INSTITUIÇÃO BAIANA DE ENSINO SUPERIOR
FACULDADE DOM PEDRO II
PROJETO PEDAGÓGICO
DO CURSO DE
ENGENHARIA AMBIENTAL
2013
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
1.1 DADOS DO PROJETO
1.2 LOCAL DE FUNCIONAMENTO
1.3 MANTENEDORA
1.4 PRESIDENTE DA MANTENEDORA
1.5 DIREÇÃO DA IES
1.6 COORDENADOR DO CURSO
4
2. INTRODUÇÃO
2.1 HISTÓRICO
2.2 CURSOS DA FACULDADE DOM PEDRO II
2.3 MISSÃO, VISÃO, VALORES E METAS
5
3. DADOS GERAIS DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC)
14
4. CONTEXTO DO CURSO
4.1 A ENGENHARIA E SUAS PERSPECTIVAS
4.2 A EDUCAÇÃO SUPERIOR
4.3 O CONTEXTO ECONÔMICO REGIONAL: O ESTADO DA BAHIA
4.4 O CONTEXTO ECONÔMICO DO ENTORNO: O BAIRRO DO COMÉRCIO
15
5. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO
5.1 CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA
5.2 OBJETIVO DO CURSO
5.3 PERFIL DO EGRESSO
5.4 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
43
6. AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
52
7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
55
7.1 PROCESSO SELETIVO
7.2 METODOLOGIA
7.3 SISTEMA DE VALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
7.5 TRABALHO DE CURSO
7.6 ESTÁGIO PROFISSIONAL
7.7 INICIAÇÃO À PESQUISA
7.8 NIVELAMENTO
7.9 NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO
7.10 POLÍTICA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
8. ESTRUTURA CURRICULAR
8.1 MATRIZ CURRICULAR
8.2 DOCENTES
8.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
80
8.4 COLEGIADO
8.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
9. INFRAESTRUTURA
9.1 GERAL
9.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
9.3 SISTEMAS ACADÊMICOS
9.4 BIBLIOTECA
9.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
1 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO:
1.1 DADOS DO PROJETO:
INSTITUIÇÃO: Faculdade Dom Pedro II (FDP II)
CURSO / HABILITAÇÃO: Bacharelado em Engenharia Ambiental
1.2 LOCAL DE FUNCIONAMENTO:
ENDEREÇO: Av. Estados Unidos, nº 18/20 – Comércio. CEP 40.010-020. Salvador/BA.
FONE: (71) 34187272
1.3 MANTENEDORA:
NOME: Instituição Baiana de Ensino Superior Ltda.
CNPJ: 05.817.107/0001-40
ENDEREÇO: Av. Estados Unidos, nº 18/20 – Comércio. CEP 40.010-020. Salvador/BA.
FONE: (71) 34187272
E-MAIL: [email protected] ; [email protected]
1.4 PRESIDENTE DA MANTENEDORA:
NOME: Profº Luiz Brandão Dantas Costa
E-MAIL: [email protected]
1.5 DIREÇÃO DA IES:
DIRETOR GERAL: Profº Luiz Brandão Dantas Costa
E-MAIL: [email protected]
VICE-DIRETOR GERAL: NELSON PIHAUY DOURADO NETO
E-MAIL: [email protected]
1.6 COORDENADOR DO CURSO:
NOME: ?????
E-MAIL: ???????
Titulação: ?????
Regime de Trabalho: 40 horas
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
2 INTRODUÇÃO:
2.1 HISTÓRICO:
O Grupo Dom Pedro II é mantido pela Instituição Baiana de Ensino Superior Ltda.,
CNPJ: 05.817.107/0001-40, Pessoa Jurídica de Direito Privado - Com fins lucrativos
- Sociedade Mercantil ou Comercial, com seu ato de constituição devidamente
arquivado na JUCEB sob nº 29202606451, em sessão de 15/08/2003. Atualmente o
Grupo mantêm 04 (quatro) Instituições de Educação Superior (IES) e 02 (duas)
Unidades Médico-Hospitalares.
O Grupo Dom Pedro II está voltado para a formação e bem estar humano, a fim de
melhor contribuir para formação de um novo homem, preocupando-se com a sua
cultura, conhecimento e saúde, bem como com o seu desenvolvimento tecnológico e
equilíbrio com as dimensões humanísticas. Além de manter quatro Instituições de
Educação Superior (IES), o Grupo vem ampliando a sua interação social,
disponibilizando a sociedade baiana uma proposta educacional moderna, revestida
de compromisso com as diversas demandas sociais, associado a investimentos
também na área de saúde, com duas Unidades voltadas para o atendimento da
população carente e campo de estágio para os seus alunos.
Em Salvador, o Grupo Dom Pedro II foi estabelecido inicialmente num amplo
prédio situado na Avenida Estados Unidos, bairro do Comércio, posteriormente
foram incorporados mais prédios no mesmo bairro, além de novas sedes no âmbito
da cidade do Salvador, onde funcionam as IES da Capital. Os prédios são históricos,
o que demandou grandes investimentos na sua reforma e preservação, tendo em
vista que os respectivos bairros são tombado no seu entorno.
Segue abaixo os endereços das sedes educacionais do Grupo Dom Pedro II,
todas cadastradas no Sistema e-mec:
 Sede 01: Av. Reitor Miguel Calmon, s/n, Comércio. Salvador/BA, CEP 41.100010.
 Sede 02: Av. Estados Unidos, Edf. Wildberger, 1º andar. nº 18/20 – Comércio.
CEP 40.010-020. Salvador/BA.
 Sede 03: Av. Estados Unidos, nº 337, Comércio. Salvador/BA. CEP 40.010020.
 Sede 04: Rua da Grécia, s/n, Comércio. Salvador/BA. CEP 40.010-010;
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



Sede 05: Praça da Inglaterra, nº 06, Edfº BIG, Bairro do Comércio,
Salvador/BA. CEP 40.015140;
Sede 06: Rua Reitor Miguel Calmon, nº 14, Bairro Comércio, CEP: 40.015010, Salvador;
Sede 07: Complexo de Saúde e de Ensino Superior - Ladeira da Terezinha,
s/n, Bairro Escada, Complemento: Subúrbio Ferroviário, CEP 40720460.
Salvador/Bahia;
Sede 08: Rua da Mangueira, 32, bairro Nazaré, CEP 40040-400, Salvador,
Bahia.
No interior do Estado da Bahia, a sede do Grupo Dom Pedro II situa-se
em dependências próprias e modernas:

BR 110 – KM 07, Bairro Pombalzinho, Cidade de Ribeira do Pombal/BA. CEP
48.400.000.
Todas as nossas sedes atendem ao que dispõem o Dec. n° 5.296/2004,
referente a condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade
reduzida. Todas as instalações também são climatizadas, inclusive as salas de aula,
com dependências administrativas bem acomodadas, vários laboratórios de
Informática e da área de Saúde, Biblioteca ampliada, áreas de convivência e
refeitórios, auditório e um moderno Teatro a disposição da comunidade
soteropolitana (único do entorno do bairro do Comércio).
Para todas as atividades acadêmicas e sociais que contemplam o Grupo Dom Pedro
II dispomos também de vários laboratórios de prática, tais como a Clínica Escola de
Enfermagem e de Fisioterapia, a Empresa Júnior de Administração, Contábeis,
Sistemas de Informação e dos Cursos Superiores de Tecnologia, o Núcleo de
Prática de Serviço Social, a Sala de Prática de Ensino e a Brinquedoteca de nossas
licenciaturas, o Núcleo de Prática Jurídica e seis Balcões de Justiça e Cidadania em
parceria com o Tribunal de Justiça do Estado da Estado da Bahia, a pioneira
parceria com a Empresa de Treinamento Prático (PETRODART), visando o
treinamento e capacitação dos estudantes de Engenharias Ambiental, Mecânica,
Produção, Civil e Elétrica, bem como dos Tecnólogos destas especialidades, além
das Unidades Médico-Hospitalares. Dispomos ainda de áreas especificas em um
Shopping de Salvador para atividades socioeducativas diversas.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Configurado como hospitais escola, as Unidades médicas dispõem no seu estatuto e
Plano de Carreira a previsão de que todos os seus funcionários técnicos têm em sua
Carga Horária de trabalho uma reserva para atuar como preceptores.
Dessa forma, além de mais de 100 (cem) leitos hospitalares, o Grupo Dom Pedro II
oferta a comunidade baiana mais de 30 graduações dispostas em suas quatro IES,
dispondo de mais de 200 salas de aula, 5.000 alunos, 200 funcionários técnicoadministrativos, e 250 docentes (sendo 50 doutores, 110 Mestres e 90
especialistas).
No âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu, o Grupo Dom Pedro II oferece em suas
quatro IES quatorze cursos que contemplam todas as nossas áreas de graduação
ofertadas:

Especialização em Libras;

Especialização em Metodologia e Docência do Ensino Superior;

Especialização em Urgência, Emergência e UTI;

Especialização em Educação Infantil;

Especialização em Pedagogia Hospitalar;

Especialização em Psicopedagogia Institucional;

Especialização em Gestão da Segurança da Informação;

MBA em Gestão de Logística;

MBA em Gestão de Pessoas;

MBA em Gestão Executiva e Liderança Estratégica - Master Leader;

Especialização em Controladoria com ênfase em Finanças;

Especialização em Planejamento e Gestão Tributária;

Especialização em Serviço Social e Saúde;

Especialização em Gestão Pública e 3º Setor.
Todas as informações acadêmicas estão dispostas nos sites institucionais de uma
de nossas IES e afixadas em local devido, conforme Portaria Normativa n° 40/2007,
alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23/2010, além do Jornal do Grupo Dom
Pedro II com periodicidade semestral.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
2.2 UNIDADES E CURSOS DA FACULDADE DOM PEDRO II:
2.2.1 FACULDADE DOM PEDRO II
O Credenciamento de sua primeira IES se deu em 13 de Maio de 2005: a Faculdade
Dom Pedro II (FDP II), conforme Portaria 1.640 de 13/05/2005, em resposta ao
acelerado desenvolvimento projetado para a Bahia neste século, em particular os
investimentos para desenvolvimento da Região Metropolitana de Salvador (RMS),
com a implantação de um parque de montagem automotiva, a ampliação do parque
petroquímico, a reativação e ampliação dos portos e sistema viário, a otimização do
setor de serviços e do comércio, inclusive com a revitalização do Bairro do
Comércio, onde se localiza a IES. Nesse sentido, a Faculdade Dom Pedro II
assumiu o compromisso de contribuir de forma significativa na formação de
profissionais capacitados para o exercício de atividades imprescindíveis que
cooperem
com
o
atendimento
dos
níveis
desejados
de
crescimento
e
desenvolvimento social e econômico.
A época iniciou com a oferta dos Cursos de Graduação em Administração e em
Letras, contemplando no seu primeiro vestibular todas as vagas que foram
Autorizadas pelo Ministério da Educação, com grande repercussão na sociedade
soteropolitana, em particular na Cidade Baixa do Salvador onde está situada.
Posteriormente, ampliou a sua oferta com os Cursos de Sistemas de Informação e
Direito, vindo a ser a faculdade mais nova de Salvador a oferecer esse Curso.
Ampliou a oferta de Licenciaturas com o Curso de Pedagogia e iniciou a oferta dos
Cursos de Saúde com o Bacharelado em Enfermagem, em seguida vieram
Fisioterapia e Farmácia. Foram Autorizados também os Cursos de Bacharelado em
Ciências Contábeis e Serviço Social. Atualmente, a FDP II oferece dez cursos de
graduação, sendo 09 cursos já Reconhecidos pelo MEC:
 Administração
(Reconhecido
Conceito
4,
Renovado
Reconhecimento
Conceito 4);
 Contabilidade (Reconhecido Conceito 4);
 Direito (Reconhecido Conceito 4);
 Sistemas de informação (Reconhecido Conceito 4);
8
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005

Enfermagem (Reconhecido Conceito 4);
 Serviço Social (Reconhecido Conceito 5) – única Faculdade da Bahia com esse
Conceito para Curso de Graduação;
 Letras – Licenciatura (Reconhecido Conceito 4);

Pedagogia – Licenciatura (Reconhecido Conceito 4);

Fisioterapia (Reconhecido Conceito 4);

