O CEFET-MG é parceiro da Coleta Seletiva Solidária e encaminhará
todo o papel deste caderno de provas para reciclagem.
INFORMAÇÕES GERAIS
1. Este caderno contém 60 questões de múltipla escolha, as quais apresentam
4 opções cada uma, assim distribuídas:
Português com 15 questões, numeradas de 01 a 15.
Matemática com 15 questões, numeradas de 16 a 30.
Física com 06 questões, numeradas de 31 a 36.
Química com 06 questões, numeradas de 37 a 42.
Biologia com 06 questões, numeradas de 43 a 48.
Geografia com 06 questões, numeradas de 49 a 54.
História com 06 questões, numeradas de 55 a 60.
2. Nenhuma folha deste caderno poderá ser destacada. O candidato poderá levar somente o Quadro de Respostas (rascunho), desde que seja
destacado pelo aplicador.
3. A prova terá 3 horas de duração, incluindo o tempo necessário para
preencher a folha de respostas.
INSTRUÇÕES
1. Identifique o Caderno de Provas, colocando o seu nome completo no
local indicado na capa.
2. Leia, atentamente, cada questão antes de responder a ela.
3. Não perca tempo em questão cuja resposta lhe pareça difícil; volte a ela,
quando lhe sobrar tempo.
4. Faça os cálculos e rascunhos neste Caderno de Provas, quando necessário, sem uso de máquina de calcular.
5. Marque a Folha de Respostas, preenchendo, corretamente, a opção de
sua escolha. O número de respostas deverá coincidir com o número de
questões.
6. Devolva ao aplicador este Caderno de Provas e a Folha de Respostas.
OBSERVAÇÃO
Este caderno de provas foi redigido em conformidade com as normas
ortográficas da Língua Portuguesa que estavam em vigor antes do
Acordo Ortográfico. Tal procedimento fundamenta-se no Art. 2º,
parágrafo único do Decreto-Lei Nº 6.583, de 29/09/2008.
Art. 2º § Único: “ A implantação do Acordo obedecerá ao
período de transição de 1º de janeiro de 2009 a 31 de
dezembro de 2012, durante o qual coexistirão a norma
ortográfica atualmente em vigor e a nova norma estabelecida.”
LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA
As questões de (01) a (07) referem-se ao texto I.
TEXTO I
A primeira vez
Fazia um frio ameno quando, durante uma viagem de dois
dias a São Paulo, recebi a notícia de que estava confirmada minha
atuação como cronista do jornal Estado de Minas e que a primeira
crônica seria publicada na terça-feira seguinte. “Todo cronista tem
sua primeira vez”, pensei, entre um estado de apreensão próprio de
quem recebe um desafio e a excitação inevitável de quem sempre
desejou essa tarefa de escrever, à mercê do acaso, textos sucessivos
sobre as miudezas e grandezas da vida cotidiana.
A crônica é um gênero interessante, pois exige concisão, leveza e desprendimento, situando-se num espaço indeterminado
entre a narrativa, o ensaio, a poesia e a conversa fiada. Não prescinde nunca do improviso, por mais que tenha sido pensada. É um
registro precário, mas suficiente, dos dias e das horas que compõem
o que chamamos de vida. Pode ser lírica, dramática, ácida, reflexiva,
divertida. Leva quem a escreve ao exercício da liberdade de falar
sobre qualquer coisa, desde que essa coisa possa trazer algo que instigue o interesse e a imaginação do leitor. Aliás, o leitor é o fundamento de toda crônica, pois ela tem que falar ao ouvido de cada um,
convidando-o à conversa, à reflexão e ao devaneio.
Esta é, digamos, a minha primeira crônica. Mas também não
é a minha primeira crônica. Explico: profissionalmente, estreio hoje
como cronista, embora já tenha exercitado esse gênero quando,
ainda adolescente, publicava textos ocasionais nos jornais de minha
cidade natal, Patos de Minas. Foi um tempo em que a escrita se apresentava para mim como uma atividade espontânea, liberta dos imperativos da teoria e das demarcações de gênero. Depois, mudei-me
para Belo Horizonte, fiz o curso de letras e tornei-me professora de
literatura da UFMG, dedicando-me mais à prática do texto acadêmico e, nas horas vagas, a alguma poesia. Nos últimos anos, voltei à
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narrativa. Agora, com este inesperado (e honroso) convite do Estado
de Minas, comemoro meu retorno à crônica e a todos os deleites que
ela oferece a quem gosta de escrever.
O melhor de tudo é que agora posso falar de coisas prosaicas,
de livros que leio, filmes que vejo, viagens, pequenos incidentes,
enfim, da realidade e seus mistérios. E a realidade, neste caso, pode
ser tanto aquilo que enxergamos quanto o que se oculta nas dobras
e nas margens do visível; tanto os fatos explícitos quanto as mais íntimas surpresas. Na crônica posso, inclusive, fingir que vivo o que
realmente vivo. Posso inventar uma história que de fato aconteceu,
relatar em detalhes um caso que não houve, contar meus sonhos
como se fossem de verdade e falar de verdades como se elas fossem
sonhos. Tudo é possível na crônica. E é essa liberdade que me fascina.
Matéria-prima não falta, mesmo quando achamos que falta
assunto. Como já disse Machado de Assis, para começar uma crônica basta comentar o tempo e dizer: que calor! Ou, se quisermos
atualizar a frase: que calor em pleno mês de julho! E, daí, é só comentar as mudanças climáticas no planeta, a camada de ozônio, a
depredação da natureza, a irresponsabilidade dos humanos, a ganância capitalista. Machado estava certo: o assunto vem mesmo
quando falamos do tempo. Que o diga quem se encontra sempre
com vizinhos no elevador. A conversa começa com a chuva, o calor,
o frio, os vulcões em erupção. O resto vem como desdobramento. Ou
a gente inventa.
