INSTITUIÇÃO BAIANA DE ENSINO SUPERIOR FACULDADE DOM PEDRO II PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL 2013 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 DADOS DO PROJETO 1.2 LOCAL DE FUNCIONAMENTO 1.3 MANTENEDORA 1.4 PRESIDENTE DA MANTENEDORA 1.5 DIREÇÃO DA IES 1.6 COORDENADOR DO CURSO 4 2. INTRODUÇÃO 2.1 HISTÓRICO 2.2 CURSOS DA FACULDADE DOM PEDRO II 2.3 MISSÃO, VISÃO, VALORES E METAS 5 3. DADOS GERAIS DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) 14 4. CONTEXTO DO CURSO 4.1 A ENGENHARIA E SUAS PERSPECTIVAS 4.2 A EDUCAÇÃO SUPERIOR 4.3 O CONTEXTO ECONÔMICO REGIONAL: O ESTADO DA BAHIA 4.4 O CONTEXTO ECONÔMICO DO ENTORNO: O BAIRRO DO COMÉRCIO 15 5. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO 5.1 CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA 5.2 OBJETIVO DO CURSO 5.3 PERFIL DO EGRESSO 5.4 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS 43 6. AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 52 7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA 55 7.1 PROCESSO SELETIVO 7.2 METODOLOGIA 7.3 SISTEMA DE VALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 7.5 TRABALHO DE CURSO 7.6 ESTÁGIO PROFISSIONAL 7.7 INICIAÇÃO À PESQUISA 7.8 NIVELAMENTO 7.9 NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO 7.10 POLÍTICA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS 8. ESTRUTURA CURRICULAR 8.1 MATRIZ CURRICULAR 8.2 DOCENTES 8.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE 80 8.4 COLEGIADO 8.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA 9. INFRAESTRUTURA 9.1 GERAL 9.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA 9.3 SISTEMAS ACADÊMICOS 9.4 BIBLIOTECA 9.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS 127 3 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO: 1.1 DADOS DO PROJETO: INSTITUIÇÃO: Faculdade Dom Pedro II (FDP II) CURSO / HABILITAÇÃO: Bacharelado em Engenharia Ambiental 1.2 LOCAL DE FUNCIONAMENTO: ENDEREÇO: Av. Estados Unidos, nº 18/20 – Comércio. CEP 40.010-020. Salvador/BA. FONE: (71) 34187272 1.3 MANTENEDORA: NOME: Instituição Baiana de Ensino Superior Ltda. CNPJ: 05.817.107/0001-40 ENDEREÇO: Av. Estados Unidos, nº 18/20 – Comércio. CEP 40.010-020. Salvador/BA. FONE: (71) 34187272 E-MAIL: [email protected] ; [email protected] 1.4 PRESIDENTE DA MANTENEDORA: NOME: Profº Luiz Brandão Dantas Costa E-MAIL: [email protected] 1.5 DIREÇÃO DA IES: DIRETOR GERAL: Profº Luiz Brandão Dantas Costa E-MAIL: [email protected] VICE-DIRETOR GERAL: NELSON PIHAUY DOURADO NETO E-MAIL: [email protected] 1.6 COORDENADOR DO CURSO: NOME: ????? E-MAIL: ??????? Titulação: ????? Regime de Trabalho: 40 horas 4 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 2 INTRODUÇÃO: 2.1 HISTÓRICO: O Grupo Dom Pedro II é mantido pela Instituição Baiana de Ensino Superior Ltda., CNPJ: 05.817.107/0001-40, Pessoa Jurídica de Direito Privado - Com fins lucrativos - Sociedade Mercantil ou Comercial, com seu ato de constituição devidamente arquivado na JUCEB sob nº 29202606451, em sessão de 15/08/2003. Atualmente o Grupo mantêm 04 (quatro) Instituições de Educação Superior (IES) e 02 (duas) Unidades Médico-Hospitalares. O Grupo Dom Pedro II está voltado para a formação e bem estar humano, a fim de melhor contribuir para formação de um novo homem, preocupando-se com a sua cultura, conhecimento e saúde, bem como com o seu desenvolvimento tecnológico e equilíbrio com as dimensões humanísticas. Além de manter quatro Instituições de Educação Superior (IES), o Grupo vem ampliando a sua interação social, disponibilizando a sociedade baiana uma proposta educacional moderna, revestida de compromisso com as diversas demandas sociais, associado a investimentos também na área de saúde, com duas Unidades voltadas para o atendimento da população carente e campo de estágio para os seus alunos. Em Salvador, o Grupo Dom Pedro II foi estabelecido inicialmente num amplo prédio situado na Avenida Estados Unidos, bairro do Comércio, posteriormente foram