Agência Nacional de Águas (ANA) – Fundação COPPETEC
Execução: Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio
Ambiente da COPPE/UFRJ
Compatibilização e Articulação do Plano de
Recursos Hídricos do Rio Paraíba do Sul
Intervenções Propostas para os Sistemas de
Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário
da Bacia do Rio Paraíba do Sul
PGRH-RE-028-R0
TOMO IV
Revisdo em JaDezembro de 2002neiro de 2003
COPPETEC
F
U
N
D
A
Ç
Ã
O
PEC-2939
Agência Nacional de Águas (ANA) – Fundação COPPETEC
Execução: Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio Ambiente da COPPE/UFRJ
Projeto Gestão dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul
Intervenções Propostas para os Sistemas de Abastecimento de Água e de
Esgotamento Sanitário da Bacia do Rio Paraíba do Sul
Subsídios para a Etapa II do Plano de Recursos Hídricos
Relatório Final
PGRH-RE-028-R0
TOMO IV
Interessado: Agência Nacional de Águas (ANA)
Dezembro de 2002
PEC-2939
ÍNDICE
1. Sistemas Propostos..........................................................................................
1
Estado do Rio de Janeiro
Tomo II
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
1.9
1.10
Barra do Piraí...............................................................................................
Barra Mansa................................................................................................
Campos dos Goytacazes.............................................................................
Cantagalo.....................................................................................................
Cordeiro.......................................................................................................
Itaperuna......................................................................................................
Itatiaia..........................................................................................................
Mendes........................................................................................................
Miracema.....................................................................................................
Nova Friburgo / Conselheiro Paulino...........................................................
3
10
18
20
23
27
36
41
44
49
Tomo III
1.11
1.12
1.13
1.14
1.15
1.16
1.17
1.18
1.19
1.20
1.21
Paraíba do Sul............................................................................................. 51
Petrópolis / Cascatinha................................................................................ 55
Resende / Agulhas Negras.......................................................................... 57
Santo Antônio de Pádua.............................................................................. 66
São Fidélis / Ipuca....................................................................................... 71
São João da Barra ...................................................................................... 76
Teresópolis.................................................................................................. 85
Três Rios...................................................................................................... 91
Valença........................................................................................................ 95
Vassouras.................................................................................................... 99
Volta Redonda............................................................................................. 103
Estado de São Paulo
Tomo IV
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
1.9
1.10
1.11
Aparecida.....................................................................................................
Caçapava.....................................................................................................
Cachoeira Paulista.......................................................................................
Cruzeiro.......................................................................................................
Guaratinguetá..............................................................................................
Jacareí.........................................................................................................
Lorena..........................................................................................................
Pindamonhangaba / Moreira César.............................................................
Santa Isabel.................................................................................................
São José dos Campos / Eugênio de Melo...................................................
Taubaté / Tremembé / Quiririm....................................................................
109
113
118
121
126
141
142
145
149
154
162
PEC-2939
Estado de Minas Gerais
Tomo V
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
1.9
1.10
Além Paraíba...............................................................................................
Carangola....................................................................................................
Cataguases..................................................................................................
Juiz de Fora.................................................................................................
Leopoldina...................................................................................................
Muriaé..........................................................................................................
Santos Dumont............................................................................................
São João Nepomuceno...............................................................................
Ubá..............................................................................................................
Visconde de Rio Branco..............................................................................
169
176
180
186
198
203
210
214
218
225
PEC-2939
1.
SISTEMAS PROPOSTOS
Neste item apresenta-se a descrição dos sistemas propostos de esgotamento sanitário
visando a melhoria quali-quantitativa dos recursos hídricos e as ampliações e/ou
melhorias necessárias para os sistemas de abastecimento de água das principais
localidades, as plantas com os estudos de concepção propostos ou projetos básicos
de esgotamento sanitário, bem como as planilhas com as respectivas estimativas de
custos das proposições em esgotamento sanitário e abastecimento de água, com
Preços por etapas de intervenção e globais.
Cabe ressaltar que o presente trabalho não tem o objetivo de apresentar projetos de
sistemas de saneamento para as principais localidades, mas sim estudos de
concepção elaborados a partir de dados expeditos, mas capazes de permitir o
levantamento de quantidades e as estimativas de custos de implantação destes
sistemas, conforme concebidos.
Esses estudos, no entanto, podem ser um passo inicial para o desenvolvimento, no
futuro, de projetos de engenharia, básicos e executivos, a partir de bases cartográficas
confiáveis, em levantamentos de campo mais profundos e análises mais detalhadas
das características de cada sistema, com exceção em relação a algumas localidades
que já possuem projetos aprovados, principalmente aquelas administradas pela
SABESP, CESAMA, Águas do Paraíba, Águas do Imperador, CAENF e outras cujos
projetos, quando existentes, estão claramente referenciados.
Deve-se ressaltar que, a elaboração deste trabalho somente pôde ser concretizada
com a colaboração das equipes técnicas das Empresas Públicas e Concessionárias,
administradoras dos sistemas de saneamento, das Prefeituras e dos SAAE’s que
colocaram à disposição da equipe do Laboratório de Hidrologia da COPPE/UFRJ
todas as informações solicitadas.
Os Sistemas/Localidades estão apresentados em ordem alfabética, por estado ( RJ,
SP, MG ) e por Sub-bacia, conforme lista abaixo:
1
PEC-2939
Relação das Proposições nos Sistemas de Saneamento Básico
Sistemas
Nº
UF SB
Sistemas
Nº
UF SB
1
Barra Mansa
RJ
4
1
Aparecida
SP
3
2
Barra do Piraí
RJ
5
2
Caçapava
SP
3
3
Campos dos Goytacazes
RJ
12
3
Cachoeira Paulista
SP
3
4
Cantagalo
RJ
10
4
Cruzeiro
SP
3
5
Cordeiro
RJ
10
5
Guaratinguetá
SP
3
6
Itaperuna
RJ
11
6
Jacareí
SP
3
7
Itatiaia
RJ
4
7
Lorena
SP
3
8
Mendes
RJ
5
8
Pindamonhangaba/M. César
SP
3
9
Miracema
RJ
9
9
Santa Isabel
SP
2
RJ
10
10 S.J. dos Campos/E. Melo
SP
3
11 Taubaté/Tremembé/Quiririm
SP
3
1
MG
8
10 Nova Friburgo/C. Paulino
11 Paraíba do Sul
RJ
5
12 Petrópolis/Cascatinha
RJ
6
13 Resende/Agulhas Negras
RJ
4
Além Paraíba
14 S. Antônio de Pádua
RJ
9
2
Caragola
MG
11
15 São Fidélis/Ipuca
RJ
12
3
Cataguases
MG
9
16 São João da Barra
RJ
12
4
Juiz de Fora
MG
7
17 Teresópolis
RJ
6
5
Leopoldina
MG
9
18 Três Rios
RJ
5
6
Muriaé
MG
11
19 Valença
RJ
7
7
Santos Dumont
MG
9
20 Vassouras
RJ
5
8
S. J. Nepomuceno
MG
9
21 Volta Redonda
RJ
4
9
Ubá
MG
9
MG
9
10 V. de Rio Branco
2
PEC-2939
1.1
APARECIDA - SP
1.1.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de Aparecida dispõe de sistema de esgotamento sanitário atendendo
a mais de 90% da população urbana, através de sistema do tipo “separador absoluto”,
sem que as contribuições coletadas recebam algum tipo de tratamento antes de serem
lançadas no rio Paraíba do Sul e tributários.
O Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Aparecida - SAAE, responsável pela
manutenção e operação do referido sistema, contratou um Projeto Básico de
Esgotamento Sanitário, o qual, segundo informações, encontra-se ainda em fase de
elaboração, motivo pelo qual, apresenta-se neste trabalho, um estudo de concepção
capaz de permitir a avaliação dos custos de implantação das obras.
A concepção apresentada considera a malha urbana dividida em 8 bacias de
esgotamento, com um único ponto para tratamento dos esgotos. Considera ainda, no
dimensionamento do sistema, as contribuições correspondentes à população flutuante
originada das romarias ao Santuário de N. S. Aparecida e que se concentram na área
central da cidade e regiões circunvizinhas ao Santuário. Para esta parcela considerouse um acréscimo de 150.000 pessoas, em média, por final de semana, com um
consumo “per capita” de 50 l/dia.
As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas:
População (hab.)
Vazões (l/s)
Bacia
Área ( ha )
Total
Beneficiada
Sanitária
Infiltração
Total
1
59,8
743
669
1,21
0,24
1,45
2
139,6
4.338
3.904
7,05
1,41
7,46
3
107,6
1.004
904
1,63
0,32
1,95
4
197,2
4.353
6.618
11,95
2,39
14,34
5
265,7
11.558
10.402
18,78
3,75
22,53
6
148,3
3.686
3.317
5,99
1,20
7,19
7
170,1
2.114
1.902
3,43
0,69
4,12
8
163,9
5.093
4.584
8,28
1,66
9,94
-
150.000
150.000
70,00
-
70,00
1.252,21
185.889
182.300
128,32
11,66
139,98*
POPULAÇÃO
FLUTUANTE
TOTAIS
* Esta vazão será utilizada para o dimensionamento do CT2, EE-5 e ETE 1
Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o
que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas
etapas; a primeira, englobando parte da zona mais densamente ocupada,
correspondendo às bacias 4, 5, 6 e 7, ficando as demais bacias para serem atendidas
em etapas futuras.
109
PEC-2939
Nas bacias 1, 2, e 3, situadas à montante da cidade, foi previsto o posicionamento de
estações elevatórias com a finalidade de recalcarem suas contribuições para pontos
altos das bacias de jusante, como forma de integração do sistema. A bacia 4 será
esgotada também por elevatória, por se tratar de área baixa, junto á margem do rio
Paraíba do Sul.
O traçado dos coletores troncos foi feito de modo a garantir a interceptação dos
lançamentos das redes coletoras e proporcionar a veiculação destas vazões às
unidades de tratamento.
São os seguintes os coletores troncos previstos:
− CT1: Desenvolve-se totalmente no interior da bacia 4, tendo início no cruzamento
da rua Álvaro Leite com Av. Solon Pereira, indo por esta até a rua São Benedito,
posteriormente pela Av. Marginal, até a elevatória EE-5, onde efetua seu
lançamento. Será respónsável pelo esgotamento da bacia 4, terá 1.600 m de
extensão e diâmetros de 200 e 250 mm, veiculando uma vazão máxima prevista
para 2020 de 21,51 l/s;
− CT2: Desenvolver-se-á inteiramente ao longo da faixa marginal da linha férrea da
RFFSA, até efetuar seu lançamento no trecho médio do coletor CT3 . Receberá em
seu PV inicial as contribuições das bacias 1, 2, e 3 e ao longo de seu percurso,
parte das contribuições das bacias 4 e 5. Terá 1.600 m de extensão e diâmetro de
250 mm;
− CT3: É o maior coletor proposto para este sistema. Desenvolver-se-á ao longo das
bacias 5, 6, 7 e 8, encaminhando os esgotos da cidade para a elevatória final EE-6
e, conseqüentemente, para a ETE 1. Terá início na rua Padre Gebardo, cruzará a
rodovia Presidente Dutra e prosseguirá pelos seguintes logradouros: rua Padre
Gebardo, rua Vicente Pasin, Av. Getúlio Vargas, Av. Julio Prestes, rua Aristides de
Andrade, Av. Colombano Teixeira, rua Américo Alves, Av. Bernardino Pereira e rua
Luiz Soares, indo até a Estação de Tratamento. Receberá em seu trecho médio as
contribuições veiculadas pelo coletor CT2 e o recalque da elevatória EE-5 e em seu
trecho final, as contribuições do coletor CT4;
− CT4: Desenvolve-se inteiramente na bacia 8, tendo início no cruzamento das ruas
Sebastião dos Santos e Filippo, por onde se desenvolve, percorrendo a Av.
Alexandre César dos Santos Gregório, até encontrar o coletor CT3. Terá 1.000 m de
extensão e diâmetros de 200 e 250 mm.
No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por
diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário
de Cruzeiro:
DIÃMETRO (mm)
EXTENSÃO (m)
200
1.600
250
2.700
300
250
400
500
500
700
600
1.550
TOTAL
7.200
110
PEC-2939
As tubulações terão diâmetros de 200 a 600 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive,
serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e
são assim descritos:
As estações elevatórias previstas são em número de seis, cujas características
básicas dessas unidades operacionais, bem como de suas linhas de recalque são
apresentadas a seguir:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1
2,42
50
300
EE-2
9,47
100
400
EE-3
13,52
150
300
EE-4
15,15
150
500
EE-5
21,51
150
700
EE-6*
207,96/242,64
500
30
* Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente.
A elevatórias EE-1 será implantada na bacia 1 e recalcará os esgotos nela produzidos
para a rede da bacia 2. Será implantada em terreno situado no cruzamento da Av.
Itapitanga com a rodovia SP-66.
A elevatória EE-2 ficará situada na bacia 2 e recalcará os esgotos para um ponto alto
da rede da própria bacia. Será erguida em terreno situado no cruzamento da Av.
Itapitanga com a rua Itacolomí.
A elevatória EE-3 ficará situada na bacia 3 e recalcará os esgotos para um ponto alto
da rede da própria bacia. Será erguida em terreno situado junto à linha férrea da
RFFSA, próximo a rua Antônio Arneiro.
A elevatória EE-4, situada na bacia 3, será edificada em terreno situado próximo ao
cruzamento das ruas Humberto Cartegni e Pedro Boumain. Recalcará os esgotos para
a cabeceira do coletor CT2.
As elevatórias EE-1, EE-2, EE-3 e EE-4 operarão praticamente em série, sendo que a
elevatória de jusante recalcará as vazões da elevatória de montante.
A elevatória EE-5 será responsável pelo recalque das vazões da bacia 4, lançando-as
no trecho médio do coletor CT3. Ficará situada na margem do rio Paraíba do Sul,
próximo à rua Luiz Chade.
A elevatória EE-6 é a elevatória final e ficará junto a ETE 1, com a função de recalcar
as vazões totais do sistema para a caixa de chegada da ETE 1.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
111
PEC-2939
Foi prevista uma unidade de tratamento a ser implantada à jusante da cidade, após a
Fábrica de Papel N. S. Aparecida, junto a margem de um meandro do rio Paraíba do
Sul. Esta ETE será dimensionada para a vazão de 118,18 l/s e 139,98 l/s,
respectivamente, para a 1ª e 2ª etapas, consideradas as vazões correspondentes à
população flutuante.
Aparecida conta com rede coletora que atende a mais de 90% da população urbana,
conforme já mencionado, necessitando ser complementada com apenas 3.000 m de
rede coletora, associada a 360 ligações prediais, com a finalidade de atender ao
crescimento vegetativo da cidade no horizonte de projeto.
Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado
no desenho nº PS-AD-EC-ESG-01-R0.
1.1.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Aparecida produz atualmente 110
l/s, com capacidade de chegar até 170 l/s de vazão máxima e em sobrecarga a 240 l/s
(não recomendável), valores suficientes para o atendimento da demanda da cidade
por todo o horizonte de projeto, mesmo considerando a população flutuante que, em
média, chega a 150.000 habitantes por final de semana, consumindo um “per capita”
de 50 l/dia, o que perfaz uma vazão incremental da ordem de 86,8 l/s. Esta vazão
somada à demanda estimada para 2020 da população residente de 110,81 l/s, atinge
197,61 l/s, ainda inferior à capacidade de produção do sistema em boas condições de
operação.
Portanto, as unidades do sistema poderão ser mantidas com as respectivas
capacidades, prevendo-se para o atendimento das demandas ao longo de todo o
horizonte de projeto, as seguintes intervenções:
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
− Acréscimo de 3.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
− Implantação de 200 hidrômetros em todas as ligações atualmente não
hidrometradas;
− Acréscimo de 500 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
112
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Aparecida - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
-
Total
150
-
-
-
-
-
200
-
950
550
1.500
-
67.450,00
39.050,00
106.500,00
250
-
1.250
1.450
2.700
-
102.500,00
118.900,00
221.400,00
300
-
250
-
250
-
24.500,00
400
-
500
-
500
-
75.000,00
-
75.000,00
500
-
700
-
700
-
120.400,00
-
120.400,00
600
-
1.550
-
1.550
-
302.250,00
-
302.250,00
700
-
-
-
-
-
-
-
-
800
-
-
-
-
-
-
-
-
900
-
-
-
-
-
-
-
-
1.000
-
-
-
-
-
-
-
-
1.200
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
5.200
2.000
7.200
-
692.100,00
-
157.950,00
-
24.500,00
850.050,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-1
-
-
2,42
2,42
-
-
36.988,00
EE-2
-
-
9,47
9,47
-
-
73.169,00
73.169,00
EE-3
-
-
13,52
13,52
-
-
87.426,00
87.426,00
EE-4
-
-
15,15
15,15
-
-
92.546,00
EE-5
-
21,51
-
21,51
-
110.274,00
EE-6
-
207,96
242,64
242,64
-
357.449,00
12.920,00
370.369,00
Sub-total
-
-
-
-
-
467.723,00
303.049,00
770.772,00
-
36.988,00
92.546,00
110.274,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-1 / 50
-
-
300
300
-
-
19.200,00
19.200,00
ER-2 / 100
-
-
400
400
-
-
44.000,00
44.000,00
ER-3 / 150
-
-
300
300
-
-
50.700,00
50.700,00
ER-4 / 150
-
-
500
500
-
-
84.500,00
ER-5 / 150
-
700
-
700
-
118.300,00
-
118.300,00
ER-6 / 500
-
30
-
30
-
22.080,00
-
22.080,00
Sub-total
-
730
1.500
2.230
-
140.380,00
198.400,00
84.500,00
338.780,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
130.200,00
150
-
2.100
900
3.000
-
200
-
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
2.100
900
3.000
-
130.200,00
55.800,00
Total
55.800,00
Ligações Prediais
CustoEsg-SP.xls-Aparecida
186.000,00
186.000,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Aparecida - SP
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
100
-
250
110
360
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
250
110
360
-
54.250,00
-
Total
23.870,00
78.120,00
-
54.250,00
-
23.870,00
78.120,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Primário
-
118,18
139,98
139,98
-
2.764.235,00
498.836,00
3.263.071,00
ETE 1
Secundário
-
118,18
139,98
139,98
-
6.045.651,00
1.091.002,00
7.136.653,00
ETE 1/ANA Padrão "A"
-
118,18
139,98
139,98
-
545.472,00
100.602,00
646.074,00
ETE 1/ANA Padrão "F"
-
118,18
139,98
139,98
-
4.091.040,00
754.515,00
4.845.555,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE 1- tratamento tipo)
Primário
-
4.248.888,00
1.237.905,00
5.486.793,00
Total (ETE 1- tratamento tipo)
Secundário
-
7.530.304,00
1.830.071,00
9.360.375,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
2.030.125,00
839.671,00
2.869.796,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "F"
-
5.575.693,00
1.493.584,00
7.069.277,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
191,05
169,87
Custo per capita - tratamento Tipo
Secundário
R$/hab.
338,59
289,79
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
91,28
88,85
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "F"
ANA
R$/hab.
250,71
218,86
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Para o dimensionamento do coletor tronco CT2
ção incremental referente a população flutuante, considerada em 150.000 pessoas, considerando-se um per capita para estas
de 50 l/pes.xdia.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente,
para os níveis de tratamento primário e secundário.
No caso específico da cidade de Aparecida, a determinação dos custos de tratamento PRODES/ANA tomou por base a soma da
população fixa com uma população equivalente à população flutuante.
CustoEsg-SP.xls-Aparecida
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Aparecida - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
1.1
-
-
-
-
-
-
1.2
-
-
-
-
-
-
1.3
-
-
-
-
-
-
1.4
-
-
-
-
-
-
1.5
-
-
-
-
-
-
1.6
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
2.1
-
-
-
-
-
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Estação de Tratamento de Água
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
3.1
-
-
-
-
-
-
3.2
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Elevatória de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
4.1
-
-
-
-
-
-
4.2
-
-
-
-
-
-
4.3
-
-
-
-
-
-
4.4
-
-
-
-
-
-
4.5
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
5.1
-
-
-
-
-
-
5.2
-
-
-
-
-
-
5.3
-
-
-
-
-
-
5.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
CustoH2O-SP.xls-Aparecida
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Aparecida - SP
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
-
-
-
-
-
-
6.2
-
-
-
-
-
-
6.3
-
-
-
-
-
-
6.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
7.1
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
200
-
7.200,00
7.2
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
400
200
9.200,00
4.600,00
13.800,00
7.3
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
1.400
800
18.200,00
10.400,00
28.600,00
-
-
2.000
1.000
7.4
-
Sub-total
-
-
-
34.600,00
15.000,00
7.200,00
49.600,00
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
160
-
5.760,00
-
5.760,00
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
40
-
1.720,00
-
1.720,00
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
200
-
Sub-total
7.480,00
-
7.480,00
Ligações Prediais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
240
160
27.600,00
18.400,00
46.000,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
60
40
9.000,00
6.000,00
15.000,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
300
200
Sub-total
36.600,00
24.400,00
61.000,00
78.680,00
39.400,00
118.080,00
Custos Totais do Sistema
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
2,34
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Aparecida
3,46
PEC-2939
1.2
CAÇAPAVA - SP
1.2.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de Caçapava dispõe de sistema de esgotamento sanitário que
apresenta quatro bacias - Norte, Oeste, Leste e Centro - e atende a cerca de 85% da
população urbana com rede coletora e 60% com tratamento, efetuado através de três
ETE’s, do tipo lagoa de estabilização.
A Companhia de Saneamento básico do Estado de são Paulo – SABESP, responsável
pela manutenção e operação do referido sistema, dispõe de Projeto Básico do Sistema
de Esgotos, elaborado pela empresa de consultoria Sondotécnica S.A., em outubro de
2001.
O referido estudo definiu a área de abrangência do projeto, considerando as bacias
existentes e prevendo a ampliação das três estações de tratamento em operação,
incorporando à bacia de esgotamento Leste as áreas correspondentes a bacia Norte e
os bairros Vila Nova Caçapava e Jardim Primavera, atualmente sem tratamento.
Desta forma, as bacias estudadas passam a apresentar as seguintes características:
População
Vazão
Bacia
Área ( ha )
Atendida (hab.)
Máxima (l/s)
Leste e Norte
233,3
27.646
83,19
Centro
780,3
35.786
120,81
Oeste
183,8
9.875 *
47,28
TOTAIS
1.197,4
73.307
251,28
* A Nestlé mantém acordo com a SABESP de entregar esgoto “in natura”, proveniente
de seu processo industrial, a ser tratado na ETE Oeste, em virtude do que, para efeito
de projeto da ETE, a população equivalente da bacia será de 47.000 habitantes.
Ressalta-se que algumas das unidades operacionais projetadas, já foram contratadas
para execução, tais como:
Coletores Troncos:
- CT-Ribeirão dos Mudos;
- CT-Nova caçapava; e
- CT-Norte.
Estações Elevatórias e Linhas de Recalque:
- EE-Nova caçapava; e
- EE-Norte.
Desta forma, o presente trabalho considera apenas as unidades operacionais
restantes necessárias à complementação do sistema, que tem seu alcance definido
até o ano de 2020, e podem ser assim descritas:
113
PEC-2939
Coletores Troncos:
− CT-Avenida Brasil: Terá seu início próximo a rodovia Presidente Dutra, seguindo
pela Av. Brasil, através da pista da margem direita do córrego existente,
interceptando diversos lançamentos até encontrar a travessia sob a estrada de
ferro, seguindo então pela Av. Marechal Castelo Branco até o acesso a ETE
Centro.
Este coletor substituirá o coletor existente em face do mesmo apresentar alguns
trechos danificados por ocasião da execução do canal da Av. Brasil, acarretando
extravasamento de esgotos do mesmo.
Terá extensão total de 2.230 m e será executado em tubos de concreto armado
com 600 mm de diâmetro, sendo que a travessia sob a linha férrea será executada
pelo método não destrutível.
Estão previstas também interligações a este coletor através de tubos de 150, 400 e
500 mm de diâmetros e extensões respectivas de 27, 10 e 15 m.
As elevatórias projetadas e ainda não executadas apresentam as seguintes
características técnicas:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-Leste
85,00
300
10
EE-Centro
120,00
300
10
EE-Oeste
115,00
400
11
− Estação elevatória Leste: Ficará situada junto a estação de tratamento de mesmo
nome, e receberá as contribuições provenientes dos coletores CT-Nova Caçapava
e CT-Norte que veiculam, respectivamente, os esgotos das bacias Leste e Norte.
Terá com função recalcar estas contribuições para a caixa de chegada da ETELeste;
− Estação elevatória Centro: Assim como a EE-Leste, a EE-Centro ficará situada
contígua a ETE de mesmo nome, e receberá os esgotos provenientes da bacia
Centro, através do coletor CT-Av. Brasil e será a responsável pelo recalque destas
contribuições para a caixa de chegada da unidade de tratamento;
− Estação elevatória Oeste: Será semelhante e terá a mesma finalidade das
anteriormente descritas, situando-se no entanto na área da ETE-Oeste.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
Como mencionado anteriormente estão previstas obras de ampliação e reforma nas
três unidades de tratamento existentes, que serão abaixo pormenorizadas:
ETE Leste:
A Estação de Tratamento Leste será transformada, de lagoa atualmente facultativa,
em lagoa aerada, com a sua divisão em duas partes, ficando uma como lagoa de
aeração e outra como lagoa de sedimentação, com capacidade para tratar a vazão
total de final de plano de 52,40 l/s. O dimensionamento indica a necessidade da
114
PEC-2939
instalação de seis aeradores de 25 cv cada. Também está prevista a implantação de
um sistema de cloração do efluente para manter o NMP dentro dos padrões
recomendados. A dosagem de cloro deverá ser, em média, de 5 mg/l e o consumo, em
fim de plano, será de 23 kg/d, o que recomendou a utilização de cilindros de cloro de
900 kg. A câmara de contato deverá ser para 30 minutos de detenção, medindo 11,0
m x 7,0 m e altura útil de 2,0 m, deverá ser dotada de chicanas a cada metro.
O sistema de aeração poderá funcionar durante 21 h/dia e o sistema de cloração
deverá ser totalmente automatizado, através da construção de uma instalação de
extrema simplicidade operacional. Com as dimensões da lagoa de decantação esperase que a remoção de lodo só seja necessária uma vez a cada 10 anos.
Não haverá necessidade de construção de nova lagoa e nem de outras obras civis, a
não ser a de um pequeno edifício, como o existente atualmente na ETE-Oeste, para
abrigar um pequeno laboratório, quadros de comando dos equipamentos e etc.
A eficiência prevista para esta ETE será superior a 80 % na redução de DBO.
ETE Centro:
A pequena profundidade, e a área da lagoa existente, praticamente obrigaram a
adoção do sistema de lagoas facultativas, com a construção de nova unidade, com
capacidade para tratar a vazão total de final de plano de 81,16 l/s e com área de
espelho d’água de 5,45 ha e relação comprimento/largura igual ou maior que 4,2 para
que ocorra uma redução de coliformes fecais de cerca de 99,9%, evitando assim a
instalação de cloração no efluente final. Como não existe possibilidade de área para a
construção de uma lagoa com essa relação comprimento/largura, a lagoa projetada
terá uma forma mais quadrada, mas será dividida por paredes para cumprir essa
relação.
Existe área disponível para essa expansão, situada na frente da lagoa existente.
A eficiência esperada na redução de DBO é superior a 90 %.
ETE Oeste:
A alternativa selecionada foi aquela de aproveitamento de toda lagoa existente com
lagoa de aeração, com a instalação de onze aeradores flutuantes de 25 cv cada e a
construção de uma lagoa de decantação medindo 102 m x 21 m x 3 m de
profundidade útil e sistema de cloração, passando o conjunto a ter uma capacidade
para tratar a vazão total de final de plano de 70,71 l/s. A limpeza dessa lagoa deverá
ser feita a cada 4 ou 5 anos. Esse sistema será similar ao proposto para a ETE Leste.
A eficiência esperada na redução de DBO é superior a 80 %.
Dispositivos de entrada e saída:
Todas as ETE’s terão dispositivos de entrada semelhantes, constituídos por novas
estações elevatórias ( já descritas ), gradeamento fino mecanizado e caixas de areia.
