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São Paulo, quinta-feira, 30 de julho de 2015
Ciência e Tecnologia
A internet das coisas e a
revolução na cadeia de
suprimentos
Ricardo Prochnow (*)
www.netjen.com.br
[email protected]
Incubar a empresa requer
cuidados na hora de fechar acordo
Nos últimos tempos surgiram grandes centros de inovação espalhados pelo país. São incubadoras,
parque tecnológicos, pólos de inovação e aceleradoras que tem como objetivo dar o suporte que o
empreendedor precisa para fazer o seu negócio girar
Divulgação/Anunciattho Comunicação
A Internet das Coisas
(IoT) já está aí.
Sua empresa está
preparada?
J
ulho de 2015 - Suponha que
um serviço de previsão meteorológica utilize, em tempo
real, os registros de atividade
enviados pelo sensor do limpador
de para-brisas de todos os carros
conectados em circulação, com o
objetivo de confirmar (ou negar)
suas previsões em determinada
região de cobertura. Isso já é
realidade e está acontecendo
agora, no The Weather Channel
dos EUA.
Esse é apenas um exemplo das
possibilidades da IoT (Internet
of Things) ou, em português,
Internet das Coisas. Você talvez
já tenha ouvido falar da sigla por
aí, mas vamos a uma definição
precisa da consultoria Gartner: a
"Internet das Coisas é a conexão
em rede de objetos físicos que
contêm tecnologia embarcada
para se comunicar e sentir ou interagir com seus estados internos
ou o ambiente externo".
O termo "Internet das Coisas"
não é novo: foi criado em 1999
por Ashton Kevin, um pioneiro
nos trabalhos com redes RFID
(Radio-frequency identification)
e cofundador do Auto-ID Center
do MIT, numa apresentação para
a equipe de Supply Chain da P&G
(Procter & Gamble), que descrevia possibilidades de uso do RFID
combinado com a então recémcriada tecnologia: a "Internet".
Recentemente, em entrevista
para a BBC, ele lamentou dizendo
que deveria ter escrito "Internet
'PARA' as Coisas" (IoT Internet
for Things), gramaticalmente mais
adequada.
Nas palavras do escritor francês
Victor Hugo, "Nada é mais forte do
que uma ideia cujo tempo chegou".
Levou tempo para criarmos as
condições certas que permitem o
avanço da IoT como a eliminação
de algumas barreiras técnicas
(hardware e software) e a disponibilização da infraestrutura de comunicação necessária, resultado
dos últimos 10 anos, nos quais o
custo dos sensores, da comunicação de dados e do processamento
caiu respectivamente 2, 40 e 60
vezes. Mas o futuro chegou e as
oportunidades existem em todas
as áreas imagináveis: o potencial
da IoT é imenso e vem ainda amplificado pelos também recentes
avanços da Inteligência Artificial
(AI-Artificial Intelligence) e Big
Data Analytics.
Qual é o tamanho deste novo
mercado de IoT? - Segundo a
Gartner, o número de "coisas"
conectadas em 2020 deve ser de
25 bilhões. A consultoria IDC estima o mercado global de IoT em
US$ 1,7 trilhões em 2020. Para a
consultoria Accenture, em 2030,
os ganhos de produtividade resultantes do investimento em IoT
acrescentarão US$ 6,1 trilhões ao
PIB dos EUA e contribuirão para
um aumento de US$ 14,2 trilhões
no PIB global. A consultoria ainda
estima que teremos em 2020 50
bilhões de dispositivos e 200 bilhões de sensores conectados à
internet, compartilhando dados
com sistemas, aplicações, pessoas,
empresas, parceiros e entre si. Na
previsão da consultoria McKinsey,
existirão 30 bilhões de dispositivos
conectados em 2020 e o impacto
no PIB global em 2025 será de US$
6,2 trilhões.
