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MANUAL
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
REFERÊNCIA : ISO 9001 – REV.2008
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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ÍNDICE
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Parte
índice do Manual
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Título
55
Página Nº
pág.02 e 03
Introdução
I...................................Descrição
II...................................Manual da Qualidade
III..................................Escopo do sistema de gestão da qualidade
IV..................................Política e responsabilidade pela Qualidade
V...................................Certificação
VI .................................Organograma
C
DE
pág.04
pág.04
pág.05
pág.06
pág.07
pág.08 e 09
Atividades do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ)
I Sistema de gestão da Qualidade
1. Requisitos Gerais
2. Mapeamento dos Processos
3. Matriz Processos X Elementos normativos
4.Diagrama de Processo Orientado ao Cliente (POC)
pág.10
pág.11
pág.12
pág.13
II Requisitos de Documentação
1. Generalidades
2. Manual da Qualidade
3. Controle de Documentos
4. Controle de Registros
pág.14
pág.14
pág.14
pág.15
III Responsabilidade da Direção
1. Comprometimento
2. Foco no cliente
3. Política da Qualidade
4. Planejamento
4.1 Objetivos da Qualidade
4.2 Planejamento do Sistema de Gestão de Qualidade
5. Responsabilidade, autoridade e comunicação
5.1 Responsabilidade e autoridade
5.2 Representante da Direção
5.3 Comunicação interna
6. Análise critica pela administração
6.1 Generalidades
6.2 Entradas para análise crítica
6.3 Saídas da análise crítica
IV Gestão de Recursos
1. Provisão de recursos
1.1. Recursos Humanos
1.1.1 Generalidades
1.1.2 Competência, conscientização e treinamento.
1.2 Infra-estrutura
1.3 Ambiente de trabalho
pág.15
pág.15
pág.15
pág.16
pág.16
pág.16
pág.16
pág.17
pág.17
pág.17
pág.17
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pág.18
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ÍNDICE
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V Realização do produto
1. Planejamento da realização do produto
2. Processos relacionados a clientes
2.1 Determinação dos requisitos relacionados ao produto
2.2 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto
2.3 Comunicação com cliente
3. Projeto e desenvolvimento
3.1 Planejamento do projeto e desenvolvimento
3.2 Entradas de projeto e desenvolvimento
3.3 Saídas de projeto e desenvolvimento
3.4 Análise crítica de projeto e desenvolvimento
3.5 Verificação de projeto e desenvolvimento
3.6 Validação de projeto e desenvolvimento
3.7 Controle de alteração de projeto e desenvolvimento
4. Aquisição
4.1 Aquisição
4.2 Informações para aquisição
4.3 Verificação de produto adquirido
5. Produção e fornecimento de serviço
5.1 Controle de produção e fornecimento de serviços
5.2 Validação de processos e fornecimento de serviços
5.3 Identificação e rastreabilidade
5.4 Propriedade de cliente
5.4a Ferramentas de produção de cliente
5.5 Preservação de produto
5.6 Controle de dispositivos de medição e monitoramento
VI Medição, análise e melhoria
1. Generalidades
2. Medição e monitoramento
2.1 Satisfação clientes
2.2 Auditorias internas
2.3 Medição e monitoramento de processos
2.4 Medição e monitoramento de produto
3. Controle de produto não conforme
4. Análise de dados
5. Melhorias.
5.1 Melhoria continua
5.2 Ações corretivas
5.3 Ações preventivas
3
DE
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pág.19
pág.19
pág.20
pág.21
pág.21
pág.21
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pág.22
pág.22
pág.23
pág.23
pág.23
pág.24
pág.24
pág.24
pág.25
pág.25
pág.25
pág.26
pág.26
pág.26
pág.27
pág.27
pág.27
pág.28
pág.28
pág.28 e 29
pág.29
pág.29
pág.29
pág.30
VII Apêndice
1. Matriz documentação Gevisa x GEE procedures e WI
2 Descrição das Atividades que Influenciam a qualidade
3 Laboratório
pág.31
pág.34
pág.40
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I - DESCRIÇÃO
Este Manual da Qualidade apresenta uma descrição do Sistema de Gestão da
Qualidade da GE-GEVISA S. A. da planta de Campinas -SP refletindo os requisitos
da norma:
ISO 9001 Ed. 2008 - Sistema de Gestão da Qualidade.
EN 13980 – Potentially explosive atmospheres – Application of quality systems
Procedimentos GE Energy
Na estruturação do Sistema da Qualidade foram considerados os aspectos:
• Política da Qualidade e objetivos da empresa.
• Instalações e recursos materiais e humanos.
• Conhecimentos técnicos, culturais e administrativos próprios.
II- MANUAL DA QUALIDADE:
O Manual da Qualidade da planta de Campinas descreve o Sistema de Gestão da
Qualidade da GE-GEVISA S.A., integrando sua cultura técnica e administrativa,
instalações, recursos materiais e humanos.
O Manual da Qualidade é elaborado e mantido pelo Representante da Direção,
verificado e aprovado pelo Gerente do Controle de Qualidade e Gerente da Planta.
A revisão é elaborada, verificada e aprovada de modo idêntico a emissão anterior.
A situação do Manual é controlada através de seu índice de revisão, caracterizada por
alterações em uma ou mais divisões.
O Manual de Qualidade somente está disponível em meio eletrônico, internamente na
Intranet (uso interno) e Internet (acesso clientes). Cópias impressas não são
autorizadas e as transmitidas eletronicamente não são controladas.
A terminologia da qualidade utilizada é a contida na ISO 9000/2000 – Sistema de
Gestão da Qualidade / Fundamentos e Vocabulário.
O Manual da qualidade da GE Energy complementa este manual e está anexo.
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III – ESCOPO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:
Projeto, fabricação e serviços em geradores e motores CA / CC de médio e grande
portes e Serviços Industriais.
Escopo área classificada Baseefa : Motores de Indução Linha Custom 8000 TEAAC, Ex
NII T3 (BS500:part 16)
Lista de produtos – Atex type Examination Certificates
A) EXCLUSÕES
Para o produto Serviços Industriais não se aplica o requisito 3 Projeto e
Desenvolvimento por se tratar de atividade de responsabilidade do cliente.
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IV – POLÍTICA E RESPONSABILIDADE PELA QUALIDADE
A política da GE - Gevisa S.A. estabelece, como objetivo estratégico, conseguir e
manter uma reputação de liderança de qualidade de seus produtos e serviços,
procurando sempre atingir e superar as expectativas de seus clientes.
Para atender esta Política, a GE - Gevisa S.A. reconhece que o fator humano é a
peça fundamental para a obtenção da qualidade total do seu sistema, e que a ele deve ser
dado todo o apoio necessário para perfeito entendimento deste compromisso.
Buscar a qualidade em todos os processos existentes é uma missão que não tem
fim, objetivando sempre a melhoria continua em quaisquer tarefas que agreguem valor ao
produto ou serviço, dando ênfase constante à participação de cada funcionário e ao
trabalho em equipe.
Trabalhos que preservem o meio ambiente e a segurança individual de cada
contribuinte serão considerados prioritários e terá todo o respaldo gerencial.
Entende também que a prevenção será ponto estratégico do negócio, na procura
constante do aprimoramento contínuo do processo.
Para atender a esta política, delega a cada contribuinte individualmente, o
comprometimento pessoal, encorajando e facilitando a autoconfiança, simplicidade e
agilidade em cada tarefa executada.
Esta política, juntamente com os procedimentos e rotinas internas, suportará o
sistema da qualidade aplicado na empresa e descrito no Manual de Qualidade.
José Luiz Castrese
Gerente Geral
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V- CERTIFICAÇÃO
Certificamos, que este manual de qualidade, juntamente com os procedimentos escritos e
rotinas internas, descreve fielmente o Sistema de Qualidade aplicado na fábrica da GE Gevisa em Campinas – SP.
______________________________
Antonio Carlos Adorno
Representante da Direção
Quality Control Manager
___22__/__11___/__2011__
______________________________
Sérgio de Oliveira
Gerente da Planta
___22__/__11___/__2011__
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VI - ORGANOGRAMA
Organograma da Companhia
Gerente Geral
Comercial
Financeira
Vendas
Controle de
Qualidade
Tecnologia de
Motores
Recursos
Humanos
Tecnologia
da Informação
Serviços
Industriais
Industrial
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ORGANOGRAMA DO DEPTO. DE CONTROLE DE QUALIDADE
Controle de
Qualidade
Sistema da
Qualidade
Inspeção de Recebimento,
Laboratórios e Metrologias
Enga. CQ /
Inspeção de Processos
Teste Final
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I- SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE
1 – REQUISITOS GERAIS
A GE GEVISA S. A. estabelece, documenta, implementa e mantém um sistema de gestão
da qualidade e melhora continuamente a sua eficácia de acordo com os requisitos da ISO
9001:2008.
A GE GEVISA S.A.:
a) identifica os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade e sua
aplicação por toda a organização;
b) determina a seqüência e interação desses processos;
c) determina critérios e métodos necessários para assegurar que a operação e o controle
desses processos sejam eficazes;
d) assegura a disponibilidade de recursos e informações necessárias para apoiar a
operação e o monitoramento desses processos;
e) monitora, mede e analisa esses processos, e;
f) implementa ações necessárias para atingir os resultados planejados e a melhoria
contínua desses processos.
Esses processos são gerenciados pela GE GEVISA S. A. de acordo com os requisitos da ISO
9001:2008
Quando a GE GEVISA S.A. optar por adquirir externamente algum processo que afete a
conformidade do produto em relação aos requisitos, a GE GEVISA S.A. assegura o controle
desses processos. O controle de tais processos é identificado no sistema de gestão da
qualidade.
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2 – MAPEAMENTO DOS PROCESSOS
Sistema de gestão da qualidade
MELHORIA CONTINUA
Requisitos
MQ – Seção X
Medição,
análise e
melhoria
Gestão de
recursos
MQ – Seção XI
Entrada
MQ – Seção XIII
Realização
do produto
Produto
MQ – Seção XII
Cliente
Satisfação
Cliente
Responsabilidade
da direção
Saída
Mapeamento do Processo
Processo
Gestão Recursos
Processo
Vender
Processo
Projetar
Processo
Comprar
Processo
Fabricar
Processo
Testar
Processo
Expedir
Proc. Medir /
Monit/ Analisar
Cópia não controlada Processo
quando
impressa
ou transmitida
eletronicamente
POC
(Processo Orientado
ao Cliente)
Propriedade da GE
cada processo
Rev. 1 11 de novembro de 2011 Este processo está sendo considerado em
Expira
em 11chave.
de novembro de 2014
CLIENTES (SATISFAÇÃO)
CLIENTES (REQUISITOS)
Processo
Direção
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3 – MATRIZ PROCESSOS X ELEMENTOS NORMATIVOS )-
8.2.4 Medição e Monitoramento do Produto
8.3 Controle de Produto não-conforme
8.4 Análise de Dados
8.5.1 Melhoria Contínua



Medir/ Mon/Analisar

 Expedir







Testar




 Fabricar




Comprar/Suprir













 Proj/ Desenv.
4.1 Requisitos Gerais
4.2.1 Generalidades
4.2.3 Controle de Documentos
4.2.4 Controle de Registros
5.1 Comprometimento da Direção
5.2 Foco no Cliente
5.3 Política da Qualidade
5.4 Planejamento
5.5.1 Responsabilidade e Autoridade
5.5.2 Representante da Direção
5.5.3 Comunicação Interna
5.6 Análise Crítica pela Direção
6.1 Provisão de Recursos
6.2 Recursos Humanos
6.3 Infra-estrutura
6.4 Ambiente de trabalho
7.1 Planejamento da Realização do Produto
7.2 Processos relacionados a clientes
7.3 Projeto e Desenvolvimento
7.4 Aquisição
7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço
7.5.2 Validação dos processos de produção
7.5.3. Identificação e rastreabilidade
7.5.4 Propriedade do cliente
7.5.5 Preservação do Produto
7.6 Controle de dispositivos de medição e
Monitoramento
8.1 Generalidades
8.2.1 Satisfação do cliente
8.2.2 Auditoria Interna
8.2.3 Medição e Monitoramento dos Processos
 Vender
REQUISITOS da
NORMA ISO 9001:2008
Direção
PROCESSOS
Gestão Recursos
(*) ver página 31 para referência cruzada Gevisa X GEEE procedures X WI Motors





















































MQ, Rotinas SGQ
MQ, Rotinas SGQ
MQ, Rot. 2.1
MQ, Rot. 2.2
MQ, Rot. 2.13
MQ, Rot. 2.13
Manual da Qualidade
Rotina 2.13
MQ, Rotinas SGQ
Rotina 2.13
Rotina 2.13
Rotina 2.13
Rotina 2.11



Rotina 2.11















Rotina 2.7











Rotina 2.11
Rotinas 2.6 e 2.16



Rotinas SGQ
Rotina 2.9



Docs. Referencia








Rotina 2.8
























Rotina 2.9
Rotina 2.9 e 2.17
Rotina 2.9
Rotinas 2.6 e 2.16
Rotina 2.10
Rotina 2.14






Rotina 2.12.
Rotina 2.13 e 2.12
Rotina 2.3
Rotina 2.12
Rotina 2.09 e 2.12
Rotina 2.4




Rotina 2.12
Rotina 2.12
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8.5.2 Ação Corretiva
8.5.3 Ação Preventiva


