Emissários:
Os efluentes tratados serão lançados no rio Paraíba do Sul através de emissários, que
operarão por gravidade, e terão as seguintes características:
115
PEC-2939
Emissário
∅ (mm)
Material
Comp.(m)
EE-Leste
500
CA
148,00
EE-Centro
600
CA
136,40
EE-Oeste
600
CA
136,40
Como mencionado inicialmente, a cidade já possui cerca de 80% da população urbana
atendida e portanto serão necessárias a implantação, até o final de plano, de mais
26,6 km de rede coletora e cerca de 3.800 ligações.
A Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentada no desenho
nº PS-CA-EC-ESG-01-R0.
1.2.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Caçapava produz atualmente a
vazão média de 230 l/s através de 19 poços profundos, sendo que a demanda
estimada para o final do plano é da ordem de 261,64 l/s. A SABESP, operadora do
sistema, pretende substituir, a produção de água que hoje é feita integralmente por
manancial subterrâneo por superficial, utilizando como abastecedor da cidade, o rio
Paraíba do Sul. Esta mudança de concepção tem como finalidade o aumento
escalonado da produção de água bruta e a melhoria operacional do sistema, mas para
tanto devem ser implementadas as seguintes obras:
Em 1ª Etapa:
− Construção de estruturas de tomada d’água e desarenador hidráulico, ambas em
concreto armado situadas na margem direita do rio Paraíba do Sul,
aproximadamente a 500 m à montante do lançamento do efluente da ETE-Leste;
− Construção de estação elevatória de água bruta dotada de 3 conjuntos
motobombas, cada um com vazão de 100 l/s e motor elétrico de 40 cv, funcionando
2 grupos em paralelo, ficando o terceiro para reserva ou rodízio;
− Implantação de adutora de água bruta, em ferro fundido, com 500 mm de diâmetro
e 776 m de extensão;
− Implantação de estação de tratamento de água, convencional, contendo caixa de
areia, 8 floculadores, 3 decantadores de alta taxa, 8 filtros e casa de química
dotada de sistema de desinfecção e fluoretação, capaz de tratar a vazão de 200 l/s;
− Construção de reservatório de água tratada, junto à ETA, com capacidade de 900
m3 ;
− Construção de estação elevatória de água tratada, dotada de 3 conjuntos
motobombas, cada um com vazão de 115 l/s e motor elétrico de 250 cv,
funcionando 2 grupos em paralelo, ficando o terceiro para reserva ou rodízio;
− Implantação de adutora de água tratada, em ferro fundido, com 450 mm de
diâmetro e 4.794 m de extensão.
116
PEC-2939
Em 2ª Etapa:
− Ampliação da capacidade de recalque de água bruta, de 200 para 300 l/s, com a
implantação de mais um conjunto motobomba, idêntico aos existentes, ou seja: Q =
100 l/s e P = 40 cv;
− Ampliação da capacidade da ETA, de 200 para 300 l/s, com a implantação de mais
um módulo de 100 l/s;
− Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada, através da
implantação de mais um conjunto motobomba, idêntico aos existentes, ou seja: Q =
115 l/s e P = 250 cv.
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
− Acréscimo de 21.500 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
− Implantação de 1.500 hidrômetros em todas as ligações atualmente não
hidrometradas;
− Acréscimo de 2.700 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
117
Estimativa de Custo - Alternativa 2
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Caçapava - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
150
27
-
-
27
-
-
200
-
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
400
10
-
-
10
500
15
-
-
15
600
2.230
-
-
2.230
1.674,00
Total
1.500,00
-
-
-
-
1.674,00
1.500,00
2.580,00
-
-
2.580,00
434.850,00
-
-
434.850,00
700
-
-
-
-
-
-
-
800
-
-
-
-
-
-
-
Emis. - Leste φ 500
148
-
-
148
25.456,00
-
-
25.456,00
Emis. - Centro φ 600
137
-
-
137
26.715,00
-
-
26.715,00
Emis. - Oeste φ 600
137
-
-
137
26.715,00
-
-
26.715,00
Sub-total
2.704
-
-
2.704
519.490,00
-
-
519.490,00
-
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-Leste
85,00
-
-
85,00
219.211,00
-
-
219.211,00
EE-Centro
120,00
-
-
120,00
260.461,00
-
-
260.461,00
EE-Oeste
115,00
-
-
115,00
254.977,00
-
-
254.977,00
EE-4
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-5
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-6
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
-
-
-
-
734.649,00
734.649,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-Leste / 300
10
-
-
10
3.610,00
-
-
3.610,00
ER-Centro / 300
10
-
-
10
3.610,00
-
-
3.610,00
ER-Oeste / 400
5.874,00
5.874,00
11
-
-
11
-
-
ER-4 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-5 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-6 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
31
-
-
31
-
-
Sub-total
13.094,00
13.094,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
25.100
-
-
25.100
1.556.200,00
-
-
1.556.200,00
200
1.400
-
-
1.400
99.400,00
-
-
99.400,00
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
26.500
-
-
26.500
1.655.600,00
-
-
1.655.600,00
Ligações Prediais
CustoEsg-SP.xls-Caçapava
Estimativa de Custo - Alternativa 2
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Caçapava - SP
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
100
3.800
-
-
3.800
824.600,00
-
-
150
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
3.800
-
-
3.800
824.600,00
-
-
Total
824.600,00
824.600,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE Leste
Lagoa
52,40
-
-
52,40
580.566,00
-
-
580.566,00
ETE Centro
Lagoa
81,16
-
-
81,16
751.506,00
-
-
751.506,00
ETE Oeste
Lagoa
70,71
-
-
70,71
987.000,00
-
-
987.000,00
ETE Leste
Lagoa+cl.
52,40
-
-
52,40
846.436,00
-
-
846.436,00
ETE Centro Lagoa+cl.
81,16
-
-
81,16
1.136.098,00
-
-
1.136.098,00
ETE Oeste Lagoa+cl.
70,71
-
-
70,71
1.329.365,00
-
-
1.329.365,00
ETE Leste
Padrão "E"
52,40
-
-
52,40
1.105.840,00
-
-
1.105.840,00
ETE Centro Padrão "E"
81,16
-
-
81,16
1.431.440,00
-
-
1.431.440,00
ETE Oeste Padrão "E"
70,71
-
-
70,71
1.880.000,00
-
-
1.880.000,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's tratamento tipo)
Lagoa
6.066.505,00
-
-
6.066.505,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Lagoa + desinfecção
7.059.332,00
-
-
7.059.332,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "E"
8.164.713,00
-
-
8.164.713,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
85,66
85,66
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa + desinfecção
R$/hab.
99,68
99,68
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
R$/hab.
115,29
115,29
ANA
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Para as ETE's Leste, Centro e Oeste os custos referem-se as obras de ampliação das lagoas existentes, acrescentados dos sistemas de desinfecção do efluente.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado o padrão de eficiência "E" com redução, por se tratar
de ampliação de lagoas existentes.
CustoEsg-SP.xls-Caçapava
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Construção de estrut. de tomada d'água e desarenador hidráulico, ambas em conc. armado e situadas na margem direita do rio
Paraíba do Sul, a 500 m a montante da ETE - Leste
1.2
1
-
50.000,00
-
50.000,00
1
-
181.683,00
-
181.683,00
-
1
-
-
-
-
2
1
Construção de EEAB dotada de três conj. de recalque, cada um
com as seg. caract. (Q = 100 l/s;Pot. = 40 cv), funcionando dois
em paralelo e um de reserva
1.3
Ampliação da capac. de recalque da EEAB de 200 para 300 l/s,
através da instal. de mais um conj. motobomba idênt. aos exist.
1.4
-
Sub-total
28.463,00
28.463,00
-
231.683,00
-
28.463,00
260.146,00
Adutora de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
2.1
Implantação de adutora de água bruta, em FºFº, com φ = 500 mm
776
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
2.5
-
-
-
-
-
-
776
-
Sub-total
571.136,00
571.136,00
-
571.136,00
-
571.136,00
Estação de Tratamento de Água
Item
3.1
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Construção de ETA convenc., capaz de tratar 200 l/s, dotada de
medidor Parshall, caixa de areia, 1 floculador, 3 decantadores, 8
filtros, casa de química e sistemas de desinfecção e fluoretação
3.2
1
-
5.022.237,00
-
1
-
-
-
-
1
1
-
5.022.237,00
Ampliação da capac. de tratamento de 200 para 300 l/s, com a
construção de mais um módulo de 100 l/s
3.3
-
Sub-total
2.945.128,00
2.945.128,00
-
5.022.237,00
2.945.128,00
7.967.365,00
Elevatória de Água Tratada
Item
4.1
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Construção de EEAT, junto da ETA, dotada de 3 conj. de recal que, sendo 1 reserva, cada unidade com as seg. caracaterísti cas (Q = 115 l/s;Pot. = 250 cv)
4.2
1
-
1.483.655,00
-
1.483.655,00
Ampliação da capac. de recalque da EEAT, através da instala-
1
-
4.3
ção de mais um conj. motobomba idêntico aos existentes
-
-
-
-
-
-
4.4
-
-
-
-
-
-
4.5
-
-
-
-
-
-
1
1
Sub-total
232.439,00
1.483.655,00
232.439,00
232.439,00
1.716.094,00
CustoH2O-SP.xls-Caçapava
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP
Adutora de Água Tratada
Item
5.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Implant. de adutora de água tratada, em FºFº com φ = 450 mm
1ª Etapa
4.794
-
-
-
-
-
-
-
5.3
-
-
-
-
-
-
5.4
-
-
-
-
-
-
4.794
-
3.348.609,00
-
Total
5.2
Sub-total
3.348.609,00
Custo ( R$ )
2ª Etapa
-
3.348.609,00
3.348.609,00
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
-
-
-
-
-
-
6.2
-
-
-
-
-
-
6.3
-
-
-
-
-
-
6.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
7.1
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
650
-
109.850,00
7.2
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
1.300
850
46.800,00
30.600,00
7.3
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
2.600
1.700
59.800,00
39.100,00
98.900,00
7.4
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
8.450
5.950
109.850,00
77.350,00
187.200,00
-
-
12.350
8.500
7.5
-
Sub-total
-
-
-
216.450,00
147.050,00
109.850,00
77.400,00
363.500,00
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
1.200
-
43.200,00
-
43.200,00
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
300
-
12.900,00
-
12.900,00
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
1.500
-
Sub-total
56.100,00
-
56.100,00
Ligações Prediais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
1.280
880
147.200,00
101.200,00
248.400,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
320
220
48.000,00
33.000,00
81.000,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
1.600
1.100
Sub-total
195.200,00
134.200,00
CustoH2O-SP.xls-Caçapava
329.400,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP
Custos Totais do Sistema
1ª Etapa
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
11.125.070,00
3.487.280,00 14.612.350,00
158,44
195,47
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Caçapava
PEC-2939
1.3
CACHOEIRA PAULISTA - SP
1.3.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A cidade de Cachoeira Paulista conta com um sistema de esgotamento sanitário que
atende, com 57.000 m de rede coletora, aproximadamente 92 % da população urbana.
A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São
Paulo – SABESP, dispõe de Projeto Básico de Esgotamento Sanitário elaborado pela
firma Encibra, em julho/1987 e posteriormente em outubro/2001 pela Sondotécnica
S.A., ambos com período de alcance até o ano de 2015. Esses estudos definiram a
área de abrangência do projeto e subdividiram a mesma em 10 sub-bacias de
esgotamento, sendo 3 na margem esquerda do rio Paraíba do Sul (sub-bacias I, II e
III) e 7 na margem direita (sub-bacias CDHU, Pitéu, Margem Direita, Minhoca, Moinho
I e II, e Bocaina).
No período compreendido entre o início dos estudos e a presente data, a SABESP
executou diversas unidades operacionais, além da complementação da rede coletora.
Estas unidades são:
Coletores troncos:
- CT- Moinho I;
- CT- Moinho II;
- CT-Minhoca; e
- CT-Palmital/Pitéu.
Estações Elevatórias:
- EE-2, exclusive emissário de recalque;
- EE-3; e
- EE-4.
Desta forma, o presente estudo abrangerá apenas aquelas unidades restantes,
necessárias à complementação do sistema e podem ser assim descritas:
Coletores Troncos:
− Coletor tronco CDHU: Será implantado no interior do conjunto residencial CDHU, ao
longo da Av. Antônio Gomes Filho, veiculando os esgotos à elevatória EE-5. Terá
362 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetro de 200 mm;
− Interceptor: A ser implantado na margem direita do rio Paraíba do Sul, seu traçado
está definido pelas ruas Carlos Pinto, Silva Caldas, Pereira da Silva, José
Gonçalves, travessa Rui Barbosa e rua Manoel Rodrigues Fortes, até elevatória
EE-1, onde efetuará seu lançamento. Será responsável pela interceptação e
transporte dos esgotos provenientes dos coletores troncos Moinho I e II e Minhoca,
além dos efluentes das elevatórias EE-2 e EE-3. Terá 1.016 m de extensão e
diâmetros de 400 e 500 mm.
118
PEC-2939
As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1
138,40
400
1.460,00
EE-5
9,16
100
89,50
EE-2*
-
150
420,00
* Somente linha de recalque, pois a elevatória é existente.
− Elevatória EE-1: É a unidade de recalque final Sistema e será responsável pelo
recalque da totalidade das contribuições esperadas para a unidade de tratamento;
− Elevatória EE-5: Ficará situada na margem esquerda do córrego Pitéu, próximo ao
cruzamento das avenidas Antônio Gomes Filho e Cachoeira Paulista. Será
responsável pelo recalque das vazões do conjunto CDHU para a cabeceira do
coletor Palmital/Pitéu, transpondo o leito do córrego Pitéu;
− Elevatória EE-2: Situada próximo ao cruzamento das ruas Margarida Porto com
Benjamin já foi construída pela SABESP, restando para a complementação desta
unidade, a execução do emissário de recalque, que permitirá a transposição dos
esgotos da margem esquerda para a direita do rio Paraíba do Sul, integrando, desta
forma todo o sistema.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
Está prevista ainda nesta fase a execução da estação de tratamento, tendo em vista
que, atualmente os esgotos coletados são lançados “in natura” no rio Paraíba do Sul e
em seus tributários que cortam a cidade.
Estação de Tratamento
O local selecionado para a implantação da ETE é de fácil acesso e situa-se próximo à
margem direita do rio Paraíba do Sul, cerca de 1.500 m à montante do limite do
perímetro urbano de Cachoeira Paulista e as habitações mais próximas do local são
do conjunto CDHU, distantes cerca de 500 m.
A configuração topográfica é excelente para a implantação de sistemas de tratamento
que exijam grande movimento de terra, pois se apresenta plana, com algumas
elevações no lado oposto à margem do rio, o que permite melhor compensação entre
cortes e aterros.
A vegetação predominante é a grama, com poucas árvores, o que beneficia em muito
os trabalhos iniciais.
O terreno é seco, não apresentando áreas alagadas.
Quanto à eventual produção de maus odores, a situação é favorável, pois os ventos
predominantes tendem ao afastamento para fora do perímetro urbano. Além disso, o
conjunto CDHU é protegido por pequena sobrelevação que supera a área da ETE e se
constitui, de certa forma, em obstáculo natural.
119
PEC-2939
O estudo de alternativas de tratamento estudadas abordou aspectos técnicos e
econômicos relativos a implantação por etapas e concluiu pela adoção de duas lagoas
facultativas primárias idênticas, cada uma com as seguintes características:
- Dimensões no fundo - 129,80 m x 262,80 m – profundidade = 2,00 m
- Dimensões no nível d’água máximo - 137,80 x 270,,80 m – profundidade = 2,50 m
- Dimensões no coroamento – 139,80 x 272,80 m
- Volume útil – 71.406 m3.
À montante das lagoas está prevista a construção de uma unidade de tratamento
preliminar (calha Parshal e gradeamento médio) destinada à medição de vazão e
retenção de sólidos grosseiros.
Para a manutenção dos atuais índices de atendimento, deverão ser implantados, ao
longo do período de alcance do projeto, 8.500 m de rede coletora, associadas a 1.200
ligações domiciliares.
Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado
no desenho nº PS-CP-EC-ESG-01-R0.
1.3.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O Estudo de Concepção para a Ampliação e/ou Melhorias do Sistema de
Abastecimento de Água da cidade de Cachoeira Paulista não foi apresentado por não
terem sido enviados, pela Sabesp, até o encerramento deste relatório, os elementos
hidráulicos do sistema existente, apesar de terem sido feitos, por parte desta equipe,
todas as solicitações necessárias.
Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas
paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho.
120
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cachoeira Paulista - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
-
-
200
362
-
-
362
250
-
-
-
-
300
-
-
-
-
400
200
-
-
200
500
816
-
-
816
600
-
-
-
-
700
-
-
-
-
800
-
-
-
900
-
-
1.000
-
1.200
Sub-total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
Total
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
30.000,00
-
-
30.000,00
140.352,00
-
-
140.352,00
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1.378
-
-
1.378
-
-
25.702,00
196.054,00
25.702,00
-
196.054,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
279.718,00
Total
EE-1
138,40
-
-
138,40
-
-
EE-2
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-3
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-4
-
-
-
-
-
-
-
EE-5
9,16
-
-
9,16
-
-
EE-6
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
-
-
-
-
71.961,00
351.679,00
279.718,00
71.961,00
351.679,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-1 / 400
1.460
-
-
1.460
779.640,00
-
-
779.640,00
ER-2 / 150
420
-
-
420
70.980,00
-
-
70.980,00
ER-3 / -
-
-
-
-
-
-
-
ER-4 / -
-
-
-
-
-
-
-
90
-
-
90
-
-
-
-
-
-
-
-
1.970
-
-
1.970
-
-
ER-5 / 100
ER-6 / Sub-total
9.900,00
860.520,00
9.900,00
860.520,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
7.700
-
-
7.700
477.400,00
-
-
477.400,00
200
800
-
-
800
56.800,00
-
-
56.800,00
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
8.500
-
-
8.500
-
-
534.200,00
534.200,00
CustoEsg-SP.xls-Cachoeira Paulista
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cachoeira Paulista - SP
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
100
1.200
-
-
1.200
150
-
-
-
-
Sub-total
1.200
-
-
1.200
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
260.400,00
260.400,00
-
-
-
-
-
-
Total
260.400,00
260.400,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Primário
89,14
-
-
89,14
2.096.781,00
-
-
2.096.781,00
ETE 1
Lagoa
89,14
-
-
89,14
1.256.808,00
-
-
1.256.808,00
ETE 1/ANA Padrão "A"
89,14
-
-
89,14
361.489,00
-
-
361.489,00
ETE 1/ANA Padrão "E"
89,14
-
-
89,14
1.566.454,00
-
-
1.566.454,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE 1 - tratamento tipo)
Primário
4.299.634,00
-
-
4.299.634,00
Total (ETE 1 - tratamento tipo)
Lagoa
3.459.661,00
-
-
3.459.661,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
2.564.342,00
-
-
2.564.342,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "E"
3.769.307,00
-
-
3.769.307,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
178,41
178,41
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
143,56
143,56
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
106,41
106,41
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
ANA
R$/hab.
156,41
156,41
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente,
para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização.
CustoEsg-SP.xls-Cachoeira Paulista
PEC-2939
1.4
CRUZEIRO - SP
1.4.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
O sistema de esgotamento sanitário da cidade de Cruzeiro atende atualmente a 95%
da população com rede coletora do tipo “separador absoluto”, recebendo
clandestinamente algumas ligações de águas pluviais.
O sistema não dispõe de coletores troncos ou emissários, sendo os esgotos coletados,
lançados “in natura” diretamente no rio Paraíba do Sul ou em seus tributários.
O presente trabalho apresenta uma concepção para o esgotamento sanitário da
cidade, na qual foi definida uma área de abrangência de projeto com 2.191,80 ha,
sendo esta subdividida em oito bacias de esgotamento, das quais seis estão situadas
na margem esquerda e duas na margem direita do rio Paraíba do Sul.
Em função das características topográficas e de ocupação, o sistema foi dividido em
dois sub-sistemas com tratamentos distintos, cada um com as seguintes
características:
−
Sub-sistema 1 ou Principal: Atenderá às bacias 1, 2, 3, 7 e 8, sendo que, as três
primeiras estão situadas na margem esquerda e apresentam maiores densidades
populacionais e as outras duas, situadas na margem oposta, apresentam-se mais
rarefeitas em termos populacionais. Este Sub-sistema terá como destino final, a
ETE 1 a ser implantada em terreno situado junto à margem direita do rio Paraíba do
Sul, distando 1.500 m do bairro denominado Vila Clara;
−
Sub-sistema 2 ou Secundário: Totalmente situado na margem esquerda do rio
Paraíba do Sul, abrange as bacias 4, 5 e 6, tendo como destino final a ETE 2, de
pequeno porte, situada entre a margem esquerda do referido rio e a linha da
RFFSA, à jusante do bairro denominado Vila Maria.
As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas:
População (hab.)
Vazões (l/s)
Bacia
Área ( ha )
Total
Beneficiada
Sanitária
Infiltração
Total
1
188,3
11.360
10.224
19,88
3,98
23,86
2
385,9
27.389
24.650
47,93
9,58
57,51
3
512,2
18.177
16.359
31,81
6,36
38,17
4
483,0
6.856
6.170
12,00
2,40
14,40
5
62,2
3.532
3.179
6,18
1,24
7,42
6
150,2
4.264
3.838
7,46
1,49
8,95
7
210,9
4.491
4.042
7,86
1,57
9,43
8
199,1
707
636
1,24
0,25
1,49
TOTAIS
2.191,8
76.776
69.098
134,36
26,87
161,23
121
PEC-2939
Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o
que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas
etapas; a primeira, englobando parte da zona mais densamente ocupada das bacias 1
e a totalidade das bacias 2, e 7. Ficando as demais bacias para serem atendidas em
etapas futuras.
O traçado dos coletores troncos foi feito de modo a garantir a interceptação dos
lançamentos das redes coletoras e proporcionar a veiculação destas vazões às
unidades de tratamento.
São os seguintes os coletores troncos previstos:
− CT1: Terá início na Av. Silva Rotary, próximo ao cemitério, prolongar-se-á
posteriormente pela Av. Jorge Tibiriçá, dobra à esquerda na rua Dr. Odilon Barcelos
até encontrar a rua Engenheiro Antônio Penido por onde se desenvolverá até a rua
Cap. Otávio Ramos e por esta até a margem do rio Paraíba do Sul, local da EE-4.
Terá 2.600 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetros variando de
400 a 700 mm. Este coletor será responsável pela veiculação dos esgotos das
bacias 1 e 2, receberá em seu trecho final as contribuições dos coletores CT2 e
CT3, totalizará uma vazão máxima, prevista para o final do plano, de 199,24 l/s;
− CT2: Será responsável pelo transporte das contribuições correspondentes à parte
de montante da bacia 2 e desenvolver-se-á integralmente pela rua Major Novaes.
Terá 800 m de extensão e diâmetros de 300 e 400 mm;
− CT3: O coletor CT3 será o maior dos coletores previstos para o sistema, com 3.900
m de extensão, iniciando-se com 200 mm de diâmetro e terminando com 500 mm.
Terá início no cruzamento da Av. Florindo Antico com a rua Paulo Machado,
prolongar-se-á pela rua Antônio Sena, dobrando à esquerda, cruzando a estrada de
ferro até a margem direita do córrego do Pontilhão, por onde se desenvolverá até a
rua Bertolino Cipriano Pinto e após esta, pelas ruas 13 de maio, Hélio M., Dr.
Roberto Guarani, Gil M. Rodrigues, Pref. Carlos de Souza, Av. Pref. Francisco P.,
rua Voluntários Paulistas e finalmente pela rua Engenheiro Antônio Penido, até
encontrara o coletor CT1, onde efetuará seu lançamento. Será responsável pelo
transporte da totalidade dos esgotos da bacia 3, recebendo em seu primeiro PV o
recalque da elevatória EE-3 e seu trecho final veiculará uma vazão máxima,
prevista para final de plano, de 63,62 l/s;
− CT4: O coletor CT4 percorrerá os bairros Morro Alto do Itagaçaba e Vila Julia,
situados na bacia 7, margem direita do rio Paraíba do Sul. Terá seu traçado
definido ao longo dos logradouros: Av. Luiz Bitencourt, rua João Ferraz, rua Cap.
Firmo e Av. Ver. Aurélio Garcez Novaes, terminando na EE-5, situada no
cruzamento desta com a rua Marília Inácia.
Terá 1.100 m de extensão, diâmetros de 200 e 250 mm e capacidade para
transportar a vazão de 15,72 l/s, correspondente ao total da bacia 7;
− CT5: Trata-se do coletor final do Sub-sistema 1 ou Principal. Desenvolver-se-á
totalmente ao longo da margem direita do rio Paraíba do Sul, tendo início próximo à
EE-5, no bairro Vila Clara e término na ETE 1. Será o coletor responsável pelo
encaminhamento da totalidade das vazões previstas para este sub-sistema,
recebendo em seu trecho inicial os recalques das elevatórias EE-4 e EE-5, estando
dimensionado para, no futuro receber as contribuições da bacia 8.
Com 2.100 m de extensão, terá diâmetro de 700 mm em toda a sua extensão e
veiculará a vazão máxima, prevista para o final de plano, de 217,44 l/s;
122
PEC-2939
− CT6: Será o maior dos coletores previstos para o Sub-sistema 2 ou Secundário, terá
2.700 m de extensão e diâmetros variando entre 150 e 300 mm. Seu traçado foi
definido com início no final da rua Germano Marcondes, prolongando-se pela
margem direita do ribeirão dos Lopes até alcançar a rua Terezinha Ribeiro Moreira
e posteriormente pela Avenidas Dr. Teodoro Quartim Barbosa e Minas Gerais, até
encontrar a elevatória EE-7, situada na Av. Gov. Jânio Quadros.
Será responsável pelo esgotamento de parte das contribuições previstas para a
bacia 4, sendo que o seu trecho final receberá o coletor CT7, completando o
esgotamento da referida bacia que será de 24,0 l/s;
− CT7: Terá início na rua João P. Bueno, desenvolvendo-se ao longo da margem
esquerda do ribeirão da Água Limpa e posteriormente pela Av. Reinaldo Elisei, até
efetuar o lançamento das contribuições no coletor CT6. Possuirá 1.000 m de
extensão e terá 200 mm de diâmetro ao longo de todo o seu traçado;
− CT8: Será o coletor final do Sub-sistema 2, receberá as contribuições da bacia 4,
através da EE-7, em seu trecho inicial e das bacias 5 e 6 ao longo de seu percurso.
Desenvolver-se-á pelas ruas Benedito Costa, Avelino Jr., João Rodrigues, Herotilde
Carvalho, Antônia Lobo, Antônia Simões, José Rafael Lima e finalmente pela rua
José Vital da silva, até a ETE 2.
Terá 2.250 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetros de 300 e 400
mm que terão capacidade de veicular a vazão máxima prevista de 51,28 l/s.
No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por
diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário
de Cruzeiro:
DIÃMETRO (mm)
EXTENSÃO (m)
150
900
200
4.350
250
1.350
300
2.430
400
2.950
500
1.750
600
260
700
2.450
As tubulações terão diâmetros de 150 a 700 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive,
serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e
são assim descritos:
A previsão de implantação de estações elevatórias foi feita de modo a transpor bacias
de esgotamento, para recuperação de cota dos coletores e para propiciar a travessia
dos cursos d’água de porte mais significativo.
As estações elevatórias previstas são em número de oito, sendo 6 no Sub-sistema 1
ou Principal (EE-1 a EE-6) e duas no Sub-sistema 2 ou Secundário (EE-7 e EE-8).
123
PEC-2939
A seguir serão apresentadas as características básicas dessas unidades operacionais,
bem como, de suas linhas de recalque:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1
13,25
150
500
EE-2*
19,68/39,77
200
600
EE-3
9,54
100
700
EE-4*
115,74/199,24
400
400
EE-5
15,72
150
100
EE-6*
131,46/217,44
400
30
EE-7
24,00
200
300
EE-8
51,28
250
30
* Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente.
As elevatórias EE-1 e EE-2 pertencem ao Sub-sistema 1 ou Principal e serão
implantadas na bacia 1, em terrenos situados na rodovia SP-52, respectivamente à
montante e à jusante da referida bacia, tendo como funções recalcarem os esgotos de
depressões para pontos mais altos, sendo que a EE-2 lançará os efluentes na
cabeceira do coletor CT1.