Como disse o físico Niels Bohr,
"É muito difícil fazer previsões,
principalmente sobre o futuro". De
qualquer forma, todas as estimativas acima são impressionantes:
a questão é como melhor capitalizar a oportunidade de mercado
dessa tendência, e esta pergunta
vale para qualquer empresa, em
qualquer segmento de atuação,
dada a enorme diversidade de
aplicações para a IoT.
Algumas iniciativas atuais e o
principal desafio da IoT - Como era
de se esperar numa oportunidade
tão atrativa, inúmeras grandes
empresas já têm iniciativas de IoT,
com objetivos distintos. No contexto do “carro conectado”, temos
por exemplo a CarPlay da Apple,
Android Auto da Google, a MirrorLink, a Ford Sync / OpenXC, a
GM OnStar, entre outras. Entre as
que têm foco na “casa conectada”,
temos a Apple HomeKit, o Google
Nest e também a recente proposta
de Plataforma de IoT da Google,
o Brillo/Weave, a SmartThings da
Samsung, o Amazon Echo, etc. No
grupo com plataformas genéricas
e com foco industrial podemos
citar Cisco IOx, GE Predix, Intel
IoT, PTC ThingWorx, etc. Quanto
aos dispositivos de uso pessoal,
temos as pulseiras inteligentes
(activity trackers) como a Fitbit,
Jawbone, Nike FuelBand, LG Lifeband e os relógios inteligences
(smartwatches) como o Apple
Watch, Motorola Moto 360, Samsung Gear 2 etc.
O maior desafio para atingirmos
as estimativas citadas acima é
garantir que estas diversas plataformas comuniquem-se de forma
transparente. Porém, todas têm o
claro interesse de conquistar uma
posição de player dominante no
mercado.A IoT precisa de padrões
que permitam a comunicação,
operação e programação entre plataformas distintas, independente
de marca, modelo, fabricante ou
indústria. A conectividade entre
pessoas, processos e as "coisas"
precisa ser possível não importando o tipo de tela, navegador
ou hardware utilizado no projeto,
além da necessidade de sólidas
características de segurança e
privacidade para que sua adoção
em massa ocorra.A realidade,
no entanto, é extremamente
fragmentada e com soluções
sobrepostas: segundo a Gartner,
até 2018 não teremos ainda uma
plataforma e ecossistema de IoT
dominantes no mercado.
Qual o impacto da IoT no Supply Chain? - De forma simplista,
os processos de gestão da cadeia
logística buscam entregar o objeto
certo, no tempo, lugar, quantidade, estado de conservação corretos, ao custo certo (baixo). São
inúmeros os casos de uso de IoT
no Supply Chain se considerarmos
os objetivos acima.
Um exemplo é o uso de computação vestível (Wearable Devices) em armazéns e centros de
distribuição, onde a separação e
preparação de pedidos (picking)
vem sendo otimizada com o uso de
óculos inteligentes que interagem
com a já tradicional identificação
por códigos de barras. Um dos
exemplos é o conceito chamado
“Pick-by-Vision" ou "Vision Picking" da DHL, além do conhecido
Google Glass, Vuzix, Epson, Zebra
e Brother, alguns outros fabricantes de “smart glasses” para uso
industrial.
O uso de etiquetas RFID (Radiofrequency identification) de
última geração é um dos fatores
chave para permitir ganhos de
eficiência em diversos processos
da cadeia de suprimentos nas
indústrias, transportadoras, armazéns e lojas, isso por meio da
contagem de inventário em tempo
real, conferência de pedidos separados, localização e movimentação
de produtos etc. No ambiente
físico da loja, é possível orientar
o consumidor quanto à localização
exata de um item que ele procura,
automatizar e facilitar o processo
de checkout e pagamento etc. A
presença de mais de dez empresas
apresentando soluções RFID na
NRF 2015 é um indicador positivo
do progresso na adoção dessa
tecnologia.
