PADRÃO DE MEDIÇÃO
INDIVIDUAL DE CLIENTES EM
BAIXA TENSÃO
Diretoria Técnica
Gerência de Planejamento e Egenharia
Processo de Engenharia e Obras
3$'52'(0(',d2
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(0%$,;$7(162
No
DATA
DISCRIMINAÇÃO DA REVISÃO
REVISOR
01
02
03
04
05
06
07
Março / 2003
Abril / 2003
Maio / 2003
Junho / 2003
Julho / 2003
Agosto / 2003
Fevereiro / 2004
Geral
Retirada do poste “padrão”
Inclusão da medição bifásica
Inclusão de padrões fixados em poste
Inclusão de demandas
Inclusão material do cliente
Exclusão da medição indireta
Eduardo
Eduardo
Eduardo
Eduardo
Eduardo
Eduardo
Eduardo
APROVAÇÃO
ELABORAÇÃO
VISTO
Eduardo Ribeiro de Moraes
155909-D
Vanderlei Robadey Carvalho
EMISSÃO
APROVAÇÃO
Antônio Carlos da S. Alves
Cesar Fernandes Pereira
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ÍNDICE
1 - INTRODUÇÃO
2 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
3 - APROVAÇÃO PRÉVIA DE PROJETO
4 - TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES
5 - FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA
6- CARACTERÍSTICAS DAS MEDIÇÕES
7 - PROTEÇÃO E ATERRAMENTO
8 - MATERIAIS
9 - FORNECIMENTO A TERCEIROS
10 - RESPONSABILIDADES DO CLIENTE
11 - RESPONSABILIDADES DA AMPLA
12 - NOTAS DIVERSAS
13 - TABELAS
14 - DESENHOS
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Rev.: 7
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1 - INTRODUÇÃO
O presente padrão tem por objetivo estabelecer os critérios técnicos para fornecimento de
energia elétrica em tensão secundária de distribuição, bem como estabelecer os requisitos mínimos
que devem dispor o padrão de medição das instalações consumidoras, na área de concessão da
Ampla. O referido padrão aplicar-se-á aos clientes com medição individual, monofásica, bifásica
ou trifásica até o máximo de duas medições, por ponto de entrega, com ramais de ligação e de
entrada independentes.
2 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2.1 - As instruções aqui apresentadas estão em consonância com as Normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, Portarias e Legislações Ministeriais.
2.2 - Este padrão poderá, em qualquer tempo, sofrer alterações no todo ou em parte, por razões de
ordem técnica, para melhor atendimento às necessidades do sistema e do cliente, motivo pelo qual
os interessados deverão, periodicamente, consultar a Ampla quanto às eventuais alterações.
2.3 - As especificações deste padrão se destinam à orientação do cliente, e não implicam qualquer
responsabilidade da Ampla, com relação à qualidade e segurança dos materiais fornecidos por
terceiros e à proteção contra riscos e danos à propriedade.
2.4 - A construção das instalações para medição dos clientes devem estar de acordo com este
padrão, cabendo à Ampla vistoriar os mesmos, e consequentemente, suspender e/ou não atender o
fornecimento de energia elétrica, caso este padrão não seja cumprido.
2.5 - Casos não previstos neste padrão, ou que exijam tratamento à parte, deverão ser
encaminhados à Ampla para estudo e avaliação.
3 - APROVAÇÃO PRÉVIA DE PROJETO
3.1 - Aprovação de plantas
3.1.1 - Demanda até 38 kVA
Para estes casos não haverá necessidade de aprovação prévia de projeto, devendo ser utilizado os
próprios desenhos do padrão, como orientação para execução da montagem.
3.1.2 - Demanda acima de 38 kVA com carga instalada até 75 kW
Para estes casos deverá ser apresentado à Ampla projeto para aprovação, em formato A2 ou A1,
em escala 1:20 ou 1:25, conforme conveniência, em três vias, contendo:
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a - Planta de situação sem escala e planta de localização em escala 1:200 ou 1:250;
b - Localização e detalhamento do sistema de medição, com a lista dos materiais a serem
utilizados, quantidade e especificação dos mesmos;
c - Cálculo de demanda com especificação das cargas para clientes comerciais e industriais e
especificação e quantidade dos cômodos para clientes residenciais;
d - Apresentação do formulário ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) devidamente
preenchido e assinado pelo contratante e pelo responsável técnico pela execução de obra ou
prestação de serviços profissionais referentes a Engenharia e demais profissões abrangidas pelo
Sistema Confea/Crea, relativos ao padrão de entrada de energia elétrica;
e – Comprovante de pagamento referente aos valores das taxas devidas pelos registros de
Anotações de Responsabilidade Técnica – ART, relativo à execução de obras ou serviços de
competência privativa de profissionais do grupo ou categoria da Engenharia ou das atividades
afins, recolhidos ao CREA-RJ, pelas pessoas físicas ou jurídicas, conforme legislação vigente.
3.1.3 - Carga instalada acima de 75 kW
Deverá ser seguido o padrão de Subestações de Consumidores da Classe 15 kV.
3.2 - Aprovação da execução
3.2.1 - A execução de instalações de energia elétrica de B.T. em uma unidade isolada,
exclusivamente residencial com carga instalada até 12 kW, não está obrigada à anotação de ART,
conforme previsto na NF-006/88 em sua mais recente atualização.
3.2.2 - Para aprovação da execução do projeto junto à Ampla, para casos com carga instalada
acima de 12 kW, deverá ser apresentada à mesma, a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
devidamente registrada junto ao CREA- RJ.
