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FORMIGA-MG | SÁBADO, 24 DE AGOSTO/2013 |
O Pergaminho
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA.
BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS SEMESTRES FINDOS
EM 30 JUNHO DE 2013 E 2012
EM MILHARES DE REAIS
DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS SEMESTRES FINDOS
EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
EM MILHARES DE REAIS
DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS SEMESTRES
FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
EM MILHARES DE REAIS
DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS SEMESTRES
FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
EM MILHARES DE REAIS
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O Pergaminho
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA.
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
EM MILHARES DE REAIS
Senhores Associados,
Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do primeiro semestre de 2013 da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco
Ltda. – SICOOB CREDIALTO, na forma da Legislação em vigor.
1. Política Operacional
Em 2013 o SICOOB CREDIALTO completou 21 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A
atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de
empréstimos e captação de depósitos.
2. A
Avvaliação de Resultados
No primeiro semestre de 2013, o SICOOB CREDIALTO obteve um resultado positivo
de R$ 446 mil, representando um retorno semestral sobre o Patrimônio Líquido de
4,83%. Que após considerada a provisão para juros ao capital o resultado líquido foi
R$ 339 mil.
3. Ativos
Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 7.679 mil. Por
sua vez a carteira de créditos representava R$ 38.904 mil.
A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída:
Carteira Rural
Carteira Comercial
R$ 16.807 mil
R$ 22.096 mil
43,20 %
56,80 %
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 30/06/2013 o
percentual de 29,24% da carteira, no montante de R$ 11.601mil.
4. Captação
As captações, no total de R$ 27.369 mil apresentaram uma evolução em relação ao
mesmo período do exercício anterior de 23,98%.
As captações encontravam-se assim distribuídas:
Depósitos à Vista
Depósitos a Prazo
R$ 10.236 mil
R$ 17.132 mil
37,40%
62,60%
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 30/06/2013 o
percentual de 24,89% da captação, no montante de R$ 6.750 mil.
5. Patrimônio de Referência
O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIALTO era de R$ 8.363 mil, em 30/06/
2012, passou para R$ 9.558 mil, em 30/06/2013, representando um aumento de
14,28%.
O quadro de associados era composto por 4.068 em 30/06/2012, passou para
4.796 cooperados, havendo um acréscimo de 17,89% em relação ao primeiro semestre de 2012.
6. Política de Crédito
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo
a liquidez das operações.
O SICOOB CREDIALTO adota a política de classificação de crédito de sua carteira de
acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo
uma concentração de 96,08% nos níveis de “A” a “C”.
7. Plano de Negócios
No 1º semestre de 2013 a cooperativa manteve o acompanhamento da análise do
Banco Central do plano de negócio e estudo de viabilidade econômica tendo em
vistas à concessão de autorização para alteração estatutária para cooperativa de
livre admissão, em conformidade com o disposto no artigo 11º da Resolução CMN
nº 3.859/10, em: 05/04/2011.
Acompanhamento Bacen
Projeções para Livre admissão
Descrição
Projetado
Realizado – 06/2013
Disponibilidades
10.051
9.723
Empréstimos
26.368
38.904
Outros Créditos
231
405
Outros Valores e Bens
1
41
Permanente
1.679
2.317
Ativo total
38.331
51.390
Depósito a vista
6.758
10.236
Depósitos remunerados
11.586
17.132
Relações Interfinanceiras
11.719
12.705
Relações Interdependências
3
Outras obrigações
1.112
1.756
Patrimônio Liquido
7.156
9.558
Capital
4.956
6.254
Reservas
1.909
2.965
Sobras
291
339
Passivos totais
38.331
51.390
a
8. Governança Corporativ
Corporativa
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da
cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a
reunião de todos os associados, o poder maior de decisão.
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação
de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à
Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia.
A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas.
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios,
levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são
acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a
competência de fiscalizar a Cooperativa.
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota
ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa
adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob
Confederação e homologado pela Central.
Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais
destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o
Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral.
A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários
dentro de uma política interna de cargos e salários que contempla a remuneração
adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o
seu quadro funcional.
Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para
levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas
as atividades desenvolvidas pela instituição.
9. Conselho Fiscal
Eleito para o Biênio 2013/2014, em AGO, com mandato até a AGO de 2015, o
Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua
responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial
anual.
10. Código de Ética
A cooperativa possui Código de Ética para nortear a conduta de seus conselheiros e
profissionais, cuja apresentação do mesmo é realizada no momento do ingresso na
Cooperativa.
11. Sistema de Ouvidoria
A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos
cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às
manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto
por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet
integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar
o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e
integrantes das comunidades onde estamos presentes.
No 1º semestre de 2013, a Ouvidoria do SICOOB CREDIALTO registrou 2 (duas)
manifestações de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. Dentre elas, havia reclamações relacionadas a tarifas e conta corrente.
Das 2 (duas) reclamações, 1 (uma) foi considerada procedente e outra improcedente e ambas resolvidas dentro dos prazos legais, de maneira satisfatória para as
partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente.
12. Gerenciamento de Risco e de Capital
12.1 Risco operacional
a) O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO objetiva garantir a aderência
às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas
práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/
2006.
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa
de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO
aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na
Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a
qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c) O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob Consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos.
d) O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir)
e) As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos
Operacionais (Scrir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação.
f) A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade
das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações
referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas
em cada entidade do Sicoob, Sob a supervisão da respectiva entidade auditora (se
cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do
Sicoob Confederação).
g) Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a
aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para
acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos (ACIR).
h) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO
possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos
produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco
operacional.