Entre alguns grandes cases, está
a Target, que anunciou recentemente que irá implantar RFID em
todas as suas lojas no mundo até
2016. A Zara também está com
seu projeto RFID disponível em
mais de 700 lojas com previsão
de instalação em toda a rede em
2016. No Brasil, empresas como
Arezzo, Billabong e Renner já
testam a tecnologia de “etiquetas
inteligentes” em suas lojas.
Para ações de marketing e relacionamento com o consumidor
no interior das lojas, as empresas
têm adotado os "beacons", sensores
com a tecnologia sem fio Bluetooth
de baixa energia BLE Bluetooth
Low Energy) que podem iniciar
ações contextuais de marketing de
proximidade quando as pessoas e
seus smartphones ou tablets estiverem na faixa de leitura. É uma
espécie de GPS indoor, capaz de
localizar com precisão a posição do
cliente dentro da loja e enviar a ele
ofertas e conteúdo personalizados,
com base no seu perfil, interesses
e histórico com a marca. Apple,
Tesco, Macy’s são exemplos de
varejos que adotaram soluções
baseadas no protocolo iBeacon
da Apple, que é um dos players
desta tecnologia. (Obs.: enquanto
finalizava este artigo, a Google
anunciou a sua plataforma aberta
para beacons: Eddystone).
Back to Basics: a excelência no
básico - Para que sua empresa possa aproveitar ao máximo esta “(r)
evolução” da IoT no Supply Chain,
é imprescindível garantir que os
projetos estruturais tenham sido
executados e que os sistemas e
processos básicos de gerenciamento da cadeia de suprimentos
também e com a máxima eficiência
possível: “Back to Basics”.
Sua empresa está preparada?
Pense nisso!
(*) É coordenador de Inteligência
de Mercado da NeoGrid –
www.neogrid.com/br.
Wagner Marcelo (*)
muito interessante acompanhar todo esse movimento,
pois existe a possibilidade de criação de novas tecnologias
em todas as regiões do país e o mais importante: apoio ao
ecossistema empreendedor.
É
O que me preocupa é que, muitas vezes, essas organizações
surgem apenas para trabalhar em benefício próprio. Algumas
incubadoras esqueceram o motivo de sua existência, deixando
de canto os atores principais - os empreendedores.
Dá a impressão que acabou criando-se um mercado em torno
do empreendedor, onde são poucas as instituições que, de fato,
estão preocupadas em alavancar seus negócios. A maioria, infelizmente, ganha dinheiro em cima do sonho alheio.
Neste contexto, empreendedor não encontrará instituições ou
pessoas que estejam dispostas a correrem o risco em conjunto.
Aí fica uma pergunta que não sai da minha cabeça: será que isso
acontece por falta de conhecimento básico no âmbito jurídico?
Ou seria porque ninguém quer trabalhar em projetos com retorno
a longo prazo? Será falta de visão?
Para os empreendedores, o processo de aceleração é um momento muito importante e crucial. Afinal, é neste período que
o seu negócio amadurece para poder crescer e caminhar para
onde se deseja. Para o nosso modelo de aceleração conseguir
alavancar negócios, é preciso trabalho sério e transparente por
Segundo Wagner Marcelo, empreendedores devem estar atentos
aos termos da “aceleração” para evitar armadilhas.
parte das incubadores. Só assim, atingirão seu objetivo principal,
que é gerar riqueza e empregos.
Será que seremos um grande case e conseguiremos desenvolver
inovações em diferentes regiões do país? Fico com essa dúvida
e o que me resta é acompanhar e torcer pra que cada vez mais
tenhamos ações sérias de apoio ao ecossistema empreendedor.
(*) É Coordenador do grupo de Startups na PUC-SP. É membro do comitê de
Investimento e Inovação da FIESP/CAF e sócio-diretor da Intellecta – Centro de
estudos avançados. www.intellecta.com.br.
