Agência Nacional de Águas (ANA) – Fundação COPPETEC Execução: Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio Ambiente da COPPE/UFRJ Compatibilização e Articulação do Plano de Recursos Hídricos do Rio Paraíba do Sul Intervenções Propostas para os Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário da Bacia do Rio Paraíba do Sul PGRH-RE-028-R0 TOMO IV Revisdo em JaDezembro de 2002neiro de 2003 COPPETEC F U N D A Ç Ã O PEC-2939 Agência Nacional de Águas (ANA) – Fundação COPPETEC Execução: Laboratório de Hidrologia e Estudos de Meio Ambiente da COPPE/UFRJ Projeto Gestão dos Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul Intervenções Propostas para os Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário da Bacia do Rio Paraíba do Sul Subsídios para a Etapa II do Plano de Recursos Hídricos Relatório Final PGRH-RE-028-R0 TOMO IV Interessado: Agência Nacional de Águas (ANA) Dezembro de 2002 PEC-2939 ÍNDICE 1. Sistemas Propostos.......................................................................................... 1 Estado do Rio de Janeiro Tomo II 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 Barra do Piraí............................................................................................... Barra Mansa................................................................................................ Campos dos Goytacazes............................................................................. Cantagalo..................................................................................................... Cordeiro....................................................................................................... Itaperuna...................................................................................................... Itatiaia.......................................................................................................... Mendes........................................................................................................ Miracema..................................................................................................... Nova Friburgo / Conselheiro Paulino........................................................... 3 10 18 20 23 27 36 41 44 49 Tomo III 1.11 1.12 1.13 1.14 1.15 1.16 1.17 1.18 1.19 1.20 1.21 Paraíba do Sul............................................................................................. 51 Petrópolis / Cascatinha................................................................................ 55 Resende / Agulhas Negras.......................................................................... 57 Santo Antônio de Pádua.............................................................................. 66 São Fidélis / Ipuca....................................................................................... 71 São João da Barra ...................................................................................... 76 Teresópolis.................................................................................................. 85 Três Rios...................................................................................................... 91 Valença........................................................................................................ 95 Vassouras.................................................................................................... 99 Volta Redonda............................................................................................. 103 Estado de São Paulo Tomo IV 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 Aparecida..................................................................................................... Caçapava..................................................................................................... Cachoeira Paulista....................................................................................... Cruzeiro....................................................................................................... Guaratinguetá.............................................................................................. Jacareí......................................................................................................... Lorena.......................................................................................................... Pindamonhangaba / Moreira César............................................................. Santa Isabel................................................................................................. São José dos Campos / Eugênio de Melo................................................... Taubaté / Tremembé / Quiririm.................................................................... 109 113 118 121 126 141 142 145 149 154 162 PEC-2939 Estado de Minas Gerais Tomo V 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 Além Paraíba............................................................................................... Carangola.................................................................................................... Cataguases.................................................................................................. Juiz de Fora................................................................................................. Leopoldina................................................................................................... Muriaé.......................................................................................................... Santos Dumont............................................................................................ São João Nepomuceno............................................................................... Ubá.............................................................................................................. Visconde de Rio Branco.............................................................................. 169 176 180 186 198 203 210 214 218 225 PEC-2939 1. SISTEMAS PROPOSTOS Neste item apresenta-se a descrição dos sistemas propostos de esgotamento sanitário visando a melhoria quali-quantitativa dos recursos hídricos e as ampliações e/ou melhorias necessárias para os sistemas de abastecimento de água das principais localidades, as plantas com os estudos de concepção propostos ou projetos básicos de esgotamento sanitário, bem como as planilhas com as respectivas estimativas de custos das proposições em esgotamento sanitário e abastecimento de água, com Preços por etapas de intervenção e globais. Cabe ressaltar que o presente trabalho não tem o objetivo de apresentar projetos de sistemas de saneamento para as principais localidades, mas sim estudos de concepção elaborados a partir de dados expeditos, mas capazes de permitir o levantamento de quantidades e as estimativas de custos de implantação destes sistemas, conforme concebidos. Esses estudos, no entanto, podem ser um passo inicial para o desenvolvimento, no futuro, de projetos de engenharia, básicos e executivos, a partir de bases cartográficas confiáveis, em levantamentos de campo mais profundos e análises mais detalhadas das características de cada sistema, com exceção em relação a algumas localidades que já possuem projetos aprovados, principalmente aquelas administradas pela SABESP, CESAMA, Águas do Paraíba, Águas do Imperador, CAENF e outras cujos projetos, quando existentes, estão claramente referenciados. Deve-se ressaltar que, a elaboração deste trabalho somente pôde ser concretizada com a colaboração das equipes técnicas das Empresas Públicas e Concessionárias, administradoras dos sistemas de saneamento, das Prefeituras e dos SAAE’s que colocaram à disposição da equipe do Laboratório de Hidrologia da COPPE/UFRJ todas as informações solicitadas. Os Sistemas/Localidades estão apresentados em ordem alfabética, por estado ( RJ, SP, MG ) e por Sub-bacia, conforme lista abaixo: 1 PEC-2939 Relação das Proposições nos Sistemas de Saneamento Básico Sistemas Nº UF SB Sistemas Nº UF SB 1 Barra Mansa RJ 4 1 Aparecida SP 3 2 Barra do Piraí RJ 5 2 Caçapava SP 3 3 Campos dos Goytacazes RJ 12 3 Cachoeira Paulista SP 3 4 Cantagalo RJ 10 4 Cruzeiro SP 3 5 Cordeiro RJ 10 5 Guaratinguetá SP 3 6 Itaperuna RJ 11 6 Jacareí SP 3 7 Itatiaia RJ 4 7 Lorena SP 3 8 Mendes RJ 5 8 Pindamonhangaba/M. César SP 3 9 Miracema RJ 9 9 Santa Isabel SP 2 RJ 10 10 S.J. dos Campos/E. Melo SP 3 11 Taubaté/Tremembé/Quiririm SP 3 1 MG 8 10 Nova Friburgo/C. Paulino 11 Paraíba do Sul RJ 5 12 Petrópolis/Cascatinha RJ 6 13 Resende/Agulhas Negras RJ 4 Além Paraíba 14 S. Antônio de Pádua RJ 9 2 Caragola MG 11 15 São Fidélis/Ipuca RJ 12 3 Cataguases MG 9 16 São João da Barra RJ 12 4 Juiz de Fora MG 7 17 Teresópolis RJ 6 5 Leopoldina MG 9 18 Três Rios RJ 5 6 Muriaé MG 11 19 Valença RJ 7 7 Santos Dumont MG 9 20 Vassouras RJ 5 8 S. J. Nepomuceno MG 9 21 Volta Redonda RJ 4 9 Ubá MG 9 MG 9 10 V. de Rio Branco 2 PEC-2939 1.1 APARECIDA - SP 1.1.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de Aparecida dispõe de sistema de esgotamento sanitário atendendo a mais de 90% da população urbana, através de sistema do tipo “separador absoluto”, sem que as contribuições coletadas recebam algum tipo de tratamento antes de serem lançadas no rio Paraíba do Sul e tributários. O Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Aparecida - SAAE, responsável pela manutenção e operação do referido sistema, contratou um Projeto Básico de Esgotamento Sanitário, o qual, segundo informações, encontra-se ainda em fase de elaboração, motivo pelo qual, apresenta-se neste trabalho, um estudo de concepção capaz de permitir a avaliação dos custos de implantação das obras. A concepção apresentada considera a malha urbana dividida em 8 bacias de esgotamento, com um único ponto para tratamento dos esgotos. Considera ainda, no dimensionamento do sistema, as contribuições correspondentes à população flutuante originada das romarias ao Santuário de N. S. Aparecida e que se concentram na área central da cidade e regiões circunvizinhas ao Santuário. Para esta parcela considerouse um acréscimo de 150.000 pessoas, em média, por final de semana, com um consumo “per capita” de 50 l/dia. As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas: População (hab.) Vazões (l/s) Bacia Área ( ha ) Total Beneficiada Sanitária Infiltração Total 1 59,8 743 669 1,21 0,24 1,45 2 139,6 4.338 3.904 7,05 1,41 7,46 3 107,6 1.004 904 1,63 0,32 1,95 4 197,2 4.353 6.618 11,95 2,39 14,34 5 265,7 11.558 10.402 18,78 3,75 22,53 6 148,3 3.686 3.317 5,99 1,20 7,19 7 170,1 2.114 1.902 3,43 0,69 4,12 8 163,9 5.093 4.584 8,28 1,66 9,94 - 150.000 150.000 70,00 - 70,00 1.252,21 185.889 182.300 128,32 11,66 139,98* POPULAÇÃO FLUTUANTE TOTAIS * Esta vazão será utilizada para o dimensionamento do CT2, EE-5 e ETE 1 Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas etapas; a primeira, englobando parte da zona mais densamente ocupada, correspondendo às bacias 4, 5, 6 e 7, ficando as demais bacias para serem atendidas em etapas futuras. 109 PEC-2939 Nas bacias 1, 2, e 3, situadas à montante da cidade, foi previsto o posicionamento de estações elevatórias com a finalidade de recalcarem suas contribuições para pontos altos das bacias de jusante, como forma de integração do sistema. A bacia 4 será esgotada também por elevatória, por se tratar de área baixa, junto á margem do rio Paraíba do Sul. O traçado dos coletores troncos foi feito de modo a garantir a interceptação dos lançamentos das redes coletoras e proporcionar a veiculação destas vazões às unidades de tratamento. São os seguintes os coletores troncos previstos: − CT1: Desenvolve-se totalmente no interior da bacia 4, tendo início no cruzamento da rua Álvaro Leite com Av. Solon Pereira, indo por esta até a rua São Benedito, posteriormente pela Av. Marginal, até a elevatória EE-5, onde efetua seu lançamento. Será respónsável pelo esgotamento da bacia 4, terá 1.600 m de extensão e diâmetros de 200 e 250 mm, veiculando uma vazão máxima prevista para 2020 de 21,51 l/s; − CT2: Desenvolver-se-á inteiramente ao longo da faixa marginal da linha férrea da RFFSA, até efetuar seu lançamento no trecho médio do coletor CT3 . Receberá em seu PV inicial as contribuições das bacias 1, 2, e 3 e ao longo de seu percurso, parte das contribuições das bacias 4 e 5. Terá 1.600 m de extensão e diâmetro de 250 mm; − CT3: É o maior coletor proposto para este sistema. Desenvolver-se-á ao longo das bacias 5, 6, 7 e 8, encaminhando os esgotos da cidade para a elevatória final EE-6 e, conseqüentemente, para a ETE 1. Terá início na rua Padre Gebardo, cruzará a rodovia Presidente Dutra e prosseguirá pelos seguintes logradouros: rua Padre Gebardo, rua Vicente Pasin, Av. Getúlio Vargas, Av. Julio Prestes, rua Aristides de Andrade, Av. Colombano Teixeira, rua Américo Alves, Av. Bernardino Pereira e rua Luiz Soares, indo até a Estação de Tratamento. Receberá em seu trecho médio as contribuições veiculadas pelo coletor CT2 e o recalque da elevatória EE-5 e em seu trecho final, as contribuições do coletor CT4; − CT4: Desenvolve-se inteiramente na bacia 8, tendo início no cruzamento das ruas Sebastião dos Santos e Filippo, por onde se desenvolve, percorrendo a Av. Alexandre César dos Santos Gregório, até encontrar o coletor CT3. Terá 1.000 m de extensão e diâmetros de 200 e 250 mm. No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário de Cruzeiro: DIÃMETRO (mm) EXTENSÃO (m) 200 1.600 250 2.700 300 250 400 500 500 700 600 1.550 TOTAL 7.200 110 PEC-2939 As tubulações terão diâmetros de 200 a 600 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive, serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e são assim descritos: As estações elevatórias previstas são em número de seis, cujas características básicas dessas unidades operacionais, bem como de suas linhas de recalque são apresentadas a seguir: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1 2,42 50 300 EE-2 9,47 100 400 EE-3 13,52 150 300 EE-4 15,15 150 500 EE-5 21,51 150 700 EE-6* 207,96/242,64 500 30 * Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente. A elevatórias EE-1 será implantada na bacia 1 e recalcará os esgotos nela produzidos para a rede da bacia 2. Será implantada em terreno situado no cruzamento da Av. Itapitanga com a rodovia SP-66. A elevatória EE-2 ficará situada na bacia 2 e recalcará os esgotos para um ponto alto da rede da própria bacia. Será erguida em terreno situado no cruzamento da Av. Itapitanga com a rua Itacolomí. A elevatória EE-3 ficará situada na bacia 3 e recalcará os esgotos para um ponto alto da rede da própria bacia. Será erguida em terreno situado junto à linha férrea da RFFSA, próximo a rua Antônio Arneiro. A elevatória EE-4, situada na bacia 3, será edificada em terreno situado próximo ao cruzamento das ruas Humberto Cartegni e Pedro Boumain. Recalcará os esgotos para a cabeceira do coletor CT2. As elevatórias EE-1, EE-2, EE-3 e EE-4 operarão praticamente em série, sendo que a elevatória de jusante recalcará as vazões da elevatória de montante. A elevatória EE-5 será responsável pelo recalque das vazões da bacia 4, lançando-as no trecho médio do coletor CT3. Ficará situada na margem do rio Paraíba do Sul, próximo à rua Luiz Chade. A elevatória EE-6 é a elevatória final e ficará junto a ETE 1, com a função de recalcar as vazões totais do sistema para a caixa de chegada da ETE 1. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. 111 PEC-2939 Foi prevista uma unidade de tratamento a ser implantada à jusante da cidade, após a Fábrica de Papel N. S. Aparecida, junto a margem de um meandro do rio Paraíba do Sul. Esta ETE será dimensionada para a vazão de 118,18 l/s e 139,98 l/s, respectivamente, para a 1ª e 2ª etapas, consideradas as vazões correspondentes à população flutuante. Aparecida conta com rede coletora que atende a mais de 90% da população urbana, conforme já mencionado, necessitando ser complementada com apenas 3.000 m de rede coletora, associada a 360 ligações prediais, com a finalidade de atender ao crescimento vegetativo da cidade no horizonte de projeto. Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-AD-EC-ESG-01-R0. 1.1.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Aparecida produz atualmente 110 l/s, com capacidade de chegar até 170 l/s de vazão máxima e em sobrecarga a 240 l/s (não recomendável), valores suficientes para o atendimento da demanda da cidade por todo o horizonte de projeto, mesmo considerando a população flutuante que, em média, chega a 150.000 habitantes por final de semana, consumindo um “per capita” de 50 l/dia, o que perfaz uma vazão incremental da ordem de 86,8 l/s. Esta vazão somada à demanda estimada para 2020 da população residente de 110,81 l/s, atinge 197,61 l/s, ainda inferior à capacidade de produção do sistema em boas condições de operação. Portanto, as unidades do sistema poderão ser mantidas com as respectivas capacidades, prevendo-se para o atendimento das demandas ao longo de todo o horizonte de projeto, as seguintes intervenções: Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 3.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Implantação de 200 hidrômetros em todas as ligações atualmente não hidrometradas; − Acréscimo de 500 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 112 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Aparecida - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - - Total 150 - - - - - 200 - 950 550 1.500 - 67.450,00 39.050,00 106.500,00 250 - 1.250 1.450 2.700 - 102.500,00 118.900,00 221.400,00 300 - 250 - 250 - 24.500,00 400 - 500 - 500 - 75.000,00 - 75.000,00 500 - 700 - 700 - 120.400,00 - 120.400,00 600 - 1.550 - 1.550 - 302.250,00 - 302.250,00 700 - - - - - - - - 800 - - - - - - - - 900 - - - - - - - - 1.000 - - - - - - - - 1.200 - - - - - - - - Sub-total - 5.200 2.000 7.200 - 692.100,00 - 157.950,00 - 24.500,00 850.050,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-1 - - 2,42 2,42 - - 36.988,00 EE-2 - - 9,47 9,47 - - 73.169,00 73.169,00 EE-3 - - 13,52 13,52 - - 87.426,00 87.426,00 EE-4 - - 15,15 15,15 - - 92.546,00 EE-5 - 21,51 - 21,51 - 110.274,00 EE-6 - 207,96 242,64 242,64 - 357.449,00 12.920,00 370.369,00 Sub-total - - - - - 467.723,00 303.049,00 770.772,00 - 36.988,00 92.546,00 110.274,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-1 / 50 - - 300 300 - - 19.200,00 19.200,00 ER-2 / 100 - - 400 400 - - 44.000,00 44.000,00 ER-3 / 150 - - 300 300 - - 50.700,00 50.700,00 ER-4 / 150 - - 500 500 - - 84.500,00 ER-5 / 150 - 700 - 700 - 118.300,00 - 118.300,00 ER-6 / 500 - 30 - 30 - 22.080,00 - 22.080,00 Sub-total - 730 1.500 2.230 - 140.380,00 198.400,00 84.500,00 338.780,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 130.200,00 150 - 2.100 900 3.000 - 200 - - - - - - - - 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total - 2.100 900 3.000 - 130.200,00 55.800,00 Total 55.800,00 Ligações Prediais CustoEsg-SP.xls-Aparecida 186.000,00 186.000,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Aparecida - SP Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 100 - 250 110 360 - 150 - - - - - Sub-total - 250 110 360 - 54.250,00 - Total 23.870,00 78.120,00 - 54.250,00 - 23.870,00 78.120,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Primário - 118,18 139,98 139,98 - 2.764.235,00 498.836,00 3.263.071,00 ETE 1 Secundário - 118,18 139,98 139,98 - 6.045.651,00 1.091.002,00 7.136.653,00 ETE 1/ANA Padrão "A" - 118,18 139,98 139,98 - 545.472,00 100.602,00 646.074,00 ETE 1/ANA Padrão "F" - 118,18 139,98 139,98 - 4.091.040,00 754.515,00 4.845.555,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE 1- tratamento tipo) Primário - 4.248.888,00 1.237.905,00 5.486.793,00 Total (ETE 1- tratamento tipo) Secundário - 7.530.304,00 1.830.071,00 9.360.375,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - 2.030.125,00 839.671,00 2.869.796,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "F" - 5.575.693,00 1.493.584,00 7.069.277,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 191,05 169,87 Custo per capita - tratamento Tipo Secundário R$/hab. 338,59 289,79 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 91,28 88,85 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "F" ANA R$/hab. 250,71 218,86 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Para o dimensionamento do coletor tronco CT2 ção incremental referente a população flutuante, considerada em 150.000 pessoas, considerando-se um per capita para estas de 50 l/pes.xdia. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente, para os níveis de tratamento primário e secundário. No caso específico da cidade de Aparecida, a determinação dos custos de tratamento PRODES/ANA tomou por base a soma da população fixa com uma população equivalente à população flutuante. CustoEsg-SP.xls-Aparecida Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Aparecida - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 1.1 - - - - - - 1.2 - - - - - - 1.3 - - - - - - 1.4 - - - - - - 1.5 - - - - - - 1.6 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 2.1 - - - - - - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Estação de Tratamento de Água Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 3.1 - - - - - - 3.2 - - - - - - 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Elevatória de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 4.1 - - - - - - 4.2 - - - - - - 4.3 - - - - - - 4.4 - - - - - - 4.5 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 5.1 - - - - - - 5.2 - - - - - - 5.3 - - - - - - 5.4 - - - - - - - - - - - Sub-total CustoH2O-SP.xls-Aparecida Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Aparecida - SP Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 - - - - - - 6.2 - - - - - - 6.3 - - - - - - 6.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 7.1 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 200 - 7.200,00 7.2 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 400 200 9.200,00 4.600,00 13.800,00 7.3 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 1.400 800 18.200,00 10.400,00 28.600,00 - - 2.000 1.000 7.4 - Sub-total - - - 34.600,00 15.000,00 7.200,00 49.600,00 Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 160 - 5.760,00 - 5.760,00 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" 40 - 1.720,00 - 1.720,00 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - 200 - Sub-total 7.480,00 - 7.480,00 Ligações Prediais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 240 160 27.600,00 18.400,00 46.000,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 60 40 9.000,00 6.000,00 15.000,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 300 200 Sub-total 36.600,00 24.400,00 61.000,00 78.680,00 39.400,00 118.080,00 Custos Totais do Sistema Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 2,34 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Aparecida 3,46 PEC-2939 1.2 CAÇAPAVA - SP 1.2.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de Caçapava dispõe de sistema de esgotamento sanitário que apresenta quatro bacias - Norte, Oeste, Leste e Centro - e atende a cerca de 85% da população urbana com rede coletora e 60% com tratamento, efetuado através de três ETE’s, do tipo lagoa de estabilização. A Companhia de Saneamento básico do Estado de são Paulo – SABESP, responsável pela manutenção e operação do referido sistema, dispõe de Projeto Básico do Sistema de Esgotos, elaborado pela empresa de consultoria Sondotécnica S.A., em outubro de 2001. O referido estudo definiu a área de abrangência do projeto, considerando as bacias existentes e prevendo a ampliação das três estações de tratamento em operação, incorporando à bacia de esgotamento Leste as áreas correspondentes a bacia Norte e os bairros Vila Nova Caçapava e Jardim Primavera, atualmente sem tratamento. Desta forma, as bacias estudadas passam a apresentar as seguintes características: População Vazão Bacia Área ( ha ) Atendida (hab.) Máxima (l/s) Leste e Norte 233,3 27.646 83,19 Centro 780,3 35.786 120,81 Oeste 183,8 9.875 * 47,28 TOTAIS 1.197,4 73.307 251,28 * A Nestlé mantém acordo com a SABESP de entregar esgoto “in natura”, proveniente de seu processo industrial, a ser tratado na ETE Oeste, em virtude do que, para efeito de projeto da ETE, a população equivalente da bacia será de 47.000 habitantes. Ressalta-se que algumas das unidades operacionais projetadas, já foram contratadas para execução, tais como: Coletores Troncos: - CT-Ribeirão dos Mudos; - CT-Nova caçapava; e - CT-Norte. Estações Elevatórias e Linhas de Recalque: - EE-Nova caçapava; e - EE-Norte. Desta forma, o presente trabalho considera apenas as unidades operacionais restantes necessárias à complementação do sistema, que tem seu alcance definido até o ano de 2020, e podem ser assim descritas: 113 PEC-2939 Coletores Troncos: − CT-Avenida Brasil: Terá seu início próximo a rodovia Presidente Dutra, seguindo pela Av. Brasil, através da pista da margem direita do córrego existente, interceptando diversos lançamentos até encontrar a travessia sob a estrada de ferro, seguindo então pela Av. Marechal Castelo Branco até o acesso a ETE Centro. Este coletor substituirá o coletor existente em face do mesmo apresentar alguns trechos danificados por ocasião da execução do canal da Av. Brasil, acarretando extravasamento de esgotos do mesmo. Terá extensão total de 2.230 m e será executado em tubos de concreto armado com 600 mm de diâmetro, sendo que a travessia sob a linha férrea será executada pelo método não destrutível. Estão previstas também interligações a este coletor através de tubos de 150, 400 e 500 mm de diâmetros e extensões respectivas de 27, 10 e 15 m. As elevatórias projetadas e ainda não executadas apresentam as seguintes características técnicas: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-Leste 85,00 300 10 EE-Centro 120,00 300 10 EE-Oeste 115,00 400 11 − Estação elevatória Leste: Ficará situada junto a estação de tratamento de mesmo nome, e receberá as contribuições provenientes dos coletores CT-Nova Caçapava e CT-Norte que veiculam, respectivamente, os esgotos das bacias Leste e Norte. Terá com função recalcar estas contribuições para a caixa de chegada da ETELeste; − Estação elevatória Centro: Assim como a EE-Leste, a EE-Centro ficará situada contígua a ETE de mesmo nome, e receberá os esgotos provenientes da bacia Centro, através do coletor CT-Av. Brasil e será a responsável pelo recalque destas contribuições para a caixa de chegada da unidade de tratamento; − Estação elevatória Oeste: Será semelhante e terá a mesma finalidade das anteriormente descritas, situando-se no entanto na área da ETE-Oeste. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. Como mencionado anteriormente estão previstas obras de ampliação e reforma nas três unidades de tratamento existentes, que serão abaixo pormenorizadas: ETE Leste: A Estação de Tratamento Leste será transformada, de lagoa atualmente facultativa, em lagoa aerada, com a sua divisão em duas partes, ficando uma como lagoa de aeração e outra como lagoa de sedimentação, com capacidade para tratar a vazão total de final de plano de 52,40 l/s. O dimensionamento indica a necessidade da 114 PEC-2939 instalação de seis aeradores de 25 cv cada. Também está prevista a implantação de um sistema de cloração do efluente para manter o NMP dentro dos padrões recomendados. A dosagem de cloro deverá ser, em média, de 5 mg/l e o consumo, em fim de plano, será de 23 kg/d, o que recomendou a utilização de cilindros de cloro de 900 kg. A câmara de contato deverá ser para 30 minutos de detenção, medindo 11,0 m x 7,0 m e altura útil de 2,0 m, deverá ser dotada de chicanas a cada metro. O sistema de aeração poderá funcionar durante 21 h/dia e o sistema de cloração deverá ser totalmente automatizado, através da construção de uma instalação de extrema simplicidade operacional. Com as dimensões da lagoa de decantação esperase que a remoção de lodo só seja necessária uma vez a cada 10 anos. Não haverá necessidade de construção de nova lagoa e nem de outras obras civis, a não ser a de um pequeno edifício, como o existente atualmente na ETE-Oeste, para abrigar um pequeno laboratório, quadros de comando dos equipamentos e etc. A eficiência prevista para esta ETE será superior a 80 % na redução de DBO. ETE Centro: A pequena profundidade, e a área da lagoa existente, praticamente obrigaram a adoção do sistema de lagoas facultativas, com a construção de nova unidade, com capacidade para tratar a vazão total de final de plano de 81,16 l/s e com área de espelho d’água de 5,45 ha e relação comprimento/largura igual ou maior que 4,2 para que ocorra uma redução de coliformes fecais de cerca de 99,9%, evitando assim a instalação de cloração no efluente final. Como não existe possibilidade de área para a construção de uma lagoa com essa relação comprimento/largura, a lagoa projetada terá uma forma mais quadrada, mas será dividida por paredes para cumprir essa relação. Existe área disponível para essa expansão, situada na frente da lagoa existente. A eficiência esperada na redução de DBO é superior a 90 %. ETE Oeste: A alternativa selecionada foi aquela de aproveitamento de toda lagoa existente com lagoa de aeração, com a instalação de onze aeradores flutuantes de 25 cv cada e a construção de uma lagoa de decantação medindo 102 m x 21 m x 3 m de profundidade útil e sistema de cloração, passando o conjunto a ter uma capacidade para tratar a vazão total de final de plano de 70,71 l/s. A limpeza dessa lagoa deverá ser feita a cada 4 ou 5 anos. Esse sistema será similar ao proposto para a ETE Leste. A eficiência esperada na redução de DBO é superior a 80 %. Dispositivos de entrada e saída: Todas as ETE’s terão dispositivos de entrada semelhantes, constituídos por novas estações elevatórias ( já descritas ), gradeamento fino mecanizado e caixas de areia. Emissários: Os efluentes tratados serão lançados no rio Paraíba do Sul através de emissários, que operarão por gravidade, e terão as seguintes características: 115 PEC-2939 Emissário ∅ (mm) Material Comp.(m) EE-Leste 500 CA 148,00 EE-Centro 600 CA 136,40 EE-Oeste 600 CA 136,40 Como mencionado inicialmente, a cidade já possui cerca de 80% da população urbana atendida e portanto serão necessárias a implantação, até o final de plano, de mais 26,6 km de rede coletora e cerca de 3.800 ligações. A Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentada no desenho nº PS-CA-EC-ESG-01-R0. 1.2.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Caçapava produz atualmente a vazão média de 230 l/s através de 19 poços profundos, sendo que a demanda estimada para o final do plano é da ordem de 261,64 l/s. A SABESP, operadora do sistema, pretende substituir, a produção de água que hoje é feita integralmente por manancial subterrâneo por superficial, utilizando como abastecedor da cidade, o rio Paraíba do Sul. Esta mudança de concepção tem como finalidade o aumento escalonado da produção de água bruta e a melhoria operacional do sistema, mas para tanto devem ser implementadas as seguintes obras: Em 1ª Etapa: − Construção de estruturas de tomada d’água e desarenador hidráulico, ambas em concreto armado situadas na margem direita do rio Paraíba do Sul, aproximadamente a 500 m à montante do lançamento do efluente da ETE-Leste; − Construção de estação elevatória de água bruta dotada de 3 conjuntos motobombas, cada um com vazão de 100 l/s e motor elétrico de 40 cv, funcionando 2 grupos em paralelo, ficando o terceiro para reserva ou rodízio; − Implantação de adutora de água bruta, em ferro fundido, com 500 mm de diâmetro e 776 m de extensão; − Implantação de estação de tratamento de água, convencional, contendo caixa de areia, 8 floculadores, 3 decantadores de alta taxa, 8 filtros e casa de química dotada de sistema de desinfecção e fluoretação, capaz de tratar a vazão de 200 l/s; − Construção de reservatório de água tratada, junto à ETA, com capacidade de 900 m3 ; − Construção de estação elevatória de água tratada, dotada de 3 conjuntos motobombas, cada um com vazão de 115 l/s e motor elétrico de 250 cv, funcionando 2 grupos em paralelo, ficando o terceiro para reserva ou rodízio; − Implantação de adutora de água tratada, em ferro fundido, com 450 mm de diâmetro e 4.794 m de extensão. 116 PEC-2939 Em 2ª Etapa: − Ampliação da capacidade de recalque de água bruta, de 200 para 300 l/s, com a implantação de mais um conjunto motobomba, idêntico aos existentes, ou seja: Q = 100 l/s e P = 40 cv; − Ampliação da capacidade da ETA, de 200 para 300 l/s, com a implantação de mais um módulo de 100 l/s; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada, através da implantação de mais um conjunto motobomba, idêntico aos existentes, ou seja: Q = 115 l/s e P = 250 cv. Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 21.500 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Implantação de 1.500 hidrômetros em todas as ligações atualmente não hidrometradas; − Acréscimo de 2.700 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 117 Estimativa de Custo - Alternativa 2 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Caçapava - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 150 27 - - 27 - - 200 - - - - - - - - 250 - - - - - - - - 300 - - - - 400 10 - - 10 500 15 - - 15 600 2.230 - - 2.230 1.674,00 Total 1.500,00 - - - - 1.674,00 1.500,00 2.580,00 - - 2.580,00 434.850,00 - - 434.850,00 700 - - - - - - - 800 - - - - - - - Emis. - Leste φ 500 148 - - 148 25.456,00 - - 25.456,00 Emis. - Centro φ 600 137 - - 137 26.715,00 - - 26.715,00 Emis. - Oeste φ 600 137 - - 137 26.715,00 - - 26.715,00 Sub-total 2.704 - - 2.704 519.490,00 - - 519.490,00 - Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-Leste 85,00 - - 85,00 219.211,00 - - 219.211,00 EE-Centro 120,00 - - 120,00 260.461,00 - - 260.461,00 EE-Oeste 115,00 - - 115,00 254.977,00 - - 254.977,00 EE-4 - - - - - - - - EE-5 - - - - - - - - EE-6 - - - - - - - - Sub-total - - - - - - 734.649,00 734.649,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-Leste / 300 10 - - 10 3.610,00 - - 3.610,00 ER-Centro / 300 10 - - 10 3.610,00 - - 3.610,00 ER-Oeste / 400 5.874,00 5.874,00 11 - - 11 - - ER-4 / - - - - - - - - - ER-5 / - - - - - - - - - ER-6 / - - - - - - - - - 31 - - 31 - - Sub-total 13.094,00 13.094,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 25.100 - - 25.100 1.556.200,00 - - 1.556.200,00 200 1.400 - - 1.400 99.400,00 - - 99.400,00 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total 26.500 - - 26.500 1.655.600,00 - - 1.655.600,00 Ligações Prediais CustoEsg-SP.xls-Caçapava Estimativa de Custo - Alternativa 2 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Caçapava - SP Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 100 3.800 - - 3.800 824.600,00 - - 150 - - - - - - - Sub-total 3.800 - - 3.800 824.600,00 - - Total 824.600,00 824.600,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE Leste Lagoa 52,40 - - 52,40 580.566,00 - - 580.566,00 ETE Centro Lagoa 81,16 - - 81,16 751.506,00 - - 751.506,00 ETE Oeste Lagoa 70,71 - - 70,71 987.000,00 - - 987.000,00 ETE Leste Lagoa+cl. 52,40 - - 52,40 846.436,00 - - 846.436,00 ETE Centro Lagoa+cl. 81,16 - - 81,16 1.136.098,00 - - 1.136.098,00 ETE Oeste Lagoa+cl. 70,71 - - 70,71 1.329.365,00 - - 1.329.365,00 ETE Leste Padrão "E" 52,40 - - 52,40 1.105.840,00 - - 1.105.840,00 ETE Centro Padrão "E" 81,16 - - 81,16 1.431.440,00 - - 1.431.440,00 ETE Oeste Padrão "E" 70,71 - - 70,71 1.880.000,00 - - 1.880.000,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE's tratamento tipo) Lagoa 6.066.505,00 - - 6.066.505,00 Total (ETE's tratamento tipo) Lagoa + desinfecção 7.059.332,00 - - 7.059.332,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "E" 8.164.713,00 - - 8.164.713,00 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 85,66 85,66 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa + desinfecção R$/hab. 99,68 99,68 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" R$/hab. 115,29 115,29 ANA Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Para as ETE's Leste, Centro e Oeste os custos referem-se as obras de ampliação das lagoas existentes, acrescentados dos sistemas de desinfecção do efluente. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado o padrão de eficiência "E" com redução, por se tratar de ampliação de lagoas existentes. CustoEsg-SP.xls-Caçapava Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Construção de estrut. de tomada d'água e desarenador hidráulico, ambas em conc. armado e situadas na margem direita do rio Paraíba do Sul, a 500 m a montante da ETE - Leste 1.2 1 - 50.000,00 - 50.000,00 1 - 181.683,00 - 181.683,00 - 1 - - - - 2 1 Construção de EEAB dotada de três conj. de recalque, cada um com as seg. caract. (Q = 100 l/s;Pot. = 40 cv), funcionando dois em paralelo e um de reserva 1.3 Ampliação da capac. de recalque da EEAB de 200 para 300 l/s, através da instal. de mais um conj. motobomba idênt. aos exist. 1.4 - Sub-total 28.463,00 28.463,00 - 231.683,00 - 28.463,00 260.146,00 Adutora de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 2.1 Implantação de adutora de água bruta, em FºFº, com φ = 500 mm 776 - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - 2.5 - - - - - - 776 - Sub-total 571.136,00 571.136,00 - 571.136,00 - 571.136,00 Estação de Tratamento de Água Item 3.1 Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Construção de ETA convenc., capaz de tratar 200 l/s, dotada de medidor Parshall, caixa de areia, 1 floculador, 3 decantadores, 8 filtros, casa de química e sistemas de desinfecção e fluoretação 3.2 1 - 5.022.237,00 - 1 - - - - 1 1 - 5.022.237,00 Ampliação da capac. de tratamento de 200 para 300 l/s, com a construção de mais um módulo de 100 l/s 3.3 - Sub-total 2.945.128,00 2.945.128,00 - 5.022.237,00 2.945.128,00 7.967.365,00 Elevatória de Água Tratada Item 4.1 Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Construção de EEAT, junto da ETA, dotada de 3 conj. de recal que, sendo 1 reserva, cada unidade com as seg. caracaterísti cas (Q = 115 l/s;Pot. = 250 cv) 4.2 1 - 1.483.655,00 - 1.483.655,00 Ampliação da capac. de recalque da EEAT, através da instala- 1 - 4.3 ção de mais um conj. motobomba idêntico aos existentes - - - - - - 4.4 - - - - - - 4.5 - - - - - - 1 1 Sub-total 232.439,00 1.483.655,00 232.439,00 232.439,00 1.716.094,00 CustoH2O-SP.xls-Caçapava Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP Adutora de Água Tratada Item 5.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Implant. de adutora de água tratada, em FºFº com φ = 450 mm 1ª Etapa 4.794 - - - - - - - 5.3 - - - - - - 5.4 - - - - - - 4.794 - 3.348.609,00 - Total 5.2 Sub-total 3.348.609,00 Custo ( R$ ) 2ª Etapa - 3.348.609,00 3.348.609,00 Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 - - - - - - 6.2 - - - - - - 6.3 - - - - - - 6.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 7.1 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm 650 - 109.850,00 7.2 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 1.300 850 46.800,00 30.600,00 7.3 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 2.600 1.700 59.800,00 39.100,00 98.900,00 7.4 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 8.450 5.950 109.850,00 77.350,00 187.200,00 - - 12.350 8.500 7.5 - Sub-total - - - 216.450,00 147.050,00 109.850,00 77.400,00 363.500,00 Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 1.200 - 43.200,00 - 43.200,00 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" 300 - 12.900,00 - 12.900,00 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - 1.500 - Sub-total 56.100,00 - 56.100,00 Ligações Prediais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 1.280 880 147.200,00 101.200,00 248.400,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 320 220 48.000,00 33.000,00 81.000,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 1.600 1.100 Sub-total 195.200,00 134.200,00 CustoH2O-SP.xls-Caçapava 329.400,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Caçapava - SP Custos Totais do Sistema 1ª Etapa Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 11.125.070,00 3.487.280,00 14.612.350,00 158,44 195,47 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Caçapava PEC-2939 1.3 CACHOEIRA PAULISTA - SP 1.3.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A cidade de Cachoeira Paulista conta com um sistema de esgotamento sanitário que atende, com 57.000 m de rede coletora, aproximadamente 92 % da população urbana. A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP, dispõe de Projeto Básico de Esgotamento Sanitário elaborado pela firma Encibra, em julho/1987 e posteriormente em outubro/2001 pela Sondotécnica S.A., ambos com período de alcance até o ano de 2015. Esses estudos definiram a área de abrangência do projeto e subdividiram a mesma em 10 sub-bacias de esgotamento, sendo 3 na margem esquerda do rio Paraíba do Sul (sub-bacias I, II e III) e 7 na margem direita (sub-bacias CDHU, Pitéu, Margem Direita, Minhoca, Moinho I e II, e Bocaina). No período compreendido entre o início dos estudos e a presente data, a SABESP executou diversas unidades operacionais, além da complementação da rede coletora. Estas unidades são: Coletores troncos: - CT- Moinho I; - CT- Moinho II; - CT-Minhoca; e - CT-Palmital/Pitéu. Estações Elevatórias: - EE-2, exclusive emissário de recalque; - EE-3; e - EE-4. Desta forma, o presente estudo abrangerá apenas aquelas unidades restantes, necessárias à complementação do sistema e podem ser assim descritas: Coletores Troncos: − Coletor tronco CDHU: Será implantado no interior do conjunto residencial CDHU, ao longo da Av. Antônio Gomes Filho, veiculando os esgotos à elevatória EE-5. Terá 362 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetro de 200 mm; − Interceptor: A ser implantado na margem direita do rio Paraíba do Sul, seu traçado está definido pelas ruas Carlos Pinto, Silva Caldas, Pereira da Silva, José Gonçalves, travessa Rui Barbosa e rua Manoel Rodrigues Fortes, até elevatória EE-1, onde efetuará seu lançamento. Será responsável pela interceptação e transporte dos esgotos provenientes dos coletores troncos Moinho I e II e Minhoca, além dos efluentes das elevatórias EE-2 e EE-3. Terá 1.016 m de extensão e diâmetros de 400 e 500 mm. 118 PEC-2939 As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1 138,40 400 1.460,00 EE-5 9,16 100 89,50 EE-2* - 150 420,00 * Somente linha de recalque, pois a elevatória é existente. − Elevatória EE-1: É a unidade de recalque final Sistema e será responsável pelo recalque da totalidade das contribuições esperadas para a unidade de tratamento; − Elevatória EE-5: Ficará situada na margem esquerda do córrego Pitéu, próximo ao cruzamento das avenidas Antônio Gomes Filho e Cachoeira Paulista. Será responsável pelo recalque das vazões do conjunto CDHU para a cabeceira do coletor Palmital/Pitéu, transpondo o leito do córrego Pitéu; − Elevatória EE-2: Situada próximo ao cruzamento das ruas Margarida Porto com Benjamin já foi construída pela SABESP, restando para a complementação desta unidade, a execução do emissário de recalque, que permitirá a transposição dos esgotos da margem esquerda para a direita do rio Paraíba do Sul, integrando, desta forma todo o sistema. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. Está prevista ainda nesta fase a execução da estação de tratamento, tendo em vista que, atualmente os esgotos coletados são lançados “in natura” no rio Paraíba do Sul e em seus tributários que cortam a cidade. Estação de Tratamento O local selecionado para a implantação da ETE é de fácil acesso e situa-se próximo à margem direita do rio Paraíba do Sul, cerca de 1.500 m à montante do limite do perímetro urbano de Cachoeira Paulista e as habitações mais próximas do local são do conjunto CDHU, distantes cerca de 500 m. A configuração topográfica é excelente para a implantação de sistemas de tratamento que exijam grande movimento de terra, pois se apresenta plana, com algumas elevações no lado oposto à margem do rio, o que permite melhor compensação entre cortes e aterros. A vegetação predominante é a grama, com poucas árvores, o que beneficia em muito os trabalhos iniciais. O terreno é seco, não apresentando áreas alagadas. Quanto à eventual produção de maus odores, a situação é favorável, pois os ventos predominantes tendem ao afastamento para fora do perímetro urbano. Além disso, o conjunto CDHU é protegido por pequena sobrelevação que supera a área da ETE e se constitui, de certa forma, em obstáculo natural. 119 PEC-2939 O estudo de alternativas de tratamento estudadas abordou aspectos técnicos e econômicos relativos a implantação por etapas e concluiu pela adoção de duas lagoas facultativas primárias idênticas, cada uma com as seguintes características: - Dimensões no fundo - 129,80 m x 262,80 m – profundidade = 2,00 m - Dimensões no nível d’água máximo - 137,80 x 270,,80 m – profundidade = 2,50 m - Dimensões no coroamento – 139,80 x 272,80 m - Volume útil – 71.406 m3. À montante das lagoas está prevista a construção de uma unidade de tratamento preliminar (calha Parshal e gradeamento médio) destinada à medição de vazão e retenção de sólidos grosseiros. Para a manutenção dos atuais índices de atendimento, deverão ser implantados, ao longo do período de alcance do projeto, 8.500 m de rede coletora, associadas a 1.200 ligações domiciliares. Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-CP-EC-ESG-01-R0. 1.3.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O Estudo de Concepção para a Ampliação e/ou Melhorias do Sistema de Abastecimento de Água da cidade de Cachoeira Paulista não foi apresentado por não terem sido enviados, pela Sabesp, até o encerramento deste relatório, os elementos hidráulicos do sistema existente, apesar de terem sido feitos, por parte desta equipe, todas as solicitações necessárias. Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho. 120 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cachoeira Paulista - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - - - 200 362 - - 362 250 - - - - 300 - - - - 400 200 - - 200 500 816 - - 816 600 - - - - 700 - - - - 800 - - - 900 - - 1.000 - 1.200 Sub-total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - Total - - - - - - - - - - 30.000,00 - - 30.000,00 140.352,00 - - 140.352,00 - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 1.378 - - 1.378 - - 25.702,00 196.054,00 25.702,00 - 196.054,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 279.718,00 Total EE-1 138,40 - - 138,40 - - EE-2 - - - - - - - - EE-3 - - - - - - - - EE-4 - - - - - - - EE-5 9,16 - - 9,16 - - EE-6 - - - - - - Sub-total - - - - - - 71.961,00 351.679,00 279.718,00 71.961,00 351.679,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-1 / 400 1.460 - - 1.460 779.640,00 - - 779.640,00 ER-2 / 150 420 - - 420 70.980,00 - - 70.980,00 ER-3 / - - - - - - - - ER-4 / - - - - - - - - 90 - - 90 - - - - - - - - 1.970 - - 1.970 - - ER-5 / 100 ER-6 / Sub-total 9.900,00 860.520,00 9.900,00 860.520,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 7.700 - - 7.700 477.400,00 - - 477.400,00 200 800 - - 800 56.800,00 - - 56.800,00 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total 8.500 - - 8.500 - - 534.200,00 534.200,00 CustoEsg-SP.xls-Cachoeira Paulista Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cachoeira Paulista - SP Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 100 1.200 - - 1.200 150 - - - - Sub-total 1.200 - - 1.200 Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 260.400,00 260.400,00 - - - - - - Total 260.400,00 260.400,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Primário 89,14 - - 89,14 2.096.781,00 - - 2.096.781,00 ETE 1 Lagoa 89,14 - - 89,14 1.256.808,00 - - 1.256.808,00 ETE 1/ANA Padrão "A" 89,14 - - 89,14 361.489,00 - - 361.489,00 ETE 1/ANA Padrão "E" 89,14 - - 89,14 1.566.454,00 - - 1.566.454,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE 1 - tratamento tipo) Primário 4.299.634,00 - - 4.299.634,00 Total (ETE 1 - tratamento tipo) Lagoa 3.459.661,00 - - 3.459.661,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" 2.564.342,00 - - 2.564.342,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "E" 3.769.307,00 - - 3.769.307,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 178,41 178,41 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 143,56 143,56 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 106,41 106,41 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" ANA R$/hab. 156,41 156,41 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente, para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização. CustoEsg-SP.xls-Cachoeira Paulista PEC-2939 1.4 CRUZEIRO - SP 1.4.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário O sistema de esgotamento sanitário da cidade de Cruzeiro atende atualmente a 95% da população com rede coletora do tipo “separador absoluto”, recebendo clandestinamente algumas ligações de águas pluviais. O sistema não dispõe de coletores troncos ou emissários, sendo os esgotos coletados, lançados “in natura” diretamente no rio Paraíba do Sul ou em seus tributários. O presente trabalho apresenta uma concepção para o esgotamento sanitário da cidade, na qual foi definida uma área de abrangência de projeto com 2.191,80 ha, sendo esta subdividida em oito bacias de esgotamento, das quais seis estão situadas na margem esquerda e duas na margem direita do rio Paraíba do Sul. Em função das características topográficas e de ocupação, o sistema foi dividido em dois sub-sistemas com tratamentos distintos, cada um com as seguintes características: − Sub-sistema 1 ou Principal: Atenderá às bacias 1, 2, 3, 7 e 8, sendo que, as três primeiras estão situadas na margem esquerda e apresentam maiores densidades populacionais e as outras duas, situadas na margem oposta, apresentam-se mais rarefeitas em termos populacionais. Este Sub-sistema terá como destino final, a ETE 1 a ser implantada em terreno situado junto à margem direita do rio Paraíba do Sul, distando 1.500 m do bairro denominado Vila Clara; − Sub-sistema 2 ou Secundário: Totalmente situado na margem esquerda do rio Paraíba do Sul, abrange as bacias 4, 5 e 6, tendo como destino final a ETE 2, de pequeno porte, situada entre a margem esquerda do referido rio e a linha da RFFSA, à jusante do bairro denominado Vila Maria. As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas: População (hab.) Vazões (l/s) Bacia Área ( ha ) Total Beneficiada Sanitária Infiltração Total 1 188,3 11.360 10.224 19,88 3,98 23,86 2 385,9 27.389 24.650 47,93 9,58 57,51 3 512,2 18.177 16.359 31,81 6,36 38,17 4 483,0 6.856 6.170 12,00 2,40 14,40 5 62,2 3.532 3.179 6,18 1,24 7,42 6 150,2 4.264 3.838 7,46 1,49 8,95 7 210,9 4.491 4.042 7,86 1,57 9,43 8 199,1 707 636 1,24 0,25 1,49 TOTAIS 2.191,8 76.776 69.098 134,36 26,87 161,23 121 PEC-2939 Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas etapas; a primeira, englobando parte da zona mais densamente ocupada das bacias 1 e a totalidade das bacias 2, e 7. Ficando as demais bacias para serem atendidas em etapas futuras. O traçado dos coletores troncos foi feito de modo a garantir a interceptação dos lançamentos das redes coletoras e proporcionar a veiculação destas vazões às unidades de tratamento. São os seguintes os coletores troncos previstos: − CT1: Terá início na Av. Silva Rotary, próximo ao cemitério, prolongar-se-á posteriormente pela Av. Jorge Tibiriçá, dobra à esquerda na rua Dr. Odilon Barcelos até encontrar a rua Engenheiro Antônio Penido por onde se desenvolverá até a rua Cap. Otávio Ramos e por esta até a margem do rio Paraíba do Sul, local da EE-4. Terá 2.600 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetros variando de 400 a 700 mm. Este coletor será responsável pela veiculação dos esgotos das bacias 1 e 2, receberá em seu trecho final as contribuições dos coletores CT2 e CT3, totalizará uma vazão máxima, prevista para o final do plano, de 199,24 l/s; − CT2: Será responsável pelo transporte das contribuições correspondentes à parte de montante da bacia 2 e desenvolver-se-á integralmente pela rua Major Novaes. Terá 800 m de extensão e diâmetros de 300 e 400 mm; − CT3: O coletor CT3 será o maior dos coletores previstos para o sistema, com 3.900 m de extensão, iniciando-se com 200 mm de diâmetro e terminando com 500 mm. Terá início no cruzamento da Av. Florindo Antico com a rua Paulo Machado, prolongar-se-á pela rua Antônio Sena, dobrando à esquerda, cruzando a estrada de ferro até a margem direita do córrego do Pontilhão, por onde se desenvolverá até a rua Bertolino Cipriano Pinto e após esta, pelas ruas 13 de maio, Hélio M., Dr. Roberto Guarani, Gil M. Rodrigues, Pref. Carlos de Souza, Av. Pref. Francisco P., rua Voluntários Paulistas e finalmente pela rua Engenheiro Antônio Penido, até encontrara o coletor CT1, onde efetuará seu lançamento. Será responsável pelo transporte da totalidade dos esgotos da bacia 3, recebendo em seu primeiro PV o recalque da elevatória EE-3 e seu trecho final veiculará uma vazão máxima, prevista para final de plano, de 63,62 l/s; − CT4: O coletor CT4 percorrerá os bairros Morro Alto do Itagaçaba e Vila Julia, situados na bacia 7, margem direita do rio Paraíba do Sul. Terá seu traçado definido ao longo dos logradouros: Av. Luiz Bitencourt, rua João Ferraz, rua Cap. Firmo e Av. Ver. Aurélio Garcez Novaes, terminando na EE-5, situada no cruzamento desta com a rua Marília Inácia. Terá 1.100 m de extensão, diâmetros de 200 e 250 mm e capacidade para transportar a vazão de 15,72 l/s, correspondente ao total da bacia 7; − CT5: Trata-se do coletor final do Sub-sistema 1 ou Principal. Desenvolver-se-á totalmente ao longo da margem direita do rio Paraíba do Sul, tendo início próximo à EE-5, no bairro Vila Clara e término na ETE 1. Será o coletor responsável pelo encaminhamento da totalidade das vazões previstas para este sub-sistema, recebendo em seu trecho inicial os recalques das elevatórias EE-4 e EE-5, estando dimensionado para, no futuro receber as contribuições da bacia 8. Com 2.100 m de extensão, terá diâmetro de 700 mm em toda a sua extensão e veiculará a vazão máxima, prevista para o final de plano, de 217,44 l/s; 122 PEC-2939 − CT6: Será o maior dos coletores previstos para o Sub-sistema 2 ou Secundário, terá 2.700 m de extensão e diâmetros variando entre 150 e 300 mm. Seu traçado foi definido com início no final da rua Germano Marcondes, prolongando-se pela margem direita do ribeirão dos Lopes até alcançar a rua Terezinha Ribeiro Moreira e posteriormente pela Avenidas Dr. Teodoro Quartim Barbosa e Minas Gerais, até encontrar a elevatória EE-7, situada na Av. Gov. Jânio Quadros. Será responsável pelo esgotamento de parte das contribuições previstas para a bacia 4, sendo que o seu trecho final receberá o coletor CT7, completando o esgotamento da referida bacia que será de 24,0 l/s; − CT7: Terá início na rua João P. Bueno, desenvolvendo-se ao longo da margem esquerda do ribeirão da Água Limpa e posteriormente pela Av. Reinaldo Elisei, até efetuar o lançamento das contribuições no coletor CT6. Possuirá 1.000 m de extensão e terá 200 mm de diâmetro ao longo de todo o seu traçado; − CT8: Será o coletor final do Sub-sistema 2, receberá as contribuições da bacia 4, através da EE-7, em seu trecho inicial e das bacias 5 e 6 ao longo de seu percurso. Desenvolver-se-á pelas ruas Benedito Costa, Avelino Jr., João Rodrigues, Herotilde Carvalho, Antônia Lobo, Antônia Simões, José Rafael Lima e finalmente pela rua José Vital da silva, até a ETE 2. Terá 2.250 m de extensão e será constituído por tubos com diâmetros de 300 e 400 mm que terão capacidade de veicular a vazão máxima prevista de 51,28 l/s. No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário de Cruzeiro: DIÃMETRO (mm) EXTENSÃO (m) 150 900 200 4.350 250 1.350 300 2.430 400 2.950 500 1.750 600 260 700 2.450 As tubulações terão diâmetros de 150 a 700 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive, serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e são assim descritos: A previsão de implantação de estações elevatórias foi feita de modo a transpor bacias de esgotamento, para recuperação de cota dos coletores e para propiciar a travessia dos cursos d’água de porte mais significativo. As estações elevatórias previstas são em número de oito, sendo 6 no Sub-sistema 1 ou Principal (EE-1 a EE-6) e duas no Sub-sistema 2 ou Secundário (EE-7 e EE-8). 