A elevatória EE-3, pertencente ao Sub-sistema 1, será implantada na bacia 3, em
terreno situado próximo ao cruzamento da Av. Florindo Antico com o córrego do
Pontilhão. Será responsável pelo recalque dos esgotos produzidos na Vila Pontilhão,
lançando-os no PV de montante do coletor CT3.
A elevatória EE-4 é a unidade de recalque final da parte do Sub-sistema 1 situada na
margem esquerda do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo recalque das vazões
provenientes das bacias 1, 2 e 3, para o CT5, utilizando para tal, um emissário de
recalque que fará a transposição do rio Paraíba do Sul da margem esquerda para a
margem direita, através da ponte existente em continuação à rua Prof. José S. Ramos
do Amaral.
A elevatória EE-5 será a unidade de recalque final da parte do Sub-sistema 1 situada
na margem direita do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo recalque das vazões
provenientes da bacia 7, lançando-as no PV de montante do coletor CT5 . Será
construída em terreno situado entre a Av. Ver. Aurélio Gomes Novaes e a margem
direita do rio Paraíba do Sul.
A elevatória EE-6 será a unidade de recalque final do Sub-sistema 1 ou Principal e
ficará situada junto à ETE 1, tendo como função recalcar os esgotos provenientes das
bacias 1, 2, 3, 7 e 8 para a caixa de chegada da referida estação de tratamento.
A elevatória EE-7 pertencente ao Sub-sistema 2 ou Secundário, será implantada na
bacia 4 e será responsável pelo recalque das vazões da referida bacia, veiculadas
pelos coletores CT6 e CT7, para a cabeceira do coletor CT8. Ficará situada em área
entre a estrada de ferro da RFFSA e a Av. Dr. João Batista, na margem esquerda do
rio Paraíba do Sul.
124
PEC-2939
A elevatória EE-8 é a unidade de recalque final do Sub-sistema 2 ou Secundário e
ficará situada junto à ETE 2, tendo como função recalcar os esgotos provenientes das
bacias 4, 5 e 6 para a caixa de chegada da referida estação de tratamento.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
Foram previstas duas estações de tratamento de esgotos: A primeira (ETE 1), do Subsistema 1 ou Principal, ficará situada na margem direita do rio Paraíba do Sul, na bacia
8, distante 1.500 m do bairro denominado Vila Clara e terá capacidade para tratar as
vazões médias de 78,87 e 130,46 l/s, respectivamente para 1ª e 2ª etapas, previstas
para o final do plano. A segunda estação (ETE 2), de menor porte, será construída na
margem esquerda do referido rio, na bacia 6, em terreno situado próximo a estrada de
ferro da RFFSA, à jusante do bairro Vila Maria. Terá capacidade para tratar 30,67 l/s
de vazão média.
A cidade de Cruzeiro dispõe de um sistema de coleta de esgotos do tipo separador
absoluto atendendo a cerca de 95% da população urbana, com 250.000 m de rede
coletora, sendo necessário a implantação de aproximadamente 9.400 m de rede ao
longo do período de projeto, com uma previsão de mais 1.345 ligações prediais, além
das existentes.
Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado
no desenho nº PS-CZ-EC-ESG-01-R0.
1.4.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Cruzeiro produz, atualmente 360
l/s em 3 subsistemas dotados de estações de tratamento, dispondo ainda de 17 l/s,
provenientes do subsistema 2, utilizado apenas em emergências. Portanto, a vazão
disponível atende perfeitamente às demandas da cidade até o ano 2020, data definida
como horizonte de projeto.
As obras propostas resumem-se às necessárias ao atendimento ao crescimento
vegetativo da população e são assim descritas:
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
−
Acréscimo de 22.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
−
Implantação de 1.050 hidrômetros em todas as ligações atualmente não
hidrometradas;
−
Acréscimo de 1.700 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
125
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cruzeiro - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
Total
150
-
-
900
900
-
200
-
650
3.700
4.350
-
250
-
450
900
1.350
-
36.900,00
73.800,00
110.700,00
300
-
480
1.950
2.430
-
47.040,00
191.100,00
238.140,00
400
-
1.420
1.530
2.950
-
213.000,00
229.500,00
442.500,00
500
-
890
870
1.760
-
153.080,00
149.640,00
302.720,00
600
-
260
-
260
-
50.700,00
-
50.700,00
700
-
2.450
-
2.450
-
553.700,00
-
553.700,00
800
-
-
-
-
-
-
-
-
900
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
6.600
9.850
16.450
-
46.150,00
1.100.570,00
55.800,00
55.800,00
262.700,00
308.850,00
962.540,00
2.063.110,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
EE-1
-
-
13,25
13,25
-
EE-2
-
19,88
39,77
39,77
-
-
EE-3
-
-
9,54
9,54
-
EE-4
-
115,74
199,24
199,24
-
EE-5
-
15,72
-
15,72
-
94.271,00
EE-6
-
131,46
217,44
217,44
-
313.952,00
EE-7
-
-
24,00
24,00
-
EE-8
-
-
51,28
51,28
-
Sub-total
-
-
-
-
-
129.297,00
298.100,00
Total
86.548,00
86.548,00
20.647,00
149.944,00
73.439,00
73.439,00
37.515,00
335.615,00
-
94.271,00
36.657,00
350.609,00
-
116.482,00
116.482,00
-
170.265,00
170.265,00
541.553,00
1.377.173,00
835.620,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
ER-1 / 150
-
-
ER-2 / 200
-
ER-3 / 100
-
ER-4 / 400
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
84.500,00
Total
500
500
-
600
-
600
-
-
700
700
-
-
400
-
400
-
213.600,00
-
213.600,00
ER-5 / 150
-
100
-
100
-
16.900,00
-
16.900,00
ER-6 / 400
-
30
-
30
-
16.020,00
-
ER-7 / 200
-
-
300
300
-
-
69.300,00
69.300,00
ER-8 / 250
-
-
30
30
-
-
8.880,00
8.880,00
Sub-total
-
1.130
1.530
2.660
-
239.680,00
624.800,00
138.600,00
-
77.000,00
385.120,00
84.500,00
138.600,00
77.000,00
16.020,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
3.700
3.850
7.550
-
229.400,00
238.700,00
468.100,00
200
-
900
950
1.850
-
63.900,00
67.450,00
131.350,00
250
-
-
-
-
-
Sub-total
-
4.600
4.800
9.400
-
-
-
293.300,00
306.150,00
CustoEsg-SP.xls-Cruzeiro
599.450,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cruzeiro - SP
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
100
-
655
690
1.345
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
655
690
1.345
-
142.135,00
-
Total
149.730,00
291.865,00
-
142.135,00
-
149.730,00
291.865,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Primário
-
78,87
130,46
130,46
-
1.859.754,00
1.185.683,00
3.045.437,00
ETE 1
Secundário
-
78,87
130,46
130,46
-
4.067.462,00
2.593.205,00
6.660.667,00
ETE 2
Terciário
-
78,87
130,46
130,46
-
4.442.877,00
2.791.824,00
7.234.701,00
ETE 2
Primário
-
-
30,67
30,67
-
-
736.989,00
736.989,00
ETE 2
Secundário
-
-
30,67
30,67
-
-
1.611.867,00
1.611.867,00
ETE 2
Terciário
-
-
30,67
30,67
-
-
1.781.061,00
1.781.061,00
ETE 1/ANA Padrão "A"
-
78,87
130,46
130,46
-
507.060,00
52.056,00
559.116,00
ETE 1/ANA Padrão "F"
-
78,87
130,46
130,46
-
2.704.320,00
1.489.050,00
4.193.370,00
ETE 1/ANA Padrão "G"
-
78,87
130,46
130,46
-
2.873.340,00
1.599.588,00
4.472.928,00
ETE 2/ANA Padrão "A"
-
-
30,67
30,67
-
-
263.736,00
263.736,00
ETE 2/ANA Padrão "F"
-
-
30,67
30,67
-
-
1.186.812,00
1.186.812,00
ETE 2/ANA Padrão "G"
-
-
30,67
30,67
-
-
1.252.746,00
1.252.746,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's tratamento tipo)
Primário
-
4.616.499,00
4.122.325,00
8.738.824,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Secundário
-
6.824.207,00
6.404.725,00
13.228.932,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Terciário
-
7.199.622,00
6.772.538,00
13.972.160,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
3.263.805,00
2.515.445,00
5.779.250,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "F"
-
5.461.065,00
4.875.515,00
10.336.580,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "G"
-
5.630.085,00
5.051.987,00
10.682.072,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
136,57
126,47
Custo per capita - tratamento Tipo
Secundário
R$/hab.
201,88
191,45
Custo per capita - tratamento Tipo
Terciário
R$/hab.
212,98
202,21
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
96,55
83,64
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "F"
ANA
R$/hab.
161,55
149,59
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "G"
ANA
R$/hab.
166,55
154,59
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente,
para os níveis de tratamento primário e secundário.
CustoEsg-SP.xls-Cruzeiro
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Cruzeiro - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
1.1
-
-
-
-
-
-
1.2
-
-
-
-
-
-
1.3
-
-
-
-
-
-
1.4
-
-
-
-
-
-
1.5
-
-
-
-
-
-
1.6
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
2.1
-
-
-
-
-
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Estação de Tratamento de Água
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
3.1
-
-
-
-
-
-
3.2
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Elevatória de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
4.1
-
-
-
-
-
-
4.2
-
-
-
-
-
-
4.3
-
-
-
-
-
-
4.4
-
-
-
-
-
-
4.5
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
5.1
-
-
-
-
-
-
5.2
-
-
-
-
-
-
5.3
-
-
-
-
-
-
5.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
CustoH2O-SP.xls-Cruzeiro
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Cruzeiro - SP
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
-
-
-
-
-
-
6.2
-
-
-
-
-
-
6.3
-
-
-
-
-
-
6.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
7.1
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm
-
-
7.2
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
700
-
118.300,00
7.3
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
1.400
770
50.400,00
7.4
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
2.800
1.540
64.400,00
35.420,00
99.820,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
9.400
5.390
122.200,00
70.070,00
192.270,00
-
-
14.300
7.700
7.6
-
Sub-total
-
27.720,00
-
-
355.300,00
133.210,00
118.300,00
78.120,00
488.510,00
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
840
-
30.240,00
-
30.240,00
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
210
-
9.030,00
-
9.030,00
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
1.050
-
Sub-total
39.270,00
-
39.270,00
Ligações Prediais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
880
480
101.200,00
55.200,00
156.400,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
220
120
33.000,00
18.000,00
51.000,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
1.100
600
Sub-total
134.200,00
73.200,00
207.400,00
528.770,00
206.410,00
735.180,00
Custos Totais do Sistema
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
7,44
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Cruzeiro
10,08
PEC-2939
1.5
GUARATINGUETÁ - SP
1.5.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de Guaratinguetá dispõe de sistema de esgotamento sanitário que
atende a cerca de 85% da população urbana com 273.432 m de rede coletora e 9,2%
com tratamento, efetuado através de uma ETE, do tipo “aeração prolongada”,
correspondente ao sub-sistema Vila Bela, com 10.000 habitantes, à leste da cidade.
Encontra-se atualmente em construção a ETE denominada Campo do Galvão,
localizada na margem direita do rio Paraíba do Sul, próximo ao bairro Residencial
Explanada. Esta estação de tratamento terá as mesmas características da ETE Vila
Bela existente. Atenderá ao sub-sistema Campo do Galvão, ao sul da cidade.
O Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Guaratinguetá - SAAEG, responsável pela
manutenção e operação do referido sistema, dispõe de Projeto Básico de Ampliação e
Melhoria do Sistema de Esgotamento Sanitário, elaborado pela empresa de
consultoria COPLAENGE – Projetos de Engenharia Ltda, no ano de 1999, com
alcance previsto para o ano de 2020, sendo a primeira etapa dimensionada para o
atendimento até 2010.
Este projeto identificou 5 sub-sistemas que receberam as seguintes denominações:
1. Sub-sistema Pedregulho: atende a parte leste da cidade localizada na margem
esquerda do rio Paraíba do Sul;
2. Sub-sistema Jardim do Vale: atende a parte oeste da cidade localizada na margem
esquerda do rio Paraíba;
3. Sub-sistema Campo Galvão: atende a parte oeste da cidade localizada na margem
direita do rio Paraíba;
4. Sub-sistema Primavera: atende a parte central da cidade localizada na margem
direita rio Paraíba;
5. Sub-sistema Vila Bela: consiste em um sub-sistema existente que atende área da
parte leste da cidade, localizada na margem direita do rio Paraíba.
Os locais para as implantações das novas ETE’s foram definidos pelo SAAEG, sendo
que as duas ETE’s, Vila Bela e Campo do Galvão, serão mantidas na concepção do
sistema proposto.
Os sub-sistemas concebidos apresentam as seguintes características:
SUB-SISTEMA PEDREGULHO
Atende a parte oeste da cidade localizada na margem esquerda do rio Paraíba,
englobada pela bacia do ribeirão Guaratinguetá, abrangendo os seguintes bairros:
Pedregulho, Bela Vista, Vila Galvão, São Dimas, Jd. Aeroporto, Vila Molica,
Matadouro, Parque das Árvores, Parque Sta. Clara, Jardim Sta. Lúcia, Parque das
Garças e Pingo de Ouro.
126
PEC-2939
As populações a serem atendidas pelo sub-sistema Pedregulho, são:
. 1ª etapa (2010): 43.200 hab.;
. 2ª etapa (2020): 51.500 hab.
As redes coletoras existentes lançam os esgotos brutos nos cursos de água que
cortam a área. Coletores troncos, previstos nos fundos de vale, receberão estes
lançamentos e conduzirão os esgotos até a estação de tratamento (ETE).
As unidades componentes deste sub-sistema, e suas características básicas são:
Rede Coletora:
As áreas mais adensadas contam com redes coletoras de esgotos, e para as demais
áreas urbanizadas hoje com baixas densidades populacionais, prevê-se em principio a
implantação desta melhoria na 2ª etapa de obras.
Assim, em 1ª etapa serão implantados pequenos trechos de redes para se efetuar as
interligações entre os pontos de lançamentos existentes e os coletores troncos a
serem construídos.
Estações Elevatórias de Rede:
No sub-sistema Pedregulho estão previstas oito estações elevatórias de rede. Estas
elevatórias são as seguintes.
Estação Elevatória Pedregulho 1 - EE.PE.1 ( existente )
Corresponde a elevatória existente no Jd. Rony, que recebe os esgotos de parte da
área e recalca para a própria rede.
Suas características básicas, são:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2
. altura manométrica. 10 mca
. potência : 5 HP
Estação Elevatória Pedregulho 2 - EE.PE.2
Localizada junto ao ponto baixo do trecho intermediário da Av. São Dimas, receberá
esgotos da rede coletora, recalcando-os até o ponto alto da avenida, nas proximidades
da rua José Cesário Ribeiro, lançando-os na rede existente.
Será implantada em 1ª etapa, e suas características, serão:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2;
. vazão: 2,0 l/s;
127
PEC-2939
. altura manométrica: 10,0 mca;
. potência: 0,75 HP;
. Linha de recalque: F.F; ø 100 mm; L=600 m.
Estação Elevatória Pedregulho 3 - EE.PE.3 ( existente )
Estação elevatória existente no loteamento S. Manoel (EE Final), recebe os esgotos
de parte da rede deste bairro e recalca para o lançamento no curso de água. Suas
características são:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2;
. altura manométrica: 10 mca
. potência: 10 HP
Estação Elevatória Pedregulho 4 - EE.PE.4 ( existente )
Esta elevatória também no loteamento São Manoel, recebe parte da rede e recalca os
esgotos para a própria rede, suas características são:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2;
. altura manométrica: 10 mca
. potência: 5 HP
Estação Elevatória Pedregulho 5 - EE.PE.5 ( existente )
Esta elevatória também no loteamento São Manoel, recebe parte da rede e recalca os
esgotos, para a própria rede. Suas características são:
. tipo : enterrada
. conjuntos moto bombas : submersíveis
. número de conjuntos : 2
. altura manométrica : 10 mca
. potência : 5 HP
Estação Elevatória Pedregulho 6 - EE.PE.6
Prevista no fundo de vale, a jusante do bairro Bom Jardim, e recalcará os esgotos até
o ponto alto no próprio bairro, lançado-os na rede.
A sua implantação esta prevista para a 2ª etapa de obras, e suas características
serão:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
128
PEC-2939
. número de conjuntos: 2;
. vazão: 9,3 l/s;
. altura manométrica: 40 mca;
. potência: 10 HP;
. Linha de recalque: F.F; ø 100 mm; L=1200 m.
Estação Elevatória Pedregulho 7 - EE.PE.7
Prevista no fundo de vale, a jusante do bairro Pingo de Ouro e receberá os esgotos
coletados neste bairro e áreas do entorno, e recalcará até o ponto alto, com
lançamento na rede.
Sua implantação esta prevista para a 2ª etapa, com as seguintes características
básicas:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2;
. vazão: 14,5 l/s;
. altura manométrica: 50 mca;
. potência: 20 HP;
. Linha de recalque: F.F; ø 150 mm; L=650 m.
Estação Elevatória Pedregulho 8 - EE.PE.8
Prevista no fundo de vale no bairro Bom Jardim, próxima a rua Darcilio Ferraz da
Silva, receberá os esgotos de parte do bairro Bom Jardim, recalcando-os para o
coletor.
Sua implantação será em 2ª etapa, e suas características básicas:
. tipo: enterrada;
. conjunto moto bombas: submersíveis;
. número de conjuntos: 2
. vazão: 34,0 l/s
. altura manométrica: 45 mca
. potência: 25 HP
. Linha de recalque: F.F; ø 200 mm; L=630 m.
Coletores Troncos:
Os coletores previstos correspondem basicamente a coletores de fundo de vale, e são
os seguintes:
129
PEC-2939
Coletor Tronco Pedregulho 1 - CT.PE.1
Tem início junto ao lançamento existente da rede do Jardim Santa Luiza no rio
Paraíba, seguindo próximo ao rio até a ETE.
Características básicas são:
. implantação: 1ª etapa;
. material: MBV - manilha barro vidrada;
. diâmetro: 250 mm;
. extensão: 2950 m;
. vazão: 18,3 l/s;
. travessias de curso de água: 01
Coletor Tronco Pedregulho 2 - CT.PE.2
Com início nas proximidades do residencial COOPERI, segue por fundo de vale até a
ETE, com uma extensão total de 3.950 m.
Suas características básicas são:
. implantação: 1ª etapa;
. diâmetros, extensões e vazões:
. Trecho 1: ø 250 mm, L=500 m, Q = 16,5 l/s;
. Trecho 2: ø 300 mm, L=1.250 m, Q = 27,8 l/s;
. Trecho 3: ø 300 mm, L=1.050 m, Q = 31,7 l/s;
. Trecho 4: ø 300 mm, L=350 m, Q = 37,4 l/s;
. Trecho 5: ø 500 mm, L=800 m, Q = 128,8 l/s;
. materiais: ø < 300 mm, MBV (manilha de barro vidrado) e ø = 500 mm - concreto
armado.
. travessia de curso de água: 2
Coletor Tronco Pedregulho 2.1 - CT.PE.2.1
Recebe os esgotos de parte do Bairro São Dimas e lança no CT.PE.2, e suas
características são:
. implantação: 1ª etapa;
. material: MBV (manilha de barro vidrado);
. diâmetro: 250 mm
. extensão: 200 m;
. vazão: 11,3 l/s.
Coletor Tronco Pedregulho 2.2 - CT.PE.2.2
Recebe os esgotos da rede das V. Molica e Indiana, lançando-os no CT.PE.2, suas
características básicas são:
130
PEC-2939
. implantação: 1ª etapa;
. material: MBV (manilha de barro vidrado);
. diâmetro: 150 mm
. extensão: 750 m;
. vazão: 3,0 l/s.
Coletor Tronco Pedregulho 3 - CT.PE.3
Recebe os esgotos da rede do Bairro Pedregulho, encaminhando-os para a ETE, e
suas características são :
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetro : 250 mm
. extensão : 450 m
. vazão : 18,0 l/s
. travessia de curso de água : 1
Coletores Troncos Pedregulho 4 e 5 - CT-PE.4 e CT-PE.5
Esses coletores troncos, atendem os bairros das Garças, Bom Jardim, Pingo de Ouro
e áreas adjacentes, e serão implantados na 2ª etapa do plano.
O lançamento dos esgotos será em um coletor ø 400 mm existente. A vazão a ser
lançada será de 77,8 l/s.
O CT.PE.4, terá uma extensão total de 4.160 m e diâmetros de 250, 300 e 400 mm, e
o CT.PE.5 terá uma extensão 1.750 m e diâmetros de 200 e 250 mm.
Tratamento:
O tratamento de esgotos do sub-sistema Pedregulho será feito na ETE - Pedregulho, a
ser implantada em 1ª etapa, junto foz do ribeirão Guaratinguetá. O efluente da ETE
será lançado no rio Paraíba.
A ETE será do tipo de tratamento biológico através de reator anaeróbio com manta de
lodo e tratamento complementar por meio de filtro biológico e desinfecção final dos
efluentes.
As vazões de projeto afluentes, são:
1ª etapa (2010) : 75 l/s
2ª etapa (2020) : 135 l/s
Em 1ª etapa, serão implantadas unidades para atender a vazão de 2010, devendo
ocorrer ampliação na 2ª etapa com a implantação de novas unidades de forma a
atender a vazão prevista para 2020.
131
PEC-2939
SUB-SISTEMA JARDIM DO VALE
Atenderá a porção leste da cidade situada na margem esquerda do rio Paraíba, onde
destacam-se os seguintes bairros: Parque Alberto Byington, Nova Guará, Mirante,
Portal das Colinas, Beira Rio, Jardim das Colinas e Jardim do Vale.
Neste sub-sistema os esgotos coletados serão lançados em um coletor tronco previsto
na margem esquerda do rio Paraíba o qual conduzirá até a ETE, a ser implantada a
jusante da cidade.
As redes coletoras existentes na área de abrangência deste sub-sistema, lançam os
esgotos brutos coletados nos cursos de água.
As populações a serem atendidas pelo sub-sistema Jardim do Vale, são:
1ª etapa (2010) : 25.200 hab.
2ª etapa (2020) : 26.500 hab.
As unidades componentes do sub-sistema Jardim do Vale e suas características
básicas, são:
Rede Coletora:
A parte de montante da área deste sub-sistema encontra-se ocupada e dotada de rede
coletora, enquanto que parte de jusante esta urbanizada e em ocupação, não existindo
rede de esgotos.
As ampliações de rede neste sub-sistema deverão ocorrer na 2ª etapa do plano.
Estação elevatória Jardim Do Vale 1 - EE.JV.1
Na margem esquerda do rio Paraíba, próximo ao bairro Nova Guará. o terreno
apresenta uma acentuada elevação, dificultando a implantação do coletor tronco.
Desse modo neste local prevê-se uma estação elevatória para vencer esta elevação,
dividindo o coletor tronco previsto nesta margem, em duas partes.
As características básicas da EE.JV.1, são:
. implantação : 1ª etapa
. tipo : enterrada
. conjuntos moto bombas : submersíveis
. número de conjuntos : 2
. vazão total : 25 l/s
. altura manométrica : 15 mca
. potência cada conjunto : 10 HP
. linha de recalque : FºFº; ø 200 mm; L = 270 m
Coletor Tronco Jd. do Vale 1 - CT.JV.1
Previsto na margem esquerda do rio Paraíba, receberá os lançamentos da rede do
Parque A. Byington, Vila Paraíba e partes do Pedregulho e Nova Guará,
encaminhando-os a EE.JV.1.
132
PEC-2939
As características básicas do CT.JV.1, são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetros, extensões e vazões
. trecho 1 - ø 250 mm, L = 900 m, Q = 9,9 l/s
. trecho 2 - ø 300 mm, L = 550 m, Q = 24,7 l/s
Coletor Tronco Jd. do Vale 2 - CT.JV.2
Tem início, no ponto alto junto ao rio Paraíba, seguindo pela margem esquerda até a
ETE a ser implantada. Recebe os esgotos recalcados pela EE.JV.1 e das redes dos
bairros situados a jusante.
As suas características básicas, são:
. implantação : 1ª etapa
. materiais :
ø ≤ 450 mm - MBV (manilha de barro vidrado) e ø ≥ 500 mm concreto armado
. diâmetro, extensões e vazões
- Trecho 1 - ø 300 mm, L = 680 m, Q = 25,0 l/s;
- Trecho 2 - ø 400 mm, L = 1300 m, Q = 51,7 l/s;
- Trecho 3 - ø 450 mm, L = 700 m, Q = 63,0 l/s;
- Trecho 4 - ø 500 mm, L = 1.280 m, Q = 82,9 l/s;
- Trecho 5 - ø 600 mm, L = 600 m, Q = 98,0 l/s;
- Trecho 6 - ø 600 mm, L = 650 m, Q = 118,0 l/s.
Estação de Tratamento Jd. do Vale
A estação de tratamento dos esgotos do sub-sistema Jd. do Vale, esta prevista com
localização a jusante da cidade, e receberá os esgotos através do CT.JV.2.
Neste caso a ETE também será do tipo tratamento biológico através de reator
anaeróbico de manta de lodo e tratamento complementar por meio de filtro biológico.
A vazão de projeto é de 75 l/s, atendendo as condições de final de plano (2020), com
uma única etapa de implantação.
SUB-SISTEMA VILA BELA
Este sub-sistema é existente e atende a porção leste da cidade junto a rodovia
Presidente Dutra, englobando os bairros Clube dos 500, Jardim Vista Alegre e Vila
Bela.
Este sub-sistema existente, constitui-se num sistema completo e conta com rede
coletora, 3 estações elevatórias de rede e uma estação para tratamento dos esgotos
coletados.
133
PEC-2939
A estação de tratamento existente, ETE - Vila Bela é do tipo aeração prolongada, com
tratamento a nível secundário, e o seu efluente é lançado no córrego existente junto a
ETE e a afluente da margem direita do rio Paraíba.
A capacidade de tratamento desta ETE é de 25 l/s, que corresponde a uma população
de 10.000 habitantes.
Este sub-sistema vem sendo operado a contento, não sendo observados maiores
problemas, e portanto não estão previstas, dentro deste plano, obras no sub-sistema
Vila Bela.
Em seqüência é apresentada uma ilustração, na qual é apresentado o esquema geral
deste sub-sistema.
SUB-SISTEMA CAMPO GALVÃO
Atenderá a parte oeste da cidade, situada na margem direita do rio Paraíba a qual
abrange os seguintes principais bairros: Jd. Tremembé, Jd. Padroeira, Ilha dos Ingás,
V. Jacobelli, Campo do Galvão, e parte do Centro Histórico.
Os esgotos coletados na Ilha dos Ingás e Chácara Selles são encaminhados para
elevatórias existentes e recalcados para rede, condições essas mantidas neste
estudo.
O encaminhamento dos esgotos para o tratamento será feito por um tronco CT.CG.1,
a ser implantado junto ao córrego. A estação de tratamento deste sub-sistema, está
localizada as margens do rio Paraíba, junto ao Residencial Esplanada e encontra-se
em construção.
A população atendida por esse sub-sistema é de cerca de 10.000 hab.
As características básicas das unidades sob sub-sistema Campo Galvão, são:
Rede Coletora:
A área abrangida pelo sub-sistema Campo Galvão, conta com rede coletora, cujos
lançamentos dos esgotos brutos são feitos nos cursos de água.
Assim, será necessária apenas a construção de pequenos trechos localizados de
rede, para as interligações da rede existente ao coletor a ser implantado.
Estação Elevatória Campo Galvão 1 - EE.CG.1
A EE.CG.1, está prevista junto a foz do ribeirão dos Motas e receberá os esgotos
veiculados pelos coletores tronco CT.CG.1 e CT.CG.2, recalcado-os para o CT.CG.3.
As suas características básicas, são:
. implantação : 1ª etapa
. tipo : enterrada
. conjunto moto bombas: submersíveis
. número de conjuntos : 2
. vazão : 20,5 l/s
134
PEC-2939
. altura manométrica : 7,0 mca
. potência : 5 HP
. linha de recalque : FºFº, ø 150 mm, L = 350 m.
Estações Elevatórias Campo Galvão 2 e 3 - EE.CG.2 e EE.CG.3 ( existentes )
São estações elevatórias de rede existentes, sendo a EE.CG.2 localizada na Chácara
Selles, e a EE.CG.3 na Ilha dos Ingás.
Estas elevatórias serão mantidas como existentes.
