Alcatel 1000 S12
System Description
Software
211 93270 FCAA TR
Ed. 03
Status
Change Note
Released
CNQ 9 81 006 05
Short Title Man Machine SW
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Contents
1
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5
2
Visão Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
5
3
Descrição de Software . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6
3.1
Manejador de Sessão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
6
3.2
Criptografia de Senha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9
3.3
Tradução Homem Máquina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9
3.4
Tradução Homem Máquina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
9
3.5
Programador de Comando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
10
3.6
Coletar Informação de Área . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
11
3.7
Dados Volumosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
11
3.8
Facilidades MMC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
11
3.9
Ajuda Homem Máquina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
13
3.10 Facilidades da Sessão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
13
4
Manutenção e Operação para Terminal Avançado . . . . . . . . . . . . . . .
15
5
Operações Típicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
16
6
Abbreviations . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
18
Figures
Figure 1
Figure 2
Figure 3
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Software Comunicação Homem Máquina . . . . . . . . . . . . . . . . .
Estratégia de Manutenção e Operações Gerais . . . . . . . . . . . . .
Tarefa TP ‘‘Conectar NSC a Central” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
7
17
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1 Introdução
Este documento descreve o software Comunicação
Homem Máquina (MMC) usados nas centrais Alcatel
1000 S12.
O documento descreve as principais áreas de software e as funções que elas executam. Um exemplo de
uma operação típica executada pelo software também é fornecido.
2 Visão Geral
O software MMC é parte da facilidade MMC que fornece comunicação entre um operador e uma central.
O software MMC forma parte da interface entre os
terminais homem máquina, ex., computadores pessoais, Terminal Avançado para Operações e Manutenção (ATOM), Unidade de Apresentação Visual
(VDU), impressoras, etc., e programas de aplicação.
Os programas de aplicação executam funções solicitadas por um operador usando comandos do operador, ORJ (Tarefa Solicitada pelo Operador) específica,
isto é, para atividades de Operações e Manutenção
(O&M), e/ou mensagens geradas automaticamente.
· designado para um grupo de usuário que permite
acesso a um pequeno número de áreas de
comando (comandos MMC são agrupados juntos
para formar diferentes áreas de comando, e um
comando pode apenas pertencer a uma área
específica em uma dada hora)
· designado a um grupo de usuário que permite
acesso a um vasto grupo de áreas de comando
· designado como oficial de segurança e por isso
designado para um grupo de usuário que permite
acesso a comandos adicionais não disponíveis a
outros operadores.
Em geral, todos os MMC são executados como parte
de uma sessão MMC, que é iniciada quando um operador entra em um terminal homem máquina designado como um terminal de sessão e é terminado
quando o operador sai ou é forçado a sair pelo sistema. Qualquer número de comandos MMC pode ser
inserido durante uma única sessão.
As funções principais executadas pelo software MMC
são:
· controle de sessões MMC, isto é, o controle de
todas as tentativas para acessar o software da central
· controle de perfis de usuário/perfis de grupo
A comunicação entre o operador e uma central pode
ser no modo diálogo (também chamado de modo
interativo) ou no modo monólogo.
· tradução de ORJs para um formato que pode ser
gerenciado pelo software da central, isto é, uma
tradução homem máquina
· No modo diálogo, as ORJs são inseridas nos terminais homem máquina para executar funções
específicas. Respostas a cada ORJ são geradas
pelo Software MMC específico para formar um
diálogo.
· tradução de mensagens geradas pelo software da
central para um formato que pode ser compreendido por um operador, isto é, uma tradução
máquina homem
· As respostas no modo diálogo são geradas como
retorno à entrada propriamente dita, ex., para
indicar um erro nos dados de entrada, solicitar
dados adicionais, reconhecer a aceitação de uma
ORJ para processamento e não para o desempenho da função realmente envolvida.
· No modo monólogo (ou ’saída fora do diálogo’)
mensagens de saída e relatórios são gerados
automaticamente, tanto como o resultado de uma
ORJ previamente inserida ou devido a eventos
detectados dentro da central, ex. falhas.