3.3 - Responsabilidade técnica
3.3.1 - Para unidades residenciais ou comerciais com carga total instalada de até 12 kW e força
motriz até 2 CV para motores a duas fases e 1 CV para motores fase-neutro, não estão obrigadas de
apresentação de ART.
3.3.2 – Para unidades isoladas residenciais ou comerciais com carga instalada até 75 kW com
limite de potência de força motriz até 20 CV já incluída na carga instalada, os projetos poderão ser
assinados por Engenheiro Civil ou Arquiteto somente quando forem caracterizados como obra
complementar à edificação nova sob responsabilidade do mesmo profissional.
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3.3.3 - Para carga instalada de até 100 kW e demanda até 90 kVA, e desde que a força motriz, já
incluída nesse limite não ultrapasse 20 CV, os projetos em baixa tensão, poderão ser assinados por
Técnico em Eletrotécnica e Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicações.
3.3.4 - Para carga instalada acima de 100 kW os projetos somente poderão ser assinados por
Engenheiro Eletricista sem restrição de carga
3.3.5 - Para carga instalada de até 2000 kW, os projetos poderão ser assinados por Engenheiro de
Operação modalidade Eletrotécnica e Tecnólogos em Transmissão e Distribuição de Energia.
3.3.6 - Caso o projetista seja também o executante, os dois serviços poderão constar em uma única
ART.
4 - TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES
4.1 - Cliente
É toda pessoa física ou jurídica, usuária de energia elétrica e cadastrada na Ampla.
4.2 - Unidade de consumo
Instalação pertencente a um único cliente, recebendo energia de um só ponto, com uma única
medição.
4.3 - Ponto de entrega de energia
Ponto de conexão do sistema elétrico da Ampla com as instalações elétricas da unidade
consumidora, caracterizando-se como limite de responsabilidade do fornecimento.
Primeiro ponto de fixação dos condutores do ramal de ligação na propriedade consumidora.
É o ponto até o qual a Ampla se obriga a fornecer energia elétrica, com participação nos
investimentos necessários, bem como responsabilizando-se pelos serviços, pela operação e
manutenção, não sendo necessariamente o ponto de medição.
4.4 - Ponto de derivação
É o ponto de conexão do ramal de ligação do cliente à rede da Ampla.
4.5 - Ramal de ligação
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da Ampla
e o ponto de entrega.
4.6 - Ramal de entrada
Conjunto de condutores e acessórios instalados à partir do ponto de entrega até a medição.
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4.7 - Poste particular
Poste instalado na propriedade do cliente, com a finalidade de fixar, elevar ou desviar o
ramal de ligação.
4.8 - Pontalete
Suporte instalado na residência do cliente, com a finalidade de elevar e fixar o ramal de
ligação.
4.9 - Demanda de um cliente
Potência média absorvida pelos aparelhos do cliente durante um determinado intervalo de
tempo.
4.10 - Demanda máxima de um cliente
Maior de todas as demandas de potência em um determinado instante.
5 - FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA
5.1 - Limite de fornecimento
Este tipo de fornecimento abrange os clientes atendidos em tensão secundária de
distribuição, cuja carga instalada por unidade de consumo não ultrapasse a 75 kW.
5.2 - Tensões padronizadas
As tensões padronizadas para os circuitos secundários da rede de distribuição da Ampla são
de 220/127 V para redes trifásicas e bifásicas e de 127 V para redes monofásicas.
Para os clientes monofásicos e bifásicos atendidos através de programas específicos de
Eletrificação Rural as tensões padronizadas para os circuitos secundários são 120/240V,
respectivamente.
5.3 - Determinação do tipo de fornecimento
Para ser determinada a modalidade de fornecimento ao cliente, deverá ser considerada a
demanda máxima , declarada no pedido de ligação, conforme a seguir:
Monofásico
Clientes supridos por transformadores trifásicos na tensão de 127 V ou 120 V quando se tratar de
clientes atendidos por programa de Eletrificação Rural, ligados através de dois condutores (fase e
neutro), cuja demanda máxima não ultrapasse 8 kVA.
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Bifásico
Clientes supridos por transformadores trifásicos nas tensões de 220/127 V, ligados através de 3
condutores (duas fases e neutro), cuja demanda máxima não ultrapasse 12 kVA.
Clientes atendidos por programas específicos de Eletrificação Rural serão supridos por
transformadores monofásicos / bifásicos nas tensões de 240/120 V, ligados através de três
condutores (duas fases e neutro), cuja demanda máxima não ultrapasse 22 kVA.
Trifásico
Clientes supridos por transformadores trifásicos nas tensões de 220/127 V, ligados através de
quatro condutores (três fases e neutro), e cuja demanda máxima seja superior a 8 kVA.
RESUMO DOS LIMITES DE FORNECIMENTO
DEMANDA MÁXIMA PREVISTA
Até 8 kVA
Monofásico
Acima de 5 até 12 kVA
Bifásico
Acima de 8 kVA
Trifásico
NOTA:
Para carga instalada acima de 75 kW, o atendimento deverá ser feito em tensão primária de
distribuição.
6 - CARACTERÍSTICAS DAS MEDIÇÕES
6.1 - Ramal de ligação aéreo
6.1.1 - Considera-se como ramal de ligação, os condutores entre a rede de distribuição e o ponto de
entrega. Por razões técnicas a Ampla estenderá o ramal de ligação até os seguintes pontos de
entrega:
- Bornes do medidor para as medições monofásicas, bifásicas e trifásicas, todas com saída
subterrânea;
- Bornes do medidor para as medições monofásicas (com demanda de 5,0 a 8,0 kVA), bifásicas e
trifásicas, todas com saída aérea;
- Caixa de conexão do consumidor para medições monofásicas com demanda até 5,0 kVA com
saída aérea.