12.1 Risco de mercado
a) O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO objetiva garantir a aderência
às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de
gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007.
b) Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa
de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO
aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no
Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c) No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação
(trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de
mensuração de risco (backtesting).
d) Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez,
a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB
CREDIALTO possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade.
12.1 Risco de crédito
a) O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão
do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO objetiva garantir a aderência às
normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos
negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos.
b) Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa
de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO
aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no
Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c) Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises
de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única
de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito
das cooperativas.
d) Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO
possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade
dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao
risco de crédito da entidade.
12.1 Gerenciamento de capital
a) A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO objetiva garantir a aderência as normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer
face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas praticas de
gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011.
b) Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de
Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. – SICOOB CREDIALTO aderiu
à estrutura única de gestão da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob
Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
c) O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de
monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de:
I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do
Sicoob estão sujeitas;
II. Planejar metas e necessidades de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob.
III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de
possíveis mudanças nas condições de mercado.
d) Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no
capital das entidades do Sicoob.
Agradecimentos
Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação.
Piumhi MG, 05 de Agosto de 2013.
Nelson Soares de Melo - Diretor Presidente
andro Pereira dos Santos - Diretor Administrativo
Ev
Evandro
Responsável p/ Área Contábil - BACEN
Ana Maria de Faria Costa - Diretora Financeira
João Soares Sobrinho - Conselheiro Administrativo
Gilson Boanerges da Costa - Conselheiro Administrativo
a
Elisa Goulart de Rezende Silv
a - Conselheira Administrativ
Silva
Administrativa
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA
OS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2013 E 2012
EM MILHARES DE REAIS
1. Contexto operacional
A Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda.- SICOOB
CREDIALTO, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 03/12/1991, filiada à Central das Cooperativas de Economia e
Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da
Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO,
em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição
e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a
Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/
71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº
130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a
constituição e funcionamento de cooperativas de crédito.
O SICOOB CREDIALTO possui Postos de Atendimento (PA‘s) nas seguintes localidades: Doresópolis, Córrego fundo, Capitólio, Pimenta e Piumhi.
O SICOOB CREDIALTO tem como atividade preponderante a operação na área
creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o
cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre
outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias,
prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo
com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da
moeda e remunerar os recursos.
Em 2011 ocorreu a transformação do SICOOB CREDIALTO para entidade de “Livre
Admissão de Associados”; aprovada junto ao Banco Central do Brasil - BACEN em
05/04/2011.
2. Apresentação das demonstrações contábeis
As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/
09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o
Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos
Contábeis – CPC. Desta forma, conforme Termo de Aprovação, datado de 05/08/
2013, o Conselho de Administração do SICOOB CREDIALTO, considera revisadas e
aprovadas as demonstrações contábeis.
Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de
Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: Resolução
3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), Resolução 3.604/
2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2010 - Divulgação sobre Partes
Relacionadas (CPC 05), Resolução 3.989/2011 – Pagamento Baseado em Ações
(CPC 10), Resolução 4.007/2011 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e
Retificação de Erro (CPC 23), Resolução 3.973/2011 – Eventos subsequentes
(CPC 24) e Resolução 3.823/2009 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos
Contingentes (CPC 25).
3. Resumo das principais práticas contábeis
a) Apuração do resultado
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de
resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e
dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata
temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As
operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço.
O ingresso de operações com títulos e valores mobiliários é reconhecido em base
proporcional ao tempo, levando em consideração o principal em aberto e a taxa
efetiva ao longo do período até o vencimento, quando se determina que esse
ingresso será apropriado à cooperativa.
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são
reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com
os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato nãocooperativo, quando não identificados com cada atividade.
as contábeis
b) Estimativ
Estimativas
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do
ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas
utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente.
c) Caixa e equiv
equivalentes
alentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as
rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e
de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com
prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias.
O caixa e equivalente de caixa compreendem:
Caixa e depósitos bancários
Relações interfinanceiras – centralização financeira
Total
30/06/2013
289
7.679
7.968
30/06/2012
307
11.162
11.469
d) Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a
valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito
pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com
base na variação dos respectivos indexadores pactuados.
e) Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a
análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada,
a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica.
A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das opera-
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COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA.
ções de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de
crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco
máximo).
f) Investimentos
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE,
são avaliados pelo método de custo de aquisição.
g) Imobilizado
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares,
são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada.
A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a
seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica
abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens.
h) Diferido
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de
terceiros, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias, e classificados
nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 02 anos, baseado em projeto de viabilidade.
Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados
no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do
resultado de mais de um exercício social.
i) Intangível
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos
destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os
ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma
linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos
intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao
longo de sua vida útil estimada.
j) Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou
de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados
pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
k) Passivos contingentes
São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores
jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das
ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota
explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda
não são divulgadas.
l) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o
resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O
resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.
m) Segregação em circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
n) Valor recuperável de ativos – impairment
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros
valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As
perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 30 de junho de 2013 não existem indícios da
necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.
4. Títulos e vvalores
alores mobiliários
Em 30 de junho de 2013 e 2012, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários
do SICOOB CREDIALTO estavam assim compostas:
Descrição
RDC – Longo CDI
30/06/2013 30/06/2012
1.755
1.115
Refere-se a aplicações em garantias de operações de repasse de recursos obrigatórios, pelo Bancoob.