Farmácia (previsão de Reconhecimento em 2013).
2.2.2 FACULDADE DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA
No final do ano de 2009, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a
Faculdade Regional de Ribeira do Pombal com 100 alunos, situada no sertão da
Bahia, que passou a se denominar Faculdade Dom Luiz de Orleans e Bragança,
neto de Dom Pedro II e filho da Princesa Isabel, herdeiro do trono brasileiro mesmo
depois da Proclamação da República.
Após plena revitalização acadêmica e física de sua sede que foi adquirida pelo
Grupo, a IES tem crescido acentuadamente com a oferta dos Cursos antigos:
Bacharelados em Administração e Ciências Contábeis, e as Licenciaturas em
Pedagogia e Letras (todos já Reconhecidos depois de incorporados com Conceito
4); além de novos Cursos viabilizados pelo Grupo: Licenciatura em Biologia, Curso
Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, e os Bacharelados em Serviço
Social, Enfermagem, Engenharia Civil e Engenharia Agronômica, totalizando 10
Cursos com mais de 1.000 alunos.
2.2.3 FACULDADE DOM PEDRO II DE TECNOLOGIA
Em meados do ano de 2010, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a
Faculdade da Bahia com 60 alunos, situada em Salvador, que passou a se
denominar Faculdade Dom Pedro II de Tecnologia, com vistas a se especializar
em Cursos Superiores de Tecnologia e de Engenharia, atendendo essa demanda
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
tanto no Bairro do Comércio como, futuramente, em outros pontos estratégicos da
cidade do Salvador.
Após plena revitalização física com a transferência da sede para um novo prédio no
bairro do Comércio, agregando-se as instalações do Grupo Dom Pedro II já
existentes, foi adquirida uma nova sede própria em área nobre de Salvador, com
vistas a ampliação de novos cursos de engenharia e de tecnologia. Dessa forma, a
IES tem crescido acentuadamente com a oferta dos 03 Cursos Superiores de
Tecnologia que dispõe: Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos e Gestão
da Tecnologia da Informação (Reconhecidos em 2012 com Conceito 4), com quase
1.000 alunos, dispõe ainda do Curso de Bacharelado em Administração desativado
que será relançado oportunamente. Em 2012.1 foram Autorizados também seis
novos cursos lançados para início em 2013.1: Engenharia Civil, Engenharia Elétrica
e Engenharia Mecânica, e os Cursos Superiores de Tecnologia em Petróleo e Gás,
Logística e Segurança do Trabalho, totalizando 10 Cursos Superiores.
2.2.4 FACULDADES INTEGRADAS OLGA METTIG
Ao final do ano de 2012, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a
tradicional Faculdade Olga Mettig, com quase cinquenta anos de atuação na
educação superior, sendo a primeira Faculdade de Pedagogia do norte e nordeste
do país. A IES dispõem de graduações na área de pedagogia, administração e
turismo, e será plenamente revitalizada a partir do ano de 2013.
2.2.5 UNIDADES MÉDICAS
Foi implantada também em 2011 uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
numa moderna edificação no subúrbio de Salvador (sede própria), com 36 leitos
disponíveis, destinada a atenção da comunidade circunvizinha, vinculada ao SUS e
disponível a atuação dos nossos alunos em atividades de Estágio e de Prática de
Profissional. Por conseguinte, foi inaugurado em 2012 o Hospital Universitário
Alaíde Costa com 96 leitos, o que confirma a plena disposição do Grupo Dom Pedro
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
II em atuar na área sócio educacional, como já vem sendo contemplado numa
variada oferta de atividades práticas que aprimoram a formação dos alunos com a
aproximação das diversas demandas sociais.
2.3 MISSÃO, VISÃO, VALORES E METAS:
A Faculdade Dom Pedro II se propõe a cumprir o seu papel apresentando uma
política que objetiva contribuir para o desenvolvimento do homem e de seu contexto
social, numa relação de reciprocidade da sociedade local com a comunidade
acadêmica. Assim, a instituição atende às necessidades, aos anseios e às
expectativas da sociedade, ao mesmo tempo em que propicia instrumentos para a
formação de profissionais de qualidade, com postura ética, responsabilidade civil,
compromisso coletivo e caráter humanístico, conhecedores da realidade do seu
tempo e espaço.
A Faculdade Dom Pedro II apresenta em seu Plano de Desenvolvimento Institucional
a seguinte concepção pedagógica:
"A Faculdade D. Pedro II desenvolveu um projeto pedagógico que centra suas
atenções no aluno, através de um processo de construção de sua formação ético,
humana e profissional, com um ensino que desenvolva o criticismo, a reflexão, a
busca do conhecimento e a inserção social do mesmo. Para tanto, a associação
constante entre ensino, iniciação à pesquisa e extensão com o desenvolvimento de
atividades sócio-educativas se caracteriza com fundamento estratégico principal
para o nosso fazer pedagógico".
Portanto, a Faculdade Dom Pedro II apresenta em seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) os seguintes elementos basilares de sua proposta sócioeducacional:
Missão
"Desenvolver a educação, a ciência, a arte e a cultura, com ênfase na criação e
funcionamento de cursos superiores, bem como, de outros cursos de diferentes
níveis"
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Visão
“Nossa visão é desenvolver um ensino criativo, voltado para a interação com a
iniciação à pesquisa e a extensão, valorizando, acima de tudo, a qualificação dos
recursos humanos e sua adequação às necessidades atuais do mercado e da
sociedade”.
VALORES
 o compromisso da IES com os interesses sociais e coletivos;
 o respeito às individualidades inerentes a cada aluno e a cada meio social,
observando o ser-humano sempre como único independente de cor, raça,
sexo, religião, nacionalidade ou qualquer outra orientação pessoal;
 a contribuição com o crescimento social através da formação do ser humano
nos aspectos profissionais e humanísticos;
 a importância da figura do professor como basilar na mediação da
aprendizagem e na aplicação das novas tecnologias;
 a importância do aluno como centro do processo inovado e inovador de
ensino-aprendizagem;
 A busca constante de uma proposta educacional contemporânea, focada
tanto na formação técnico-profissional sintonizada com o mercado de
trabalho, quanto na formação humana voltada para as demandas sociais.
Metas
 Permanente atualização dos Cursos, visando a excelência da gestão, a
interdisciplinaridade e a integração do ensino, pesquisa e extensão através,
inclusive, da socialização profissional;
 Implantação e consolidação de programas de Extensão e Pós graduação
articuladas com o ensino de graduação, visando à qualificação humana
mediante a formação continuada, como forma de garantir a qualidade e a
renovação do conhecimento;
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
 Formação ética, humana e profissional de seres humanos para o mercado de
trabalho;
 Incentivo à qualificação do pessoal docente mediante a formação continuada,
especialização, mestrado e doutorado, como forma de garantir a qualidade e
a renovação do ensino e da iniciação à pesquisa.
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3. DADOS GERAIS DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC):
Curso de Bacharelado em Engenharia
Ambiental
100 (cem)
Total de vagas anuais:
Cinquenta Matutinas e Cinquenta Noturnas
50 alunos por sala em aulas teóricas
Número de alunos por turma:
25 alunos por aula prática
Turnos:
Matutino e Noturno
Regime de matrícula:
Semestral
Carga horária total:
3900 horas
Será integralizado no mínimo em 10 (dez)
Integralização da carga horária do
semestres letivos (05 anos) e no máximo em
curso: limite mínimo e máximo.
14 (quatorze) semestres letivos (07 anos).
Valor proposto para mensalidade R$ 710,00 matutino
relativa ao ano de 2013:
R$ 750 noturno
Denominação:
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
4. CONTEXTO DO CURSO:
4.1 A ENGENHARIA E SUAS PERSPECTIVAS:
A Bahia é um estado que vem crescendo economicamente nos últimos anos, acima
da média nacional, fazendo com que inúmeros investimentos em obras de
infraestrutura e no setor imobiliário se avolumem consideravelmente. Nesse
contexto, o município de Salvador se destaca pela sua importância estratégica no
estado e no país. Podem-se destacar alguns fatores que justificam o bom cenário
atual e a perspectiva de demanda por engenheiros ambientais no futuro:
a) Pré Sal: enorme potencial de crescimento econômico para o Brasil com o
desenvolvimento da cadeia produtiva do petróleo. Dessa forma, as oportunidades de
negócios são promissoras e tem atraído interesse de empresas em todo o mundo.
b) Mão de Obra especializada: No Brasil existem seis engenheiros por mil
habitantes, ao passo que a média mundial é de quinze profissionais para cada
contingente de mil pessoas, segundo relatório da Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o que por si já justifica novos cursos de
Engenharia Ambiental. "Engenharia e desenvolvimento caminham juntos. É o
engenheiro que gerencia o progresso", resume o presidente do Instituto de
Engenharia, Edemar de Souza. Para o presidente do (Conselho Federal de
Engenharia e Agronomia) CONFEA e engenheiro civil, Marcos Túlio de Melo, o país
não teve visão estratégica para preparar mão de obra para o desenvolvimento
econômico. Existem aproximadamente 500 mil engenheiros registrados no Brasil
hoje, mas nem todos trabalham na área. E já cresce o número de profissionais
estrangeiros: são 6 mil atualmente. "Temos 6 engenheiros para cada mil pessoas
economicamente ativas. Na Europa e Ásia, o número varia de 18 a 28 profissionais".
c) Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): proposto pelo Governo
Federal, que seguramente tem dado um novo impulso ao setor, aumentando
significativamente a demanda de profissionais qualificados para darem sustentação
ao crescimento esperado. Pretende-se com a implantação do PAC que o Brasil se
transforme novamente em um “grande canteiro de obras”. O PAC prevê
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
investimentos bilionários em áreas como energia, transportes, saneamento,
habitação e recursos hídricos. "Para cada US$ 1 milhão que se investe, cria-se um
posto de engenheiro", afirma o vice-diretor da Escola Politécnica da USP, o prof.
José Roberto Castilho Piqueira. Com o incremento dos índices econômicos
nacionais, a demanda por profissionais de Engenharia, uma das profissões mais
antigas do mundo, também cresceu. Em tempos de Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC), faltam engenheiros para as obras de infraestrutura, mineração e
na indústria do petróleo, sem contar o boom da construção civil, sobremaneira no
segmento residencial. O PAC é mais que um programa de expansão do
crescimento, trata-se de um novo conceito de investimento em infraestrutura que,
aliado às medidas econômicas, vai estimular os setores produtivos e, ao mesmo
tempo, levar benefícios sociais para todas as regiões do país.
d) Programa Minha Casa Minha Vida: é um programa de habitação do Governo
Federal que visa construir um milhão de novas moradias para a população de baixa
renda.
e) Crédito bancário: A maior oferta de crédito pelos bancos oficiais e privados levou
ao aquecimento da construção civil, alavancado também pela recente abertura de
capital das grandes construtoras. Atualmente, cerca de dois milhões de
trabalhadores atuam na construção civil brasileira, entre engenheiros, mestres de
obras e todo tipo de técnico e tecnólogos em construção. Ainda assim, este
contingente não subsidia a quantidade de obras que necessitam de pessoal
qualificado para serem desenvolvidas.
4.2 A EDUCAÇÃO SUPERIOR:
O Ensino Superior vem crescendo significativamente no Brasil, devido ao
crescimento econômico e a globalização. Pode-se perceber que as Instituições de
Ensino Superior (IES), principalmente as privadas, têm investido na criação de vários
cursos visando à melhoria da qualidade de ensino, a fim de formar profissionais
especializados em todos os segmentos da sociedade.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
No Brasil, as Instituições de Ensino Superior são responsáveis pelos cursos
superiores, cuja criação, diversificação e diferenciação estão consubstanciadas na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394/ 96 e em dispositivos correlatos.
O crescimento das instituições privadas no país se deve, dentre outros fatores, ao
processo de deterioração acentuada do ensino superior público nos anos 90,
ocasionado pela diminuição dos investimentos em educação em todos os níveis,
seja em infraestrutura ou no quadro de pessoal. Os sucessivos cortes orçamentários
atingiram o sistema universitário federal, impedindo sua expansão provocando o
sucateamento das universidades existentes.
Além disso, percebe-se que houve uma expansão bastante significativa do ensino
médio provocando uma demanda por vagas nos vários cursos superiores e fazendo
com que as instituições privadas pudessem suprir a necessidade provocada por
esse aumento. De acordo com o Censo da Educação Superior, "em 2000, havia
1.180 instituições de ensino superior (IES). De cada dez instituições, oito eram
privadas e duas públicas, estas últimas divididas entre federais, estaduais e
municipais". Passados dez anos, pesquisa de mesmo cunho contabilizou 2.377 IES,
sendo 278 públicas (federais, estaduais e municipais) e 2099 pertencentes à rede
privada. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (INEP, 2011), como efeito de ações e de políticas governamentais recentes
voltadas para a expansão da oferta e a democratização do acesso e da
permanência no ensino superior, os resultados do Censo da Educação Superior
2010 reafirmam a tendência de ampliação do atendimento nesse nível de ensino ao
longo da década.
Essas diretrizes revelam a sintonia com o Plano Nacional de Educação 2001-2010
que, entre outros objetivos, estabelece a expansão da oferta de Educação Superior,
a diminuição das desigualdades por região ante a essa oferta, bem como a
diversificação de um sistema superior de ensino que atenda clientelas com
demandas especificas de formação.
O aumento dos salários dos trabalhadores e a criação de novos empregos são
fatores relevantes para o crescimento da demanda por vagas nos diversos cursos de
graduação oferecidos, principalmente, pelas instituições de ensino superior privadas.
Com base nesses fatores, as empresas de médio e grande porte têm investido muito
17
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
na educação de seus trabalhadores, algumas financiando seus estudos para
pagamento em longo prazo, outras arcando integralmente com as mensalidades,
sem nenhum ônus para o trabalhador, visando à melhoria do nível intelectual de
seus profissionais, o aumento da produtividade, diminuição dos índices de
acidentes, aumento da autoestima do trabalhador, crescimento da empresa no
mercado de exportação e outros benefícios que o empresário almeja com um quadro
de profissionais qualificados.
Atualmente, o Brasil pode ser considerado um país de grandes oportunidades. Há
investimentos
em vários
setores
do
mercado
nacional
como:
siderurgia,
agropecuária, petroquímica, mineração, fundição e indústrias dos mais diversos
segmentos, a exemplo da automobilística, móveis, eletrodomésticos, turismo e
construção civil, o que por consequência vem gerando um aumento significativo do
comércio de Bens e Serviços.
A Bahia está se beneficiando com esse aumento de investimentos nas diversas
atividades descritas no parágrafo anterior, pois se encontra em crescente expansão
tecnológica e econômica, necessitando assim, de mão de obra qualificada. O Diretor
de Investimentos da multinacional baiana ODEBRECHT S.A., afirmou em
23/06/2011 que “O Brasil carece de profissionais qualificados”, o que confirma a
demanda de formação superior de ponta.
Nesse sentido faz-se necessário a criação de novos cursos superiores que possam
atender a sociedade civil organizada, criando novas oportunidades de emprego para
todos aqueles que venham a se interessar pela formação acadêmica. Percebe-se
um público potencial para o Ensino Superior e a necessidade de ampliação das
Instituições Privadas na cidade, com abertura de novas vagas, principalmente, para
Cursos de Engenharia, para atender à demanda instalada, o crescimento e o novo
cenário competitivo do Estado baiano.
4.3 O CONTEXTO ECONÔMICO REGIONAL: O ESTADO DA BAHIA:
O Estado da Bahia é o estado do Nordeste de maior expressão cultural e
investimentos financeiros para o desenvolvimento regional. O território baiano é
composto por 417 municípios com múltiplas vocações econômicas e culturais, e uma
18
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grande variedade geográfica que lhe permite um desenvolvimento singular e
significativo. Expressão no cenário político federal por seus representantes, quer
sejam de oposição ou situação, destaca-se como um Estado atuante e
comprometido no processo de modernização e desenvolvimento do País.
A Bahia é o quinto estado do País em extensão territorial, correspondendo a 36,3%
da área total do Nordeste brasileiro. Dos 567.295 Km² de área territorial, cerca de
69% do total se encontra na região semi-árida, enquanto o litoral, medindo 1.183 Km
– dos quais, apenas 912,9 km estão demarcados
–
abriga vários tipos de atrativos
ecossistemas, favorecendo a atividade turística e correlatas.
O principal rio do território baiano é o São Francisco, que corta o Estado no sentido
sul/norte. De importância similar há os rios Paraguaçu e de Contas, aos quais se
somam os rios Vaza–Barris, Itapicuru, Jacuípe, Pardo e Jequitinhonha.
Objetivando conter a devastação acelerada, bem como controlar os seus impactos
na natureza, o Governo da Bahia criou as Áreas de Proteção Ambiental (APA’s)1.
Atualmente, existem 32 APA’s2 no Estado, locais que revelam diferentes
ecossistemas, histórias e culturas dos seus habitantes. Tendo como eixo polarizador
a cidade de Feira de Santana, o sistema rodoviário tem como vias principais a BR242, que liga a cidade de Salvador ao oeste do Estado e à capital federal, a BR-101,
de sentido norte/sul com traçado paralelo ao litoral, e a BR-116, que liga a metrópole
ao sudeste. Outras rodovias estaduais e federais atendem ao tráfego de longa
distância ou atendem às sedes municipais fazendo parte de um sistema combinado.
A taxa anual de incremento demográfico da Bahia vem caindo. Entre as décadas de
80/90 era de 2,09%, caindo para 1,11% nos anos posteriores. Neste mesmo
período, a população urbana cresceu a um ritmo duas vezes superior ao da
1
A Área de Proteção Ambiental (APA) é uma área em geral extensa, com um certo grau de ocupação humana,
dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais, especialmente importantes para a qualidade de vida
e o bem-estar das populações humanas, e tem com objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar
o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais (SNUC - Lei 9.985/2000).
2
Bacia do Cobre / São Bartolomeu, Bacia do Rio de Janeiro, Baía de Camamu, Baía de Todos os Santos,
Caminhos Ecológicos da Boa Esperança, Caraíva Trancoso, Coroa Vermelha, Costa de Itacaré / Serra Grande,
Dunas e Veredas do Baixo-Médio São Francisco, Gruta dos Brejões / Vereda do Romão Gramacho, Guaibim,
Ilhas do Tinharé e Boipeba, Joanes – Ipitanga, Lago de Pedra do Cavalo, Lago do Sobradinho, Lagoa Encantada
e Rio Almada, Lagoa de Itaparica, Lagoas de Guarajuba, Lagoas e Dunas do Abaeté, Litoral Norte do Estado da
Bahia, Mangue Seco, Marimbus / Iraquara, Plataforma Continental do Litoral Norte, Ponta da Baleia / Abrolhos,
Pratigi, Rio Capivara, Rio Preto, Santo Antônio, Serra Branca / Raso da Catarina, Serra do Barbado, Serra do
Ouro, São Desidério.
19
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população total, e as áreas rurais do estado já apresentam redução absoluta de
população. No entanto, a população rural da Bahia ainda é a maior do país.
O processo de urbanização é marcado, por um lado, pela concentração de parcela
expressiva da população urbana na capital Salvador – único município do Estado a
ultrapassar a marca de 500 mil habitantes – e, por outro, pela dispersão desta
população em centenas de centros urbanos de pequeno porte. Nas últimas décadas,
o crescimento expressivo de alguns centros de médio porte vem contribuindo para
fortalecer a rede urbana da Bahia.
4.3.1 – O Cenário Econômico Baiano e suas nuances
A Bahia está consolidada como o segundo Estado brasileiro em captação de
investimentos, superando áreas de grande tradição industrial no País.
O ajuste fiscal das contas do Estado ampliou sua posição dentro dos planos
estratégicos de diversas companhias. Segundo o ex-Secretário da Indústria,
Comércio e Mineração, Dr. Benito Gama, na área industrial (durante o primeiro ano
do governo César Borges) consolidaram-se mais dois segmentos industriais
(informática e calçados), além de haver ocorrido o nascimento da indústria
automotiva baiana.
O cenário econômico da Bahia na mobilização do Plano Plurianual (PPA 20122015), no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é
amplamente favorável à compatibilização dos investimentos nos setores modernos
da economia, sem, no entanto descuidar-se das atividades da base da pirâmide
social. O PIB baiano é calculado com base nos resultados dos grandes setores da
atividade econômica: agropecuária, indústria e serviços.
Dados da Secretaria de Planejamento denotam que o dinamismo da economia
baiana e nordestina tem uma tendência de aceleração, tendo como principais
segmentos o comércio, serviços e construção civil. Este último setor encontra-se
bastante acelerado, predominantemente nas áreas comercial e industrial e gerará
grande impacto na economia baiana, a médio e longo prazo.
20
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Em 2010, a geração recorde de empregos formais e o crescimento de 7,5% do
Produto Interno Bruto (PIB), como mostra o Gráfico 1 e Tabela 1, despontaram o
Estado no cenário econômico nacional.
Figura 1 – Evolução do Produto Interno Bruto (PIB), Bahia e Brasil, 2002/2010.
Tabela 1 - PIB total e per capita
Bahia e Brasil - 2010*
Especificação
Bahia
Brasil***
157,4
3.674,9
90,0
2.092,0
4,3
-
11.232,0
19.016,0
6.394,0
10.824,0
59,9
-
PIB (em R$ Bilhões)
PIB (em US$ Bilhões)**
PIB BA/PIB BR (%)
PIB Per capita (em R$ 1,00)
PIB Per capita (em US$ 1,00)
PIB Per capita BA/PIB per capita BR (%)
Fontes: IBGE, SEI.
* Dados sujeitos a retificação.
** Com base no dólar médio de 2010.
*** Resultados calculados a partir das Contas Nacionais
Trimestrais.
De acordo com as projeções da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais
da Bahia (SEI) um crescimento entre 4,0% e 4,5%, de 2011 a 2014, corresponderá a
taxas mais sustentáveis do que a que obtidas em anos anteriores. Dentre as razões
que nortearam o crescimento das economias brasileira e baiana em 2010, denotouse a importância do aumento do consumo das famílias, como resultado do
crescimento real do salário mínimo e dos programas de transferência de renda, além
dos incentivos; a grande expansão da construção civil; e o impacto das obras do
PAC. Entretanto, configura-se entre um dos maiores desafios do Governo da Bahia,
21
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a forte concentração econômica no entorno da Região Metropolitana de Salvador,
que, entre 2003 e 2008, aglutinou de 41,9% a 43,8% do PIB, considerando o maior e
menor percentuais encontrados.
É notória a dificuldade de mudar o modelo concentrador, uma vez que a tendência
natural da economia é concentrar. Assim, ante a este argumento e não desprezando
os grandes investimentos, exemplos de esforços do governo em interiorizar o
desenvolvimento vem se destacando, tais como a construção de aeroportos e
hospitais e a implantação de universidades e escolas técnicas no interior do estado.
A ferrovia Leste-Oeste também se apresenta como projeto significativo no sentido de
integrar territórios e desconcentrar a economia.
4.3.1.1 – Características dos Setores da Economia Baiana
a) Setor Automotivo:
Dados oriundos da Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos (SEI),
Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA),
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística e Pesquisa Mensal de Comércio (IBGE/PMC),
Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), Departamento Nacional
de Trânsito (DENATRAN) e FORD, comprovam que o mercado brasileiro é o 5º
maior mercado global para os fabricantes de automóveis.
A indústria automotiva estima que as vendas e produção cresçam dos 3,6 milhões
de veículos em 2010 para 4,5 milhões em 2016. No Nordeste, por exemplo, a
proporção é 8 habitantes/ carro, o que demonstra a expansão do mercado
consumidor na região.
Na Bahia, o setor automotivo é um dos mais atraentes. O investidor encontrará no
estado uma infraestrutura logística adequada para escoamento da produção, áreas
para instalação de novas montadoras com terrenos subsidiados e mão de obra
qualificada, além de muitos benefícios.
O Governo Federal criou para o setor automotivo incentivos de caráter nacional. O
Plano Brasil Maior, lançado recentemente, reduz o IPI cobrado sobre a produção de
22
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veículos automotores e visa estimular a produção e o conteúdo nacional, o
investimento e a inovação tecnológica.
O Governo da Bahia também oferece apoio para recrutamento, seleção e
capacitação de mão de obra - o SENAI CIMATEC, um dos diversos centros de
formação profissional presentes no estado, oferece treinamentos específicos
voltados à área de desenvolvimento, projeto e fabricação de automóveis, cursos
técnicos, cursos superiores em tecnologia aplicada e especializações.
O governo estadual disponibiliza incentivos de licenciamento ambiental e suporte
operacional (estradas de acesso às fábricas, pátio para recebimento de mercadorias,
infraestrutura de telecomunicações e dados, facilidade de escoamento, dentre
outros). A empresa ainda conta com a possibilidade de financiar casas vizinhas para
os seus empregados e de usar a estrutura de abastecimento, já instalada para
atender ao Projeto da Ford Motor Company - a Ford realizou, na Bahia, o maior
investimento da montadora no mundo, ampliando a sua capacidade de produção de
250 mil para 300 mil veículos/ano.
Na Bahia, para os próximos anos, já são US$ 2,5 bilhões em investimentos para o
setor, incluindo a ampliação e instalação de montadora de automóveis, motocicletas
e fabricantes de componentes e autopeças. Dentre eles, está a implantação da
primeira montadora da JAC Motors fora da China, que produzirá 100.000 carros/ano,
consolidando o estado no seleto clube mundial dos produtores de veículos
automotores, em 2014. Além disso, vale ressaltar a presença de grandes empresas
de produção de pneus na Bahia, fazendo do estado, o maior polo produtor da peça,
com produção de 40% do que é consumido no País.
Também estão presentes no Polo Industrial de Camaçari e região metropolitana,
fornecedores automotivos, que estão aptos a trabalharem como parceiros na linha
de montagem e no módulo final da montadora.
Os dados do setor automotivo baiano, em 2010, comprovam as oportunidades que
ele oferece aos investidores:
 Quinto maior segmento industrial da Bahia - 7,9% da produção da indústria de
transformação (2010);
 Quinto maior produtor de automóveis: 207,8 mil veículos (2010);
23
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 Sexto maior estado exportador de veículos automotores, peças e partes: US$
545,3 milhões (FOB) (2010);
 Sétimo maior estado importador de veículos automotores, peças e partes:
US$ 1,2 bilhão (FOB) (2010);
 Crescimento de 15% nas vendas de veículos, motos, peças e partes (2010);
 Sétimo maior estado no ranking em licenciamento de veículos novos: 146.027
unidades (2010);
 Oitava maior frota de veículos do país: 2,3 milhões de unidades (2010);
 8.801 empregos diretos gerados (2011);
 Três fábricas de pneus (em ampliação): Pirelli, Continental e BridgestoneFirestone;
 Três fábricas de motos (em implantação): Miza Motos, JNW do Brasil (Johnny
Motos) e Olyver Motos;
 Nos últimos anos, o mercado de automóveis no Brasil cresceu 44%. São
Paulo cresceu 15%. Salvador, na Bahia, cresceu 65%.
Em 2012, o setor secundário da economia manteve-se estável. No segundo
trimestre, a indústria baiana registrou uma expansão de 0,2% na comparação com o
mesmo período de 2011. O baixo desempenho industrial baiano foi determinado,
sobretudo, pela dinâmica negativa do setor de transformação. No ano, o PIB
industrial baiano acumulou alta de 4%.
Ainda dentro do setor industrial, destaca-se a expansão na construção civil (4,4%).
Essa expansão, apesar de ser em níveis muito inferiores aos de trimestres
anteriores, reflete o contínuo investimento da economia baiana num importante
segmento do PIB, que é a formação bruta de capital fixo. Além disso, as bases de
comparação, por serem bastante elevadas, contribuem naturalmente para menores
taxas de expansão do segmento. No ano, a construção civil baiana registra uma
expansão de 8,1%.
b) Indústria Eletroeletrônica e Polo de Informática:
No Brasil, a indústria eletroeletrônica tem grande importância para o PIB porque é
intensiva em tecnologia e influencia outras áreas industriais como a aeronáutica, o
24
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setor automotivo e o setor de equipamentos médico-hospitalares. Segundo dados da
Apex-Brasil, no ano de 2008, esse mercado movimentou US$ 4 bilhões.
Entre os estados da região Nordeste do país, a Bahia se destaca na fabricação de
equipamentos de informática por meio do Polo de Informática de Ilhéus. Lastreado
por decretos que contemplam incentivos à atração de novos investimentos, o Polo
conta com 40 empresas e vem a cada ano se consolidando como uma das mais
importantes
concentrações
da
indústria
no
país,
respondendo
por,
aproximadamente, 15% da produção nacional. O setor baiano registrou, em 2007,
um faturamento de R$ 2,1 bilhões.
Criado para apoiar tecnologicamente o Polo de Informática, o Centro de Pesquisa e
Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus (CEPEDI)
realiza pesquisas, desenvolve projetos, sistemas e produtos e oferece treinamento e
consultoria em Tecnologia da Informação. Em função das necessidades de
desenvolvimento da região, a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de
Ilhéus (INETI) foi fundada logo após.Entre os serviços oferecidos pela INETI estão:
 Apoio de gestão empresarial através de consultorias específicas e
treinamentos;
 Consultoria para implantação de sistemas de qualidade;
 Consultoria sobre o layout empresarial;
 Assessoria no acesso a entidades de pesquisa;
 Gerenciamento de projetos junto a órgãos de financiamento, nacionais
(FINEP; SEBRAE; CNPq, FAPESB) e internacionais;
 Consultoria em registros de patentes junto ao INPI;
 Recursos humanos e serviços especializados;
 Capacitação / formação / treinamento de empresários e/ou empreendedores
nos principais aspectos gerenciais e sobre qualidade de software e hardware.
A Bahia também é o cenário da produção de tablets pela Semp Toshiba Informática,
distribuídos para as lojas de varejo de todo o Brasil. Além da Semp Toshiba, outros
empreendimentos voltados para a eletroeletrônica e semicondutores marcam
25
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
presença:
Discobras, Zforce, Leafership, Comtac, Livon e Clone. Empresas
fabricantes
de
eletrodomésticos,
com
destaque
para
a
MONDIAL
e
a
Eletrodomésticos Pinheiro, também compõe o setor baiano.
c) Setor de Calçados:
O setor de calçados e couros compreende quatro segmentos: as indústrias de
calçados (de couros ou de materiais sintéticos); as indústrias de artefatos de couro
(bolsas, pastas, cintos, dentre outros); as indústrias de curtume; as indústrias de
componentes para artefatos de couros e calçados. Ainda pode ser considerada
como integrante deste complexo a indústria de máquinas para o setor, além dos
frigoríficos e do setor pecuarista.
O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de couro e este é um dos motivos
que levou o Grupo Natuzzi a apostar na Bahia para produzir seus estofados em
couro. O complexo coureiro-calçadista brasileiro é um dos mais importantes para a
economia nacional, alcançando a produção de 894 milhões de pares em 2010 com
faturamento de US$ 12,3 bilhões, o que coloca o Brasil como o 3º maior produtor de
calçados.
Nesta produção, a Bahia colabora com 43 milhões de pares de calçados/ano. O
estado ocupa o quarto lugar entre os exportadores do setor calçadista do País - em
2010, a Bahia exportou 7,4 milhões de pares, gerando uma receita de cerca de US$
91 milhões.
Dados do SICM denotam que a indústria calçadista da Bahia encontra-se em plena
expansão, com 47 empresas de fabricação de calçados - dentre elas a Ramarim,
que possui investimentos de R$ 5 milhões no estado - e 22 empresas de fabricação
de componentes de calçados. Nos últimos anos, o estado tem atraído várias
empresas para instalar suas unidades em virtude do incentivo fiscal e da mão de
obra disponível na região - seis fábricas de calçados estão em processo de
implantação, sendo cinco novas unidades e uma ampliação. Em setembro de 2011,
foram concluídas as obras de construção e/ou ampliação de galpões para a
Amazonas Calçados (Jequié), Calçados Pegadas do Nordeste (Ruy Barbosa) e
Calçados Malu (Alagoinhas), visando fomentar o desenvolvimento industrial do setor,
26
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através da disponibilização da infraestrutura necessária à implantação e/ou
ampliação de empresas deste segmento.
O polo calçadista baiano dispõe de mão de obra qualificada, oferta de matéria prima,
tecnologia em processos e equipamentos e flexibilidade para atender as demandas.
A Área de Calçados e Couro do SENAI CIMATEC é responsável pela qualificação de
todos os níveis dos profissionais que integram as empresas do polo calçadista no
estado,
realizando
serviços
de
consultoria,
programas
de
qualificação
e
aperfeiçoamento voltados para a evolução tecnológica do segmento, oferecendo
cursos voltados para a produção de calçados, artefatos de couro e design de ambos
os artigos.
d) Setor Químico e Petroquímico:
A indústria química é um dos mais importantes e dinâmicos setores da economia
brasileira e ocupa o 9º lugar no ranking mundial. Na Bahia, o setor químico
respondeu por 21,6% (2010) do valor bruto da produção da indústria de
transformação, situando-se em segundo lugar, ficando atrás de refino de petróleo e
coque (33,0%), segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da
Bahia (SEI). A petroquímica, por sua vez, possui um enorme peso no valor bruto da
produção do setor químico local (48%) e suas exportações, agregadas às do
conjunto deste setor, lideram, historicamente, a pauta de exportações baianas (20%
em 2010).
A disponibilidade de matérias-primas, insumos básicos e recursos minerais, tais
como, petróleo, gás, calcário, manganês, cromo, vanádio, níquel, ferro, dentre
outros, faz do estado da Bahia um local favorável a novos investimentos.
A Bahia possui o primeiro complexo petroquímico planejado do país e o maior
complexo integrado do hemisfério sul – o Polo Industrial de Camaçari (PIC). O Polo
de Camaçari oferece aos empreendimentos a disponibilidade de uma boa
infraestrutura, alto nível de integração, compartilhamento de operações e serviços e
eficientes sistemas de controle ambiental. O PIC abriga, hoje, 90 empresas, das
quais 34 são químicas e petroquímicas, dentre elas a Basf, a Dow, a Monsanto e a
Dupont.
27
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Também está em fase de implantação o Polo Acrílico pela multinacional alemã Basf,
com investimento inicial de R$ 1,2 bilhão para produção de ácido acrílico, acrilato de
butila e polímeros superabsorventes (SAP), abrindo perspectivas para mais uma
cadeia produtiva na Bahia e consolidando a terceira geração petroquímica.
O panorama recente deste setor na Bahia, segundo a SICM, assim e apresenta:
 Faturamento anual: US$ 15 bilhões;
 Setor químico/petroquímico: 30% das exportações baianas (2010);
 O setor químico/petroquímico é o mais representativo dentro Polo Industrial
de Camaçari;
 Polo Industrial de Camaçari: 20% do PIB baiano (2010);
 Polo Industrial de Camaçari: 45 mil empregos diretos/indiretos gerados;
 Proximidade com uma estrutura portuária de porte e com uma refinaria;
 Amortização de boa parte do capital investido;
 Um
sistema
coletivo-integrado
de
segurança
industrial
(atendimento
emergencial);
 Cuidados ambientais (anel florestal e tratamento de efluentes e resíduos
industriais, gerenciado pela Central de Efluentes Líquidos - CETREL).
A capacidade de escoar, de forma competitiva, sua oferta no mercado nacional e
nos mercados americanos, a busca por fontes baratas de matérias-primas (pré-sal e
matérias-primas renováveis) e a articulação com o governo para garantir uma
