REVISTA DA EMBAIXADA DE ANGOLA 2013 - N. 09
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REVISTA DA EMBAIXADA DE ANGOLA 2013 - N. 09
“Em nome do Povo angolano,
declaro perante a África e o mundo, a
independência de Angola”
Dr. António Agostinho Neto, fundador e pai da nação angolana
FICHA TÉCNICA - Weza Novembro/Dezembro n.9 - 2013
Director:
Embaixador Miguel Neto
Editor e revisor:
António Nascimento
Fotografia:
Quim Mbaya
Tradução:
Marga Holness
Desenho gráfico:
Kassim Design
Tiragem:
2000 exemplares
Impressão:
Capital Printers
Execução gráfica:
Sector de Imprensa da Embaixada
Email: [email protected]
Website: www.angola.org.uk
Endereço:
22 Dorset Street
London
W1U 6QY
United Kingdom
Tel: 020-72999850
Fax: 020-79354960
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REVISTA DA EMBAIXADA DE ANGOLA 2013 - N. 09
António
Agostinho
Neto: Patriota
convicto,
poeta maior da
angolanidade
N
o dia do Fundador da
Nação angolana e do Herói
Nacional, o Bureau Político
do partido maioritário em
Angola MPLA, considerou o saudoso
Presidente António Agostinho Neto
como patriota convicto, político de
rara dimensão, poeta maior da angolanidade, estadista perspicaz e genial.
O documento do partido no
poder em Angola realça que António
Agostinho Neto soube interpretar
fielmente as aspirações mais legítimas do povo, permitindo que, sob
a sua esclarecida liderança, o país
pudesse conquistar a autodeterminação e independência, tornando-se, em
11 de Novembro de 1975, no Estado
angolano.
De acordo com a declaração, 34
anos depois do desaparecimento físico
de Neto, a sua obra, os ensinamentos
e o seu legado histórico, segundo o
qual “o mais importante é resolver
os problemas do povo”, continuam
vivos na memória e na prática dos
seus continuadores, particularmente
do seu digno sucessor, o Presidente
José Eduardo dos Santos.
O compromisso do Executivo
angolano, na materialização do
legado de António Agostinho Neto,
pai da nação angolana, passa por um
amplo diálogo com os jovens de todos
os estratos sociais, para a discussão
dos seus problemas e a equação de
soluções, dentre outras acções, fazer
Angola crescer mais para distribuir
melhor •
Membros do 1° Governo da República Popular de Angola
Dr. António Agostinho Neto com a mãe e a esposa Maria Eugénia
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38 anos de independência, rumo ao desenvolvimento e prosperidade
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A
ngola assinalou no passado
dia 11 de Novembro, o 38º
aniversário da proclamação
da independência nacional, sob o lema “Comemoremos o
11 de Novembro, Promovendo o
Desenvolvimento e a Justiça Social”.
Em Londres, a cerimónia oficial
decorreu num dos hotéis da capital
britânica, e contou com presença
de altos funcionários do Ministério
dos Negócios Estrangeiros do Reino
Unido, do Corpo Diplomático acreditado nesse país europeu, membros
da comunidade angolana residente no
país e na República da Irlanda, dentre
os vários convidados.
Na ocasião o chefe da missão diplomática de Angola no Reino Unido e na
República da Irlanda, Miguel Gaspar
Fernandes Neto, elucidou os presentes que a conquista da independência
política do país, em 11 de Novembro
de 1975, criou condições necessárias
para o reforço do sentimento patriótico e de aprofundamento da nacionalidade angolana.
O embaixador disse também que
Angola deu um salto gigantesco rumo
ao progresso e à modernidade, recuperando e construindo de raiz todas
as infraestruturas necessárias para sustentar o desenvolvimento económico
e social do país.
Para o diplomata, o sucesso da política económica angolana tem sido a
consolidação fiscal, que começou a
ser implementada desde 2009 e que
implica uma correcta articulação entre
as medidas de política fiscal e de polí-
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tica monetária, uma gestão mais parcimoniosa das despesas públicas e o
investimento nas infraestruturas que
constituem a alavanca para o aumento
da competitividade da produção não
petrolífera e para o desenvolvimento
do sector privado nacional.
No plano Internacional, frisou que
Angola tem reafirmado, na sua política
externa, o primado pela ordem constitucional e a resolução pacífica dos
conflitos e diferendos, em especial no
continente africano.