Rotina 2.5
Rotina 2.5
(*) ver página 31 para referência cruzada Gevisa X GEEE procedures X WI Motors
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4 – DIAGRAMAS COP’S
- Necessidade
(requisitos) do cliente:
- Req. Não Declarados
- Req. Regulamentares
- Produtos conforme
- Melhoria Contínua
 Vender
Proj de prod./process.
Validado conforme
necess. do cliente
Audit.
Interna
 Proj./Des.
 Fabricar /  Testar
- Pedido Interno;
- Matéria prima;
Planej. Prod.
 Expedir
Entrega do produto na
quantidade, no prazo,
identificado e
embalado.
-Especif. do Produto
-Redução de Variab. Proc.
-Req. Não Declarados
Prod
-Redução Custo/Preço
-Req. Embalagem
Cliente atendido nos
requisitos
- Quantidade
- Prazo
- Identif. Logística e
Embalagem e Req.
Entrega
Processo de Gestão: Atua nas interfaces entre os COPs e também na s interfaces x Cliente,
através da ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO
Interface Cliente
Entrada do Cliente
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Saída do Cliente
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II – REQUISITOS DE DOCUMENTAÇÃO
1)
GENERALIDADES
A documentação do sistema de gestão da qualidade inclui:
a) declarações documentadas da política da qualidade e dos objetivos da qualidade;
b) manual da qualidade;
a) procedimentos documentados requeridos pela ISO 9001:2008;
b) documentos necessários à GE GEVISA S.A. para assegurar o planejamento, a operação e
o controle eficaz de seus processos, e;
c) registros da qualidade requeridos pela ISO 9001:2008.
2) MANUAL DA QUALIDADE
A GE GEVISA S.A. estabelece e mantém um manual da qualidade que inclui:
a) o escopo do sistema de gestão da qualidade, incluindo detalhes e justificativas para
quaisquer exclusões;
b) os procedimentos documentados estabelecidos para o sistema de gestão da qualidade,
ou referência a eles, e;
c) a descrição da interação entre os processos do sistema de gestão da qualidade.
3)
CONTROLE DOCUMENTOS
Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade são controlados. Registros
da qualidade são um tipo especial de documento e são controlados de acordo com os
requisitos apresentados em C-II-4.
Um procedimento documentado é estabelecido para definir os controles necessários para:
a) aprovar documentos quanto a sua adequação, antes da sua emissão;
b) analisar criticamente e atualizar quando, necessário, e reaprovar documentos;
c) assegurar que alterações e a situação da revisão atual dos documentos sejam
identificadas;
d) assegurar que as versões pertinentes de documentos aplicáveis estejam disponíveis nos
locais de uso;
e) assegurar que os documentos permaneçam legíveis e prontamente identificáveis;
f) assegurar que documentos de origem externa sejam identificados e que sua distribuição
seja controlada, e;
g) evitar o uso não intencional de documentos obsoletos, e aplicar identificação adequada
nos casos em que forem retidos por qualquer propósito.
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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CONTROLE DE REGISTROS
Registros da qualidade são estabelecidos e mantidos para prover evidências da
conformidade com requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade.
Registros são mantidos legíveis, prontamente identificáveis e recuperáveis. Um
procedimento documentado é estabelecido para definir os controles necessários para
identificação, armazenamento, proteção, recuperação, tempo de retenção e descarte dos
registros.
Nota : Disposição implica em “descarte”
III RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO
1)
COMPROMETIMENTO DA DIREÇÃO
A alta direção representado pelo Comitê da Qualidade fornece evidência do seu
comprometimento com o desenvolvimento e com a implementação do sistema de gestão
da qualidade e com a melhoria contínua de sua eficácia mediante:
a) a comunicação à organização da importância em atender aos requisitos dos clientes
como também aos requisitos regulamentares e estatutários;
b) a instituição da política da qualidade;
c) a garantia de que são estabelecidos os objetivos da qualidade;
d) a condução de análises críticas pelo Comitê da Qualidade, e;
e) a garantia da disponibilidade de recursos.
2)
FOCO NO CLIENTE
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade,, assegura que os requisitos do cliente são
determinados e atendidos com o propósito de aumentar a satisfação do cliente.
Para confirmação do atendimento destes requisitos e de seus propósitos, medições da
satisfação do cliente são realizadas e os resultados são analisados pela Alta Direção,
através do Comitê de Qualidade.
3)
POLÍTICA DA QUALIDADE
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, assegura que a política da qualidade:
a) é apropriada ao propósito da GE GEVISA S.A.;
c) inclui um comprometimento com o atendimento aos requisitos e com a melhoria
contínua da eficácia do sistema de gestão da qualidade;
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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d) proporciona uma estrutura para estabelecimento e análise critica dos objetivos da
qualidade;
e) é comunicada e entendida por toda a organização, e;
f) é analisada criticamente para manutenção de sua adequação.
4) PLANEJAMENTO
4.1) Objetivos da qualidade
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, assegura que os objetivos da qualidade,
incluindo aqueles necessários para atender aos requisitos do produto, são estabelecidos
nas funções e níveis pertinentes da GE GEVISA S.A.. Os objetivos da qualidade são
mensuráveis e coerentes com a política da qualidade.
4.2)
Planejamento do sistema de gestão da qualidade
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, assegura que:
a) o planejamento do sistema de gestão da qualidade é realizado de forma a satisfazer aos
requisitos citados em 4.1, bem como aos objetivos da qualidade, e;
b) a integridade do sistema de gestão da qualidade é mantida quando mudanças no
sistema de gestão da qualidade são planejadas e implementadas.
5) RESPONSABILIDADE, AUTORIDADE E COMUNICAÇÃO
5.1)
Responsabilidade e autoridade
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, assegura que as responsabilidades e
autoridades são definidas e comunicadas na GE GEVISA S.A..
5.2)
Representante da Direção
O Gerente do Controle da Qualidade, nomeado pela Alta direção, é o RD (Representante da
Administração) da GE GEVISA S.A. que, independente de outras responsabilidades, tem
responsabilidade e autoridade para:
a) assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade sejam
estabelecidos, implementados e mantidos;
b) relatar à Alta Direção, através Comitê da Qualidade, o desempenho do sistema de gestão
da qualidade e qualquer necessidade de melhoria, e;
d) assegurar a promoção da conscientização sobre os requisitos do cliente em toda a
organização.
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5.3)
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Comunicação interna
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, assegura que são estabelecidos na GE GEVISA
S.A. os processos de comunicação apropriados e que seja realizada comunicação relativa à
eficácia do sistema de gestão da qualidade utilizando, porém não limitando-se, aos
seguintes meios:
Reuniões informativas e outras reuniões de equipe;
Quadros de aviso e jornais internos;
Meios de comunicação eletrônica (correio eletrônico);
6) ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO
6.1)
Generalidades
A Alta Direção, através Comitê da Qualidade, analisa criticamente o sistema de gestão da
qualidade da GE GEVISA S.A., a intervalos planejados, para assegurar sua continua
pertinência, adequação e eficácia. Essa análise crítica inclui a avaliação de oportunidades
para melhoria e necessidades de mudança no sistema de gestão da qualidade, incluindo a
política da qualidade e os objetivos da qualidade.
São mantidos registros das análises críticas pela Alta Direção, através Comitê da
Qualidade.
6.2)
Entradas para análise crítica
As entradas para a análise crítica pela direção inclui informações sobre:
a) resultados de auditorias;
b) realimentação de cliente;
c) desempenho de processo e conformidade de produto;
d) situação das ações preventivas e corretivas;
e) acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;
f) mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, e;
g) recomendações para melhoria.
6.3)
Saídas da análise crítica
As saídas da análise crítica pela direção incluem quaisquer decisões e ações relacionadas
a:
a) melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade e de seus processos;
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b) melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e;
c) necessidades de recursos.
IV
GESTÃO DE RECURSOS
1)
PROVISÃO DE RECURSOS
A GE GEVISA S.A. determina e provê recursos necessários para:
a) implementar e manter o sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente sua
eficácia, e;
b) aumentar a satisfação de clientes mediante o atendimento aos seus requisitos.
Os recursos são identificados através, porém não exclusivamente, de:
Reuniões de análise crítica pela Alta Direção, através Comitê da Qualidade;
Programa de Treinamento;
Análise crítica dos requisitos do cliente e do produto;
Planejamento da Produção;
Auditorias Internas da Qualidade;
Solicitações de Ações Corretivas e Preventivas.
1.1)
Recursos Humanos
1.1.1) Generalidades
O pessoal que executa atividades que afetam a qualidade do produto é competente com
base em educação, treinamento, habilidades e experiência apropriados.
1.1.2) Competência, conscientização e treinamento
A GE GEVISA S.A. :
a) determina as competências necessárias para o pessoal que executa trabalhos que
afetam a qualidade do produto;
b) fornece treinamento ou toma outras ações para satisfazer essas necessidades de
competência;
c) avalia a eficácia das ações executadas;
d) assegura que o seu pessoal está consciente quanto à pertinência e importância de suas
atividades e de como elas contribuem para atingir os objetivos da qualidade, e;
e) mantém registros apropriados de educação, treinamento, habilidades e experiência (ver
C-II-4).
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1.2) Infra-estrutura
A GE GEVISA S.A. determina, prove e mantém a infra-estrutura necessária para alcançar a
conformidade com os requisitos do produto. A infra-estrutura inclui, quando aplicável:
a) edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas;
b) equipamentos de processo (tanto materiais e equipamentos quanto programas de
computador), e;
c) serviços de apoio (tais como transporte ou comunicação).
1.3)
Ambiente de trabalho
A GE GEVISA S.A. determina e gerencia as condições do ambiente de trabalho necessárias
para alcançar a conformidade com os requisitos do produto.
V)
REALIZAÇÃO DO PRODUTO
1)
Planejamento da realização do produto
A GE GEVISA S.A. planeja e desenvolve os processos necessários para a realização do
produto. O planejamento da realização do produto é coerente com os requisitos de outros
processos do sistema de gestão da qualidade .
Ao planejar a realização do produto, a GE GEVISA S.A. determina o seguinte, quando
apropriado:
a) objetivos da qualidade e requisitos para o produto;
b) a necessidade de estabelece processos e documentos e prover recursos específicos para
o produto;
c) verificação, validação, monitoramento, inspeção e atividades de ensaio requeridos,
específicos para o produto, bem como critérios para a aceitação do produto;
d) registros necessários para fornecer evidência de que os processos de realização e o
produto resultante atendem aos requisitos (ver C-II-4).
A saída deste planejamento deve estar em um formato adequado ao método de operação
da GE GEVISA S.A..
2)
Processos relacionados a clientes
2.1) Determinação dos requisitos relacionados ao produto
A GE GEVISA S.A. determina:
a) os requisitos especificados pelo cliente, incluindo os requisitos para entrega e
para atividades de pós-entrega;
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b) os requisitos não declarados pelo cliente, mas necessários para o uso especificado ou
intencional, onde conhecido;
c) requisitos estatutários e regulamentares relacionados ao produto, e;
d) qualquer requisito adicional determinado pela organização.
2.2)
Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto
A GE GEVISA S.A. analisa criticamente os requisitos relacionados ao produto. Esta análise
crítica é realizada antes da GE GEVISA S.A. assumir o compromisso de fornecer um produto
para o cliente (por exemplo, apresentação de propostas, aceitação de contratos ou pedidos,
aceitação de alterações em contratos ou pedidos) e assegura que:
a) os requisitos do produto estão definidos;
b) os requisitos de contrato ou de pedido que difiram daqueles previamente manifestados
estão resolvidos, e;
c) a organização tem a capacidade para atender aos requisitos definidos.
São mantidos registros dos resultados da análise crítica e das ações resultantes dessa
análise (ver C-II-4).
Quando o cliente não fornecer uma declaração documentada dos requisitos, a GE GEVISA
S.A. confirma os requisitos do cliente antes da aceitação.
Quando os requisitos de produto forem alterados, a GE GEVISA S.A. assegura que os
documentos pertinentes são complementados e que o pessoal pertinente é alertado sobre
os requisitos alterados.
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Comunicação com o cliente
A GE GEVISA S.A. determina e toma providências eficazes para se comunicar com os
clientes em relação a:
a) informações sobre o produto;
b) tratamento de consulta, contratos ou pedidos, incluindo emendas, e;
f) realimentação do cliente, incluindo suas reclamações.