6.1.2 - O ramal de ligação aéreo deve obedecer às seguintes condições:
- Todos os padrões de medição terão o ramal de ligação, do ponto de entrega até a medição,
instalado de forma aparente, não sendo aceitos embutidos em alvenaria;
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- Partir sempre de um poste da rede de distribuição;
- Não cortar terrenos de terceiros;
- Não ser acessível de janelas, sacadas, escadas, áreas, etc..., devendo ficar distante desses pontos
no mínimo 1,20 metros;
- A ligação deverá ser sempre pelo muro ou fachada frontal da propriedade do cliente,
permitindo-se porém nos casos em que a construção esteja situada em lote de esquina, que a
ligação seja feita pelo muro ou fachada lateral da residência, desde que aprovada pela Ampla;
- Não ultrapassar a 30 metros de comprimento quando do mesmo lado da rua do cliente, e 25
metros nos casos de travessias;
- A altura mínima entre o condutor e o solo, em qualquer ponto, deverá ser de 5,5 metros onde
haja trânsito de veículos e de 3,5 metros com trânsito apenas de pedestres, tanto em áreas privadas
como públicas;
- Para respeitar as alturas mínimas estabelecidas, quando a ligação estiver instalada em paredes
de residências sem altura suficiente, permite-se o emprego de pontalete;
- O ramal de ligação aéreo deverá ter as bitolas definidas na tabela 1.
6.1.3 - Para evitar algum obstáculo ou obedecer às disposições do item 6.1.2 , deverá ser utilizado
poste particular, desde que padronizado pela Ampla.
6.1.4 - Não será permitida a extensão de ramais fixados em paredes e muros, salvo em casos
especiais previamente autorizados pela Ampla.
6.1.5 - A flecha máxima permitida na execução do ramal de ligação é de 50 cm.
6.2 - Postes e pontaletes para o ramal de ligação
6.2.1- Os postes para os ramais de ligação poderão ser de concreto ou aço galvanizado e suas
alturas serão de 5 metros quando a propriedade do cliente estiver do mesmo lado da rede de
distribuição, e de 7 metros quando houver travessia.
6.2.2 - Os pontaletes de aço galvanizado devem atender às exigências da tabela 2.
6.3 - Localização da medição
Em qualquer situação a medição deverá estar sempre em local de fácil aceso.
A sua
localização deve obedecer ao seguinte:
6.3.1 - Ficar localizada na propriedade do cliente no limite frontal do terreno, voltada para a via
pública.
6.3.2 - Nos casos de lojas com vitrines internas, poderá ser permitido o recuo da medição até 7
metros, após avaliação e aprovação da Ampla.
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6.3.3 - Quando a propriedade estiver no alinhamento da via pública e não houver outro local para
instalação da medição, ela ficará, sempre que possível, localizada na parede da frente, com o visor
da caixa de medidor voltado para via pública.
6.3.4 - Sempre que for necessário usar poste para desvio de ramal de modo a não cortar terrenos de
terceiros, a medição deve sempre que possível, passar para este poste ou muro, obedecendo ao
limite disposto no subitem 6.3.1.
6.3.5 - O centro do visor da caixa do medidor deverá ficar entre 1,40 e 1,60 metros de altura em
relação ao piso acabado. No caso de medição dupla um visor deverá ficar a 1,60 metros e outro a
1,20 metros.
6.3.6 - No caso de casas em vilas localizadas em logradouros públicos que, por exiguidade de
espaço, não permita a passagem da rede de distribuição da Ampla, será permitida a instalação de
cabine de medição agrupada na entrada da vila (ver padrão de medição agrupada de clientes em
baixa tensão – Agrupamentos de medições multi-individuais).
6.3.7 - Quando ocorrer casos de residência localizada em fundos de outra e que tenha servidão de
passagem, a medição deverá ser independente e localizada na referida servidão, no local mais
próximo possível da via pública.
6.3.8 - Não serão aceitos para localização da medição, locais de difícil acesso, mal iluminados e
sem condições de segurança, tais como:
- Escadas e rampas;
- Recintos fechados;
- Interiores e vitrines;
- Áreas entre prateleiras;
- Proximidade de máquinas, bombas, tanques, reservatórios, fogões, caldeiras, etc...;
- Locais sujeitos a gases corrosivos ou combustíveis, inundações ou trepidação excessiva;
6.3.9 – Casos excepcionais serão analisados pela Ampla.
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7- PROTEÇÃO E ATERRAMENTO
7.1 - Proteção
A proteção deverá ser feita através de disjuntor termomagnético, instalado na caixa do
medidor, no caso de medição monofásica até 5 kVA. Para medição monofásica com demanda de 5
a 8 kVA, bifásica ou trifásica a proteção deverá ser feita também através de disjuntor
termomagnético monopolar, bipolar ou tripolar respectivamente, situado em caixa independente
após a de medição. Esta caixa deverá ficar virada para dentro da propriedade do cliente. A
capacidade de corrente do disjuntor encontra-se na tabela 1.
7.2 – Aterramento
O aterramento deverá ser feito através de haste cobreada de 3 metros ou galvanizada de 2
metros de comprimento, sendo sua extremidade superior protegida por caixa de aterramento. O
condutor usado no aterramento deve estar de acordo com a tabela 1 e protegido por tubo de PVC
de 20 mm de diâmetro. A ligação desse condutor à caixa do medidor deve ser feita através de
conector adequado, conforme tabela 4.
8 – MATERIAIS
Todos os materiais utilizados deverão estar conforme os padrões de materiais da Ampla, que
se encontram disponíveis nas lojas de atendimento ao cliente.