Para Miguel Neto, Angola continuará a integrar as equipas da União
Africana e da SADC que observam e
acompanham os processos eleitorais
em África, em particular nos países
da sua sub-região, dando relevo à
nova cultura do Estado Democrático
de Direito e de legitimação do poder
pela via eleitoral.
“Angola pretende desempenhar um
papel primordial no combate e prevenção de todos os fenómenos negativos e
criminosos e aposta por isso no reforço
da Segurança Marítima do Golfo da
Guiné”.
Para o diplomata, o país continuará a ser membro activo da União
Africana, da SADC, da CEAC e da
CPLP e apresentou a sua candidatura a Membro Não Permanente do
Conselho de Segurança das Nações
Unidas para o período 2015/2016.
No plano bilateral, disse que as
relações entre Angola e o Reino Unido
são estáveis com quase todos os países
do mundo, muitos deles com uma cooperação económica crescente e com
benefícios recíprocos.
No âmbito das festividades da efeméride, a Embaixada de Angola no
Reino Unido realizou uma exposição
de artes plásticas que englobou as disciplinas de escultura e pintura, retratando a criatividade e vivência dos
diferentes povos e etnias de Angola •
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COMEMOREMOS O 11 DE NOVEMBRO, PROMOVENDO
O DESENVOLVIMENTO E A JUSTIÇA SOCIAL
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assinaLAdo dia do
diplomata angolano
O
José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola
12 de Novembro de 1975
assinala a formação do
1º Governo da República
Popular de Angola e a
criação do Ministério das Relações
Exteriores, através da promulgação do
Decreto-Lei nº 1/75, que permitiu a
afirmação de Angola na Comunidade
Internacional, como Estado independente e soberano, instituindo as suas
estruturas próprias com vista a defesa
da política externa do novo País.
A efeméride constitui uma justa
homenagem de merecimento a todos
que abnegadamente contribuíram para
a edificação da diplomacia angolana, e
em particular ao seu primeiro titular,
José Eduardo dos Santos.
Depois de José Eduardo dos
Santos, seguiram-se Paulo Teixeira
Jorge, Afonso Van-Dúnem “Mbinda”,
Pedro de Castro Van-Dúnem “Loy”,
Venâncio de Moura, João Bernardo
de Miranda, Assunção dos Anjos e,
agora, Georges Rebelo Pinto Chicoti.
Reza a história, que desde a
Grécia antiga, nos tempos das cidades Estados, os homens preocupados
com o interesse comum, sobretudo
para resolver questões de natureza
conflitual, foram sempre obrigados a
negociar, uma das principais funções
da diplomacia.
Neste contexto, Angola não constitui uma excepção. A sua acção
diplomática desencadeada desde
então foi complexa, visando, num
primeiro plano, o ingresso de Angola
na Organização de Unidade Africana
(OUA), ocorrido em Abril de 1976, e
nas Nações Unidas, em Dezembro do
mesmo ano.
No plano externo, a acção diplomática angolana desempenhou um papel
preponderante para a transformação
política no Zimbabwe, na Namíbia e
na África do Sul •
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Paulo Teixeira
Jorge
Georges Rebelo Pinto Chicoti, Ministro angolano
das Relações Exteriores
Afonso Van-Dúnem
“Mbinda”
Pedro de Castro
Van-Dúnem “Loy”
Venâncio de Moura
João Bernardo
de Miranda
Assunção dos
Anjos
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Angola considerada
em Dublin país do futuro
Angola no Fórum Económico Africano de Dublin, República da Irlanda
O
s participantes no 3º
Fórum Económico ÁfricaRepública da Irlanda, realizado em Dublin, reconheceram que Angola é um país do futuro,
cujo potencial económico apresentado
nos últimos anos tem projectado a sua
imagem a nível internacional.
Esta constatação foi feita pelos 250
delegados presentes no fórum económico, que incluiu representantes de
160 empresas irlandesas e homens de
negócios de 23 países africanos, no
decurso de uma exposição, paralela
à plenária, onde cada país apresentou o seu potencial económico, espelhado em brochuras, cartazes, materiais audiovisual e outras informações
relevantes.
Segundo os participantes, a economia angolana vive um bom momento,
com um crescimento robusto do seu
produto interno bruto, apoiado por
um forte sistema fiscal, uma balança
comercial equilibrada, uma taxa
de câmbio estável e uma inflacção
moderada.
