OTUKA AK; DE BORTOLI SA; VIEIRA NF; VIANA MA; ALENCAR JRCC;
VACARI AM. 2011. Efeito do armazenamento de ovos de Plutella xylostella sobre os
parâmetros biológicos dos adultos. Horticultura Brasileira 29: S513-S521
Efeito do armazenamento de ovos de Plutella xylostella sobre os
parâmetros biológicos dos adultos.
Alessandra Karina Otuka1; Sergio Antonio De Bortoli1; Natália Fernanda Vieira1;
Marina Aparecida Viana1; João Rafael De Conte Carvalho de Alencar1; Alessandra
Marieli Vacari1.
1
FCAV/Unesp – Dep. Fitossanidade – Laboratório de Biologia e Criação de Insetos Faculdade de
Ciências Agrárias e Veterinárias (Via de Acesso Prof. Paulo Donato Castellane s/n, CEP: 14884-990
[email protected],
[email protected],
Jaboticabal-SP).
e-mail:
[email protected], [email protected], [email protected], [email protected]
RESUMO
Ovos de Plutella xylostella foram
retirada uma amostra (quando possível)
armazenados
diferentes
de 10 casais por tratamento, que foram
temperaturas e períodos objetivando
separados em 5 gaiolas, perfazendo 5
avaliar as características reprodutivas e
repetições. Os parâmetros avaliados
a longevidade dos adultos oriundos
foram:
desse armazenamento. Os tratamentos
fêmeas, total de ovos por fêmea e
utilizados foram: 0, 5, 10, 15, 20, 25 e
viabilidade
30
nas
oriundos dos ovos nas temperaturas de
temperaturas de 3, 5, 8, 10 e 12°C,
8 e 12ºC colocaram grande número de
sendo “0” a testemunha, mantida em
ovos e para o período de 15 dias não
25±1°C, 70±10% UR e 12 horas de
houve diferença da testemunha no
fotofase. Cada parcela experimental foi
número de ovos colocados e na
constituída de 500 ovos, que foram
viabilidade, reduzindo para os demais
colados
papel
períodos de armazenamento. Observou-
quadriculado (com um ovo por área de
se a inviabilização dos embriões no
0,4 x 0,5cm), totalizando 100 ovos por
período de 30 dias de armazenamento
repetição. As lagartas foram mantidas
nas diferentes temperaturas. O período
nas placas e oferecidos discos de couve
de incubação dos ovos também não foi
diariamente. As pupas formadas foram
influenciado
individualizadas em placas ELISA® e
armazenamento. Portanto, ovos de P.
observadas
a
xylostella podem ser armazenados por
emergência dos adultos. Dos adultos
até 15 dias à 8°C sem que os adultos
que emergiram nas repetições foi
sejam afetados significativamente.
dias
de
em
em
armazenamento,
cartelas
diariamente
de
até
longevidade
dos
de
ovos.
pelos
machos
Os
e
adultos
períodos
de
Palavras-chave: fecundidade, biologia
de insetos, traça-das-crucíferas.
Hortic. bras., v.29, n. 2 (Suplemento - CD ROM), julho 2011
S513
OTUKA AK; DE BORTOLI SA; VIEIRA NF; VIANA MA; ALENCAR JRCC;
VACARI AM. 2011. Efeito do armazenamento de ovos de Plutella xylostella sobre os
parâmetros biológicos dos adultos. Horticultura Brasileira 29: S513-S521
ABSTRACT – Effect of storage of
replications. The parameters evaluated
Plutella xylostella eggs in biological
were: longevity of males and females,
parameters of adult.
eggs per female and egg viability. The
Plutella xylostella eggs were stored at
adults from eggs storage at temperatures
different temperatures and periods to
8 and 12°C showed large numbers of
evaluate the reproductive traits and
eggs and the period of 15 days there
longevity of adults from this storage.
was no difference between the control
The treatments were 0, 5, 10, 15, 20, 25
and treated the control in number of
and 30 days of storage at temperatures
eggs and viability, decreasing for the
of 3, 5, 8, 10 and 12°C, and control.
