UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP
CENTRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA - CEAD
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
MODALIDADE À DISTÂNCIA (360 HORAS)
Ouro Preto, Fevereiro de 2010
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO - UFOP
CENTRO DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA - CEAD
Prof. Dr. João Luiz Martins
Reitor
Universidade Federal do Ouro Preto
-----------------------------------------------------------------Prof. Dr. André Barros Cota
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação – UFOP
-----------------------------------------------------------------Prof. Dr. Jaime Antônio Sardi
Diretor do Centro de Educação Aberta e a Distância – CEAD/UFOP
---------------------------------------------------------------Profa. Dra. Maria do Carmo Vila
Coordenadora UAB – CEAD/UFOP
---------------------------------------------------------------Profa. Dra. Adriana Maria Tonini
Responsável pela Elaboração da Proposta
Coordenadora do Curso de Especialização em Mídias na Educação
Ouro Preto, Fevereiro de 2010
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Sumário
I – Conceitos ................................................................................................................................. 4
II – Objetivos ................................................................................................................................. 5
III – Justificativas .......................................................................................................................... 6
IV – Corpo Docente....................................................................................................................... 7
V – Estrutura Curricular ............................................................................................................... 8
Das Ementas das Disciplinas do Currículo ............................................................................. 10
Da Bibliografia Referente as Ementas das Disciplinas do Currículo ....................................... 11
VI – Da Instalação ....................................................................................................................... 14
VII – Da Organização do Curso ................................................................................................. 14
Do corpo docente e administrativo.............................................................................................14
Do número de Vagas.................................................................................................................14
Da inscrição...............................................................................................................................15
VIII – Do financiamento do Curso .............................................................................................. 15
IX - Normas do Curso....................................................................................................................16
Do Rendimento Escolar...............................................................................................................16
Da avaliação ............................................................................................................................. 16
Da presencialidade. .................................................................................................................. 17
Do Trabalho Final. .................................................................................................................... 17
Do Grau Acadêmico.................................................................................................................. 18
Das disposições Gerais Transitórias.......................................................................................18
X – Regulamento do Curso.............................................................................................................19
Bibliografia
ANEXOS
Anexo 1 Cronograma de Execução do Curso.
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Especialização em Mídias na Educação
I – Conceitos
Nos últimos anos, o governo federal, através do MEC/SEED (Secretaria de Educação a
Distância do Ministério da Educação), tem investido vultuosos recursos no aumento do
acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs) no âmbito da escola pública, da
Educação à Distância (EAD) e da comunidade. Os programas de inclusão digital, as
interfaces como a TV-Escola via rede de computadores, a implantação de redes de
educação a distância, a produção de conteúdos, programas educativos em diferentes
mídias e níveis de ensino, a criação de parcerias entre secretarias de educação (estaduais
e municipais) e instituições de ensino superior, a capacitação de profissionais para a gestão
e o uso crítico e criativo dessas tecnologias, são exemplos de ações que vêm sendo
desenvolvidas em diversas regiões do país há mais de uma década.
Porém, tais medidas não têm sido suficientes para promover a efetiva incorporação das
TICs nos processos educacionais. Isto porque o verdadeiro aproveitamento dessas
tecnologias e inovações só ocorre quando os agentes educativos adotam as mídias na sua
prática pedagógica. Por sua vez, esse processo de incorporação vem sendo dificultado, em
grande parte, pela deficiente capacitação dos professores frente à utilização das TICs no
processo educacional.
De outra parte, o aumento do acesso às TICs não tem gerado currículos mais flexíveis ou
novas dinâmicas de aula. Em geral, a prática pedagógica continua inalterada e presa a
rotinas ultrapassadas embora a inserção das TICs represente novas oportunidades para
redesenhar os currículos, criar práticas de ensino-aprendizagem que combatam a rotina, a
previsibilidade e a monotonia. Sendo assim, com o uso das TICs, espera-se a efetivação de
metodologias e dinâmicas que contribuam com a motivação dos alunos, sua participação no
processo educacional e efetiva aprendizagem.
Os constantes avanços tecnológicos em matéria de informação e comunicação e a
globalização da economia demandam constantes investimentos em educação e qualificação
dos seus agentes. A desconsideração destas novas exigências aumentam a defasagem
social, econômica e cultural entre os países mais e os menos desenvolvidos. Nesse cenário,
a educação continuada, a qualificação e atualização dos professores é fator chave para o
desenvolvimento.
Nesse cenário e diante do imenso potencial pedagógico de poderosos recursos
tecnológicos, as instituições de ensino devem fazer frente às novas demandas e à formação
de profissionais qualificados, repensar, reorganizar e reposicionar suas próprias estruturas
curriculares e propiciar o desenvolvimento de propostas inovadoras, assumindo uma
5
postura de abertura e flexíbilidade promovendo, assim, projetos criativos, ousados e
desafiadores.
II – Objetivos
O Curso de Especialização em Mídias na Educação é uma proposta que se caracteriza pela
integração das diferentes mídias ao processo de Ensino e Aprendizagem e tem como
objetivo principal contribuir para a formação continuada de profissionais em Educação, em
especial professores da Educação Básica, incluindo aqueles de Educação de Jovens e
Adultos, de Educação Especial e de Educação Profissional, para o uso dos recursos
tecnológicos no cotidiano da escola, de forma articulada à proposta pedagógica e a uma
concepção interacionista de aprendizagem.
• Objetivo geral: O objetivo geral do Curso de Especialização em Mídias na
Educação é contribuir para a formação de profissionais em educação
promovendo o aperfeiçoamento no uso de mídias (impressa, rádio, TV/Vídeo
e informática), e sua leitura critica no âmbito escolar. Visa a diversificação e
renovação de estratégias aplicadas na pratica pedagógica, a gestão e
produção de conteúdos de forma articulada à proposta pedagógica e o
enriquecimento do processo ensino-aprendizagem.
• Objetivos específicos:
a) Relativos à formação continuada de professores:
• Contribuir para a formação de profissionais em educação, em especial
professores da Educação Básica, atendendo a uma nova demanda por formação
continuada no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs).