Mais um detalhe: se este é o primeiro texto que escrevo neste
espaço, o próximo também o será. Afinal, em matéria de escrita,
toda vez tende a ser sempre a primeira vez.
MACIEL, Maria Esther. Estado de Minas. Belo Horizonte, 5 jul. 2011. Caderno Cultura, p. 10.
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QUESTÃO 01
Na crônica “A primeira vez”, a autora
a) mescla fatos verídicos e ficcionais para definir um sentimento.
b) relata uma experiência pessoal para promover uma reflexão.
c) narra um caso imaginário para provocar a fruição do leitor.
d) expõe uma informação para defender uma idéia.
QUESTÃO 02
NÃO constitui uma característica do texto o
a) diálogo explícito com o leitor.
b) tom intimista na exposição dos fatos.
c) ponto de vista subjetivo na abordagem do tema.
d) emprego da metalinguagem como recurso expressivo.
QUESTÃO 03
No primeiro parágrafo, as aspas foram utilizadas para
a) imprimir sentido irônico à frase.
b) destacar passagem em discurso direto.
c) indicar a adoção de um registro mais coloquial.
d) assinalar a inadequação da linguagem do trecho.
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QUESTÃO 04
Tendo em vista os objetivos e o público a que se destina o texto, é
correto afirmar que sua linguagem é predominantemente
a) poética.
b) coloquial.
c) denotativa.
d) conotativa.
QUESTÃO 05
A palavra sublinhada foi corretamente interpretada em:
a) “O melhor de tudo é que agora posso falar de coisas prosaicas,...”
= relevantes
b) “Não prescinde nunca do improviso, por mais que tenha sido pensada.” = necessita
c) “...pensei, entre um estado de apreensão próprio de quem recebe
um desafio” = receio
d) “...comemoro meu retorno à crônica e a todos os deleites que ela
oferece a quem gosta de escrever.” = desafios
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QUESTÃO 06
Considerando-se a passagem “Mais um detalhe: se este é o primeiro
texto que escrevo neste espaço, o próximo também o será”, a forma
pronominal “o” retoma a seguinte parte do texto:
a) “o próximo”.
b) “um detalhe”.
c) “neste espaço”.
d) “primeiro texto”.
QUESTÃO 07
“Matéria-prima não falta, mesmo quando achamos que falta assunto. Como já disse Machado de Assis, para começar uma crônica
basta comentar o tempo e dizer: que calor! Ou, se quisermos atualizar a frase: que calor em pleno mês de julho!”
Considerando-se o fragmento acima, a relação sintático-semântica
das orações subordinadas está corretamente identificada em:
a) “Ou que calor em pleno mês de julho” – condição.
b) “como já disse Machado de Assis” – conformidade.
c) “mesmo quando achamos” – conseqüência.
d) “para começar uma crônica” – causalidade.
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A questões de (08) a (10) referem-se aos textos I e II.
TEXTO II
Trecho de entrevista de Luis Fernando Veríssimo à revista Língua
Portuguesa.
Se você pudesse resumir a técnica da crônica, como seria?
É difícil dar uma receita, pois a crônica é um gênero indefinido, desde
sempre. Você pode falar do que quiser e chamar o que escreveu de
“crônica”, e o que sair será efetivamente uma crônica. Como sob esse
rótulo cabe tudo, há também muito de invenção, muito exercício de
estilo. Agora, tirando a grande geração de cronistas, como Rubem
Braga, Antonio Maria e Paulo Mendes Campos, não sei se o termo
“crônica” caberia ao que se escreve hoje com esse nome. A crônica
que eles faziam estava mais perto do lírico, sem ser alienada. Hoje em
dia, o que se escreve como “crônica” é muito mais factual do que
antes. Paulo Mendes Campos podia fazer crônicas que eram genuínas peças literárias, o próprio Rubem Braga escrevia um tipo de texto
com aquele seu jeito despojado, mas ainda assim lírico. Hoje, a ênfase do que se lê por aí é comentar, é testemunhar o momento.
Com o que você mais se preocupa quando vai escrever uma
crônica?
Busco, quando posso, imprimir certa variedade ao material, seja na
maneira de escrever ou na abordagem. Mas tudo depende de ter ou
não tempo para pensar muito sobre um assunto. Às vezes, há questões obrigatórias no ar. Fora essas, traço o tema que me ocorre. Já
houve tempo em que me era indiferente a dificuldade de encontrar
o tema de uma crônica ou as observações que dão molho a ela. Mas,
ultimamente, tem sido cada vez mais complicado encontrar o tema
sobre o qual falarei. Tenho a impressão de que tudo já foi escrito,
tudo já foi dito. Tenho, nessas horas, certa hesitação. Sempre.
VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Muito além do gênero. Entrevista a Luiz Costa Pereira Junior. Revista Língua Portuguesa. Disponível em: < http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11769>. Acesso em: 21 set. 2011 (Fragmento)
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QUESTÃO 08
Comparando-se os textos I e II , é INCORRETO afirmar que, em
ambos, os autores
a) lamentam a escassez de temas vigente no contexto atual.
b) fazem referência a relevantes cronistas da tradição literária brasileira.
c) discorrem sobre os diferentes estilos assumidos pelo gênero crônica.
d) consideram a invenção um elemento importante na criação de
crônicas.
QUESTÃO 09
As vírgulas foram empregadas pela mesma razão sintática, EXCETO
em:
a) “Tenho, nessas horas, certa hesitação.”
b) “Busco, quando posso, imprimir certa variedade ao material (...)”
c) “É difícil dar uma receita, pois a crônica é um gênero indefinido,
desde sempre.”
d) “Mas, ultimamente, tem sido cada vez mais complicado encontrar o tema sobre o qual falarei.”