Vários recursos são dispostos pela GE GEVISA S.A. para tornar eficaz a comunicação com o
cliente, dentre eles, porém não se limitando a:
3)
Folhetos, Catálogos;
Internet
Fax, carta, e-mail e telefone;
Visitas.
Projeto e desenvolvimento
3.1) Planejamento do projeto e desenvolvimento
A GE GEVISA S.A. planeja e controla o projeto e desenvolvimento de produto.
Durante o planejamento do projeto e desenvolvimento a GE GEVISA S.A. determina:
a) os estágios do projeto e desenvolvimento;
b) a análise crítica, verificação e validação que sejam apropriadas para cada fase do
projeto e desenvolvimento, e;
c) as responsabilidades e autoridades para projeto e desenvolvimento.
A GE GEVISA S.A. gerencia as interfaces entre diferentes grupos envolvidos no projeto e
desenvolvimento, para assegurar a comunicação eficaz e a designação clara de
responsabilidades.
As saídas do planejamento são atualizadas apropriadamente, na medida que o projeto e o
desenvolvimento progredirem.
3.2) Entradas de projeto e desenvolvimento
Entradas relativas a requisitos de produto são determinadas e registros são mantidos (ver
C-II-4). Essas entradas incluem:
a) requisitos de funcionamento e de desempenho;
b) requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis;
c) onde aplicável, informações originadas de projetos anteriores semelhantes, e;
d) outros requisitos essenciais para projeto e desenvolvimento.
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Essas entradas são analisadas criticamente quanto à adequação. Requisitos são
completos, sem ambigüidades e não conflitantes entre si.
3.3)
Saídas de projeto e desenvolvimento
As saídas de projeto e desenvolvimento são apresentadas de uma forma que possibilitem a
verificação em relação às entradas de projeto e desenvolvimento e são aprovadas antes de
serem liberadas.
As saídas de projeto e desenvolvimento:
a) atendem aos requisitos de entrada para projeto e desenvolvimento;
b) fornecem informações apropriadas para aquisição, produção e para fornecimento de
serviço;
c) contem ou referenciam critérios de aceitação do produto, e;
d) especificam as características do produto que são essenciais para seu uso seguro e
adequado.
3.4)
Análise crítica de projeto e desenvolvimento
São realizadas, em fases apropriadas, análises críticas sistemáticas de projeto e
desenvolvimento, de acordo com disposições planejadas:
a) avaliar a capacidade dos resultados do projeto e desenvolvimento no atendimento dos
aos requisitos, e;
b) identificar qualquer problema e propor ações necessárias.
Entre os participantes dessas análises críticas estão incluídos representantes de funções
envolvidas com o(s) estágio(s) do projeto e desenvolvimento que está(ão) sendo analisado(s)
criticamente. São mantidos registros dos resultados das análises críticas e de quaisquer
ações necessárias (ver C-II-4).
Nota: Estas análises são normalmente coordenadas com as fases de projeto e incluem o
projeto e desenvolvimento do processo de manufatura.
3.5) Verificação de projeto e desenvolvimento
A verificação é executada conforme disposições planejadas, para assegurar que as saídas
do projeto e desenvolvimento estejam atendendo aos requisitos de entrada do projeto e
desenvolvimento. São mantidos registros dos resultados da verificação e de quaisquer
ações necessárias (ver C-II-4).
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3.6)
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Validação de projeto e desenvolvimento
A validação do projeto e desenvolvimento é executada conforme preparativos planejados,
para assegurar que o produto resultante é capaz de atender aos requisitos para aplicação
especificada ou uso intencional, onde conhecido. Onde for praticável, a validação é
concluída antes da entrega ou implementação do produto. São mantidos registros dos
resultados de validação e de quaisquer ações necessárias (ver C –II- 4).
3.7) Controle de alterações de projeto e desenvolvimento
As alterações de projeto e desenvolvimento são identificadas e registros são mantidos. As
alterações são analisadas criticamente, verificadas e validadas, como apropriado, e
aprovadas antes da sua implementação. A análise crítica das alterações de projeto e
desenvolvimento incluem a avaliação do efeito das alterações em partes componentes e
no produto já entregue.
São mantidos registros dos resultados da análise crítica de alterações e de quaisquer ações
necessárias (ver C-II-4).
4)
Aquisição
4.1)
Processo de aquisição
A GE GEVISA S.A. assegura que o produto adquirido está conforme com os requisitos
especificados de aquisição. O tipo e extensão do controle aplicado ao fornecedor e ao
produto adquirido depende do efeito do produto adquirido na realização subseqüente do
produto ou no produto final.
A GE GEVISA S.A. avalia e seleciona fornecedores com base na sua capacidade em fornecer
produtos de acordo com os requisitos da GE GEVISA S.A.. Critérios para seleção, avaliação e
reavaliação são estabelecidos. São mantidos registros dos resultados das avaliações e de
quaisquer ações necessárias, oriundas da avaliação (ver C-II-4).
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4.2) Informações de aquisição
As informações de aquisição descrevem o produto a ser adquirido e incluem, onde
apropriado, requisitos para:
a) aprovação de produto, procedimentos, processos e equipamento;
b) qualificação de pessoal, e;
c) sistema de gestão da qualidade.
A GE GEVISA S.A. assegura a adequação dos requisitos de aquisição especificados antes da
sua comunicação ao fornecedor.
4.3) Verificação do produto adquirido
A GE GEVISA S.A. estabelece e implementa inspeções ou outras atividades necessárias para
assegurar que o produto adquirido atende aos requisitos de aquisição especificados.
Quando a organização ou seu cliente pretender executar a verificação nas instalações do
fornecedor, a GE GEVISA S.A. declara nas informações de aquisição, as providências de
verificação pretendidas e o método de liberação de produto.
5)
Produção e fornecimento de serviço
5.1) Controle de produção e fornecimento de serviço
A GE GEVISA S.A. planeja e realiza a produção e o fornecimento de serviço sob condições
controladas. Condições controladas incluem, quando aplicável:
a) a disponibilidade de informações que descrevam as características do produto;
b) a disponibilidade de instruções de trabalho, quando necessário;
c) o uso de equipamento adequado;
d) a disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição;
e) a implementação de medição e monitoramento, e;
f) a implementação da liberação, entrega e atividades pós-entrega.
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Validação dos processos de produção e fornecimento de serviço
A GE GEVISA S.A. valida quaisquer processos de produção e fornecimento de serviço onde a
saída resultante não possa ser verificada por monitoramento ou medição subseqüentes.
Isso inclui quaisquer processos onde as deficiências só ficam aparentes depois que o
produto esteja em uso ou o serviço tenha sido entregue.
A validação demonstra a capacidade desses processos de alcançar os resultados
planejados.
A GE GEVISA S.A. toma as providências necessárias para esses processos, incluindo,
quando aplicável:
a) critérios definidos para análise crítica e aprovação dos processos;
b) aprovação de equipamento e qualificação de pessoal;
c) uso de métodos e procedimentos específicos;
d) requisitos para registros (ver C-II-4), e;
g) revalidação.
5.3)
Identificação e rastreabilidade
A GE GEVISA S.A. identifica o produto por meios adequados ao longo da realização do
produto.
A GE GEVISA S.A. identifica a situação do produto no que se refere aos requisitos de
monitoramento e de medição.
Quando a rastreabilidade é um requisito, a GE GEVISA S.A. controla e registra a
identificação única do produto (ver C-II-4).
5.4)
Propriedade de cliente
A GE GEVISA S.A. toma cuidado com a propriedade de cliente enquanto estiver sob o
controle da GE GEVISA S.A. ou sendo usada por ela. A GE GEVISA S.A. identifica, verifica,
protege e salvaguarda a propriedade do cliente fornecida para uso ou incorporação no
produto. Se qualquer propriedade do cliente for perdida, danificada ou considerada
inadequada para uso, isso é informado ao cliente e mantidos registros (ver C-II-4).
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Nota: Embalagem retornável do cliente é incluída nesta clausula.
5.4.1) Ferramentas de produção de propriedade do cliente
Os ferramentais de produção, testes, inspeções e equipamentos de propriedade do cliente
são permanentemente marcadas de forma que a entidade proprietária esteja visualmente
aparente e possa ser determinada.
5.5)
Preservação de produto
A GE GEVISA S.A. preserva a conformidade do produto durante processo interno e entrega
no destino pretendido. Esta preservação inclui identificação, manuseio, embalagem,
armazenamento e proteção. A preservação também é aplicada às partes constituintes de
um produto.
5.6) Controle de dispositivos de medição e monitoramento
A GE GEVISA S.A. determina as medições e monitoramentos a serem realizados e os
dispositivos de monitoramento e medição necessários para evidenciar a conformidade do
produto com os requisitos determinados (ver 4.2.1).
A GE GEVISA S.A. estabelece processos para assegura que medição e monitoramento
podem ser realizados e são executados de uma maneira coerente com os requisitos de
medição e monitoramento.
Quando for necessário assegurar resultados válidos, o dispositivo de medição é:
a) calibrado ou verificado a intervalos especificados ou antes do uso, contra padrões de
medição rastreáveis a padrões de medição internacionais ou nacionais; quando esse
padrão não existir, a base usada para calibração ou verificação é registrada;
b) ajustado ou reajustado, quando necessário;
c) identificado para possibilitar que a situação da calibração seja determinada;
d) protegido contra ajustes que invalidariam o resultado da medição, e;
e) protegido de dano e deterioração durante o manuseio, manutenção e armazenamento.
Adicionalmente a GE GEVISA S.A. avalia e registra a validade dos resultados de medições
anteriores quando constatar que o dispositivo não está conforme com os requisitos. A GE
GEVISA S.A. toma ação apropriada no dispositivo e em qualquer produto afetado. Registros
dos resultados de calibração e verificação são mantidos (ver C-II-4).
Quando usado na medição e monitoramento de requisitos especificados, é confirmada a
capacidade do software de computador para satisfazer a aplicação pretendida. Isso é feito
antes do uso inicial e reconfirmado se necessário.
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VI) MEDIÇÃO, ANÁLISE E MELHORIA
1) Generalidades
A GE GEVISA S.A. planeja e implementa os processos necessários de monitoramento,
medição, análise e melhoria para:
a) demonstrar a conformidade do produto,
b) assegurar a conformidade do sistema de gestão da qualidade,
c) melhorar continuamente a eficácia do sistema de gestão da qualidade,
verificando a determinação dos métodos aplicáveis, incluindo técnicas estatísticas, e a
extensão de seu uso.
2) Medição e monitoramento
2.1)
Satisfação dos clientes
Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade, a GE GEVISA
S.A. monitora informações relativas à percepção dos clientes sobre se a GE GEVISA S.A.
atendeu aos requisitos dos clientes. Os métodos para obtenção e uso dessas informações
são determinados.
2.2)
Auditoria interna
A GE GEVISA S.A. executa auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o
sistema de gestão da qualidade:
a) está conforme com as disposições planejadas (ver C-V-1), com os requisitos da ISO
9001:2008 e com os requisitos do sistema de gestão da qualidade estabelecidos pela GE
GEVISA S.A., e;
b) está mantido e implementado eficazmente.
Um programa de auditoria é planejado, levando em consideração a situação e a
importância dos processos e áreas a serem auditadas, bem como os resultados de
auditorias anteriores. Os critérios da auditoria, escopo, freqüência e métodos são definidos.
A seleção dos auditores e a execução das auditorias asseguram objetividade e
imparcialidade do processo de auditoria. Os auditores não auditam o seu próprio trabalho.
As responsabilidades e os requisitos para planejamento e para execução de auditorias e
para relatar os resultados e manutenção dos registros (ver C-II-4) são definidos em um
procedimento documentado.
O responsável pela área a ser auditada assegura que as ações sejam executadas, sem
demora indevida, para eliminar não-conformidades detectadas e suas causas. As
atividades de acompanhamento incluem a verificação das ações executadas e o relato dos
resultados de verificação (ver C.5.2).
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2.3)
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Medição e monitoramento de processos
A GE GEVISA S.A. aplica métodos adequados para monitoramento e, quando aplicável, para
medição dos processos do sistema de gestão da qualidade. Esses métodos demonstram a
capacidade dos processos em alcançar os resultados planejados. Quando os resultados
planejados não são alcançados, são efetuadas as correções e executadas as ações
corretivas, como apropriado, para assegura a conformidade do produto.
2.4)
Medição e monitoramento de produto
A GE GEVISA S.A. mede e monitora as características do produto para verificar que os
requisitos do produto são atendidos. Isso é realizado em estágios apropriados do processo
de realização do produto de acordo com as providências planejadas .
A evidência de conformidade com os critérios de aceitação é mantida. Os registros indicam
a(s) pessoa(s) autorizada(s) a liberar o produto (ver C-II-4).