• Garantir aos educadores condições de produção em diferentes linguagens de
cinco mídias básicas: material impresso, televisão e vídeo, rádio e informática.
• Habilitar o docente para produzir e estimular a produção dos alunos nas
diferentes mídias, de forma articulada à proposta pedagógica e a uma concepção
interacionista de aprendizagem.
b) Relativos ao emprego pedagógico das mídias:
• Identificar aspectos teóricos e práticos no contexto das diferentes mídias e no uso
integrado das linguagens de comunicação: sonoras, visuais, impressas,
audiovisuais, informáticas, telemáticas etc, destacando as mais adequadas aos
processos de ensino e aprendizagem.
6
• Explorar o potencial dos Programas da SEED/MEC (TV Escola, Proinfo, Rádio
Escola, Rived) e os desenvolvidos por IES ou Secretarias Estaduais e Municipais
de Educação, no Projeto Político-pedagógico da escola, sua gestão no cotidiano
escolar e sua disponibilidade à comunidade.
• Elaborar propostas concretas para utilização dos acervos tecnológicos
disponibilizados à escola no desenvolvimento de atividades curriculares nas
diferentes áreas do conhecimento.
• Estabelecer um processo de avaliação crítica da aplicabilidade das diferentes
mídias, na sala de aula.
• Estimular a formação do leitor crítico e a criação de projetos de uso integrado das
mídias disponíveis e favorecendo o desenvolvimento das habilidades e
competências necessárias para seu manejo, assim como na gestão em
tecnologia educacional.
• Criar oportunidades de acesso e permanência aos espaços do ensino e à
utilização de novas mídias e das tecnologias da informação e da comunicação,
atualizando as linguagens e renovando as estratégias didáticas.
III – Justificativas
O cenário da Educação a Distância atual no Brasil apresenta projetos inovadores, soluções
criativas e materiais didáticos, impressos ou eletrônicos, de alta qualidade. Estes são
especialmente desenhados para aprendizagem à distância, apoiados por tutorias
presenciais e virtuais e aplicados em programas de capacitação de docentes de redes
públicas em nível superior, com significativa cooperação entre instituições de ensino,
sobretudo públicas, e governos estaduais e municipais.
A Universidade Federal de Ouro Preto vem desenvolvendo ações referentes à Educação a
Distância e participa ativamente do processo de capacitação de profissionais de ensino e
oferta programas nesta modalidade educacional desde 2001. Esta condição habilita a
UFOP, através do Centro de Educação Aberta e a Distância – CEAD, como uma das
instituições responsáveis pela implementação do Programa de Formação Continuada em
Mídias na Educação.
Outros fatores se somam:
• a pobre qualidade da formação dos professores da rede pública e as dificuldades
econômicas, institucionais e mesmo geográficas que enfrentam, para investir na
sua formação continuada.
• a indiscutível importância do papel da integração das mídias no processo de
socialização e escolarização dos alunos.
• o potencial da mídia como recurso pedagógico que eleva a motivação, instiga a
criatividade, facilita a integração e participação quando inserida no âmbito do
7
desenvolvimento de projetos, facilita a discussão e a cooperação na solução de
problemas comuns dentro da escola e da comunidade.
• o crescente desinteresse e falta de motivação dos alunos e dos professores pelo
sistema tradicional de ensino, muitas vezes impiedosamente rotineiro e alienante
(considere-se a alta prevalência da síndrome da exaustão emocional que
prevalece nesta categoria profissional),
• o uso intensivo e paralelo de tecnologias como fonte de aprendizagem por parte
dos alunos (notadamente a Internet como fonte de consulta) que demanda do
professor domínio da tecnologia e um maior contato com os fluxos disponíveis
de informação.
Considerando as dimensões do país, a quantidade de pessoas a serem educadas, a infraestrutura física disponível e o número de educadores com capacidade para facilitar esse
processo, a educação a distância no ensino superior é, mais do que viável, é necessária.
É preocupação do Ministério da Educação e da sociedade como um todo, que esse
processo de incorporação de novos recursos e possibilidades, aliado à ampliação da oferta,
aconteça de forma tal que não apenas restem preservados os melhores padrões de
qualidade, mas que também eles sejam aperfeiçoados. Neste sentido, a incorporação de
tecnologias e metodologias precisa conduzir a ofertas que atendam aos mesmos padrões
de qualidade, independentemente da combinação de recursos presenciais, virtuais ou à
distância, em cada área de curso ou de cursos superiores oferecidos.
Os participantes, professores da educação básica da rede pública de ensino, aprovados
neste Curso de Especialização em Mídias na Educação, poderão aceder a certificado de
pós-graduação lato sensu mediante a elaboração e defesa de monografia ou TCC (Trabalho
de Conclusão de Curso). Estas ações tem como marco não apenas o aperfeiçoamento dos
profissionais da educação básica da rede pública de ensino mas, também, a melhoria da
qualidade da educação brasileira.
IV – Corpo Docente
O corpo docente designado para ministrar o Curso de Especialização em Mídias na
Educação é composto por profissionais que atuam na área educacional e em áreas afins do
conhecimento inerente ao curso. A relação dos professores pertencentes ao Centro de
Educação Aberta e a Distância (CEAD) da UFOP que integram a equipe docente é
mostrada a seguir:
Nome dos Professores do CEAD
Titulação
Adriana Maria Tonini - Coordenadora
Doutora
André Felipe Pinto Duarte
Mestre
8
Antônio Marcelo Jackson Ferreira da Silva
Doutor
Breynner Ricardo de Oliveira
Mestre
Carla Mercês da Rocha
Doutora
Carlos Alberto Dainese
Mestre
Cláudia Raquel Martins Correa
Mestre
Elizabeth Antonini
Mestre
Felipe Comarela Milanez
Mestre
Gláucia Maria dos Santos Jorge
Doutora
Haroldo Luiz Bertoldo
Mestre
Hercules Toledo Correa
Doutor
Jaime Antônio Sardi
Doutor
Janete Flor de Maio Fonseca
Doutora
Jorge Luis Costa
Mestre
Marger da Conceição Ventura Viana
Doutora
Maria do Carmo Vila
Doutora
Rafael de Oliveira Alves
Mestre
Sandra Augusta de Melo
Doutora
Tania Rossi Garbin
Doutora
Teresinha Fumi Kawasaki
Doutora
Wilson Jose de Araujo
Mestre
OBS: Os professores do Curso serão auxiliados em suas atividades pelos Tutores
Presenciais e Tutores à Distância.