Como a “internet das coisas” pode influenciar
na criação de novos negócios
Já imaginou passar em frente a farmácia e ser avisado que
precisa comprar o seu remédio mensal? Ou então abrir a
geladeira e ser lembrado que
está faltando frutas e legumes?
Essa é uma das ações que a
“Internet das Coisas” (IoT –
Internet of Things) promete
realizar. Américo Tristão
Bernardes, diretor do departamento de infraestrutura para
inclusão digital do Ministério
das Comunicações, discutirá o
tema nesta quarta-feira (29/07), durante worskshop promovido
pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a partir
das 14h, na sede da entidade.
A “Internet das Coisas” se refere a uma revolução tecnológica
que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede
mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas
conectadas à internet e a outros dispositivos, como computadores
e smartphones. A ideia é que, cada vez mais, o mundo físico e o
digital se tornem um só, através dispositivos que se comuniquem
com os outros, os data centers e suas nuvens.
Uma pesquisa divulgada esta semana por uma empresa de
tecnologia mostrou que as empresas brasileiras vão investir R$
237 milhões em “Internet das Coisas” em 2015. Entre as 795
empresas entrevistadas, 12% dos líderes de negócios planejam
investir US$ 100 milhões em 2015 e 3% buscam fazer um investimento mínimo de US$ 1 bilhão. O relatório também mostrou
que as empresas esperam que
seus orçamentos para a IoT
continuem crescendo ano a
ano, com valores que devem
aumentar 20% até 2018, somando US$ 103 milhões.
A tecnologia exerce papel
fundamental na melhoria da
qualidade da vida das pessoas
e, com a IoT, conectará pessoas, processos, dados e objetos,
em uma verdadeira revolução
digital na administração pública, na gestão de serviços e
nos bem-estar dos cidadãos. No Brasil a “Internet das Coisas”
mobiliza os governos, operadoras de telecomunicações e o setor
de tecnologia da informação para que mais iniciativas sejam
implantadas. O objetivo do workshop é abordar as possibilidades
e as transformações do cotidiano, com a discussão sobre o planejamento da infraestrutura necessária para viabilizar projetos
para que a internet das coisas se torne realidade no Brasil.
Participarão também do evento Luis Carlos Rego, diretor do
mercado corporativo para a América Latina da Cisco Systems,
João Thiago Poço, diretor de soluções para governo e cidades no
Brasil da Microsoft CityNext, Lucas Pinz, gerente de desenvolvimento de negócios para Internet das Coisas da PromonLogicalis
e Alessandro Quattrini, diretor de relações governamentais e
institucionais da Ericsson do Brasil.
Para ter acesso à programação completa (sujeita a alteração):
http://www.fiesp.com.br/agenda/workshop-telecomunicacoes-aevolucao-da-internet-das-coisas-no-brasil/
Carregador portátil de baterias
Power Bank PB 201 com função lanterna
A OEX amplia seu portfólio de produtos
com o lançamento do carregador portátil de
baterias Power Bank PB 201. Com capacidade de 5.200 mAh e dimensões de apenas
4,4 x 9,6 x 2,4 cm , a novidade oferece uma
excelente combinação de medida compacta
e alto desempenho.
Ideal para ter sempre à mão, o carregador
universal portátil da OEX impede que os
usuários sejam surpreendidos com seus
dispositivos sem bateria. O aparelho permite
carregar em qualquer lugar e ocasião tablets,
News
câmeras digitais, iPhone, iPod, smartphones
em geral, mp3, mp4 players, além de outros
dispositivos com conexão USB.
A novidade conta com medidor de carga
dos aparelhos e destaca-se ainda por oferecer uma prática função lanterna, para nunca
deixar seus usuários no escuro. Disponível
em duas opções de cores (preto e prata), o
lançamento da OEX pesa apenas 270.gramas
e tem preço sugerido de R$.139,00 (valor
médio para o consumidor nas revendas e
válido até o final de agosto de 2015).