Na oportunidade, o embaixador
de Angola na Irlanda, Miguel Gaspar
Fernandes Neto, fez uma abordagem
da visão geral sobre a economia angolana e suas oportunidades de negócios.
O diplomata elucidou os presentes
que Angola é hoje um país novo, mais
dinâmico e seguro, com estabilidade
política, militar e económica, e está a
viver o momento mais próspero de
toda a sua história.
Esclareceu os presentes que apesar de Angola ser um país potencial
produtor de petróleo e diamante, o
governo angolano aposta na diversificação da economia, oferecendo
incentivos que encorajam o investimento privado em outros sectores da
sua economia.
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Assegurou que a estabilidade
política e económica de Angola abriu
novas e excelentes oportunidades para
se investir no país, com programas
de apoio e incentivo ao investimento,
quer para nacionais angolanos, quer
para estrangeiros que pretendem apostar no país.
Participaram do fórum, 23 países
africanos, entre Angola, África do Sul,
Etiópia, Uganda, Nigéria, Lesotho,
Moçambique, Quénia, Zâmbia,
Zimbabwe, Camarões e Costa do
Marfim, sendo esses dois últimos
pela 1ª vez •
Cada país apresentou o seu potencial económico
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Reino Unido
quer fortalecer
parceria
económica de alto
nível com Angola
O governo britânico escolheu no dia
19 de Novembro, os cinco (5) países
africanos, com os quais pretende
fortalecer afincadamente a sua
cooperação económica.
Mark Simmonds, SubSecretário de Estado para África do Ministério Britânico
dos Negócios Estrangeiros
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T
ratam-se da República de
Angola, da Costa do Marfim,
Ghana, Moçambique e
Tanzânia, países que na visão
estratégica do governo britânico, são
dos que mais se desenvolveram em
África e que nos últimos anos têm
apresentado um crescimento satisfatório no seu Produto Interno Bruto.
A escolha dos cinco países africanos
aconteceu durante um Workshop denominado “Alto Nível de Prosperidade
e Parceria com África”, organizado
pelo Ministério britânico dos Negócios
Estrangeiros, em colaboração com a
Camara de Comércio e Indústria
do Reino Unido e do Ministério do
Comércio e Inovação desse país do
ocidente.
O encontro foi presidido pelo
Subsecretário de Estado para África
do Ministério britânico dos Negócios
Estrangeiros, Mark Simmonds,
ladeado pela Secretária de Estado
britânica para o Desenvolvimento
Internacional, Justine Greening, na
presença de mais de 200 diferentes
individualidades, dentre as quais, do
Embaixador de Angola, nesse país,
Miguel Gaspar Fernandes Neto,
da Costa do Marfim, e dos Altoscomissários do Ghana, Moçambique
e Tanzânia.
Na sua intervenção, Mark
Simmonds, disse aos presentes que o
governo britânico está impressionado
com o robusto crescimento económico
que se verifica em Angola, salientando
que o Reino Unido acolhe favoravelmente as oportunidades de negócios
nesse país, para uma parceria activa
em áreas de interesse estratégico, tais
como agricultura, energia, educação,
mercado de capitais, serviços financeiros, extracção de recursos minerais,
dentre outras facilidades de intervenção comercial.
De acordo com o governante britânico, o Reino Unido acredita que com
este ritmo acelerado de crescimento
do PIB nos mencionados países, o
continente africano poderá, até o ano
de 2025, tornar-se num baluarte económico de suporte e de sustentação
para o mundo.
O Reino Unido, quer participar
no desenvolvimento do sector energético na Costa do Marfim, ajudar a
melhorar o sistema agrícola no Ghana,
promover o ambiente de negócio na
Tanzânia, onde já se encontra envol-
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vido na exploração do petróleo, e fornecer toda a sua experiência no ramo
da educação e extração de gás natural
com Moçambique.
Com Angola, anunciou a existência de contactos avançados com altas
autoridades desse país africano, com
vista a assinatura de uma parceria de
alto nível entre si, susceptíveis de proporcionar benefícios mutuamente de
prosperidade, tendo em conta as imensas potencialidades económicas, financeiras e tecnológicas das duas nações.
O Embaixador de Angola no Reino
Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do
Norte, Miguel Gaspar Fernandes Neto,
louvou a iniciativa das autoridades britânicas, chamando a atenção para a
efectivação desse propósito, para que
esta parceria não se transforme em
acordos de “letra morta”.