adequada legislação antidumping diante de importações predatórias, em um cenário
de câmbio valorizado e de superoferta no mercado internacional são fatores que
podem influenciar decisivamente no crescimento do setor químico e petroquímico no
Brasil.
e) Setor de Papel e Celulose:
A Bahia possui um dos maiores parques industriais de celulose do mundo. Dois
municípios presentes no sul do estado, Caravelas e Mucuri, ocupam o primeiro e o
terceiro lugar, respectivamente, dentre as três primeiras cidades brasileiras que mais
28
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produzem madeira para celulose. O estado ocupa a 2ª posição na produção da
matéria no Brasil, com 14,7 milhões de m³ produzidos, em 2010. Além disso, a Bahia
possui uma produtividade média de celulose, pelo menos, 20% superior a do País 4º maior produtor mundial - segundo a Associação Brasileira de Produtores de
Florestas Plantadas (ABRAF). Em 2010, a produção baiana alcançou 2,32 milhões
de toneladas.
O estado também se destaca na produção de papel como 4º maior produtor
brasileiro, chegando a 450 mil toneladas, em 2010.
A indústria de papel e celulose é contemplada pela alta produtividade das florestas
de eucalipto e pinus. A Bahia aparece em 4º lugar, no País, em termos de
localização de maciços florestais, com 658 mil hectares plantados, o que representa
10,1% da área plantada com pinus e eucalipto no Brasil, segundo dados da Abraf. A
produtividade média dos plantios de eucalipto no País é de 44 m³/ha/ano, mas as
condições favoráveis de solo e clima do estado permitem que os plantios florestais
apresentem a maior produtividade brasileira e mundial, atingindo 65 m³ por ha/ano.
Ressalta-se ainda os processos industriais, que utilizam tecnologia de ponta, o que
aumenta a competitividade do setor e o seu bom desempenho nos mercados interno
e externo.
A Bahia possui, atualmente, nove indústrias. A Veracel, por exemplo, considerada
uma das indústrias mais avançadas do mundo no setor, é especializada na
produção de celulose. Existem, também, outras integradas, como a Suzano que, em
Mucuri, possui a sua maior unidade produtora de celulose e papel no Brasil. Estas
duas fábricas, juntas, representam 21,2% da produção nacional. Sem contar as
indústrias exclusivas de produção de papel, a exemplo da Fofex, e outras
especializadas, como a Bahia Specialty Cellulose (BSC), única produtora de celulose
solúvel com alto teor de pureza da América Latina.
A produção industrial do setor tende a se expandir na Bahia e já estão sendo
anunciados investimentos da ordem de R$ 8 bilhões até 2015, a exemplo da
ampliação da Veracel, que se constitui no maior investimento privado no estado, no
atual ciclo de desenvolvimento - um volume estimado em R$ 6 bilhões. A construção
de três novas fábricas da Suzano também está na pauta do crescimento, além da
previsão de novos plantios florestais para fazer frente à demanda. Também merece
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destaque a Kimberly Clark Brasil, com a instalação de uma unidade industrial e de
um centro de distribuição, em Camaçari, investimento estimado em R$ 100 milhões.
A Bahia tem um litoral grande que permite o escoamento dessa produção para os
mercados internacionais. As exportações baianas de papel e celulose atingiram US$
1,67 bilhão em 2010, ocupando o segundo lugar no ranking de produtos da pauta de
exportações do estado. A China é o maior mercado para as exportações baianas de
papel e celulose, representando cerca de 32% do total, seguida pelos Estados
Unidos.
f) Setor de Bebidas:
A indústria brasileira de bebidas reveste-se de considerável importância para a
economia nacional em virtude, não apenas do valor da produção, como também em
função do elevado dinamismo que tem apresentado recentemente, parcialmente
responsável pelo notável crescimento de determinados fabricantes que, hoje,
ocupam posição de destaque no país e no exterior.
Contingente considerável destes fabricantes compõe o setor de bebidas da Bahia. A
localização estratégica, facilitadora da distribuição dos produtos para as diversas
regiões do país, principalmente, Nordeste e Sudeste, o clima e a qualidade da água
são fatores responsáveis pela atração das empresas ao estado.
O polo de bebidas baiano está localizado no município de Alagoinhas, onde estão
instaladas importantes cervejarias, como a Itaipava do Grupo Petrópolis. Com data
marcada para começar a operar em maio de 2013, a cervejaria é fruto do
investimento de cerca de R$ 1 bilhão pelo Grupo.
g) Setor Alimentício
O Brasil faz parte de um seleto grupo de países que dispõem de uma reserva de
terras agricultáveis e lidera o ranking de produção e exportação de café, açúcar,
suco de laranja, como também é líder na exportação de etanol, carne bovina, fumo e
carne de frango.
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No ano de 2010, um em cada quatro produtos em circulação no mundo foram
brasileiros. Projeções do Ministério da Agricultura do Brasil estimam que, em 2030,
um terço dos produtos do agronegócio comercializados no mundo serão brasileiros.
O estado da Bahia é líder nacional na produção de coco, manga, sisal, cacau,
guaraná, mamona, mamão, maracujá como também na produção dos rebanhos de
caprinos, asininos e muares e credencia-se também como o próximo polo exportador
de carne bovina, caprina e de aves.
Na Bahia, a agroindústria apresenta diversificadas oportunidades de investimentos
nas cadeias produtivas.
 Uva e vinho: a Bahia possui variedade de uvas com qualidade reconhecida
para produção de vinhos, realiza colheita de duas safras e meia/ano e a sua
área de produção pode ser ampliada para atender ao crescente mercado
interno e de exportação.
 Cacau: principal centro de pesquisa de cacau do mundo, o estado conta com
um polo de produção de cacau orgânico, a Costa do Cacau, e com biofábrica
para produção de mudas de cacau, oferecendo como uma das oportunidades
a produção de chocolates finos e derivados.
 Soja: disponibilidade de área para ampliação do cultivo, implantação de
agroindústrias processadoras de óleos, farelos e subprodutos para fabricação
de alimentos e de ração animal e ampliação dos polos avícola e suinícola são
oportunidades para quem quer investir.
 Milho: a Bahia ocupa posição estratégica no abastecimento do grão no
Nordeste, uma vez que os demais estados da região são consumidores do
produto. O milho é a cultura ideal para rotação com a soja. A produção de
farinhas e rações está entre as oportunidades.
 Pecuária de corte: a extensão territorial do estado permite a criação de
bovinos a pasto, por meio de vários sistemas e a produção do novilho
precoce, com alto lucro, agregando valor a carne de qualidade superior. Bahia
é Zona Livre de Febre Aftosa.
 Leite: a Bahia é o maior produtor do Nordeste, com polos estruturados para a
produção de leite, possui plantas industriais já instaladas e áreas propícias
31
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para expansão da atividade. A implantação de parque industrial para
produção de derivados é mais uma oportunidade.
 Ovinocaprinocultura: A Bahia é o maior produtor de caprinos e possui o maior
rebanho do Brasil. As oportunidades estão concentradas em pesquisa de
melhoramento animal e na produção de queijos, leite e derivados.
 Fruticultura: Segundo maior polo de frutas em conformidade com os
mercados, a Bahia tem potencial para implantação de agroindústrias de sucos
concentrados, doces diversos, polpas de frutas e frutas cristalizadas.
 Aquicultura e pesca: a Bahia possui maior extensão litorânea do país, 11
ecossistemas aquáticos e, aproximadamente, 200 pontos de pescado. A
produção de camarão em cativeiro (carcinicultura) desponta entre as maiores
do país.
 Aves e suínos: três regiões do estado têm grande potencial para a instalação
e ampliação de polos avícolas e suinícolas. Oportunidades na implantação de
parque industrial para equipamentos, instalações e máquinas e de novas
integradoras.
h) Comércio e Serviços:
Os setores de comércio, serviços e construção civil na Região Metropolitana de
Salvador participaram com 54% para a formação do PIB estadual. O Governo do
Estado vem desenvolvendo uma série de atividades para buscar níveis de
crescentes de competitividade para o setor, através da modernização e
racionalização de todas as operações que integram a atividade comercial, como o
desenvolvimento de um programa de e-commerce.
O segmento de serviços foi, mais uma vez, determinante para a composição da taxa
final do PIB baiano, seja pela sua importância – 63% da economia baiana são
serviços – seja pela expansão verificada no primeiro trimestre (4,5%). No ano, o
setor de serviços acumulou uma expansão de 4,7%.
Com relação ao Comércio, o destaque maior ficou por conta da expansão do
segmento varejista, com crescimento de 7,9% no primeiro trimestre e 7,2% no ano.
De acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC-BA), o segmento
32
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de equipamentos materiais para escritório, informática e comunicação registrou a
maior expansão no segundo trimestre de 2012 (51,7%), seguido por veículos e
motos (13,8%) e móveis e eletrodomésticos (12%).
Cabe
destacar
ainda
o
crescimento
no
segmento
de
hipermercados
e
supermercados (4,1%) e material de construção (6,4%). Os bons números do setor
de comércio varejista são o reflexo, em parte, do desempenho positivo do mercado
de trabalho, que registrou, segundo dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), uma taxa de desemprego média de 11,6% no primeiro semestre,
praticamente igual à do mesmo período de 2011 e à elevação do rendimento das
pessoas ocupadas, que, segundo a mesma pesquisa, registra uma expansão de
7,8% em 2010.
i) Mineração:
Segundo dados da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM), o estado
da Bahia é o quinto produtor brasileiro de bens minerais, registrando uma produção
na ordem de R$ 2,1 bilhões em 2011. Com um território cuja diversidade geológica é
muito grande, extraindo aproximadamente 40 substâncias minerais, a Bahia figura
como um dos três principais alvos de interesse para a prospecção mineral no país,
especialmente para minerais metálicos como ferro, ouro, alumínio, cobre, entre
outros.
No cenário nacional, a Bahia goza de privilegiada posição quanto à utilização de
recursos modernos de prospecção mineral, com 61% de seu território mapeado
através de levantamentos aerogeofísicos. Ainda assim, o estado possui um dos
maiores potenciais minerais inexplorados do Brasil.
A potencialidade do subsolo baiano para descoberta de novas jazidas e ampliação
das reservas dos depósitos minerais existentes é comprovada pela quantidade de
requerimentos de pesquisa protocolados pelo Departamento Nacional da Produção
Mineral. O estado é, hoje, o primeiro do país em requisições de área para pesquisa
mineral, especialmente, commodities minerais.
As perspectivas futuras da Bahia são as melhores possíveis, já que se encontram
em fase de implantação novos empreendimentos e desenvolvimento de projetos
33
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
para a produção de minério de ferro, pelotas, ferro-gusa, ferro-vanádio, tálio, bauxita,
gipsita e a expansão da produção de ouro e magnesita, com investimentos da ordem
de aproximadamente 20 bilhões até 2015, além de outros projetos em fase inicial de
desenvolvimento, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terrasraras. Entre os novos empreendimentos em implantação no estado estão a Bahia
Mineração, a Magnesita S.A, a Yamana Gold, a Ferrobahia, a Ferrous Resources e
a Rio Tinto Alcan.
O Governo da Bahia adota uma política mineral voltada para a expansão da
mineração, mediante ações que objetivam a descoberta de novas jazidas e
depósitos, o diagnóstico da potencialidade mineral do estado, o desenvolvimento
tecnológico e a implantação de infraestrutura viária e energética que viabilizem
empreendimentos privados no setor. A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral
(CBPM) é uma empresa governamental que dedica especial atenção à divulgação
das oportunidades de aproveitamento econômico dos prospectos, depósitos e
jazidas minerais por ela descobertas e estudadas, visando transferi-las à iniciativa
privada por meio de concorrências públicas, poupando aos investidores os riscos, os
custos e o longo tempo necessário à descoberta, estudo e legalização de uma jazida
mineral adequada aos seus objetivos empresariais.
A política industrial do estado também tem como diretriz a agregação de valor na
cadeia produtiva mineral pelo estímulo à transformação mineral em produtos de
maior valor agregado. A Bahia conta, para isso, com uma política de incentivos à
industrialização, acesso a centros de excelência para formação de mão-de-obra
especializada
e
todo
o
apoio
necessário
para
a
implantação
desses
empreendimentos. Em síntese, este é o panorama do setor mineral na Bahia:
 Quinto produtor brasileiro de bens minerais;
 Primeiro produtor brasileiro de urânio, cromo, salgema, magnesita e talco;
 Destaque nacional na produção de níquel, cobre, ouro, além de possuir a
maior diversidade cromática de rochas ornamentais do país;
 Tem seu território, na sua quase totalidade, coberto por mapeamento
geológico, na escala 1:250.000 e grande parte coberto por mapeamentos em
escala 1:100.000, bem como outras escalas maiores;
34
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 Gera mais de 13 mil postos de trabalhos, dos quais 11.400 estão no interior,
especialmente na região do semiárido e mais de 1.500 empregos na região
metropolitana de Salvador;
 Em sua pauta de exportações figuram o ouro, concentrado de níquel, minério
de manganês e seus concentrados, sulfato de bário, cromita, ferro-ligas (FeMn, Fe-Cr, Fe-Si-Cr), cátodos de cobre refinado, magnesita, ligas de
alumínio, pedras preciosas e semipreciosas, mármores e granitos;
 O Comércio Exterior de Bens Minerais na Bahia em 2011 superou um saldo
de US$ 1,7 milhão.
j) Petróleo e Gás:
A indústria de petróleo do Brasil nasceu na Bahia. O primeiro poço de petróleo foi
encontrado em 1938, no bairro do Lobato, em Salvador, capital da Bahia, e em
1941, o Governo Federal anunciou a criação do campo de exploração de petróleo
aqui, em Candeias. Em 1953, a Petrobras foi criada e dentre os seus primeiros
patrimônios está a Refinaria Landulfo Alves, em Mataripe (BA), segunda maior
refinaria de petróleo do País. A refinaria possui uma capacidade de 320 mil
barris/dia, representando aproximadamente 14,5% da capacidade de refino
brasileira.
Em 1968, a Petrobras começou a desenvolver um projeto de mineração e deu início
à exploração de petróleo em águas profundas. A partir dessas pesquisas houve um
aumento significativo da produção de petróleo no Brasil e o país se tornou referência
no domínio da tecnologia de exploração do petróleo em águas profundas e ultra
profundas.
Em 2006, o volume de produção atingiu níveis ainda mais elevados e pela primeira
vez superou a demanda total da economia brasileira. Um ano depois, o governo
anunciou a descoberta de uma nova área exploratória na camada pré-sal. Essas
reservas de petróleo estão a sete mil metros de profundidade e possuem óleo de
excelente qualidade. Se as estimativas estiverem corretas, essas novas reservas
serão capazes de duplicar o volume de produção de petróleo e gás no Brasil.
A produção de petróleo no país foi a maior registrada nos últimos 10 anos em 2011,
de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis –
35
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ANP. Foram produzidos aproximadamente, 768 milhões de barris de petróleo e 24
bilhões de metros cúbicos de gás natural, representando um total de 919 milhões de
barris de óleo equivalente (boe).
Neste contexto, o estado da Bahia conta com o maior complexo petroquímico
integrado do Hemisfério Sul - o Polo Industrial de Camaçari. O complexo tem mais
de 90 empresas, petroquímicas, químicas e indústrias de outros segmentos.
O Plano de Negócios da Petrobras destina para a Bahia US$ 9,8 bilhões entre
Petrobras e parceiros. Nos investimentos previstos, está a construção do Terminal
de Regaseificação da Bahia, que terá capacidade para regaseificar 14 milhões de
m³/dia de GNL. Hoje, o estado é exportador de gás graças ao Campo de Manati,
localizado na Baía de Camamu. Recentemente, o Campo aumentou a sua
capacidade para 6 a 8 milhões de m³ por dia. A Bahia também conta com uma das
maiores distribuidoras de gás do Brasil, a Bahiagás.
No segmento de Exploração e Produção (E&P) de Petróleo e Gás, a Bahia possui
cerca de nove bacias sedimentares e nele trabalham cerca de 30 empresas
concessionárias responsáveis por 2,3% de toda a produção de óleo e 15,5% da
produção nacional de gás.
Tais fatos, juntamente com a exploração do pré-sal e a esperada escala e
continuidade
das
encomendas,
sinalizam
uma
grande
oportunidade
de
fortalecimento para a cadeia de suprimentos da indústria petrolífera.
Outra oportunidade verificada no setor refere-se ao crescente índice de
nacionalização dos equipamentos, exigido pela ANP nas rodadas de licitação para
concessão de direitos de exploração e produção de petróleo e gás natural em
território brasileiro. Para atender parte dessa demanda está em implantação, no
município de Simões Filho, a Bomcobras Negócios e Equipamentos para Petróleo e
Gás, joint-venture formada pelas empresas brasileiras Grupo Asperbras e Brasil
China Petróleo – BRCP e a estatal chinesa Baoji Oilfield Machinery Company
(Bomco).
Vale ressaltar que a Bahia possui a sua rede – a RedePetro Bahia – que é uma
associação de empresas fornecedoras de bens e serviços aos segmentos de
exploração, produção, refino, petroquímica, transporte e distribuição de óleo e gás.
Em números sucintos, entre 2002-2009, a Bahia pode ser assim caracterizada:
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 Terceiro Estado brasileiro em número de poços produtores de petróleo e gás;
 Sexto Estado em reserva de gás natural, por localização (terra e mar);
 Sexto Estado em reserva de petróleo, por localização (terra e mar);
 Sexto Estado em produção de petróleo, por localização (terra e mar);
 Terceiro Estado em distribuição de royalties sobre a produção de petróleo e
gás natural, de acordo beneficiários;
 Sétimo lugar em preços médio do GLP, praticados ao consumidor.
k) Indústria Naval e Náutica
O segmento de construção de navios de grande porte, no Brasil, encontra-se em
expansão e existe uma carteira significativa de contratos e perspectiva de
contratações adicionais. Seu Parque Industrial tem capacidade para construção de
estruturas de grande complexidade, contudo, neste momento, os desafios são
aumentar a produtividade, ampliar a base industrial para fazer frente à expansão da
demanda e aumentar o conteúdo nacional.
No ramo da indústria naval, especialmente da indústria offshore, a Bahia abriga a
construção de equipamentos desde a década de 70 e teve um papel importante na
primeira fase da exploração brasileira de petróleo no mar e na construção de
plataformas fixas. Além disso, o estado dispõe de condições favoráveis à
dinamização do setor devido à disponibilidade de áreas costeiras com condições
físicas adequadas para a atividade.
Novas estruturas nos portos e, até mesmo, novas funções estão sendo criadas para
dar conta do crescimento na área naval. Os projetos previstos incluem a construção
e modernização de estaleiros na Bahia.
Atualmente, está sendo implantado o Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) no
município de Maragogipe, empreendimento que transformará a Bahia no maior
parque de construção naval do Nordeste. O projeto prevê a implantação de uma
unidade de produção moderna e capaz de construir, em dique seco, cascos de
navios, navios sonda (Drilling Ships), módulos para plataformas e Unidades
flutuantes de armazenamento e transferência (Floating Production Storage and
Offloading - FPSO) e realizar a consequente integração destes equipamentos.
37
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No mesmo município, está localizado o Canteiro São Roque do Paraguaçu, uma
instalação da Petrobras cedida a empresas terceirizadas para executar projetos
específicos. Neste momento, o Consórcio Rio Paraguaçu está instalado no local,
contratado pela Petrobras Netherlands B.V. para a execução de serviços de
engenharia, suprimentos e construção das plataformas de perfuração autoelevatórias P-59 e P-60, que retomam a produção nacional deste modelo de
plataforma, pois unidades similares não eram construídas no Brasil há quase 30
anos.
Para o desenvolvimento das atividades náuticas, o estado da Bahia possui um dos
maiores potenciais do globo e faz parte da região do Brasil com maior vocação para
o turismo náutico no mundo: o Nordeste. Com 1.188 km de litoral navegável e a
maior baía tropical do mundo, o litoral baiano dispõe de ventos constantes e
favoráveis à prática de esportes náuticos e inexistência de ocorrências de
intempéries tais como furacões, tsunamis ou maremotos.
A pesca é outro significativo ramo para o desenvolvimento náutico. Este mercado
vem crescendo em todas as modalidades: pesque-pague, aluguel de embarcações,
hotéis-fazendas, barcos-hotéis e pesca esportiva em alto mar. Também são grandes
as possibilidades de desenvolvimento do mergulho como esporte.
O estado da Bahia foi escolhido pelo Ministério do Turismo Brasileiro como Piloto do
Turismo Náutico no Brasil. Um dos principais objetivos é transformar o estado na
porta de entrada do turismo náutico internacional para o Brasil.
Atento a essas oportunidades, o Estado fornece apoio institucional e celeridade aos
empreendimentos e projetos novos, em implantação ou operação, e oferta
programas diretamente voltados para o segmento. Para o seu desenvolvimento, o
Governo do Estado está propondo a implantação de um polo náutico na Bahia, que
inclui um amplo conjunto de atividades envolvendo desde a construção de marinas,
centros de formação profissional, tanto para o setor da indústria náutica quanto para
navegação.
O Complexo Náutico Naval da Baía de Aratu, em fase de implantação, abrigará mais
três empresas de fabricação de módulos, e a Marina de Aratu está sendo ampliada
para abrigar cerca de 1.000 embarcações de esporte e lazer e empresas industriais,
comerciais e prestadores de serviço do segmento náutico, além de mais 800 mil m²
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destinados a indústria de médio e grande porte da cadeia produtiva dos segmentos
náutico e naval.
As Tabelas 2 e 3 a seguir, mostram a distribuição dos investimentos, por setores de
atividades e por municípios:
Tabela 2 – Investimentos de municípios baianos
1998-2010
MUNICÍPIOS
Camaçari / Simões Filho / Dias D’Ávila
Salvador
Eunápolis
Mucuri
Juazeiro
Ilhéus
Feira de Santana
Barreiras
Porto Seguro
Itabuna/Itajuípe
Lauro de Freitas
Jequié
Santo Antonio de Jesus
Vitória da Conquista
TOTAL
FONTE: Gazeta Mercantil
U$ Bilhões
5,00
2,12
1,60
1,33
0,56
0,35
0,34
0,23
0,20
0,10
0,04
0,02
0,01
0,00
11,89
%
42,05
17,85
13,46
11,17
4,73
2,91
2,86
1,92
1,70
0,81
0,34
0,13
0,07
0,01
100,00
Tabela 3 - Investimentos por Setores de Atividades na Bahia
1998/2015
SETOR
Alimentos
Mineração
Minerais não Metálicos
Metalurgia
Mecânica
Comunicação
Eletroeletrônica
Informática e Telecomunicações
Autopeças e Material de Transporte
Madeira / Móveis / Papel
Têxtil e Couro
Química e Petroquímica
Plásticos e Borracha
Farmacêutico / Higiene
Bebidas e Fumo
Construção
Comércio Atacadista
Comércio Varejista
Distribuidores de Veículos e Peças
U$ Bilhões
1,099
0,014
0,018
0,064
0,021
0,006
0,017
0,163
2,959
2,618
0,083
1,817
0,243
0,005
0,017
0,277
0,002
0,095
0,011
%
9,25
0,12
0,15
0,54
0,18
0,05
0,14
0,137
24,89
22,03
0,7
15,29
2,04
0,04
0,14
2,33
0,02
0,8
0,09
39
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Serviços Gerais
Transporte e Armazenagem
Serviço Público
Não Definido
TOTAL
0,366
0,498
1,473
0,020
11,886
3,08
4,19
12,39
0,17
100
FONTE: Gazeta Mercantil
Pode-se observar que os investimentos estão concentrados em poucos Municípios
do Estado, o que caracteriza um elevado grau de concentração de renda,
principalmente na RMS. O maior volume de investimento (42%) está destinado aos
municípios de Camaçari, Simões Filho e Dias D’Ávila. Observe-se, ainda, que
apenas seis municípios concentram 84,5% do investimento total, direcionado a
poucos segmentos, alguns destes já consolidados em sua economia.
Como se pode observar, a Bahia vem apresentando um crescente desenvolvimento
econômico, impulsionado pelos investimentos estrangeiros e nacionais na busca de
superar suas dificuldades sociais e atingir os níveis de crescimento dos grandes
centros do sul e sudeste do País.
4.4 O CONTEXTO ECONÔMICO DO ENTORNO: O BAIRRO DO COMÉRCIO:
A Faculdade Dom Pedro II aderiu com sucesso ao Plano de Revitalização do Bairro
do Comércio do Município de Salvador, sendo considerada a instituição de maior
adesão ao mesmo e que mais aportou investimentos institucionais, perfazendo
aporte de mais de 20 milhões de reais.
O Bairro do Comércio localiza-se na Cidade Baixa de Salvador, dentro do Centro
Histórico. Antigo centro comercial desde colônia e o império, o Comércio viu a
maioria das organizações migrarem para uma nova região comercial a partir da
segunda metade do século XX, com a criação das avenidas de vale. Praticamente
abandonado nas décadas de oitenta e noventa, a partir do ano de 2002 a Prefeitura
de Salvador desencadeou ações de fomento para a revitalização do Comércio,
instalando um escritório de mediação para esse fim.
Dentro dessa perspectiva, a Faculdade Dom Pedro II foi a primeira organização a
aderir ao projeto proposto, adquirindo o seu primeiro prédio em instalações
seculares já no ano de 2003. Na medida de sua expansão, mais três prédios foram
40
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
agregados, todos históricos e com idade média de 70 (setenta) a 100 (cem) anos,
com destaque ao prédio da antiga Leste, tradicional edificação localizada na Praça
da Inglaterra com por volta de cento e vinte anos.
Realizando grandes investimentos na aquisição dos prédios, a Faculdade Dom
Pedro II realizou aportes significativos na revitalização dos mesmos, sempre
mantendo a sua arquitetura histórica secular, mediante o trabalho de engenheiros,
arquitetos e profissionais especializados na preservação de patrimônios históricos e
culturais, com destaque a preservação da sede 04, inaugurada no primeiro semestre
acadêmico de 2010. Este prédio teve sua construção iniciada em 1877, com
instalações e arquiteturas históricas que datam do final do século XIX.
Do ponto de vista econômico, o impacto da instalação da Faculdade Dom Pedro II
também se denota pela inserção de por volta de cinco mil alunos, além de trezentos
colaboradores, somando-se ainda o público indireto e os funcionários da construção
civil que trabalham na revitalização dos prédios.
Dessa forma, a quantidade de prestadores de serviço se multiplicou para o
atendimento dessa nova população, bem como, o comércio em geral se ampliou
tendo em vista o aumento significativo da circulação de pessoas. Uma nova unidade
da Polícia Militar se instalou, além de outros serviços públicos. Na área privada,
salienta-se ainda a chegada de supermercados, farmácias e demais unidade
comerciais de apoio.
No âmbito do turismo, novas vias de acesso estão sendo construídas para ligar as
estradas federais e estaduais ao Porto de Salvador, também localizado no bairro do
Comércio. Vale salientar que, inclusive, o Governo do Estado da Bahia já iniciou os
trabalhos de licitação para fins da construção da Ponte Salvador/Itaparica, que ligará
todo o recôncavo da Bahia ao Porto de Salvador. Dessa forma, o fluxo aumentará
sem prejuízo as demais rotinas em função das vias elevadas que já se encontram
edificadas para desafogar o tráfego.
Agrega-se a tal projeto a instalação do Porto de Turistas, de maneira que se eleve a
chegada e o conforto de turistas oriundos de cruzeiros náuticos, todos com acesso
ao Centro Histórico de Salvador pelo bairro do Comércio. Por fim, já se encontra
assinado o Protocolo para instalação do Centro Náutico da Bahia, com a construção
41
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
de rotas, marinas e hotéis na Baía de Todos os Santos, com suporte principal no
bairro do Comércio de onde saem a maioria das embarcações.
Por outro lado, a revitalização do Comércio também perpassa a chegada de novos
escritórios de atividades diversas, o que também demanda profissionais de formação
qualificada e específica.
Sintonizada com esse todo de revitalização comercial econômica, a Faculdade Dom
Pedro II se propõem a manter um nível elevado de sintonia com toas as inovações
sócio-econômicas propostas pelas iniciativas públicas e privadas, realizando
diversas atividades formativas associadas a essa mudanças e voltadas para a
aproximação do futuro egresso a esse contexto.
Para tanto, dentre as estratégias dispostas para esse fim, dispomos de extensões,
graduações e pós-graduações sintonizadas com essas demandas, buscando a
contínua atualização para melhor formar o ser-humano no aspecto profissional e no
social. Assim, firmamos diversos convênios de aproximação com segmentos
comerciais, econômicos e administrativos de origem pública e privada, visando o
diálogo constante e a sintonia sócio-econômica. Dentre os quais, destacamos o
convênio que aproxima a nossa instituição com Associação Comercial da Bahia,
órgão secular localizado no bairro do Comércio, o que mantém elevado o nosso grau
de inserção a realidade comercial e econômica no âmbito local e regional.
Do ponto de vista social e cultural, as dependências estão sempre disponíveis para
atividades sócio-culturais da comunidade local e circunvizinha de natureza
diversificada, inclusive, disponibilizamos o único auditório de porte da região, com
acomodação servível inclusive para atividades teatrais.
Dessa forma, com predominante perfil sociocultural, a Faculdade Dom Pedro II vem
realizando cotidianamente atividades sócio-educativas com as comunidades locais e
circunvizinhas, de
maneira a enfatizar
seu perfil educativo
que
associa
constantemente atividades teóricas com as práticas, buscando sempre aproximar
seu corpo discente da sociedade em geral, atenuando as necessidades do povo
soteropolitano e oportunizando aos alunos o aumento de sua sensibilidade e
preocupação com as demandas sociais.
42
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
5. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO:
5.1 CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA:
A vocação da Faculdade Dom Pedro II através de seus cursos pode ser definida na
busca constante da articulação entre ensino e extensão como forma de proporcionar
uma educação que conduza os envolvidos no processo ensino-aprendizagem ao
desenvolvimento da capacidade de pensar, refletir e buscar soluções para os
problemas sociais sejam eles locais, regionais ou nacionais, promovendo, assim,
uma educação de qualidade e socialmente responsável.
Na Faculdade Dom Pedro II a aprendizagem é pensada como um processo
continuado e gradativo, em que aquele que aprende é sujeito ativo do conhecimento.
O estudante é construtor de seu conhecimento a partir da reflexão e da indagação
de sua prática e de seus conhecimentos prévios. Sua participação no processo de
formação dá-se de modo ativo, criativo, questionador, num exercício contínuo de
análise, interpretação e síntese do objeto a ser aprendido, sendo corresponsável por
sua formação.
A aprendizagem consolida-se através do exercício de produção, reelaboração, e
aplicação de conhecimentos e técnicas. Nesse percurso, o estudante deve aprender
a aprender, assegurando que sua educação será contínua e permanente. A relação
entre ensino e aprendizagem acontece através de um processo multidimensional de
confronto de perspectivas, na relação dialógica e participativa entre os diferentes
saberes dos sujeitos sociais, promovendo a cooperação, a solidariedade e a
superação de dificuldades.
5.2 OBJETIVO DO CURSO:
O Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Dom Pedro II, busca a formação de
profissionais altamente qualificados, com uma ampla e sólida base conceitual na
área Ambiental, bem como na especificidade dessa modalidade, visando atender às
necessidades sociais, em consonância com legislações educacionais e profissionais.
43
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
O objetivo será atingido mediante o desenvolvimento das seguintes habilidades
gerais e competências específicas necessárias à profissão do engenheiro:
a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
g) Supervisionar a operação e/ou a manutenção de
sistemas, avaliando-as criticamente;
h) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
i) Atuar em equipes multidisciplinares;
j) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
k) Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
l) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
m) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
5.3 PERFIL DO EGRESSO:
A partir de um currículo cuidadosamente elaborado pela comissão político
pedagógica, a Faculdade Dom Pedro II espera formar um Engenheiro pleno, além
de um profissional diferenciado, com uma sólida formação geral. Assim, deseja-se
que esse profissional adquira uma visão de conjunto suficiente para o trabalho em
equipe, mas especialista o suficiente para resolver os vários problemas relativos ao
meio ambiente. Desta maneira, o profissional terá um alto valor agregado de
conhecimento técnico, fazendo o Engenheiro Ambiental dessa IES, mais sensível às
relações humanas, mais confiante nos seus conhecimentos e com postura de
permanente busca de qualificação profissional. Certamente, será formado um
profissional para "concepção" e não só para a "execução", capaz de participar de
uma sociedade voltada para a conservação do meio ambiente e de transformá-la,
estimulado para uma atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
44
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
problemas. O engenheiro ambiental deve buscar ainda os mais amplos aspectos
políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, com visão ética e humanística
capaz de atender às demandas da sociedade.
O Engenheiro Ambiental oriundo da Faculdade Dom Pedro II deverá possuir a
capacidade de transitar pelas diversas áreas do conhecimento humano que
possuam uma interface direta com o meio ambiente. A sua ação será dirigida no
sentido de pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das
diversas atividades humanas com o meio físico e com os ecossistemas, recorrendo,
sempre que possível, a mais atualizadas técnicas disponíveis para atender às suas
demandas.
Dentre os diversos enfoques passíveis de serem desenvolvidos no curso, ênfase
especial será dada às áreas de recursos hídricos e saneamento - abastecimento de
água,tratamento de esgoto e o reuso, bem como a avaliação e monitoramento dos
impactos ambientais dos setores industrial, agrícola, comercial, de serviço e outros,
além do gerenciamento e avaliação de recursos naturais. Com a obrigação legal dos
municípios de elaborarem seus
planos municipais
de saneamento e de
gerenciamento dos resíduos, visando a liberação de verba para investimentos nesta
área, necessariamente cria-se também uma demanda por profissionais na área
ambiental, aptos para deliberarem a respeito. Portanto, a ampla atividade atribuída
ao profissional em engenharia ambiental é justificada na sua formação envolvendo
os campos de matemática, física e química, contendo forte suporte de
conhecimentos
em processos biológicos, em geociências
e ecologia dos
ecossistemas.
5.4 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS:
Para atender ao perfil do profissional que desejamos formar, é preciso trabalhar a
partir da concepção de competência. A competência pode ser entendida como uma
capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação, apoiada em
conhecimentos, mas sem limitar-se a eles. Os conhecimentos podem ser entendidos
como representações da realidade que construímos ao sabor de nossa experiência
e de nossa formação. As competências são modalidades estruturais da inteligência,
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
ações e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos,
situações, fenômenos e pessoas. As habilidades decorrem das competências
adquiridas e referem-se ao plano imediato do saber fazer.
Por meio das ações e operações, as habilidades aperfeiçoam-se e articulam-se,
possibilitando
nova
organização
das
competências,
tais
como
iniciativa
empreendedora; disposição para auto aprendizado e educação continuada;
comunicação oral e escrita; leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;
visão crítica de ordens de grandeza; domínio de técnicas computacionais; domínio
de língua estrangeira; conhecimento da legislação pertinente; capacidade de