V – Estrutura Curricular
O currículo do Curso de Especialização em Mídias na Educação tem como eixo a utilização
de diferentes recursos de apoio à aprendizagem e à autoria nas diferentes mídias.
O curso de Mídias na Educação está estruturado em disciplinas e será ofertado com o
auxílio da plataforma Moodle. Cada disciplina corresponde a um conjunto de conhecimentos
e atividades dedicados a uma mídia ou à aplicação das mídias de forma integrada.
Do ponto de vista metodológico, as disciplinas são estruturados em três dimensões,
considerando as mídias como:
• objeto de estudo e reflexão;
9
• ferramenta de apoio aos processos de ensino e aprendizagem (conceito de pré e
pós-exibição);
• meio de comunicação e expressão (produção e autoria).
Utilização da mídia no
processo de ensino e
aprendizagem
Mídia como recurso para o
ensino e a aprendizagem
Vantagens e
desvantagens
Exploração pedagógica da
mídia
Autoria na mídia e
articulação com as demais
Mídia como suporte para a
produção conhecimento e
de informação de
professores e cursistas
Avaliação/Publicação
Caracterização
Especificidades
Proposta de ação
Situação problema
Mídia como objeto de estudo
Cada disciplina tem duração de 15, 30, 45 ou 60 horas, correspondendo a um crédito (para
cada 15 horas), a dois créditos (para cada 30 horas), a três créditos (para cada 45 h) e a
quatro créditos (para cada 60 horas).
A proposta do curso está fundamentada em uma concepção de Educação como processo
construtivo e permanente, implicando:
• no reconhecimento da especificidade do trabalho docente, que conduz à articulação
necessária entre a teoria e a prática (ação/reflexão/ação) e à exigência de que se
leve em conta a realidade da escola, da sala de aula e da profissão docente, ou seja,
das condições materiais e institucionais em que atua o educador;
• na metodologia de resolução de problemas, permitindo que a aprendizagem se
desenvolva no contexto da prática profissional do cursista;
• na integração e na interdisciplinaridade curriculares, dando significado e relevância
aos conteúdos;
• no favorecimento à construção do conhecimento pelo cursista, valorizando sua
vivência investigativa e o aperfeiçoamento da prática;
• na inclusão, considerando a oferta de percursos compatíveis com a formação prévia,
as necessidades e a expectativa dos participantes.
Ementas das Disciplinas do Currículo
As disciplinas e as respectivas ementas do Currículo do Curso de Especialização em
Mídias na Educação são as seguintes:
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DISCIPLINAS
Introdução ao Curso
EMENTAS
Primeiro encontro presencial contemplado a integração de estudantes e educadores.
Apresentar proposta pedagógica do curso e o ambiente virtual Moodle. Discutir organização
( 15 h)
e programação dos estudos ao longo do Curso. Apresentar ações e metas que deverão ser
desenvolvidas para serem apresentadas no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e no
encontro final de conclusão do curso. Apresentar processo de avaliação do curso.
Integração em Mídias na Mídias e tecnologias. Evolução do conceito de mídias. Multimídia, hipertexto, hipermídia e
Educação
tecnologias da informação e comunicação. Papel da tecnologia da informação e
(60h)
comunicação na educação e a contribuição para a prática escolar.
Informática e Internet
O ambiente proporcionado pela Informática aos professores para apoiar atividades de ensino
(60h)
aprendizagem. O processo ensino-aprendizagem e seus componentes (objetivo, conteúdo,
método, recursos didáticos, avaliação e a relação professor-aluno). Conceitos de Recursos
didáticos e suas contribuições para o processo ensino-aprrendizagem do ponto de vista
fisiológico, psicológico, pedagógico. Componentes básicos do computador. Sistemas
Operacionais (SO) e Aplicativos e suas utilizações na Educação. Aspectos relacionados à
Internet: suas características e serviços, aspectos de segurança a serem considerados no
seu uso e a operação do navegador.
TV e Vídeo
Correlações entre tecnologia, tecnologia educativa e currículo. Pensamento crítico sobre a
inserção das tecnologias da informação e da comunicação no currículo escolar. Contexto
(30h)
sócio-educativo da televisão e do vídeo. Conceitos básicos sobre a linguagem utilizada na
televisão. Noções básicas sobre os aspectos tecnológicos da produção de um vídeo
educativo.
Rádio
O rádio como elemento integrado ao cotidiano escolar e a outras mídias. Histórico do rádio:
(30h)
mudanças de tecnologia, formatos e conteúdos ao longo dos anos e suas implicações
socioculturais. Analise de aspectos conceituais básicos para a compreensão do papel do
rádio na educação, ilustrados por experiências ocorridas na escola ou na comunidade.
Possibilidades para implantação de uma rádio na escola.
Material Impresso
(60h)
Histórico da escrita, desde os manuscritos até os primeiros impressos. Impressos em tempos
audiovisuais e na era da informática: da linearidade à hipertextualidade. A criação do texto e
a construção de conhecimento na Internet. Elaboração de atividades de leitura e produção de
textos da mídia impressa fundamentada na noção de gênero textual. Diferentes formas de
apresentação do texto no formato digital e o trabalho com a mídia impressa utilizando
recursos audiovisuais e hipertextuais. Materiais impressos disponíveis ou acessíveis aos
professores no trabalho pedagógico: Livros Didáticos e Paradidáticos, Enciclopédias, Jornais,
Propaganda, Histórias em Quadrinhos, Cordel, Revistas (Impressas e Online), Mapas e
Projetos Integrando Mídias.