Miguel Neto aproveitou a ocasião
para reforçar o posicionamento do
governo angolano, de elevar, ao mais
alto nível, o relacionamento político
entre os dois Estados, para facilitar
a cooperação institucional, aprofundar as relações políticas, por forma a
melhorar o ambiente de negócios e
de confiança entre os dois respectivos
países, almejando respeito recíproco
e benefícios mutuamente vantajosos.
De acordo com o chefe da missão diplomática de Angola no Reino
Unido, afigura-se como áreas que
possam constituir interesse comum, a
agricultura, indústria transformadora,
petróleo e gás, geologia e minas, energia, construção, ciência, tecnologia e
telecomunicações.
Referiu-se também as áreas
dos transportes, educação e
ensino superior, turismo, finanças,
banca, saúde, biotecnologia, comunicação e cooperação empresarial
pública e privada.
De salientar que o Reino Unido
possui uma economia de mercado
parcialmente regulada, é uma potência
líder comercial e o maior centro financeiro do mundo, constituindo-se na
segunda maior economia da Europa,
depois da Alemanha.
Detém uma das economias com
maior desempenho a nível do mundo,
encontrando-se classificado em
oitavo lugar, entre os países como a
Suíça, Singapura, Finlândia, Suécia,
Holanda, Alemanha, Estados Unidos
da América, Hong Kong e Japão •
Angola
Mozambique
Costa do
Marfim
Ghana
Tanzânia
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Palestra sobre a
importância da
formação no
ramo petrolífero
A
Embaixada de Angola
no Reino Unido da GrãBretanha e Irlanda do Norte,
realizou, recentemente em
Londres a palestra subordinada ao
tema: Importância da Formação no
Ramo Petrolífero”, dirigido aos estudantes angolanos bolseiros baseados
neste país da Europa.
Presidida pelo Embaixador Miguel
Gaspar Fernandes Neto, o evento serviu para elucidar os estudantes sobre
as políticas públicas do governo angolano no que toca a formação de quadros, bem como as expressas no Plano
Nacional de Desenvolvimento de
Angola de 2013-2017.
No seu discurso destacou a política
de angolanização dos quadros neste
importante sector sensível e estratégico
para a economia nacional de Angola.
Disse o Embaixador que o processo
de angolanização dos quadros nacionais no sector petrolífero é prioridade
do Executivo angolano, uma vez que
estão aprovados os instrumentos jurídicos necessários para a selecção, protecção e acompanhamento dos cidadãos
nacionais no acesso aos postos de trabalho desta exigente actividade.
A ocasião serviu para o Embaixador
Miguel Gaspar Fernandes Neto, proceder a apresentação oficial à comunidade estudantil da nova Consul-Geral
de Angola no Reino Unido, Vicência
Morais de Brito •
Miguel Gaspar Fernandes Neto, Embaixador de
Angola no Reino Unido
Angola é um dos maiores países produtores de petróleo no mundo
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Judite Bens, Directora Executiva da empresa
Management to Learn
Os mais destacados foram galardoados pela
instituição escolar
Disse o Embaixador que o processo de angolanização dos quadros nacionais
no sector petrolífero é prioridade do Executivo angolano, uma vez que estão
aprovados os instrumentos jurídicos necessários para a selecção, protecção e
acompanhamento dos cidadãos nacionais no acesso aos postos de trabalho
desta exigente actividade.
Vicência de Brito, nova Consul-geral de Angola no
Reino Unido
Bolseiros angolanos em Londres, Reino Unido
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Moeda nacional
angolana comercializada
internacionalmente
O
“Kwanza”, a
moeda nacional
de Angola já circula a nível
internacional. A transacção da
moeda angolana está a ser efectuada através da empresa portuguesa
Nova Câmbios que permite a compra e venda do “Kwanza” em Portugal,
Moçambique, Namíbia e França.
Com esta nova estratégia, a Nova
Câmbios dá assim um passo inédito na
internacionalização do “Kwanza” que, doravante, passa a estar disponível nos balcões
financeiros dos países acima referidos.
A disponibilidade da divisa angolana
na rede da Nova Câmbios integra-se num
plano de internacionalização da sociedade de câmbios sob o lema: “Levamos o
Kwanza mais longe”.
A Nova Câmbios está presente em 5
países, com 83 balcões, sendo 39 em
Angola, 30 em Portugal, 9 na Namíbia,
3 em França e 2 em Moçambique.