trabalhar em equipes multidisciplinares; capacidade de identificar, modelar e resolver
problemas; compreensão dos problemas administrativos, socioeconômicos e do
meio ambiente; “pensar globalmente, agir localmente”.
Dessa forma, elencamos abaixo as habilidades e competências fundamentais e
necessárias à formação de Engenheiros Ambientais, que compõem o perfil do
egresso a ser formado:
a) Atenção ao meio ambiente: os profissionais de meio ambiente, dentro de seu
âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de conservação dos
recursos naturais, produção de produtos que melhorem qualidade de vida da
população, recuperação de ambientes degradados, tanto em nível individual quanto
coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma
integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de meio ambiente, sendo
capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar
soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos
mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética e da legislação. Além
disso, o profissional deve ser o suficiente crítico de modo que a responsabilidade de
atenção ao meio ambiente não se encerra com o ato técnico, sendo necessário o
aprimoramento constante das relações nas necessidades da sociedade com respeito
e conservação do meio ambiente;
b) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais em meio ambiente deve estar
alicerçado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia,
custo e efetividade da força de trabalho, de equipamentos, de procedimentos e de
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
práticas diversas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e
habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas,
baseadas em evidências científicas;
c) Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de meio ambiente e o público em geral. A comunicação envolve
comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo
menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
d) Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais deverão estar
aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da
comunidade e a preservação do meio ambiente. A liderança envolve compromisso,
responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e
gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
e) Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar
iniciativa, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar
aptos a ser empreendedores, gestores, empregadores ou líderes na equipe;
f) Qualificação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender
continuamente, tanto na formação, quanto na prática. Desta forma, os profissionais
devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua
educação e o treinamento e estágios das futuras gerações de profissionais,
proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros
profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo
a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes
nacionais e internacionais;
5.4.1 - Das competências e habilidades especificas
O egresso do curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Dom Pedro II terá
competências e habilidades em áreas específicas, a saber:
Área de Gestão Ambiental
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
· Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental
territorial, incluindo o zoneamento geoambiental regional, a gestão de bacias
hidrográficas, o planejamento do uso e ocupação do território, dentre outros.
· Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental
de empreendimentos, incluindo a normatização e certificação ambiental, a avaliação
do ciclo de vida e rotulagem de produtos; os estudos de análise de risco, a avaliação
do desempenho ambiental, o monitoramento ambiental.
· Formação, orientação, capacitação e treinamento de profissionais relacionados aos
problemas ambientais.
·Elaboração, avaliação e acompanhamento de planos emergenciais de
empreendimentos e de defesa pública.
Área de Auditoria Ambiental
· Investigação de passivos ambientais.
· Perícia e relato de acidentes ambientais.
· Auditorias de certificação ambiental.
· Auditorias de conformidade legal.
Área de Licenciamento Ambiental
· Acompanhamento de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e
obras.
· Elaboração, análise e avaliação de estudos associados ao licenciamento ambiental
(EIA/RIMA , RCA, PCA, RADA, entre outros).
· Previsão e análise de impactos gerados por empreendimentos.
· Proposição, acompanhamento e fiscalização de medidas mitigadoras de impactos
ambientais.
· Proposição de planos de monitoramento ambiental e análise de desempenho
ambiental.
Área de Sistemas de Tratamento de Efluentes
· Avaliação e fiscalização de sistemas de tratamento de efluentes líquidos, sólidos e
gasosos.
Avaliação de Áreas Degradadas
· Avaliação e quantificação de fontes poluidoras e de outras formas de degradação.
· Caracterização ambiental preliminar do meio afetado pela degradação.
· Atuação emergencial em acidentes ambientais.
Recuperação de Áreas Degradadas
· Avaliação e projeto de obras para remediação de áreas contaminadas.
· Planos e ações de recuperação de áreas degradadas por processos de
urbanização, mineração e outras atividades (erosão, assoreamento, movimentos de
massa).
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
· Descomissionamento de minas e fechamento de empreendimentos industriais.
Área de Desenvolvimento Tecnológico
·Desenvolvimento e avaliação de técnicas e métodos para solução de problemas
ambientais.
·Estudos de reciclagem.
·Estudos para utilização de materiais e processos produtivos ambientalmente
adequados.
·Desenvolvimento de bioprocessos.
O estado da Bahia apresenta grande potencialidade em relação aos produtos
oriundos da indústria – em seus mais variados setores –, na mineração, agricultura,
pesca, artesanato, minério e turismo. O desenvolvimento econômico do estado da
Bahia é gerado, principalmente, pela exploração dos seus recursos naturais,
sobremaneira o petróleo e seus derivados, além dos mananciais hídricos e minérios
de grande aceitação no mercado.
Ressalta-se que, todas as formas de explorar os recursos naturais, geram
impactos ambientais. Considera-se impacto ambiental o resultado da ação ou
atividade natural e/ou antrópica, que produz alterações bruscas em todo o meio
ambiente ou em parte de alguns de seus componentes. Essas alterações podem ser
ecológica, social e/ou econômica. Estas alterações, que são ocasionadas pelo
déficit em termos sociais e econômicos, precisam ser quantificadas, pois apresentam
variações relativas, podendo ser positivas ou negativas, grandes ou pequenas.
Essas alterações podem ocorrer nas propriedades físicas, químicas e biológicas do
meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das
atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o
bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota, as condições
estéticas e sanitárias do meio ambiente e; a qualidade dos recursos ambientais.
Face a este panorama, o mercado de trabalho do engenheiro ambiental é bastante
abrangente e a necessidade de uma formação multidisciplinar é essencial. Como o
currículo tem disciplinas de exatas e biológicas, humanas e de gestão ele está
capacitado a participar de todas as etapas necessárias à prevenção, gestão e
resolução ou minimização de problemas ambientais. O profissional da área pode
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
diagnosticar problemas, propor soluções, participar da elaboração de projetos
ambientais e acompanhar a implantação e o funcionamento dos sistemas e
equipamentos destinados à minimização das dificuldades no setor. O mercado
procura engenheiros ambientais que busquem justamente introduzir fatores de
equilíbrio ambiental. Isso ocorre em obras civis, no desenvolvimento de processos
industriais e no planejamento de áreas urbanas e rurais.
A proposta desta IES, reúne todas as características necessárias à formação de um
Engenheiro Ambiental pleno, com forte base científica e uma formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva que possa atender as demandas da sociedade. A
proposta do curso de Engenharia Ambiental apóia-se nas características
geoeconômicas do Estado da Bahia, sobremaneira na Região Metropolitana de
Salvador, onde estão locadas um grande número de indústrias de várias
características produtivas, gerando resíduos sólidos e líquidos com potencial de
poluição.
6. AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL:
A Faculdade Dom Pedro II realiza sistemicamente a cada ano o processo de autoavaliação institucional e de cada Curso de Graduação. Dessa forma, tanto a
instituição, quanto os cursos são avaliados anualmente com vistas ao constante
aperfeiçoamento.
A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem como objetivo avaliar, discutir e
reformular, junto a comunidade acadêmica, as propostas de desenvolvimento
institucional e curriculares, com vistas ao reposicionamento institucional constante
em busca do constante aprimoramento.
A avaliação institucional visa contribuir para a melhoria da Instituição nos níveis
acadêmico e administrativo, atendendo ao que prescreve a LEI Nº 10.861, DE 14 DE
ABRIL DE 2004. Ela tem como finalidade básica o autoconhecimento e a tomada de
decisões na perspectiva de desenvolver uma educação superior com qualidade.
A avaliação Institucional é entendida prioritariamente como um ponto de partida para
os ajustes necessários na Instituição. Ela é um “organizador” das idéias sobre os
problemas do ensino superior. Por outro lado, também sedimenta uma cultura de
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
avaliação diagnóstica, onde são identificados os erros e os acertos com o objetivo
de correção e melhoria, mediante feedback constantes.
A trajetória de auto-avaliação da Faculdade Dom Pedro II é construída de modo a
ajustar-se a um modelo de resultados concretos que monitore os indicadores
institucionais da qualidade dos serviços educacionais que prestará a sociedade onde
se insere, por meio de um processo participativo que será construído coletivamente
tendo como principal foco o aperfeiçoamento de sua ação educativa.
A Faculdade Dom Pedro II propõe-se, neste sentido, repensar a realidade
institucional num processo sistêmico e participativo desencadeado internamente,
que permita examinar criticamente suas estruturas, suas atividades de ensino, de
pesquisa e de extensão, bem como seu modelo de gestão institucional, com vistas a
identificar, compreender e equacionar alternativas para seu aperfeiçoamento
acadêmico.
Constituem-se como princípios norteadores da avaliação Institucional da Faculdade
Dom Pedro II, conforme Plano de Avaliação Institucional:
a) visualizar a avaliação institucional como processo
sistêmico que busca a
compreensão global da Instituição;
b) promover o envolvimento participativo dos diferentes segmentos da Instituição no
processo de avaliação institucional;
c) utilizar abordagens qualitativa e quantitativa como mecanismos necessários para
a aferição da qualidade;
d) estabelecer paradigmas institucionais para elevar a qualidade dos serviços
educacionais que oferece;
e) integrar a avaliação interna e externa como ações de complementaridade mútua;
f) associar à qualificação institucional um conjunto de ações educativas contidas
em propostas e compromissos que se articulam de forma coerente;
g) manter o compromisso da Direção da Faculdade Dom Pedro II com a
implementação das propostas resultantes do processo avaliativo.
Este processo auto avaliativo visa aperfeiçoar e transformar a realidade institucional,
frente ao paradigma da qualidade acadêmica e de sua ação educativa. Para tanto,
foram estabelecidos os seguintes objetivos:
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Geral: Acompanhar e aperfeiçoar o Projeto Pedagógico Institucional, promovendo a
permanente melhoria e pertinência das atividades relacionadas a ensino, pesquisa,
extensão e gestão.
Específicos:
a) refletir sobre a Instituição na sua globalidade, identificando caminhos para a
melhoria do processo educativo;
b) promover a auto-avaliação de cada curso com a participação de todos os atores
envolvidos;
c) revisar a matriz curricular dos cursos superiores, os programas, as ementas das
disciplinas e sua bibliografia, com o propósito de aperfeiçoá-los e adequá-los às
diretrizes emanadas do Conselho Nacional de Educação;
d) avaliar o desempenho docente como forma de aperfeiçoar as ações
pedagógicas;
e) rever periodicamente a definição do perfil dos egressos dos cursos, para adaptálo às exigências do mercado de trabalho, à evolução do processo educacional e
às determinações do MEC;
f) aprimorar o sistema de avaliação do rendimento escolar;
g) avaliar a inserção dos egressos de seus cursos no mercado de trabalho;
h) rever periodicamente os cursos de educação continuada que promoverá para
atender as necessidades regionais;
i) avaliar o desempenho da gestão acadêmica e da gestão administrativa
institucional.
Portanto, o sistema de auto-avaliação institucional e do curso proposto é composto
pela participação das três comunidades constitutivas da IES, a saber, o Corpo
Docente, o Corpo Discente e o Corpo Técnico-administrativo, com foco em avaliar o
“todo”! Avaliamos o alcance dos objetivos, o perfil, as competências e as
habilidades; avaliamos os professores, coordenadores, funcionários, assessorias e
demais setores; avaliamos os cursos e suas infraestruturas. Toda avaliação tem
como objetivo de apurar as falhas e possíveis melhorias do sistema. Os
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instrumentos e regulamentos específicos são produzidos, divulgados e armazenados
pela CPA.
7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA:
7.1 PROCESSO SELETIVO:
O Processo Seletivo da Faculdade Dom Pedro II ocorre de forma tradicional,
mediante Edital Público, onde consta a convocação para a avaliação com questões
objetivas, apresentando cada uma, alternativas de resposta e Prova de Redação
eliminatória, conforme legislação vigente, com pontuação de 0,0 (zero) a 10 (dez). O
conteúdo das provas é divulgado no Manual do Candidato, como as demais
informações sobre o processo. As provas são de Língua Portuguesa, Redação,
Língua Estrangeira, Matemática, Física, História, Geografia, Química e Biologia. Os
candidatos tem acesso às instalações da Faculdade Dom Pedro no dia do Processo
Seletivo a partir das 07:30 h, ficando proibido o acesso de candidatos após as 08:00
horas.
As vagas para cada curso (previstas conforme Edital) serão preenchidas por sistema
de classificação dos candidatos, obedecendo à ordem decrescente dos escores
globais atingidos, considerando-se o total de pontos obtidos pelos candidatos
concorrentes. Estará automaticamente desclassificado do Processo Seletivo o
candidato que obtiver a nota 0,0 (zero) na Redação. Estarão habilitados os
candidatos que obtiverem resultado por ordem decrescente dos escores globais
obtidos após a aplicação do ponto de corte: I DP – um desvio padrão abaixo da
média aritmética dos escores globais dos candidatos concorrentes em cada curso.
Serão calculados pontos de corte por grupo de concorrente para cada curso.
Ocorrendo empate de resultados, far-se-á a comparação dos escores globais
padronizados dos candidatos, selecionando-se aquele que apresentar a maior
quantidade de acertos na Prova de língua Portuguesa ou maior pontuação na
Redação.
A Faculdade Dom Pedro II somente considera oficial e válida, para todos os efeitos a
lista de classificados divulgada oficialmente pela Comissão Coordenadora do
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Processo Seletivo. Os candidatos não portadores de escolaridade compatível
(ensino médio ou equivalente) deverão indicar na ficha de inscrição e serão
considerados “treineiros”. Desta forma, torna-se nula, de pleno direito, a
classificação de tais candidatos. Disponibilizamos um percentual de 5% (cinco por
cento) das vagas previstas neste Edital para preenchimento através do resultado do
Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM, de acordo com a Portaria INEP nº 110 de
04 de dezembro de 2002.
A Faculdade Dom Pedro II também realiza Processo Seletivo para candidatos à
Matrícula Especial e Transferência, conforme Edital Público específico. Nesses
casos, efetuamos entrevista, análise de Histórico Escolar e Redação, além de prova
de conhecimentos gerais para casos específicos previstos em no edital.
7.2 METODOLOGIA:
A prática pedagógica acadêmica deve transpor os limites das verdades inexoráveis,
da reprodução do conhecimento, dos conhecimentos estanques, da formação finita
e dos manuais de ensino, galgando a condição de educação contínua e
interdisciplinar, fundamentada pela associação com a iniciação à pesquisa e,
principalmente, a extensão. Agregamos a prática docente as Tecnologias da
Informação e da Comunicação (TICs), como recursos que suplantam o processo de
ensino e aprendizagem, enriquecem a pesquisa, facilitam a comunicação
interpessoal e inserem a instituição na produção cultural globalizada que caracteriza
a sociedade atual.
Temos como função básica, a crítica, fazendo da sala de aula um local para o
questionamento
dos
valores
e
pressupostos
anteriormente
adquiridos,
transformando os alunos e professores em agentes de mudança. É pertinente
diferenciar
os
conceitos
de
multidisciplinaridade,
pluridisciplinaridade,
interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, como o fez Ari Paulo Jantsch, apud
Manoel Gomes Tubino (1997, p.33-34):
Multidisciplinaridade: Conjunto de disciplinas propostas ao mesmo tempo, sem
valorização das relações existentes entre eles;
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Pluridisciplinaridade: Justaposição de disciplinas no mesmo nível hierárquico,
agrupadas por temas;
Interdisciplinaridade: Axiomática comum a um grupo de disciplinas conexas e
definidas no nível hiéráquico imediatamente superior, introduzindo a noção de
finalidade;
Transdisciplinaridade: Coordenação de todas as disciplinas e interdisciplinas do
sistema de ensino inovado, sobre a base de uma axiomática geral sem limites
definidos.
Com base nessas concepções que a proposta pedagógica do Curso de
Enfermagem prima pela inter e multidisciplinaridade, que ocorre com respeito e
valorização das disciplinas gerais e propedêuticas, que estão estrategicamente
distribuídas principalmente nos dois primeiros anos do curso com vistas a formação
sócio-cultural, ética e humana dos alunos, bem como na ênfase das disciplinas
técnicas, responsáveis pela formação técnico-profissional.
O nosso fazer pedagógico supõe o envolvimento pleno do aluno como co-construtor
de seu conhecimento, como elemento básico da relação ensino aprendizagem, onde
a prática, o erro, o desafio serão um constante estimulo à busca do conhecimento.
Aliaremos a todo conhecimento teórico à pratica, visando a integralização dos
diversos ramos do saber, como constitutivos do saber global.
O desafio da Faculdade Dom Pedro II não será apenas quanto ao corpo docente,
mas em grande parte ao corpo discente, que muitas vezes adentra à faculdade com
as dificuldades não superadas no Ensino Médio, onde o aluno é apenas receptáculo
de informações, e que acredita ser a função do professor a de repassador de
conhecimentos. Para tanto, as estratégias do Núcleo de Apoio Pedagógico se
agregam com Programas de Nivelamento e demais ações pertinentes para suplantar
a educação superior.
Portanto, procuramos sempre conciliar os objetivos e o perfil do profissional que
queremos formar com o do professor que se enquadra em nossa proposta, tudo sob
a égide do nosso projeto pedagógico, agregando estratégias educacionais que
estimulem o aluno em direção ao aprendizado, bem como, possam se adequar a
formação humana e técnico-profissional que propomos.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
7.3 SISTEMA DE VALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM:
A compreensão de avaliação é de que é parte intrínseca e integrante do processo
educacional. Tem a preocupação com o sucesso do aluno, por isso se realiza
sempre ao longo do processo para que imediatamente à constatação de não
aprendizagem, os professores possam acudir com proposições referentes ao não
domínio do que se pretendia e não como um “trabalho para ajuda na nota”, prática
comum em muitas instituições.
O sentido de avaliar processualmente é a compreensão de que a intervenção
pedagógica é o motor do desenvolvimento do aluno, pois permite que ele retome
conteúdo/prática, fazendo deste conhecimento incorporação liberando-se para
novas aprendizagens. A auto-avaliação será exercitada como uma forma de reflexão
sobre seu próprio desempenho e criação de consciência da importância de ser o
maior interessado em seu próprio crescimento, conforme se discuti na respectiva
disciplina.
Não se pretende enfatizar a nota, mas sim a avaliação como processo para que o
futuro profissional, ao passar por esta experiência, possa repeti-la com seus alunos.
A avaliação neste caso centra-se no desempenho e não em respostas distantes do
que o professor tenha como objetivo atingir com o seu aluno.
Por ser contínua, esta forma de avaliar precisa ser acessível ao conhecimento do
aluno, uma vez que ele se encontra condicionado pelo sistema tradicional, apenas
com provas e trabalhos para alcançar uma nota e aqui, o professor afasta da
relação de avaliação a nota e prioriza todo um comportamento de desempenho
retomando os conteúdos/prática novamente e de maneira diferente para que a
aprendizagem ocorra.
Estamos propondo que, entre o resultado do desempenho e a nota, haja um
espaço de novas aprendizagens em caso de insucesso, mediante o envolvimento
persistente e corajoso do professor, concomitante a aprendizagem do aluno
demonstrando um comportamento novo. O docente, uma vez interessado no aluno
é capaz de, por esse interesse, instalar nesse o desejo de envolver-se com seu
próprio desempenho e crescimento educacional.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Assim, o aluno precisa saber quais são as formas de apresentação do registro da
avaliação que cada professor vai solicitar, por exemplo: através de seminários;
relatórios; dramatizações; caderno de registro das atividades; preparação e
realização de debates; projetos; portfólios; exposição de trabalhos com fotografias
ou outro recurso; preparação de vídeo sobre experiência realizada; apresentação
da leitura de um livro; relatório de visitas ou viagens, etc.
Ciente da forma, ele também deverá participar dos momentos de reflexão, nos
quais o professor estará verificando seu crescimento. A cada unidade vencida,
esse momento de reflexão acontece. Além dele, bimestralmente, o Colegiado do
Curso deve discutir o desempenho dos alunos, com todos os professores que,
conforme o resultado, podem propor formas conjuntas de intervenção adequada a
cada caso.
A cada semestre, o Seminário de Integração é o evento que encerra as disciplinas
daquele período de aulas, apresentando os resultados dos trabalhos teóricopráticos acontecidos em todas as disciplinas. É o ápice do acompanhamento
realizado durante o semestre. Meses antes da realização do Seminário, o
Coordenador junto ao Colegiado do Curso deverá apresentar aos alunos,
orientações e exigências para a realização e montagem do evento, pois o mesmo
será supervisionado por todos os professores das disciplinas, pelos membros do
Colegiado do Curso e pela Coordenação do Curso e aberto à comunidade
acadêmica.
Os critérios básicos do rendimento escolar da Faculdade Dom Pedro II constam de
seu Regimento Geral. A verificação do rendimento escolar deve priorizar a
avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos
aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo da disciplina
sobre os de eventuais provas finais.
A proposta de avaliação da aprendizagem para o curso encontra respaldo no
Regimento Geral da Faculdade, o qual estabelece que a verificação do rendimento
escolar é avaliada pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por
ele obtidos nas provas teóricas-práticas, seminários, avaliações diárias ou
trabalhos, exercícios, projetos, relatórios, estudos de casos, monografias ou outras
modalidades academicamente aceitas, de acordo com as características da
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
disciplina ou estágio, desde que constem do plano de ensino da disciplina,
aprovado pelo colegiado de cada curso.
O tipo de avaliação fica a critério do docente, com anuência da Coordenação do
Curso. Sugere-se a utilização de seminários, provas escritas, trabalhos de
pesquisas, trabalhos técnicos, relatórios de visitas, etc. Os docentes devem aplicar
uma avaliação para cada 36 (trinta e seis) horas aulas, sendo que, pelo menos uma,
deve ser individual.
Adota-se o conceito de 0,0 a 10,0 (zero a dez) por disciplina. Para aprovação, o
aluno deve obter o Conceito Final de 7,0 (sete), calculado mediante a média
aritmética dos conceitos obtidos no decorrer da disciplina numa escala de 0,0 a 10,0
(zero a dez).
O aluno que obtiver Conceito Final (CF) inferior a 3,0 (três) será reprovado na
disciplina sem direito a Avaliação Complementar (AC) e deverá repeti-la
oportunamente. O aluno que obtiver Conceito Final (CF) de 3,0 a 6,9 (três a seis
virgula nove) tem direito a uma Avaliação Complementar (AC). Para obter a
aprovação, deverá alcançar Média superior ou igual a 5,0 (cinco) conforme cálculo
abaixo:
CF x 7 + AC x 3 > 5
10
7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES:
De acordo com as diretrizes curriculares nacionais, as Atividades Complementares
se inserem como componentes obrigatórios na formação do egresso. Dessa forma, é
preciso organizar uma oferta diversificada dessas atividades no âmbito de cada
Curso de Graduação da FACULDADE DOM PEDRO II, bem como, definir os
instrumentos de seu acompanhamento e avaliação para a sua plena realização.
Em primeira instância, a FACULDADE DOM PEDRO II institui o Núcleo de
Atividades
Complementares,
como
órgão
da
estrutura
organizacional
da
FACULDADE DOM PEDRO II, que auxilia as Coordenações de Curso na Gestão
das Atividades Complementares. Cabe ao mesmo, fomentar, acompanhar e registrar
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
as Atividades Complementares no âmbito da FACULDADE DOM PEDRO II, com
base nas Normas Gerais de Atividades Complementares que seguem abaixo:
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO
Art. 1º As Atividades Complementares previstas nos respectivos Cursos de
Graduação são obrigatórias e categorizam-se em três grupos:
Grupo 1 - Atividades de Ensino;
Grupo 2 - Atividades de Extensão;
Grupo 3 - Atividades de Pesquisa.
Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga
horária das atividades complementares em, pelo menos, dois dos grupos acima
indicados.
Art. 2º As Atividades Complementares terão carga horária global prevista nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Instituição, devendo ser
cumpridas durante a integralização do curso.
Art. 3º As Atividades de Ensino, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, compõem-se de:
a) disciplinas e/ou cursos oferecidas pela própria Faculdade, mas não
previstas no Currículo Pleno do Curso;
b) cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições, desde que com
anuência prévia da Coordenação do Curso;
c) monitoria em disciplina vinculada a área do respectivo Curso.
Art. 4º As Atividades de Extensão, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, dividem-se em:
a) participação
em
seminários,
palestras,
congressos,
conferências,
encontros, cursos de atualização e similares;
b) estágios extracurriculares;
c) participação em ações de extensão patrocinada pela Instituição de
Ensino;
d) participações em audiências, limitadas a 20 h.
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Art. 5º As Atividades de Pesquisa, que podem englobar até 50 % das horas
previstas, com direito a registro no histórico escolar, incluem:
a) iniciação científica;
b) trabalhos publicados em periódicos, com tema vinculado a área do Curso,
até 40 horas para cada um.
Art.
6º
As
Atividades
Complementares
serão
coordenadas
pelas
Coordenações de Curso, ou por órgão integrante das mesmas, ao qual caberá:
a) estabelecer, com a anuência do Colegiado do Curso, e divulgar, o Plano
de Atividades Complementares a ser desenvolvido anualmente pela Faculdade;
b) exigir certificado de frequência e participação, notas obtidas, carga horária
cumprida, relatórios de desempenho, e outros documentos vinculados as Atividades
Complementares;
d) analisar o documento apresentado pelo aluno para comprovar a
realização de cada Atividade Complementar e, se considerá-lo suficiente, rubricá-lo
e encaminhá-lo a Secretaria Geral para registro na Ficha do Aluno.
Parágrafo 1º Os documentos comprobatórios das atividades Complementares
depois de rubricados pelo Coordenador e encaminhados para registro na Ficha do
Aluno, permanecerão na Pasta do Aluno para posterior expedição de Diploma.
§ 2º A Coordenação abrirá prazo de um mês ao final de cada semestre letivo,
para
recebimento
das
solicitações
de
aproveitamento
de
Atividades
Complementares, devendo publicar suas decisões na primeira semana do semestre
subseqüente.
Art. 7º Os casos omissos, assim como os recursos interpostos, serão
apreciados pelo Colegiado do Curso, cabendo recuso ao Conselho Superior de
Ensino da Instituição.
7.5 TRABALHO DE CURSO:
O Trabalho de Curso contempla o momento de reflexão e elaboração científica do
formando. Para tanto, os diversos Projetos Pedagógicos de Curso da FACULDADE
DOM PEDRO II prevêem a realização de trabalhos científicos finalizadores dos
cursos de graduação.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
O TC será apresentado pelo aluno ao final do curso, perante uma Comissão
Examinadora designada pelo Colegiado do Curso, da qual fará parte o professor
orientador, podendo também ser convidado docente de outro curso oferecido pela
Faculdade.
O tema do TC será identificado pelo aluno, juntamente com o seu orientador, e
escolhido a partir da sua vivência nas diversas atividades desenvolvidas, das
pesquisas bibliográficas empreendidas, desde que vinculado a uma das áreas ou
disciplinas do curso.
Será facultado ao aluno apresentar um pré-projeto do TC ainda nos primeiros
semestres, desde que já haja uma linha de interesse bastante delineada pelo
mesmo, como forma de possibilitar o direcionamento das atividades de livre escolha,
dentro da carga horária prevista, concedida ao aluno como Estudos Independentes.
A elaboração do trabalho de conclusão do curso é objeto de regulamentação através
de normas gerais que seguem abaixo, além de normativas específicas a serem
elaboradas pelo Colegiado do Curso:
DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC):
A coordenação do TCC será exercida pela Coordenação Adjunta do Curso (ou
específica) e a cargo de professores habilitados e credenciados por esta Instituição
de Educação Superior (IES). Competindo-lhe:
a) Acompanhar, junto aos professores-orientadores, o andamento dos trabalhos, de
acordo com as condições estabelecidas nestas normas;
b) Estabelecer calendário para reuniões periódicas com os orientadores do TCC
para acompanhamento das etapas dos projetos e da elaboração dos trabalhos;
c) Prover a organização, manutenção e atualização dos arquivos com os trabalhos
finais;
d) Encaminhar à biblioteca cópia dos trabalhos finais devidamente aprovados;
e) Promover, para a comunidade acadêmica, a divulgação das informações relativas
ao desenvolvimento do TCC.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Obs: O Coordenador, para o desempenho de suas funções, deverá dispor de carga
horária suficiente, distribuindo suas atividades a fim de atender de modo equânime
professores-orientadores e alunos no que for julgado de sua competência.
DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC):
a) A coordenação do TCC será desenvolvida sob a supervisão de um professororientador;
b) Quando se tratar de Monografia, o professor-orientador deverá ter formação
acadêmica na área objeto do projeto de estudo do aluno;
c) Quando se tratar de Relatório Científico de Estágio o professor-orientador será o
Encarregado de Estágio do respectivo aluno;
d) O professor-orientador das atividades referentes ao TCC, dentro da carga horária
que lhe for atribuída, é responsável pelo atendimento aos alunos quanto à
orientação metodológica para a elaboração do trabalho, devendo:
e) Reunir-se periodicamente com os seus orientados para acompanhamento dos
trabalhos;
f) Acompanhar a execução dos projetos e atuar junto aos alunos com vistas ao
atendimento das normas para apresentação TCC.
Obs: A substituição do professor-orientador poderá ser permitida desde que, sem
prejuízo para os prazos disponibilizados para os alunos, mediante aquiescência do
professor substituído e sob a condição de assunção formal da função por outro
docente, para orientação e acompanhamento dos trabalhos.
O professor-orientador terá, entre outros, os seguintes deveres específicos:
a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso;
b) Prestar atendimento aos alunos-orientandos de acordo com o cronograma de
acompanhamento especificado no item 4.4;
c) Encaminhar, nos prazos determinados, à Coordenação do Curso devidamente
preenchidas e assinadas, as fichas de freqüência e avaliação dos alunos;
62
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
d) Avaliar os relatórios parciais dos orientandos, acompanhando o desenvolvimento
do TCC;
e) Participar das Comissões Avaliadoras para as quais tenha sido designado, sendo
obrigatória a presença do orientador quando o apresentador estiver sob sua
orientação;
f) Assinar, juntamente com os demais membros da Comissão Avaliadora, as folhas
de avaliação dos trabalhos e os relatórios finais.
DOS DEVERES DOS ALUNOS-CONCLUINTES
a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC, ou por seu
orientador;
b) Cumprir os prazos estabelecidos pelo professor orientador;
c) Reunir-se, semanalmente, com o professor-orientador para analise, discussão e
adoção de medidas, se necessárias, para o aprimoramento do trabalho;
d) Elaborar a versão final da TCC para fins de avaliação, de acordo com as
instruções do seu orientador, da Coordenação do TCC, da Comissão Avaliadora e
as orientações institucionais vigentes para a elaboração do trabalho;
e) Comparecer em dia, hora e local determinado para a apresentação oral da versão
final do trabalho para a qual tenha sido convocado de acordo com o calendário
estabelecido pela Coordenação do TCC.
DA APROVAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA:
a) Em se tratando de Monografia, o aluno deverá elaborar o Projeto de Pesquisa de
acordo com as orientações do seu professor-orientador, atendendo, no que forem
aplicáveis, os critérios técnicos e normativos sobre documentação e conseqüentes
produção do texto de cunho cientifico;
b)
O
Projeto
de
Pesquisa
é
de
responsabilidade
individual,
podendo,
excepcionalmente e sempre que se justifique, ser desenvolvido por dois alunos,
sendo vedada, a qualquer titulo, a formação de grupos maiores para essa atividade.
63
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
c) A alteração da proposta de trabalho inicialmente apresentada e aprovada poderá
ser aceita , desde que a(s) mudança(s) solicitada(s) pelo aluno(s), com aval do seu
professor-orientador, não comprometa(m) as linhas do projeto original e cuja
requisição atenda um prazo que não ultrapasse 40% (quarenta por cento) do tempo
disponibilizado para a conclusão da monografia.
DAS COMISSÕES AVALIADORAS:
a) A FACULDADE DOM PEDRO II poderá constituir Comissões Avaliadoras do
TCC, a serem compostas pelo professor-orientador e por outros dois membros, os
quais, mediante indicação do Colegiado de Curso, serão designados para a função
pelo Diretor Acadêmico;
b) As Comissões Avaliadoras do TCC poderão incluir na sua composição um
membro escolhido entre os professores de outras IES, desde que o indicado esteja
vinculado à área de abrangência da pesquisa ou, ainda, entre outros profissionais de
nível superior que exerçam atividades afins com o tema do trabalho.
c) O Colegiado de Curso, ao indicar os professores para composição das Comissões
Avaliadoras, deve buscar manter a equidade no numero de indicações, limitando a
participação de cada docente em até 5 (cinco) comissões por semestre acadêmico.
DA AVALIAÇÃO DO TCC:
a) O trabalho final deverá ser apresentado pelo aluno, para avaliação, sob a forma
de texto com aspectos científicos, elaborado de acordo com orientações
metodológicas e considerando ainda, especificadamente, as normas da ABNT;
b) Em se tratando de Monografia, o tipo do discurso predominante (dissertativo/
narrativo/descritivo) vai depender da especificidade do projeto de pesquisa e
respectiva abordagem do tema / assunto, podendo a monografia derivar de:

análise teórica sobre um assunto pesquisado bibliograficamente;

análise teórico-empírica, que envolve trabalho de campo;

relato de pesquisa característica como um estudo de caso.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
c) A Coordenação do TCC deverá elaborar calendário fixando prazos para a entrega
pelos alunos dos trabalhos para avaliação final e apresentação oral, cujas datas
deverão ser comunicadas à Diretoria Acadêmica para inserção no calendário da
Faculdade, sem prejuízo de outras atividades ou eventos já programados;
d) O TCC, em versão preliminar, com a devida liberação do professor orientador,
deverá ser entregue à Coordenação do Curso, em três vias, na data fixada em
cronograma especifico conforme item 8.3, para encaminhamento ao avaliador ou
membros da Comissão Avaliadora, a fim de que emitam parecer favorável à
aprovação do aluno ou contendo recomendações para acréscimos ou alterações e
devolução pelo autor, em nova data, tendo em vista a avaliação definitiva;
e) A avaliação deverá primar pela utilização uniforme dos critérios de avaliação dos
trabalhos, abordando o conteúdo, fidelidade ao tema, metodologia adotada,
coerência do texto, nível culto da linguagem e estrutura formal do trabalho
apresentado;
f) Mediante solicitação da Coordenação do TCC ou do professor-orientador, a versão
final do TCC será apresentada pelo aluno acompanhada de matéria correspondente
a um artigo estruturado de acordo com as normas adotadas pela FACULDADE DOM
PEDRO II para publicação em revistas acadêmicas ou outros periódicos;
g) De acordo com a proposta curricular respectiva do Curso, o trabalho deverá ser
apresentado oralmente em sessão que pode ser publicada em data, local e horário a
serem definidos do item 8.3, cujo evento deverá ser de pleno conhecimento do aluno
e do seu professor-orientador;
h) O aluno deve solicitar à Coordenação do TCC, em tempo hábil, todo o material de
suporte,
recursos
audiovisuais
ou
assemelhados,
a
serem utilizados
na
apresentação oral do trabalho.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS:
a) A solução de casos especiais ou em regime de exceção por motivos de força
maior devidamente justificados pelo(s) aluno(s), professores(es), ou orientador(es),
cujas requisições demandem ajustes é de competência do Coordenador de Curso,
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
ouvido o Colegiado do Curso e a Diretoria Acadêmica, desde que atendidas as
normas ora instituídas;
b) Toda e qualquer questão que por ventura surja e que não esteja prevista nestas
normas ou na legislação educacional vigente, será objeto de deliberação do
Colegiado do Curso, em primeira instância, ou do Conselho Superior de Ensino, em
última instância no âmbito da Instituição;
c) As presentes normas entram em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho
Superior de Ensino da Instituição.
7.6 ESTÁGIO PROFISSIONAL:
O estágio é um momento de fundamental importância no processo de formação do
aluno. Trata-se de um treinamento que possibilita ao estudante vivenciar os
conteúdos aprendidos na Faculdade, tendo como função integrar as inúmeras
disciplinas que compõem o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e
testando-lhes o nível de consistência e o grau de entrosamento. Por meio dele o
estudante pode perceber as diferenças existentes no mundo organizacional e assim,
exercitar sua adaptação aos meios empresariais e profissionais.
O estágio funciona como uma oportunidade do aluno vislumbrar seu futuro. Deve ser
uma passagem natural do “saber sobre” para o “saber como”; um momento de
validação do aprendizado teórico e prático em confronto com a realidade. Este rito
de passagem tem cumprido de forma eficiente, o papel de elo entre os mundos
acadêmico e profissional, ao possibilitar ao estagiário a oportunidade de tomar
conhecimento da filosofia, das diretrizes e do funcionamento das organizações e
suas inter-relações com a comunidade.
A realização de estágios será incentivada como forma de aproximar os alunos das
necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática
profissional, além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida nos
Cursos da Faculdade D. Pedro II. O Estágio Supervisionado, desenvolvido ao longo
do curso, sob a coordenação e supervisão do Coordenador de Estágio do respectivo
curso, deverá, além dos objetivos que são inerentes à atividade, prestar-se ao
desenvolvimento do espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno.
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Deverá o estágio complementar o processo ensino–aprendizagem, através da
conscientização das deficiências individuais. É objetivo, também, deste momento
acadêmico, incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional, facilitando
assim, o processo de atualização de conteúdos disciplinares, permitindo adequar
aquelas de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas,
políticas, sociais e econômicas
a que estão sujeitas. A atividade incentiva o
desenvolvimento de potencialidades individuais, além de possibilitar à Faculdade um
bom posicionamento social junto ao mercado de trabalho, ao evidenciar a qualidade
de seu curso, a partir do desempenho de seus alunos.
O Estágio se apresenta de forma clássica e obrigatória para a conclusão do curso
superior em todas as carreiras universitárias. Sua realização é fundamental para a
complementação/conclusão do ensino universitário, sendo este o momento de uma
reflexão mais séria do estudante acerca da natureza do mercado de trabalho e das
habilidades e capacidades que lhe serão exigidas. O Estágio Supervisionado deverá
ser iniciado no 9º semestre letivo com o objetivo de capacitar o aluno a dominar todo
instrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial,
operacional e ambiental, através do aprofundamento dos conhecimentos vinculados
aos Campos de conhecimento do Curso.
O Estágio inicia o processo de conhecimento da Organização. Nele, o aluno será
capaz de levantar indicadores e analisar a situação organizacional e o contexto onde
a mesma se encontra localizada. A partir do sétimo semestre letivo, de posse dos
conhecimentos adquiridos e com apoio do corpo docente e das contribuições
decorrentes dos seminários, ele poderá delinear um plano de ação para uma
organização similar, uma monografia sobre determinado aspecto da gestão, ou até
mesmo um relatório mais analítico, como resultado das observações e da própria
atividade de estágio, aglutinando os subsídios recebidos durante os semestres
anteriores.
Entretanto, diante da dinâmica das mudanças tecnológicas e organizacionais, tornase imperativo uma familiarização do aluno com a realidade empresarial e/ou
societária, menos tardia. O aluno, além do Estágio obrigatório para a conclusão do
curso, será sempre estimulado a realizar atividades complementares que se
caracterizem como oportunidades de observação da práxis administrativa e
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
organizacional, como forma de aquisição de uma visão crítica do seu ambiente e, em
especial, do universo em que se situa a sua profissão. O objetivo maior deste
momento deve perpassar o aprofundamento dos estudos acerca dos fenômenos
administrativos e organizacionais, bem como suas inter-relações com a realidade
social na sua totalidade. Desta forma, o aluno quando terá oportunidade de verificar
a aplicabilidade dos conceitos, dos métodos, formas e técnicas gerenciais, para agir
com maior segurança, e até mesmo, competência quando nas atividades do Estágio
Supervisionado.
Essas atividades supervisionadas, que podem envolver workshops, visitas às
empresas e organizações, trabalhos voluntários e de campo na comunidade,
programas de pesquisa integrados, dentre outras, deverão ser autorizadas,
acompanhadas e avaliadas pela Coordenação de Estágio e pela Coordenação do
Curso, além do Professor Orientador.
O Estágio Supervisionado segue regulamentação geral transcrita abaixo, e será
também regulamentado especificamente pelo Colegiado de Curso. Será gerenciado
pela Coordenação de Estágio com a ajuda de professores orientadores, que
definirão os períodos de realização, os planos de desenvolvimento e mecanismos de
acompanhamento, os sistemas de controle, avaliação e processos e as atividades
de socialização das experiências vivenciadas.
REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA
FACULDADE DOM PEDRO II
CAPÍTULO I
Das Disposições da Lei
Art.1º - Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem e serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em
conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se
constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de
aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano.
Art.2º - O estágio curricular, como procedimento didático-pedagógico, é
atividade de competência da instituição de ensino. Para caracterização e definição
do estágio curricular é necessária, entre a instituição de ensino e as pessoas
jurídicas de direito público e privado, a existência de instrumento jurídico,
periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições para a
realização do estágio. A instituição poderá recorrer aos serviços de agentes de
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
integração públicos e privados entre os sistemas de ensino e os setores de
produção, serviços, comunidade e governo, mediante condições acordadas em
instrumento jurídico adequado.
CAPÍTULO II
Da Definição e Finalidades do Estágio Supervisionado
Art.3º - O Estágio Supervisionado defini-se como um processo de
aprendizagem profissional que:
I - Integra o conhecimento adquirido pelo aluno, em sala de aula, à prática
profissional, e estimula o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas
em situações reais de vida e trabalho;
II - Propicia ao aluno a aquisição de experiência profissional específica visando sua
inserção eficaz no mercado de trabalho;
III - É desenvolvido fora da sala de aula;
IV - Está em sintonia com o projeto pedagógico do curso, com os objetivos da
instituição e com o perfil profissional desejado.
Art. 4º - O Estágio Supervisionado tem como finalidade instrumentalizar o
aluno para a iniciação profissional, enfatizando o caráter técnico, social, cultural e
atitudinal da profissão, preferencialmente através da sua inserção direta no mercado
de trabalho.
CAPÍTULO III
Do Local de Realização do Estágio Supervisionado
Art. 5º - O Estágio Supervisionado será realizado junto à comunidade em
geral ou junto a pessoas jurídicas públicas e/ou privadas, compatíveis com o futuro
exercício profissional do aluno e mediante a existência de instrumento jurídico
firmado entre a Faculdade Dom Pedro II e as instituições concedentes, sob
responsabilidade e coordenação da primeira.
§ 1º - Serão priorizadas as instituições que:
a) Oferecem seguro de acidentes pessoais em favor dos estagiários;
b) Oferecem condições para a realização do estágio de modo que não comprometa
o rendimento do aluno no curso.
§ 2º - Caso a Unidade Concedente não disponha de Seguro de Acidentes
Pessoais em favor dos estagiários, fica a critério da Faculdade Dom Pedro II a
decisão de contratá-lo, de acordo com a legislação em vigor.
§ 3º - A realização do Estágio Supervisionado em empresas em que os
alunos apresentam vínculo empregatício ou das quais são sócios ou proprietários é
possível, desde que seja firmado convênio entre estas e a Faculdade Dom Pedro II.
Nestes casos, os alunos devem dedicar carga horária específica para as atividades
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
de estágio, as quais serão orientadas e acompanhadas pela Faculdade Dom Pedro
II.
CAPÍTULO IV
Da Obrigatoriedade do Estágio Supervisionado
Art. 6º - O estágio curricular é obrigatório, importante e necessário para a
complementação do processo ensino-aprendizagem.
§ 1º - Não haverá, a qualquer título ou pretexto, dispensa de estágio
curricular, pelo seu caráter de componente obrigatório para a integralização do curso
e com o qual mantém absoluta e peculiar adequação.
CAPÍTULO V
Dos Objetivos do Estágio Supervisionado
Art. 7º - O Estágio Supervisionado tem por objetivos:
I - Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos
em situações de prática profissional efetiva, criando a possibilidade de exercitar suas
habilidades;
II - Proporcionar ao aluno a oportunidade de integrar-se ao campo profissional,
ampliando sua formação teórico-prática e interdisciplinar;
III - Proporcionar ao aluno a oportunidade de participar de atividades extraclasse nas
quais possa aprimorar a sua capacitação profissional;
IV - Favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, como cidadão e
profissional consciente;
V - Possibilitar a atuação profissional do aluno e a reflexão sobre a mesma,
permitindo-lhe construir e repensar sua práxis numa experiência significativa;
VI - Buscar a integração das instituições de ensino às organizações profissionais,
sociais e culturais ligadas à área de formação do corpo discente;
VII - Possibilitar a aproximação dos conhecimentos acadêmicos às práticas
pedagógicas.
CAPÍTULO VI
Da Comissão de Supervisão de Estágio
Art. 8º - A Comissão de Supervisão de Estágio tem por atribuição
estabelecer diretrizes e orientações para desenvolvimento e avaliação do Estágio
Curricular no Curso de Graduação, bem como deliberar sobre questões
concernentes ao mesmo. A Comissão se reunirá sempre que convocada pela
Coordenação do Curso. É constituída por:
a) Supervisor de Estágio, que é o próprio Coordenador do Curso, supervisor nato de
toda atividade de estágio no âmbito de sua Coordenação;
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
b) Encarregado do Núcleo de Prática Profissional, que é responsável pela
Coordenação de Estágio, deve pertencer ao quadro de docentes da Faculdade Dom
Pedro II e ser profissional experiente na área do curso;
c) Professor Orientador de Estágio, que deve pertencer ao quadro de docentes da
Instituição.
CAPÍTULO VII
Do Início, Período e Duração do Estágio Supervisionado
Art. 9º - O semestre a se iniciar o Estágio Supervisionado é previsto no
currículo do respectivo Curso de Graduação.
Art. 10º - Para iniciar o Estágio Supervisionado, o aluno deverá solicitar
mediante requerimento à Secretaria Geral, e entregar cópia, devidamente
preenchida, dos seguintes documentos:
a) Ficha de inscrição;
b) Plano Inicial de Estágio, constando às atividades que pretende desenvolver na
Instituição Concedente.
Art. 11º - O Estágio Supervisionado se inicia a partir do momento em que
a Comissão de Supervisão de Estágio der o parecer favorável ao aluno.
Art.12º - Cada estágio deverá realizar-se durante o período de, no
mínimo, um semestre acadêmico, em conformidade com o currículo do respectivo
Curso de Graduação.
Art. 13º - A duração do estágio supervisionado é definida na estrutura
curricular de cada curso, atendendo a carga horária mínima exigida pelo MEC.
§ 1º - É obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio
Supervisionado, como consta no currículo pleno do Curso, na qual são incluídas as
horas destinadas ao planejamento, prática profissional orientada, avaliação de
atividades e planos de estágio, fracionada em jornadas compatíveis com os horários
de aula.
CAPÍTULO VIII
Da Avaliação do Estágio Supervisionado
Art.14º - A avaliação será feita através de relatórios de atividades e
supervisão do Orientador de Estágio, atribuindo-se notas a estes instrumentos, de
acordo com os critérios de avaliação de aprendizagem da Instituição.
§ 1º - Ao final do processo, cabe ao Orientador de Estágio, a menção de
Suficiente ou Insuficiente.
§ 2º - Considerado Insuficiente, sujeita-se o aluno à repetição do estágio ou
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
de parte dele, a critério da Comissão de Supervisão de Estágio.
CAPÍTULO IX
Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do Coordenador de Estágio
Art. 15º - Compete ao Coordenador de Estágio:
a) Interceder junto ao Colegiado de Curso quanto à definição dos campos de
atuação e dos Orientadores de Estágio;
b) Elaborar o Plano de Estágio com a Coordenação do Curso;
c) Executar a política de estágio em consonância com a Coordenação do Curso e a
Diretoria Acadêmica;
d) Estabelecer contato e visitas as instituições conveniadas com vistas a selecionar
aquelas que atendem às condições estabelecidas neste Regulamento;
e) Captar convênios, estabelecendo um sistema de parceria com instituições de
ensino e entidades de direito privado, através de credenciamentos periódicos;
f) Encaminhar termos para convênios com empresas concedentes;
g) Manter arquivo atualizado de oportunidades de estágio;
h) Organizar planilha de reserva para estágio futuro de alunos;
i) Atuar na vinculação do estagiário com o campo de estágio, encaminhando-o
através de carta de apresentação, constando o semestre que está cursando,
endereço e experiências anteriores relacionadas à área de estágio (curriculares e
extracurriculares);
j) Fazer o acompanhamento do desenvolvimento do estágio, através da análise de
relatórios apresentados pelos alunos e pelos professores orientadores de estágio;
l) Promover reunião com alunos orientandos e professores orientadores quando se
fizer necessário;
m) Assinar com os Orientadores de Estágio o mapa de resultados dos alunos;
n) Promover atividades de integração da Instituição com os campos de estágio
(workshops, palestras, etc.).
CAPÍTULO X
Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do
Orientador de Estágio
Art.16º - O professor responsável pela Orientação do Estágio deverá ter
formação acadêmica na área específica do estágio, sendo que a ele compete:
a) Orientar, acompanhar e avaliar os alunos no exercício da prática profissional,
interagindo com a Instituição Concedente para acompanhamento do estagiário;
b) Anotar no diário de classe e publicar os resultados da avaliação de desempenho
dos alunos estagiários na ficha dos mesmos na Secretaria Geral;
c) Orientar os alunos nas questões relacionadas à metodologia, procedimentos,
referências bibliográficas, forma e conteúdo do Plano de Estágio definitivo e dos
relatórios de estágio;
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d) Ter horário fixo de atendimento ao aluno de, pelo menos, uma a duas horas por
semana.
CAPÍTULO XI
Dos Deveres e Competências do Estagiário
Art. 17º - Compete aos alunos inscritos no Estágio Supervisionado:
a) Conhecer a legislação específica do Estágio Supervisionado;
b) Comparecer ao local do estágio nos dias e horários pré-estabelecidos;
c) Respeitar os prazos e as datas de entrega dos relatórios para o Orientador de
Estágio;
d) Participar dos encontros semanais com o Orientador de Estágio no dia e horário
previamente definidos, para que o mesmo possa desenvolver as atividades de
planejamento, acompanhamento e avaliação do processo de estágio.
CAPÍTULO XII
Do Afastamento, Interrupção e/ou Desligamento do Estágio Supervisionado
Art.18º - O aluno estagiário poderá solicitar afastamento ou interrupção do
estágio nos seguintes casos:
a) comprometimento da saúde física e/ou mental devidamente comprovado por
relatório médico;
b) licença maternidade, paternidade e casamento.
Art. 19º - O aluno estagiário poderá ser desligado do estágio, pela
Comissão de Supervisão de Estágio e/ou pela Instituição Concedente, por:
a) Indisciplina;
b) Baixo desempenho, desinteresse, incompatibilidades.
CAPÍTULO XII
Da Conclusão do Estágio Supervisionado
Art. 20º - O aluno concluirá o Estágio Supervisionado após parecer de
aprovação, emitido pelo Orientador de Estágio, observando-se o aproveitamento
mínimo na forma regimental.
Art. 21º - O aluno só poderá colar grau e receber o diploma de se for
aprovado no Estágio Supervisionado.
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CAPÍTULO XIV
Disposições Finais
Art. 22º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo de Prática
Profissional, como colegiado, cabendo recuso ao Conselho Superior de Ensino da
Instituição.
Art. 23º. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo
Conselho Superior de Ensino da Instituição.
7.7 INICIAÇÃO À PESQUISA:
Através do Centro de Extensão, Pós-Graduação e Pesquisa (CEPPG), realizamos
atividades de iniciação à pesquisa acessível a todos os nossos alunos, conforme
linhas de pesquisa disponíveis para todas as áreas. Os resultados dos trabalhos são
publicados na Revista Emphasis (ISSN 2177-8981), atualmente em sua sétima
edição. Dispomos de Regulamento do Programa de Iniciação à Pesquisa (PIP), com
Editais semestrais para adesão dos alunos.
7.8 NIVELAMENTO:
A revista Ensino Superior publicou uma reportagem, de autoria do professor Hélio
Consolaro3, intitulada "O ensino do português nas universidades", que mereceu
manchete, sobre a situação do ensino da Língua Portuguesa no Brasil. O subtítulo
"Os estudantes só descobrem a necessidade de reaprender a língua na
universidade, sob a pressão das circunstâncias", denota que a reportagem é
direcionada aos estudantes que, via de regra, deveriam ter o domínio da língua
pátria.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Indicativa compôs o
3º Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF). Os números são
assustadores: apenas 25% dos brasileiros, entre 15 e 64 anos, demonstram domínio
pleno da compreensão de textos. Para 67%, a conquista da leitura se limita à
3
Hélio Consolaro é professor de Português, cronista diário da Folha da Região - Araçatuba-SP,
presidente da Academia Araçatubense de Letras, coordenador do site Por Trás das Letras.
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localização de informações simples em enunciados de uma só frase, ou à
capacidade de identificá-las em textos curtos. Enquanto 8% não conseguem sair do
ponto de partida, ou seja, são mesmo analfabetos.
Os 67% portadores do alfabetismo funcional evidenciam uma questão muito séria do
processo educacional: alfabetizar não basta, a escola precisa leiturizar o educando,
fazer que ele também escreva textos. Como afirma Fábio Montenegro, secretário
executivo do instituto: "A alfabetização básica não dá o mínimo necessário para a
pessoa continuar se desenvolvendo. (...) Queremos chamar a atenção para a
importância de a população dominar a leitura e a escrita".
Contemporizando, o alfabetismo funcional compromete a cidadania brasileira, por
isso se diz que se faz uma verdadeira revolução quando transformamos o aluno num
leitor.
A realidade educacional brasileira atual está em crise em todos os seus níveis, mas
principalmente no ensino médio, tendo como desdobramento a má formação
universitária. Esse fato nos leva a refletir sobre formas de melhorar a qualidade do
ensino e, conseqüente, diminuir a desigualdade social. Sensível a situação, o
Governo Federal instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica
(SAEB, 1990). Ele tem como objetivo “apoiar” municípios, estados e a união na
formulação de políticas que visam à melhoria da qualidade do ensino” (INEP, 2004).
O SAEB é aplicado de dois em dois anos, participam dessa avaliação alunos do
ensino fundamental ( 1ª a 8ª série) e do ensino médio (1ª a 3ª série), as provas são
compostas das disciplinas Língua Portuguesa e Matemática.
A título de ilustração, citamos o exemplo abaixo com base nos últimos dados
divulgados pelo SAEB, referente aos últimos exames do ensino de matemática: “Dos
estudantes brasileiros da 3ª série do ensino médio, na disciplina de Matemática,
62,6% foram classificados no estágio críticos e outros 4,8% no estágio muito crítico
do aprendizado. No total, 67,4% dos alunos têm desempenho muito baixo daquele
desejado. No Brasil, no estágio considerado adequado para essa disciplina estão
somente 6% dos alunos” (INEP, 2003).
Com base nesses dados, levando-se em conta que a situação não se difere muito
das demais disciplinas, conseguimos entender o motivo pelo qual os alunos que
ingressam no ensino superior possuem muitas dificuldades em acompanhar os
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
cursos universitários, principalmente, aqueles que necessitam diretamente das
disciplinas do ensino médio.
Dentro dessa conjuntura, surgiram os cursos de nivelamento para fins de restituição
dos ensinamentos do ensino médio, o que, a princípio, trata-se de uma oficialização
da
deficiência
do
ensino
básico
brasileiro,
contudo,
é
imprescindível
o
desencadeamento dessa política para fundamentar o ensino superior. Sintonizado
com tal perspectiva, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade
Dom Pedro II estabelece as atividades de nivelamento como prioritárias para a
otimização do processo de ensino aprendizagem nos Cursos de Graduação da
Instituição. Destarte, trata-se de oportunizar a resignificação de conhecimentos
fundamentais para a aprendizagem e desenrolar da formação graduada na
Faculdade Dom Pedro II, em particular, para o curso de Engenharia proposto.
7.9 NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO:
A Faculdade Dom Pedro II entende que o atendimento ao docente e ao discente
como suporte a aprendizagem é de fundamental importância para a consecução da
proposta pedagógica institucional. Dessa forma, busca através do apoio pedagógico
promover o suporte a o processo de ensino aprendizagem dos diversos Cursos da
IES. Para tanto, instituiu o Núcleo de Apoio pedagógico, órgão de apoio aos
docentes e discentes, para viabilizar o processo de ensino aprendizagem, bem
como, para gerenciar conflitos pedagógicos no âmbito da instituição.
O NAP presta um serviço voltado ao atendimento do aluno de graduação e pósgraduação no que diz respeito ao seu desenvolvimento da carreira e sua adaptação
à faculdade. O Núcleo acolhe alunos que queiram refletir sobre sua escolha
profissional ou planejar a carreira, alunos com dificuldades relacionadas à escolha
da profissão; adaptação ao curso ou com outras dificuldades que estejam
interferindo na integração e no desempenho acadêmico.
O NAP oferece basicamente serviços específicos: atendimento individual a alunos e
professores, oficinas com temas específicos e assessoria aos coordenadores nos
projetos interdisciplinares acadêmicos.
76
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
As oficinas são atividades coletivas de curta duração com um foco ou tema
específico relacionado ao desenvolvimento de carreira ou adaptação à faculdade.
Em geral duram apenas algumas horas, concentradas em um único dia ou divididas
em dois dias. As mesmas são oferecidas com periodicidade variável, em dias e
horários específicos, divulgados em murais da faculdade e no site da Instituição.
Usualmente é necessária inscrição prévia, pois as vagas são limitadas.
7.10 POLÍTICA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS:
Na Faculdade Dom Pedro II o acompanhamento dos egressos sempre foi uma
prioridade desde a formatura da sua 1ª Turma. Este importante procedimento
objetiva acompanhar a vida profissional dos seus ex-alunos, de forma a garantir a
estes, uma formação adequada e sintonizada com o mercado de trabalho e, por
outro lado, oportunizar aos egressos o retorno à academia através da formação
continuada. A política de acompanhamento dos egressos da IES leva em
consideração as oportunidades de formação continuada, inserção profissional e
participação na vida institucional, o que constitui em uma forma de manter contato
com os egressos, transformando a Faculdade em canal aberto e centro aglutinador
das idéias e experiências destes profissionais, atualizando seus os dados pessoais e
profissionais, incentivando sua participação em atividades da IES e identificando a
adequação do curso ao exercício profissional.
Para tanto a IES inovou com a criação do “Portal dos Egressos”. Trata-se de um
portal vinculado ao E-DOM, nossa plataforma de interação virtual, com serviços de
acesso aberto e restritos via INTERNET. O Portal de Egressos é composto por
páginas virtuais com acesso aberto onde encontramos o andamento da vida
profissional de cada ex-aluno da Faculdade após sua formatura. Para o
preenchimento da página individual por parte de cada egresso, oferecemos a título
de incentivo um curso gratuito de atualização profissional após um ano de formado.
Dessa
forma,
os
egressos
preenchem as
informações
necessárias
para
conhecimento da Faculdade com vistas ao acompanhamento profissional e
otimização curricular de nossas graduações.
77
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
8. ESTRUTURA CURRICULAR:
8.1 MATRIZ CURRICULAR:
A proposta curricular do Curso de Engenharia Ambiental foi construída a partir do
disposto na RESOLUÇÃO CNE/CES nº 11, de 11/03/2002, que estabelece as
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia.
A matriz curricular está estruturada em conformidade com a RESOLUÇÃO
CNE/CES nº 2, de 18/06/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial, que prevê uma CH mínima de 3.900 (três
mil e novecentas horas) para graduação em engenharia, como prazo de
integralização mínimo previsto de 05 (cinco) anos.
Com base no referencial disposto, o Curso dispõe de uma CH mínima de 3.900 (três
mil e novecentas) horas, com 300 (trezentas) horas de Estágio Supervisionado e 150
h de Atividades Complementares.
As disciplinas são ofertadas em regime semestral seriado em 60 (sessenta) horas
por semestre, com 03 (três) horas semanais de aula, ou em 30 (trinta) horas por
semestre, com 1 (uma) hora e 30 (trinta) minutos semanais de aula, dispostos em
semestres letivos de 20 (vinte) semanas.
Todas as disciplinas são organizadas em aulas teóricas (turmas de até 50 alunos) e
práticas através de aulas em laboratórios específicos (turmas de até 25 alunos).
As aulas do turno matutino se realizarão de segunda a sexta das 07 as 12 h. As
aulas do tuno noturno se realizarão de segunda a sexta das 18 as 22 h e aos
sábados das 07 as 10 h.
A matriz curricular do Curso de Engenharia Ambiental é descrita a seguir:
78
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
1º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Metodologia Científica
1e½
30
Estudos Sócio-Humanísticos*
1e½
30
Química Geral e Experimental
3
60
Introdução à Engenharia Ambiental
3
60
Biologia Ambiental
Geometria Analítica e Álgebra Linear
3
60
3
60
Desenho Técnico e Computação Gráfica
3
60
TOTAL
360
2º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Física Geral e Experimental I
Fundamentos da Administração
3
60
3
60
Cálculo Diferencial e Integral I
3
60
Cartografia, Topografia e Geodésia
3
60
Ecologia Aplicada a Engenharia Ambiental
3
60
3
60
Química Inorgânica
TOTAL
360
3º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Física Geral e Experimental II
3
60
Química Orgânica
3
60
Cálculo Diferencial e Integral II
Estatística aplicada a Engenharia Ambiental
3
60
3
60
Sociedade, Ética e Meio Ambiente **
3
60
Geologia Ambiental
3
60
TOTAL
360
79
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
4º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Ciência dos Materiais
3
60
Física Geral e Experimental III
3
60
Cálculo Diferencial e Integral III
3
60
Bioquímica Aplicada a Engenharia Ambiental
3
60
Análise Físico-Química
3
60
Informática Aplicada
3
60
TOTAL
360
5º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Microbiologia Aplicada a Engenharia Ambiental
3
60
Fenômenos de Transporte
3
60
Modelagem Matemática em Sistemas Ambientais
3
60
1e½
30
3
30
3
60
1e½
60
Avaliação, Manejo e Conservação de Recursos Naturais
Hidrologia
Geomorfologia e Pedologia
Geotecnia Ambiental
TOTAL
360
6º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Sensoriamento Remoto
3
60
Hidráulica Aplicada à Engenharia Ambiental
3
60
Hidrogeoquímica e Hidrogeologia
3
60
Química Ambiental
3
60
Climatologia e Meteorologia
3
60
Controle da Poluição Ambiental
3
60
TOTAL
360
80
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
7º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
1e½
30
3
60
3
60
Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água
3
60
Poluição Hídrica e Tecnologias de Tratamento de Águas
Residuárias
Resistência dos Materiais
3
60
3
60
1e½
30
Geoprocessamento, Sistema de Informações Geográficas
e Analise Ambiental
Gestão e Tecnologias de Tratamento de Efluentes Líquidos e
Gasosos
Gestão, Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos
Saúde e Meio Ambiente
TOTAL
360
8º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Fontes de Energia
1e½
30
Economia Ambiental
1e½
30
Recuperação de Áreas Degradadas
3
60
Direito Ambiental e Legislação Aplicada
3
60
Sistema de Gestão Ambiental
3
60
Gestão e Planejamento de Recursos Hídricos e Áreas
Protegidas
3
60
Avaliação de Impactos Ambientais
3
60
TOTAL
360
9º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Manejo de Bacias Hidrográficas
3
60
Análise de Risco Ambiental
3
60
Adequação Ambiental em Áreas Urbanas
3
60
Biotecnologia
1e½
30
Certificação Ambiental
1e½
30
Monitoramento Ambiental
1e½
30
Trabalho de Conclusão de Curso I
----
90
Estágio Curricular Supervisionado I
----
150
TOTAL
510
81
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
10º SEMESTRE
Disciplinas
CH/
Semanal
CH/
Semestral
Gestão do Conhecimento
1e½
30
Legislação e Ética Profissional
1e½
30
Segurança do Trabalho
1e½
30
Disciplina Optativa
1e½
30
Trabalho de Conclusão de Curso II
----
90
Estágio Curricular Supervisionado II
----
150
TOTAL
360
Disciplinas Optativas (CH 30h):
Empreendedorismo
Ergonomia Saúde e Segurança do Trabalho II
Tópicos Especiais em Gestão da Qualidade
Libras (Conforme Decreto n° 5.626/2005)
Carga-Horária da Matriz Curricular: 3.750 (três mil setecentos e cinqüenta) horas
Atividades Complementares: 150 (cento e cinqüenta) horas
Total da Carga Horária do Curso: 3.900 (três mil e oitocentas) horas
* Contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações
Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena,
conforme Lei n° 11.645 de 10/03/2008 e Resolução CNE/CP N° 01 de 17/06/2004;
** Contempla as Políticas de Educação Ambiental, conforme Lei nº 9.795 de
27/04/1999 e Decreto nº 4.281 de 25/06/2002.
Obs: as Políticas de Educação Ambiental também são contempladas enquanto
temas transversais.
82
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
8.2 CORPO DOCENTE:
DISCIPLINA
Metodologia
Científica
SEMESTRE
1º
DOCENTE
Sandra
Virgínia
Estudos SócioHumanísticos
Química Geral e
Experimental
Introdução à
Engenharia
Ambiental
Biologia
Ambiental
1º
Valmir
Martins
1º
Sandra
Virgínia
1º
Claudia
Caxias
1º
Luzia
Barbosa
Geometria
Analítica e Álgebra
Linear
1º
Cláudia
Cristina Rios
Caxias da
Costa
REGIME DE
TRABALHO
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
Bacharel em Farmácia/UFBA
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Tempo
Integral
+ 15 anos
Graduado em Formação de
Oficiais / APM
Licenciado em História / UFBa
Bacharel em Teologia / FBB –
EST
Bacharel em Administração /
FBB
Especialista em Org. e Proc. do
Ensino Superior / FIM
Mestre em Administração /
UFBa
Doutor em Desenvolvimento
Regional e Urbano / UNIFACS
Pós-Doutor em Política e
História
Bacharel em Farmácia/UFBA
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Tempo
Integral
FORMAÇÃO ACADÊMICA
+ 20 anos
Tempo
Integral
+ 15 anos
Tempo
Integral
Bacharela em Engenharia
de Minas – UFBA
Licenciada em Geografia –
UCSal
Especialista em Metodologia
da Educação Superior –
FBB
Especialista em
Planejamento e Técnicas do
Ensino Superior - FIM
Mestrado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Doutorado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Pós-Doutora em Geografia
– Tratamento da Informação
Espacial (PUC Minas)
Tempo
Integral
+ 15 anos
83
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
DISCIPLINA
SEMESTRE
DOCENTE
Desenho Técnico
e Computação
Gráfica
1º
Cartografia,
Topografia e
Geodésia
Física Geral e
Experimental I
Ecologia Aplicada
a Engenharia
Ambiental
Alaíde
Barbosa