Gestão de Mídias
(60h)
Tecnologias existentes na escola. Possibilidades de uso das tecnologias na escola.
Conceitos de Gestão, Tecnologias e Mídias. As tecnologias e sua utilização nas escolas.
Implicações da gestão da prática pedagógica. Ambientes de aprendizagem. Conceito de
projetos.
Trabalho de Conclusão Metodologia de Pesquisa Educacional, método científico, elementos constitutivos do projeto.
de Curso (TCC)
Elaboração de um projeto de intervenção no cotidiano escolar que promova a integração de
(45h)
mídias (monografia).
Segundo encontro presencial: final do curso, contemplando a avaliação do curso e a entrega
da monografia (Trabalho Final de Curso) – 15 horas
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
360h
CARGA HORÁRIA TOTAL DE ATIVIDADES PRESENCIAIS
(Primeiro e Segundo encontros)
30h
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Bibliografia Referente às Ementas das Disciplinas do Currículo
INTEGRAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Pedagogia de projetos e integração de mídia . Disponível em:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ppm/tetxt5.htm . Acesso em 26/09/2005.
BELLONI, M. L. (2001) O que é mídia-educação / Maria Luiza Belloni - Campinas, SP: Autores Associados
(Coleção polêmicas do nosso tempo; 78)
DIZARD, W. P. (1998) A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação / Wilson Dizard Jr.;
tradução [da 2ª ed.], Edmond Jorge; revisão técnica, Tony Queiroga - Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.
MC LUHAN (1979), M. Os meios de comunicação como extensões do homem . 5ª ed. São Paulo, Cultrix
(trad. Brasileira).
SANTAELLA, L (1992). Cultura das mídias (2ª Ed. 1996) SP: Experimento.
Para a delimitação de terminologias foram consultados alguns pesquisadores por correio eletrônico, livros,
bem como dicionários e enciclopédias eletrônicas (Houaiss, TechWeb (http://content.techweb.com) e
Wikipedia (http://www.wikipedia.org)).
INFORMÁTICA E INTERNET
Baranauskas, Maria Cecília. Procedimento, função, objeto ou lógica? Linguagens de programação
vistas pelos seus paradigmas. In Valente, José A. (org.). Computadores e conhecimento: repensando a
educação. Campinas/SP: Gráfica Central da UNICAMP, 1993.
Brasil. Secretaria de Educação a Distância. Programa Nacional de Informática na Educação. Brasília:
MEC/SEED-ProInfo. http://www.prinfo.gov.br, 2000.
Freire, Paulo & Seymour, Papert. O futuro da escola: uma conversa sobre informática, ensino e
aprendizagem. Vídeo, São Paulo: PUC/SP, TVPUC, nov., 1995. Freire, Paulo & Seymour, Papert. O
futuro da escola: uma conversa sobre informática, ensino e aprendizagem. Vídeo, São Paulo: PUC/SP,
TVPUC, nov., 1995.
Lévy, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
______. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro:
Ed. 34, 1993.
Moran, José M. Como utilizar a Internet na Educação. http://www.eca.usp.br/prof/moran, 2000.
Prado, Maria Elisabette B. B. O uso do computador na formação do professor. Um enfoque
reflexivo da prática pedagógica. Cadernos Informática para a Mudança em Educação. MEC/ SEED/
ProInfo, 1999.
Valente, José A. (org.). O computador na sociedade do conhecimento. In Valente, J. A. (org.). O
computador na sociedade do conhecimento. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 1999a.
12
TV E VÍDEO
BEZERRA, Wagner - Manual do telespectador insatisfeito. São Paulo, Summus, 1999.
Bourdieu, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1996.
FUSARI, Maria Felisminda de R. Meios de comunicação na formação de professores: televisão e vídeo
em questão. São Paulo, Instituto de Psicologia da USP, 1990 (Tese de Doutorado).
MACHADO, Arlindo. A arte do vídeo. São Paulo, Brasiliense, 1988.
MARCONDES FILHO, Ciro. Televisão: a vida pelo vídeo. São Paulo, Editora Moderna, 1989.
PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação? São Paulo, Cortez, 1991
RADIO
BARBOSA FILHO, André. Gêneros radiofônicos - Os formatos e os programas em áudio. São Paulo,
Edições Paulinas, 2003.
BARBOSA FILHO, André; PIOVESAN, Ângelo e BENETON, Rosana. Rádio – Sintonia do Futuro. São
Paulo, Paulinas, 2004.
CÉSAR, Cyro. Rádio, a mídia da emoção. São Paulo, Summus, 2005.
CONSANI,
(no prelo).
Marciel.
Como
usar
o
Rádio
na
Sala
de
Aula.
São
Paulo,
Contexto
MOREIRA, Sônia Virgínia. O rádio no Brasil. Rio de Janeiro, Rio Fundo,1991.
PRADO, Emílio. Estrutura da informação radiofônica. São Paulo, Summus, 1989.
MATERIAL IMPRESSO
A história do livro. Gutenberg (Primeiras impressões). Artigo extraído da coluna “Perfil” da Revista
Superinteressante.. Outubro de 2003.
ALVAREZ, Octávio H. O texto eletrônico: um novo desafio para o ensino da leitura e da escrita. In:
PÉREZ, Francisco C.; GARCIA , Joaquín R. Ensinar ou aprender a ler e a escrever. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
ALVES, Rubem. O prazer da leitura. Disponível em:
http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em: 10/03/05.
BRAGA, Denise B, A comunicação em ambiente hipermídia: as vantagens da hipermodalidade para o
aprendizado no meio digital. In: MARCUSCHI, Luiz A.; XAVIER, Antonio C. Hipertexto e gêneros
digitais. Rio de Janeiro: Lucena,2004.
MARCUSCHI, Luiz A.; XAVIER, Antonio C. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucena,
2004.
PAN, Maria Claudia de Oliveira. Leitura e suporte digital: desafio para a EAD. Florianópolis, 12.
Congresso Internacional da ABED, 2005.
13
RAMAL, Andréa C. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem.
