Anais Eletrônicos do 60 Encontro Internacional de Ortodontia Dental Press - ISSN 977-1980-78300-9
ISSN 977-1980-78300-9
6º
Congresso
Internacional
da Dental Press
16, 17 e 18 de abril de 2009
Maringá - Paraná
2ª M o s t r a C i e n t í f i C a D e n ta l P r e s s
De
ortoDontia
Prêmio Décio Rodrigues Martins
16, 17 e 18 de abril de 2009
QuINtA, SExtA E SábADO
teatro Calil Haddad
Maringá - Paraná - brasil
www.dentalpress.com.br/congresso2009
2 Mostra Científica Dental Press de Ortodontia
16, 17 e 18 de abril de 2009 - Maringá - PR
a
Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)
C749a
Congresso Internacional de Ortodontia Dental Press (6. : 2009 : Maringá)
Anais eletrônicos do 6 Congresso Internacional de Ortodontia Dental
Press; 2 Mostra Científica Dental Press/ 6 Congresso Internacional de
Ortodontia Dental Press. Maringá : Dental Press, 2009.
1 cd-rom; color.
Premio Décio Rodrigues Martins
ISSN 977-1980-78300-9
1. Ortodontia - Congresso. 2. Ortodontia – Mostra científica.
I. Mostra Científica Dental Press (6. : 2009 abril 16-18 : Maringá).
II. título.
CDD 21 ed. 617.643
Coordenação Geral:
equipe dental press
• Simone Lima Lopes Rafael
- Recepção dos autores
- Entrega das Pastas de Avaliação
- Distribuição física dos painéis
- Informações Gerais
- Recebimento dos Formulários de Avaliação pela
Comissão Julgadora
- Entrega dos Certificados aos participantes
Prof. Antônio Geraldo de Oliveira
Presidente da Comissão
Avaliadores:
Profa. Maria Fernanda Martins-Ortiz Consolaro
Prof. Antônio Afonso Sommer
Prof. Rodrigo Castellazzi Sella
• Carlos Alexandre Venancio
- tabulação dos Dados
- Entrega da tabulação e Resultados da
Premiação à Coordenação da Mostra
- Elaboração do Certificado dos Premiados
• Teresa R. D’Aurea Furquim
- Entrega dos prêmios ao Dr. Décio Martins, quando
da Premiação
HorÁrios Das atiViDaDes
- Data da Mostra: dias 16, 17 e 18
- Entrega de certificados e Anais eletrônicos a todos
os participantes: dia 16, durante o dia
- Exposição dos Painéis: tempo integral do Congresso
- Entrega das Avaliações: dia 16 (quinta-feira) às 17h
- Comunicado à Coordenação da tabulação e ranking
geral dos painéis: dia 17 às 12h
- Confecção dos Certificados dos Premiados: dia 17 às
12h
- PREMIAÇÃO: dia 17 às 16h
Horário da Avaliação:
DATA
HORÁRIO
PAINÉIS
Dia 16 de abril
11:00 às 12:00h
1-10
14:30 às 15:30h
11-21
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS DA
1ª MOSTRA CIENTÍFICA DE ORTODONTIA DENTAL PRESS
Critérios por Categoria
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 -
Ineditismo
Metodologia
Relevância dos Resultados e Conclusões (Aplicabilidade)
Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
Qualidade da apresentação oral
Sugestão de novas formas terapêuticas
Primor técnico
Raridade (da situação clínica ou procedimento)
Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
Qualidade da apresentação oral
Caso seja uma Revisão, avaliar:
1
2
3
4
5
-
Apresentação de histórico sobre o tema
Justificativa para a revisão
Abrangência e novas perspectivas do tema quanto à literatura revisada
Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
Qualidade da apresentação oral
Pontuação dos critérios (numerados de 1 a 5):
Para cada critério serão atribuídos valores de 0 a 1 (as notas deverão ser atribuídas de 0,25 em 0,25
pontos, tendo como referência a qualificação a seguir):
0
0,25
0,50
0,75
1,00
-
Muito ruim
Ruim
Regular
Bom
Ótimo
REGRAS DE CÁLCULO DA PONTUAÇÃO
E CLASSIFICAÇÃO DOS TRABALHOS
1
As fichas de avaliação deverão conter apenas o título ou número do trabalho, com a pontuação
atribuída a cada critério no lugar especificado
2
3
4
5
As notas serão sigilosas e não se tornarão públicas
A nota máxima para cada trabalho, por examinador, será igual a 5,00 pontos
No total cada trabalho poderá atingir no máximo 20 pontos (4 avaliadores).
Não serão calculadas médias; os cálculos serão feitos com base no somatório de pontos
6
As notas individuais de cada examinador serão entregues à Coordenadora da Avaliação e o cálculo de somatório realizado pelo pessoal técnico da Dental Press. O resultado final será entregue pelo pessoal técnico à Coordenação da Avaliação
7
Nos resultados finais deverão constar apenas os 3 primeiros lugares de classificação, o nome do
trabalho e respectivos autores
8
Nos resultados finais não devem constar as notas e nem os classificados de 4º ao último lugar.
