UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE
REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
UFMT
OBSERVATÓRIO DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
PLANO DIRETOR 2008-2010
FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS NA UFMT: CONSTRUINDO
COMPETÊNCIAS
- Relatório Final -
Cuiabá, MT, Brasil
Junho, 2010
Av. Fernando Corrêa da Costa, s/nº - Campus Universitário - CCBS III - CEP 78060-900 – Cuiabá/MT
Telefone/Fax: (65) 3615-8886/8834 / e-mail: [email protected] / www.ufmt.br/observarh
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FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS NA UFMT: CONSTRUINDO
COMPETÊNCIAS
Dr.ª Maria da Anunciação Silva: Universidade Federal de Mato Grosso
Dr.ª Neuci Cunha dos Santos: Universidade Federal de Mato Grosso
Ms. Marlene Gonçalves de Oliveira: Universidade Federal de Mato Grosso
Dr.ª Wilza Rocha Pereira: Universidade Federal de Mato Grosso
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Junho, 2010
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APRESENTAÇÃO
Esta atividade teve como objetivo elaborar e validar um perfil de competências
profissionais para a formação do enfermeiro generalista. A implementação das Diretrizes
Curriculares Nacionais/DCNs colocou como desafios para as escolas a adaptação de
seus Projetos Pedagógicos/PP aos novos preceitos legais. Além disso, a necessidade de
instituir uma prática interna de avaliação, inicialmente induzida pelo Ministério da
Educação, mas que constitui parte importante para todo projeto pedagógico, foram
aspectos que motivaram a realização desta atividade.
Os docentes participantes do Colegiado de Curso de Enfermagem da FAEN/UFMT
à época da elaboração desta proposta consideravam que era importante aproximarem o
PP das DCNs, e para empreenderem a tarefa de avaliar o Curso era necessário ter
parâmetros para fazê-la, sendo importante para isto a construção coletiva das
competências que o enfermeiro graduado pela FAEN/UFMT devia ter.
Para além da elaboração das competências propriamente ditas, o processo de sua
construção foi importante para reforçar a importância da participação coletiva para a
implementação do PP do Curso.
Ressalta-se também como desafio a necessidade de se apropriar e discutir uma
proposta baseada na pedagogia das competências, conceito que surgiu no âmbito da
produção industrial e técnica, para evidenciar as suas limitações e possibilidades na
esfera da formação de trabalhadores para o setor de serviços, principalmente na esfera
pública.
A realização desta atividade apontou para a necessidade de aprofundar o estudo
sobre a pedagogia das competências no âmbito da formação superior, principalmente nos
aspectos relacionados com as estratégias para avaliá-las.
A comissão responsável por esta atividade agradece o apoio recebido da Estação
de Trabalho: “Saúde, Trabalho e Cidadania”, vinculada ao Núcleo de Desenvolvimento
em Saúde do Instituto de Saúde Coletiva/ISC/UFMG formalmente constituída através
Convênio OPAS/MS/ROREHS.
Equipe de trabalho
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1 - INTRODUÇÃO
Neste estudo foram elaboradas as competências profissionais para a formação de
enfermeiros generalista, a ser formado pela Faculdade de Enfermagem (FAEN) da
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), considerando as recomendações legais, e
as especificidades decorrentes das condições epidemiológicas da população de Mato
Grosso, assim como a organização dos serviços de saúde do Estado. As escolas em
geral, e as da área da saúde por força de lei e pelas alterações que vêm caracterizando o
mundo do trabalho na pós-modernidade, estão sendo chamadas a promover ajustes na
organização de seu trabalho de formação de profissionais.
A Constituição Federal de 1988 e a Lei 9.394/96, que trata das Diretrizes e Bases
da Educação Nacional e o Plano Nacional de Educação, garantem à escola a necessária
autonomia para assumir o compromisso com a construção de seu Projeto Político
Pedagógico, contando para isso com a participação dos docentes, discentes, e outras
representações e Instituições envolvidas com a formação do profissional. O projeto
pedagógico de uma instituição lhe confere a sua identidade.
Desta forma a escola em seu espaço de atuação precisa construir seu Projeto
Pedagógico (PP) e fazer sua opção de forma lúcida, pois através da maneira como
organiza seu processo de trabalho, seleciona seus conteúdos e avalia seus alunos,
contribui para a disseminação de um conjunto de valores e atitudes, que por sua vez
depende de um posicionamento político perante a sociedade, o mundo do trabalho e
especificamente o campo da saúde e enfermagem.
Nos vários encontros que a Coordenação de Ensino de Graduação em
Enfermagem realizou nos últimos anos, os problemas inerentes a formação de
enfermeiros e suas várias razões foram discutidas. As sugestões advindas dos
participantes desses encontros abrangiam desde a mudança de carga horária de algumas
disciplinas, até a mudança radical de toda a estrutura curricular. Porém, um dos primeiros
elementos que precisa ter claro quais as competências essenciais para a formação do
profissional enfermeiro.
Temos por pressuposto que a educação baseada em competência é uma forma de
educação que dá origem a um currículo a partir de uma análise prospectiva da sociedade
e da intenção de certificar o progresso dos alunos com base no desempenho
demonstrável ou do comportamento de uma ou mais das competências exigidas
(SCHMAL; RUIZ-TAGLE, 2008). Esta difere da educação por objetivos, pois amplia as
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possibilidades de desenvolvimento de habilidades que vão além das cognitivas, ou seja,
expande-se na construção de conhecimentos em ambientes reais, abrindo a possibilidade
de transformar a experiência de aprendizagem em posse ou aquisição de competências.
Assim concebida, a educação orientada para a geração de competência assume que o
foco está posto nos resultados da aprendizagem.
O conceito de competência na área da educação, apesar de ser um tema bastante
debatido nas últimas três décadas, mantém-se polissêmico, variando seu significado
segundo autor, setor e país. Lima (2005) identifica três relevantes abordagens conceituais
sobre competência na literatura educacional. Uma considera competência como sendo
uma coleção de atributos pessoais; outra vincula o conceito aos resultados
observados/obtidos (tarefas realizadas) e uma terceira propõe a noção de competência
dialógica, originada na combinação de atributos pessoais para a realização de ações, em
contextos específicos, visando atingir determinados resultados.
Para a referida autora, na abordagem dialógica, há um resgate integrador dos dois
enfoques semânticos do termo competência, uma vez que coloca os atributos pessoais
em relação com distintas construções sociais que legitimam esses atributos de acordo
com a história das sociedades em diferentes épocas. Ao considerar o contexto histórico
de uma determinada sociedade para atribuir a legitimidade e/ou legalidade das
competências se tem o reconhecimento de que tais construções estão submetidas ao
campo dos conflitos de interesses, das relações sócio-econômicas, das disputas
ideológicas e de poder nas sociedades.
A abordagem dialógica de competência reconhece e considera a história
das pessoas e das sociedades nos seus processos de reprodução ou de
transformação dos saberes e valores que legitimam os atributos e os
resultados esperados numa determinada área profissional. Esta
explicitação permite um processo mais aberto de exploração das distintas
concepções, interesses, valores e ideologias, que invariavelmente
governam e determinam a intencionalidade dos processos educativos,
porém nem sempre são discutidos de um modo mais participativo e
democrático pela sociedade (LIMA, 2005, p.371).
A elaboração de perfis profissionais é um requisito essencial para a formulação de
planos educacionais. Na atualidade, os perfis centram-se em atividades a serem
desenvolvidas e desempenhadas pelos profissionais de acordo com os avanços técnicocientíficos, com repercussões sociais e com identificação de valores próprios da profissão.
Ao aceitarmos a abordagem dialógica primamos por guardar o sentido de interação
na relação escola-sociedade onde a escola potencialmente é capaz de influenciar a
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sociedade, e por ela ser constituída. Por conseguinte, os programas educacionais
orientados pela abordagem dialógica de competência trabalham com o desenvolvimento
de capacidade ou atributos (cognitivos, psicomotores e afetivos) de forma combinada e
através de distintas maneiras de realizar as ações essenciais e características de uma
determinada prática profissional, segundo um padrão de excelência. Tal articulação e
diversidade permitem que as pessoas desenvolvam um estilo próprio, adequado e eficaz
para enfrentar situações profissionais.
Neste sentido, na abordagem dialógica, o diálogo entre a formação e o mundo do
trabalho, na qual as práticas profissionais são desenvolvidas é considerado essencial,
pois é na ação, no desempenho perante as situações da prática, que o estudante pode
utilizar conhecimentos e habilidades resignificando-os através do conjunto de seus
valores pessoais (LIMA, 2005).
Assim, o conceito de competência integra
conhecimentos, potencialidades, habilidades, destrezas, práticas e ações de diversos
âmbitos (pessoais, coletivos, afetivos, sociais, culturais) em diferentes cenários de
aprendizagem e desempenho.
A concepção teórico-metodológica de competência aqui assumida é “a capacidade
de agir eficazmente em determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas
sem limitar-se a eles” (PERRENOUD, 1999, p.7). Concebemos também, que as
competências profissionais, nas dimensões do processo de trabalho em enfermagem e
em saúde são constituídas segundo as naturezas técnico-científica, ético-política e sócioeducativa; e mobilizam o saber-saber, o saber-fazer, saber-ser e saber-conviver no
campo de atuação do enfermeiro.
A Faculdade de Enfermagem através do Colegiado de Curso vem desenvolvendo a
revisão de seu Projeto Pedagógico com vista a sua reestruturação. O presente estudo faz
parte desse processo de construção e visou contribuir com as definições do perfil
profissional a ser formado por esta instituição, bem como construir uma matriz que
possibilite o acompanhamento e a avaliação do processo de implantação de uma nova
proposta curricular.
Desta forma o objetivo desta produção foi elaborar e validar um perfil de
competências profissionais para a formação do enfermeiro generalista. Para tanto
buscou-se analisar o referencial teórico que subsidia o conceito de competência
profissional em saúde e especificamente na enfermagem; elaborar o perfil de
competências do enfermeiro generalista em suas dimensões nos diversos âmbitos de
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atuação profissional; e definir critérios de avaliação do perfil de competências do
enfermeiro generalista.
2 – METODO
O presente estudo construiu a Imagem-objetivo do enfermeiro a ser formado na
UFMT seguindo os passos da Conferência de Consenso. Esta técnica utilizada para se
obter o consenso entre especialistas e foi desenvolvida por Souza, Silva e Hartz (2005),
possibilita a elaboração de consenso através de uma mescla entre o modelo de comitê
tradicional e o método de Delfos. Possibilita a troca e a produção de um grande número
de idéias em um período relativamente breve.
Essa modalidade de conferência de consenso é organizada em três etapas: (1) o
preenchimento individual de uma matriz por parte dos participantes convidados, (2) a
discussão aberta entre os participantes e (3) uma nova resposta individual às questões
propostas na matriz. A primeira e a terceira etapas são realizadas de modo a assegurar o
anonimato dos respondentes, enquanto a etapa intermediária permite o debate.
A aplicação dos instrumentos da pesquisa foi precedida de sua aprovação pelo
Comitê de ética do Hospital Universitário Júlio Müller/HUJM seguindo legislação do
Conselho Nacional de Saúde (Resolução 196/96), e todos os seus participantes
receberam informações sobre a pesquisa (Apêndice 1) e assinaram o termo de
consentimento livre e esclarecido sobre a sua participação (Apêndice 2).
Após uma ampla revisão da literatura foi elaborada uma matriz contendo
dimensões e critérios para avaliação do perfil de enfermeiros formados na UFMT
(Apêndice 3; Apêndice 4; Apêndice 5; Apêndice 6). Essa matriz foi submetida à
apreciação preliminar em um teste piloto com o intuito de analisar as características do
instrumento, no que diz respeito à compreensão e à facilidade de preenchimento,
pertinência das dimensões e critérios incluídos na matriz. Em tal análise, levaram-se em
consideração especialmente as peculiaridades de saúde e de enfermagem na região
centro-oeste.