incorporados mais prédios no mesmo bairro, além de novas sedes no âmbito da cidade do Salvador, onde funcionam as IES da Capital. Os prédios são históricos, o que demandou grandes investimentos na sua reforma e preservação, tendo em vista que os respectivos bairros são tombado no seu entorno. Segue abaixo os endereços das sedes educacionais do Grupo Dom Pedro II, todas cadastradas no Sistema e-mec: Sede 01: Av. Reitor Miguel Calmon, s/n, Comércio. Salvador/BA, CEP 41.100010. Sede 02: Av. Estados Unidos, Edf. Wildberger, 1º andar. nº 18/20 – Comércio. CEP 40.010-020. Salvador/BA. Sede 03: Av. Estados Unidos, nº 337, Comércio. Salvador/BA. CEP 40.010020. Sede 04: Rua da Grécia, s/n, Comércio. Salvador/BA. CEP 40.010-010; 5 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Sede 05: Praça da Inglaterra, nº 06, Edfº BIG, Bairro do Comércio, Salvador/BA. CEP 40.015140; Sede 06: Rua Reitor Miguel Calmon, nº 14, Bairro Comércio, CEP: 40.015010, Salvador; Sede 07: Complexo de Saúde e de Ensino Superior - Ladeira da Terezinha, s/n, Bairro Escada, Complemento: Subúrbio Ferroviário, CEP 40720460. Salvador/Bahia; Sede 08: Rua da Mangueira, 32, bairro Nazaré, CEP 40040-400, Salvador, Bahia. No interior do Estado da Bahia, a sede do Grupo Dom Pedro II situa-se em dependências próprias e modernas: BR 110 – KM 07, Bairro Pombalzinho, Cidade de Ribeira do Pombal/BA. CEP 48.400.000. Todas as nossas sedes atendem ao que dispõem o Dec. n° 5.296/2004, referente a condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Todas as instalações também são climatizadas, inclusive as salas de aula, com dependências administrativas bem acomodadas, vários laboratórios de Informática e da área de Saúde, Biblioteca ampliada, áreas de convivência e refeitórios, auditório e um moderno Teatro a disposição da comunidade soteropolitana (único do entorno do bairro do Comércio). Para todas as atividades acadêmicas e sociais que contemplam o Grupo Dom Pedro II dispomos também de vários laboratórios de prática, tais como a Clínica Escola de Enfermagem e de Fisioterapia, a Empresa Júnior de Administração, Contábeis, Sistemas de Informação e dos Cursos Superiores de Tecnologia, o Núcleo de Prática de Serviço Social, a Sala de Prática de Ensino e a Brinquedoteca de nossas licenciaturas, o Núcleo de Prática Jurídica e seis Balcões de Justiça e Cidadania em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado da Estado da Bahia, a pioneira parceria com a Empresa de Treinamento Prático (PETRODART), visando o treinamento e capacitação dos estudantes de Engenharias Ambiental, Mecânica, Produção, Civil e Elétrica, bem como dos Tecnólogos destas especialidades, além das Unidades Médico-Hospitalares. Dispomos ainda de áreas especificas em um Shopping de Salvador para atividades socioeducativas diversas. 6 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Configurado como hospitais escola, as Unidades médicas dispõem no seu estatuto e Plano de Carreira a previsão de que todos os seus funcionários técnicos têm em sua Carga Horária de trabalho uma reserva para atuar como preceptores. Dessa forma, além de mais de 100 (cem) leitos hospitalares, o Grupo Dom Pedro II oferta a comunidade baiana mais de 30 graduações dispostas em suas quatro IES, dispondo de mais de 200 salas de aula, 5.000 alunos, 200 funcionários técnicoadministrativos, e 250 docentes (sendo 50 doutores, 110 Mestres e 90 especialistas). No âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu, o Grupo Dom Pedro II oferece em suas quatro IES quatorze cursos que contemplam todas as nossas áreas de graduação ofertadas: Especialização em Libras; Especialização em Metodologia e Docência do Ensino Superior; Especialização em Urgência, Emergência e UTI; Especialização em Educação Infantil; Especialização em Pedagogia Hospitalar; Especialização em Psicopedagogia Institucional; Especialização em Gestão da Segurança da Informação; MBA em Gestão de Logística; MBA em Gestão de Pessoas; MBA em Gestão Executiva e Liderança Estratégica - Master Leader; Especialização em Controladoria com ênfase em Finanças; Especialização em Planejamento e Gestão Tributária; Especialização em Serviço Social e Saúde; Especialização em Gestão Pública e 3º Setor. Todas as informações acadêmicas estão dispostas nos sites institucionais de uma de nossas IES e afixadas em local devido, conforme Portaria Normativa n° 40/2007, alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23/2010, além do Jornal do Grupo Dom Pedro II com periodicidade semestral. 