A liberação do produto e a entrega do serviço não prossegue até que todas as providências
planejadas tenham sido satisfatoriamente concluídas, a menos que aprovado de outra
maneira por uma autoridade pertinente e, quando aplicável, pelo cliente.
3)
Controle de produto não-conforme
A GE GEVISA S.A. assegura que produtos que não estejam em conformidade com os
requisitos do produto sejam identificados e controlados para evitar seu uso ou entrega não
intencional.
Os controles e as responsabilidades e autoridades relacionadas para lidar com produtos
não-conformes são definidas em um procedimento documentado.
A GE GEVISA S.A. trata produtos não-conformes por uma ou mais das seguintes formas:
a) execução de ações para eliminar a não-conformidade detectada;
b) autorização do seu uso, liberação ou aceitação sob concessão por uma autoridade
pertinente e, onde aplicável, pelo cliente;
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c) execução de ação para impedir o seu uso pretendido ou aplicação originais.
São mantidos registros sobre a natureza das não-conformidades e quaisquer ações
subseqüentes executada, incluindo concessões obtidas (ver C-II-4).
Quando o produto não-conforme for corrigido, esse é reverificado para demonstrar a
conformidade com os requisitos.
Quando a não-conformidade do produto for detectada após a entrega ou início de seu uso,
a GE GEVISA S.A. toma as ações apropriadas em relação aos efeitos, ou potenciais efeitos,
da não-conformidade.
4)
Análise de dados
A GE GEVISA S.A. determina, coleta e analisa dados apropriados para demonstrar a
adequação e eficácia do sistema de gestão da qualidade e para avaliar onde melhorias
contínuas da eficácia do sistema de gestão da qualidade podem ser realizadas. Isso inclui
dados gerados como resultado do monitoramento e das medições e de outras fontes
pertinentes.
A análise de dados fornece informações relativas a:
a) satisfação de clientes;
b) conformidade com os requisitos do produto;
c) características e tendências dos processos e produtos, incluindo oportunidades para
ações preventivas, e;
d) fornecedores.
5) Melhorias
5.1)
Melhoria contínua
A GE GEVISA S.A. continuamente melhora a eficácia do sistema de gestão da qualidade por
meio do uso da política da qualidade, objetivos da qualidade, resultados de auditorias,
análise de dados, ações corretivas e preventivas e análise crítica pela direção.
5.2) Ações corretivas
A GE GEVISA S.A. executa ações corretivas para eliminar as causas de não-conformidades
de forma a evitar sua repetição. As ações corretivas são apropriadas aos efeitos das nãoconformidades encontradas.
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Um procedimento documentado é estabelecido para definir os requisitos para:
a) análise crítica das não-conformidades (incluindo reclamações de clientes);
b) determinação das causas das não-conformidades;
c) avaliação da necessidade de ações para assegurar que aquelas não-conformidades não
ocorrerão 08/09/2010mente;
d) determinação e implementação de ações necessárias;
e) registro dos resultados de ações executadas (ver C-II-4), e;
f) análise crítica de ações corretivas executadas.
5.3) Ações preventivas
A GE GEVISA S.A. define ações para eliminar as causas de não-conformidades potenciais,
de forma a evitar sua ocorrência. As ações preventivas são apropriadas aos efeitos dos
problemas potenciais.
Um procedimento documentado é estabelecido para definir os requisitos para:
a) definição de não-conformidades potenciais e de suas causas;
b) avaliação da necessidade de ações para evitar a ocorrência de não-conformidades;
c) definição e implementação de ações necessárias;
d) registros de resultados de ações executadas (ver C-II-4), e;
e) análise crítica de ações preventivas executadas.
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APÊNDICE
SEÇÃO
SUBSTITUI
08/09/2010
PÁG.
31
DE
55
VII) APPENDIX
Matriz QMS– Gevisa x GEE procedures x WI ISMWI
Gevisa
QM, QMS Routines
Resp.
Comite
GEE Services procedure
Work Instructions - Motors
Scope (GEEQMS 1.0)
QMS ISMWI-MGMT-00 Scope
Normative Reference (GEEQMS 2.0)
Terms, Definitions and Acronyms (GEEQMS 3.0)
QM, QMS Routines
Comite
General Requirements (GEEQMS 4.1)
QMS ISMWI-MGMT-03 General Requirements
QM, QMS Routines
Comite
Documentation Requirements - General (GEEQMS
4.2.1)
QMS ISMWI-MGMT-06 Documentation
Requirements - General
QM, QMS Routines
Comite
Quality Manual (GEEQMS 4.2.2)
QMS ISMWI-MGMT-05 Quality System & Manual
2.01
Noronha
Document Control (GEEQMS 4.2.3)
QMS ISMWI-MGMT-07 Document Control
2.02
Marcel/ Maurício
Record Control (GEEQMS 4.2.4)
QMS ISMWI-MGMT-08 Record Control
2.13
Comite
Management Commitment (GEEQMS 5.1)
2.13
A Mendes/ R Costa/
Customer Focus (GEEQMS 5.2)
Fava
2.13
A Mendes/ R Costa/
Customer Data Standard (GEEQMS 5.2.1)
Fava
MQ
Comite
Quality Policy (GEEQMS 5.3)
QMS ISMWI-MGMT-01 Quality Policy
2.13
Comite
Quality Objectives (GEEQMS 5.4.1)
QMS ISMWI-MGMT-02 Quality Objectives
2.13
Quality
Quality Management System Planning (GEEQMS 5.4.2)
MQ, rotinas SGQ
Comite
Responsibility, Authority and Communication
(GEEQMS 5.5)
QMS ISMWI-MGMT-15 Responsibility, Authority
and Communication
2.13
Comite
Management Review (GEEQMS 5.6)
QMS ISMWI-MGMT-04 Management Review
2.11
Geraldo/ Fernanda Provision of Resources (GEEQMS 6.1)
2.11
Fernanda
2.11
Geraldo/ Fernanda Controlled Titles (GEEQMS 6.2.3)
SGQ
Fernanda
Infrastructure and Work Environment (GEEQMS 6.3)
Simone
Real Estate Transactions (GEEQMS 6.3.1)
Comite
Technical Regulations & Standards (GEEQMS 7.0.1)
MQ, rotinas SGQ
Competence, Awareness and Training (GEEQMS 6.2.2) QMS ISMWI-MGMT-13 Training
QMS ISMWI-MGMT-25 Controlled Titles
QMS ISMWI-MGMT-16 Real Estate Transactions
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APÊNDICE
SEÇÃO
SUBSTITUI
08/09/2010
2.22
Nelson
New Product Introduction GEEQMS 7.0.2
2.09
Mancia
Planning of Product Realization (GEEQMS 7.1)
2.07
Nelson
Lifecycle Control Board (GEEQMS 7.1.1)
2.06/ 2.16
A Mendes/ R Costa/
Customer Related Processes (GEEQMS 7.2)
Fava
2.07
Ney
PÁG.
32
DE
55
QMS ISMWI-MGMT-23 New Product Introduction
QMS ISMWI-MGMT-19 Customer Related
Processes
Design and Development (GEEQMS 7.3)
MQ, rotinas SGQ Comite
Technical Design and Development Review (GEEQMS
7.3.4)
2.07
Ney
Design and Development Validation (GEEQMS 7.3.6)
2.07
Ney/ Nelson/
Renato
Product Safety (GEEQMS 7.3.8)
2.08
Calipo/ Fonaro
Purchasing (GEEQMS 7.4)
2.09
Mancia
Control of Production and Service Provision (GEEQMS
7.5.1)
2.09
Leite/ Detoni
Work Instructions (GEEQMS 7.5.1.1)
2.21
Leite/ Adaias
Equipment Maintenance (GEEQMS 7.5.1.2)
2.09/ 2.17
Leite/ Detoni
Validation of Processes (GEEQMS 7.5.2)
2.09
Sneideris/ Evaldo
Identification and Traceability (GEEQMS 7.5.3)
2.6/ 2.16
Rubens/ Fava
Customer Property (GEEQMS 7.5.4)
2. 10
Leite/ Erika
Preservation of Product (GEEQMS 7.5.5)
2.14
Mauricio F
Control of Monitoring and Measuring Devices
(GEEQMS 7.6)
2.12
Leite/ Detoni
Measurement, Analysis and Improvement - General
(GEEQMS 8.1)
2.13/ 2.12
Antonio/ Fava
2.03
Marcel
2.12
Leite/ Detoni
Monitoring and Measurement of Processes (GEEQMS
8.2.3)
QMS ISMWI-MGMT-11 Monitoring and
Measurement of Processes
2.09/ 2.12
Valmir
Monitoring and Measurement of Product (GEEQMS
8.2.4)
QMS ISMWI-MGMT-12 Monitoring and
Measurement of Product and Services
QMS ISMWI-MGMT-17 Validation of Processes
QMS ISMWI-MGMT-20 Customer Property
QMS ISMWI-MGMT-18 Control of Monitoring and
Measuring Devices
Customer Satisfaction (GEEQMS 8.2.1)
QMS ISMWI-MGMT-21 Customer Satisfaction
Internal Audit (GEEQMS 8.2.2)
QMS ISMWI-MGMT-10 Internal Auditing
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APÊNDICE
SEÇÃO
SUBSTITUI
08/09/2010
2.04
Marcel/ Maurício
Control of Nonconforming Product (GEEQMS 8.3)
2.12
Leite/ Detoni
Analysis of Data (GEEQMS 8.4)
2.12/ 2.05 Leite/ Detoni
Continuous Improvement (GEEQMS 8.5)
PÁG.
33
DE
55
QMS ISMWI-MGMT-14 Control of Non-Conforming
Product
QMS ISMWI-MGMT-22 Continuous Improvement /
Screening Matrix
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Descrição das Atividades que Influenciam a
Qualidade
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SEÇÃO
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PÁG.
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DE
55
Descrição das Atividades que Influenciam a Qualidade
I
Comercial
Informa a todos os setores envolvidos internamente sobre os requisitos de
qualidade
do cliente e da necessidade de revisão de contrato.
II
Engenharia do Produto
Responsável pela incorporação das necessidades e expectativas do Cliente nas
especificações técnicas, assegurando a qualidade do projeto e garantindo o
desempenho, aparência, segurança e durabilidade de todos os produtos
oferecidos para a venda.
III Engenharia Industrial
Especifica e constrói dispositivos, ferramentas e planeja os métodos e processos
de fabricação assegurando a compatibilidade para com os requisitos de qualidade
exigidos.
IV Compras
Contrata as fontes de fornecimentos para a aquisição de materiais de acordo com
o conjunto de documentos que definem a qualidade dos itens a serem adquiridos.
V
Fabricação
Fabrica produtos de forma a atender os requisitos de projeto e demais obrigações
contratuais, obedecendo aos padrões e metas de qualidade, produtividade e
prazo.
VI Serviço de Produto
Coordena a instalação e/ou colocação em serviço de produtos fabricados,
prestando
assistência técnica durante o período de garantia, e cuidando de atividade pósvenda.
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Qualidade
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35
DE
55
VII Controle da Qualidade
1
Gerente do Controle da Qualidade
A. Gerenciar e administrar o Departamento de Controle de Qualidade com
abrangência das áreas de Inspeção de Fabricação, Engenharia do Controle de
Qualidade, Ensaios não destrutivos, Laboratórios, Metrologias, Inspeção de
Recebimento e Sistema da Qualidade.
B. Organizar, planejar, documentar, implementar e avaliar o sistema da Qualidade
da Companhia, de modo a garantir o cumprimento de todas as atividades
envolvidas e solicitadas conforme normas, garantindo poder decisório dentro
das funções envolvidas.
C. Manter todas as funções hierárquicas da Companhia informada da posição de
qualidade dos produtos fabricados.
D. Realizar e recomendar medições de qualidade, assegurando compatibilidade
com as metas e objetivos do negócio.
E. Dar suporte administrativo a todas as funções sob seu comando, garantindo
participação e motivação adequadas e o comprometimento para com a
qualidade.
F. Trabalhar em conjunto com Clientes ou seus representantes legais visando
solucionar problemas e/ou requisitos especiais de qualidade.
G. Administrar os custos de qualidade, trabalhando preventivamente na redução
de despesas com sucata e retrabalho e garantia, focando sempre a satisfação
do cliente.
2
Engenheiro do Controle de Qualidade
A. Estabelecer e implementar planos de qualidade para controlar os processos de
fabricação.
B. Emitir planos de inspeções e testes internos e de clientes.
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Qualidade
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SEÇÃO
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PÁG.
3 DE 6
C. Manter e controlar documentação do produto final para garantir conformidade
aos requisitos de contrato.
D. Preparar e implementar programa formal de auditoria de qualidade no Sistema
da Qualidade, nos processos de fabricação, componentes e produto final.
E. Implementar e conduzir inspeção através de técnica auto controle.
F. Contribuir na determinação dos equipamentos de medição a serem utilizados.
G. Determinar disposição em não conformidades.
H. Realizar medições de qualidade através fluxo de produção.
I. Analisar problemas de qualidade na fabricação e iniciar ações corretivas para
corrigi-los e prevenir re-ocorrência. Investigar e seguir ações corretivas.
J. Realimentar setores competentes sobre informações de qualidade.
K. Conduzir treinamento regular e programas de qualificação associados a
processos especiais e críticos.
L. Acompanhar e prestar suporte técnico, quando solicitado, a clientes ou seus
representantes legais.
3
Técnico do Controle da Qualidade
A. Elaborar e emitir planejamento de inspeção de recebimento de materiais
comprados e planos de inspeção de amostras.
B. Enviar, classificar e manter sistema de análise de fornecedores e cuidar do
trabalho de reclassificação dos mesmos.
C. Analisar e dar disposições em relatórios de não conformidade de materiais
recebidos e materiais de estoque, suportando atividades de inspeção de
recebimento.
D. Tomar ações corretivas e controlar estágio das mesmas em fornecedores.
E. Inspecionar materiais produtivos de acordo com documentos formais, na
revisão aplicável
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Qualidade
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SEÇÃO
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PÁG.
4
DE
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F. Visitar e auditoriar instalações de fornecedores.
G. Implementar e manter sistema de classificação de fornecedores, mantendo
arquivo de registros de qualidade quando necessários.
H. Atender e dar suporte técnico aos fornecedores de materiais.
I. Acompanhar inspetores de clientes no que se refere ao material recebido.
J. Acompanhar e dar suporte técnico a ensaios no Laboratório do Depto. de
Controle de Qualidade, em laboratórios externos e em fornecedores.
K. Cuidar da identificação, certificação e rastreabilidade de materiais comprados.
4
Coordenador do Sistema da Qualidade
A. Desenvolver, revisar e manter Manual de Qualidade, revisando rotinas,