Coletor Tronco C. Galvão 1 - CT.CG.1
Previsto junto ao Ribeirão dos Motas, receberá os lançamentos da rede existente,
encaminhando-os a EE.CG.1, e suas características básicas, são :
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetros, extensões:
−
trecho 1 : ø 150 mm, L = 550 m;
−
trecho 2 : ø 200 mm, L = 980 m;
−
trecho 3 : ø 250 mm. L = 450 m;
−
travessia curso de água : 2;
−
travessia rodovia : 1 (sob ponte);
−
travessia ferroviária : 1 (sob ponte).
Coletor Tronco C. Galvão 2 - CT.CG.2
Previsto, junto a margem direita do rio Paraíba, receberá os lançamentos da rede de
parte do Centro, encaminhando-os a EE.CG.1, e suas características básicas são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetro : 200 m
. extensão : 640 m
Coletor Tronco C. Galvão - CT.CG.3
Receberá os esgotos recalcados pela EE.CG.1, encaminhados a ETE Campo Galvão,
e suas características básicas, são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetro : 300 mm
. extensão : 300 mm
. vazão : 21,0 l/s
135
PEC-2939
Estação de Tratamento Campo Galvão - ETE
Em construção na margem direita do rio Paraíba, próxima ao residencial Esplanada, e
é uma ETE, do tipo aeração prolongada, com tratamento a nível secundário, cujos
efluentes serão lançados no rio Paraíba.
A capacidade desta ETE é de cerca de 25 l/s, correspondente a uma população de
10.000 hab, e suas obras deverão estar concluídas até set/99.
Dentro do presente plano, a ETE Campo Galvão será considerada como existente.
SUB-SISTEMA PRIMAVERA
O sub-sistema Primavera atenderá a parte da cidade situada na margem direita do rio
Paraíba não atendida pelos sub-sistemas Campo Galvão e Vila Bela, e engloba os
seguintes principais bairros: Pedreira, Centro, Sta Rita, Vila, São José, Vila Brasil,
Engenheiro Neiva e Jardim Primavera.
Os coletores troncos, junto aos cursos de água receberão os lançamentos da rede
existente e conduzirão os efluentes para a estação de tratamento de esgotos; ETE Primavera, a ser implantada.
As populações de projeto, a serem atendidas pelo sub-sistema Primavera, são:
. 1ª etapa (2010) : 19.960 hab.
. 2ª etapa (2020) : 21.370 hab.
As unidades componentes deste sub-sistema, e suas características básicas são:
Rede Coletora
A área atendida pelo sub-sistema Primavera, conta com rede coletora, assim dentro
do plano, esta prevista a construção de pequenos trechos de rede para interligação da
rede existente aos coletores troncos a serem implantados.
Estação Elevatória Primavera 1 - EE.PR.1 ( existente )
A EE. PR.1, é existente e recebe os esgotos da rede do Internacional Park, e recalca
para o lançamento em curso de água.
Será mantida como existente.
Estação Elevatória Primavera 2 - EE.PR.2
Prevista no bairro Engenheiro Neiva, receberá os esgotos de parte deste bairro e
recalcará para a EE. PE.3. As suas características básicas são :
. implantação : 1ª etapa
. tipo : enterrada
. conjunto moto bombas : submersíveis
. número de conjuntos : 2
. vazão : 12 l/s
. altura manométrica : 7 mca
136
PEC-2939
. potência : 2 HP
. linha de recalque : FºFº, ø 100 mm, L = 1000 m
Estação Elevatória Primavera 3 - EE.PR.3
Prevista também no bairro Engenheiro Neiva, receberá os esgotos de parte da rede e
os provenientes da EE.PE.2, recalcando-os para o coletor tronco CT.PR.4.
As características básicas desta elevatória, são:
. implantação : 1ª etapa
. tipo : enterrada
. tipo de conjuntos moto bombas : submersíveis
. número de conjuntos moto bombas : 2
. vazão : 25,8 l/s
. altura manométrica : 7 mca
. potência : 5 HP
. linha de recalque : FºFº , ø 150 mm, L = 450 m
Coletor Tronco Primavera 1 - CT.PR.1
Terá início junto ao bairro Pedreira, seguindo junto ao córrego, pela margem direita do
rio Paraíba até a ETE.
Suas características básicas, são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetro, extensões e vazões
−
trecho 1 - ø 150 mm, L = 250 m, Q = 4,0 l/s;
−
trecho 2 - ø 200 mm, L = 550 m, Q = 9,0 l/s;
−
trecho 3 - ø 250 mm, L = 300 m, Q = 18,3 l/s;
−
trecho 4 - ø 300 mm, L = 950 m, Q = 22,0 l/s;
−
trecho 5 - ø 400 mm, L = 1450 m, Q = 26,6 l/s;
−
trecho 6 - ø 400 mm, L = 1 000 m, Q = 47,2 l/s;
−
travessia de curso de água : 2;
−
travessia de rodovia : 1;
−
travessia de ferrovia : 1.
Coletor Tronco Primavera 2 - CT.PR.2
Tem início no bairro Shangrilá, seguindo pelo fundo de vale até o CT.PR.1. Suas
características básicas, são:
. implantação 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
137
PEC-2939
. diâmetros, extensões e vazões
−
trecho 1 : ø 200 mm, L = 700 m, Q = 7,0 l/s;
−
trecho 2 : ø 250 mm, L = 600 m, Q = 14,9 l/s;
−
travessia de curso d’água : 1;
−
travessia ferrovia : 1.
Coletor Tronco Primavera 3 - Ct.Pr.3
Terá início junto a Vila S. José, seguindo junto ao córrego até o CR.PR.2, suas
características, são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetro : 200 mm
. extensão : 500 m
Coletor Tronco Primavera 4 - Ct.Pr.4
Terá início junto ao Internacional Park, seguindo pelo fundo de vale até a ETE. Suas
características básicas são:
. implantação : 1ª etapa
. material : MBV (manilha de barro vidrado)
. diâmetros, extensão e vazão
−
trecho 1 - ø 150 mm, L = 450 m;
−
trecho 2 - ø 300 mm, L = 1450 m, Q = 26,7 l/s;
−
travessia de curso de água : 2;
−
travessia de rodovia : 1;
−
travessia de ferrovia : 1.
Estação de Tratamento Primavera - ETE Primavera
A ser implantada, na margem direita do rio Paraíba, a jusante do Jd. Primavera, será
também uma ETE com tratamento secundário, tipo tratamento biológico através de
reator anaeróbico de manta de lodo, e tratamento complementar por meio de filtro
biológico.
A vazão de projeto é de 45 l/s atendendo as condições de final de plano (2020), sendo
portanto construída em uma única etapa de implantação.
A Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentada no desenho
nº PS-GU-EC-ESG-01-R0.
1.5.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Guaratinguetá produz, atualmente,
a vazão média de 340 l/s de água tratada, podendo elevar esta produção até 440 l/s
138
PEC-2939
para atender a situações de pico. A demanda prevista para o final de plano é de 434
l/s, o que exige que sejam executadas diversas obras para que o sistema trabalhe
sempre em ótimas condições operativas.
Estão previstas pelo Serviço Autônomo de Águas de Esgotos de Guaratinguetá SAAEG, algumas obras para implantação em primeira etapa, ficando para uma
segunda etapa a ampliação do sistema de adução de água bruta e da ETA principal.
Estas obras estão descritas a seguir:
1ª Etapa:
− Implantação da adutora São Francisco (7ZM-R8A), em ferro fundido, com 300 mm
de diâmetro e 1.630 m de extensão;
− Construção da elevatória EE14, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 70,28 l/s e motor elétrico de 35 cv;
− Implantação da adutora Novo São Francisco (R7A-R14), em ferro fundido, com 300
mm de diâmetro e 2.170 m de extensão;
− Construção de reservatório apoiado (R14), em concreto armado, com 2.000 m3 de
capacidade;
− Construção da elevatória EE8A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 16,11 l/s e motor elétrico de 35 cv;
− Implantação da linha de recalque (R14-R8A), em ferro fundido, com 150 mm de
diâmetro e 550 m de extensão;
− Construção da elevatória EE10A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 32,78 l/s e motor elétrico de 32 cv;
− Implantação da linha de recalque (R14-R10A), em ferro fundido, com 200 mm de
diâmetro e 1.650 m de extensão;
− Implantação da linha de recalque (R8B-R9A), em ferro fundido, com 100 mm de
diâmetro e 800 m de extensão;
− Construção de reservatório apoiado (R9A), em concreto armado, com 220 m3 de
capacidade;
− Construção da elevatória EE9, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com
vazão de 11,67 l/s e motor elétrico de 8 cv;
− Implantação da linha de recalque (R9A-R9B), em ferro fundido, com 100 mm de
diâmetro e 25 m de extensão;
− Construção de reservatório apoiadp (R13), em concreto armado, com 25 m3 de
capacidade;
− Implantação da adutora Novo São Francisco (R11A-BO2), em ferro fundido, com 75
mm de diâmetro e 1.700m de extensão;
− Implantação de “booster” (BO2), dotado de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 3,61 l/s e motor elétrico de 6 cv;
− Construção da elevatória EE11A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 6,39 l/s e motor elétrico de 15 cv;
− Implantação da linha de recalque (R14-R11A), em ferro fundido, com 100 mm de
diâmetro e 3.750 m de extensão;
139
PEC-2939
− Construção de reservatório apoiado (R11B), em concreto armado, com 20 m3 de
capacidade;
− Construção da elevatória EE11B, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um
com vazão de 1,0 l/s e motor elétrico de 1,2 cv.
Em 2ª Etapa:
− Substituição dos dois menores conjuntos motobombas existentes na elevatória de
água bruta por dois outros conjuntos iguais aos dois maiores existentes, para as
seguintes condições: Q = 208 l/s e P = 250 cv;
− Ampliação da capacidade de tratamento da ETA, de 358 l/s para 450 l/s, com a
implantação de mais um módulo idêntico aos existentes.
Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos dois sistemas:
− Acréscimo de 92.295 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
− Acréscimo de 8.100 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
140
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
700
550
1.250
-
43.400,00
34.100,00
77.500,00
200
-
1.750
3.510
5.260
-
124.250,00
249.210,00
373.460,00
250
-
1.800
5.790
7.590
-
147.600,00
474.780,00
622.380,00
300
-
3.630
4.150
7.780
-
355.740,00
406.700,00
762.440,00
400
-
3.760
2.230
5.990
-
564.000,00
334.500,00
898.500,00
500
-
2.580
800
3.380
-
443.760,00
137.600,00
581.360,00
600
-
600
-
600
-
117.000,00
700
-
-
-
-
-
-
-
-
800
-
-
-
-
-
-
-
-
900
-
-
-
-
-
-
-
-
1.000
-
-
-
-
-
-
-
-
1.200
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
14.820
17.030
31.850
-
1.795.750,00
-
1.636.890,00
117.000,00
3.432.640,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-PR2
-
12,00
-
12,00
-
82.365,00
-
82.365,00
EE-PR3
-
25,80
-
25,80
-
120.771,00
-
120.771,00
EE-PRF
-
70,00
-
70,00
-
198.931,00
-
198.931,00
EE-JV1
-
25,00
-
25,00
-
118.884,00
-
118.884,00
EE-JVF
-
120,00
-
120,00
-
260.461,00
-
260.461,00
EE-CG1
-
20,50
-
20,50
-
107.654,00
-
107.654,00
EE-PE2
-
-
2,00
2,00
-
-
33.625,00
EE-PE6
-
-
9,30
9,30
-
-
72.509,00
72.509,00
EE-PE7
-
-
14,50
14,50
-
-
90.539,00
90.539,00
33.625,00
EE-PE8
-
-
34,00
34,00
-
-
138.641,00
138.641,00
EE-PEF
-
-
120,00
120,00
-
-
260.461,00
260.461,00
Sub-total
-
-
-
-
-
595.775,00
1.484.841,00
889.066,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-PR2 / 100
-
100
-
100
-
11.000,00
-
11.000,00
ER-PR3 / 150
-
450
-
450
-
76.050,00
-
76.050,00
ER-PRF / 300
-
30
-
30
-
10.830,00
-
10.830,00
ER-JV1 / 200
-
270
-
270
-
62.370,00
-
62.370,00
ER-JVF / 400
-
30
-
30
-
16.020,00
-
16.020,00
ER-CG1 / 150
-
350
-
350
-
59.150,00
-
59.150,00
ER-PE2 / 100
-
-
600
600
-
-
66.000,00
66.000,00
ER-PE6 / 100
-
-
1.200
1.200
-
-
132.000,00
132.000,00
ER-PE7 / 150
-
-
650
650
-
-
109.850,00
109.850,00
ER-PE8 / 200
-
-
630
630
-
-
145.530,00
145.530,00
ER-PEF / 400
-
-
30
30
-
-
16.020,00
16.020,00
Sub-total
-
1.230
3.110
4.340
-
469.400,00
704.820,00
235.420,00
CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
150
-
1.150
70.400
71.550
-
200
-
-
13.200
13.200
-
250
-
150
4.400
4.550
-
300
-
-
-
-
-
Sub-total
-
1.300
88.000
89.300
-
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
71.300,00
12.300,00
-
4.364.800,00
Total
4.436.100,00
937.200,00
937.200,00
360.800,00
373.100,00
-
83.600,00
5.662.800,00
5.746.400,00
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
100
-
185
5.850
6.035
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
185
5.850
6.035
-
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
40.145,00
-
1.269.450,00
Total
1.309.595,00
-
40.145,00
1.269.450,00
1.309.595,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE JV
Primário
-
75,00
-
75,00
-
1.770.280,00
-
1.770.280,00
ETE JV
Secundário
-
75,00
-
75,00
-
3.871.774,00
-
3.871.774,00
ETE JV
Terciário
-
75,00
-
75,00
-
4.231.585,00
-
4.231.585,00
ETE PR
Primário
-
45,00
-
45,00
-
1.073.075,00
-
1.073.075,00
ETE PR
Secundário
-
45,00
-
45,00
-
2.346.919,00
-
2.346.919,00
ETE PR
Terciário
-
45,00
-
45,00
-
2.580.737,00
-
ETE PE
Primário
-
-
135,00
135,00
-
-
3.149.263,00
3.149.263,00
ETE PE
Secundário
-
-
135,00
135,00
-
-
6.887.745,00
6.887.745,00
ETE PE
Terciário
-
-
135,00
135,00
-
-
7.478.590,00
7.478.590,00
ETECG
Terciário
-
25,00
-
25,00
-
142.390,00
-
142.390,00
ETEVB
Terciário
-
25,00
-
25,00
-
142.390,00
-
142.390,00
ETE JV/ANA Padrão "A"
-
75,00
-
75,00
-
397.500,00
-
397.500,00
ETE JV/ANA Padrão "F"
-
75,00
-
75,00
-
2.120.000,00
-
2.120.000,00
2.252.500,00
2.580.737,00
ETE JV/ANA Padrão "G"
-
75,00
-
75,00
-
2.252.500,00
-
ETE PR/ANA Padrão "A"
-
45,00
-
45,00
-
320.550,00
-
320.550,00
ETE PR/ANA Padrão "F"
-
45,00
-
45,00
-
1.709.600,00
-
1.709.600,00
ETE PR/ANA Padrão "G"
-
45,00
-
45,00
-
1.816.450,00
-
1.816.450,00
ETE PE/ANA Padrão "A"
-
-
135,00
135,00
-
-
515.000,00
515.000,00
ETE PE/ANA Padrão "F"
-
-
135,00
135,00
-
-
3.862.500,00
3.862.500,00
-
4.120.000,00
4.120.000,00
ETE PE/ANA Padrão "G"
-
-
135,00
135,00
-
ETE CG/ANA Padrão "G"
-
25,00
-
25,00
-
ETE VB/ANA Padrão "G"
-
25,00
-
25,00
50.000,00
-
50.000,00
50.000,00
-
50.000,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's tratamento tipo)
Primário
-
5.887.336,00 12.783.578,00 18.670.914,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Secundário
-
9.262.674,00 16.522.060,00 25.784.734,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Terciário
-
10.141.083,00 17.112.905,00 27.253.988,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
3.762.031,00 10.149.315,00 13.911.346,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "F"
-
6.873.581,00 13.496.815,00 20.370.396,00
CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "G"
-
7.212.931,00 13.754.315,00 20.967.246,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
130,37
169,24
Custo per capita - tratamento Tipo
Secundário
R$/hab.
205,11
233,73
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
83,30
126,10
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "F"
ANA
R$/hab.
152,21
184,65
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário.
Para as ETE's Campo do Galvão (CG) e Vila Bela (VB), já existentes, considerou-se apenas os custos relativos ao incremento
no nível de tratamento de secundário para terciário.
CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Substituição dos dois cj. motobombas de menor capac. da EEAB
por dois novos, idênticos aos exist. de maior cap., cada um, com
-
2
-
1.2
as seguintes características (Q= 208 l/s;Pot. = 250 cv)
-
-
-
-
-
-
1.3
-
-
-
-
-
-
1.4
-
-
-
-
-
-
-
2
-
Sub-total
464.878,00
464.878,00
464.878,00
464.878,00
Adutora de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
2.1
-
-
-
-
-
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
2.715.632,00
Sub-total
Estação de Tratamento de Água
Item
3.1
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
Ampliação da capac. de tratamento da ETA de 358 para 450 l/s,
através da implantação de mais um módulo
-
1
-
3.2
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
-
1
-
2.715.632,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Sub-total
2.715.632,00
2.715.632,00
Elevatória de Água Tratada
Item
4.1
Discriminação
Sub-total
1
-
57.607,00
-
57.607,00
1
-
44.864,00
-
44.864,00
1
-
47.165,00
-
47.165,00
1
-
41.085,00
-
41.085,00
1
-
43.105,00
-
43.105,00
1
-
57.607,00
-
57.607,00
-
-
7
-
Construção de elevatória EE 14, dotada de 2 conj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 70,28 l/s;Pot. = 35 cv)
4.8
57.607,00
Construção de booster BO 2, dotada de 2 conjunt. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 3,61 l/s;Pot. = 6,0 cv)
4.7
-
Construção de elevatória EE 11B, dotada de 2 cnj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 1,00 l/s;Pot. = 1,2 cv)
4.6
57.607,00
Construção de elevatória EE 11A, dotada de 2 cnj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 6,39 l/s;Pot. = 15 cv)
4.5
-
Construção de elevatória EE 9, dotada de 2 conj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 11,67 l/s;Pot. = 10 cv)
4.4
1
Construção de elevatória EE 10A, dotada de 2 cnj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 32,78 l/s;Pot. = 35 cv)
4.3
Total
Construção de elevatória EE 8A, dotada de 2 conj. motobombas,
cada um com as seg. características (Q = 16,11 l/s;Pot. = 35 cv)
4.2
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
-
349.040,00
-
CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá
349.040,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP
Adutora de Água Tratada
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
5.1
Implantação de adutora São Francisco (7 ZM-R 8A), em FºFº,
5.2
Implantação de adutora Novo São Francisco (R 7A-R 14), em
com φ = 300 mm
FºFº, com φ = 300 mm
5.3
1.630
-
588.430,00
-
588.430,00
2.170
-
783.370,00
-
783.370,00
550
-
92.950,00
-
92.950,00
1.650
-
381.150,00
-
381.150,00
800
-
88.000,00
-
88.000,00
25
-
2.750,00
-
2.750,00
1.700
-
149.600,00
-
149.600,00
3.750
-
412.500,00
-
412.500,00
-
-
12.275
-
Implantação de linha de recalque (R 8B-R 9A), em FºFº, com
φ = 100 mm
5.6
Implantação de linha de recalque (R 9A-R 9B), em FºFº, com
φ = 100 mm
5.7
Implantação de adutora Novo São Francisco (R 11A-BO 2), em
FºFº, com φ = 75 mm
5.8
Implantação de linha de recalque (R 14-R 11A), em FºFº, com
φ = 100 mm
5.9
Total
Implantação de linha de recalque (R 14-R 10A), em FºFº, com
φ = 200 mm
5.5
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Implantação de linha de recalque (R 14-R 8A), em FºFº, com φ =
150 mm
5.4
1ª Etapa
-
Sub-total
2.498.750,00
-
2.498.750,00
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
Construção de reservatório do tipo apoiado (R14), em concreto
armado, com capacidade de 2.000 m3
1
-
596.974,00
-
596.974,00
6.2
Construção de reservatório do tipo apoiado (R9A), em concreto
armado, com capacidade de 220 m3
1
-
197.994,00
-
197.994,00
6.3
Construção de reservatório do tipo apoiado (R13), em concreto
armado, com capacidade de 25 m3
1
-
66.743,00
-
66.743,00
6.4
Construção de reservatório do tipo apoiado (R11B), em concre to armado, com capacidade de 20 m3
59.697,00
-
59.697,00
1
-
6.5
-
-
-
-
-
-
6.6
-
-
-
-
-
-
4
-
Sub-total
921.408,00
-
921.408,00
Rede de Distribuição
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
-
7.1
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm
-
-
-
-
7.2
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
-
-
-
-
7.3
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
26.485
20.810
7.4
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
7.500
6.000
172.500,00
138.000,00
310.500,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
17.500
14.000
227.500,00
182.000,00
409.500,00
953.460,00
749.160,00
1.702.620,00
7.6
-
-
-
-
-
-
7.7
-
-
-
-
-
-
51.485
40.810
Sub-total
1.353.460,00
1.069.160,00
2.422.620,00
CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
-
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
-
-
-
-
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
-
-
-
-
-
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Ligações Prediais
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
3.600
2.880
414.000,00
331.200,00
745.200,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
900
720
135.000,00
108.000,00
243.000,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
4.500
3.600
Sub-total
549.000,00
439.200,00
988.200,00
Custos Totais do Sistema
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
5.671.658,00
4.688.870,00 10.360.528,00
52,67
87,53
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá
PEC-2939
1.6
JACAREÍ - SP
1.6.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
O Estudo de Concepção do Sistema de Esgotamento Sanitário da cidade de Jacareí
não foi apresentado por não terem sido enviados, pelo Serviço Autônomo de Água e
Esgoto de Jacareí - SAAE-Jacareí, até o encerramento deste relatório, os estudos e
proposições existentes, apesar de terem sido feitos, por parte desta equipe, todas as
solicitações necessárias.
Deve-se ressaltar que os Sistemas Isolados de Esgotamento Sanitários denominados
Bandeira Branca e Meia Lua integram o Projeto Inicial, tendo sido aprovados pela
Assembléia do CEIVAP.
Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas
paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho.
1.6.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
Da mesma forma, os Estudos de Ampliação e/ou Melhorias do Sistema de
Abastecimento de Água também não foram apresentados por não terem sido
enviados, pelo SAAE-Jacareí, até o encerramento deste relatório, os elementos
hidráulicos do sistema existente.
Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas
paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho.
141
PEC-2939
1.7
LORENA - SP
1.7.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de Lorena dispõe de sistema de esgotamento sanitário subdividido
em cinco sub-bacias, atendendo a cerca de 80 % da população urbana com rede
coletora, da qual, parte é dotada de tratamento dos esgotos, através de lagoas de
estabilização do tipo australiano.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP,
responsável pela manutenção e operação do sistema, dispõe de Projeto de
Engenharia do sistema de esgotamento sanitário, elaborado pela IESA – Internacional
de Engenharia S A, elaborado em 1986 e de Projeto executivo do referido sistema,
elaborado pela Ypê, em 1993.
Os referidos estudos definem a área de projeto considerando as bacias existentes e
prevendo a ampliação da rede coletora; remanejamento de parte do coletor tronco CTI; implantação de quatro estações elevatórias e respectivos emissários de recalque
objetivando a integração das áreas periféricas ao sistema principal; ampliação da
elevatória final; ampliação da estação de tratamento e remanejamento do emissário
final por gravidade.
Desta forma, o presente trabalho considerou a implantação das unidades necessárias
à complementação do sistema em etapa única de execução, tendo como alcance de
projeto o ano de 2020 e podem ser assim descritas:
− Remanejamento de parte do coletor CT-I que atende às bacias 1 e 2, que atende,
no trecho compreendido entre a travessia do ribeirão Taboão e a elevatória final ou
Cabelinha, numa extensão de 2.181 m, com diâmetros de 700 e 900 mm;
− Construção de sifão no mesmo coletor para travessia de ribeirão Taboão;
− Remanejamento de trecho do coletor CT-I, sob a estrada ferro, numa extensão de
54 m, com tubos de FºFº, com 500 mm de diâmetro;
− Implantação de rede coletora na sub-bacia SB-2, nas localidades denominadas Vila
Brito, Vila Simão, Jardim Portugal, Jardim Novo Horizonte e demais áreas onde
necessário, numa extensão total de 31.710 m, com diâmetros variando entre 150 e
250 mm;
− Implantação da elevatória Vila Cristina situada próximo a margem esquerda do rio
Paraíba do Sul, junto à ponte da estrada de ferro, destinada ao recalque dos
esgotos oriundos da sub-bacia 4, transpondo o referido rio e lançando-os na caixa
de chegada da ETE. Recalcará a vazão de 5,50 l/s através de emissário, em FºFº,
com 700 m de extensão e 100 mm de diâmetro;
− Implantação da elevatória Vila Brito, que ficará situada junto a margem do córrego
existente, destinada ao recalque dos esgotos oriundos da sub-bacia SB-3.2,
lançando-os no coletor CT-2. Recalcará a vazão de 22,00 l/s através de emissário,
em FºFº, com 650 m de extensão e 200 mm de diâmetro;
− Implantação da elevatória Vila Simão, situada na sub-bacia SB-3.3, responsável
pelo recalque dos esgotos produzidos nesta região, para a rede coletora da subbacia SB-3.1. Terá capacidade de recalcar 12,37 l/s e está associada a um
emissário de recalque, em FºFº, com 150 mm de diâmetro e 450 m de extensão;
142
PEC-2939
− Implantação da elevatória Jardim Novo Horizonte, situada na sub-bacia 5, ao sul da
Rodovia Presidente Dutra. Esta elevatória terá a função de transpor a referida
rodovia e lançar os esgotos na rede coletora da sub-bacia SB-3.1. Terá 5,50 l/s de
capacidade e o emissário de recalque, em FºFº, terá 750 m de extensão e 100 mm
de diâmetro;
− Ampliação da elevatória final ou Cabelinha, para operar com a vazão final de plano
de 286,42 l/s, incluindo reforma da estrutura, troca do barrilete e substituição dos
equipamentos eletro-mecânicos;
− Remanejamento do emissário de recalque da elevatória final, atualmente com 500
mm de diâmetro, por 600 mm, numa extensão de 860 m;
− Ampliação da ETE existentes de acordo com o proposto nos estudos da SABESP,
consistindo na implantação de mais uma lagoa anaeróbia e uma facultativa, além
de um desarenador;
− Substituição do emissário final da ETE, por gravidade, passando de 600 mm para
800 mm, em tubos de FºFº, numa extensão de 114 m;
− Implantação de mais 3.615 ligações prediais, ao longo de todo o horizonte de
projeto.
Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado
no desenho nº PS-LO-EC-ESG-01-R0.
1.7.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Lorena produz atualmente 43 l/s,
de vazão mínima em mananciais de superfície e mais, aproximadamente, 177,8 l/s
através de 8 poços profundos em operação, totalizando 220,8 l/s.
Considerando-se que existem dois poços desativados cujas produções somam 84 l/s e
que a demanda para final de plano é estimada em 272,1 l/s, conclui-se que a
reativação dos referidos poços resolverá o problema de produção de água, uma vez
que serão disponibilizados 304,8 l/s.
No entanto, são necessárias obras complementares no sistema de distribuição de
água nos quatro subsistemas, assim descritas:
1ª Etapa:
− Recuperação dos poços P9 (Vila Zelia) e P14 (Guaraní II), além da melhoria
operacional dos poços P10 (Vila Posses) e P11 (Mondesir). Estas obras permitirão
um aumento na captação da ordem de 108,2 l/s;
− Melhoria física nas duas captações superficiais (Córrego Fortaleza e Ribeirão das
Posses);
− Interligação da adutora da captação Fortaleza à adutora Ribeirão das Posses,
passando as duas captações superficiais a alimentarem o reservatório de 1.400 m3
do subsistema D;
− Reforço da rede de distribuição primária com tubulações de ferro fundido, com
diâmetros variando entre 150 e 300 mm, numa extensão de 2.455 m.
143
PEC-2939
2ª Etapa:
− Reforço da rede de distribuição primária com tubulações de ferro fundido, com
diâmetros variando entre 100 e 300 mm, numa extensão de 6.830 m.