7 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 2.2 UNIDADES E CURSOS DA FACULDADE DOM PEDRO II: 2.2.1 FACULDADE DOM PEDRO II O Credenciamento de sua primeira IES se deu em 13 de Maio de 2005: a Faculdade Dom Pedro II (FDP II), conforme Portaria 1.640 de 13/05/2005, em resposta ao acelerado desenvolvimento projetado para a Bahia neste século, em particular os investimentos para desenvolvimento da Região Metropolitana de Salvador (RMS), com a implantação de um parque de montagem automotiva, a ampliação do parque petroquímico, a reativação e ampliação dos portos e sistema viário, a otimização do setor de serviços e do comércio, inclusive com a revitalização do Bairro do Comércio, onde se localiza a IES. Nesse sentido, a Faculdade Dom Pedro II assumiu o compromisso de contribuir de forma significativa na formação de profissionais capacitados para o exercício de atividades imprescindíveis que cooperem com o atendimento dos níveis desejados de crescimento e desenvolvimento social e econômico. A época iniciou com a oferta dos Cursos de Graduação em Administração e em Letras, contemplando no seu primeiro vestibular todas as vagas que foram Autorizadas pelo Ministério da Educação, com grande repercussão na sociedade soteropolitana, em particular na Cidade Baixa do Salvador onde está situada. Posteriormente, ampliou a sua oferta com os Cursos de Sistemas de Informação e Direito, vindo a ser a faculdade mais nova de Salvador a oferecer esse Curso. Ampliou a oferta de Licenciaturas com o Curso de Pedagogia e iniciou a oferta dos Cursos de Saúde com o Bacharelado em Enfermagem, em seguida vieram Fisioterapia e Farmácia. Foram Autorizados também os Cursos de Bacharelado em Ciências Contábeis e Serviço Social. Atualmente, a FDP II oferece dez cursos de graduação, sendo 09 cursos já Reconhecidos pelo MEC: Administração (Reconhecido Conceito 4, Renovado Reconhecimento Conceito 4); Contabilidade (Reconhecido Conceito 4); Direito (Reconhecido Conceito 4); Sistemas de informação (Reconhecido Conceito 4); 8 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Enfermagem (Reconhecido Conceito 4); Serviço Social (Reconhecido Conceito 5) – única Faculdade da Bahia com esse Conceito para Curso de Graduação; Letras – Licenciatura (Reconhecido Conceito 4); Pedagogia – Licenciatura (Reconhecido Conceito 4); Fisioterapia (Reconhecido Conceito 4); Farmácia (previsão de Reconhecimento em 2013). 2.2.2 FACULDADE DOM LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA No final do ano de 2009, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a Faculdade Regional de Ribeira do Pombal com 100 alunos, situada no sertão da Bahia, que passou a se denominar Faculdade Dom Luiz de Orleans e Bragança, neto de Dom Pedro II e filho da Princesa Isabel, herdeiro do trono brasileiro mesmo depois da Proclamação da República. Após plena revitalização acadêmica e física de sua sede que foi adquirida pelo Grupo, a IES tem crescido acentuadamente com a oferta dos Cursos antigos: Bacharelados em Administração e Ciências Contábeis, e as Licenciaturas em Pedagogia e Letras (todos já Reconhecidos depois de incorporados com Conceito 4); além de novos Cursos viabilizados pelo Grupo: Licenciatura em Biologia, Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, e os Bacharelados em Serviço Social, Enfermagem, Engenharia Civil e Engenharia Agronômica, totalizando 10 Cursos com mais de 1.000 alunos. 