5. Relações interfinanceiras
Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no
art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10, com remuneração atrelada ao CDI –
Certificado de Depósito Bancário.
6. Operações de crédito
a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo
com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999:
Nível / Percentual de
Risco / Situação
A
0,005
Normal
B
0,01
Normal
B
0,01
Vencidas
C
0,03
Normal
C
0,03
Vencidas
D
0,1
Normal
D
0,1
Vencidas
E
0,3
Normal
E
0,3
Vencidas
F
0,5
Normal
F
0,5
Vencidas
G
0,7
Normal
G
0,7
Vencidas
H
1
Normal
H
1
Vencidas
Total Normal
Total Vencido
Total Geral
Provisões
Total Líquido
Emprést. /
Tít. Desc. *
8.776
7.317
44
3.080
121
248
59
84
32
4
2
2
14
83
177
19.595
450
20.044
(554)
19.490
Financiamentos
1.805
437
30
462
2
4
2
65
8
9
2.781
42
2.823
(62)
2.761
Financ.
Rurais
7.522
8.071
1.215
16.807
Total em Provisões
2013
2013
18.103
91
15.825
158
74
1
4.757
143
122
4
252
25
61
6
149
45
32
10
4
2
2
1
10
7
14
10
83
83
185
185
39.183
554
491
217
39.674
770
(770)
38.904
16.807
(155)
16.652
Total em Provisões
2012
2012
11.140
56
13.644
136
34
3.030
91
16
163
16
90
9
10
3
2
1
83
41
2
2
741
519
36
36
5
5
28.028
341
969
575
28.996
916
(916)
28.080
* Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.
b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento:
Descrição
Empréstimos
Títulos Descontados
Financiamentos
Financiamentos Rurais
Total
Até 90
De 91 a 360
2.595
2.042
5.280
294
582
818
1.817
8.427
10.274
11.581
Acima de 360
8.690
0
1.423
6.564
16.677
Total
13.327
5.575
2.823
16.807
38.532
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
c) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica:
Descrição
Setor Privado – Comércio
Setor Privado – Indústria
Setor Privado – Serviços
Setor Privado – Agropecuária
Pessoa Física
Outros
Total
30/06/2013
1.262
1.094
3.518
1.203
31.023
432
38.532
% da carteira
3,28%
2,84%
9,13%
3,12%
80,51%
1,12%
100,00%
Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.
30/06/2013
916
570
(716)
770
30/06/2012
419
590
(93)
916
e) Concentração dos Principais Devedores:
Descrição
30/06/2013
% Carteira
30/06/2012
Total
Maior Devedor
10 Maiores Devedores
50 Maiores Devedores
1.202
7.715
17.314
3,03%
19,45%
43,64%
1.129
6.838
14.230
7.
30/06/2013
881
716
(148)
1.449
Descrição
Rendas a Receber (a)
Diversos (b)
(-) Provisão p/ Outros Créditos (c)
Total
30/06/2013
68
366
(29)
405
20124427036-A
6,25%
ACI - Poupança Pronamp Custeio Agric 6,25%a.a
20124427036-B
6,25%
ACI - Poupança Pronamp Custeio Agric 6,25%a.a
20124427036-C
6,25%
ACI - Poupança Pronamp Custeio Agric 6,25%a.a
20124427038
6,25%
ACI - Poupança Pronamp Custeio Agric 6,25%a.a
20124427040
6,25%
DU - Poupança + TR Custeio Agricola
20124427041-A
0,79% + TR
0,79% + TR
0,79% + TR
DU - Poupança + TR Custeio Agricola
20124427042
0,79% + TR
8. Investimentos
O saldo é representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE.
DU - Poupança + TR Custeio Agricola
20124427043
0,79% + TR
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201344270042
5,50%
Poupança Rural - TR (Custeio)
20124427003
0,79% + TR
9. Imobilizado de uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo
prazo de vida útil estimado conforme abaixo:
Taxa de
Depreciação
4%
10%
10%
20%
10%
20%
10%
Descrição
Imobilizações em Curso
Terrenos
Edificações
Instalações
Móveis e Equipamentos
Sistema de Processamento de Dados
Sistemas de Comunicação
Transporte
Segurança
TOTAL
Depreciação acumulada
TOTAL
30/06/2013 30/06/2012
10
116
560
27
694
714
130
117
115
2.483
10
116
560
27
576
560
119
119
55
2.142
(1.086)
1.397
(949)
1.193
10. Intangível
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à
manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares.
Taxa de
30/06/2013 30/06/2012
Amortização
Descrição
Sistema de Processamento de Dados – Software
Outros Ativos Intangíveis
TOTAL
Amortização acumulada
TOTAL
20%
84
286
370
84
220
304
(270)
100
(226)
78
11.Depósitos
Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados.
Os depósitos, até o limite de R$ 70, por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo
Garantidor do SICOOB - FGS, o qual é um Fundo constituído pelas Cooperativas do
Sistema SICOOB regido por regulamento próprio.
12.Relações interfinanceiras / Obrigações por empréstimos e repasses
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse
aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/
2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados.