A matriz foi submetida à apreciação dos sujeitos da pesquisa, e os respondentes
atribuíram nota de zero a dez pontos às dimensões e critérios de avaliação, de maneira a
corresponder o julgamento de importância. Para todos os itens foram calculados: a média
aritmética e o desvio padrão. A interpretação teve por base os seguintes critérios: a)
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quanto maior a média, maior a importância do item avaliado, e b) quanto menor o desvio
padrão maior o grau de consenso, independente da importância conferida ao item.
Foi definido o seguinte ponto de corte para a seleção dos itens:
1- Todo item com média igual ou superior a sete foi considerado como “importante”.
Abaixo disso foi considerado “pouco importante”, não devendo fazer parte da
imagem objetivo do perfil de enfermeiro;
2- Todo item com desvio padrão inferior a dois foi considerado consensual. Caso for
também importante, o item deverá ser incluído na imagem objetivo;
3- Os itens com média igual ou superior a sete e desvio padrão igual ou superior a
dois, apesar de importantes, não compuseram a imagem-objetivo, pois não seriam
consensuais.
Para a definição dos critérios de seleção dos participantes da pesquisa, na primeira
etapa, levaram-se em consideração os objetivos do estudo, e a importância do
envolvimento de diferentes segmentos ligados à formação de enfermeiros (professores,
alunos, gestores do SUS, enfermeiros e comunidade). Assim fizeram parte do estudo
aqueles que concordaram e se enquadram nos seguintes critérios:
1. Ser professore envolvido com curso de graduação;
Ser aluno representante de turma e dos dois últimos semestres do curso;
2. Ser enfermeiro das unidades de saúde onde se desenvolve atividades práticas do
curso (da rede básica e dos hospitais);
3. Ser gestor (municipal ou estadual);
4. Ser representante da comunidade (membro dos conselhos locais de saúde onde se
desenvolve atividades práticas do curso).
Os dados obtidos nessa primeira etapa encontram-se nos apêndices de um a
quatro, juntamente com a matriz, nos quais pode ser observado que houve poucas
sugestões significativas de mudanças, predominando sugestões para alterações de
redação. Isto pode ser verificado quando apenas um critério de avaliação da competência
de Atenção a Saúde foi excluído da matriz original, após tratamento estatístico dos dados.
Considerando que menor desvio padrão representava maior grau de consenso de
um determinado critério, observa-se que a competência educativa foi a que apresentou
maior número de desvio padrão menor que um, portanto a que internamente apresentou
maior concordância entre os participantes.
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Para a segunda etapa foram convidados docentes especialistas nas áreas de
conhecimento em questão, assim foram realizados quatro grupos focais tendo a
participação média de oito docentes com duração de 90 a 120 minutos. Todas as seções
foram gravadas para facilitar o registro das falas, no entanto os ajustes na redação do
documento de cada reunião foram aprovados ao final de cada encontro (Apêndice 7).
Para a terceira etapa, validação do instrumento-matriz, levou-se em consideração a
necessidade do envolvimento de diferentes segmentos ligados à formação de enfermeiros
no Mato Grosso, possuindo conhecimento da realidade local e do perfil profissional para a
mesma. Assim fizeram parte do processo de validação da matriz aqueles que
concordaram em participar dessa etapa e se enquadravam nos seguintes critérios:
- ser ou ter sido coordenador e/ou vice-coordenador de curso de graduação em
enfermagem no Estado de Mato Grosso;
- ter experiência de ensino em curso de graduação em enfermagem.
O processo de validação se realizou em uma atividade conjunta, que reuniu cinco
coordenadores de cursos de graduação em enfermagem do Estado de Mato Grosso,
ampliando assim as possibilidades de aprimoramento da proposta definida previamente.
Desta forma se fez a validação externa dos resultados já compilados pelos sujeitos da
pesquisa (docentes, discentes e profissionais de saúde) na conferência de consenso.
3 – RESULTADO E DISCUSSÃO
A discussão do tema competência profissional na área da saúde foi fomentado a
partir do meado da década de 1980, pela Organização Panamericana de Saúde na
perspectiva de reorientar a educação permanente dos profissionais. A avaliação da
competência e do desempenho incluiu dentro de esta proposta como uma via para obter
informação acerca do comportamento profissional do trabalhador durante sua atividade
laboral cotidiana, com a finalidade de contribuir com a identificação de necessidades de
aprendizagem (LAZA; CEBALLOS, 2003).
Parece que são muitas as competências necessárias ao enfermeiro em sua prática
profissional. Desenvolve-las é, pois o grande desafio tanto aos órgãos formadores, como
para os serviços na perspectiva da educação permanente, e da responsabilidade de todos
estes atores: docentes, enfermeiros dos serviços e do próprio aprendiz (CUNHA;
XIMENES NETO, 2006).
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Apesar de existirem algumas certezas sobre todas as competências que sejam
indispensáveis ao enfermeiro no contexto atual dos serviços de saúde de nosso país
(CUNHA; XIMENES NETO, 2006;), foi possível sintetizar a partir da revisão da literatura
quatro competências essenciais a formação do enfermeiro:
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL 1 - ATENÇÃO A SAÚDE
O cuidado foi reconhecido por todos os participantes como elemento orientador da
competência de atenção a saúde a ser desenvolvida na formação do enfermeiro, ou seja,
o cuidado é visto como o núcleo específico da prática da profissão.
Há uma diversidade de conceitos em torno do cuidado envolvendo perspectivas de
diversos campos do conhecimento, tais como: filosofia, antropologia, psicologia, biologia e
outras. Portanto adquirir competência em cuidar como elemento essencial da assistência
de enfermagem requer apropriar-se de saberes, habilidades e atitudes de maneira multi e
interdisciplinaridade.
Leonardo Boff (1999) afirma que cuidar é mais que um ato, é uma atitude. Abrange
mais que um momento de atenção, de zelo e de desvelo, constitui-se em uma atitude de
ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.
Waldow (2004) destaca que até recentemente o cuidado não havia recebido um olhar
mais atento, sendo considerado algo natural e de forma simplista, encarado apenas como
um ato de ajudar, socorrer, assistir. Para a autora (2005), o cuidado constitui todas as
atividades desenvolvidas pelo cuidador, para e com o ser cuidado. Acredita que o ato de
cuidar deve ser desenvolvido com base em: conhecimento científico, habilidade, intuição,
pensamento crítico e criatividade. Enfatiza também que, para que ocorra o processo do
cuidar é necessário que haja um ambiente apropriado para a realização do mesmo, assim
como o estabelecimento de relações de cuidado entre os sujeitos. Essas relações se
distinguem pela expressão de comportamentos e atitudes de cuidar, que as pessoas
compartilham, tais como: confiança, respeito, considerações, interesse, atenção,
solidariedade, etc.
Outros autores ainda sugerem e propõem que o cuidado seja o modo de ser
(ROACH, 1993), a essência (LEININGER, 1991), o imperativo ideal e moral (WATSON,
1988) da enfermagem. Numa interpretação ampliada de ser humano, Leopardi (1997)
considera-o como um organismo de múltiplas dimensões, físicas, psicológicas e
espirituais e, nesse sentido, a relação terapêutica entre os trabalhadores enfermeiros e
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usuários é complexa, não podendo ser reduzida ao aspecto relacional nem ao seu
aspecto técnico. Nesta perspectiva, o cuidado pode ser pensado como um diálogo entre
sujeitos. Ele possui dimensões científicas e tecnológicas, éticas e filosóficas, estéticas e
interacionais. Nesse sentido, no cuidado as competências e tarefas técnicas, assim como,
o vínculo, o acolhimento, a escuta compõem os elementos inerentes a sua constituição
(LEOPARDI, 1997; ROCHA et al., 2008; ROCHA, ALMEIDA, 2000; PINHEIRO, 2006) e,
portanto, seu ato prescinde de tecnologias mediadoras da racionalidade e da
subjetividade nele envolvidas. (ROCHA et al., 2008).
Para Ayres (2004) não existe o sujeito individual, pois é a partir da nossa relação
com o outro que nos identificamos enquanto sujeitos. Para o autor, que discorre sobre o
cuidado como uma categoria reconstrutiva das práticas em saúde, o mesmo, corresponde
a uma “interação entre dois ou mais sujeitos visando o alívio de um sofrimento ou o
alcance de um bem-estar, sempre mediado por saberes especificamente voltados para
essa finalidade” (AYRES, 2004, p.74). Na relação de cuidado é imprescindível saber qual
é o projeto de felicidade e a concepção de vida que orienta os projetos existenciais dos
sujeitos a serem cuidados. O momento assistencial pode e deve fugir de uma interação
focalizada apenas no objeto de intervenção, atentando-se as trocas mais amplas entre os
usuários e trabalhadores de saúde.
É fundamental que se reconheça a importância do cuidar nas práticas de saúde/do
enfermeiro, com o desenvolvimento de atitudes e espaços de genuíno de encontro
intersubjetivo, de exercício de uma sabedoria prática para a saúde e com ações apoiadas
na aplicação mecânica das tecnologias disponíveis, mas sem deixar resumir-se a ela
(AYRES, 2004). Deve-se sim estabelecer o exame da relação entre finalidades e meios, e
seu sentido prático para o paciente, conforme um diálogo mais simétrico possível entre o
trabalhador de saúde/do enfermeiro e o usuário. A finalidade do trabalho de enfermagem
orientada para uma atenção integral à saúde e a qualidade de vida, com atendimento
amplo das necessidades de saúde, implica num cuidado de enfermagem, como uma ação
terapêutica essencial, no sentido de cuidar do ser, diferentemente de cuidar do corpo
(LEOPARDI, 1997).
Desta maneira abre-se não somente a possibilidade de incorporação do saber
profissional e das diversas tecnologias necessárias, mas permite melhor espaço para a
negociação e a inclusão do saber, dos desejos e das necessidades do outro (PINHEIRO,
2006).
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Portanto o cuidado foi considerado o eixo norteador da competência de atenção a
saúde para a formação de enfermeiros. Para esse processo se requer a qualificação da
existência dos diferentes sujeitos que dialogam dentro do processo de ensinar e aprender
a cuidar em saúde e enfermagem.
Pelo consenso ficou assim definida a competência na atenção a saúde e seus
critérios de avaliação:
- Estar apto a intervir no processo saúde-doença responsabilizando-se pela qualidade da
assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção a saúde, com
ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação a saúde, na perspectiva da
integralidade da assistência tanto em nível individual quanto coletivo.
Critérios de avaliação
A) Reconhece vulnerabilidades e riscos potenciais em indivíduos, e grupos populacionais
considerando os seus condicionantes e determinantes;
B) Identifica necessidades e problemas de saúde (individuais e coletivos) dentro de um
contexto específico de vida e da instituição de saúde;
C) Aplica instrumentos de avaliação e interpretação do estado de saúde;
D) Diagnostica necessidades e problemas a partir de pressupostos teórico-metodológicos
(teorias, métodos e técnicas);
E) Reconhece as necessidades e problemas de saúde em suas diversas dimensões
(sociocultural, psicoemocional, biológica e ambiental), considerando suas expressões e
fases evolutivas;
F) Toma decisões para enfrentamento de situações problema;
G) Propõe alternativas de solução baseadas em evidências científicas, respeitando as
condições do indivíduo e família e/ou coletividade, seus conhecimentos, cultura,
autonomia e vulnerabilidade;
H) Responsabiliza-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em
diferentes níveis da atenção a saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;
I) Utiliza tecnologias adequadas à solução dos problemas/ necessidades;
J) Reconhece-se membro da equipe de saúde integrando as ações de enfermagem às
ações multiprofissionais;
K) Interpreta os resultados de sua intervenção a partir de indicadores de mudança;
L) Avalia processos de intervenção com base em métodos e instrumentos de
interpretação e de intervenção em saúde;
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M)Traduz e divulga os resultados do trabalho em enfermagem em linguagem acessível à
clientela (profissionais e usuários).
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL II - ADMINISTRATIVAS E GERENCIAIS
O pensamento sobre a necessidade e a importância do desenvolvimento de
competências gerenciais nos enfermeiros desde a formação na graduação e de forma
contínua nos serviços é hoje amplamente difundido.
