ESTIMATIVA DA DOSE COLETIVA NA POPULAÇÃO PORTUGUESA DEVIDO A EXAMES MÉDICOS DE RADIODIAGNÓSTICO E DE MEDICINA NUCLEAR Pedro Teles IRPA – Brasil, Janeiro, Brasil 18 de Abril de 2013 Rio de Dose Datamed 2 – Portugal?? A Realidade Portuguesa A avaliação de doses na população na população portuguesa é uma obrigação legal (artigo 14 do Decreto- Lei 165/2002); No caso português, em específico, não existe uma tradição de avaliação de doses na população devido a actividades médicas, como ocorre noutros países; • A transmissão em tempo útil de dados relativos à realidade portuguesa ao projecto Dose Datamed 2 da Comissão Europeia foi de extrema importância ; • Esta transmissão de dados foi feita em tempo útil e dentro dos prazos estabelecidos; • Espera-se que a participação portuguesa possa servir de ponto de partida para uma nova atitude ‘nacional’ relativamente a este tema. Grupo de trabalho/consórcio Em Maio de 2012, formou-se um grupo de trabalho para que a participação portuguesa no projecto Dose Datamed II fosse bem sucedida. Ana Gabriela Cardoso, Hospital Garcia de Orta Ana Pascoal, King's Health Partners Academic Health Sciences Centre Graciano Paulo, Professor Coordenador, ESTES-Coimbra Hélder Pereira, Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular Isabel Lança, Administração Regional da Saúde - Centro Joana Santos, Professora Adjunta, ESTES-Coimbra José Castanheira, ARS - Norte Luis Janeiro, Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa Maria Carmen de Sousa, Física Médica, IPOCFG, EPE Nuno Matela, Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica Patrick de Sousa, LIP, Lisboa Paula Simãozinho, ARS - Algarve Pedro Carvoeiras, Medical Consult Pedro Vaz, CTN, Coordenador da UPSR Adriano Natário, Administração Central do Sistema de Saúde Ana Mendes, Administração Regional da Saúde - Alentejo Carlos Pires, Coordenador da Área de Gestão de Informação, ARS-LVT Joaquim Azevedo, Administração Regional da Saúde - Algarve Luis Pires, ADSE Nuno Teixeira, Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa O consórcio Dose Datamed Portugal reúne ainda entidades públicas e privadas com interesse na dosimetria em Medicina. ICNAS Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saude Objectivos do consórcio Dose Datamed 2 Portugal Demos resposta ao solicitado pelo projecto Dose Datamed II (ENER/2010/NUCL/SI2.581237), financiado pelo comissão europeia, que tinha como objectivos: a estimativa da dose colectiva da população europeia devido a procedimentos médicos, utilizando uma metodologia comum (RP 154/EC); a implementação de uma base de dados de doses colectivas em Medicina, a nível europeu, a ser actualizada periodicamente (objectivo ainda não atingido); A estimativa da dose colectiva na população portuguesa devido aos 20 exames de radiodiagnóstico mais expressivos (TOP 20) e também aos exames de medicina nuclear foi efectuada com sucesso Trasmissão de dados pelo consórcio Dose Datamed Portugal ao Dose Datamed II 30 de Novembro de 2011 Fez-se também uma caracterização do Sistema de Saúde e do parque tecnológico portugueses Metodologia do consórcio Dose Datamed 2 Portugal De acordo com o artigo 14 do Decreto-Lei 165/2002 as doses na população devem ser estimadas periodicamente, tendo o Pólo Tecnológico e Nuclear do IST um papel preponderante nesta