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
− Acréscimo de 103.615 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo, incluindo o assentamento de 1.800 m de tubos
novos e o remanejamento de 3.700 m de tubos de 25 mm e 38 mm de FG e 50.870
m de tubos de 50 mm e 100 mm de FG e CA e 47.245 m de tubos de 50 mm e 250
mm de FG e CA;
− Implantação de 1.050 hidrômetros em todas as ligações atualmente não
hidrometradas;
− Acréscimo de 1.716 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
144
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Lorena - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
-
-
-
-
-
-
200
-
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
500
-
-
-
-
-
-
-
-
600
-
-
-
-
-
-
-
700
651
-
-
651
-
-
800
-
-
-
-
900
1.530
-
-
1.530
147.126,00
451.350,00
-
-
-
-
147.126,00
451.350,00
Traves.CT I φ 500 FºFº
54
-
-
54
39.744,00
-
-
39.744,00
Emis. Final φ 800 FºFº
114
-
-
114
156.180,00
-
-
156.180,00
Sub-total
2.349
-
-
2.349
794.400,00
-
-
794.400,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-V. Cristina
5,50
-
-
5,50
55.761,00
-
-
55.761,00
EE-V. Brito
22,00
-
-
22,00
111.523,00
-
-
111.523,00
83.625,00
EE-V. Simão
12,37
-
-
12,37
83.625,00
-
-
EE-Jd. N. Horiz.
5,50
-
-
5,50
55.761,00
-
-
55.761,00
EE-Final
286,42
-
-
286,42
189.126,00
-
-
189.126,00
EE-6
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
-
-
-
-
495.796,00
495.796,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-V.C. / 100
700
-
-
700
77.000,00
-
-
77.000,00
ER-V.B. / 200
650
-
-
650
150.150,00
-
-
150.150,00
ER-V.S. / 150
450
-
-
450
76.050,00
-
-
76.050,00
ER-N.H. / 100
750
-
-
750
82.500,00
-
-
82.500,00
ER-Final / 600
860
-
-
860
811.840,00
-
-
811.840,00
ER-6 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
3.410
-
-
3.410
1.197.540,00
-
-
1.197.540,00
Sub-total
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
28.460
-
-
28.460
1.764.520,00
-
-
1.764.520,00
200
2.500
-
-
2.500
177.500,00
-
-
177.500,00
250
750
-
-
750
61.500,00
-
-
61.500,00
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
31.710
-
-
31.710
2.003.520,00
-
-
2.003.520,00
CustoEsg-SP.xls-Lorena
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Lorena - SP
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
100
3.615
-
-
3.615
150
-
-
-
-
Sub-total
3.615
-
-
3.615
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
784.455,00
784.455,00
-
-
-
-
-
-
Total
784.455,00
784.455,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Lagoa
71,60
-
-
71,60
1.546.650,00
-
-
1.546.650,00
ETE 1
Lagoa+cl2
71,60
-
-
71,60
1.892.648,00
-
-
1.892.648,00
ETE 1/ANA Padrão "E"
71,60
-
-
71,60
2.393.625,00
-
-
2.393.625,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE 1 - tratamento tipo)
Lagoa
6.822.361,00
-
-
6.822.361,00
Total (ETE 1 - tratamento tipo)
Lagoa + desinfecção
7.168.359,00
-
-
7.168.359,00
Total (ETE 1 - tratamento tipo)
Padrão "E"
7.669.336,00
-
-
7.669.336,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
92,63
92,63
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa + desinfecção
R$/hab.
97,33
97,33
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
R$/hab.
104,13
104,13
ANA
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Para as ETE de Lorena os valores referem-se as obras de ampliação da lagoa existente.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado o padrão de eficiência "E", por se tratar de duplicação
da lagoa existente.
CustoEsg-SP.xls-Lorena
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Lorena - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Recuperaç. dos poços P9 (Vila Zélia) e P14 (Guarani II) além da
melhoria operac. dos poços P10 (Vila Posses) e P11 (Mondesir)
1.2
1ª Etapa
1
-
450.000,00
-
450.000,00
42.000,00
-
42.000,00
Melhoria física nas duas captações superficiais (Cór. Fortaleza
1
-
1.3
e Rib. das Posses)
-
-
-
-
-
-
1.6
-
-
-
-
-
-
2
-
Sub-total
492.000,00
-
492.000,00
Adutora de Água Bruta
Item
2.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Interligação da adutora da captação Fortaleza à adutora Rib.das
Posses, passando as duas captações superfic. a alimentarem o
reserv. enterrado de 1.400 m3, do subsistema D
2.2
1ª Etapa
-
Sub-total
100
-
-
-
100
-
16.900,00
-
-
16.900,00
-
16.900,00
16.900,00
Estação de Tratamento de Água
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
3.1
-
-
-
-
-
-
3.2
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Elevatória de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
4.1
-
-
-
-
-
-
4.2
-
-
-
-
-
-
4.3
-
-
-
-
-
-
4.4
-
-
-
-
-
-
4.5
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
5.1
-
-
-
-
-
-
5.2
-
-
-
-
-
-
5.3
-
-
-
-
-
-
5.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
CustoH2O-SP.xls-Lorena
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Lorena - SP
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
-
-
-
-
-
-
6.2
-
-
-
-
-
-
6.3
-
-
-
-
-
-
6.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
7.1
Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 300 mm
600
500
7.2
Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 250 mm
1.020
1.725
301.920,00
510.600,00
812.520,00
7.3
Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 200 mm
665
1.135
153.615,00
262.185,00
415.800,00
7.4
Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 150 mm
170
8.125
28.730,00
1.373.125,00
1.401.855,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
1.550
320
55.800,00
11.520,00
7.6
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
6.330
-
145.590,00
7.7
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
48.490
42.270
630.370,00
-
-
-
58.825
54.075
1.532.625,00
7.8
-
Sub-total
216.600,00
180.500,00
397.100,00
67.320,00
549.510,00
145.590,00
1.179.880,00
2.887.440,00
4.420.065,00
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
1.280
-
46.080,00
-
46.080,00
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
320
-
13.760,00
-
13.760,00
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
1.600
-
Sub-total
59.840,00
-
59.840,00
Ligações Prediais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
940
430
108.100,00
49.450,00
157.550,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
236
110
35.400,00
16.500,00
51.900,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
1.176
540
Sub-total
143.500,00
65.950,00
209.450,00
2.244.865,00
2.953.390,00
5.198.255,00
Custos Totais do Sistema
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
29,64
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Lorena
66,87
PEC-2939
1.8
PINDAMONHANGABA / MOREIRA CÉSAR - SP
1.8.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de Pindamonhangaba e o distrito de Moreira César são dotados de
sistemas de esgotamento sanitário, estes subdivididos em seis bacias de
esgotamento, assim discriminadas:
Em Pindamonhangaba:
•
Bacia do rio Una;
•
Bacia do ribeirão da Galega;
•
Bacia do ribeirão do Curtume; e
•
Bacia do ribeirão Ipiranga (90%)
Em Moreira César:
•
Bacia do ribeirão Ipiranga (10%);
•
Bacia do ribeirão Capituba; e
•
Bacia do ribeirão Piradini.
PINDAMONHANGABA
O sistema existente beneficia com coleta de esgotos entorno de 95% da população
urbana e com tratamento cerca 87% desta mesma população, através de 30.037
ligações e 31.386 economias ativas.
A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São
Paulo – SABESP, vem, ao longo dos anos, contratando a elaboração de projetos e
executando paulatinamente as obras de coleta, transporte e tratamento de esgotos,
estando atualmente em licitação a implantação das seguintes unidades operacionais:
- Coletor tronco Ponte Alta;
- Coletor tronco do Curtume;
- Elevatória EE-5;
- Elevatória EE-23; e
- Estação de Tratamento Araretama – Bacia do Rio Una.
Desta forma, o presente estudo abrangerá apenas aquelas unidades restantes,
necessárias à complementação do sistema e que podem ser assim descritos:
Coletores Troncos
− Coletor tronco Shangrilá: Ficará situado no loteamento de mesmo nome,
encaminhando os esgotos desta região para a elevatória EE-1S. Terá 419,00 m de
extensão e será constituído por tubos com 200 mm de diâmetro;
− Coletor tronco Goiabal: Desenvolver-se-á pelo limite do loteamento de mesmo
nome e veiculará a totalidade das contribuições desta região para a elevatória EE1G. Terá 1.500 m de extensão e 200 mm de diâmetro, ao longo de todo o seu
traçado.
145
PEC-2939
As elevatórias e respectivos emissários de recalque previstos para a complementação
do sistema são em número de oito, sendo seis, (EE-1G a EE-4G, EE-1S e EE-2S)
previstas para os loteamentos Goiabal e Shangrilá, ao sul da cidade e duas (EE-1C e
EE-2C) a serem implantadas em atendimento ao loteamento Cruz Pequena, situado
ao norte da cidade, na margem esquerda do rio Paraíba do Sul.
As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1G
10,83
150
654
EE-2G
0,64
100
162
EE-3G
2,50
100
331
EE-4G
1,89
100
104
EE-1S
18,94
150
576
EE-2S
1,48
100
258
EE-1C
2,44
100
3.149
EE-2C
0,48
100
380
As elevatórias EE-2G, EE-3G, EE-4G, EE2S e EE-2C, podem ser caracterizadas como
elevatórias de rede que se destinam apenas a superar desníveis do terreno.
As elevatórias EE-1G e EE-1S têm a função de integrar, respectivamente, os
loteamentos Goiabal e Shangrilá, ao sistema existente através do recalque dos
esgotos para os coletores troncos do bairro Campinas, em licitação.
A elevatória EE-1C destina-se ao recalque dos esgotos provenientes do loteamento
Cruz Pequena, para a rede existente, transpondo o leito do rio Paraíba do Sul.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
Quanto a estação de tratamento existente, previu-se a ampliação da capacidade da
mesma em 20% para que possa atender ao horizonte em foco, inclusive o aumento da
capacidade da EE – Final e reforço do emissário de recalque.
A cidade de Pindamonhangaba atualmente é atendida por rede coletora de esgotos do
tipo “separador absoluto”, no entanto, para o horizonte de projeto previsto será
necessária a implantação de mais 42.000 m de rede coletora, nos loteamentos
Goiabal, Shangrilá, Lago Azul e Cruz Pequena, o que corresponderá a um acréscimo
de 6.000 ligações prediais.
MOREIRA CÉSAR
O sistema existente atende cerca de 90% da população urbana com coleta dos
esgotos sanitários, através de cerca de 28 km de redes coletoras e coletores troncos,
em diâmetros que variam de 100 a 450 mm (em manilha cerâmica e concreto) e 4.133
economias. Quanto ao tratamento existente, este consiste em um sistema do tipo
Lagoa de Estabilização composto de uma única célula de lagoa anaeróbia,
dimensionada para atender uma população alvo de 11.750 habitantes.
146
PEC-2939
Tendo em vista que para o horizonte de projeto definido prevê-se, em final de plano, a
população de 37.969 habitantes, neste estudo não foi proposta a ampliação da ETE
existente uma vez que esta obra, inclusive o aumento da capacidade da elevatória
final e da linha de recalque já são objetos de contrato com a Agência Nacional de
Águas através do Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES.
Deverão ser implantados também 21.000 m de rede coletora e 3.000 ligações prediais
ao longo do horizonte de projeto.
Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no
desenho nº PS-PI-EC-ESG-01-R0.
1.8.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Pindamonhangaba, integrado à
localidade de Moreira César, produz atualmente a vazão de 480,00 l/s oriunda de
manancial superficial, o rio Paraíba do Sul, através da uma estação de tratamento com
capacidade de tratar 480 l/s, sendo que a demanda estimada para o ano de 2010 é de
485,55 e a de final do plano, da ordem de 533,44 l/s.
A SABESP, operadora do sistema, vem implantando ao longo do tempo, obras de
ampliação das unidades do sistema, de modo que as instalações em operação terão
capacidade de atender às demandas previstas, aproximadamente, até o ano de 2010,
portanto todas as obras previstas nesse estudo deverão ser implantadas em segunda
etapa, isto é, a partir de 2010.
As obras previstas são:
Em 2ª Etapa:
− Construção de dois canais em concreto armado, com 5,00 m de comprimento e
2,00 m de largura, dotados de gradeamento, e paralelos ao existente;
− Construção de duas caixas de areia idênticas à existente, com 7,00 m de
comprimento e 2,00 m de largura;
− Substituição das 3 bombas da captação por novas unidades previstas para a vazão
de 350 l/s, cada uma, mantendo-se os motores elétricos;
− Ampliação da capacidade da ETA, de 480 l/s, para 600 l/s;
− Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona baixa
de Pindamonhangaba, de 105 l/s, para 210 l/s, através da implantação de mais um
conjunto motobomba idêntico aos existentes, Q = 105 l/s e P = 50 cv;
− Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona alta de
Pindamonhangaba, de 87,5 l/s, para 220 l/s, através da substituição dos rotores das
bombas existentes e a implantação de mais um conjunto motobomba, capaz de
recalcar a vazão de 110 l/s, com potência de 150 cv;
− Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona média
de Pindamonhangaba e Moreira Cezar, de 330 l/s, para 440 l/s, através da
implantação de dois novos conjuntos motobombas capazes de recalcar, cada um, a
vazão de 220 l/s, com potência de 150 cv, aproveitando-se o conjunto existente de
igual capacidade;
147
PEC-2939
− Substituição da tubulação de sucção da elevatória de água tratada da zona média,
atualmente de 350 mm de diâmetro, para o diâmetro de 400 mm e 50 de extensão;
− Substituição da tubulação de sucção da elevatória de água tratada da zona baixa,
atualmente de 250 mm de diâmetro, para o diâmetro de 300 mm e 30 de extensão;
− Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no
“booster“ 1 da zona alta para permitir que funcionem dois a dois, em paralelo,
ficando um de reserva, (Q = 30,50 l/s e P = 30 cv);
− Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no
“booster“ 1 da zona média para permitir que funcionem dois a dois, em paralelo,
ficando um de reserva, (Q = 74,00 l/s e P = 60 cv);
− Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada de Moreira
Cezar, de 13,00 l/s, para 18,00 l/s, através da substituição dos rotores das bombas
existentes, mantendo-se os motores existentes de 7,5 cv:
− Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no
“booster“ 4 do setor D de Moreira Cezar para permitir que funcionem dois a dois,
em paralelo, ficando um de reserva, (Q = 79,50 l/s e P = 74 cv);
− Construção de reservatório na área da ETA, em concreto armado, idêntico ao
existente, com 2.300 m3 de capacidade;
− Construção de reservatório em Moreira Cezar, em concreto armado, idêntico ao
existente, com 2.000 m3 de capacidade;
− Construção de reservatório no C.R. Araretama, em concreto armado, com 1.000 m3
de capacidade; junto ao existente de 470 m3;
− Implantação de rede primária de distribuição, com diâmetros de 150, 200 e 250
mm, numa extensão total de 33.193 m.
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
− Acréscimo de 60.375 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo, com diâmetros variando entre 50 e 100 mm;
− Acréscimo de 8.625 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
148
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Pinda./M. César - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
-
-
200
1.918
-
-
1.918
250
-
-
-
-
300
-
-
-
400
-
-
-
E. Final φ 400 mm FºFº
355
-
600
-
Sub-total
2.273
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
Total
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
355
189.570,00
-
-
189.570,00
-
-
-
-
-
-
-
-
-
2.273
-
-
136.178,00
325.748,00
136.178,00
325.748,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-1G
10,83
-
-
10,83
78.247,00
-
-
78.247,00
EE-2G
0,64
-
-
0,64
19.021,00
-
-
19.021,00
EE-3G
2,50
-
-
2,50
37.594,00
-
-
37.594,00
EE-4G
1,89
-
-
1,89
32.687,00
-
-
32.687,00
EE-1S
18,94
-
-
18,94
103.476,00
-
-
103.476,00
EE-2S
1,48
-
-
1,48
28.925,00
-
-
28.925,00
EE-1C
2,44
-
-
2,44
37.140,00
-
-
37.140,00
EE-2C
0,48
-
-
0,48
16.473,00
-
-
16.473,00
EE-Final - Pinda
139,22
-
-
139,22
280.546,00
-
-
280.546,00
Sub-total
-
-
-
-
634.109,00
-
-
634.109,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-1G / 150
654
-
-
654
110.526,00
-
-
110.526,00
ER-2G / 100
162
-
-
162
17.820,00
-
-
17.820,00
ER-3G / 100
331
-
-
331
36.410,00
-
-
36.410,00
ER-4G / 100
104
-
-
104
11.440,00
-
-
11.440,00
ER-1S / 150
576
-
-
576
97.344,00
-
-
97.344,00
ER-2S / 100
258
-
-
258
28.380,00
-
-
28.380,00
ER-1C / 100
3.149
-
-
3.149
346.390,00
-
-
346.390,00
ER-2C / 100
380
-
-
380
41.800,00
-
-
41.800,00
EF-PD / 400
100
-
-
100
53.400,00
-
-
53.400,00
5.714
-
-
5.714
743.510,00
-
-
743.510,00
Sub-total
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
59.850
-
-
59.850
3.710.700,00
-
-
3.710.700,00
200
3.150
-
-
3.150
223.650,00
-
-
223.650,00
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
63.000
-
-
63.000
3.934.350,00
-
-
3.934.350,00
Ligações Prediais
CustoEsg-SP.xls-Pindamonhangaba e Moreira César
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Pinda./M. César - SP
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
100
9.000
-
-
9.000
1.953.000,00
-
-
1.953.000,00
150
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
9.000
-
-
9.000
1.953.000,00
-
-
1.953.000,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
ETE PD
Lagoa
48,07
-
-
48,07
ETE MC
Lagoa
-
-
-
-
ETE PD
Lagoa+cl2
155,00
-
-
ETE MC
Lagoa+cl2
41,00
-
-
ETE PD/ANA Padrão "E"
48,07
-
ETE MC/ANA Padrão "E"
-
-
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
991.074,00
Total
-
-
991.074,00
-
-
-
-
155,00
1.022.128,00
-
-
1.022.128,00
41,00
216.154,00
-
-
216.154,00
-
48,07
1.533.805,00
-
-
1.533.805,00
-
-
-
-
-
-
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's - tratamento tipo)
Lagoa
8.581.791,00
-
-
8.581.791,00
Total (ETE's - tratamento tipo)
Lagoa + desinfecção
8.828.999,00
-
-
8.828.999,00
Total (ETE's - tratamento tipo)
Padrão "E"
9.124.522,00
-
-
9.124.522,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
62,27
62,27
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa + desinfecção
R$/hab.
64,06
64,06
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
R$/hab.
66,20
66,20
ANA
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
As obras de ampliação da ETE Moreira César e construção da ETE Araretama já foram contratadas com a ANA e não fizeram
parte desta Estimativa de Custo.
CustoEsg-SP.xls-Pindamonhangaba e Moreira César
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Total
-
1
-
30.000,00
30.000,00
-
1
-
42.000,00
42.000,00
-
3
-
-
5
-
1.967.505,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Construção de duas caixas de areia, em concr. arm., idênticas
as existentes, com 7,00 m de comprimento e 2,00 m de largura
1.3
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Construção de dois canais em conc. arm., com 5,00 m de comprimento e 2,00 m de largura, dotados de gradeamento
1.2
1ª Etapa
Substituição das 3 bombas da EEAB por novas unidades, cada
uma, com capacidade de recalque de 350 l/s
Sub-total
1.895.505,00
1.895.505,00
1.967.505,00
Adutora de Água Bruta
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
2.1
-
-
-
-
-
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Estação de Tratamento de Água
Item
3.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
-
1
-
3.389.016,00
3.389.016,00
3.2
Ampliação da capac. de tratamento da ETA de 480 para 600 l/s
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
-
1
-
3.389.016,00
3.389.016,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Elevatória de Água Tratada
Item
4.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Ampliação da cap. de recalque de 105 para 210 l/s da EEAT-ZB
Pinda., através da instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos dois exist.(Q = 105 l/s;Pot. =50 cv), incl. Instal. elétricas
4.2
-
1
-
31.457,00
31.457,00
-
1
-
103.703,00
103.703,00
-
1
-
171.019,00
171.019,00
-
1
-
4.375,00
4.375,00
-
1
-
25.755,00
25.755,00
-
1
-
34.765,00
34.765,00
-
1
-
40.391,00
40.391,00
-
7
-
411.465,00
411.465,00
Ampliação da cap. de recalque de 87,5 para 220 l/s da EEAT-ZA
Pinda., através da subst. dos rotores das bombas exist. e instal.
de mais um conj. motobomba (Q = 110 l/s;Pot. = 150 cv)
4.3
Ampliação da cap. de recalque de 330 para 440 l/s da EEAT-ZM
Pinda.e MC, através da instal. de 2 novos conj. motobombas, cada um, (Q = 220 l/s;Pot. = 150 cv), aproveit. o conj. existente
4.4
Ampliação da capac. de recalque de 13 para 18 l/s da EEAT-MC,
através da subst. dos rotores conj. motobombas exist., manten do-se os motores elétricos de 7,5 cv
4.5
Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes,
(Q = 30,5 l/s;Pot. = 30 cv), no booster 1 da ZA Pidamonhangaba
4.6
Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes,
(Q = 74 l/s;Pot. = 60 cv), no booster da ZM Pidamonhangaba
4.7
Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes,
(Q = 79,5 l/s;Pot. = 75 cv), no booster 4 do setor D de MC
Sub-total
Adutora de Água Tratada
CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP
Item
5.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Substituição da tubulação de sucção da EEAT-ZM, em FºFº com
φ = 400 mm
5.2
1ª Etapa
-
50
-
26.700,00
26.700,00
-
30
-
10.830,00
10.830,00
-
80
-
37.530,00
37.530,00
Substituição da tubulação de sucção da EEAT-ZB, em FºFº com
φ = 300 mm
Sub-total
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
Construção de reservatório com capacidade de 2.300 m3, idêntico aos existentes, na área da ETA
Construção de reservatório com capacidade de 2.000 m3, idênti-
-
1
-
640.183,00
640.183,00
6.2
co ao existente, no distrito de Moreira César
Construção de reservatório com capacidade de 1.000 m3, ao la-
-
1
-
596.974,00
596.974,00
6.3
422.124,00
422.124,00
do do existente de 470 m3, no CR de Araretama
6.4
-
Sub-total
-
1
-
-
-
-
-
3
-
1.659.281,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
-
1.659.281,00
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Total
7.1
Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm
2.000
1.330
592.000,00
393.680,00
985.680,00
7.2
Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm
5.975
3.990
1.380.225,00
921.690,00
2.301.915,00
7.3
Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
11.940
7.955
2.017.860,00
1.344.395,00
3.362.255,00
7.4
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
5.400
3.654
194.400,00
131.544,00
325.944,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
7.200
4.872
165.600,00
112.056,00
277.656,00
7.6
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
23.415
15.834
304.395,00
205.842,00
510.237,00
55.930
37.635
4.654.480,00
3.109.207,00
7.763.687,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
-
-
-
Sub-total
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
-
-
-
-
-
8.3
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
-
-
Ligações Prediais
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
4.120
2.780
473.800,00
319.700,00
793.500,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
1.025
700
153.750,00
105.000,00
258.750,00
-
-
5.145
3.480
9.3
Sub-total
-
627.550,00
424.700,00
1.052.250,00
Custos Totais do Sistema
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César
Total
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP
Total
5.282.030,00 10.998.704,00 16.280.734,00
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
39,89
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
Os custos referem-se a ampliação do sistema integrado de abastecimento de água de Pindamonhangaba e Moreira César.
CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César
111,91
PEC-2939
1.9
SANTA ISABEL - SP
1.9.1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A cidade de Santa Isabel desenvolve-se em terreno de orografia acidentada,
entrecortada por vários cursos d’ água, que drenam para o lago formado pela represa
do rio Jaguarí, que tem por finalidade, além da geração de energia, a regularização
das vazões do rio Paraíba do Sul.
Em 1999, a Geosonda, empresa de consultoria sediada em São Paulo, desenvolveu,
através de contrato com a Prefeitura Municipal de Santa Isabel, um projeto de
esgotamento sanitário para a cidade, envolvendo basicamente 9.320 m de coletores
troncos, três elevatórias e uma estação de tratamento.
O presente estudo dividiu a cidade em três sub-sistemas com 8 bacias de
esgotamento, englobando as áreas atendidas pelos coletores troncos previstos no
projeto original que, nesta concepção geral, correspondem às bacias numeradas de 1
a 5. As bacias 6, 7 e 8 estão previstas para uma segunda etapa e terão tratamento de
seus esgotos independentes.
Desta forma, o estudo proposto define como sub-sistema Principal aquele composto
pelas bacias 1 a 5 e como sistemas secundários os que correspondem às bacias 7 e 8
e o que corresponde à bacia 6, respectivamente sub-sistemas 2 e 3.
As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas:
População (hab.)
Vazões (l/s)
Bacia
Área ( ha )
Total
Beneficiada
Sanitária
Infiltração
Total
1
326,9
3.144
2.830
5,11
1,02
6,13
2
235,0
3.013
2.712
4,90
0,98
5,88
3
110,8
7.103
6.393
11,55
2,31
13,86
4
214,1
6.863
6.177
11,15
2,23
13,38
5
274,8
10.571
9.504
17,16
3,43
20,59
6
244,1
1.805
1.624
2,93
0,59
3,52
7
110,4
1.062
956
1,73
0,35
2,08
8
115,5
3.703
3.332
6,02
1,20
7,22
TOTAIS
1.631,60
37.264
33.538
60,55
12,11
72,66
Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o
que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas
etapas: a primeira, englobando parte das zonas mais densamente ocupadas das
bacias 1 e 2 e a totalidade das bacias 3, 4 e 5. Estas bacias têm como escoadouro
natural o ribeirão Araraquara, ao longo do qual será construído o principal coletor que
permitirá o esgotamento dos efluentes até a ETE 1; a segunda etapa contemplará as
bacias 6, 7 e 8, à leste da cidade, com tratamento independente nas ETE’s 2 e 3,
respectivamente situadas nas bacias 6 e 8. A bacia 7 terá seus esgotos recalcados
para a bacia 8 onde serão tratados.
149
PEC-2939
O traçado dos coletores troncos obedeceu, em princípio, a configuração definida no
projeto da Geosonda, inclusive comprimentos e diâmetros. Desta forma, têm-se:
− CT1: Também denominado CT-Araraquara, terá 2.950 m de extensão, desenvolverse-á ao longo do ribeirão Araraquara, tendo início na confluência da rua Presidente
Dutra com Av. Prefeito João Pires Filho, por onde se prolongará até a rua Prudente
de Morais. Deste ponto o CT1 prosseguirá pela rua Prefeito José Basílio Alvarenga
até a rua Imperatriz Tereza Cristina, por onde passará a desenvolver-se até
encontrar a margem esquerda do ribeirão Araraquara, indo até a ETE 1, à jusante
da cidade. Será constituído por tubos com diâmetros variando de 200 a 500 mm,
que deverão escoar uma vazão máxima de 99,74 l/s, recebendo ao longo de seu
trajeto as contribuições dos coletores CT2, CT3, CT4 e CT5, além da elevatória EE-3;
− CT2: Desenvolver-se-á pela margem esquerda do córrego existente ao longo da rua
Leopoldo da Cunha, indo desaguar no CT1 . Terá 1.500 m de extensão, diâmetros
variando entre 200 e 250 mm e veiculará as vazões da bacia 1, num total previsto
de 10,22 l/s;
− CT3: O coletor CT3 terá como finalidade permitir o esgotamento das contribuições
da bacia 2, num total previsto de 9,80 l/s. Terá 1.920 m de extensão e diâmetros de
200 e 250 mm. Desenvolver-se-á ao longo do córrego existente paralelamente à av.