O enfermeiro, especialmente nas instituições hospitalares, é visto como fonte de
influência e liderança, principalmente por sua competência na área de gestão e atuação
em tempo integral. Na discussão da competência os participantes destacaram que cabe a
ele conciliar os objetivos individuais dos integrantes da equipe aos objetivos da
organização, com foco em assistência de qualidade. Para tanto é fundamental que
detenha conhecimentos sobre liderança e habilidades interpessoais para promover
mudanças. Para Souza e colaboradores (2009) consideram que o exercício da liderança
na enfermagem deve ser uma escolha pessoal, pois o mesmo faz parte de um contínuo
processo de auto desenvolvimento, provocado por mudanças interna de paradigmas.
No âmbito da gestão da assistência Cunha e Ximenes Neto (2006) destaca que
para o enfermeiro ser gerente do cuidado prestado ao paciente, de maneira a obter
resultados eficientes, é requerido dele conhecimento, habilidades e atitudes. Estudos
sobre a prática gerencial e o mundo do trabalho na Enfermagem têm mostrado que as
competências envolvem aspectos individuais como a interpessoal, a liderança, a
motivação da equipe, a comunicação, entre outras, e aspectos que envolvem o
enfermeiro com o grupo e com a sua atuação na empresa.
Principalmente para atuação em áreas especializadas com unidades de terapia
intensiva, Arone e Cunha (2006) ao discutirem as concepções tecnológicas na
perspectiva
das
mudanças
nos
equipamentos,
ressaltam
a
importância
do
desenvolvimento da avaliação dessa tecnologia como competência do enfermeiro gestor,
para garantir que este profissional ofereça um cuidado ao usuário o mais livre de risco
possível, qualifique e valorize a sua equipe de trabalho. Além disso, desenvolver
atividades assistenciais, educativas, gerenciais e de pesquisa sobre esse tema possibilita
o profissional uma prática interdisciplinar.
No âmbito da formação, Lourenção e Benito (2010, p. 96) identificaram a inserção
das competências gerenciais pautadas pelas Diretrizes Curriculares Nacional estudando
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documentos relacionados com o Projeto Pedagógico (PP) de uma instituição de ensino
superior. Elas ressaltam como são complexas as competências gerenciais para a
formação dos enfermeiros, e apontam temas para a discussão dos docentes do curso
estudado, mas que são também adequados aos de outras instituições, para que eles
discutam coletivamente e realizem ajustes nas competências propostas em seus PP. Os
seguintes temas foram propostos:
(...) as relações de poder no processo de trabalho em saúde e sua
interferência na gestão de saúde; a participação e o controle social no
planejamento e execução das ações de saúde; a inserção dos
determinantes da qualidade de vida, descritos na Política Nacional de
Promoção da Saúde (PNPS), relativos ao tabagismo, uso abusivo de,
álcool e drogas, morbi-mortalidade dos acidentes de trânsito, prevenção de
violência e desenvolvimento sustentável, devido à sua relevância para o
desenvolvimento regional; as teorias de trabalho em grupo; a legislação
trabalhista e necessidades da equipe de profissionais de saúde.
Feldman; Ruthes e Cunha (2008) consideram que a criatividade e inovação são
características complementares imprescindíveis para o gerenciamento dos serviços de
enfermagem, públicos, privados ou sociais, e que existem poucos estudos sobre esses
aspectos como competências do enfermeiro. Para elas, a criatividade não nega o
pensamento racional, parte dele para propor novas soluções para os problemas, além de
potencializar a inteligência para utilizar novas maneiras de pensar os velhos problemas.
Para as autoras ser criativo significa: estar mais á vontade no mundo; estar mais
vivo e motivado; é resgatar a autoestima; é humanizar-se, é saber acolher; todas
características importantes para o trabalho do enfermeiro como gestor, tanto para o seu
relacionamento com a equipe, como para o atendimento aos usuários.
Criatividade pressupõe manter a mente aberta para aceitar o novo. “Para tal, o
enfermeiro deve habituar-se a perguntar: de que maneira posso fazer isto melhor, mais
rápido, mais eficientemente? De que maneira posso melhorar o desempenho da equipe?
Como posso agregar valor a missão organizacional?”( FELDMAN; RUTHES; CUNHA,
2008, p. 241).
Pelo consenso ficou assim definida a competência administrativa e gerencial e
seus critérios de avaliação:
- Estar apto a tomar iniciativas, gerenciar a força de trabalho, os recursos físicos e
materiais e as tecnologias de informação, e estar aptos a ser empreendedor, gestor e
líder das equipes de saúde e de enfermagem.
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Critérios de avaliação
A) Identifica as políticas sociais e modelos de atenção à saúde e suas implicações na
organização das diversas áreas e níveis assistenciais;
B) Discerne entre as diversas formas de organização do trabalho e seus fundamentos
científicos;
C) Identifica parceiros para o estabelecimento de redes de cooperação, existentes na
realidade local, para a resolução de problemas;
D) Reconhece os elementos constitutivos do processo de trabalho em saúde e
enfermagem (subjetivos, técnico-científico, ético-político e sócio-educativo);
E)
Identifica os elementos das políticas institucionais de recursos humanos e não
humanos
e
seus
determinantes no
gerenciamento
de
pessoas,
materiais,
equipamentos, custos /financeiro, ambientes, tecnologias, informações e assistência
de saúde e de enfermagem;
F) Correlaciona as influências da evolução do pensamento administrativo na prática
gerencial dos serviços de saúde e de enfermagem nos diferentes níveis de atenção;
G) Analisa a estrutura física e organizacional dos serviços de saúde e enfermagem,
tendo em vista as intervenções para melhorias do processo de trabalho;
H) Analisa as fragilidades e potencialidades (subjetividade/planos em conflito/ liderança
informal) para o processo de trabalho administrativo/gerencial;
I)
Reconhece-se como agente de transformação social e de mudanças que assegurem
o bem estar individual e coletivo;
J) Reconhece-se como líder e responsável técnico para equipe de enfermagem e
integrante de uma equipe multiprofissional;
K) Utiliza principios científicos, éticos e legais na tomada de decião e nas relações
interpessoais nos serviços de saúde e enfermagem;
L) Planeja, de forma compartilhada, a resolução dos problemas gerenciais relacionados
com o cuidado em saúde e enfermagem;
M) Implementa ações articuladas com as políticas de RH e de educação permanente da
instituição;
N) Gerencia o cuidado de enfermagem em todos os processos de trabalho em saúde;
O) Acompanha e supervisiona o processo de trabalho em enfermagem utilizando
medidas para garantir a qualidade da atenção à saúde conforme direitos do cidadão;
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P) Emprega metodologias avaliativas que agreguem os trabalhadores e a comunidade
atendida de forma co-responsável para a melhoria dos serviços de saúde;
Q) Divulga as avaliações realizadas entre os trabalhadores, a clientela interessada e a
comunidade científica.
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL III – EDUCATIVAS
O desenvolvimento das competências educativas para a formação do enfermeiro
transita por pelo menos quatro campos distintos: para formar profissionais de nível
superior; para a formação de técnicos de enfermagem; para oferecer o cuidado aos
usuários na perspectiva da integralidade da atenção e da promoção da saúde, e para o
desenvolvimento das equipes de enfermagem, considerando a política atual de educação
permanente.
Sobre a formação do enfermeiro, Bagnato e Rodrigues (2007) contextualizam e
resgatam o processo histórico de elaboração das Diretrizes Curriculares do Curso de
enfermagem no Brasil; discutem o conteúdo final que foi aprovado, para fornecer
elementos e orientar a elaboração de projetos político-pedagógicos nas escolas de
enfermagem. Elas partem dos pressupostos que as organizações da enfermagem
representadas pela ABEn e Comissão de Especialistas, tiveram um papel ativo na
elaboração e aprovação das referidas diretrizes, mas que alguns conceitos-chave das
diretrizes curriculares foram incorporados sem maior aprofundamento em seus sentidos e
significados, nos suportes teóricos que lhe dão sustentação e nos possíveis
desdobramentos decorrentes de suas incorporações.
Ao abordar os princípios pedagógicos adotados pelas Diretrizes, a pedagogia das
competências, do aprender a aprender, centrada nos alunos, as autoras acreditam que
esta escolha coloque em segundo plano a forma de transmissão dos saberes que
historicamente fez parte do nosso processo de formação, negligenciando a transmissão
dos conhecimentos tecnológicos de ponta. A prática pedagógica tradicional deve ser
questionada e reformulada, mas não abandonada. “O que estamos alertando é que não
se negligencie a importância do saber sistematizado, científico e até tecnológico, pois eles
são nucleares” (BAGNATO; RODRIGUES, 2007, p. 510).
As autoras afirmam que a adesão a muitos conceitos pedagógicos inscritos nas
diretrizes, não dependeu da vontade expressa da categoria, mas foram emanados do
centro das decisões, inspirados em organismos internacionais aparentando um consenso
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universal sobre eles, sendo problematizados no âmbito da categoria. Elas reforçam os
riscos da escolha da pedagogia das competências, afirmando que
(…) é preciso estar atento ao fato de que há um potencial efetivo de que a
formação, ao partir de uma prática assistemática, ao privilegiar,
principalmente, o que é valorizado pelo aluno, ao valorizar a não
transmissão de conhecimentos, fomente uma formação inconsistente, com
profissionais na verdade incapazes de fazer efetivamente o ato de
reflexão. (…) As dúvidas e a reflexão só acontecem a partir de alguma
coisa já conhecida. Outra vez destacamos que esta reflexão não é uma
defesa da Escola Tradicional que, sabidamente tem suas limitações e que
já esteve subsidiando, ao longo do século passado, a prática pedagógica
da enfermagem caracterizando uma transmissão de conteúdos
fragmentados e sustentado no autoritarismo do professor. Entretanto, é um
alerta para o perigo da adoção de pedagogias tão abertas que não
assegurem uma formação consistente do ponto de vista do conhecimento
historicamente construído e sistematizado por esta área de formação e
prática profissional. (p. 511)
Shimizu, Lima e Santana ((2007, p. 161)) analisaram o processo de formação de
auxiliares e técnicos de enfermagem egressos dos cursos do PROFAE para identificar a
influência da formação pautada pele pedagogia das competências, na atuação desses
profissionais. Para as autoras, a utilização desse modelo possibilita aos alunos, em sua
maioria, trabalhadores, “capacidades para propor modificações para melhoria do processo
de trabalho, discutir as concepções, métodos e procedimentos, e intervir na gestão do
trabalho”.
Embora as autoras tenham identificado mudanças na atuação desses profissionais,
principalmente nos aspectos relacionados com a humanização da assistência e no
trabalho em equipe, “a aquisição de competências requer tempo, pois é preciso construir
um conjunto de disposições e esquemas para permitir a mobilização de conhecimentos
gradualmente adquiridos, no momento certo e com discernimento (SHIMIZU, LIMA;
SANTANA; 2007 p.164).
Backes et. al. (2008) estudaram a competência dos enfermeiros em atuar como
educador junto à equipe, usuários e familiares. Elas identificaram o quanto ainda é difícil
para esse profissional abandonar a prática do “repasse de informações” que contribui
mais para o fortalecimento da perspectiva pedagógica conservadora, bancária, do que
num processo pedagógico que possibilite ao indivíduo refletir criticamente sobre a sua
realidade, propor ações transformadoras, se tornar autônomo e se emancipar como
sujeito histórico e social interferindo de forma decisiva nos seus cuidados de saúde, bem
como naqueles propostos para a sua família e para a sua comunidade.
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Destaca-se que para a formação do enfermeiro generalista, na perspectiva dos
princípios do Sistema Único de Saúde/SUS, essa é uma das competências educativas
das mais significativas de ser desenvolvida durante a graduação, por se tratar de
ferramenta importante para a promoção da saúde.