8.1 - Ferragens
Todas as ferragens deverão ser galvanizadas por imersão a quente. Para regiões com alto
grau de salinidade recomenda-se que estas peças sejam em liga de alumínio.
8.1.1 – Haste galvanizada ou cobreada com conector
Utilizada para executar o aterramento da instalação.
8.1.2 – Chumbador de aço
Fixação da armação secundária que recebe o ramal de ligação na parede.
8.1.3 – Parafuso de cabeça quadrada
Parafuso galvanizado a fogo, utilizado para fixação da armação ao poste.
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8.1.4 – Armação secundária de 1 ou 2 estribos
Fabricada em chapa com espessura de 5mm e galvanizada a fogo, utilizada para fixação dos
isoladores.
8.2 - Caixas
8.2.1 - Caixa de medidor monofásico
Caixa de cor cinza claro ou bege claro, feita em noryl com tampa em policarbonato de
superfície translúcida com visor transparente e incolor, destinada à instalação do medidor e
disjuntor termomagnético de proteção.
8.2.2 - Caixa de medidor polifásico
Caixa de cor cinza claro ou bege claro, feita em noryl com tampa em policarbonato de
superfície translúcida com visor transparente e incolor, destinada somente à instalação do medidor.
8.2.3 - Caixa de proteção e conexão do consumidor
Caixa destinada ao abrigo do disjuntor termomagnético de proteção do cliente monofásico
(5< D ≤ 8 kVA), bifásico ou trifásico e conexão do mesmo ao medidor e às instalações elétricas
deste cliente.
8.2.4 - Caixa de conexão para ligação de consumidor
Caixa destinada à ligação dos condutores de saída do medidor monofásico com os
condutores das instalações elétricas do cliente em saída aérea.
8.2.5 - Caixa de aterramento em PVC
Caixa de PVC de 250 mm com tampa de ralo, destinada a colocação da haste de aterramento
do cliente a fim de facilitar a inspeção da conexão.
8.3 – Outros materiais
8.3.1 - Disjuntor padrão DIN
Padrão Europeu com fixação do disjuntor através de encaixe em trilho.
8.3.2 - Disjuntor padrão UL
Padrão Americano com fixação do disjuntor através de presilhas.
8.3.3 – Condutor de cobre nu
Utilizado para conectar o neutro a haste de terra.
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8.3.4 – Condutor de cobre isolado
Condutor isolado em PVC, para ligação do ramal do cliente.
8.3.5 – Conector cunha de derivação
Conector para interligação do neutro ao aterramento, conexão do ramal de ligação à rede nua
e do ramal do cliente a sua instalação interna.
8.3.6 – Isolador roldana
Isolador de cerâmica, utilizado para fixação dos condutores na chegada do ramal de ligação e
na saída da instalação interna do cliente.
8.3.7 – Eletroduto e curva de PVC
Material em PVC, utilizado para proteger os ramais de ligação, entrada e saída do cliente.
8.3.8 – Poste de aço ou concreto
Utilizados para fixação do ramal de ligação.
9 - FORNECIMENTO A TERCEIROS
9.1 - Fornecimento a outra residência fora da mesma propriedade
Não será permitido o fornecimento a terceiros, o que se caracteriza quando um cliente
fornece energia a outro que não resida na mesma propriedade.
9.2 - Fornecimento a outra residência na mesma propriedade
Quando em uma propriedade existirem duas ou mais casas e for comprovado que as mesmas
estão alugadas ou se o proprietário reside em uma e aluga a outra, ou se a Prefeitura cobra dois
impostos, deverá ser colocado um medidor para cada residência.
9.3 - Instalação de comércio dentro da área da residência
Quando em uma residência separa-se um cômodo para instalar um comércio, deverá ser
instalado um outro medidor.
9.4 - Subdivisão de prédios ou conjuntos, em residências individuais
Prédios ou conjuntos inicialmente ligados com medição única, que a qualquer tempo venham
a ser subdivididos, deverão ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados, com
vistas à adequada medição de cada unidade que resultar da subdivisão.
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9.5 - Residência de caseiro
Residência de caseiro não será considerado fornecimento a terceiros, sendo no entanto
possível a instalação de medição em separado, a critério do cliente.
10 - RESPONSABILIDADES DO CLIENTE
10.1 - Instalações novas ou reformadas
O cliente ficará responsável pela apresentação das seguintes instalações já construídas, no
momento da ligação, sendo que os materiais deverão ser os padronizados pela Ampla, conforme
descrito no ítem 8.
Detalhes de montagem dos padrões e lista de materiais que compõem os mesmos se
encontram anexas e, também, à disposição nas lojas de atendimento ao cliente.
10.1.1 - Cliente monofásico com instalação do tipo poste:
a - Poste com armação secundária e isolador ;
b - Caixa de medidor monofásico aparafusada ao poste com 3 parafusos de cabeça cilíndrica, auto
- atarrachantes 6,3 x 38mm ;
c - Disjuntor termomagnético de 40 ampéres ;
d - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector;
e - Cabo de cobre nu de 6 mm2 para aterramento;
f - Conector tipo cunha para conexão do aterramento e do ramal de ligação do cliente ;
g - Caixa de aterramento em PVC ;
h - Eletroduto de PVC de diâmetro 20mm para o aterramento.