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QUESTÃO 10
O termo em destaque diferencia-se sintaticamente dos demais em:
a) “Tenho a impressão de que tudo já foi escrito, tudo já foi dito”
b) “Você pode falar do que quiser e chamar o que escreveu de “crônica...”
c) “...não sei se o termo “crônica” caberia ao que se escreve hoje com
esse nome.”
d) “Paulo Mendes Campos podia fazer crônicas que eram genuínas
peças literárias...”
As questões de (11) a (13) referem-se aos textos III e IV, respectivamente, de Gregório de Matos e Cláudio Manuel da Costa.
TEXTO III
Cresce o desejo, falta o sofrimento,
Sofrendo morro, morro desejando,
Por uma, e outra parte estou penando
Sem poder dar alívio a meu tormento.
Se quero declarar meu pensamento,
Está-me um gesto grave acovardando,
E tenho por melhor morrer calando,
Que fiar-me de um néscio atrevimento.
Quem pretende alcançar, espera, e cala,
Porque quem temerário se abalança,
Muitas vezes o amor o desiguala.
Pois se aquele, que espera sempre alcança,
Quero ter por melhor morrer sem fala,
Que falando, perder toda esperança.
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TEXTO IV
Pouco importa, formosa Daliana,
Que fugindo de ouvir-me, o fuso tomes;
Se quanto mais me afliges, e consomes,
Tanto te adoro mais, bela serrana.
Ou já fujas do abrigo da cabana,
Ou sobre os altos montes mais te assomes,
Faremos imortais os nossos nomes,
Eu por ser firme, tu por ser tirana.
Um obséquio, que foi de amor rendido,
Bem pode ser, pastora, desprezado;
Mas nunca se verá desvanecido:
Sim, que para lisonja do cuidado,
Testemunhas serão de meu gemido
Este monte, este vale, aquele prado.
QUESTÃO 11
Ambos os textos podem ser considerados exemplares do gênero lírico, porque neles se faz presente a(o)
a) tema do amor frustrado e platônico.
b) emprego de rimas e estrofes regulares.
c) expressão de sentimentos e emoções pessoais.
d) diálogo entre o sujeito-poético e outros personagens.
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QUESTÃO 12
Nos textos III e IV, os sujeitos-poéticos manifestam, respectivamente, a(o)
a) capacidade de ser paciente e o desejo de imortalidade.
b) esperança de uma morte silenciosa e a dor pela perda da amada.
c) tormento causado pela paixão e a revolta contra a tirania da mulher.
d) receio de declarar seu amor e a constância dos sentimentos pela
amada.
QUESTÃO 13
Os textos, como representantes do Barroco e do Arcadismo, são
caracterizados, respectivamente pela(o)
a) jogo de contrastes e convenção pastoral.
b) sentimento de culpa cristão e busca do equilíbrio.
c) temática do carpe diem e preceito do fugere urbem.
d) oposição entre claro/escuro e simplicidade da linguagem.
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QUESTÃO 14
Sermão II- Maria Rosa Mística (V)
Porque o que não pode fazer a vontade de Deus fazendo, faz
sendo feita. E pensamento profundíssimo de S. Bernardo, e o prova
com a criação e bem-aventurança dos anjos (…) A vontade de Deus,
que, fazendo os anjos, os fez anjos, sendo feita neles, os fez bemaventurados. De sorte que a vontade de Deus, fazendo, pôde fazer
anjos; mas, fazê-los bem-aventurados, não o pôde fazer fazendo,
senão sendo feita (…) A razão é porque, para uma criatura racional
ser, é necessário que a vontade de Deus a faça; mas, para ser bemaventurada, é necessário que ela faça a vontade de Deus. Criou Deus
no céu a Lúcifer e criou a Miguel que foram as duas obras da mão divina as mais nobres, as mais excelentes, as mais parecidas com seu
próprio Artífice, e as mais enriquecidas de todos os dotes e graças da
natureza, que no teatro das jerarquias se extremaram sobre todas.
Isto fez a vontade de Deus fazendo. E sendo feita, ou não feita, que
fez? Não sendo feita, fez que Lúcifer, que havia de ser bem-aventurado, fosse o maior demônio; e, sendo feita, fez que Miguel, que
também pudera ser demônio, fosse o maior bem-aventurado. Por isso
pedimos a Deus, não que faça a sua vontade, senão que seja feita.
VIEIRA, Padre Antônio, In Sermão II- Maria Rosa Mística (V). Disponível em: < http://www.dominiopublico.gov.br>. Acesso em: 25 set. 2011. (fragmento)
Segundo Vieira, a condição para a bem-aventurança do ser humano
consiste em
a) tornar-se anjo.
b) ser criado por Deus.
c) agir de forma racional.
d) seguir a vontade de Deus.
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15
QUESTÃO 15
NÃO é correto afirmar que o gênero teatral
a) é escrito para ser encenado.
b) dispensa a presença do narrador.
c) apresenta personagens e enredo.
d) caracteriza-se pela ausência de espaço e tempo.
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MATEMÁTICA
QUESTÃO 16
O preço de um televisor LED sofreu um acréscimo de 20% e logo em
seguida outro de 10%. Esses acréscimos correspondem a um único
aumento de
a) 25%.
b) 30%.
c) 32%.
d) 36%.
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17
QUESTÃO 17
Na aplicação de uma avaliação com três questões A, B e C, em uma
escola, obteve-se os seguintes resultados:
Questão
Número de alunos que acertou
A
40
B
35
AeB
15
AeC
10
BeC
10
A, B e C
5
30% dos alunos acertaram apenas a questão C,
24 alunos erraram todas as questões.