REGIME DE
TRABALHO
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
Graduada em Processamento
de Dados / FRB;
Bacharela em Administração /
FBB
Licenciada em Química / FACE
Especialista em Educação/FIM
Especialista em Redes de
Computadores/UNIFACS
Especialista em Segurança no
Trabalho/FDL
Mestra em Redes de
Computadores/UNIFACS
Doutora em Engenharia
Elétrica/USP
Tempo
Integral
+ 15 anos
Bacharela em Engenharia
de Minas – UFBA
Licenciada em Geografia –
UCSal
Especialista em Metodologia
da Educação Superior –
FBB
Especialista em
Planejamento e Técnicas do
Ensino Superior - FIM
Mestrado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Doutorado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Pós-Doutora em Geografia
– Tratamento da Informação
Espacial (PUC Minas)
Tempo
Integral
+ 15 anos
Tempo
Parcial 2
+ 5 anos
FORMAÇÃO ACADÊMICA
2°
Cláudia
Cristina Rios
Caxias da
Costa
2º
Osvaldo
Rocha
Licenciado em Física /UEFS
Mestre em Física/ UFBa
Doutorando em Física / UFBa
Alaíde
Barbosa
Graduada em Processamento
de Dados / FRB;
Bacharela em Administração /
FBB
Licenciada em Química / FACE
Especialista em Educação/FIM
Especialista em Redes de
Computadores/UNIFACS
Especialista em Segurança no
Trabalho/FDL
Mestra em Redes de
Computadores/UNIFACS
Doutora em Engenharia
Elétrica/USP
2º
+ 15 anos
Tempo
Integral
84
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
DISCIPLINA
SEMESTRE
DOCENTE
Cálculo Diferencial
e Integral I
2º
Eduardo
Fonseca
Química
Inorgânica
2°
Sandra
Virgínia
Fundamentos da
Administração
Estatística
aplicada a
Engenharia
Ambiental
Física Geral e
Experimental II
Química
Orgânica
Cálculo Diferencial
e Integral II
Sociedade, Ética
e Meio Ambiente
Indivíduos e
Organizações
2º
Amadeu
D’Amorin
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Bacharel em Engenharia
Eletricista / UFBa
Especialista em Marketing /
ESPM
Bacharel em Farmácia/UFBA
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Graduado em Formação de
Oficiais / APM
Licenciado em História / UFBa
Bacharel em Teologia / FBB –
EST
Bacharel em Administração /
FBB
Especialista em Org. e Proc. do
Ensino Superior / FIM
Mestre em Administração /
UFBa
Doutor em Desenvolvimento
Regional e Urbano / UNIFACS
Pós-Doutor em Política e
História
Graduação em Formação de
Oficiais / APM
Licenciatura em Matemática /
UCSal
Especialista em Métodos
Quantitativos / UnB
Mestre em Análise Regional /
UNIFACS
Doutor em Análise Regional /
UNIFACS
REGIME DE
TRABALHO
Tempo
Parcial 2
Tempo
Integral
+ 20 anos
+ 15 anos
Tempo
Integral
+ 20 anos
Tempo
Parcial 2
+ 20 anos
3º
Ana Célia
3º
Osvaldo
Rocha
Licenciado em Física /UEFS
Mestre em Física/ UFBa
Doutorando em Física / UFBa
Tempo parcial
2
3º
Sandra
Virgínia
Bacharel em Farmácia/UFBA
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Tempo
Integral
3º
Eduardo
Fonseca
Bacharel em Engenharia
Eletricista / UFBa
Especialista em Marketing /
ESPM
Tempo
Parcial 2
3º
Osvaldo
Bastos
Bacharel em Economia/UEFS
Mestre em Desenvolvimento
Humano e Responsabilidade
Social/FVC.
Tempo
Parcial 2
Valmir
Martins
Graduado em Formação de
Oficiais / APM
Licenciado em História / UFBa
Bacharel em Teologia / FBB –
EST
Bacharel em Administração /
FBB
3º
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
+ 05 anos
+ 15 anos
+ 20 anos
+ 20 anos
+ 20 anos
Tempo
85
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
DISCIPLINA
Geologia
Ambiental
Ciência dos
Materiais
Física Geral e
Experimental III
Cálculo Diferencial
e Integral III
Informática
Aplicada
SEMESTRE
3º
DOCENTE
Cláudia
Cristina Rios
Caxias da
Costa
FORMAÇÃO ACADÊMICA
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
Especialista em Org. e Proc. do
Ensino Superior / FIM
Mestre em Administração /
UFBa
Doutor em Desenvolvimento
Regional e Urbano / UNIFACS
Pos-Doutor em Política e
História
Integral
Bacharela em Engenharia
de Minas – UFBA
Licenciada em Geografia –
UCSal
Especialista em Metodologia
da Educação Superior –
FBB
Especialista em
Planejamento e Técnicas do
Ensino Superior - FIM
Mestrado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Doutorado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Pós-Doutora em Geografia
– Tratamento da Informação
Espacial (PUC Minas)
Tempo
Integral
Bacharel em Engenharia
Mecânica/UGF
Especialista em Engenharia
Econômica/FVC
MBA em Distribuição e
Logística/UCSal
Tempo
Integral
Licenciado em Física /UEFS
Mestre em Física/ UFBa
Doutorando em Física / UFBa
Tempo
Parcial
+ 05 anos
Tempo
Parcial 2
+ 20 anos
4º
Ury Gomes
4º
Osvaldo
Rocha
4º
Eduardo
Fonseca
Bacharel em Engenharia
Eletricista / UFBa
Especialista em Marketing /
ESPM
Alaíde
Barbosa
Graduada em Processamento
de Dados / FRB;
Bacharela em Administração /
FBB
Licenciada em Química / FACE
Especialista em Educação/FIM
Especialista em Redes de
Computadores/UNIFACS
Especialista em Segurança no
Trabalho/FDL
Mestra em Redes de
Computadores/UNIFACS
Doutora em Engenharia
4º
REGIME DE
TRABALHO
+ 15 anos
+ 15 anos
+ 15 anos
Tempo
Integral
86
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
DISCIPLINA
SEMESTRE
DOCENTE
FORMAÇÃO ACADÊMICA
REGIME DE
TRABALHO
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
Elétrica/USP
Análise FísicoQuímica
Bioquímica
Aplicada a
Engenharia
Ambiental
4º
4º
Sandra
Virgínia
Bacharel em Farmácia/UFBA
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Tempo
Integral
+ 15 anos
Tempo
Integral
+ 15 anos
Ury Gomes
Bacharel em Engenharia
Mecânica/UGF
Especialista em Engenharia
Econômica/FVC
MBA em Distribuição e
Logística/UCSal
8.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE:
Conforme legislação específica, todos os Cursos da Faculdade Dom Pedro II
instituíram seus respectivos Núcleos Docentes Estruturantes. No Curso de
Engenharia, o NDE foi constituído pelos professores que participaram da construção
do Projeto Pedagógico do Curso, que se reuniram regularmente para fins de análise,
idealização, deliberação e construção de procedimentos acadêmicos referentes ao
Curso, funcionando como o staff da Coordenação do Curso.
DOCENTE
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Bacharel em
Farmácia/UFBA
Sandra Virgínia
Mestra em Química / UFBa
Doutora em Química / UFBa
Graduado em Formação de
Oficiais / APM
Licenciado em História /
UFBa
Bacharel em Teologia / FBB
– EST
Valmir Martins Bacharel em Administração
/ FBB
Especialista em Org. e Proc.
do Ensino Superior / FIM
Mestre em Administração /
UFBa
Doutor em Desenvolvimento
REGIME DE EXPERIÊNCIA
TRABALHO PROFISSIONAL
Tempo
Integral
+15 anos
Tempo
Integral
+ 20 anos
87
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
DOCENTE
FORMAÇÃO ACADÊMICA
REGIME DE EXPERIÊNCIA
TRABALHO PROFISSIONAL
Regional e Urbano /
UNIFACS
Pos-Doutor em Política e
História
Tempo
Integral
Coordenador
Bacharela em Engenharia
de Minas – UFBA
Licenciada em Geografia –
UCSal
Especialista em Metodologia
da Educação Superior –
FBB
Especialista em
Planejamento e Técnicas do
Cláudia Cristina
Ensino Superior - FIM
Rios Caxias da
Mestrado em Geografia –
Costa
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Doutorado em Geografia –
Tratamento da Informação
Espacial (PUC MG)
Pós-Doutora em Geografia
– Tratamento da Informação
Espacial (PUC Minas)
Tempo
Integral
+ 15 anos
Graduada em
Processamento de Dados /
FRB;
Bacharela em
Administração / FBB
Licenciada em Química /
FACE
Especialista em
Alaíde Barbosa Educação/FIM
Especialista em Redes de
Computadores/UNIFACS
Especialista em Segurança
no Trabalho/FDL
Mestra em Redes de
Computadores/UNIFACS
Doutora em Engenharia
Elétrica/USP
Bacharel em Engenharia
Mecânica/UGF
Especialista em Engenharia
Ury Gomes
Econômica/FVC
MBA em Distribuição e
Logística/UCSal
Tempo
Integral
+ 15 anos
Tempo
Integral
+ 15 anos
88
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
8.4 COLEGIADO DO CURSO:
Conforme Art° 64 do Regimento Interno, todos os Cursos de Graduação da
Faculdade Dom Pedro II dispõem de Colegiado de Curso, que são órgãos
consultivos em matéria acadêmico-administrativa e disciplinar, e deliberativos em
matéria técnico-científica e didático-pedagógica da Faculdade, constituídos pelo
Coordenador do Curso, pelos docentes que compõem o Colegiado e por um (1)
representante do Corpo Discente do respectivo Curso, indicado pelo seu Diretório
Acadêmico. Preside o Colegiado a Coordenador Geral e a Coordenador Adjunto do
Curso, na ausência dos mesmos, o Professor Titular mais antigo no magistério da
Faculdade, com preferência para o mais idoso, em caso de empate. O Colegiado se
reúne, ordinariamente, uma vez por trimestre, e, extraordinariamente, quando
convocado pelo Diretor Geral da Faculdade, pelo Diretor Acadêmico ou pelo
Coordenador de Curso ou a requerimento de um terço (1/3), no mínimo, de seus
membros. O Colegiado funciona e delibera com a presença da maioria absoluta de
seus membros, decidindo por simples maioria de votos. Nenhum membro do
Colegiado pode votar em assunto de seu interesse pessoal direto. O Presidente do
Colegiado tem direito apenas ao voto de qualidade. De cada reunião, é lavrada a ata
pelo Secretário Acadêmico da Faculdade, devendo a mesma ser lida e aprovada
pelos membros presentes. Cabe ao Colegiado de Curso:
I - pronunciar-se sobre convênios ou acordos com outras entidades, repartições ou
associações nacionais e estrangeiras;
II - opinar, em casos de recurso, sobre questões acadêmico-administrativas, de
ensino, didática ou disciplinares, a serem submetidas ao Conselho Superior de
Ensino;
III - aprovar os planos de cursos da Faculdade;
IV - aprovar os planos específicos dos cursos extraordinários, seus programas e
docentes participantes;
V - acompanhar a execução do regime didático, especialmente no tocante à
coordenação, cumprimento de programas aprovados e atividades de pesquisa;
VI - aprovar os programas das disciplinas e os currículos dos cursos;
VII - aprovar programas de ensino para realização entre os períodos letivos;
89
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
VIII - decidir questões sobre: a) matrícula, exames, trabalhos escolares e
transferências para a Faculdade, em grau de recurso; b) serviços técnicos e
administrativos;
XIX - responder consultas que lhe forem encaminhadas pelo Conselho Superior de
Ensino e pela Diretoria da Faculdade;
X - indicar o Encarregado do Núcleo de Prática Profissional do respectivo Curso;
XI - opinar sobre a admissão e dispensa de professores;
XII - fixar, anualmente, o número de monitores, fazendo-o antes do início do primeiro
período letivo, e pronunciar-se sobre propostas de contratação;
XIII - apreciar representações contra professores e pronunciar-se;
XIV - desincumbir-se de outras atribuições não relacionadas neste artigo, mas a ele
cominadas neste Regimento.
90
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
8.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA:
1º SEMESTRE
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
Engenharia Ambiental: conceituação, posição nas engenharias e ciências
ambientais, áreas de atuação e estrutura do Curso. Atribuições profissionais e ética
profissional. Relações de humanidades, ciências sociais e cidadania. A natureza
(fenômenos naturais) e as modificações e impactos ambientais das atividades
humanas. Ecologia, ecossistema e conseqüências de poluição na
água, ar e solo. Conceitos gerais de saúde ambiental, epidemiologia, meio ambiente
e doenças, saneamento básico e ambiental, prevenção de doenças e qualidade de
vida. Escala de processos e de impactos ambientais. Conservação Ambiental.
Noções de gestão ambiental. Palestras, audiovisuais, seminários e visitas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Pearson
Education,
2006.
VARGAS, M. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro: Globo, 1985.
VON SPERLING; M. Introdução a Qualidade das Águas e ao Tratamento de
Esgotos – Vol.1. Belo Horizonte, 2 ed. Departamento de Engenharia Sanitária e
Ambiental; UFMG, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO NETTO, J. M. de. Manual de Saneamento de cidades e edificações.
São Paulo: Pini, 1991.
MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 3a ed. Rio de Janeiro: ABES,
2003. 416p.
PHILIPPI JÚNIOR, A. Saneamento do Meio. São Paulo. Fundacentro, Faculdade
de Saúde Pública; USP, 1992.
VON SPERLING; M. Principios Básicos do Tratamento de Esgotos – Vol. 2. Belo
Horizonte, 2 ed. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG, 1996.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
EMENTA:
Conceitos básicos da metodologia científica, fundamentos de epistemologia.
Relação entre conhecimento, ciência e sociedade. Ciência e método científico.
ABNT. Iniciação à prática científica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à
Metodologia Científica. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. 340p.
91
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
LIBANIO, João Batista. Introdução à vida intelectual. 3. ed. São Paulo: Loyola,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Maria Margarida de. Metodologia do trabalho científico. 7ed. São
Paulo: Atlas, 2006.
IDE, Pascal. A arte de pensar .2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Teoria da ciência e
prática de pesquisa. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 6.ed.
São Paulo: Atlas, 2007.
GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR
EMENTA:
Vetores no plano e no espaço. Produtos de Vetores. Equações das Retas, Planos e
Cônicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2001.
BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; RIBEIRO, V. L. F. F.; WETZLER, H. G. Álgebra
linear. 3.ed. São Paulo: Harber & Row do Brasil, 1986. 411p.
LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CALLIOLI, Carlos A; COSTA, Roberto Celso Fabricio; DOMINGUES, Hygino H.
Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, c1990.
REIS, Genésio Lima dos. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC,1996
STEINBRUCH, Alfredo. Geometria Analítica. São Paulo: Makron, 2002.
WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 2000.
ESTUDOS SÓCIO-HUMANÍSTICOS
EMENTA:
Objeto e Objetivos das ciências sociais. Conceitos básicos para a compreensão dos
processos sociais. Estudos sobre a evolução do homem. Fundamentos do
comportamento individual e grupal. Formação da sociedade brasileira, Relações
Étnico-raciais, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. Família e Religião.
Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura
como instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica
cultural das sociedades contemporâneas. Cultura organizacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução a Sociologia. São Paulo: Ática, 2002
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia:
Uma Introdução. São Paulo: Atlas, 2001
DAMATTA, Roberto. Relativizando – uma introdução à antropologia social. Rio
de Janeiro. Rocco, 1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil. Rio de Janeiro. Rocco, 1998.
92
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia crítica: alternativas de mudança. 53. ed.
Porto Alegre: EDIPURCRS, 2008.
SOARES, Francisco Lima. Introdução à sociologia. Imperatriz: Ética, 2009
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à Sociologia. São Paulo. Atual, 1983
DESENHO TÉCNICO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA
EMENTA
Pela utilização do software IntelliCAD em Laboratório, serão apresentados: o
modelamento geométrico 2D auxiliado por computador; escrita e cotagem em
desenhos técnicos assistidos por computador; elaboração de desenhos
perspectivos, ortográficos e cortes em editor gráfico computacional e fluxogramas
industriais (projetos de fluxogramas industriais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRENCH, Thomaz Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia
gráfica. 8. ed. São Paulo: Globo, 2005.
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: o
desenho geométrico. Rio de Janeiro: Hemus, 2008. 4 v.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e
faculdades de arquitetura. 4. ed. rev. e atual. São Paulo: Edgard Blücher, c2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEAKE, James L.; BORGERSON, Jacob L.; BIASI, RONALDO Sérgio de (Trad. ).
Manual de Desenho Técnico Para Engenharia: desenho, modelagem e
visualização. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2010. 288p.
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com
AutoCAD 2008. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2007.
GIESECKE, F. E. et al. Comunicação gráfica moderna. Porto Alegre: Bookman,
2002.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
BIOLOGIA AMBIENTAL
EMENTA
Ecossistemas. Energia nos sistemas ecológicos. Ciclos biogeoquímicos. Fatores
limitantes. Dinâmica de populações. Comunidades. O desenvolvimento e a
manutenção do equilíbrio ecológico. Origem da vida. Teorias da evolução.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ODUM, E.P. Ecologia. 5 Edição, Editora Pioneira Thompson, 2009.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
FUTUYMA, D.J. Biologia evolutiva. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de
Genética, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LINHARES, S. Biologia das populações: Genética, ecologia e evolução.
São Paulo: Ática, 2002.
LUTZENBERGER, J. Manual de ecologia: do jardim ao poder – vol. 1 e 2ª.
Ed. Porto Alegre: Artemed, 2006.
SOARES, J. L. Biologia: seres vivos, evolução e ecologia. São Paulo: editora
scipione ltda, 1986.
93
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
YOLANDA, R. Ecologia. 2ª ed. São Paulo: Nobel, 1996.
QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL
EMENTA
Propriedades físicas e químicas dos compostos, termoquímica, os elementos
químicos e a diversidade dos materiais, introdução às funções orgânicas e
inorgânicas, a indústria e química ambiental. Operações Fundamentais em
Laboratório de Química; Ligação química ácido e base, equilíbrio químico,
hidrólise; soluções: pH; solubilidade; complexação e oxi-redução; Reações
químicas; teoria da dissociação eletrolítica; balanceamento químico.
Estequiometria. Identificação de cátions e ânions Efeito do Ion-Comum; SoluçãoTampão; Hidrólise Salina; Métodos de Análise Química; Análise Volumétrica;
Eletroquímica, Titrimetria. Gravimetria, Introdução à Química Orgânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
LEE, John David. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard
Blücher, 1999.
RUSSEL, John Blair. Química geral: v.1. 2. ed. São Paulo: Pearson, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FARIAS, Robson Fernandes de. Química Geral no Contexto das Engenharias.
São Paulo: Átomo, 2011.
HOLMES, Thomas; BROWN, Lawrence S. Química Geral - Aplicada À
Engenharia. Porto Alegre: Cengage Learning, 2011.
SOLOMONS, T. W. Grahan; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 8. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2005. v.1.
SHRIVER, Duward Felix; ATKINS, Peter W. Química inorgânica. 4. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2008.
2º SEMESTRE
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO
EMENTA:
As teorias organizacionais e os modelos gerenciais na organização do trabalho.
Planejamento e gestão de serviços. Funções de administração e planejamento em
órgãos da administração pública, empresas e organizações da sociedade civil. RH,
finanças, orçamento e logística de empreendimentos organizacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. São Paulo.
Makrom,2000.
MAXIMIANO, Antônio César A. Introdução à Administração. São Paulo. Atlas,
2004
MOTTA, F. C. P.; VASCONCELOS, I. F. G. de. Teoria Geral da Administração. 2
ed. São Paulo: Pioneira, 2002.
94
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAUJO, L. C. G. de. Teoria Geral da Administração: aplicação e resultados
nas empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2004.
MAXIMIANO, Antonio C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana
a revolução digital. 6 ed. São Paulo: Editora Atlas, 2004.
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Introdução À Administração. Edição
Compacta. São Paulo: Atlas, 2009.
TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de Administração Cientifica. São Paulo:
Atlas, 2010.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
EMENTA
(1) Conceitos e aspectos gerais da teoria de funções e modelagem matemática. (2)
Funções lineares como base de análise. (3) Taxas de variação e suas aplicações.
(4) As derivadas de uma função e sua relação com as taxas de variação. (5)
Otimização de funções de uma variável. (6) Diferenciais e a estimação de erros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
HUGHES-HALLET, Deborah et al. Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUGHES-HALLET, Deborah. Cálculo e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher,
1999.
WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2009.
FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo - A Funções Limite Derivação Integração. 6ª
Ed. São Paulo: Makron, 2010.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo Vol. 1,2, 3 e 4. Rio de Janeiro:
LTC, 2001
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I
EMENTA:
Cinemática: conceitos preliminares, velocidade média, velocidade instantânea,
equações do movimento, representação gráfica, movimento uniforme e variado,
queda Livre. Dinâmica: vetores, massa, força, tipos de força (contato e campo),
forças peso, normal, tração e de atrito, Leis de Newton. Equilíbrio de Partícula e
Corpo Rígido. Impulso, Quantidade de Movimento e Colisões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HEWITT, P. G. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas,
termodinâmica. v.1, 2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5.ed. São
Paulo: Makron Books, 1994.
95
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física. v.I, II. 12.ed. São Paulo: Addison Wesley,
2008.
SERWAY, R. A.; JR., J. W. J. Princípios de física. v.1. São Paulo: Thomson
Learning, 2004.
MOSCA, Gene. Física, Vol 1 para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC,
2009.
ALONSO, Marcelo. Física um curso universitário. 2ª. ed. São Paulo, 2011. 481 p.
(v.1)
CARTOGRAFIA, TOPOGRAFIA E GEODÉSIA
EMENTA
Evolução histórica da cartografia. Técnicas de representação. Cartografia básica.
Interpretação de cartas topográficas. Cartografia temática. Importância da topografia
na Engenharia Ambiental. Unidades de medidas. Medidas Lineares e Angulares.
Planimetria: levantamento de poligonais de pequenas e grandes dimensões; azimutes
e rumos; coordenadas parciais e erro linear; coordenadas totais e cálculo analítico
de áreas; áreas extra e intrapoligonal. Altimetria: altitude e cotas; nivelamento
geométrico; curvas de nível; taqueometria; terraplenagem industrial. Problemas
notáveis de campo. Noções de aerofotogrametria e fotointerpretação.
Sensoriamento Remoto. Sistemas sensores e aplicações. Interpretação de
imagens. Noções de geoprocessamento. Processamento de imagens. Manipulação
de mapas temáticos. Modelagem numérica do terreno. Análise espacial. Geração de
carta e impressão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUARTE, P. A. Cartografia Básica. Editora da UFSC. Florianópolis, 1988.
DUARTE, P. A. Escala-fundamentos. Editora da UFSC, Florianópolis,
1989.
BORGES, A. de C. - Exercícios de Topografia. S. Paulo. Edgard Blücher, volumes 1
e 2, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESPARTEL, L. - Curso de Topografia. Ed. Globo, 1983.
FITZ, P. R. Cartografia Básica. Canoas/RS: Centro Universitário La Salle, 2005.
KOFFLER, N. F. Introdução ao Sensoriamento Remoto. UNESP,
1992.
MOREIRA, A. M. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de
Aplicação. Editora UFV (Universidade Federal de Viçosa), 3 edição, 2007,
320p.
QUÍMICA INORGÂNICA
EMENTA
Revisão de modelos de ligação química. Simetria molecular. Moléculas poliatômicas
e sólidos. Simetria de orbitais. Orbitais moleculares aplicados a sólidos. Ácidos e
Bases de Bronsted. Ácidos e Bases de Lewis. Oxidação e redução. Hidrogênios e
seus compostos: propriedades, classificação, reatividades e hidretos.
96
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, H.L.C.; Química Inorgânica uma introdução, 1a edição, UFMG: Belo
Horizonte, 1992.
LEE, J.D.; Química Inorgânica não tão concisa, tradução da 5a edição inglesa,
Editora Edgard Blucher: São Paulo 2000.
SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W.; LANGFORD, C.H.; Inorganic Chemistry, Oxford
University Press: Oxford, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUHEEY, J.E; KEITER, E.A.; KEITER, R.L.; Inorganic Chemistry, 4th edition, New
York Harper Collins College Publishers, 1993.
LIMA, W. N. Química Inorgânica Experimental: guia de trabalhos e ensaios de
laboratório – curso introdutório. Belém: Editora Universitária UFPA, 1993.
OHLWEILWER, O.A.; Química Inorgânica, vol. 1, Editora Edgard Blucher, 1973.
VOGEL, A.I. Química Analítica Qualitativa. São Paulo: Editora Mestre Jou. 5ª
edição. 1981.
ECOLOGIA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
Ecologia, Ecossistemas, Cadeias e redes alimentares. Estrutura trófica, Pirâmides
ecológicas, Fatores limitantes, Dinâmica das populações, Interações ecológicas,
Conceitos de habitat e nicho ecológico, Estrutura das comunidades e sucessão,
Princípios de fluxo de energia, Energia e diversidade, Modelos de fluxo de energia
em diferentes ecossistemas (sistemas terrestre e aquático, áreas urbanas e
rurais), Aplicações de ecologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ODUM, E.P. Fundamentos de ecologia. Editora Pioneira Thomson 5° edição,
2007, 612p.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1996.
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistema. Editora Artmed, 4.ed., 2007, 752p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORSON, W. Manual global de ecologia: o que você pode fazer a respeito da
crise do Meio Ambiente. São Paulo, Editora Augustus, 1993, 412p.
LUTZENBERGER, J. Manual de ecologia: do jardim ao poder – vol. 1 e 2ª.
Ed. Porto Alegre: Artemed, 2006.
MARGALEF, R. Teoria de los sistemas ecológicos. Universitat de Barcelona.
Barcelona, 1991, 290p.
RICARDO MOTTA PINTO-COELHO. Fundamentos em Ecologia. Editora Artmed,
2000, 256p.
97
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
3º SEMESTRE
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
EMENTA
Funções exponenciais e logarítmicas e suas derivadas. Funções trigonométricas e
suas derivadas. Antiderivadas e a integral indefinida. O Teorema Fundamental do
Cálculo e a integral definida. Aplicações das integrais. Métodos avançados de
integração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
HUGHES-HALLET, Deborah et al. Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIVENS, Irl C.; ANTON, Howard; DAVIS, Stephen L. Cálculo Vol. 1 e 2. São Paulo:
Artmed, 2007.
FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo - A Funções Limite Derivação Integração - 6ª
Ed. São Paulo: Makron, 2010.
WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2009.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1994. 2 v.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II
EMENTA:
Trabalho realizado por uma Força, Potência, Teorema do Trabalho-Energia, Lei de
Hooke, Forças Conservativas, Lei da Conservação de Energia, Energia Mecânica,
Energia Cinética, Energia Potencial Gravitacional, Energia Potencial Elástica,
Movimento Circular (revisão), Energia Cinética Rotacional, Momento de Inércia,
Teorema dos Eixos Paralelos, Conservação de Energia (considerando a rotação),
Momento Angular, Conservação do Momento Angular (colisões envolvendo rotação).
Temperatura, Transferência de Calor e Dilatação Térmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HEWITT, P. G. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5.ed. São
Paulo: Makron Books, 1991.
TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas,
termodinâmica. v.1, 2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOSCA, Gene. Física, Vol 2 para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC,
2009.
SERWAY, R.A.; JR., J.W.J. Princípios de física. v.1. São Paulo: Thomson Learning,
2004.
98
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física. v.I, II. 12.ed. São Paulo: Addison Wesley,
2008.
VILLAS BÔAS, Newton. Tópicos de física 2: termologia ondulatória e óptica . 16ª.
ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 512 p. ( v.2 )
QUÍMICA ORGÂNICA
EMENTA
Introdução à Química Orgânica aplicada a engenharia ambiental. Principais funções
orgânicas - nomenclatura, propriedades físico-químicas e reacionais. Forças de
interações intermoleculares (Van der Walls, dipolo-dipolo, ponte de hidrogênio).
Polaridade e solubilidade de compostos. Acidez e basicidade de compostos
orgânicos. Isomeria (plana e espacial). Reações orgânicas (adição, eliminação,
substituição e oxidação).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALLINGER, L. N. Química orgânica, 2. ed, Editora Guanabara Dois, São Paulo,
1978.
MCMURRY J. Química Orgânica, V.1, 4ª edição, LTC - Livros Técnicos e
Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1997.
MCMURRY J. Química Orgânica, V.2, 4ª edição, LTC - Livros Técnicos e
Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RUSSEL, J. B. Química geral . 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
SOLOMONS, T.W.G; FRYLE. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC. (v.1 e v.2)
1996.
VOGEL, A. I. Química Orgânica: análise orgânica qualitativa. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico, 1986. v.1 e v2.
SOCIEDADE, ÉTICA E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Concepções e princípios éticos e filosóficos da relação sociedade e natureza.
Modernização, ciência e desenvolvimento. Ecologia e Economia Política. Meio
ambiente, sustentabilidade e Globalização. Meio Ambiente, condições de vida e
sociedade de risco. A Sustentabilidade sócio-ambiental e as ciências sociais. Políticas
de educação ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, S. B.; GUERRA, J. (Orgs.). A questão ambiental: diferentes abordagens.
Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2003.
GOLDENBERG, M. Ecologia, Ciência e Política. Rio de Janeiro: Editora Revan,
1992.
SACHS, I. Ecodesenvolvimento -crescer sem destruir. São Paulo: Vértice, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALTVATER, E. O preço da riqueza. São Paulo: Editora da Universidade Estadual
Paulista, 1995.
ARENT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.
99
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
BAUMAN, Z. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1999.
FERREIRA, L.C; VIOLA, E. (Orgs.). Incertezas da Sustentabilidade na
Globalização. 2. ed. São Paulo: Editora da Unicamp, 1996.
NOVAES, A. (org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ESTATÍSTICA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
Estatística Descritiva. Conceitos Básicos de Modelos Probabilísticos. Introdução à
Probabilidade: modelos matemáticos, Teoria dos Conjuntos, espaço amostral.
Espaços Amostrais Finitos: métodos de enumeração. Variáveis Aleatórias
Unidimensionais: variáveis aleatórias discretas e contínuas. Valor Esperado e
Variância. Distribuições de Variáveis Aleatórias Discretas: distribuições de Poisson,
Binomial, Geométrica, Hipergeométrica, Multinomial e de Pascal. Distribuições de
Variáveis Aleatórias Contínuas: distribuições Normal, Exponencial, Gama, Quiquadrado, Normal Bidimensional, distribuição de Weibull e Truncadas. Aplicação
de probabilidade: confiabilidade ( definição de função de confiabilidade, taxa de falha)
e teoria de decisão. Amostragem e Distribuições Amostrais (t, quiquadrado e F);
Inferência Estatística: Estimação e Testes de Hipóteses.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEVORE, J.L. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. Editora
Thomson, 2006.
FARIAS, Alfredo Alves; SOARES, José Francisco; CÉSAR, Cibele Comini.
Introdução à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C., Estatística aplicada e probabilidade
para engenheiros. Editora, LTC, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HINES, William W.; GOLDSMAN, David M.; MONTGOMERY, Douglas C.
Probabilidade e Estatística na Engenharia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antônio Carlos Pedroso de. Noções de
probabilidade e estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2005.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. São
Paulo: Pearson, 2009.
TRIOLA, Mário F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GEOLOGIA AMBIENTAL
EMENTA
Fundamentos de geologia ambiental: materiais e processos geológicos; solos e
ambiente. Riscos e processos geológicos: riscos naturais; rios e inundações;
deslizamentos de terra; terremotos; atividades vulcânicas; riscos costeiros. Aspectos
geológicos de saúde ambiental. Fundamentos de geofísica. Geoquímica ambiental:
águas superficiais e subterrâneas e o transporte de elementos; elementos essenciais
e tóxicos; métodos analíticos. Recursos minerais e meio ambiente. Mudanças
Globais (uso da terra e tomada de decisão). Mudanças Globais e a ciência do
100
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Sistema Terrestre. Avaliação e uso da terra.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BITAR. O.Y.; Curso de Geologia Aplicada ao Meio Ambiente ABGE/IPT (Série
Meio Ambiente), São Paulo, 2ª reimpressão, 1995, 247 p.
KELLER, E.A. Environmental Geology. Prentice Hall: 2000, 8º edição, 562p.
OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de Engenharia, ABGE, São Paulo, 6ª
reimpressão, São Paulo, 1998, 587 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (orgs.) A Questão ambiental. 3ªed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
FENZL, N. Introdução à hidrogeoquímica. Belém, Universidade Federal do Pará,
1988, 190 p.
ROHDE, G.M. Geoquímica Ambiental e Estudos de Impacto. Editora: Signus, 3ª
edição, 2004, 174 p.
WINCANDER. R.; MONROE, J. S. PETERS, K. Fundamentos de Geologia.
Tradução e adaptação: CARNEIRO, M. A. São Paulo: Cengage Learning, 2009
4º SEMESTRE
CIÊNCIA DOS MATERIAIS
EMENTA:
Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais. Estrutura Atômica dos
Materiais. Imperfeições em Sólidos. Materiais Metálicos. Diagramas de Fases.
Processamento de Materiais Metálicos. Materiais Cerâmicos. Materiais
Poliméricos. Materiais Compósitos e Madeiras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CALLISTER, William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed.
Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2008.
VAN WLACK, L. H. Princípios de ciência dos materiais. Rio de Janeiro: Campus,
1970.
SHRIVER, Duward F; ATKINS, P. W. Química inorgânica. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KITTEL, C. Introdução à Física do Estado Sólido. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
CALLISTER, William D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma
abordagem integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos,
2006. xix, 702 p.
PARETO, Luis. Resistência e Ciência dos Materiais. São Paulo: Hemus, 2003.
POPOV, Egor Paul. Introdução À Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard
Blucher, 2000.
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III
EMENTA:
101
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Carga Elétrica, Eletrização, Lei de Coulomb, Campo Elétrico (linhas de força),
Potencial Elétrico, Corrente Elétrica, Densidade de Corrente, Circuito Simples,
Resistência Elétrica, Lei de Ohm, Resistividade, Associação de Resistores,
Voltímetro e Amperímetro, Reostatos e Fusíveis, Efeito Joule, Energia e Potência
Elétrica, Regras de Kirchhoff, Ímã / Bússola, Linhas de Indução, Campo Magnético,