Operadores são designados para grupos de usuários
específicos que definem o tipo de acessos e atividades
O&M que podem ser executadas. Por exemplo, um
operador poderia ser:
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· substituição de texto, que permite que cadeias de
dados de entrada frequentemente utilizadas sejam
substituídas por um ou mais mnemônicos simples
· gerenciamento de senhas usadas para controlar o
acesso a central
· supressão de mensagens específicas, quando solicitado pelo operador
· configuração de flags de relatório para manejo
específico, ex., anomalia, especial, registro
· controle de mensagens passadas entre o software
MMC e os programas de aplicação
· apresentação de dados de controle de MMC
· controle de intercâmbio de mensagem bidirecional entre o software do usuário e um operador fora
do diálogo
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3 Descrição de Software
De um ponto de vista funcional, o software Kernel
MMC compreende as seguintes áreas principais como
mostrado na figura 1:
· Manejador de Sessão
· Criptografia de Senha
· Tradução Homem Máquina (Diálogo)
· Tradução Máquina Homem (Monólogo)
· Programação de Comando
· Informação de Área de Coleta
· Dados de Bulk
· Acesso de Operações e Manutenção Remoto
(O&M).
· Facilidades MMC
· Ajuda Homem Máquina
· Facilidades de Sessão
3.1
Manejador de Sessão
O software Manejador de Sessão verifica e controla
todas as solicitações para acessar o software da central, estabelece um sessão, mantém a sessão, e,
então, gerência sua terminação.
Durante o desempenho destas tarefas, o Software
Manejador de Sessão está envolvido em:
· controle de identidade do usuário
· controle de senha
· controle de sessão de usuário
Uma sessão MMC é definida como o período que:
· começa quando a solicitação de entrada de um
operador é aceita
· termina quando o operador sai, ex., através de
uma saída iniciada pelo usuário, através de um
temporizador de inatividade, ou através de uma
saída forçada pelo oficial de segurança.
Uma solicitação de entrada não é garantida, e por
isso uma sessão não pode ser iniciada até que checagens intensivas sejam completadas para garantir que
o estabelecimento de uma sessão para o operador
envolvido é permitido.
Tal pedido de acesso pode ser por sessão local usando
um enlace não binário, isto é, para uma conexão com
VDU, ou usando um enlace binário, isto é, para a
conexão com sistema externo tal como um terminal
ATOM ou um computador pessoal. Nos últimos casos,
as checagens são executadas pelo acesso aos dados
mantidos nos perfis do usuário.
Se um operador entrar em um Centro de Serviço de
Rede (NSC) a sessão do usuário é estabelecida dentro
do próprio NSC e nenhuma verificação de acesso é
necessária nas centrais conectadas. A verificação de
acesso será feita no NSC.
Quando o software Manejador de Sessão determinar
que a solicitação de entrada é válida, ele informa ao
solicitante sobre o começo da sessão. Isto é feito através do software manejador de arquivo associado, ex.,
Manejador de Arquivo VDU, Manejador de Arquivo de
Dispositivo Binário, software Acesso de O&M Remoto
e a sessão pode começar.
Um usuário pode apenas estar envolvido em um sessão. Se um usuário que já está registrado tentar se
registrar em outro terminal homem máquina novamente, a solicitação é rejeitada. O número de tentativas de registro falhas é definido no perfil do usuário
(consulte Facilidade de Sessões). Se o número de tentativas de registro exceder o número permitido, o
usuário será impedido.
· controle de acesso de tarefa
· controle de acesso de central
· controle de acesso de usuário de Grupo de Comunicação de Negócios.
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· geração de uma lista de números de referência de
comando que o usuário tem acesso usando um
dispositivo de entrada específico.
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Espera
Ativo
Módulo de Periféricos de Computador
Kernel MMC
Criptografia de
Senha
Tradução
Máquina Homem
Manejador de
Sessão
Programador
de Comando
Tradução
Homem Máquina
Software Ma
nejo de ORJ
Coletar Informação de Área
Entrada/
Saída
Para/de
Terminais
Homem Máquina
Dados Volumosos
Facilidades
MMC
Ajuda
Homem Máquina
Facilidades de
Sessão
Nota:
Figure 1
Caixas de linha pontilhada mostram outro Software.