10.1.2 - Cliente monofásico com instalação do tipo muro, parede ou pontalete:
a - Poste de concreto - instalação em muro;
b - Chumbador – instalação em parede;
c - Pontalete – instalação em telhado;
d - Parafuso para fixação da armação;
e - Armação secundária e isolador;
f - Caixa de medidor ;
g - Caixa de proteção e conexão de consumidor (saída subterrânea);
h - Disjuntor termomagnético;
i - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector ;
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j - Cabo de cobre nu para aterramento;
k - Conector tipo cunha para conexão do aterramento e do ramal de ligação do cliente;
l - Caixa de aterramento em PVC;
m - Condutor de cobre isolado p/750V para saída do medidor ao disjuntor e a caixa de ligação do
consumidor e ramal do cliente (saída aérea);
n - Eletroduto de PVC para aterramento, conexão a caixa de proteção e para o ramal do cliente
(saída aérea);
10.1.3. Cliente bifásico com instalação do tipo poste, muro, parede ou pontalete.
a - Poste de concreto – instalação em muro;
b - Chumbador – instalação em parede;
c - Pontalete – instalação em telhado;
d - Parafuso para fixação da armação;
e - Armação secundária e isolador;
f - Caixa de medidor ;
g- Caixa de proteção e conexão de consumidor;
h- Disjuntor termomagnético;
i - Condutor de cobre isolado p/750V para saída do medidor ao disjuntor e ao ramal do cliente
(saída aérea);
j - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector ;
k - Cabo de cobre nu para aterramento ;
l - Conector tipo cunha para conexão do aterramento e do ramal de ligação do cliente;
m -Caixa de aterramento em PVC ;
n - Eletroduto e curva de PVC para aterramento, conexão a caixa de proteção e para o ramal do
cliente (saída aérea);
10.1.4 - Cliente trifásico com instalação do tipo poste, muro, parede ou pontalete.
a - Poste de concreto – instalação em muro;
b - Chumbador – instalação em parede;
c - Pontalete – instalação em telhado;
d - Parafuso para fixação da armação;
e - Armação secundária e isolador;
f - Caixa de medidor ;
g- Caixa de proteção e conexão de consumidor;
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h- Disjuntor termomagnético;
i - Condutor de cobre isolado p/750V para saída do medidor ao disjuntor e ao ramal do cliente
(saída aérea);
j - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector ;
k - Cabo de cobre nu para aterramento ;
l - Conector tipo cunha para conexão do aterramento e do ramal de ligação do cliente (saída
aérea);
m -Caixa de aterramento em PVC ;
n - Eletroduto e curva de PVC para aterramento, conexão a caixa de proteção, ramal de ligação
(demanda de 27 a 75 kVA) e para o ramal do cliente (saída aérea);
10.1.5 - Dois clientes monofásicos com instalações do tipo muro:
a - Poste de concreto
b - Armação secundária e isolador;
c - Parafuso de fixação da armação
d- Caixa de medidor monofásico.
e - Caixa de proteção e conexão de consumidor (saída subterrânea)
f - Disjuntor termomagnético;
g - Eletroduto e curva de PVC para aterramento e conexão a caixa de medição;
h - Condutor de cobre isolado p/750V para saída do medidor ao disjuntor e a caixa de ligação do
consumidor;
i - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector;
j - Cabo de cobre nu de 6mm2 para aterramento;
k - Conector tipo cunha para conexão do aterramento e do ramal de ligação do cliente;
l - Caixa de conexão do aterramento;
m - Caixa de aterramento em PVC ;
10.1.6 - Dois clientes bifásicos com instalações do tipo muro:
a - Poste de concreto
b - Armação secundária e isolador;
c – Parafuso de fixação da armação;
d - Caixa de medidor;
e - Caixa de proteção e conexão de consumidor;
f - Disjuntor termomagnético;
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g - Condutor de cobre isolado p/750V para saída do medidor ao disjuntor e a caixa de medição do
consumidor;
h - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector ;
i - Cabo de cobre nu para aterramento;
j - Conector tipo cunha para ligação do aterramento e do ramal de ligação do cliente (saída aérea);
k - Caixa de conexão do aterramento;
l - Caixa de aterramento em PVC ;
m - Eletroduto e curva de PVC para aterramento, conexão a caixa de proteção e para o ramal do
cliente (saída aérea);
10.1.7 - Dois clientes trifásicos com instalações do tipo muro:
a - Poste de concreto
b - Armação secundária e isolador;
c – Parafuso de fixação da armação;
d - Caixa de medidor;
e - Caixa de proteção e conexão de consumidor;
f - Disjuntor termomagnético;
g - Condutor de cobre isolado p/ 750V para saída do medidor ao disjuntor e a caixa de medição do
consumidor;
h - Haste galvanizada ou cobreada para aterramento, com conector ;
i - Cabo de cobre nu para aterramento;
j - Conector tipo cunha para ligação do aterramento e do ramal de ligação do cliente (saída aérea);
k - Caixa de conexão do aterramento;
l - Caixa de aterramento em PVC ;
m - Eletroduto e curva de PVC para aterramento e conexão a caixa de medição e do ramal do
cliente (saída aérea);
11 - RESPONSABILIDADES DA AMPLA
11.1 - Vistoria das instalações a fim de se verificar o cumprimento do estabelecido neste padrão.
11.2 - Pela instalação do ramal de ligação do cliente e fornecimento do mesmo, e seus acessórios. .
Por razões técnicas a Ampla estenderá o ramal de ligação até os seguintes pontos de entrega:
- Bornes de entrada do medidor para as medições monofásicas, bifásicas e trifásicas, todas com
saída subterrânea;
- Bornes de entrada do medidor para as medições monofásicas com demanda de 5,0 a 8,0 kVA,
bifásicas e trifásicas, todas com saída aérea;
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-
Caixa de conexão do consumidor para medições monofásicas com demanda até 5 kVA e com
saída aérea.
11.3 - Pelo fornecimento do medidor.
12 - NOTAS DIVERSAS
12.1 - Para determinação do tipo de fornecimento, disjuntor, dimensionamento do ramal,
aterramento e eletroduto, usar a tabela 1.