Força Magnética, Transformador, Lei de Faraday (fluxo magnético), Lei de Lenz.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KELLER, F. J; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física. v.2. São Paulo: Makron Books,
1999.
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3 v.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica vetorial para
engenheiros: estática. 5. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1994.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física. v.2 e 3. 12. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2008.
EISBERG , Robert. Fundamentos de Física Moderna. São Paulo: Limusa, 1996.
HAZEN, Robert M.; TREFIL, James. Física Viva - Uma Introdução À Física
Conceitual - Vol. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EMENTA
(1) Séries numéricas e séries de funções. (2) Equações diferenciais ordinárias. (3)
Transformadas de Laplace. (4) Sistemas de equações de primeira ordem. (5)
Equações diferenciais parciais. (6) Séries de Fourier.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com
aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed.
São Paulo: Addison Wesley, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HUGHES-HALLET, Deborah. Cálculo e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher,
1999.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1994. 2 v.
BIVENS, Irl C.; ANTON, Howard; DAVIS, Stephen L. Cálculo Vol. 1 e 2. São
Paulo: Artmed, 2007.
STEWART, James. Cálculo Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Thomson Pioneira, 2009.
BIOQUÍMICA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
Introdução à Bioquímica; pH e Sistema Tampão; Proteínas; Vitaminas e Coenzimas;
Enzimas - Cinética enzimática; Ácidos Nucleicos e seus Componentes;
102
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Carboidratos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3ª Edição Ed. Artmed 2006.
LEHNINGER, A.. L. Bioquímica. 4a Edição. Editora Edgard Blücher, São Paulo,
2006.
STRYER, L. Bioquímica. 5a Edição Editora Guanabara Koogan Rio de Janeiro,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONN, E. E. & STUMPF, P. K. Introdução à Bioquímica. 5a Edição Editora
Edgard Blücher, São Paulo, 1995.
OTTAWAY, J. H. Bioquímica da poluição. V. 29. São Paulo: EPU, 1982
VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímlca celular. Ed.
Atheneu, 1983.
VILLELA, G.G., BACILA, M., TASTALDI, H. Bioquímica. Ed. Guanabara Koogan,
1978.
ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA
EMENTA
Medidas de Pressão de Vapor; Utilização de Sistemas de Vácuo; Cálculo de entalpia
de vaporização; Estudo de constante de equilíbrio de Indicadores; Efeito da força
iônica sobre a solubilidade de sais; Condutância de soluções; Diagrama de fase
Líquido; Vapor; Elevação do ponto de Ebulição por adição de soluto a solventes
puros; Determinação de peso molecular; Volume molar parcial; Adsorção sobre
carvão ativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P.; PAULA, J. de. Físico-química. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MOORE, W. J. Traduzido por Tibor Rabockai. Físico-química. São Paulo:
Blücher, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
c1986. 527 p.
FELTRE, Rica. Química: físico-química. 4º ed. São Paulo: Moderna. V.2 2001.
SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M. Introdução a Termodinâmica da
Engenharia Química. São Paulo: McGraw-Hill, 2005.
RANGEL, R. N. Práticas de físico-química. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard
Blücher, 2006. 316 p.
INFORMÁTICA APLICADA
EMENTA
Conceitos Básicos de Computação e processamento de dados; Computadores.
Desenvolvimento e campo de aplicação. Conceitos. Classificação; Tipos de
armazenamento em computadores. Elementos básicos de algoritmos. Fluxogramas;
Hardware e software; Processadores de texto; planilhas eletrônicas, apresentações
103
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
e outros softwares uso e aplicação para auxiliar na Engenharia Ambiental;
Linguagem de programação e de Sistemas Operacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPRON, H.L., JOHNSON, J.A.; Introdução à Informática. Sã o Paulo:
Pearson/Prentice Hall, 2004 .
MICROSOFT INC., Manual do Microsoft Office 2010.
TORRES, Gabriel. Hardware: Curso Completo. 4ª Ed.: Rio de Janeiro, Excel
Books, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROOKSHEAR, J. G., Ciência da Computação, Uma Visão Abrangente. 5ª ed.
Bookman Companhia Editora, 2000.
GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de
Janeiro: LTC, 1994.
NORTON, Peter - Desvendando o PC - Editora Campus, 1996.
WIRTH, N. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
5º SEMESTRE
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
EMENTA
Os tópicos tratados na disciplina são: (1) Introdução aos Fenômenos de
Transporte: Propriedades dos Fluidos; Sistema de Unidades. (2) Análise
Dimensional e Semelhança. (3) Transferência de Calor: Condução
Unidimensional em Regime Permanente. (4) Transferência de Calor por
Convecção. (5) Transferência de Calor por Radiação. (6) Transferência de Calor:
Trocadores de Calor e Refrigeração. (7) Mecânica dos Fluidos. (8) Fundamentos
de Escoamento dos Fluidos. (9) Medidas de Escoamentos dos Fluidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOX, Robert W.; McDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 6. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2006.
INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. Fundamentos de transferência de
calor e de massa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de transporte para engenharia. 2.
ed. São Paulo: Rima, 2003.
MUNSON, Bruce Roy; OKISHI, Theodore Hisao; YOUNG, Donald F. Uma
introdução concisa à mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Bluncher, 2005.
CIMBALA, John M.; CENGEL, YUNUS A. Mecânica dos Fluidos - Fundamentos e
Aplicações. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana , 2007.
WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Arthmed, 2010.
MICROBIOLOGIA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Técnicas microbiológicas. Características e classificação dos microrganismos.
Características morfológicas das células procarióticas e eucarióticas.
Metabolismo microbiano. Controle dos microrganismos. Indicadores Biológicos.
Microbiologia Ambiental (métodos clássicos e avançados para o estudo de
microrganismos de interesse ambiental). Microbiologia Sanitária. Microbiologia
Industrial. Biorremediação. Biodegradação de poluentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, H. R.;TORRES, B.B. Microbiologia Básica. Atheneu, 1999.
MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. Microbiologia Ambiental. 2º Ed. EMBRAPA
MEIO AMBIENTE: Jaguariuna, 2008.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. Atheneu, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MADIGAM, M.; MARTINKO, J.M; PARKER, J. Microbiology de Brock. 12º Ed.
Prentice Hall. 2010.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo:
Editora Blücher, 1995.
MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J. Microbiologia e bioquímica do solo.
Universidade Federal de Lavras. 2002.625 p.
ODUM, E.P. Ecologia. 5 Edição, Editora Pioneira Thompson, 2009.
MODELAGEM MATEMÁTICA EM SISTEMAS AMBIENTAIS
EMENTA
Introdução. Problemas na engenharia: análise e síntese. Etapas na resolução de
problemas: identificação, formulação e solução. Modelos matemáticos: modelos
"exatos" e "aproximados"; soluções "exatas" e "aproximadas"; métodos analíticos e
numéricos de solução. Problemas fechados e problemas abertos. Introdução à
técnica e arte da formulação de problemas de engenharia. Leis fundamentais e
operações de balanço. Exemplos de balanços: balanços de massa, energético e
financeiro. Leis particulares e relações constitutivas. Estudos de casos de
modelagem. Análise de sistemas ambientais. Modelação de sistemas: princípios
básicos e principais equações. Soluções analíticas. Métodos numéricos e modelos
numéricos. Otimização. Aplicações práticas da modelação matemática em sistemas
ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Numerical Methods for Engineers. McGraw Hill,
1985.
SCHAMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada e Cálculo de Reatores. Editora:
Guanabara Dois, 2a edição, 1998, 400 p.
VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios volume 7. Editora UFMG (publicação do DESA), 2007 588p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHEN, P. Modelagem de dados. São Paulo: McGraw-Hill, 1990
CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgard
Blucher, 1999.
FOGLER, H. S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. LTC Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A, 3ª edição, 2002, 893 p.
105
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
GOMES, A. G. Modelagem de ecossistemas. Santa Maria: Ed. UFSM, 2004.
LARSON, R. E.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações.
4ª. Edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998.
AVALIAÇÃO, MANEJO E CONSERVAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS
EMENTA
Principais teorias sobre conservação e manejo de recursos naturais, com ênfase
para conservação da biodiversidade. Sistema Nacional de Unidade de
Conservação; Estudos de caso sobre manutenção de comunidades naturais em
áreas de preservação e conservação. Interações entre o ambiente físico e biótico,
do ponto de vista conservacionista. Técnicas de manejo aplicadas a populações e
comunidades naturais e sujeitas a diferentes tipos e níveis de perturbação.
Seleção e utilização de bioindicadores que possam auxiliar o monitoramento das
estratégias de conservação e recuperação de áreas naturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a
ecossistema. Editora Artmed, 4.ed., 2007, 752p.
ODUM, E.P. Fundamentos de ecologia. Editora Pioneira Thomson 5° edição,
2009, 612p.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANCO, S.M. Energia e meio ambiente. São Paulo, Moderna, 1990. 96p.
MIRANDA, F. H. Curso de manejo florestal: módulo III - Manejo de ecossistemas
das florestas tropicais naturais. Brasília, ABEAS, 1988. 93 p.
SILVA, A.M.; SCHULZ, H.E.; CAMARGO, P. B. Erosão e hidrossedimentologia de
bacias hidrográficas. Editora Rima:São Carlos – SP, 2003, 138 p.
SILVA, A. M. Ecologia de Paisagem – Fundamentos e Aplicações. Editora Papel
Virtural. 2004.
SILVA, L.L. Ecologia. Manejo de áreas silvestres. Santa Maria: UFSM, CEPEF,
FATEC, 1992.
HIDROLOGIA
EMENTA
Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Noções sobre aproveitamento múltiplo e
gerenciamento de recursos hídricos. Medidas e características climatológicas.
Levantamento de dados para estudos hidrológicos. Precipitação. Fluviometria.
Escoamento superficial e teoria do hidrograma unitário. Curvas de duração.
Infiltração. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração. Controle e previsão de
enchentes. Regularização de vazão. Águas subterrâneas. Estatística aplicada a
vazões extremas. Hidrologia urbana, relações intensidade-duração-freqüência e
método racional. Efeitos da urbanização sobre as inundações. Propagação de
cheias em canais e reservatórios. Modelos matemáticos em hidrologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIGHETTO, A.M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP,
106
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
1998.
TUCCI, C.E.M. Hidrologia: ciência e aplicação. São Paulo: ABRH e EDUSP:
1993. Coleção Recursos Hídricos, v.4.
TUCCI, C.E.M.; PORTO, R.L.L.; BARROS, M.T. Drenagem urbana. São Paulo:
ABRH e EDUSP, 1993. Coleção Recursos Hídricos, v.5.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial, Ed. Edgard Blucher.1985
PORTO, R.L.L. Hidrologia ambiental. São Paulo: ABRH, 1991.
RAMOS, F. et al. Engenharia hidrológica. São Paulo: ABRH e UFRJ, 1989.
Coleção Recursos Hídricos, v.2.
TOMAZ, P. Cálculos hidrológicos e hidráulicos para obras municipais. São Paulo:
Navegar, 2002.
GEOMORFOLOGIA E PEDOLOGIA
EMENTA
Processos geológicos; fatores e processos de formação do solo, formação das
rochas, evolução cronológica da terra. O solo e sua distribuição geográfica. O
processo de intemperísmo nas diferentes regiões do globo terrestre. Principais
propriedades físicas e químicas dos solos. Classificações taxonômicas e utilitárias
dos solos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPUTO, H.P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6ª edição. Editora: LTC
(Grupo GEN), 1988, 248 p.
PALMIERI, F. E LARACH, J.O.I. Pedologia e Geomorfologia. In: Guerra, A.J. e
Cunha, S.B. (org.) Geomorfologia e Meio ambiente, Bertrand Brasil, 1996, p. 59122.
PINTO, C.S. Curso básico de mecânica dos solos. 3ª edição. Editora: Oficina
de Textos, São Paulo, SP, 2003, 356 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GAIOTO, N. Maciços e Obras de Terra. S. Carlos, EESC/USP, 1983.
GAIOTO, N. Barragens de Terra e de Enrocamento. S. Carlos, EESC/USP,
1983.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação dos solos. Oficina de textos. São
Paulo. 2002, 177p.
OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de Engenharia, ABGE, São Paulo,
1998.
RESENDE, M. E OUTROS. Pedologia: base para distinção de ambientes.
NEPUT. Viçosa. 2002, 338 p.
GEOTECNIA AMBIENTAL
EMENTA
Geotecnia e meio ambiente. Aspectos geológicos-geotécnicos influentes nos
problemas ambientais. Movimento das águas nos solos. Distribuição de pressões
nos solos. Compressibilidade, adensamento e compactação. Interação solocontaminante e atenuação geoquímica. Fluxo e transporte de contaminantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
107
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE,
1998.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a terra.
São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
GUERRA, A.J.T., Cunha, S.B. Geomorfologia e meio ambiente, Bertrand do
Brasil, 2a. edição, 1998, 394p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLOOM, A.L. Superfície da Terra. Edgard Bluccher/Edusp, 1998,184p.
NEVES, A.C. Introdução à mineralogia prática. Canoas: ULBRA, 2002.
NUNES, B.A. (coord.) Manual técnico de geomorfologia. Rio de Janeiro: IBGE,
1995. Manuais Tecnicos em Geociencias, n.5.
PINTO, C.S. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002.
SOUZA, J.G. (coord.) Manual técnico de pedologia. Rio de Janeiro, 1995. Manuais
Tecnicos em Geociencias, n.4.
6º SEMESTRE
SENSORIAMENTO REMOTO
EMENTA
Banco de dados, projeto e planos de informação. Modelo de dados. Entrada de
dados. Pré-processamento. Processamento. Manipulação. Produção de mapas.
Princípios físicos do sensoriamento remoto. Comportamento espectral de alvos.
Imagens e fotos aéreas. Imagens orbitais. Fotointerpretação. Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. Conceitos Básicos de Sistemas
de Informação Geográfica e Cartografia Aplicados à Saúde. Rede Interagencial
de Informações para a Saúde. Brasília. Ministério da Saúde, 2000.
MORAES NOVO, E. M. L. Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações.
2ªEdição. São Paulo: Edgard Blucher, 1992, 308p.
MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de
aplicação. São Jose dos Campos: INPE, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FLORENZANO, T. G. Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. Oficina de
textos. São Paulo, 2002.
GARCIA, G.J. Sensoriamento Remoto - Princípios e Interpretação de Imagens.
São Paulo, Nobel, 1982, 357 p.
MARCHETTI, D.A.B. e GARCIA G. J. Princípios de Fotogrametria e
Fotointerpretação. São Paulo: Ed. Nobel, 1977.
ROSA, R. Introdução ao Sensoriamento Remoto, EDUFUC, 1990.
HIDRÁULICA APLICADA À ENGENHARIA AMBIENTAL
EMENTA
Importância da hidráulica no dimensionamento de sistemas de transporte de água.
Conceito de velocidade e de vazão. Escoamentos permanentes e não permanentes.
Equação da continuidade. Aplicações. Tipos de energia: cinética, de posição e
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Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
"energia associada à pressão". Equação de Bernoulli. Perda de carga em condutos
forçados: linha de energia e linha piezométrica. Dimensionamento de condutos
forçados. Noções de redes de distribuição de água potável. Cálculo da potência do
conjunto moto-bomba. Instalações de recalque. Tipos de bombas. Curvas
características de bombas. Noções sobre a obtenção das curvas características.
Ponto de funcionamento do sistema de bombeamento. Bombas em série e bombas
em paralelo: cuidados na escolha das bombas. Escoamento em condutos livres.
Tipos de movimento: permanente e não permanente; uniforme e variado. Perfis de
velocidade. Fórmula de Manning. Cálculos de escoamentos em canais. Energia
específica. Número de Froude. Tipos de medidores de vazão para condutos
forçados. Critérios para a escolha mais adequada. Tipos de medidores de vazão
para condutos livres e sua utilização em engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO NETTO, J. M. DE; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica, Vol. I E Ii.
Editora: EDGARD BLUCHER, 1982, 723p.
PIMENTA, C. F. Curso de hidráulica geral. Centro Tecnológico de Hidráulica.
São Paulo, 1978.
PORTO, R.M. Hidráulica Básica, 4A. Edição. Projeto Reenge, Eesc/Usp,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BATISTA M.; LARA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. BH: UFMG,
2002.
GIORGETTI, M. F. Fundamentos de Fenômenos de Transporte para Estudantes
de Engenharia. 1. ed. São Carlos: P3E Produtos, Processos e Projetos
Educacionais, 2008. v. 1000. 512 p.
SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Livros Técnicos e Científicos, 1979.
VENNARD, J.K.; STREET, R.L. Elementos de Mecânica dos Fluídos. Editora
Guanabara Dois, 5ª edição, 1978, 687 pg.
HIDROGEOQUÍMICA E HIDROGEOLOGIA
EMENTA
Através do conhecimento detalhado da composição química da água, por meio das
análises, seus diversos tratamentos e sua interpretação, serão detalhados os
problemas ligados ao comportamento e à ação das águas, a sua classificação e
legislação de potabilidade e à poluição destas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência,
1998. 602p
HENRY, R. Ecótonos nas Interfaces dos Ecossistemas Aquáticos. Rima Editora.
São Carlos, SP. 2003. 349p.
WEIGHT, W. D.; SONDEREGGER, J. L. Manual of Applied Field Hydrogeology.
McGraw-Hill Professional; 1 edition. 2001, 608 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLOWAY, B.J. Heavy Metal in Soils, Blackie Academic & Professional, 1995, 368
p.
DOMENICO, P.A.; SCHWARZ, F.W., Physical and Chemical Hydrogeology, JOHN
109
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
WILEY & SONS, NY, 1990, 824p.
FETTER, C.W.. contaminant hydrogeology, MCMillan Publising co., NY, 1993,
485p.
GARRELS, R.M.; CHRISTIE, C.L., Solution Minerals and Equilibria, HARPER &
ROW, NY, 1964, 450p.
QUÍMICA AMBIENTAL
EMENTA
Introdução a Química Ambiental. Ciclos Biogeoquímicos. Química da água e
conceitos de poluição ou principais problemas ambientais. Química do solo e
conceitos de poluição ou principais problemas ambientais. Fundamentos de
Química Orgânica e meio ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAIRD, C. Química Ambiental, 2.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2002. 622p.
ROCHA, J. C.; ROSA, A. H. ; CARDOSO, A. A., Introdução a Química Ambiental
Bookman, 2ª Edição, 2009.
SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental, Pearson Editora, 2ª Edição,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica, Editora Universidade Federal de Viçosa,
1998.
ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
SARDELLA, A. Química. 5. ed. São Paulo: Ática, 2003.
SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B., Química Orgânica. Vol. 1 e 2, Editora
LTC/Gen, 2009.
CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA
EMENTA
Balanço de energia e distribuição das temperaturas no planeta: a radiação solar
que chega ao topo da atmosfera; o papel da atmosfera no balanço de energia; a
energia incidente à superfície; as estações do ano e o papel da
continentalidade e da marítimidade na distibuição de energia; distribuição das
temperaturas superficiais e os gradientes térmicos verticais. Dinâmica e os
sistemas atmosféricos: a umidade do ar; pressão atmosférica e ventos; as
grandes células de circulação global, a distribuição das precipitações e os climas
zonais; massas de ar, frentes e sistemas associados. As feições da topografia e
a ocupação do solo: as escalas do clima; o uso do solo e as conseqüências da
variabilidade climática. O clima no planejamento urbano e rural: os canais de
percepção do clima urbano; o clima em áreas rurais e o planejamento agrícola.
Sistemas de classificações: evolução dos conhecimentos e mudanças na
concepção de clima; as classificações descritivas e separatistas; as
classificações analíticas e sintéticas. Sistemas de aquisição de dados
110
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
meteorológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYOADE, J. O. Introdução à Climatologia para os Trópicos. Rio de Janeiro:
Ed. Bertrand Brasil, 2003.
OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres,
1981.
VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Versão digital 2, Recife,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARENGO, J. A. Mudanças Climáticas Globais e seu Efeito sobre a
Biodiversidade. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2006.
MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia. Noções Básicas e Climas
do Brasil. São Paulo: Ed. Oficina de Textos, 2007.
PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia:
fundamentos e aplicações. Guaíba: Agropecuária, 2002.
VIANELLO, R. L.; A. R. Alves. Meteorologia básica e aplicações. Editora UFV,
2000, 449 pp.
CONTROLE DA POLUIÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Aplicação e controle da qualidade das águas em rios, lagos e estuários. Análise
matemática de modelos de movimento das águas em relação a sua qualidade. Uso
de modelos matemáticos usados em engenharia ambiental para prever a qualidade
das águas em rios e lagos. Composição e estrutura da atmosfera. Classificação
dos poluentes. Fontes e efeitos da poluição atmosférica. Padrões de qualidade do
ar. Ventilação industrial. Métodos de controle da poluição atmosférica;
equipamentos de controle. Meteorologia e poluição atmosférica. Estabilidade do ar.
Transporte e dispersão de poluentes atmosféricos. Monitoramento de poluentes
atmosféricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARCHIBALD, J.M. Ventilação Industrial. Ed. Guanabara. Rio de Janeiro, 1990, 404
pg.
BENN F. R. e MC AULIFFE C. A. Química e poluição. Editora da USP, 1981.
MOTA, S. Preservação de recursos hídricos. Rio de Janeiro, ABES,
1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, B. DE A. Ecologia aplicada ao saneamento ambiental. Rio de
Janeiro, ABES/BNH/FEEMA, 1980.
EWING, G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química, Edgard Blucher, São
Paulo, 1990, 2 v.
FELLENBERG, GUNTER. Introdução aos problemas de poluição ambiental. São
Paulo, EPV/SPRINGER/EDUSP, 1980. 196 p.
MARGULIUS, S. Meio ambiente: aspectos técnicos e econômicos. Rio de Janeiro,
IPEA/PNUD, 1990, 246p.
111
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
7º SEMESTRE
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
EMENTA
Propiciar ao aluno os conhecimentos fundamentais da análise estrutural,
explicitando as hipóteses simplificadoras e as premissas básicas dos modelos
utilizados. Estudo das tensões e deformações sofridas pelos elementos
estruturais quando submetidos a tipos de solicitações específicos. Análise de
vigas isostáticas submetidas à flexão, acompanhada da análise das tensões
normais que venham a surgir nas seções dessas vigas. Estudo do estado plano
de tensões.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F. P.; JOHNSTON, JR. E. R. Resistência dos materiais. 3.ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 1996.
GERE, J. M. Mecânica dos materiais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2003.
NEWELL, James. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciências dos
Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRAIG, JR. R. R. Mecânica dos materiais. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo:
Erica, 2000.
PARETO, Luis. Resistência e Ciência dos Materiais. São Paulo: Hemus, 2003.
GEOPROCESSAMENTO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA E ANÁLISE
AMBIENTAL
EMENTA
Bases conceituais e teóricas. Sistemas de informações geográficas (SIG). Métodos
de abstração, conversão e estruturação em SIG. Potencial das técnicas de
geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos ambientais.
Instrumentalização de técnicas do geoprocessamento. Atividades práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÂMARA, G. e DAVIS, C. Introdução. In: CÂMARA, G.; DAVIS, C. e MONTEIRO,
A. M. V. (Ed.). Introdução à Ciência da Geoinformação. São José dos Campos:
INPE, 2003. p.1-5.
MIRANDA, J. I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília:
Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 425 p.
MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de
aplicação. São Jose dos Campos: INPE, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BATISTELLA, M.; MORAN, E. F. (Orgs.) Geoinformação e monitoramento
ambiental na América Latina. São Paulo: Senac São Paulo, 2008.283p.
CÂMARA, G. et al. Fundamentos epistemológicos da ciência da
112
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos.
2008. 160p.
FLORENZANO, T. G. Imagens de Satélites para Estudos Ambientais. São
Paulo: Oficina de Textos, 2002. 97p.
MEIRELLES, M. S. P. (Ed.). Geomática: modelos e aplicações ambientais. Embrapa
Informação Tecnológica. 2007.
GESTÃO E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS E
GASOSOS
EMENTA
Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água;
Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente;
Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em
Múltiplas Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento
de Água. Processos, operações e tecnologias utilizadas no tratamento de águas
residuárias domiciliares e industriais. Tratamento, disposição final e reciclagem de
resíduos líquidos. Leis regulamentadoras. Técnicas modernas aplicadas no
tratamento de águas e efluentes líquidos de origem doméstica e industrial. Conceitos
sobre poluição do ar. Medidas de emissões atmosféricas. Padrões de qualidade do
ar. Medidas de preservação da qualidade do ar e mitigação de ruído. Equipamentos
para tratamento das emissões atmosféricas. Projetos de sistemas de tratamento e
controle de emissões de poluentes atmosféricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAIRD, C. Química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2002.
JARDIM, W.F. Química ambiental. São Paulo: SBQ, 2001. Cadernos Temáticos de
Química Nova na Escola, n.1.
ROCHA, J.C.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A.A. Introdução à química ambiental.
Porto Alegre: Bookman, 2005.
VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Editora:
DESA - UFMG, 1996, 211 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, J.B. Química: vida e ambiente. São Paulo: SBQ, 2003. Cadernos
Temáticos de Química Nova na Escola, n.5.
D'AMATO, C.; TORRES, J.P.M.; MALM, O. DDT: Toxidade e contaminação
ambiental: uma revisão. Química Nova, 25, 995, 2002.
SARIEGO, J.C. Educação ambiental: as ameaças ao planeta azul. São Paulo:
Scipione, 2001.
TSUTIYA, M.T. Abastecimento de Água. Departamento de Engenharia Hidráulica
e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 643 p.,
2004. Carlos, 2002.
VON SPERLING, M. Lodos ativados. Editora: DESA - UFMG, 1997, 428 p.
VON SPERLING, M. Reatores anaeróbios. Editora: DESA - UFMG, 1997, 246 p.
VON SPERLING, M. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Editora:
DESA - UFMG, 2001, 484p.
113
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
GESTÃO,TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
EMENTA
Conceituação. Caracterização qualitativa e quantitativa. Legislação e normas
técnicas. Acondicionamento. Coleta, transporte e transferência. Principais técnicas
de tratamento e recuperação de resíduos sólidos urbanos. Técnicas de execução
de aterros sanitários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KREITH, F. Handbook of solid waste management. New York: MCgraw-hill, 1994.
LIMA, L.M.Q. Lixo: tratamento e biorremediação. São Paulo: Hemus, 2004.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação nacional de saúde. Manual de saneamento.
Brasília, 2006.
MONTEIRO, J.H.P. et al. Manual de gerenciamento integrado de resíduos
sólidos. Rio de Janeiro: IBAM, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTILHOS JR., A.B. (coord.) Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável
para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES e RiMa, 2003.
D'AMATO, C.; TORRES, J.P.M.; MALM, O. DDT: Toxidade e contaminação
ambiental: uma revisão. Química Nova, 25, 995, 2002.
IPT/CEMPRE. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. São Paulo,
2000.
SARIEGO, J.C. Educação ambiental: as ameaças ao planeta azul. São Paulo:
Scipione, 2001.
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA
EMENTA
Tópicos Especiais em Sistemas de Abastecimento de Água: Qualidade da água e
padrões de portabilidade. Redes de distribuição. Gerenciamento de sistemas de
abastecimento de água. Operações e processos aplicados ao tratamento de água.
Tecnologias de tratamento de água. Tecnologia de tratamento de água em ciclo
completo. Tecnologia de tratamento de água por filtração direta. Desinfecção.
Tratamento e disposição de resíduos de gerados nas estações de tratamento de
água.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Rio de Janeiro:
ABES, 2005.
NBR 12216 (NB 592). Projeto de estação de tratamento de água para
abastecimento público. Rio de Janeiro: ABNT, 1992.
TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. São Paulo: PHD/EPUSP, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABES. (Coord. DANIEL, L.A.) Processos de desinfecção e desinfetantes
alternativos na produção de água potável. Rio de Janeiro, 2001. Programa de
Pesquisa em Saneamento Básico.
ABES. (Coord. DI BERNARDO, L.) Tratamento de água de abastecimento por
filtração em múltiplas etapas. Rio de Janeiro, 1999. Programa de Pesquisa em
114
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Saneamento Básico.
ABES. (Coord. REALI, M.A.P.) Noções gerais de tratamento e disposição final
de lodos e estações de tratamento de água. Rio de Janeiro, 2000. Programa de
Pesquisa em Saneamento Básico.
DI BERNARDO, L.; DI BERNARDO, A.; CENTURIONE FILHO, P.L. Ensaios de
tratabilidade de água e dos resíduos gerados em estações de tratamento de
água. São Carlos: RiMa, 2002.
POLUIÇÃO HÍDRICA E TECNOLOGIAS
RESIDUÁRIAS
DE TRATAMENTO DE ÁGUAS
EMENTA
Classificação dos efluentes. Processos avançados de tratamento físico-químico e
biológico. Principais tecnologias empregadas no polimento de efluentes
secundários. Alternativas para tratamento e disposição final de lodos gerados em
estações de tratamento de águas residuárias. Principais tipos de efluentes
agropecuários: características e tratamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e
disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1996.
CHERNICHARO C.A.L. et al. Pós-tratamento de efluentes de reatores
anaeróbios. Rio de Janeiro: ABES, 2001. v.2.
METCALF and EDDY. Wastewater engineering: treatment, disposal and reuse.
New York: McGraw-Hill, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CLAAS, I.C.; MAIA, R.A.M. Efluentes líquidos. Brasília: SENAI/DN, 2003.
IMHOFF, K. Manual de tratamento de Águas Residuárias. 1a edição. Edgard
Blucher, 2002.
RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M., Tratamento de água- tecnologia
atualizada. Ed. Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1991.
RITTMANN, B.E.; McCARTY, P. Environmental biotechnology: principles and
applications. New York: McGraw-Hill, 2001.
SAÚDE E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Conceito de saúde: individual e coletiva. Saúde pública. Fenômenos ambientais que
afetam a saúde dos seres humanos: determinantes físico-químicas, biológicas e
sociais. Epidemiologia geral. Doenças transmissíveis e seu controle. Saúde
ocupacional. Acidentes, catástrofes e seus reflexos na saúde pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAVES, M. Saúde e Sistemas. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio
Vargas, 1980.
FERREIRA, F. A. G. Moderna Saúde Pública. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1975.
FORATTINI, O. P. Epidemiologia Geral. São Paulo: Edgar Blucher, Editora da
USP, 1976.
115
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
FUNDACAO SESP - Fundação de Serviços da Saúde Pública Manual de
Saneamento. Rio de Janeiro: Fundação Sesp, 1972. v. I, II e III.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. (Orgs.). Promoção da Saúde: conceitos,
reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 176p. 2003.
DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da
água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 332p. 2004.
JORDAO, E. P. S. P.; ARRUDA, C. Tratamento de Esgotos Domésticos. São
Paulo: CETESB, 1985. v. I.
JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. Educação Ambiental e Conservação da
Biodiversidade. Manole, 336p. 2007.
TEIXEIRA, C. O futuro da prevenção. Salvador, BA: Casa da Qualidade Editora,
115p. 2001.
8º SEMESTRE
FONTES DE ENERGIA
EMENTA
Conservação e evolução. Energia e desenvolvimento. Fontes de energia não
renováveis e fontes de energia renováveis. Conservação de energia. Tecnologias
energéticas e impactos ambientais. Realidade energética mundial, nacional e
regional: matriz, política e programas setoriais. Cenários futuros e novos paradigmas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ACIOLI, J. L. Fontes de Energia - Biomassa,, Petróleo, Carvão, Gas Natural e GLP,
Hidrogênio, Metanol. 1ªed. Brasília - Broch. - Editora da universidade de Brasília,
1994.
COMMONER, B. Energias alternativas, Rio de Janeiro, Ed. Record, 1988.
GOLDENBERG,J. et all. Energia, Meio Ambiente & Dewsenvolvimento. Ed.
EDUSP, SP, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAGALHÃES. G. Energia e tecnologia, São Paulo em Perspectiva, vol. 6 n°1 e 2.
São Paulo. Fund. SEADE, 1992, pp. 52-66.
RUSSOMANO, V. H. Introdução À Administração de Energia na Indústria.
Livraria Pioneira Editora da USP, 1987.
TOLMASQUIM, M. T. (organizador). Fontes Renováveis de Energia no Brasil,
Editora INTERCIÊNCIA, RJ, 2003.
TUNDISI, H. da S. F. Usos de Energia - Sistemas fontes e alternativas: do fogo aos
gradientes de temperatura oceânicas, 4 ed., Brasilia, Cromoset Impressão e
Acabamento Gráfica e Editora ltda. Atual Editora, 1991.
116
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
ECONOMIA AMBIENTAL
EMENTA
Conceitos básicos de economia. Matemática financeira. Análises econômicas dos
recursos
renováveis e não renováveis. Gestão de Custos e investimentos no controle da
poluição.
Avaliação sócio-econômica de projetos. Engenharia econômica: comparação de
projetos de
investimento; efeitos da depreciação e imposto de renda nas análises; tomada de
decisão
(incluindo análise sob condições de risco e incerteza); análise custo benefício.
REFERÊNCIAS BÁSICAS
CASAROTTO, N. e KOPITTKE, B. Análise de investimentos. São Paulo : Editora
Atlas,
2000.
MATHIAS, W e GOMES, J. Matemática financeira. São Paulo : Atlas, 2004
HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e análise de custos. São Paulo : Editora
Atlas,
1998, 6a edição
HUMMEL, P. e TASCHNER, M. Análise e decisão sobre investimentos e
