
isostáticas, forças e momentos; Projeto de vigas e eixos de transmissão; Análise das
tensões e deformações; Deflexão das vigas; Flambagem de colunas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Jr. Resistência dos Materiais. 4.ed. Editora McGraw-Hill,
São Paulo, 2006.
HIBBELER, R. C. Resistência Dos Materiais. 7.ed. Editora Pearson, São Paulo, 2009.
(ISBN 978-85-7605-373-6)
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. v.I e II, 3.ed. Livros Técnicos e
Científicos, Rio de Janeiro, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
WICKERT, J. Introdução à Engenharia Mecânica. 2.ed. Ed. Thomson Learning, São
Paulo, 2007.
POPOV, E. P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. Editora Edgard Blucher, São Paulo,
1978.
5º PERÍODO
CONFORTO AMBIENTAL
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Fornecer aos alunos os meios de identificar, analisar, quantificar, e propor. Soluções para
os problemas de ruído no ambiente construído. Preparar o aluno para o entendimento do
desempenho térmico de edificações e sua adequação ao clima local.
EMENTA:
Conceitos Básicos de Acústica. Isolamento de Ruído. Propagação do Som no Ar Livre.
Acústica em Ambientes Fechados. Materiais para Absorção Sonora. Conforto Térmico.
Arquitetura e Clima. Elementos de Controle da Radiação Solar. Desempenho Térmico de
Componentes Construtivos. Ventilação. Isotermia. Higiene do Ambiente, Edificações,
Locais Públicos, Piscinas, Parques, Áreas de Lazer, Áreas de Recreação, Áreas de
Esporte.
BIBIOGRAFIA BÁSICA:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-1 Desempenho
térmico de edificações - Parte 1: Definições, símbolos e unidades. Rio de Janeiro, 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-2 Desempenho
térmico de edificações - Parte 2: Métodos de cálculo da transmitância térmica, da
capacidade térmica, do atraso térmico e do fator solar de elementos e componentes de
edificações. Rio de Janeiro,2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR15220-3 Desempenho
térmico de edificações - Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes
construtivas para habitações unifamiliares de interesse social. Rio de Janeiro, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
A disciplina tem como objetivo apresentar a evolução filosófica e histórica do
conhecimento científico e noções sobre os procedimentos para elaborar uma pesquisa
científica. para com isso despertar o aluno o "senso crítico" perante os acontecimentos
contemporâneo e ensinar, como raciocinar sobre os temas apresentados nas disciplinas
do curso.
EMENTA:
O conhecimento e seus níveis. O trinômio: verdade-evidência-certeza. .A formação do
espírito científico. O método científico, racional e argumento de autoridade. Os processos
do metódo científico. Conceito de pesquisa. Tipos de pesquisas.Projeto de pesquisa.
Escolha do assunto a ser pesquisado. Formulação dos problemas. Estudos exploratórios.
Coleta, análise e prestação dos dados. Elaboração do plano de assunto. Redação,
apresentação e apresentação de trabalho de pesquisa. Elaboração de um projeto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 39. ed. Petrópolis: Editora
Vozes, 2011.
NASCIMENTO, L. P. Elaboração de projetos de pesquisa. 1 ed. São Paulo: Editora
Cengage Learning, 2011.
POPPER, Karl. A logica da pesquisa cientifica. 2. ed. São Paulo: Cultrix, 2011
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Editora: Atlas, 2011.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Editora Cortez,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
OLIVEIRA, N. M.; ESPINDOLA, C. R. Trabalhos cadêmicos: recomendações práticas.
São Paulo: CEETEPS/Copidart Editora Ltda, 2003.
MALERBO, M. B.; PELÁ, N. T. R.Apresentação escrita de trabalhos científicos.
Ribeirão Preto: Editora Holos, 2003.
REA, L. M. & PARKER, A. R.Metodologia de pesquisa: do planejamento à execução.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Técnica de construção civil tem por objetivo apresentar aos estudantes os principais
processos construtivos de técnica convencionais e alternativas de maneira a exercitar a
criatividade de uma obra civil.
EMENTA:
Definição, elementos referentes à edificação: processos expedidos para levantamento
planialtímetro: reconhecimento do subsolo, sondagem, movimento de terra, equipamento.
Locação de obras. Implantação da construção: canteiro de obra. Fundações. Concreto.
Elementos de vedação. Coberturas. Revestimentos e pisos. Racionalização e tecnologia
das construções. Patologia e terapia das construções. Construção civil e meio ambiente.
Reciclagem. Noções de higiene e segurança do trabalho. Memorial descritivo. Orçamento.
Cronograma físico-financeiro. Desenvolvimento de projeto durante todo o curso. Sistemas,
Métodos
e
Processos
Industrialização
da
de
Construção
Construção
Civil.
Civil.
Tecnologia
Edificações.
da
Construção
Impermeabilização.
Civil.
Isotermia.
Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção
Civil. Patologia das Construções. Recuperação das Construções
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed.
São Paulo: Hemus, 1980. v. 1. 148 p.: il. ISBN 2-602-0023-X.
BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed.
São Paulo: Hemus, 1980. v. 2. 315 p.: il. ISBN 2-602-00023-X.
BAUD, Gérard. Manual de pequenas construções: alvenaria e concreto armado. 1. ed.
São Paulo: Hemus, 1980. v. 3. -477 p.: il. ISBN 2-602-00023-X.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
THOMAZ, Ercio. Trincas em edifícios: causas, prevenção e recuperação. 1. ed. São
Paulo: PINI/EPUSP/IPT, 2007. 194 p., il. ISBN 85-09-00047-6.
BORGES, Alberto de Campos; MONTEFUSCO, Elizabeth; LEITE, Jaime Lopes. Prática
das pequenas construções. 8 - 1r. São Paulo: Edgard Blücher, s.ed. v. 1. 313 p
BORGES, Ruth Silveira; BORGES, Wellington Luiz. Manual de instalações prediais
hidráulico-sanitárias e de gás. 4. ed. São Paulo: PINI, 1992. 546 p.
URBANISMO E MEIO AMBIENTE
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno na compreensão do espaço urbano, através da apresentação de
metodologias, permitindo-lhe analisar a cidade e interpretá-la como sendo um grande
porte e intervenções.
EMENTA:
Desenvolvimento urbano, planejamento do espaço físico, planos diretores. Estrutura e
morfologia urbana, infra-estrutura, equipamentos urbanos e serviços urbanos. Infraestrutura Territorial. Atividades Multidisciplinares referentes a Planejamento Urbano no
âmbito da Engenharia Civil. Atividades Multidisciplinares referentes a Planejamento
Regional no âmbito da Engenharia Civil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ACIOLY JR., Claudio; DAVIDSON, Forbes. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. 1. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 1998. 95 p.
BARDET, G. O Urbanismo (Tradução Flávia Cristina S. Nascimento) Campinas: Papiros,
1990
BRANCO, S. M. Ecossistêmica: Uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente, SP. Ed. Edgard Blücher Ltda, 1989
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BENÉVOLO, L. História da Cidade (Tradução Silvia Marza), SP. Ed. Perspectiva, 1993.
SILVIA, J. A. Direito Urbanístico Brasileiro, SP. Malheiros Eds. 2ª. Edição, 1995.
MONTECLARO, C. J. O Ser Arquiteto Urbanista, Taubaté, Cabral Editora, 1998
COURBUSIER, L. A Carta de Atenas, tradução de Rebeca Scherer, São Paulo, Hicitec,
Coleção Estados Urbanos, 1993.
CIÊNCIAS HUMANAS E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Apresentar e discutir as questões sociais no seus aspectos multidisciplinares econômicos,
culturais e políticos, visando exercitar a reflexão sobre a ordem social, econômica, política
mundial e nacional.
Instrumentalizar os engenheirandos como conhecimento da legislação profissional, as
normas regulamentadoras do exercício da profissão, e o seu código de ética.
Capacitar e informar o universitário dando-lhes uma visão geral de gerenciamento e
postura no exercício da profissão, criando condições de desenvolvimento dentro de um
raciocínio ético.
EMENTA:
Os Paradígmas Resultantes Da Formação Técnica. Uma Nova Ótica Do Exercício
Profissional. Organização Do Sistema Confea/Creas. A Legislação Profissional - Lei
5.194/96. Resolução Nº. 205/71 - Código de Ética Profissional. História do Ensino da
Engenharia No Brasil. Noções de Gerenciamento da Construção Civil. Noções de Direito
e Cidadania. Responsabilidade e Direitos dos Profissionais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AVELAR, L. Mudanças Estruturais, Crise Política e Eleições no Brasil. Monografia (Unicamp)
DRUKER, P.E. As Novas Realidades do Governo e na Política, na Economia, nas
Empresas, na Sociedade e na Visão do Mundo, - Tradução Calos Afonso Malferrari - 2ª.
Edição, São Paulo, Pioneiro , 1.991.