Os Softwares Sistema Operacional e Base de Dados foram omitidos para maior clareza.
Software Comunicação Homem Máquina
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Para iniciar uma sessão MMC local um operador deve
entrar com um nome do usuário. Após isso, a senha
será solicitada. Estas entradas pertencem à solicitação
de registro, que é, então enviada ao software Manejador de Sessão onde está sujeito a testes de verificação,
ex., para:
· confirmar se o operador existe e é alocado a um
grupo de usuário válido
· verificar se a senha pertence ao usuário corrente
· solicitar uma nova senha, se a velha tiver expirado
· determinar se o operador está bloqueado ou não,
isto é, acesso negado
· determinar se o dispositivo de entrada está ou não
com acesso bloqueado
· confirmar se o operador tem permissão para se
registrar no horário corrente
· confirmar se o operador tem permissão para se
registrar no dia corrente
· garantir que o operador não estava registrado
ainda
· garantir que o operador tem acesso à central destino especificada
· garantir, no evento de uma tarefa ser especificada,
que o operador tenha permissão para executar a
tarefa envolvendo a seqüência de ORJs (comandos MMC) e seja apenas inserido com um sistema
externo tal como um ATOM.
Iniciação de Sessão
Quando os testes de verificação de registro forem
completados com sucesso, a sessão MMC é iniciaalizada e o software apropriado é disparado.
Por exemplo, no caso de uma sessão local usando
uma VDU onde comandos MMC são inseridos e executados como itens únicos, ao contrário do desempenho de uma tarefa completa, o software Manejador
de Sessão informa ao software Tradutor Homem
Máquina que um diálogo MMC está para começar.
Em resposta, o software Tradutor Homem Máquina
constrói um cabeçalho de diálogo padrão e informa
ao software Manejador de Sessão que ele está pronto
para prosseguir. Esta mensagem é substituída pelo
programa Manejador de Arquivo de VDU para a VDU
apropriada, que, então solicita ao operador a entrada
de uma ORJ, isto é, um único comando MMC. Deste
ponto, o operador é completamente registrada e
pode continuar a inserir ORJs até que a saída seja exe-
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cutada. Checagens são feitas pelo Diálogo MMC para
garantir que o operador está autorizado a executar
cada ORJ, isto é, tem acesso à área de comando associada.
No caso de um enlace binário, o software Manejador
de Arquivo de Dispositivo Binário pode manter até seis
sessões (seis usuários diferentes) sobre o mesmo
enlace físico. Isto permite que sistemas externos tais
como o subsistema ATOM executem sessões em paralelo. Na teoria, o software Acesso O&M Remoto pode
manter um número ilimitado de sessões.
Quando uma sessão MMC é iniciada dentro de um
NSC, isto é, uma sessão pode ser estabelecida para
uma central conectada, todas as checagens de acesso
e de usuário são executadas dentro do próprio NSC.
Neste caso, o software Manejador de Sessão local
controla as restrições de grupo usuário/senha e tarefa/usuário.
O término das checagens de registro dispara o software Subusuário O&M do NSC, que, então, determina se o operador registrado está permitido para o
uso da ORJ inserida, isto é, uma checagem de acesso
de área de comando. Se o acesso for permitido, os
dados da ORJ são passados para o software Subusuário O&M da Central na central conectada apropriada.
Este software então dispara o software Tradutor
Homem Máquina e informa a ele se nenhuma checagem posterior é necessária e se acessos completos
podem ser garantidos, e se todas as verificações de
registro e acesso foram executadas dentro do NSC.
Quando uma sessão foi estabelecida, o software
Manejador de Sessão age como meio de transporte.
Ele passa dados em ambas as direções entre a fonte
de entrada e o software Tradução Homem Máquina.
Término de Sessão
Uma sessão MMC pode ser terminada por um usuário
ou pelo sistema. A razão para uma saída é sempre
apresentada. Os seguintes exemplos mostram como
uma sessão pode ser terminada:
· Um operador sai, no caso em que o software
Manejador de Arquivo relacionado informa ao
software Manejador de Sessão que, então, envia
um comando de aborto ao software Tradução
Homem Máquina.