Quanto à educação permanente (EP), esse conceito se tornou mais conhecido
pelos meios acadêmicos, no contexto recente da capacitação dos profissionais para as
equipes de saúde da família. Essa proposta educativa procura aliar as capacitações com
as necessidades dos profissionais, tendo por base os seus processos de trabalho. No
âmbito da pratica pedagógica para a formação de profissionais de enfermagem, a EP
sinaliza para uma maior integração entre docentes, discentes e trabalhadores nos
espaços de concretos de ensino prático, favorecendo a troca de experiências e
conhecimentos entre os envolvidos. Campos et. al (2006, p. 41) ao analisarem os
desafios atuais da educação permanente no contexto do SUS afirmam que
A Educação Permanente em Saúde (EPS), tal como concebida pelos gestores do
MS, utiliza como pressuposto pedagógico a noção de aprendizagem significativa,
que vincula o aprendizado a elementos que façam sentido para os sujeitos
envolvidos, de modo que os processos de capacitação sejam estruturados a partir
da problematização dos processos de trabalho. Dessa forma, a educação
permanente é entendida como aprendizagem no trabalho, onde aprender e
ensinar se incorporam ao cotidiano das organizações e ao trabalho. O objetivo
central dessa proposta é a transformação das práticas dos profissionais e da
própria organização do trabalho, tomando como referência as necessidades de
saúde das pessoas e das populações, da gestão setorial e do controle social em
saúde. Sublinha-se, nesta concepção, que a atualização técnico-científica é
apenas um dos aspectos de transformação das práticas e não seu foco central,
em contraposição ao conceito de “educação continuada”, em que o conhecimento
preside e define as práticas.
Durante o seu trabalho, o enfermeiro está mais familiarizado com as atividades de
educação continuada, proposta pelas coordenações e/ou chefias diante da necessidade
de atualizar algum conhecimento, seja pela introdução de novos protocolos e tecnologias,
por ocasião de contratação de novos funcionários ou por deficiências identificadas
durante a realização das atividades de rotina. Diferenciando a Educação Permanente e a
Educação Continuada, Pereira et. al (2009) destacam que enquanto a primeira objetiva
principalmente transformar as práticas, a segunda visa a atualização de conhecimentos
específicos, podendo ser utilizada como recurso para a Educação da Permanente, mas
não se esgotando nela mesma.
Ressalta-se que legislação de saúde atribui ao Ministério da Saúde a prerrogativa
de ordenar a formação dos profissionais para o SUS. Estratégias de formação articuladas
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entre os ministérios da Educação e Saúde ressaltam a efetividade da EPS para o sucesso
dessa parceria.
No âmbito da formação, a criatividade e a inovação, como competências gerenciais
importantes para o trabalho do enfermeiro podem ser incentivadas através da adoção de
algumas estratégias utilizadas pelos docentes, para incentivar a criatividade nos alunos,
tais como: as dinâmicas de grupo; o uso do Plano de Desenvolvimento Individual/PDI do
aluno; o portifólio; os trabalhos de conclusão de cursos/TCC, e o plano de cuidados
baseado em evidencia (FELDMAN; RUTHES; CUNHA, 2008).
Pelo consenso ficou assim definida a competência educativa e seus critérios de
avaliação:
- Ser capaz de aprender continuadamente para a sua formação. Responsabilizar-se com
a educação e capacitação de futuros profissionais e de membros de sua equipe, de
maneira que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais do
serviço, estimulando o desenvolvimento e a mobilidade acadêmica/profissional, a
formação e cooperação. Ser capaz de promover a educação em saúde de indivíduos,
famílias e grupos visando à construção de conhecimentos para o autocuidado, o cuidado
do outro, mudança de estilos de vida e para a participação no controle social em saúde.
Critérios de avaliação:
A) Reconhece as concepções saúde-doença dos indivíduos e grupos, considerando os
aspectos sócio-culturais inerentes ao trabalho educativo.
B) Reconhece as potencialidades e dificuldades da equipe de enfermagem relacionadas
com o desenvolvimento de suas competências profissionais.
C) Reconhece a necessidade de sua educação e qualificação continuada.
D) Avalia as necessidades educativas de indivíduos, grupos e profissionais.
E) Analisa a adequação da ação educativa considerando a sua finalidade, as diferentes
estratégias metodológicas e o contexto no qual será implementada.
F) Planeja a atividade educativa considerando as características do grupo participante e o
contexto no qual a atividade será realizada.
G) Desenvolve atividades educativas respeitando o conhecimento, direitos e deveres do
outro, com vista à construção da autonomia e a eliminação das desigualdades.
H) Busca auto-educação permanente.
I) Utiliza metodologias educativas pertinentes \adequadas aos objetivos propostos e à
clientela para a qual a atividade será dirigida.
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J) Propõe e implementa de maneira compartilhada a avaliação do processo educativo
realizado
K) Avalia os resultados utilizando-os para o planejamento de novas atividades.
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL IV - PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
A pesquisa na enfermagem é essencial ao desenvolvimento, qualificação e expansão do
conhecimento da pratica profissional especialmente para a prática baseada em evidências
científicas (HARRISON et al, 2005).
A importância da pesquisa para a pratica profissional está diretamente relacionada a
organização e a dinâmica do espaço de trabalho. De Domenico (2003) ressalta que unir o
conhecimento científico com a prática assistencial compreende uma ação competente por parte
dos profissionais para a defesa da independência, criatividade e ética nos diferentes ambientes de
trabalho. Entretanto o exercício dessa competência não coabita com modelos de trabalho
alicerçados em rotinas ou prescritos numa ordem de subordinação autoritária.
A identificação das competências a serem desenvolvidas para a formação de enfermeiros
em diferentes níveis educacionais foi o foco de um estudo desenvolvido por Harrison e
colaboradores (2005) que teve por objetivo identificar as metas de cada nível educacional, os
vazios nos planos de estudo e a elaboração de sistemas de avaliação dos programas educativos.
Neste estudo os autores afirmam que é essencial preparar enfermeiros, no nível de graduação,
adquirir conhecimentos das etapas de investigação e os princípios éticos de integridade científica
como também aqueles aplicados a proteção dos sujeitos que participam de investigação.
Sugerem que cada enfermeiro deve ser capaz de ler e avaliar resultados de investigações e
aplicar-las em sua prática, e que o ensino deve estimular a uma atitude crítica com uma base de
conhecimentos técnicos e científicos.
A competência profissional de produção de conhecimentos e seus critérios de
avaliação ficaram assim consensuados:
- Ser capaz de articular teorias e conceitos considerando os métodos científicos e
concepções éticas na produção de saberes em saúde, bem como incorporar os
resultados no desenvolvimento tecno-científico da enfermagem e na melhoria das
condições de vida e saúde da população.
Critérios de avaliação
A) Problematiza a situação de prática que demandam investigação científica;
B) Identifica as diferentes formas de produzir conhecimento e os pressupostos teóricos
que as orientam;
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C) Identifica problemas prioritários e passíveis de investigação, considerando o
envolvimento, conhecimento prévio sobre ele e o tempo para realizar o estudo;
D) Analisa os estudos desenvolvidos sobre o problema a ser estudado através de
pesquisas em bases de dados acadêmicas;
E) Utiliza instrumentos científicos/ metodológicos para compreensão do problema e
proposição de questões de pesquisa;
F) Elabora projeto de investigação ou de intervenção articulado ao problema levantado,
utilizando metodologia adequada e possível de ser executada no tempo proposto,
contemplando a ética em pesquisa em saúde;
G) Realiza estudo conforme cronograma proposto;
H) Elabora relatório de pesquisa seguindo normas acadêmicas;
I) Prepara artigo para divulgação do estudo.
J) Reformula sua prática segundo evidências científicas;
K) Apresenta resultados para seus pares nos diferentes fóruns de divulgação científica;
L) Defende suas idéias de forma fundamentada e acolhe críticas e sugestões para a
melhoria do estudo;
M) Produz artigos, cartilhas, informativos conforme normas específicas.
CONSIDEERAÇÕES FINAIS
A legislação de sobre o ensino da enfermagem propôs pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais/DCNs, um perfil de competências para a formação do profissional generalista
de forma mais articulada ao SUS. Diretrizes com essa característica foram também
propostas para a formação de outros trabalhadores de saúde, e representam uma
aproximação entre os ministérios da Saúde e Educação visando operacionalizar os
preceitos legais da Constituição de 1988 e da Lei Orgânica de Saúde 8.080, segundo os
quais o Ministério da Saúde deve ordenar a formação de recursos humanos para o setor.
A elaboração das DCNs para a enfermagem contou com a participação ativa dos
diferentes atores envolvidos com a formação nesta área e os estudos que tratam desse
processo evidenciam os conflitos vivenciados naquele momento. A compreensão do que
seria uma formação generalista e a utilização da pedagogia das competências foram
aspectos mais polêmicos considerados como aspectos aliados a uma formação menos
qualificada.
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Como conceito novo para a área de ensino da enfermagem a pedagogia das
competências necessita ser estudada, problematizada e avaliada em contextos concretos
para que seus limites e possibilidades possam orientar a formação dos profissionais de
saúde. É necessário que a utilização, de uma proposta que nasceu no âmbito da
produção industrial na época das reformas neoliberais, seja analisada na esfera da
formação de profissionais para atuarem no setor de serviços, a maioria deles públicos.
As competências construídas por este estudo apontam características importantes,
que mesmo sem mencionar os princípios e diretrizes do SUS, apontam para a influência
dos mesmos na elaboração das mesmas, tais como: a incorporação na competência de
atenção a saúde dos aspectos relacionados com o cuidado individual, da família e
comunidade; a referência às atividades de promoção, prevenção e reabilitação da saúde,
indo além da atenção exclusiva ao indivíduo com doença aguda; a valorização no interior
de uma mesma competência dos aspectos relacionados com o cuidado, gestão,
educação e produção de conhecimentos; a valorização da autonomia do usuário e da
educação em saúde como ferramenta importante para a efetivação dessa competência, a
importância das propostas legais relacionadas com as políticas de saúde, os direitos dos
usuários e o exercício profissional, para o trabalho do profissional. Este último aspecto
pode ser considerado um aspecto novo nas competências para a formação do profissional
enfermeiro, e aponta para a necessidade de uma atuação intersetorial, considerada
importante para implementar a concepção ampliada de saúde e o princípio da
integralidade propostos pelo SUS.
O processo de elaboração destas competências, como integrantes do PP do Curso
de Enfermagem da FAEN/UFMT, também foi importante por favorecer a participação dos
diferentes seguimentos envolvidos na formação de um profissional, ou seja, discentes,
docentes, profissionais inseridos nos serviços e gestores, iniciando uma atividade que
deve ser contínua e que compromete os atores nele envolvidos.
As competências proposta pelos participantes neste estudo visam subsidiar a
avaliação do aluno e do curso. Reside aqui um grande desafio a ser enfrentado pelo
grupo, ou seja, como avalia aluno considerando a complexidade dos critérios propostos?
Na perspectiva da pedagogia das competências devo atribui notas ou considerar o aluno
apto ou inapto? Se apto ou inapto quais competências deve cumprir?
A atividade de pesquisa faz aproximações parciais sobre os problemas escolhidos
pelos pesquisadores e traz novos desafios a serem elucidados. Este aspecto é
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perfeitamente evidenciado ao concluir esse relatório, destacando que as aproximações
possíveis com este estudo comprometem os pesquisadores envolvidos em procurar
respostas para as questões reveladas visando contribuir para uma área importante para
educação em enfermagem.
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competencias específicas de Enfermería Escuela Nacional de Salud Pública. Ciudad de
La Habana Educ Med Sup 17(4), 2003
PINHEIRO, R. Cuidado em saúde. In: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
e Estação de Trabalho Observatório de Técnicos em Saúde (Org.) Dicionário da
educação profissional em saúde. Rio de Janeiro: EPSJV, 2006. p. 73-77.
PERRENOUD, P. Construindo Competências. Entrevista com Philippe Perrenoud,
Universidade de Genebra. Paola Gentile e Roberta Bencini. O objetivo da escola não
deve ser. Disponível em www.unige.ch/fapse/.../perrenoud/.../2000_31.html , acessado em
12 de dezembro de 2009.
PARANHOS, Vania Daniele and MENDES, Maria Manuela Rino. Competency-based
curriculum and active methodology: perceptions of nursing students. Rev. Latino-Am.