REIS, F.W. E O Donnell, G.A. Democracia No Brasil: Dilema E Perspectiva,. Editora
Vértice, 1.988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CONFEA, Leis, Decretos e Resolução
LEI Nº. 5.194 - 24/12/1.966. Código De Ética Profissional
LEI Nº. 8078 - 11/09/1.990 - Código De Defesa Do Consumidor
ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Apresentar aos alunos conceitos de administração de obras, de empresas. Simular o
desenvolvimento de um empreendimento desde o anteprojeto passando pelos: orçamento,
compras, recebimento, estocagem, pagamento etc, até a conclusão. Simular mercado de
trabalho e concorrência entre empresas.
EMENTA:
Organização e Administração. Métodos de Planejamento e Controle de Obras. PréOrçamento e Orçamento Detalhado. Noções de Administração. Administração de Pessoal.
Administração de Suprimentos. Relações Humanas na Empresa. Tipos de Contratos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TCPO14 livro. Editora: PINI , Ed. 14, 2010
NOCERA, R. J.Gerenciamento de Projetos - Abordagem prática para o dia a dia do
gerente de projetos . Editora : RJN . Ed. 1, 2010
TISAKA, M. Orçamento na Construção Civil - Consultoria, Projeto e Execução . Editora:
PINI , ED. 2, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTOS, A. P. L. , JUNGLES, A. E. Como Gerenciar as Compras de Materiais na
Construção Civil . Editora: PINI, Ed. 1, 2009
PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CIVIL
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Mostrar ao aluno a diferença entre o projeto convencional e o assistido por computador.
Mostrar a importância da padronização e da qualidade no desenvolvimento do projeto.
Desenvolver projeto completo, incluído detalhes construtivos. Mostrar ao aluno os
parâmetros básicos de projeto objetivando o uso do computador na sua elaboração.
EMENTA:
Elaboração de projetos completos de engenharia civil. O edifício analisado segundo suas
etapas construtivas para elaboração do projeto básico e iniciação a uso dos
computadores. O detalhamento e as fases de projeto no sistema convencional visando
aplicação da computação gráfica. Sistemas, Métodos e Processos de Construção
Civil.Tecnologia da Construção Civil. Industrialização da Construção Civil. Edificações.
Impermeabilização. Isotermia. Tecnologia dos Materiais de Construção Civil. Patologia
das Construções. Recuperação das Construções. Equipamentos, Dispositivos e
Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio.
Instalações Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a Incêndio. Instalações
Elétricas em Baixa Tensão para fins residenciais e comerciais de pequeno porte.
Instalações de Tubulações Telefônicas e Lógicas para fins residenciais e comerciais de
pequeno porte. Higiene do Ambiente, Edificações, Locais Públicos, Piscinas, Parques,
Áreas de Lazer, Áreas de Recreação, Áreas de Esporte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TURQUETTI FILHO, Reynaldo; BENTO, Leonardo Berges; MORAES, Marlos Fabiano de.
Aprenda a desenhar com AutoCAD 2000: 2D, 3D e modelamento com sólidos. 1. ed. São
Paulo: Érica, 2000. 374 p. ISBN 85.7194.684-1.
AUTOCAD 12 - Guia Completo Vol. I - Editora Berkeley - David S. Cohm
AUTOCAD 12 - Guia Completo Vol. II - Editora Berkeley - David S. Cohm
OMURA, G. Dominando o Autocad - Versão 12 - LTC
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MICROSTATION - 95 - Criação e animação Editora: Érica - Reinaldo Turquete Filho
MICROSTATION - 95 - Power Draft - Editora Érica.
60 PERÍODO
HIDRÁULICA I – CONDUTO FORÇADO
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Proporcionar aos alunos um fundamento básico e teórico do senso crítico para elaborar
projetos. Fixação de toda a conceituação necessária para aplicação aos projetos de
saneamento básicos e instalações prediais.
EMENTA:
Hidrodinâmica dos Condutos Forçados. Condutos Livres. Hidrometria.
Foronomia e
Vertedores. Máquinas Hidráulicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994. v.1., 335p.
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994., v.2., 724p.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 739p.
APOSTILA CETESB. Hidráulica Aplicada, s/d., s/a.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MANUAL técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 2. ed. São Paulo: PINI, 1995.
CATÁLOGOS de fabricantes de tubulações e bombas Hidráulicas. s/d, s/a.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
O educando deve, ao final do curso, ser capaz de identificar e classificar os tipos de
experimentos aleatórios encontrado no mundo físico, definir as variáveis aleatórias
relacionadas ao problema e as possíveis distribuições teóricas de probabilidades; montar
o modelo probabilístico e resolvê-lo; interpretar os resultados no mundo físico.
EMENTA:
Estatística Descritiva. Medidas de Posição.Medidas de Dispersão. Medidas de
Assimetria e Curtose. Técnicas de Contagem. Probabilidade Clássica. Variáveis
Aleatórias Discretas.Principais Distribuições Discretas .Variáveis Aleatórias Contínuas.
Principais Distribuições Contínuas de Probabilidade. Distribuições Amostrais e Estimação
Paramétrica. Teste de Hipótese e Significância
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002.
MORETTIN, L. G.Estatísitca básica:Probabilidade. São Paulo: Makron Books; 2007.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica: interferência.São Paulo:Makron Books; 2005.
WILTON, O. P.; PEDRO, A. M. Estatística básica. São Paulo: Atual Editora, 2006.
MEYER, P. L. Probabilidade:aplicações à estatística. Rio de Janeiro: Livro Técnico
Editora, 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TOPOGRAFIA I
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Fornecer ao aluno condições de executar levantamentos planimétricos e planialtimétricos,
nivelamentos geométricos, terraplanagem e estudar os sistemas de projeções
cartográficas na Engenharia, cujas dimensões ultrapassam o plano topográfico. Permitir a
utilização racional da superfície da terra e desenvolver metodologias adequadas para
elaboração de projetos básicos e executivos, bem como sua locação em campo. Levar ao
aluno o conhecimento geral e teórico e prático, com utilização e locação em campo.
EMENTA:
Aplicação da topografia na engenharia, indicações de geometria analítica, trigonometria,
escalas
e usos diversos. Levantamento através de métodos diretos: uso da trena.
Goniologia: estudo de rumos e azimutes. Declinação magnética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGES, A. de C. Topografia. v.1 e 2. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008.
BORGES, A. de C. Exercícios de topografia. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008.
MARTINELLI, M. Gráficos e Mapas: construa você mesmo. Ed. Moderna, 1998.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13.133. Execução de Levantamento
Topográfico. RJ. ABNT. 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Ed. Globo, 1987.
NOVO, E.M.L. de M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard
Blucher Ltda. 1998.
JOLY, F. A Cartografia. Ed. Papirus, Campinas, 2004.
HIDROLOGIA APLICADA
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Introduzir Conceitos do fenômeno Hidrológico e apresentar Metodologias de avaliação de
vazões extremas dos cursos d’água.
EMENTA :
Ciclo
Hidrológico.
Escamento
Superficial.
Bacias
Hidrográficas..
Precipitações.
Pluviométricas. Vazão de Projeto. Drenagem Urbana. Regularização de vazões de cursos
d’água. Aproveitamento de recursos Hídricos. Hidrologia Aplicada ao Saneamento.
Elementos e fatores climáticos. Tipo de classificação dos climas. Hidrometeorologia.
Micrometeorologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRIBBIN, John B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais.
Tradução de Glauco Peres Damas. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 494 p., il.
ISBN 978-85-221-0635-6. 3 Exs.
GARCEZ, L. N. Hidrologia.1 - 1 r. Edgard Blucher, 1976. 249p.
VILLELA, S.M.; MATTOS, A. Hidrologia Aplicada. 1. ed.McGraw-Hill do Brasil, 1978
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MANUAL do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica)
CONTRIBUIÇÃO para o aproveitamento múltiplo de cursos de água - Jose Meiches (tese).
CONTRIBUIÇÃO para o estudo de vasão mínima, média e máxima de pequenas bacias
hidrográficas - Kokev Uehara (Tese).
MÉTODOS NUMÉRICOS
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Estudar os processos numéricos para a resolução de problemas de engenharia, com foco
na fundamentação teórica fundamentada nas potencialidades e limitações dos
computadores digitais.
EMENTA:
Erros. Zeros de Funções Reais. Resolução de Sistemas Lineares. Interpolação.
Integração Numérica. Ajustes de Curvas pelo Método dos Quadrados Mínimos. Soluções
Numéricas de Equações Diferenciais Ordinárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CLAUDIO, D. M., MARINS, J. M.. Cálculo Numérico Computacional: Teoria e Prática. 2ed.
São Paulo: Atlas, 1994.
RUGGIERO, M. A. G. e LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico - aspectos Teóricos e
Computacionais. São Paulo: Makron, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARRO, I. Q.. Introdução ao Cálculo Numérico, São Paulo: Edgar Blücher, 1972.