instruções e procedimentos necessários à manutenção do sistema da
qualidade.
B. Realizar apresentações do sistema da qualidade a clientes ou seus
representantes legais, suportando a administração da Cia. e participar de
auditorias junto aos mesmos ou órgãos oficiais.
C. Conduzir treinamento e qualificação de auditores internos.
D. Implementar, padronizar e manter controle dos indicadores de situação do
Sistema da Qualidade.
E. Coordenar e participar de auditorias nas atividades do sistema de qualidade.
F. Preparar e coletar dados e emitir relatórios comprometidos sobre qualidade.
G. Organizar reuniões multifuncionais de análise de perdas de fabricação,
mensalmente.
H. Programar e orientar auditorias no produto ou em partes, em processos
especiais, em aferição, no estoque e em outras atividades que envolvam
qualidade objetiva e subjetiva.
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Qualidade
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5
SEÇÃO
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5
DE
6
Técnico em Metrologia
A. Aferir em manter controle geral do sistema de aferição.
B. Cuidar da rastreabilidade dos padrões de órgãos oficiais.
C. Assessorar inspeção de fabricação em medições especiais.
D. Emitir instruções de operações de todos os equipamentos de medição e testes
e/ou processos de aferição da Metrologia.
E. Assessorar aquisição de novos equipamentos de medição e teste.
F. Contatar órgãos oficiais de aferição e fornecedores relacionados.
G. Descontinuar utilização de equipamentos e teste sem condição de uso.
H. Executar medições especiais na Metrologia.
6
Técnico de Laboratório
A. Realizar análises químicas, elétricas, físicas e metalográficas dos materiais
recebidos, após interpretação detalhada de especificações e/ou instruções de
qualidade escritas.
B. Acompanhar ensaios em laboratórios externos ou em fornecedores.
C. Relatoriar e identificar não conformidades verificadas.
D. Suportar controle de processos na fabricação.
E. Emitir instrução de Operação para todos os equipamentos do Laboratório.
F. Solicitar suporte técnico da Engenharia de Controle de Qualidade ou de
produto para desenvolvimento.
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Qualidade
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SUBSTITUI
08/09/2010
7
SEÇÃO
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6
DE
6
Inspetor de Fabricação
A. Realizar inspeções no processo e produto de acordo com planejamento de
qualidade.
B. Aprovar / liberar operações seriadas e/ou montagem final.
C. Relatoriar e identificar não conformidades verificadas.
D. Inspecionar produtos e subprodutos na área de expedição.
E. Participar na determinação e controle do estágio das ações corretivas.
F. Prestar suporte técnico às área fabris.
G. Realizar auditorias em processos e produtos.
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Laboratório
SEÇÃO
APÊNDICEI
SUBSTITUI
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40
DE
55
Laboratório
I
Organização
1)
O Laboratório do Depto. de Controle de Qualidade da GE - Gevisa é composto
das seguintes áreas:
Laboratório de Ensaios Mecânicos;
Laboratório Metalográfico;
Laboratório Químico;
Laboratório de Ensaios Elétricos;
Inspeção de Recebimento;
Suporte a Desenvolvimento de Fornecedores e Materiais;
Metrologia Dimensional;
Metrologia Elétrica.
2)
Todas as peças conjuntos, subconjuntos e matérias-primas compradas de
subfornecedores ou fornecidas pelo cliente, passam pela Inspeção de
Recebimento e Laboratório, onde são verificados, inspecionados e ensaiados
para garantir conformidade de acordo com especificações internas, desenhos,
normas e outros documentos aplicáveis.
II
Equipamentos
1)
Todos os equipamentos são calibrados e aferidos periodicamente seguindo
procedimento interno, sendo os padrões usados, aferidos em laboratórios
credenciados na Rede Brasileira de Calibração.
2)
Segue relação dos equipamentos e características, uso típico e instruções de
operações referentes, quando aplicável.
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Laboratório
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
A
PÁG.
41
DE
55
Equipamentos do Laboratório Químico
Aparelhos / Características
Espectrofotometro de absorção
Atômica Varion AA 1475
Separador eletrolítico
Titulador automático Karl Fischer
Viscosímetro Brookfield RVT
Viscosímetro Brookfield LVTDV
Analisador carbono enxofre
Balança Técnica “METTLER”
PL300
Mufla Resistex modelo 6
Câmara de névoa salina
Câmara de umidade
Prensa Hidráulica – 20 ton
Viscosímetro cinemático 25 a
200ºC
Estufa a vácuo 300ºC máx.
Fischer modelo 281
Estufa com circulação de ar
300ºC máx. Fischer modelo 350
Estufa com circulação de ar 250º
máx. Modelo PS
Uso Típico
Análise Química de Metais
Instrução de Operação
Q/016
Análise química de metais
não ferrosos
Determinação do conteúdo de
água
Determinação da viscosidade
em compostos orgânicos em
geral
Determinação da viscosidade
em compostos orgânicos em
geral
Determinação da
porcentagem de carbono em
aços
Pesagem de amostra de
materiais orgânicos
Para calcinações
Verificação da resistência a
corrosão de painéis de pintura
e galvanizados
Verificação da resistência do
filme
Teste de compressão e
extração em resina em
matérias isolantes
Determinações de
viscosidades em compostos
asfálticos, resinas e óleos
lubrificantes
Determinação de perda de
peso em materiais isolantes
Determinação do conteúdo de
voiláteis, sólidos e umidade
Teste de produtos de
borracha e fios de cobre
isolados
Q/003
Q/012
Q/015
Q/032
Q/001
Q/025
Q/029
Q/010
Q/009
Q/007
Q/008
Q/022
Q/018
Q/021
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Laboratório
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SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
Aparelhos / Características
Uso Típico
Banho termostática 25ºC a 300ºC Medição de tempo de
Haake modelo N38
gelatinização em resinas
Medidor de PH 0 a 14
Medição do PH em soluções
aquosas
Testador de rigidez Gurley
Teste de rigidez “Gurley”em
450.000 Mg máx.
chapas e fitas de mica
Mandril cônico
Verificação do alongamento
do filme de tinta aplicado
sobre o painel
Máquina para teste de impacto
Verificação da resistência ao
12kg/30 cm máx.
impacto do filme de tinta
aplicado sobre o painel
Máquina para teste de
Verificação da
embutimento
deformabilidade do filme de
tinta aplicado sobre painéis
Couloscópio S, marca Fischer
Medição de espessura de
camada metálica
Estufa com circulação de ar 100 a Testes gerais
300ºC, Fanen 320 – SE
Espectrofotometro Perkin Elmer
Análise química de metais
Lambda II
Balança análitica digital Mettler
Pesagens de amostras em
AE200
geral (sólidos e líquidos)
Banho Termostático “Neslab”
Estabilizador de temperatura
modelo RTE –100
de fluidos para ensaio de
viscosidade
Multi-dosimat Metrhm 645
Ïndice de acidez em óleo
isolante
Tensiômetro digital “Kruss”
Ïndice de tensão interfacial em
modelo K10T
óleo mineral isolante
Tensiômetro analógico “Kruss”
Índice de tensão interfacial em
modelo K6
óleo mineral isolante
Aquatest 8
Conteúdo de água em óleo
mineral isolante
Cromatógrafo à gás “Varian”
Mdeição da concentração de
modelo Star 3400
gases dissolvidos em óleo
mineral
Testador portátil de óleo
Medição da rigidez dielétrica
“Hipotronics”
em óleo mineral isolante
PÁG. 42 DE
55
Instrução de Operação
Q/013
Q/011
Q/023
Q/028
Q/026
Q/027
Q/1017
Q/020
Q/030
Q/031
Q/055
Q/034
Q/035
Q/036
Q/037
Q/038
Q/039
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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EMISSÃO:
Laboratório
22/11/2011
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
Aparelhos / Características
Espectrofotômetro Hach DR2000
Phmetro “Jenco” modelo 6071 N
Uso Típico
Análise química de efluentes
Medição do pH em soluções
aquosas
Balança técnica “Micronal”modelo Pesagens de produtos
B-6000, 0 a 6 kg
químicos
Determinador do ponto de fulgor
Determinação do ponto de
fulgor em líquidos
combustíveis
Mufla Forlabo
Análise Química de metais em
compostos orgânicos
PÁG.
43
DE
55
Instrução de Operação
Q/040
Q/041
Q/042
Q/043
Q/044
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
Rev. 1 11 de novembro de 2011
Expira em 11 de novembro de 2014
UALITY
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EMISSÃO:
Laboratório
22/11/2011
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
B
PÁG.
44
DE
55
Equipamentos dos laboratórios Mecânicos e Metalográfico
Aparelhos / Características
Máquina de tração e compressão
200.00 lbf Avery
Máquina de tração e compressão
2500 Kgf – Instron
Uso Típico
Ensaio de tração /compressão
em materiais metálicos
Ensaio de tração /
compressão em materiais não
ferrosos e não metálicos
Durômetro digital Wilson
Ensaio de dureza Rockwell
Durômetro Portatil King
Ensaio de dureza Brinell
Microdurômetro adaptável ao
Ensaio de microdureza
banco metalográfico
Vickers
Pêndulo de impacto 300 J
Ensaios de impacto
Pêndulo DE IMPACTO 230,4
Ensaios de impacto em
KGF/CM Tinus Olsen
materiais plásticos
Estereomicroscópio aumento 80X Uso geral
Nikkon com camera polaroid
Banco Metalográfico universal
Análise de microestruturas
Politriz 2 rotações
Lixamento e polimento de
amostras metalográficas
Durômetro Chatillon capacidade
Uso geral
de 10 kgf
Cortadora refrigerada
Cortes de amostras
Cortadora baixa velocidade
Cortes de precisão
Prensa de embutir automática
Embutimento de amostras
metalográficas
Lixadeira de fita refrigerada
Lixamento inicial
Surmet
Politriz 4 rotações
Polimento de amostras
Politriz automática
Lixamento e polimento de
amostras
Estufa Intorgel 300ºC
Secagem e envelhecimento
de corpos de prova
Estereomicroscópio aumento
Uso geral
100X Zeiss
Microscópio Metalográfico 1000X Análise de micro estruturas
– Zeiss
Durômetro portátil Equotip
Ensaios de dureza em geral
Instrução de Operação
M/001
M/002
M/003
M/005
M/006
M/007
M/008
M/020
M/006
M/013
M/022
M/010
M/009
M/016
M/011
M/014
M/017
M/023
M/018
M/019
M/024
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
Rev. 1 11 de novembro de 2011
Expira em 11 de novembro de 2014
UALITY
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EMISSÃO:
Laboratório
22/11/2011
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
C
PÁG.
45
DE
55
Equipamentos do Laboratório de Ensaios Elétricos
Aparelhos / Características
HI-POT 50 kV
HI-POT 6 kV
Pontes Schering, capacitor e
indicador nulo
Estabilizador de tensão 5KVA e
2KVA
Fonte de tensão 80 VDC
Banho de óleo com temperatura
controloda – Brookfield
Sigmatest
Quadro de Epstein
Fonte de corrente 100V – 100A
Banho termostático Haake
Fluxímetro
Uso Típico
Ensaios dielétricos em
materiais isolantes
Ensaios dielétricos em
materiais isolantes
Usado para medição de
capacit6ancia e perda
dielétrica
Estabilizar tensão de
alimentação dos aparelhos de
alto potencial
Alimentação de tensão para
uso geral
Aferição de termômetros e
termostatos
Medição de condutividade
elétrica em metais não
ferrosos
Levantamento de curva de
magnetização e medida de
perdas eletromagnéticas
Ensaio de ciclo de
aquecimento escovas de
carvão
Teste e aferição em
termômetros e termostatos
Ensaio de curva de
magnetização
Instrução de Operação
E/001
E/002
E/009
E/003
E/011
-
E/004
IE-047
IE-045
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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Expira em 11 de novembro de 2014
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Laboratório
22/11/2011
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
PÁG. 46 DE
08/09/2010
D
Aparelhos da Metrologia Elétrica
Aparelhos / Características
Uso Típico
Fonte de tensão – corrente EDC
Aferição shunts,
3200 AC DC precisão +/- 0.05 % amperímetros AC, DC e TC’s
Calibrador digital Fluke 5100 B
Aferição de voltímettro e
precisão 0.01%
amperímetro AC e DC,
multimetros, pirômetros,
osciloscópios e tacômetros
Multímetro HP 3441 A
Aferição de pirômetros,
voltímetros e amperímetros
AD e DC, resistências, fontes
e décadas resistivas
Multímetro Fluke 8506A
Aferição de pirômetros,
voltimetros e amperímetros
AD e DC, fontes e padrões
secundários
Fonte militensão General Controls Fornecedor militensão para
975 DC DMM
aferição de amperímetros e
pirômetros
Forno p/ termopares EDG
Elevar a temperatura para
aferição de termopar
Fonte de corrente Exactus 0 –
Aferição de Shunts
2.000 A AC e DC
Kilovoltímetro Hipotronics
Aferição de Hi-Pot
precisão 1%
Kilovoltímetro Singer 0-50Kv
Aferição de Hi-Pot
precisão 1%
Contador medidor de frequencia
Aferição de tacômetros
HP 5315B
osciloscópios, geradores de
áudiio e frequencimetros
Gerador de sinais HP 8111A
Fornecer sinal de áudio para
aferição de frequecíumetros e
osciloscópios
Transformador de corrente HB
Aferição de amperímetros AC
múltiplas relações
e TC’s
Termopar tipo S
Aferição de termopares
Termopar tipo R
Aferição de termopares
Kilovoltímetro Gossen 0-4 Kv
Aferição de megôhmetros o
precisão 1%
ohmímetros
Shunts padrão
Aferição de pontes de Kelvin e
Shunts
55
Instrução de Operação
LI-001
LI-002
LI-025
LI-026
LI-005
LI-006
LI-007
Li-031
Li-009
FE-003
FE-007
LI-014
LI-015
LI-016
-
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
Aparelhos / Características
Medidor de potência YEW 2533
Termômetro Fluke 2190
Transformador de potencial YEW
2 relações
Cronômetro Hanhart 0-10 horas
Fonte de alimentação DC YEW
2554
Osciloscópio Tektronix mod. TDS
210
Traçador de curvas Tektronix
1500V –220W
Uso Típico
Aferição de wattímetros watthora, ensaios de perdas
magnéticas e curva de
magnetização
Aferição de termômetros
Aferição de voltímetros e
TTR’s
Aferição de temporizadores e
cronômetros
Sinais DC para aferição de
instrumentos DC
Testes e consertos de
instrumentos aferição de