123 PEC-2939 A seguir serão apresentadas as características básicas dessas unidades operacionais, bem como, de suas linhas de recalque: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1 13,25 150 500 EE-2* 19,68/39,77 200 600 EE-3 9,54 100 700 EE-4* 115,74/199,24 400 400 EE-5 15,72 150 100 EE-6* 131,46/217,44 400 30 EE-7 24,00 200 300 EE-8 51,28 250 30 * Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente. As elevatórias EE-1 e EE-2 pertencem ao Sub-sistema 1 ou Principal e serão implantadas na bacia 1, em terrenos situados na rodovia SP-52, respectivamente à montante e à jusante da referida bacia, tendo como funções recalcarem os esgotos de depressões para pontos mais altos, sendo que a EE-2 lançará os efluentes na cabeceira do coletor CT1. A elevatória EE-3, pertencente ao Sub-sistema 1, será implantada na bacia 3, em terreno situado próximo ao cruzamento da Av. Florindo Antico com o córrego do Pontilhão. Será responsável pelo recalque dos esgotos produzidos na Vila Pontilhão, lançando-os no PV de montante do coletor CT3. A elevatória EE-4 é a unidade de recalque final da parte do Sub-sistema 1 situada na margem esquerda do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo recalque das vazões provenientes das bacias 1, 2 e 3, para o CT5, utilizando para tal, um emissário de recalque que fará a transposição do rio Paraíba do Sul da margem esquerda para a margem direita, através da ponte existente em continuação à rua Prof. José S. Ramos do Amaral. A elevatória EE-5 será a unidade de recalque final da parte do Sub-sistema 1 situada na margem direita do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo recalque das vazões provenientes da bacia 7, lançando-as no PV de montante do coletor CT5 . Será construída em terreno situado entre a Av. Ver. Aurélio Gomes Novaes e a margem direita do rio Paraíba do Sul. A elevatória EE-6 será a unidade de recalque final do Sub-sistema 1 ou Principal e ficará situada junto à ETE 1, tendo como função recalcar os esgotos provenientes das bacias 1, 2, 3, 7 e 8 para a caixa de chegada da referida estação de tratamento. A elevatória EE-7 pertencente ao Sub-sistema 2 ou Secundário, será implantada na bacia 4 e será responsável pelo recalque das vazões da referida bacia, veiculadas pelos coletores CT6 e CT7, para a cabeceira do coletor CT8. Ficará situada em área entre a estrada de ferro da RFFSA e a Av. Dr. João Batista, na margem esquerda do rio Paraíba do Sul. 124 PEC-2939 A elevatória EE-8 é a unidade de recalque final do Sub-sistema 2 ou Secundário e ficará situada junto à ETE 2, tendo como função recalcar os esgotos provenientes das bacias 4, 5 e 6 para a caixa de chegada da referida estação de tratamento. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. Foram previstas duas estações de tratamento de esgotos: A primeira (ETE 1), do Subsistema 1 ou Principal, ficará situada na margem direita do rio Paraíba do Sul, na bacia 8, distante 1.500 m do bairro denominado Vila Clara e terá capacidade para tratar as vazões médias de 78,87 e 130,46 l/s, respectivamente para 1ª e 2ª etapas, previstas para o final do plano. A segunda estação (ETE 2), de menor porte, será construída na margem esquerda do referido rio, na bacia 6, em terreno situado próximo a estrada de ferro da RFFSA, à jusante do bairro Vila Maria. Terá capacidade para tratar 30,67 l/s de vazão média. A cidade de Cruzeiro dispõe de um sistema de coleta de esgotos do tipo separador absoluto atendendo a cerca de 95% da população urbana, com 250.000 m de rede coletora, sendo necessário a implantação de aproximadamente 9.400 m de rede ao longo do período de projeto, com uma previsão de mais 1.345 ligações prediais, além das existentes. Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-CZ-EC-ESG-01-R0. 1.4.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Cruzeiro produz, atualmente 360 l/s em 3 subsistemas dotados de estações de tratamento, dispondo ainda de 17 l/s, provenientes do subsistema 2, utilizado apenas em emergências. Portanto, a vazão disponível atende perfeitamente às demandas da cidade até o ano 2020, data definida como horizonte de projeto. As obras propostas resumem-se às necessárias ao atendimento ao crescimento vegetativo da população e são assim descritas: Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 22.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Implantação de 1.050 hidrômetros em todas as ligações atualmente não hidrometradas; − Acréscimo de 1.700 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 125 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cruzeiro - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - Total 150 - - 900 900 - 200 - 650 3.700 4.350 - 250 - 450 900 1.350 - 36.900,00 73.800,00 110.700,00 300 - 480 1.950 2.430 - 47.040,00 191.100,00 238.140,00 400 - 1.420 1.530 2.950 - 213.000,00 229.500,00 442.500,00 500 - 890 870 1.760 - 153.080,00 149.640,00 302.720,00 600 - 260 - 260 - 50.700,00 - 50.700,00 700 - 2.450 - 2.450 - 553.700,00 - 553.700,00 800 - - - - - - - - 900 - - - - - - - - Sub-total - 6.600 9.850 16.450 - 46.150,00 1.100.570,00 55.800,00 55.800,00 262.700,00 308.850,00 962.540,00 2.063.110,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa EE-1 - - 13,25 13,25 - EE-2 - 19,88 39,77 39,77 - - EE-3 - - 9,54 9,54 - EE-4 - 115,74 199,24 199,24 - EE-5 - 15,72 - 15,72 - 94.271,00 EE-6 - 131,46 217,44 217,44 - 313.952,00 EE-7 - - 24,00 24,00 - EE-8 - - 51,28 51,28 - Sub-total - - - - - 129.297,00 298.100,00 Total 86.548,00 86.548,00 20.647,00 149.944,00 73.439,00 73.439,00 37.515,00 335.615,00 - 94.271,00 36.657,00 350.609,00 - 116.482,00 116.482,00 - 170.265,00 170.265,00 541.553,00 1.377.173,00 835.620,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa ER-1 / 150 - - ER-2 / 200 - ER-3 / 100 - ER-4 / 400 Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - 84.500,00 Total 500 500 - 600 - 600 - - 700 700 - - 400 - 400 - 213.600,00 - 213.600,00 ER-5 / 150 - 100 - 100 - 16.900,00 - 16.900,00 ER-6 / 400 - 30 - 30 - 16.020,00 - ER-7 / 200 - - 300 300 - - 69.300,00 69.300,00 ER-8 / 250 - - 30 30 - - 8.880,00 8.880,00 Sub-total - 1.130 1.530 2.660 - 239.680,00 624.800,00 138.600,00 - 77.000,00 385.120,00 84.500,00 138.600,00 77.000,00 16.020,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - 3.700 3.850 7.550 - 229.400,00 238.700,00 468.100,00 200 - 900 950 1.850 - 63.900,00 67.450,00 131.350,00 250 - - - - - Sub-total - 4.600 4.800 9.400 - - - 293.300,00 306.150,00 CustoEsg-SP.xls-Cruzeiro 599.450,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Cruzeiro - SP Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 100 - 655 690 1.345 - 150 - - - - - Sub-total - 655 690 1.345 - 142.135,00 - Total 149.730,00 291.865,00 - 142.135,00 - 149.730,00 291.865,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Primário - 78,87 130,46 130,46 - 1.859.754,00 1.185.683,00 3.045.437,00 ETE 1 Secundário - 78,87 130,46 130,46 - 4.067.462,00 2.593.205,00 6.660.667,00 ETE 2 Terciário - 78,87 130,46 130,46 - 4.442.877,00 2.791.824,00 7.234.701,00 ETE 2 Primário - - 30,67 30,67 - - 736.989,00 736.989,00 ETE 2 Secundário - - 30,67 30,67 - - 1.611.867,00 1.611.867,00 ETE 2 Terciário - - 30,67 30,67 - - 1.781.061,00 1.781.061,00 ETE 1/ANA Padrão "A" - 78,87 130,46 130,46 - 507.060,00 52.056,00 559.116,00 ETE 1/ANA Padrão "F" - 78,87 130,46 130,46 - 2.704.320,00 1.489.050,00 4.193.370,00 ETE 1/ANA Padrão "G" - 78,87 130,46 130,46 - 2.873.340,00 1.599.588,00 4.472.928,00 ETE 2/ANA Padrão "A" - - 30,67 30,67 - - 263.736,00 263.736,00 ETE 2/ANA Padrão "F" - - 30,67 30,67 - - 1.186.812,00 1.186.812,00 ETE 2/ANA Padrão "G" - - 30,67 30,67 - - 1.252.746,00 1.252.746,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE's tratamento tipo) Primário - 4.616.499,00 4.122.325,00 8.738.824,00 Total (ETE's tratamento tipo) Secundário - 6.824.207,00 6.404.725,00 13.228.932,00 Total (ETE's tratamento tipo) Terciário - 7.199.622,00 6.772.538,00 13.972.160,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - 3.263.805,00 2.515.445,00 5.779.250,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "F" - 5.461.065,00 4.875.515,00 10.336.580,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "G" - 5.630.085,00 5.051.987,00 10.682.072,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 136,57 126,47 Custo per capita - tratamento Tipo Secundário R$/hab. 201,88 191,45 Custo per capita - tratamento Tipo Terciário R$/hab. 212,98 202,21 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 96,55 83,64 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "F" ANA R$/hab. 161,55 149,59 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "G" ANA R$/hab. 166,55 154,59 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente, para os níveis de tratamento primário e secundário. CustoEsg-SP.xls-Cruzeiro Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Cruzeiro - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 1.1 - - - - - - 1.2 - - - - - - 1.3 - - - - - - 1.4 - - - - - - 1.5 - - - - - - 1.6 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 2.1 - - - - - - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Estação de Tratamento de Água Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 3.1 - - - - - - 3.2 - - - - - - 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Elevatória de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 4.1 - - - - - - 4.2 - - - - - - 4.3 - - - - - - 4.4 - - - - - - 4.5 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 5.1 - - - - - - 5.2 - - - - - - 5.3 - - - - - - 5.4 - - - - - - - - - - - Sub-total CustoH2O-SP.xls-Cruzeiro Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Cruzeiro - SP Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 - - - - - - 6.2 - - - - - - 6.3 - - - - - - 6.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 7.1 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm - - 7.2 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm 700 - 118.300,00 7.3 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 1.400 770 50.400,00 7.4 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 2.800 1.540 64.400,00 35.420,00 99.820,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 9.400 5.390 122.200,00 70.070,00 192.270,00 - - 14.300 7.700 7.6 - Sub-total - 27.720,00 - - 355.300,00 133.210,00 118.300,00 78.120,00 488.510,00 Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 840 - 30.240,00 - 30.240,00 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" 210 - 9.030,00 - 9.030,00 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - 1.050 - Sub-total 39.270,00 - 39.270,00 Ligações Prediais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 880 480 101.200,00 55.200,00 156.400,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 220 120 33.000,00 18.000,00 51.000,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 1.100 600 Sub-total 134.200,00 73.200,00 207.400,00 528.770,00 206.410,00 735.180,00 Custos Totais do Sistema Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 7,44 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Cruzeiro 10,08 PEC-2939 1.5 GUARATINGUETÁ - SP 1.5.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de Guaratinguetá dispõe de sistema de esgotamento sanitário que atende a cerca de 85% da população urbana com 273.432 m de rede coletora e 9,2% com tratamento, efetuado através de uma ETE, do tipo “aeração prolongada”, correspondente ao sub-sistema Vila Bela, com 10.000 habitantes, à leste da cidade. Encontra-se atualmente em construção a ETE denominada Campo do Galvão, localizada na margem direita do rio Paraíba do Sul, próximo ao bairro Residencial Explanada. Esta estação de tratamento terá as mesmas características da ETE Vila Bela existente. Atenderá ao sub-sistema Campo do Galvão, ao sul da cidade. O Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Guaratinguetá - SAAEG, responsável pela manutenção e operação do referido sistema, dispõe de Projeto Básico de Ampliação e Melhoria do Sistema de Esgotamento Sanitário, elaborado pela empresa de consultoria COPLAENGE – Projetos de Engenharia Ltda, no ano de 1999, com alcance previsto para o ano de 2020, sendo a primeira etapa dimensionada para o atendimento até 2010. Este projeto identificou 5 sub-sistemas que receberam as seguintes denominações: 1. Sub-sistema Pedregulho: atende a parte leste da cidade localizada na margem esquerda do rio Paraíba do Sul; 2. Sub-sistema Jardim do Vale: atende a parte oeste da cidade localizada na margem esquerda do rio Paraíba; 3. Sub-sistema Campo Galvão: atende a parte oeste da cidade localizada na margem direita do rio Paraíba; 4. Sub-sistema Primavera: atende a parte central da cidade localizada na margem direita rio Paraíba; 5. Sub-sistema Vila Bela: consiste em um sub-sistema existente que atende área da parte leste da cidade, localizada na margem direita do rio Paraíba. Os locais para as implantações das novas ETE’s foram definidos pelo SAAEG, sendo que as duas ETE’s, Vila Bela e Campo do Galvão, serão mantidas na concepção do sistema proposto. Os sub-sistemas concebidos apresentam as seguintes características: SUB-SISTEMA PEDREGULHO Atende a parte oeste da cidade localizada na margem esquerda do rio Paraíba, englobada pela bacia do ribeirão Guaratinguetá, abrangendo os seguintes bairros: Pedregulho, Bela Vista, Vila Galvão, São Dimas, Jd. Aeroporto, Vila Molica, Matadouro, Parque das Árvores, Parque Sta. Clara, Jardim Sta. Lúcia, Parque das Garças e Pingo de Ouro. 126 PEC-2939 As populações a serem atendidas pelo sub-sistema Pedregulho, são: . 1ª etapa (2010): 43.200 hab.; . 2ª etapa (2020): 51.500 hab. As redes coletoras existentes lançam os esgotos brutos nos cursos de água que cortam a área. Coletores troncos, previstos nos fundos de vale, receberão estes lançamentos e conduzirão os esgotos até a estação de tratamento (ETE). As unidades componentes deste sub-sistema, e suas características básicas são: Rede Coletora: As áreas mais adensadas contam com redes coletoras de esgotos, e para as demais áreas urbanizadas hoje com baixas densidades populacionais, prevê-se em principio a implantação desta melhoria na 2ª etapa de obras. Assim, em 1ª etapa serão implantados pequenos trechos de redes para se efetuar as interligações entre os pontos de lançamentos existentes e os coletores troncos a serem construídos. Estações Elevatórias de Rede: No sub-sistema Pedregulho estão previstas oito estações elevatórias de rede. Estas elevatórias são as seguintes. Estação Elevatória Pedregulho 1 - EE.PE.1 ( existente ) Corresponde a elevatória existente no Jd. Rony, que recebe os esgotos de parte da área e recalca para a própria rede. Suas características básicas, são: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2 . altura manométrica. 10 mca . potência : 5 HP Estação Elevatória Pedregulho 2 - EE.PE.2 Localizada junto ao ponto baixo do trecho intermediário da Av. São Dimas, receberá esgotos da rede coletora, recalcando-os até o ponto alto da avenida, nas proximidades da rua José Cesário Ribeiro, lançando-os na rede existente. Será implantada em 1ª etapa, e suas características, serão: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2; . vazão: 2,0 l/s; 127 PEC-2939 . altura manométrica: 10,0 mca; . potência: 0,75 HP; . Linha de recalque: F.F; ø 100 mm; L=600 m. Estação Elevatória Pedregulho 3 - EE.PE.3 ( existente ) Estação elevatória existente no loteamento S. Manoel (EE Final), recebe os esgotos de parte da rede deste bairro e recalca para o lançamento no curso de água. Suas características são: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2; . altura manométrica: 10 mca . potência: 10 HP Estação Elevatória Pedregulho 4 - EE.PE.4 ( existente ) Esta elevatória também no loteamento São Manoel, recebe parte da rede e recalca os esgotos para a própria rede, suas características são: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2; . altura manométrica: 10 mca . potência: 5 HP Estação Elevatória Pedregulho 5 - EE.PE.5 ( existente ) Esta elevatória também no loteamento São Manoel, recebe parte da rede e recalca os esgotos, para a própria rede. Suas características são: . tipo : enterrada . conjuntos moto bombas : submersíveis . número de conjuntos : 2 . altura manométrica : 10 mca . potência : 5 HP Estação Elevatória Pedregulho 6 - EE.PE.6 Prevista no fundo de vale, a jusante do bairro Bom Jardim, e recalcará os esgotos até o ponto alto no próprio bairro, lançado-os na rede. A sua implantação esta prevista para a 2ª etapa de obras, e suas características serão: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; 128 PEC-2939 . número de conjuntos: 2; . vazão: 9,3 l/s; . altura manométrica: 40 mca; . potência: 10 HP; . Linha de recalque: F.F; ø 100 mm; L=1200 m. Estação Elevatória Pedregulho 7 - EE.PE.7 Prevista no fundo de vale, a jusante do bairro Pingo de Ouro e receberá os esgotos coletados neste bairro e áreas do entorno, e recalcará até o ponto alto, com lançamento na rede. Sua implantação esta prevista para a 2ª etapa, com as seguintes características básicas: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2; . vazão: 14,5 l/s; . altura manométrica: 50 mca; . potência: 20 HP; . Linha de recalque: F.F; ø 150 mm; L=650 m. Estação Elevatória Pedregulho 8 - EE.PE.8 Prevista no fundo de vale no bairro Bom Jardim, próxima a rua Darcilio Ferraz da Silva, receberá os esgotos de parte do bairro Bom Jardim, recalcando-os para o coletor. Sua implantação será em 2ª etapa, e suas características básicas: . tipo: enterrada; . conjunto moto bombas: submersíveis; . número de conjuntos: 2 . vazão: 34,0 l/s . altura manométrica: 45 mca . potência: 25 HP . Linha de recalque: F.F; ø 200 mm; L=630 m. Coletores Troncos: Os coletores previstos correspondem basicamente a coletores de fundo de vale, e são os seguintes: 129 PEC-2939 Coletor Tronco Pedregulho 1 - CT.PE.1 Tem início junto ao lançamento existente da rede do Jardim Santa Luiza no rio Paraíba, seguindo próximo ao rio até a ETE. Características básicas são: . implantação: 1ª etapa; . material: MBV - manilha barro vidrada; . diâmetro: 250 mm; . extensão: 2950 m; . vazão: 18,3 l/s; . travessias de curso de água: 01 Coletor Tronco Pedregulho 2 - CT.PE.2 Com início nas proximidades do residencial COOPERI, segue por fundo de vale até a ETE, com uma extensão total de 3.950 m. Suas características básicas são: . implantação: 1ª etapa; . diâmetros, extensões e vazões: . Trecho 1: ø 250 mm, L=500 m, Q = 16,5 l/s; . Trecho 2: ø 300 mm, L=1.250 m, Q = 27,8 l/s; . Trecho 3: ø 300 mm, L=1.050 m, Q = 31,7 l/s; . Trecho 4: ø 300 mm, L=350 m, Q = 37,4 l/s; . Trecho 5: ø 500 mm, L=800 m, Q = 128,8 l/s; . materiais: ø < 300 mm, MBV (manilha de barro vidrado) e ø = 500 mm - concreto armado. . travessia de curso de água: 2 Coletor Tronco Pedregulho 2.1 - CT.PE.2.1 Recebe os esgotos de parte do Bairro São Dimas e lança no CT.PE.2, e suas características são: . implantação: 1ª etapa; . material: MBV (manilha de barro vidrado); . diâmetro: 250 mm . extensão: 200 m; . vazão: 11,3 l/s. Coletor Tronco Pedregulho 2.2 - CT.PE.2.2 Recebe os esgotos da rede das V. Molica e Indiana, lançando-os no CT.PE.2, suas características básicas são: 130 PEC-2939 . implantação: 1ª etapa; . material: MBV (manilha de barro vidrado); . diâmetro: 150 mm . extensão: 750 m; . vazão: 3,0 l/s. Coletor Tronco Pedregulho 3 - CT.PE.3 Recebe os esgotos da rede do Bairro Pedregulho, encaminhando-os para a ETE, e suas características são : . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetro : 250 mm . extensão : 450 m . vazão : 18,0 l/s . travessia de curso de água : 1 Coletores Troncos Pedregulho 4 e 5 - CT-PE.4 e CT-PE.5 Esses coletores troncos, atendem os bairros das Garças, Bom Jardim, Pingo de Ouro e áreas adjacentes, e serão implantados na 2ª etapa do plano. O lançamento dos esgotos será em um coletor ø 400 mm existente. A vazão a ser lançada será de 77,8 l/s. O CT.PE.4, terá uma extensão total de 4.160 m e diâmetros de 250, 300 e 400 mm, e o CT.PE.5 terá uma extensão 1.750 m e diâmetros de 200 e 250 mm. Tratamento: O tratamento de esgotos do sub-sistema Pedregulho será feito na ETE - Pedregulho, a ser implantada em 1ª etapa, junto foz do ribeirão Guaratinguetá. O efluente da ETE será lançado no rio Paraíba. A ETE será do tipo de tratamento biológico através de reator anaeróbio com manta de lodo e tratamento complementar por meio de filtro biológico e desinfecção final dos efluentes. As vazões de projeto afluentes, são: 1ª etapa (2010) : 75 l/s 2ª etapa (2020) : 135 l/s Em 1ª etapa, serão implantadas unidades para atender a vazão de 2010, devendo ocorrer ampliação na 2ª etapa com a implantação de novas unidades de forma a atender a vazão prevista para 2020. 131 PEC-2939 SUB-SISTEMA JARDIM DO VALE Atenderá a porção leste da cidade situada na margem esquerda do rio Paraíba, onde destacam-se os seguintes bairros: Parque Alberto Byington, Nova Guará, Mirante, Portal das Colinas, Beira Rio, Jardim das Colinas e Jardim do Vale. Neste sub-sistema os esgotos coletados serão lançados em um coletor tronco previsto na margem esquerda do rio Paraíba o qual conduzirá até a ETE, a ser implantada a jusante da cidade. As redes coletoras existentes na área de abrangência deste sub-sistema, lançam os esgotos brutos coletados nos cursos de água. As populações a serem atendidas pelo sub-sistema Jardim do Vale, são: 1ª etapa (2010) : 25.200 hab. 2ª etapa (2020) : 26.500 hab. As unidades componentes do sub-sistema Jardim do Vale e suas características básicas, são: Rede Coletora: A parte de montante da área deste sub-sistema encontra-se ocupada e dotada de rede coletora, enquanto que parte de jusante esta urbanizada e em ocupação, não existindo rede de esgotos. As ampliações de rede neste sub-sistema deverão ocorrer na 2ª etapa do plano. Estação elevatória Jardim Do Vale 1 - EE.JV.1 Na margem esquerda do rio Paraíba, próximo ao bairro Nova Guará. o terreno apresenta uma acentuada elevação, dificultando a implantação do coletor tronco. Desse modo neste local prevê-se uma estação elevatória para vencer esta elevação, dividindo o coletor tronco previsto nesta margem, em duas partes. As características básicas da EE.JV.1, são: . implantação : 1ª etapa . tipo : enterrada . conjuntos moto bombas : submersíveis . número de conjuntos : 2 . vazão total : 25 l/s . altura manométrica : 15 mca . potência cada conjunto : 10 HP . linha de recalque : FºFº; ø 200 mm; L = 270 m Coletor Tronco Jd. do Vale 1 - CT.JV.1 Previsto na margem esquerda do rio Paraíba, receberá os lançamentos da rede do Parque A. Byington, Vila Paraíba e partes do Pedregulho e Nova Guará, encaminhando-os a EE.JV.1. 132 PEC-2939 As características básicas do CT.JV.1, são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetros, extensões e vazões . trecho 1 - ø 250 mm, L = 900 m, Q = 9,9 l/s . trecho 2 - ø 300 mm, L = 550 m, Q = 24,7 l/s Coletor Tronco Jd. do Vale 2 - CT.JV.2 Tem início, no ponto alto junto ao rio Paraíba, seguindo pela margem esquerda até a ETE a ser implantada. Recebe os esgotos recalcados pela EE.JV.1 e das redes dos bairros situados a jusante. As suas características básicas, são: . implantação : 1ª etapa . materiais : ø ≤ 450 mm - MBV (manilha de barro vidrado) e ø ≥ 500 mm concreto armado . diâmetro, extensões e vazões - Trecho 1 - ø 300 mm, L = 680 m, Q = 25,0 l/s; - Trecho 2 - ø 400 mm, L = 1300 m, Q = 51,7 l/s; - Trecho 3 - ø 450 mm, L = 700 m, Q = 63,0 l/s; - Trecho 4 - ø 500 mm, L = 1.280 m, Q = 82,9 l/s; - Trecho 5 - ø 600 mm, L = 600 m, Q = 98,0 l/s; - Trecho 6 - ø 600 mm, L = 650 m, Q = 118,0 l/s. Estação de Tratamento Jd. do Vale A estação de tratamento dos esgotos do sub-sistema Jd. do Vale, esta prevista com localização a jusante da cidade, e receberá os esgotos através do CT.JV.2. Neste caso a ETE também será do tipo tratamento biológico através de reator anaeróbico de manta de lodo e tratamento complementar por meio de filtro biológico. A vazão de projeto é de 75 l/s, atendendo as condições de final de plano (2020), com uma única etapa de implantação. SUB-SISTEMA VILA BELA Este sub-sistema é existente e atende a porção leste da cidade junto a rodovia Presidente Dutra, englobando os bairros Clube dos 500, Jardim Vista Alegre e Vila Bela. Este sub-sistema existente, constitui-se num sistema completo e conta com rede coletora, 3 estações elevatórias de rede e uma estação para tratamento dos esgotos coletados. 