MAIA, M. L.. Cálculo Numérico (com aplicações). 2. ed.. São Paulo: Editora Habra, 1987.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Proporcionar ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais. Relativos a
utilização dos materiais de construção em obras de engenharia civil.
EMENTA:
Introdução. Classificação dos materiais. Propriedades. Tecnologia dos Materiais de
Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção Civil. Aglomerantes minerais,
agregados, pastas e argamassas, concretos hidráulicos, materiais metálicos, materiais
betuminosos, materiais cerâmicos, madeiras, tintas e vernizes, vidros, materiais
alternativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
reimpressão 2010, v.1. 488p. , ISBN 978-85-216-1249-0.
BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
reimpressão 2010, v.2. 538p. , ISBN 978-85-216-1003-8.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PETRUCCI, Eladio G.R. Concreto de Cimento Portland, Ed. Globo -1988.
CANOVAS, M.F. Patologia e Terapia do Concreto Armado, Ed. Pini -1994.
NAZAR, Nilton. Fôrmas e Escoramentos para Edifícios: critérios para dimensionamento e
escolha do sistema. São Paulo: Ed. Pini, 2007. 173 p. il. ISBN 978-85-7266-179-9.
NEVILLE, Adam M. Propriedades do Concreto. 2 edição São Paulo: Ed. Pini, 1997.828 p.
il. ISBN 85-7266-068-2.
ISAIA, Geraldo C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de
Materiais. 2 edição São Paulo, IBRACON, 2010.
TEORIA DAS ESTRUTURAS I
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
A disciplina tem como objetivo apresentar: Os fundamentos sobre sistemas de unidades e
equações da estática. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Noções
preliminares de estruturas em barras. Vigas classificação quanto ao equilíbrio estático,
determinação dos esforços internos, vigas Gerber. Pórticos, barras inclinadas, barras
curvas, arcos triarticulados. Grelhas. Treliças, processo de equilíbrio dos nós, processo
das seções. Fios e Cabos. Cargas móveis, linhas de influência.
EMENTA:
Fundamentos, grandezas vetoriais, equações de equilíbrio, esforços atuantes. Conceitos
gerais sobre as estruturas e suas classificações. Classificação dos vínculos. Forças que
atuam nos elementos estruturais Esforços em vigas isostáticas, momento fletor, esforços
cortantes e esforços normais. Esforços em pórticos isostáticos, momento fletor, esforços
cortantes e esforços normais. Esforços em grelhas isostáticas, momento fletor, momento
de torção, esforços cortantes e esforços normais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SORIANO, Humberto Lima. Estática das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2010. 402 p., il. ISBN 978-85-7393-909-5. 3 Exs.
HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p.
HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall,
2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0
BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição –
McGraw-Hill, 1994.
BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996.
CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOLITERNO, A. “Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira” – 3ª
edição – Editora Edgard Blücher, 1999. 461p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 6118 – Projeto de
Estruturas de Concreto – Procedimentos – ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 8800 – Projeto e Execução
de Estruturas de Aço de Edifícios – ABNT, 1986.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto armado eu te
amo. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. v. 1. 486 p., il. ISBN 978-85-212-0460-2. 5
Exs.
70 PERÍODO
TEORIA DAS ESTRUTURAS II
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
A disciplina tem como objetivo apresentar: Os fundamentos sobre sistemas de unidades e
equações da estática. Conceitos gerais sobre as estruturas e suas classificações. Noções
preliminares de estruturas em barras. Vigas classificação quanto ao equilíbrio estático,
determinação dos esforços internos, vigas Gerber. Pórticos, barras inclinadas, barras
curvas, arcos triarticulados. Grelhas. Treliças, processo de equilíbrio dos nós, processo
das seções. Fios e Cabos. Cargas móveis, linhas de influência.
EMENTA:
Fundamentos, grandezas vetoriais, equações de equilíbrio, esforços atuantes. Conceitos
gerais sobre as estruturas e suas classificações. Classificação dos vínculos. Forças que
atuam nos elementos estruturais Esforços em vigas isostáticas, momento fletor, esforços
cortantes e esforços normais. Esforços em pórticos isostáticos, momento fletor, esforços
cortantes e esforços normais. Esforços em grelhas isostáticas, momento fletor, momento
de torção, esforços cortantes e esforços normais. Treliças isostáticas, esforços atuantes
nas barras. Fios e cabos aplicados na análise estrutural. Cargas móveis, linha de
influência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SORIANO, Humberto Lima. Estática das estruturas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2010. 402 p., il. ISBN 978-85-7393-909-5. 3 Exs.
HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p.
HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall,
2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0
BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição –
McGraw-Hill, 1994.
BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996.
CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOLITERNO, A. “Caderno de Projetos de Telhados em Estruturas de Madeira” – 3ª
edição – Editora Edgard Blücher, 1999. 461p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 6118 – Projeto de
Estruturas de Concreto – Procedimentos – ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR 8800 – Projeto e Execução
de Estruturas de Aço de Edifícios – ABNT, 1986.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto armado eu te
amo. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. v. 1. 486 p., il. ISBN 978-85-212-0460-2. 5
Exs.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL II
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Proporcionar ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais. Relativos a
utilização dos materiais de construção em obras de engenharia civil.
EMENTA:
Introdução. Classificação dos materiais. Propriedades. Tecnologia dos Materiais de
Construção Civil. Resistência dos Materiais de Construção Civil. Aglomerantes minerais,
agregados, pastas e argamassas, concretos hidráulicos, materiais metálicos, materiais
betuminosos, materiais cerâmicos, madeiras, tintas e vernizes, vidros, materiais
alternativos. Patologia das Construções. Recuperação das Construções. Equipamentos,
Dispositivos e Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a
Incêndio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
reimpressão 2010, v.1. 488p. , ISBN 978-85-216-1249-0.
BAUER, Luiz Alfredo Falcão(coord.) Materiais de Construção 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
reimpressão 2010, v.2. 538p. , ISBN 978-85-216-1003-8.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PETRUCCI, Eladio G.R. Concreto de Cimento Portland, Ed. Globo -1988.
CANOVAS, M.F. Patologia e Terapia do Concreto Armado, Ed. Pini -1994.
NAZAR, Nilton. Fôrmas e Escoramentos para Edifícios: critérios para dimensionamento e
escolha do sistema. São Paulo: Ed. Pini, 2007. 173 p. il. ISBN 978-85-7266-179-9.
NEVILLE, Adam M. Propriedades do Concreto. 2 edição São Paulo: Ed. Pini, 1997.828 p.
il. ISBN 85-7266-068-2.
ISAIA, Geraldo C. Materiais de Construção Civil e Princípios de Ciência e Engenharia de
Materiais. 2 edição São Paulo, IBRACON, 2010.
HIDRÁULICA II – CONDUTO LIVRE
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Proporcionar aos alunos um fundamento básico e teórico do senso crítico para elaborar
projetos. Fixação de toda a conceituação necessária para aplicação aos projetos de
saneamento básicos e instalações prediais.
EMENTA:
Hidráulica Aplicada ao Saneamento. Instalações, Equipamentos, Dispositivos e
Componentes da Engenharia Sanitária. Instalações, equipamentos, dispositivos e
componentes da Engenharia Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994. v.1., 335p.
AZEVEDO NETTO, J. M.; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994., v.2., 724p.
MACINTYRE, A. J. Instalações hidráulicas. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. 739p.
APOSTILA CETESB. Hidráulica Aplicada, s/d., s/a.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MANUAL técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 2. ed. São Paulo: PINI, 1995
CATÁLOGOS de fabricantes de tubulações e bombas Hidráulicas. s/d, s/a.
TOPOGRAFIA II
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVO:
Fornecer ao aluno condições de executar levantamentos planimétricos e planialtimétricos,
nivelamentos geométricos, terraplanagem e estudar os sistemas de projeções
cartográficas na Engenharia, cujas dimensões ultrapassam o plano topográfico. Permitir a
utilização racional da superfície da terra e desenvolver metodologias adequadas para
elaboração de projetos básicos e executivos, bem como sua locação em campo. Levar ao
aluno o conhecimento geral e teórico e prático, com utilização e locação em campo.
EMENTA:
- Planimetria: levantamento de campo, cálculo de coordenadas e memorial descritivo;
- Planialtimetria: levantamento de campo; cálculo de coordenadas, cotas, curvas de nível,
memorial descritivo e montagem de projeto.
- Nivelamento Geométrico: cálculo de planilhas; cálculo de cotas; traçado de perfil e
cálculo de declividades; curvas de nível;
- Terraplanagem: cálculo de volume de corte e aterro; linhas de Offsets;
- Levantamento planialtimétrico com uso de Estação Total.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORGES, A. de C. Topografia. v.1 e 2. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008.
BORGES, A. de C. Exercícios de topografia. ed. Edgard Blucher Ltda. 2008.
MARTINELLI, M. Gráficos e Mapas: construa você mesmo. Ed. Moderna, 1998.
Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13.133. Execução de Levantamento
Topográfico. RJ. ABNT. 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Ed. Globo, 1987.