Com base nesses dados, o número de alunos que acertou a questão C é
a) 30.
b) 36.
c) 51.
d) 54.
18
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QUESTÃO 18
Se log a = x , então log 9 a 2 vale
3
a) x .
2
b) x.
c) 2x.
d) 3x.
QUESTÃO 19
Numa partida de basquetebol, uma equipe entre cestas de três e dois
pontos fez 50 cestas totalizando 120 pontos. O número de cestas de
três pontos foi de
a) 18.
b) 20.
c) 22.
d) 24.
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19
QUESTÃO 20
A figura abaixo representa uma circunferência trigonométrica em
que MN é diâmetro e o ângulo α mede 5π radianos.
6
y
M
C
α
B
A
x
N
A razão entre as medidas dos segmentos AB e AC é
a) 26 √3 .
b) √3 .
c) √3 .
2
d) √3 .
3
20
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QUESTÃO 21
Sendo f(x) = √x 2 + 2x + 1 definida em A = {x ∈ R / x ≥ –1} e
g(x) = x 2 definida em R+ , o gráfico que representa a função (gof)(x) é
y
a)
–1
0
x
0
x
0
x
0
x
y
b)
–1
y
c)
–1
d)
y
–1
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21
QUESTÃO 22
O módulo da menor raiz da equação x ² – 64 . 10 – 8 = 0 é
a) 0,0008.
b) 0,008.
c) 0,08.
d) 0,8.
QUESTÃO 23
Ao fatorar a expressão 210xy + 75x ² y + 147y, obtém-se
a) 3 (7x+5)².
b) 3y (5x+7)².
c) 3 (5x-7) (5x+7).
d) 3y (7x-5) (7x+5).
22
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QUESTÃO 24
Uma pizzaria cobra 10% do valor consumido como taxa de serviço.
Se uma pessoa pagou R$ 71,50 e outra R$ 88,00, então a soma dos
valores das despesas dos dois clientes, sem essa taxa, foi de
a) R$ 138,60.
b) R$ 143,55.
c) R$ 145,00.
d) R$ 147,00.
QUESTÃO 25
Uma partícula descreve um arco de 1080º sobre uma circunferência
de 15 cm de raio. A distância percorrida por essa partícula, em cm,
é igual a
a) 90 π.
b) 120 π.
c) 140 π.
d) 160 π.
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23
QUESTÃO 26
Se a função L(x) = 10.(x – 2). 1 – x
representa o lucro de uma
10
indústria em que x é a quantidade de unidades vendida, então o
(
)
lucro será
a) mínimo para x = 3.
b) positivo para x ≥ 2.
1
c) máximo para x = 10 .
d) positivo para 1 < x < 2.
10
24
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QUESTÃO 27
Na figura abaixo, tem-se um portão em arco em que o triângulo ABE
está inscrito na semicircunferência de diâmetro AB e as medidas dos
segmentos AE, BE, e AD são, respectivamente, 40 dm, 3000 mm e
200 cm. Com base nesses dados, a área sombreada, em m², é de
a) 25π + 80 .
8
b) 25π + 40 .
4
E
A
B
D
C
c) 25π + 40.
d) 25π + 80.
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25
QUESTÃO 28
As circunferências da figura abaixo são tangentes entre si e tangentes
à reta t nos pontos A e B.
Dados
BC = 4√3 cm
R
R = 12 cm
O1
O2
α = 300
α
A
B
C
t
A medida do segmento AB, em cm, é igual a
a) 2 √3 .
b) 4 √3 .
c) 8 √3 .
d) 12 √3 .
26
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QUESTÃO 29
A solução, em R , da equação 6 ²x – 4.6 x = 0 é
a) 0.
b) 1.
c) log 4 6.
d) log 6 4.
QUESTÃO 30
O conjunto dos números reais que tornam a função f(x) = x2 – 4x
maior que 5 é
a) ∅.
b) R.
c) {x ∈ R / –1< x < 5}.
d) {x ∈ R / x < – 1 ou x > 5}.
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FÍSICA
Constantes Físicas
Aceleração da gravidade = 10 m/s²
Densidade da água = 1,0 g/cm³ = 1,0 x 10³ kg/m³
ângulo
cosseno
seno
30°
0,87
0,50
37°
0,80
0,60
60°
0,50
0,87
QUESTÃO 31
Uma bola de borracha, em queda livre vertical, foi abandonada de
uma altura de 45 cm. Ela colide com a superfície plana e horizontal do solo e, em seguida, atinge uma altura máxima de 20 cm.
Considerando-se o intervalo de interação da bola com o solo igual
a 5,0 x 10-3 s, logo, o valor da aceleração média, em m/s2, durante
a colisão, vale
a) 1,0 x 103.
b) 1,0 x 102.
c) 1,0 x 101.
d) 1,0 x 100.
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QUESTÃO 32
Uma pessoa de massa m encontra-se dentro de um ônibus, em movimento retilíneo horizontal, com aceleração constante a, em um
local onde a aceleração da gravidade é g. A força de atrito para
mantê-la de pé, em repouso e sem se apoiar em nada, será proporcional a
a) m.a.
b) m.g.
c) m/(g.a).
d) (m.g)/a.
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29
QUESTÃO 33
Na figura, estão indicadas as forças atuantes em uma caixa de peso
P = 60 N que sobe uma rampa áspera com velocidade constante sob
a ação de uma força F = 60 N.
→
N
y
→
F
x
→
θ
Fa
α = 370
→
P
Nessas circunstâncias, o coeficiente de atrito cinético entre a rampa
e esse bloco vale
a) 0,1.
b) 0,2.
c) 0,3.
d) 0,5.