avaliação RP 154 Metodologia Caracterização do SNS Colheita de frequências dos “top 20” Colheita de frequências e actividades anuais em Medicina Nuclear Colheita de estudos de estimativas de dose efectuados em Portugal Resultados para os exames de Medicina Nuclear Pedro Teles Congresso Português de Saúde Pública 24 de Outubro 2012 Coimbra, Portugal Metodologia Em 2010 existiam 26 centros de Medicina Nuclear (‘que participaram’ de 35 no total, ou seja 73% do ‘universo’ de centros de medicina nuclear ) em Portugal, dos quais, 13 na região da Grande Lisboa 6 na região Centro 6 na região do Grande Porto e restante zona Norte 1 no Algarve Foi enviado um inquérito com uma lista de procedimentos de medicina nuclear, em que se requisitava aos centros que preenchessem as frequências anuais dos procedimentos Factores de conversão dados pelos para 2010 assim como a actividade média por procedimento. ICRP 53, 80, e 106 A dose per caput para cada exame ( x) é dada por: N Aavg ( x)(MBq) ⋅ ∑ freqi ( x) ⋅ ex (mSv / MBq) D / caput( x)(mSv) = i =1 population N Aavg ( x) = ∑ Ai ⋅ freqi ( x) Onde a actividade média ponderada por exame é dada por Aavg(x): 73% de respostas extrapolação linear i =1 multiplicação dos por 1/0,73=1,37 Os exames considerados no inqúerito A ficha a ser preenchida pelos diferentes centros continnha uma lista de 27 exames de medicina nuclear típicos (Cintigrafia óssa, renal; Perfusão Miocárdica, angiografia, etc.), com discriminação do radionuclido utilizado, assim como a sua forma química. Estes exames encontravam-se divididos em cinco grandes grupos: exames ósseos, cardíacos, renais, hepáticos, e da tiróide Em adição era permitido aos centros adicionarem exames que considerassem pertinentes para o estudo seja pela actividade elevada administrada ou por terem elevada frequência anual Constatámos que estes exames contribuíam pouco para a dose colectiva total Resultados obtidos • Dose colectiva anual total – 840 manSv ou 0,080 mSv/caput Tomografia de Emissão de Positrões - Estudo de Corpo Inteiro com TC diagnóstico; 2,2 Cintigrafia da Tiroideia ; 2,5 Cintigrafia de Perfusão Miocárdio - Restantes; 5,2 Tálio; 2,0 Cintigrafia Óssea; 20,8 Angiografia de Radionuclideos em Equilíbrio ; 3,7 Cintigrafia de Perfusão Miocárdio (Esforço) - Tetro; 18,2 Cintigrafia de Perfusão Miocárdio (Esforço) - MIBI; 5,2 Cintigrafia de Perfusão Miocárdio (Repouso) - MIBI; 5,5 Tomografia de Emissão de Positrões - Estudo de Corpo Inteiro ; 9,6 Cintigrafia de Perfusão Miocárdio (Repouso) - Tetro; 16,9 • Cintigrafia perfusão do miocárdio (MIBI + Tetrafosmina): 47,8% da dose colectiva total • Cintigrafia óssea: 20,8% da dose colectiva total • PET e PET+CT : 11,8% da dose total (9,6% para PET e 2,2% para PET+TC) Comparação c/ outros países number of exams per 1000 population Bone Heart Thyroid Lung Kidney TOTAL PORTUGAL (2010) 5 10 1,1 0,2 1 17 UK (2003 - 2004)* 3 2 0,3 3 2 11 Switzerland (2004)* 5 3 1 1 1 13 Germany (2002)* 11 5 17 3 3 42 Belgium (1998-1999)* 25 10 10 5 2 56 Belgium Bone Germany Heart Thyroid Switzerland Lung Kidney UK remainder PORTUGAL 0% 20% 40% 60% 80% 100% frequency distribution (%) * Dados para os outros países retirados do Anexo 2 do RP 154 Conclusões A dose colectiva na população portuguesa, estimada pelo nosso inquérito, devido a exames de medicina nuclear, e em 2010, foi