Nestes países, a empresa oferece
serviços de cotação sobre 40
divisas •
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Elite Career recruta
angolanos com
curso superior
para Angola
A
empresa “Elite Career”, especializada na localização de
capital humano para o apoio
às companhias multinacionais, realizou de 22 a 24 de Novembro
de 2013, em Londres, Reino Unido, o
seu 2º fórum de recrutamento, dirigido a angolanos com o curso superior
nos mais variados ramos do saber.
Num único fim-de-semana, empresas líderes de diversos sectores, que
operam em Angola, estiveram na capital inglesa para interagir e entrevistar
os melhores candidatos angolanos residentes na Europa.
O fórum acolheu 18 empresas líderes em Angola, ligadas a diversas indústrias, como recursos naturais, banca e
finanças, telecomunicações, construção civil, logística, bens de consumo,
tecnologia, comunicação e informática, 90 delegados, incluindo Directores
de Recrutamento, Directores Gerais e
de Departamento das mais distintas
empresas e mais de 300 candidatos
provenientes das várias universidades do Reino Unido, África do Sul,
Portugal e Holanda.
O Conselheiro, Diogo José Cristiano,
que representou o Embaixador de
Angola no Reino Unido da GrãBretanha e da Irlanda do Norte, Miguel
Gaspar Fernandes Neto, falou sobre
a importância do evento, e fez uma
retrospectiva da imperiosa necessidade
da participação dos quadros angolanos na reconstrução e desenvolvimento do país •
Diogo José Cristiano, Conselheiro da Embaixada de Angola em Londres
Elite carrer recruta angolanos com curso superior para Angola
A força e a vontade dos recém formados na reconstrução e desenvolvimento de Angola
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Angola realiza
Festival
Internacional
de Cinema
C
om o objectivo de provocar
uma reflexão mais aprofundada sobre temas contemporâneos e da actualidade,
analisar exemplos da cinematografia
de outros países, visando incentivar
a produção cinematográfica e audiovisual nacional assim como o seu
incremento qualitativo e quantitativo, decorreu no passado dia 21 de
Novembro, a sexta edição do Festival
Internacional de Luanda (FIC), promovida pelo Ministério da Cultura,
através do Instituto Angolano de
Cinema Audiovisual e Multimédia
(IACAM).
A organização inseriu na programação workshops sobre a promoção de filmes e do cinema angolano no exterior e
em festivais internacionais, assim como
técnica de finalização e pós-produção
de curta-metragem.
Durante o FIC-Luanda foram exibidos os filmes produzidos nos últimos
dois anos, e inscritos nas categorias de
documentário, curta e longas-metragens, para as competições nacional e
internacional.
O FIC Luanda é um evento de
periodicidade anual, que ocorre no
âmbito do Novembro Cultural e visa
promover o cinema nacional e contribuir para um clima de intercâmbio
entre os profissionais angolanos e os
parceiros estrangeiros e não só •
Pedro Ramalhoso, Director do Instituto Angolano de Cinema,
Audio-Visual e Multimédia
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CURTAS
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Angola realiza
maior evento
desportivo da
sua história
Angola campeã
africana pela
segunda vez
consecutiva
O país acolheu recentemente o maior evento
desportivo da sua história. Trata-se do 41º
Campeonato Mundial Sénior Masculino de Hóquei
em Patins, organizado pela primeira vez em solo
africano.
O Pavilhão Multi-desportivo de Luanda, visitado
por 12 mil 500 pessoas, foi o local escolhido para
acolher a cerimónia de abertura. Entre as atracções
do certame, destaque para o desfile de mais de 200
patinadores, que exibiram vários traços da cultura
angolana.
Angola venceu pela segunda vez consecutiva o Campeonato
Africano Sénior Feminino de Basquetebol, realizado no
pavilhão do Maxaquene de Maputo, ao vencer Moçambique
por 64-61.
A primeira conquista de Angola foi conseguida em Bamako
(Mali), em 2011, em que venceu na final o Senegal.
Angola consegue, deste modo, presença sucessiva em
duas montras mundiais da bola ao cesto, já que esteve nos
Jogos Olímpicos de Londres-2012 e tem confirmada a sua
presença no próximo campeonato do mundo, marcado
para Turquia em 2014.
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9ª Edição - Embassy of Angola in the UK