133 PEC-2939 A estação de tratamento existente, ETE - Vila Bela é do tipo aeração prolongada, com tratamento a nível secundário, e o seu efluente é lançado no córrego existente junto a ETE e a afluente da margem direita do rio Paraíba. A capacidade de tratamento desta ETE é de 25 l/s, que corresponde a uma população de 10.000 habitantes. Este sub-sistema vem sendo operado a contento, não sendo observados maiores problemas, e portanto não estão previstas, dentro deste plano, obras no sub-sistema Vila Bela. Em seqüência é apresentada uma ilustração, na qual é apresentado o esquema geral deste sub-sistema. SUB-SISTEMA CAMPO GALVÃO Atenderá a parte oeste da cidade, situada na margem direita do rio Paraíba a qual abrange os seguintes principais bairros: Jd. Tremembé, Jd. Padroeira, Ilha dos Ingás, V. Jacobelli, Campo do Galvão, e parte do Centro Histórico. Os esgotos coletados na Ilha dos Ingás e Chácara Selles são encaminhados para elevatórias existentes e recalcados para rede, condições essas mantidas neste estudo. O encaminhamento dos esgotos para o tratamento será feito por um tronco CT.CG.1, a ser implantado junto ao córrego. A estação de tratamento deste sub-sistema, está localizada as margens do rio Paraíba, junto ao Residencial Esplanada e encontra-se em construção. A população atendida por esse sub-sistema é de cerca de 10.000 hab. As características básicas das unidades sob sub-sistema Campo Galvão, são: Rede Coletora: A área abrangida pelo sub-sistema Campo Galvão, conta com rede coletora, cujos lançamentos dos esgotos brutos são feitos nos cursos de água. Assim, será necessária apenas a construção de pequenos trechos localizados de rede, para as interligações da rede existente ao coletor a ser implantado. Estação Elevatória Campo Galvão 1 - EE.CG.1 A EE.CG.1, está prevista junto a foz do ribeirão dos Motas e receberá os esgotos veiculados pelos coletores tronco CT.CG.1 e CT.CG.2, recalcado-os para o CT.CG.3. As suas características básicas, são: . implantação : 1ª etapa . tipo : enterrada . conjunto moto bombas: submersíveis . número de conjuntos : 2 . vazão : 20,5 l/s 134 PEC-2939 . altura manométrica : 7,0 mca . potência : 5 HP . linha de recalque : FºFº, ø 150 mm, L = 350 m. Estações Elevatórias Campo Galvão 2 e 3 - EE.CG.2 e EE.CG.3 ( existentes ) São estações elevatórias de rede existentes, sendo a EE.CG.2 localizada na Chácara Selles, e a EE.CG.3 na Ilha dos Ingás. Estas elevatórias serão mantidas como existentes. Coletor Tronco C. Galvão 1 - CT.CG.1 Previsto junto ao Ribeirão dos Motas, receberá os lançamentos da rede existente, encaminhando-os a EE.CG.1, e suas características básicas, são : . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetros, extensões: − trecho 1 : ø 150 mm, L = 550 m; − trecho 2 : ø 200 mm, L = 980 m; − trecho 3 : ø 250 mm. L = 450 m; − travessia curso de água : 2; − travessia rodovia : 1 (sob ponte); − travessia ferroviária : 1 (sob ponte). Coletor Tronco C. Galvão 2 - CT.CG.2 Previsto, junto a margem direita do rio Paraíba, receberá os lançamentos da rede de parte do Centro, encaminhando-os a EE.CG.1, e suas características básicas são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetro : 200 m . extensão : 640 m Coletor Tronco C. Galvão - CT.CG.3 Receberá os esgotos recalcados pela EE.CG.1, encaminhados a ETE Campo Galvão, e suas características básicas, são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetro : 300 mm . extensão : 300 mm . vazão : 21,0 l/s 135 PEC-2939 Estação de Tratamento Campo Galvão - ETE Em construção na margem direita do rio Paraíba, próxima ao residencial Esplanada, e é uma ETE, do tipo aeração prolongada, com tratamento a nível secundário, cujos efluentes serão lançados no rio Paraíba. A capacidade desta ETE é de cerca de 25 l/s, correspondente a uma população de 10.000 hab, e suas obras deverão estar concluídas até set/99. Dentro do presente plano, a ETE Campo Galvão será considerada como existente. SUB-SISTEMA PRIMAVERA O sub-sistema Primavera atenderá a parte da cidade situada na margem direita do rio Paraíba não atendida pelos sub-sistemas Campo Galvão e Vila Bela, e engloba os seguintes principais bairros: Pedreira, Centro, Sta Rita, Vila, São José, Vila Brasil, Engenheiro Neiva e Jardim Primavera. Os coletores troncos, junto aos cursos de água receberão os lançamentos da rede existente e conduzirão os efluentes para a estação de tratamento de esgotos; ETE Primavera, a ser implantada. As populações de projeto, a serem atendidas pelo sub-sistema Primavera, são: . 1ª etapa (2010) : 19.960 hab. . 2ª etapa (2020) : 21.370 hab. As unidades componentes deste sub-sistema, e suas características básicas são: Rede Coletora A área atendida pelo sub-sistema Primavera, conta com rede coletora, assim dentro do plano, esta prevista a construção de pequenos trechos de rede para interligação da rede existente aos coletores troncos a serem implantados. Estação Elevatória Primavera 1 - EE.PR.1 ( existente ) A EE. PR.1, é existente e recebe os esgotos da rede do Internacional Park, e recalca para o lançamento em curso de água. Será mantida como existente. Estação Elevatória Primavera 2 - EE.PR.2 Prevista no bairro Engenheiro Neiva, receberá os esgotos de parte deste bairro e recalcará para a EE. PE.3. As suas características básicas são : . implantação : 1ª etapa . tipo : enterrada . conjunto moto bombas : submersíveis . número de conjuntos : 2 . vazão : 12 l/s . altura manométrica : 7 mca 136 PEC-2939 . potência : 2 HP . linha de recalque : FºFº, ø 100 mm, L = 1000 m Estação Elevatória Primavera 3 - EE.PR.3 Prevista também no bairro Engenheiro Neiva, receberá os esgotos de parte da rede e os provenientes da EE.PE.2, recalcando-os para o coletor tronco CT.PR.4. As características básicas desta elevatória, são: . implantação : 1ª etapa . tipo : enterrada . tipo de conjuntos moto bombas : submersíveis . número de conjuntos moto bombas : 2 . vazão : 25,8 l/s . altura manométrica : 7 mca . potência : 5 HP . linha de recalque : FºFº , ø 150 mm, L = 450 m Coletor Tronco Primavera 1 - CT.PR.1 Terá início junto ao bairro Pedreira, seguindo junto ao córrego, pela margem direita do rio Paraíba até a ETE. Suas características básicas, são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetro, extensões e vazões − trecho 1 - ø 150 mm, L = 250 m, Q = 4,0 l/s; − trecho 2 - ø 200 mm, L = 550 m, Q = 9,0 l/s; − trecho 3 - ø 250 mm, L = 300 m, Q = 18,3 l/s; − trecho 4 - ø 300 mm, L = 950 m, Q = 22,0 l/s; − trecho 5 - ø 400 mm, L = 1450 m, Q = 26,6 l/s; − trecho 6 - ø 400 mm, L = 1 000 m, Q = 47,2 l/s; − travessia de curso de água : 2; − travessia de rodovia : 1; − travessia de ferrovia : 1. Coletor Tronco Primavera 2 - CT.PR.2 Tem início no bairro Shangrilá, seguindo pelo fundo de vale até o CT.PR.1. Suas características básicas, são: . implantação 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) 137 PEC-2939 . diâmetros, extensões e vazões − trecho 1 : ø 200 mm, L = 700 m, Q = 7,0 l/s; − trecho 2 : ø 250 mm, L = 600 m, Q = 14,9 l/s; − travessia de curso d’água : 1; − travessia ferrovia : 1. Coletor Tronco Primavera 3 - Ct.Pr.3 Terá início junto a Vila S. José, seguindo junto ao córrego até o CR.PR.2, suas características, são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetro : 200 mm . extensão : 500 m Coletor Tronco Primavera 4 - Ct.Pr.4 Terá início junto ao Internacional Park, seguindo pelo fundo de vale até a ETE. Suas características básicas são: . implantação : 1ª etapa . material : MBV (manilha de barro vidrado) . diâmetros, extensão e vazão − trecho 1 - ø 150 mm, L = 450 m; − trecho 2 - ø 300 mm, L = 1450 m, Q = 26,7 l/s; − travessia de curso de água : 2; − travessia de rodovia : 1; − travessia de ferrovia : 1. Estação de Tratamento Primavera - ETE Primavera A ser implantada, na margem direita do rio Paraíba, a jusante do Jd. Primavera, será também uma ETE com tratamento secundário, tipo tratamento biológico através de reator anaeróbico de manta de lodo, e tratamento complementar por meio de filtro biológico. A vazão de projeto é de 45 l/s atendendo as condições de final de plano (2020), sendo portanto construída em uma única etapa de implantação. A Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentada no desenho nº PS-GU-EC-ESG-01-R0. 1.5.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Guaratinguetá produz, atualmente, a vazão média de 340 l/s de água tratada, podendo elevar esta produção até 440 l/s 138 PEC-2939 para atender a situações de pico. A demanda prevista para o final de plano é de 434 l/s, o que exige que sejam executadas diversas obras para que o sistema trabalhe sempre em ótimas condições operativas. Estão previstas pelo Serviço Autônomo de Águas de Esgotos de Guaratinguetá SAAEG, algumas obras para implantação em primeira etapa, ficando para uma segunda etapa a ampliação do sistema de adução de água bruta e da ETA principal. Estas obras estão descritas a seguir: 1ª Etapa: − Implantação da adutora São Francisco (7ZM-R8A), em ferro fundido, com 300 mm de diâmetro e 1.630 m de extensão; − Construção da elevatória EE14, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 70,28 l/s e motor elétrico de 35 cv; − Implantação da adutora Novo São Francisco (R7A-R14), em ferro fundido, com 300 mm de diâmetro e 2.170 m de extensão; − Construção de reservatório apoiado (R14), em concreto armado, com 2.000 m3 de capacidade; − Construção da elevatória EE8A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 16,11 l/s e motor elétrico de 35 cv; − Implantação da linha de recalque (R14-R8A), em ferro fundido, com 150 mm de diâmetro e 550 m de extensão; − Construção da elevatória EE10A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 32,78 l/s e motor elétrico de 32 cv; − Implantação da linha de recalque (R14-R10A), em ferro fundido, com 200 mm de diâmetro e 1.650 m de extensão; − Implantação da linha de recalque (R8B-R9A), em ferro fundido, com 100 mm de diâmetro e 800 m de extensão; − Construção de reservatório apoiado (R9A), em concreto armado, com 220 m3 de capacidade; − Construção da elevatória EE9, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 11,67 l/s e motor elétrico de 8 cv; − Implantação da linha de recalque (R9A-R9B), em ferro fundido, com 100 mm de diâmetro e 25 m de extensão; − Construção de reservatório apoiadp (R13), em concreto armado, com 25 m3 de capacidade; − Implantação da adutora Novo São Francisco (R11A-BO2), em ferro fundido, com 75 mm de diâmetro e 1.700m de extensão; − Implantação de “booster” (BO2), dotado de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 3,61 l/s e motor elétrico de 6 cv; − Construção da elevatória EE11A, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 6,39 l/s e motor elétrico de 15 cv; − Implantação da linha de recalque (R14-R11A), em ferro fundido, com 100 mm de diâmetro e 3.750 m de extensão; 139 PEC-2939 − Construção de reservatório apoiado (R11B), em concreto armado, com 20 m3 de capacidade; − Construção da elevatória EE11B, dotada de dois conjuntos motobomba, cada um com vazão de 1,0 l/s e motor elétrico de 1,2 cv. Em 2ª Etapa: − Substituição dos dois menores conjuntos motobombas existentes na elevatória de água bruta por dois outros conjuntos iguais aos dois maiores existentes, para as seguintes condições: Q = 208 l/s e P = 250 cv; − Ampliação da capacidade de tratamento da ETA, de 358 l/s para 450 l/s, com a implantação de mais um módulo idêntico aos existentes. Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos dois sistemas: − Acréscimo de 92.295 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Acréscimo de 8.100 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 140 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - 700 550 1.250 - 43.400,00 34.100,00 77.500,00 200 - 1.750 3.510 5.260 - 124.250,00 249.210,00 373.460,00 250 - 1.800 5.790 7.590 - 147.600,00 474.780,00 622.380,00 300 - 3.630 4.150 7.780 - 355.740,00 406.700,00 762.440,00 400 - 3.760 2.230 5.990 - 564.000,00 334.500,00 898.500,00 500 - 2.580 800 3.380 - 443.760,00 137.600,00 581.360,00 600 - 600 - 600 - 117.000,00 700 - - - - - - - - 800 - - - - - - - - 900 - - - - - - - - 1.000 - - - - - - - - 1.200 - - - - - - - - Sub-total - 14.820 17.030 31.850 - 1.795.750,00 - 1.636.890,00 117.000,00 3.432.640,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-PR2 - 12,00 - 12,00 - 82.365,00 - 82.365,00 EE-PR3 - 25,80 - 25,80 - 120.771,00 - 120.771,00 EE-PRF - 70,00 - 70,00 - 198.931,00 - 198.931,00 EE-JV1 - 25,00 - 25,00 - 118.884,00 - 118.884,00 EE-JVF - 120,00 - 120,00 - 260.461,00 - 260.461,00 EE-CG1 - 20,50 - 20,50 - 107.654,00 - 107.654,00 EE-PE2 - - 2,00 2,00 - - 33.625,00 EE-PE6 - - 9,30 9,30 - - 72.509,00 72.509,00 EE-PE7 - - 14,50 14,50 - - 90.539,00 90.539,00 33.625,00 EE-PE8 - - 34,00 34,00 - - 138.641,00 138.641,00 EE-PEF - - 120,00 120,00 - - 260.461,00 260.461,00 Sub-total - - - - - 595.775,00 1.484.841,00 889.066,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-PR2 / 100 - 100 - 100 - 11.000,00 - 11.000,00 ER-PR3 / 150 - 450 - 450 - 76.050,00 - 76.050,00 ER-PRF / 300 - 30 - 30 - 10.830,00 - 10.830,00 ER-JV1 / 200 - 270 - 270 - 62.370,00 - 62.370,00 ER-JVF / 400 - 30 - 30 - 16.020,00 - 16.020,00 ER-CG1 / 150 - 350 - 350 - 59.150,00 - 59.150,00 ER-PE2 / 100 - - 600 600 - - 66.000,00 66.000,00 ER-PE6 / 100 - - 1.200 1.200 - - 132.000,00 132.000,00 ER-PE7 / 150 - - 650 650 - - 109.850,00 109.850,00 ER-PE8 / 200 - - 630 630 - - 145.530,00 145.530,00 ER-PEF / 400 - - 30 30 - - 16.020,00 16.020,00 Sub-total - 1.230 3.110 4.340 - 469.400,00 704.820,00 235.420,00 CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única 150 - 1.150 70.400 71.550 - 200 - - 13.200 13.200 - 250 - 150 4.400 4.550 - 300 - - - - - Sub-total - 1.300 88.000 89.300 - Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 71.300,00 12.300,00 - 4.364.800,00 Total 4.436.100,00 937.200,00 937.200,00 360.800,00 373.100,00 - 83.600,00 5.662.800,00 5.746.400,00 Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única 100 - 185 5.850 6.035 - 150 - - - - - Sub-total - 185 5.850 6.035 - Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 40.145,00 - 1.269.450,00 Total 1.309.595,00 - 40.145,00 1.269.450,00 1.309.595,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE JV Primário - 75,00 - 75,00 - 1.770.280,00 - 1.770.280,00 ETE JV Secundário - 75,00 - 75,00 - 3.871.774,00 - 3.871.774,00 ETE JV Terciário - 75,00 - 75,00 - 4.231.585,00 - 4.231.585,00 ETE PR Primário - 45,00 - 45,00 - 1.073.075,00 - 1.073.075,00 ETE PR Secundário - 45,00 - 45,00 - 2.346.919,00 - 2.346.919,00 ETE PR Terciário - 45,00 - 45,00 - 2.580.737,00 - ETE PE Primário - - 135,00 135,00 - - 3.149.263,00 3.149.263,00 ETE PE Secundário - - 135,00 135,00 - - 6.887.745,00 6.887.745,00 ETE PE Terciário - - 135,00 135,00 - - 7.478.590,00 7.478.590,00 ETECG Terciário - 25,00 - 25,00 - 142.390,00 - 142.390,00 ETEVB Terciário - 25,00 - 25,00 - 142.390,00 - 142.390,00 ETE JV/ANA Padrão "A" - 75,00 - 75,00 - 397.500,00 - 397.500,00 ETE JV/ANA Padrão "F" - 75,00 - 75,00 - 2.120.000,00 - 2.120.000,00 2.252.500,00 2.580.737,00 ETE JV/ANA Padrão "G" - 75,00 - 75,00 - 2.252.500,00 - ETE PR/ANA Padrão "A" - 45,00 - 45,00 - 320.550,00 - 320.550,00 ETE PR/ANA Padrão "F" - 45,00 - 45,00 - 1.709.600,00 - 1.709.600,00 ETE PR/ANA Padrão "G" - 45,00 - 45,00 - 1.816.450,00 - 1.816.450,00 ETE PE/ANA Padrão "A" - - 135,00 135,00 - - 515.000,00 515.000,00 ETE PE/ANA Padrão "F" - - 135,00 135,00 - - 3.862.500,00 3.862.500,00 - 4.120.000,00 4.120.000,00 ETE PE/ANA Padrão "G" - - 135,00 135,00 - ETE CG/ANA Padrão "G" - 25,00 - 25,00 - ETE VB/ANA Padrão "G" - 25,00 - 25,00 50.000,00 - 50.000,00 50.000,00 - 50.000,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE's tratamento tipo) Primário - 5.887.336,00 12.783.578,00 18.670.914,00 Total (ETE's tratamento tipo) Secundário - 9.262.674,00 16.522.060,00 25.784.734,00 Total (ETE's tratamento tipo) Terciário - 10.141.083,00 17.112.905,00 27.253.988,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - 3.762.031,00 10.149.315,00 13.911.346,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "F" - 6.873.581,00 13.496.815,00 20.370.396,00 CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Guaratinguetá - SP Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "G" - 7.212.931,00 13.754.315,00 20.967.246,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 130,37 169,24 Custo per capita - tratamento Tipo Secundário R$/hab. 205,11 233,73 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 83,30 126,10 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "F" ANA R$/hab. 152,21 184,65 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário. Para as ETE's Campo do Galvão (CG) e Vila Bela (VB), já existentes, considerou-se apenas os custos relativos ao incremento no nível de tratamento de secundário para terciário. CustoEsg-SP.xls-Guaratinguetá Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Substituição dos dois cj. motobombas de menor capac. da EEAB por dois novos, idênticos aos exist. de maior cap., cada um, com - 2 - 1.2 as seguintes características (Q= 208 l/s;Pot. = 250 cv) - - - - - - 1.3 - - - - - - 1.4 - - - - - - - 2 - Sub-total 464.878,00 464.878,00 464.878,00 464.878,00 Adutora de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 2.1 - - - - - - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 2.715.632,00 Sub-total Estação de Tratamento de Água Item 3.1 Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa Ampliação da capac. de tratamento da ETA de 358 para 450 l/s, através da implantação de mais um módulo - 1 - 3.2 - - - - - - 3.3 - - - - - - - 1 - 2.715.632,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Sub-total 2.715.632,00 2.715.632,00 Elevatória de Água Tratada Item 4.1 Discriminação Sub-total 1 - 57.607,00 - 57.607,00 1 - 44.864,00 - 44.864,00 1 - 47.165,00 - 47.165,00 1 - 41.085,00 - 41.085,00 1 - 43.105,00 - 43.105,00 1 - 57.607,00 - 57.607,00 - - 7 - Construção de elevatória EE 14, dotada de 2 conj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 70,28 l/s;Pot. = 35 cv) 4.8 57.607,00 Construção de booster BO 2, dotada de 2 conjunt. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 3,61 l/s;Pot. = 6,0 cv) 4.7 - Construção de elevatória EE 11B, dotada de 2 cnj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 1,00 l/s;Pot. = 1,2 cv) 4.6 57.607,00 Construção de elevatória EE 11A, dotada de 2 cnj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 6,39 l/s;Pot. = 15 cv) 4.5 - Construção de elevatória EE 9, dotada de 2 conj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 11,67 l/s;Pot. = 10 cv) 4.4 1 Construção de elevatória EE 10A, dotada de 2 cnj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 32,78 l/s;Pot. = 35 cv) 4.3 Total Construção de elevatória EE 8A, dotada de 2 conj. motobombas, cada um com as seg. características (Q = 16,11 l/s;Pot. = 35 cv) 4.2 Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa - 349.040,00 - CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá 349.040,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP Adutora de Água Tratada Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 5.1 Implantação de adutora São Francisco (7 ZM-R 8A), em FºFº, 5.2 Implantação de adutora Novo São Francisco (R 7A-R 14), em com φ = 300 mm FºFº, com φ = 300 mm 5.3 1.630 - 588.430,00 - 588.430,00 2.170 - 783.370,00 - 783.370,00 550 - 92.950,00 - 92.950,00 1.650 - 381.150,00 - 381.150,00 800 - 88.000,00 - 88.000,00 25 - 2.750,00 - 2.750,00 1.700 - 149.600,00 - 149.600,00 3.750 - 412.500,00 - 412.500,00 - - 12.275 - Implantação de linha de recalque (R 8B-R 9A), em FºFº, com φ = 100 mm 5.6 Implantação de linha de recalque (R 9A-R 9B), em FºFº, com φ = 100 mm 5.7 Implantação de adutora Novo São Francisco (R 11A-BO 2), em FºFº, com φ = 75 mm 5.8 Implantação de linha de recalque (R 14-R 11A), em FºFº, com φ = 100 mm 5.9 Total Implantação de linha de recalque (R 14-R 10A), em FºFº, com φ = 200 mm 5.5 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Implantação de linha de recalque (R 14-R 8A), em FºFº, com φ = 150 mm 5.4 1ª Etapa - Sub-total 2.498.750,00 - 2.498.750,00 Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 Construção de reservatório do tipo apoiado (R14), em concreto armado, com capacidade de 2.000 m3 1 - 596.974,00 - 596.974,00 6.2 Construção de reservatório do tipo apoiado (R9A), em concreto armado, com capacidade de 220 m3 1 - 197.994,00 - 197.994,00 6.3 Construção de reservatório do tipo apoiado (R13), em concreto armado, com capacidade de 25 m3 1 - 66.743,00 - 66.743,00 6.4 Construção de reservatório do tipo apoiado (R11B), em concre to armado, com capacidade de 20 m3 59.697,00 - 59.697,00 1 - 6.5 - - - - - - 6.6 - - - - - - 4 - Sub-total 921.408,00 - 921.408,00 Rede de Distribuição Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total - 7.1 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm - - - - 7.2 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm - - - - 7.3 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 26.485 20.810 7.4 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 7.500 6.000 172.500,00 138.000,00 310.500,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 17.500 14.000 227.500,00 182.000,00 409.500,00 953.460,00 749.160,00 1.702.620,00 7.6 - - - - - - 7.7 - - - - - - 51.485 40.810 Sub-total 1.353.460,00 1.069.160,00 2.422.620,00 CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Guaratinguetá - SP Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total - 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" - - - - 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" - - - - - 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Ligações Prediais Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 3.600 2.880 414.000,00 331.200,00 745.200,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 900 720 135.000,00 108.000,00 243.000,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 4.500 3.600 Sub-total 549.000,00 439.200,00 988.200,00 Custos Totais do Sistema Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 5.671.658,00 4.688.870,00 10.360.528,00 52,67 87,53 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Guaratinguetá PEC-2939 1.6 JACAREÍ - SP 1.6.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário O Estudo de Concepção do Sistema de Esgotamento Sanitário da cidade de Jacareí não foi apresentado por não terem sido enviados, pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Jacareí - SAAE-Jacareí, até o encerramento deste relatório, os estudos e proposições existentes, apesar de terem sido feitos, por parte desta equipe, todas as solicitações necessárias. Deve-se ressaltar que os Sistemas Isolados de Esgotamento Sanitários denominados Bandeira Branca e Meia Lua integram o Projeto Inicial, tendo sido aprovados pela Assembléia do CEIVAP. Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho. 1.6.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água Da mesma forma, os Estudos de Ampliação e/ou Melhorias do Sistema de Abastecimento de Água também não foram apresentados por não terem sido enviados, pelo SAAE-Jacareí, até o encerramento deste relatório, os elementos hidráulicos do sistema existente. Os custos correspondentes foram estimados através da utilização das curvas paramétricas desenvolvidas no Item 5 do Tomo I deste Trabalho. 141 PEC-2939 1.7 LORENA - SP 1.7.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de Lorena dispõe de sistema de esgotamento sanitário subdividido em cinco sub-bacias, atendendo a cerca de 80 % da população urbana com rede coletora, da qual, parte é dotada de tratamento dos esgotos, através de lagoas de estabilização do tipo australiano. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP, responsável pela manutenção e operação do sistema, dispõe de Projeto de Engenharia do sistema de esgotamento sanitário, elaborado pela IESA – Internacional de Engenharia S A, elaborado em 1986 e de Projeto executivo do referido sistema, elaborado pela Ypê, em 1993. Os referidos estudos definem a área de projeto considerando as bacias existentes e prevendo a ampliação da rede coletora; remanejamento de parte do coletor tronco CTI; implantação de quatro estações elevatórias e respectivos emissários de recalque objetivando a integração das áreas periféricas ao sistema principal; ampliação da elevatória final; ampliação da estação de tratamento e remanejamento do emissário final por gravidade. Desta forma, o presente trabalho considerou a implantação das unidades necessárias à complementação do sistema em etapa única de execução, tendo como alcance de projeto o ano de 2020 e podem ser assim descritas: − Remanejamento de parte do coletor CT-I que atende às bacias 1 e 2, que atende, no trecho compreendido entre a travessia do ribeirão Taboão e a elevatória final ou Cabelinha, numa extensão de 2.181 m, com diâmetros de 700 e 900 mm; − Construção de sifão no mesmo coletor para travessia de ribeirão Taboão; − Remanejamento de trecho do coletor CT-I, sob a estrada ferro, numa extensão de 54 m, com tubos de FºFº, com 500 mm de diâmetro; − Implantação de rede coletora na sub-bacia SB-2, nas localidades denominadas Vila Brito, Vila Simão, Jardim Portugal, Jardim Novo Horizonte e demais áreas onde necessário, numa extensão total de 31.710 m, com diâmetros variando entre 150 e 250 mm; − Implantação da elevatória Vila Cristina situada próximo a margem esquerda do rio Paraíba do Sul, junto à ponte da estrada de ferro, destinada ao recalque dos esgotos oriundos da sub-bacia 4, transpondo o referido rio e lançando-os na caixa de chegada da ETE. Recalcará a vazão de 5,50 l/s através de emissário, em FºFº, com 700 m de extensão e 100 mm de diâmetro; − Implantação da elevatória Vila Brito, que ficará situada junto a margem do córrego existente, destinada ao recalque dos esgotos oriundos da sub-bacia SB-3.2, lançando-os no coletor CT-2. Recalcará a vazão de 22,00 l/s através de emissário, em FºFº, com 650 m de extensão e 200 mm de diâmetro; − Implantação da elevatória Vila Simão, situada na sub-bacia SB-3.3, responsável pelo recalque dos esgotos produzidos nesta região, para a rede coletora da subbacia SB-3.1. Terá capacidade de recalcar 12,37 l/s e está associada a um emissário de recalque, em FºFº, com 150 mm de diâmetro e 450 m de extensão; 142 PEC-2939 − Implantação da elevatória Jardim Novo Horizonte, situada na sub-bacia 5, ao sul da Rodovia Presidente Dutra. Esta elevatória terá a função de transpor a referida rodovia e lançar os esgotos na rede coletora da sub-bacia SB-3.1. Terá 5,50 l/s de capacidade e o emissário de recalque, em FºFº, terá 750 m de extensão e 100 mm de diâmetro; − Ampliação da elevatória final ou Cabelinha, para operar com a vazão final de plano de 286,42 l/s, incluindo reforma da estrutura, troca do barrilete e substituição dos equipamentos eletro-mecânicos; − Remanejamento do emissário de recalque da elevatória final, atualmente com 500 mm de diâmetro, por 600 mm, numa extensão de 860 m; − Ampliação da ETE existentes de acordo com o proposto nos estudos da SABESP, consistindo na implantação de mais uma lagoa anaeróbia e uma facultativa, além de um desarenador; − Substituição do emissário final da ETE, por gravidade, passando de 600 mm para 800 mm, em tubos de FºFº, numa extensão de 114 m; − Implantação de mais 3.615 ligações prediais, ao longo de todo o horizonte de projeto. Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-LO-EC-ESG-01-R0. 1.7.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Lorena produz atualmente 43 l/s, de vazão mínima em mananciais de superfície e mais, aproximadamente, 177,8 l/s através de 8 poços profundos em operação, totalizando 220,8 l/s. Considerando-se que existem dois poços desativados cujas produções somam 84 l/s e que a demanda para final de plano é estimada em 272,1 l/s, conclui-se que a reativação dos referidos poços resolverá o problema de produção de água, uma vez que serão disponibilizados 304,8 l/s. No entanto, são necessárias obras complementares no sistema de distribuição de água nos quatro subsistemas, assim descritas: 1ª Etapa: − Recuperação dos poços P9 (Vila Zelia) e P14 (Guaraní II), além da melhoria operacional dos poços P10 (Vila Posses) e P11 (Mondesir). Estas obras permitirão um aumento na captação da ordem de 108,2 l/s; − Melhoria física nas duas captações superficiais (Córrego Fortaleza e Ribeirão das Posses); − Interligação da adutora da captação Fortaleza à adutora Ribeirão das Posses, passando as duas captações superficiais a alimentarem o reservatório de 1.400 m3 do subsistema D; − Reforço da rede de distribuição primária com tubulações de ferro fundido, com diâmetros variando entre 150 e 300 mm, numa extensão de 2.455 m. 143 PEC-2939 2ª Etapa: − Reforço da rede de distribuição primária com tubulações de ferro fundido, com diâmetros variando entre 100 e 300 mm, numa extensão de 6.830 m. Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 103.615 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo, incluindo o assentamento de 1.800 m de tubos novos e o remanejamento de 3.700 m de tubos de 25 mm e 38 mm de FG e 50.870 m de tubos de 50 mm e 100 mm de FG e CA e 47.245 m de tubos de 50 mm e 250 mm de FG e CA; − Implantação de 1.050 hidrômetros em todas as ligações atualmente não hidrometradas; − Acréscimo de 1.716 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 144 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Lorena - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - - - - - - - 200 - - - - - - - - 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - 500 - - - - - - - - 600 - - - - - - - 700 651 - - 651 - - 800 - - - - 900 1.530 - - 1.530 147.126,00 451.350,00 - - - - 147.126,00 451.350,00 Traves.CT I φ 500 FºFº 54 - - 54 39.744,00 - - 39.744,00 Emis. Final φ 800 FºFº 114 - - 114 156.180,00 - - 156.180,00 Sub-total 2.349 - - 2.349 794.400,00 - - 794.400,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-V. Cristina 5,50 - - 5,50 55.761,00 - - 55.761,00 EE-V. Brito 22,00 - - 22,00 111.523,00 - - 111.523,00 83.625,00 EE-V. Simão 12,37 - - 12,37 83.625,00 - - EE-Jd. N. Horiz. 5,50 - - 5,50 55.761,00 - - 55.761,00 EE-Final 286,42 - - 286,42 189.126,00 - - 189.126,00 EE-6 - - - - - - Sub-total - - - - - - 495.796,00 495.796,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-V.C. / 100 700 - - 700 77.000,00 - - 77.000,00 ER-V.B. / 200 650 - - 650 150.150,00 - - 150.150,00 ER-V.S. / 150 450 - - 450 76.050,00 - - 76.050,00 ER-N.H. / 100 750 - - 750 82.500,00 - - 82.500,00 ER-Final / 600 860 - - 860 811.840,00 - - 811.840,00 ER-6 / - - - - - - - - - 3.410 - - 3.410 1.197.540,00 - - 1.197.540,00 Sub-total Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 28.460 - - 28.460 1.764.520,00 - - 1.764.520,00 200 2.500 - - 2.500 177.500,00 - - 177.500,00 250 750 - - 750 61.500,00 - - 61.500,00 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total 31.710 - - 31.710 2.003.520,00 - - 2.003.520,00 CustoEsg-SP.xls-Lorena Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Lorena - SP Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 100 3.615 - - 3.615 150 - - - - Sub-total 3.615 - - 3.615 Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 784.455,00 784.455,00 - - - - - - Total 784.455,00 784.455,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Lagoa 71,60 - - 71,60 1.546.650,00 - - 1.546.650,00 ETE 1 Lagoa+cl2 71,60 - - 71,60 1.892.648,00 - - 1.892.648,00 ETE 1/ANA Padrão "E" 71,60 - - 71,60 2.393.625,00 - - 2.393.625,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE 1 - tratamento tipo) Lagoa 6.822.361,00 - - 6.822.361,00 Total (ETE 1 - tratamento tipo) Lagoa + desinfecção 7.168.359,00 - - 7.168.359,00 Total (ETE 1 - tratamento tipo) Padrão "E" 7.669.336,00 - - 7.669.336,00 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 92,63 92,63 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa + desinfecção R$/hab. 97,33 97,33 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" R$/hab. 104,13 104,13 ANA Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Para as ETE de Lorena os valores referem-se as obras de ampliação da lagoa existente. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado o padrão de eficiência "E", por se tratar de duplicação da lagoa existente. CustoEsg-SP.xls-Lorena Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Lorena - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Recuperaç. dos poços P9 (Vila Zélia) e P14 (Guarani II) além da melhoria operac. dos poços P10 (Vila Posses) e P11 (Mondesir) 1.2 1ª Etapa 1 - 450.000,00 - 450.000,00 42.000,00 - 42.000,00 Melhoria física nas duas captações superficiais (Cór. Fortaleza 1 - 1.3 e Rib. das Posses) - - - - - - 1.6 - - - - - - 2 - Sub-total 492.000,00 - 492.000,00 Adutora de Água Bruta Item 2.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Interligação da adutora da captação Fortaleza à adutora Rib.das Posses, passando as duas captações superfic. a alimentarem o reserv. enterrado de 1.400 m3, do subsistema D 2.2 1ª Etapa - Sub-total 100 - - - 100 - 16.900,00 - - 16.900,00 - 16.900,00 16.900,00 Estação de Tratamento de Água Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 3.1 - - - - - - 3.2 - - - - - - 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Elevatória de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 4.1 - - - - - - 4.2 - - - - - - 4.3 - - - - - - 4.4 - - - - - - 4.5 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 5.1 - - - - - - 5.2 - - - - - - 5.3 - - - - - - 5.4 - - - - - - - - - - - Sub-total CustoH2O-SP.xls-Lorena Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Lorena - SP Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 - - - - - - 6.2 - - - - - - 6.3 - - - - - - 6.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 7.1 Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 300 mm 600 500 7.2 Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 250 mm 1.020 1.725 301.920,00 510.600,00 812.520,00 7.3 Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 200 mm 665 1.135 153.615,00 262.185,00 415.800,00 7.4 Reforço da rede distribuidora primária, em FºFº, φ = 150 mm 170 8.125 28.730,00 1.373.125,00 1.401.855,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 1.550 320 55.800,00 11.520,00 7.6 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 6.330 - 145.590,00 7.7 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 48.490 42.270 630.370,00 - - - 58.825 54.075 1.532.625,00 7.8 - Sub-total 216.600,00 180.500,00 397.100,00 67.320,00 549.510,00 145.590,00 1.179.880,00 2.887.440,00 4.420.065,00 Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 1.280 - 46.080,00 - 46.080,00 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" 320 - 13.760,00 - 13.760,00 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - 1.600 - Sub-total 59.840,00 - 59.840,00 Ligações Prediais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 940 430 108.100,00 49.450,00 157.550,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 236 110 35.400,00 16.500,00 51.900,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 1.176 540 Sub-total 143.500,00 65.950,00 209.450,00 2.244.865,00 2.953.390,00 5.198.255,00 Custos Totais do Sistema Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 29,64 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Lorena 66,87 PEC-2939 1.8 PINDAMONHANGABA / MOREIRA CÉSAR - SP 1.8.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de Pindamonhangaba e o distrito de Moreira César são dotados de sistemas de esgotamento sanitário, estes subdivididos em seis bacias de esgotamento, assim discriminadas: Em Pindamonhangaba: • Bacia do rio Una; • Bacia do ribeirão da Galega; • Bacia do ribeirão do Curtume; e • Bacia do ribeirão Ipiranga (90%) Em Moreira César: • Bacia do ribeirão Ipiranga (10%); • Bacia do ribeirão Capituba; e • Bacia do ribeirão Piradini. PINDAMONHANGABA O sistema existente beneficia com coleta de esgotos entorno de 95% da população urbana e com tratamento cerca 87% desta mesma população, através de 30.037 ligações e 31.386 economias ativas. A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP, vem, ao longo dos anos, contratando a elaboração de projetos e executando paulatinamente as obras de coleta, transporte e tratamento de esgotos, estando atualmente em licitação a implantação das seguintes unidades operacionais: - Coletor tronco Ponte Alta; - Coletor tronco do Curtume; - Elevatória EE-5; - Elevatória EE-23; e - Estação de Tratamento Araretama – Bacia do Rio Una. Desta forma, o presente estudo abrangerá apenas aquelas unidades restantes, necessárias à complementação do sistema e que podem ser assim descritos: Coletores Troncos − Coletor tronco Shangrilá: Ficará situado no loteamento de mesmo nome, encaminhando os esgotos desta região para a elevatória EE-1S. Terá 419,00 m de extensão e será constituído por tubos com 200 mm de diâmetro; − Coletor tronco Goiabal: Desenvolver-se-á pelo limite do loteamento de mesmo nome e veiculará a totalidade das contribuições desta região para a elevatória EE1G. Terá 1.500 m de extensão e 200 mm de diâmetro, ao longo de todo o seu traçado. 145 PEC-2939 As elevatórias e respectivos emissários de recalque previstos para a complementação do sistema são em número de oito, sendo seis, (EE-1G a EE-4G, EE-1S e EE-2S) previstas para os loteamentos Goiabal e Shangrilá, ao sul da cidade e duas (EE-1C e EE-2C) a serem implantadas em atendimento ao loteamento Cruz Pequena, situado ao norte da cidade, na margem esquerda do rio Paraíba do Sul. As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1G 10,83 150 654 EE-2G 0,64 100 162 EE-3G 2,50 100 331 EE-4G 1,89 100 104 EE-1S 18,94 150 576 EE-2S 1,48 100 258 EE-1C 2,44 100 3.149 EE-2C 0,48 100 380 As elevatórias EE-2G, EE-3G, EE-4G, EE2S e EE-2C, podem ser caracterizadas como elevatórias de rede que se destinam apenas a superar desníveis do terreno. As elevatórias EE-1G e EE-1S têm a função de integrar, respectivamente, os loteamentos Goiabal e Shangrilá, ao sistema existente através do recalque dos esgotos para os coletores troncos do bairro Campinas, em licitação. A elevatória EE-1C destina-se ao recalque dos esgotos provenientes do loteamento Cruz Pequena, para a rede existente, transpondo o leito do rio Paraíba do Sul. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. Quanto a estação de tratamento existente, previu-se a ampliação da capacidade da mesma em 20% para que possa atender ao horizonte em foco, inclusive o aumento da capacidade da EE – Final e reforço do emissário de recalque. A cidade de Pindamonhangaba atualmente é atendida por rede coletora de esgotos do tipo “separador absoluto”, no entanto, para o horizonte de projeto previsto será necessária a implantação de mais 42.000 m de rede coletora, nos loteamentos Goiabal, Shangrilá, Lago Azul e Cruz Pequena, o que corresponderá a um acréscimo de 6.000 ligações prediais. MOREIRA CÉSAR O sistema existente atende cerca de 90% da população urbana com coleta dos esgotos sanitários, através de cerca de 28 km de redes coletoras e coletores troncos, em diâmetros que variam de 100 a 450 mm (em manilha cerâmica e concreto) e 4.133 economias. Quanto ao tratamento existente, este consiste em um sistema do tipo Lagoa de Estabilização composto de uma única célula de lagoa anaeróbia, dimensionada para atender uma população alvo de 11.750 habitantes. 146 PEC-2939 Tendo em vista que para o horizonte de projeto definido prevê-se, em final de plano, a população de 37.969 habitantes, neste estudo não foi proposta a ampliação da ETE existente uma vez que esta obra, inclusive o aumento da capacidade da elevatória final e da linha de recalque já são objetos de contrato com a Agência Nacional de Águas através do Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES. Deverão ser implantados também 21.000 m de rede coletora e 3.000 ligações prediais ao longo do horizonte de projeto. Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-PI-EC-ESG-01-R0. 1.8.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Pindamonhangaba, integrado à localidade de Moreira César, produz atualmente a vazão de 480,00 l/s oriunda de manancial superficial, o rio Paraíba do Sul, através da uma estação de tratamento com capacidade de tratar 480 l/s, sendo que a demanda estimada para o ano de 2010 é de 485,55 e a de final do plano, da ordem de 533,44 l/s. A SABESP, operadora do sistema, vem implantando ao longo do tempo, obras de ampliação das unidades do sistema, de modo que as instalações em operação terão capacidade de atender às demandas previstas, aproximadamente, até o ano de 2010, portanto todas as obras previstas nesse estudo deverão ser implantadas em segunda etapa, isto é, a partir de 2010. As obras previstas são: Em 2ª Etapa: − Construção de dois canais em concreto armado, com 5,00 m de comprimento e 2,00 m de largura, dotados de gradeamento, e paralelos ao existente; − Construção de duas caixas de areia idênticas à existente, com 7,00 m de comprimento e 2,00 m de largura; − Substituição das 3 bombas da captação por novas unidades previstas para a vazão de 350 l/s, cada uma, mantendo-se os motores elétricos; − Ampliação da capacidade da ETA, de 480 l/s, para 600 l/s; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona baixa de Pindamonhangaba, de 105 l/s, para 210 l/s, através da implantação de mais um conjunto motobomba idêntico aos existentes, Q = 105 l/s e P = 50 cv; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona alta de Pindamonhangaba, de 87,5 l/s, para 220 l/s, através da substituição dos rotores das bombas existentes e a implantação de mais um conjunto motobomba, capaz de recalcar a vazão de 110 l/s, com potência de 150 cv; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada da zona média de Pindamonhangaba e Moreira Cezar, de 330 l/s, para 440 l/s, através da implantação de dois novos conjuntos motobombas capazes de recalcar, cada um, a vazão de 220 l/s, com potência de 150 cv, aproveitando-se o conjunto existente de igual capacidade; 147 PEC-2939 − Substituição da tubulação de sucção da elevatória de água tratada da zona média, atualmente de 350 mm de diâmetro, para o diâmetro de 400 mm e 50 de extensão; − Substituição da tubulação de sucção da elevatória de água tratada da zona baixa, atualmente de 250 mm de diâmetro, para o diâmetro de 300 mm e 30 de extensão; − Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no “booster“ 1 da zona alta para permitir que funcionem dois a dois, em paralelo, ficando um de reserva, (Q = 30,50 l/s e P = 30 cv); − Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no “booster“ 1 da zona média para permitir que funcionem dois a dois, em paralelo, ficando um de reserva, (Q = 74,00 l/s e P = 60 cv); − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água tratada de Moreira Cezar, de 13,00 l/s, para 18,00 l/s, através da substituição dos rotores das bombas existentes, mantendo-se os motores existentes de 7,5 cv: − Instalação da mais um conjunto motobomba semelhante aos existentes no “booster“ 4 do setor D de Moreira Cezar para permitir que funcionem dois a dois, em paralelo, ficando um de reserva, (Q = 79,50 l/s e P = 74 cv); − Construção de reservatório na área da ETA, em concreto armado, idêntico ao existente, com 2.300 m3 de capacidade; − Construção de reservatório em Moreira Cezar, em concreto armado, idêntico ao existente, com 2.000 m3 de capacidade; − Construção de reservatório no C.R. Araretama, em concreto armado, com 1.000 m3 de capacidade; junto ao existente de 470 m3; − Implantação de rede primária de distribuição, com diâmetros de 150, 200 e 250 mm, numa extensão total de 33.193 m. Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 60.375 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo, com diâmetros variando entre 50 e 100 mm; − Acréscimo de 8.625 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 148 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Pinda./M. César - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - - - 200 1.918 - - 1.918 250 - - - - 300 - - - 400 - - - E. Final φ 400 mm FºFº 355 - 600 - Sub-total 2.273 Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - Total - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 355 189.570,00 - - 189.570,00 - - - - - - - - - 2.273 - - 136.178,00 325.748,00 136.178,00 325.748,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-1G 10,83 - - 10,83 78.247,00 - - 78.247,00 EE-2G 0,64 - - 0,64 19.021,00 - - 19.021,00 EE-3G 2,50 - - 2,50 37.594,00 - - 37.594,00 EE-4G 1,89 - - 1,89 32.687,00 - - 32.687,00 EE-1S 18,94 - - 18,94 103.476,00 - - 103.476,00 EE-2S 1,48 - - 1,48 28.925,00 - - 28.925,00 EE-1C 2,44 - - 2,44 37.140,00 - - 37.140,00 EE-2C 0,48 - - 0,48 16.473,00 - - 16.473,00 EE-Final - Pinda 139,22 - - 139,22 280.546,00 - - 280.546,00 Sub-total - - - - 634.109,00 - - 634.109,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-1G / 150 654 - - 654 110.526,00 - - 110.526,00 ER-2G / 100 162 - - 162 17.820,00 - - 17.820,00 ER-3G / 100 331 - - 331 36.410,00 - - 36.410,00 ER-4G / 100 104 - - 104 11.440,00 - - 11.440,00 ER-1S / 150 576 - - 576 97.344,00 - - 97.344,00 ER-2S / 100 258 - - 258 28.380,00 - - 28.380,00 ER-1C / 100 3.149 - - 3.149 346.390,00 - - 346.390,00 ER-2C / 100 380 - - 380 41.800,00 - - 41.800,00 EF-PD / 400 100 - - 100 53.400,00 - - 53.400,00 5.714 - - 5.714 743.510,00 - - 743.510,00 Sub-total Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 59.850 - - 59.850 3.710.700,00 - - 3.710.700,00 200 3.150 - - 3.150 223.650,00 - - 223.650,00 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - Sub-total 63.000 - - 63.000 3.934.350,00 - - 3.934.350,00 Ligações Prediais CustoEsg-SP.xls-Pindamonhangaba e Moreira César Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Pinda./M. César - SP Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 100 9.000 - - 9.000 1.953.000,00 - - 1.953.000,00 150 - - - - - - - - Sub-total 9.000 - - 9.000 1.953.000,00 - - 1.953.000,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final ETE PD Lagoa 48,07 - - 48,07 ETE MC Lagoa - - - - ETE PD Lagoa+cl2 155,00 - - ETE MC Lagoa+cl2 41,00 - - ETE PD/ANA Padrão "E" 48,07 - ETE MC/ANA Padrão "E" - - Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 991.074,00 Total - - 991.074,00 - - - - 155,00 1.022.128,00 - - 1.022.128,00 41,00 216.154,00 - - 216.154,00 - 48,07 1.533.805,00 - - 1.533.805,00 - - - - - - Custos Totais do Sistema Total (ETE's - tratamento tipo) Lagoa 8.581.791,00 - - 8.581.791,00 Total (ETE's - tratamento tipo) Lagoa + desinfecção 8.828.999,00 - - 8.828.999,00 Total (ETE's - tratamento tipo) Padrão "E" 9.124.522,00 - - 9.124.522,00 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 62,27 62,27 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa + desinfecção R$/hab. 64,06 64,06 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" R$/hab. 66,20 66,20 ANA Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. As obras de ampliação da ETE Moreira César e construção da ETE Araretama já foram contratadas com a ANA e não fizeram parte desta Estimativa de Custo. CustoEsg-SP.xls-Pindamonhangaba e Moreira César Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Total - 1 - 30.000,00 30.000,00 - 1 - 42.000,00 42.000,00 - 3 - - 5 - 1.967.505,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Construção de duas caixas de areia, em concr. arm., idênticas as existentes, com 7,00 m de comprimento e 2,00 m de largura 1.3 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Construção de dois canais em conc. arm., com 5,00 m de comprimento e 2,00 m de largura, dotados de gradeamento 1.2 1ª Etapa Substituição das 3 bombas da EEAB por novas unidades, cada uma, com capacidade de recalque de 350 l/s Sub-total 1.895.505,00 1.895.505,00 1.967.505,00 Adutora de Água Bruta Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 2.1 - - - - - - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Estação de Tratamento de Água Item 3.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa - 1 - 3.389.016,00 3.389.016,00 3.2 Ampliação da capac. de tratamento da ETA de 480 para 600 l/s - - - - - - 3.3 - - - - - - - 1 - 3.389.016,00 3.389.016,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Elevatória de Água Tratada Item 4.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Ampliação da cap. de recalque de 105 para 210 l/s da EEAT-ZB Pinda., através da instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos dois exist.(Q = 105 l/s;Pot. =50 cv), incl. Instal. elétricas 4.2 - 1 - 31.457,00 31.457,00 - 1 - 103.703,00 103.703,00 - 1 - 171.019,00 171.019,00 - 1 - 4.375,00 4.375,00 - 1 - 25.755,00 25.755,00 - 1 - 34.765,00 34.765,00 - 1 - 40.391,00 40.391,00 - 7 - 411.465,00 411.465,00 Ampliação da cap. de recalque de 87,5 para 220 l/s da EEAT-ZA Pinda., através da subst. dos rotores das bombas exist. e instal. de mais um conj. motobomba (Q = 110 l/s;Pot. = 150 cv) 4.3 Ampliação da cap. de recalque de 330 para 440 l/s da EEAT-ZM Pinda.e MC, através da instal. de 2 novos conj. motobombas, cada um, (Q = 220 l/s;Pot. = 150 cv), aproveit. o conj. existente 4.4 Ampliação da capac. de recalque de 13 para 18 l/s da EEAT-MC, através da subst. dos rotores conj. motobombas exist., manten do-se os motores elétricos de 7,5 cv 4.5 Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes, (Q = 30,5 l/s;Pot. = 30 cv), no booster 1 da ZA Pidamonhangaba 4.6 Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes, (Q = 74 l/s;Pot. = 60 cv), no booster da ZM Pidamonhangaba 4.7 Instalação de mais um conj. motobomba, idêntico aos existentes, (Q = 79,5 l/s;Pot. = 75 cv), no booster 4 do setor D de MC Sub-total Adutora de Água Tratada CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP Item 5.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Substituição da tubulação de sucção da EEAT-ZM, em FºFº com φ = 400 mm 5.2 1ª Etapa - 50 - 26.700,00 26.700,00 - 30 - 10.830,00 10.830,00 - 80 - 37.530,00 37.530,00 Substituição da tubulação de sucção da EEAT-ZB, em FºFº com φ = 300 mm Sub-total Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 Construção de reservatório com capacidade de 2.300 m3, idêntico aos existentes, na área da ETA Construção de reservatório com capacidade de 2.000 m3, idênti- - 1 - 640.183,00 640.183,00 6.2 co ao existente, no distrito de Moreira César Construção de reservatório com capacidade de 1.000 m3, ao la- - 1 - 596.974,00 596.974,00 6.3 422.124,00 422.124,00 do do existente de 470 m3, no CR de Araretama 6.4 - Sub-total - 1 - - - - - 3 - 1.659.281,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa - 1.659.281,00 Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Total 7.1 Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm 2.000 1.330 592.000,00 393.680,00 985.680,00 7.2 Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm 5.975 3.990 1.380.225,00 921.690,00 2.301.915,00 7.3 Reforço na rede c/ implant. de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm 11.940 7.955 2.017.860,00 1.344.395,00 3.362.255,00 7.4 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 5.400 3.654 194.400,00 131.544,00 325.944,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 7.200 4.872 165.600,00 112.056,00 277.656,00 7.6 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 23.415 15.834 304.395,00 205.842,00 510.237,00 55.930 37.635 4.654.480,00 3.109.207,00 7.763.687,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total - - - Sub-total Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" - - - - - 8.3 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total - - Ligações Prediais Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 4.120 2.780 473.800,00 319.700,00 793.500,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 1.025 700 153.750,00 105.000,00 258.750,00 - - 5.145 3.480 9.3 Sub-total - 627.550,00 424.700,00 1.052.250,00 Custos Totais do Sistema 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César Total Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Pindamonhangaba/M. César - SP Total 5.282.030,00 10.998.704,00 16.280.734,00 Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 39,89 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. Os custos referem-se a ampliação do sistema integrado de abastecimento de água de Pindamonhangaba e Moreira César. CustoH2O-SP.xls-Pindamonhangaba/M.César 111,91 PEC-2939 1.9 SANTA ISABEL - SP 1.9.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A cidade de Santa Isabel desenvolve-se em terreno de orografia acidentada, entrecortada por vários cursos d’ água, que drenam para o lago formado pela represa do rio Jaguarí, que tem por finalidade, além da geração de energia, a regularização das vazões do rio Paraíba do Sul. Em 1999, a Geosonda, empresa de consultoria sediada em São Paulo, desenvolveu, através de contrato com a Prefeitura Municipal de Santa Isabel, um projeto de esgotamento sanitário para a cidade, envolvendo basicamente 9.320 m de coletores troncos, três elevatórias e uma estação de tratamento. O presente estudo dividiu a cidade em três sub-sistemas com 8 bacias de esgotamento, englobando as áreas atendidas pelos coletores troncos previstos no projeto original que, nesta concepção geral, correspondem às bacias numeradas de 1 a 5. As bacias 6, 7 e 8 estão previstas para uma segunda etapa e terão tratamento de seus esgotos independentes. Desta forma, o estudo proposto define como sub-sistema Principal aquele composto pelas bacias 1 a 5 e como sistemas secundários os que correspondem às bacias 7 e 8 e o que corresponde à bacia 6, respectivamente sub-sistemas 2 e 3. As referidas bacias apresentam as características abaixo relacionadas: População (hab.) Vazões (l/s) Bacia Área ( ha ) Total Beneficiada Sanitária Infiltração Total 1 326,9 3.144 2.830 5,11 1,02 6,13 2 235,0 3.013 2.712 4,90 0,98 5,88 3 110,8 7.103 6.393 11,55 2,31 13,86 4 214,1 6.863 6.177 11,15 2,23 13,38 5 274,8 10.571 9.504 17,16 3,43 20,59 6 244,1 1.805 1.624 2,93 0,59 3,52 7 110,4 1.062 956 1,73 0,35 2,08 8 115,5 3.703 3.332 6,02 1,20 7,22 TOTAIS 1.631,60 37.264 33.538 60,55 12,11 72,66 Como forma de proporcionar a implantação do sistema de esgotamento em etapas, o que acarretará menores investimentos iniciais, concebeu-se a execução em duas etapas: a primeira, englobando parte das zonas mais densamente ocupadas das bacias 1 e 2 e a totalidade das bacias 3, 4 e 5. Estas bacias têm como escoadouro natural o ribeirão Araraquara, ao longo do qual será construído o principal coletor que permitirá o esgotamento dos efluentes até a ETE 1; a segunda etapa contemplará as bacias 6, 7 e 8, à leste da cidade, com tratamento independente nas ETE’s 2 e 3, respectivamente situadas nas bacias 6 e 8. A bacia 7 terá seus esgotos recalcados para a bacia 8 onde serão tratados. 