de ~0,08 mSv/caput; Existe uma elevada incidência de exames cardíacos em comparação com restantes países europeus (padrão semelhante com outros países sul-europeus); Os exames PET aparecem apenas em 4º lugar contribuindo ~11% para a dose colectiva total. Resultados para as frequências dos exames TOP 20 Pedro Teles Congresso Português de Saúde Pública 24 de Outubro 2012 Coimbra, Portugal Metodologia Para os exames convencionados, e exames dos funcionários públicos, utilizámos os dados compilados pelas ARSs e pela ADSE, através dos códigos de reembolso; A cada exame dos top 20 corresponde um código de reembolso, que é compilado pelas administrações correspondentes, que têm bases de dados com estes resultados Foram requisitados os dados para o ano de 2010. Para os exames efectuados a nível hospitalar, foi realizado um inquérito a 122 hospitais portugueses Os exames top 20 e os códigos de reembolso TOP 20 exam Codes ARS Codes ADSE Tórax Frente (PA) e Perfil Coluna Cervical Frente e Perfil Coluna Dorsal Frente e Perfil Coluna Lombar Frente e Perfil 030.2/031.0 421.9 075.2 076.0 1931/1932 1972 1976 1977 Mamografia Abdómen Frente Bacia e anca Frente ou Frente + Perfil Anca 446.4 001.9 065.5 2052 1902 1961/1962/1966 8 Trânsito esófago-gastro-duodenal 008.6/009.4/010.8 1911/1912/1913 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Clíster Opaco Trânsito do intestino delgado Urografia Intravenosa Angiografia TC Crânio-encefálica TC Pescoço TC Tórax TC coluna TC abdómen TC pélvica TC Toraco-abdómino-pélvico ou TC aorta torácica ou abdominal 015.9/017.5 014.0 455.3 APIC 295.0 --301.8 300.0 598.3 601.7 ns 1919 1917 1947 APIC 7041 7046 7051 7047/7050 7052 7053 ns Angioplastia coronária APIC APIC 1 2 3 4 5 6 7 19 20 Requisitaram-se às 5 ARSs valores para 2010, que depois se somaram para se obterem os dados finais para os exames convencionados Os dados das frequências anuais para a angiografia e angioplastia coronárias foram obtidas directamente da APIC Dados através de sistema de reembolsos+ APIC The "TOP 20 list" RP154(minus Angio) Chest/Thorax Cervical spine Thoracic spine Lumbar spine (inc.LSJ) Mammography Abdomen Pelvis & hip Total number per exams included inatravés exam types do *) year 1 – OsSpecific dados obtidos sistema de reembolsos only thorax: one incidence, two incidences estão “falseados” pelo simples facto de, por exemplo,642.913 as cervical spine: 2 incidences 147.354 Thoracic spine: incidences radiografias de 2tórax serem, na sua maioria realizadas 137.789 Lumbar spine: 2 incidences no regime geral e não através dos convencionados, e264.480 Mammography 562.987 por exemplo, no 1caso simple abdomen: incidencede Portugal, haver um programa 24.275 hip: 1 incidence 119.171 de rastreio de Cancro da Mama. esophagial transit; gastroduodenal transit monocontrast (with and annual frequency per 1000 pop 60,91 13,96 13,05 25,06 53,33 2,30 11,29 without hietal hernia screening); gastroduodenal transit dual contrast Ba meal Ba enema Ba follow-through IVU CT head CT neck CT chest CT spine CT abdomen CT pelvis CT trunk and withouta hietal hernia screening); do inquérito aos hospitais 13.253 2 – Isto(with explica necessidade opaque aenema mono and dual contrast small intestinal transit IVU (with contrast) CT head CT neck CT chest 7.403 1.543 764 176.022 1.342 60.094 1,26 0,70 