Porto Alegre: Artmed, 2001
GESTÃO DE MÍDIAS
ALMEIDA, Fernando José. Contribuições teóricas sobre gestão: elementos para mapear o
entendimento das práticas gestionárias e sua visão de mundo, de sociedade e de ser humano. In:
Manual do curso - escola de gestores da educação básica. Brasília, 2005.
ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Gestão de tecnologias na escola: possibilidades de uma
prática democrática. Disponível em http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2005/itlr/tetxt2.htm
Acesso em 10/02/2006.
ALMEIDA, M. E. B. Escola em mudança: experiências em construção e redes colaborativas de
aprendizagem. In ALONSO, M.; ALMEIDA, M. E. B.; MASETTO, M. T.; MORAN, J. M.; VIEIRA, A.
Formação de gestores escolares para utilização de tecnologias de informação e comunicação. Brasília:
Secretaria de Educação a Distância, 2002. pp. 41-62.
--------------. Prática e formação de professores na integração de mídias. Prática pedagógica e formação
de professores com projetos: articulação entre tecnologias e mídias. In: ALMEIDA, Maria Elizabeth B.
de & MORAN, José Manuel (orgs). Integração das tecnologias na educação. Salto para o futuro.
Secretaria de Educação a Distância: Brasília, Seed, 2005. p. 124-127. Disponível em:
http://www.tvebrasil.com.br/salto Acesso em 10/02/2006.
LUCK, Heloisa. A evolução da gestão educacional a partir da mudança paradigmática. In Em Aberto,
Brasília, v. 17, n. 72, fev /jun. 2000.
MORAN, José Manuel. Gestão inovadora com tecnologias. In ALONSO, Myrtes; ALMEIDA, Maria
Elizabeth B. de; MASETTO, Marcos Tarciso; MORAN, José Manuel; VIEIRA, Alexandre Thomaz.
Formação de gestores escolares para utilização de tecnologias de informação e comunicação. Brasília:
Secretaria de Educação a Distância, 2002. pp. 63-71.
MORAN, José Manuel. Mudanças profundas e urgentes na educação. Artigo disponível em:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/profundas.htm Acesso em 20/02/2006a.
_________. A gestão das tecnologias na escola. Artigo não publicado. Consultado em fev, 2006b.
14
VI - Da Instalação
O curso de especialização será ofertado na modalidade a distância para cursistas sediados
em diversas cidades e municípios do Estado de Minas Gerais dentro dos Pólos aprovados
pela Universidade Aberta do Brasil – UAB. Nessas localidades, as Secretarias Municipais de
Educação disponibilizarão a infra-estrutura tecnológica necessária para a adequada
participação dos cursistas.
VII - Da Organização do curso
O curso de pós-graduação em Mídias na Educação está estruturado de acordo com
disposições constantes dos ordenamentos da Universidade Federal de Ouro Preto. O curso
concederá a seus concluintes a titulação de Especialista em Mídias na Educação.
Do corpo docente e administrativo
Integram a estrutura do curso de Especialização em Mídias na Educação:
•
•
•
•
•
•
•
1 Coordenador do Curso (Mestre ou Doutor)
1 Coordenador de Tutoria
Tutores Presenciais
Tutores a Distância
Professores Formadores
Orientadores de TCC (monografias)
Técnicos Administrativos pertencentes à Estrutura do CEAD/UFOP
O número de docentes será adaptado à realidade da demanda.
Do número de Vagas
Para cada Pólo serão disponibilizadas 40 vagas e a UFOP/CEAD ofertará o curso nos
seguintes Pólos:
PÓLOS
ESPECIALIZAÇÃO
Araguari
40 vagas
Barão de Cocais
40 vagas
Divinolândia
40 vagas
Ipatinga
40 vagas
Jaboticatubas
40 vagas
João Monlevade
40 vagas
15
Lagamar
40 vagas
Ouro Preto
40 vagas
Para a oferta do curso e do número de vagas a UFOP/CEAD levará em consideração os
seguintes itens:
•
•
•
•
•
Capacidade de orientação do curso;
Fluxo de entrada e saída dos alunos;
Capacidade das instalações;
Capacidade financeira;
Aprovação em prova classificatória.
Da Inscrição
Para se inscrever no Curso de Especialização, o candidato deverá apresentar os seguintes
documentos à secretaria do curso em prazo regulamentar:
• Formulário de inscrição devidamente preenchido e acompanhado de três (3)
fotografias 3x4;
• Cópia autenticada do diploma de graduação ou documento equivalente;
• Histórico escolar;
• Curriculum vitae;
• Fotocópias da carteira de identidade e do CPF;
• Em se tratando de candidato brasileiro, prova de estar em dia com as obrigações
militares e eleitorais;
• Outros documentos que sejam eventualmente solicitados pela coordenação do
curso.
As matrículas deferidas deverão ser encaminhadas à secretaria do CEAD/UFOP, de acordo
com instruções desse órgão, até 30 (trinta) dias após a admissão dos candidatos
selecionados, todos os elementos de identificação necessário ao registro do mesmo.
O curso de especialização será ofertado de forma gratuita aos cursistas.
VIII - Do Financiamento do Curso
O curso será financiado pelo MEC/FNDE no âmbito do Programa Universidade Aberta do
Brasil - UAB. O financiamento inclui: bolsa de Pesquisadores para os Coordenadores e
professores do curso, bolsas para Tutores Presenciais e a Distância, material didático,
passagens e diárias para os encontros presenciais.
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Para tanto, será firmado convênio específico entre os órgãos financiadores e a UFOP.
IX - Normas do Curso
Do Rendimento Escolar
A verificação da aprendizagem será feita por disciplina, mediante critérios que permitam
atribuição de nota individual. A forma de mensuração do aproveitamento, visando indicar o
conceito do participante em cada uma das disciplinas ministradas, será estabelecida pelos
professores em função de conteúdo e objetivos pedagógicos propostos.
