MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO Ano de Implementação: 2010 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO APRESENTAÇÃO Visando o desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, a Universidade Federal de Santa Maria – UFSM – define, através do seu Projeto Político Pedagógico, os princípios básicos que devem nortear as atividades de ensino, pesquisa e extensão da instituição. Com o mesmo intuito, este documento também define os princípios que devem nortear as atividades pedagógicas realizadas no Curso de Especialização em Mídias na Educação. Deste modo, este capítulo descreve de maneira sucinta o histórico da UFSM na educação à distância e contextualiza este projeto neste histórico. A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi credenciada para atuar em Educação à Distância (EAD) pelo Ministério de Estado da Educação através da Portaria Nº. 4208, de 17 de dezembro de 2004, e teve suas ações em EAD regulamentadas pela Resolução 12/2008 de 17 de junho de 2008. Para a UFSM, educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, utilizando recursos didáticos sistematicamente organizados e apresentados em diferentes suportes e mídias, principalmente a mídia informática e Ambientes Virtuais de Ensino/Aprendizagem. A missão da Educação a Distância na UFSM é atuar como um agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, incentivando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação aos métodos didático-pedagógicos e possibilitando o acesso à Educação Superior Pública e de qualidade, bem como propiciando a democratização do acesso à educação de forma a contribuir para a redução das diferenças socioculturais que se perpetuam em nossa sociedade. Ciente de sua missão, a UFSM vem desde o ano 2005 estimulando a comunidade acadêmica para a implantação dos Programas de Educação a Distância. A primeira iniciativa da administração foi designar um representante da UFSM junto ao Consórcio – Rede Universidade Virtual Pública do Brasil - UNIREDE. Simultaneamente foi possível implantar o Curso de Licenciatura em Educação Especial e de PósGraduação Lato Sensu, também em Educação Especial e que deram início às primeiras ações em direção ao ensino a distância. Em 2006 a UFSM assumiu-se, também, como pólo regional do Curso de Licenciatura em Letras/Libras, coordenado pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Hoje na UFSM está em pleno desenvolvimento o projeto da Universidade Aberta do Brasil - UAB, com cursos de graduação como aqueles que atualmente a UFSM está oferecendo: cursos de graduação em Pedagogia, Letras/Português, Letras/Espanhol, Física, Sociologia, Tecnólogo em Agricultura Familiar e Sustentabilidade e Administração; e os cursos de Pós-Graduação lato sensu em Gestão Educacional, Gestão de Arquivos, Tecnologia da Informação e Comunicação Aplicada à Educação e Gestão Ambiental. Estes cursos estão implantados em 31 municípios pólos e totalizaram 1.358 alunos em 2009. A UFSM participa, ainda, do Projeto Pró-Licenciatura II, juntamente com mais 7 IES públicas e comunitárias do Rio Grande do Sul, formando a Rede Gaúcha de Ensino Superior a Distância (REGESD), na oferta de cursos de Licenciatura em Matemática, Geografia e Letras/Espanhol, os quais coordena, e as licenciaturas em Biologia, Artes Plásticas e Inglês, coordenados pela UFRGS, tendo nesta parceria as Universidades Federais de Pelotas, Rio Grande e CEFET/RS de Pelotas e as Comunitárias: Universidade de Caxias do Sul (UCS) e de Santa Cruz (UNISC). Ingressaram nestes cursos de licenciatura 279 professores do ensino básico público, estadual e municipal do RS, que ainda não possuem o curso superior na área em que atuam. Para atender estes cursos a Coordenadoria de Educação a Distância da UFSM, vinculada a Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), conta com uma equipe Multidisciplinar, uma equipe de Tecnologia e uma equipe de Capacitação, compostas por profissionais de diferentes áreas do conhecimento. A equipe de Tecnologia vem atuando na implementação da plataforma Moodle e sua customização em um Ambiente Virtual de Ensino/Aprendizagem, visando também torná-la interoperável com o “SIE” (Programa que administra o Sistema Acadêmico da UFSM). A equipe Multidisciplinar orienta os professores para a produção de Materiais Didáticos para os cursos de EAD da UFSM, desenvolvendo, também, pesquisas em metodologias de ensino e produção de materiais pedagógicos inovadores. A Equipe de Capacitação oportuniza aos professores, tutores a distância e presenciais e coordenadores de cursos e de pólos, cursos de capacitação, seminários, oficinas, fomentando a pesquisa e a produção científica nesta modalidade de ensino. A Coordenação de EAD/UFSM conta, ainda, com um coordenador, um coordenador da UAB e com profissionais da área de Administração, responsáveis pelas questões financeiras. Em paralelo ao sistema UAB e REGESD, com as discussões a respeito de convergência de mídias, TV Digital interativa e a integração de tecnologias, em 2005 a Secretaria de Educação a Distância do Ministério de Educação (SEED/MEC) aprimorou sua proposta de trabalho em EAD implementando o Programa de Formação Continuada Mídias na Educação, que se trata de um programa modular e a distância dedicado ao uso das mídias no processo de ensino e aprendizagem de forma integradora, articulada e autoral, com o objetivo de atualizar as linguagens, integrar as mídias e as tecnologias, renovar as estratégias didáticas garantindo aos educadores condições de produção em diferentes linguagens de quatro mídias básicas: material impresso, TV e vídeo, rádio e informática. Em resposta a proposta da SEED/MEC, no primeiro semestre de 2007 a UFSM ofertou 4 turmas do Ciclo Básico (120h) do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação, atendo 153 docentes da rede pública dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. No segundo semestre de 2007, foi iniciado nova turma do Ciclo Básico (setembro), com 347 novos docentes da rede pública de ensino, e ofertado o Ciclo intermediário (60h) para os 90 alunos que foram aprovados no primeiro Ciclo Básico, dos quais 60 concluíram (maio/2008). Por ser um programa de educação continuada que deve especializar professores da rede pública em serviço, a SEED/MEC visou desde o princípio englobar os três ciclos do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação da SEED/MEC num único curso em nível latu senso. Neste sentido, em 2008, a UFSM aprovou três edições do Curso de Especialização em Mídias na Educação, tendo a primeira iniciado em dezembro de 2008 e admitido 305 alunos, 151 no Ciclo Básico, 99 no Ciclo Intermediário e 55 no Ciclo Avançado. A segunda edição iniciou em agosto de 2009 com mais 250 alunos, totalizando 555 alunos matriculados em 2009. O curso aprovado em 2008 é integralizado num período de 28 meses. Em 2010, o Programa Mídias na Educação em sua versão latu senso foi incorporado ao Sistema UAB e passou sua administração pedagógica e financeira da SEED/MEC para a CAPES e FNDE. Do ponto de vista pedagógico, o curso deve ser integralizado em 18 meses, tendo as instituições liberdade para definirem seu currículo. Do ponto de vista financeiro, o curso deve se adequar aos padrões de financiamento da UAB. Neste sentido, este projeto visa adequar a terceira edição do curso para os novos moldes CAPES/UAB. O curso é direcionado exclusivamente a professores da rede pública de ensino, sendo financiado pelo MEC e executado em parceria a com Universidade Federal de Santa Maria, a qual interage com a Secretaria Estadual de Educação e as Secretarias de Municípios da Educação do Rio Grande do Sul para definição de demandas e ofertas na Plataforma Freire. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO JUSTIFICATIVA A UFSM tem como objetivos buscar a educação em sua plenitude, desenvolvendo a criatividade e o espírito crítico e propiciando os conhecimentos necessários à transformação social; formar seres humanos cultural, social e tecnicamente capazes; promover a integração harmônica entre o ser humano e o meio ambiente. Para tal são objetivos do Projeto Político-Pedagógico da Instituição: explicitar a identidade institucional por meio de ações político-educacionais que propiciem a convergência das ações desencadeadas por todos os envolvidos no processo, contemplando-se a formação nos diferentes níveis de ensino: ensino médio e profissionalizante, graduação e pós-graduação; instalar um processo contínuo de reflexão sobre o espaço universitário e a diversidade de ações desenvolvidas por todos aqueles comprometidos com a formação de profissionais capazes de posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais; analisar os processos de ensinar, aprender, pesquisar e avaliar, a fim de compreender, de forma ampla e consistente, o fenômeno educativo e a sua prática. Para atender seus objetivos a UFSM vem desenvolvendo, desde o ano de 2004, ações referentes à Educação a Distância e participando ativamente do processo de capacitação de profissionais para a oferta de programas nesta modalidade educacional. Como um dos destaques, temos o pioneirismo da oferta do Curso de Graduação: Licenciatura em Educação Especial, que serviu como âncora para novas ações da equipe de EAD, na medida em que proporcionou experiência e o início de um esforço conjunto dos profissionais para implementar a modalidade de ensino a distância, credenciar a instituição junto ao Conselho Nacional de Educação para esta modalidade e qualificar os docentes e técnicos administrativos para futuras ações na área (Portaria N° 4208 do MEC, de 17 de dezembro de 2004). Estas e outras ações, como a Resolução N° 12/2008 da UFSM, de 17 de junho de 2008, que “Dispõe sobre o estabelecimento de normas aplicáveis à Educação a Distância na Universidade Federal de Santa Maria e dá outras providências.” habilitaram a UFSM como uma das instituições responsáveis pela implementação do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação, que é um programa originário da Secretaria de Educação a Distância – SEED/MEC destinado aos professores da educação básica, educação infantil, educação especial, educação de jovens e adultos, e de profissionais e graduandos de áreas ligadas ao magistério e à gestão educacional. O programa tem por objetivo proporcionar a formação continuada para o uso pedagógico das diferentes mídias e tecnologias da informação e da comunicação como a Mídia TV e Vídeo, a Mídia Informática, a Mídia Rádio e a Mídia Impressa - de forma integrada ao processo de ensino e aprendizagem, contribuindo para a formação de um profissional crítico e criativo, capaz de produzir e estimular a produção nas diversas mídias no contexto de sua prática escolar. A oferta do programa de educação continuada está sendo realizada via articulação entre o MEC, Universidades e Secretarias de Educação Municipais e Estaduais de todo o país, sendo a SEED/MEC e a CAPES as responsáveis pela concepção, acompanhamento, avaliação e provisão de recursos para o Programa. As Secretarias de Educação participam da seleção dos participantes, através da Plataforma Freire. A elaboração e implementação de módulos e percursos, seleção e capacitação de tutores, coordenação, avaliação e certificação são de responsabilidade das Universidades Públicas Federais. Destaca-se que a motivação da UFSM para ingressar no Programa de Formação Continuada Mídias na Educação para oferta deste Curso de Especialização foi a busca de ações que proporcionasse atuar de forma direta na qualificação dos professores do ensino básico, capacitando-os para a criação e produção de seu material didático fazendo o uso integrado das diferentes mídias. A implementação do presente Curso propicia a capacitação em serviço de seus participantes para a criação e produção das diversas Mídias (Informática, Impresso, TV, Vídeo e Rádio) como materiais didáticos e contribui para atingir um dos principais objetivos preconizados pelo Plano de Desenvolvimento Institucional da UFSM, que é a democratização do acesso ao ensino. Enfim, dentro das novas práticas de ensino-aprendizagem e em conformidade com as políticas de desenvolvimento da instituição, que preconiza a utilização das novas tecnologias de ensino, este projeto visa contribuir para o desenvolvimento e ampliação de ações didáticas da UFSM na modalidade de ensino a distância. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Qualificar em nível de pós-graduação lato sensu professores da educação básica da rede pública de ensino, capacitando-os a produzir e a estimular a produção pelos seus alunos de diferentes mídias, de forma articulada, considerandoas como fatores decisivos na formação de professores, como forma direta de contribuir para a melhoria da qualidade da educação brasileira. Objetivos Específicos: • • • • • • • • Proporcionar uma visão geral das mídias, caracterizando-as e fundamentando práticas pedagógicas de utilização em sala de aula; Discutir conceitos, potenciais e implicações do uso das mídias na educação; Trabalhar as mídias apresentadas de maneira que o caráter teórico-prático das atividades busque facilitar o processo de conhecimento e interação entre educadores e educandos por meio da utilização da tecnologia; Possibilitar aos professores e alunos uma dinâmica de trabalho interativa em que diferentes formas de comunicação possam ser estabelecidas tanto de forma síncrona como assíncrona, tendo como base o Ambiente Virtual de Aprendizagem Teleduc. Explorar o potencial dos Programas da SEED/MEC (TV Escola, Proinfo, Rádio Escola, Rived) e os desenvolvidos por IES ou Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, no Projeto Político Pedagógico da escola, sua gestão no cotidiano escolar e sua disponibilidade à comunidade. Elaborar propostas concretas para utilização dos acervos tecnológicos disponibilizados à escola no desenvolvimento de atividades curriculares nas diferentes áreas do conhecimento. Desenvolver estratégias de utilização autoral das mídias disponíveis e de formação do leitor crítico. Elaborar projeto de uso integrado das mídias disponíveis. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO PERFIL DESEJADO DO FORMANDO O curso é voltado para professores do Sistema Público de Ensino Básico com curso superior completo e visa formar professores para o uso das mídias Informática, Rádio, Impressa, TV e Vídeo, considerando como fator decisivo seu uso integrado no processo educativo como forma direta de contribuir para a melhoria da qualidade de sua prática escolar. O perfil do profissional que se deseja formar compreende em profissional com: • autonomia para criar e produzir, nas diferentes mídias, programas, projetos e conteúdos educacionais; • capacidade de tematizar e refletir criticamente a respeito da própria prática e do papel desempenhado pela tecnologia na criação de um novo ambiente educacional; • capacidade de refletir crítica e criativamente a respeito das diferentes linguagens, considerando as mídias como: objeto de estudo e reflexão, ferramenta de apoio aos processos de ensino e aprendizagem e meio de comunicação e expressão (produção); e • capacidade de utilizar as diferentes mídias em conformidade com a proposta pedagógica que orienta sua prática. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ÁREAS DE ATUAÇÃO Mídias na Educação é um programa de formação continuada de educadores para o uso pedagógico das mídias integrado à proposta pedagógica. Neste sentido, de acordo com o perfil profissional traçado, o egresso do Curso de Especialização em Mídias na Educação deve estar capacitado para atuar nas seguintes áreas: - professor aprendizagem; – integrador de diferentes mídias ao - coordenador pedagógico – integrador e promotor linguagens e do estímulo à autoria em diferentes mídias; processo da de ensino diversificação e de - coordenador de equipe – coordenação de equipes envolvidas em projetos na área de mídias na educação; - membro de equipe – participação de forma colaborativa equipes que desenvolvem projetos na mídias na educação; e integrada de - pesquisador – participação em projetos de pesquisa científica e tecnológica que propiciem a produção de material em diferentes mídias. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO PAPEL DOS DOCENTES A consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Especialização em Mídias na Educação exige o esforço de todos os envolvidos no processo. Neste contexto, o corpo docente deve estar consciente do seu papel, enquanto sujeito envolvido e responsável pela efetivação do Projeto Pedagógico, e deve assumir comportamentos e atitudes no desempenho de suas funções, visando atingir os objetivos do Curso. Neste sentido, espera-se que os docentes: • • • • • • • • • • • • Fomentem a integração da universidade com a sociedade na formação de professores; Mantenham a articulação entre ensino-pesquisa-extensão; Capacitem os estudantes a acompanhem o surgimento e o desenvolvimento de novas tecnologias em mídias; Utilizem metodologias de ensino-aprendizagem que proponham desafios a serem superados; Proporcionem uma visão geral das mídias, caracterizando-as e fundamentando práticas pedagógicas de utilização em sala de aula; Discutam conceitos, potenciais e implicações do uso das mídias na educação; Trabalhem as mídias apresentadas de maneira que o caráter teórico-prático das atividades busque facilitar o processo de conhecimento e interação entre educadores e educandos por meio da utilização da tecnologia; Tendo como base o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle realizem uma formação de qualidade que atenda a demanda regional e nacional no âmbito de Mídias na Educação, bem como possibilitem aos alunos ocupar o lugar de sujeitos na construção do conhecimento, participando de um processo em que o professor ocupa lugares de facilitador e orientador do processo. Explorem o potencial dos Programas da SEED/MEC (TV Escola, Proinfo, Rádio Escola, Rived) e os desenvolvidos por IES ou Secretarias Estaduais e Municipais de Educação no Projeto Pedagógico das escolas, sua gestão no cotidiano escolar e sua disponibilidade à comunidade. Elaborem propostas concretas para utilização dos acervos tecnológicos disponibilizados à escola no desenvolvimento de atividades curriculares nas diferentes áreas do conhecimento. Desenvolvam estratégias de utilização autoral das mídias disponíveis e de formação do leitor crítico. Elaborem projeto de uso integrado das mídias disponíveis. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA DO PROGRAMA A concepção pedagógica que sustenta o Programa de Educação Continuada Mídias na Educação pressupõe a autoria como característica essencial a uma aprendizagem autônoma e significativa. Pressupõe ainda que uma aprendizagem efetiva exige, por parte do professor, um esforço no sentido de diversificar as formas de disponibilizar a informação, bem como de apresentação da produção dos estudantes. Tais pressupostos baseiam-se na atual realidade escolar, onde o além do material impresso, suporte tradicional de informação utilizado pela escola, novos suportes e tecnologias vão se incorporando ao processo pedagógico. Mídias como rádio e televisão já fazem parte da realidade de um número significativo de escolas. Essa presença, no entanto, não é suficiente para garantir que essas mídias se integrem efetivamente ao processo pedagógico. Para tal é preciso que sejam percebidas como um recurso importante, tanto pelos professores quanto pelos alunos, sendo adequadamente utilizadas, respeitando o potencial de cada mídia. O emprego pedagógico do rádio e da TV pode se dar em dois níveis: o que diz respeito à fruição, ou seja, à utilização como ouvintes e espectadores; e o diz respeito à possibilidade de transformar professores e estudantes em autores em diferentes mídias. O nível de utilização como ouvintes e espectadores amplia sobremaneira o acesso à informação, auxilia a formação do leitor crítico das diferentes mídias, possibilita a entrada na escola das discussões mais atuais e amplia a possibilidade de exploração de temas e de uso de formatos mais interessantes para apresentação de informações. No caso do vídeo e da transmissão de TV, o recurso da imagem traz novas possibilidades de simulação, de demonstração e de acesso a eventos, espetáculos e ambientes restritos, e a materialização de conceitos de difícil compreensão por métodos narrativos. O nível de transformação de professores e estudantes em autores em diferentes mídias visa o uso de equipamentos de captação de sons e imagens, bem como de edição “doméstica” desses materiais, de tal maneira que possibilite transcender a condição de fruição, de usuários da informação. A autoria implica no desenvolvimento de novas competências, novos olhares sobre as mídias, além de ampliar as possibilidades de expressão de alunos e professores e, conseqüentemente, de ensinar e de aprender. O advento do microcomputador traz ao cenário dos recursos pedagógicos um novo desafio: a capacidade autoral amplia-se enormemente, uma vez que as mídias se concentram em um único equipamento: o computador multimídia. A maneira hipertextual de conduzir o pensamento, característica do ser humano, ganha, com esse tipo de equipamento, uma maior capacidade de materialização. De forma diversa do rádio e TV, no computador texto, som e imagem se encontram criando a possibilidade de navegar através de diferentes suportes de informática. Nele uma mesma informação pode se apresentar sob diferentes formatos, ampliando as possibilidades de aprendizagem. A autoria e a fruição combinam-se de tal maneira e com tal simplicidade, com o uso de redes de comunicação e de transmissão de dados, que a autoria ganha novas e interessantes possibilidades pedagógicas. Mas para que tal ocorra é necessário que os professores não só compreendam a importância desse instrumental como também desenvolvam as competências fundamentais para sua utilização. Finalmente, por concepção o curso deve estimular e avaliar a contribuição de cada mídia para a aprendizagem