· O usuário é retirado pelo oficial de segurança de
uma ORJ. A ORJ é processada pelo software Facilidades de Sessão que, então envia uma mensagem
ao software Manejador de Sessão instruindo a ele
para iniciar a saída real.
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· O temporizador de inatividade expira.
No caso de terminais homem máquina conectados através de um enlace binário (ATOM), sinais de
software funcionando são enviados a intervalos
regulares para garantir que o temporizador da atividade relacionada não expire, ex., para garantir
que uma sessão não seja terminada enquanto um
operador ainda está trabalhando no terminal.
· A reinicialização de um Elemento de Controle,
caso em que o software Manejador de Sessão
retira todos os operadores conectados sobre Elemento de Controle.
3.2
Criptografia de Senha
O software Criptografia de Senha é usado pelo software Manejador de Sessão para segurança de dados.
3.3
Tradução
Homem Máquina
O software Tradução Homem Máquina executa a
tradução do diálogo homem máquina.
Se um operador inserir um comando, ele será decodificado pela forma homem máquina do software
Tradutor ASCII para um formato binário aceitável ao
Software MMC.
O software Tradutor Homem Máquina determina o
tipo de ORJ referindo se aos dados de tradução
mantidos no disco magnético. Estes dados representam definições de todos os comandos MMC disponíveis. O Tradutor também checa que a entrada é sintaticamente correta, isto é, considerando os
parâmetros, argumentos, separadores e completude.
Estas checagens são executadas na entrada. Se a
entrada está incompleta ou incorreta, o software solicita ao operador para corrigir os erros.
Este nível de diálogo entre homem e máquina continua até:
· a entrada ser sintaticamente correta e completa
· o operador aborta o diálogo
· um tempo de entrada expira.
Se nenhum outro erro for encontrado pelo Diálogo
MMC, o seguinte será apresentado:
· o número de seqüência, a tarefa
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· a identidade de comando,isto é, número de referência de comando
· tarefa submetida
Então, os dados da ORJ são enviados ao software de
aplicação apropriado onde é checado por erros
semânticos, isto é, valores de argumento inválidos.
Qualquer erro semântico é trazido à atenção do
operador.
O diálogo é inteiramente completado quando o software de aplicação aceita uma entrada livre de erro.
O Diálogo MMC então dá uma informação sobre o
estado da ORJ, ex., uma das seguintes:
· resultado segue
· resultado atrasado
· tarefa confirmada
· tarefa cancelada
· temporizador.
3.4
Tradução
Homem Máquina
Dados binários dos programas de aplicação, ex.,
para relatórios de saída e alarme, são recebidos pelo
software Tradutor Homem Máquina e convertidos no
formato ASCII.
Um relatório de saída de uma central Alcatel 1000
S12 tem uma estrutura padrão compreendendo um
cabeçalho, corpo e fim.
· O cabeçalho do relatório dá informações gerais
sobre o relatório, incluindo:
identidade e horário da central
no caso de relatórios solicitados apenas a identidade do usuário, endereço físico, identidade
NSC e nome (no caso uma sessão do usuário
é estabelecida dentro de um NSC)
prioridade de alarme, flagging (veja Facilidades MMC), identidade de tarefa, número de
seqüência, número de relatório de referência,
identidade de pacote de software, e categoria
de alarme
área funcional de onde o relatório foi originado
decodificadores de comando e tipo de resultado.
9 / 18
· O fim de um relatório compreende um número de
referência de relatório e pode conter informação
adicional referente ao relatório.
3.5
Programador de Comando
A função do software Programador de Comando é
armazenar certas ORJs para execução futura, programada. Isto significa que os Manejadores de Comando
podem ser disparados por:
· entrada com sucesso de uma ORJ, isto é, execução
imediata
· software Programador de Comando a um horário
apropriado, isto é, algumas vezes após a entrada
com sucesso da ORJ.
As ORJs que são programadas estão sujeitas a checagens normais pelo software Tradução Homem Máquina e então passadas ao software de aplicação
apropriado para executar checagens semânticas.
Sob término com sucesso das checagens, a ORJ é
enviada ao software Programador de Comando onde
ele é armazenado, ao invés de ser executado imediatamente pelo software apropriado.