O rendimento escolar do aluno será expresso em notas e conceitos, de acordo com a
seguinte escala:
conceito
nota
A – Excelente
De 90 a 100
B – Bom
De 75 a 89
C – Regular
De 60 a 74
D - Insuficiente
De 01 a 59
E– Nulo
00
Da Avaliação
A avaliação é continuada, visando garantir o desenvolvimento integrado e contínuo das
aprendizagens e competências. Para obter aprovação e a respectiva certificação, o aluno
deverá cumprir os requisitos estabelecidos, segundo o nível e especificidade do curso:
Curso de Especialização em
Mídias na Educação
Certificado
Avaliação
Especialização
Apresentação de monografia a partir de projeto
desenvolvido, referente ao uso das mídias no
processo de ensino e aprendizagem.
Após o desenvolvimento das disciplinas, o aluno deverá comprovar seu aproveitamento,
mediante a realização de avaliações definidas pelo corpo docente responsável pelo
módulo, devendo considerar os seguintes instrumentos avaliatórios:
• Trabalhos individuais (produção de textos e reflexões);
• Trabalhos em grupo ( pesquisas e seminários)
• Participação nas discussões e sessões de interação síncronas e
assíncronas propostas;
• Trabalho de conclusão de curso (TCC)
17
O Sistema avaliatório do curso está em sintonia com os princípios definidos e a avaliação
final será expressa através de um conceito, de acordo como regimento geral da UFOP. Será
considerado aprovado o aluno que obtiver como aproveitamento mínimo o conceito C em
cada disciplina; completar as 360 Horas que constituem a carga horária do curso.
Da Presencialidade
Estão previstos dois encontros presenciais, um no início e outro no final do Curso, assim
discriminados:
• Primeiro encontro: Introdução ao Curso – 15 horas;
• Segundo encontro: final do curso, contemplando a avaliação do curso e a entrega da
monografia (Trabalho Final de Curso).
É importante frisar que a aferição relativa aos 75% de “presença” no curso, exigido por lei,
será feita via registro/avaliação da participação dos cursistas nas atividades interativas no
ambiente em rede colaborativa (fóruns, chats etc), além da efetiva participação nas sessões
presenciais.
Os resultados das avaliações deverão ser encaminhados à coordenação do curso, nos
prazos estipulados no calendário escolar do curso.
Do Trabalho Final
Os alunos deverão apresentar um trabalho final individual sob forma de monografia ou TCC,
como requisito para a conclusão do curso. Esse trabalho deverá ser desenvolvido sob a
orientação de um professor do corpo docente do Programa. A apresentação do trabalho
ocorrerá em encontro presencial, com carga horária não incluída no computo do somatório
das atividades presenciais do curso.
O trabalho final deverá ter seu tema vinculado a assuntos e atividades ligadas direta ou
indiretamente à área das Mídias na Educação. No caso, o uso das mídias, de forma
integrada, deve fornecer suporte ou acrescentar mecanismos e metodologias ao processo
de ensino-aprendizagem.
O trabalho final do curso constituir-se-á de trabalho de pesquisa no qual fique demonstrada
a capacidade do estudante de utilizar metodologia científica e analisar textos de sua área de
conhecimento, representando uma contribuição pessoal para a mesma. O trabalho deve
contribuir na solução de um problema no âmbito pedagógico, seja para desenvolver ou
adaptar tecnologia já conhecida ou fornecer contribuição relevante para a melhoria das
tecnologias educativas.
18
A apresentação do trabalho final será feita por uma comissão examinadora composta por
três membros: professor-orientador da monografia, e dois outros devidamente qualificados.
Da Orientação do Trabalho Final
O orientador da monografia deverá ter título mínimo de mestre.
Compete ao Professor-Orientador:
• Orientar o aluno na elaboração da sua monografia;
• Supervisionar a elaboração da monografia final;
• Zelar pelo bom nível das monografias, elaboradas sob a sua
supervisão.
Requisitos para obter certificado lato sensu
Para obter o grau de Especialista em Mídias na Educação e fazer jus ao certificado, o aluno
deverá satisfazer as seguintes exigências:
• Completar o conjunto das disciplinas do curso totalizando;
• Obter o conceito mínimo “C” em cada disciplina e ter seu trabalho final do curso
aprovado;
• Obter freqüência mínima de pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) da carga
horária de cada disciplina;
• Apresentar o trabalho final de curso, conforme as condições estipuladas.
• Entregar à coordenação do curso, no prazo de até 30 dias após a defesa da
monografia, 03 (três) exemplares do trabalho final aprovado, acompanhado de
documento que ateste que o aluno não está em débito com a Biblioteca do CEAD.
Do Grau Acadêmico
O aluno que cumprir os requisitos expressos acima fará jus a um Certificado de
Especialização em Mídias na Educação, que será expedido de acordo com as normas
vigentes na UFOP.
Das disposições Gerais Transitórias
Os casos não previstos neste Regulamento do Curso de Extensão será resolvidos pela
coordenação do curso e, caso não for da sua competência, pelo Conselho Diretor do CEAD
( Centro de Educação Aberta e a Distãncia) da UFOP, bem como, pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão da UFOP .
19
IX – Regulamento do Curso
20
REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUÇÃO LATU SENSO
“MÍDIAS NA EDUCAÇÃO”
TÍTULO I
DA NATUREZA, FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO
Art. 1o - O curso de pós-graduação em “mídias na Educação é de especialização.
Art. 2o - O Curso de Especialização tem por objetivo contribuir para a formação de
profissionais em educação promovendo o aperfeiçoamento no uso de mídias (impressa,
rádio, tv/vídeo, e informática), e sua leitura crítica no âmbito escolar.
TÍTULO II
DA COORDENAÇÃO DO CURSO
Capítulo I
DO COLEGIADO DO CURSO
Art. 3o - A coordenação didática e administrativa do curso de especialização será exercida
por um Colegiado, presidido por um Presidente e constituído:
a) de três (03) docentes, e respectivos suplentes, vinculados ao programa do Curso e
indicados pelo Conselho Diretor do CEAD;
b) de um (01) representante discente, e respectivo suplente, indicado pelos seus pares.
§ 1o – Os membros docentes do Colegiado deverão ser portadores do título de mestre ou
doutor.