NOVO, E.M.L. de M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard Blucher
Ltda. 1998.
JOLY, F. A Cartografia., Campinas: Papirus, 2004.
SISTEMAS ESTRUTURAIS I – CONCRETO ARMADO
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Aplicar os conhecimentos adquiridos em disciplinas que constituem pré-requisitos, tais
como resistência dos materiais, estabilidade das construções; levar o aluno a desenvolver
teorias específicas do cálculo de estruturas usuais e de estruturas especiais, cuja
organização e forma decorrem da utilização do material concreto armado; levar o aluno à
discussão de tópicos em concreto armado.
EMENTA:
Caracterização estrutural de um edifício. Estabilidade das Estruturas. Cargas. Esforços
internos.
Estruturas
de
Concreto.
Concreto
armado:
materiais
componentes,
dimensionamento de elementos estruturais (pilares, vigas e lajes, escada, reservatório).
Desenvolvimento de um projeto estrutural. Plantas de formas e ferragens.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FUSCO, Péricles Brasiliense. Estruturas de concreto: solicitações tangenciais. São Paulo:
PINI, 2008. 328 p., il. ISBN 978-85-7266-208-6. 3 Exs.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos aplicados. São
Paulo: PINI, 2008. 179 p., il. ISBN 978-85-7266-200-0. 3 Exs
CARVALHO, Roberto Chust; FIGUEIREDO FILHO, Jasson Rodrigues de. Cálculo e
detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: segundo a NBR 6118: 2003. 3.
ed. São Carlos: EDUFSCAR, 2009. 367 p., il. ISBN 978-85-7600-086-0.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PFEIL, W. Concreto Armado - Dimensionamento. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC. v.3, 1989
MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 1. ed. São Paulo, 1980. v.1.
MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 3. ed. São Paulo, 1983. v.2
TRANSPORTES I - ESTRADAS
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Caracterizar os componentes dos sistemas de transporte. Conhecer os conceitos básicos
relacionados à locomoção veicular de forma a entender como as características de
desempenho dos veículos influenciam o projeto e a operação de sistemas de transporte.
Conhecer os conceitos básicos relativos ao fluxo de veículos e seu controle e à
capacidade e nível de serviço de rodovias, procurando mostrar como esses fatores
influenciam o projeto e a operação do sistema viário.
EMENTA:
Introdução: O sistema de transportes. Componentes dos sistemas de transporte.
Organização e importância econômica do sistema de transporte.2. Mecânica da
locomoção de veículos ferroviários: Força motriz em locomotivas diesel-elétricas.
Resistência ao movimento. Velocidade de equilíbrio. Frenagem de trens. Comprimento
máximo do trem. Consumo de combustível.3. Mecânica da locomoção de veículos
rodoviários: Força motriz em veículos rodoviários. Resistência ao movimento. Velocidade
de equilíbrio. Frenagem de veículos rodoviários. Consumo de combustível. Pesos e
dimensões de veículos rodoviários.4. Fluxo de veículos e seu controle: Diagramas
espaço-tempo. Princípios fundamentais dos fluxos de veículos. Modelos macroscópicos
de fluxo de tráfego rodoviário. Modelos microscópicos de fluxo de tráfego rodoviário.
Aplicações de teoria das filas à análise de fluxos de tráfego. Fluxos de tráfego
interrompidos. Controle de tráfego ferroviário. Controle de tráfego rodoviário. 5. Fluxo de
veículos em interseções: Cruzamentos semaforizados. Análise determinística de
cruzamentos semaforizados. Calibração de semáforos pelo método de Webster.
Determinação do tempo de entre-verdes. Instalações semafóricas. Cruzamentos não
semaforizados.6. Capacidade viária: Capacidade de vias férreas. Capacidade e nível de
serviço de rodovias. Fatores que afetam o nível de serviço e a capacidade de uma rodovia.
Capacidade e nível de serviço de auto-estradas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PIETROANTONIO H. Introdução à Engenharia de Tráfego. Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo. S.Paulo, 1999.
NOVAES, A. G. N. ; ANTONIO, G. N. N. . SISTEMAS DE TRANSPORTES: DEMANDA,
OFERTA E EQUILIBRIO OFERTA-DEMANDA (3 VOLUMES). SAO PAULO, SP:
EDGARD BLUCHER, 1986. 424 p.
SETTI, J. R. et al. Tecnologia de transportes. Escola de Engenharia de S. Carlos da
Universidade de São Paulo. S. Carlos, 1998.
Morlok, E.K. (1978) Introduction to Transportation Engineering and Planning. McGraw-Hill,
Nova Iorque, EUA.
Khisty, C.J. (1990) Transportation Engineering: An Introduction, Prentice Hall, Englewood
Cliffs, NJ, EUA.
TRB (2010) Highway Capacity Manual 2010. Transportation Research Board, Washington,
DC, EUA.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DNIT - Manual de estudos de tráfego. Rio de Janeiro. 2006. 284p. Instituto de Pesquisas
Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
Kawamoto, E. (2001) Análise de sistemas de transporte. EESC-USP
Setti, J.R.A. e Widmer, J.A. (1993) Tecnologia de transportes. Notas de aula, EESC-USP,
250 p.
Mannering, F.L. e Kilareski, W.P. (1990) Principles of Highway Engineering and Traffic
Analysis. John Wiley & Sons, Nova Iorque, EUA
80 PERÍODO
SISTEMAS ESTRUTURAIS II – CONCRETO ARMADO ESTRUTURAS ESPECIAIS
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Aplicar os conhecimentos adquiridos em disciplinas que constituem pré-requisitos, tais
como resistência dos materiais, estabilidade das construções; levar o aluno a desenvolver
teorias específicas do cálculo de estruturas usuais e de estruturas especiais, cuja
organização e forma decorrem da utilização do material concreto armado; levar o aluno à
discussão de tópicos em concreto armado.
EMENTA:
Estruturas Especiais. Pré-Moldados
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FUSCO, Péricles Brasiliense. Estruturas de concreto: solicitações tangenciais. São Paulo:
PINI, 2008. 328 p., il. ISBN 978-85-7266-208-6. 3 Exs.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia do concreto estrutural: tópicos aplicados. São
Paulo: PINI, 2008. 179 p., il. ISBN 978-85-7266-200-0. 3 Exs
CARVALHO, Roberto Chust; FIGUEIREDO FILHO, Jasson Rodrigues de. Cálculo e
detalhamento de estruturas usuais de concreto armado: segundo a NBR 6118: 2003. 3.
ed. São Carlos: EDUFSCAR, 2009. 367 p., il. ISBN 978-85-7600-086-0.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PFEIL, W. Concreto Armado - Dimensionamento. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC. v.3, 1989
MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 1. ed. São Paulo, 1980. v.1.
MASSARO JUNIOR, M. Manual de Concreto Armado. 3. ed. São Paulo, 1983. v.2
INSTALAÇÕES PREDIAIS
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Levar o aluno ao conhecimento das normas existentes, tipos de materiais e equipamentos
que possibilitem o projeto de instalação.
EMENTA:
Instalações de Água Fria e Quente. Instalações de Esgotos Sanitários E de Águas
Pluviais. Tratamentos Individuais de Esgotos Domésticos em Regiões Não Servidas por
Redes Coletivas. Instalações de Luz e Força. Luminotécnica. Instalações de Para-Raios.
Equipamentos, Dispositivos e Componentes, Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e
Combate a Incêndio. Instalações Hidro-sanitários, de Gás e de Prevenção e Combate a
Incêndio. Instalações Elétricas em Baixa Tensão para fins residenciais e comerciais de
pequeno porte. Instalações de Tubulações Telefônicas e Lógicas para fins residenciais e
comerciais de pequeno porte. Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Rural.
Tratamento de Esgotos Rurais. Tratamento de Águas Residuárias Rurais. Destinação
Final de Esgotos Rurais. Destinação Final de Águas Residuárias Rurais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5. ed.Rio de Janeiro: LTC, 1994.
438p.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 439p.
BORGES, R. S., BORGES, W. L. Manualde Instalações Prediais Hidráulico-sanitárias e
de gás. 4 ed. São Paulo: PINI, 1992. 546p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NORMAS TÉCNICAS da ABNT
NBR - 5626/82
NBR - 7198/82
NBR - 8160/83
NB - 611/81
NBR - 7229/82
MECÂNICA DOS SOLOS I – ÍNDICES FÍSICOS/CARACTERIZAÇÃO
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
O objetivo do curso na sua parte inicial é fornecer aos alunos os conceitos, propriedades
e parâmetros necessários ao reconhecimento dos solos identificando-os e classificandoos do ponto de vista geotécnico, ou seja, familiarizar os alunos com elementos usuais da
análise do comportamento dos solos ao problema de engenharia. Serão apresentados os
ensaios normalizados e logo em seguida passa-se aos problemas práticos de mecânica
dos solos, estudo das obras de terra e as relações tensões de formações dos solos,
sendo estes necessários ao estudo das fundações.