Uma ORJ que deve ser programada para execução
é identificada como tal por um operador, isto é, o operador pode incluir qualquer uma das seguintes partes
de entrada do comando.
· Um parâmetro que indica que a ORJ deve ser executada de acordo com um programa definido dentro do próprio software Programador de
Comando. Todas essas ORJs são executadas de
acordo com o mesmo programa.
· Este programa interno definido previamente é
estabelecido por um operador usando o comando
Criar Programa que especifica:
a data de início
a hora de início
o período.
· Quando o comando foi aceito, o software Programador de Comando informa ao software Programador de Calendário (que não é parte do Software MMC) que, então fornece um temporizador
de ativação de programa.
· No momento apropriado, o software Programador de Calendário informa ao software Programador de Comando que a hora de ativação do programa chegou. Em resposta, o software
Programador de Comando envia os comandos
armazenados para o software de aplicação apropriado para execução.
· Um parâmetro que indica que a ORJ deve ser executada de acordo com a informação de programa
inserida como parte da própria ORJ.
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· O corpo de um relatório compreende uma
seqüência de cadeias de texto e número fixas e
variáveis.
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disparando os manejadores de comando para
popular as relações de assinante
· Após término com sucesso de checagens padrão,
este tipo de ORJ é armazenada pelo software Programador de Comando como um único comando
com seu próprio programa único, isto é, separado
do programa interno dentro do software Programador de Comando.
3.6
armazenando, como apropriado, quaisquer
relatórios negativos recebidos dos manejadores de comando
mantendo informação estatística sobre o
número de comandos de sucesso e sem
sucesso
Coletar Informação de
Área
executando uma opção ’recuperar’ para repetir aqueles comandos para os quais relatórios
negativos foram recebidos
O software Coletar Informação de Área gera em resposta a uma ORJ uma lista de números de referência
de comando que o usuário pode acessar com um dispositivo de entrada específico.
Tal lista é gerada em resposta a uma ORJ para:
· apresentar uma lista de comando, usando a identidade do usuário e a identidade do dispositivo de
entrada envolvidos como parâmetros
informando um operador periodicamente
sobre o número de comandos processados
com e sem sucesso.
· software Manejador de Relatório de Dados Volumosos, que apresente quaisquer relatórios negativos recebidos do manejador de comando.
Um operador pode especificar a apresentação de:
· apresentar uma lista de comando própria, caso
em que a identidade da senha lógica que é traduzida em uma identidade de usuário e o dispositivo
de entrada do qual o usuário está trabalhando são
retirados do comando da ORJ.
Como um exemplo, a lista de comando apresentada
em resposta a Apresentar ORJ de Lista de Comandos
inclui a lista de:
· comandos e áreas relacionadas
· números de referência de comando dos comandos que podem ser executados usando a identidade do usuário e dispositivo de entrada especificado na ORJ.
3.7
Dados Volumosos
O software Dados Volumosos compreendem os
seguintes módulos:
· software Manejador de Suporte de Dados Volumosos, que permite a entrada de uma grande quantia
de dados de assinante, de fita ou disco magnético,
na central.
As funções primárias do software Manejador de
Suporte de Dados Volumosos incluem o seguinte:
aceitação de ORJs para processar os dados
leitura de registros do dispositivo envolvido
preparando os dados dos manejadores de
comando
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todos os relatórios negativos armazenados
uma visão geral dos relatórios negativos armazenados junto com informações estatísticas
um relatório negativo específico apropriado
para um comando particular.
3.8
Facilidades MMC
O software Facilidades MMC gerencia as funções ORJ
associadas com:
·
·
·
·
substituição de texto
acesso de área de comando
registro de arquivo dedicado
flagging/supressão de relatórios de saída.
Substituiçãode
Substituiçãode Texto
A substituição de texto permite que um operador substitua online, uma ou mais partes de uma cadeia de
entrada de comando MMC usando mnemônicos únicos.
Esta facilidade é muito útil em situações onde uma
cadeia de entrada de comando longa tem que ser
inserida com freqüência. Nesses casos, a substituição
de toda ou de parte da cadeia de entrada por um
mnemônico reduz o esforço do operador significantemente.