remaining periods of storage. It was
Each experimental plot was establisted
observed the non-viability of eggs
with of 500 eggs, which were glued on
within 30 days of storage at different
the graph paper (with one egg per area
temperatures. The incubation period of
of 0,4 x 0,5 cm). The pupae were
eggs was not influenced by storage
isolated in ELISA® plates and observed
periods.
daily until adult emergence. Of adults
diamondback moth can be stored for 15
that emerged within replicates a sample
days at 8°C and that adults are not
was obtained (when possible) of 10
significantly affected.
couples per treatment, which were
Keywords:
separated into five cages, totaling five
insects, diamondback moth.
Therefore,
fecundity,
eggs
of
biology
of
INTRODUÇÃO
Plutella xylostella (L., 1758) (Lepidoptera: Plutellidae), conhecida como traça-dascrucíferas, é considerada a praga mais importante das brássicas, com ocorrência
freqüente em todas as áreas de cultivo no mundo (Talekar & Shelton, 1993; Castelo
Branco et al., 2001; Dias et al., 2004). Esta praga causa sérios danos à cultura,
depreciando o produto, interferindo no crescimento da planta e até mesmo provocando
sua morte ou perda total nos campos de produção (Castelo Branco & Gatehouse, 2001).
A presença desta praga pode ser verificada o ano todo, por isso tem se tornado alvo de
pesquisas em todas as regiões produtoras (Thuler, 2006). Devido a isto, o
armazenamento de diferentes estágios dos insetos (ovos ou pupas, por exemplo), ou a
criação das larvas em baixas temperaturas, é uma importante ferramenta no processo de
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S514
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criação massal, pois pode possibilitar a manutenção de colônias de criações menores,
facilitar o transporte desse material e favorecer a manutenção de um suprimento estoque
de diferentes fases de desenvolvimento do inseto que poderá assegurar o ciclo de
produção no laboratório (Albergaria et al., 2005), de modo a dispor de população para a
realização de estudos básicos até mesmo durante períodos do ano em que, sob condições
naturais, não seria possível (Parra, 1992). Como observado em estudos feitos em Ithaca,
New York, onde não foram coletadas traça-das-crucíferas nos meses de inverno nos
anos de 1990 e 1991 devido à impossibilidade de se cultivar brássicas neste período do
ano (Talekar & Shelton,1993). A possibilidade de usar baixas temperaturas como
auxílio às criações massais foi observada há mais de 60 anos, e sua implementação
coincidiu com a chegada da refrigeração (King, 1934; Schread & Garman, 1934; Hanna,
1935). Muitas pesquisas têm sido empregadas para o armazenamento a frio com o
objetivo de prolongar fases do ciclo do inseto para uma eventual necessidade e melhoria
do controle da criação. Sendo assim, o objetivo do trabalho foi avaliar a influência do
armazenamento de ovos em diferentes temperaturas e períodos, nos parâmetros
biológicos dos adultos de P. xylostella.
MATERIAL E MÉTODOS
Os ovos de P. xylostella foram provenientes da criação do Laboratório de Biologia e
Criação de Insetos (LBCI), FCAV-Unesp, onde também foi realizado o experimento. Os
tratamentos utilizados foram: 0, 5, 10, 15, 20, 25, 30 dias de armazenamento, nas
temperaturas de 3, 5, 8, 10, 12°C. A testemunha “0” foi mantida em sala climatizada
com temperatura de 25±1ºC, UR de 70±10% e fotofase de 12 horas. Cada parcela
experimental foi constituída de 500 ovos com 0 a 12 horas da postura, sendo 5
repetições com 100 ovos cada. Os ovos foram colados em cartelas de papel
quadriculado (com um ovo por área de 0,4 x 0,5cm), totalizando 100 ovos, que foram
acondicionados sobre papel filtro umedecido em placas de Petri com diâmetro de 14cm
e expostas aos respectivos tratamentos. Após o período de exposição nas diferentes
temperaturas, as lagartas emergidas foram transferidas para recipientes plásticos
transparentes medindo 25 x 15 x 12cm, sendo oferecido diariamente folhas de couve.