Estes dados só serão de conhecimento do pessoal técnico da Dental Press que realizou o cálculo
9
Em caso de empate prevalecerá o Voto de Minerva da Coordenação da Avaliação
10
As fichas de avaliação de cada examinador ficarão em poder do pessoal técnico da Dental Press
para o seu arquivamento
11
As questões não citadas neste regulamento serão decididas pela Presidência do Congresso
PRÊMIOS
1º Lugar
Kit DVD´s da Coletâneas Eletrônicas das Revistas Dental Press + R$ 800,00
2º Lugar
Kit DVD´s da Coletâneas Eletrônicas das Revistas Dental Press + R$ 600,00
3º Lugar
Kit DVD´s da Coletâneas Eletrônicas das Revistas Dental Press + R$ 400,00
FICHA DE AVALIAÇÃO
(favor marcar com X)
Nota 0
Muito ruim
Nota 0,25
Ruim
Nota 0,50
Regular
Nota 0,75
Bom
Nota 1,00
Ótimo
1 Ineditismo
2 Metodologia
3
Relevância dos Resultados e Conclusões (Aplicabilidade)
4 Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
5 Qualidade da apresentação oral
6 Sugestão de novas formas terapêuticas
7 Primor técnico
8 Raridade (da situação clínica ou procedimento)
9 Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
10 Qualidade da apresentação oral
VARIANTE REVISÃO
CRITÉRIOS PARA REVISãO
(favor marcar com X)
1 Apresentação de histórico sobre o tema
2 Justificativa para a revisão
3
Abrangência e novas perspectivas do tema
quanto à literatura revisada
4 Qualidade da apresentação visual e ilustrativa
5 Qualidade da apresentação oral
Nota 0
Muito ruim
Nota 0,25
Ruim
Nota 0,50
Regular
Nota 0,75
Bom
Nota 1,00
Ótimo
Resumos
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Número do Painel
01
Título:
Tratamento sem extrações da má oclusão Classe II, divisão 2, com severo apinhamento
dentário superior
Autor principal: Vitor Hugo Panhóca
Instituição:
ABENO - UNICSUL
Resumo:
Um menino de 10 anos de idade com má oclusão de Classe II, divisão 2, e severo apinhamento dentário superior, com ambos os incisivos superiores e inferiores verticalizados,
acompanhada de mordida cruzada posterior unilateral direita, foi tratado sem extração
dentária nas arcadas superior e inferior. Foi obtida a correção da mordida cruzada, correção do apinhamento dentário superior e inferior e obteve-se relação de Classe I de molares
e caninos conjuntamente com oclusão funcional e estética facial.
Nome completo: Vitor Hugo Panhóca
Endereço: Rua Monteiro Lobato, 2185 - São Carlos/SP
Telefone: (16) 3372-5954
E-mail: [email protected]
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Número do Painel
02
Título:
Estudo comparativo da resistência ao cisalhamento de braquetes colados com resina ortodôntica, fotopolimerizada por aparelhos LEDs
Autor principal: João Manoel Pezzini
Co-autores:
Fernando Tocci, Acácio Fuziy, Paulo César Tukasan
Resumo:
Atualmente, os aparelhos fotopolimerizadores LEDs possuem potência próxima à dos
aparelhos de luz halógena, por volta de 1.000mW/cm2. Isso, somado à facilidade de manutenção, maior durabilidade de seus componentes e intensidade de irradiação estável são
fatores bastante positivos. Com o aumento da densidade de potência desse tipo de fonte
de luz, possibilitou-se uma maior profundidade de polimerização das resinas compostas,
conferindo propriedades mecânicas semelhantes ou até superiores, quando comparadas
com a fotoativação com outros tipos de luz.
Palavras-chave: LEDs. Colagem. Cisalhamento de braquetes.
Nome completo: Joao Manoel Pezzini
Endereço: Rua Santa Catarina, 1650 - Cascavel/PR
Telefone: (45) 3224-5489
E-mail: [email protected]
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Número do Painel
03
Título:
Avaliação cefalométrica da relação sagital maxilomandibular em posição natural da cabeça
Autor principal: Wilson H. Murata
Co-autores:
Hideo Suzuki, Selly Sayuri Suzuki
Resumo:
As análises cefalométricas tradicionais utilizam planos intracranianos como referência
para definir a posição de estruturas faciais, os quais podem sofrer alterações significantes.
Buscando evitar tal situação, utilizou-se a linha horizontal verdadeira (LHV), determinada
com o indivíduo em posição natural da cabeça (PNC), pois muitos estudos têm considerado essa linha como altamente reproduzível. O propósito deste estudo foi estabelecer
o valor médio em uma amostra de indivíduos com bom desenvolvimento craniofacial e
oclusão normal por meio do método cefalométrico proposto por Viazis (1992), para a
avaliação anteroposterior da maxila e da mandíbula. Foram avaliadas 33 tomadas telerradiográficas em norma lateral e 33 tomadas fotográficas de perfil de indivíduos com idade
variando entre 20 anos e 36 anos, sendo 15 do gênero masculino e 18 do feminino. Após
a obtenção das tomadas telerradiográficas e fotográficas em PNC com linha vertical verdadeira (VV), foram realizados os traçados cefalométricos e as medições da distância entre
a VV passando pelo ponto A e VV passando pelo ponto B, registrado na LHV. Os dados
foram submetidos à análise estatística, utilizando-se teste t de Student (p < 0,05). Para o
gênero feminino, a média encontrada foi de 2,75mm com desvio-padrão de 1,52mm, e
para o gênero masculino de 2,63mm com desvio-padrão de 1,17mm. Quando se estabeleceu um padrão único para ambos os gêneros, a média encontrada foi de 2,7mm com
desvio-padrão de 1,35mm.
Palavras-chave: Maxila. Mandíbula. Posição Natural de Cabeça.
Nome completo: Wilson Humio Murata
Endereço: Rua Álvaro Rodrigues, 152 - São Paulo/SP
Telefone: (011) 5535-5611
E-mail: [email protected]
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04
Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
A influência da respiração bucal no desenvolvimento craniofacial e na oclusão
Andressa Serafim Ladislau
Cristina Lúcia Feijó Ortolani, Kurt Faltin Junior, Roberto Hiroshi Matsui
UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP SÃO PAULO
Resumo:
A respiração é função vital e importante estímulo para o desenvolvimento das estruturas bucofaciais. Quando o padrão respiratório nasal é substituído pelo bucal, uma série
de mudanças posturais e estruturais é gerada, podendo causar alterações morfológicas
e funcionais no sistema estomatognático. Este trabalho tem como objetivo fazer uma
abordagem sobre essa disfunção, desde a etiologia até a forma de prevenção e tratamento.
Diversos fatores podem contribuir para o surgimento da respiração bucal, que pode ser
de natureza obstrutiva, como: hipertrofia das tonsilas faríngeas, palatinas e dos cornetos,
desvio de septo, pólipos ou tumores, mas também pode ser decorrente de maus hábitos.
Esses fatores podem desencadear uma série de alterações secundárias, como sinusites,
rinites, otite, roncos, baba noturna e coriza. O respirador bucal pode apresentar incompetência labial, estrutura facial alterada, lábio superior curto e hipotônico, nariz pequeno
e afilado, olheiras profundas, rendimento físico diminuído, dificuldade de aprendizagem,
alterações da postura corporal, fala, mastigação e deglutição, interferindo na qualidade de
vida. Podem ocorrer alterações oclusais, como mordida cruzada, mordida aberta, protrusão dos dentes anteriores superiores, maxila atrésica e palato ogival. O tratamento deve
englobar a Ortopedia Facial e a Ortodontia, para a correção dos problemas oclusais presentes, com o restabelecimento morfológico e equilíbrio da função: a Medicina, por meio
de otorrinolaringologistas e pediatras, na detecção e tratamento dos agentes etiológicos;
a Fonoaudiologia, que restabelece a função muscular no desenvolvimento da respiração
e demais funções vitais; e a Fisioterapia, que corrige os desvios posturais ortopédicos.