O software Facilidades MMC maneja ORJs para:
11 / 18
· criar texto a ser de um mnemônico específico
· modificar a cadeia de texto do mnemônico específico
· remover a cadeia de texto de um mnemônico
específico.
Acesso a Área de Comando
O acesso a área de comando permite que um operador:
· apresente, até 10 comandos, os números de referência de comando relacionados, decodificadores
de comando e as áreas com a qual eles são associados
· modificar até 10 comandos na área MMC que eles
estão relacionados.
Registro de Arquivo Dedicado
Tratamento de registro de arquivo dedicado permite
que um operador:
· apresente o estado lógico para um dispositivo
físico de acordo com um arquivo dedicado
· estabelecer registro de arquivo dedicado ativo
(LIGADO) ou passivo (DESLIGADO) para um ou
mais dispositivos de entrada especificados
· exclui um dispositivo de entrada físico do registro
de arquivo.
Flagging/Supressãode
Flagging/Supressãode Relatórios de Saída
Os relatórios de flagging/supressão da saída permite
que um operador marque ou suprima tipos específicos de relatórios.
Configurações de tipos de relatório individual podem
ser:
·
·
·
·
·
supressão como LIGADA ou DESLIGADA
flagging como LIGADA ou DESLIGADA
flag de anomalia como LIGADA ou DESLIGADA
flag especial como LIGADA ou DESLIGADA
registro como LIGADO ou DESLIGADO.
Usando uma única ORJ, um operador pode também:
· definir a supressão como LIGADA ou DESLIGADA
para todos os relatórios excluindo relatórios com
flags especiais a serem definidas
· definir a supressão como LIGADA ou DESLIGADA
para todos os relatórios não solicitados
· definir registro como LIGADO para todos os relatórios.
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· apresentar o texto relacionado a um mnemônico
específico ou a todos os mnemônicos começando
com um caracter específico
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3.9
Ajuda Homem Máquina
O software Ajuda Homem Máquina gerencia ORJs
para apresentar dados de tradução MMC.
Um operador pode solicitar que vários dados de
monólogo MMC, isto é, dados de relatório, ou diálogo
MMC sejam apresentados.
3.10
Facilidades da Sessão
O software Facilidades de Sessão, que gerencia as
ORJs associadas com direitos de acesso do operador
ao Software MMC, executa funções relacionadas a:
gerenciamento do usuário
gerenciamento de senha do usuário
gerenciamento de perfil do usuário
gerenciamento de acesso a dispositivo
manejo de dispositivo bloqueado
gerenciamento de tarefas ATOM
gerenciamento de Grupo de Comunicação de
Negócios
· gerenciamento de grupo de usuário.
as definições de todos os parâmetros associados com um número específico de relatório
·
·
·
·
·
·
·
todos os valores/faixas, e seus respectivos textos de substituição, para um relatório e número
de parâmetro específico
Gerenciamentode
Gerenciamentode Usuário
· Para relatórios, é possível apresentar dados tais
como:
a data de produção e as identidades de arquivo
para todos os arquivos de dados de tradução
existente.
O gerenciamento de usuário permite que um operador com autoridade apropriada, um gerenciador de
segurança a:
· Para diálogos, é possível apresentar uma variedade de dados incluindo:
· apresentar uma lista de usuários correntemente
registrados
uma lista de todos os arquivos de dados de diálogo, junto com seu índice, número, nome e
data de produção de arquivo
· modificar características do usuário, ex., estabelecer o tempo de inatividade antes de um usuário ser
retirado
dados associados com um comando específico, ex., a área de comando relacionada, o
índice de arquivo onde os dados de tradução
ficam, e para todos os parâmetros definidos,
número de parâmetro, nome e número de
argumentos
· retirar um usuário.
todos os comandos que estão associados com
uma área de comando específica (número de
referência de comando, decodificador, número
de roteamento)
detalhes dos argumentos associados com um
comando e número de parâmetro específico,
ex., o número de argumento, possibilidade de
entrada de mnemônico, parâmetros de base
de dados, mnemômico de argumento, valor
associado com mnemônico, etc..
Gerenciamentode
Gerenciamentode Senha de Usuário
O gerenciamento de senha de usuário permite que
usuário registrado substitua sua senha corrente com
uma senha nova.