Art. 4o – Os mandatos dos membros do Colegiado do Curso, aos quais se refere a alínea
“a” do artigo anterior, terão a duração de dezoito (18) meses, sendo permitida uma (01)
recondução.
Art. 5o – O presidente do Colegiado, escolhido entre seus membros, será designado pelo
Diretor do CEAD.
§ 1o – O mandato do Presidente do Colegiado terá a duração de dezoito (18) meses, sendo
permitida uma (01) recondução.
Art. 6o – O mandato do representante discente será estabelecido em reunião do Colegiado.
Art. 7o – O Colegiado reunir-se-à com a presença da maioria de seus membros.
21
§ 1o – As reuniões do Colegiado serão convocadas por iniciativa do Presidente ou mediante
o pedido da metade (1/2) de seus membros.
§ 2o – Nas deliberações do Colegiado, o Presidente terá o voto ordinário e o voto de
desempate.
§ 2o – Lavrar-se-à uma ata de cada reunião do Colegiado.
Art. 8o – Compete ao Colegiado de Coordenação Didática e Administrativa:
I - manifestar-se sobre o currículo do curso e suas alterações;
II - decidir as questões referentes a matrícula, dispensa de disciplina; transferência e
aproveitamento de créditos, bem como a representação e recursos que lhe forem dirigidos,
atendidas as peculiaridades do Curso;
III - propor ao CEPE modificações na estrutura do Curso;
IV – propor ao Diretor do CEAD as medidas necessárias ao bom andamento do Curso;
V – aprovar ou ratificar, mediante análise dos currículos, os nomes dos professores que
integrarão o corpo docente do Curso;
VI - deliberar sobre recursos ou representações de alunos a respeito de matéria didática,
trabalhos escolares e promoções;
VII – analisar e deliberar sobre as inscrições e matrículas dos candidatos ao Curso;
VIII – validar os orientadores de monografia ou do trabalho final de conclusão do curso;
IX – deliberar sobre a abertura de novas turmas, ouvido o Conselho Diretor do CEAD;
X – aprovar os programas das disciplinas propostos pelos professores.
Capítulo II
DO PRESIDENTE DO COLEGIADO
Art. 9o – Compete ao Presidente:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado;
II – colaborar na confecção do Catálogo Geral dos Cursos de Pós-Graduação da UFOP;
III – propor alterações no Regulamento do Curso, ouvido o Colegiado, quando for o caso,
encaminhado-as à PROPP, para posterior aprovação pelo CEPE;
IV -– exercer outras funções na esfera de sua competência.
Capítulo III
DO COORDENADOR DE CURSO
Art. 10o – Compete ao Coordenador:
I - coordenar a execução do Curso de acordo com as deliberações do Colegiado,
II - supervisionar os trabalhos da secretaria do Curso, relativos ao registro e controle
acadêmico;
III – elaborar a previsão orçamentária anual do Curso, acompanhar a execução do
orçamento aprovado e fazer o relatório de prestação de contas aos órgãos financiadores;
22
IV – empreender gestões junto aos diferentes órgãos e serviços da UFOP, visando o bom
funcionamento do Curso;
V – elaborar o cronograma das atividades didáticas do Curso e encaminhá-lo à aprovação
pelo Colegiado de Coordenação Didática e Administrativa;
VI – apresentar anualmente à PROPP, através do CEAD, os relatórios e informações sobre
as atividades do Curso, concluintes, e os dados necessários para a emissão dos
certificados do Curso;
IX – enviar à PROPP, com a devida antecedência, através do CEAD, o calendário das
principais atividades escolares de cada disciplina e demais informações solicitadas;
TÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO DO CURSO
Capítulo I
DA INSCRIÇÃO, SELEÇÃO, MATRÍCULA E NÚMERO DE VAGAS
Art. 11o – Para inscrever-se no processo de seleção ao Curso de Pós-graduação “Mídias na
Educação”, o candidato deverá apresentar à Secretaria do Curso os seguintes documentos
em prazo regulamentar:
a) formulário próprio de inscrição devidamente preenchido, acompanhado de três (03)
fotografias tamanho 3x4 cm;
b) cópia autenticada de diploma de graduação expedido por estabelecimento oficial ou
oficialmente reconhecido, ou documento que comprove que estará em condições de
concluir o referido curso de graduação antes do início da pós-graduação, ficando a
matrícula condicionada à prova de graduação;
c) histórico escolar;
d) curriculum vitae;
e) fotocópias da carteira de identidade e do CPF;
f) em se tratando de candidato brasileiro, prova de estar em dia com as obrigações militar e
eleitoral.
Art. 12o – Para ser admitido à matrícula regular no Curso, o candidato deverá satisfazer as
seguintes exigências:
a) ter concluído o curso de graduação, mencionado no item “b” do art. 11°;
b) ser aprovado no processo de seleção, constante de prova escrita;
c) ser professor de rede pública de ensino;
d) efetivar sua matrícula institucional no prazo previsto no edital e através de requerimento
próprio;
f) apresentar disponibilidade de tempo para se dedicar ao cumprimento das tarefas que
compõem a sua atividade.
23
Art. 13o – A juízo do Colegiado, poderá ser aceita a matrícula de interessados, na condição
de alunos “especiais”, sem as restrições e condições estabelecidas para a matrícula de
alunos regulares.
Art. 14o – Os créditos obtidos como aluno “especial” poderão ser validados quando o
mesmo passar à condição de aluno regular, por solicitação do interessado e a juízo do
Colegiado do Curso.
Capítulo II
DO REGIME DIDÁTICO
Art. 15o – Os programas das disciplinas serão propostos pelos professores e aprovados
pelo Colegiado do Curso.
Art. 16o – Cada disciplina terá um valor expresso em crédito, correspondendo cada crédito
a quinze (15) horas de aula teórica ou a trinta (30) horas de aula prática ou trabalho
equivalente.
Art. 17o – Créditos obtidos em outros programas ou instituições poderão ser aproveitados,
mediante solicitação do interessado e a juízo do Colegiado, desde que não ultrapassem a
um terço (1/3) do total de créditos exigidos pelo regulamento do curso.