Enfermagem. 2010, vol.18, n.1, p. 109-115.
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Telefone/Fax: (65) 3615-8886/8834 / e-mail: [email protected] / www.ufmt.br/observarh
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INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE
REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
UFMT
APÊNDICE 1
Ministério da Educação
Universidade Federal do Mato Grosso
Faculdade de Enfermagem
Grupo de Pesquisa GEFOR
ESTE CAMPO SÓ DEVE SER PREENCHIDO PELA EQUIPE DE PESQUISA
Aplicador: ________ Digitador: _____ Revisor: ________ Número de ordem:___
Prezado(a) Senhor(a)
Este questionário versa sobre a construção da imagem–objetivo do perfil do enfermeiro a ser
formado na UFMT. Ele está sendo aplicado a professores, alunos, profissionais e gestores
dos serviços de saúde de nossa região.
As respostas que você irá fornecer servirão para conhecermos melhor as expectativas quanto
às competências esperadas para este nível e etapa de formação em enfermagem.
O questionário é anônimo e a sua guarda ficará sob a responsabilidade dos pesquisadores.
Ressaltamos que a sua participação neste momento é muito importante, pois os resultados
deste estudo serão usados na construção e implementação no novo projeto político
pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da UFMT/Cuiabá.
Para a elaboração deste instrumento tomamos por referência:
a) a seguinte concepção de competência: competência é “a capacidade de agir eficazmente
em determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles”
(Perrenoud,1999, p. 7). Competências profissionais, nas dimensões do processo de trabalho
em enfermagem e em saúde são constituídas segundo as naturezas técnico-científica, éticopolítica e sócio-educativa; e mobilizam o saber-saber, saber-fazer, saber-ser e saber-conviver
no campo de atuação do enfermeiro; e
b) a Lei do Exercício Profissional e as Diretrizes Curriculares Nacionais de Enfermagem.
Informamos também que foram eleitas 4 competências gerais para a formação em graduação
em enfermagem e critérios de verificação considerado a lógica do trabalho científico
(diagnóstico/leitura da realidade, análise/interpretação, intervenção e avaliação) e os
diferentes aspectos de cada competência em relação ao saber-saber, saber-fazer, saber-ser e
saber-conviver.
É importante lembrar que no questionário não existem respostas certas ou erradas, por isso a
sua opinião é essencial segundo o seu julgamento. Na segunda coluna do instrumento
pedimos que você atribua um GRAU DE IMPORTÂNCIA AO CRITÉRIO – Escala de zero
(sem importância ou exclusão) a dez (importância máxima). E a terceira coluna foi reservada
para COMENTÁRIOS LIVRES (caso prefira excluir algum critério e justificar a sua opinião).
Também você poderá acrescentar novos critérios ou reelaborar esses contidos no
documento.
As questões são sempre individuais e dizem respeito apenas a você. Evite pedir ajuda ou
fazer comentários sobre o conteúdo do questionário.
Leia com atenção o questionário e não deixe de responder a nenhum item. Em cada um,
assinale apenas uma alternativa que julgar a mais apropriada.
Lembramos que você não é obrigado a participar da pesquisa e por isso não será prejulgado.
No entanto, gostaríamos muito de contar com a sua colaboração.
Agradecemos a sua participação!
Por favor, informe:
( ) Professor ( ) Aluno ( ) Comunidade ( ) Profissional ( ) Gestor da saúde Data de Hoje: __/__/__
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APÊNDICE 2
Ministério da Educação
Universidade Federal do Mato Grosso
Faculdade de Enfermagem
Grupo de Pesquisa GEFOR
CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO
Prezado(a) Senhor(a)
O Colegiado de Curso da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Mato
Grosso está desenvolvendo a pesquisa Formação do enfermeiro na UFMT:
construindo competências.
Essa pesquisa tem como OBJETIVO elaborar uma proposta de imagem–objetivo do perfil
do enfermeiro a ser formado na UFMT.
O (a) Senhor(a) está sendo convidado(a) a responder um questionário cuja finalidade é
identificar quais são suas percepções, críticas e sugestões sobre as competências
necessárias a formação de enfermeiros para a região Centro-Oeste. Visa ainda levantar
opiniões sobre a adequação e pertinência das dimensões, subdmensões e critérios de
avaliação desse profissional.
Será garantida a CONFIDENCIALIDADE de seu questionário bem como o
todos que participarem da presente pesquisa.
ANONIMATO
de
Sua PARTICIPAÇÃO É VOLUNTÁRIA, o que significa que o (a) Sr (a) terá plena autonomia em
decidir se quer ou não participar respondendo o questionário bem como desistir de fazê-lo
a qualquer momento. Contudo, ressaltamos a importância de sua contribuição.
Os benefícios a serem adquiridos com sua participação será a oportunidade de contribuir
com a formulação do Projeto Político Pedagógico para a formação de enfermeiros, assim
como do seu processo de implantação e avaliação. Não há riscos relacionados com sua
participação no desenvolvimento da pesquisa.
Em caso de qualquer DÚVIDA, o(a) Sr(a) poderá entrar em contato com a coordenadora do
projeto na UFMT no endereço: Av. Fernando Correa da Costa s/n campus universitário,
Coxipó, Prédio da FAEN – Cuiabá/MT ou pelo telefone (65)3615-8023 no horário das 8 às
17 horas.
Dra. Maria Anunciação da Silva
[email protected]
Eu, _______________________________________________________, declaro estar
esclarecido (a) sobre os termos apresentados. RUBRICA OU
ASSINATURA__________________________________
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APÊNDICE 1 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL I - ATENÇÃO A SAÚDE
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“fundamental base da formação profissional do enfermeiro”;
“Esse é o grande fundamento que rege a profissão de
enfermagem.”
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL I - ATENÇÃO A SAÚDE: Estar apto a intervir no processo
saúde-doença responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em
seus diferentes níveis de atenção a saúde, com ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação a saúde, na perspectiva da integralidade da assistência tanto em nível individual
quanto coletivo.
“faltam verbos de ação efetiva do tipo prestar assistência,
realizar cuidados, fazer intervenções.”
“Estar apto a intervir no processo saúde- adoecimento-cuidado,
responsabilizando-se...”
“Acrescentar: estar apto a intervir no processo saúde-doença e
seus
determinantes
sociaisou
somente
determinante...depende do alcance.“
Opiniões sem sugestões
“Como aluna do terceiro semestre me considero em um
aprendizado, para somente mais a frente tornar-me
completamente „apta‟."
“Sim com o avanço do semestre pude colocar em prática de
estágio o conhecimento teórico dos
semestres letivos”.
“Temos que aprender a ser, a compartilhar, dividindo dentro da
ética profissional.”
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos
pontos atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar
sua opinião). Poderá também acrescentar novos critérios
ou reelaborar os contidos no documento.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
0
A) Reconhece vulnerabilidades e riscos
potenciais
em
indivíduos,
e
grupos
populacionais
considerando
os
seus
condicionantes e determinantes.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“Identifica necessidades e problemas relacionados ao
processo saúde-doença tanto individuais quanto
coletivas...”
“Vulnerabilidade amplia o olhar do enfermeiro em relação
à multidimensionalidade. O risco torna-se pequeno diante
da magnitude do problema”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE
REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
B) Identifica necessidades e problemas de
saúde (individuais e coletivos) dentro de um
contexto específico de vida e da instituição de
saúde.
C) Aplica instrumentos de avaliação
interpretação do estado de saúde
e
D) Diagnostica necessidades e problemas a
partir de pressupostos teórico-metodológicos
(teorias, métodos e técnicas).
E) Reconhece as necessidades e problemas de
saúde
em
suas
diversas
dimensões
(sociocultural, psicoemocional, biológica e
ambiental), considerando suas expressões e
fases evolutivas.
UFMT
verbos
“Reconhecer- ter atitude”
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“muitas vezes a academia não dá conta da realidade aos
conhecimentos para os graduandos”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“desenvolver a capacidade de observar e analisar
situações em contexto é fundamental”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Identificar-iniciativa”.
Sugestões de ação/mudança
“O monitoramento destes instrumentos deve ser feito com
vista dar continuidade as ações.”
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“Definir que tipos de instrumentos”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Diagnosticar e encontrar soluções dentro da realidade”.
“Diagnosticar as necessidades a partir da realidade
individual e coletiva”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“Ambiental ainda pouco valorizado”.
“Reconhecer necessidades e problemas é mais fácil do
que dispor a resolvê-los, pois como alunos temos pouca
autonomia para resolver”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Diversas dimensões: ( sociológica, antropológica,
fisiológica, biológica,política e espiritual)”.
“Dimensões
social,
cultural,
étnica,
religiosas,
econômicas, ambiental, éticas, biológicas e psicológicas e
mentais”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
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REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
“Reconhece ação no âmbito da governabilidade do
profissional e equipe”.
“É fundamental reconhecer as necessidades e
posteriormente agir conforme o contexto nos dá
oportunidade ou melhorar essa oportunidade”.
Sugestões de ação/mudança
“Ao tomar decisões é necessário que ele seja competente
em estabelecer resultados que pretende que tanto as
pessoas, grupo, comunidade quanto ele, profissional,
pretendem alcançar após a implementação das
alternativas”.
Opiniões sem sugestões
“Tomo decisões sim, mas após também conversar com o
professor”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos.
“Toma decisões frente à análise situacional para
identificação e resolução do problema”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“No olhar de uma equipe, (dentro) no contexto possível”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Substituir autonomia por cidadania. Pois, dimensão da
saúde inexiste autonomia. Ela só pode ser pensada
programaticamente”.
“Toda solução/resolução deve-se levar em consideração
todo o contexto do individuo, não apenas soluções
prontas”.
F) Toma decisões para enfrentamento de
situações problema.
G) Propõe alternativas de solução baseadas
em evidências científicas, respeitando as
condições do indivíduo e família e/ou
coletividade, seus conhecimentos, cultura,
autonomia e vulnerabilidade.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
UFMT
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos
pontos atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar
sua opinião). Poderá também acrescentar novos critérios
ou reelaborar os contidos no documento.
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REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
H) Responsabiliza-se
pela
qualidade
da
assistência/cuidado
de
enfermagem
em
diferentes níveis da atenção a saúde, na
perspectiva da integralidade da assistência.
I) Utiliza tecnologias adequadas à solução dos
problemas/ necessidades.
J) Reconhece-se membro da equipe de saúde
integrando as ações de enfermagem às ações
multiprofissionais.
UFMT
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“co- responsabiliza pela qualidade da ..., pois
considerando que o cuidado/ assistência é realizado
coletivamente”.
“na perspectiva da integralidade em resolutividade da
assistência”.
“Em diferentes níveis de atenção à saúde”.
Opiniões sem sugestões
“é necessário que o aluno, desde o primeiro semestre,
comece a entender a saúde mental como parte da
integralidade do indivíduo. apesar de ser óbvio, os alunos
encontram certas dificuldades para esse entender”.
“Em urgência e emergência não posso garantir essa
qualidade, digo devido à precária prática de enfermagem
na ufmt”.
“Na graduação de enfermagem o terceiro nível de
assistência ficou deficitário pois não passei por clínicas
essenciais para a formação, como a UTI”.
Sugestões de ação/mudança
“Compartilhar a responsabilidade dentro dos níveis de
conhecimento e habilidade de cada profissional”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“Se torna ate pessoal assumir a responsabilidade dos
seus atos, vai além do profissional”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Reconhece-se como membro”.
Opiniões sem sugestões
“O saber-ser/saber-conviver”.
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K) Interpreta os resultados de sua intervenção a
partir de indicadores de mudança.
L) Avalia processos de intervenção com base em
métodos e instrumentos de interpretação e de
intervenção em saúde.
M) Traduz e divulga os resultados do trabalho em
enfermagem em linguagem acessível à clientela
(profissionais e usuários).
UFMT
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“A avaliação das ações do enfermeiro ainda não são
implantada por falta de instrumental?”
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Indicadores de mudança e de qualidade”.