EMENTA:
Formação e evolução dos solos. Propriedades dos solos. Identificação e classificação dos
solos. Propagação e distribuição de pressões no solo. Movimento de água nos solos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPUTO, HP. Mecânica dos Solos e suas Aplicações V. 1, V. 2 e V. 3 - Editora Livros
Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1987.
PINTO, C.S. - Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas - Oficina de Textos - São
Paulo, 2000.
VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos, Editora McGraw-Hill do Brasil - São Paulo,
1978.
MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos,
2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. 3 Exs.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1 - ABGE, Geologia de Engenharia - Editores Antonio Manoel dos Santos Oliveira, Sérgio
Nertan Alves de Brito. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998.
Saneamento Básico I
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
O objetivo principal é proporcionar aos alunos critérios, fundamentos, senso prático e
discernimento para elaborar projetos de saneamento básico para áreas urbanas e rurais.
EMENTA:
Saneamento e saúde. Hidráulica Aplicada ao Saneamento. Hidrologia Aplicada ao
Saneamento. Qualidade e tratamento da água. Sistemas de abastecimento urbano de
água. Sistema coletor de esgotos. Tratamento de esgotos domésticos. Aplicações,
projetos e visitas técnicas. Sistemas, Métodos e Processos de Abastecimento de Águas,
Tratamento de Águas, Reservação de Águas, Distribuição de Águas. Sistemas, Métodos
e Processos de Saneamento Urbano. Coleta de Esgotos Urbanos. Coleta de Águas
Residuárias Urbanas. Transporte de Águas Residuárias Urbanas. Transporte de Esgotos
Urbanos. Tratamento de Águas Residuárias Urbanas. Destinação Final de Esgotos
Urbanos. Destinação Final de Águas Residuárias Urbanas. Sistemas, Métodos e
Processos de Saneamento Rural. Coleta de Esgotos Rurais. Coleta de Águas Residuárias
Rurais. Transporte de Esgotos Rurais. Transporte de Águas Residuárias Rurais.
Tratamento de Esgotos Rurais. Tratamento de Águas Residuárias Rurais. Destinação
Final de Esgotos Rurais. Destinação Final de Águas Residuárias Rurais. Destinação Final
de Rejeitos Rurais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, J. M. Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água. In:
AZEVEDO, J.M. (Coord.). Técnicas de abastecimento e tratamento de água. 3. ed. São
Paulo: CETESB/ASCETESB, 1987. v. 2, cap. 16, p. 15-30.
BRASIL. Portaria MS nº 2914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os
procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e
seu padrão de potabilidade. D.O. da República Fed. do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 14 dez. 2011.
DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Associação brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental & Luiz di Bernardo, 2 v, & Luiz di Bernardo, 2 v, Rio de
Janeiro, 2005. 1556 p.
MANUAL DE SANEAMENTO. 3 ed. rev. 2ª reimp. Brasília: Fundação Nacional de Saúde,
2007. 408p.
RICHTER, A.C.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água. Tecnologia atualizada. 1.
ed. SP: Ed. Blücher, 1991, 332p.
TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. Dep. Eng. Hidráulica e Sanitária da Escola
Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006. 643p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NORMAS BRASILEIRAS:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Estudos de concepção de
sistemas públicos de abastecimento de água. NBR 12211. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público. NBR
12213. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de sistemas de bombeamento de água para abastecimento público.
NBR 12214. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de adutora de água para abastecimento público. NBR 12215. Rio de
Janeiro, 1992.
_________. Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público. NBR
12216. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de estação de reservatórios de distribuição de água. NBR 12217. Rio
de Janeiro, 1994.
__________. Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público. NBR
12218. Rio de Janeiro, 1994.
__________. Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil. NBR 5567. Rio de
Janeiro, 1980.
Teoria das Estruturas III
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
O aluno deve ser capaz de analisar e interpretar os esforços atuantes nos elementos
estruturais. Aprender e interpretar os princípios físicos aplicáveis às estruturas e analisar
as condições de equilíbrio. Aplicar os métodos de análise para as estruturas
hiperestáticas e desenvolver a capacidade de interagir o conhecimento teórico das
estruturas e sua utilização no desenvolvimento de projetos.
EMENTA:
Conceitos gerais sobre as estruturas hiperestáticas. Método dos Trabalhos Virtuais.
Método das Forças. Método da Flexibilidade para a análise de vigas, treliças e pórticos
hiperestáticos. Método da Rigidez para a análise de vigas, pórticos e arcos hiperestáticos.
Introdução ao Método dos Elementos Finitos aplicados na análise de elementos e/ou
sistemas estruturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SORIANO, H. L.. “Análise de Estruturas – Método das Forças e Método dos
Deslocamentos”. 2. edição - Ciência Moderna, 2006. 304 p., ISBN 85-7393-511-1.
HIBBELER, R.C. “Structural Analysis” – 5ª edição – Prentice Hall, 2002. 600p.
HIBBELER, R.C.“Estática – Mecânica para Engenheiros” – 10ª edição – Printece Hall,
2005. 540 p., ISBN 978-85-87918-97-0
BEER, F.P. “Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática e Dinâmica” – 4ª edição –
McGraw-Hill, 1994.
BEER, F.P. “Resistência dos Materiais” – 3ª edição – McGraw-Hill, 1996.
CAMPANARI, Flávio Antonio. Teoria das estruturas. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1985. v. 1. 432 p., il. ISBN 85-7030-047-6. 6 Exs.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 6118 - Projeto de
Estruturas de Concreto - Procedimentos - ABNT, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR 8800 - Projetos e Execução
de Estruturas de Aço de Edifícios - ABNT, 1986
TRANSPORTES II – ESTRADAS
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Apresentar aos alunos os elementos de escolha do traçado e projeto de rodovias e
ferrovias. Aplicar as informações obtidas para projetar trechos de vias, inclusive
interseções, e aplicar noções sobre movimentos da terra e equipamentos de
terraplenagem. Apresentar os elementos de drenagem superficial e de drenagem
subterrânea. Apresentar as relações entre a drenagem e o comportamento de obras de
rodovias. Dimensionar os elementos de drenagem. Apresentar ao aluno a tecnologia do
uso de sinalizações rodoviárias para vias rurais e urbanas.
EMENTA:
Escolha do traçado de rodovias. Representação gráfica do projeto. Elementos para
projeto geométrico. Curvas horizontais. Superelevação. Curvas circulares com transição.
Perfil longitudinal: rampas e curvas. Seções transversais: elementos, dimensões,
distribuição de superelevação. Terraplenagem: movimentos de terra e equipamentos.
Drenagem superficial. Drenagem subterrânea. Codificação da malha rodoviária.
Sinalização horizontal de advertência e regulamentação - vias rurais. Sinalização vertical
de advertência e regulamentação - vias rurais. Sinalização indicativa. Dimensões e
viabilidade. Dispositivos de segurança, informação e controle. Projeto da sinalização.
Sinalização viária urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AASHTO - American Association of State Highway and Transportation Officials. A Policy
on Geometric Design of Highways and Streets. 2011. 912 p.
BALBO, J.T. – Pavimentação Asfáltica: Materiais, Projeto e Restauração. Oficina de
Textos, 2007.
PIMENTA, C.R.T. & OLIVEIRA, M.P. Projeto Geométrico de Rodovias. Editora Rima.
198p. 2001.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume I. São Paulo: Editora Pini,
2001. 761p
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume II. São Paulo: Editora Pini,
2001. 672p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DNER - Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de Janeiro. 1999. 195p.
Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de hidrologia básica para estruturas de drenagem. Rio de Janeiro. 2005.
133p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro. 2006. 333p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de pavimentação. Rio de Janeiro. 2006. 274p. Instituto de Pesquisas
Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de gerência de pavimentos. Rio de Janeiro. 2011. 189p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de sinalização rodoviária. Rio de Janeiro. 2010. 412p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
FERNANDES, JR., J.L.; MARQUES, J.R.F. & BERTOLLO, S. A. M. Projeto Geométrico
de Vias com Auxílio do Programa Computacional InRoads. Publicação da Escola de
Engenharia de São Carlos, USP. 1998. 68p.
BERNUCCI, L.B.; MOTTA, L.M.G.; CERATTI, J.A.P. e SOARES, J.B. – Pavimentação
asfáltica : formação básica para engenheiros – Rio de Janeiro ,2006. Disponível em:
http://www.proasfalto.com.br/07_download.htm
HAESTED. Computer Applications in Hydraulic Engineering. Haested Press. 2002.
INTERGRAPH. InRoads. Reference Guide. 2 volumes, 1995.
CRONEY, D.; CRONEY, P. Design and Performance of Road Pavements. McGraw-Hill,
1997.
HUANG, Y.H. Pavement Analysis and Design. Prentice Hall, 1993.
MEDINA, J.; MOTTA, L.M.G. Mecânica dos Pavimentos. COPPE-UFRJ, 2006..