0,15 0,07 16,68 0,13 5,69 spinal TC - cervical, dorsal, lumbar, sacro-coccigeal (each segment) upper abdomen TC pelvic TC nc 148.106 54.295 33.701 nc 14,03 5,14 3,19 nc INQUÉRITO Inquérito aos Hospitais • Em Outubro de 2011 foram enviadas cartas a 122 hospitais a requisitar participação no projecto DDM2 – Portugal • Recebemos 28 respostas (23% do número total de hospitais). • Das quais • de 22 Hospitais Públicos • de 4 Hospitais Privados • de 1 Hospital Universitário • de 1 Hospital Militar Resultados Resultados inquérito hospitalar The "TOP 20 list" RP154 (minus angio) Chest/Thorax Cervical spine Thoracic spine Lumbar spine (inc.LSJ) Mammography Abdomen Pelvis & hip Ba meal Ba enema Ba follow-through IVU CT head CT neck CT chest CT spine CT abdomen CT pelvis CT trunk FROM THE HOSPITALS Total number per year 693.579 76.034 27.672 61.244 28.409 102.577 80.851 3.820 1.386 478 0 75.432 4.245 37.734 17.511 38.392 25.783 32.137 annual frequency per 1000 pop 65,71 7,20 2,62 5,80 2,69 9,72 7,66 0,36 0,13 0,05 0,00 7,15 0,40 3,57 1,66 3,64 2,44 3,04 Metodologia para estimar as frequências totais The "TOP 20 list" RP154 Chest/Thorax Cervical spine Thoracic spine Lumbar spine (inc.LSJ) Mammography Abdomen Pelvis & hip Ba meal Ba enema Ba follow-through IVU Cardiac angiography CT head CT neck CT chest CT spine CT abdomen CT pelvis CT trunk PTCA FINAL VALUES Total number per year 3.658.474 477.937 258.102 530.758 686.504 470.262 470.697 29.862 13.429 3.621 764 31.740 503.987 19.799 224.155 224.241 221.217 145.801 139.726 12.253 annual frequency per 1000 pop 346,58 45,28 24,45 50,28 65,04 44,55 44,59 2,83 1,27 0,34 0,07 3,01 47,74 1,88 21,24 21,24 20,96 13,81 13,24 1,16 % hospital survey 82,4 69,2 46,6 50,2 18,0 94,8 74,7 55,6 44,9 57,4 0,0 0,0 65,1 93,2 73,2 34,0 75,5 76,9 nc 0,0 Convencionados + Inquérito hospitais • Considerando que temos 23% dos resultados dos hospitais podemos fazer uma extrapolação, • Em seguida, adicionamos os resultados das ARSs+ADSE % reimbursement codes 17,6 30,8 53,4 49,8 82,0 5,2 25,3 44,4 55,1 42,6 100,0 100,0 34,9 6,8 26,8 66,0 24,5 23,1 100,0 100,0 • Desta forma obtemos uma estimativa para a totalidade do total de exames top 20 realizados em Portugal •NOTA: os dados das frequências anuais de Angiografia e Angioplastia foram obtidos da APIC (Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular) e são os mais robustos. Os “Top 10” mais frequentes (freq/1000 hab) Thoracic spine; 24,45 CT chest; 21,24 Remainder; 79,81 Pelvis & hip; 44,59 Chest/Thorax; 346,58 Abdomen; 44,55 Cervical spine; 45,28 Mammography; 65,04 CT head; 47,74 Lumbar spine (inc.LSJ); 50,28 Comparação com outros países number of exams per 1000 population PORTUGAL (2010) 1. Chest/thorax 347 5. Mammography 65 13. CT Head 47 11. IVU 0,1 TOTAL 12001700 Considerando que top 20 correspondem a entre 50 e 75% do total de exames UK (2003 2004) 140 35 15 3 490 Switzerland (2004) 210 35 15 4 750 Germany (2002) 260 40 32 15 1200 Doses colectivas dos exames TOP20 Estimativa de doses nos exames top 20 A estimativa das doses nos exames top 20 consistiu em: •Compilar estudos existentes (académicos e publicações) e posterior análise da sua compatibilidade com a metodologia prevista no documento RP 154 •Realizar um estudo-piloto em algumas salas de radiologia em Portugal com a colaboração de alguns