Modalidade
Nº Cédula
Tx. Anual
Pronaf Investimento 2%
Pronaf Investimento 2%
20104427027-A
20104427027-B
2,00%
2,00%
Pronaf Investimento 2%
20104427032
2,00%
Pronaf Investimento 4%
20104427033
4,00%
Pronaf Investimento 4%
20104427034
4,00%
Proger Rural - Recursos Obrig-Ano Civil (Custeio.)
20104427043-A
6,25%
Proger Rural - Recursos Obrig-Ano Civil (Custeio.)
20104427043-B
6,25%
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-A
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-B
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-C
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-D
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-E
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-F
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427022-G
0,79% + TR
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20114427025-A
6,25%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20114427025-B
6,25%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20114427026-A
6,25%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20114427026-B
6,25%
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427027
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427028
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427029
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427030
0,79% + TR
Poupança Rural - TR (Custeio)
20114427031
0,79% + TR
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
20124427044-A
3,00%
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
20124427044-B
3,00%
Aci - RO Pronaf 1,50% a.a
20124427046
1,50%
Aci - RO Pronaf 1,50% a.a
20124427048
1,50%
0,79% + TR
Até 90 dias
Aci - RO Pronaf 1,5% A.A
20124427053
2,00%
Funcafé - Custeio
000059/2009-A
6,75%
Funcafé - Custeio
000059/2009-B
6,75%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20114427033-A
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20114427033-B
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20114427033-C
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 1,00% a.a
20114427034
1,00%
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20114427036
2,00%
30/06/13 –
Venctº
R$ mil
7 02/07/13
3 02/07/13
30 04/07/13
23 04/07/13
31 02/09/13
Pronaf Dir Custeio Agricola 1,50% a.a
20124427016
1,50%
Pronaf Investimento Pecuário 1% a.a
20114427007
1,00%
Aci - RO Pronaf 4,00% a.a
201344270055-A
4,00%
Aci - RO Pronaf 4,00% a.a
201344270055-B
4,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270069
5,00%
Aci - RPL Equalizável
20124427050
5,50%
Aci - Poup Equalizável
20124427051-A
5,50%
Aci - Poup Equalizável
20124427051-B
5,50%
Aci - RO Pronamp
20124427056
2,00%
Aci - Poup Pronamp
20124427059
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270062-A
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270062-B
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270063
2,00%
Aci – Poup Pronamp
201244270067-A
2,00%
Aci – Poup Pronamp
201244270067-B
2,00%
Aci – Poup Pronamp
201244270067-C
2,00%
Aci – Poup Pronamp
201244270069
2,00%
Aci - RO Pronaf 1,5% a.a
201244270079-A
1,50%
Aci - RO Pronaf 1,5% a.a
201244270079-B
1,50%
Aci - RO Pronaf 1,5% a.a
201244270080
2,00%
DU - Poupança + TR ( Custeio )
201244270083
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270064
2,00%
Aci - RPL Equalizável
201244270104-A
5,50%
Aci - RPL Equalizável
201244270104-B
5,50%
Aci - RO Pronamp
201244270102
5,00%
Aci - RO Pronaf 1,50% a.a
201244270090
1,50%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201244270095
2,00%
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
201244270098
3,00%
Aci - RO Pronaf 4,00% a.a
201244270099
4,00%
DU - Poupança + TR
201244270106
2,00%
Pronaf Investimento Pecuário 1% a.a
20114427014
1,00%
Pronaf Investimento Pecuário 4% a.a
20114427015
4,00%
Pronaf Investimento Pecuário 2% a.a
20114427016
2,00%
Pronaf Investimento 1% a.a
20114427017-A
1,00%
Pronaf Investimento 1% a.a
20114427017-B
1,00%
Aci - RO Pronaf 4% a.a
201244270081
4,00%
Aci - RO Padrão
201244270084
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270087
5,50%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil ( Invest.)
20104427063
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427068-A
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427068-B
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427069-A
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427069-B
6,25%
48 02/09/13
29 02/09/13
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427071
6,25%
Aci - RO Pronamp 5% a.a
201344270028-A
5,00%
158 05/09/13
25 05/09/13
Aci - RO Pronamp 5% a.a
201344270028-B
5,00%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270022
5,50%
260 05/09/13
114 05/09/13
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270029
5,00%
32 05/09/13
19 05/09/13
Aci - RO Padrão 5,5% a.a
201344270030-A
5,50%
Aci - RO Padrão 5,5% a.a
201344270030-B
5,50%
25 05/09/13
16 05/09/13
3 05/09/13
8 05/09/13
14 05/09/13
2 05/09/13
14 05/09/13
35 05/09/13
9 05/09/13
15 05/09/13
36 05/09/13
18 05/09/13
73 05/09/13
10 05/09/13
1.055
10 21/10/13
13 15/11/13
5 15/11/13
68 22/11/13
46 22/11/13
17 22/11/13
10 22/11/13
27 22/11/13
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270031
5,00%
Aci - Poup equalizável 5,5% a.a