Os recipientes foram mantidos em sala climatizada (T de 25±1ºC, UR de 70±10% e
fotoperíodo de 12 horas) até a formação das pupas, que foram individualizadas em
placas ELISA® e observadas diariamente, até a emergência dos adultos. Dos adultos que
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emergiram, dentro das repetições, foi retirada uma amostra (quando possível) de 10
casais por tratamento, que foram separados em 5 gaiolas redondas (potes plásticos de
1Kg). Durante quatro dias foi observado o número de ovos e a viabilidade; após este
período foi cessada a contabilização, de acordo com Thuler, 2009. Os adultos foram
observados diariamente até a morte. Uma amostra de 100 ovos por tratamento foi
retirada e colada em uma cartela de papel quadriculado (com um ovo por área de 0,4 x
0,5cm), que foi acondicionada em placa de Petri com diâmetro de 14cm e avaliada
diariamente para observação da viabilidade e período de incubação. Foram
determinados as características biológicas: razão sexual, longevidade de machos e
fêmeas e fecundidade. Os dados dos parâmetros longevidade de machos e fêmeas foram
transformados em log x. Dentre as diversas técnicas disponíveis para a extração de
fatores, utilizou-se a extração por componentes principais. O efeito da temperatura,
período de exposição e sua interação sobre cada variável original e fator extraído foi
testado pelo General Linear Model (GLM), utilizado como análise de variância
(ANOVA). As diferenças significativas entre os níveis dos efeitos principais
(temperatura e período de exposição) foram comparados pelo teste de Fisher (LSD). As
análises foram processadas no programa Statística versão 7.0 (Statsoft Inc., 2004).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A Tabela 1 apresenta os resultados da análise fatorial realizada com os dados da fase
adulta de P. xylostella, juntamente com suas respectivas ANOVA e média do teste de
comparações múltiplas.
Dois fatores são responsáveis por 28% da variabilidade dos dados globais. O primeiro
fator da fase adulta do inseto (AF1 = longevidade) representa 14% da variabilidade dos
dados, e apresentou correlação com as longevidades de machos e fêmeas. Na Tabela 1
vê-se que essas duas longevidades apresentam sinais iguais indicando que à medida que
uma diminui a outra também diminui ou à medida que uma aumenta a outra também
aumenta. A menor longevidade dos adultos foi obtida na temperatura de 3oC e conforme
há um incremento na temperatura há um aumento na longevidade (Figura 1). Este fator
mostra que temperaturas muito abaixo da ideal podem influenciar no processo
fisiológico e bioquímico do inseto, resultando em um aumento ou diminuição das taxas
de açúcares, ésteres, aminoácidos, proteínas, etc que reduz a longevidade (Tulisalo,
1984).
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parâmetros biológicos dos adultos. Horticultura Brasileira 29: S513-S521
Pela Figura 2 nota-se que a maior longevidade dos adultos foi obtida com 25 dias de
exposição, seguida da testemunha (0 dias), e as menores longevidades com 5 e 10 dias
de exposição. Provavelmente, nas baixas temperaturas, 5 a 10 dias de exposição é o
intervalo onde estão ocorrendo as mudanças de adaptações no processo metabólico do
inseto, reduzindo a sua longevidade neste intervalo.
O segundo fator da fase adulta do inseto (AF2 = fertilidade) é responsável por 14% da
variabilidade remanescente. Este fator se correlaciona com as variáveis: número de ovos
por fêmea e viabilidade. Na Tabela 1 nota-se que essas duas variáveis apresentam sinais
iguais indicando que à medida que uma diminui a outra também diminui ou à medida
que uma aumenta a outra também aumenta. A menor fertilidade das fêmeas foi obtida
na temperatura de 3oC, sendo 8 e 12oC as temperaturas que proporcionaram maior
número de ovos com viabilidades altas (Figura 3).
Pela Figura 4 nota-se que a maior fertilidade das fêmeas foi obtida na testemunha (0
dias) e 15 dias de exposição e a menor com 5 dias de exposição; a partir deste ponto a
fertilidade volta a crescer até 15 dias de exposição e daí em diante torna a cair.