Cel. Bertoldo. Terá início no cruzamento das ruas Washington Luiz e Japão,
prolongando-se pela margem esquerda do referido córrego e posteriormente pelas
ruas Idactor F. Costa e Washington Luiz, onde efetuará a travessia para a margem
oposta, indo, por 350 m, até encontrar a rua Mario Mendes de Camargo pela qual
se desenvolverá até a rua Manoel Ferraz de Campos e pela rua Prudente de Morais
até o coletor CT1;
− CT4: O coletor CT4 drena a bacia 5 e desenvolver-se-á, em seu trecho de montante,
ao longo da margem esquerda do principal curso d’água da bacia, até a rua Padre
Leônidas da Silva, onde transporá o referido córrego e prolongar-se-á pela margem
direita por aproximadamente 300 m, retornando para a referida rua. O seu trecho
final desenvolver-se-á pelas ruas Barão do Rio Branco, Sargento José Silva e
Imperatriz D. Maria Isabel, onde desaguará no CT1. Seu traçado totalizará 1.600 m
de extensão, ao longo dos quais apresentará diâmetros de 200 e300 mm;
− CT5: Último dos coletores projetados para o sub-sistema Principal. Desenvolver-seá integralmente na bacia 4 e será responsável pelo esgotamento desta, até efetuar
o deságüe no trecho final de coletor CT1. Seu traçado foi definido com o início no
cruzamento da Av. Rio de Janeiro com rua Manoel R. Barbosa pela qual se
prolongará até a rua Prefeito José Basílio Alvarenga. A partir desta rua o coletor
desenvolver-se-á por uma servidão até a rua Prefeito José Raimundo Lobo até
efetuar seu lançamento no trecho final do CT1. Terá uma extensão total de 1.350 m
com diâmetros de 200 e 250 mm.
As tubulações terão diâmetros de 150 a 500 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive,
serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e
são assim descritos:
No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por
diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário
de Santa Isabel:
150
PEC-2939
DIÃMETRO (mm)
EXTENSÃO (m)
200
4.700
250
2.560
300
600
400
400
500
1.060
A previsão de implantação de estações elevatórias foi feita de modo a transpor bacias
de esgotamento, para recuperação de cota dos coletores e para propiciar a travessia
dos cursos d’água de porte mais significativo.
As estações elevatórias previstas são em número de sete, sendo 4 no sub-sistema
Principal (EE-1 a EE-4), uma no sub-sistema 2 (EE-7) e duas no sub-sistema 3 ( EE-5
e EE-6).
A seguir serão apresentadas as características básicas dessas unidades operacionais,
bem como, de suas linhas de recalque:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1
3,44
75
350
EE-2
3,44
75
800
EE-3
3,06
50
30
EE-4
89,74/99,74 *
300
30
EE-5
3,46
75
1.100
EE-6
12,04
100
30
EE-7
5,86
75
30
* Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente.
As elevatórias EE-1 e EE-2 situam-se no extremo norte da bacia 4 e têm a finalidade
de recalcar os esgotos para as cabeceiras dos coletores que drenam para o coletor
tronco CT5. Os recalques se farão por tubulações de 75 mm de diâmetros com
comprimentos respectivos de 350 e 800 m.
A elevatória EE-3 situa-se próximo ao cruzamento da rua Cônego Bicudo com Cel.
Ramos, junto à margem direita do ribeirão-Araraquara. A tubulação de recalque terá
50 mm de diâmetro e 30 m de comprimento, recalcando os esgotos de parte da bacia
1 para o coletor CT1.
A EE-4 será construída junto a ETE 1 e terá como finalidade recalcar os esgotos
oriundos das bacias 1 a 5 para a caixa de distribuição da referida estação. A tubulação
de recalque terá 300 mm de diâmetro e 30 m de comprimento.
A EE-5 Ficará situada à jusante da bacia 7, junto às margens do lago do reservatório
do Jaguarí. Através dela os esgotos da referida bacia serão recalcados para um ponto
alto à montante da bacia 8 e daí, por gravidade até a ETE 2. A tubulação de recalque
terá 75 mm de diâmetro e 1.100 m de comprimento.
151
PEC-2939
A EE-6, nos moldes da EE-4, será construída junto a ETE 2 e terá como finalidade
recalcar os esgotos oriundos das bacias 7 e 8 para a caixa de distribuição da referida
estação. A tubulação de recalque terá 100 mm de diâmetro e 30 m de comprimento.
A EE-7, nos moldes da EE-4 e da EE-6, será construída junto a ETE 3 e terá como
finalidade recalcar os esgotos oriundos da bacia 6 para a caixa de distribuição da
referida estação. A tubulação de recalque terá 75 mm de diâmetro e 30 m de
comprimento.
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
Foram previstas três estações de tratamento de esgotos. A primeira (ETE 1), do subsistema principal, ficará situada na margem esquerda do córrego Araraquara, à
jusante da cidade, próximo à rodovia Prefeito Joaquim Simão, com capacidade para
tratar as vazões médias de 53,84 e 59,84 l/s, respectivamente para 1ª e 2ª etapas,
previstas para o final do plano.
A segunda estação (ETE 2), de menor porte, ficará situada na margem esquerda do
córrego existente na bacia 8, junto às margens do lago do reservatório do Jaguarí.
Terá capacidade para tratar 9,30 l/s de vazão média.
A terceira estação ficará situada a Norte da estrada \professor Dr. José Sylvio Cimino,
entre esta e o córrego existente. Terá capacidade para tratar 3,52 l/s de vazão média.
Santa Isabel conta com um sistema de coleta do tipo separador absoluto atendendo a
cerca de 80% da população urbana, sendo necessário à implantação de
aproximadamente 24.500 m de rede ao longo do período de projeto, com uma
previsão de mais 3.500 ligações prediais, além das 6.800 existentes.
Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado
no desenho nº PS-SI-EC-ESG-01-R0.
1.9.2
Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Santa Isabel produz, atualmente
152,8 l/s de água tratada, suficientes para o atendimento à demanda da cidade por
todo o período de projeto.
No entanto, faz-se necessário, a recuperação de algumas unidades do sistema, cujas
obras são descritas a seguir:
1ª Etapa:
Sistema Araraquara:
− Recuperação dos filtros, inclusive substituição dos leitos filtrantes, camadas suporte
e fundos perfurados da ETA – 1;
− Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, na elevatória de
água tratada para alimentação do reservatório de 20 m3;
− Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, no ‘booster” da
rua Barão do Rio Branco para reserva ou rodízio;
152
PEC-2939
− Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”,
responsável pela alimentação do reservatório de 500 m3 da Vila Guilherme;
− Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”,
responsável pelo atendimento da rua Alzira Paula;
− Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”,
responsável pelo atendimento do Jardim Eldorado.
Sistema Jaguarí:
− Aquisição e instalação de mais um conjunto módulo flutuante, dotado de um
conjunto motor bomba ( Q = 40 l/s e P = 40 cv ), idêntico ao existente, para operar
como reserva ou rodízio na captação de água bruta;
− Instalação de mangote flexível em PEAD, com diâmetro de 150 mm e 80 m de
extensão, idêntico ao existente, interligando a captação ao barrilete, inclusive
adaptação deste;
− Construção de poço de sucção em concreto armado, semi-enterrado, com
capacidade de 50 m3, a ser implantado junto à elevatória intermediária de água
bruta;
− Aquisição e instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, ( Q
= 80 l/s e P = 100 cv ), para operar como reserva ou rodízio na elevatória
intermediária de água bruta;
− Recuperação do filtro “russo”, pertencente à ETA 2, atualmente fora de operação.
Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos dois sistemas:
− Acréscimo de 11.500 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
− Implantação de 1.000 hidrômetros em todas as ligações atualmente não
hidrometradas;
− Acréscimo de 1.170 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
153
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
-
Total
150
-
-
-
-
-
200
-
3.080
1.620
4.700
-
218.680,00
-
-
250
-
2.560
-
2.560
-
209.920,00
-
209.920,00
300
-
600
-
600
-
58.800,00
-
58.800,00
400
-
400
-
400
-
60.000,00
-
60.000,00
500
-
1.060
-
1.060
-
182.320,00
-
182.320,00
600
-
-
-
-
-
-
-
-
700
-
-
-
-
-
-
-
-
800
-
-
-
-
-
-
-
-
900
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
7.700
1.620
9.320
-
729.720,00
115.020,00
115.020,00
333.700,00
844.740,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
44.099,00
Total
EE-1
-
3,44
-
3,44
-
EE-2
-
-
3,44
3,44
-
EE-3
-
3,06
-
3,06
-
41.592,00
EE-4
-
89,74
99,74
99,74
-
231.716,00
EE-5
-
-
3,46
3,46
-
-
44.227,00
44.227,00
EE-6
-
-
12,04
12,04
-
-
82.502,00
82.502,00
EE-7
-
-
5,86
5,86
-
-
57.557,00
57.557,00
Sub-total
-
-
-
-
-
234.127,00
551.534,00
-
317.407,00
-
44.099,00
44.099,00
44.099,00
-
41.592,00
5.742,00
237.458,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
ER-1 / 75
-
350
-
350
-
ER-2 / 75
-
-
800
800
-
ER-3 / 50
-
30
-
30
-
1.920,00
ER-4 / 300
-
30
-
30
-
10.830,00
ER-5 / 75
-
-
1.100
1.100
-
-
96.800,00
96.800,00
ER-6 / 100
-
-
30
30
-
-
3.300,00
3.300,00
ER-6 / 75
-
-
30
30
-
-
2.640,00
2.640,00
-
410
1.960
2.020
-
173.140,00
216.690,00
Sub-total
30.800,00
Total
-
43.550,00
-
30.800,00
70.400,00
70.400,00
-
1.920,00
-
10.830,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
13.700
5.850
19.550
-
849.400,00
362.700,00
1.212.100,00
200
-
3.450
1.500
4.950
-
244.950,00
106.500,00
351.450,00
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
17.150
7.350
24.500
-
1.094.350,00
469.200,00
1.563.550,00
Ligações Prediais
CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
100
-
2.450
1.050
3.500
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
2.450
1.050
3.500
-
531.650,00
531.650,00
Total
227.850,00
759.500,00
-
-
227.850,00
759.500,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Primário
-
59,84
-
59,84
-
1.418.840,00
-
1.418.840,00
ETE 1
Secundário
-
59,84
-
59,84
-
3.103.142,00
-
3.103.142,00
ETE 1
Terciário
-
59,84
-
59,84
-
3.400.530,00
-
3.400.530,00
ETE 2
Primário
-
-
9,30
9,30
-
-
228.873,00
228.873,00
ETE 2
Secundário
-
-
9,30
9,30
-
-
500.568,00
500.568,00
ETE 2
Terciário
-
-
9,30
9,30
-
-
562.384,00
562.384,00
ETE 3
Primário
-
-
3,52
3,52
-
-
88.327,00
88.327,00
ETE 3
Secundário
-
-
3,52
3,52
-
-
193.179,00
193.179,00
ETE 3
Terciário
-
-
3,52
3,52
-
-
220.410,00
220.410,00
ETE 1
Padrão "A"
-
59,84
-
59,84
-
414.369,00
-
414.369,00
ETE 1
Padrão "F"
-
59,84
-
59,84
-
2.209.968,00
-
2.209.968,00
ETE 1
Padrão "G"
-
59,84
-
59,84
-
2.348.091,00
-
2.348.091,00
ETE 2
Padrão "A"
-
-
9,30
9,30
-
-
85.770,00
85.770,00
ETE 2
Padrão "F"
-
-
9,30
9,30
-
-
428.850,00
428.850,00
ETE 2
Padrão "G"
-
-
9,30
9,30
-
-
450.292,50
450.292,50
ETE 3
Padrão "A"
-
-
3,52
3,52
-
-
32.490,00
32.490,00
ETE 3
Padrão "F"
-
-
3,52
3,52
-
-
162.450,00
162.450,00
ETE 3
Padrão "G"
-
-
3,52
3,52
-
-
170.572,50
170.572,50
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's tratamento tipo)
Primário
-
4.135.517,00
1.536.537,00
5.672.054,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Secundário
-
5.819.819,00
1.913.084,00
7.732.903,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Terciário
-
6.117.207,00
2.002.131,00
8.119.338,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
3.131.046,00
1.337.597,00
4.468.643,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "F"
-
4.926.645,00
1.810.637,00
6.737.282,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "G"
-
5.064.768,00
1.840.202,00
6.904.970,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
176,43
169,13
Custo per capita - tratamento Tipo
Secundário
R$/hab.
248,29
230,57
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
133,58
133,24
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "F"
ANA
R$/hab.
210,18
200,89
CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário.
CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Aquisição e instal. de mais um módulo flutuante dotado de conj.
motobomba (Q = 40 l/s;Pot. = 40 cv), idêntico aos exist., para o perar como unidade de reserva e/ou rodìzio na captação
1.2
1
-
36.336,00
-
36.336,00
1
-
51.864,00
-
51.864,00
-
-
2
-
Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente (Q = 80 l/s; Pot. = 100 cv), na elev. intermediária de água bruta, para operar como unidade de reserva e/ou rodízio
1.3
-
Sub-total
88.200,00
-
88.200,00
Adutora de Água Bruta
Item
2.1
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Mangote flexível em PEAD, φ = 6", idêntico aos existentes, interligando a captação ao barrilete, inclusive adaptação do barrilete
80
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
80
-
Sub-total
8.112,00
8.112,00
-
-
8.112,00
8.112,00
Estação de Tratamento de Água
Item
3.1
Discriminação
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Recuperação dos filtros, inclusive substituição dos leitos filtrantes, camadas suportes e fundos - ETA 1
3.2
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1
-
335.676,00
-
335.676,00
1
-
85.289,00
-
85.289,00
Recuperação do filtro "russo" pertencente a ETA 2, atualmente
fora de operação
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
2
-
Sub-total
420.965,00
-
420.965,00
Elevatória de Água Tratada
Item
Discriminação
4.1
Instalação de mais 1 conj. motobomba para a EEAT, idêntico ao
exist., localizado junto a ETA, para aliment. de reserv. de 20 m3
4.2
Instalação de mais 1 conj. motobomba para o booster da rua Ba-
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
1
-
21.086,00
-
21.086,00
rão de rio Branco, idêntico ao exist., para reserva e/ou rodízio
1
-
19.465,00
-
19.465,00
4.3
Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o
booster respons. pela alim. do reser. de 500 m3 da V. Guilherme
1
-
21.086,00
-
21.086,00
4.4
Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o
1
-
19.465,00
-
19.465,00
1
-
21.086,00
-
21.086,00
-
-
5
-
booster responsável pelo atendimento da rua Alzira Paula
4.5
Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o
booster responsável pelo atendimento ao Jardim Eldorado
4.6
Sub-total
-
102.188,00
-
CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel
102.188,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP
Adutora de Água Tratada
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
5.1
-
-
-
-
-
-
5.2
-
-
-
-
-
-
5.3
-
-
-
-
-
-
5.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Reservação
Item
6.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Construção de poço de sucção, do tipo semi-enterrado, em concreto armado com capac. de 50 m3, a ser implantado a montante
da elevatória intermediária de água bruta
1
-
94.389,00
-
94.389,00
6.2
-
-
-
-
-
-
6.3
-
-
-
-
-
-
6.4
-
-
-
-
-
-
1
-
Sub-total
94.389,00
-
94.389,00
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
7.1
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
830
320
29.880,00
11.520,00
7.2
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
1.660
640
38.180,00
14.720,00
52.900,00
7.3
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
5.810
2.240
75.530,00
29.120,00
104.650,00
-
-
8.300
3.200
7.4
-
Sub-total
143.590,00
55.360,00
41.400,00
198.950,00
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
800
-
28.800,00
-
28.800,00
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
200
-
8.600,00
-
8.600,00
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
1.000
-
Sub-total
37.400,00
-
37.400,00
Ligações Prediais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
655
280
75.325,00
32.200,00
107.525,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
165
70
24.750,00
10.500,00
35.250,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
820
350
Sub-total
100.075,00
42.700,00
Custos Totais do Sistema
Custo ( R$ )
CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel
142.775,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP
1ª Etapa
Total
994.919,00
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
2ª Etapa
98.060,00
Total
1.092.979,00
29,10
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel
30,87
PEC-2939
1.10
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / EUGÊNIO DE MELO - SP
1.10.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
A sede municipal de São José dos Campos e o distrito de Eugênio de Melo são
dotados de sistemas de esgotamento sanitário, estes subdivididos em quatro sistemas
englobando 11 bacias de esgotamento:
− Sistema Leste: Engloba as bacias da Divisa, Pararangaba e Alambarí, cujos
esgotos sanitários serão tratados na ETE – Eugênio de Melo;
− Sistema Vidoca / Lavapés: Abrange as bacias do Comprido, Ressaca, Vidoca,
Lavapés, Cambuí, Jaguarí e a parte sul da bacia do Buquira, cujos esgotos serão
tratados na ETE – Lavapés, existente;
− Sistema Norte: Engloba a parte norte da bacia do Buquira e terão seus esgotos
tratados na ETE – Buquirinha;
− Sistema Urbanova: Contempla a bacia de mesmo nome e tem seus esgotos
tratados na ETE – Urbanova, existente.
A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São
Paulo – SABESP, vem, ao longo dos anos, contratando a elaboração de projetos e
executando paulatinamente as obras de coleta, transporte e tratamento de esgotos.
Segundo informações prestadas pela referida Empresa, a programação das obras de
esgotamento sanitário contempla a implantação do Sistema Vidoca / Lavapés, do
Sistema Norte e do Sistema Leste, uma vez que o Sistema Urbanova está em
operação, sendo prioridade, dentre as obras previstas, a reversão dos esgotos da
bacia do Vidoca para a ETE – Lavapés.
A Estação Elevatória Final do Sistema Vidoca, responsável pela reversão dos esgotos
da bacia do Vidoca para a bacia do Lavapés, bem como os emissários por recalque,
ambos com 1.000 mm de diâmetro e extensões de 4.600 e 2.790 m respectivamente,
não foram considerados neste estudo como obras a serem executadas, pois, além de
terem sido previstas no Projeto Inicial e aprovadas na Assembléia do CEIVAP, já são
objetos de contrato com a Agência Nacional de Águas através do Programa
Despoluição de Bacias Hidrográficas – PRODES.
Procurando-se viabilizar a execução das obras com menores investimentos iniciais,
considerou-se a implantação dos sistemas em etapas, ficando aquelas definidas como
prioritárias na 1ª etapa e as demais, em 2ª etapa.
1ª Etapa:
SISTEMA VIDOCA / LAVAPÉS:
− CT-Vidoca: Desenvolver-se-á ao longo da margem direita do ribeirão Vidoca, tendo
início próximo a Usina de Lixo, indo até a elevatória de reversão EE – Principal,
recebendo em seu trecho médio o CT – Senhorinha. Terá 11. 707 m de extensão, e
diâmetros variando entre 300 e 1.200 mm.
Estão previstas diversas interligações na implantação do referido coletor,
totalizando uma extensão total de 1.400 m e diâmetros variando entre 150 e 1.000
mm, sendo este último em aço carbono com 50 m de extensão;
154
PEC-2939
− CT-Rosinha: Desenvolver-se-á ao longo do Parque Industrial do bairro Jardim
América e lançará seus efluentes no coletor Senhorinha. Terá 920 m de extensão e
600 m de diâmetro;
Nesta etapa não haverá necessidade de ampliação da ETE-Lavapés.
2ª Etapa:
SISTEMA VIDOCA / LAVAPÉS:
− CT-Comprido: Terá dois trechos distintos: o primeiro, com 2.620 m de extensão,
desenvolver-se-á paralelamente ao leito de rio Comprido e cortará o bairro
Limoeiro, até alcançar a elevatória EE-1; o segundo trecho, com 1.840 m de
extensão, desenvolver-se-á ao longo da linha da RFFSA, desde o bairro Limoeiro
até o bairro Jardim Pôr do Sol, onde lançará os esgotos no coletor CT – Ressaca,
próximo a elevatória EE-2. Possuirá diâmetros variando entre 200 e 300 mm;
− CT-Ressaca: Terá quatro trechos assim discriminados: o primeiro, desenvolver-se-á
ao longo do ribeirão Ressaca, atravessará a rodovia Presidente Dutra, indo até a
elevatória EE-2, com 1.850 m de extensão; o segundo trecho receberá o recalque
da referida elevatória, possuirá 1.230 m de extensão, indo até a elevatória
existente, localizada no bairro Jardim das Indústrias; o terceiro trecho, com 1.720
m, desenvolver-se-á ao longo da linha férrea da RFFSA, no bairro Jardim da
Indústrias, compreendido entre a elevatória existente e a elevatória EE-3 e receberá
em seu trecho final o CT-Alvorada; o quarto trecho, com 1.530 m, ainda ao longo da
linha férrea, ficará compreendido entre a EE-3 e o coletor Vidoca, onde lançará
seus efluentes. O CT-Ressaca terá diâmetros variando entre 200 e 500 mm;
− CT-Alvorada: Desenvolver-se-á ao longo da margem de um tributário do ribeirão
Ressaca, entre o Parque Residencial Aquárius e o Jardim das Indústrias. Terá 550
m de extensão e 200 mm de diâmetro;
− CT-Buquira; Terá dois trechos distintos: o primeiro, com 1.910 m de extensão,
desenvolver-se-á próximo a margem direita do rio Buquira, compreendido entre as
elevatórias EE-4 e EE-5; o segundo trecho terá 660 m de extensão desenvolver-seá na margem esquerda do rio Paraíba do Sul, em sentido contrário ao escoamento
natural do rio. Terá início no bairro Alto da Fonte e término na elevatória existente,
denominada TelesPark. O CT-Buquira terá diâmetros variando entre 300 e 500 mm;
− CT-Cambuí -ME: Será construído em complementação ao trecho existente, pela
margem esquerda do córrego Cambuí. Será responsável pelo esgotamento dos
bairros Cambuí e Putim, à montante da bacia. Terá 6.000 m de extensão e
diâmetros variando entre 300 e 500 mm;
− CT-Águas Claras: Desenvolver-se-á ao longo da margem direita do córrego de
mesmo nome, lançando os esgotos provenientes do bairro Vila Rica, no coletor CTCambuí-ME. Terá 1.200 m de extensão e 300 mm de diâmetro.
155
PEC-2939
As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE-1
19,80
150
280
EE-2
51,00
200
350
EE-3
80,00
250
730
EE-4
10,65
100
30
EE-5
106,64
300
8500
EE-6
20,08
150
2.600
EE-7
62,50
250
1.900
EE-8
62,50
250
1.400
O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento
interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos.
− EE-1: Ficará situada no bairro do Limoeiro e será responsável pelo recalque dos
esgotos coletados pelo CT-Comprido I, transpondo a linha férrea da RFFSA e
lançando-os na cabeceira do CT-Comprido II;
− EE-2: Situar-se-á na margem esquerda do ribeirão Ressaca, próximo ao bairro
Jardim Pôr do Sol, receberá as contribuições dos coletores CT-Comprido I e II e
CT-Ressaca I, recalcando-as para a cabaceira do CT-Ressaca II;
− EE-3: Será construída às margens da linha férrea da RFFSA, próxima ao bairro
Jardim das Indústrias, receberá os esgotos dos coletores CT-Ressaca III e CTAlvorada, recalcando-os para a cabeceira do coletor Ressaca IV;
− EE-4: Situar-se-á na confluência do córrego Ciganada com o rio Buquira, no bairro
Vila Paiva. Será responsável pelo recalque de parte das vazões deste bairro,
lançando-as no PV incial do coletor CT-Buquira I;
− EE-5: Situar-se-á na margem direita do rio Buquira, no bairro Veneziani, recebendo
os esgotos do coletor CT-Buquira I e os lançará no Pv inicial do coletor Buquuira II;
− EE-TELESPARK: Esta elevatória já existe, no entanto, para integração desta parte
da bacia do Buquira ao Sistema Vidoca / Lavapés, é necessária a construção dos
emissários por recalque e por gravidade ambos com 400 mm de diâmetro e
respectivos comprimentos de 1.000 e 1.820 m. O emissário por gravidade lançará
os esgotos no emissário por gravidade da EE-Principal;
− EE-6: Ficará situada no bairro Vila Ester e será responsável pelo recalque dos
esgotos de parte da bacia Cambuí (Vila Industrial), integrando-a ao Sistema Vidoca
/ Lavapés. Ao final do trecho por recalque partirá um emissário por gravidade, com
1.100 m de extensão, desenvolvendo-se paralelamente à linha férrea da RFFSA e
lançará os esgotos no coletor tronco Cambuí existente, próximo ao bairro Vila
Guarani;
− EE-7 e EE-8: Serão erguidas na bacia do Comprido, respectivamente nos bairros
Jardim Colonial e Campo dos Alemães e serão responsáveis pela transposição de
parte das vazões da referida bacia para a bacia do Vidoca;
156
PEC-2939
− Duplicação da capacidade de tratamento da ETE-Lavapés, passando de 900 l/s
para 1.800 l/s.
SISTEMA NORTE:
O Sistema Norte compreende o conjunto de coletores, elevatórias, emissários e
estação de tratamento que atenderão a parcela norte da bacia do rio Buquira,
englobando as sub-bacias do córrego Buquirinha, do córrego dos Freitas, do córrego
da Ponte e do córrego da Olaria. Trata-se de uma região com baixa densidade
populacional, razão pela qual, optou-se em admitir a implantação do sistema em etapa
futura.
A concepção do sistema prevê a implantação de dois coletores troncos principais, o
CT-Buquirinha e o CT-Freitas que lançarão seus efluentes na estação de tratamento
Buquirinha, a ser construída em terreno situado entre a margem direita do rio buquira
e a estrada municipal Monteiro Lobato.
Os bairros mais afastados serão esgotados através de 4 estações elevatórias: EE-1,
no bairro Costinha; EE-2, no bairro Buquirinha I, EE-3, no bairro dos Freitas e o bairro
Buquirinha será esgotado por uma elevatória, existente, que hoje lança os esgotos no
córrego afluente do rio Buquira. As referidas elevatórias lançarão seus esgotos no
coletor CT-Buquirinha.
De acordo com a concepção prévia da SABESP, as principais características das
unidades previstas são:
− Coletores-Tronco:
Coletor-Tronco
CT Buquirinha I
CT Buquirinha II
CT Freitas I
CT Freitas II
CTFreitas III
CT Buqurinha
Total
150
150
150
150
450
Diâmetro (mm)
250
300
2170
2170
200
430
2190
330
2950
400
-
500
-
600
-
Total
430
2190
150
150
150
2500
5570
− Estações Elevatórias e Linhas de Recalque
Estação Elevatória
Vazâo (l/s)
EE-Costinha
5,12
EE-Buriquinha I e II
14,74
EE-Freitas 3
5,91
EE-Freitas 4
4,25
EE-Freitas 5
7,4
EE-Buriquinha (Existente)
5,69
EE-Freitas 6
12,68
EE-Freitas 1
5,00 *
EE-Freitas 2
5,00 *
* Valores estimados para efeito de orçamento
157
Linha de Recalque
Diâmetro (mm)
100
150
100
150
100 *
100
150 *
100
100
Extensão (m)
1.800
1.275
100
200
300 *
350
50 *
300
200
PEC-2939
− Construção da ETE-Buquirinha, tipo lagoa de estabilização, sistema Australiano,
capaz de tratar os esgotos provenientes da parcela Norte da bacia do rio Buquira,
cuja vazão média, incluindo infiltração, é estimada em 35,00 l/s.
SISTEMA LESTE:
O Sistema Leste corresponde a região situada entre o núcleo urbano da cidade de
São José dos Campos e o limite com o município de Caçapava, englobando o distrito
de Eugênio de Melo.
O Sistema de esgotos concebido para esta área subdivide-se nas bacias do rio
Alambarí, do rio Pararangaba e do ribeirão da Divisa.
A bacia do Alambarí será esgotada através do coletor tronco CT-Alambarí, cujos
esgotos serão revertidos para a bacia do Ararangaba, a bacia do Ararangaba será
esgotada pelos coletores CT-Pararangaba I, II, III e IV, cujos esgotos serão
encaminhados à ETE-Eugênio de Melo através do Interceptor Alambarí / Eugênio de
Melo e a bacia da Divisa, terá seus esgotos encaminhados para a referida estação de
tratamento, sem previsão no tempo, uma vez que a região é atualmente desabitada.