Portanto, é importante o diagnóstico precoce dessa disfunção, para a realização de um tratamento multidisciplinar, restabelecendo, assim, o crescimento e desenvolvimento normal
da face e da oclusão.
Palavras-chave: Respiração bucal. Diagnóstico precoce. Tratamento.
Nome completo: Andressa Serafim Ladislau
Endereço: Rua Mario Zampieri nº 89, apto 3 - Centro São Bernardo do Campo/SP
Telefone: (11) 4335-6158
E-mail: [email protected]
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05
Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
Abordagem de casos severos de submersão de dentes decíduos
Luciana Manzotti De Marchi
Milena Peixoto Nogueira de Sá, Liogi Iwaki Filho
Universidade Estadual de Maringá
Resumo:
A impactação total (submersão severa) de dentes decíduos é uma condição rara e são poucos os casos relatados na literatura. A proposta deste trabalho é apresentar diferentes casos
de submersão severa, bem como revisar as possíveis etiologias, diagnóstico e opções de tratamento disponíveis. De acordo com o grau de discrepância com o plano oclusal, os dentes
acometidos podem ser classificados em submersão leve, moderada ou severa. Neste último,
com características mais acentuadas, a superfície oclusal do dente apresenta-se nivelada ou
abaixo da margem gengival de uma ou ambas as superfícies do dente adjacente. A etiologia é desconhecia, porém vários fatores podem contribuir para a infraoclusão de dentes
decíduos. O diagnóstico pode ser clínico e/ou radiográfico. O manejo de dentes decíduos
submersos pode se constituir em um dilema para o profissional, no planejamento do caso.
Quanto mais precoce a intervenção nos casos de submersão severa, menos problemas se
apresentarão durante o desenvolvimento da dentição. Apesar de algumas abordagens mais
conservadoras, frequentemente tais dentes são extraídos para evitar potenciais problemas
de desenvolvimento oclusal. Contudo, a questão inerente ao paciente deve ser relevada
durante procedimentos de intervenção cirúrgica. Os fatores como idade e comportamento
do paciente apresentam fundamental importância, pois procedimentos simples podem se
tornar complexos se o profissional não apresentar o manejo com o paciente.
Palavras-chave: Submersão severa. Dentes decíduos. Desenvolvimento da dentição.
Nome completo: Luciana Manzotti De Marchi
Endereço: Rua Manoel de Macedo, 226 ap. 101, Zona 7 – Maringá/PR
Telefone: (44) 3031-9887
E-mail: [email protected]
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06
Título:
Eficácia do splint de avanço mandibular em pacientes com síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono
Autor principal: Calliandra Moura Pereira
Co-autores:
Laurindo Zanco Furquim, Carina Faleiros Demito
Instituição:
Universidade Estadual de Maringá
Resumo:
A Síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS) é conhecida como um
distúrbio respiratório crônico, progressivo, caracterizado pela interrupção periódica da
respiração durante o sono. Já o ronco, é definido como um ruído inspiratório causado
pelo atrito dos tecidos moles da orofaringe, devido a uma obstrução parcial das vias aéreas
superiores. Ambos levam a uma noite mal dormida, trazendo inúmeras consequências no
dia seguinte: sonolência diurna, cansaço, indisposição, irritabilidade, baixa concentração,
ritmo lento, mau humor e predisposição ao estress. Este trabalho teve como objetivo
verificar a eficácia em curto prazo no tratamento do ronco e da SAHOS com o aparelho
intrabucal nos seus diferentes graus de severidade e analisar a relação entre algumas medidas cefalométricas dos pacientes e o sucesso ou não do aparelho intrabucal na terapia da
SAHOS. A amostra abrangeu 20 pacientes, com média de idade 48 anos, IMC médio de
27,07, ambos os gêneros, que apresentavam a SAHOS. Realizaram polissonografias pré e
pós-tratamento (60 dias após), constando redução significante no IAH médio de 20,89 ±
17,9/hora para 4,43 ± 3,09/hora. A roncopatia, a eficiência do sono e o índice de saturação de oxigênio também mostraram melhoras e, consequentemente a sonolência diurna,
cansaço e irritabilidade diminuiram. Na análise cefalométrica, o hioide apresentou posição
mais anterior e inferior em ambos os gêneros, o espaço faríngeo médio mostrou-se mais
estreito para os homens, enquanto o espaço faríngeo inferior mostrou-se reduzido e o relacionamento das bases ósseas com maior discrepância para as mulheres, apresentando um
prognóstico mais favorável. Entretanto, no gênero masculino, constatou-se mensurações
maiores para o comprimento do palato mole e a altura facial média mostrou-se aumentada
para ambos os gêneros. Apesar dos efeitos colaterais relatados pelos pacientes, houve boa
aceitabilidade do aparelho em 60% (12) dos casos. O acompanhamento em médio e em
longo prazo desses pacientes, em relação ao IAH e efeitos colaterais decorrentes do tratamento, torna-se necessário.
Palavras-chave: Apneia do sono. Ronco. Aparelho intrabucal. Polissonografia.
Nome completo: Calliandra Moura Pereira
Endereço: Av. Ponta Porã, 3545, apto 301, Jd. Alvorada - Três Lagoas/MS
Telefone: (67) 9995-7745
E-mail: [email protected]
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07
Título:
Tratamento ortodôntico da má oclusão de Classe II com extração de segundos molares
superiores
Autor principal: Janaína Triz Longhi
Co-autores:
Reginaldo César Zanelato, Karla Cristina Coury, Adriano C. Trevisi Zanelato
Instituição:
Inapós – Presidente Prudente
Resumo:
O objetivo deste trabalho é mostrar, por meio de um caso clínico, mais uma alternativa
de tratamento da má oclusão de Classe II, com a extração de segundos molares superiores
permanentes. Em casos clínicos criteriosamente selecionados, as extrações de segundos
molares representam uma opção válida de tratamento dentoalveolar da Classe II, facilitando a distalização dos primeiros molares e diminuindo o tempo de tratamento.