financiamentos.
São Paulo : Atlas, 1995.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
DE MOURA, L. Economia Ambiental. Gestão de Custos e Investimentos. São Paulo :
Juarez
de Oliveira, 2000.
DONAIRES, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo : Atlas, 1995.
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
EMENTA
Principais conceitos e objetos de estudo. As principais funções do solo e os
mecanismos de sua degradação. Erosão do solo como um mecanismo de
degradação ambiental. Degradação química de solos. Recuperação de solos
degradados. Características e importância da vegetação ciliar. Recuperação de
florestas ciliares. Meios e modos. A importância de programas de revegetação ciliar e
as perspectivas da ecologia de restauração. Adequação ambiental de unidades
naturais e unidades de produção. Degradação e recuperação de áreas litorâneas
(mangue e restinga). Recuperação de áreas de mineração. Manutenção,
degradação e recuperação da qualidade da água. Planejamento conservacionista.
Manejo e conservação de bacias hidrográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, S. H.G.; ALMEIDA, R.J.; GUERRA, T.J. Gestão Ambiental de Áreas
117
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Degradadas. Editora: Bertrand Brasil, 2007.
CORRÊA, R. S. Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração no Cerrado:
Manual para revegetação. Editora Universa, 2005, 186p.
DIAS, L. E., GRIFFITH, J. J. Recuperação de áreas degradadas. Viçosa: editora
da UFV, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, A. J. T.; SILVA, A. S.; BOTELHO, A. S. S. (Org.). Erosão e conservação
dos solos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS. Manual de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração:
Técnicas de Vegetação. Brasília: IBAMA, 1990.
MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de
preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviário e de mineração. Viçosa,MG:
Aprenda Fácil, 2009.
MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e revitalização de áreas
contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus, 2004.
RODRIGUES, R. R.; LEITÃO FILHO, H. F. (Eds.). Mata Ciliar, conservação e
recuperação. São Paulo: EdUSP: Fapesp, 2000.
SANCHEZ, L. E. Desengenharia: o passivo ambiental na desativação de
empreendimentos industriais. São Paulo: EdUSP, 2001.
DIREITO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO APLICADA
EMENTA
Hierarquia da legislação ambiental brasileira. Legislação Ambiental no Brasil.
Histórico da Legislação Ambiental do Brasil. Lei n° 6938/81. Política Nacional do
Meio Ambiente. Princípios, objetivos e instrumentos. Sistema Nacional do Meio
Ambiente. Meio Ambiente na Constituição de 1988. Lei n° 9605/98. Lei de Crimes
Ambientais. As competências normativas e administrativas em matéria ambiental. A
hierarquia das normas. Responsabilidade civil, penal e administrativa. Licenciamento
Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, C. G. Legislação ambiental brasileira. Leme-SP: Editora de Direito,
1999. volumes 1 e 2.
FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 11ª edição. São Paulo:
Ed. Saraiva, 2009.
MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANOTILHO, J. J. G.; MORATO LEITE, J. R.: Direito Constitucional Ambiental
Brasileiro. 10ª edição. São Paulo: Ed. Saraiva, 2009.
MILARÉ, É. Direito do Ambiente: doutrina, prática, jurisprudência, glossário. 6ª
edição. São Paulo: Ed. Rev. dos Tribunais, 2009.
REIS, M.J.L. Gerenciamento ambiental: um novo desafio para a sua
competitividade. São Paulo: QualityMark, 1998.
SILVA, J. A. Direito Ambiental Constitucional. Malheiros Editores. 2ª Edição.
São Paulo-SP. 1995. 243 p.
118
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
EMENTA
Políticas de desenvolvimento integrado. Políticas de gestão de recursos naturais.
Instrumento de gestão e suas implementações. Planejamento urbano e rural. Planos
Diretores. Conceitos básicos de saúde pública. Produção mais limpa. Conceito.
Fluxo de material. Metodologia de implantação de sistema de gerenciamento
ambiental. Normas técnicas de produção mais limpa. Ecoeficiência. Avaliação de
desempenho ambiental e ISO 14031. Instrumentos para realização de balanço
ambiental. Análise de ciclo de vida. Uso de indicadores ambientais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. Gestão Ambiental:
enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo:
Makron Books, 2000.
BECKER, D. F. et al. Desenvolvimento Sustentável: Necessidade e/ou
Possibilidade? Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997.
CAVALCANTI, C.(org.) Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas
Públicas. São Paulo: Cortez, Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. Gestão Ambiental. 2. ed.
São Paulo: Pearson.2004.
BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial. Editora: Saraiva, 2008,
386p.
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC: 5.
ed. 2004.
SEIFFERT, M.E.B. Gestão ambiental: Instrumentos, Esferas de Ação e
Educação Ambiental. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2007, v.1, 310 p.
GESTÃO E PLANEJAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS E ÁREAS PROTEGIDAS
EMENTA
Reservas, Potencialidades e Disponibilidades dos Aqüíferos. Sustentabilidade e
Vulnerabilidade quantitativa dos Recursos Hídricos. Gerenciamento de Recursos
Hídricos no Brasil: Fundamentos, objetivos. Diretrizes e planos da política nacional
dos recursos hídricos. Bacia Hidrográfica. Hidrologia e Ciclo hidrológico.
Caracterização das Bacias Hidrográficas. Manejo Integrado de Bacias hidrográficas
e Desenvolvimento Sustentável. Discutir a importância do estabelecimento de
espaços territoriais especialmente protegidos para a conservação da
biodiversidade, do solo e da água. Apresentar as modalidades de espaços territoriais
especialmente protegidos no Brasil, seus objetivos, histórico, legislação pertinente,
critérios para localização e aspectos de gestão. Discutir a estratégia brasileira
referente aos epaços territoriais protegidos em comparação com outros países.
Apresentar outros instrumentos de suporte a tomada de decisão aplicados ao uso
do solo rural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, A. J. R. et al. Planejamento Ambiental. Rio de Janeiro: Thex Editora,
1993.
119
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
FUZEIRA de SÁ, V. B.; COIMBRA, R. M. Recursos Hídricos Brasileiros:
Panorama Geral. MME/DNAEE. Brasília.
SETTI, A. A. A necessidade do uso sustentável dos recursos hídricos,
Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal / IBAMA, Brasília, 1994.
TEIXEIRA, J. A. Proposta Metodológica para Classificação e Enquadramento de
Cursos D'água Estaduais. FEAM, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC:
5. ed. 2004.
IBAMA/UFMG/PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. III Curso Regional sobre Gestão
Ambiental. PNMA, Belo Horizonte, 1994.
MACIEL JR, P. Zoneamento das Águas. Trabalho Técnico do III Curso Regional
Sobre Gestão Ambiental. PNMA/IBAMA/UFMG, Belo Horizonte, 1994.
MEDEIROS, Rodrigo. Evolução das tipologias e categorias de áreas protegidas
no Brasil. 2006.
MORSELO, C.. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. 2. Ed.
São Paulo: Annablume/Fapesp. 344p. 2006
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
EMENTA
Origem e difusão da avaliação de impacto ambiental. Quadro legal e institucional da
avaliação de impacto ambiental no Brasil. O processo de avaliação de impacto
ambiental e seus objetivos. Determinação do escopo do estudo e formulação de
alternativas. Identificação de impactos. Previsão de impactos. Avaliação da
importância dos impactos. Análise de risco. Avaliação Ambiental Estratégica. Plano
de gestão ambiental. Comunicação dos resultados. Análise técnica dos estudos
ambientais. Participação pública. A tomada de decisão no processo de avaliação
de impacto ambiental. A etapa de acompanhamento no processo de avaliação de
impacto ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de Impactos
Ambientais: Aplicação aos Sistemas de Transporte. Editora: Interciência, 2004,
249p.
OLIVEIRA, I.S.D.; MONTAÑO, M., SOUZA, M.P. Avaliação Ambiental Estratégica.
1ª edição, 2009, 206 pg.
SANCHES, L.E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. Editora:
Oficina de Textos, 2006, 496p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo ; Editora Blucher. 1989.
CUNHA, S.B. GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro,
Bertrand,. 1998.
EGLER, P.C.G. Perspectivas de uso no Brasil do Processo de Avaliação
Ambiental Estratégica. Série Educação e Meio Ambiente, MMA, Brasília,
2004.
ROMEIRO, A.R. (org.). Avaliação e contabilização de impactos
ambientais. Campinas; São Paulo: Editora Unicamp e Imprensa Oficial do
120
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
Estado de São Paulo, 2004, 399p.
VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA - relatório de impacto ambiental:
legislação, elaboração e resultados. 5.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006.
9º SEMESTRE
MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS
EMENTA
Importância dos recursos hídricos. Caracterização ambiental e sua aplicação em
uma bacia hidrográfica. O rio em Regime Natural. Balanço Geoquímico de Bacias
Hidrográficas. Parâmetros de qualidade da água. Usos da água demandados para o
interesse humano. Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos
Hídricos. Práticas de manejo de bacias hidrográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão ambiental de áreas
degradas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 320p.
REBOUÇAS, A.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces no Brasil: Capital
Ecológico, uso e conservação. Editora: Escrituras, 3ª edição, 2006, 750p.
VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia Aplicada, São Paulo, McGrawHill do Brasil, 1975. 245p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELTRAME, A.V. Diagnóstico do Meio Físico de Bacias Hidrográficas. Editora
da UFSC, 1ª edição, 1994, 112 p.
CARRENA-FERNANDEZ, J.; GERRIDO, R. J. Economia dos Recursos Hídricos,
Salvador: Edufba, 2002. 458p.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de
Janeiro, Bertrand Brasil, 414p.
TUCCI, C. E. M. Hidrologia, 2ª edição, Porto Alegre: Editora Universidade/UFRGS,
2001. 943p.
TUNDISI, J.G. Água no Século XXI: Enfrentando a Escassez. Editora: Rima, 1ª
edição, 2003, 256 p.
VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. 4ª reimpressão, 2009. 452 p.
ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL
EMENTA
Conceito de risco. Introdução a análise de risco tecnológico. Análise e avaliação de
risco ambiental. Diferenciação entre análise de risco tecnológico e de risco
ambiental. Principais agentes tóxicos. Quantificação das diferentes vias de
exposição para risco ambiental. Vigilância ambiental. Análise e avaliação de risco
ecológico (ARE). Diretrizes para avaliação do risco ecológico através de diferentes
métodos e níveis. Análise e avaliação de risco sócio-ambiental. Análise e avaliação
121
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
de impactos ambientais. Perícia ambiental. Avaliação econômica de danos
ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, J.R.; et al. Política e Planejamento Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2004.
PHILIPPI JR., A. Curso de gestão ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004.
SANTOS, L. M. M. dos. Avaliação ambiental de processos industriais. São
Paulo, SP: Signus, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, J.R.; et al. Perícia Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2002.
ALMEIDA, J.R.; et al. Gestão Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2000.
BRANCO, S. M. Ecossistêmica: uma Abordagem Integrada dos Problemas do Meio
Ambiente. São Paulo. B. Blucher, 1989, 245p.
SOUZA Jr., Á. B. de; SEVA FILHO, A. O.; MARCHI, B. de. Acidentes industriais
ampliados: desafios e perspectivas para o controle e a prevenção. Rio de
Janeiro, RJ: FIOCRUZ, 2000.
ADEQUAÇÃO AMBIENTAL EM ÁREAS URBANAS
EMENTA
Importância dos recursos hídricos. Caracterização ambiental e sua aplicação em
uma bacia hidrográfica. O rio em Regime Natural. Balanço Geoquímico de Bacias
Hidrográficas. Parâmetros de qualidade da água. Usos da água demandados para o
interesse humano. Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos
Hídricos. Práticas de manejo de bacias hidrográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REBOUÇAS, A.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces no Brasil: Capital
Ecológico, uso e conservação. Editora: Escrituras, 3ª edição, 2006, 750p.
VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. 4ª reimpressão, 2009. 452 p.
TUNDISI, J.G. Água no Século XXI: Enfrentando a Escassez. Editora: Rima, 1ª
edição, 2003, 256 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELTRAME, A.V. Diagnóstico do Meio Físico de Bacias Hidrográficas. Editora
da UFSC, 1ª edição, 1994, 112 p.
BRANCO, S. M. Ecossistêmica: uma Abordagem Integrada dos Problemas do Meio
Ambiente. São Paulo. B. Blucher, 1989, 245p.
ESPÍNDOLA, E. L. G. et al., A Bacia Hidrográfica do Rio Monjolinho. São Carlos:
Editora Rima, 2000.
ESPÍNDOLA, E.L.G.; BRIGANTE, J. Limnologia Fluvial: Um estudo no Rio Mogi
Guaçu - São Carlos: RIMA, 2003.
BIOTECNOLOGIA
EMENTA
Processos biotecnológicos aplicados à indústria e ao meio ambiente:
biorremediação de solos e águas residuárias; biofiltração de gases; biolixiviação;
bioacumulação de metais pesados; produção de biopolímeros. Biotecnologia
122
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
aplicada à reciclagem. Impactos da Biotecnologia contemporânea e biossegurança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROWN, C.M.; CAMPBELL, I.; PRIEST, F.G. Introduccion a la biotecnologia. Ed
Acribia, 1989.
BULOCK, J.; KRISTIANSEN,B. Biotecnologia básica. Ed Acribia, 1991, 557p.
VARELLA, M.D.; FONTES, E.; DA ROCHA, F.G. Biossegurança e
Biodiversidade: contexto científico e WCB. McGraw-Hill,1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, S.O.P. (Coord.). Genética Molecular e de Microrganismos. Os
Fundamentos da Engenharia Genética. Ed. Manole, São Paulo, SP, 1987, 559p.
PUGA, N.; NASS, L.L.; AZEVEDO, J.L. Glossário de Biotecnologia Vegetal. Ed.
Manole, São Paulo, SP, 1991.
THIEL, T.; BISSEN, S. T. ; LYON, E. M.. Biotechnology: DNA to Protein – A
Laboratory Project in Molecular Biology.. McGraw-Hill Science, 2001.
ZAHA, A. (Coord.). Biologia Molecular Básica. Ed. Mercado Aberto Ltda. Porto
Alegre, RS, 336p.
CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Sistemas de gestão ambiental - SGA. Implementação do SGA. Auditoria:
Implementação da auditoria. Certificação Ambiental: Preparação e desenvolvimento
da auditoria de certificação; tratamento dos pontos críticos; exposição e defesa dos
planejamentos próprios. As ações corretivas depois da certificação. Estudo de caso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBIERI, J.C. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2007.
CAJAZEIRA, J.E.R. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
MOURA, L.A.A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5ª ed. São Paulo: Ed. Juarez
de Oliveira, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPOS, L.M.de S.; LERÍPIO, A.de A. Auditoria ambiental: uma ferramenta de
gestão. São Paulo: Atlas, 2009.
DAVIGNON, A. Normas ambientais ISO 14000. Rio de Janeiro: CNI/DAMPI,
1996.
GILBERT, M.J. ISO 14001/BS 7750. Sistemas de gerenciamento ambiental. ED.
IMAM, 1995.
LA ROVERE, E.L. Manual de auditoria ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark,
2001.
REIS, M.J.L. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995.
MAIMON, D. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999.
MONITORAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Monitoramento de águas superficiais e subterrâneas. Monitoramento do solo.
Monitoramento da qualidade do ar e de percepção de odores. Escolha de parâmetros
123
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
a serem monitorados. Equipamentos. Projetos de redes de monitoramento. Análise,
representação de resultados e correlação com fontes poluidoras. Normas e
legislação vigentes. Padrões de qualidade nacionais e internacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOLFARINE, H; BUSSAB, W O. Elementos de Amostragem. Editora: Edgard
Blucher, 2005, p. 290.
BRANCO, S.M.; MURGEL, E. Poluição do ar. Editora: Moderna, 1995.
SPIRO, T.G.; STIGLANI, W.M. Química Ambiental. 2ª edição. Editora: Pearson,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. Signus Editora,
São Paulo, 2000.
ELENE, M.E.M. Poluentes Atmosféricos. 1ª edição. Editora: Scipione, 1999.
MACINTYRE, A.J. Ventilação industrial e controle da poluição. Editora: LTC,
1990.
MONTGOMERY, D.C. Introdução ao controle Estatístico da Qualidade, 4º ed.,
Rio de Janeiro, 2004, 513 p.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA
Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de
conhecimento e atuação do engenheiro ambiental. Defesa perante uma banca
avaliadora.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRANTES, J. Fazer monografia é moleza. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2007.
ANDRADE, M. M. de. Elaboração do TCC passo a passo. São Paulo, SP: Factash,
2007.
NOBREGA, A. M.; GONSALVES, E. P. Fazendo uma monografia em educação.
Campinas, SP: Alínea, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ECO, U. Como se faz uma Tese, 23ª Ed. Coleção Estudos 85. São Paulo:
Perspectiva, 2010.
INACIO FILHO, G. Monografia sem complicações. Campinas, SP: Papirus, 2007.
SANCHEZ GAMBOA, S. A. Epistemologia da Pesquisa em Educação. Campinas,
SP: Práxis, 2002.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez,
2006.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
EMENTA
Realização prática do estágio supervisionado obrigatório.
10º SEMESTRE
GESTÃO DO CONHECIMENTO
124
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
EMENTA
Conhecimento e aprendizagem nas organizações. Dado, a informação, o
conhecimento e a inteligência. Organizações do Conhecimento. Fundamentos e
objetivos da Gestão do Conhecimento. Capital intelectual e inteligência competitiva;
Mecanismos de transferência de conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hirotaka. Criação de conhecimento na empresa.
Rio de Janeiro: Campus, 1997.
STEWART, T. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. Rio
de Janeiro: Campus, 1998.
DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro:
Unidade, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HARVARD BUSINESS REVIEW. Gestão do conhecimento. Rio de Janeiro:
Unidade, 2000.
TERRA, J. C. C. Gestão do conhecimento e e-learning na prática. Rio de Janeiro:
Negócio, 2003.
DAFT, R.L. Organizações: teorias e projetos. São Paulo: Pioneira Thompson
Learning; 2002.
SVEIBY, Karl Erik. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando
patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
TEIXEIRA FILHO, Jayme. Gerenciando conhecimento: como a empresa pode usar
a memória organizacional e a inteligência competitiva no desenvolvimento de
negócios. Rio de Janeiro: Ed. SENAC, 2000.
LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL
EMENTA
Histórico jurídico-ambiental. Proteção do ambiente na Constituição Federal. Atuação
do Poder Público. Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. Lei da Política
Nacional de Recursos Hídricos. Código Florestal. Proteção à fauna. Proteção aos
recursos minerais. Política agrícola. Lei dos agrotóxicos. Saúde, alimentação e
qualidade de vida. Responsabilidade ambiental. Lei de Crimes Ambientais.
Educação Ambiental. Mecanismos Processuais. Papel do cidadão e das
organizações não governamentais. Mecanismos de defesa Jurídico-Ambiental.
Decisões judiciais. Mercado e ambiente. Papel do Engenheiro do Ambiente. A Ética
Profissional: noções fundamentais. Defesa e valores da profissão. Definição da
atividade e do profissional. Natureza da profissão - função social do profissional. A
interface da ética com questões ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, A.C.; PHILLIPI Jr, A. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Editora:
Manole, 1ª edição, 2005, 965 p.
NALINI, J.R. Ética Ambiental. Campinas - SP: Milennium, 2001, 394p.
SANDRA CUREAU & MARCIA DIEGUEZ LEUZINGER. Direito Ambiental. Editora:
Campus, 2008, 190p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, A.C.; PHILLIPI Jr, A. Questões de Direito Ambiental. Editora: Signus, 1ª
edição, 2004, 434 p.
125
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
BENETT, C. Ética Profissional, São Paulo: Cengage, 2008.
GRÜN. M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 4.ed. Campinas SP: Papirus, 1996. 120p.
PASSOS, E. Ética nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2001.
SEGURANÇA DO TRABALHO
EMENTA
Conceitos de trabalho, tarefa, atividade, variabilidade, carga de trabalho e
regulação. Metodologia de análise ergonômica do trabalho. Métodos e técnicas e de
análise de variáveis em ergonomia. Métodos e Técnicas Para a Análise da Atividade.
Ergonomia e Projeto. Programa de Ergonomia nas Empresas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATLAS. Manuais de Legislação: Segurança e Medicina do Trabalho, 20.ed., São
Paulo, 1991.
COSTA, A. T. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5ª edição. Editora
Difusão, 2009.
GUÉRIN et aI., Compreender o trabalho para transformá-lo, São Paulo, Edgard
Blücher, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIRANDA, C. R. Introdução à Saúde no Trabalho, São Paulo, Atheneu, 1998.
ODONE, L et aI., Ambiente de trabalho, HUCITEC, São Paulo, 1986.
SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. P. (Org.). Legislação de segurança, acidente
do trabalho e saúde do trabalhador. 6. ed. São Paulo: LTr, 2009. 720 p.
TORREIRA, R. P. Manual de Segurança Industrial. 1 ed. Broch. - Margus, 1999.
WISNER, A.. Por Dentro do Trabalho: Ergonomia: Método e Técnicas. São
Paulo, FTD 1987.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
EMENTA
Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de
conhecimento e atuação do engenheiro ambiental. Defesa perante uma banca
avaliadora.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
EMENTA:
Realização prática do estágio supervisionado obrigatório.
OPTATIVAS:
GESTÃO AMBIENTAL
EMENTA
Evolução histórica da questão ambiental. Casos históricos. Problemas ambientais
em escala global. O conceito de desenvolvimento sustentável e perspectivas para o
126
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
futuro. Destruição da camada de ozônio, chuva ácida, efeito estufa. Conservação da
biodiversidade. Desertificação. Legislação ambiental federal e estadual para a
indústria. Licenciamento ambiental. Avaliação de Impactos Ambientais. Processos
de Gestão Ambiental. As empresas e a ISO 14.000. Sistema de Gestão Ambiental.
Levantamento de aspectos e impactos ambientais. Auditorias ambientais. Meio
ambiente e Responsabilidade social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental - O Desafio do
Desenvolvimento Sustentável. 2ª edição. Editora Prentice Hall Brasil, 2005.
SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental. 3ª edição. Editora
Atlas, 2009.
BRUNA, G. C.; PHILLIPPI JR, A.; ROMERO, M. A. Curso de Gestão Ambiental. 1ª
edição. Editora Manole, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, R. Gestão Ambiental. 1ª edição. Editora Atlas, 2006.
SZABO JR, A. M. Educação Ambiental e Gestão de Resíduos, 2ª edição. Editora
Rideel, 2008.
SEIFFERT, M. E. B. Gestão Ambiental - Instrumentos, Esferas de Ação e
Educação Ambiental. 1ª edição. Editora Atlas, 2007.
TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. 6ª
edição. Editora Atlas, 2009.
EMPREENDEDORISMO
EMENTA:
Conceituação de termos afins do empreendedorismo. Modelos clássicos e
inovadores da administração empreendedora. Comunicação. Liderança. Motivação.
Negociação. Ambiente externo e interno. Panorama global, nacional e local das
organizações. Plano de negócios, da informalidade ao próprio negócio.
Planejamento estratégico. Estruturação do Plano de Negócios. Estrutura do Plano
de Negócios.
BIBLIOGRAFIA BASICA:
BERNARDI, Luiz A. Manual de Planos de Negócios: Fundamentos, Processos e
Estruturação. São Paulo: Atlas, 2008
MENDES, Jerônimo. Manual do Empreendedor. São Paulo: Atlas, 2009
SNELL, S. A. BATEMAN,. T. S. Administração: Novo cenário competitivo. São
Paulo: Atlas, 2006.
HISRICH. R. D.; PETERS, M. P. Empreendedorismo. 5 ed, Porto Alegre: Bookman,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DRUCKER, Peter F. Desafios Gerenciais Para O Século XXI. São Paulo.
Segmento & Co. Produções Gráficas Ltda.
DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor: Entrepreneurship. São
Paulo: Elsevier, 2003.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando ideias em negócios. Rio
de Janeiro: Campus, 2001.
DOLABELA, F. C. C. A Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores
Associados, 1999.
127
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
ERGONOMIA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO II
EMENTA
Fisiologia do trabalho, sistema humano: respiração, circulação e função
neuromuscular, fontes de energia para realização de trabalho, Biomecânica,
Trabalho físico: trabalho estático, trabalho dinâmico, carga de trabalho, ritmos
biológicos. Trabalho mental/cognitivo, Antropometria, Concepção de Postos de
Trabalho e Abordagem Ergonômica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUL, J.; WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. Tradução Itiro Iida. São Paulo:
Edgard Blucher, 1995.
GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia. Porto Alegre: Bookman, 1998.
IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KROEMER, K.H.E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho
ao homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman. 2005.
COSTA, A. T. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5ª edição. Editora
Difusão, 2009.
SNELWAR, L. I.; ABRAHÁO, J.; SILVINO, A. Introdução à Ergonomia - Da Prática
à Teoria. 1ª edição. Editora Edgard Blucher, 2009.
FALZON, P. Ergonomia. 1ª edição. Editora Edgard Blucher, 2007.
TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DA QUALIDADE
EMENTA
Síntese e conexão dos conteúdos de cada disciplina da gestão da qualidade. Novos
conceitos, métodos e pesquisas na área da qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. 4.ed. Rio
de Janeiro: LTC. 2004.
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. 8.ed. Nova Lima:
INDG, 2004.
JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade handbook: conceitos,
políticas e filosofia da qualidade. v.1. São Paulo: Makron Books, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WERKEMA, M. C. C. Ferramentas estatísticas básicas para o gerenciamento de
processos. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni – UFMG, 1995.
JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade handbook: conceitos,
políticas e filosofia da qualidade. v.1. São Paulo: Makron Books, 1991.
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento pelas diretrizes. 4. ed. Nova Lima:
INDG, 2004.
DEMING, W. Edwards. Qualidade: A Revolução da Administração. Marques
Saraiva S.A., 1990. 367p.
KAPLAN, Robert S. e NORTON, David P. Organização voltada para a Estratégia.
Rio de Janeiro, Campus, 2001. 411p.
PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
128
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS - (LIBRAS)
EMENTA:
Os conceitos iniciais básicos sobre deficiência auditiva (surdez) e indivíduo surdo:
identidade, cultura e educação. Como se desenvolveram as línguas de sinais e a
Língua Brasileira de Sinais - Libras. A forma e a estruturação da gramática da Libras
e o conjunto do seu vocabulário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPOVILLA, FERNANDO E DUARTE, WALQUIRIA. Dicionário Enciclopédico
Ilustrado Trilingüe da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Volumes de A-L e MZ. Universidade de São Paulo. SP. 2001.
QUADROS, R.M. Educação de Surdos: Aquisição da Linguagem. RS. Artes
Médicas, 1997.
SOUZA DUARTE, A. M. Comunicando com as Mãos. Associação dos Surdos de
Teófilo Otoni. MG, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
STRNADOVÁ, VERA. Como é ser Surdo. Editado pela União de Surdos
Tcheca.Babel, 1995.
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do
Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005.
BRITO, Lucinda F. Integração Social e Educação dos Surdos. Rio de Janeiro:
Babel, 1993.
SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações
neurolingüísticas. São Paulo: Plexus, 2007.
129
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
9. INFRAESTRUTURA:
9.1 GERAL:
A Faculdade dispõe atualmente de 05 (quatro) sedes no bairro do Comércio em
Salvador/BA, região do Centro Histórico, e uma no Corredor da Vitória, região do
Centro de Salvador. No Comércio dispomos das sedes 01, 02, 03, 04 e 05,
constituídas em prédios seculares que estão sob a preservação do patrimônio
histórico nacional, tombadas enquanto entorno do Bairro do Comércio; dispomos
ainda da sede 06, que fica na região central de Salvador, próximo do Campo
Grande, em área nobre considerada o IPTU mais caro da cidade. Todas as sedes
estão em condições de funcionamento com acessibilidade plena e demais
demandas para utilização plena, cadastradas no sistema e-mec como unidades
administrativas e acadêmicas da Faculdade Dom Pedro II de Tecnologia.
Dispomos de mais de 150 (cento e cinquenta) salas de aula em média nas 06 (seis)
sedes existentes, além de 01 (um) auditório de grande porte e 02 (dois) de médio
porte. Todas as salas de aula e auditórios são climatizadas e equipadas com
cadeiras anatômicas e demais equipamentos para o bom funcionamento das aulas e
dos eventos, inclusive, várias salas já dispõem de Projetores de Multimídia fixos.
Atualmente dispomos de 09 (nove) laboratórios de informática e de tecnologia, e 12
(doze) laboratórios de saúde, dispostos tanto no formato padrão, quanto na forma de
sala de aula, perfazendo mais 05 (cinco) salas de aula laboratoriais, sendo duas de
informática e três de saúde.
Dispomos ainda de diversos laboratórios de prática, tais como sala de aula para
Prática de Ensino, Brinquedoteca, Empresa Júnior, Clínica Escola, NPJ, Sala do
Júri, Balcão de Justiça e Cidadania, etc.
9.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA:
Dispomos de 09 (nove) laboratórios de informática, todos climatizados, com
destinação específica. Conforme regulamento próprio, os laboratórios de informática
da Faculdade são acessíveis apenas aos alunos regularmente matriculados,
130
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
professores, coordenadores e funcionários vinculados a esta Instituição, em horários
previamente estabelecidos, de maneira a que possam ser utilizados para uso geral,
aulas, pesquisas, inserção de dados pelos professores e outras atividades
acadêmicas.
Vale salientar que os laboratórios de informática têm terminais em quantidade
suficiente para uso de turmas inteiras de 50 (cinquenta) alunos, bem como, da
mesma forma os demais laboratórios dispõem de equipamentos suficientes para a
sua plena e boa utilização pelas diversas turmas e/ou usuários individuais. Dessa
forma, tanto no horário das aulas, quanto fora delas, em horário regular de 08 as 22
h, de segunda a sexta, e das 08 as 12 h aos sábados, disponibilizamos a nossa
comunidade acadêmica laboratórios modernos e atualizados sempre acessíveis para
as mais diversas atividades.
Para a manutenção dos equipamentos dos laboratórios de informática, utilizam-se os
termos de garantia de no mínimo um e no máximo três anos. Manter-se-á ainda
técnicos de suporte, capazes de solucionar problemas do dia-a-dia. Caso haja danos
nos Servidores, o fornecedor tem, de acordo com o contrato de garantia, um prazo
de 6 horas para solucionar tais danos. Todos os equipamentos passarão por
processo de upgrade em no mínimo 24 e no máximo 36 meses.
9.3 SISTEMA ACADÊMICO:
A Faculdade Dom Pedro II utiliza o Sistema Jaguar, desenvolvido para a gestão
acadêmica em geral, mas que já se submeteu a uma gama de customizações em
prol da adequação ao perfil da nossa instituição. Dessa forma, o Jaguar dispõe de
todos os módulos para a gestão acadêmica integrada, facilitando e integrando o
cotidiano dos diversos setores institucionais. A inserção de dados pode ser realizada
tanto pela intranet, quanto pela extranet (internet), facilitando a rotina de professores
e funcionários, bem como, a de alunos que da mesma forma podem consultar notas,
históricos e demais informações acadêmicas pela Internet ou pelos terminais
disponíveis na instituição. Além de backup regulares, são realizados todos os
procedimentos quanto a segurança da informação, para fins de salvaguardar todos
os registros acadêmicos.
131
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
9.3 BIBLIOTECA:
A Biblioteca tem por objetivo orientar e atender as necessidades dos alunos e
professores, bem como aos pesquisadores de outras instituições e a comunidade
em geral. O horário de funcionamento da Biblioteca é de 2ª a 6ª feira, das 7 às 22 h
e aos sábados das 8:00 às 12:00h, que se localiza no prédio 1 instalada em amplo
salão com mezanino.
A Biblioteca da Faculdade D. Pedro II conta com um amplo e atualizado acervo
bibliográfico, disponível para os cursos de Administração, Ciências Contábeis,
Sistemas de Informação, Direito, Serviço Social, Letras, Pedagogia, Enfermagem,
Fisioterapia, Farmácia, Gestão de RH, Gestão Comercial, e Gestão de TI.
Foram adquiridos livros que atendem mais do que o quantitativo mínimo de
qualidade previstos para novos cursos, referente as Engenharias Civil, Mecânica e
Elétrica, além dos CST em Petróleo e Gás, Segurança do Trabalho e Logística.
Também possui um acervo de literatura internacional e brasileira, bem como títulos
nas áreas de psicologia, biologia, economia, sociologia, filosofia, história do Brasil,
estudo de idiomas dentre outros, para apoiar as matérias interdisciplinares. O acervo
multimídia constitui-se de fitas VHS, DVDs, CDs, também referentes aos cursos que
a instituição oferece.
O aluno poderá fazer consultas pela Internet, através do portal da Faculdade,
consultando livros e periódicos. O sistema informa a classificação do título,
permitindo assim a localização dos exemplares nas estantes de forma rápida e
simplificada.
O acervo da Biblioteca conta com assinatura de jornais de circulação nacional
estadual, ficando o exemplar do dia disponível na sala de leitura.
Além do acesso a partir dos laboratórios de Informática, a biblioteca disponibiliza
dois terminais para consulta dos alunos.
Dispomos ainda do Portal de Periódicos com pelo menos 20 revistas eletrônicas por
curso de graduação, todas acessíveis eletronicamente.
132
Faculdade Dom Pedro II
Credenciamento MEC Port. 1640/2005
9.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS:
O Curso de Engenharia Ambiental conta, ainda, com os seguintes laboratórios:
Laboratório de Informática: com programas específicos.
Laboratório de Física: dotado da infraestrutura, e equipamentos adequados para os
experimentos práticos propostos.
Laboratório de Química: dotado da infraestrutura, equipamentos, vidraria e
reagentes adequados para os experimentos práticos propostos.
Laboratório de Desenho Técnico: dotado de infraestrutura necessária para as
atividades previstas.
133
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Credenciamento MEC Port. 1640/2005
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PPC de Eng Ambiental - Faculdade Dom Pedro II