12.2 - O aumento de carga, além do limite do tipo do fornecimento, só poderá ser efetuado com
aprovação da Ampla.
12.3 - O cliente, sob orientação do responsável técnico, deverá executar as suas instalações
elétricas, quer as iniciais, quer as que vier a fazer posteriormente em decorrência de um aumento
de carga ou outra razão qualquer, de acordo com a NBR- 5410 da ABNT e as normas em vigor na
Ampla.
12.4 - A altura da eventual mureta utilizada para as instalações, deverá ser no mínimo 5 cm acima
da(s) caixa(s) do(s) medidor(es), e a largura deverá ser suficiente para abrigar a(s) caixa(s) do(s)
medidor(es).
12.5 - Na instalação dos eletrodutos deverá ser deixado guia para facilitar posterior passagem do
ramal de ligação.
13 - TABELAS
Tabela 1 - Dimensionamento das medições individuais
Tabela 2 - Dimensionamento de ramais, postes e pontaletes para medições individuais
Tabela 3 - Dimensionamento de condutores, postes e eletrodutos para grupamento de dois clientes
Tabela 4A - Conectores para ramal de ligação e rede aérea de BT
Tabela 4B - Conectores para ramal do cliente e aterramento
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TABELA 1
DIMENSIONAMENTO DAS MEDIÇÕES INDIVIDUAIS
(kVA)
até 0,6
0,6 < D ≤ 1,3
1,3 < D ≤ 1,9
1,9 < D ≤ 2,5
2,5 < D ≤ 5
5<D≤8
5 < D ≤ 12
até 15
15 < D ≤ 22
8 < D ≤ 15
15 < D ≤ 19
19 < D ≤ 27
27 < D ≤ 38
38 < D ≤ 47
47 < D ≤ 61
61 < D ≤ 75
Monofásico
Monofásico
Monofásico
Monofásico
Monofásico
Monofásico
Bifásico
Bifásico
Bifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
6
10
15
20
40
70
50
70
100
40
50
70
100
125
175
200
Tipo de Medição
Máxima
Disjuntor (A)
Prevista (D)
Tipo de Fornecimento
Demanda
Ramal de Ligação e Ramal de Entrada
(Condudtores isolados em XLPE)
Ramal do Cliente
Diâmetro
Aterramento
(Responsabilidade do Cliente)
em
Nominal
Condutores isolados
Diâmetro
cabo
Concêntrico
Pré-reunido
Multiplexado
do
em PVC instalados
Nominal
de
de cobre
de cobre
de cobre
Eletroduto
em eletroduto
do
cobre
embutido ou aparente
(mm²)
(mm²)
(mm)
Eletroduto
nu
(mm²)
(mm²)
(mm)
(mm²)
1 X 1,5 (1,5)
1 X 2,5 (2,5)
1 X 2,5 (2,5)
1 X 4 (4)
1 X 6 (6)
1 X 16 (16)
2 X 10 (10)
2 x 16 (16)
2 x 25 (25)
3 X 10 (10)
3 X 10 (10)
3 X 25 (25)
3 X 35 (25)
3 x 50 (25)
3 x 95 (50)
3 x 95 (50)
20
20
20
20
20
50
50
50
50
50
50
50
50
50
75
75
6
6
6
6
6
10
10
16
16
10
10
16
16
25
25
25
Direta
1 x 4 (4)
Direta
1 x 4 (4)
Direta
1 x 4 (4)
Direta
1 x 4 (4)
Direta
1 x 4 (4)
Direta
1 x 10 (10)
Direta
2 x 10 (10)
Direta
Direta
Direta
3 x 1# 4 (4)
Direta
3 x 1# 6 (6)
Direta 3 x 1# 10 (10)
Direta
Direta
Direta
Direta
2 x 16 (16)
2 x 25 (25)
3 x 25 (25)
3 x 35 (35)
3 x 70 (50)
3 x 70 (50)
50
50
50
50
75
75
NOTAS
NOTA 1
NOTA 1
NOTAS:
1- A utilização do padrão bifásico de 70 e 100 A é restrita aos consumidores atendidos por programas específicos de Eletrificação Rural, em casos de necessidade comprovada.
2- Para bitolas acima de 10mm² deverão ser usados cabos no lugar de fios.
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TABELA 2
DIMENSIONAMENTO DE POSTES E PONTALETES
PARA MEDIÇÕES INDIVIDUAIS
Demanda
Tipo
Prevista (D)
de
Máxima
Fornecimento
RESISTÊNCIA MECÂNICA (daN)
Poste
Poste
Pontalete
(kVA)
0<D<5
5<D<8
5 < D < 12
0 < D < 15
15 < D < 22
8 < D < 15
15 < D < 19
19 < D < 27
27 < D < 38
38 < D < 47
47 < D < 61
61 < D < 75
Monofásico
Monofásico
Bifásico
Bifásico
Bifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
Trifásico
de
de
de
aço
concreto
aço
50
-
150
150
150
150
150
150
150
150
300
300
300
300
50
150
150
150
150
150
300
300
300
300
NOTAS:
1 - A altura dos postes dos clientes, situados do mesmo lado da rede,
será no mínimo de 5 metros e quando houver travessia para o outro
da rua, será de 7 metros.
2 - A espessura mínima da parede dos pontaletes deverá ser de 5 mm.
3 - Os postes de concreto serão de seção tipo duplo T ou de seção quadrada.