Nome completo: Janaína Triz Longhi
E-mail: [email protected]
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08
Título:
Arco lingual removível: simplificando sua construção e adaptação com o uso do tubo vertical lingual
Autor principal: Pricila Buhrer
Co-autores:
Adriano Cesar Garcia Joaquim, Leda Aparecida Campos Losso, Roque Rodrigues Queiroz
Resumo: Introdução: o Arco Lingual e a Barra Palatina utilizados na forma removível são recursos de
indicação rotineira na prática ortodôntica, pela versatilidade de suas aplicações clínicas.
Entretanto, diferentemente da Barra Palatina, o Arco Lingual Removível (ALR), construído da maneira convencional, adaptado em tubos horizontais linguais, é uma peça
de difícil confecção e colocação na cavidade bucal. Assim sendo, frequentemente o Arco
Lingual é usado sem dobras, na sua versão fixa, soldado, confeccionado muitas vezes pelo
protético, tendo assim, geralmente, um custo adicional. O tubo vertical soldado por lingual nos molares inferiores veio facilitar sobremaneira a sua construção, viabilizando a sua
utilização com bastante praticidade para o profissional e, por outro lado, conforto para
o paciente. Objetivos: demonstrar, através de sequência de fotos, a construção e adaptação do ALR, bem como sua colocação e remoção no modelo de trabalho. Material e
Métodos: modelo de trabalho; fio 0,9mm de aço; alicates 139, Universal, de Corte, De La
Rosa, Tridente, How, Weingart e formador de presilha Scaler; fio de latão 0,7mm; tubos
linguais verticais Morelli ref. 20.61.201 e ref. 20.61.202. Resultados: torna a utilização
do ALR um procedimento de rotina mais ágil na clínica ortodôntica. Conclusão: o ALR
assim concebido, adaptado aos tubos verticais, passa a ser um dispositivo de grande valia
para os profissionais da especialidade ortodôntica, pois permite ativações semelhantes às
que se introduz na Barra Palatina. Nessa versão, o diferencial é a facilidade e praticidade na
sua instalação e remoção.
Palavras-chave: Arco lingual. Tubos linguais. Ancoragem inferior. Técnica do arco segmentado. Rotação
de molares inferiores. Torque de molares inferiores.
Nome completo: Pricila Buhrer
Endereço: R. Manuel Guedes, 267 Itaim-Bibi - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3079-7987
E-mail: [email protected]
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09
Título:
Cantilever, uma opção eficiente para a verticalização de molares
Autor orincipal: Paula Angela Dallazen
Co-autores:
Lisandréia Espanir R. P. de Camargo, Juliana Gozzi Marques, Dislaine Aquino Calizotti,
Robson Ravel
Instituição:
Instituto Ravel de Ensino Superior
Resumo:
A interação multidisciplinar em um tratamento odontológico é indispensável e requer
uma resposta rápida e eficiente, no caso da inclinação de molares, essa dificulta a reabilitação protética e/ou engrenamento oclusal. Visando facilitar a correção desse problema, o
presente trabalho apresenta soluções clínicas para a verticalização de molares utilizando o
arco segmentado Cantilever. A técnica de arco segmentado é bastante utilizada devido à
agilidade na resposta, na simplicidade da técnica e também por ter a possibilidade de ficar
restrita à área onde o problema se apresenta, não sendo necessária a instalação de todo o
aparelho ortodôntico, motivo pelo qual muitos pacientes, na maioria das vezes adultos,
se nega a realizar. A proposta deste trabalho foi simulada em um manequim (TypodontMorelli Sorocaba/SP), no qual se instalou braquetes Roth (0,22” x 0,30”) e bandas
(número 36) com tubos duplos para fio retangular, colados com resina acrílica e cimento
ionômero de vidro, respectivamente; e arco retangular 0,19” x 0,25”. Para o cantilever,
utilizou-se fio de aço (0,16” x 0,22”) e fios de TMA (0,17” x 0,25”). A verticalização esperada foi obtida, tendo como sinais clínicos um adequado espaço protético e relação molar
satisfatória. Pode-se concluir que o cantilever proporciona um resultado rápido e eficiente
na verticalização de molares, resultando em alguns efeitos adversos, como a extrusão. Este
é vantajoso para a paciente, podendo ficar restrito à região de movimentação ortodôntica.
Palavras-chave: Verticalização. Cantilever. Soluções clínicas.
Nome completo: Paula Angela Dallazen
Endereço: Rua Barata Ribeiro, 396, apto.102, Bela Vista - São Paulo/SP
Telefone: (11) 2539-5995 / (11) 6328-8838 / (44) 9113-2734
E-mail: [email protected]
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10
Título:
Moldagem de transferência para a construção do arco lingual removível adaptado em
tubos verticais linguais
Autor principal: Leda Aparecida Campos Losso
Co-autores:
Adriano Cesar Joaquim, Pricila Buher, Roque Rodrigues Queiros
Resumo:
Introdução: a construção do Arco Lingual Removível (ALR) é bastante facilitada quando se tem em mãos o modelo de trabalho do paciente com tubos verticais posicionados
de modo preciso nos molares, tal qual se encontram na cavidade bucal, nas bandas já
cimentadas. Obtém-se esse modelo após a moldagem de transferência, onde ficam retidos
guias de transferência – dispositivos simples, construídos com fio 0,9mm, previamente
encaixados nos tubos verticais. Nesses guias, são posicionados tubos de transferência, que
nada mais são do que tubos verticais soldados a pequenas extensões de lâminas de bandas
semicontornadas e que, após vazar-se o gesso, permanecem fixados ao modelo de trabalho.
Objetivos: facilitar a sessão clínica seguinte, uma vez que as bandas já estarão cimentadas e
em posição nos molares. A instalação do ALR será bastante simples e rápida, bastando conferir se as presilhas estão passivas em relação aos tubos. Se indicado, incorporam-se dobras
de pré-ativação ao mesmo, utilizando o próprio modelo de trabalho, evitando desconforto
ao paciente. Material e Métodos: modelo de trabalho; fio de aço de 0,9mm; alicates 139,
Universal, de Corte, De La Rosa, Tridente, How, Weingart e formador de presilha Scaler;
fio de latão 0,7mm; tubos linguais verticais Morelli ref. 20.61.203 e 20.61.202; lâmina de
banda de pré-molar. Resultados: obtenção de modelo de trabalho individualizado e construção simplificada e agilizada do ARL. Conclusão: a moldagem de transferência diminui
o tempo de cadeira e possibilita a instalação confortável do ALR, construído no laboratório pelo próprio profissional.