Alé disso, usuários que pertencem a um grupo de
usuário permitindo que eles modifiquem certos perfis
de usuário, podem modificar a senha de um usuário
específico.
Gerenciamentode
Gerenciamentode Perfil de Usuário
O gerenciamento de perfil de usuário compreende o
gerenciamento do próprio perfil e do usuário.
Operadores que estão registrados podem apresentar
seu próprio perfil, isto é, dependendo dos dados aplicáveis tanto o perfil completo quanto parcial pode ser
apresentado.
O perfil parcial do usuário típico inclui o seguinte:
· identidade do usuário
· número do usuário
· grupo do usuário
· língua do usuário
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O perfil completo do usuário inclui o seguinte:
· grupo do usuário
· número do usuário
· indicação de usuário bloqueado ou não (acesso
negado ou permitido)
· número corrente de tentativas de registro inválido
· número de tentativas de registro inválida permitida
· flag de registro de usuário
· número de dias antes da senha se tornar inválida.
Um operador processando a autoridade apropriada,
ex., um gerenciador de segurança pode também
obter uma apresentação do perfil completo de qualquer usuário como descrito anteriormente.
Gerenciamentode
Gerenciamentode Grupo de Usuário
Também é possível para um gerenciador de segurança obter uma apresentação do perfil do grupo de
um grupo de usuários específico. Esta apresentação
inclui o seguinte:
· nome do grupo
· indicador de oficial/não oficial
· mapa de acesso de área
· mapa de acesso da central
· indicador para mostrar permissão ou não para
modificar perfil de usuário
· indicador para mostrar permissão ou não para
modificar o perfil do grupo
· período durante o qual acesso é permitido.
Operadores que pertencem a um grupo de usuário
com autoridade apropriada podem modificar a informação contida:
· perfil do usuário, ex., a identidade do usuário, o
número de grupo do usuário, o número de registros inválidos permitidos
· perfil de grupo de usuário, ex., estabelecer todos
os usuários pertencentes ao grupo ’bloqueado’,
armazenar (para todos os usuários) o número de
dias que as senhas são válidas, permitir/inibir
modificação de perfil.
Gerenciamentode
Gerenciamentode Acesso de Dispositivo
Gerenciamento de acesso de dispositivo permite que
um operador com autoridade apropriada para especificar que dispositivos de áreas de comando específicos, isto é, terminais homem máquina ele tem
acesso.
Um operador pode:
· apresentar o mapa de acesso para um dispositivo
específico
· modificar, isto é, LIGAR ou DESLIGAR, acesso de
dispositivo a áreas de comando específicas
· excluir dispositivos da lista dos que têm acesso a
áreas de comando.
Manejo de DispositivoBloqueado
DispositivoBloqueado
O manejo de dispositivo bloqueado permite que um
operador:
· apresente o estado de acesso bloqueado para um
ou mais dispositivos específicos, ou para todos os
dispositivos
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· número restante de dias durante os quais a senha
corrente é válida.
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· modificar, isto é, LIGAR ou DESLIGAR, o estado de
acesso bloqueado para um ou mais dispositivos
específicos.
Gerenciamentode
Gerenciamentode Tarefas ATOM
O gerenciamento de tarefas ATOM permite que um
operador com a autoridade apropriada, crie, exclua
ou modifique e/ou apresente uma tarefa ATOM específica.
Gerenciamentode
Gerenciamentode Grupo de Comunicaçãode
Comunicaçãode Negócios
O gerenciamento de Comunicação de Negócios permite que um operador com autoridade apropriada
crie, exclua, modifique e/ou apresente usuários de
Grupo de Comunicações de Negócio.
4 Manutenção e
Operação para
Terminal Avançado
A Manutenção e Operações para Terminal Avançado
coloca uma interface de usuário poderosa entre operadores do Alcatel 1000 Sistema 12 e o próprio sistema para executar atividades MMC. O subsistema
ATOM é a interface principal usada para operar e
manter as centrais Alcatel 1000 S12; ele é descrito
separadamente no documento 214 38187.