2.2.3 FACULDADE DOM PEDRO II DE TECNOLOGIA Em meados do ano de 2010, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a Faculdade da Bahia com 60 alunos, situada em Salvador, que passou a se denominar Faculdade Dom Pedro II de Tecnologia, com vistas a se especializar em Cursos Superiores de Tecnologia e de Engenharia, atendendo essa demanda 9 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 tanto no Bairro do Comércio como, futuramente, em outros pontos estratégicos da cidade do Salvador. Após plena revitalização física com a transferência da sede para um novo prédio no bairro do Comércio, agregando-se as instalações do Grupo Dom Pedro II já existentes, foi adquirida uma nova sede própria em área nobre de Salvador, com vistas a ampliação de novos cursos de engenharia e de tecnologia. Dessa forma, a IES tem crescido acentuadamente com a oferta dos 03 Cursos Superiores de Tecnologia que dispõe: Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos e Gestão da Tecnologia da Informação (Reconhecidos em 2012 com Conceito 4), com quase 1.000 alunos, dispõe ainda do Curso de Bacharelado em Administração desativado que será relançado oportunamente. Em 2012.1 foram Autorizados também seis novos cursos lançados para início em 2013.1: Engenharia Civil, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica, e os Cursos Superiores de Tecnologia em Petróleo e Gás, Logística e Segurança do Trabalho, totalizando 10 Cursos Superiores. 2.2.4 FACULDADES INTEGRADAS OLGA METTIG Ao final do ano de 2012, a Mantenedora do Grupo Dom Pedro II incorporou a tradicional Faculdade Olga Mettig, com quase cinquenta anos de atuação na educação superior, sendo a primeira Faculdade de Pedagogia do norte e nordeste do país. A IES dispõem de graduações na área de pedagogia, administração e turismo, e será plenamente revitalizada a partir do ano de 2013. 2.2.5 UNIDADES MÉDICAS Foi implantada também em 2011 uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) numa moderna edificação no subúrbio de Salvador (sede própria), com 36 leitos disponíveis, destinada a atenção da comunidade circunvizinha, vinculada ao SUS e disponível a atuação dos nossos alunos em atividades de Estágio e de Prática de Profissional. Por conseguinte, foi inaugurado em 2012 o Hospital Universitário Alaíde Costa com 96 leitos, o que confirma a plena disposição do Grupo Dom Pedro 10 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 II em atuar na área sócio educacional, como já vem sendo contemplado numa variada oferta de atividades práticas que aprimoram a formação dos alunos com a aproximação das diversas demandas sociais. 2.3 MISSÃO, VISÃO, VALORES E METAS: A Faculdade Dom Pedro II se propõe a cumprir o seu papel apresentando uma política que objetiva contribuir para o desenvolvimento do homem e de seu contexto social, numa relação de reciprocidade da sociedade local com a comunidade acadêmica. Assim, a instituição atende às necessidades, aos anseios e às expectativas da sociedade, ao mesmo tempo em que propicia instrumentos para a formação de profissionais de qualidade, com postura ética, responsabilidade civil, compromisso coletivo e caráter humanístico, conhecedores da realidade do seu tempo e espaço. A Faculdade Dom Pedro II apresenta em seu Plano de Desenvolvimento Institucional a seguinte concepção pedagógica: "A Faculdade D. Pedro II desenvolveu um projeto pedagógico que centra suas atenções no aluno, através de um processo de construção de sua formação ético, humana e profissional, com um ensino que desenvolva o criticismo, a reflexão, a busca do conhecimento e a inserção social do mesmo. Para tanto, a associação constante entre ensino, iniciação à pesquisa e extensão com o desenvolvimento de atividades sócio-educativas se caracteriza com fundamento estratégico principal para o nosso fazer pedagógico". Portanto, a Faculdade Dom Pedro II apresenta em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) os seguintes elementos basilares de sua proposta sócioeducacional: Missão "Desenvolver a educação, a ciência, a arte e a cultura, com ênfase na criação e funcionamento de cursos superiores, bem como, de outros cursos de diferentes níveis" 11 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Visão “Nossa visão é desenvolver um ensino criativo, voltado para a interação com a iniciação à pesquisa e a extensão, valorizando, acima de tudo, a qualificação dos recursos humanos e sua adequação às necessidades atuais do mercado e da sociedade”. VALORES o compromisso da IES com os interesses sociais e coletivos; o respeito às individualidades inerentes a cada aluno e a cada meio social, observando o ser-humano sempre como único independente de cor, raça, sexo, religião, nacionalidade ou qualquer outra orientação pessoal; a contribuição com o crescimento social através da formação do ser humano nos aspectos profissionais e humanísticos; a importância da figura do professor como basilar na mediação da aprendizagem e na aplicação das novas tecnologias; a importância do aluno como centro do processo inovado e inovador de ensino-aprendizagem; A busca constante de uma proposta educacional contemporânea, focada tanto na formação técnico-profissional sintonizada com o mercado de trabalho, quanto na formação humana voltada para as demandas sociais. Metas Permanente atualização dos Cursos, visando a excelência da gestão, a interdisciplinaridade e a integração do ensino, pesquisa e extensão através, inclusive, da socialização profissional; Implantação e consolidação de programas de Extensão e Pós graduação articuladas com o ensino de graduação, visando à qualificação humana mediante a formação continuada, como forma de garantir a qualidade e a renovação do conhecimento; 12 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Formação ética, humana e profissional de seres humanos para o mercado de trabalho; Incentivo à qualificação do pessoal docente mediante a formação continuada, especialização, mestrado e doutorado, como forma de garantir a qualidade e a renovação do ensino e da iniciação à pesquisa. 13 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 3. DADOS GERAIS DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC): Curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental 100 (cem) Total de vagas anuais: Cinquenta Matutinas e Cinquenta Noturnas 50 alunos por sala em aulas teóricas Número de alunos por turma: 25 alunos por aula prática Turnos: Matutino e Noturno Regime de matrícula: Semestral Carga horária total: 3900 horas Será integralizado no mínimo em 10 (dez) Integralização da carga horária do semestres letivos (05 anos) e no máximo em curso: limite mínimo e máximo. 14 (quatorze) semestres letivos (07 anos). Valor proposto para mensalidade R$ 710,00 matutino relativa ao ano de 2013: R$ 750 noturno Denominação: 14 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 4. CONTEXTO DO CURSO: 4.1 A ENGENHARIA E SUAS PERSPECTIVAS: A Bahia é um estado que vem crescendo economicamente nos últimos anos, acima da média nacional, fazendo com que inúmeros investimentos em obras de infraestrutura e no setor imobiliário se avolumem consideravelmente. Nesse contexto, o município de Salvador se destaca pela sua importância estratégica no estado e no país. Podem-se destacar alguns fatores que justificam o bom cenário atual e a perspectiva de demanda por engenheiros ambientais no futuro: a) Pré Sal: enorme potencial de crescimento econômico para o Brasil com o desenvolvimento da cadeia produtiva do petróleo. Dessa forma, as oportunidades de negócios são promissoras e tem atraído interesse de empresas em todo o mundo. b) Mão de Obra especializada: No Brasil existem seis engenheiros por mil habitantes, ao passo que a média mundial é de quinze profissionais para cada contingente de mil pessoas, segundo relatório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o que por si já justifica novos cursos de Engenharia Ambiental. "Engenharia e desenvolvimento caminham juntos. É o