Palavras-chave: Arco lingual removível verticalmente. Moldagem de transferência. Tubos de transferência.
Arco segmentado.
Nome completo: Leda Aparecida Campos Losso
Endereço: Rua do Rocio, nº 450, apto 204C - Vila Olímpia
CEP: 04.552-000 - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3554-6623 / (11) 8257-7624
E-mail: [email protected]
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11
Título:
utilização de mini implantes em ortodontia
Autor principal: Juliana Gozzi Marques
Co-autores:
Vinicius A. L. Soares, Alcides Vidor Vieira, Carlos Valdecir Bertoncelo, Robson Ravel De
Oliveira
Instituição:
Instituto Ravel
Resumo:
A obtenção de um apoio rígido, com capacidade de suportar forças ortodônticas sem
deslocamento, representa uma possibilidade de tratamento para casos graves, onde
os elementos dentários de ancoragem faltam em quantidade ou qualidade. Gainsforth e
Higley (1945) foram os precursores na implantação óssea de biomateriais, objetivando a
ancoragem ortodôntica. Estes pesquisadores utilizaram implantes de Cr-Co na forma de
parafusos e fios de aço no ramo mandibular de cães, o que resultou em falha após o carregamento do sistema. Alguns anos depois, Bränemark et al. (1964) descreveram a união
rígida do titânio com o tecido ósseo sem respostas adversas. O rígido controle das condições cirúrgicas e pós-operatórias permitiu a manutenção do implante integrado com o osso
vital, mesmo sob condições de carregamento, possibilitando sua utilização na substituição
de elementos dentários. Após 5 anos, o mesmo grupo de pesquisadores descreveu a manutenção da condição de união rígida do titânio com o tecido ósseo sob suporte de próteses
dentárias.
Palavras-chave: Ancoragem. Mini-implantes.
Nome completo: Instituto Ravel de Ensino Superior
Endereço: R: Princesa Isabel 158 ,zona 04
CEP: 87014-090 - Maringá/PR
Telefone: (44) 3225-5760
E-mail: [email protected]
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Título:
Reabsorção radicular nos incisivos superiores tratados ortodonticamente de pacientes
Padrão II com e sem extração
Autor principal: Maria Gisette Arias Provenzano
Co-autores:
Adilson Luiz Ramos
Instituição:
AMO - Associação Maringaense de Odontologia
Resumo:
O presente estudo analisou radiograficamente a reabsorção radicular externa (RRE) nos
incisivos superiores tratados ortodonticamente pela técnica Straight wire em pacientes
Padrão II com e sem extração de pré-molares. Foram analisados 44 incisivos centrais
superiores de 22 pacientes. A RRE foi avaliada em radiografias periapicais (inicial e final),
utilizando-se o fator de correção e o deslocamento dos incisivos superiores em telerradiografias (inicial e final), sendo ambas as análises efetuadas por meio de registros quantitativos (mm). As radiografias foram escaneadas na proporção de 1:1 com equipamento HP
SmartScan (Califórnia, EUA), a 300 dpi. Foram registradas as características de morfologia radicular e dados cefalométricos (ANB, 1.NA, 1-NA, SnGoGn). Os resultados foram
agrupados em casos com RRE >2mm e ≤2mm; morfologia radicular com e sem tendência
à RRE; e casos com e sem exodontias. Observou-se uma RRE média de 1,71mm, sendo
80% maior que 1mm. Quanto maior o deslocamento horizontal incisal e maiores as medidas 1-NA e 1.NA iniciais, houve uma maior RRE (p < 0,05). O deslocamento no sentido
vertical não se relacionou com a RRE. Os casos com extração apresentaram maior deslocamento horizontal incisal, bem como maior magnitude de RRE (média RRE com extração
= 2,35mm; média RRE sem extração = 1,19mm). O tratamento do Padrão II envolvendo
extração dentária compreendeu o fator de maior correlação (r = 0.61) com a RRE. A característica morfológica radicular apresentou fraca correlação (r = 0.30) com a RRE.
Palavras-chave: Reabsorção radicular externa. Tratamento ortodôntico. Movimentação dentária induzida.
Extrações dentárias.
Nome completo: Maria Gisette Arias Provenzano
Endereço: 19 de dezembro, nº 77, apto 10 – Ibipora/PR
Telefone: (43) 3258-3299
E-mail: [email protected]
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Título:
Avaliação da efetividade do verniz fluoretado na prevenção da desmineralização ao redor
dos braquetes ortodônticos: estudo in vivo com monitoramento a laser (DIAGNOdent)
Autor principal: Carina Faleiros Demito
Co-autores:
Adilson Luiz Ramos, Calliandra Moura Pereira
Resumo:
A proposta deste estudo foi avaliar in vivo a eficácia do verniz fluoretado Duraphat®
quanto à prevenção da desmineralização do esmalte ao redor de braquetes ortodônticos,
mediante o monitoramento a laser (DIAGNOdent®). Foram selecionados 15 adolescentes, com idades entre 12 e 18 anos, que procuraram tratamento ortodôntico corretivo na
Clínica Odontológica da Universidade Estadual de Maringá. Todos os pacientes tiveram
braquetes ortodônticos colados e foram feitas leituras ao redor dos braquetes na superfície
vestibular, por meio do aparelho DIAGNOdent®. Utilizando-se o modelo crossover, foi
aplicado verniz fluoretado Duraphat® ao redor dos braquetes em duas hemiarcadas cruzadas, sendo que as demais serviram como controle. As aplicações de verniz e as leituras
foram repetidas trimestralmente. A amostra foi composta por 278 dentes, sendo que metade recebeu aplicação de verniz. Os resultados mostraram que, apesar de não significativa
estatisticamente, houve uma tendência de redução de cerca de 32% na desmineralização
adjacente aos braquetes ortodônticos, quando considerou-se a média das leituras gengival,
mesial, distal e oclusal no grupo que recebeu aplicação de verniz fluoretado, durante um
monitoramento por 6 meses. Entretanto, houve 40% menos progressão das lesões de mancha branca na subface gengival (p < 0,05). Portanto, as regiões mais afetadas em ordem
decrescente foram a gengival, a distal, a mesial e a oclusal. O presente trabalho também
demonstra que o DIAGNOdent compreende um método adequado para monitorar as
lesões de mancha, auxiliando outros métodos de diagnóstico.