149 PEC-2939 O traçado dos coletores troncos obedeceu, em princípio, a configuração definida no projeto da Geosonda, inclusive comprimentos e diâmetros. Desta forma, têm-se: − CT1: Também denominado CT-Araraquara, terá 2.950 m de extensão, desenvolverse-á ao longo do ribeirão Araraquara, tendo início na confluência da rua Presidente Dutra com Av. Prefeito João Pires Filho, por onde se prolongará até a rua Prudente de Morais. Deste ponto o CT1 prosseguirá pela rua Prefeito José Basílio Alvarenga até a rua Imperatriz Tereza Cristina, por onde passará a desenvolver-se até encontrar a margem esquerda do ribeirão Araraquara, indo até a ETE 1, à jusante da cidade. Será constituído por tubos com diâmetros variando de 200 a 500 mm, que deverão escoar uma vazão máxima de 99,74 l/s, recebendo ao longo de seu trajeto as contribuições dos coletores CT2, CT3, CT4 e CT5, além da elevatória EE-3; − CT2: Desenvolver-se-á pela margem esquerda do córrego existente ao longo da rua Leopoldo da Cunha, indo desaguar no CT1 . Terá 1.500 m de extensão, diâmetros variando entre 200 e 250 mm e veiculará as vazões da bacia 1, num total previsto de 10,22 l/s; − CT3: O coletor CT3 terá como finalidade permitir o esgotamento das contribuições da bacia 2, num total previsto de 9,80 l/s. Terá 1.920 m de extensão e diâmetros de 200 e 250 mm. Desenvolver-se-á ao longo do córrego existente paralelamente à av. Cel. Bertoldo. Terá início no cruzamento das ruas Washington Luiz e Japão, prolongando-se pela margem esquerda do referido córrego e posteriormente pelas ruas Idactor F. Costa e Washington Luiz, onde efetuará a travessia para a margem oposta, indo, por 350 m, até encontrar a rua Mario Mendes de Camargo pela qual se desenvolverá até a rua Manoel Ferraz de Campos e pela rua Prudente de Morais até o coletor CT1; − CT4: O coletor CT4 drena a bacia 5 e desenvolver-se-á, em seu trecho de montante, ao longo da margem esquerda do principal curso d’água da bacia, até a rua Padre Leônidas da Silva, onde transporá o referido córrego e prolongar-se-á pela margem direita por aproximadamente 300 m, retornando para a referida rua. O seu trecho final desenvolver-se-á pelas ruas Barão do Rio Branco, Sargento José Silva e Imperatriz D. Maria Isabel, onde desaguará no CT1. Seu traçado totalizará 1.600 m de extensão, ao longo dos quais apresentará diâmetros de 200 e300 mm; − CT5: Último dos coletores projetados para o sub-sistema Principal. Desenvolver-seá integralmente na bacia 4 e será responsável pelo esgotamento desta, até efetuar o deságüe no trecho final de coletor CT1. Seu traçado foi definido com o início no cruzamento da Av. Rio de Janeiro com rua Manoel R. Barbosa pela qual se prolongará até a rua Prefeito José Basílio Alvarenga. A partir desta rua o coletor desenvolver-se-á por uma servidão até a rua Prefeito José Raimundo Lobo até efetuar seu lançamento no trecho final do CT1. Terá uma extensão total de 1.350 m com diâmetros de 200 e 250 mm. As tubulações terão diâmetros de 150 a 500 mm, sendo que, até 300 mm, inclusive, serão de manilha de barro vidrado e para diâmetros maiores, em concreto armado e são assim descritos: No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por diâmetro, referentes aos coletores previstos para o sistema de esgotamento sanitário de Santa Isabel: 150 PEC-2939 DIÃMETRO (mm) EXTENSÃO (m) 200 4.700 250 2.560 300 600 400 400 500 1.060 A previsão de implantação de estações elevatórias foi feita de modo a transpor bacias de esgotamento, para recuperação de cota dos coletores e para propiciar a travessia dos cursos d’água de porte mais significativo. As estações elevatórias previstas são em número de sete, sendo 4 no sub-sistema Principal (EE-1 a EE-4), uma no sub-sistema 2 (EE-7) e duas no sub-sistema 3 ( EE-5 e EE-6). A seguir serão apresentadas as características básicas dessas unidades operacionais, bem como, de suas linhas de recalque: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1 3,44 75 350 EE-2 3,44 75 800 EE-3 3,06 50 30 EE-4 89,74/99,74 * 300 30 EE-5 3,46 75 1.100 EE-6 12,04 100 30 EE-7 5,86 75 30 * Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente. As elevatórias EE-1 e EE-2 situam-se no extremo norte da bacia 4 e têm a finalidade de recalcar os esgotos para as cabeceiras dos coletores que drenam para o coletor tronco CT5. Os recalques se farão por tubulações de 75 mm de diâmetros com comprimentos respectivos de 350 e 800 m. A elevatória EE-3 situa-se próximo ao cruzamento da rua Cônego Bicudo com Cel. Ramos, junto à margem direita do ribeirão-Araraquara. A tubulação de recalque terá 50 mm de diâmetro e 30 m de comprimento, recalcando os esgotos de parte da bacia 1 para o coletor CT1. A EE-4 será construída junto a ETE 1 e terá como finalidade recalcar os esgotos oriundos das bacias 1 a 5 para a caixa de distribuição da referida estação. A tubulação de recalque terá 300 mm de diâmetro e 30 m de comprimento. A EE-5 Ficará situada à jusante da bacia 7, junto às margens do lago do reservatório do Jaguarí. Através dela os esgotos da referida bacia serão recalcados para um ponto alto à montante da bacia 8 e daí, por gravidade até a ETE 2. A tubulação de recalque terá 75 mm de diâmetro e 1.100 m de comprimento. 151 PEC-2939 A EE-6, nos moldes da EE-4, será construída junto a ETE 2 e terá como finalidade recalcar os esgotos oriundos das bacias 7 e 8 para a caixa de distribuição da referida estação. A tubulação de recalque terá 100 mm de diâmetro e 30 m de comprimento. A EE-7, nos moldes da EE-4 e da EE-6, será construída junto a ETE 3 e terá como finalidade recalcar os esgotos oriundos da bacia 6 para a caixa de distribuição da referida estação. A tubulação de recalque terá 75 mm de diâmetro e 30 m de comprimento. O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. Foram previstas três estações de tratamento de esgotos. A primeira (ETE 1), do subsistema principal, ficará situada na margem esquerda do córrego Araraquara, à jusante da cidade, próximo à rodovia Prefeito Joaquim Simão, com capacidade para tratar as vazões médias de 53,84 e 59,84 l/s, respectivamente para 1ª e 2ª etapas, previstas para o final do plano. A segunda estação (ETE 2), de menor porte, ficará situada na margem esquerda do córrego existente na bacia 8, junto às margens do lago do reservatório do Jaguarí. Terá capacidade para tratar 9,30 l/s de vazão média. A terceira estação ficará situada a Norte da estrada \professor Dr. José Sylvio Cimino, entre esta e o córrego existente. Terá capacidade para tratar 3,52 l/s de vazão média. Santa Isabel conta com um sistema de coleta do tipo separador absoluto atendendo a cerca de 80% da população urbana, sendo necessário à implantação de aproximadamente 24.500 m de rede ao longo do período de projeto, com uma previsão de mais 3.500 ligações prediais, além das 6.800 existentes. Este Estudo de Concepção para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-SI-EC-ESG-01-R0. 1.9.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Santa Isabel produz, atualmente 152,8 l/s de água tratada, suficientes para o atendimento à demanda da cidade por todo o período de projeto. No entanto, faz-se necessário, a recuperação de algumas unidades do sistema, cujas obras são descritas a seguir: 1ª Etapa: Sistema Araraquara: − Recuperação dos filtros, inclusive substituição dos leitos filtrantes, camadas suporte e fundos perfurados da ETA – 1; − Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, na elevatória de água tratada para alimentação do reservatório de 20 m3; − Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, no ‘booster” da rua Barão do Rio Branco para reserva ou rodízio; 152 PEC-2939 − Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”, responsável pela alimentação do reservatório de 500 m3 da Vila Guilherme; − Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”, responsável pelo atendimento da rua Alzira Paula; − Instalação de mais um conjunto motor bomba, idêntico ao existente, no ‘booster”, responsável pelo atendimento do Jardim Eldorado. Sistema Jaguarí: − Aquisição e instalação de mais um conjunto módulo flutuante, dotado de um conjunto motor bomba ( Q = 40 l/s e P = 40 cv ), idêntico ao existente, para operar como reserva ou rodízio na captação de água bruta; − Instalação de mangote flexível em PEAD, com diâmetro de 150 mm e 80 m de extensão, idêntico ao existente, interligando a captação ao barrilete, inclusive adaptação deste; − Construção de poço de sucção em concreto armado, semi-enterrado, com capacidade de 50 m3, a ser implantado junto à elevatória intermediária de água bruta; − Aquisição e instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente, ( Q = 80 l/s e P = 100 cv ), para operar como reserva ou rodízio na elevatória intermediária de água bruta; − Recuperação do filtro “russo”, pertencente à ETA 2, atualmente fora de operação. Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos dois sistemas: − Acréscimo de 11.500 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Implantação de 1.000 hidrômetros em todas as ligações atualmente não hidrometradas; − Acréscimo de 1.170 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 153 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa - Total 150 - - - - - 200 - 3.080 1.620 4.700 - 218.680,00 - - 250 - 2.560 - 2.560 - 209.920,00 - 209.920,00 300 - 600 - 600 - 58.800,00 - 58.800,00 400 - 400 - 400 - 60.000,00 - 60.000,00 500 - 1.060 - 1.060 - 182.320,00 - 182.320,00 600 - - - - - - - - 700 - - - - - - - - 800 - - - - - - - - 900 - - - - - - - - Sub-total - 7.700 1.620 9.320 - 729.720,00 115.020,00 115.020,00 333.700,00 844.740,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 44.099,00 Total EE-1 - 3,44 - 3,44 - EE-2 - - 3,44 3,44 - EE-3 - 3,06 - 3,06 - 41.592,00 EE-4 - 89,74 99,74 99,74 - 231.716,00 EE-5 - - 3,46 3,46 - - 44.227,00 44.227,00 EE-6 - - 12,04 12,04 - - 82.502,00 82.502,00 EE-7 - - 5,86 5,86 - - 57.557,00 57.557,00 Sub-total - - - - - 234.127,00 551.534,00 - 317.407,00 - 44.099,00 44.099,00 44.099,00 - 41.592,00 5.742,00 237.458,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa ER-1 / 75 - 350 - 350 - ER-2 / 75 - - 800 800 - ER-3 / 50 - 30 - 30 - 1.920,00 ER-4 / 300 - 30 - 30 - 10.830,00 ER-5 / 75 - - 1.100 1.100 - - 96.800,00 96.800,00 ER-6 / 100 - - 30 30 - - 3.300,00 3.300,00 ER-6 / 75 - - 30 30 - - 2.640,00 2.640,00 - 410 1.960 2.020 - 173.140,00 216.690,00 Sub-total 30.800,00 Total - 43.550,00 - 30.800,00 70.400,00 70.400,00 - 1.920,00 - 10.830,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - 13.700 5.850 19.550 - 849.400,00 362.700,00 1.212.100,00 200 - 3.450 1.500 4.950 - 244.950,00 106.500,00 351.450,00 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total - 17.150 7.350 24.500 - 1.094.350,00 469.200,00 1.563.550,00 Ligações Prediais CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa 100 - 2.450 1.050 3.500 - 150 - - - - - Sub-total - 2.450 1.050 3.500 - 531.650,00 531.650,00 Total 227.850,00 759.500,00 - - 227.850,00 759.500,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Primário - 59,84 - 59,84 - 1.418.840,00 - 1.418.840,00 ETE 1 Secundário - 59,84 - 59,84 - 3.103.142,00 - 3.103.142,00 ETE 1 Terciário - 59,84 - 59,84 - 3.400.530,00 - 3.400.530,00 ETE 2 Primário - - 9,30 9,30 - - 228.873,00 228.873,00 ETE 2 Secundário - - 9,30 9,30 - - 500.568,00 500.568,00 ETE 2 Terciário - - 9,30 9,30 - - 562.384,00 562.384,00 ETE 3 Primário - - 3,52 3,52 - - 88.327,00 88.327,00 ETE 3 Secundário - - 3,52 3,52 - - 193.179,00 193.179,00 ETE 3 Terciário - - 3,52 3,52 - - 220.410,00 220.410,00 ETE 1 Padrão "A" - 59,84 - 59,84 - 414.369,00 - 414.369,00 ETE 1 Padrão "F" - 59,84 - 59,84 - 2.209.968,00 - 2.209.968,00 ETE 1 Padrão "G" - 59,84 - 59,84 - 2.348.091,00 - 2.348.091,00 ETE 2 Padrão "A" - - 9,30 9,30 - - 85.770,00 85.770,00 ETE 2 Padrão "F" - - 9,30 9,30 - - 428.850,00 428.850,00 ETE 2 Padrão "G" - - 9,30 9,30 - - 450.292,50 450.292,50 ETE 3 Padrão "A" - - 3,52 3,52 - - 32.490,00 32.490,00 ETE 3 Padrão "F" - - 3,52 3,52 - - 162.450,00 162.450,00 ETE 3 Padrão "G" - - 3,52 3,52 - - 170.572,50 170.572,50 Custos Totais do Sistema Total (ETE's tratamento tipo) Primário - 4.135.517,00 1.536.537,00 5.672.054,00 Total (ETE's tratamento tipo) Secundário - 5.819.819,00 1.913.084,00 7.732.903,00 Total (ETE's tratamento tipo) Terciário - 6.117.207,00 2.002.131,00 8.119.338,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - 3.131.046,00 1.337.597,00 4.468.643,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "F" - 4.926.645,00 1.810.637,00 6.737.282,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "G" - 5.064.768,00 1.840.202,00 6.904.970,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 176,43 169,13 Custo per capita - tratamento Tipo Secundário R$/hab. 248,29 230,57 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 133,58 133,24 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "F" ANA R$/hab. 210,18 200,89 CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Santa Isabel - SP Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário. CustoEsg-SP.xls-Santa Isabel Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Aquisição e instal. de mais um módulo flutuante dotado de conj. motobomba (Q = 40 l/s;Pot. = 40 cv), idêntico aos exist., para o perar como unidade de reserva e/ou rodìzio na captação 1.2 1 - 36.336,00 - 36.336,00 1 - 51.864,00 - 51.864,00 - - 2 - Instalação de mais um conjunto motobomba, idêntico ao existente (Q = 80 l/s; Pot. = 100 cv), na elev. intermediária de água bruta, para operar como unidade de reserva e/ou rodízio 1.3 - Sub-total 88.200,00 - 88.200,00 Adutora de Água Bruta Item 2.1 Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Mangote flexível em PEAD, φ = 6", idêntico aos existentes, interligando a captação ao barrilete, inclusive adaptação do barrilete 80 - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - 80 - Sub-total 8.112,00 8.112,00 - - 8.112,00 8.112,00 Estação de Tratamento de Água Item 3.1 Discriminação 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Recuperação dos filtros, inclusive substituição dos leitos filtrantes, camadas suportes e fundos - ETA 1 3.2 Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1 - 335.676,00 - 335.676,00 1 - 85.289,00 - 85.289,00 Recuperação do filtro "russo" pertencente a ETA 2, atualmente fora de operação 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - 2 - Sub-total 420.965,00 - 420.965,00 Elevatória de Água Tratada Item Discriminação 4.1 Instalação de mais 1 conj. motobomba para a EEAT, idêntico ao exist., localizado junto a ETA, para aliment. de reserv. de 20 m3 4.2 Instalação de mais 1 conj. motobomba para o booster da rua Ba- Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 1 - 21.086,00 - 21.086,00 rão de rio Branco, idêntico ao exist., para reserva e/ou rodízio 1 - 19.465,00 - 19.465,00 4.3 Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o booster respons. pela alim. do reser. de 500 m3 da V. Guilherme 1 - 21.086,00 - 21.086,00 4.4 Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o 1 - 19.465,00 - 19.465,00 1 - 21.086,00 - 21.086,00 - - 5 - booster responsável pelo atendimento da rua Alzira Paula 4.5 Instalação de mais 1 conj. motobomba, idêntico ao exist., para o booster responsável pelo atendimento ao Jardim Eldorado 4.6 Sub-total - 102.188,00 - CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel 102.188,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP Adutora de Água Tratada Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 5.1 - - - - - - 5.2 - - - - - - 5.3 - - - - - - 5.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Reservação Item 6.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Construção de poço de sucção, do tipo semi-enterrado, em concreto armado com capac. de 50 m3, a ser implantado a montante da elevatória intermediária de água bruta 1 - 94.389,00 - 94.389,00 6.2 - - - - - - 6.3 - - - - - - 6.4 - - - - - - 1 - Sub-total 94.389,00 - 94.389,00 Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 7.1 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 830 320 29.880,00 11.520,00 7.2 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 1.660 640 38.180,00 14.720,00 52.900,00 7.3 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 5.810 2.240 75.530,00 29.120,00 104.650,00 - - 8.300 3.200 7.4 - Sub-total 143.590,00 55.360,00 41.400,00 198.950,00 Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" 800 - 28.800,00 - 28.800,00 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" 200 - 8.600,00 - 8.600,00 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - 1.000 - Sub-total 37.400,00 - 37.400,00 Ligações Prediais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 655 280 75.325,00 32.200,00 107.525,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 165 70 24.750,00 10.500,00 35.250,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 820 350 Sub-total 100.075,00 42.700,00 Custos Totais do Sistema Custo ( R$ ) CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel 142.775,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastecimento de Água de Santa Isabel - SP 1ª Etapa Total 994.919,00 Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 2ª Etapa 98.060,00 Total 1.092.979,00 29,10 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-Santa Isabel 30,87 PEC-2939 1.10 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS / EUGÊNIO DE MELO - SP 1.10.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário A sede municipal de São José dos Campos e o distrito de Eugênio de Melo são dotados de sistemas de esgotamento sanitário, estes subdivididos em quatro sistemas englobando 11 bacias de esgotamento: − Sistema Leste: Engloba as bacias da Divisa, Pararangaba e Alambarí, cujos esgotos sanitários serão tratados na ETE – Eugênio de Melo; − Sistema Vidoca / Lavapés: Abrange as bacias do Comprido, Ressaca, Vidoca, Lavapés, Cambuí, Jaguarí e a parte sul da bacia do Buquira, cujos esgotos serão tratados na ETE – Lavapés, existente; − Sistema Norte: Engloba a parte norte da bacia do Buquira e terão seus esgotos tratados na ETE – Buquirinha; − Sistema Urbanova: Contempla a bacia de mesmo nome e tem seus esgotos tratados na ETE – Urbanova, existente. A concessionária do sistema, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – SABESP, vem, ao longo dos anos, contratando a elaboração de projetos e executando paulatinamente as obras de coleta, transporte e tratamento de esgotos. Segundo informações prestadas pela referida Empresa, a programação das obras de esgotamento sanitário contempla a implantação do Sistema Vidoca / Lavapés, do Sistema Norte e do Sistema Leste, uma vez que o Sistema Urbanova está em operação, sendo prioridade, dentre as obras previstas, a reversão dos esgotos da bacia do Vidoca para a ETE – Lavapés. A Estação Elevatória Final do Sistema Vidoca, responsável pela reversão dos esgotos da bacia do Vidoca para a bacia do Lavapés, bem como os emissários por recalque, ambos com 1.000 mm de diâmetro e extensões de 4.600 e 2.790 m respectivamente, não foram considerados neste estudo como obras a serem executadas, pois, além de terem sido previstas no Projeto Inicial e aprovadas na Assembléia do CEIVAP, já são objetos de contrato com a Agência Nacional de Águas através do Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas – PRODES. Procurando-se viabilizar a execução das obras com menores investimentos iniciais, considerou-se a implantação dos sistemas em etapas, ficando aquelas definidas como prioritárias na 1ª etapa e as demais, em 2ª etapa. 1ª Etapa: SISTEMA VIDOCA / LAVAPÉS: − CT-Vidoca: Desenvolver-se-á ao longo da margem direita do ribeirão Vidoca, tendo início próximo a Usina de Lixo, indo até a elevatória de reversão EE – Principal, recebendo em seu trecho médio o CT – Senhorinha. Terá 11. 707 m de extensão, e diâmetros variando entre 300 e 1.200 mm. Estão previstas diversas interligações na implantação do referido coletor, totalizando uma extensão total de 1.400 m e diâmetros variando entre 150 e 1.000 mm, sendo este último em aço carbono com 50 m de extensão; 154 PEC-2939 − CT-Rosinha: Desenvolver-se-á ao longo do Parque Industrial do bairro Jardim América e lançará seus efluentes no coletor Senhorinha. Terá 920 m de extensão e 600 m de diâmetro; Nesta etapa não haverá necessidade de ampliação da ETE-Lavapés. 2ª Etapa: SISTEMA VIDOCA / LAVAPÉS: − CT-Comprido: Terá dois trechos distintos: o primeiro, com 2.620 m de extensão, desenvolver-se-á paralelamente ao leito de rio Comprido e cortará o bairro Limoeiro, até alcançar a elevatória EE-1; o segundo trecho, com 1.840 m de extensão, desenvolver-se-á ao longo da linha da RFFSA, desde o bairro Limoeiro até o bairro Jardim Pôr do Sol, onde lançará os esgotos no coletor CT – Ressaca, próximo a elevatória EE-2. Possuirá diâmetros variando entre 200 e 300 mm; − CT-Ressaca: Terá quatro trechos assim discriminados: o primeiro, desenvolver-se-á ao longo do ribeirão Ressaca, atravessará a rodovia Presidente Dutra, indo até a elevatória EE-2, com 1.850 m de extensão; o segundo trecho receberá o recalque da referida elevatória, possuirá 1.230 m de extensão, indo até a elevatória existente, localizada no bairro Jardim das Indústrias; o terceiro trecho, com 1.720 m, desenvolver-se-á ao longo da linha férrea da RFFSA, no bairro Jardim da Indústrias, compreendido entre a elevatória existente e a elevatória EE-3 e receberá em seu trecho final o CT-Alvorada; o quarto trecho, com 1.530 m, ainda ao longo da linha férrea, ficará compreendido entre a EE-3 e o coletor Vidoca, onde lançará seus efluentes. O CT-Ressaca terá diâmetros variando entre 200 e 500 mm; − CT-Alvorada: Desenvolver-se-á ao longo da margem de um tributário do ribeirão Ressaca, entre o Parque Residencial Aquárius e o Jardim das Indústrias. Terá 550 m de extensão e 200 mm de diâmetro; − CT-Buquira; Terá dois trechos distintos: o primeiro, com 1.910 m de extensão, desenvolver-se-á próximo a margem direita do rio Buquira, compreendido entre as elevatórias EE-4 e EE-5; o segundo trecho terá 660 m de extensão desenvolver-seá na margem esquerda do rio Paraíba do Sul, em sentido contrário ao escoamento natural do rio. Terá início no bairro Alto da Fonte e término na elevatória existente, denominada TelesPark. O CT-Buquira terá diâmetros variando entre 300 e 500 mm; − CT-Cambuí -ME: Será construído em complementação ao trecho existente, pela margem esquerda do córrego Cambuí. Será responsável pelo esgotamento dos bairros Cambuí e Putim, à montante da bacia. Terá 6.000 m de extensão e diâmetros variando entre 300 e 500 mm; − CT-Águas Claras: Desenvolver-se-á ao longo da margem direita do córrego de mesmo nome, lançando os esgotos provenientes do bairro Vila Rica, no coletor CTCambuí-ME. Terá 1.200 m de extensão e 300 mm de diâmetro. 155 PEC-2939 As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE-1 19,80 150 280 EE-2 51,00 200 350 EE-3 80,00 250 730 EE-4 10,65 100 30 EE-5 106,64 300 8500 EE-6 20,08 150 2.600 EE-7 62,50 250 1.900 EE-8 62,50 250 1.400 O material previsto para as linhas de recalque foi o ferro fundido, com revestimento interno em argamassa de cimento aluminoso, próprio para o transporte de esgotos. − EE-1: Ficará situada no bairro do Limoeiro e será responsável pelo recalque dos esgotos coletados pelo CT-Comprido I, transpondo a linha férrea da RFFSA e lançando-os na cabeceira do CT-Comprido II; − EE-2: Situar-se-á na margem esquerda do ribeirão Ressaca, próximo ao bairro Jardim Pôr do Sol, receberá as contribuições dos coletores CT-Comprido I e II e CT-Ressaca I, recalcando-as para a cabaceira do CT-Ressaca II; − EE-3: Será construída às margens da linha férrea da RFFSA, próxima ao bairro Jardim das Indústrias, receberá os esgotos dos coletores CT-Ressaca III e CTAlvorada, recalcando-os para a cabeceira do coletor Ressaca IV; − EE-4: Situar-se-á na confluência do córrego Ciganada com o rio Buquira, no bairro Vila Paiva. Será responsável pelo recalque de parte das vazões deste bairro, lançando-as no PV incial do coletor CT-Buquira I; − EE-5: Situar-se-á na margem direita do rio Buquira, no bairro Veneziani, recebendo os esgotos do coletor CT-Buquira I e os lançará no Pv inicial do coletor Buquuira II; − EE-TELESPARK: Esta elevatória já existe, no entanto, para integração desta parte da bacia do Buquira ao Sistema Vidoca / Lavapés, é necessária a construção dos emissários por recalque e por gravidade ambos com 400 mm de diâmetro e respectivos comprimentos de 1.000 e 1.820 m. O emissário por gravidade lançará os esgotos no emissário por gravidade da EE-Principal; − EE-6: Ficará situada no bairro Vila Ester e será responsável pelo recalque dos esgotos de parte da bacia Cambuí (Vila Industrial), integrando-a ao Sistema Vidoca / Lavapés. Ao final do trecho por recalque partirá um emissário por gravidade, com 1.100 m de extensão, desenvolvendo-se paralelamente à linha férrea da RFFSA e lançará os esgotos no coletor tronco Cambuí existente, próximo ao bairro Vila Guarani; − EE-7 e EE-8: Serão erguidas na bacia do Comprido, respectivamente nos bairros Jardim Colonial e Campo dos Alemães e serão responsáveis pela transposição de parte das vazões da referida bacia para a bacia do Vidoca; 156 PEC-2939 − Duplicação da capacidade de tratamento da ETE-Lavapés, passando de 900 l/s para 1.800 l/s. SISTEMA NORTE: O Sistema Norte compreende o conjunto de coletores, elevatórias, emissários e estação de tratamento que atenderão a parcela norte da bacia do rio Buquira, englobando as sub-bacias do córrego Buquirinha, do córrego dos Freitas, do córrego da Ponte e do córrego da Olaria. Trata-se de uma região com baixa densidade populacional, razão pela qual, optou-se em admitir a implantação do sistema em etapa futura. A concepção do sistema prevê a implantação de dois coletores troncos principais, o CT-Buquirinha e o CT-Freitas que lançarão seus efluentes na estação de tratamento Buquirinha, a ser construída em terreno situado entre a margem direita do rio buquira e a estrada municipal Monteiro Lobato. Os bairros mais afastados serão esgotados através de 4 estações elevatórias: EE-1, no bairro Costinha; EE-2, no bairro Buquirinha I, EE-3, no bairro dos Freitas e o bairro Buquirinha será esgotado por uma elevatória, existente, que hoje lança os esgotos no córrego afluente do rio Buquira. As referidas elevatórias lançarão seus esgotos no coletor CT-Buquirinha. De acordo com a concepção prévia da SABESP, as principais características das unidades previstas são: − Coletores-Tronco: Coletor-Tronco CT Buquirinha I CT Buquirinha II CT Freitas I CT Freitas II CTFreitas III CT Buqurinha Total 150 150 150 150 450 Diâmetro (mm) 250 300 2170 2170 200 430 2190 330 2950 400 - 500 - 600 - Total 430 2190 150 150 150 2500 5570 − Estações Elevatórias e Linhas de Recalque Estação Elevatória Vazâo (l/s) EE-Costinha 5,12 EE-Buriquinha I e II 14,74 EE-Freitas 3 5,91 EE-Freitas 4 4,25 EE-Freitas 5 7,4 EE-Buriquinha (Existente) 5,69 EE-Freitas 6 12,68 EE-Freitas 1 5,00 * EE-Freitas 2 5,00 * * Valores estimados para efeito de orçamento 157 Linha de Recalque Diâmetro (mm) 100 150 100 150 100 * 100 150 * 100 100 Extensão (m) 1.800 1.275 100 200 300 * 350 50 * 300 200 PEC-2939 − Construção da ETE-Buquirinha, tipo lagoa de estabilização, sistema Australiano, capaz de tratar os esgotos provenientes da parcela Norte da bacia do rio Buquira, cuja vazão média, incluindo infiltração, é estimada em 35,00 l/s. SISTEMA LESTE: O Sistema Leste corresponde a região situada entre o núcleo urbano da cidade de São José dos Campos e o limite com o município de Caçapava, englobando o distrito de Eugênio de Melo. O Sistema de esgotos concebido para esta área subdivide-se nas bacias do rio Alambarí, do rio Pararangaba e do ribeirão da Divisa. A bacia do Alambarí será esgotada através do coletor tronco CT-Alambarí, cujos esgotos serão revertidos para a bacia do Ararangaba, a bacia do Ararangaba será esgotada pelos coletores CT-Pararangaba I, II, III e IV, cujos esgotos serão encaminhados à ETE-Eugênio de Melo através do Interceptor Alambarí / Eugênio de Melo e a bacia da Divisa, terá seus esgotos encaminhados para a referida estação de tratamento, sem previsão no tempo, uma vez que a região é atualmente desabitada. De acordo com a concepção prévia da SABESP, as principais características das unidades previstas são: − Coletor-Tronco/Interceptor Coletor-Tronco / Interceptor CT Alambari I CT Alambari II CT Pararangaba I CT Pararangaba II CT Pararangaba III CT Pararangaba IV CT Divisa SJC/Caçapava CT Nascente do Pararangaba Interc. Alambari/Eugênio Mello Total 200 2.700 1.050 2.700 1.500 2.700 10.650 250 - Diâmetro (mm) 300 400 3.700 2.150 2.050 4.600 2.900 8.800 6.600 500 - 600 3.850 1.500 5.350 800 1.838 1.838 Total 2.700 1.050 7.550 4.850 3.550 1.500 7.500 2.700 1.838 33.238 − Estações Elevatórias e Linhas de Recalque Estação Elevatória Vazâo (l/s) EE-Alambari EE-Pararangaba (Final) 23,65 524,70 * Linha de Recalque Diâmetro (mm) 150 700 * * Valores recalculados − ETE – Estação de Tratamento de Esgoto Eugênio de Melo Vazão Média Final: 291,52 l/s Processo: Lodos Ativados com Aeração Prolongada Unidades Componentes: Caixa de Chegada 158 Extensão (m) 700 25 PEC-2939 Canal de Gradeamento Caixa de Desarenação Reatores Aeróbios com sistema de Aeração por Ar Difuso Decantadores Secundários Adensadores de Lodo Tanque de Contato Elevatórias de Recirculação de Lodo e de Lodo Adensado Edificações Auxiliares − Travessias Especiais Sob Rodovias: 7 unidades Sob Ferrovia: 4 unidades São José dos Campos Eugênio de Melo contam com um sistema de coleta de esgotos do tipo separador absoluto atendendo a cerca de 90% da população urbana, com 907.798 m de rede coletora, com 126.897 ligações prediais, sendo necessário a implantação de aproximadamente 184.980 m de rede ao longo do período de projeto, com uma previsão de mais 26.420 ligações prediais, além das existentes. Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-JC-EC-ESG-01-R0. 1.10.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O abastecimento de água da cidade de São José dos Campos e Eugênio de Melo é efetuado através de 6 sub-sistemas independentes e 5 sub-sistemas isolados, tendo 4 mananciais de superfície, sendo principal o rio Paraíba do Sul e 68 subterrâneos, totalizando uma produção média de 1.632,60 l/s. O sub-sistema principal capta água no rio Paraíba do Sul e a sua capacidade, limitada pela produção da estação de tratamento ETA – II, é de 1.240 l/s. A demanda prevista para o ano de 2010 é de 2.285 l/s e para o ano de 2020, de 2.584 l/s. A SABESP, operadora do sistema, vem implantando ao longo do tempo, obras de ampliação das unidades operacionais, mesmo assim, a oferta de água é insuficiente, face à demanda atual, estimada de 2.104,57 l/s. Analisando as unidades componentes do sistema e com base nas informações prestadas pela SABESP, as obras necessárias à ampliação do sistema de abastecimento de água podem ser divididas em duas etapas, a saber: 1ª Etapa: − Ampliação da capacidade de tratamento da ETA – II, de 1.240 l/s, para 1.900,00 l/s, obras esta já prevista pela SABESP; − Construção do “booster” Jardim Santa Inês, contendo um conjunto motobomba submersa, para 5,70 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 5 HP; 159 PEC-2939 − Construção do “booster” Tatetuba, contendo três conjuntos motobombas de eixos horizontais, para 387,00 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 580 HP; − Construção do “booster” Monteiro Lobato, contendo um conjunto motobomba submersa, para 44,30 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 15 HP; − Construção do “booster” Majestic, contendo um conjunto motobomba submersa, para 3,60 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 3 HP; − Construção do “booster” Jardim Veneza, contendo um conjunto motobomba submersa, para 62,00 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 45 HP; − Construção do “booster” Buquirinha I, contendo um conjunto motobomba submersa, para 9,73 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 6 HP; − Construção de estação elevatória denominada EEAT R81A, contendo dois conjuntos motobombas de eixos horizontais, para 92,00 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 85 HP; − Construção de estação elevatória denominada EEAT R47A, contendo dois conjuntos motobombas de eixos horizontais, para 88,89 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 145 HP; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para alimentar o RAP 88 e RAP 36, com 1.060 m de extensão e 300 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o bairro Jardim da Indústrias, com 4.083 m de extensão e 350 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o setor Urbanova, com 4.323 m de extensão e 350 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, para o bairro Jardim das Indústrias e Urbanova (Trecho São João), com 1.992 m de extensão e 400 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho EEAT R 81 / RAP 81 A, com 1.668 m de extensão e 200 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho EEAT R 1 / RAP 83 e RAP 83 A (Rua Piraquara Club), com 964 m de extensão e 450 mm de diâmetro; − Construção de adutora de água tratada, em FºFº, trecho “booster” Tatetuba / RAP 47 A, com 1.534 m de extensão e 400 mm de diâmetro, 1.893 m de extensão e 500 mm de diâmetro e 940 m de extensão e 600 mm; − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 83 A, com 2.000 m3 de capacidade e “booster” RAP 83 A, tipo Q, contendo um conjunto motobomba, para 3,70 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 3 HP; − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 81 A, com 2.000 m3 de capacidade e “booster” RAP 81 A, tipo Q, contendo um conjunto motobomba, para 8,45 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 6 HP; − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 47 B, com 1.000 m3 de capacidade e “booster” RAP 47 B, tipo Q, contendo um conjunto motobomba, para 19,37 l/s de vazão, acionada por motor elétrico de 18 HP; − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 95 A, com 1.500 m3 de capacidade; 160 PEC-2939 − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 37 A, com 1.000 m3 de capacidade; − Construção de reservatório em concreto armado, circular, RAP 47 A, com 2.000 m3 de capacidade; − Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 139 + 350 m, com 112 m de extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro; − Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 146 + 531 m, com 98 m de extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro; − Construção de travessia sob a via Dutra, no Km 153+ 348 m, com 107 m de extensão e tubo camisa com 1.000 mm de diâmetro; − Implantação de rede primária, em FºFº, K7, PBJE, para reforço no bairro Tatetuba, numa extensão total de 2.989 m e diâmetro de 400 mm. 2ª Etapa: − Construção de adutora de água bruta, interligando a estrutura de captação e a ETAII, paralelas às linhas existentes, com 3.100 m de extensão e 1.200 mm de diâmetro, capaz de permitir o recalque da vazão de 2.560 l/s, resultando o conjunto num diâmetro equivalente de 1.600 mm, proporcionando o escoamento com 1,20 m/s de velocidade; − Ampliação da capacidade de tratamento da ETA – II, passando de 1.900 l/s, para 2.560 l/s, com a implantação de mais um módulo de 660 l/s. Ao longo de todo o horizonte de projeto, nos diversos sub-sistemas: − Acréscimo de 191.985 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo; − Acréscimo de 22.993 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 161 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - 800 450 1.250 - 49.600,00 27.900,00 77.500,00 200 - 1.650 16.220 17.870 - 117.150,00 1.151.620,00 1.268.770,00 250 - 550 2.290 2.840 - 45.100,00 187.780,00 232.880,00 300 - 3.000 16.980 19.980 - 294.000,00 1.664.040,00 1.958.040,00 400 - 1.050 11.630 12.680 - 157.500,00 1.744.500,00 1.902.000,00 500 - 2.780 5.160 7.940 - 478.160,00 887.520,00 1.365.680,00 600 - 920 5.350 6.270 - 179.400,00 1.043.250,00 1.222.650,00 700 - - - - - - 800 - - 1.838 1.838 - - - - 465.014,00 900 - - - - - 1.000 - 1.527 - 1.527 - 564.990,00 - 564.990,00 814.300,00 - 814.300,00 1.200 - 1.700 - 1.700 - Emis.Grav.φ 1.000FºFº - - - - - Sub-total - 13.977 59.918 73.895 - - 465.014,00 - - - - 2.700.200,00 7.171.624,00 9.871.824,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-Principal (ampl.) - - 1.200,00 1.200,00 - - 259.191,00 259.191,00 EE-1 - - 19,80 19,80 - - 105.800,00 105.800,00 EE-2 - - 51,00 51,00 - - 169.800,00 169.800,00 EE-3 - - 80,00 80,00 - - 212.666,00 212.666,00 EE-4 - - 10,65 10,65 - - 77.594,00 77.594,00 EE-5 - - 106,64 106,64 - - 245.535,00 245.535,00 EE-6 - - 20,08 20,08 - - 106.545,00 106.545,00 EE-7 - - 62,50 62,50 - - 187.972,00 187.972,00 EE-8 - - 62,50 62,50 - - 187.972,00 187.972,00 EE-Costinha - - 5,12 5,12 - - 53.800,00 53.800,00 EE-Buquirinha I e II - - 14,74 14,74 - - 91.285,00 91.285,00 EE-Freitas 1 - - 5,00 5,00 - - 53.166,00 53.166,00 EE-Freitas 2 - - 5,00 5,00 - - 53.166,00 53.166,00 EE-Freitas 3 - - 5,91 5,91 - - 57.802,00 57.802,00 EE-Freitas 4 - - 4,25 4,25 - - 49.017,00 49.017,00 EE-Freitas 5 - - 7,40 7,40 - - 64.679,00 64.679,00 EE-Freitas 6 - - 12,68 12,68 - - 84.666,00 84.666,00 EE-Alambari - - 23,65 23,65 - - 115.629,00 115.629,00 EE-Pararangaba - - 524,70 524,70 - - 544.639,00 544.639,00 Sub-total - - - - - 2.720.924,00 2.720.924,00 - Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) ER-Princ. / 1.000 Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa - Total - - - - - - ER-1 / 150 - - 280 280 - - ER-2 / 200 - - 350 350 - - 80.850,00 80.850,00 ER-3 / 250 - - 730 730 - - 216.080,00 216.080,00 ER-4 / 100 - - 30 30 - - 3.300,00 3.300,00 ER-5 / 300 - - 850 850 - - 306.850,00 306.850,00 ER-6 / 150 - - 2.600 2.600 - - 439.400,00 439.400,00 ER-7 / 250 - - 1.900 1.900 - - 562.400,00 562.400,00 47.320,00 CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo 47.320,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP ER-8 / 250 - - 1.400 1.400 - - 414.400,00 414.400,00 ER-Teles / 400 - - 1.000 1.000 - - 534.000,00 534.000,00 EG-1 / 400 - - 1.820 1.820 - - 971.880,00 971.880,00 EG-2 / 250 - - 1.100 1.100 - - 325.600,00 325.600,00 ER-Cost / 100 - - 1.800 1.800 - - 198.000,00 198.000,00 ER-Bu I II / 150 - - 1.275 1.275 - - 215.475,00 215.475,00 ER-Fre 1 / 100 - - 300 300 - - 33.000,00 33.000,00 ER-Fre 2 / 100 - - 200 200 - - 22.000,00 22.000,00 ER-Fre 3 / 100 - - 100 100 - - 11.000,00 11.000,00 ER-Fre 4 / 150 - - 200 200 - - 33.800,00 33.800,00 ER-Fre 5 / 100 - - 300 300 - - 33.000,00 33.000,00 ER-Fre 6 / 150 - - 50 50 - - 8.450,00 8.450,00 ER-Alam / 150 - - 700 700 - - 118.300,00 118.300,00 ER-Parar / 700 - - 25 25 - - 28.750,00 28.750,00 Sub-total - - 17.010 17.010 - 4.603.855,00 4.603.855,00 - Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - 54.830 88.600 143.430 - 3.399.460,00 5.493.200,00 8.892.660,00 200 - 7.060 11.435 18.495 - 501.260,00 811.885,00 1.313.145,00 250 - 5.230 8.575 13.805 - 428.860,00 703.150,00 1.132.010,00 300 - 3.530 5.720 9.250 - 345.940,00 560.560,00 906.500,00 Sub-total - 70.650 114.330 184.980 - 4.675.520,00 7.568.795,00 12.244.315,00 Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única 100 - 9.850 16.570 26.420 - 150 - - - - - Sub-total - 9.850 16.570 26.420 - Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 2.137.450,00 2.137.450,00 3.595.690,00 Total 5.733.140,00 3.595.690,00 5.733.140,00 Tratamento Discrim./ Tipo ETE LV exist Terciário Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 2.928.787,00 Total - 900,00 - 900,00 - - 2.928.787,00 ETE LV Secundário - - 900,00 900,00 - - 44.208.688,00 44.208.688,00 ETE LV Terciário - - 900,00 900,00 - - 47.137.475,00 47.137.475,00 ETE BU Primário - - 35,00 35,00 - - 838.819,00 838.819,00 ETE BU Lagoa - - 35,00 35,00 - - 494.537,00 494.537,00 ETE EM Primário - - 291,52 291,52 - - 6.696.640,00 6.696.640,00 ETE EM Secundário - - 291,52 291,52 - - 14.646.199,00 14.646.199,00 ETE EM Terciário - - 291,52 291,52 - - 15.777.518,00 15.777.518,00 ETE LV exist Padrão "G" - 900,00 - 900,00 - - 1.800.000,00 ETE LV Padrão "F" - - 900,00 900,00 - 1.800.000,00 - 27.000.000,00 27.000.000,00 ETE LV Padrão "G" - - 900,00 900,00 - - 28.800.000,00 28.800.000,00 ETE BU Padrão "A" - - 35,00 35,00 - - 235.494,00 235.494,00 ETE BU Padrão "E" - - 35,00 35,00 - - 883.102,00 883.102,00 ETE EM Padrão "A" - - 291,52 291,52 - - 1.049.472,00 1.049.472,00 ETE EM Padrão "F" - - 291,52 291,52 - - 7.871.040,00 7.871.040,00 ETE EM Padrão "G" - - 291,52 291,52 - - 8.395.776,00 8.395.776,00 CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de S. José dos Campos - SP Custos Totais do Sistema Total (ETE's tratamento tipo) Secundário - 9.513.170,00 85.010.312,00 94.523.482,00 Total (ETE's tratamento tipo) Terciário - 12.441.957,00 89.070.418,00 101.512.375,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "F" - 9.513.170,00 61.415.030,00 70.928.200,00 Total (ETE's/ANA - tratamento tipo) Padrão "G" - 11.313.170,00 63.739.766,00 74.169.834,00 Custo per capita - tratamento Tipo Secundário R$/hab. 17,31 160,91 Custo per capita - tratamento Tipo Terciário R$/hab. 22,64 172,81 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "F" ANA R$/hab. 17,31 120,74 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "G" ANA R$/hab. 20,58 126,26 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A", "F" e "G", respectivamente, para os níveis de tratamento primário, secundário e terciário. Para o módulo existente da ETE Lavapés, considerou-se apenas os custos relativos ao incremento no nível de tratamento de secundário para terciário. As obras de transposição da Bacia do Vidoca para a Bacia do Lavapés, EE-Principal ( Q = 800 l/s ), Emissário por recalque ( FºFº, φ = 1000 mm e L = 4.600 m ) e Emissário por gravidade ( FºFº, φ = 1000 mm e L = 2.790 m ) já foram contratadas com a ANA e não fizeram parte desta Estimativa de Custo. CustoEsg-SP.xls-S. J. dos Campos / Eugênio de Melo Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 1.1 - - - - - - 1.2 - - - - - - 1.3 - - - - - - 1.4 - - - - - - 1.5 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Adutora de Água Bruta Item 2.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa Implantação de linha adutora, em FºFº, φ = 1200 mm, paralela as existente, interligando as EEAB II e III à ETA II - 3.100 - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - - 3.100 - Sub-total 6.479.000,00 6.479.000,00 6.479.000,00 6.479.000,00 Estação de Tratamento de Água Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total - 12.593.690,00 3.1 Ampliação da cap. de tratamento da ETA II de 1240 para 1900 l/s 1 - 12.593.690,00 3.2 Ampliação da cap. de tratamento da ETA II de 1900 para 2560 l/s - 1 - 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - 1 1 Sub-total 12.593.690,00 12.593.690,00 12.593.690,00 12.593.690,00 25.187.380,00 Elevatória de Água Tratada Item 4.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 4.2 Construção do booster Tatetuba / R 47A, dotado de 3 conjuntos 4.3 Construção do booster Monteiro Lobato, dotado de 2 conjuntos motobombas (Q = 387,0 l/s;Pot. = 580 hp) motobombas (Q = 44,30 l/s;Pot. = 15 hp) 4.4 Construção do booster Majestic, dotado de 2 conjuntos moto- 4.5 Construção do booster do Jd. Veneza, dotado de 2 conjuntos bombas (Q = 3,60 l/s;Pot. = 3 hp) motobombas (Q = 62,0 l/s;Pot. = 45 hp) 1 - 85.353,00 - 85.353,00 1 - 2.446.132,00 - 2.446.132,00 1 - 94.330,00 - 94.330,00 1 - 83.663,00 - 83.663,00 1 - 127.332,00 - 127.332,00 1 - 86.211,00 - 86.211,00 1 - 189.957,00 - 189.957,00 1 - 519.187,00 - 519.187,00 8 - Construção da EEAT R 81A, dotada de 2 conjuntos motobombas (Q = 92,0 l/s;Pot. = 85 hp) 4.8 Total Construção do booster Buquirinha I, dotado de 2 conjuntos motobombas (Q = 9,73 l/s;Pot. = 6 hp) 4.7 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Construção do booster do Jd. Inês, dotado de 2 conjuntos motobombas (Q = 5,70 l/s;Pot. = 5 hp) 4.6 1ª Etapa Construção da EEAT R 47A, dotada de 3 conjuntos motobombas (Q = 88,9 l/s;Pot. = 145 hp) Sub-total 3.632.165,00 - 3.632.165,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Adutora de Água Tratada Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP 5.1 Implantação de AAT deriv. para RAP 88 e RAP 36, em FºFº, com φ = 300 mm 5.2 φ = 350 mm 5.3 382.660,00 4.083 - 1.714.860,00 - 1.714.860,00 4.323 - 1.815.660,00 - 1.815.660,00 1.992 - 1.063.728,00 - 1.063.728,00 1.668 - 385.308,00 - 385.308,00 964 - 645.880,00 - 645.880,00 645.880,00 Implant. linha adutora interligando EEAT R 1 / RAP 83 e RAP 83 A (rua Piraquara Club), em FºFº, com φ = 450 mm 5.7 - Implant. linha adutora interligando EEAT para R 81 / RAP 81A, em FºFº, com φ = 200 mm 5.6 382.660,00 Implantação de AAT deriv. para, Jd. das Indústrias e Urbanova (trecho São João), em FºFº, com φ = 400 mm 5.5 - Implantação de AAT derivando para Urbanova, em FºFº, com φ = 350 mm 5.4 1.060 Implantação de AAT deriv. para Jd. das Indústrias, em FºFº, com Implantação linha adut. interligando booster Tatetuba / RAP 47 A composta por 3 trechos, abaixo discriminados: 964 - 645.880,00 - φ = 400 mm 1.534 - 819.156,00 - 819.156,00 φ = 500 mm 1.893 - 1.393.248,00 - 1.393.248,00 φ = 600 mm 940 - 887.360,00 - 887.360,00 19.421 - 9.753.740,00 - 9.753.740,00 Sub-total Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 6.1 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 83 A, com cap. de 2.000 m3 e booster RAP 83 A (Q = 3,7 l/s;Pot. = 3 hp) 1 - 680.637,00 - 680.637,00 6.2 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 81 A, com cap. de 2.000 m3 e booster RAP 81 A (Q = 8,45 l/s;Pot. = 6 hp) 1 - 683.185,00 - 683.185,00 6.3 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 47 B, com cap. de 1.000 m3 e booster RAP 47 B (Q = 19,4 l/s;Pot. = 18 hp) 1 - 519.326,00 - 519.326,00 6.4 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 95 A, com capacidade de 1.500 m3 1 - 516.995,00 - 516.995,00 6.5 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 37 A, com capacidade de 1.000 m3 1 - 422.124,00 - 422.124,00 6.6 Construção de reserv. apoiado, em concr. arm., RAP 47 A, com capacidade de 2.000 m3 1 - 596.974,00 - 596.974,00 6 - 3.419.241,00 - 3.419.241,00 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Rede de Distribuição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa 7.1 Reforço rede primária (bairro Tatetuba), em FºFº e φ = 400 mm 2.989 - 7.2 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm 3.140 1.660 929.440,00 491.360,00 1.420.800,00 7.3 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm 6.280 3.320 1.450.680,00 766.920,00 2.217.600,00 7.4 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm 9.400 4.990 1.588.600,00 843.310,00 2.431.910,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 12.500 6.650 450.000,00 239.400,00 689.400,00 7.6 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 15.700 8.320 361.100,00 191.360,00 552.460,00 7.7 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 78.430 41.595 1.019.590,00 540.735,00 1.560.325,00 128.439 66.535 7.395.536,00 Sub-total 1.596.126,00 - 1.596.126,00 3.073.085,00 10.468.621,00 Obras Especiais Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 8.1 Trav. da via Dutra km 139 + 350 m φ Tubo camisa = 1000 mm 112 - 41.440,00 - 8.2 Trav. da via Dutra km 146 + 531 m φ Tubo camisa = 1000 mm 98 - 36.260,00 - 36.260,00 8.3 Trav. da via Dutra km 153 + 348 m φ Tubo camisa = 1000 mm 107 - 39.590,00 - 39.590,00 CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos 41.440,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de S. J. dos Campos / E. de Melo - SP 8.4 - Sub-total - - 317 - - - 117.290,00 - - 117.290,00 Ligações Prediais Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 11.273 5.970 1.296.395,00 686.550,00 1.982.945,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 3.000 1.600 450.000,00 240.000,00 690.000,00 9.3 Implantação de ligações prediais φ = 1", com hidrômetro 750 400 157.500,00 84.000,00 241.500,00 - - 15.023 7.970 9.4 - Sub-total - - 1.903.895,00 1.010.550,00 2.914.445,00 Custos Totais do Sistema Total 38.815.557,00 23.156.325,00 61.971.882,00 Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 66,90 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. CustoH2O-SP.xls-São José dos Campos 99,95 PEC-2939 1.11 TAUBATÉ / TREMEMBÉ / QUIRIRIM 1.11.1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário As sedes dos municípios de Taubaté e Tremembé, inclusive o distrito de Quiririm, formam um único núcleo urbano, devido ao fenômeno de conurbação, o que conduziu os diversos estudos elaborados, ao longo do tempo, pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo-SABESP e pela SONDOTÉCNICA S/A de modo a tratar a região de maneira integrada. O sistema existente compreende: As coletas de esgotos sanitários, por rede do tipo separador absoluto, que atingem índices de atendimento próximos a 90%, que são complementados por pequenos trechos de coletores troncos, com seus lançamentos feitos “in natura” nos diversos cursos d’água, algumas estações elevatórias e apenas uma estação de tratamento, situada no conjunto habitacional Monteiro Lobato, em Quiririm, e dimensionada para atender 500 residências, conforme relacionados a seguir: Coletores Troncos: − Coletor Tronco Judeu I (parte), com 1.300 m de extensão e 300 mm de diâmetro; − Coletor Tronco Judeu IA, com 700 m de extensão e 250 mm de diâmetro; − Coletor Tronco Moinho II (parte), com 1.225 m de extensão e diâmetros de 300 e 500 mm; e − Coletor Tronco Convento IIA, com 800 m de extensão e 200 mm de diâmetro. Estações Elevatórias: − EE-Fabrilar, em Quiririm; − EE-Bonfim I, II e III, na sub-bacia do Pinhão, em Taubaté, revertendo estas contribuições para Quiririm; − EE-Fernando Nogueira, EE-João Mulato e EE-São Gonçalo, na sub-bacia do Pinhão, em Taubaté; e − EE-Parque Aeroporto II e III, na Sub-bacia do Judeu, também em Taubaté. Estação de Tratamento: − ETE CECAP, para atender a 500 residências do conjunto habitacional Monteiro Lobato, em Quiririm. Os estudos e projetos existentes a respeito do sistema de coleta e tratamento de esgotos sanitários de Taubaté estão consubstanciados no “Projeto Técnico do Sistema de Esgotos Sanitários da Cidade de Taubaté”, elaborado pela firma Sondotécnica S.A., em 1985, que abrange toda a área das cidades de Taubaté e Tremembé, definindo uma solução integrada que previu coletores troncos, estações elevatórias de rede e finais e duas estações de tratamento do tipo lagoas de estabilização. O presente estudo baseou-se na última versão do projeto, realizada em outubro de 2001, pela mesma empresa de consultoria, cuja planta geral foi disponibilizada pela SABESP, à qual foi acrescentada a solução para Quiririm. 