201344270010
5,50%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270011
5,00%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270012
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270013
5,50%
Aci - Poup TR 9,50% a.a
201344270014
9,50%
Aci - RO Pronaf 4,00% a.a
201344270015
4,00%
Aci - Poup equalizável 5,5% a.a
201344270016
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270017
5,50%
Aci - RO Poupança + TR 9,50% a.a
201344270032
9,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270035
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270036
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270038
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270039
5,50%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20124427008-B
6,25%
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
201344270040
3,00%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20124427008-C
6,25%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20114427004
2,00%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
20124427008-D
20114427002
4,00%
20114427046
0,79% + TR
5,50%
Aci - RO Pronamp
201244270101
5,00%
Aci - RO Pronaf 1,5% A.A
201244270100
1,50%
Aci - RO Pronaf 3% A.A
201244270097
3,00%
Aci - RO Pronaf 4% A.A
201244270094
4,00%
Aci - RO Pronaf 3% A.A
201244270093
3,00%
3,00%
Total
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427018-A
6,25%
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427018-B
6,25%
Aci - RO Pronamp
20134427008
5,00%
Funcafé Colheita
000067/2009
6,75%
Funcafé Colheita
000066/2009-A
6,75%
Funcafé Colheita
000066/2009-B
6,75%
Funcafé Colheita
000066/2009-C
Funcafé Colheita
000066/2009-D
6,75%
Funcafé Colheita
000066/2009-E
6,75%
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427024-A
6,25%
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427024-B
6,25%
Proger Rural - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427014-A
6,25%
Proger Rural - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427014-B
6,25%
6,75%
Poupança Rural - TR (Custeio)
20124427026
0,79% + TR
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427027-A
6,25%
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427027-B
6,25%
Pronaf Dir Custeio Agricola 3,00% a.a
20124427028
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
20124427035-A
Pronaf Dir Investimento Pecuário 4,00% a.a
20114427005
4,00%
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201344270044-A
5,50%
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201344270044-B
5,50%
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201344270047-A
5,50%
9 06/01/14
314 06/01/14
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201344270047-B
5,50%
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
201344270053
3,00%
10 06/01/14
550 13/01/14
5 21/01/14
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270049-A
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270049-B
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270049-C
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270049-D
5,00%
Ro Invest. Agricola (CR Fort.Tx.ano Comercial)
20114427008-A
6,75%
Ro Invest. Agricola (CR Fort.Tx.ano Comercial)
20114427008-B
6,75%
Ro Invest. Pecuário (CR Fort.Tx.ano Comercial)
20114427009
6,75%
5 27/01/14
5 27/01/14
10 27/01/14
18 27/01/14
51 27/01/14
20 27/01/14
16 27/01/14
20 27/01/14
239 03/02/14
39 03/02/14
234 03/02/14
75 25/02/14
78 25/02/14
139 25/02/14
9 25/02/14
Ro Invest. Pecuário (CR Fort.Tx.ano Comercial)
20114427011
6,75%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270045
5,50%
Aci - RO Pronaf 1,00% a.a
201344270056
1,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270057
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20124427029
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20124427030-A
2,00%
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20124427030-B
2,00%
Pronaf Dir Investimento Agricola 2,00% a.a
20124427031
2,00%
7 25/02/14
2 25/02/14
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20124427032
2,00%
9 05/03/14
9 05/03/14
Pronaf Dir Investimento Pecuário 2,00% a.a
20124427037
2,00%
Aci - RO Pronaf 1,50% a.a
201344270063
1,50%
Aci - RO Pronaf 4,00% a.a
201344270064
4,00%
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
201344270065
3,00%
104 05/03/14
85 05/03/14
52 05/03/14
12 05/03/14
31 02/03/15
30 02/03/15
15 02/03/15
17 02/03/15
15 02/03/15
51 02/03/15
20 02/03/15
10 02/03/15
6,25%
201244270105
20 02/03/15
51 02/03/15
13 02/03/15
61 02/03/15
20124427008-A
Aci - RPL Equalizável
5 02/03/15
15 02/03/15
30 02/03/15
5,00%
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
Poupança Rural - TR (Custeio)
10 02/03/15
7 02/03/15
1,50%
31 06/01/14
15 06/01/14
1,50%
60 02/03/15
13 02/03/15
201344270025
0,79% + TR
0,79% + TR
93 03/02/15
93 03/02/15
201344270023
0,79% + TR
20124427015
61 05/01/15
35 05/01/15
Aci - RO Pronaf 1,50% a.a
20124427006-B
20124427017
83 05/01/15
46 05/01/15
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
20124427006-A
Poupança Rural - TR (Custeio)
25 01/12/14
43 05/01/15
23 05/01/15
5,50%
Poupança Rural - TR (Custeio)
Pronaf Dir Custeio Agricola 1,50% a.a
72 01/11/14
36 01/11/14
5,50%