Palavras-chave: DIAGNOdent. Mancha branca. Verniz fluoretado. Braquetes ortodônticos.
Nome completo: Carina Faleiros Demito
Endereço: Avenida XV de Novembro, nº 618, sala 03 - Maringá/PR
Telefone: (44) 3262-6696
E-mail: [email protected]
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Título:
Tratamento ortodôntico alternativo em paciente adulto face longa com mordida aberta
anterior e mordida cruzada posterior
Autor principal: Rodrigo De Marchi
Co-autores:
Luciana Manzotti De Marchi
Instituição:
Universidade Estadual de Maringá - UEM
Resumo:
A mordida aberta anterior é caracterizada pelo trespasse vertical negativo entre os dentes
anteriores e responsável pelo comprometimento estético e funcional do paciente. Os fatores etiológicos podem ser hereditários e/ou ambientais. Em 36% dos casos de mordida
aberta anterior há associação da mordida cruzada posterior. Será apresentada uma alternativa de tratamento para paciente adulto com mordida aberta anterior associada à mordida
cruzada posterior, sem cirurgia ortognática ou auxílio de miniparafusos. Paciente do gênero
feminino, leucoderma, adulta, face longa, compareceu ao exame clínico ortodôntico apresentando mordida aberta anterior, agenesia do elemento 31, giroversão do 41 e mordida
cruzada posterior. O plano de tratamento consistiu em alinhamento e nivelamento dentário, utilização de uma grade lingual e preparo para colocação de implante do elemento 31.
Devido à deficiência na altura óssea de sustentação do elemento 41 e sua giroversão, foi
proposta a utilização de uma placa de contenção inferior com elemento protético do 31,
para proteção e auxílio na movimentação ortodôntica do elemento 41. Posteriormente,
retirou-se a placa e instalou-se a grade lingual fixa para proteção e auxílio no fechamento da mordida aberta, associada ao alinhamento e nivelamento dentário. Juntamente, a
paciente realizou tratamento fonoaudiológico. Após o término do tratamento ortodôntico,
a paciente foi encaminhada para realização do implante e prótese sobre implante do elemento 31. O tratamento ortodôntico possibilitou o restabelecimento da função e estética
do sorriso.
Palavras-chave: Ortodontia. Paciente adulto. Mordida aberta.
Nome completo: Rodrigo De Marchi
Endereço: Av. São Paulo, 172 sala 1122 – Maringá/PR
Telefone: (44) 9108-0888
E-mail: [email protected]
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Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
A Ortodontia e o mercado de trabalho
Renata Pilli Joias
Luiz Renato Paranhos, Adilson Luiz Ramos, Marco Antonio Scanavini
UMESP
Resumo:
Objetivo: avaliar as modificações que ocorreram no mercado de trabalho do cirurgiãodentista, quanto à distribuição de profissionais clínicos gerais e ortodontistas, a partir
de 1967, nos Estados brasileiros. Metodologia: foram coletados dados a partir do “site”
do Conselho Federal de Odontologia, e do “site” do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística. Resultados: Maranhão, Pará e Amapá apresentaram uma proporção menor
de CD/habitante do que a sugerida pela OMS (um dentista para cada 1.500 habitantes). Entretanto, para ortodontistas, os Estados com melhores proporções são Maranhão,
Alagoas, Pará e Bahia. Conclusões: nenhuma capital brasileira apresenta o índice recomendado pela OMS, diferente no interior dos estados, onde se observou uma proporção
menor que 1:1.500. O mercado de trabalho para o especialista em Ortodontia também
parece ser mais promissor no interior dos estados, principalmente nas regiões Norte e
Nordeste.
Palavras-chave: Mercado de trabalho odontológico. Exercício profissional. Assistência odontológica suplementar.
Nome completo: Luiz Renato Paranhos
Endereço: Rua Padre Roque, 958 - Centro - Mogi Mirim/SP
Telefone: (19) 3804-4002
E-mail: [email protected]
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16
Título:
Avaliação cefalométrica de grandezas verticais em pacientes tratados com exodontia de
segundos molares superiores permanentes
Autor principal: Antonio Aparecido Celória
Co-autores:
Paulo Roberto Aranha Nouer, Ivana Uglick Garbui, Darcy Flávio Nouer
Instituição:
São Leopoldo Mandic – Campinas/SP
Resumo:
Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar cefalometricamente o controle vertical
de 12 indivíduos brasileiros, leucodermas, sendo 10 do gênero feminino e 2 do gênero
masculino, com má oclusão de Angle Classe II, divisão 1, tratados com exodontias de
segundos molares superiores permanentes. Para isso, foram avaliadas as grandezas angulares (FMA, SN.Gn, SN.GoGn, SN.PLO, ANB); lineares (AFP, AFA) e o índice da altura
facial (IAF), a faixa etária da amostra variou de 11 anos e 8 meses a 21 anos e 8 meses.
Foram obtidas telerradiografias em norma lateral de cabeça ao início do tratamento (T1),
após a correção da relação molar de Classe I (T2) e aproximadamente 1 ano após a obtenção da relação molar de Classe I (T3). Não houve alterações estatisticamente significativas
quando empregado o teste t de Student (p < 0,05) e, comparados os valores médios das
grandezas angulares e lineares nos períodos estudados: FMA (T1 = 29,08°; T2 = 28,33°
e T3 = 28,25°), SN.Gn (T1 = 69,75°; T2 = 70,33° e T3 = 70,50°), SN.GoGn (T1 =
35,91°; T2 = 35,33° e T3 = 34,66°), SN.PLO (T1 = 13,83°; T2 = 16,83° e T3 = 16,50°),
ANB (T1 = 6,7°; T2 = 5,2° e T3 = 5,04°), AFP (T1 = 47,58mm; T2 = 49,08mm e T3 =
49,08mm), AFA (T1 = 64,91mm; T2 = 65,50mm e T3 = 66,58mm) e IAF (T1 = 0,73;
T2 = 0,74 e T3 = 0,74). Pôde-se concluir que houve controle das grandezas cefalométricas
mensuradas.