30
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QUESTÃO 34
Um balão esférico, menos denso que a água, de massa 10 g e volume
40 cm³, está completamente submerso e preso no fundo de uma
piscina por um fio inextensível, conforme ilustração seguinte.
A tensão nesse fio, em newtons, vale
a) 0,40.
b) 0,30.
c) 0,20.
d) 0,10.
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31
QUESTÃO 35
Uma bola branca de sinuca, com velocidade de 10 m/s na direção X
e sentido positivo, colide elasticamente, na origem do sistema de
coordenadas XY, com uma bola preta de mesma massa, inicialmente
em repouso.
Y
→
VFB
300
X
600
→
VFP
Após a colisão, as velocidades finais das bolas preta, VFP, e branca,
VFB, são, respectivamente, em m/s, iguais a
a) 3,2 e 7,6.
b) 3,5 e 5,8.
c) 5,0 e 8,7.
d) 6,0 e 4,5.
32
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QUESTÃO 36
Um carrinho é lançado sobre os trilhos de uma montanha russa, no
→
ponto A, com uma velocidade inicial V0 , conforme mostra a figura.
As alturas h1, h2 e h3 valem, respectivamente, 16,2 m, 3,4 m e 9,8 m.
B
→
C
h1
V0
h2
h3
A
Para o carrinho atingir o ponto C, desprezando o atrito, o menor
valor de V0 , em m/s, deverá ser igual a
a) 10.
b) 14.
c) 18.
d) 20.
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33
34
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Zr
Y
88,9
57
La
Ba
137,3
88
Cs
132,9
87
( ) = Nº de massa do isótopo
mais estável
Massa
Atômica
Símbolo
Número
Atômico
140,9
140,1
U
(231)
232,0
238,0
92
91
Pa
(237)
(242)
94
Pu
93
Np
150,4
(147)
144,2
90
62
Sm
Hs
61
Bh
Os
190,2
108
Pm
60
Re
186,2
107
Ru
101,1
76
Nd
Th
Série dos Actinídios
59
Pr
58
Ce
Série dos Lantanídios
Sg
Db
Rf
Ac
(227)
Ra
(226)
Fr
(223)
W
183,8
106
Ta
180,9
105
Hf
98,9
75
Ge
Cf
(251)
(247)
(247)
(243)
98
162,5
Dy
66
Uub
Bk
97
159,0
Tb
65
Uuu
Cm
96
157,3
Gd
64
Uun
67
68
(254)
(253)
100
Fm
99
167,3
Er
Es
164,9
Ho
207, 2
Pb
Tl
204,4
Hg
200, 6
112
Au
Pt
195,1
110
197,0
111
Sn
118,7
82
In
114,8
81
Cd
112,4
80
Ag
Pd
107,9
79
72,6
50
106,4
78
Am
95
152,0
Eu
63
Mt
192,2
109
Ir
102,9
77
Rh
Tc
95,9
74
Mo
178,5
104
92,5
73
Nb
138,9
89
91,2
72
69,7
49
65,4
48
Ga
Sr
63,5
47
30
Zn
87,6
56
58,7
46
Cu
29
Rb
58,9
45
55,8
44
54,9
43
52,0
42
Ni
28
85,5
55
50,9
41
27
Co
26
Fe
25
Mn
Cr
24
47,9
40
V
23
Si
28,1
32
Al
27,0
31
44,9
39
12
40,1
38
11
39,1
37
22
Ti
10
21
9
Sc
8
Ca
7
K
6
24,3
20
5
3
Mg
Na
23,0
19
4
C
12,0
14
B
10,8
13
Be
9,01
12
Li
As
(256)
Md
101
168,9
Tm
69
209, 0
Bi
121,8
83
Sb
74,9
51
I
Xe
(253)
No
102
(257)
Lr
103
175,0
173,0
71
Lu
Yb
70
Rn
(222)
At
(210)
131,3
86
Po
126,9
85
210, 0
127,6
84
Te
Kr
83,8
54
Br
79,9
53
Se
39,9
36
78,9
52
35,5
35
Ar
S
32,1
34
P
31,0
33
Cl
Ne
20,2
18
F
19,0
17
O
16,0
16
N
14,0
15
4,0
10
6,94
11
9
7
6
5
4
1,008
3
8
2
17
He
16
15
14
13
2
18
H
Tabela Periódica dos Elementos
1
1
QUÍMICA
QUESTÃO 37
Considere os seguintes dados, a 25oC.
SUBSTÂNCIAS
ESTADOS
FÍSICOS
SOLUBILIDADES
EM H2O (g/L)
DENSIDADES TEMPERATURAS
(g/mL)
DE EBULIÇÃO (oC)
X
sólido
80
----
----
H2O
líquido
----
1,00
100
CCl4
líquido
insolúvel
1,59
76,5
Um sistema, a 25oC, formado por 50 g de X, 500 mL de H2O e 200 mL
de CCl4 pode ter seus componentes separados por
a) filtração, decantação e destilação.
b) catação, evaporação e dissolução.
c) destilação, centrifugação e cristalização.
d) evaporação, decantação e centrifugação.
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35
QUESTÃO 38
Sobre a evolução do modelo atômico, afirma-se:
I- De acordo com os postulados de Bohr, os elétrons emitem energia
quando saltam de um estado energético para outro mais interno.
II- Após a descoberta da radioatividade, Rutherford propôs que o
átomo é maciço, esférico, descontínuo e formado por um fluido
com carga positiva no qual estão dispersos os elétrons.
III- Thomson realizou experimentos com tubos catódicos que permitiram concluir que o átomo é formado por duas regiões distintas:
o núcleo e a eletrosfera.
IV- Segundo Dalton, a matéria constitui-se de pequenas partículas
esféricas, maciças e indivisíveis denominadas átomos.