Provavelmente, nas baixas temperaturas, 5 dias de exposição é o intervalo onde está
ocorrendo às mudanças de adaptações no processo metabólico do inseto, reduzindo a
sua fertilidade neste intervalo. A partir daí um aumento no tempo de exposição à baixas
temperaturas faz com que a fertilidade das fêmeas volte a decrescer.
Portanto, o armazenamento de ovos de P. xylostella pode ser realizado por até 15 dias a
8ºC não afetando a biologia do inseto pós-armazenamento e prolongado o ciclo de uma
geração em 15 dias.
AGRADECIMENTOS
Ao CNPq e a Fapesp pela concessão de bolsas.
REFERÊNCIAS
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2005.
Efeito do armazenamento na viabilidade de ovos de Ceratitis capitata (Diptera:
Tephritidae). Arquivos do Instituto Biológico 72: 64. Suplemento 2.
CASTELO BRANCO M; GATEHOUSE A. 2001. Survey of insecticide susceptibility
in Plutella xylostella (L) (Lepidoptera: Yponomeutidae) in the Federal District, Brazil.
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Hortic. bras., v.29, n. 2 (Suplemento - CD ROM), julho 2011
S517
OTUKA AK; DE BORTOLI SA; VIEIRA NF; VIANA MA; ALENCAR JRCC;
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inseticidas para o controle da traça-do-tomateiro e traça-das-crucíferas: um estudo de
caso. Horticultura Brasileira 19 (1): 60-63.
DIAS DGS; SOARES CMS; MONNERAT R. 2004. Avaliação de larvicidas de origem
microbiana no controle da traça-das-crucíferas em couve-flor. Horticultura Brasileira
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HANNA AD. 1935. Fertility and tolerance of low temperature in Euchalcidia carybori
Hanna (Hymenoptera: Chalcidinae). Bulletin of Entomological Research 26: 315-322.
KING CBR. 1934. Cold storage effect on Trichogramma and on eggs of Ephestia
kuehniella. Tea Quarterly 1: 19-27.
PARRA JRP. 1992. Técnicas de criação de insetos para programas de controle
biológico. Piracicaba: FEALQ. 160 p.
SCHREAD JC; GARMAN P. 1934. Some effects of refrigeration on the biology of
Trichogramma in artificial breeding. Journal of Entomology Society 42: 268-283.
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2004. Disponível em: <http://www.statsoft.com>. Acesso em: 25 jul. 2005.
TALEKAR NS; SHELTON AM. 1993. Biology, ecology and management of the
diamondback moth. Annual Review of Entomology 38: 275-301.
THULER RT. 2006. Plutella xylostella (L.) (Lepidoptera: Plutellidae): táticas para o
manejo integrado em brássicas. Jaboticabal: Unesp – FCAV 83p. (Tese Doutorado).
THULER, RT. 2009. Criação de Plutella xylostela. In: DE BORTOLI SA. (Ed.).
Criação de insetos: da base à biofábrica. Jaboticabal: Edição própria. p.58-68.
TULISALO U. 1984. Mass rearing techniques. In: CANARD M; SEMERIA Y; NEW
TR. (Eds). Biology of Chrysopidae. Netherlands: W. Junk Publishers, p.213–220.
Tabela 1. Resultados da análise fatorial, ANOVA e teste de Fisher (LSD) para os
parâmetros da fase adulta de Plutella xylostella oriunda de ovos expostos aos diferentes
períodos de exposição nas diferentes temperaturas, sendo AF1 = longevidade e AF2 =
fertilidade. Results of factor analysis, ANOVA and Fisher (LSD) for the parameters of
the diamondback moth adult stage from eggs exposed to different periods of exposure at
different temperatures and AF1 and AF2 = = longevity fertility .Jaboticabal/SP,Unesp,
2010).