Palavras-chave: Extrações. Segundos molares superiores. Dimensão vertical. Cefalometria.
Nome completo: Antonio Aparecido Celória
Endereço: Rua Santos Dumont, 2138 – Maringá/PR
Telefone: (44) 3222-6265
E-mail: [email protected]
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17
Título:
Avaliação das distâncias entre o ponto EV (eixo vestibular) dos dentes inferiores e a Borda
WALA na oclusão normal
Autor principal: Tarcila Triviño
Co-autores:
Danilo Furquim Siqueira, Marco Antonio Scanavini
Instituição:
Universidade Metodista de São Paulo – UMESP
Resumo:
Objetivo: verificar as distâncias entre os pontos dos eixos vestibulares dos dentes inferiores
e a Borda WALA, em indivíduos com oclusão normal. Material e Métodos: a amostra
para o presente estudo consistiu de 59 modelos inferiores de pacientes na fase de dentição
permanente, incluindo os segundos molares, com oclusão normal, pertencentes ao arquivo de documentação do Departamento de Ortodontia da Faculdade de Odontologia da
Universidade Metodista de São Paulo. Em cada dente foi fixada uma esfera vermelha de
vidro no ponto EV e uma esfera preta na Borda WALA, no local correspondente a esse
ponto. Após a digitalização dos modelos, as imagens desses modelos foram plotadas em
um programa de computador, com o qual foi possível a obtenção precisa da distância entre
essas duas esferas de vidro. Na avaliação do erro do método, observou-se ausência de erro
sistemático (valores de “p” maiores de 0,05) e de erro casual (valores próximos de zero) o
que demonstra uma precisão da metodologia empregada. Resultados: os resultados mostraram que as distâncias entre o ponto EV e a Borda WALA nos dentes inferiores 1 a 7, ou
seja, do incisivo central ao segundo molar, foram em média 0,00mm; 0,44mm; 0,66mm;
0,88mm; 1,55mm; 2,21mm e 2,49mm, respectivamente, mostrando-se com valores
maiores do que as medidas preconizadas por Andrews (0,10 a 2,20mm). Conclusão: verificou-se que, nos indivíduos com oclusão naturalmente ótima, existe uma padronização
dessa distância, se numericamente decrescente da região posterior para a região anterior,
viabilizando a utilização da Borda WALA como base para a confecção de arcos ortodônticos padronizados.
Palavras-chave: Arco dentário. Borda WALA. Estabilidade.
Nome completo: Tarcila Triviño
Endereço: Av. Nove de Julho, 5483 - 11º andar - conj. 111 - Jardim Paulista
CEP: 01.407-200 - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3079-1343 / (11) 8196-1120
E-mail: [email protected]
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18
Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
A estabilidade do tratamento da mordida cruzada posterior funcional
Marcos Rogério de Mendonça
Osmar Aparecido Cuoghi
Faculdade de Odontologia de Araçatuba – UNESP
Resumo:
A mordida cruzada posterior com envolvimento funcional é uma má oclusão frequente em
crianças na fase de dentição decídua completa ou mista. Seus efeitos em longo prazo envolvem, entre outros, a assimetria na região da fossa articular, assimetria no comportamento
eletromiográfico dos músculos da mastigação, o que torna seu tratamento um item de
destaque na Ortodontia infantil. O objetivo deste trabalho é apresentar, por meio de um
caso clínico, o acompanhamento clínico em longo prazo de um tratamento considerado
simples do ponto de vista técnico, porém de muita importância do ponto de vista conceitual do que é Ortodontia infantil ou interceptora.
Palavras-chave: Ortodontia infantil. Mordida cruzada posterior.
Nome completo: Marcos Rogério de Mendonça
Endereço: Rua Mato Grosso, 937 – Araçatuba/SP
Telefone: (18) 9601-5621
E-mail: [email protected]
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19
Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
Determinação das formas do arco dentário inferior na oclusão normal
Tarcila Triviño
Danilo Furquim Siqueira, Marco Antonio Scanavini
Universidade Metodista de São Paulo
Resumo:
O arco dentário inferior vem sendo considerado como uma principal referência para o planejamento e terapia ortodôntica, pois o respeito e a preservação dos limites transversais do
arco dentário possibilitam um resultado satisfatório e estabilidade. Devido à importância
da manutenção das dimensões do arco dentário inferior durante o tratamento ortodôntico
e o desenvolvimento dos arcos metálicos pré-formados compostos por ligas com alta elasticidade, que não permitem o ajuste quanto ao seu formato, considerou-se relevante avaliar
as possíveis configurações para o arco dentário inferior em 63 modelos inferiores com
dentição permanente e oclusão normal. Em cada dente, uma esfera de vidro foi fixada para
simular o acessório ortodôntico e auxiliar na determinação dos pontos de um sistema cartesiano. Após a digitalização dos modelos, as distâncias entre as esferas e os eixos “x” e “y”
foram medidas e seus valores foram plotados em um programa de computador, que obteve
o polinômio de 6º grau e o gráfico dessa função. De acordo com as características da curvatura anterior, as curvas foram organizadas em grupos, estabelecendo-se os diferentes tipos
de formas e, a seguir, três subgrupos foram calculados, definindo os tamanhos pequeno,
médio e grande. De acordo com os resultados, o arco dentário inferior foi descrito por 8
formas representativas (Formas A a H) em três tamanhos diferentes. A Forma A foi a mais
incidente, enquanto a Forma G mostrou uma incidência de apenas 2%. Quanto ao tamanho, as formas A, B, C, D, E e F apresentaram maior número de segmentos de curva no
tamanho médio, enquanto as formas G e H no tamanho pequeno. A forma curva média
calculada para o arco dentário mostrou-se coincidente com a Forma C, que apresentou
uma incidência média de 10%, enfatizando a impossibilidade de representar o arco dentário com uma forma ideal.
Palavras-chave: Arco dentário. Diagramas de forma de arco. Estabilidade. Oclusão normal.
