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INTERVENÇÃO
COM ALUNOS
SURDOS
3294 - Atividades pedagógicas com crianças com NEE
Curso de Ação Educativa
Formadora Fátima Gomes
CENCAL – CALDAS DA RAINHA
2013
O QUE É A AUDIÇÃO

A audição é um dos cinco sentidos dos seres
emitido pelo ambiente. O órgão responsável pela
audição é o ouvido, capaz de captar sons até a
uma determinada distância.
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humanos. É a capacidade de reconhecer o som
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SURDEZ
Formadora Fátima Gomes
CAUSAS DA
CAUSAS PERDA DE AUDIÇÃO
Acumulação de cera no canal auditivo externo.

Otites.

Mal formação congénita do conduto auditivo.

Inflamação da membrana timpânica.

Perfuração do tímpano
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
PRÉ-NATAIS

Factores hereditários
Toxoplasmose

Rubéola

Sífilis

Exposição da mãe a drogas tóxicas
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
PERI- NATAIS
Prematuridade

Anóxia

Trauma de parto

Incompatibilidades sanguíneas
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
PÓS-NATAIS
Meningite

Otite

Varicela

Medicamentos ototóxicos

Acidentes
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
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DEFICIÊNCIA
AUDITIVA
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TIPOS DE
SENSÓRIO-NEURAL

Quando a alteração está localizada no ouvido
mais comum é a meningite e a rubéola materna.
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interno, esse tipo de lesão é irreversível; a causa
CONDUTIVA

Quando
ocorre
qualquer
interferência
na
externo até a orelha interna.

A grande maioria das deficiências auditivas
condutivas
pode
ser
corrigida
através
tratamento clínico ou cirúrgico.
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de
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transmissão do som desde o conduto auditivo
MISTA

Quando a alteração auditiva está localizada no

Geralmente ocorre devido a factores genéticos,
determinantes de má formação.
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ouvido externo, e/ou médio e ouvido interno.
CENTRAL

A alteração pode-se localizar desde o tronco
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cerebral (sistema nervoso central).
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O
DESENVOLVIMENTO
INFANTIL
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GRAU DE SURDEZ E
GRAU DE PERDA AUDITIVA
Surdez leve – de 20 a 40 db

Surdez moderada – de 40 a 70 db

Surdez severa – de 71 a 90 db

Surdez profunda – acima de 91 db
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
SURDEZ LEVE
A criança é capaz de perceber os sons de fala.

Adquirir e desenvolver a linguagem oral
espontaneamente.

O problema geralmente é tardiamente descoberto.

Dificilmente coloca-se o aparelho de
amplificação, porque a audição é muito próxima
do normal.
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
SURDEZ MODERADA

A criança pode demorar um pouco para

Apresenta alterações articulatórias (trocas na
fala) por não perceber os sons com clareza.

Tem dificuldade de perceber a fala em ambientes
ruidosos.

São crianças desatentas e com dificuldade na
aprendizagem de leitura e escrita.
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desenvolver a fala e a linguagem.
SURDEZ SEVERA

A criança terá dificuldade em adquirir a fala e a

Existe necessidade do uso do aparelho de
amplificação e acompanhamento especializado.
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linguagem espontaneamente.
SURDEZ PROFUNDA

A criança dificilmente desenvolverá a linguagem

Adquire facilmente a língua gestual.

Só responde auditivamente a sons muito intensos
como: motor de carro, avião.
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oral espontaneamente.
SINAIS E SINTOMAS DE PERDA
AUDITIVA
No Bebé
Não acorda com barulhos fortes;

Não vira a cabeça quando é
chamado;

Ausência de reações a ruídos
ambientais e familiares;

Ausência ou interrupção do
balbucio a partir do oitavo mês;

As primeiras palavras com
aparecimento tardio.
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
SINAIS E SINTOMAS DE PERDA
AUDITIVA
Na Criança
Não forma frases simples por volta dos dois anos;

Excesso de comunicação gestual e pouca emissão de palavras;

Solicitação constante para que sejam repetidas as palavras e instruções;

Frases não estruturadas;

Fala sempre muito alto ou baixo;

Cabeça virada para ouvir melhor, em posição pouco comum;

Olhar dirigido para os lábios de quem fala e não para os olhos;

Não consegue localizar de onde vem o som;

Tem dificuldades na aprendizagem

Tem falta de concentração
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
PREVENÇÃO

Fazer acompanhamento pré-natal, evitando as infeções, as drogas, a
desnutrição.
Não limpar os ouvidos com palitos ou objetos pontiagudos.

No caso de sensação de “ouvido cheio”ou comichão e dores, procurar
um médico otorrinolaringologista.

Não evitar o espirro; desequilibra o funcionamento da tuba
auditiva.

Ruídos muito intensos podem matar as células do ouvido interno,
usar protetores.

Estar em alerta quando houver casos de surdez e/ou outras
deficiências na família.

Evitar automedicação e não pôr qualquer medicamento nos ouvidos
sem consultar o médico.
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
INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
NA SALA DE AULA
Permitir a movimentação livre da criança.

Favorecer a comunicação informal.

Ter boas condições acústicas.

Ter uma boa iluminação natural, facilitadora de
leitura da fala/labial e da perceção por gestos.
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
…
É muito importante criar um espaço onde todo o
grupo se possa reunir para conversar, partilhar
vivências.

Desenvolvimento de atividades em pequenos
grupos, é fundamental para a criança surda,
sendo também de grande importância os mapas
de tarefas e calendários dentro da sala de aula de
forma que a criança se sinta segura.
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Formadora Fátima Gomes

ESCOLAS DE REFERÊNCIA PARA A
EDUCAÇÃO DE ALUNOS SURDOS

No sistema educativo português existe uma rede de
alunos surdos, com vista a concentrar meios humanos
e materiais que possam oferecer uma resposta educativa
de qualidade a estes alunos.

As escolas de referência integram docentes com formação
especializada em educação especial na área da surdez
competentes em LGP, docentes surdos, formadores de LGP,
intérpretes, terapeutas da fala, entre outros.
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escolas de referência para o ensino bilingue de
ESCOLAS DE REFERÊNCIA PARA A
EDUCAÇÃO DE ALUNOS SURDOS
Estas escolas de referência têm como objetivo
principal possibilitar a aquisição e desenvolvimento
da Língua Gestual Portuguesa (LGP) como primeira
língua dos alunos surdos e o desenvolvimento do
processo de ensino e de aprendizagem nesta língua,
bem como a aplicação de metodologias e estratégias
de intervenção interdisciplinares, adequadas a alunos
surdos.
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
ESCOLAS DE REFERÊNCIA PARA A
EDUCAÇÃO DE ALUNOS SURDOS

A educação das crianças e jovens surdos deve ser feita em ambientes
como primeira língua do aluno surdo e o domínio do português
escrito e, eventualmente, falado, como segunda língua do aluno
surdo.

A concentração dos alunos surdos, inseridos numa comunidade
linguística de referência e num grupo de socialização constituído por
adultos, crianças e jovens de diversas idades que utilizam a LGP,
promove condições adequadas ao desenvolvimento desta língua.
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bilingues que possibilitem o domínio da Língua Gestual Portuguesa
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