90 PERÍODO
MECÂNICA DOS SOLOS II– CLASSIFICAÇÃO/TENSÕES
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
O objetivo do curso na sua parte inicial é fornecer aos alunos os conceitos, propriedades
e parâmetros necessários ao reconhecimento dos solos identificando-os e classificandoos do ponto de vista geotécnico, ou seja, familiarizar os alunos com elementos usuais da
análise do comportamento dos solos ao problema de engenharia. Serão apresentados os
ensaios normalizados e logo em seguida passa-se aos problemas práticos de mecânica
dos solos, estudo das obras de terra e as relações tensões de formações dos solos,
sendo estes necessários ao estudo das fundações.
EMENTA:
Obras de terra. Recalque dos solos. Tensões geostáticas e devidas a sobre cargas.
Terraplenagem. Compactação
Pavimentação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPUTO, HP. Mecânica dos Solos e suas Aplicações V. 1, V. 2 e V. 3 - Editora Livros
Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro, 1987.
PINTO, C.S. - Curso Básico de Mecânica dos Solos em 16 aulas - Oficina de Textos - São
Paulo, 2000.
VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos, Editora McGraw-Hill do Brasil - São Paulo,
1978.
MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos,
2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4. 3 Exs.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABGE, Geologia de Engenharia - Editores Antonio Manoel dos Santos Oliveira, Sérgio
Nertan Alves de Brito. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998.
TRANSPORTES III – TRÁFEGO, SINALIZAÇÃO E GERÊNCIA
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Conceituar pavimentação rodoviária e fornecer conhecimentos que capacitem o aluno
reconhecer, caracterizar e determinar propriedades dos materiais do subleito e dos
materiais usados na construção do pavimento, calcular o carregamento do tráfego,
conceber e dimensionar a estrutura do pavimento, avaliar as condições de pavimentos em
uso e propor medidas para o seu reforço ou restauração.
EMENTA:
Introdução e conceituação de pavimentos. Pavimentos flexíveis e rígidos. Conceitos
básicos de mecânica dos solos aplicados à geotecnia de estradas. Controle de
compactação. Fatores que governam o comportamento dos pavimentos flexíveis. Ruína
estrutural: deformações permanentes e fadiga. Ruína funcional: conforto e segurança de
rolamento, e conceitos de serventia e irregularidade. Ensaios para a determinação do
comportamento dos materiais. Ensaios de compressão simples e diametral, índice de
suporte Califórnia (CBR). Módulo de resiliência. Classificações de solos. Classificações
Unificada, HRB e Metodologia MCT. Estudo do subleito. Investigação, reconhecimento e
exploração do subleito, prospecção e avaliação de jazidas, ensaios de campo e
laboratório. Determinação do perfil longitudinal e CBR de projeto. Camadas de reforço,
sub-base e base. Bases estabilizadas granulometricamente, composição granulométrica e
método de Rothfucs. Macadames hidráulico e betuminoso e bases de solo-cimento.
Escolha de materiais e definição de parâmetros de projeto. Revestimentos asfálticos.
Materiais pétreos e ligantes, tratamentos superficiais e concretos asfálticos. Estudo do
carregamento veicular. Tipos de veículos, tráfego, equivalência de cargas e definição do
número de solicitações equivalentes. Concepção e dimensionamento de pavimentos.
Análise mecanística de pavimentos. Princípios, modelos de fadiga, cálculo de tensões e
deformações, e dimensionamento do pavimento. Avaliação funcional e estrutural de
pavimentos em uso. Principais defeitos nos pavimentos flexíveis. Sistemas de Gerência
de Pavimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AASHTO - American Association of State Highway and Transportation Officials. A Policy
on Geometric Design of Highways and Streets. 2011. 912 p.
BALBO, J.T. – Pavimentação Asfáltica: Materiais, Projeto e Restauração. Oficina de
Textos, 2007.
PIMENTA, C.R.T. & OLIVEIRA, M.P. Projeto Geométrico de Rodovias. Editora Rima.
198p. 2001.
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume I. São Paulo: Editora Pini,
2001. 761p
SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume II. São Paulo: Editora Pini,
2001. 672p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DNER - Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de Janeiro. 1999. 195p.
Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de hidrologia básica para estruturas de drenagem. Rio de Janeiro. 2005.
133p. Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro. 2006. 333p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de pavimentação. Rio de Janeiro. 2006. 274p. Instituto de Pesquisas
Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de gerência de pavimentos. Rio de Janeiro. 2011. 189p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
DNIT - Manual de sinalização rodoviária. Rio de Janeiro. 2010. 412p. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias – IPR. Disponível em: http://ipr.dnit.gov.br/
FERNANDES, JR., J.L.; MARQUES, J.R.F. & BERTOLLO, S. A. M. Projeto Geométrico
de Vias com Auxílio do Programa Computacional InRoads. Publicação da Escola de
Engenharia de São Carlos, USP. 1998. 68p.
BERNUCCI, L.B.; MOTTA, L.M.G.; CERATTI, J.A.P. e SOARES, J.B. – Pavimentação
asfáltica : formação básica para engenheiros – Rio de Janeiro ,2006. Disponível em:
http://www.proasfalto.com.br/07_download.htm
HAESTED. Computer Applications in Hydraulic Engineering. Haested Press. 2002.
INTERGRAPH. InRoads. Reference Guide. 2 volumes, 1995.
CRONEY, D.; CRONEY, P. Design and Performance of Road Pavements. McGraw-Hill,
1997.
HUANG, Y.H. Pavement Analysis and Design. Prentice Hall, 1993.
MEDINA, J.; MOTTA, L.M.G. Mecânica dos Pavimentos. COPPE-UFRJ, 2006..
FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA I
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a escolher e dimensionar tipo de fundação mais indicado a cada
situação prática, levando-se em consideração o perfil geotécnico, as cargas atuantes e os
aspectos construtivos. Capacitar o aluno a conhecer os mecanismos de ruptura de solos,
dimensionando a obra de contenção mais indicada a cada caso.
EMENTA:
Sondagens. Fundações. Introdução ao estudo de fundações. Fundações direta.
Fundações indireta. Escolha do tipo de fundação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos,
2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; CARVALHO, Luis Fernando Meirelles. Quatro
edifícios, cinco locais de implantação, vinte soluções de fundações. São Paulo: Blucher,
2007. 154 p., il. ISBN 978-85-212-0418-3. 5 Exs.
CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações. LTC, 1981.
SCHNAID, F. - Ensaios de Campo e Suas Aplicações à Engenharia de Fundações. - São
Paulo: Oficina de Textos, 2000.
BOWLWS, J.B. Foundation Analysis Design - Mac Graw Hill, 1977
TCHEBOTARIOFF, G.P. Fundações, Estruturas de Arrimos e Obras de Terra. Mac Graw
Hill, 1987
VARGAS, M. Fundações de Edifícios, Publicação Poli-Usp, 1981
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOLITERNO, A. - Caderno De Muros De Arrimo - São Paulo - Edgard Blücher, 1890.
HACHICH, W - Fundações: Teoria E Prática - São Paulo - Pini, 1996.
VELLOSO, D.A. - Fundações - Rio De Janeiro - Coppe/Ufrj - 2º Edição, 1996.
PONTES E GRANDES ESTRUTURAS I
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
O curso de pontes
visa formar profissionais de nível superior, para dimensionar os
elementos estruturais de pontes em concreto armado e concreto protendido, através do
conhecimento dos processos de cálculo, de execução e dos materiais básicos
empregados.
EMENTA:
Estabilidade das Estruturas. Pontes. Elementos constituintes. Materiais e sistemas
estruturais utilizados na construção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Blucher, 2008. 237 p.,
il. ISBN 978-85-212-0440-4.
BUCHAIM, Roberto. Concreto protendido: tração axial, flexão simples e força cortante.
Londrina: Eduel, 2007. 256 p., il. ISBN 978-85-7216-464-1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Pontes Metálicas e Mistas em Viga Reta - Jayme Mason
Pontes em Concreto Armado - Walter Efeil
Pontes em Concreto Armado e Protendido - Jayme Mason
SANEAMENTO BÁSICO II
Carga Horária 60 H/a
OBJETIVOS:
O objetivo principal é proporcionar aos alunos critérios, fundamentos, senso prático e
discernimento para elaborar projetos de saneamento básico para áreas urbanas e rurais.
EMENTA:
Tecnologia dos Materiais de Construção Civil utilizados em Engenharia Sanitária.
Tecnologia dos Produtos Químicos e Bioquímicos utilizados na Engenharia Sanitária.
Instalações, Equipamentos, Dispositivos e Componentes da Engenharia Sanitária.
Avaliação de Impactos Sanitários no Ambiente. Controle de Vetores Biológicos
Transmissores de Doenças
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AZEVEDO NETTO, J. M. Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água. In:
AZEVEDO, J.M. (Coord.). Técnicas de abastecimento e tratamento de água. 3. ed. São
Paulo: CETESB/ASCETESB, 1987. v. 2, cap. 16, p. 15-30.