@TI
S l ã para emissão de nota fiscal
Solução
eletrônica que funciona on-line e off-line
@
A MC1 – multinacional brasileira com foco em processos e inteligência de negócios utilizando a mobilidade como plataforma
tecnológica – acaba de lançar uma solução para emissão de nota fiscal
eletrônica, em locais sem conexão com a internet. A nova tecnologia
desenvolvida permite a geração e a impressão da NF eletrônica, através de smartphones, tablets ou qualquer outro dispositivo móvel, de
maneira totalmente off-line, obedecendo todas as normas fiscais. O
próprio sistema gerencia a conexão com a internet e faz a integração
com a Secretaria da Fazenda (Sefaz) e todas as validações necessárias
(www.mc1.com.br/).
OKI formaliza a compra do negócio de
impressoras de grande formato da Seiko
A OKI Data Corporation, uma empresa do Grupo OKI, especializada no negócio de impressoras, anunciou a assinatura de um
acordo com a Seiko Instruments Inc. (intitulada "SII"), em 08 de julho
de 2015, para a aquisição global do negócio de impressoras de grande
formato da Seiko I Infotech Inc. (intitulada "SIIT"), uma subsidiária da
SII. No acordo assinado pela OKI Data Corporation e SII está previsto a
aquisição total das ações detidas pela SIIT. Além disso, as subsidiárias
da OKI Data Corporation da Europa e dos EUA assinaram contratos de
compra de ativos com empresas do grupo europeu e norte-americanos
da SII, para assim obter o negócio de impressoras de grande formato e
os ativos atualmente detidos pela SII (www.oki.com.br).
@
Software de realidade virtual
@
www.newex.com.br
A Interactive Media Dream (IMD), empresa desenvolvedora
de aplicativos, websites e softwares, acaba de desenvolver um
software de realidade virtual para a realização de tours virtuais em
empreendimentos imobiliários. O software permite a recriação de
ambientes complexos com a clara simulação, por meio de computação
gráfica, da visão de móveis, azulejos, cor das paredes, porcelanatos e
o torna navegável, dando inclusive a noção de espaço e profundidade.
“Podemos também montar empreendimentos que ainda não saíram do
papel, em substituição de maquetes e o cliente poderá visitar inclusive
áreas comuns como piscina, churrasqueira, salão de jogos e outros”,
finaliza. Para Pavel esse tipo de solução é interessante para imobiliárias
e construtoras, pois ajuda as empresas na contenção de custos.
Cursos
@
VMware vRealize Operations Manager: Install, Configure, Manage
Data: 03 a 07/08/2015 – Local: Westcon Group – Academy – São
Paulo – Rua Verbo Divino, 1.207/4º andar – Horário: 09:00 – 18:00.
Público-alvo: experientes profissionais administradores e integradores
de sistemas e consultores responsáveis pela personalização do conteúdo
vRealize Operations Manager. Inscrições: [email protected]
com (http://br.westcon.com/content/academy)
Palo Alto Advanced Firewall Troubleshooting 311
Data: 05 a 07/08/2015 – Local: Westcon Group – Academy – São Paulo
– Rua Verbo Divino, 1.207/4º andar – Horário: 09:00 – 18:00. Públicoalvo: Engenheiros de Segurança, Engenheiros de Rede e Profissionais
interessados em adquirir o conhecimento necessário desta Tecnologia.
Inscrições: [email protected] (http://br.westcon.com/
content/academy)
VMware vSphere Install, Configure, Manage V6.x
Data: 10 a 14/08/2015 – Local: Westcon Group – Academy – São
Paulo – Rua Verbo Divino, 1.207/4º andar. Horário: 09:00 – 18:00.
Público-alvo: profissionais que administram ambientes virtualizados.
Inscrições: [email protected] (Website: http://br.westcon.
com/content/academy).
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