fluxímetro
Verificação das características
intrínsecas de componentes
PÁG.
47
DE
55
Instrução de Operação
LI-027
LI-029
IE-025
LI-024
LI-028
-
FE-013
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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Laboratório
SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
E
PÁG.
48
DE
55
Equipamentos da Metrologia Dimensional
Aparelhos / Características
Calibrador de torque Skidmore
Wilhem, capacidade 0 a 150
Lb/pé precisão (+/- 1% FE)
Calibrador de torque Skidmore
Wilhem, capacidade 0 a 2000
Lb/pé. Precisão (+/- 1% FE)
Instrumento de medição de
rugosidade Taylor Hobson.
Capacidade medição 2”. Precisão
CLA (+/- 2%)
Comparador eletrônico para aferir
bloco padrão – federal ,
capacidade 4”. (0.000001”)
Torre micrométrica – Mitutoyo,
capacidade 0-12”. Precisão (+/0.00005”)
Esquadro cilíndrico padrão –
Matrix, capacidade 12”. Precisão
(+/- 1 segundo)
Bloco padrão – Starret / CEJ
capacidade 0.1001” a 4”Precisão
(+/-0.000002”)
Barras padrão de comprimento –
Tesa grau laboratório. Precisão
(+/- 0.00001”)
Nível eletrônico – Talyuel
Precisão (+/- 1% FE)
Escala graduada – Arch. Precisão
classe A
Rotâmetro padrão – Omel.
Precisão (+/- 2% leitura)
Conjuntos de bloco padrão.
Precisão (+/- 0.0001”)
Aferidor de paquímetro –
Mitutoyo. Precisão (+/- 0.0001”)
Aferidor de relógio apalpador –
Mitutoyo, capacidade de 0 a
0.050”.Precisão (+/-0.00001”)
Uso Típico
Calibração e aferição de
torquímetro
Instrução de Operação
ME/012
Calibração e aferição de
torquimetro
ME/012
Medição de rugosidade
ME/013
Medições e pinos e blocos
padrão
ME/008
Medições especiais e
aferições
ME/007
Verificação de
perpendicularidade
ME/010
Aferição de máquinas e
instrumentos
ME/011
Aferição de instrumentos
ME/009
Aferição de níveis de bolha e
desempenos
Aferição de trenas
-
Aferição de medidores de
vazão
Aferição de micrômetro de
profundidade
Aferição de paquímetro
/traçador de altura
Aferição de relógio apalpador
ME/021
-
ME/023
ME/013
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
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Aparelhos / Características
Aferidor de relógio comparador –
Mitutoyo, capacidade 0 a
1”Precisão (+/- 0.00005”)
Bomba de peso morto para
manômetros – Barnat, capacidade
500 a 30.000 psi Precisão (+/0.3% FE)
Bomba de peso morto para
manômetros – Barnat, capacidade
25 a 760 mmHg.
Precisão (+/-0.03% FE)
Bomba de peso morto para
manômetros – Chandler
Engineering Co., capacidade 50 a
6000 psi Precisão (+/- 0.03% FE)
Máquina de medir coordenadas
Brown & Sharpe, capacidade
X=48”, Y=72”, Z=36”. Precisão
(+/- 0.0004”)
Banco micrometrico universal –
Hilger & Watts, capacidade 120”
Precisão (+/- 0.00005”)
Máquina de medição universal –
SIP, capacidade X=16”, Y=4”,
Z=3”. Precisão (+/- 0.00005”)
Projetor de perfil – Jones &
Lanson, capacidade 8” horizontal,
4” vertical. Precisão (+/- 0.0001”)
Desempeno de granito 0 Rahn
tamanho 30”x 48”x 6” Precisão
(+/- 0.000015”)
Bancada micrométrica – Trimos
horizontal, capacidade 20000mm
precisão 0.003mm
Desempeno de granito – Rahm
tamanho 1500 x 750 mm.
Precisão plano 0.01 mm
PÁG.
49
DE
55
Uso Típico
Aferição de relógio
comparador
Instrução de Operação
ME/013
Aferição de manômetros
ME/014
Aferição de vacuômetro
ME/015
Aferição de manômetros
ME/017
Medição de peças e
dispositivos
ME/006
Medição de barras padrões ou ME/001
calibradores de comprimentos
Medição de calibradores,
padrões e medidas especiais
ME/002
Medições especiais
ME/004
Medições especiais
ME/005
Aferição de micrômetros e
calibradores tipo vareta
-
Medições especiais e nas
tarefas de aferição de
instrumentos
ME/005
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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APÊNDICE
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Aparelhos / Características
Uso Típico
Padrões primários rastreados a
Aferição dos instrumentos e
rede brasileira de calibração
máquinas de medição
(RBC):
. dois jogos de blocos padrão CEJ
88 peças.
. Jogo de anéis, padrão – TESA,
capacidade 4 a 175mm.
Jogo de barras padrão de
comprimento TESA 25 a 975 mm
PÁG.
50
DE
55
Instrução de Operação
ME/011 e ME/009
3) Ensaios não destrutivos: a companhia possui uma área separada fisicamente do
laboratório, exclusiva para a execução de ensaios não destrutivos. Essa área possui os
seguintes equipamentos:
Aparelhos / Características
Ultrassom Krautkramer – USK 6
Ultrassom Krautkramer – USK 7
Ultrassom Krautkramer – USN 52
Magnaflux Yoke T6B
Partículas magnéticas Foerster
Imadem 2000A
Painel para qualificação de líquido
penetrante Sherwin 862 1/32”a ¼
Äparelho de luz negra Magnaflux
ZB-23A 8000/CM
Padrão octogonal Magnaflux
ASTM-SA375
Uso Típico
Detecção de defeitos internos em materiais
fundidos, chapas, soldas e forjados
Detecção de defeitos internos em materiais
fundidos, chapas, soldas e forjados
Detecção de defeitos internos em materiais
fundidos, chapas, soldas e forjados
Detecção de defeitos superficiais e
subsuperficiais em materiais magnéticos
Detecção de defeitos superficiais e
subsuperficiais em materiais magnéticos
Determinação da qualidade do líquido
penetrante
Laudo no ensaio com líquido penetrante
Avaliação da sensibilidade do ensaio de
partículas magnéticas
4) Instruções de operação: os principais equipamentos possuem instruções de operação
elaboradas com o objetivo de complementar métodos de ensaios internos, tornar mais
clara e acessíveis as informações de catálogos de fabricantes, garantindo assim
operação e resultados uniformes, facilitando inclusive o treinamento de novos
funcionários.
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
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Laboratório
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SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
08/09/2010
PÁG.
51
DE
55
III Relação de Ensaios Realizados no Laboratório
1) Metais em Geral
A)
Ensaio Mecânico
achatamento de tubo
compressão simples
compressão de peças prontas
dobramentos simples em corpos de prova
dobramentos de corpos de prova de juntas metálicas
dobramentos em tubos
dureza Brinell
dureza Rockwell
expansão de tubo
fratura de solda
impacto (temperatura ambiente e a baixas temperaturas)
módulo de elasticidade ou de proporcionalidade por tração
mólas (com medida de deformação até 25 Tf, determinação do coeficiente da
mola até 2.5 Tf e carga de prova em molas de porta-escova;
tração em corpos de prova usinados
tração de barras, fios e chapas (sem corpo de prova)
tração de barras de aço soldadas
tração simples de parafuso
tração de porcas (espanamento)
tração de terminais crimpados
tração de correntes e produtos semelhantes
tração em amostras especiais e ensaios especiais
Twist – Test torção em arruelas de pressão
B)
Ensaios Químicos
metais ferrosos e não ferrosos (via instrumental e convencional)
carbono
enxofre
alumínio
antimônio
arsênio
chumbo
cobre
cromo
estanho
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SEÇÃO
APÊNDICE
SUBSTITUI
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PÁG.
52
DE
55
fósforo
ferro
magnésio
manganês
molibdênio
níquel
prata
silício
tungstênio
vanádio
zinco
C)
Ensaios Metalógraficos
Microscopia ótica
Ensaios conforme normas (determinação do tamanho de grão, nível de
enclusões, classificação do tipo e tamanho de grafita, profundidade de
endurecimento superficial total ou efetivo)
D)
Ensaios de Corrosão e Eletrodeposição
a.
Corrosão Acelerada
Névoa Salina e câmara úmida
Verificação da Susceptibilidade a corrosão intergranular dos aços inoxidáveis
b.
Eletrodeposição
Aderência ao metal base
Medidas de espessura
método magnético
método coulométrico
método metalográfico com micrografia
método metalográfico sem micrografia
Uniformidade do Galvânico
Ensaios de Preece
E)
Ensaios Elétricos
Perdas eletromagnéticas
Curva de magnetização
Resistência Ôhmica
Condutividade elétrica
Fluxo magnético
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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SEÇÃO
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2)
Borrachas e Produtos Correlatos
Absorção de água
Alteração de aspecto, dimensão, dureza Shore, massa ou volume após
envelhecimento ou imersão em fluidos
Cinzas
Compressibilidade e recuperação
Deformação permanente
Densidade
Dureza Shore A, D ou 00
Envelhicimento em estufa
Flamabilidade
Imersão em fluidos
Rigidez dielétrica
Resistividade elétrica
Tensão aplicada até 50 kV (60 Hz)
Tração
Umidade
Voláteis
3)
Plásticos e Produtos Correlatos
Absorção de água
Alteração de aspecto, dimensão, dureza Shore, massa ou volume após
envelhecimento ou imersão em fluidos
Cinzas
Compressão até 2.5 Tf
Deformação permanente
Densidade
Dureza
Envelhecimento em estufa
Flamabilidade
Flexão a alta temperatura
Imersão em fluído
Impacto Izod ou Charpy
Rigidez dielétrica
Tração
Umidade
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
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54
DE
55
4)
Tintas, Vernizes e Produtos Correlatos:
Aderência
Conteúdo de água
Cinzas
Cura
Dureza Shore A ou D
Espessura
Envelhecimento
Flexibilidade
Fator de Dissipação
Fator de Potência
Índice de Neutralização
Peso especifico
Ponto de fulgor
Rigidez Dielétrica
Teor de sólidos
Teor de voláteis
Tempo de secagem
Tempo de gelatizinização
Viscosidade (Ford, Zahn, cinemático, Brookfield, Saybolt)
5)
Materiais Sólidos Isolantes
Absorção de água
Capacitância
Compressão
Estabilidade em chapas de mica
Flexibilidade em mandril
Massa específica real
Massa específica aparente
Envelhecimento acelerado do isolamento sob tensão (Voltage Endurance)
Moldabilidade a quente
Perda por prensagem
Resistência a compressão a temperatura ambiente
Resistência a flexão a temperatura ambiente
Rigidez dielétrica
Resisitividade elétrica (volumétrica e superficial)
Resistência a delaminação (Bonding Strenght)
Resistência ôhmica
Rigidez Gurley (Gurley Stiffness)
Tensão aplicada até 50 kV (60 Hz)
Teor de aglutinante – material orgânico
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
Rev. 1 11 de novembro de 2011
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SEÇÃO
APÊNDICE
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PÁG.
55
DE
55
Teor de cinzas – material inorgânica
Grau de polimerização
6)
Componentes elétricos
Termômetros (calibração / verificação de escala)
Termostato (calibração / verificação termométrica)
Amperímetro e voltímetro (calibração ôhmica)
Resistência ôhmica interna (Tensão aplicada, verificação de escala)
Campainhas e cigarras (tensão aplicada e funcional)
Aquecedores (tensão aplicada e funcional)
Disjuntores e chave fraca (tensão aplicada e teste funcional)
Cópia não controlada quando impressa ou transmitida eletronicamente
Propriedade da GE
Rev. 1 11 de novembro de 2011
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Manual da Qualidade GE Energy
Índice
• GE Energy e Visões da Qualidade
2
• Comprometimentos com Nossos Clientes
3-5
• A Organização e a Política da Qualidade
6-8
• Sistema de Gestão da Qualidade
9-11
• Processos Organizacionais Críticos
12-16
• Mecanismos de Controle da Qualidade
17-18
• Referência cruzada da ISO 9001
19-22
Histórico e Termo de Isenção de Responsabilidade
A GE Energy é uma das fornecedoras líderes mundiais na geração de energia e em tecnologias de
fornecimento de energia em todas as áreas da indústria de energia - incluindo carvão, petróleo, gás
natural e energia nuclear, assim como água, energia eólica, energia solar e combustíveis alternativos.
Este manual oferece uma visão geral do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) que a GE Energy
estabeleceu para atender nosso comprometimento com a qualidade. Este manual descreve os
processos organizacionais críticos, assim como os mecanismos que foram implantados para a
efetividade e controle desses processos. A GE Energy audita, monitora, mede e analisa esses
processos com base em requisitos regulatórios e de clientes para atingir os resultados; e
aperfeiçoa continuamente o seu Sistema de Gestão da Qualidade com base na realimentação
do nosso sistema.
Escopo: O SGQ da GE Energy é aplicável na GE Energy e abrange todos os seus produtos e serviços.
O conteúdo deste Manual da Qualidade é representado em procedimentos formais do Sistema de
Gestão da Qualidade da GE Energy. Todos os funcionários da GE Energy devem cumprir esses
requisitos contidos nos procedimentos. Uma lista destes procedimentos está disponível para todos
os funcionários da GE Energy na pasta dos Procedimentos da GE Energy
http://library.ps.ge.com/quality/
Este Manual da Qualidade possui a finalidade de fornecer informações gerais sobre o Sistema
de Gestão de Qualidade da GE Energy. Nem todos os processos descritos serão necessariamente
aplicáveis a todos os clientes. Este Manual não constitui qualquer oferta, obrigação ou
representação. As responsabilidades da GE Energy para com seu cliente serão estabelecidas
no contrato entre as partes.
1 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
GE Energy e Visões da Qualidade
GE Energy – Potencial de Energização
Como uma das maiores empresas de energia do mundo, estamos no negócio de "potenciais
de energização". Potencial de energização para nossos clientes, cujos problemas resolvemos.
Potencial para nossos clientes, cujas vidas nós enriquecemos e cujos sonhos ajudamos a tornar
realidade. Potencial para nossos funcionários, homens e mulheres ao redor do mundo que são
nossos recursos mais importantes. Potencial para nossos acionistas, que investiram no sucesso
de nossa empresa. E, acima de tudo, potencial de energização para a Terra, porque sem energia
responsável não haverá potencial para o futuro.
Qualidade na GE Energy – A Visão