“Tem como dizer o qual indicador de mudança”.
Opiniões sem sugestões
“Acompanhar série histórica seja mensal, anual
(monitorar)”.
Opiniões sem sugestões
“São intervenções pontuais da prática? ou do projeto?”
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“a academia fornece recursos teórico-prática nessa
dimensão em alguns semestres”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Cartilhas, cartazes informativos”.
Opiniões sem sugestões
“Resultados > para gerar ação”.
“o saber-fazer”.
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APÊNDICE 1 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL I - ATENÇÃO A SAÚDE - Desvio
Padrão, Média e Resultado final da competência profissional
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
A) Reconhece vulnerabilidades e riscos potenciais em indivíduos, e grupos populacionais
considerando os seus condicionantes e determinantes.
B) Identifica necessidades e problemas de saúde (individuais e coletivos) dentro de um
contexto específico de vida e da instituição de saúde.
C) Aplica instrumentos de avaliação e interpretação do estado de saúde
D) Diagnostica necessidades e problemas a partir de pressupostos teórico-metodológicos
(teorias, métodos e técnicas).
E) Reconhece as necessidades e problemas de saúde em suas diversas dimensões
(sociocultural, psicoemocional, biológica e ambiental), considerando suas expressões
e fases evolutivas.
F) Toma decisões para enfrentamento de situações problema.
G) Propõe alternativas de solução baseadas em evidências científicas, respeitando as
condições do indivíduo e família e/ou coletividade, seus conhecimentos, cultura,
autonomia e vulnerabilidade.
H) Responsabiliza-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em
diferentes níveis da atenção a saúde, na perspectiva da integralidade da assistência.
I) Utiliza tecnologias adequadas à solução dos problemas/ necessidades.
J) Reconhece-se membro da equipe de saúde integrando as ações de enfermagem às
ações multiprofissionais.
K) Interpreta os resultados de sua intervenção a partir de indicadores de mudança.
L) Avalia processos de intervenção com base em métodos e instrumentos de
interpretação e de intervenção em saúde.
M) Traduz e divulga os resultados do trabalho em enfermagem em linguagem acessível à
clientela (profissionais e usuários).
DESVIO
PADRÃO
1,3
MÉDIA
9,2
RESULTADO
FINAL
INCLUIR
1,03
9,4
INCLUIR
2,0
1,3
8,2
9,3
EXCLUIR
INCLUIR
0,8
9,4
INCLUIR
0,8
1,7
9,6
8,6
INCLUIR
INCLUIR
1,8
8,8
INCLUIR
0,8
1,7
9,5
9,2
INCLUIR
INCLUIR
1,5
8,8
INCLUIR
1,5
9,2
INCLUIR
1,3
9,0
INCLUIR
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APÊNDICE 2 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL II - ADMINISTRATIVAS E
GERENCIAIS
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“ser capaz de intervir no processo de gerenciamento do
cuidado, realizando a gestão...”
Opiniões sem sugestões
“como já disse, estou no terceiro semestre e as matérias
estudadas até agora pouco falaram sobre gerenciamento e
administração. As respostas dadas são relacionadas ao pouco
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL II- ADMINISTRATIVAS E GERENCIAIS: Estar apto a tomar que sei sobre e também baseadas em suposições”.
iniciativas, gerenciar a força de trabalho, os recursos físicos e materiais e as tecnologias de “Após ter passado pela prática hospitalar na disciplina do
informação, e estar aptos a ser empreendedor, gestor e líder das equipes de saúde e de bloco 9, estágio curricular II, me sinto apta e inclusive durante
enfermagem.
meu estágio eu pratiquei todos esses critérios no centro
cirúrgico do HUJM”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“O. K. - OBS:O líder, ele provoca as iniciativas da equipe
"aprender à a aprender", ele não gerencia, ele conduz”.
“Estar apto a tomar iniciativas, gerenciar a força de trabalho
em enfermagem, os recursos físicos e materiais e as
tecnológicas de informação e estar apto a ser gestor do
processo de trabalho em saúde e enfermagem”.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
0
A) Identifica as políticas sociais e modelos de
atenção à saúde e suas implicações na
organização das diversas áreas e níveis
assistenciais.
B) Discerne entre as diversas formas de
organização
do
trabalho
e
seus
fundamentos científicos.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos pontos
atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar sua opinião).
Poderá também acrescentar novos critérios ou reelaborar os
contidos no documento.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Identificar > aplicar dentro do âmbito de sua governabilidade”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Descrever as diversas formas de organização do processo de
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C) Identifica parceiros para o estabelecimento
de redes de cooperação, existentes na
realidade local, para a resolução de
problemas.
D) Reconhece os elementos constitutivos do
processo de trabalho em saúde e
enfermagem (subjetivos, técnico-científico,
ético-político e sócio-educativo)
E) Identifica os elementos das políticas
institucionais de recursos humanos e não
humanos e seus determinantes no
gerenciamento de pessoas, materiais,
equipamentos,
custos
/financeiro,
ambientes, tecnologias, informações e
assistência de saúde e de enfermagem.
UFMT
trabalho a partir dos fundamentos teóricos e métodos
científicos”.
“Discerne as diversas formas de organização do processo de
trabalho e avalia sua efetividade para a efetividade da
assistência”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos “Poderia deixar mais claro que abarca o micro
(espaços de prática)”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“Há sempre alguém disposto a realizar parcerias,
principalmente entre os níveis de atenção que é primordial que
aconteça”.
“Identificar- construir parcerias, cooperação - "saber ser".
“É fundamental acrescentar parcerias”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“esses elementos constitutivos não parecem adequados. Não
seriam objetos, instrumentos, finalidades?”
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“falta um item como: realizar a gestão de recursos materiais,
tecnológicos, de ambiente e informações da unidade de
atenção. participa do processo de gestão de pessoas da
unidade onde atua (em função da autonomia restrita do
aluno)”.
“Sugiro descrever os aspectos dos determinantes uma vez
que são eles que perpassam o pensar crítico”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“há uma certa dificuldade de propor prática na parte gerencial,
pois só abre espaço em pequena parte da graduação.
“Nem sempre o tempo e objeto da prática permite essa visão”.
Opiniões sem sugestões
“Identificar: aplicar, saber conviver”.
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GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
0 1 2 3 4 5 6 7
8 9
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
F)
10
UFMT
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos pontos
atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar sua opinião).
Poderá também acrescentar novos critérios ou reelaborar os
contidos no documento.
Correlaciona as influências da evolução
do pensamento administrativo na prática
gerencial dos serviços de saúde e de
enfermagem nos diferentes níveis de
atenção.
G)
Analisa a estrutura física e organizacional
dos serviços de saúde e enfermagem, tendo
em vista as intervenções para melhorias do
processo de trabalho.
H)
Analisa as fragilidades e potencialidades
(subjetividade/planos em conflito/ liderança
informal) para o processo de trabalho
administrativo/gerencial.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Correlacionar e avaliar a aplicabilidade desse pensamento
administrativo”.
I)
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“Reconhecer e transformar dentro das práticas propostas”.
Reconhece-se
como
agente
de
transformação social e de mudanças que
assegurem o bem estar individual e coletivo.
J)
Reconhece-se como líder e responsável
técnico para equipe de enfermagem e
integrante de uma equipe multiprofissional.
K)
Utiliza principios científicos, éticos e
legais na tomada de decião e nas relações
interpessoais nos serviços de saúde e
enfermagem.
L) Planeja, de forma compartilhada, a
resolução
dos
problemas
gerenciais
relacionados com o cuidado em saúde e
enfermagem.
Opiniões sem sugestões
“Analisar nós alunos até analisamos, porém nos é dado pouca
autonomia para tentar mudá-los. Tudo fica muito no papel”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“Saber ser, para saber conviver analisar não basta”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“em vez de para , utiliza pela equipe”.
Opiniões sem sugestões
“Eu me reconheço como integrante da equipe multiprofissional
mas será que os outros membros me reconhecem dentro
desta equipe multiprofissional?”
Sugestões de ação/mudança
“Buscar a humanização dos princípios científicos e éticos”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“utiliza o planejamento como ferramenta de gestão na prática
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NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE
REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
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cotidiana. Falta um critério assim!”.
Opiniões sem sugestões
“O meu planejamento fica mais restrito em minhas ações, pois
temos pouco espaço em relação a chefe de serviço do hospital
em que fiz estágio. Muitas vezes por sermos alunos não nos
dão credibilidade e espaço para discussões”.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
0
M) Implementa ações articuladas com as
políticas de RH e de educação permanente
da instituição.
N) Gerencia o cuidado de enfermagem em
todos os processos de trabalho em saúde.
O) Acompanha e supervisiona o processo de
trabalho
em
enfermagem
utilizando
medidas para garantir a qualidade da
atenção á saúde conforme direitos do
cidadão.
P) Emprega metodologias avaliativas que
agreguem
os
trabalhadores
e
a
comunidade atendida de forma coresponsável para a melhoria dos serviços
de saúde.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos pontos
atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar sua opinião).
Poderá também acrescentar novos critérios ou reelaborar os
contidos no documento.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“muito importante!”.
Opiniões sem sugestões
“Ao passar pelo ultimo bloco de gerenciamento pude articular
ações junto a educação permanente do hospital”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Cuidado humanizado”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“As instituições que atuamos não proporciona esse espaço,
fica restrito a alguns momentos das atividades de ensino e os
trabalhadores têm dificuldades em participar, pois não vêem
como parte de trabalho da instituição”.
Sugestões de ação/mudança
“Avaliar e acompanhar dentro da ótica do controle social”.
Q) Divulga as avaliações realizadas entre os
trabalhadores, a clientela interessada e a
comunidade científica.
Av. Fernando Corrêa da Costa, s/nº - Campus Universitário - CCBS III - CEP 78060-900 – Cuiabá/MT
Telefone/Fax: (65) 3615-8886/8834 / e-mail: [email protected] / www.ufmt.br/observarh
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APÊNDICE 2 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL II - ADMINISTRATIVAS E GERENCIAIS
- Desvio Padrão, Média e Resultado Final da competência profissional
CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO
A) Identifica as políticas sociais e modelos de atenção à saúde e suas implicações na organização das diversas áreas e níveis
assistenciais.
B) Discerne entre as diversas formas de organização do trabalho e seus fundamentos científicos.
C) Identifica parceiros para o estabelecimento de redes de cooperação, existentes na realidade local, para a resolução de
problemas.
D) Reconhece os elementos constitutivos do processo de trabalho em saúde e enfermagem (subjetivos, técnico-científico,
ético-político e sócio-educativo)
E) Identifica os elementos das políticas institucionais de recursos humanos e não humanos e seus determinantes no
gerenciamento de pessoas, materiais, equipamentos, custos /financeiro, ambientes, tecnologias, informações e assistência
de saúde e de enfermagem.
F) Correlaciona as influências da evolução do pensamento administrativo na prática gerencial dos serviços de saúde e de
enfermagem nos diferentes níveis de atenção.
G) Analisa a estrutura física e organizacional dos serviços de saúde e enfermagem, tendo em vista as intervenções para
melhorias do processo de trabalho.
H) Analisa as fragilidades e potencialidades (subjetividade/planos em conflito/ liderança informal) para o processo de trabalho
administrativo/gerencial.
I) Reconhece-se como agente de transformação social e de mudanças que assegurem o bem estar individual e coletivo.
J) Reconhece-se como líder e responsável técnico para equipe de enfermagem e integrante de uma equipe multiprofissional.
K) Utiliza principios científicos, éticos e legais na tomada de decião e nas relações interpessoais nos serviços de saúde e
enfermagem.
L) Planeja, de forma compartilhada, a resolução dos problemas gerenciais relacionados com o cuidado em saúde e
enfermagem.
M) Implementa ações articuladas com as políticas de RH e de educação permanente da instituição.
N) Gerencia o cuidado de enfermagem em todos os processos de trabalho em saúde.
O) Acompanha e supervisiona o processo de trabalho em enfermagem utilizando medidas para garantir a qualidade da atenção
á saúde conforme direitos do cidadão.