TABELA 3
DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E POSTES PARA AGRUPAMENTO
DE DOIS CLIENTES
CONDUTORES
POSTE DE
CONCÊNTRICOS /
CONCRETO
PRÉ-REUNIDOS
RESISTÊNCIA MECÂNICA
(mm²)
(daN)
2 x 1# 10 (10)
1 x 1 # 10 (10) + 1 x 2 # 10 (10)
1 x 1# 10 (10) + 1 x 3 # 35 (35)
2 x 2 # 10 (10)
1 x 2 # 10 (10) + 1 x 3 # 35 (35)
2 x 3 # 35 (35)
150
150
300
300
300
300
COMPOSIÇÃO DAS LIGAÇÕES
Número
de
ligações
Monofásicas
Bifásicas
Trifásicas
2
1
1
-
1
2
1
-
1
-
1
2
NOTAS :
1 - As situações acima representam as condições máximas de carregamento.
2 - Os ramais de ligação são obrigatoriamente independentes.
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TABELA 4A
CONECTORES PARA RAMAL DE LIGAÇÃO E REDE AÉREA DE BT
TIPO
DO
CONDUTOR
Concêntrico
bipolar de
cobre
Multiplexado
de cobre
Pré-reunido
de cobre
Rede aérea de BT - cabo nu ou multiplexado (AWG/mm²)
35 CA
1/0 CA
4/0 CA
16 CU
35 CU
NEUTRO
Estribo + A
B
A
IV
A
B
Estribo + A
A
IV
A
C
Estribo + A
B
III
B
C
Estribo + B
III
B
C
Estribo + B
B
II
B
VII
Estribo + I
II
I
VII
Estribo + I
I
II
I
C
Estribo + A
III
B
C
Estribo + A
B
III
B
C
Estribo + B
III
B
VII
Estribo + B
I
III
I
VII
Estribo + I
A
I
VII
Estribo + I
I
A
I
VII
Estribo + I
B
VII
VI
Estribo + I
VII
B
VII
Estribo+ VII
C
VI
Estribo+ VII
C
VII
BITOLA
(mm²)
4
6
10
16 (fase)
16 (neutro)
25 (fase)
25 (neutro)
10 (fase)
10 (neutro)
16 (fase)
16 (neutro)
25 (fase)
25 (neutro)
35 (fase)
35 (neutro)
70 (fase)
50 (neutro)
2 CA
A
A
B
B
B
I
I
B
B
B
B
I
I
VII
VII
-
70 CU
C
C
C
D
D
L
L
C
C
D
D
L
L
VI
VI
NOTA 2
NOTA 2
Nota : 1- Na conexão do estribo ao cabo 4/0 CA utilizar o conector tipo H padrão DED-1451 item 07.
2 - Esta conexão deverá ser feita com conector parafuso fendido.
3 - Estribo padrão Ampla conforme desenho DED-00-04-94-1707
TABELA 4B
CONECTORES PARA RAMAL DO CLIENTE E ATERRAMENTO
TIPO
DO
CONDUTOR
Concêntrico
bipolar
de
cobre
Multiplexado
de cobre
Pré-reunido
de
cobre
Cobre
isolado
em PVC
Cobre
Nu
Ramal de Cliente
Cabo de cobre isolado PVC (mm²)
BITOLA
Aterramento
Fio/Cabo de cobre nu (mm²)
(mm²)
1,5
2,5
4
6
10
16
25
35
50
4
6
10
2x6
2 x 10
3x6
3 x 10
16 (neutro)
25 (neutro)
10 (neutro)
16 (neutro)
25 (neutro)
35 (neutro)
50 (neutro)
6
10
16
25
35
50
70
6
10
16
25
V
V
-
V
V
-
V
V
-
V
-
IV
IV
IV
-
III
II
-
I
I
-
I
VII
-
VII
VI
-
70
95
NOTA 1 NOTA 1
NOTA 1 NOTA 1
-
6
10
16
25
V
V
III
V
IV
-
IV
D
II
II
II
II
III
II
II
I
VII
II
I
B
B
IV
IV
IV
III
-
NOTAS :
1 - Esta conexão deverá ser feita com conector de parafuso fendido.
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14 – DESENHOS
DED - 1802 - Rev. 9 - Medição monofásica instalada em poste - saída aérea - Demanda até 5 kVA
DQN - 2116 - Rev. 0 - Medição monofásica instalada em poste - saída aérea - Demanda de 5,0 a
8,0 kVA
DQN - 2100 - Rev. 3 - 2 Medições monofásicas instaladas em poste - saída aérea - Demanda de até
5 kVA
DQN - 2114 - Rev. 0 - 2 Medições monofásicas instaladas em poste - saída aérea - Demanda de
5,0 a 8,0 kVA
DQN - 2099 - Rev. 3 - Medição monofásica instalada em poste - saída subterânea - Demanda até 5
kVA
DQN - 2113 - Rev. 0 - Medição monofásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda de
5,0 a 8,0 kVA
DQN - 2101 - Rev. 3 - 2 Medições monofásicas instaladas em poste - saída subterrânea - Demanda
até 5 kVA
DQN - 2115 - Rev. 0 - 2 Medições monofásicas instaladas em poste - saída subterrânea - Demanda
de 5,0 a 8,0 kVA
DED - 1803 - Rev 9 - Medição monofásica instalada em muro - saída aérea - Demanda até 5 kVA
DQN - 2088 - Rev. 3 - Medição monofásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 5,0 a 8,0
kVA
DED - 1804 - Rev. 9 - Medição monofásica instalada em muro - saída subterrânea - Demanda de
até 5 kVA
DQN - 2089 - Rev. 3 - Medição monofásica instalada em muro - saída subterrânea - Demanda 5,0
a 8,0 kVA
DED - 1818 - Rev. 9 - 2 Medições monofásicas instaladas em muro - saída subterrânea - Demanda
até 5 kVA
DQN - 2117 - Rev. 0 - 2 Medições monofásicas instaladas em muro - saída subterrânea - Demanda
de 5,0 a 8,0 kVA
DED - 1805 - Rev. 9 - Medição monofásica instalada em parede - Demanda até 5 kVA
DQN - 2090 - Rev. 2 - Medição monofásica instalada em parede - Demanda 5,0 a 8,0 kVA
DED - 1806 - Rev. 9 - Medição monofásica instalada em parede - pontalete - Demanda até 5 kVA
DQN - 2091 - Rev. 2 - Medição monofásica instalada em parede - pontalete - Demanda 5,0 a 8,0