São corretas apenas as proposições
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) III e IV.
36
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTÃO 39
As distribuições eletrônicas de alguns átomos no estado fundamental
são descritas a seguir:
A: 1s2
B: 1s22s22p63s2
C: 1s22s22p63s23p3
D: 1s22s22p63s23p64s23d6
Com base nesses dados afirma-se, corretamente, que
a) A e B pertencem à mesma família.
b) o raio atômico de B é maior que o de C.
c) B, C e D estão no mesmo período da tabela periódica.
d) o cátion bivalente de D apresenta a configuração 1s22s22p63s23p6
4s23d4.
QUESTÃO 40
A relação entre a molécula, sua geometria e sua polaridade está representada corretamente em:
a) CCl4, tetraédrica e polar.
b) PBr3, piramidal e apolar.
c) BeF2, angular e polar.
d) CO2, linear e apolar.
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37
QUESTÃO 41
Tomando-se como referência o estudo das reações químicas, é correto afirmar que a
a) razão constante entre as massas dos reagentes e as dos produtos
reflete a lei das proporções de Proust.
b) massa total dos reagentes é igual à massa total dos produtos, em
um sistema aberto, conforme Lavoisier.
c) transformação espontânea de gelo seco em gás é uma evidência
experimental de um fenômeno químico.
d) decomposição do H2CO3 em água e gás carbônico apresenta os
coeficientes estequiométricos 2:1:3, respectivamente.
QUESTÃO 42
Em uma aula prática-demonstrativa uma professora adicionou, em
um recipiente, água e gotas de fenolftaleína. Em seguida, acrescentou óxido de cálcio e a mistura, antes incolor, ficou rosa. Logo depois,
soprou a solução com auxílio de um tubo de vidro o que levou ao desaparecimento da cor rosa e à formação de um precipitado branco.
Com relação ao experimento, é INCORRETO afirmar que a(o):
a) solução fica incolor apenas em meio neutro ou ácido.
b) gás carbônico soprado reage com o hidróxido de cálcio.
c) óxido de cálcio é um óxido molecular com caráter básico.
d) precipitado é o carbonato de cálcio formado na reação de neutralização.
38
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BIOLOGIA
QUESTÃO 43
A ilustração seguinte representa uma cadeia alimentar.
insetos
plantas
fungos e
bactérias
pássaros
Fonte:<http://www.supletivounicanto.com.br>. Acesso em: 13 set. 2011.
Nessa cadeia, os insetos classificam-se em
a) produtores.
b) decompositores.
c) consumidores primários.
d) consumidores secundários.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
39
QUESTÃO 44
As plantas são capazes de realizar a fotossíntese (I) e também a respiração celular (II). Assim, o processo (I) ocorre, principalmente,
______________ e o (II) ______________.
Os termos que preenchem de forma correta as lacunas são, respectivamente,
a) durante dia, à noite.
b) à noite, durante o dia.
c) na presença de luz, com ou sem luz.
d) na ausência de luz, durante a noite.
QUESTÃO 45
Na composição química das células, os íons são tão importantes
que pequenas variações na sua porcentagem modificam profundamente a dinâmica celular. Associou-se corretamente, o íon à sua
respectiva função em:
a) potássio → respiração celular.
b) magnésio → condução nervosa.
c) ferro → processo fotossintético.
d) fosfato → transferência de energia.
40
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTÃO 46
A figura seguinte mostra uma secção de pele.
poro
corpúsculo
sudoríparo de Melssner
glândula
sebácea
pêlo
camada córnea
queratinizada
epiderme
terminação
nervosa livre
glândula
sudorípara
derme
músculo eretor
do pêlo
tecido subcutâneo
adiposo
artéria
veia
folículo piloso
Fonte:< http://lerdosdaveterinaria.blogspot.com>. Acesso em: 13 set. 2011.
Essa pele pertence a um
a) mamífero.
b) pássaro.
c) anfíbio.
d) réptil.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
41
QUESTÃO 47
A importância da água para os seres vivos relaciona-se às suas propriedades físicas e químicas que permitem o bom funcionamento
dos organismos. NÃO se pode atribuir à água a função de
a) servir como meio para as reações químicas celulares.
b) absorver calor dos organismos, agindo como regulador térmico.
c) evitar variações bruscas de temperatura do corpo dos seres vivos.
d) formar os envoltórios rígidos das células vegetais com a função
estrutural.
QUESTÃO 48
Sobre a fotossíntese, afirma-se corretamente que é
a) realizada por órgãos subterrâneos.
b) essencial para a cadeia alimentar.
c) bloqueada pela iluminação artificial.
d) inútil para plantas aquáticas submersas.
42
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
GEOGRAFIA
QUESTÃO 49
Os chamados Sistemas de Informação Geográficas auxiliam na solução de diversos problemas referentes à análise do espaço geográfico
na sociedade contemporânea. Nesse contexto, lista-se:
I- Avaliação de recursos naturais.
II- Medição da fertilidade do solo.
III- Determinação do hipocentro de terremotos.
IV- Planejamento de rota da coleta do lixo urbano.
As atividades que NÃO se aplicam a essa geotecnologia são
a) I e IV.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
43
QUESTAO 50
A questão (50) refere-se ao trecho abaixo.
“As atividades extrativistas que ocupam a maioria da população da
região de mata da ilha de Marajó apresentam como fundamental
característica a sazonalidade, isto é, dependem da estação do ano
em que se tornam economicamente viáveis, seja pelo período de
amadurecimento dos frutos da(o) ___________, seja pelas condições
climáticas que permitem o acesso mais fácil às zonas de extração
da____________ ou que propiciam a produção da(o)
”.