físicos de empresas de ‘outsourcing’ privadas (GyRad, e Medical Consult) • A metodologia adoptada para estimar a dose em Gy foi a que está estabelecida no documento RP 154 Resultados Typical effective dose E (in mSv) The "TOP 20 list" RP154 Portugal*§ Higher exposure group (DE, CH) Average exposure group (All 10) Lower exposure group (NL, UK) 1 Chest/Thorax 0,10±0,05 0,25 0,10 0,03 2 Cervical spine 0,05±0,03 0,70 0,27 0,04 3 Thoracic spine 0,57±0,57 2,00 1,00 0,40 4 Lumbar spine 1,07±0,60 2,80 1,90 0,50 5 Mammography 0,13±0,07 0,40 0,33 0,25 6 Abdomen 0,72±0,41 1,80 1,50 0,50 7 Pelvis & hip 0,82±0,46 1,35 0,90 0,45 8 Ba meal 7,84±7,84 15,00 7,70 2,60 9 Ba enema 13,28±13,28 12,50 8,60 6,40 10 Ba follow 24,50 10,00 4,40 11 IVU 4,16±4,16 3,50 4,00 2,60 12 Cardiac angiography 6,80±3,81 11,25 9,10 5,30 13 CT head 1,89±1,89 2,40 2,00 1,60 14 CT neck 1,72±1,72 2,80 2,50 2,40 15 CT chest 4,88±2,73 8,20 8,00 6,60 16 CT spine 9,30±9,30 6,00 5,30 3,60 17 CT abdomen 6,73±3,77 13,50 12,00 10,20 18 CT pelvis 4,10±4,10 8,80 8,70 8,70 19 CT trunk 7,66±7,66 24,40 14,00 10,40 20 PTCA 14,50±14,50 17,00 14,00 13,15 Conclusões - exames top 20 Para os exames top 20 a dose colectiva total para Portugal é de 9 895 manSv±28,3%, ou ~0,9 mSv/caput; Elevada dose devido a exames TC, que perfazem mais de 70% do total da dose colectiva total na população; A radiologia convencional, assim como para a fluoroscopia, apesar de perfazerem mais de 80 % do total de exames anuais, apenas representam cerca de 22% do total da dose colectiva na população (doses menores do que em TC!!) Os exames coronários representam apenas 4% do total. Sumário geral Dose colectiva Medicina Nuclear : 840±10% ManSv ou 0,08 mSv/caput Dose colectiva TOP 20: 9895 manSv±28,3% ou 0,9 mSv/caput TOTAL geral ~1000ManSv ou ~1mSv/caput (para 2010!!) Portugal é um país que se encontra no grupo dos países exposição média a elevada a radiações ionizantes na Europa É a primeira vez que um estudo deste tipo é realizado em Portugal; A dose colectiva devido aos TOP 20 e aos exames de medicina nuclear em Portugal é de ~1mSv/caput, o que coloca o país na classificação de países de média dose a nível europeu; O valor obtido é duas vezes mais elevado que o valor obtido num estudo pioneiro realizado em 1992, mesmo levando em conta as incertezas regista-se um aumento significativo (R Serro et al, RPD) O consórcio DDM Portugal considera que este tipo de exercício deveria ser realizado periodicamente em Portugal, em colaboração com os restantes países europeus. O consórcio DDM Portugal considera importante dar visibilidade aos resultados obtidos, através de artigos científicos, relatórios e workshops. No futuro próximo pretende-se criar um consórcio nacional que possa responder à necessidade de avaliação periódica das doses colectivas em Portugal. Encontramo-nos neste momento a compilar os dados de medicina nuclear já para os anos de 2011 e 2012 ESPERAMOS QUE ESTE TRABALHO POSSA CONTRIBUIR PARA UMA MUDANÇA DE POSTURA EM PORTUGAL NO QUE CONCERNE A TEMÁTICA DA UTILIZAÇÃO DE RADIAÇÕES IONIZANTES EM PORTUGAL ESPERAMOS SENSIBILIZAR OS DIFERENTES ACTORES NACIONAIS, ASSIM COMO O PÚBLICO PARA O TEMA DA UTILIZAÇÃO DE RADIAÇÕES IONIZANTES NA MEDICINA. http://www.itn.pt/projs/ddm2-portugal Vimara Peres, fundador do Condado Portucalense, 868 d.C. Obrigado!!!!