Art. 18o – A avaliação apresentará duas componentes: avaliação da aprendizagem do
cursista e avaliação do Curso.
§ 1o - A avaliação do desempenho dos cursistas será de responsabilidade dos professores
do curso, devendo incluir, necessariamente, provas presenciais.1
§ 2o – A avaliação do desempenho dos cursistas será feita por meio de provas, trabalhos,
relatórios e outras atividades que permitam atribuição de nota individual.
§ 3o – Os resultados das avaliações deverão ser encaminhados à Coordenação do Curso,
nos prazos estipulados no calendário escolar do Curso;
§ 4o – A avaliação do Curso será feita pela Coordenação em consonância com o Colegiado
do Curso, os professores e os alunos.
Art. 19o – Além dos trabalhos exigidos em cada disciplina, o aluno deverá apresentar um
trabalho final, sob forma de monografia ou trabalho de conclusão de curso, tendo para isso
um prazo máximo improrrogável de até dezoito (18) meses, a contar do início do Curso.
§ 1o - A monografia ou o trabalho de conclusão de curso deverá ser elaborada (o)
individualmente e terá a orientação de um professor designado pelo Colegiado do Curso.
§ 2o - A avaliação das monografias ficará a cargo de um comitê, designado pelo Colegiado
do Curso para assistir as apresentações públicas das mesmas. O comitê será composto
1
Resolução CNE/CES No 01/2001, de 3 de abril de 2001.
24
pelo professor orientador e por dois docentes do curso ou da UFOP e deverá emitir parecer,
por escrito, sobre a pertinência do tema escolhido e a qualidade do trabalho produzido.
§ 3o - Para a atividade de orientação de monografia, a Coordenação geral contará não
somente com os professores do curso, mas também, com outros professores da UFOP que
apresentem os quesitos necessários à orientação.
§ 4o - Professores de outras instituições poderão orientar monografia desde que
previamente credenciados junto ao Colegiado do Curso.
§ 5o – O cursista deverá entregar à Coordenação do curso, no prazo de até 30 dias após a
defesa do trabalho, três (3) exemplares de seu trabalho de conclusão de curso aprovado,
acompanhado de documento que ateste que ele não está em débito com a biblioteca do
CEAD e da UFOP.
Art. 20o – O rendimento escolar do aluno será expresso em notas e conceitos, de acordo
com a seguinte escala:
A - Excelente
de 90 a 100
B - Bom
de 75 a 89
C - Regular
de 60 a 74
D – Insuficiente
de 01 a 59 pontos
E – Nulo
00
Capítulo III
DO GRAU ACADÊMICO E CERTIFICADO
Art. 21o – Para obter o grau de especialista e fazer jus ao certificado, o cursista deverá
satisfazer às seguintes exigências:
a) obter no mínimo o conceito C em cada disciplina do Curso;
b) obter freqüência mínima de setenta e cinco por cento (75%) da carga horária presencial
de cada disciplina.
c) obter aprovação no trabalho de conclusão do curso;
d) As disciplinas em que o cursista obtiver conceito D poderão ser novamente cursadas,
observando o Art. 18 deste Regulamento, sendo desvinculado o cursista que obtiver o
conceito D na segunda oportunidade.
Art. 22o – O cursista que for aprovado em todas as disciplinas e não elaborar a monografia
receberá um certificado de Aperfeiçoamento em Mídias na Educação.
Art. 23o – O cursista que concluir apenas disciplinas isoladas receberá um certificado de
Atualização.
TÍTULO IV
DA INFRAESTRUTURA E RECURSOS FINANCEIROS
25
Art. 24° - Os recursos financeiros para funcionamento do curso serão provenientes de
convênio que será firmado entre o MEC/FNDE e a UFOP.
TÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 25o – Os casos não previstos neste Regulamento Geral serão resolvidos pelo CEPE,
caso fujam à competência do Colegiado de Coordenação Didática e Administrativa e ao
Conselho Diretor de CAED.
Art. 26o – O primeiro Coordenador do Curso de Especialização em Mídias na Educação,
objeto deste Regulamento, será escolhido pela Diretoria do CEAD, para mandato de dezoito
(18) meses.
Art. 27o – Revogadas as disposições em contrário, este Regulamento entrará em vigor na
data de sua aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Professor Dr. João Luiz Martins
Presidente do CEPE
Regulamento aprovado em ......../........./2010.
26
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30
ANEXO 1
Mês 3.
Mês 4.
Mês 5.
Mês 6.
Mês 7.
Mês 8.
Mês 9.
Mês 10
Mês
11.
Mês 12
Mês
13.
Mês
14.
Mês 15
Mês
16.
Mês
17.
Mês
18.
Formação de
corpo docente
e de
orientação
Revisão do
projeto final
Divulgação do
curso
Inscrição/seleç
ão dos
cursistas
Primeiro
Encontro
presencial
Implementaçã
o do Curso
Elaboração da
Monografia TCC
Apresentação
de
monografia\TC
C
Segundo
Encontro
presencial
Relatório final
de Avaliação
do curso
Mês 2.
Atividade
Mês 1.
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO CURSO
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Polos Presenciais de São Paulo
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Cangaíba (SP)
Interlagos (SP)
Jardim Guapira (SP)
Vila das Belezas (SP)
CAMPUS UNIVERSITÁRIO, S/Nº – MORRO DO CRUZEIRO – CEP: 35400-000 – OURO PRETO – MG – BRASIL
www.cead.ufop.br – [email protected] – Fone: (31) 3559.1931
Polos Presenciais Turma 2013
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Caratinga (MG)
Divinolândia de Minas (MG)
Ipatinga (MG)
Jaboticatubas (MG)
João Monlevade (MG)
Lagamar (MG)
Passos (MG)
CAMPUS UNIVERSITÁRIO, S/Nº – MORRO DO CRUZEIRO – CEP: 35400-000 – OURO PRETO – MG – BRASIL
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PROJETO DO CURSO de ESPECIALIZAÇÃO 2010 - CEAD