Hortic. bras., v.29, n. 2 (Suplemento - CD ROM), julho 2011
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AF1
Fatores
Longevidade de Machos
Longevidade de Fêmeas
Número de ovos/Fêmea
Viabilidade de Ovos
Variância explicada (%)
Interpretação
Modelos da ANOVAa
Significância
r2
Fonte de variância
Temperatura
Período de exposição
Comparações múltiplas das médias pela temperaturab
o
3C
5 oC
8 oC
10oC
12oC
AF2
c
0,862763
0,749600
0,230811
-0,053088
14
Longevidade
-0,076111
0,325417
0,759625
0,820177
14
Fertilidade
***
0,47
Sign. %SS
9,1***
38,9***
***
0,61
Sign. %SS
18,1***
48,9***
b
a
a
ab
a
c
bc
a
b
a
b
cd
d
bc
bc
a
a
c
bc
a
b
bc
Comparações múltiplas das médias pelo período de exposiçãob
0 dias
5 dias
10 dias
15 dias
20 dias
25 dias
a
Níveis de significância: *P=0.05, **P=0.01, ***P=0.001, ns=não significativo; r2: coeficiente de determinação;
%SS: porcentagem do total da soma de quadrados; b Comparações múltiplas das médias: valores seguidos pela
mesma letra em cada coluna não são significativos ao nível de 0,05. a>b>... c Coeficientes dos fatores em negrito
foram utilizados para a interpretação. a Significance levels: * P = 0.05, ** P = 0.01, *** P = 0.001, ns = not
significant; r2: coefficient of determination; %SS: percentage of the total sum of squares; b Multiple comparisons of
means : Values followed by the same letter in each column are not significant at the 0.05 level. a> b >... cCoefficients
of the factors in bold were used for interpretation.
LM = 10,0 dias
LF = 9,1 dias
LM = 9,8 dias
LF = 8,9 dias
LM = 12,0 dias
LF = 10,1 dias
LM = 10,9 dias
LF = 9,5 dias
LM = 10,9 dias
LF = 9,8 dias
Figura 1. Média dos escores de AF1 que correlaciona as variáveis: longevidade de machos (LM) e
longevidade de fêmeas (LF) nas diferentes temperaturas. Average scores of AF1 that correlates the
variables: longevity of males (LM) and longevity (LF) at different temperatures (Jaboticabal/SP,Unesp,
2010).
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LM = 9,9 dias
LF = 10,4 dias
LM = 9,4 dias
LF = 8,2 dias
LM =
dias
14,2
LM = 8,3 dias
LF = 7,8 dias
LM = 11,1 dias
LF = 9,5 dias
LM =
dias
11,1
Figura 2. Média dos escores de AF1 que correlaciona as variáveis: longevidade de machos (LM) e
longevidade de fêmeas (LF) nos diferentes períodos de exposição. Average scores of AF1 that correlates
the variables: longevity of males (LM) and longevity (LF) in different periods of exposure
(Jaboticabal/SP,Unesp, 2010).
NO = 167,5 ovos
VO = 92,0%
NO=121,6
ovos
NO = 159,7 ovos
VO = 92,9%
NO = 149,4 ovos
VO = 88,9%
NO = 137,2 ovos
VO = 90,0%
Figura 3. Média dos escores de AF2 que correlaciona as variáveis: nº de ovos por fêmea (NO) e
viabilidade de ovos (VO) nas diferentes temperaturas. Average scores of AF2 which correlates the
variables: number of eggs per female (NO) and egg viability (VO) at different temperatures
(Jaboticabal/SP,Unesp, 2010).
NO=175,6 ovos
VO = 95,8%
NO= 145,3 ovos
VO = 89,6%
NO=110,1 ovos
VO = 86,8%
NO=163,4 ovos
VO = 94,3%
NO=138,6 ovos
VO = 86,2%
NO=143,4 ovos
VO = 86,7%
Figura 4. Média dos escores de AF2 que correlaciona as variáveis: nº de ovos por fêmea (NO) e
viabilidade de ovos (VO) nos diferentes períodos de exposição. Average scores of AF2 which correlates
Hortic. bras., v.29, n. 2 (Suplemento - CD ROM), julho 2011
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the variables: number of eggs per female (NO) and egg viability (VO) at different times of exposure
(Jaboticabal/SP,Unesp, 2010)
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