Poupança Rural - TR (Custeio)
6,75%
15 15/10/14
10 15/10/14
201344270021-B
5,50%
4,50%
8 15/10/14
27 15/10/14
44 15/10/14
201344270021-A
5,50%
20124427014
120 02/10/14
42 02/10/14
Aci - Poup Equalizável 5,5% a.a
201344270037-C
20124427004
35 02/10/14
20 02/10/14
Aci - Poup Equalizável 5,5% a.a
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
Pronaf Dir Custeio Agricola 4,5% a.a
41 02/10/14
10 02/10/14
5,00%
7 06/01/14
Poupança Rural Equalizavel Custeio Agricola
15 02/10/14
51 02/10/14
5,00%
1,50%
10 06/01/14
24 06/01/14
32 01/10/14
13 01/10/14
201344270020-C
20124427005
1,50%
10 01/10/14
10 01/10/14
Aci - RO Pronamp 5,% a.a
Pronaf Dir Custeio Agricola 1,50% a.a
20124427011
4 01/10/14
57 01/10/14
10 01/10/14
5,00%
5,50%
Pronaf Dir Custeio Agricola 1,50% a.a
67 01/10/14
49 01/10/14
12 01/10/14
201344270020-B
201344270037-B
54 06/01/14
16 06/01/14
62 01/10/14
46 01/10/14
201344270020-A
201344270037-A
6,25%
31 01/09/14
31 01/09/14
93 01/09/14
Aci - RO Pronamp 5,% a.a
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
6,25%
104 01/08/14
52 01/09/14
Aci - RO Pronamp 5,% a.a
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
3,00%
70 22/04/14
8 11/06/14
3,00%
10 06/01/14
7 06/01/14
20124427009
3 06/03/14
16 03/04/14
30 22/04/14
5,50%
6,75%
20124427010
10 05/03/14
6 06/03/14
201344270018
0,79% + TR
Pronamp Rural - RO ( Custeio )
12 05/03/14
234 05/03/14
15 05/03/14
201344270019
20124427001
Pronaf Dir Custeio Agricola 3,00% a.a
65 05/03/14
59 05/03/14
26 05/03/14
Aci - RO Pronaf 3,00% a.a
20124427002
9 06/01/14
218 06/01/14
52 05/03/14
16 05/03/14
9 05/03/14
Aci - Poup equalizável 5,5% a.a
Poupança Rural - TR (Custeio)
370 06/01/14
351 06/01/14
3 05/03/14
5 05/03/14
54 05/03/14
4.211
De 91 a 360 dias
Poupança Rural Equalizavel - Custeio Agricola
1,50%
30/06/2012
81
210
(8)
283
ACI - Poupança Pronamp Custeio Agric 6,25%a.a
20124427041-B
201244270089
Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas
domiciliadas no país, conforme demonstrado:
6,25%
20124427041-C
201244270091
Outros créditos
6,25%
20124427035-C
DU - Poupança + TR Custeio Agricola
ACI - RO Pronaf
30/06/2012
904
93
(116)
881
20124427035-B
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
DU - Poupança + TR Custeio Agricola
Aci - RO Pronaf 1,5% A.A
3,89%
23,58%
49,07%
Pronamp Rural - Poupança Custeio Agric 6,25%a.a
(c) Provisão p/ Outros Créditos refere-se a Títulos e Créditos a Receber e Cartão
Credialto Card (Bandeira Própria).
% Carteira
f) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados:
Descrição
Saldo inicial
Valor das operações transferidas no período
Valor das operações recuperadas no período
Total
(b) Em Diversos estão registrados os valores a receber em mil de: Adiantamentos
Salariais 1ª parcela 13º R$ 50 mil, Adiantamentos Pagtº Nossa Conta R$ 1 mil,
Títulos e Créditos a Receber R$ 28 mil, Cartão Credialto Card R$ 262 mil, Tarifas
a Receber R$ 9 mil, Devedores Diversos no País R$ 16 mil.
Pronaf Dir Investimento Pecuário 4,00% a.a
d) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:
Descrição
Saldo Inicial
Constituições/Reversões no período
Transferência/Reversões para Prejuízo no período
Total
Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE R$ 50 mil, e rendas de Convênios a Receber R$ 18 mil;
20 02/03/15
32 02/03/15
30 02/03/15
8 02/03/15
5 02/03/15
10 02/03/15
24 02/03/15
113 02/03/15
6 02/03/15
74 02/03/15
30 02/03/15
15 02/03/15
16 03/03/15
55 03/03/15
235 02/04/15
226 02/04/15
150 02/04/15
71 02/04/15
20 02/04/15
31 02/04/15
146 02/04/15
14 02/04/15
157 02/04/15
41 06/04/15
11 06/04/15
17 06/04/15
35 06/04/15
100 02/05/15
50 02/05/15
100 02/05/15
17 11/05/15
17 11/05/15
13 11/05/15
13 11/05/15
7 11/05/15
20 11/05/15
15 02/06/15
40 02/06/15
20 02/06/15
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270066
2,00%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270068
5,50%
3,00%
30 05/03/14
8 05/03/14
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270070
5,00%
32 02/06/15
100 02/06/15
6 02/06/15
6,25%
32 05/03/14
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270071
5,00%
15 02/06/15
19
FORMIGA-MG | SÁBADO, 24 DE AGOSTO/2013 |
O Pergaminho
COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DO ALTO SÃO FRANCISCO LTDA.
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270072
201344270073
5,50%
Aci - RO Pronaf 1,00% a.a
201344270074
1,00%
Aci - RO Padrão
201244270061
2,00%
Aci - RO Pronamp 5,% a.a
201244270070-A
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,% a.a
201244270070-B
5,00%
Aci - RO Pronamp
201244270071
2,00%
Aci - RO Pronamp
100 02/06/15
100 02/06/15
10 02/06/15
5,00%
Aci - Poup Equalizável 5,50% a.a
201244270072
2,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201244270077
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270060-A
5,50%
Aci - RO Padrão
201244270060-B
5,50%
Aci - RO Padrão
201244270060-C
5,50%
Aci - RO Padrão
201244270065
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270066
2,00%
Proger Rural - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427047
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427059-A
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427059-B
6,25%
Pronamp - Recursos Obrig-Ano Civil (Invest.)