Somos direcionados pela paixão em atender cada compromisso. Estamos empenhados em
fornecer aos nossos clientes ofertas da mais alta qualidade, com os melhores serviços e com
responsbilidade inigualável. Estamos comprometidos em resolver qualquer problema de forma
franca e honesta - sempre com uma integridade inflexível.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
2
Comprometimentos com
Nossos Clientes
Satisfação do Cliente – Nossa Paixão, Nosso Comprometimento
A GE Energy é altamente comprometida em prover satisfação ao cliente com todos os
produtos e serviços que oferecemos — e construir uma fidelidade a longo prazo ao trabalhar
com nossos clientes para ajudá-los a obter êxito.
Valores de Crescimento
Foco Externo
• Define sucesso através da visão dos clientes
• Em sintonia com a dinâmica da indústria… prevê situações
Pensamento Claro
• Busca soluções simples para problemas complexos... decisivo
• Foco… comunica prioridades de forma clara e consistente
Imaginação
• Gera ideias novas e criativas… aberto a mudanças
• Desenvoltura... apresenta coragem e persistência
Abrangência
• Trabalho em equipe… respeita as ideias e contribuições de todos
• Cria estímulo e direciona comprometimento
Conhecimento
• Domínio profundo… credibilidade construída a
partir da experiência
• Auto-desenvolvimento contínuo... adora aprender
Sempre com integridade inflexível!
3 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Pontuação Net Promoter® (NPS)
“Em uma escala de 0 a 10, como você provavelmente recomendaria a GE Energy?”
Detratores
0
1
2
Não muito
aptos
Pontuação
Net
Promoter
3
Passivos Promotores
4
5
6
7
8
9
Neutros
=
% Promotores
(9 e 10s)
10
Extremamente
aptos
–
% Detratores
(0 a 6)
• A GE Energy conduz dois tipos de pesquisas NPS:
– NPS de Relacionamento - Conduzida periodicamente com base em
amostras para medir a satisfação geral dos clientes com a GE Energy
– NPS Transacional – Pesquisas contínuas para medir a satisfação dos
clientes sobre eventos ou projetos específicos, como paradas de
máquinas, uma venda parcial ou um conserto;
• Para cada tipo de pesquisa NPS, as equipes da Qualidade analisam os resultados (incluindo comentários) para identificar as principais áreas de
melhoria;
• Essas equipes trabalham com a liderança regional, funcional e executiva
para desenvolver um plano de ação integrado promovendo melhorias
que gerem resultados;
• Planos de ação e resultados subsequentes são revisados de forma
rotineira e em todos os níveis da organização
Net Promoter® é marca registrada da Bain & Company, Inc., Fred
Reichheld and Satmetrix Systems, Inc.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
4
Requisitos dos Clientes
• A GE Energy compreende os requisitos dos clientes associando-os a seus produtos e serviços,
inclusive ao seu fornecimento e suporte contínuo.
• Esta compreensão é originada a partir do que está estabelecido no contrato, definido pelas
autoridades estatutárias e regulatórias aplicáveis e qual o uso pretendido do produto ou
serviço pelo cliente.
• GE Energy estabeleceu canais para uma comunicação das necessidades dos clientes, bem
como as alterações dessas necessidades em toda a sua organização
Regulamentos e Normas
• Garantir a conformidade com todos os Regulamentos e Normas aplicáveis para cada região em
que seus produtos e serviços são vendidos é de fundamental importância para a GE Energy.
• As equipes de Gestão, em todos os níveis da organização, estão comprometidas com a melhoria
contínua do processo de análise do cenário regulatório, compreensão de aplicabilidade técnica,
treinamento, auditoria e adesão rigorosa às políticas e procedimentos com o objetivo final de
garantir que todos os produtos e serviços estejam em conformidade com as leis e regulamentos
aplicáveis à região e ao local onde estão sendo vendidos.
• A GE Energy compreende que seus clientes contam com a GE para fornecer produtos que
estejam em conformidade e está empenhada em cumprir essa expectativa.
5 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
A Organização e a Política
da Qualidade
A Organização da Qualidade
Documentos da estrutura organizacional mais
detalhados estão disponíveis mediante solicitação.
Presidente e DiretorExecutivo da GE Energy
Linhas de Produto
Funções Suporte
Qualidade
Política da Qualidade
• Todo colaborador da GE Energy deverá estar comprometido com a:
– Busca apaixonada da satisfação do cliente com todos os produtos e serviços oferecidos, a
fim de desenvolver através de parcerias, uma fidelidade a longo prazo ajudando o cliente a
atingir seu sucesso.
– Garantia que as leis e regulamentos pertinentes a qualidade, segurança e requisitos de performance sejam estritamente cumpridos em todos os países onde os produtos e serviços da
GE Energy são oferecidos.
– Melhoria contínua e a efetividade do Sistema de Gestão da Qualidade da GE Energy.
• Estes compromissos serão atendidos com a mais alta integridade, através de objetivos da
qualidade claramente documentados, análises críticas rotineiras pela gestão da qualidade e
uma cultura de qualidade que utiliza a metodologia do Lean Six Sigma.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
6
Comprometimento da Alta Administração com a Qualidade
A liderança executiva em todos os níveis da GE Energy oferece seu comprometimento com o
desenvolvimento, implantação do SGQ e na efetividade da melhoria contínua ao:
• Utilizar a Política da Qualidade da Energy
• Estabelecer objetivos da qualidade mensuráveis que aumentem a satisfação do cliente
• Comunicar aos negócios a importância de atender os requisitos regulatórios e do cliente
• Conduzir análises críticas em níveis adequados na organização
• Garantir que os negócios possuam todos os recursos necessários para atingir os objetivos do SGQ
A Qualidade é responsabilidade de todos!
Métricas do Diretor-Executivo – “Big Ys”
• O que são “Big Ys”?
– Sistemas da Qualidade e Documentação
– Execução
– Resolução de Problemas
– Qualidade do Faturamento
– Execução de Introdução de Novos Produtos (NPI)
• Os “Ys” são determinados por meio de realimentação do cliente e tendências
de defeitos
• Eles possuem metas operacionais e projetos Lean Six Sigma designados
• Eles são rastreados por meio das análises semanais com as equipes, análises
mensais dos diretores-executivos, análises operacionais trimestrais e relatórios
anuais de progresso e validação.
7 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Ritmo da análise crítica… como nós rastreamos
Qualidade ao cliente e revisões regionais
Análise Crítica das métrica do Diretor-Executivo
• Visão geral de clientes e perspectiva regional
• Revisão dos “Big Ys”
• Assuntos de clientes
• Aprofundamento nos negócios
• Perspectiva de 12 meses
• Foco em áreas que requerem melhorias
– Áreas com projeção de problemas
– Impedimentos estruturais para o crescimento
• Comunicação de status e tendências dos dados… direcionamento para responsabilidade de cada indivíduo
• Contas a receber... cobranças / dívidas vencidas
Análise Críticas para melhoria processo
Análises de NPI
• Responsabilidade financeira
• Atualizações de linhas de produtos
• Revisão trimestral de todos os projetos ativos
• Financeiro: pedidos, vendas e custos
• Status de ações para melhorar o tempo de
ciclo de vida, efetividade de comercialização,
custo e suprimentos
• Análise pela liderança
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
8
Sistema de Gestão da Qualidade
Foco nos princípios básicos para um SGQ competente
Documentos e
Desenhos de
Alta Qualidade
Treinamento e
Preenchimento
de Vagas
Melhoria
Contínua
Auditoria e
Monitoramento
Controle de Documentos
• Em relação aos documentos controlados, a GE Energy define, estabelece e mantém métodos de
controle de documentos para permitir que os usuários identifiquem e acessem a revisão atual de
todos os documentos. Os sistemas de gestão de documentos armazenam versões atuais dos
documentos por identificador único e com nível de revisão.
• Documentos controlados devem ser:
– Legíveis
– Identificáveis
– Recuperáveis
• Um procedimento documentado define as diretrizes para documentos controlados fornecidos
interna ou externamente, que inclui:
– Identificação
– Recuperação
– Armazenamento
– Período de retenção
– Proteção
– Arquivamento e organização
– Autorização de acesso
Os requisitos relacionados ao Controle de Documentos foram definidos no procedimento GEEQMS 4.2.3 – Controle de Documentos
9 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Treinamento e Funcionários
• A GE Energy designa recursos para:
– Planejar, desenvolver, processar e fornecer produtos para
atender ou exceder os requisitos dos clientes
– Manter e melhorar continuamente o sistema de gestão da
qualidade, e
– Aperfeiçoar a qualidade oferecida e a satisfação de clientes
• Os gestores da GE Energy estão comprometidos em contratar
funcionários que sejam proficientes nos procedimentos e
tenham capacidades técnicas necessárias para as atividades
em que forem designados.
• A política da GE em relação à Saúde e Segurança dos Funcionários e Proteção
Ambiental define a implantação de requisitos para instalações práticas fábris
adequadas e seguras.
Auditoria
Foco em Auditorias Internas
• Conformidade com os requisitos do Sistema de Gestão da
Qualidade da GE Energy
• Análise da efetividade dos processos: se o processo funciona conforme
planejado e quais são os resultados obtidos
• Planejamento com base no status e importância do processo, assim como
resultados de auditorias anteriores
• Resultados de auditoria, incluindo oportunidade e efetividade de Ações
Corretivas e Preventivas, são analisadas criticamente pela administração em
todos os níveis da organização
Mecanismos de Auditoria
• Auditorias locais: com alta frequência, avaliações de
processo detalhadas
• Auditorias internas Independentes: auditores em tempo
integral ou voluntários que oferecem aprendizagem a
toda a organização
• Auditorias de clientes e organismos certificadores
As auditorias são realizadas utilizando várias normas aplicáveis da indústria.
Detalhes de certificação estão disponíveis mediante solicitação.
Os requisitos relacionados a Auditoria Interna foram definidos no procedimento GEEQMS 8.2.2 – Auditoria Interna
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
10
Monitoramento e Medição
• As organizações dentro da GE Energy definem e implementam o monitoramento e medição
necessários para demonstrar conformidade do produto, do sistema de gestão da qualidade e
para identificar oportunidades de melhorias ao:
– Estabelecer objetivos da qualidade específicos e mensuráveis ao verificar se estes
objetivos estão sendo atingidos de acordo com os prazos especificados
– Verificar se os requisitos dos produtos são atendidos nas etapas adequadas de produção
e/ou prestação de serviço por meio de inspeção e teste durante o processo
Melhoria Contínua
• A GE Energy melhora continuamente a efetividade de seu
SGQ por meio de:
– política da qualidade
– objetivos da qualidade
– coleta e análise de dados de não conformidades
– determinação da causa raiz
– ações corretivas e preventivas
– análises críticas
• A GE Energy utiliza as metodologias Lean-Six Sigma e ferramentas tradicionais da
qualidade em atividades de gestão da qualidade para fornecer melhorias sustentáveis.
Ação Corretiva e Preventiva
• Para direcionar uma Ação Corretiva e Preventiva sustentável, a GE Energy estabeleceu e mantém
um processo para Melhoria Contínua de seus produtos, serviços e processos. Esse processo define
requisitos para:
– Triagem de não conformidades, incluindo reclamações de clientes, resultados de auditoria e resultados
oriundos de mecanismos de controle internos e externos da qualidade internos e externos
– Análise e determinação de causas de não conformidades
– Avaliação da necessidade de ação corretiva e preventiva - para evitar a reincidência de não
conformidades e para evitar a ocorrência em áreas relacionadas
– Determinação e implantação das ações necessárias
– Verificação da efetividade das ações tomadas
Os requisitos relacionados a Ações Corretivas e Ações Preventivas foram definidas no procedimento GEEQMS 8.53 – Melhoria Contínua
11 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Processos Organizacionais Críticos
Processos de Gestão
GESTÃO
DE RECURSOS
HUMANOS
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
GESTÃO
FINANCEIRA
Cliente
Processos Organizacionais
Gerente
de Vendas
Solicitação
para Licitação
Contrato Assinado
Fornecedores
Realimentação
do Mercado
Cliente
ELABORAÇÃO DE
PROPOSTAS E
APOIO A VENDAS
REQUISITOS
PARA PEDIDO
Proposta
Parceiros /
Associados
INTRODUÇÃO
DE NOVOS PRODUTOS
New Products
Produtos
Novos
Contratos
Comerciais
Definição de
Entrega de
Produto / Serviço Produto / Serviço
Elaborar Plano
FABRICAÇÃO DE PRODUTO /
PRESTAÇÃO DE SERVIÇO
EXECUÇÃO DO PEDIDO
Solicitação
de Suporte
Especificações de WBS (Estrutura
Contratos de Compra
Compra
Analítica do Projeto)
com Fornecedores
SUPORTE
TÉCNICO AO
CLIENTE
Pedido de Compra
Produto / Serviço
GESTÃO DE COMPRAS
E FORNECEDORES
Processos de Suporte
SEGURANÇA DE
FUNCIONÁRIOS,
INSTALAÇÕES E
EQUIPAMENTOS
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
GESTÃO
DA QUALIDADE
GESTÃO
DE INFORMAÇÕES
12
Da Consulta ao Pedido (ITO)
Fase do Processo
Análise de Risco
Identificação
de Oportunidade
Triagem
de Oportunidade
1
2
3
4
R1
R2
R3
R0
Desenvolvimento
de Proposta
Aprovação
cotação
Aprovação dos
termos negociados
Transferêcia
para OTR
5
Processo da Consulta ao Pedido
Vendas
Marketing
Operações Comerciais
Gestão de Risco
Precificação
Engenharia
Suprimentos
Produção
Qualidade
Finanças
Gestão de Contratos
EHS
Responsável
Colaborador
Processo da Consulta ao Pedido