162 PEC-2939 Esta última versão apresenta a área de projeto dividida em seis sub-bacias, que são abaixo discriminadas: − Sub-bacia do Quiririm: Apresenta solução independente de tratamento, abrangendo a área urbana do referido distrito e mais parte da sub-bacia do Pinhão, situada em Taubaté, cuja reversão se fará através das elevatórias existentes EE-Bonfim I, II e III; − Sub-bacia do Pinhão: Situada no extremo oeste da cidade de Taubaté, contígua a Quiririm, tem suas contribuições centralizadas na elevatória EE-Pinhão que as recalca para a sub-bacia do Judeu, com exceção da área cujas contribuições são esgotadas para a bacia do Quiririm; − Sub-bacia do Judeu: Corresponde a área mais densamente povoada de Taubaté, tendo à oeste a sub-bacia do Pinhão e a leste as sub-bacias do Moinho e do Convento (Taubaté). Seus esgotos são centralizados no coletor tronco Judeu I que os veiculará até a elevatória EE-Judeu, situada na sub-bacia do Moinho; − Sub-bacia do Moinho: Situada à leste da cidade de Taubaté, à norte da estrada de ferro e limitando-se com o município de Tremembé, terá seus esgotos encaminhados para a já citada elevatória EE-Judeu; − Sub-bacia do Convento (Taubaté): Situa-se à sudeste, englobando a rodovia Presidente Dutra (BR-116), estendendo-se até o limite com o município de Tremembé. Tem como principal coletor o CT-Convento I que efetua o lançamento das contribuições por ele transportadas na EE-Convento; − Sub-bacia do Convento (Tremembé): compreende a área urbana da sede do Município de Tremembé, à leste de Taubaté, tendo seus esgotos concentrados na elevatória EE-Final, situada próxima a margem direita do rio Paraíba do Sul; Com base no projeto fornecido pela SABESP, no qual estão relacionadas as obras a serem implantadas no sistema Taubaté/Tremembé e tendo em vista, viabilizar-se a implantação do sistema com menores custos iniciais, sugeriu-se a divisão deste em duas etapas, sendo que a primeira atenderá às sub-bacias do Moinho e parte norte da sub-bacia do Judeu, limitada ao sul pela estrada de ferro. Estima-se para esta área uma população aproximada, em final de plano, de 75.000 habitantes, o que possibilitará que a estação de tratamento seja modulada em 3 etapas. A seguir apresenta-se uma descrição resumida das unidades operacionais dos subsistemas Quiririm e Taubaté/Tremembé: SUB-SISTEMA QUIRIRIM Coletor tronco − CT-Quiririm: Este coletor conduzirá os esgotos provenientes dos conjuntos habitacionais Monteiro Lobato e Taubaté A2, loteamento residencial Dom Bosco e inclusive do Jardim das Industrias e região adjacente, que embora pertencendo à sub-bacia do Pinhão, tem seus esgotos transpostos para a sub-bacia do Quiririm, através das elevatórias Bonfim I, II e III, até efetuar seu lançamento na elevatória EE-Quiririm. Possuirá uma extensão de 2.455 m, sendo 420 m com diâmetro de 250 mm, 464 m, em tubos com diâmetro de 400 mm, 671 m em tubos com diâmetro de 500 mm e 900 m com diâmetro de 600 mm. 163 PEC-2939 Estação Elevatória Além das elevatórias existentes, EE-Bonfim I, II e II e EE-Fabrilar, está prevista a construção da elevatória final EE-Quiririm, dimensionada para a vazão de recalque de 176,28 l/s. Esta elevatória será a responsável pelo recalque das vazões para a caixa de chegada da estação de tratamento. Estação de Tratamento A ETE prevista foi dimensionada prevendo-se o sistema de tratamento tipo “Australiano”, constituído por 3 lagoas anaeróbias e 3 facultativas. Tem sua previsão de implantação em terreno situado próximo à margem direita do rio Paraíba do Sul. Emissário Final O efluente tratado será conduzido ao rio Paraíba do Sul através de um emissário, que operará por gravidade, com 600 mm de diâmetro e, aproximadamente, 1.000 m de extensão. SUB-SISTEMA TAUBATÉ / TREMEMBÉ Coletores troncos − CT-Pinhão I, II, III e IV: Os coletores troncos assim denominados desenvolvem-se ao longo da sub-bacia do Pinhão, no sentido sul-norte, esgotando toda a área, desde as proximidades da rodovia Presidente Dutra (BR-116) até o limite norte da área urbana. O coletor mais importante é o CT-Pinhão I, com 5.524 m e diâmetros variando entre 300 e 600 mm. Os demais II, III e IV, são tributários, respectivamente, com 1.789, 1.350 e 850 m de extensão, todos com 200 mm de diâmetro; − CT-Judeu I, II e III: Os coletores referidos esgotam a sub-bacia do Judeu, correspondendo à parte central da cidade, de formato alongado e contíguo à subbacia do Pinhão. O principal coletor tronco é o CT-Judeu I, com 6.733 m e diâmetros variando entre 400 e 1.000 mm. Este coletor tem seu trecho inicial já construído, numa extensão de 1.300 m, com 300 mm de diâmetro. A parte sul da bacia, cortada pela via Dutra é esgotada pelo coletor Judeu III, tributário do coletor CT-Judeu I, com 4.403 m de comprimento e diâmetros variando entre 200 e 500 mm, sendo reforçado com o coletor CT-Judeu II, com 1.101 m de extensão e 300 mm de diâmetro; − CT-Moinho I, II ,III e IV: Os coletores troncos relacionados esgotam as sub-bacias do Moinho e possuem traçado aproximadamente radial, com destino final na elevatória EE-Judeu. O principal coletor é o CT-Moinho I, com 2.015 m de extensão e diâmetros variando entre 300 e 600 mm. Os demais são: o CT Moinho II, com 893 m de extensão e 500 mm de diâmetro; o CT-Moinho II A, com 712 m de extensão e 250 mm de diâmetro e o CT-Moinho III, com 1.945 m de extensão e diâmetros variando entre 250 e 300 mm; − CT-Convento I, Convento II e Itaguaçú: Estes coletores estão situados na sub-bacia do Convento, em Taubaté. É a maior bacia considerada e seu coletor principal, o CT-Convento I a corta de sul para norte, numa extensão de 8.350 m, possuindo diâmetros variando entre 200 e 800 mm. À jusante da via Dutra, recebe o CTConvento II, com 2.807 m de extensão e diâmetros variando entre 300 e 500 mm, que por sua vez, recebe o CT-Itaguaçú, com 510 m de extensão e 400 mm de diâmetro; 164 PEC-2939 − CT-1, 2, 3 e 4: Estes coletores situam-se na sub-bacia do Convento, em Tremembé. Estendem-se desde a estrada de ferro da RFFSA até a margem direita do rio Paraíba do Sul, à leste da cidade. Os referidos coletores possuem, em conjunto 7.004 m de extensão e seus diâmetros variam de 200 a 500 mm. No quadro abaixo, apresenta-se, de forma resumida, a totalidade das extensões por diâmetro, referentes aos coletores previstos para complementação do Sub-sistema de esgotamento sanitário de Taubaté/Tremembé: DIÃMETRO (mm) EXTENSÃO (m) 200 9.893 250 2.994 300 6.738 400 11.129 500 3.648 600 6.253 700 289 800 1.490 900 3.264 1.000 288 Todos os coletores com diâmetros iguais ou inferiores a 300 mm serão em cerâmica vidrada, com exceção do CT-Pinhão II que terá trechos em PVC e Ferro Dúctil. Os demais, isto é: de 400 mm a 1.000 mm serão em concreto armado. As estações elevatórias e respectivas linhas de recalque previstas para a complementação do sistema serão em número de oito, sendo uma na sub-bacia do Pinhão, uma na sub-bacia do Moinho, uma na sub-bacia do Convento (Taubaté) e cinco na sub-bacia do Convento (Tremembé). As elevatórias previstas para execução apresentam as seguintes características: Linha de recalque EE Vazão de Recalque (l/s) ∅ (mm) Comp.(m) EE - Pinhão 135,40 400 2.388 EE - Judeu 373,7 / 696,00 * 800 120 EE - Gurilândia 71,00 300 1.600 EE - Convento 440,00 600 443 EE - Sete Bicas 12,10 150 595 EE - da Fonte 3,60 75 196 EE - S. Vic. de Paula 8,70 100 40 EE - Final 128,00 300 153 * Valores previstos para primeira e segunda etapas, respectivamente. 165 PEC-2939 − Elevatória EE-Pinhão: Situa-se na parte norte da bacia de mesmo nome e terá a função de recalcar as vazões oriundas do CT-Pinhão I para uma caixa piezométrica a ser construída na bacia do Judeu e daí, através de um emissário por gravidade, denominado EE Pinhão, com 1.239 m de extensão e 600 mm de diâmetro, até o CT-Judeu I; − Elevatória EE-Judeu: Ficará situada na sub-bacia do Moinho. Receberá as vazões provenientes das sub-bacias do Pinhão, Judeu e Moinho, recalcando-as para uma caixa piezométrica, cuja altura da lâmina d’água permitirá o escoamento, por gravidade, dessas vazões até a ETE Taubaté, através de um emissário, denominado Emissário Final Taubaté, com 2.373 m de extensão e 900 mm de diâmetro; − Elevatória EE-Convento: Recalcará a totalidade das vazões da sub-bacia do Convento (Taubaté) até uma caixa piezométrica que permitirá, por gravidade, o escoamento das vazões até a outra caixa piezométrica da EE-Judeu, através de um emissário, denominado Emissário Convento, com 1.808 m de extensão e 600 mm de diâmetro; − Elevatória EE-Gurilândia: Ficará situada no extremo leste da sub-bacia do Convento (Taubaté) e terá a finalidade de recalcar as vazões alí produzidas para a cabeceira do coletor CT-Iguaçú; − Elevatórias EE-Sete Bicas, EE-da Fonte e EE-São Vicente de Paula: São caracterizadas como elevatórias de rede, cujas funções resumem-se em permitir o esgotamento de pontos baixos da região norte da sub-bacia do Convento (Tremembé); − Elevatória EE-Final: Situa-se no extremo norte da sub-bacia do Convento (Tremembé), próximo à margem do rio Paraíba do Sul. Será responsável pelo recalque das contribuições da totalidade da sub-bacia referida até uma caixa piezométrica, a partir da qual, os esgotos fluirão até a estação de tratamento ETE Taubaté, através de um emissário, por gravidade, denominado EE Final Tremembé, com 3.290 m de extensão e 500 mm de diâmetro. Estação de Tratamento A estação de tratamento de esgotos que atenderá as cidades de Taubaté e Tremembé, ficará situada ao norte das referidas localidades, próximo à margem direita do rio Paraíba do Sul. Será do tipo “Australiano”, constituído de lagoas anaeróbias e facultativas, com capacidade para tratar a vazão média de 772 l/s. Emissário Final O efluente tratado do conjunto de lagoas será lançado no rio Paraíba do Sul, à jusante da tomada d’água que abastece a cidade, por um emissário, por gravidade, com 3.515 m de extensão e 1.500 mm de diâmetro, a ser construído em aço carbono. Rede coletora e Ligações prediais: De acordo com as previsões da SABESP e considerando que as referidas áreas urbanas possuem rede coletora atendendo a 90 % da população, haverá necessidade da implantação de rede coletora complementar, sendo 7.000 m de tubos cerâmicos com 150 mm de diâmetro, 141 m de tubos de ferro dúctil com 150 mm de diâmetro e 32 m de tubos também de ferro dúctil com 200 mm de diâmetro, rede essa associada a 1.000 ligações prediais. 166 PEC-2939 Este Projeto Básico para o sistema de esgotamento sanitário está apresentado no desenho nº PS-TA-EC-ESG-01-R0. 1.11.2 Ampliação Proposta para o Sist. de Abastecimento de Água O sistema de abastecimento de água da cidade de Taubaté, integrado às localidades de Tremembé e Quiririm, produz atualmente a vazão de 1.038 l/s oriunda de dois mananciais superfíciais: o rio Paraíba do Sul, através da ETA I ( 99 l/s ) e da ETA Tremembé ( 39 l/s ) e o rio Una, através da ETA II ( 900 l/s ), sendo que a demanda estimada para o final do plano é da ordem de 1.238,61 l/s. A SABESP, operadora do sistema, pretende ampliar a produção de água, utilizando como abastecedor somente o rio Paraíba do Sul. Esta mudança de concepção tem como finalidade concentrar a produção de água bruta na ETA II, eliminando paulatinamente o rio Una como abastecedor do sistema, em virtude da qualidade da água captada. A melhoria operacional do sistema, como um todo, somente será alcançada com a implementação, em duas etapas, das obras a seguir relacionadas: Em 1ª Etapa: − Ampliação da capacidade do Centro de Reservação R1, com a construção de um reservatório de 3.000 m3 de capacidade, denominado R1.2, situado junto à ETA II; − Construção de adutora R1/R3, em ferro fundido, com 600 mm de diâmetro e 3.760 m de extensão, até a rua São Pedro com a rodovia Presidente Dutra, para o abastecimento do R3; − Construção de novo sistema de alimentação da torre T1 (EEAT1/T1) em substituição ao existente, através da implantação de linha de recalque, em ferro fundido de 200 mm de diâmetro e 812 m de extensão; − Substituição dos conjuntos motobombas da elevatória EEAT1/T1 por dois outros com capacidades de recalque de 29,86 l/s, associados a motores elétricos de 50 cv; − Construção de distribuidor principal, com 400 mm de diâmetro e 3.780 m de extensão, interligando a adutora de 500 mm, de Piracangaguá com a linha de 250 mm (R7-Volks), através da estrada municipal Francisco Alves Monteiro, ocasião em que o reservatório R6 será desativado; − Implantação da linha adutora R6/Shopping-FORD, em ferro fundido, com 400 mm de diâmetro e 3.665 m de extensão, proporcionando a desativação do reservatório R7 e da elevatória EEAT4; − Aumento da capacidade de recalque da elevatória EEAT3/T2, que alimenta a torre T2, de 10 l/s para 16 l/s, através da troca dos rotores e dos motores elétricos de 15 para 25 cv; − Construção de linha de recalque R3/R5, em ferro fundido de 300 mm de diâmetro e 1.742 m de extensão para alimentação do reservatório R5, através de reservatório R3; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT2/R5, de 116 l/s para 160 l/s, através da substituição dos rotores das bombas B2 e B3 e dos motores, de 75 cv para 100 cv; − Construção de reservatório apoiado, em concreto armado, com 1.500 m3 de capacidade, denominado R5.2, na cidade de Deus; 167 PEC-2939 − Transformação dos decantadores da ETA I em reservatórios de distribuição, com 1.000 m 3 de capacidade, cada um; − Desativação da ETA I e da ETA Tremembé; − Desativação do reservatório R7, Vila Costa; − Ampliação do Centro de Reservação de Tremembé com a implantação de um reservatório apoiado, em concreto armado, com 1.500 m3 de capacidade; − Desinfecção, complementação e interligação da rede de 400 mm de diâmetro com o sistema de distribuição das zonas baixas de Taubaté e Tremembé; − Ativação do reservatório R2.3, em concreto armado, com 3.500 m3 de capacidade; − Implantação da adutora Quiririm, em ferro fundido, 400 mm de diâmetro e 3.848 m de extensão; Remanejamento da adutora de cimento amianto por nova linha de 400 mm de diâmetro e 980 m de extensão, para reforço dos bairros Jd. das Bandeira, Parque Aeroporto, Parque Piratininga e Parque Bandeirantes e implantação de trecho com 300 mm de diâmetro, em ferro fundido, com 430 m de extensão, até a rede de 150 mm, existente na rua Dantz Zanini. − 2ª Etapa: − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória de água bruta no rio Paraíba do Sul, com a implantação de mais um conjunto motor-bomba idêntico aos existentes, passando a mesma a recalcar 1.350 l/s; − Ampliação da capacidade da estação de tratamento ETA II, em 225 l/s, passando de 1.175 l/s para 1.350 l/s de vazão; − Ampliação da capacidade do Centro de Reservação R1, com a construção de um reservatório de 3.000 m3 de capacidade, denominado R1.3, situado junto à ETA II; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT1/T1, com a substituição dos rotores das bombas, possibilitando o recalque da vazão de 35 l/s, sem alteração dos motores; − Ampliação da capacidade de recalque da elevatória EEAT2/R5, com a substituição dos rotores das bombas, possibilitando o recalque da vazão de 90 l/s, sem alteração dos motores. Ao longo de todo o horizonte de projeto: − Acréscimo de 40.000 m de rede de distribuição à malha existente, como forma de atender ao crescimento vegetativo, com diâmetros variando entre 50 e 250 mm; − Acréscimo de 13.475 ligações prediais, como forma de atender ao crescimento vegetativo, todas dotadas de hidrômetros. 168 Estimativa de Custo - Alternativa 1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Taubaté e Tremembé - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - - - - - 200 - - 9.893 9.893 - - 250 - 2.471 523 2.994 - 300 - 2.548 4.190 6.738 - 249.704,00 410.620,00 660.324,00 400 - 2.030 9.099 11.129 - 304.500,00 1.364.850,00 1.669.350,00 500 - 1.794 1.854 3.648 - 308.568,00 318.888,00 627.456,00 600 - 1.854 4.399 6.253 - 361.530,00 857.805,00 1.219.335,00 700 - - 289 289 - - 65.314,00 65.314,00 800 - - 1.490 1.490 - - 376.970,00 376.970,00 202.622,00 - - 702.403,00 702.403,00 42.886,00 245.508,00 900 - - 3.264 3.264 - - 962.880,00 962.880,00 1.000 - - 288 288 - - 106.560,00 106.560,00 Emissário φ 600 C.A. - - 1.239 1.239 - - 241.605,00 241.605,00 Emissário φ 600 FºFº - - 1.808 1.808 - - 1.706.752,00 1.706.752,00 Emissário φ 1.500 aço - 3.515 - 3.515 - 8.397.335,00 Sub-total - 14.212 38.336 52.548 - 9.824.259,00 - 8.397.335,00 7.157.533,00 16.981.792,00 Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-Pinhão - - 135,40 135,40 - EE-Judeu - 373,70 696,00 696,00 - EE-Gurilândia - - 71,00 71,00 - - 200.346,00 200.346,00 EE-Convento - - 440,00 440,00 - - 498.746,00 498.746,00 EE-Sete Bicas - - 12,10 12,10 - - 82.707,00 82.707,00 EE-da Fonte - - 3,60 3,60 - - 45.113,00 45.113,00 EE-S. Visc. de Paula - - 8,70 8,70 - - 70.131,00 70.131,00 EE-Final - - 128,00 128,00 - - 269.003,00 269.003,00 Sub-total - - - - - 1.521.506,00 2.069.991,00 548.485,00 548.485,00 276.670,00 276.670,00 78.790,00 627.275,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única ER-Pinh / 400 - - 2.388 2.388 - ER-Jud / 800 - 120 - 120 - Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 164.400,00 862.068,00 - Total 862.068,00 164.400,00 ER-Gur / 300 - - 1.600 1.600 - - 577.600,00 577.600,00 ER-Con / 600 - - 443 443 - - 159.923,00 159.923,00 ER-7Bic / 150 - - 595 595 - - 100.555,00 100.555,00 ER-Fon / 75 - - 196 196 - - 17.248,00 17.248,00 ER-S.V. / 100 - - 40 40 - - 4.400,00 4.400,00 ER-Final / 300 - - 153 153 - - 55.233,00 55.233,00 ER-9 / - - - - - - - - ER-10 / - - - - - - - - EF-Taub / 900 - 2.373 - 2.373 - 3.773.070,00 EF-Trem / 500 - - 3.290 3.290 - - ER-13 / - - - - - - - - 2.493 8.705 11.198 - Sub-total 3.937.470,00 1.187.690,00 3.773.070,00 1.187.690,00 2.964.717,00 6.902.187,00 CustoEsg-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm Estimativa de Custo - Alternativa 1 Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Taubaté e Tremembé - SP Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 124.000,00 150 - 2.000 5.000 7.000 - 200 - - - - - - - 250 - - - - - - - Tubos FºFº φ 150 - - 141 141 - - 23.829,00 23.829,00 Tubos FºFº φ 200 - - 32 32 - - 7.392,00 7.392,00 Sub-total - 2.000 5.173 7.173 - 341.221,00 465.221,00 124.000,00 310.000,00 Total 434.000,00 - Ligações Prediais Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Etapa única 100 - 300 700 1.000 - 150 - - - - - Sub-total - 300 700 1.000 - Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa 65.100,00 - 151.900,00 Total 217.000,00 - 65.100,00 151.900,00 217.000,00 Tratamento Discrim./ Tipo Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Etapa única Custo (R$) 1ª Etapa 2ª Etapa Total ETE 1 Primário - 228,20 772,00 772,00 - 5.267.824,00 12.124.071,00 17.391.895,00 ETE 1 Lagoa - 228,20 772,00 772,00 - 2.948.022,00 7.280.868,00 10.228.890,00 ETE 1 Lagoa+cl2 - 228,20 772,00 772,00 - 3.868.142,00 8.933.923,00 12.802.065,00 ETE 1/ANA Padrão "A" - 228,20 772,00 772,00 - ETE 1/ANA Padrão "E" - 228,20 772,00 772,00 - 701.910,00 1.733.540,00 2.435.450,00 4.211.460,00 10.401.240,00 14.612.700,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE 1 tratamento tipo) Primário - 19.767.138,00 24.260.948,00 44.028.086,00 Total (ETE 1 tratamento tipo) Lagoa - 17.447.336,00 19.417.745,00 36.865.081,00 Total (ETE 1 tratamento tipo) Lagoa + desinfecção - 18.367.456,00 21.070.800,00 39.438.256,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - 15.201.224,00 13.870.417,00 29.071.641,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "E" - 18.710.774,00 22.538.117,00 41.248.891,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 274,58 180,78 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 242,35 151,37 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa + desinfecção R$/hab. 255,14 161,93 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 211,15 119,37 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" ANA R$/hab. 259,90 169,37 Notas: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente, para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização. CustoEsg-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Quiririm - SP Coletores Troncos / Interceptores Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - - - - - - 200 - - - - - - - - 250 - - 420 420 - - 300 - - - - - - 400 - - 464 464 - - 69.600,00 69.600,00 500 - - 671 671 - - 115.412,00 115.412,00 600 - - 900 900 - - 175.500,00 175.500,00 700 - - - - - - - - 800 - - - - - - - - 900 - - - - - - - - 1.000 - - - - - - - - Emissário final φ 600 - - 1.000 1.000 - - 195.000,00 195.000,00 Sub-total - - 3.455 3.455 - - 589.952,00 589.952,00 - 34.440,00 34.440,00 - - Estações Elevatórias Discriminação Vazões (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total EE-1 - - 176,28 176,28 - - EE-2 - - - - - - 315.685,00 - 315.685,00 - EE-3 - - - - - - - - EE-4 - - - - - - - - EE-5 - - - - - - - - EE-6 - - - - - - - - Sub-total - - - - - - 315.685,00 315.685,00 Emissários de Recalque Discrim./φ (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total ER-1 / 400 - - 115 115 - - ER-2 / - - - - - - - - - ER-3 / - - - - - - - - - ER-4 / - - - - - - - - - ER-5 / - - - - - - - - - ER-6 / - - - - - - - - - - - 115 115 - - Sub-total 61.410,00 61.410,00 61.410,00 61.410,00 Rede Coletora Diâmetro (mm) Extensão (m) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 150 - - 32.550 32.550 - - 2.018.100,00 2.018.100,00 200 - - - - - - - - 250 - - - - - - - - 300 - - - - - - - - 400 - - - - - - - - Sub-total - - 32.550 32.550 - - 2.018.100,00 2.018.100,00 Ligações Prediais CustoEsg-SP.xls-Quiririm Estimativa de Custo Sistema Proposto de Esgotamento Sanitário de Quiririm - SP Diâmetro (mm) Quantidade (un) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total 100 - - 4.650 4.650 - - 1.009.050,00 1.009.050,00 150 - - - - - - - - Sub-total - - 4.650 4.650 - - 1.009.050,00 1.009.050,00 Tratamento Discrim./ Tipo ETE 1 Vazão média + infiltração (l/s) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Final Custo (R$) Etapa única 1ª Etapa 2ª Etapa Total Primário - - 105,77 105,77 - - 2.479.460,00 2.479.460,00 ETE 1 Lagoa - - 105,77 105,77 - - 1.599.192,00 1.599.192,00 ETE 1 Lagoa+cl2 - - 105,77 105,77 - - 2.080.092,00 2.080.092,00 ETE 1/ANA Padrão "A" - - 105,77 105,77 - - 571.140,00 571.140,00 ETE 1/ANA Padrão "E" - - 105,77 105,77 - - 2.474.940,00 2.474.940,00 Custos Totais do Sistema Total (ETE 1 tratamento tipo) Primário - - 6.473.657,00 6.473.657,00 Total (ETE 1 tratamento tipo) Lagoa - - 5.593.389,00 5.593.389,00 Total (ETE 1 tratamento tipo) Lagoa + desinfecção - - 6.074.289,00 6.074.289,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "A" - - 4.565.337,00 4.565.337,00 Total (ETE 1/ANA - tratamento tipo) Padrão "E" - - 6.469.137,00 6.469.137,00 Custo per capita - tratamento Tipo Primário R$/hab. 170,02 170,02 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa R$/hab. 146,90 146,90 Custo per capita - tratamento Tipo Lagoa + desinfecção R$/hab. 159,53 159,53 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "A" ANA R$/hab. 119,90 119,90 Custo per capita - tratamento Tipo Padrão "E" ANA R$/hab. 169,90 169,90 Nota: No caso de Estações Elevatórias e Tratamento as vazões indicadas para 2ª etapa, quando for o caso, correspondem as vazões finais das unidades operacionais e não ao complemento às vazões de 1ª etapa. Comparativamente, utilizou-se também os custos de tratamento preconizados no Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas - PRODES/2002 da Agência Nacional de Águas - ANA, sendo adotado os padrões de eficiências "A" e "F", respectivamente, para os níveis de tratamento primário e secundário, e o padrão "E" no caso que o tratamento é por lagoas de estabilização. CustoEsg-SP.xls-Quiririm Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP Captação / Elevatória de Água Bruta Item 1.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Ampliação da cap. de recalque da EEAB de 1.175 l/s para 1.350 l/s, através da implantação de mais um conj. motobomba idêntico - 1 - 1.2 aos existentes, inclusive instalações elétricas - - - - - - 1.3 - - - - - - 1.4 - - - - - - 1.5 - - - - - - 1.6 - - - - - - 1.7 - - - - - - - 1 - Sub-total 383.227,00 383.227,00 383.227,00 383.227,00 Adutora de Água Bruta Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 2.1 - - - - - - 2.2 - - - - - - 2.3 - - - - - - 2.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Estação de Tratamento de Água Item 3.1 Discriminação Ampliação da cap. de tratam. da ETA II de 1.175 para 1.350 l/s Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa - 1 - 3.2 - - - - - - 3.3 - - - - - - 3.4 - - - - - - - 1 - Sub-total 5.499.012,00 5.499.012,00 5.499.012,00 5.499.012,00 Elevatória de Água Tratada Item 4.1 Discriminação Total 2 - 62.914,00 - 62.914,00 - 2 2 - 26.948,00 - 26.948,00 1 - 57.050,00 - 57.050,00 - 3 - - - - 5 5 - 13.386,00 13.386,00 Aumento da cap. de recalque de 10 para 16 l/s da EEAT3/T2, a través da troca dos rotores e dos mot. elétr. de 15 para 25 cv 4.4 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Subst. dos rotores dos conj. motobombas da EEAT1/T1 para aumento da cap. de rec. de 29,86 para 35 l/s, sem alt. dos motores 4.3 1ª Etapa Substituição dos conj. motobombas da EEAT1/T1 por dois novos conj. com as seg. carac. (Q = 29,86 l/s;Pot. = 50 cv) 4.2 Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa Aumento da cap. de recalque de 116 para 160 l/s da EEAT2/R5, através da troca dos rotores das bombas B2 e B3 e dos moto res elétricos de 75 para 100 cv 4.5 Aumento da cap. de recalque de 160 para 180 l/s da EEAT2/R5, através da troca dos rotores e sem alteração dos mot. elétricos 4.6 Sub-total - 146.912,00 16.552,00 29.938,00 CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm 16.552,00 176.850,00 Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP Adutora de Água Tratada Item 5.1 Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 3.760 - 3.549.440,00 - 3.549.440,00 812 - 187.572,00 - 187.572,00 3.665 - 1.957.110,00 - 1.957.110,00 Implant. de linha adut. R6/Shopping-Ford, em FºFº, com φ = 400 mm, proporcionando a desativação do reserv. R7 e da EEAT4 5.4 Total Constr. de novo sistema de alimentação da torre T1 (EEAT1/T1), através de linha em FºFº com φ = 200 mm 5.3 Custo ( R$ ) 2ª Etapa Implantação de adutora R1/R3, em FºFº, com φ = 600 mm, para abastecimento do R4 5.2 1ª Etapa Implantação de linha de recalque R3/R5, em FºFº, com φ = 300 mm para abastecimento do reserv. R5, através do R3 1.742 - 628.862,00 - 628.862,00 5.5 Implantação de adutora Quiririm, em FºFº, com φ = 400 mm 3.848 - 2.054.832,00 - 2.054.832,00 5.6 Remanejamento dos dois trechos da adutora de cim. amianto 1º trecho em FºFº, φ = 400 mm 980 - 523.320,00 - 523.320,00 2º trecho em FºFº, φ = 300 mm 430 - 155.230,00 - 155.230,00 2.018.520,00 - 2.018.520,00 5.7 Implant. de linha de reforço, em FºFº com φ = 400 mm, interligando a adutora Piracangagua (φ = 500 mm) com a linha de φ = 250 3.780 - 5.8 mm (R7-Volks), prporcionando a desativação do R6 - - - - - - 5.9 - - - - - - 19.017 - 11.074.886,00 - 11.074.886,00 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Reservação Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 6.1 Construção de reservatório apoiado, em concreto armado, com capacidade de 1.500 m3, denominado R 5.2 1 - 516.995,00 - 516.995,00 6.2 Transformação dos 2 decantadores da ETA I em reservatórios com 1.000 m3, cada um 2 - 211.062,00 - 211.062,00 6.3 Ampliação do Centro de Reservação de Tremembé com a const. de mais um reserv. apoiado em conc. arm. e cap. de 1.500 m3 1 - 516.995,00 - 516.995,00 6.4 Ampliação do CR 1 com a construção de mais um resevat. com cap. de 3.000 m3, junto a ETA II - 1 - 6.5 - - - - - - 6.6 - - - - - - 4 1 Sub-total 1.245.052,00 731.141,00 731.141,00 731.141,00 1.976.193,00 Rede de Distribuição Item Discriminação Quantidade 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total 7.1 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 250 mm 570 430 168.720,00 127.280,00 296.000,00 7.2 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 200 mm 910 700 210.210,00 161.700,00 371.910,00 7.3 Implantação de tubulação, em FºFº e φ = 150 mm 1.365 1.030 230.685,00 174.070,00 404.755,00 7.4 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 100 mm 1.700 1.290 61.200,00 46.440,00 107.640,00 7.5 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 75 mm 2.280 1.720 52.440,00 39.560,00 92.000,00 7.6 Implantação de tubulação, em PVC/PBA, classe 12 e φ = 50 mm 207.675,00 156.390,00 364.065,00 15.975 12.030 7.7 - - - - - - 7.8 - - - - - - 22.800 17.200 Sub-total 930.930,00 705.440,00 1.636.370,00 CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm Estimativa de Custo Sistema Proposto de Abastec. de Água de Taubaté/Tremembé/Quiririm - SP Micromedição Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total - 8.1 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 1/2" - - - - 8.2 Implantação de hidrômetros nas lig. prediais existentes φ = 3/4" - - - - - 8.3 - - - - - - 8.4 - - - - - - - - - - - 1ª Etapa Custo ( R$ ) 2ª Etapa Total Sub-total Ligações Prediais Item Quantidade Discriminação 1ª Etapa 2ª Etapa 9.1 Implantação de ligações prediais φ = 1/2", com hidrômetro 6.100 4.680 701.500,00 538.200,00 1.239.700,00 9.2 Implantação de ligações prediais φ = 3/4", com hidrômetro 1.525 1.170 228.750,00 175.500,00 404.250,00 9.3 - - - - - - 9.4 - - - - - - 7.625 5.850 Sub-total 930.250,00 713.700,00 1.643.950,00 Custos Totais do Sistema Total Custo per capita do Sistema Nota: R$/hab. 14.328.030,00 8.062.458,00 22.390.488,00 52,04 75,32 Entende-se como 1ª e 2ª etapas os períodos correspondentes, respectivamente, até 2010 e de 2011 a 2020. Os custos referem-se a ampliação do sistema integrado de abastecimento de água de Taubaté, Tremembé e Quiririm. CustoH2O-SP.xls-Taubaté/Tremembé/Quiririm