20104427060
6,25%
Aci - RO Pronamp 5% a.a
201244270103
5,00%
Aci - RO Pronamp 5% a.a
201344270026-A
5,00%
Aci - RO Pronamp 5% a.a
201344270026-B
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270027
5,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270033
2,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270034
2,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270048-A
5,00%
Aci - RO Pronamp 5,00% a.a
201344270048-B
5,00%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270050-A
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270050-B
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270050-C
5,50%
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270051
5,50%
Pronamp Investimento Agrícola
20134427005-A
5,00%
Pronamp Investimento Agrícola
20134427005-B
5,00%
Pronamp Investimento Agrícola
20134427005-C
5,00%
Aci - RO Pronamp
20134427007
5,00%
Aci - RPL Equalizável
20124427045
5,50%
50 01/10/15
26 01/10/15
27 01/10/15
23 01/10/15
4 01/10/15
25 01/10/15
56 01/10/15
21 01/10/15
17 01/10/15
5 01/10/15
26 01/10/15
24 02/10/15
12 02/10/15
12 02/10/15
12 03/11/15
331 02/01/16
151 01/02/16
13 01/02/16
38 01/02/16
58 02/03/16
25 02/03/16
60 02/05/16
191 02/05/16
10 04/05/16
227 04/05/16
21 04/05/16
21. Partes Relacionadas
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e
responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e
membros próximos da família de tais pessoas.
27 01/02/17
15 01/02/17
20124427047
5,00%
20124427052
2,00%
Aci - RO Padrão
20124427058
2,00%
Aci - RO Padrão
201244270085
5,50%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201244270086
2,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201244270088
2,00%
81 01/12/17
Aci - RO Padrão 5,50% a.a
201344270046
5,50%
Aci - RO Pronaf 1,00% a.a
201344270058
1,00%
201 02/05/18
10 02/05/18
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270059
2,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
201344270060-A
2,00%
Aci - RO Pronaf 2,00% a.a
Acima de 360 dias
TOTAL GERAL
201344270060-B
2,00%
21 01/09/17
83 01/09/17
31 01/11/17
81 01/11/17
16 02/05/18
88 02/05/18
32 02/05/18
7.438
12.705
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global
das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
Ev
andro Pereira dos Santos
Evandro
Diretor Administrativo
Operações Ativas
% em relação à carteira total
42
0,62%
Operações Passivas
% em relação à carteira total
273
1,6%
Operações ativas e passivas – saldo em 30/06/2013:
NATUREZA DA
OPERAÇÃO DE CRÉDITO
OPERAÇÕES ATIVAS
PCLD (PROVISÃO
PARA CRÉDITO
DE LIQUIDAÇÃO
DUVIDOSA)
VALOR DA
OPERAÇÃO
DE CRÉDITO
Ch. Esp. / Conta Garantida
Empréstimo
Aplicações Financeiras
% DA OPERAÇÃO DE
CRÉDITO EM
RELAÇÃO À
CARTEIRA TOTAL
4
-
0,38%
38
-
0,24%
OPERAÇÕES PASSIVAS
% em relação à carteira total
273
30/06/2013 30/06/2012
49
55
337
307
386
362
NATUREZA DAS OPERAÇÕES
ATIVAS E PASSIVAS
(b) Refere-se a saldo de cotas a devolver por solicitação de demissão e a devolver solicitadas
por resgate ordinário, conforme Estatuto Social.
Desconto de Cheques
Limite até R$5.000,00
Conta Garantida
Limite até R$7.000,00
Limite até R$40.000,00
14. Outras obrigações – Diversas
Taxa Média - %
1,6%
97%
Empréstimos / Financiamentos
30/06/2013
251
51
10
8
107
336
140
305
1.208
Limite até R$150.000,00
30/06/2012
192
23
2
2
143
155
55
572
Crédito Rural - RPL
Limite até R$ 30.000,00
Crédito Rural - Repasses
Limite até R$ 150.000,00
Aplicação Financeira – RDC
Até R$ 359.770,71
TAXAS MÉDIAS
APLICADAS EM
RELAÇÃO ÀS PARTES
RELACIONADAS (%)
TAXA APROVADA PELO
CONSELHO DE
ADMINISTRAÇÃO / DIRETORIA
EXECUTIVA (%)
5,5% a.m.
5,5% a.m.
3,8% a.m.
3,8% a.m.
1,85% a.m.
1,78% a.m. a 1,99% a.m.
2,18% a.m.
1,2% a.m. a 2,7% a.m.
1,7% a.m.
1,37% a.m. a 1,95% a.m.
5,5 a.a. a 6,75 a.a /
1,2 a.m.
5,00 a.a. a 6,75 a.a. / 1,2 a.m.
93% a 100% do CDI
93% a 100% do CDI
RELA
TÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
RELATÓRIO
a) Refere-se Credores Diversos, tem como relevância o saldo dos Lojistas a receber do Cartão Credialto Card bandeira própria no montante de R$ 299 mil.
(b) Refere-se a cheques das operações de títulos descontados enviados a compensação, em que as operações correspondentes serão baixadas após efetivação
dos Créditos.
(c) Refere-se a duplicatas em cobrança caucionada, serão baixadas após compensação.
NATUREZA DA OPERAÇÃO
DE CRÉDITO
Cheque Especial
Conta Garantida
Crédito Rural
Empréstimo
Títulos Descontados
15. Instrumentos financeiros
O SICOOB CREDIALTO opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, títulos e valores mobiliários, relações interfinanceiras,
operações de crédito, depósitos a vista e a prazo, empréstimos e repasses.
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço
patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.