A seguinte lista de aplicações ATOM dá uma visão
geral de capacidades do subsistema ATOM, enquanto
a figura 2 mostra o relacionamento do Subsistema
ATOM com o ambiente Alcatel 1000 Sistema 12.
O conjunto de aplicações disponível para ser usado
com a plataforma ATOM, de acordo com áreas funcionais, inclui o seguinte:
· Hierarquia de Menu
· Software do Usuário para Procedimentos de
Tarefa (TPs) e Formulários Orientados a
Tarefa (TOFs)
Aplicação Manejador TP
Aplicação Manejador de Formulário Avançado (EFH)
· Funções do Sistema
Funções de Controle de Acesso e Segurança
Funções de Estabelecimento e Estado
Correio Eletrônico
· Funções de Visão/Monitoramento
Aplicação de Monitor de Teste Multiprocessador (MPTMON)
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Aplicação Submissor de Comando ALCATEL
S12 1000 Básico
Aplicação Manejador de Tarefa
Aplicação Arquivo de Comando
Manejador de Tarefa de Mesa
Monitoramento de Tráfego:
Aplicação Monitoramento de Tráfego Global
Aplicação Diagrama de Junção de Central
Monitoramento de Alarme:
Aplicação de Monitoramento de Alarme
Aplicação de Lista de Alarme
Aplicação de Histórico ATOM de Alarme
Aplicação de Bloco de Segurança
Aplicação de Rede de Comutação Digital
Monitoramento de Erro :
Aplicação Relatório por Hora
Aplicação Relatório Diário
Aplicação Relatório Mensal
Aplicação Dicionário de Anomalia
· Resolução de Problemas
Aplicação de Rastro de Chamada
Aplicação MPTMON
· Visões Gerais Sob Demanda:
Aplicação Roteamento
Aplicação Carga
· Administrador
ISDN (IPS)
de
Serviços
Profissionais
da
Aplicação Operações
· Manejadores de Tarefa
Aplicação Submissor de Comando ALCATEL
S12 1000 Básico
Aplicação Manejador de Tarefa
Aplicação Arquivo de Comando
· Manejador de Tarefa de Mesa
· Facilidades de impressão e registro.
5 Operações Típicas
A Figura 3 mostra um TP típico para conectar um Centro de Serviço de Rede a uma central.
Aplicação Relatório de Apresentação Imediata
Aplicação Monitoramento
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· Manejadores de Tarefa
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MMC
(ORJ)
ATOM (Operações)
Modo de
Submissão
de
Comando
Direto
EFH
Central S12
CMD 1
CMD 2
H
i
e
r
a
r
q
u
i
a
Sistema
TP
TP manual
TOP
d
e
M
e
n
u
I
N
T
E
R
F
A
C
E
M
M
L
CMD 3
CMD n
OPCD 1
TOF
TP automático
Base de
Dados
ATOM
OPCD 2
OPCD 3
Análise
de Relatório
OPCD n
Abr.
Abr.
Figure 2
ATOM
CMD
EFH
MMC
MML
Terminal Avançado para Manutenção e Operações
Programa Manejador de Comando
Manejador de Formulário Avançado
Comunicação Homem Máquina
Linguagem Homem Máquina
OPCD
ORJ
TOF
TP
Diálogo de Comando de Operações
Tarefa Solicitada pelo Operador
Formulário Orientado a Tarefa
Procedimento de Tarefa
Estratégia de Manutenção e Operações Gerais
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Figure 3
Tarefa TP ‘‘Conectar NSC a Central”
6 Abbreviations
O&M
Operações e Manutenção
OPCD
Operations Command Dialog
ASCII
American Standard Code for
Information Interchange
ORJ
Operator-Requested Job
ATOM
Terminal Avançado para Operações
e Manutenção
TOF
Task-Oriented Form
TP
Task Procedure
ATOM
Advanced Terminal for Operations
and Maintenance
VDU
Unidade de Apresentação Visual
CMD
Command Handler Program
EFH
Manejador de Formulário Avançado
EFH
Enhanced Form Handler
IPS
Serviços Profissionais da ISDN
MMC
Man-Machine Communication
MML
Man-Machine Language
MPTMON
Monitor de Teste Multiprocessador
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