Nome completo: Tarcila Triviño
Endereço: Av. Nove de Julho, 5483, 11º andar, conj. 111 - Jardim Paulista - São Paulo/SP
CEP: 01.407-200 - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3079-1343
E-mail: [email protected]
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20
Título:
Autor principal:
Co-autores:
Instituição:
Avaliação do atrito do fio ortodôntico na canaleta de aparelhos autoligáveis comparados a aparelhos ligáveis
Robson Ravel de Oliveira
Acácio Fuziy, Paulo César Tukasan
Instituto Ravel
Resumo:
Objetivou-se neste estudo comparar a força de atrito produzida por braquetes metálicos convencionais e autoligáveis de canino, primeiro e segundo pré-molar do lado direito (GAC-In-Ovation;
ORMCO-Damon e 3M Unitek-Smartclip) durante a mecânica de deslizamento. Com esse propósito, foram confeccionados corpos-de-prova com resina acrílica autopolimerizável e fixados os
acessórios, sendo divididos em: Grupo 1 - caracterizados pelo emprego de braquetes metálicos injetados convencionais, prescrição Roth, canaleta de 0,022” x 0,028”, da marca Morelli, Sorocaba/
SP, Brasil; Grupo 2 - foram empregados os braquetes metálicos convencionais usinados, prescrição
Roth, canaleta de 0,022” x 0,028”, da marca ORMCO (Glendora – Califórnia/USA); Grupo 3 foram colados os braquetes autoligáveis, prescrição Damon com canaleta de 0,022” x 0,030”, da
marca ORMCO; Grupo 4 - foram empregados braquetes autoligáveis, prescrição In-Ovation, com
canaleta de 0,022” x 0,028 da marca GAC (New York/USA); Grupo 5 - cujos acessórios foram os
braquetes autoligáveis, prescrição Smartclip, com canaleta de 0,022” x 0,030”. Cada grupo específico foi composto de cinco corpos-de-prova, submetidos ao ensaio de atrito, promovendo-se o deslizamento de um segmento de fio de aço inoxidável 0,019” x 0,025” (Morelli, Sorocaba/SP, Brasil)
pelas canaletas dos acessórios e avaliados na máquina de Ensaio Universal do Departamento de
Materiais Dentários (Morelli, Sorocaba/SP). Para comparar os grupos, com relação à força máxima
de atrito, força média de atrito estático e força média de atrito dinâmico, foi utilizada a análise
de variância (ANOVA) com 1 fator e as comparações “post hoc” foram realizadas utilizando-se a
correção de Tukey. Os resultados das ANOVAS para cada uma das forças (máxima, média estática
e média dinâmica) foram significativos (p < 0,001, nos 3 casos), indicando haver pelo menos uma
diferença estatisticamente significativa entre os grupos. Fundamentado na metodologia adotada,
conclui-se que: (1) os braquetes de aço inoxidável autoligáveis Smart Clip e Damon geraram forças
de atrito estático e cinético significativamente menores do que os braquetes de aço inoxidável convencionais usinados e convencionais injetados; (2) as comparações entre braquetes autoligáveis de
marcas distintas evidenciou que o Smart Clip e Damon apresentaram resistência ao atrito menor
que o In-Ovation; (3) dentre os braquetes convencionais, os braquetes usinados M2000 ORMCO
apresentaram maior resistência ao atrito; (4) os braquetes autoligáveis In-Ovation e os braquetes
ligáveis Morelli usinado e injetado não apresentaram diferença significativa.
Palavras-chave:
Braquetes. Atrito. Autoligáveis. Deslizamento.
Nome completo: Robson Ravel de Oliveira
Endereço: Rua Princesa Isabel 158, Zona 4 – Maringá/PR
Telefone: (44) 3029-1790
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21
Título:
Acúmulo de detritos em arcos ortodônticos antes e após dois métodos de limpeza - efeitos
sobre a rugosidade e a fricção
Autor principal: Isabella da Silva Vieira Marques
Co-autores:
Adriana Monteiro de Araújo, José Augusto Miguel, Antonio David Corrêa Normando
Instituição:
Universidade Federal do Pará
Resumo:
Introdução: a fricção é a força que retarda ou resiste ao movimento relativo de duas
superfícies em contato, sendo sua direção paralela ao movimento de deslizamento. Na
Ortodontia, o entendimento dos fatores que interferem na fricção entre o fio e o braquete
é de grande relevância, visto que muitas técnicas envolvem uma mecânica de deslizamento
durante a movimentação dentária. Objetivos: avaliar o grau de sujidade acumulado no fio
ortodôntico, o grau de rugosidade na superfície do fio e o coeficiente de atrito produzido
durante a mecânica de deslizamento do fio no braquete, antes e após o uso clínico por 8
semanas. Foi proposto, também, verificar o efeito de dois métodos de limpeza sobre as
variáveis examinadas. Metodologia: foi colado, em 8 indivíduos, um conjunto de 3 braquetes em cada hemiarco (n = 32), de 1º molar a 1º pré-molar, onde foi inserido, passivamente, um segmento reto de fio de aço inoxidável 0,019” x 0,025”, amarrado através de
ligaduras elásticas. As análises foram realizadas antes (T0, n = 32), após o uso clínico (T1,
n = 16) e após a limpeza (T2) com lã de aço (n = 8) ou ultrassom (n = 8) e examinados
estatisticamente através da ANOVA para dados pareados (T1 x T2) e teste de correlação de
Pearson e Spearman, para o exame da correlação entre o grau de sujidade, a rugosidade e a
fricção. Resultados: o fio ortodôntico, depois de exposto ao meio bucal (T0 - T1), sofreu
um aumento significativo da sujidade, rugosidade e do coeficiente de atrito (p < 0,05). Foi
observada uma alta correlação entre a força de atrito e a rugosidade do fio (p = 0,014) e
com os níveis de sujidade examinados na imagem em magnificação de 18X (p = 0,001) ou
de 200X (p = 0,0007). Os dois métodos de limpeza se mostraram eficazes na redução das
três variáveis, com uma discreta superioridade da lã de aço na remoção dos detritos do fio.
Conclusão: o grau de sujidade e a rugosidade dos fios ortodônticos aumentam significativamente ao serem mantidos no meio bucal, causando o aumento do atrito. Essas alterações
podem ser eliminadas satisfatoriamente através dos métodos de limpeza examinados.
Palavras-chave: Atrito. Rugosidade de superfície. Fios ortodônticos. Aço inoxidável.
Nome completo: Isabella da Silva Vieira Marques
Endereço: Rua Eng. Alpheu José Ribas Sampaio 2-150 - apto. 81, Bauru/SP
Telefone: (14) 3204-8541
E-mail: [email protected]
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