16. Patrimônio líquido
a) Capital Social
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 2,00 cada
e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes.
b) Reserva Legal
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 40%,
utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.
c) Sobras Acumuladas
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do
Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária
(AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06,
o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como
exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº
5.764/71.
Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 23 de Março de 2013, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital Social R$ 250 e transferência para o
FATES R$ 43 mil com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, no
valor de R$ 293 mil.
17. Outros ingressos/rendas operacionais
2013
2012
26
21
2
49
Total
26
16
42
18. Outros dispêndios/despesas operacionais
2013
2012
8
43
4
16
71
Outros
Total
9
33
3
45
19. Resultado não operacional
2013
2012
54
5
(2)
(33)
24
3
(3)
-
20. Provisão de Juros ao Capital
A Cooperativa vem provisionando juros ao capital, com a expectativa de que ao
Ao Conselho de Administração e Cooperados da Cooperativ
a de
Cooperativa
Crédito de Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda. SICOOB CREDIAL
TO - Piumhi - MG
CREDIALTO
Prezados Senhores:
As garantias oferecidas pelas partes relacionadas em razão das operações de crédito são:
Descrição
Lucros na Alienação de Vlrs. E Bens – Bens de Uso
Ganhos de Capital – Atos N/ Associados
Perdas de Capital
Outras Despesas N/ Operacionais
Resultado líquido
Vicente Paulo Machado|
Téc. Contábil - CRC nº: 057.835/O-0
Montante das operações ativas e passivas no primeiro semestre de 2013:
Cheque Especial
Descrição
Descontos concedidos – Operações de Crédito
Contribuição ao Fundo Garantido de Depósitos
Cancelamento Tarifas Pendentes
Ana Maria de Faria Costa
Diretora Financeira
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias
hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
(a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos
cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo
resultado dos atos não cooperativos e 10% das sobras líquidas, conforme determinação
estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do
Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF.
Descrição
Recuperação de Encargos e Despesas
Rendas e Repasses Interfinanceiros
Outras Rendas Operacionais
Piumhi MG, 05 de agosto de 2013.
empréstimos e financiamentos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo,
por modalidade:
13. Obrigações sociais e estatutárias
Descrição
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Administrativas
Obrigação por Aquisição de Bens e Direitos
Obrigação por Prestação de Serviços de Pagamento
Outros Pagamentos/ Juros ao Capital
Credores Diversos (a)
Credores Diversos - Cheques Depositados (b)
Credores Diversos – Liquidação Cobrança (c)
Total
26. Contingências Passiv
as
Passivas
Segundo a assessoria jurídica do SICOOB CREDIALTO, dos processos judiciais em
que figura como pólo passivo, foram classificadas como perdas possíveis 03
processo, totalizando R$ 28.
Nelson Soares de Melo
Diretor Presidente
16 01/08/17
156 01/08/17
Aci - RO Pronamp
25. Índice de Basiléia
O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o
grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de
compatibilização de R$ 3.945. em 30 de junho de 2013.
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
13 04/05/16
489 01/02/17
33 01/02/17
Aci - RO Pronaf 2% A.A
Descrição
FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a)
Cotas de capital a pagar (b)
Total
final do exercício, remunere o capital do associado. Os critérios para a provisão
obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A remuneração foi limitada ao valor da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração
de Sobras
ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Carta Circular BACEN nº 2.739, artigo 3º.
GARANTIAS PRESTADAS
ǀĂů
ǀĂů
ǀĂů
ǀĂů
ǀĂů
No primeiro semestre de 2013, os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram
representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma:
BENEFÍCIOS MONETÁRIOS
PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013 (R$ mil)
Honorários
105
as de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. –
22. Central das Cooperativ
Cooperativas
SICOOB CENTRAL CECREMGE
O SICOOB CREDIALTO, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à
Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. - SICOOB
CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas afiliadas perante
as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL CECREMGE, é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central
do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos.
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL
CECREMGE. a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento
do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, a
implantação e implementação de controles internos voltados para os sistemas
que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais,
entre outras.
O SICOOB CREDIALTO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo
SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotaspartes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas
operações.
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, em 31 de dezembro de 2012, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram
relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis, datado de 01/03/2013,
que apresenta opinião sem ressalva. As demonstrações contábeis de 30 de junho
de 2013 são auditadas por outros auditores independentes, cujo trabalho está
em andamento.
23. Coobrigações e riscos em garantias prestadas
Em 30 de junho de 2013, a cooperativa é responsável por coobrigações e riscos
em garantias prestadas, no montante de R$ 695. (30/06/2012 - R$ 464), referentes a aval prestado em diversas operações de crédito de seus associados com
instituições financeiras oficiais e empresas privadas.
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Crédito de
Livre Admissão do Alto São Francisco Ltda., que compreendem o balanço
patrimonial em 30 de junho de 2013 e as respectivas demonstrações de
sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de
caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das
principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
A administração da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Alto São
Francisco Ltda. é responsável pela elaboração e adequada apresentação
dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como
necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude
ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a
auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção
relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações
apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos
riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o
auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e
adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa
para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas
circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a
razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem
como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do
Alto São Francisco Ltda. em 30 de junho de 2013, o desempenho de
suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela
data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis
às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
Belo Horizonte, 20 de agosto de 2013.
24. Seguros contratados – Não auditado
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja
cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para
fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua
natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis,
consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.
Júlio César Toledo de Carvalho
Contador CRC MG 069.261/O
CNAI 1953
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