De acordo com a concepção prévia da SABESP, as principais características das
unidades previstas são:
− Coletor-Tronco/Interceptor
Coletor-Tronco / Interceptor
CT Alambari I
CT Alambari II
CT Pararangaba I
CT Pararangaba II
CT Pararangaba III
CT Pararangaba IV
CT Divisa SJC/Caçapava
CT Nascente do Pararangaba
Interc. Alambari/Eugênio Mello
Total
200
2.700
1.050
2.700
1.500
2.700
10.650
250
-
Diâmetro (mm)
300
400
3.700
2.150
2.050
4.600 2.900
8.800 6.600
500
-
600
3.850
1.500
5.350
800
1.838
1.838
Total
2.700
1.050
7.550
4.850
3.550
1.500
7.500
2.700
1.838
33.238
− Estações Elevatórias e Linhas de Recalque
Estação Elevatória
Vazâo (l/s)
EE-Alambari
EE-Pararangaba (Final)
23,65
524,70 *
Linha de Recalque
Diâmetro (mm)
150
700 *
* Valores recalculados
− ETE – Estação de Tratamento de Esgoto Eugênio de Melo
Vazão Média Final: 291,52 l/s
Processo: Lodos Ativados com Aeração Prolongada
Unidades Componentes:
Caixa de Chegada
158
Extensão (m)
700
25
PEC-2939
Canal de Gradeamento
Caixa de Desarenação
Reatores Aeróbios com sistema de Aeração por Ar Difuso
Decantadores Secundários
Adensadores de Lodo
Tanque de Contato
Elevatórias de Recirculação de Lodo e de Lodo Adensado
Edificações Auxiliares
− Travessias Especiais
Sob Rodovias: 7 unidades
Sob Ferrovia: 4 unidades
São José dos Campos Eugênio de Melo contam com um sistema de coleta de esgotos
do tipo separador absoluto atendendo a cerca de 90% da população urbana, com
907.798 m de rede coletora, com 126.897 ligações prediais, sendo necessário a
implantação de aproximadamente 184.980 m de rede ao longo do período de projeto,
com uma previsão de mais 26.420 ligações prediais, além das existentes.
Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no
desenho nº PS-JC-EC-ESG-01-R0.
1.10.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O abastecimento de água da cidade de São José dos Campos e Eugênio de Melo é
efetuado através de 6 sub-sistemas independentes e 5 sub-sistemas isolados, tendo 4
mananciais de superfície, sendo principal o rio Paraíba do Sul e 68 subterrâneos,
totalizando uma produção média de 1.632,60 l/s.
O sub-sistema principal capta água no rio Paraíba do Sul e a sua capacidade, limitada
pela produção da estação de tratamento ETA – II, é de 1.240 l/s.
A demanda prevista para o ano de 2010 é de 2.285 l/s e para o ano de 2020, de 2.584
l/s.
A SABESP, operadora do sistema, vem implantando ao longo do tempo, obras de
ampliação das unidades operacionais, mesmo assim, a oferta de água é insuficiente,
face à demanda atual, estimada de 2.104,57 l/s.
Analisando as unidades componentes do sistema e com base nas informações
prestadas pela SABESP, as obras necessárias à ampliação do sistema de
abastecimento de água podem ser divididas em duas etapas, a saber:
1ª Etapa:
− Ampliação da capacidade de tratamento da ETA – II, de 1.240 l/s, para 1.900,00 l/s,
obras esta já prevista pela SABESP;
− Construção do “booster” Jardim Santa Inês, contendo um conjunto motobomba
submersa, para 5,70 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 5 HP;
159
PEC-2939
− Construção do “booster” Tatetuba, contendo três conjuntos motobombas de eixos
horizontais, para 387,00 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 580 HP;
− Construção do “booster” Monteiro Lobato, contendo um conjunto motobomba
submersa, para 44,30 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 15 HP;
− Construção do “booster” Majestic, contendo um conjunto motobomba submersa,
para 3,60 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 3 HP;
− Construção do “booster” Jardim Veneza, contendo um conjunto motobomba
submersa, para 62,00 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 45 HP;
− Construção do “booster” Buquirinha I, contendo um conjunto motobomba submersa,
para 9,73 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 6 HP;
− Construção de estação elevatória denominada EEAT R81A, contendo dois
conjuntos motobombas de eixos horizontais, para 92,00 l/s de vazão, acionada por
motor elétrico de 85 HP;
− Construção de estação elevatória denominada EEAT R47A, contendo dois
conjuntos motobombas de eixos horizontais, para 88,89 l/s de vazão, acionada por
motor elétrico de 145 HP;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para alimentar o RAP 88 e RAP
36, com 1.060 m de extensão e 300 mm de diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o bairro Jardim da
Indústrias, com 4.083 m de extensão e 350 mm de diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o setor Urbanova, com 4.323
m de extensão e 350 mm de diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o bairro Jardim das
Indústrias e Urbanova (Trecho São João), com 1.992 m de extensão e 400 mm de
diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho EEAT R 81 / RAP 81 A,
com 1.668 m de extensão e 200 mm de diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho EEAT R 1 / RAP 83 e RAP
83 A (Rua Piraquara Club), com 964 m de extensão e 450 mm de diâmetro;
− Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho “booster” Tatetuba / RAP
47 A, com 1.534 m de extensão e 400 mm de diâmetro, 1.893 m de extensão e 500
mm de diâmetro e 940 m de extensão e 600 mm;
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 83 A, com 2.000 m3
de capacidade e “booster” RAP 83 A, tipo Q, contendo um conjunto motobomba,
para 3,70 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 3 HP;
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 81 A, com 2.000 m3
de capacidade e “booster” RAP 81 A, tipo Q, contendo um conjunto motobomba,
para 8,45 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 6 HP;
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 47 B, com 1.000 m3
de capacidade e “booster” RAP 47 B, tipo Q, contendo um conjunto motobomba,
para 19,37 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 18 HP;
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 95 A, com 1.500 m3
de capacidade;
160
PEC-2939
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 37 A, com 1.000 m3
de capacidade;
− Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 47 A, com 2.000 m3
de capacidade;
− Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 139 + 350 m, com 112 m de
extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro;
− Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 146 + 531 m, com 98 m de
extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro;
− Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 153+ 348 m, com 107 m de
extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro;
− Implantação de rede primária, em FºFº, K7, PBJE, para reforço no bairro Tatetuba,
numa extensão total de 2.989 m e diâmetro de 400 mm.
2ª Etapa:
− Construção de adutora de água bruta, interligando a estrutura de captação e a ETAII, paralelas às linhas existentes, com 3.100 m de extensão e 1.200 mm de
diâmetro, capaz de permitir o recalque da vazão de 2.560 l/s, resultando o conjunto
num diâmetro equivalente de 1.600 mm, proporcionando o escoamento com 1,20
m/s de velocidade;
− Ampliação da capacidade de tratamento da ETA – II, passando de 1.900 l/s, para
2.560 l/s, com a implantação de mais um módulo de 660 l/s.
Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos diversos sub-sistemas:
− Acréscimo de 191.985 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo;
− Acréscimo de 22.993 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
161
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
800
450
1.250
-
49.600,00
27.900,00
77.500,00
200
-
1.650
16.220
17.870
-
117.150,00
1.151.620,00
1.268.770,00
250
-
550
2.290
2.840
-
45.100,00
187.780,00
232.880,00
300
-
3.000
16.980
19.980
-
294.000,00
1.664.040,00
1.958.040,00
400
-
1.050
11.630
12.680
-
157.500,00
1.744.500,00
1.902.000,00
500
-
2.780
5.160
7.940
-
478.160,00
887.520,00
1.365.680,00
600
-
920
5.350
6.270
-
179.400,00
1.043.250,00
1.222.650,00
700
-
-
-
-
-
-
800
-
-
1.838
1.838
-
-
-
-
465.014,00
900
-
-
-
-
-
1.000
-
1.527
-
1.527
-
564.990,00
-
564.990,00
814.300,00
-
814.300,00
1.200
-
1.700
-
1.700
-
Emis.Grav.φ 1.000FºFº
-
-
-
-
-
Sub-total
-
13.977
59.918
73.895
-
-
465.014,00
-
-
-
-
2.700.200,00
7.171.624,00
9.871.824,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-Principal (ampl.)
-
-
1.200,00
1.200,00
-
-
259.191,00
259.191,00
EE-1
-
-
19,80
19,80
-
-
105.800,00
105.800,00
EE-2
-
-
51,00
51,00
-
-
169.800,00
169.800,00
EE-3
-
-
80,00
80,00
-
-
212.666,00
212.666,00
EE-4
-
-
10,65
10,65
-
-
77.594,00
77.594,00
EE-5
-
-
106,64
106,64
-
-
245.535,00
245.535,00
EE-6
-
-
20,08
20,08
-
-
106.545,00
106.545,00
EE-7
-
-
62,50
62,50
-
-
187.972,00
187.972,00
EE-8
-
-
62,50
62,50
-
-
187.972,00
187.972,00
EE-Costinha
-
-
5,12
5,12
-
-
53.800,00
53.800,00
EE-Buquirinha I e II
-
-
14,74
14,74
-
-
91.285,00
91.285,00
EE-Freitas 1
-
-
5,00
5,00
-
-
53.166,00
53.166,00
EE-Freitas 2
-
-
5,00
5,00
-
-
53.166,00
53.166,00
EE-Freitas 3
-
-
5,91
5,91
-
-
57.802,00
57.802,00
EE-Freitas 4
-
-
4,25
4,25
-
-
49.017,00
49.017,00
EE-Freitas 5
-
-
7,40
7,40
-
-
64.679,00
64.679,00
EE-Freitas 6
-
-
12,68
12,68
-
-
84.666,00
84.666,00
EE-Alambari
-
-
23,65
23,65
-
-
115.629,00
115.629,00
EE-Pararangaba
-
-
524,70
524,70
-
-
544.639,00
544.639,00
Sub-total
-
-
-
-
-
2.720.924,00
2.720.924,00
-
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
ER-Princ. / 1.000
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
-
Total
-
-
-
-
-
-
ER-1 / 150
-
-
280
280
-
-
ER-2 / 200
-
-
350
350
-
-
80.850,00
80.850,00
ER-3 / 250
-
-
730
730
-
-
216.080,00
216.080,00
ER-4 / 100
-
-
30
30
-
-
3.300,00
3.300,00
ER-5 / 300
-
-
850
850
-
-
306.850,00
306.850,00
ER-6 / 150
-
-
2.600
2.600
-
-
439.400,00
439.400,00
ER-7 / 250
-
-
1.900
1.900
-
-
562.400,00
562.400,00
47.320,00
CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo
47.320,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP
ER-8 / 250
-
-
1.400
1.400
-
-
414.400,00
414.400,00
ER-Teles / 400
-
-
1.000
1.000
-
-
534.000,00
534.000,00
EG-1 / 400
-
-
1.820
1.820
-
-
971.880,00
971.880,00
EG-2 / 250
-
-
1.100
1.100
-
-
325.600,00
325.600,00
ER-Cost / 100
-
-
1.800
1.800
-
-
198.000,00
198.000,00
ER-Bu I II / 150
-
-
1.275
1.275
-
-
215.475,00
215.475,00
ER-Fre 1 / 100
-
-
300
300
-
-
33.000,00
33.000,00
ER-Fre 2 / 100
-
-
200
200
-
-
22.000,00
22.000,00
ER-Fre 3 / 100
-
-
100
100
-
-
11.000,00
11.000,00
ER-Fre 4 / 150
-
-
200
200
-
-
33.800,00
33.800,00
ER-Fre 5 / 100
-
-
300
300
-
-
33.000,00
33.000,00
ER-Fre 6 / 150
-
-
50
50
-
-
8.450,00
8.450,00
ER-Alam / 150
-
-
700
700
-
-
118.300,00
118.300,00
ER-Parar / 700
-
-
25
25
-
-
28.750,00
28.750,00
Sub-total
-
-
17.010
17.010
-
4.603.855,00
4.603.855,00
-
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
54.830
88.600
143.430
-
3.399.460,00
5.493.200,00
8.892.660,00
200
-
7.060
11.435
18.495
-
501.260,00
811.885,00
1.313.145,00
250
-
5.230
8.575
13.805
-
428.860,00
703.150,00
1.132.010,00
300
-
3.530
5.720
9.250
-
345.940,00
560.560,00
906.500,00
Sub-total
-
70.650
114.330
184.980
-
4.675.520,00
7.568.795,00
12.244.315,00
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Total
Etapa única
100
-
9.850
16.570
26.420
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
9.850
16.570
26.420
-
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
2.137.450,00
2.137.450,00
3.595.690,00
Total
5.733.140,00
3.595.690,00
5.733.140,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
ETE LV exist Terciário
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
2.928.787,00
Total
-
900,00
-
900,00
-
-
2.928.787,00
ETE LV
Secundário
-
-
900,00
900,00
-
-
44.208.688,00
44.208.688,00
ETE LV
Terciário
-
-
900,00
900,00
-
-
47.137.475,00
47.137.475,00
ETE BU
Primário
-
-
35,00
35,00
-
-
838.819,00
838.819,00
ETE BU
Lagoa
-
-
35,00
35,00
-
-
494.537,00
494.537,00
ETE EM
Primário
-
-
291,52
291,52
-
-
6.696.640,00
6.696.640,00
ETE EM
Secundário
-
-
291,52
291,52
-
-
14.646.199,00
14.646.199,00
ETE EM
Terciário
-
-
291,52
291,52
-
-
15.777.518,00
15.777.518,00
ETE LV exist Padrão "G"
-
900,00
-
900,00
-
-
1.800.000,00
ETE LV
Padrão "F"
-
-
900,00
900,00
-
1.800.000,00
-
27.000.000,00
27.000.000,00
ETE LV
Padrão "G"
-
-
900,00
900,00
-
-
28.800.000,00
28.800.000,00
ETE BU
Padrão "A"
-
-
35,00
35,00
-
-
235.494,00
235.494,00
ETE BU
Padrão "E"
-
-
35,00
35,00
-
-
883.102,00
883.102,00
ETE EM
Padrão "A"
-
-
291,52
291,52
-
-
1.049.472,00
1.049.472,00
ETE EM
Padrão "F"
-
-
291,52
291,52
-
-
7.871.040,00
7.871.040,00
ETE EM
Padrão "G"
-
-
291,52
291,52
-
-
8.395.776,00
8.395.776,00
CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP
Custos Totais do Sistema
Total (ETE's tratamento tipo)
Secundário
-
9.513.170,00 85.010.312,00
94.523.482,00
Total (ETE's tratamento tipo)
Terciário
-
12.441.957,00 89.070.418,00
101.512.375,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "F"
-
9.513.170,00 61.415.030,00
70.928.200,00
Total (ETE's/ANA - tratamento tipo)
Padrão "G"
-
11.313.170,00 63.739.766,00
74.169.834,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Secundário
R$/hab.
17,31
160,91
Custo per capita - tratamento Tipo
Terciário
R$/hab.
22,64
172,81
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "F"
ANA
R$/hab.
17,31
120,74
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "G"
ANA
R$/hab.
20,58
126,26
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário.
Para o módulo existente da ETE Lavapés, considerou-se apenas os custos relativos ao incremento no nível de tratamento de secundário para terciário.
As obras de transposição da Bacia do Vidoca para a Bacia do Lavapés, EE-Principal ( Q = 800 l/s ), Emissário por recalque ( FºFº,
φ = 1000 mm e L = 4.600 m ) e Emissário por gravidade ( FºFº, φ = 1000 mm e L = 2.790 m ) já foram contratadas com a ANA e
não fizeram parte desta Estimativa de Custo.
CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
1.1
-
-
-
-
-
-
1.2
-
-
-
-
-
-
1.3
-
-
-
-
-
-
1.4
-
-
-
-
-
-
1.5
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Adutora de Água Bruta
Item
2.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
Implantação de linha adutora, em FºFº, φ = 1200 mm, paralela as
existente, interligando as EEAB II e III à ETA II
-
3.100
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
-
3.100
-
Sub-total
6.479.000,00
6.479.000,00
6.479.000,00
6.479.000,00
Estação de Tratamento de Água
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
-
12.593.690,00
3.1
Ampliação da cap. de tratamento da ETA II de 1240 para 1900 l/s
1
-
12.593.690,00
3.2
Ampliação da cap. de tratamento da ETA II de 1900 para 2560 l/s
-
1
-
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
1
1
Sub-total
12.593.690,00 12.593.690,00
12.593.690,00 12.593.690,00 25.187.380,00
Elevatória de Água Tratada
Item
4.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
4.2
Construção do booster Tatetuba / R 47A, dotado de 3 conjuntos
4.3
Construção do booster Monteiro Lobato, dotado de 2 conjuntos
motobombas (Q = 387,0 l/s;Pot. = 580 hp)
motobombas (Q = 44,30 l/s;Pot. = 15 hp)
4.4
Construção do booster Majestic, dotado de 2 conjuntos moto-
4.5
Construção do booster do Jd. Veneza, dotado de 2 conjuntos
bombas (Q = 3,60 l/s;Pot. = 3 hp)
motobombas (Q = 62,0 l/s;Pot. = 45 hp)
1
-
85.353,00
-
85.353,00
1
-
2.446.132,00
-
2.446.132,00
1
-
94.330,00
-
94.330,00
1
-
83.663,00
-
83.663,00
1
-
127.332,00
-
127.332,00
1
-
86.211,00
-
86.211,00
1
-
189.957,00
-
189.957,00
1
-
519.187,00
-
519.187,00
8
-
Construção da EEAT R 81A, dotada de 2 conjuntos motobombas
(Q = 92,0 l/s;Pot. = 85 hp)
4.8
Total
Construção do booster Buquirinha I, dotado de 2 conjuntos motobombas (Q = 9,73 l/s;Pot. = 6 hp)
4.7
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Construção do booster do Jd. Inês, dotado de 2 conjuntos motobombas (Q = 5,70 l/s;Pot. = 5 hp)
4.6
1ª Etapa
Construção da EEAT R 47A, dotada de 3 conjuntos motobombas
(Q = 88,9 l/s;Pot. = 145 hp)
Sub-total
3.632.165,00
-
3.632.165,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Adutora de Água Tratada
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP
5.1
Implantação de AAT deriv. para RAP 88 e RAP 36, em FºFº, com
φ = 300 mm
5.2
φ = 350 mm
5.3
382.660,00
4.083
-
1.714.860,00
-
1.714.860,00
4.323
-
1.815.660,00
-
1.815.660,00
1.992
-
1.063.728,00
-
1.063.728,00
1.668
-
385.308,00
-
385.308,00
964
-
645.880,00
-
645.880,00
645.880,00
Implant. linha adutora interligando EEAT R 1 / RAP 83 e RAP 83 A
(rua Piraquara Club), em FºFº, com φ = 450 mm
5.7
-
Implant. linha adutora interligando EEAT para R 81 / RAP 81A, em
FºFº, com φ = 200 mm
5.6
382.660,00
Implantação de AAT deriv. para, Jd. das Indústrias e Urbanova
(trecho São João), em FºFº, com φ = 400 mm
5.5
-
Implantação de AAT derivando para Urbanova, em FºFº, com
φ = 350 mm
5.4
1.060
Implantação de AAT deriv. para Jd. das Indústrias, em FºFº, com
Implantação linha adut. interligando booster Tatetuba / RAP 47 A
composta por 3 trechos, abaixo discriminados:
964
-
645.880,00
-
φ = 400 mm
1.534
-
819.156,00
-
819.156,00
φ = 500 mm
1.893
-
1.393.248,00
-
1.393.248,00
φ = 600 mm
940
-
887.360,00
-
887.360,00
19.421
-
9.753.740,00
-
9.753.740,00
Sub-total
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
6.1
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 83 A, com
cap. de 2.000 m3 e booster RAP 83 A (Q = 3,7 l/s;Pot. = 3 hp)
1
-
680.637,00
-
680.637,00
6.2
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 81 A, com
cap. de 2.000 m3 e booster RAP 81 A (Q = 8,45 l/s;Pot. = 6 hp)
1
-
683.185,00
-
683.185,00
6.3
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 47 B, com
cap. de 1.000 m3 e booster RAP 47 B (Q = 19,4 l/s;Pot. = 18 hp)
1
-
519.326,00
-
519.326,00
6.4
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 95 A, com
capacidade de 1.500 m3
1
-
516.995,00
-
516.995,00
6.5
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 37 A, com
capacidade de 1.000 m3
1
-
422.124,00
-
422.124,00
6.6
Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 47 A, com
capacidade de 2.000 m3
1
-
596.974,00
-
596.974,00
6
-
3.419.241,00
-
3.419.241,00
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Rede de Distribuição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
7.1
Reforço rede primária (bairro Tatetuba), em FºFº e φ = 400 mm
2.989
-
7.2
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm
3.140
1.660
929.440,00
491.360,00
1.420.800,00
7.3
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm
6.280
3.320
1.450.680,00
766.920,00
2.217.600,00
7.4
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
9.400
4.990
1.588.600,00
843.310,00
2.431.910,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
12.500
6.650
450.000,00
239.400,00
689.400,00
7.6
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
15.700
8.320
361.100,00
191.360,00
552.460,00
7.7
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
78.430
41.595
1.019.590,00
540.735,00
1.560.325,00
128.439
66.535
7.395.536,00
Sub-total
1.596.126,00
-
1.596.126,00
3.073.085,00 10.468.621,00
Obras Especiais
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
8.1
Trav. da via Dutra km 139 + 350 m φ Tubo camisa = 1000 mm
112
-
41.440,00
-
8.2
Trav. da via Dutra km 146 + 531 m φ Tubo camisa = 1000 mm
98
-
36.260,00
-
36.260,00
8.3
Trav. da via Dutra km 153 + 348 m φ Tubo camisa = 1000 mm
107
-
39.590,00
-
39.590,00
CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos
41.440,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP
8.4
-
Sub-total
-
-
317
-
-
-
117.290,00
-
-
117.290,00
Ligações Prediais
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
11.273
5.970
1.296.395,00
686.550,00
1.982.945,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
3.000
1.600
450.000,00
240.000,00
690.000,00
9.3
Implantação de ligações prediais φ = 1", com hidrômetro
750
400
157.500,00
84.000,00
241.500,00
-
-
15.023
7.970
9.4
-
Sub-total
-
-
1.903.895,00
1.010.550,00
2.914.445,00
Custos Totais do Sistema
Total
38.815.557,00 23.156.325,00 61.971.882,00
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
66,90
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos
99,95
PEC-2939
1.11
TAUBATÉ / TREMEMBÉ / QUIRIRIM
1.11.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário
As sedes dos municípios de Taubaté e Tremembé, inclusive o distrito de Quiririm,
formam um único núcleo urbano, devido ao fenômeno de conurbação, o que conduziu
os diversos estudos elaborados, ao longo do tempo, pela Companhia de Saneamento
Básico do Estado de São Paulo-SABESP e pela SONDOTÉCNICA S/A de modo a
tratar a região de maneira integrada.
O sistema existente compreende: As coletas de esgotos sanitários, por rede do tipo
separador absoluto, que atingem índices de atendimento próximos a 90%, que são
complementados por pequenos trechos de coletores troncos, com seus lançamentos
feitos “in natura” nos diversos cursos d’água, algumas estações elevatórias e apenas
uma estação de tratamento, situada no conjunto habitacional Monteiro Lobato, em
Quiririm, e dimensionada para atender 500 residências, conforme relacionados a
seguir:
Coletores Troncos:
− Coletor Tronco Judeu I (parte), com 1.300 m de extensão e 300 mm de diâmetro;
− Coletor Tronco Judeu IA, com 700 m de extensão e 250 mm de diâmetro;
− Coletor Tronco Moinho II (parte), com 1.225 m de extensão e diâmetros de 300 e
500 mm; e
− Coletor Tronco Convento IIA, com 800 m de extensão e 200 mm de diâmetro.
Estações Elevatórias:
− EE-Fabrilar, em Quiririm;
− EE-Bonfim I, II e III, na sub-bacia do Pinhão, em Taubaté, revertendo estas
contribuições para Quiririm;
− EE-Fernando Nogueira, EE-João Mulato e EE-São Gonçalo, na sub-bacia do
Pinhão, em Taubaté; e
− EE-Parque Aeroporto II e III, na Sub-bacia do Judeu, também em Taubaté.
Estação de Tratamento:
− ETE CECAP, para atender a 500 residências do conjunto habitacional Monteiro
Lobato, em Quiririm.
Os estudos e projetos existentes a respeito do sistema de coleta e tratamento de
esgotos sanitários de Taubaté estão consubstanciados no “Projeto Técnico do Sistema
de Esgotos Sanitários da Cidade de Taubaté”, elaborado pela firma Sondotécnica
S.A., em 1985, que abrange toda a área das cidades de Taubaté e Tremembé,
definindo uma solução integrada que previu coletores troncos, estações elevatórias de
rede e finais e duas estações de tratamento do tipo lagoas de estabilização.
O presente estudo baseou-se na última versão do projeto, realizada em outubro de
2001, pela mesma empresa de consultoria, cuja planta geral foi disponibilizada pela
SABESP, à qual foi acrescentada a solução para Quiririm.
162
PEC-2939
Esta última versão apresenta a área de projeto dividida em seis sub-bacias, que são
abaixo discriminadas:
− Sub-bacia do Quiririm: Apresenta solução independente de tratamento, abrangendo
a área urbana do referido distrito e mais parte da sub-bacia do Pinhão, situada em
Taubaté, cuja reversão se fará através das elevatórias existentes EE-Bonfim I, II e
III;
− Sub-bacia do Pinhão: Situada no extremo oeste da cidade de Taubaté, contígua a
Quiririm, tem suas contribuições centralizadas na elevatória EE-Pinhão que as
recalca para a sub-bacia do Judeu, com exceção da área cujas contribuições são
esgotadas para a bacia do Quiririm;
− Sub-bacia do Judeu: Corresponde a área mais densamente povoada de Taubaté,
tendo à oeste a sub-bacia do Pinhão e a leste as sub-bacias do Moinho e do
Convento (Taubaté). Seus esgotos são centralizados no coletor tronco Judeu I que
os veiculará até a elevatória EE-Judeu, situada na sub-bacia do Moinho;
− Sub-bacia do Moinho: Situada à leste da cidade de Taubaté, à norte da estrada de
ferro e limitando-se com o município de Tremembé, terá seus esgotos
encaminhados para a já citada elevatória EE-Judeu;
− Sub-bacia do Convento (Taubaté): Situa-se à sudeste, englobando a rodovia
Presidente Dutra (BR-116), estendendo-se até o limite com o município de
Tremembé. Tem como principal coletor o CT-Convento I que efetua o lançamento
das contribuições por ele transportadas na EE-Convento;
− Sub-bacia do Convento (Tremembé): compreende a área urbana da sede do
Município de Tremembé, à leste de Taubaté, tendo seus esgotos concentrados na
elevatória EE-Final, situada próxima a margem direita do rio Paraíba do Sul;
Com base no projeto fornecido pela SABESP, no qual estão relacionadas as obras a
serem implantadas no sistema Taubaté/Tremembé e tendo em vista, viabilizar-se a
implantação do sistema com menores custos iniciais, sugeriu-se a divisão deste em
duas etapas, sendo que a primeira atenderá às sub-bacias do Moinho e parte norte da
sub-bacia do Judeu, limitada ao sul pela estrada de ferro. Estima-se para esta área
uma população aproximada, em final de plano, de 75.000 habitantes, o que
possibilitará que a estação de tratamento seja modulada em 3 etapas.
A seguir apresenta-se uma descrição resumida das unidades operacionais dos subsistemas Quiririm e Taubaté/Tremembé:
SUB-SISTEMA QUIRIRIM
Coletor tronco
− CT-Quiririm: Este coletor conduzirá os esgotos provenientes dos conjuntos
habitacionais Monteiro Lobato e Taubaté A2, loteamento residencial Dom Bosco e
inclusive do Jardim das Industrias e região adjacente, que embora pertencendo à
sub-bacia do Pinhão, tem seus esgotos transpostos para a sub-bacia do Quiririm,
através das elevatórias Bonfim I, II e III, até efetuar seu lançamento na elevatória
EE-Quiririm.
Possuirá uma extensão de 2.455 m, sendo 420 m com diâmetro de 250 mm, 464
m, em tubos com diâmetro de 400 mm, 671 m em tubos com diâmetro de 500 mm
e 900 m com diâmetro de 600 mm.
163
PEC-2939
Estação Elevatória
Além das elevatórias existentes, EE-Bonfim I, II e II e EE-Fabrilar, está prevista a
construção da elevatória final EE-Quiririm, dimensionada para a vazão de recalque
de 176,28 l/s. Esta elevatória será a responsável pelo recalque das vazões para a
caixa de chegada da estação de tratamento.
Estação de Tratamento
A ETE prevista foi dimensionada prevendo-se o sistema de tratamento tipo
“Australiano”, constituído por 3 lagoas anaeróbias e 3 facultativas. Tem sua
previsão de implantação em terreno situado próximo à margem direita do rio
Paraíba do Sul.
Emissário Final
O efluente tratado será conduzido ao rio Paraíba do Sul através de um emissário,
que operará por gravidade, com 600 mm de diâmetro e, aproximadamente, 1.000 m
de extensão.