kVA
DQN - 2102 - Rev. 1 - Medição bifásica instalada em poste - saída aérea - Demanda de 5,0 a 12,0
kVA
DQN - 2104 - Rev. 0 - 2 Medições bifásicas instaladas em poste - saída aérea - Demanda de 5,0 a
12,0 kVA
DQN - 2080 - Rev.2 - Medição bifásica instalada em poste - saída aérea - Demanda até 15,0 kVA Luz no campo
DQN - 2080 - Rev. 2 - Medição bifásica instalada em poste - saída aérea - Demanda 15,0 a 22
kVA - Luz no campo
DQN - 2103 - Rev. 0 - Medição bifásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda de 5,0
a 12,0 kVA
DQN - 2079 - Rev. 2 - Medição bifásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda até 15,0
kVA - Luz no campo
DQN - 2079 - Rev. 2 - Medição bifásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda 15,0 a
22 kVA - Luz no campo
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DQN - 2105 - Rev. 0 - 2 Medições bifásicas instaladas em poste - saída subterrânea - Demanda de
5,0 a 12,0 kVA
DQN - 2071 - Rev. 0 - Medição bifásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 5,0 a 12,0
kVA
DQN - 2072 - Rev. 0 - Medição bifásica instalada em muro - saída subterrânea - Demanda 5,0 a
12,0 kVA
DQN - 2075 - Rev. 1 - 2 Medições bifásicas instaladas em muro - saída subterrânea - Demanda de
5,0 a 12,0 kVA
DQN - 2073 - Rev. 1 - Medição bifásica instalada em parede - Demanda 5,0 a 12,0 kVA
DQN - 2074 - Rev. 1 - Medição bifásica instalada em parede - pontalete - Demanda 5,0 a 12,0
kVA
DQN - 2106 - Rev. 0 - Medição trifásica instalada em poste - saída aérea - Demanda de 8,0 a 27,0
kVA
DQN - 2110 - Rev. 1 - Medição trifásica instalada em poste - saída aérea - Demanda de 27,0 a
38,0 kVA
DQN - 2108 - Rev. 0 - 2 Medições trifásicas instaladas em poste - saída aérea - Demanda de 8,0 a
27,0 kVA
DQN - 2107 - Rev. 1 - Medição trifásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda de 8,0
a 27,0 kVA
DQN - 2111 - Rev. 2 - Medição trifásica instalada em poste - saída subterrânea - Demanda de 27,0
a 75,0 kVA
DQN - 2109 - Rev. 1 - 2 Medições trifásicas instaladas em poste - saída subterrânea - Demanda de
8,0 a 27,0 kVA
DQN - 2112 - Rev. 2 - 2 Medições trifásicas instalada em poste - saída subterrânea - Demanda
27,0 a 38,0 kVA.
DQN - 2084 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 8,0 a 15,0
kVA
DQN - 2000 - Rev. 4 - Medição trifásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 15,0 a 19,0
kVA
DED - 1811 - Rev. 5 - Medição trifásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 19,0 a 27,0
kVA
DQN - 2118 - Rev. 1 - Medição trifásica instalada em muro - saída aérea - Demanda 27,0 a 38,0
kVA
DQN - 2085 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em muro - saída subterrânea - Demanda 8,0 a
15,0 kVA
DQN - 1999 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em muro - saída subterrânea - Demanda 15,0 a
19,0 kVA
DED - 1812 - Rev. 5 - Medição trifásica. instalada em muro - saída subterrânea - Demanda 19,0 a
27,0 kVA
DQN - 2119 - Rev. 2 - Medição trifásica instalada em muro -saída subterrânea - Demanda 27,0 a
75,0 kVA
DQN - 2004 - Rev. 5 - 2 Medições trifásicas instaladas em muro - saída subterrânea - Demanda
8,0 a 15,0 kVA
DQN - 2086 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em parede - Demanda 8,0 a 15,0 kVA
DQN - 2002 - Rev. 4 - Medição trifásica instalada em parede - Demanda 15,0 a 19,0 kVA
DED - 1813 - Rev. 5 - Medição trifásica instalada em parede - Demanda 19,0 a 27,0 kVA
DQN - 2120 - Rev. 1 - Medição trifásica instalada em parede - Demanda 27,0 a 75,0 kVA
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DQN - 2087 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em parede - pontalete - Demanda 8,0 a 15,0
kVA
DQN - 2001 - Rev. 3 - Medição trifásica instalada em parede - pontalete - Demanda 15,0 a 19,0
kVA
DED - 1814 - Rev. 5 - Medição trifásica instalada em parede - pontalete - Demanda 19,0 a 27,0
kVA
DQN - 2121 - Rev. 1 - Medição trifásica instalada em parede - pontalete - Demanda 27,0 a 38,0
kVA
DQN - 2095 - Rev. 2 - Esquema de conexão do neutro na caixa de derivação em medições
trifásicas com condutores concêntricos.
DQN - 2096 - Rev. 1 - Esquema de conexão do neutro na caixa do medidor em medições trifásicas
com condutores concêntricos.
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