autônoma e para a capacidade de criar e disseminar informação, bem como combiná-las de forma a colaborar para a melhoria da aprendizagem dos estudantes. No cotidiano contemporâneo, a superexposição a informações veiculadas pelas mídias pode provocar maior confusão do que esclarecimento. Diante dessa constatação, outra tarefa da escola que se destaca é a de formar ouvintes, espectadores e autores críticos, capazes de compreender subtextos e de analisar o teor, a fidedignidade e a relevância das informações a que têm acesso. O esforço de capacitação de docentes no uso articulado das mídias disponíveis se justifica diante dessa concepção de aprendizagem e da proposta de atuação que a partir dela se delineia. METODOLOGIA O curso será realizado buscando estudar, analisar e discutir a integração das diferentes mídias ao processo de ensino/aprendizagem, promovendo a diversificação de linguagens e o estímulo à autoria e co-autoria em diferentes mídias. Todo o programa será disponibilizado no Ambiente Virtual Moodle, sendo que as avaliações envolverão a análise e autoria dos participantes individualmente e em grupo, ao longo do processo e ao final com a produção de uma monografia, no formato de artigo, que deverá ser apresentada presencialmente a uma banca qualificada para esta avaliação. A interação, processo indispensável quando se trata de EAD, ocorrerá entre professores e alunos, tutores e alunos, tutores, professores e alunos e aluno/aluno e será estimulada através de listas de discussões, fóruns, chats que integram o Ambiente Virtual de Ensino Aprendizagem Moodle, bem como através da tutoria presencial nos pólos UAB vinculados. A proposta metodológica de Especialização está de acordo com as orientações sugeridas pelo Programa de Educação Continuada Mídias na Educação da SEED/MEC que, para tanto, disponibiliza conteúdos elaborados por um consórcio de IFEs, coordenadas pelas seguintes universidades: Módulos TV e Vídeo pela UFC, Módulos de Informática pela UFRGS, Material Impresso pela UFAL e Módulos Rádio pela UFPE, cada uma delas congregou cerca de 14 ou 15 universidades que produziram este material, dentre as quais também a UFSM. Este projeto optou por uma estrutura curricular que contempla o estudo de todas as mídias (Informática, TV e Vídeo, Rádio e Material Impresso) e prioriza o desenvolvimento de projetos educacionais que contemplem pelo menos duas mídias de modo integrado. Para garantir que se estabeleça uma comunicação efetiva entre alunos, professores e tutores, as disciplinas estão organizadas prevendo o desenvolvimento das atividades na modalidade à distância com suporte de tutoria presencial. Além disto, serão desenvolvidos pelo menos um encontro presencial por semestre, onde haverá espaço para apresentações, debates e avaliações. A cada nova turma haverá um encontro presencial que objetiva integrar o estudante e educadores, apresentar a proposta do curso, o ambiente virtual e discutir a organização e programação dos estudos ao longo do Programa. Haverá também um encontro presencial destinado exclusivamente à discussão do projeto de monografia e dos passos necessários para o seu desenvolvimento. O encontro presencial final é avaliativo e corresponde a defesa da monografia, o qual de acordo com a orientação da SEED/MEC, não será contado na carga horária das atividades presenciais do curso. Os encontros presencias com os alunos serão realizados nos pólos de apoio presencial UAB ou no campus sede da UFSM em Santa Maria. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS (continuação) Na modalidade à distância, conforme destacado anteriormente, as interações serão efetivadas via ambiente virtual, sendo intensificado o uso das ferramentas de comunicação e interação proporcionadas pelo ambiente, tal como o correio eletrônico, os fóruns de debate e a comunicação em tempo real via chat. O programa Mídias na Educação deve constituir uma referência para a aplicação das mídias ao trabalho pedagógico. Para tal, além de contemplar recursos que vão desde o texto impresso até as tecnologias da informação e da comunicação (TICs) mais atuais, tanto do ponto de vista do usuário como do autor, deve estabelecer um diálogo constante entre a mídia em si, sua aplicabilidade e os benefícios efetivos que possa trazer para a aprendizagem, a formação de valores e o desenvolvimento de habilidades e competências compatíveis com a formação de um ser humano mais crítico, mais consciente de seus potenciais e melhor capacitado a desenvolvê-los. Com a metodologia descrita espera-se que o professor trabalhe em sala de aula com uma perspectiva problematizadora, analítico-crítica e propositiva, explorando os conteúdos disponíveis nos Módulos de ensino a distância. Quanto à estrutura de apresentação do Módulo/Disciplina: O Módulo, organização de conteúdos disponibilizada pelo MEC, é o guia do aluno e pode apresentar-se impresso ou on-line. Especificamente na versão on-line, o módulo remete a um tutorial que apresenta as ferramentas de interação e comunicação a serem usadas como fóruns, chats e agendas, e disponíveis no ambiente virtual. Sua estrutura está assim organizada: • Apresentação de uma sinopse hipertextual introdutória (descrição do módulo) com os assuntos a serem tratados, recursos tecnológicos e estratégias de trabalho envolvidos no estudo do módulo, atividades e bibliografia e webliografia, com links para as informações. Neste contexto, entende-se por hipertextual o tratamento dado a qualquer texto de modo a possibilitar que a partir de um conjunto sucinto e coerente de informações se possa navegar por informações mais ricas e completas, constituídas por textos complementares, links na Internet, esquemas gráficos, vídeos, animações, etc. • Relação dos recursos multimidiáticos disponíveis temáticos, onde serão publicados trabalhos dos alunos. e principais links Quanto à estrutura pedagógica do Módulo/Disciplina: Cada módulo/disciplina deve apresentar, sob a forma de vídeo, animação, foto com animação, simulação, texto com animação ou outro recurso midiático adequado, uma situação problema, uma instigação, uma proposta desafiadora relacionada ao tema tratado no módulo. A partir da situação inicial, explorada hipertextualmente, serão propostos temas para discussão nos fóruns (pelo menos um por assunto tratado no módulo) e chats (pelo menos um por módulo, oferecido em, pelo menos dois horários e de participação opcional para os alunos). Cada discussão levantada deve ser subsidiada por, pelo menos, dois textos especialmente produzidos para o módulo e indicação de, pelo menos, 5 textos (reportagens, gráficos, listas públicas, bibliotecas virtuais sobre o tema) disponíveis. Deve ser respeitada, rigorosamente, a legislação referente a direitos autorais de qualquer material incorporado ao módulo. Cada situação inicial deve ser explorada de modo a provocar debates, leituras, reflexões sobre a própria prática e propostas de solução. Todo debate deve ser direcionado para situações de sala de aula embora, preferencialmente, os exemplos transcendam esse espaço e possam enriquecê-lo. Deve-se sempre exemplificar com atividades concretas, disponíveis na Internet, que demonstrem múltiplas possibilidades de solução de uma situação desafiadora. Cada proposta de ação deve ser sustentada por tantos textos quantos forem necessários. A estrutura hipertextual, no entanto, deverá criar um texto básico, constituído por uma série de links que permitam a navegação adequada aos interesses dos participantes. O texto básico garantirá a leitura mínima obrigatória para o tema. Ao final do estudo, de forma individual ou em grupo, o aluno deverá apresentar sua proposta de solução para a situação inicial, após testagem ou simulação com seus alunos, sempre que possível, estimulando iniciativas dos alunos de adaptação à própria realidade. A estrutura modular, reservadas as proporções, deverá ser utilizada para cada novo assunto ou conteúdo desenvolvido, garantindo o esquema reflexão-ação-reflexão. Cada final de módulo incluirá uma discussão on-line sobre a produção com seleção, feita pelo próprio grupo, de trabalhos para publicação. Quanto da Interdisciplinaridade As atividades interdisciplinares serão desenvolvidas a partir do planejamento integrado das disciplinas que compõem este curso. Serão proporcionados aos alunos situações/problemas e questões de pesquisa provenientes do confronto “cursocontexto” que resultem em uma apreensão crítica e instrumental dos pressupostos teórico-práticos que orientam a práxis investigativa na área do conhecimento em questão. Para a prática da interdisciplinariedade estão previstos espaços de integração das mídias, onde cada módulo abordará um tema específico, mas que explorará interseções com outras mídias. Assim, ao tratar uma mídia específica, os textos e audiovisuais desenvolvidos ao longo do módulo deverão constituir links que remetam a outras mídias, possibilitando um tratamento hipertextual ao tema. Desta forma deve-se suscitar uma reflexão que abranja outras mídias, relacionando-as e integrando-as. Isso poderá ser feito por meio de atividades, exemplos, reflexões e projetos, a fim de garantir a integração no interior de cada módulo. Outra forma de integração se estabelecerá para além do módulo, no espaço Galeria das Mídias. Nele o aluno publicará projetos exercitando a integração de mídias. Poderá fazê-lo individualmente ou em grupo, com participantes de outros módulos. Quanto as Atividades Complementares As atividades complementares serão planejadas módulos/disciplinas do curso e resumem-se em: • • • • • de forma integrada pelos leitura de textos relacionados ao conteúdo trabalhado; contextualização do material estudado à prática pedagógica do professor em sala de aula; análise de projetos e relatórios de pesquisa; levantamento de dados da realidade a ser pesquisada; participação em workshops, seminários e outros a serem promovidos pelo curso. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS (continuação) Quanto a Tecnologia aplicada nos Módulos/Disciplinas Para garantir acessibilidade e para compensar a eventual impossibilidade de recepção do som, todo material audiovisual será acompanhado de pequenas legendas explicativas. Cada material visual (vídeos, fotos, animações, esquemas) terá versão explicativa em texto, para impressão em braile ou outro tipo de decodificação. No site http://www.acessobrasil.org.br/index.php estão descritos os princípios de acessibilidade para a web e que serão utilizados como base neste projeto. De modo a não comprometer a navegação por cursistas com conexão discada e/ou lenta, será disponibilizado uma versão em CD dos materiais virtuais do curso, bem como o download no sítio do curso. Conforme a mídia em foco serão priorizados os recursos da respectiva mídia sem, no entanto, deixar de utilizar as demais, sempre que o uso se justifique. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso CURRÍCULO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO 2010 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ESTRUTURA CURRICULAR Considerando as estratégias pedagógicas do Curso, o currículo trabalha, prioritariamente, competências gerais que permitem ao educando desenvolver a consciência da atualização continuada, reforçando o conhecimento autodidata, a criatividade, a experimentação de novas idéias, a criticidade e a reflexão, de forma a atender o objetivo do curso. A concepção da maioria dos currículos atuais é pluridisciplinar, ou seja, baseado em disciplinas isoladas. Para minimizar este problema este projeto pedagógico enfoca a interdisciplinaridade como princípio curricular. Procura-se, desta forma, uma grade com alto grau de integração e coesão curricular, tanto vertical quanto horizontal. A organização vertical aprofunda o conhecimento em caráter crescente de complexidade, enquanto que a organização horizontal refere-se aos conteúdos que focalizam especialidades. O tema que mantém a coesão interdisciplinar é A PRODUÇÃO E USO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO, o qual é tratado em seus variados ângulos em nível de abrangência e profundidade. Esta organização assegura a coerência com ordenação de conteúdo, do simples ao complexo, e competências a serem desenvolvidas. Organização Curricular De forma a atender o objetivo geral do curso, bem como formar profissionais de acordo com o perfil desejado, o currículo do curso estabelece basicamente a formação segundo duas formações: básica e complementar. A Formação Básica engloba a discussão sobre a utilização das mídias em diferentes concepções pedagógicas, os fundamentos e a aplicabilidade das principais mídias no ensino e na aprendizagem, tanto do ponto de vista do espectador quanto do autor. Constitui também o desenvolvimento de um trabalho final para o nível de formação. A Formação Complementar têm seu foco voltado para a atuação docente em sala de aula. Esta formação inclui o desenvolvimento e apresentação da monografia a partir de projeto que desenvolva o uso das mídias no processo de ensinoaprendizagem. Em cada etapa de formação haverá Momentos Presenciais, um no início e outro no final da formação, e ao longo do programa será desenvolvido um espaço virtual de publicação da produção dos alunos, constituindo um repositório de projetos aplicáveis à Educação e garantindo visibilidade ao trabalho autoral dos participantes. O espaço virtual é chamado Galeria das Mídias. Carga Horária A carga horária total do curso é de 450 horas assim distribuídas: Formação Básica com 210 horas e Formação Complementar com 240 horas. Estão computadas nas 450 horas, 90 horas de monografia e 75 horas de momentos presenciais obrigatórios (20% da carga horária básica) onde serão desenvolvidas atividades teórico/praticas (individuais ou em grupo). As atividades complementares desenvolvidas pelos alunos como, por exemplo, leituras prévias de textos indicados para análise, discussão e levantamento de dados da realidade, não serão computadas na carga horária total do curso. As 360 horas de disciplinas serão reservadas, exclusivamente, para as atividades através do Ambiente Virtual de Ensino/Aprendizagem e seus momentos presenciais, excetuandose a disciplina de Monografia. Trabalho de conclusão de curso (Monografia) O Trabalho de Conclusão do Curso (Monografia) será realizado após o desenvolvimento dos módulos previstos sob a orientação de docentes qualificados, ou seja, mestres ou doutores, devidamente credenciados no curso. O aluno terá o prazo de seis meses para o desenvolvimento e apresentação da monografia e as horas destinadas ao seu desenvolvimento serão computadas na carga horária total do curso, totalizando 450h. Duração do curso Cada edição do curso terá duração de 18 meses. A disciplina de Monografia terá 6 meses corridos para sua realização. Periodicidade Anual. Elenco de Disciplinas A Formação Básica envolve as seguintes disciplinas: EAD EAD EAD EAD EAD Introdução a Integração de Mídias na Educação – 45 h/a Uso da Informática na Prática Pedagógica – 30 h/a TV e Vídeo no Currículo Escolar – 45 h/a Uso do Rádio na Educação – 45 h/a Material Impresso no Currículo Escolar – 45 h/a A Formação Complementar envolve as seguintes disciplinas: EAD EAD EAD EAD EAD Multimídia Educacional e Produção de Hipertexto na Educação – 60 h/a Gestão Integrada de Mídias na Educação – 30 h/a Metodologia de Pesquisa Científica – 30 h/a Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na Educação – 30 h/a Monografia – 90 h/a A seguir são detalhadas (nome, carga horária, objetivo, conteúdo programático e bibliografia) as disciplinas obrigatórias. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso SEQÜÊNCIA ACONSELHADA DISCIPLINAS POR SEMESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO SEQÜÊNCIA ACONSELHADA PRIMEIRO SEMESTRE N Código Nome da Disciplina 1 EAD Introdução a Integração de Mídias na Educação N OBR (2-1) 45 2 EAD Uso da Informática na Prática Pedagógica N OBR (2-0) 30 3 EAD TV e Vídeo no Currículo Escolar N OBR (2-1) 45 4 EAD Uso do Rádio na Educação N OBR (2-1) 45 (8-3) 165 N/E* Tipo* (T–P) Carga Horária em Disciplinas Obrigatórias Valores Totais Computáveis Máximo: CHS Mínimo: *Tipo: OBR e DCG – N/E: N= Nova e E= Existente Data: _____/_____/_____ ____________________________ Coordenador do Curso 165 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO SEQÜÊNCIA ACONSELHADA SEGUNDO SEMESTRE N Código Nome da Disciplina 1 EAD Multimídia Educacional e Produção de Hipertexto na Educação N OBR (3-1) 60 2 EAD Material Impresso no Currículo Escolar N OBR (3-0) 45 3 EAD Gestão Integrada de Mídias na Educação N OBR (1-1) 30 4 EAD Metodologia de Pesquisa Científica N OBR (1-1) 30 (8-3) 165 N/E* Tipo* (T–P) Carga Horária em Disciplinas Obrigatórias Valores Totais Computáveis Máximo: CHS Mínimo: *Tipo: OBR e DCG – N/E: N= Nova e E= Existente Data: _____/_____/_____ ____________________________ Coordenador do Curso 165 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO SEQÜÊNCIA ACONSELHADA TERCEIRO SEMESTRE N Código Nome da Disciplina 1 EAD Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na Educação N OBR (1-1) 30 2 EAD Monografia N OBR (3-3) 90 (4-4) 120 N/E* Tipo* (T–P) Carga Horária em Disciplinas Obrigatórias Valores Totais Computáveis Máximo: CHS Mínimo: *Tipo: OBR e DCG – N/E: N= Nova e E= Existente Data: _____/_____/_____ ____________________________ Coordenador do Curso 120 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DADOS INERENTES À INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: Carga horária a ser vencida em: Disciplinas Obrigatórias 450 Disciplinas Complementares de Graduação Atividades Complementares de Graduação Carga horária total mínima a ser vencida: 450 PRAZO PARA A INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR EM SEMESTRES: Mínimo Médio (estabelecido pela Seqüência Aconselhada do Curso) Máximo (estabelecido pela Seq. Aconselhada + 50%) LIMITES DE CARGA HORÁRIA REQUERÍVEL POR SEMESTRE: Máximo* Mínimo (C.H.T. dividido pelo prazo máx. de integr. + arredond.) NÚMERO DE TRANCAMENTOS POSSÍVEIS: Parciais Totais NÚMERO DE DISCIPLINAS: O número de disciplinas poderá variar em função da oferta. DADOS NECESSÁRIOS PARA A ELABORAÇÃO DO CATÁLOGO GERAL: Legislação que regula o(a) Currículo do Curso: Diretrizes da SEED/MEC. CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE A INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR: 5 sem Data: _____/_____/_____ ___________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CONSIDERAÇÕES RELEVANTES DA FORMA DE INGRESSO Os alunos terão acesso ao Curso de Especialização em Mídias na Educação através de indicação das Secretarias Municipais, através da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do RS (UNDIME), e da Secretaria de Estadual Educação do RS. DA OFERTA Considerando que o Ministério da Educação é quem financia o Programa de Formação Continuada Mídias na Educação, a oferta será realizada conforme disponibilidade de recursos. DO NÚMERO DE TURMAS PARA INGRESSO Uma turma no primeiro e/ou segundo semestre, de acordo com a demanda e possibilidade de financiamento. DO NÚMERO DE VAGAS Serão oferecidas no máximo 250 vagas. DOS PÓLOS UAB Em 2009 os pólos UAB serão: Cruz Alta, Cachoeira do Sul, Panambi, Restinga Seca e Santana do Livramento. A cada ano serão reavaliados os pólos presenciais para que o curso possa melhor atender a demanda. DA ADAPTAÇÃO CURRICULAR Os alunos que ingressaram na primeira e segunda edição do curso, 2009/1 e 2009/2 respectivamente, não necessitam realizar adaptação curricular, podendo concluir o curso no prazo de 28 meses. No caso de reprovações, deverão adequar-se a oferta vigente e será realizado verificação de equivalência de carga horária, conteúdo e conceitos a serem avaliados pelo Colegiado do Curso. DA CERTIFICAÇÃO INTERMEDIÁRIA Aos alunos que completarem apenas a Formação Básica será concedido certificado de extensão. Apenas aos que completarem todas as disciplinas e tiverem aprovação na defesa de monografia será concedido o título de especialista. Não será concedido certificado de extensão ao aluno que ainda for regular no curso. DOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO 1. Ser professor do ensino básico na rede pública de ensino; 2. Ter disponibilidade para dedicar-se no mínimo 10 horas semanais para realizar as atividades assíncronas (realizadas via ambiente virtual de aprendizagem na hora que melhor convier ao estudante); 3. Ter disponibilidade para participar das atividades presenciais; 4. Ter computador e acesso a Internet, assim como saber utilizar tais recursos; e 5. Dispor de endereço de correio eletrônico e acessá-lo regularmente. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso ELENCO DE DISCIPLINAS PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ELENCO DE DISCIPLINAS FORMAÇÂO BÁSICA CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA N/E* SEM TIPO (T-P) CHS o OBR (2-1) 45 EAD Introdução a Integração de Mídias na Educação N 1 EAD Uso da Informática na Prática Pedagógica N 1o OBR (2-0) 30 N o OBR (2-1) 45 o OBR (2-1) 45 o OBR (3-0) 45 EAD EAD EAD TV e Vídeo no Currículo Escolar Uso do Rádio na Educação N Material Impresso no Currículo Escolar N 1 1 2 Carga Horária em Formação Básica 210 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA N/E* SEM TIPO (T-P) CHS o OBR (3-1) 60 EAD Multimídia Educacional e Produção de Hipertexto na Educação N 2 EAD Gestão Integrada de Mídias na Educação N 2o OBR (1-1) 30 N 2 o OBR (1-1) 30 3 o OBR (1-1) 30 o OBR (3-3) 90 EAD EAD EAD Metodologia de Pesquisa Científica Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na Educação Monografia N N 3 Carga Horária em Formação Complementar 240 Carga Horária TOTAL 450 Data: ______/______/______ ___________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO ELENCO DE DISCIPLINAS (continuação) CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA N/E* SEM TIPO (T-P) Data: ______/______/______ ___________________________ Coordenador do Curso *N= Nova/E= Existente CHS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Introdução a Integração de Mídias na Educação (2-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Utilizar o ambiente virtual de ensino a distância e compreender o papel das diferentes mídias na educação. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 – – - Plataforma do Ambiente Virtual: cadastro e funcionamento básico Recursos do Ambiente Virtual: ferramentas de interatividade e avançadas Mídias e tecnologias. Evolução do conceito de mídias. Novas terminologias como multimídia, hipertexto, hipermídia e TICs. O papel da tecnologia da informação e comunicação na educação. UNIDADE 2 - SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 - Sociedade da Informação e Comunicação. Novas competências para a Sociedade da Informação e Comunicação. Possibilidades de construção da rede colaborativa de aprendizagem. Papel da escola diante das demandas da sociedade atual. Mudança de atitudes e concepções para conviver na sociedade da informação. UNIDADE 3 - RELAÇÕES ENTRE A COMUNICAÇÃO E A EDUCAÇÃO 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 - Educação e a aprendizagem. Meios de comunicação e a educação. Meio de ensinar usando mídias distintas. O papel das mídias na Educação. Linguagens e representações. Integração de mídias na prática docente. UNIDADE 4 - NECESSIDADES E POTENCIALIDADES DAS ESCOLAS 4.1 - Experiências de integração de mídias em educação. 4.2 - Prática de integração de mídias em sala de aula. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Introdução a Integração de Mídias na Educação (2-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Pedagogia de projetos e integração de mídia . Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ppm/tetxt5.htm . Acesso em 26/09/2005. BELLONI, M. L. (2001) O que é mídia-educação / Maria Luiza Belloni - Campinas, SP: Autores Associados (Coleção polêmicas do nosso tempo; 78) DIZARD, W. P. (1998) A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação / Wilson Dizard Jr.; tradução [da 2ª ed.], Edmond Jorge; revisão técnica, Tony Queiroga - Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. MC LUHAN (1979), M. Os meios de comunicação como extensões do homem . 5ª ed. São Paulo, Cultrix (trad. Brasileira). SANTAELLA, L (1992). Cultura das mídias (2ª. Ed. 1996) SP: Experimento. BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Uso da Informática na Prática Pedagógica (2-0) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Compreender o ambiente que a Informática propicia aos professores para apoiar atividades de ensino aprendizagem. Analisar o conceito e identificar os componentes do processo ensino-aprendizagem, em uma perspectiva sistêmica, bem como discutir as contribuições dos recursos didáticos, em especial a utilização das TICs, na educação. Discutir alguns aspectos relevantes sobre a questão da utilização das TICs na educação, especificamente o computador, como recurso didático. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 - O COMPUTADOR E SEU FUNCIONAMENTO 1.1 - Componentes básicos do computador. 1.2 - A evolução do computador. 1.3 - O computador na escola. UNIDADE 2 - SISTEMAS OPERACIONAIS E APLICATIVOS 2.1 - Atividades de um sistema operacional. 2.2 - Softwares educacionais. 2.3 - Tecnologias na prática docente. UNIDADE 3 - INTERNET 3.1 - Características e serviços. 3.2 - Aspectos de segurança. UNIDADE 4 - COMPONENTES DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM 4.1 - Componentes básicos. 4.2 - Visão sistêmica do processo de ensino aprendizagem. UNIDADE 5 - RECURSOS DIDÁTICOS DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM 5.1 - Recursos didáticos tradicionais. 5.2 - Tecnologias da Informação e Comunicação como recurso didático. UNIDADE 6 - O COMPUTADOR COMO RECURSO DIDÁTICO 6.1 - O uso do computador na sala de aula. 6.2 - Práticas pedagógicas. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Uso da Informática na Prática Pedagógica (2-0) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências: CARVALHO , Mauro Giffoni. PIAGET E VYGOTSKY: AS CONTRIBUIÇÕES DO INTERACIONISMO. Dois Pontos. Rev., N. 24 . Belo Horizonte, p 26 – 27, 1996. FAGUNDES, Léa. A ESCOLHA DE SOFTWARE EDUCATIVO E A INSERÇÃO DE SOFTWARE EM PROJETOS EDUCAIONAIS. In: III Encontro Nacional do PROINFO – MEC, 1998, Pirenopólis – GO FILHO, C. F. História da Computação: Teoria e Tecnologia. São Paulo : LTr Editora, 1999. LITTO , Fredric M. REPENSANDO A EDUCAÇÃO EM FUNÇÃO DE MUDANÇAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS RECENTES. In: OLIVEIRA, Vera B. Informática em Psicopedagogia. São Paulo: Editora SENAC, 1996. P. 85 – 110. LOING , Bernard. ESCOLA E TECNOLOGIAS: REFLEXÃO PARA UMA ABORDAGEM RACIONALIZADA. Tecnologia Educacional. Rev., Rio de Janeiro, p. 40-43, julho/agosto/setembro.1998. PATERSON, D. A. e HENESSY, J. L. Organização e projeto de computadores: a interface hardware/software. 2. ed. Rio de Janeiro : LTC, 1998. VALENTE , José A. ANÁLISE DOS DIFERENTES TIPOS DE SOFTWARES USADOS NA EDUCAÇÃO. In: III Encontro Nacional do PROINFO – MEC, 1998, Pirenopólis - GO VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 2. ed. Rio de Janeiro : Campus, 1997. BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD TV e Vídeo no Currículo Escolar (2-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Compreender as correlações entre tecnologia, tecnologia educativa e currículo, bem como elaborar pensamento crítico sobre a inserção da TV e do Vídeo (projetos audiovisuais) no currículo escolar. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 - CONTEXTO SÓCIO EDUCATIVO DA TV E DO VÍDEO 1.1 - A televisão. 1.2 - Televisão na escola. 1.3 - TV e vídeo na sala de aula. UNIDADE 2 - ASPECTOS DE LINGUAGEM 2.1 - Linguagem televisiva. 2.2 - Aspectos tecnológicos da TV. 2.3 - TV Digital. UNIDADE 3 – PRODUÇÃO DE VÍDEOS 3.1 – Pré-produção. 3.2 - Produção. 3.3 – Pós-produção. UNIDADE 4 – PRODUZINDO VÍDEOS EDUCATIVOS 4.1 – O vídeo e sua importância no contexto da sala de aula. 4.2 – Análise e crítica de vídeos. 4.3 – Elaboração de Pré-roteiro de Produção de um Vídeo Didático de Curta Metragem. 4.4 - Planejamento e Produção do Vídeo Partindo do Pré-Roteiro. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD TV e Vídeo no Currículo Escolar (2-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referência: ALMEIDA, Benedita VÍDEO E TV NA SALA DE AULA: Limites E Possibilidades para Reflexão e Para A Formação Integral. Disponível em: http://www.labeduimagem.pro.br/frames/seminarios/pdf/e7benalm.pdf. Capturado em 10/01/2009. Acesso em: 09/01/2009. ALUNOS, OFICINA DE ANIMAÇÃO 3D, da Escola de Audiodiovisual de Brasília: “Video Calango”, http://www.youtube.com/watch?v=o9GKdUw5EnI ALUNOS, 1º semestre. VÍDEO: Produção de Vídeo. Curso de Publicidade e Propaganda da faculdade IESB. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=c1PW1Fsj8BQ ATOMCENTRAL.COM, Vídeo “Nuclear Bomb”. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=H1sS1TmXF38. Acesso em: 10/01/2009. AUSUBEL, D.P., Novak, J.D. e HANESIAN, H. (1980). Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana. BELLUZZO, Regina Célia BaptistaUSO DE MAPAS CONCEITUAIS E MENTAIS COMO TECNOLOGIA DE APOIO À GESTÃO DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO: UMA ÁREA INTERDISCIPLINAR DA COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação: Nova Série, São Paulo, v.2, n.2, p.78-89, dez. 2006. – ISSN: 1980-6949. http://www.febab.org.br/rbbd/ojs2.1.1/index.php/rbbd/article/viewFile/19/7 COLLEGE, Cyber. Roteiro – O elemento chave. Disponível em: http://www.cybercollege.com/port/tvp005.htm. Acesso em: 15/01/2009. FILMES, Evolução. Guia para tabulação de orçamento audiovisual. Disponível em: http://www.evolucaotreinamentos.com.br/evolucaofilmes/docs/guia_orcamento. Acesso em 14/01/2009. GARDNER, H. Estruturas da mente: A teoria das inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. 1998. GASPARIN, João Luiz & VERDINELLI, Marilsa Maria. Formação de um leitor crítico no Ensino Fundamental na perspectiva histórico-crítica. Disponível em: http://www.alb.com.br/anais16/sem07pdf/sm07ss18_06.pdf. Acesso em: 09/01/2009. HANSSEG. Wooden Model – Stop Motion Animation. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=eJlqQSMifqk&feature=related. Acesso em: 12/01/2009. BIBLIOGRAFIA: (continuação) LIMA, Rafaela. O vídeo na sala de aula: breve reflexão a partir das contribuições de Mario Kaplún e Paulo Freire. Disponível em: http://www.aic.org.br/metodologia/o_video_na_sala_de_aula.pdf. Acesso em: 13/01/2009. MACIEL, Luiz Carlos. Entrevista com o Autor. Disponível em: http://www.roteirodecinema.com.br/livros/opoderdoclimax.htm. Acesso em: 14/01/2009. RODRIGUES, Chris. Introdução à escrita do roteiro. Disponível em: http://www.cinemanet.com.br/introducaoroteiro.asp. Acesso em: 15/01/2009. SALLES, Filipe. A imagem eletrônica: o vídeo. Net. Disponível em: http://www.mnemocine.com.br/pdf/%7B11102007225616_rtv_video%7D.pdf. Acesso em: 12/01/2009. SALLES, Filipe. Funções do cinema. Disponível em: http://www.mnemocine.com.br/cinema/odiretor.htm. Acesso em 14/01/2009. ____________. Os filmes. Disponível em: http://www.mnemocine.com.br/pdf/%7B29820071518_fotografia_2osfilmes%7D.pdf. Acesso em 10/01/2009. SOUZA, Fernando Marés. Um Documento Chamado Roteiro. Disponível em: http://www.roteirodecinema.com.br/fernando/biografia.html. Acesso em 14/01/2009. WHITTAKER. Ron “Roteiro – “O Elemento-Chave” Link: http://www.cybercollege.com/port/tvp005.htm WIT, Michael Dudor. O monge e o peixe. Disponível em: http://uninuni.com/sessaocurta-o-monge-e-o-peixe/. Acesso em: 16/01/2009. WIT. Preservação do meio ambiente. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=agYsEaSCo0k&feature=related. Acesso 08/01/2009. "Creating a Web-based Course for Undergraduate Pre-Education Students" de William J. Valmont; "Manual de Vídeo" de Rudi Santos "Da Criação ao Roteiro" de Doc Comparato; "GUIA BÁSICO PARA PRODUÇÃO DE UM FILME DIGITAL" de Peter Broderick, Mark Stolaroff e Tara Veneruso, publicado na revista FilmMaker. SITES "A TV Digital interativa no espaço educacional" de SERGIO FERREIRA DO AMARAL e DANIEL MOUTINHO PACATA (http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/setembro2003/ju229pg2b.html) "Adolescentes são curadores da Mostra VILATIVA" (http://www.midiativa.org.br/index.php/educadores/content/view/full/3408/) Dicas Técnicas sobre operação com vídeos (http://www.fazendovideo.com.br) Dicas sobre as etapas de produção de um filme(http://www.cinemanet.com.br) Endereço eletrônico da Associação Brasileira de Cinematografia (http://www.abcine.org.br) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Uso do Rádio na Educação (2-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Apresentar o rádio e seus diferentes tipos, analisando possibilidades de uso do rádio como elemento integrado ao cotidiano escolar. Planejar práticas pedagógicas com o uso do rádio e utilizá-los como elementos estimulantes no processo de aprendizagem. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 – TIPOS DE RÁDIO 1.1 1.2 1.3 1.4 – – – – Rádios Rádios Rádios Rádios Comerciais. Comunitárias. Livres e Piratas. Educativas. UNIDADE 2 - RÁDIO EDUCATIVO 2.1 2.2 2.3 2.4 – – – – Gêneros radiofônicos. Programas de rádio. Caracterização técnica de roteiros, pautas e entrevistas. Edição, Locução e sonoplastia. UNIDADE 3 – RECURSOS DE ÁUDIO NA WEB 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 – – – – – – – – Como fazer rádio. Arquivo e Pesquisa. Arquivos em MP3. Digitalizando o som. Edição de som. Publicação na Web. Player. Streaming. Podcast. UNIDADE 4 – PROJETO EXPERIMENTAL 4.1 – Construção de anteprojeto. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Uso do Rádio na Educação (2-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campos, 2001. BARROS, Gílian Cristina & OLIVEIRA, Lucélia Maria S. de. Sintonize! Das ondas do Rádio aos Espaços da Web. Disponível em: < http://gilian.escolabr.com/sintonize >. Acesso em: 23 fev. 2006. CALABRE, Lia. A Era do Rádio. Editora Jorge Zahar. 2002. CESAR, Cyro Summus. Rádio - A Mídia da Emoção. 2005. FILHO, André Barbosa. Gêneros Radiofônicos. São Paulo: Paulinas, 2003. GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. Interação Homem-Computação: Uma Análise dos Pressupostos Básicos das Interfaces Gráficas de Usuário. Dissertação de Mestrado. André Luis Marques da Silveira. Porto Alegre, 1999. JUNG, Milton. Fronteira Jornalismo de Rádio. Editora Contexto. 2004. LEASER, Wolfran (Org.) Manual de Criação e Elaboração de materiais para Educação a Distância. Brasília: Ed. UNB, 1997. LIMA, Paulo Rodolfo de; BARBEIRO, Heródoto. Manual de Radiojornalismo. Rio de Janeiro: Campos, 2001. MATTOS, David Jose Lessa Conex. Pioneiros do Radio e da TV No Brasil. V.1. 2004. MCLEISH, Robert. Produção de rádio: um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001. 242 p. MEDITSCH, Eduardo Insular. Teorias do Rádio. 2005 MEHEDFF, Nassim. Debate. In: FERRETTI, Celso João et al. Novas Tecnologias, Trabalho e Educação: um debate multidisciplinar. 3ª ed., Petrópolis: Vozes, 1996. BIBLIOGRAFIA: (continuação) MENTA, Eziquiel. Software Livre e Educação. 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Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Material Impresso no Currículo Escolar (3-0) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Ter uma visão panorâmica sobre como os impressos chegaram à prática de sala de aula e compreender os diferentes tipos de materiais impressos que podem ser utilizados em práticas escolares. Mostrar as possibilidades de uso das Histórias em Quadrinhos e Charges no ambiente escolar, de forma a incrementar a prática pedagógica. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 - DO IMPRESSO À HIPERMÍDIA 1.1 - Histórico da Escrita. 1.2 - Impressos em tempos audiovisuais e na era da informática: da linearidade a hipertextualidade. 1.3 - Criação de texto e construção de conhecimento na Internet. 1.4 - Apresentação de textos digitais. 1.5 - Mídia impressa utilizando recursos audiovisuais e hipertextuais. UNIDADE 2 - MÍDIAS IMPRESSAS NA SALA DE AULA 2.1 - Materiais impressos disponíveis ao trabalho pedagógico. 2.2 - Papel dos impressos na educação. 2.3 - Utilização da linguagem do texto impresso e do hipertexto. UNIDADE 3 – HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E CHARGES 3.1 – Quadrinhos e charges como impressos icônicos. 3.2 – Transformação de texto em imagens virtuais. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Material Impresso no Currículo Escolar (3-0) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referência: ALVAREZ, Octávio H. O texto eletrônico: um novo desafio para o ensino da leitura e da escrita. In: PÉREZ, Francisco C.; GARCIA , Joaquín R. Ensinar ou aprender a ler e a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2001. AMARILHA, Marly. Magali e Cascão na escola: transitando entre imagens e palavras. Revista Pedagógica. V. 6, n.35 set/out 2000 – p. 29- 41. BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo, Ática, 1999. BORGES, L.R. Quadrinhos: literatura gráfico-visual. Revista Agaquê, vol. 3 n. 2. São Paulo: ECA/USP, agosto 2001. BRAGA, Denise B, A comunicação em ambiente hipermídia: as vantagens da hipermodalidade para o aprendizado no meio digital. In: MARCUSCHI, Luiz A.; XAVIER, Antonio C. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucena,2004. CAMPELLO, Bernadete. Enciclopédias. In: CAMPELLO, Bernardete; CALDEIRA, Paulo T. (orgs). Introdução às fontes de informação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. pp. 9-22. CARVALHO, D. A educação está no gibi: experiências: uma breve história de porquês. Cosmo HQ. Junho 2000. CONTIJO, Silvana. O livro de ouro da comunicação. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. COSTA, Cristina. Educação, imagem e mídias. São Paulo: Cortez, 2005. EGUTI, Clarícia Akemi. A representatividade da oralidade nas histórias em quadrinhos. 2001. Dissertação (Mestrado em Letras / Português) - Universidade de São Paulo. FARIA, M. Como usar o jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1996. FREIRE, Fernanda M. O trabalho com a escrita: a produção de hqs eletrônicas. XIII Simpósio Brasileiro de Informática na Educação (SBIE), UNISINOS, 2002. pp. 310-318. FURLAN, Sueli A. A Geografia na sala de aula: a importância dos materiais didáticos. Brasília: MEC/Seed, 2002. BIBLIOGRAFIA: (continuação) GATTI JÚNIOR, Décio. A escrita escolar da História: livro didático e ensino no Brasil (1970-1990). Bauru: EDUSC; Uberlândia: EDUFU, 2004. KENSkI, Vani M. Múltiplas linguagens na escola. In: ENDIPE. Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. pp. 123-140. LEVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 2003. MARCUSCHI, Luiz A.; XAVIER, Antonio C. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucena, 2004. MASETTO, Marcos; MORAN, José; BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000. MEC. Cadernos da TV Escola, Livros etc...Brasília: MEC/Seed, 1996. MELLO Jr. José de. A evolução do livro e da leitura. Revista Editor. Ano 2, nº 8. Fevereiro/Março 2000. MENDONÇA, M. R. S. Um gênero quadro a quadro: a história em quadrinho. In: Ângela Dionísio; Anna Raquel Machado; Maria Auxiliadora Bezerra (Org.). Gêneros textuais e ensino. 1ª ed. Rio de janeiro: Lucena, 2002, p. 195-207. MERCADO, Luís P. (org). Novas tecnologias na educação: reflexões sobre a prática. Maceió: Inep/Edufal, 2002. MERCADO, Luís P. Aprendizagem por projetos com tecnologias. In: ______ (org). Tendências na utilização das tecnologias da informação e comunicação na educação. Maceió: Edufal, 2004. p. 51-69. MERCADO, Luís P. As aventuras de Marco Pólo: uma viagem na Rota da Seda. In: ______; VIANA, Maria A. (orgs). Projetos utilizando Internet: a metodologia Webquest na prática. Maceió: Marista, 2004. p. 275-279. PAN, Maria Claudia de Oliveira. Leitura e suporte digital: desafio para a EAD. Florianópolis, 12. Congresso Internacional da ABED, 2005. PAZ, A. (2001), É um livro? Um filme? São Quadrinhos? In: PÉREZ, Francisco Carvajal & Ramos Joaquim (orgs). Ensinar ou aprender a ler e a escrever? Aspectos teóricos do processo de construção significativa, funcional e compartilhada do código escrito. Porto Alegre: Artmed, 2001. PINSKY, Jaime. Leitura e (é) inclusão social. Folha de São Paulo, 28/11/03. RAMAL, Andréa C. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001. ROCCO, M. Viagens de Leitura. Brasília: MEC/Seed, 1996. SERPA, Dagmar; ALENCAR, Marcelo. As boas lições que aparecem nos gibis. São Paulo, Revista Nova Escola, Abril, Abril 1998. p. 10-19. SRBEK, W. Quadrinhos, arte educativa? Belo Horizonte, Presença Pedagógica, v.7, n.39, maio/junho. 2001- pp 19-29. XAVIER, Antonio C. Leitura, texto e hipertexto. In: MARCUSCHI, Luiz A; ______. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucena. 2004. Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Multimídia Educacional e Produção de Hipertexto na Educação (3-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Estimular a criação e produção de material de apoio a práticas pedagógicas no ambiente escolar e manipular e utilizar recursos de multimídia e hipermídia na produção destes materiais. Elaborar projeto de interfaces de acordo com os princípios da usabilidade e do design. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADE 1 – DESIGN E USABILIDADE 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 – – – – – Interfaces. Design e ergonomia. Cognição visual. Níveis cognitivos. Usabilidade. UNIDADE 2 – PRODUÇÃO DE HIPERTEXTO NA EDUCAÇÃO 2.1 2.2 2.3 2.4 – – – – Fundamentos de hipertexto. Possibilidades educacionais na web. Construção de páginas web. Wiki. UNIDADE 3 – MULTIMÍDIA EDUCACIONAL 3.1 – Multimídia educacional. 3.2 – Mapas Conceituais e outras ferramentas. 3.3 – Jogos, simulações e software. UNIDADE 4 – BLOGS, FLOG/VLOG E WEBQUEST 4.1 – Blogs. 4.2 – Flog e Vlog. 4.3 – Webquest. UNIDADES PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Multimídia Educacional e Produção de Hipertexto na Educação (3-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9241-11. Requisitos ergonômicos para trabalho de escritório com computadores: Parte 11 – Orientação sobre usabilidade. Rio de Janeiro: 2000. BOMFIM, Gustavo A. Metodologia para Desenvolvimento de Projetos. João Pessoa, Editora Universitária UFPB, 1995. CARVALHO , Mauro Giffoni. PIAGET E VYGOTSKY: AS CONTRIBUIÇÕES DO INTERACIONISMO. Dois Pontos. Rev., N. 24 . Belo Horizonte, p 26 – 27, 1996. FAGUNDES, Léa. A ESCOLHA DE SOFTWARE EDUCATIVO E A INSERÇÃO DE SOFTWARE EM PROJETOS EDUCAIONAIS. In: III Encontro Nacional do PROINFO – MEC, 1998, Pirenopólis – GO FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1990. GRANDJEAN, Etianne. Manual de Ergonomia: Adaptando o trabalho ao homem. Porto Alegre: Bookmam, 1998. HOFFMAN, Donald D. Inteligência visual: como criamos o que vemos. Rio de Janeiro: Ed. Campus Ltda, 2001. HOELZEL, Carlos G. M. Análise do uso do conhecimento ergonômico em projeto de ícones para interfaces humano-computador. Dissertação de mestrado. UFSC, 2000. LEITE, Jair C. Projeto de interface usuário: versão 2001. Cap 7: o design do modelo conceitual da aplicação. Disponível em: http://www.dimap.ufrn.br/~jair/piu/apostila/cap7.pdf. Acesso em: 29 de junho de 2003. LITTO , Fredric M. REPENSANDO A EDUCAÇÃO EM FUNÇÃO DE MUDANÇAS SOCIAIS E TECNOLÓGICAS RECENTES. In: OLIVEIRA, Vera B. Informática em Psicopedagogia. São Paulo: Editora SENAC, 1996. P. 85 – 110. LOING , Bernard. ESCOLA E TECNOLOGIAS: REFLEXÃO PARA UMA ABORDAGEM RACIONALIZADA. Tecnologia Educacional. Rev., Rio de Janeiro, p. 40-43, julho/agosto/setembro.1998. VALENTE , José A. Análise dos Diferentes Tipos de Softwares Usados na Educação. In: III Encontro Nacional do PROINFO – MEC, 1998, Pirenopólis - GO BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Gestão Integrada de Mídias na Educação (1-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Compreender as possibilidades de gestão, expansão e uso das diferentes tecnologias de comunicação e informação na prática pedagógica. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 - TECNOLOGIAS NO AMBIENTE ESCOLAR 1.1 - Conceitos de gestão e tecnologia. 1.2 - Possibilidades de uso de tecnologias na escola. 1.3 - Reconhecimento de tecnologias existentes na escola. UNIDADE 2 - GESTÃO DAS TECNOLOGIAS 2.1 - Análise de ambientes de aprendizagem. 2.2 - Promoção de debates e análises sobre tecnologias e seu uso na escola. 2.3 - Elaboração de Projeto do Professor sobre integração de mídias nas atividades pedagógicas. UNIDADE 3 - EXPANSÃO DO USO DE TICs NA ESCOLA 3.1 - Articulação da Gestão de TICs com o Projeto Pedagógico dos Cursos. 3.2 - Avaliação de expansão de Projetos do Professor a outros âmbitos. 3.3 - Avaliação da dimensão administrativa articulada com a pedagógica. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Gestão Integrada de Mídias na Educação (1-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências ALMEIDA, Fernando José. Contribuições teóricas sobre gestão: elementos para mapear o entendimento das práticas gestionárias e sua visão de mundo, de sociedade e de ser humano. In: Manual do curso - escola de gestores da educação básica. Brasília, 2005. ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma prática democrática. Disponível em http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2005/itlr/tetxt2.htm Acesso em 10/02/2006. _________. Prática e formação de professores na integração de mídias. Prática pedagógica e formação de professores com projetos: articulação entre tecnologias e mídias. In: ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de & MORAN, José Manuel (orgs). Integração das tecnologias na educação. Salto para o futuro. Secretaria de Educação a Distância: Brasília, Seed, 2005. p. 124-127. Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto Acesso em 10/02/2006. LUCK, Heloisa. A evolução da gestão educacional a partir da mudança paradigmática. In Em Aberto, Brasília, v. 17, n. 72, fev /jun. 2000. MORAN, José Manuel. Mudanças profundas e urgentes na educação. Artigo disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/profundas.htm Acesso em 20/02/2006a. MOREIRA, Tânia Maria. Blog pedagógico: é possível visualizar um novo horizonte? Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2005/nfa/tetxt3.htm Acesso em 10/02/2006. NEVES, Carmem Moreira de Castro. A televisão e o vídeo na escola. Uma nova dinâmica na gestão educacional. In: ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de & MORAN, José Manuel (orgs). Integração das tecnologias na educação. Salto para o futuro. Secretaria de Educação a Distância: Brasília, Seed, 2005. p. 124-127. Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto Acesso em 10/02/2006. PRATA, Carmem Lúcia. Gestão escolar e as tecnologias. In: ALONSO, Myrtes; ALMEIDA, Maria Elizabeth B. de; MASETTO, Marcos Tarciso; MORAN, José Manuel; VIEIRA, Alexandre Thomaz. Formação de gestores escolares para utilização de tecnologias de informação e comunicação. Brasília: Secretaria de Educação a Distância, 2002. BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Metodologia da Pesquisa Científica (1-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Elaborar um projeto de pesquisa de acordo com os preceitos da metodologia científica. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 – Ciência e o Método Científico 1.1 – Ciência Moderna. 1.2 – Ciência na prática. 1.3 – O método científico. UNIDADE 2 – Metodologia Científica 2.1 2.2 2.3 2.4 – – – – Definição da metodologia. Coleta e análise de dados. Análise conceitual e crítica. Análise inferencial e interpretação dos dados. UNIDADE 3 – Projeto de Pesquisa 3.1 – Definição do tema. 3.2 – Formulação do problema. 3.3 – Elaboração da pesquisa e do relatório. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Metodologia da Pesquisa Científica (1-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências Pádua, E. M. M. Metodologia da Pesquisa. Editora Papirus. 1990. Barros, A. J. P. e Lehfeld, N. A. Projeto de Pesquisa – Propostas Metodológicas. Editora Vozes. 1988. Fazenda, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 1991. Gil, A . C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Editora Atlas. 1990. Hegenberg, L. Etapas da Investigação Científica, volume 1. Editora EPU. 1980. Marcontonio, A . T. Elaboração e Divulgação do Trabalho Científico. Editora Atlas. 1986. Medeiros, J. B. Técnicas de Redação. Editora Atlas. 1998. Rosa, J. A . e Neiva, E. G. Redigir e Convencer. Editora STC. 1995. Salvador, A . D. Métodos e Técnicas de Pesquisa Bibliográfica. Editora Sulina. 1987. Spector, N. Manual para a Redação de Teses, Dissertações. Editora Guanabara Koogan. 1995. BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na Educação (1-1) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Explorar o processo de construção de projetos didáticos, utilizando, de forma integrada, as diversas mídias. Contribuir para a formação de profissionais da área de educação capazes de produzir projetos e estimular a produção dos estudantes, nas diferentes mídias. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 – CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM 1.1 – Concepção instrucionista/transmissiva. 1.2 – Concepção vivencial/espontaneísta. 1.3 – Concepção construtivista. UNIDADE 2 – PROJETO DIDÁTICO 2.1 – Situações-Problema. 2.2 – Papéis sociais da escola. 2.3 – Autonomia/Interdisciplinaridade/Currículo. UNIDADE 3 – INTEGRAÇÃO DAS MÍDIAS AO PROJETO DIDÁTICO 3.1 – Escolha das mídias. 3.2 – Os gêneros. 3.3 – Relação, gênero, suporte, linguagem. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na Educação (1-1) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências Sobre Concepção de Aprendizagem Relacionada à Pedagogia de Projetos: JEAN PIAGET. da série Crônicas da Terra http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me003554.wmv TV Escola/MEC. O SABER E O SABOR. Brasil, 2000 http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me003884.wmv Blog Oficina de Projetos http://vicenteoficina.blogspot.com TV Escola/MEC. Série Cardápio de Projetos. http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2002/cp/pgm1.htm DVD 25, Parte 2, Os diferentes projetos da escola, do kit Projeto DVD Escola. http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2002/cp/pgm1.htm PERRENOUD, Philippe. Construir competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. ____. Avaliação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. ____. Novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. PRESTES, Maria Luci. A pesquisa e a construção do conhecimento científico: do planejamento aos textos, da escola à academia. São Paulo: Respel, 2005. Sobre Projeto Didático: TV Escola/MEC. Série AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM. 2002. 1. O que é a avaliação? (13'37") http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me000751.wmv 2. Ciclo de aprendizagem e avaliação (16'00") http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me000752.wmv 3. Avaliação e contexto social (15'00") http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me000753.wmv 4. Projetos educacionais e avaliação (21'00") http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me000754.wmv BIBLIOGRAFIA: (continuação) HERNÁNDEZ, projetos Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização de trabalho. Porto Alegre: Artes do currículo por Médicas, 1998. ______. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998. ______. Os projetos de trabalho e a necessidade de transformar a escola. In: Revista Presença Pedagógica, v. 4, n.21, maio/junho, 1998. ______ et al. Aprendendo com as inovações nas escolas. Porto Alegre: Artmed, 2000. KLEIMAN, Ângela; MORAES, Sílvia. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1999. LÜCK, Heloísa. Pedagogia Interdisciplinar. Petrópolis: Vozes, 1994. MOURA, Dácio; BARBOSA, Eduardo. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. Petrópolis: Vozes, 2006. Sobre Integração das Mídias ao Projeto Didático TV Escola/MEC & Fundação Régua e Compasso. Série AULA LÁ FORA. Brasil, 2003. http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me001226.wmv http://www.redebrasil.tv.br/salto/ Debate: Cinema documentário e educação –Boletim 11junho Debate: Mídias na Educação – Boletim 24 – novembro/dezembro Debate: Televisão, gêneros e linguagens – Boletim 10 – Junho Debate: Refletindo sobre a linguagem do cinema – Boletim – 2005 CITELLI, Cortez. Adilson. Aprender a ensinar com textos não escolares. São 2008 2006 2006 Paulo: 1997. FARIA, Maria Alice. O jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 4. 3d. 1992. ______. Como usar o jornal na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2 ed. 1998. NAPOLITANO, Marcos. Como usar a televisão na sala de aula. São Paulo: Contexto. 1999. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola editorial, 2008. ______ & XAVIER, Antônio Carlos dos Santos. Hipertexto e gêneros digitais. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME ( T - P ) EAD Monografia (3-3) OBJETIVOS - ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de : Demonstrar conhecimentos adquiridos através do aprofundamento dos conteúdos estudados ou da aplicação dos conteúdos à solução de um problema profissional. PROGRAMA: TÍTULO E DISCRIMINAÇÃO DAS UNIDADES UNIDADE 1 – APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 1.1 – Técnicas de apresentação. 1.2 – Dinâmica da apresentação. UNIDADE 2 - ESTRUTURAÇÃO DO TEXTO 2.1 - Definição do projeto e estrutura do texto da monografia. 2.2 - Revisão bibliográfica. 2.3 - Redação da introdução e revisão bibliográfica. UNIDADE 3 – EXECUÇÃO DO PROJETO 3.1 - Implementação. 3.2 - Testes. 3.3 - Redação do desenvolvimento do trabalho. UNIDADE 4 - APRESENTAÇÃO 4.1 - Redação final da monografia. 4.2 - Defesa da monografia. 4.3 - Avaliação. PROGRAMA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIBLIOGRAFIA DEPARTAMENTO: Departamento de Eletrônica e Computação IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) EAD Monografia (3-3) BIBLIOGRAFIA: BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR Referências Variada, dependendo do tema escolhido. Indicada pelo orientador. BIBLIOGRAFIA: (continuação) Data: ____/____/____ Data: ____/____/____ ______________________ Coordenador do Curso ___________________________ Chefe do Departamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO A avaliação é continuada, visando garantir o desenvolvimento integrado e contínuo das aprendizagens e competências. As avaliações incluirão procedimentos de auto-avaliação, avaliação à distância e presencial e elaboração do projeto final (monografia no formato de artigo). Para obter aprovação e a respectiva diplomação, o aluno deverá cumprir os requisitos estabelecidos em cada disciplina e ser aprovado na defesa da monografia. A aprovação do aluno será dimensionada por critérios de aproveitamento especificados no Regime de Aprovação do Regimento Geral do curso (item 10 do regimento disponível neste projeto no capítulo sobre legislação que regula o curso). Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS FINANCIAMENTO Este curso por ser parte do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação proposto pela Secretaria de Educação a Distância do Ministério de Educação (SEED/MEC) e promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), será financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). INFRA-ESTRUTURA Como qualquer curso de educação a distância da UFSM, este curso conta com um coordenador de curso, um coordenador de tutoria, um secretário e o apoio da coordenação de EAD da UFSM, através da infra-estrutura da CEAD/UFSM. O curso terá à sua disposição as seguintes instalações e recursos técnicopedagógicos: (A) (B) (C) (D) (E) (F) (G) (H) (I) (J) (K) secretaria; sala de coordenação; sala de reuniões; sala de estudos/pesquisa para alunos; sala de estudos/pesquisa para o corpo docente; sala de aula; sala de projeção; biblioteca; sala multimídia; laboratório de informática; auditório. Todos os locais planejados para o desenvolvimento do curso contam com áreas de acesso para pessoas com necessidade especiais. CORPO DOCENTE Além do Coordenador o curso e professores de disciplinas, haverá um coordenador de tutoria e um orientador de TCC (monografias) para cada oito (8) alunos. Os professores contarão, ainda, com a colaboração de tutores de acordo com a normatização proposta pela CAPES/MEC de um (1) tutor presencial e a distância por pólo (25 alunos para cada tutor) e um (1) secretário que atuará junto a coordenação do curso de pós-graduação lato sensu. Além do critério de titulação (Especialista, no mínimo), como principal requisito para a função de tutor, e da disponibilidade de tempo para a tutoria, prioriza-se um profissional que já tenha trabalhado com EAD e que possua um perfil motivador, criando um ambiente favorável à troca de experiências e leituras de forma continuada e regular, utilizando, para isso, os recursos e instrumentos oferecidos pelo Ambiente Virtual de Ensino/Aprendizagem, bem como por outras formas de comunicação à distância definidas pelo professor/orientador. Esses tutores irão atuar nos pólos e na UFSM junto aos professores responsáveis por disciplinas. O Corpo Docente será constituído por: um doutor Coordenador do Curso; um doutor Coordenador de Tutoria; Professores mestres ou doutores responsáveis por disciplinas e orientadores de TCC (1 orientador para cada 8 alunos); Tutores presenciais e a distância (1 tutor para cada 25 alunos). Os professores do corpo docente são: Professores Carlos Gustavo Hoelzel Eronita Cantarelli Noal Gedson Dal Forno Giliane Bernardi Giovani Rubert Librelotto Iria Brucker Roggia Raul Ceretta Nunes Roseclea Duarte Medina Tutores a serem selecionados Titulação Doutor em Engenharia de Produção Mestre em Ciência da Computação Mestre em Engenharia de Produção Doutor em Informática na Educação Doutor em Informática Mestre em Engenharia de Produção Doutor em Ciência da Computação Doutor em Informática na Educação Especialista, Mestre ou Doutor Atribuições Responsável disciplinas Responsável disciplinas Responsável disciplinas Responsável disciplinas Responsável disciplinas Responsável disciplinas Coordenação por por por por por do Curso Coordenador de Tutoria Atuação junto ao professores Orientadores de Monografia cadastrados em 2010/1 Formação Carlos Gustavo Hoelzel Doutor Eliana Zen Mestre Érico Marcelo Hoff do Amaral Mestre Eronita Ana Cantarelli Noal Mestre Fabiane Sarmento Fruet Mestre Fábio Teixeira Franciscato Mestre Giliane Bernardi Doutor Gilse Antoninha Falkemback Doutor Giovani Rubert Librelotto Doutor Ilse Abegg Doutor Jorge Luiz Cunha Doutor Joselaine Brondani Medeiros Doutor Leila Maria Araújo Santos Doutor Maria Angélica Figueiredo Mestre Patrícia Mariotto Mozzaquatro Mestre Raul Ceretta Nunes Doutor Rosana Zucolo Mestre Roseclea Duarte Medina Doutor Data: _____/_____/_____ por _____________________________ Coordenador do Curso LEGISLAÇÃO QUE REGULA O CURRÍCULO DO CURSO REGIMENTO GERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO REGIMENTO GERAL 1. O CURSO E SUA FINALIDADE O Curso de Especialização em Mídias na Educação, a realizar-se no Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), reger-se-á por este regulamento, obedecidas as normas da UFSM que disciplinam os Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização. 2. OBJETIVO O objetivo geral do curso é contribuir para a melhoria da qualidade da educação brasileira qualificando em nível de pós-graduação lato sensu professores da educação básica da rede pública de ensino que cursem com êxito módulos do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação (SEED-MEC) ofertados pela UFSM, capacitando-os a produzir e a estimular, de forma articulada, o uso e a produção das diferentes mídias em sala de aula. 3. COORDENAÇÃO O Curso será coordenado por um professor do Departamento de Eletrônica e Computação do Centro de Tecnologia da Universidade Federal de Santa Maria. A coordenação substituta será exercida pelo Coordenador de Tutoria ou Coordenador de Educação a Distância da UFSM. 4. CORPO DOCENTE O corpo docente será constituído por professores mestres e doutores pertencentes ao quadro da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), os quais serão assistidos por tutores. 5. CORPO DISCENTE O corpo discente será constituído por professores da rede pública de ensino. 6. ESTRUTURA DO CURSO O curso esta estruturado em três semestres, de acordo com módulos de formação do Programa de Formação Continuada Mídias na Educação da SEED/MEC. O total de horas-aulas será de 450h, incluindo a monografia. 7. CRITÉRIO DE SELEÇÃO DOS CANDIDATOS 7.1 Os candidatos terão acesso ao Curso de Especialização em Mídias na Educação através de indicação das Secretarias Municipais, através da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do RS (UNDIME), e da Secretaria de Estadual Educação do RS. 7.2 São aptos a seleção os professores em serviço da rede pública de ensino. 8. REGIMENTO DIDÁTICO 8.1 A unidade de crédito corresponde ao sistema adotado na UFSM. 8.2 O regime didático obedecerá à seguinte modalidade: Educação a Distância. 8.3 O desenvolvimento e escrita da Monografia serão realizados sob orientação de um professor do quadro docente do curso ou por professor mestre ou doutor credenciado pelo Colegiado do Curso. 8.4 Período de duração total do curso: 18 meses. 8.5 As atividades referentes a cada disciplina serão desenvolvidas de acordo com o Programa de Formação Continuada Mídias na Educação (SEED-MEC), seguindo orientações do Projeto Pedagógico do Curso. 9. REGIME DE MATRÍCULA REGULAR No ato da matrícula, o aluno será inscrito em todas as disciplinas que compõem o semestre correspondente. Este deverá cursá-las integralmente, ou dispensá-las conforme seção 11 deste regimento. O ato da matrícula implica em tomar conhecimento deste regimento e cumprí-lo. 10. REGIME DE APROVAÇÃO A aprovação do aluno será dimensionada por critérios de aproveitamento. 10.1 Não poderá ser aprovado em qualquer disciplina o aluno que não apresentar rendimento Regular em todas as atividades programadas ou que não apresentar um mínimo de 75% de freqüência. O não atendimento das atividades e/ou não realização de acesso no ambiente virtual, assim como a participação nos encontros presenciais, será considerado falta. 10.2 O aproveitamento em cada disciplina será avaliado através de prova escrita e/ou prática, trabalhos individuais e/ou em grupo, e/ou observações a critério de cada professor. 10.3 A avaliação de aproveitamento na disciplina dar-se-á por meio de conceito que apresenta o resultado das avaliações das provas, trabalhos, exames e interesse demonstrado pelo aluno de acordo com a tabela de avaliação do rendimento escolar e de freqüência. AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR CONCEITO NOTAS A De 10 a 9,1 A De 9,0 a 8,1 B De 8,0 a 7,1 B De 7,0 a 6,1 C De 6,0 a 5,1 C De 5,0 a 4,1 D De 4,0 a 3,1 D De 3,0 a 2,1 E De 2,0 a 1,1 E De 1,0 a 0,0 10.3.1. Às disciplinas que não forem computados os conceitos acima, serão atribuídas as seguintes situações: AP (Aprovado); NA (Não-Aprovado); R (Reprovado por Freqüência); ou I (Situação Incompleta). Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO REGIMENTO GERAL (continuação) 10.3.2. A situação “I” significa trabalho incompleto e será atribuída somente quando não houver possibilidade de registro no mesmo semestre letivo, o que será comprovado por uma das seguintes situações: I – tratamento saúde; II – licença gestante; III – suspensão de registro por irregularidade administrativa; e IV – casos omissos serão decididos em comum acordo entre o Colegiado do Curso e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. 10.3.3. A situação “I” não poderá ultrapassar o semestre letivo subseqüente. 10.4 O professor deverá fornecer à coordenação do curso no final das atividades, os conceitos obtidos pelos alunos na disciplina. 10.5 O aluno que obtiver conceito igual ou inferior a “C” em qualquer disciplina será reprovado. 10.6 Será desligado do curso o aluno que for reprovado (obter conceito igual ou inferior a “C” ou R) em duas disciplinas ou por duas vezes na mesma disciplina. 10.7 Para a conclusão do curso, o aluno deverá cumprir todos os créditos correspondentes às 360 horas-aulas e ser aprovado na defesa de Monografia por uma comissão avaliadora, composta pelo orientador ou co-orientador e outros dois professores do curso ou convidados. 10.8 Ao aluno que tiver cumprido as exigências expressas no item anterior será conferido certificado de conclusão do Curso de Especialização em MÍDIAS NA EDUCAÇÃO. 11. DISPENSA DE DISCIPLINAS O aluno poderá solicitar dispensa de disciplina do curso desde que comprove, através da apresentação de documentos, já tê-la cursado com a equivalência de carga horária, conteúdo e conceitos a serem avaliados pelo Colegiado do Curso. 12. DESISTÊNCIAS OU REPROVAÇÕES Ao aluno que desistir de uma ou mais disciplinas, ou for reprovado, não será garantida pela Coordenação do Curso, a oferta da(s) disciplina(s), em outro período. 13. DO PRAZO MÁXIMO PARA INTEGRALIZAÇÃO O aluno deve integralizar o curso em no máximo 5 semestres. 14. DO COLEGIADO DO CURSO Em conformidade com o Regimento Interno dos Programas/Cursos de PósGraduação da UFSM, art. 5º, o Curso terá um Colegiado, uma Coordenação e ViceCoordenação (Coordenador de Tutoria na nomenclatura CAPES) e uma Secretaria de Apoio Administrativo. O Colegiado do Curso será composto pelo coordenador e vicecoordenador, pelos professores responsáveis por disciplinas e por um representante discente. 15. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Este regulamento estará sujeito às alterações que vierem a ser estabelecidas para os Cursos de Especialização pelo Conselho Federal de Educação. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso. Data: _____/_____/_____ _____________________________ Coordenador do Curso