BRASIL. Portaria MS nº 2914, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre os
procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e
seu padrão de potabilidade. D.O. da República Fed. do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 14 dez. 2011.
DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Associação brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental & Luiz di Bernardo, 2 v, & Luiz di Bernardo, 2 v, Rio de
Janeiro, 2005. 1556 p.
MANUAL DE SANEAMENTO. 3 ed. rev. 2ª reimp. Brasília: Fundação Nacional de Saúde,
2007. 408p.
RICHTER, A.C.; AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água. Tecnologia atualizada. 1.
ed. SP: Ed. Blücher, 1991, 332p.
TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. Dep. Eng. Hidráulica e Sanitária da Escola
Politécnica da Universidade de São Paulo, 2006. 643p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Estudos de concepção de
sistemas públicos de abastecimento de água. NBR 12211. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de captação de água de superfície para abastecimento público. NBR
12213. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de sistemas de bombeamento de água para abastecimento público.
NBR 12214. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de adutora de água para abastecimento público. NBR 12215. Rio de
Janeiro, 1992.
_________. Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público. NBR
12216. Rio de Janeiro, 1992.
_________. Projeto de estação de reservatórios de distribuição de água. NBR 12217. Rio
de Janeiro, 1994.
__________. Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público. NBR
12218. Rio de Janeiro, 1994.
__________. Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil. NBR 5567. Rio de
Janeiro, 1980.
SISTEMAS ESTRUTURAIS III – ESTRUTURAS DE MADEIRA
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Estruturas de madeira: o objetivo do curso de “estruturas de madeira” é tornar possível ao
aluno analisar, discutir, acompanhar, dimensionar e executar peças estruturais em
madeira. Após o curso, o aluno deve ser capaz de formalizar um roteiro de cálculo,
analisar os esforços e dimensionar com segurança, técnica e economia, os elementos
básicos de madeira, tais como vigas, pilares, ligações e outros.
EMENTA:
Estabilidade das Estruturas. Estruturas de Madeira. Dimensionamento e projetos de
elementos de estruturas de madeira: barras tracionadas, comprimidas, à flexão, à flexocompressão, flexão oblíqua e ligações em estruturas de madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PFEIL, W. Estruturas de aço. 5. ed. [S.l.]: LTC, 1992. v. 1. 284 p.
ROCHA, Aderson Moreira da. Concreto armado. 8 - 1 r. São Paulo: Nobel, 1991. v. 4.
ROCHA, Aderson Moreira da. Novo curso prático de concreto armado. 17. ed. Rio de
Janeiro: Científica, 1980. v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
QUEIROZ, GILSON. Elementos de estruturas de aço.
100 PERÍODO
TRANSPORTES IV – AÉREO, FERROVIÁRIO E FLUVIAL/MARÍTIMO
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Habilitar o profissional a identificar os aspectos gerais do transporte marítimo e fluvial bem
como as técnicas para planejamento de portos e terminais necessários para a sua
operação. Capacitar para acompanhar projetos como planejador de transportes. Habilitar
para reconhecer os aspectos gerais que caracterizam o avião como veículo de transporte
aéreo. Habilitar a projetar e acompanhar a construção algumas das facilidades do
aeródromo. Capacitar para a análise de projetos e participação de equipe de concepção,
projeto e construção de aeródromos. Conhecer detalhes específicos do transporte
ferroviário de forma complementar as informações obtidas em outras disciplinas. Aplicar
os conhecimentos obtidos a estudos e operação de ferrovias. Ampliar os conceitos sobre
sistemas de transporte, em especial os modos de transporte público urbano. Mostrar as
perspectivas de pesquisas e projetos envolvendo a área de transporte público urbano.
EMENTA:
Desempenho do avião. Configuração do aeródromo. Comprimento e orientação de pista.
Projeto geométrico do aeródromo. Noções de navegação e auxílios. Zonas de proteção
do espaço aéreo. Pavimentação. Aspectos gerais do transporte marítimo e fluvial. Noções
de logística. O processo de planejamento de portos e terminais para o transporte
hidroviário. Modelos e técnicas analíticas. Terminais, equipamentos e instalações
portuárias. Introdução. História do transporte ferroviário no Brasil. Transporte ferroviário
de cargas - perspectivas econômicas. Transporte ferroviário de passageiros perspectivas econômicas. Os veículos - componentes e nomenclatura - tipos de veículos.
A via permanente - gabarito de via - geometria da via - estrutura da via. Estações e pátios
de classificação. Terminais ferroviários de passageiros. Terminais ferroviários de cargas.
Sistemas de controle de tráfego ferroviário. Operação e desempenho de trens - Simulador
de marcha do trem. Capacidade de vias férreas. Introdução. Conceitos e definições.
Tecnologias de transporte público urbano. Eficácia do transporte público urbano - nível de
serviço, eficiência do transporte público urbano. Custos e tarifação. Avaliação de projetos,
aspectos sociais e impactos sobre o meio. O transporte público nas cidades pequenas e
médias. Programação da operação. Levantamentos e pesquisas. Planejamento físico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NOVAES, A. G. N. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. São Paulo,
Pioneira, 1994.
NOVAES, A. G. N. Economia e tecnologia de transporte marítimo. Rio de Janeiro,
Almeida Neves, 1976.
FERRAZ, A.C.P. Transporte público urbano – Editora Rima (2002).
HORONJEFF, R. Mc KELVEY HORONJEFF, R. Planning and Design of Airports, 4/e, Mc
Graw-Hill, New York, 1993.
ALFREDINI, P. Obras de gestão de portos e costas: a técnica aliada ao enfoque logísticoambiental. São Paulo: Edgad Blücher, 688p., 2005.
SÓRIA, Manoel H. A. - Notas de Aula de Transporte Aéreo e Aeroportos, Fascículos,
EESC-USP, São Carlos, datas diversas.
ESVELD, Coenraad - Moden Railway Track, Plassed & Theurer, American Railway
Enginnering Associaton, Bulletins, 1991.
PORTO, Telmo Giolito - A Infraestrutura da Via Férrea, Dissertação de Mestrado, EPUSP,
São Paulo, 1984.
VUCHIC, Vukan R. - Urban Public Transportation System and Technology, Prentice Hall,
Englewood Cliffs, N.J., 1981.
MORLOCK, E.K. Introduction to transportation engeneering and planning. New York,
McGraw Hill, 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SÓRIA, M. H. A. Notas de aula de Aeroportos: Introdução à mecânica de locomoção do
avião, Desempenho em cruzeiro: Comprimento de pista; Orientação de Pista; Projeto
geométrico. Escola de Engenharia de São Carlos, 2003.
ALMEIDA, Carlos E. de. Obras de Transposição de Desnível em Barragens de
Aproveitamento Múltiplo. Tese de doutorado apresentada à EPUSP, Universidade de São
Paulo, São Paulo, 353p, 1968.
ALMEIDA, C. E. de; BRIGHETTI, G. Navegação Interior e Portos Marítimos. v.1, EPUSP,
São Paulo, 142p, 1997.
GRAF, W.H; ALTINAKAR, M.S. Fluvial Hydraulics. John Wiley and Sons, Inc., Chichester
e New York, x,682p, 1998.
ASHFORD, N.; WRIGHT, Airport Engineering, 3nd ed., John Wiley, New York, 1993.
BRANCH, A. E. Elements of port operation and management. London, New York,
Chapman and Hall, 1986.
FRANKEL, E. G. Port planning and development. New York, Wiley, 1987.
HILLIER, F. S. & LIEBERMAN G. J. Introdução à pesquisa operacional. Rio de Janeiro.
Campus/EDUSP, 1988.
MASON, J. Obras portuárias. Rio de Janeiro, Ed. Campos, 1981.
QUINN, A. Design and construction of ports and marine structures. 2. ed. New York,
McGraw-Hill, 1972.
SILVA, A. N. R. Portos e Vias Navegáveis - Notas de Aula. São Carlos, Universidade de
São Paulo - Publicação 062/95, julho de 1995.
WAGNER, H. M. Pesquisa operacional. 2a. ed. Rio de Janeiro, Prentice-Hall, 1986.
WRIGHT, P. H. & ASHFORD, N. J. Transportation engineering planning and design. 3a.
ed. New York, Wiley, 1989.
PORTO, Telmo Giolito - Apostila da Disciplina PTR2501 - Ferrovias - EPUSP, PTR, São
Paulo, 2004.
MECÂNICA DOS SOLOS III - APLICAÇÕES
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Neste curso serão desenvolvidos itens, cujos conhecimentos são primordiais para a
estabilidade das obras que envolvem a engenharia dos solos. Os temas abordados serão
importantes porque servirá de base para a realização de cálculo e análise da estabilidade
de taludes, muros de arrimo e estruturas de fundações. Introdução à tecnologia de solos
tropicais.
EMENTA:
Sistemas, Métodos e Processos da Geotécnica. Sistemas, Métodos e Processos da
Mecânica dos Solos. Sistemas, Métodos e Processos da Mecânica dos Solos das Rochas.