P) Emprega metodologias avaliativas que agreguem os trabalhadores e a comunidade atendida de forma co-responsável para
a melhoria dos serviços de saúde.
Q) Divulga as avaliações realizadas entre os trabalhadores, a clientela interessada e a comunidade científica.
Av. Fernando Corrêa da Costa, s/nº - Campus Universitário - CCBS III - CEP 78060-900 – Cuiabá/MT
Telefone/Fax: (65) 3615-8886/8834 / e-mail: [email protected] / www.ufmt.br/observarh
DESVIO
PADRÃO
1,6
9,3
RESULTADO
FINAL
INCLUIR
1,9
1,1
9,3
9,5
INCLUIR
INCLUIR
1,1
9,3
INCLUIR
1,9
8,6
INCLUIR
1,4
9,3
INCLUIR
1,5
9,3
INCLUIR
1,2
9,1
INCLUIR
1,2
1,1
1,0
8,8
9,3
9,4
INCLUIR
INCLUIR
INCLUIR
1,2
9,6
INCLUIR
1,2
1,0
1,7
9,3
9,1
9,1
INCLUIR
INCLUIR
INCLUIR
1,1
9,4
INCLUIR
1,0
9,5
INCLUIR
MÉDIA
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APÊNDICE 3 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL III – EDUCATIVA
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL III - EDUCATIVA: Ser capaz de aprender continuadamente
para a sua formação. Responsabilizar-se com a educação e capacitação de futuros
profissionais e de membros de sua equipe, de maneira que haja benefício mútuo entre os
futuros profissionais e os profissionais do serviço, estimulando o desenvolvimento e a
mobilidade acadêmica/profissional, a formação e cooperação. Ser capaz de promover a
educação em saúde de indivíduos, famílias e grupos visando à construção de
conhecimentos para o auto-cuidado, o cuidado do outro, mudança de estilos de vida e para
a participação no controle social em saúde.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
0
1 2 3 4 5 6 7 8 9
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
L) Reconhece as concepções saúde-doença
dos indivíduos e grupos, considerando os
aspectos sócio-culturais inerentes ao
trabalho educativo.
10
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“OK!”
Opiniões sem sugestões
“tenho plena consciência de que sempre a educação é a base
de tudo, até mesmo na saúde, porém ainda não implementei
uma ação educativa em saúde na prática para a população. as
matérias até hoje propostas não me levaram a tais práticas”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“O aprendizado nunca é demais ao contrário é sempre bem
vindo, e semear conhecimentos entre as pessoas causa
mudança significativa para a pessoa que espera de você muitas
vezes uma palavra de conforto em situações difíceis além de
proporcionar conhecimento que vai ajudá-la em seu dia-a-dia”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“obs: seremos seres "multiplicadores de idéias" ou
formuladores de pensamento e hipóteses?”
“Utilizar a educação permanente para promover a
resolutividade da atenção à saúde”.
Sugestões de ação/mudança
“Penso que deve contemplar o exercício da cidadania, tanto do
profissional, quanto relacionado aos clientes numa perspectiva
social, política. Uma práxis educativa engajada na construção e
reconstrução da cidadania com vista aos direitos e deveres no
âmbito social, político e ambiental”.
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos pontos
atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar sua opinião).
Poderá também acrescentar novos critérios ou reelaborar os
contidos no documento.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“seria reconhecer ou identificar?”
“Reconhece as concepções saúde-adoecimento-cuidado dos
indivíduos, familiares e comunidade, considerando os aspectos
sócio-culturais inerentes ao trabalho educativo”.
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M) Reconhece as potencialidades e dificuldades
da equipe de enfermagem relacionadas com
o desenvolvimento de suas competências
profissionais.
N) Reconhece a necessidade de sua educação
e qualificação continuada.
O) Avalia as necessidades educativas
indivíduos, grupos e profissionais.
de
P) Analisa a adequação da ação educativa
considerando a sua finalidade, as diferentes
estratégias metodológicas e o contexto no
qual será implementada.
UFMT
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“Tem povo não é nada sem sua cultura, sem sua história, é
preciso preservá-la e respeitá-la”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“seria reconhecer ou identificar?”
Sugestões de ação/mudança
“Estimular a equipe a buscar alternativas”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“este item pode ser unido ao h - reconhece busca - educação
continuada”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“A educação permanente é necessária, porém quase sempre
esbarramos na cultura e poder nas organizações de saúde”.
“O conhecimento nunca está pronto e acabado”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“Não seria mais apropriado analisar?”
“Avalia as necessidades educativas de indivíduos, família e
comunidade e profissionais”.
“Avalia os diferentes modos de conhecer o mundo dos
indivíduos, grupos sociais e profissionais, considerando a
multidimensão ética, política, cultural e social”.
Sugestões de ação/mudança
“Propor”
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“Principalmente quando esta ação está voltada para usuários e
familiares”.
“Analisa a aplicação da ação educativa”.
“Propõe ação de uma práxis educativa a partir do contexto real
que está inserido a clientela utilizando diferentes estratégias
metodológicas. * Sugiro retirar necessidade- uma vez que
perpassa um ideal de poder e o pré julgamento que outros "não
sabem nada" e descaracteriza a proposta de seu/os apenas
facilitadores do processo”.
Sugestões de ação/mudança
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“Intervir de acordo com as necessidades específicas de cada
grupo”.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“ok! aqui encontrei ação!”
Opiniões sem sugestões
“Os recursos disponíveis, o tempo disponível”.
Opiniões que indicam discordância do formato atual
“ pode suprimir”.
Q) Planeja a atividade educativa considerando
as características do grupo participante e o
contexto no qual a atividade será realizada.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO –
Escala de zero (sem importância ou
exclusão) a dez (importância máxima)
0
1 2 3 4 5 6 7 8 9
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
R) Desenvolve
atividades
educativas
respeitando o conhecimento, direitos e
deveres do outro, com vista à construção da
autonomia
e
a
eliminação
das
desigualdades.
S) Busca auto-educação permanente.
T) Utiliza metodologias educativas pertinentes
\adequadas aos objetivos propostos e à
clientela para a qual a atividade será
dirigida.
U) Propõe
e
implementa
de
maneira
compartilhada a avaliação do processo
educativo realizado
UFMT
10
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos pontos
atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar sua opinião).
Poderá também acrescentar novos critérios ou reelaborar os
contidos no documento.
Opiniões que indicam concordância do formato atual
“ok! idem anterior!”
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“Sugiro mudar: reconstrução da cidadania no lugar da
autonomia”.
Opiniões sem sugestões
“sempre procuro fazer cursos complementares, seminários,
fóruns, eventos relacionados na área da saúde”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“E nesta busca aplica o conhecimento dentro do contexto em
que vive e trabalha „saber ser‟”.
“Sugiro que expanda o conceito, aliás, a idéia de autoeducação para uma reflexão e reeleboração da prática cidadã”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos
“Sugiro retirar a palavra mecanismo é uma palavra que soa
como modo fixo de se avaliar”.
Opiniões sem sugestões
“Excluo este item, pois ainda não tive oportunidade de avaliar,
pois ainda não estou implantando o processo educativo”.
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“parece-me que estes dois critérios ficaram repetitivos”.
V) Avalia os resultados utilizando-os para o
planejamento de novas atividades.
Opiniões sem sugestões
“parece-me que estes dois critérios ficaram repetitivos”.
“Excluo este também pelo motivo acima já justificado”.
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APÊNDICE 3 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL III - EDUCATIVA - Desvio Padrão,
Média e Resultado Final da competência profissional
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
DESVIO
PADRÃO
MÉDIA
RESULTADO
FINAL
1,5
9,1
INCLUIR
1,2
9,1
INCLUIR
1,1
9,4
INCLUIR
1,9
8,6
INCLUIR
1,2
9,1
INCLUIR
1,6
9,0
INCLUIR
1,9
8,7
INCLUIR
1,7
8,8
INCLUIR
1,6
8,8
INCLUIR
1,3
9,1
INCLUIR
1,2
8,4
INCLUIR
A) Reconhece as concepções saúde-doença dos indivíduos e grupos, considerando os aspectos sócio-culturais
inerentes ao trabalho educativo.
B) Reconhece as potencialidades e dificuldades da equipe de enfermagem relacionadas com o desenvolvimento de
suas competências profissionais.
C) Reconhece a necessidade de sua educação e qualificação continuada.
D) Avalia as necessidades educativas de indivíduos, grupos e profissionais.
E) Analisa a adequação da ação educativa considerando a sua finalidade, as diferentes estratégias metodológicas e
o contexto no qual será implementada.
F) Planeja a atividade educativa considerando as características do grupo participante e o contexto no qual a
atividade será realizada.
G) Desenvolve atividades educativas respeitando o conhecimento, direitos e deveres do outro, com vista à
construção da autonomia e a eliminação das desigualdades.
H) Busca auto-educação permanente.
I)
Utiliza metodologias educativas pertinentes \adequadas aos objetivos propostos e à clientela para a qual a
atividade será dirigida.
J) Propõe e implementa de maneira compartilhada a avaliação do processo educativo realizado
K) Avalia os resultados utilizando-os para o planejamento de novas atividades.
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APÊNDICE 4 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL IV - PRODUÇÃO DE
CONHECIMENTO
COMPETÊNCIA PROFISSIONAL IV PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO: Ser capaz de articular teorias
e conceitos considerando os métodos científicos e concepções éticas na produção de saberes em
saúde, bem como incorporar os resultados no desenvolvimento tecno-científico da enfermagem e
na melhoria das condições de vida e saúde da população.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO – Escala de
zero (sem importância ou exclusão) a dez
(importância máxima)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
0
N) Problematiza a situação de prática
demandam investigação científica.
que
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Opiniões que indicam concordância do formato
atual
“OK!”
“Produção de conhecimento é muito importante para
poder ajudar as pessoas a entender como podem
melhorar suas condições de vida. É um suporte na
hora de argumentar e/ou contestar algo que esteja
errado”.
Opiniões sem sugestões
“Aprender a aprender”.
“Enquanto alunos eles não tem a noção do quanto isso
é valioso, e só traz conhecimento e experiência”.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“Ser capaz de articular teorias, considerando os
métodos científicos e conceitos éticos na produção de
saberes em saúde, bem como... incorporar...”
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos
pontos atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar
sua opinião). Poderá também acrescentar novos
critérios ou reelaborar os contidos no documento.
Opiniões sem sugestões
“Meu TCC esta problematizado em cima da
prática acadêmica”.
O) Identifica as diferentes formas de produzir
conhecimento e os pressupostos teóricos que
as orientam.
P) Identifica problemas prioritários e passíveis de
investigação, considerando o envolvimento,
conhecimento prévio sobre ele e o tempo para
realizar o estudo.
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Telefone/Fax: (65) 3615-8886/8834 / e-mail: [email protected] / www.ufmt.br/observarh
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Q) Analisa os estudos desenvolvidos sobre o
problema a ser estudado através de pesquisas
em bases de dados acadêmicas.
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
verbos
“analisa ou utiliza?”
Opiniões sem sugestões
“Utilizo Scielo, Periódicos da ARPS, etc”.
R) Utiliza instrumentos científicos/ metodológicos
para compreensão do problema e proposição
de questões de pesquisa.
S) Elabora projeto de investigação ou de
intervenção articulado ao problema levantado,
utilizando metodologia adequada e possível de
ser
executada
no
tempo
proposto,
contemplando a ética em pesquisa em saúde.
T) Realiza estudo conforme cronograma proposto.
Opiniões sem sugestões
“ TCC”.
GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO – Escala de
zero (sem importância ou exclusão) a dez
(importância máxima)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
0
U) Elabora relatório de pesquisa seguindo normas
acadêmicas.
V) Prepara artigo para divulgação do estudo.
W) Reformula sua prática segundo evidências
científicas
UFMT
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
COMENTÁRIOS LIVRES em relação aos critérios ou aos
pontos atribuídos (caso prefira excluir critério e justificar
sua opinião). Poderá também acrescentar novos
critérios ou reelaborar os contidos no documento.