SUB-SISTEMA TAUBATÉ / TREMEMBÉ
Coletores troncos
− CT-Pinhão I, II, III e IV: Os coletores troncos assim denominados desenvolvem-se
ao longo da sub-bacia do Pinhão, no sentido sul-norte, esgotando toda a área,
desde as proximidades da rodovia Presidente Dutra (BR-116) até o limite norte da
área urbana. O coletor mais importante é o CT-Pinhão I, com 5.524 m e diâmetros
variando entre 300 e 600 mm. Os demais II, III e IV, são tributários,
respectivamente, com 1.789, 1.350 e 850 m de extensão, todos com 200 mm de
diâmetro;
− CT-Judeu I, II e III: Os coletores referidos esgotam a sub-bacia do Judeu,
correspondendo à parte central da cidade, de formato alongado e contíguo à subbacia do Pinhão. O principal coletor tronco é o CT-Judeu I, com 6.733 m e
diâmetros variando entre 400 e 1.000 mm. Este coletor tem seu trecho inicial já
construído, numa extensão de 1.300 m, com 300 mm de diâmetro. A parte sul da
bacia, cortada pela via Dutra é esgotada pelo coletor Judeu III, tributário do coletor
CT-Judeu I, com 4.403 m de comprimento e diâmetros variando entre 200 e 500
mm, sendo reforçado com o coletor CT-Judeu II, com 1.101 m de extensão e 300
mm de diâmetro;
− CT-Moinho I, II ,III e IV: Os coletores troncos relacionados esgotam as sub-bacias
do Moinho e possuem traçado aproximadamente radial, com destino final na
elevatória EE-Judeu. O principal coletor é o CT-Moinho I, com 2.015 m de extensão
e diâmetros variando entre 300 e 600 mm. Os demais são: o CT Moinho II, com 893
m de extensão e 500 mm de diâmetro; o CT-Moinho II A, com 712 m de extensão e
250 mm de diâmetro e o CT-Moinho III, com 1.945 m de extensão e diâmetros
variando entre 250 e 300 mm;
− CT-Convento I, Convento II e Itaguaçú: Estes coletores estão situados na sub-bacia
do Convento, em Taubaté. É a maior bacia considerada e seu coletor principal, o
CT-Convento I a corta de sul para norte, numa extensão de 8.350 m, possuindo
diâmetros variando entre 200 e 800 mm. À jusante da via Dutra, recebe o CTConvento II, com 2.807 m de extensão e diâmetros variando entre 300 e 500 mm,
que por sua vez, recebe o CT-Itaguaçú, com 510 m de extensão e 400 mm de
diâmetro;
164
PEC-2939
− CT-1, 2, 3 e 4: Estes coletores situam-se na sub-bacia do Convento, em
Tremembé. Estendem-se desde a estrada de ferro da RFFSA até a margem direita
do rio Paraíba do Sul, à leste da cidade. Os referidos coletores possuem, em
conjunto 7.004 m de extensão e seus diâmetros variam de 200 a 500 mm.
No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por
diâmetro, referentes aos coletores previstos para complementação do Sub-sistema de
esgotamento sanitário de Taubaté/Tremembé:
DIÃMETRO (mm)
EXTENSÃO (m)
200
9.893
250
2.994
300
6.738
400
11.129
500
3.648
600
6.253
700
289
800
1.490
900
3.264
1.000
288
Todos os coletores com diâmetros iguais ou inferiores a 300 mm serão em cerâmica
vidrada, com exceção do CT-Pinhão II que terá trechos em PVC e Ferro Dúctil. Os
demais, isto é: de 400 mm a 1.000 mm serão em concreto armado.
As estações elevatórias e respectivas linhas de recalque previstas para a
complementação do sistema serão em número de oito, sendo uma na sub-bacia do
Pinhão, uma na sub-bacia do Moinho, uma na sub-bacia do Convento (Taubaté) e
cinco na sub-bacia do Convento (Tremembé).
As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características:
Linha de recalque
EE
Vazão de Recalque (l/s)
∅ (mm)
Comp.(m)
EE - Pinhão
135,40
400
2.388
EE - Judeu
373,7 / 696,00 *
800
120
EE - Gurilândia
71,00
300
1.600
EE - Convento
440,00
600
443
EE - Sete Bicas
12,10
150
595
EE - da Fonte
3,60
75
196
EE - S. Vic. de Paula
8,70
100
40
EE - Final
128,00
300
153
* Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente.
165
PEC-2939
− Elevatória EE-Pinhão: Situa-se na parte norte da bacia de mesmo nome e terá a
função de recalcar as vazões oriundas do CT-Pinhão I para uma caixa piezométrica
a ser construída na bacia do Judeu e daí, através de um emissário por gravidade,
denominado EE Pinhão, com 1.239 m de extensão e 600 mm de diâmetro, até o
CT-Judeu I;
− Elevatória EE-Judeu: Ficará situada na sub-bacia do Moinho. Receberá as vazões
provenientes das sub-bacias do Pinhão, Judeu e Moinho, recalcando-as para uma
caixa piezométrica, cuja altura da lâmina d’água permitirá o escoamento, por
gravidade, dessas vazões até a ETE Taubaté, através de um emissário,
denominado Emissário Final Taubaté, com 2.373 m de extensão e 900 mm de
diâmetro;
− Elevatória EE-Convento: Recalcará a totalidade das vazões da sub-bacia do
Convento (Taubaté) até uma caixa piezométrica que permitirá, por gravidade, o
escoamento das vazões até a outra caixa piezométrica da EE-Judeu, através de um
emissário, denominado Emissário Convento, com 1.808 m de extensão e 600 mm
de diâmetro;
− Elevatória EE-Gurilândia: Ficará situada no extremo leste da sub-bacia do
Convento (Taubaté) e terá a finalidade de recalcar as vazões alí produzidas para a
cabeceira do coletor CT-Iguaçú;
− Elevatórias EE-Sete Bicas, EE-da Fonte e EE-São Vicente de Paula: São
caracterizadas como elevatórias de rede, cujas funções resumem-se em permitir o
esgotamento de pontos baixos da região norte da sub-bacia do Convento
(Tremembé);
− Elevatória EE-Final: Situa-se no extremo norte da sub-bacia do Convento
(Tremembé), próximo à margem do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo
recalque das contribuições da totalidade da sub-bacia referida até uma caixa
piezométrica, a partir da qual, os esgotos fluirão até a estação de tratamento ETE
Taubaté, através de um emissário, por gravidade, denominado EE Final Tremembé,
com 3.290 m de extensão e 500 mm de diâmetro.
Estação de Tratamento
A estação de tratamento de esgotos que atenderá as cidades de Taubaté e
Tremembé, ficará situada ao norte das referidas localidades, próximo à margem direita
do rio Paraíba do Sul. Será do tipo “Australiano”, constituído de lagoas anaeróbias e
facultativas, com capacidade para tratar a vazão média de 772 l/s.
Emissário Final
O efluente tratado do conjunto de lagoas será lançado no rio Paraíba do Sul, à jusante
da tomada d’água que abastece a cidade, por um emissário, por gravidade, com
3.515 m de extensão e 1.500 mm de diâmetro, a ser construído em aço carbono.
Rede coletora e Ligações prediais:
De acordo com as previsões da SABESP e considerando que as referidas áreas
urbanas possuem rede coletora atendendo a 90 % da população, haverá necessidade
da implantação de rede coletora complementar, sendo 7.000 m de tubos cerâmicos
com 150 mm de diâmetro, 141 m de tubos de ferro dúctil com 150 mm de diâmetro e
32 m de tubos também de ferro dúctil com 200 mm de diâmetro, rede essa associada
a 1.000 ligações prediais.
166
PEC-2939
Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no
desenho nº PS-TA-EC-ESG-01-R0.
1.11.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água
O sistema de abastecimento de água da cidade de Taubaté, integrado às localidades
de Tremembé e Quiririm, produz atualmente a vazão de 1.038 l/s oriunda de dois
mananciais superfíciais: o rio Paraíba do Sul, através da ETA I ( 99 l/s ) e da ETA
Tremembé ( 39 l/s ) e o rio Una, através da ETA II ( 900 l/s ), sendo que a demanda
estimada para o final do plano é da ordem de 1.238,61 l/s.
A SABESP, operadora do sistema, pretende ampliar a produção de água, utilizando
como abastecedor somente o rio Paraíba do Sul. Esta mudança de concepção tem
como finalidade concentrar a produção de água bruta na ETA II, eliminando
paulatinamente o rio Una como abastecedor do sistema, em virtude da qualidade da
água captada. A melhoria operacional do sistema, como um todo, somente será
alcançada com a implementação, em duas etapas, das obras a seguir relacionadas:
Em 1ª Etapa:
−
Ampliação da capacidade do Centro de Reservação R1, com a construção de um
reservatório de 3.000 m3 de capacidade, denominado R1.2, situado junto à ETA II;
−
Construção de adutora R1/R3, em ferro fundido, com 600 mm de diâmetro e 3.760
m de extensão, até a rua São Pedro com a rodovia Presidente Dutra, para o
abastecimento do R3;
−
Construção de novo sistema de alimentação da torre T1 (EEAT1/T1) em
substituição ao existente, através da implantação de linha de recalque, em ferro
fundido de 200 mm de diâmetro e 812 m de extensão;
−
Substituição dos conjuntos motobombas da elevatória EEAT1/T1 por dois outros
com capacidades de recalque de 29,86 l/s, associados a motores elétricos de 50 cv;
−
Construção de distribuidor principal, com 400 mm de diâmetro e 3.780 m de
extensão, interligando a adutora de 500 mm, de Piracangaguá com a linha de 250
mm (R7-Volks), através da estrada municipal Francisco Alves Monteiro, ocasião em
que o reservatório R6 será desativado;
−
Implantação da linha adutora R6/Shopping-FORD, em ferro fundido, com 400 mm
de diâmetro e 3.665 m de extensão, proporcionando a desativação do reservatório
R7 e da elevatória EEAT4;
−
Aumento da capacidade de recalque da elevatória EEAT3/T2, que alimenta a torre
T2, de 10 l/s para 16 l/s, através da troca dos rotores e dos motores elétricos de 15
para 25 cv;
−
Construção de linha de recalque R3/R5, em ferro fundido de 300 mm de diâmetro e
1.742 m de extensão para alimentação do reservatório R5, através de reservatório
R3;
−
Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT2/R5, de 116 l/s para 160
l/s, através da substituição dos rotores das bombas B2 e B3 e dos motores, de 75
cv para 100 cv;
−
Construção de reservatório apoiado, em concreto armado, com 1.500 m3 de
capacidade, denominado R5.2, na cidade de Deus;
167
PEC-2939
−
Transformação dos decantadores da ETA I em reservatórios de distribuição, com
1.000 m 3 de capacidade, cada um;
−
Desativação da ETA I e da ETA Tremembé;
−
Desativação do reservatório R7, Vila Costa;
−
Ampliação do Centro de Reservação de Tremembé com a implantação de um
reservatório apoiado, em concreto armado, com 1.500 m3 de capacidade;
−
Desinfecção, complementação e interligação da rede de 400 mm de diâmetro com
o sistema de distribuição das zonas baixas de Taubaté e Tremembé;
−
Ativação do reservatório R2.3, em concreto armado, com 3.500 m3 de capacidade;
−
Implantação da adutora Quiririm, em ferro fundido, 400 mm de diâmetro e 3.848 m
de extensão;
Remanejamento da adutora de cimento amianto por nova linha de 400 mm de
diâmetro e 980 m de extensão, para reforço dos bairros Jd. das Bandeira, Parque
Aeroporto, Parque Piratininga e Parque Bandeirantes e implantação de trecho com
300 mm de diâmetro, em ferro fundido, com 430 m de extensão, até a rede de 150
mm, existente na rua Dantz Zanini.
−
2ª Etapa:
−
Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água bruta no rio Paraíba do
Sul, com a implantação de mais um conjunto motor-bomba idêntico aos existentes,
passando a mesma a recalcar 1.350 l/s;
−
Ampliação da capacidade da estação de tratamento ETA II, em 225 l/s, passando
de 1.175 l/s para 1.350 l/s de vazão;
−
Ampliação da capacidade do Centro de Reservação R1, com a construção de um
reservatório de 3.000 m3 de capacidade, denominado R1.3, situado junto à ETA II;
−
Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT1/T1, com a substituição
dos rotores das bombas, possibilitando o recalque da vazão de 35 l/s, sem
alteração dos motores;
−
Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT2/R5, com a substituição
dos rotores das bombas, possibilitando o recalque da vazão de 90 l/s, sem
alteração dos motores.
Ao longo de todo o horizonte de projeto:
−
Acréscimo de 40.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de
atender ao crescimento vegetativo, com diâmetros variando entre 50 e 250 mm;
−
Acréscimo de 13.475 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento
vegetativo, todas dotadas de hidrômetros.
168
Estimativa de Custo - Alternativa 1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Taubaté e Tremembé - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
-
-
-
-
200
-
-
9.893
9.893
-
-
250
-
2.471
523
2.994
-
300
-
2.548
4.190
6.738
-
249.704,00
410.620,00
660.324,00
400
-
2.030
9.099
11.129
-
304.500,00
1.364.850,00
1.669.350,00
500
-
1.794
1.854
3.648
-
308.568,00
318.888,00
627.456,00
600
-
1.854
4.399
6.253
-
361.530,00
857.805,00
1.219.335,00
700
-
-
289
289
-
-
65.314,00
65.314,00
800
-
-
1.490
1.490
-
-
376.970,00
376.970,00
202.622,00
-
-
702.403,00
702.403,00
42.886,00
245.508,00
900
-
-
3.264
3.264
-
-
962.880,00
962.880,00
1.000
-
-
288
288
-
-
106.560,00
106.560,00
Emissário φ 600 C.A.
-
-
1.239
1.239
-
-
241.605,00
241.605,00
Emissário φ 600 FºFº
-
-
1.808
1.808
-
-
1.706.752,00
1.706.752,00
Emissário φ 1.500 aço
-
3.515
-
3.515
-
8.397.335,00
Sub-total
-
14.212
38.336
52.548
-
9.824.259,00
-
8.397.335,00
7.157.533,00 16.981.792,00
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-Pinhão
-
-
135,40
135,40
-
EE-Judeu
-
373,70
696,00
696,00
-
EE-Gurilândia
-
-
71,00
71,00
-
-
200.346,00
200.346,00
EE-Convento
-
-
440,00
440,00
-
-
498.746,00
498.746,00
EE-Sete Bicas
-
-
12,10
12,10
-
-
82.707,00
82.707,00
EE-da Fonte
-
-
3,60
3,60
-
-
45.113,00
45.113,00
EE-S. Visc. de Paula
-
-
8,70
8,70
-
-
70.131,00
70.131,00
EE-Final
-
-
128,00
128,00
-
-
269.003,00
269.003,00
Sub-total
-
-
-
-
-
1.521.506,00
2.069.991,00
548.485,00
548.485,00
276.670,00
276.670,00
78.790,00
627.275,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
ER-Pinh / 400
-
-
2.388
2.388
-
ER-Jud / 800
-
120
-
120
-
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
164.400,00
862.068,00
-
Total
862.068,00
164.400,00
ER-Gur / 300
-
-
1.600
1.600
-
-
577.600,00
577.600,00
ER-Con / 600
-
-
443
443
-
-
159.923,00
159.923,00
ER-7Bic / 150
-
-
595
595
-
-
100.555,00
100.555,00
ER-Fon / 75
-
-
196
196
-
-
17.248,00
17.248,00
ER-S.V. / 100
-
-
40
40
-
-
4.400,00
4.400,00
ER-Final / 300
-
-
153
153
-
-
55.233,00
55.233,00
ER-9 / -
-
-
-
-
-
-
-
ER-10 / -
-
-
-
-
-
-
-
EF-Taub / 900
-
2.373
-
2.373
-
3.773.070,00
EF-Trem / 500
-
-
3.290
3.290
-
-
ER-13 / -
-
-
-
-
-
-
-
2.493
8.705
11.198
-
Sub-total
3.937.470,00
1.187.690,00
3.773.070,00
1.187.690,00
2.964.717,00
6.902.187,00
CustoEsg-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm
Estimativa de Custo - Alternativa 1
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Taubaté e Tremembé - SP
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
124.000,00
150
-
2.000
5.000
7.000
-
200
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
-
-
-
-
-
Tubos FºFº φ 150
-
-
141
141
-
-
23.829,00
23.829,00
Tubos FºFº φ 200
-
-
32
32
-
-
7.392,00
7.392,00
Sub-total
-
2.000
5.173
7.173
-
341.221,00
465.221,00
124.000,00
310.000,00
Total
434.000,00
-
Ligações Prediais
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Etapa única
100
-
300
700
1.000
-
150
-
-
-
-
-
Sub-total
-
300
700
1.000
-
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
65.100,00
-
151.900,00
Total
217.000,00
-
65.100,00
151.900,00
217.000,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Etapa única
Custo (R$)
1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ETE 1
Primário
-
228,20
772,00
772,00
-
5.267.824,00 12.124.071,00 17.391.895,00
ETE 1
Lagoa
-
228,20
772,00
772,00
-
2.948.022,00
7.280.868,00 10.228.890,00
ETE 1
Lagoa+cl2
-
228,20
772,00
772,00
-
3.868.142,00
8.933.923,00 12.802.065,00
ETE 1/ANA Padrão "A"
-
228,20
772,00
772,00
-
ETE 1/ANA Padrão "E"
-
228,20
772,00
772,00
-
701.910,00
1.733.540,00
2.435.450,00
4.211.460,00 10.401.240,00 14.612.700,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Primário
-
19.767.138,00 24.260.948,00 44.028.086,00
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Lagoa
-
17.447.336,00 19.417.745,00 36.865.081,00
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Lagoa + desinfecção
-
18.367.456,00 21.070.800,00 39.438.256,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
15.201.224,00 13.870.417,00 29.071.641,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "E"
-
18.710.774,00 22.538.117,00 41.248.891,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
274,58
180,78
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
242,35
151,37
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa + desinfecção
R$/hab.
255,14
161,93
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
211,15
119,37
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
ANA
R$/hab.
259,90
169,37
Notas: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente,
para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização.
CustoEsg-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Quiririm - SP
Coletores Troncos / Interceptores
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
-
-
-
-
-
200
-
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
420
420
-
-
300
-
-
-
-
-
-
400
-
-
464
464
-
-
69.600,00
69.600,00
500
-
-
671
671
-
-
115.412,00
115.412,00
600
-
-
900
900
-
-
175.500,00
175.500,00
700
-
-
-
-
-
-
-
-
800
-
-
-
-
-
-
-
-
900
-
-
-
-
-
-
-
-
1.000
-
-
-
-
-
-
-
-
Emissário final φ 600
-
-
1.000
1.000
-
-
195.000,00
195.000,00
Sub-total
-
-
3.455
3.455
-
-
589.952,00
589.952,00
-
34.440,00
34.440,00
-
-
Estações Elevatórias
Discriminação
Vazões (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
EE-1
-
-
176,28
176,28
-
-
EE-2
-
-
-
-
-
-
315.685,00
-
315.685,00
-
EE-3
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-4
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-5
-
-
-
-
-
-
-
-
EE-6
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
-
-
-
-
315.685,00
315.685,00
Emissários de Recalque
Discrim./φ (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
ER-1 / 400
-
-
115
115
-
-
ER-2 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-3 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-4 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-5 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
ER-6 / -
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
115
115
-
-
Sub-total
61.410,00
61.410,00
61.410,00
61.410,00
Rede Coletora
Diâmetro (mm)
Extensão (m)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
150
-
-
32.550
32.550
-
-
2.018.100,00
2.018.100,00
200
-
-
-
-
-
-
-
-
250
-
-
-
-
-
-
-
-
300
-
-
-
-
-
-
-
-
400
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
32.550
32.550
-
-
2.018.100,00
2.018.100,00
Ligações Prediais
CustoEsg-SP.xls-Quiririm
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Quiririm - SP
Diâmetro (mm)
Quantidade (un)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
100
-
-
4.650
4.650
-
-
1.009.050,00
1.009.050,00
150
-
-
-
-
-
-
-
-
Sub-total
-
-
4.650
4.650
-
-
1.009.050,00
1.009.050,00
Tratamento
Discrim./ Tipo
ETE 1
Vazão média + infiltração (l/s)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Final
Custo (R$)
Etapa única 1ª Etapa
2ª Etapa
Total
Primário
-
-
105,77
105,77
-
-
2.479.460,00
2.479.460,00
ETE 1
Lagoa
-
-
105,77
105,77
-
-
1.599.192,00
1.599.192,00
ETE 1
Lagoa+cl2
-
-
105,77
105,77
-
-
2.080.092,00
2.080.092,00
ETE 1/ANA Padrão "A"
-
-
105,77
105,77
-
-
571.140,00
571.140,00
ETE 1/ANA Padrão "E"
-
-
105,77
105,77
-
-
2.474.940,00
2.474.940,00
Custos Totais do Sistema
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Primário
-
-
6.473.657,00
6.473.657,00
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Lagoa
-
-
5.593.389,00
5.593.389,00
Total (ETE 1 tratamento tipo)
Lagoa + desinfecção
-
-
6.074.289,00
6.074.289,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "A"
-
-
4.565.337,00
4.565.337,00
Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo)
Padrão "E"
-
-
6.469.137,00
6.469.137,00
Custo per capita - tratamento Tipo
Primário
R$/hab.
170,02
170,02
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa
R$/hab.
146,90
146,90
Custo per capita - tratamento Tipo
Lagoa + desinfecção
R$/hab.
159,53
159,53
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "A"
ANA
R$/hab.
119,90
119,90
Custo per capita - tratamento Tipo
Padrão "E"
ANA
R$/hab.
169,90
169,90
Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões
finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa.
Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente,
para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização.
CustoEsg-SP.xls-Quiririm
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP
Captação / Elevatória de Água Bruta
Item
1.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Ampliação da cap. de recalque da EEAB de 1.175 l/s para 1.350
l/s, através da implantação de mais um conj. motobomba idêntico
-
1
-
1.2
aos existentes, inclusive instalações elétricas
-
-
-
-
-
-
1.3
-
-
-
-
-
-
1.4
-
-
-
-
-
-
1.5
-
-
-
-
-
-
1.6
-
-
-
-
-
-
1.7
-
-
-
-
-
-
-
1
-
Sub-total
383.227,00
383.227,00
383.227,00
383.227,00
Adutora de Água Bruta
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
2.1
-
-
-
-
-
-
2.2
-
-
-
-
-
-
2.3
-
-
-
-
-
-
2.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Estação de Tratamento de Água
Item
3.1
Discriminação
Ampliação da cap. de tratam. da ETA II de 1.175 para 1.350 l/s
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
-
1
-
3.2
-
-
-
-
-
-
3.3
-
-
-
-
-
-
3.4
-
-
-
-
-
-
-
1
-
Sub-total
5.499.012,00
5.499.012,00
5.499.012,00
5.499.012,00
Elevatória de Água Tratada
Item
4.1
Discriminação
Total
2
-
62.914,00
-
62.914,00
-
2
2
-
26.948,00
-
26.948,00
1
-
57.050,00
-
57.050,00
-
3
-
-
-
-
5
5
-
13.386,00
13.386,00
Aumento da cap. de recalque de 10 para 16 l/s da EEAT3/T2, a través da troca dos rotores e dos mot. elétr. de 15 para 25 cv
4.4
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Subst. dos rotores dos conj. motobombas da EEAT1/T1 para aumento da cap. de rec. de 29,86 para 35 l/s, sem alt. dos motores
4.3
1ª Etapa
Substituição dos conj. motobombas da EEAT1/T1 por dois novos
conj. com as seg. carac. (Q = 29,86 l/s;Pot. = 50 cv)
4.2
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
Aumento da cap. de recalque de 116 para 160 l/s da EEAT2/R5,
através da troca dos rotores das bombas B2 e B3 e dos moto res elétricos de 75 para 100 cv
4.5
Aumento da cap. de recalque de 160 para 180 l/s da EEAT2/R5,
através da troca dos rotores e sem alteração dos mot. elétricos
4.6
Sub-total
-
146.912,00
16.552,00
29.938,00
CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm
16.552,00
176.850,00
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP
Adutora de Água Tratada
Item
5.1
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
3.760
-
3.549.440,00
-
3.549.440,00
812
-
187.572,00
-
187.572,00
3.665
-
1.957.110,00
-
1.957.110,00
Implant. de linha adut. R6/Shopping-Ford, em FºFº, com φ = 400
mm, proporcionando a desativação do reserv. R7 e da EEAT4
5.4
Total
Constr. de novo sistema de alimentação da torre T1 (EEAT1/T1),
através de linha em FºFº com φ = 200 mm
5.3
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Implantação de adutora R1/R3, em FºFº, com φ = 600 mm, para
abastecimento do R4
5.2
1ª Etapa
Implantação de linha de recalque R3/R5, em FºFº, com φ = 300
mm para abastecimento do reserv. R5, através do R3
1.742
-
628.862,00
-
628.862,00
5.5
Implantação de adutora Quiririm, em FºFº, com φ = 400 mm
3.848
-
2.054.832,00
-
2.054.832,00
5.6
Remanejamento dos dois trechos da adutora de cim. amianto
1º trecho em FºFº, φ = 400 mm
980
-
523.320,00
-
523.320,00
2º trecho em FºFº, φ = 300 mm
430
-
155.230,00
-
155.230,00
2.018.520,00
-
2.018.520,00
5.7
Implant. de linha de reforço, em FºFº com φ = 400 mm, interligando a adutora Piracangagua (φ = 500 mm) com a linha de φ = 250
3.780
-
5.8
mm (R7-Volks), prporcionando a desativação do R6
-
-
-
-
-
-
5.9
-
-
-
-
-
-
19.017
-
11.074.886,00
-
11.074.886,00
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Reservação
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
6.1
Construção de reservatório apoiado, em concreto armado, com
capacidade de 1.500 m3, denominado R 5.2
1
-
516.995,00
-
516.995,00
6.2
Transformação dos 2 decantadores da ETA I em reservatórios
com 1.000 m3, cada um
2
-
211.062,00
-
211.062,00
6.3
Ampliação do Centro de Reservação de Tremembé com a const.
de mais um reserv. apoiado em conc. arm. e cap. de 1.500 m3
1
-
516.995,00
-
516.995,00
6.4
Ampliação do CR 1 com a construção de mais um resevat. com
cap. de 3.000 m3, junto a ETA II
-
1
-
6.5
-
-
-
-
-
-
6.6
-
-
-
-
-
-
4
1
Sub-total
1.245.052,00
731.141,00
731.141,00
731.141,00
1.976.193,00
Rede de Distribuição
Item
Discriminação
Quantidade
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
7.1
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm
570
430
168.720,00
127.280,00
296.000,00
7.2
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm
910
700
210.210,00
161.700,00
371.910,00
7.3
Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm
1.365
1.030
230.685,00
174.070,00
404.755,00
7.4
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm
1.700
1.290
61.200,00
46.440,00
107.640,00
7.5
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm
2.280
1.720
52.440,00
39.560,00
92.000,00
7.6
Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm
207.675,00
156.390,00
364.065,00
15.975
12.030
7.7
-
-
-
-
-
-
7.8
-
-
-
-
-
-
22.800
17.200
Sub-total
930.930,00
705.440,00
1.636.370,00
CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm
Estimativa de Custo
Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP
Micromedição
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
-
8.1
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2"
-
-
-
-
8.2
Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4"
-
-
-
-
-
8.3
-
-
-
-
-
-
8.4
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
1ª Etapa
Custo ( R$ )
2ª Etapa
Total
Sub-total
Ligações Prediais
Item
Quantidade
Discriminação
1ª Etapa 2ª Etapa
9.1
Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro
6.100
4.680
701.500,00
538.200,00
1.239.700,00
9.2
Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro
1.525
1.170
228.750,00
175.500,00
404.250,00
9.3
-
-
-
-
-
-
9.4
-
-
-
-
-
-
7.625
5.850
Sub-total
930.250,00
713.700,00
1.643.950,00
Custos Totais do Sistema
Total
Custo per capita do Sistema
Nota:
R$/hab.
14.328.030,00
8.062.458,00 22.390.488,00
52,04
75,32
Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020.
Os custos referem-se a ampliação do sistema integrado de abastecimento de água de Taubaté, Tremembé e Quiririm.
CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm
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PGRH-RE-026-R0-TOMO-IV - Laboratório de Hidrologia e Estudos