• O Processo da Consulta ao Pedido (ITO) na GE Energy é um processo padrão e consistente para o
desenvolvimento de oportunidades comerciais. A GE Energy segue um processo de análise de
riscos a fim de balancear os requisitos dos clientes com as capacidades da GE e sua habilidade
de gerenciamento de qualquer risco identificado.
• O processo ITO é dividido em 5 fases:
– Avaliação e identificação da oportunidade
– Avaliação da oportunidade e decisão de participar ou não da licitação
– Cotação e elaboração da proposta, envio para aprovação
– Negociação de preço e aprovação dos termos
– Transferência ao processo de Execução do Pedido
GEEQM Rev 1.6 – Março 2011
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Execução do Pedido (OTR)
Alocação
de Recursos
Compras
Fabricação
do Produto
Entrega
Recebimento
de Pagamento
1
2
3
4
5
Processo de Execução do Pedido
Gestão de Projetos
Engenharia
Suprimentos
Produção
Finanças
Qualidade
Responsável
Colaborador
Processo de Execução do Pedido
• O processo de Execução do Pedido (OTR) cobre a execução de um contrato de vendas a partir
do momento em que o pedido é iniciado até o pagamento final ser recebido.
• O processo OTR é dividido em 5 fases:
– Alocação de recursos - que inclui definição técnica detalhada, assim como planejamento e
programação de equipamentos, materiais e recursos humanos
– Compras - de recursos materiais para concluir o pedido
– Fabricação do produto - em que os recursos adquiridos são transformados no produto final
– Entrega - em que o produto é entregue ao local especificado pelo cliente e em que os termos
do contrato são cumpridos
– Recebimento de Pagamento
• Durante o processo, pontos de controle são implantados para verificar e validar se os requisitos
regulatórios e do cliente são atendidos.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
14
Introdução de Novos Produtos (NPI)
Identificação
de Oportunidade
Opções
de Produto
Projeto
Conceitual
Projeto
Preliminar
Projeto
Detalhado
1
2
3
4
5
Teste de Fábrica
Validação de Campo
Medição e
para Produção Inicial Produção em Série Realimentação
7
6
8
Processo de Introdução de Novo Produto
Gerenciamento do Produto
Marketing
Gerenciamento do Programa
Engenharia
Vendas
Produção
Comunicações
Suprimentos
Serviços
Qualidade
Finanças
Jurídico
Responsável
Colaborador
Processo de Introdução de Novos Produtos
• Introdução de Novo Produto abrange o ciclo completo de desenvolvimento do produto desde
a identificação de uma nova oportunidade de negócio até a introdução pós-comercial do novo
produto.
• Há equipes de execução definidas para cada programa. As equipes são responsáveis pela
realização de todos os objetivos comerciais e técnicos do produto, incluindo:
– Cumprimento dos cronogramas de desenvolvimento do produto e introdução no mercado
– Desempenho do produto, custo do programa, custo do produto e objetivos financeiros
– Validação e verificação realizada durante o processo para confirmar se o produto atende
os requisitos
• As análise críticas são utilizadas para avaliar continuamente se o programa está
atendendo os requisitos.
15 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Qualidade de Fornecedores
A GE Energy espera os mesmos padrões de alta qualidade de nossos fornecedores externos, com o
que é produzido internamente. O Departamento de Suprimentos da GE Energy estabeleceu processos
rigorosos em relação à qualidade e à supervisão de fornecedores para verificar esse nível de qualidade
para todos os componentes e serviços adquiridos.
Processo de Aprovação
de Fornecedores
Aprovado para conduzir
negócios com a GE…
• Qualidade
• EHS / Mão-de-Obra
• Finanças
• Capacidade Técnica
Processo de Qualificação
Liberado para Produção
• Conformidade do Produto
• Capacidade do Processo
Processo de
Acompanhamento
Sustentação da Qualidade por…
• Monitoramento
• Auditoria
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
• Contrato Mútuo de Confidencialidade
– Protege informações exclusivas de ambas as partes
• Reconhecimento de Integridade
– Comprometimento do fornecedor em atender os
requisitos da GE
• Questionário sobre EHS (Meio-Ambiente, Saúde e Segurança)
– Fornece dados básicos sobre EHS para avaliação
de práticas de EHS
• Perfil Geral de Fornecedor
– Dados básicos que suportem qualidade, viabilidade
financeira e risco geral
• Equipamentos críticos exigem
– Responsabilidade característica
– Plano de qualidade de produto, plano de processo
de fabricação
– Análise do Modo de Falha (FMEA)
• Equipe de aprovações necessárias
– Engenheiro da qualidade sênior, engenheiro de projetos
e engenheiro de materiais
• Acompanhamento Periódica
– Avaliação dos sistemas da qualidade (se não possuir
certificação ISO)
– Auditoria de produto - conformidade com
requisitos técnicos
– Auditoria de processo - conformidade com
processos especiais
• Requisitos adicionais de auditoria / inspeção definidos por:
– Requisitos de clientes, risco, desempenho
de fornecedores, defeitos
16
Mecanismos de Controle
da Qualidade
Controle de Registros
• A GE Energy define, estabelece e mantém registros para fornecer comprovação de
conformidade com requisitos e a efetividade de seu SGQ
• Registros devem ser:
– Legíveis
– Identificáveis
– Recuperáveis
• Procedimentos documentados definem processos para:
– Identificação
– Armazenamento
– Proteção
– Recuperação
– Período de retenção
– Organização dos registros
Os requisitos relacionados ao Controle de Registros foram
definidos no procedimento GEEQMS 4.2.4 – Controle de Registros
17 - GE Energy e Visões da Qualidade
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Controle de Dispositivos de Monitoramento e Medição
• A GE Energy utiliza uma ampla variedade de Equipamentos de Medição e Teste (M&TE) para
inspecionar e medir se a qualidade do produto no desenvolvimento, produção e serviço estão
conformes. Isto inclui instrumentos de medição, software, padrões de medição, material de
referência e aparelhos auxiliarese e/ou suas combinações.
• Os M&TE são calibrados em intervalos específicos ou antes do uso de acordo com padrões de
medição rastreáveis pelo NIST, padrões nacionais ou internacionais equivalentes. Se não
existirem tais padrões, a base utilizada para calibração é registrada. O status da calibração é
visualmente identificável e um registro é mantido para todos os M&TE que necessitem
calibração. Os MT&E são protegidos contra danos e deterioração durante o manuseio,
manutenção e armazenamento.
• Quando um M&TE não estiver em conformidade com os requisitos ou estiver fora da condição
de tolerância, ações adequadas são tomadas.
Controle de Produto Não Conforme
• Um produto ou serviço é considerado não conforme quando não atender os requisitos
especificados. Após serem identificadas, as não conformidades são registradas e organizadas
por meio dos sistemas da qualidade da GE Energy.
• Não conformidades registradas são revisadas regularmente com a finalidade de compreender o
defeito e fornecer informações para melhoria contínua.
Os requisitos relacionados ao Controle de Registros foram definidos no procedimento GEEQMS 4.2.4 – Controle de Registros
Qualidade na GE Energy – A Visão
Somos direcionados pela paixão em atender cada
compromisso. Estamos empenhados em fornecer aos
nossos clientes ofertas da mais alta qualidade, com os
melhores serviços e com responsbilidade inigualável.
Estamos comprometidos em resolver qualquer
problema de forma franca e honesta - sempre com
uma integridade inflexível.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
18
Referência cruzada da ISO 9001
Energy seguem os padrões da ISO. Consulte a tabela 1 para uma referência cruzada das seções da ISO
9001:2008 que correspondem aos procedimentos da GE Energy QMS.
Tabela 1
Seção
1
Procedimento Obrigatório da ISO
Escopo
1.1
Generalidades
GEEQMS 1.0 - Escopo
1.2
Aplicação
GEEQMS 1.0 - Escopo
2
Referências Normativas
GEEQMS 2.0 – Referência Normativa
3
Termos e Definições
GEEQMS 3.0 – Termos, Definições e Acrônimos
4
Sistema de Gestão da Qualidade
5
4.1
Requisitos Gerais
4.2
Requisitos de Documentação
GEEQMS 4.1 – Requisitos Gerais
4.2.1
Generalidades
GEEQMS 4.2.1 – Requisitos de Documentação - Gerais
4.2.2
Manual da Qualidade
GEEQMS 4.2.2 – Manual da Qualidade
4.2.3
Controle de Documentos
GEEQMS 4.2.3 – Controle de Documentos
4.2.4
Controle de Registros
GEEQMS 4.2.4 – Controle de Registros
Responsabilidade da Direção
5.1
Comprometimento da Direção
a.
GEEQMS 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação;
seção 4.1.2.d
b.
GEEQMS 5.3 – Política da Qualidade
c.
GEEQMS 5.4 - Planejamento; seção 4.1
d.
GEEQMS 5.6 – Análise Crítica pela Direção
e.
GEEQMS 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação;
seção 4.1.2.c
5.2
Foco no Cliente
GEEQMS 7.2 – Processos Relacionados ao Cliente
GEEQMS 8.2.1 – Satisfação do Cliente
5.3
Política da Qualidade
GEEQMS 5.3 – Política da Qualidade
5.4
Planejamento
5.4.1
Objetivos da Qualidade
GEEQMS 5.4 - Planejamento
5.4.2
Planejamento do Sistema de Gestão
da Qualidade
GEEQMS 5.4 - Planejamento
Our Customer Commitments - 19
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Seção
Procedimento Obrigatório da ISO
5.5
Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
5.5.1
Responsabilidade e Autoridade
GEEQMS 5.5 – Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
5.5.2
Representante da Direção
GEEQMS 5.5 - Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
5.5.3
Comunicação Interna
GEEQMS 5.5 - Responsabilidade, Autoridade e Comunicação
5.6
6
7
Análise Crítica Pela Direção
5.6.1
Generalidades
GEEQMS 5.6 – Análise Crítica pela Direção
5.6.2
Entradas para a Análise Crítica
GEEQMS 5.6 – Análise Crítica pela Direção
5.6.3
Saídas da Análise Crítica
GEEQMS 5.6 – Análise Crítica pela Direção
6.1
Provisão de Recursos
GEEQMS 4.1 – Requisitos Gerais; seção 4.2.4
6.2
Recursos Humanos
Gestão de recursos
6.2.1
Generalidades
GEEQMS 6.2.2 – Competência, Conscientização e Treinamento
6.2.2
Competência, Treinamento
e Conscientização
GEEQMS 6.2.2 - Competência, Conscientização e Treinamento
6.3
Infra-estrutura
GEEQMS 6.3 – Infra-estrutura e Ambiente de Trabalho
6.4
Ambiente do Trabalho
GEEQMS 6.3 – Infra-estrutura e Ambiente de Trabalho
7.1
Planejamento da Realização
do Produto
GEEQMS 7.1 – Planejamento da Realização do Produto
7.2
Processos Relacionados a Cliente
Realização do produto
7.2.1
7.2.2
7.2.3
7.3
Determinação de Requisites
Relacionados ao Produto
Análise Crítica dos Requisites
Relacionados ao Produto
Comunicação com o Cliente
GEEQMS 7.2 – Processos Relacionados ao Cliente
GEEQMS 7.2 – Processos Relacionados ao Cliente
GEEQMS 7.2 – Processos Relacionados ao Cliente
Projeto e Desenvolvimento
7.3.1
7.3.2
7.3.3
7.3.4
7.3.5
7.3.6
7.3.7
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Planejamento de Projeto e
Desenvolvimento
Entradas de Projeto e
Desenvolvimento
GEEQMS 7.3 – Projeto e Desenvolvimento
GEEQMS 7.3 – Projeto e Desenvolvimento
Saída de Projetos e Desenvolvimento GEEQMS 7.3 – Projeto e Desenvolvimento
Análise Crítica de Projeto e
Desenvolvimento
Verificação de Projeto e
Desenvolvimeto
Validação de Projeto e
Desenvolvimento
Controle de Alterações de Projeto e
Desenvolvimento
GEEQMS 7.3.4 – Análise Técnica do Projeto e Desenvolvimento
GEEQMS 7.3 - Projeto e Desenvolvimento
GEEQMS 7.3.6 – Validação do Projeto e Desenvolvimento
GEEQMS 7.3 - Projeto e Desenvolvimento
20
Seção
Procedimento Obrigatório da ISO
7.4
Aquisição
7.4.1
Processo de Aquisição
GEEQMS 7.4 -Aquisição
7.4.2
Informações de Aquisição
GEEQMS 7.4 - Aquisição
7.4.3
Verification of Purchased Product
GEEQMS 7.4-Purchasing
7.5
Produção e prestação de serviço
7.5.1
7.5.2
GEEQMS 7.5.1 - Controle de produção e prestação de serviço
GEEQMS 7.5.2 – Validação dos Processos
7.5.3
Identificação e Rastreabilidade
GEEQMS 7.5.3 - Identificação e Rastreabilidade
7.5.4
Propriedade do Cliente
GEEQMS 7.5.4 - Propriedade do Cliente
7.5.5
Preservação do Produto
GEEQMS 7.5.5 - Preservação do Produto
Controle de Equipamento de
Monitoramento e Medição
GEEQMS 7.6 – Controle do Instrumento de Medição
e Monitoramento
7.6
8
Controle de Produção e Prestação de
Serviço
Validação dos Processos de Produção e
Prestação de Serviço
Medição, Análise e Melhoria
8.1
Generalidades
a.
GEEQMS 8.2.4 – Monitoramento e Medição do Produto
b.
GEEQMS 8.2.2 – Auditoria Interna
c.
GEEQMS 8.5 – Melhoria Contínua
Observação "determinação das técnicas
GEEQMS 8.4 – Análise de Dados
estatÍsticas e extensão de seu uso”
8.2
Monitoramento e Medição
8.2.1
Satisfação do Cliente
GEEQMS 8.2.1 - Satisfação do Cliente
8.2.2
Auditoria Interna
GEEQMS 8.2.2 - Auditoria Interna
8.2.3
Monitoramento e Medição de Processos GEEQMS 8.2.3 - Monitoramento e Medição de Processos
8.2.4
Monitoramento e Medição de Produto
GEEQMS 8.2.4 - Monitoramento e Medição de Produto
8.3
Controle de Produto Não-conforme
GEEQMS 8.3 - Controle de Produto Não-conforme
8.4
Análise de Dados
GEEQMS 8.4 - Análise de Dados
8.5
Melhoria
8.5.1
Melhoria Contínua
GEEQMS 8.5 - Melhoria Contínua
8.5.2
Ação Corretiva
GEEQMS 8.5 - Melhoria Contínua
8.5.3
Ação Preventiva
GEEQMS 8.5 - Melhoria Contínua
Our Customer Commitments - 21
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
Procedimentos do SGQ GE Energy que vão além da ISO 9001
os aspectos chave dos processos de seus negócios, que vai além dos requisitos da norma ISO 9001.
Os procedimentos que definem os requisitos para estes processos foram numerados com números de
referência que não possuem um equivalente na norma ISO 9001. Exemplos disto incluem o GEEQMS
5.2.2 – Conhecer seu Cliente e GEEQMS 6.3.1 – Transações Imobiliárias.
GEEQM Rev 2.0 – Outubro 2011
22
Download

manual sistema de gestão da qualidade