BRASIL, Marília Carvalho. As estratégias de sobrevivência da população ribeirinha da Ilha do
Marajó. In: TORRES, Haroldo. et al (Org.). População e meio ambiente: debates e desafios. São
Paulo: Senac, 2000. p. 113. (Adaptado)
Relacionando as condições socioambientais e as atividades econômicas desenvolvidas na região amazônica, a seqüência correta que
completa as lacunas é
a) açaí, madeira, seringa.
b) mamona, soja, algodão.
c) cacau, canaúba, mineral.
d) babaçu, cana-de açúcar, palmito.
44
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTAO 51
Sobre os ecossistemas do Brasil afirma-se:
I – No bioma da amazônia há uma homogeneidade espacial na distribuição das espécies, apesar de sua vasta biodiversidade.
II – A rusticidade da vegetação da caatinga, com espécies espinhentas ou com folhas miúdas relaciona-se à semiaridez.
III – As florestas de araucárias devem sua variedade de espécies ao
predomínio das planícies inundadas de Santa Catarina e Paraná.
IV – No domínio dos cerrados, encontra-se vegetação de porte médio
com tronco retorcido e florestas-galerias próximas às margens
dos rios.
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) III e IV.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
45
QUESTAO 52
A questão (52) refere-se à tabela abaixo.
Belo Horizonte, RRMBH* e RMBH
População e Taxa geométrica de crescimento (1.940 - 2.000)
Período
1.940
1.950
1.960
1.970
1.980
1.991
2.000
BH
211.327
352.724
693.328
1.235.030
1.780.855
2.020.161
2.238.526
População
Taxa de Crescimento
RRMBH
157.407
170.195
237.955
484.460
895.537
1.502.746
2.238.526
BH
RRMBH
RMBH
BH
5,25
6,99
5,94
3,73
1,15
1,17
0,78
3,41
7,37
6,34
4,82
3,97
3,55
5,94
6,32
4,52
2,53
2,44
91,70
83,41
68,73
57,04
28,27
26,14
RMBH
368.784
522.919
931.283
1.719.490
2.676.392
3.522.907
4.358.171
Participação Relativa
RRMBH RMBH
8,30
16,59
31,27
42,96
71,73
73,86
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
* Todos os municípios da RMBH, com exceção de Belo Horizonte.
RMBH = Região Metropolitana de Belo Horizonte
Fonte: FERNANDES, Joseane de Souza. A Expansão Urbana de Belo Horizonte e da Região Metropolitana de Belo Horizonte: o caso específico do município de Ribeirão das Neves. Tese de
doutorado. Cedeplar. UFMG, 2008.
A partir da evolução do processo de metropolização apresentado, é
correto inferir que a
a) variação das taxas de crescimento da RMBH reduziu o quantitativo
de habitantes nesse espaço.
b) mudança da metrópole na hierarquia urbana brasileira influenciou
no decréscimo das taxas de crescimento demográfico da capital.
c) diminuição nas taxas de crescimento demográfico em Belo Horizonte impactou negativamente no tamanho absoluto de sua população.
d) expansão da mancha urbana em Belo Horizonte interferiu no incremento da participação relativa dos outros municípios no total
de habitantes.
46
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTAO 53
A questão (53) refere-se à imagem abaixo.
Fonte: FERRARI, Gionata. In: www.fanofunny.com/cover/12_e.html. Acesso em: 21 abr. 2011.
Essa imagem representa a(o)
a) crítica à escassa produção de alimentos mundial.
b) diminuição do desemprego estrutural no campo.
c) benefício à saúde pelo emprego dos alimentos transgênicos.
d) substituição do trabalhador no processo de produção agrícola.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
47
QUESTAO 54
A questão (54) refere-se ao mapa abaixo.
CÍRCULO POLAR ÁRTICO
RÚSSIA
OCEANO
ATLÂNTICO
TURQUIA
CHINA
COREIA DO SUL
TRÓPICO DE CÂNCER
ÍNDIA
MÉXICO
EQUADOR
CINGAPURA
OCEANO
PACÍFICO
OCEANO
PACÍFICO
MALÁSIA
BRASIL
OCEANO
ATLÂNTICO
TRÓPICO DE
CAPRICÓRNIO
CHILE
N
O
TAIWAN
ARGENTINA
L
OCEANO
ÍNDICO
ÁFRICA
DO SUL
S
0
2540
5080 km
Fonte: CALDINI, Vera. ÍSOLA, Leda. Atlas geográfico Saraiva. São Paulo: Saraiva, 2009, p. 182.
(Adaptado)
Na perspectiva da Organização Mundial do Comércio-OMC, os
espaços em destaque podem ser denominados como
a) terceiro mundo.
b) países emergentes.
c) periferia deprimida.
d) integrantes do G-8.
48
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
HISTÓRIA
QUESTAO 55
“1850 não assinalou no Brasil apenas a metade do século. Foi o ano
de várias medidas que tentavam mudar a fisionomia do país, encaminhando-o para o que então se considerava a modernidade.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. 2.ed. São Paulo: EDUSP/FDE, 1995. p.197.)
Dentre as medidas adotadas nesse ano, aquelas que contribuíram
decisivamente para substituir a mão de obra escrava pela livre foram
a (o)
a) Lei de Terras e o Código Comercial.
b) Lei de Terras e a Lei Eusébio de Queiroz.
c) Código Comercial e a centralização da Guarda Nacional.
d) Lei Eusébio de Queiroz e a centralização da Guarda Nacional.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
49
QUESTAO 56
Sobre o anarco-sindicalismo no Brasil, assinale (V) para as verdadeiras
e (F) para as falsas.
( ) Esse movimento político esteve ligado ao Partido Comunista,
desde o início do século XX.
( ) Os baixos índices de urbanização do Brasil na Primeira República,
praticamente inviabilizaram o crescimento dessa corrente política.