Opiniões sem sugestões
“Ao participar de projeto de pesquisa realizei
relatório de pesquisa”.
Opiniões sem sugestões
“Meu artigo ainda está sendo revisado pela revista”.
Opiniões que indicam concordância do formato
atual
“muito importante!”
Opiniões sem sugestões
“Busco sempre evidências científicas para formular
a prática”.
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X) Apresenta resultados para seus pares nos
diferentes fóruns de divulgação científica.
UFMT
Opiniões sem sugestões
“Já apresentei trabalho em congressos e encontros”.
“Controle social nas várias esferas”.
Y) Defende suas idéias de forma fundamentada e
Sugestões de introdução de expressões, palavras e
acolhe críticas e sugestões para a melhoria do
verbos
estudo.
“Argumenta suas idéias de forma fundamentada e
acolhe críticas e sugestões para a melhora do estudo
e/ou realidade.
Opiniões sem sugestões
“O saber-ser envolve saber ouvir críticas, reconhecer
falhas e reconhecer pontos de melhorias”.
Z) Produz artigos, cartilhas, informativos conforme
Opiniões sem sugestões
normas específicas.
“Ao decorrer da vida acadêmica formulei cartilhas,
normas, artigos, banner, cartazes explicativos”.
“Estar preparado, mas não necessariamente vá dar
conta dessa competência na graduação”.
“A produção cientifica p/ aluno ensina para
educador enriquece”.
OBS: Comentário Geral - Sugestões de introdução de expressões, palavras e verbos - “há uma lacuna imensa neste instrumento - só prevê
aquisição de competências relativas ao 4 processos de trabalho do enfermeiro= tecnico-cientifica (cuidar/cuidado), gerenciar, educar e pesquisar.
tudo que se fala atualmente em formação volta-se para os aspectos da subjetividade, do ser, do comportamento e atitude. a ética está subliminar,
falta comunicação, relações no trabalho, criatividade, iniciativa, postura critico reflexiva, dimensão política da formação. penso que se tivessem
utilizado as dimensões citadas na página inicial, essas questões teriam sido completadas: - técnico cientifica; - socio-educativas; - etico-politicas”.
“sugestões de competências:#Avalia a qualidade o (a) cuidado de enfermagem sob a ótica do usuário/família e comunidade.# Utiliza-se de
tecnologias para estimular a participação/ ação de usuários/ familias/ comunidade no cuidado à saúde”.
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APÊNDICE 4 - DADOS DA 1.ª ETAPA - COMPETÊNCIA PROFISSIONAL IV - EDUCATIVA - Desvio Padrão,
Média e Resultado Final da competência profissional
DESVIO
PADRÃO
MÉDIA
RESULTADO
FINAL
A) Problematiza a situação de prática que demandam investigação científica.
0,8
8,7
INCLUIR
B) Identifica as diferentes formas de produzir conhecimento e os pressupostos teóricos que as orientam.
1,6
9,2
INCLUIR
1,1
9,3
INCLUIR
1,2
9,6
INCLUIR
0,9
9,3
INCLUIR
0,9
9,0
INCLUIR
0,8
8,9
INCLUIR
1,0
9,3
INCLUIR
1,0
9,5
INCLUIR
J) Reformula sua prática segundo evidências científicas
0,5
9,0
INCLUIR
K) Apresenta resultados para seus pares nos diferentes fóruns de divulgação científica.
0,7
8,9
INCLUIR
L) Defende suas idéias de forma fundamentada e acolhe críticas e sugestões para a melhoria do estudo.
1,8
9,3
INCLUIR
M) Produz artigos, cartilhas, informativos conforme normas específicas.
0,8
9,5
INCLUIR
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
C) Identifica problemas prioritários e passíveis de investigação, considerando o envolvimento, conhecimento
prévio sobre ele e o tempo para realizar o estudo.
D) Analisa os estudos desenvolvidos sobre o problema a ser estudado através de pesquisas em bases de dados
acadêmicas.
E) Utiliza instrumentos científicos/ metodológicos para compreensão do problema e proposição de questões de
pesquisa.
F) Elabora projeto de investigação ou de intervenção articulado ao problema levantado, utilizando metodologia
adequada e possível de ser executada no tempo proposto, contemplando a ética em pesquisa em saúde.
G) Realiza estudo conforme cronograma proposto.
H) Elabora relatório de pesquisa seguindo normas acadêmicas.
I)
Prepara artigo para divulgação do estudo.
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APÊNDICE 5 – DADOS DA 2ª ETAPA
COMPETÊNCIA 1 - ATENÇÃO A SAÚDE - Estar apto a intervir no processo saúde-doença responsabilizando-se pela qualidade da
assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção a saúde, com ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação a saúde, na perspectiva da integralidade da assistência tanto em nível individual quanto coletivo.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A) Reconhece vulnerabilidades e riscos potenciais em indivíduos, e grupos populacionais considerando os seus condicionantes e
determinantes.
B) Identifica necessidades e problemas de saúde (individuais e coletivos) dentro de um contexto específico de vida e da instituição
de saúde.
C) Aplica instrumentos de avaliação e interpretação do estado de saúde
D) Diagnostica necessidades e problemas a partir de pressupostos teórico-metodológicos (teorias, métodos e técnicas).
E) Reconhece as necessidades e problemas de saúde em suas diversas dimensões (sociocultural, psicoemocional, biológica e
ambiental), considerando suas expressões e fases evolutivas.
F) Toma decisões para enfrentamento de situações problema.
G) Propõe alternativas de solução baseadas em evidências científicas, respeitando as condições do indivíduo e família e/ou
coletividade, seus conhecimentos, cultura, autonomia e vulnerabilidade.
H) Responsabiliza-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em diferentes níveis da atenção a saúde, na
perspectiva da integralidade da assistência.
I) Utiliza tecnologias adequadas à solução dos problemas/ necessidades.
J) Reconhece-se membro da equipe de saúde integrando as ações de enfermagem às ações multiprofissionais.
K) Interpreta os resultados de sua intervenção a partir de indicadores de mudança.
L) Avalia processos de intervenção com base em métodos e instrumentos de interpretação e de intervenção em saúde.
M) Traduz e divulga os resultados do trabalho em enfermagem em linguagem acessível à clientela (profissionais e usuários).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA
NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE
REDE OBSERVATÓRIOS DE RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE
UFMT
COMPETÊNCIA II - ADMINISTRATIVAS E GERENCIAIS - Estar apto a tomar iniciativas, gerenciar a força de trabalho, os recursos
físicos e materiais e as tecnologias de informação, e estar aptos a ser empreendedor, gestor e líder das equipes de saúde e de
enfermagem.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A) Identifica as políticas sociais e modelos de atenção à saúde e suas implicações na organização das diversas áreas e níveis
assistenciais.
B) Discerne entre as diversas formas de organização do trabalho e seus fundamentos científicos.
C) Identifica parceiros para o estabelecimento de redes de cooperação, existentes na realidade local, para a resolução de
problemas.
D) Reconhece os elementos constitutivos do processo de trabalho em saúde e enfermagem (subjetivos, técnico-científico, éticopolítico e sócio-educativo)
E) Identifica os elementos das políticas institucionais de recursos humanos e não humanos e seus determinantes no gerenciamento
de pessoas, materiais, equipamentos, custos /financeiro, ambientes, tecnologias, informações e assistência de saúde e de
enfermagem.
F) Correlaciona as influências da evolução do pensamento administrativo na prática gerencial dos serviços de saúde e de
enfermagem nos diferentes níveis de atenção.
G) Analisa a estrutura física e organizacional dos serviços de saúde e enfermagem, tendo em vista as intervenções para melhorias
do processo de trabalho.
H) Analisa as fragilidades e potencialidades (subjetividade/planos em conflito/ liderança informal) para o processo de trabalho
administrativo/gerencial.
I) Reconhece-se como agente de transformação social e de mudanças que assegurem o bem estar individual e coletivo.
J) Reconhece-se como líder e responsável técnico para equipe de enfermagem e integrante de uma equipe multiprofissional.
K) Utiliza principios científicos, éticos e legais na tomada de decião e nas relações interpessoais nos serviços de saúde e
enfermagem.
L) Planeja, de forma compartilhada, a resolução dos problemas gerenciais relacionados com o cuidado em saúde e enfermagem.
M) Implementa ações articuladas com as políticas de RH e de educação permanente da instituição.
N) Gerencia o cuidado de enfermagem em todos os processos de trabalho em saúde.
O) Acompanha e supervisiona o processo de trabalho em enfermagem utilizando medidas para garantir a qualidade da atenção à
saúde conforme direitos do cidadão.
P) Emprega metodologias avaliativas que agreguem os trabalhadores e a comunidade atendida de forma co-responsável para a
melhoria dos serviços de saúde.
Q) Divulga as avaliações realizadas entre os trabalhadores, a clientela interessada e a comunidade científica.
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COMPETÊNCIA III – EDUCATIVAS - Ser capaz de aprender continuadamente para a sua formação. Responsabilizar-se com a
educação e capacitação de futuros profissionais e de membros de sua equipe, de maneira que haja benefício mútuo entre os futuros
profissionais e os profissionais do serviço, estimulando o desenvolvimento e a mobilidade acadêmica/profissional, a formação e
cooperação. Ser capaz de promover a educação em saúde de indivíduos, famílias e grupos visando à construção de conhecimentos
para o autocuidado, o cuidado do outro, mudança de estilos de vida e para a participação no controle social em saúde.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A) Reconhece as concepções saúde-doença dos indivíduos e grupos, considerando os aspectos sócio-culturais inerentes ao
trabalho educativo.
B) Reconhece as potencialidades e dificuldades da equipe de enfermagem relacionadas com o desenvolvimento de suas
competências profissionais.
C) Reconhece a necessidade de sua educação e qualificação continuada.
D) Avalia as necessidades educativas de indivíduos, grupos e profissionais.
E) Analisa a adequação da ação educativa considerando a sua finalidade, as diferentes estratégias metodológicas e o contexto no
qual será implementada.
F) Planeja a atividade educativa considerando as características do grupo participante e o contexto no qual a atividade será
realizada.
G) Desenvolve atividades educativas respeitando o conhecimento, direitos e deveres do outro, com vista à construção da autonomia
e a eliminação das desigualdades.
H) Busca auto-educação permanente.
I) Utiliza metodologias educativas pertinentes \adequadas aos objetivos propostos e à clientela para a qual a atividade será dirigida.
J) Propõe e implementa de maneira compartilhada a avaliação do processo educativo realizado
K) Avalia os resultados utilizando-os para o planejamento de novas atividades.
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COMPETÊNCIA IV - PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO - Ser capaz de articular teorias e conceitos considerando os métodos
científicos e concepções éticas na produção de saberes em saúde, bem como incorporar os resultados no desenvolvimento tecnocientífico da enfermagem e na melhoria das condições de vida e saúde da população.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A) Problematiza a situação de prática que demandam investigação científica.
B) Identifica as diferentes formas de produzir conhecimento e os pressupostos teóricos que as orientam.
C) Identifica problemas prioritários e passíveis de investigação, considerando o envolvimento, conhecimento prévio sobre ele e o
tempo para realizar o estudo.
D) Analisa os estudos desenvolvidos sobre o problema a ser estudado através de pesquisas em bases de dados acadêmicas.
E) Utiliza instrumentos científicos/ metodológicos para compreensão do problema e proposição de questões de pesquisa.
F) Elabora projeto de investigação ou de intervenção articulado ao problema levantado, utilizando metodologia adequada e possível
de ser executada no tempo proposto, contemplando a ética em pesquisa em saúde.
G) Realiza estudo conforme cronograma proposto.
H) Elabora relatório de pesquisa seguindo normas acadêmicas.
I) Prepara artigo para divulgação do estudo.
J) Reformula sua prática segundo evidências científicas
K) Apresenta resultados para seus pares nos diferentes fóruns de divulgação científica.
L) Defende suas idéias de forma fundamentada e acolhe críticas e sugestões para a melhoria do estudo.
M) Produz artigos, cartilhas, informativos conforme normas específicas.
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Parte 1 - Observa RH