Estudo do cisalhamento do solo. Hidráulica de solos
Compressibilidade e recalques. Adensamento. Tecnologia de solos tropicais. Sondagens.
Obras de Terra.Contenções. Túneis. Poços. Taludes. Barragens. Diques. Atividades em
laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ORTIGÃO, J.A.S. - Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos - Rio de
Janeiro. Livros Técnicos e Científicos , 1993
NOGAMI, J. S., Vilibor, D - Pavimentação de Baixo Custo com Solos Lateríticos - São
Paulo, Editora Villibor, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ORTIGÃO, J. A. R. Caderno de exercícios de introdução à mecânica dos solos dos
estados críticos. 2. ed. [S.l.]: LTC, 1995. 62 p.
SISTEMAS ESTRUTURAIS IV – ESTRUTURAS METÁLICAS
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Estruturas metálicas : o objetivo do curso de “estruturas metálicas” é tornar possível ao
aluno analisar, discutir, acompanhar, dimensionar e executar peças estruturais em aço .
Após o curso, o aluno deve ser capaz de formalizar um roteiro de cálculo, analisar os
esforços e dimensionar com segurança, técnica e economia, os elementos básicos de aço,
tais como vigas, pilares, ligações e outros.
EMENTA:
Estabilidade das Estruturas. Estruturas Metálicas. Dimensionamento e projetos de
elementos de estruturas metálicas: barras tracionadas, comprimidas, à flexão, à flexocompressão, flexão oblíqua e ligações em estruturas de aço.Estruturas de Outros
Materiais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PFEIL, W. Estruturas de aço. 5. ed. [S.l.]: LTC, 1992. v. 1. 284 p.
ROCHA, Aderson Moreira da. Concreto armado. 8 - 1 r. São Paulo: Nobel, 1991. v. 4.
ROCHA, Aderson Moreira da. Novo curso prático de concreto armado. 17. ed. Rio de
Janeiro: Científica, 1980. v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
QUEIROZ, GILSON. Elementos de estruturas de aço.
PONTES E GRANDES ESTRUTURAS II
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
O curso de pontes
visa formar profissionais de nível superior, para dimensionar os
elementos estruturais de pontes em concreto armado e concreto protendido, através do
conhecimento dos processos de cálculo, de execução e dos materiais básicos
empregados.
EMENTA:
Normas brasileiras. Projetos de pontes em concreto armado, concreto protendido, em
estruturas metálica e mistas. Grandes Estruturas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Blucher, 2008. 237 p.,
il. ISBN 978-85-212-0440-4.
BUCHAIM, Roberto. Concreto protendido: tração axial, flexão simples e força cortante.
Londrina: Eduel, 2007. 256 p., il. ISBN 978-85-7216-464-1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Pontes Metálicas e Mistas em Viga Reta - Jayme Mason
Pontes em Concreto Armado - Walter Efeil
Pontes em Concreto Armado e Protendido - Jayme Mason
FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA II
Carga Horária 80 H/a
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a escolher e dimensionar tipo de fundação mais indicado a cada
situação prática, levando-se em consideração o perfil geotécnico, as cargas atuantes e os
aspectos construtivos. Capacitar o aluno a conhecer os mecanismos de ruptura de solos,
dimensionando a obra de contenção mais indicada a cada caso.
EMENTA:
Estabilidade de taludes. Empuxos de terra. Estrutura de arrimo. Obras de Terra.
Contenções
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MASSAD, Faiçal. Obras de terra: curso básico de geotecnia. São Paulo: Oficina de Textos,
2003. 170 p., il. ISBN 85-86238-24-4.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; CARVALHO, Luis Fernando Meirelles. Quatro
edifícios, cinco locais de implantação, vinte soluções de fundações. São Paulo: Blucher,
2007. 154 p., il. ISBN 978-85-212-0418-3. 5 Exs.
CAPUTO, H.P. Mecânica Dos Solos E Suas Aplicações. LTC, 1981.
SCHNAID, F. - Ensaios de Campo e Suas Aplicações à Engenharia de Fundações. - São
Paulo: Oficina de Textos, 2000.
BOWLWS, J.B. Foundation Analysis Design - Mac Graw Hill, 1977
TCHEBOTARIOFF, G.P. Fundações, Estruturas de Arrimos e Obras de Terra. Mac Graw
Hill, 1987
VARGAS, M. Fundações de Edifícios, Publicação Poli-Usp, 1981
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOLITERNO, A. - Caderno De Muros De Arrimo - São Paulo - Edgard Blücher, 1890.
HACHICH, W - Fundações: Teoria E Prática - São Paulo - Pini, 1996.
VELLOSO, D.A. - Fundações - Rio De Janeiro - Coppe/Ufrj - 2º Edição, 1996.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO
Carga Horária 40 H/a
OBJETIVOS:
Fornecer fundamentação teórica adequada relativa às instalações elétricas prediais, além
de fornecer subsídios para planejar, executar e analisar uma instalação elétrica em
conformidade com as normas técnicas e de segurança.
EMENTA:
Aspectos gerais e essenciais de uma instalação elétrica predial e conceitos elementares
de eletricidade. Fundamentos básicos de geração, transmissão, distribuição e utilização
da energia. Normas de instalações elétricas. Símbolos de instalações prediais. Materiais
elétricos. Dispositivos de proteção. Classificação, previsão de potência e distribuição dos
pontos de utilização. Pontos de luz, comando, tomadas de uso geral e de uso específico.
Distribuição de cargas, quadros de distribuição. Dimensionamento de condutores,
eletrodutos e proteção da instalação elétrica predial. Aterramento e proteção contra
choques elétricos. Proteção contra descargas atmosféricas. Projeto de instalação elétrica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COTRIM, A.A.M.B. Instalações elétricas. São Paulo: Makron, 2003.
CREDER, Hélio, Instalações Elétricas, 14 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002, 479p
NERY, Norberto. Instalações Elétricas, 2 ed. São Paulo: Eltec Editora, 2003, 385p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BANDEIRANTE ENERGIA. Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de
Distribuição – Edificação Coletiva. PT.PN.03.24.0002.www.edp.com.br
BANDEIRANTE ENERGIA. Padrões de Ligação Individual em Baixa Tensão.
www.edp.com.br
LIMA Filho, Domingos L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais, 9ed. São Paulo: Érica,
2001, 254p.
NBR 5410/04 -Instalações Elétricas em Baixa Tensão
NBR 5419/01 -Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas
TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO – TFG
Carga horária 120 H/a
OBJETIVOS:
Capacitar o aluno a realizar um trabalho de síntese e integração que aprofunde e
aproxima a prática a temas dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
EMENTA:
O aluno concluinte do Trabalho Final de Graduação deverá concluir, juntamente com seu
orientador e supervisão da Coordenação, diversas tarefas relacionadas com as atividades
rotineiras do Curso para que possa ampliar e aprofundar os conhecimentos adquiridos
durante as aulas teóricas e práticas das disciplinas ministradas.
O aluno será avaliado por suas capacidades científicas, tecnológicas e de comunicação e
expressão através de relatório que apresente: Tema e sua importância, Definições,
Introdução, Revisão Bibliográfica, Objetivos, Metodologia, Análise e Discussão dos
Resultados, Conclusões, Contribuições, Trabalhos Futuros e Referências Bibliográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MALERBO, M.B. e PELÁ, NT.R. Apresentação escrita de trabalhos científicos.
Ribeirão Preto: Holos, 2003. 98 p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. ampl. e ver. São Paulo:
Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
VARGAS, M. Metodologia da pesquisa científica. Rio de Janeiro: Globo, 1995.
NORMAS DE TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO (TFG) - UNITAU, 2013.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Carga horária 360 H/a
OBJETIVOS:
Permitir ao aluno uma oportunidade de integração na relação empresa-escola
propiciando-lhe maior desenvoltura técnica, social e humanística no segmento da
engenharia civil.
EMENTA:
Atividades desenvolvidas em Empresas e Indústrias, da iniciativa privada e/ou Pública da
região, com supervisão de um professor da área, proporcionando ao aluno vivência
significativa da realidade e da prática profissional. Redação e formatação final do
Relatório de Estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NORMA Central de Estágio da UNITAU.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NORMAS Técnicas relativas ao trabalho específico a ser desenvolvido pelo aluno.
3 INTEGRAÇÃO ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO
A indissolubilidade dos pilares ensino, pesquisa e extensão garante a formação de
profissionais preocupados em adquirir, manter e expandir conhecimentos e habilidades
que lhes favoreçam plena realização pessoal e efetiva inserção de seu trabalho na
promoção do bem-estar social. Assim, com o intuito de promover a articulação entre
esses três pilares, o Departamento, a Coordenação e os professores do Curso de
Engenharia Civil, operacionalizam:
Programas/Projetos de Extensão (apresentados no Relatório de Atividades Relevantes
Trabalhos de Graduação (apresentados no Relatório de Atividades Relevantes)
Estágio Supervisionado
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ENGENHARIA CIVIL