( ) A repressão governamental no período de 1919 a 1921 conseguiu debilitar a liderança desse movimento operário-sindical.
( ) Essa ideologia constituiu a base política dos primeiros sindicatos
brasileiros, formados durante a Primeira República sob a influência de imigrantes europeus.
A alternativa que contém a ordem correta, de cima para baixo, é
a) F, F, F, V.
b) V, V, F, F.
c) V, F, V, F.
d) F, F, V, V.
50
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTAO 57
Observe a charge abaixo, publicada na Revista Careta de fevereiro
de 1934.
Zé: “Não tem medo de cair, Excia?”
Getúlio: Absolutamente. Estou garantido pelas duas fortes “correntes”
As duas “fortes ‘correntes’” que sustentavam o governo do presidente do Brasil, Getúlio Vargas, insinuadas na figura eram as(os)
a) Forças Armadas e as oligarquias.
b) sindicatos comunistas e os Tenentes.
c) elites agrárias e a Aliança Nacional Libertadora.
d) Modernistas e o movimento constitucionalista.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
51
QUESTAO 58
Analise a tabela seguinte.
Cadeiras conquistadas pelos partidos: PSD, PTB e UDN
na Câmara dos deputados (1945-1962)
1945
PSD
151 (52,8%)
PTB
22 (7,6%)
UDN
77 (26,9%)
Outros 36 (12,7%)
Total de
286 (100%)
cadeiras
1950
112 (36,8%)
51 (16,7%)
81 (26,6%)
60 (19,9%)
1954
114 (34,9%)
56 (17,1%)
74 (22,6%)
82 (25,4%)
1958
1962
115 (35,2%) 118 (28,8%)
66 (20,2%) 116 (28,4%)
70 (21,4%) 91 (22,9%)
75 (23,2%) 84 (19,9%)
304 (100%) 326 (100%) 326 (100%) 409 (100%)
Fonte: HIPPOLITO, Lúcia. PSD: de raposas a reformistas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984. p. 198.
(Adaptado)
Sobre os dados acima e a partir dos seus conhecimentos, pode-se
inferir que
I- O PTB cresceu obtendo o voto das camadas populares urbanas.
II- O conjunto dos resultados eleitorais indicavam a tendência à
concentração do debate político em dois partidos.
III- O PSD constituía as maiores bancadas por ser um partido de
esquerda.
IV- A UDN sofreu uma diminuição proporcional do tamanho de sua
bancada.
Estão corretos apenas os itens
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) III e IV.
52
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
QUESTAO 59
O regime militar vigente no país entre 1964 e 1984 fez ampla utilização dos Atos Institucionais, instrumentos jurídicos que
a) objetivavam corrigir o funcionamento do sistema político partidário brasileiro.
b) promoviam políticas sociais para conter os efeitos da crise econômica do período.
c) reforçavam o caráter autoritário do regime ao restringir os direitos
legais instituídos.
d) garantiam os princípios do liberalismo em um país marcado pelas
desigualdades sociais.
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
53
QUESTAO 60
Analise o seguinte quadro.
1989 Eleição de Fernando Collor de Mello.
1992 Impeachment do presidente Collor. Assume o vice, Itamar
Franco.
1994 Eleição de Fernando Henrique Cardoso, ex-ministro do governo
Itamar Franco.
1998 Reeleição de FHC.
2002 Eleição de Luis Inácio Lula da Silva, político de origem sindical.
2006 Reeleição de Lula.
2010 Eleição de Dilma Rousseff, ex-ministra do governo Lula.
Todas as eleições desse período transcorreram em clima de normalidade e não houve denúncias de fraude eleitoral. Mesmo o desfecho
do movimento pelo impeachment de Fernando Collor deu-se segundo as regras constitucionais previstas.
A partir dessa análise e de seus conhecimentos sobre os processos
eleitorais recentes, é correto afirmar que
a) o curto intervalo entre as escolhas presidenciais traduz o nível
de instabilidade política do país.
b) o processo político brasileiro encontra-se marcado pela corrupção,
podendo resultar na permanência de um partido único no poder.
c) a democracia brasileira encontra-se institucionalizada, sendo capaz
de resolver os principais conflitos políticos, que tem perdido seu
caráter ideológico.
d) esses eventos foram garantidos pela fiscalização de organismos
internacionais preocupados em impedir a ingerência dos militares
na política brasileira.
54
Concomitância Externa | Subsequente | CEFET-MG | 1º Semestre 2012
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Processo Seletivo | 1º semestre 2012
Educação Profissional Técnica de Nível Médio com Concomitância Externa
Educação Profissional Técnica de Nível Médio Subsequente
Quadro de Respostas
(rascunho)
Língua Portuguesa
Matemática
Física
Geografia
01.
A
B C
D
16. A
B
C
D
31. A
B
C
D
49. A
B
C
D
02.
A
B C
D
17. A
B
C
D
32. A
B
C
D
50. A
B
C
D
03.
A
B C
D
18. A
B
C
D
33. A
B
C
D
51. A
B
C
D
04.
A
B C
D
19. A
B
C
D
34. A
B
C
D
52. A
B
C
D
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- Tanto as questões quanto o gabarito das provas estarão disponibilizados na Internet, a partir das
18 horas, do dia 11 de dezembro de 2011.
- O resultado oficial será publicado a partir das 12 horas do dia 22 de dezembro de 2011, no
endereço eletrônico da COPEVE www.copeve.cefetmg.br.
- Informações sobre matrícula devem ser consultadas no Manual do Candidato.
- Será automaticamente eliminado do Processo Seletivo o candidato que sair com o Caderno de
Provas e/ou com a Folha de Respostas do local de aplicação de provas.