engenheiro que gerencia o progresso", resume o presidente do Instituto de Engenharia, Edemar de Souza. Para o presidente do (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) CONFEA e engenheiro civil, Marcos Túlio de Melo, o país não teve visão estratégica para preparar mão de obra para o desenvolvimento econômico. Existem aproximadamente 500 mil engenheiros registrados no Brasil hoje, mas nem todos trabalham na área. E já cresce o número de profissionais estrangeiros: são 6 mil atualmente. "Temos 6 engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas. Na Europa e Ásia, o número varia de 18 a 28 profissionais". c) Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): proposto pelo Governo Federal, que seguramente tem dado um novo impulso ao setor, aumentando significativamente a demanda de profissionais qualificados para darem sustentação ao crescimento esperado. Pretende-se com a implantação do PAC que o Brasil se transforme novamente em um “grande canteiro de obras”. O PAC prevê 15 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 investimentos bilionários em áreas como energia, transportes, saneamento, habitação e recursos hídricos. "Para cada US$ 1 milhão que se investe, cria-se um posto de engenheiro", afirma o vice-diretor da Escola Politécnica da USP, o prof. José Roberto Castilho Piqueira. Com o incremento dos índices econômicos nacionais, a demanda por profissionais de Engenharia, uma das profissões mais antigas do mundo, também cresceu. Em tempos de Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), faltam engenheiros para as obras de infraestrutura, mineração e na indústria do petróleo, sem contar o boom da construção civil, sobremaneira no segmento residencial. O PAC é mais que um programa de expansão do crescimento, trata-se de um novo conceito de investimento em infraestrutura que, aliado às medidas econômicas, vai estimular os setores produtivos e, ao mesmo tempo, levar benefícios sociais para todas as regiões do país. d) Programa Minha Casa Minha Vida: é um programa de habitação do Governo Federal que visa construir um milhão de novas moradias para a população de baixa renda. e) Crédito bancário: A maior oferta de crédito pelos bancos oficiais e privados levou ao aquecimento da construção civil, alavancado também pela recente abertura de capital das grandes construtoras. Atualmente, cerca de dois milhões de trabalhadores atuam na construção civil brasileira, entre engenheiros, mestres de obras e todo tipo de técnico e tecnólogos em construção. Ainda assim, este contingente não subsidia a quantidade de obras que necessitam de pessoal qualificado para serem desenvolvidas. 4.2 A EDUCAÇÃO SUPERIOR: O Ensino Superior vem crescendo significativamente no Brasil, devido ao crescimento econômico e a globalização. Pode-se perceber que as Instituições de Ensino Superior (IES), principalmente as privadas, têm investido na criação de vários cursos visando à melhoria da qualidade de ensino, a fim de formar profissionais especializados em todos os segmentos da sociedade. 16 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 No Brasil, as Instituições de Ensino Superior são responsáveis pelos cursos superiores, cuja criação, diversificação e diferenciação estão consubstanciadas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação nº 9394/ 96 e em dispositivos correlatos. O crescimento das instituições privadas no país se deve, dentre outros fatores, ao processo de deterioração acentuada do ensino superior público nos anos 90, ocasionado pela diminuição dos investimentos em educação em todos os níveis, seja em infraestrutura ou no quadro de pessoal. Os sucessivos cortes orçamentários atingiram o sistema universitário federal, impedindo sua expansão provocando o sucateamento das universidades existentes. Além disso, percebe-se que houve uma expansão bastante significativa do ensino médio provocando uma demanda por vagas nos vários cursos superiores e fazendo com que as instituições privadas pudessem suprir a necessidade provocada por esse aumento. De acordo com o Censo da Educação Superior, "em 2000, havia 1.180 instituições de ensino superior (IES). De cada dez instituições, oito eram privadas e duas públicas, estas últimas divididas entre federais, estaduais e municipais". Passados dez anos, pesquisa de mesmo cunho contabilizou 2.377 IES, sendo 278 públicas (federais, estaduais e municipais) e 2099 pertencentes à rede privada. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP, 2011), como efeito de ações e de políticas governamentais recentes voltadas para a expansão da oferta e a democratização do acesso e da permanência no ensino superior, os resultados do Censo da Educação Superior 2010 reafirmam a tendência de ampliação do atendimento nesse nível de ensino ao longo da década. Essas diretrizes revelam a sintonia com o Plano Nacional de Educação 2001-2010 que, entre outros objetivos, estabelece a expansão da oferta de Educação Superior, a diminuição das desigualdades por região ante a essa oferta, bem como a diversificação de um sistema superior de ensino que atenda clientelas com demandas especificas de formação. O aumento dos salários dos trabalhadores e a criação de novos empregos são fatores relevantes para o crescimento da demanda por vagas nos diversos cursos de graduação oferecidos, principalmente, pelas instituições de ensino superior privadas. Com base nesses fatores, as empresas de médio e grande porte têm investido muito 17 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 na educação de seus trabalhadores, algumas financiando seus estudos para pagamento em longo prazo, outras arcando integralmente com as mensalidades, sem nenhum ônus para o trabalhador, visando à melhoria do nível intelectual de seus profissionais, o aumento da produtividade, diminuição dos índices de acidentes, aumento da autoestima do trabalhador, crescimento da empresa no mercado de exportação e outros benefícios que o empresário almeja com um quadro de profissionais qualificados. Atualmente, o Brasil pode ser considerado um país de grandes oportunidades. Há investimentos em vários setores do mercado nacional como: siderurgia, agropecuária, petroquímica, mineração, fundição e indústrias dos mais diversos segmentos, a exemplo da automobilística, móveis, eletrodomésticos, turismo e construção civil, o que por consequência vem gerando um aumento significativo do comércio de Bens e Serviços. A Bahia está se beneficiando com esse aumento de investimentos nas diversas atividades descritas no parágrafo anterior, pois se encontra em crescente expansão tecnológica e econômica, necessitando assim, de mão de obra qualificada. O Diretor de Investimentos da multinacional baiana ODEBRECHT S.A., afirmou em 23/06/2011 que “O Brasil carece de profissionais qualificados”, o que confirma a demanda de formação superior de ponta. Nesse sentido faz-se necessário a criação de novos cursos superiores que possam atender a sociedade civil organizada, criando novas oportunidades de emprego para todos aqueles que venham a se interessar pela formação acadêmica. Percebe-se um público potencial para o Ensino Superior e a necessidade de ampliação das Instituições Privadas na cidade, com abertura de novas vagas, principalmente, para Cursos de Engenharia, para atender à demanda instalada, o crescimento e o novo cenário competitivo do Estado baiano. 4.3 O CONTEXTO ECONÔMICO REGIONAL: O ESTADO DA BAHIA: O Estado da Bahia é o estado do Nordeste de maior expressão cultural e investimentos financeiros para o desenvolvimento regional. O território baiano é composto por 417 municípios com múltiplas vocações econômicas e culturais, e uma 18 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 grande variedade geográfica que lhe permite um desenvolvimento singular e significativo. Expressão no cenário político federal por seus representantes, quer sejam de oposição ou situação, destaca-se como um Estado atuante e comprometido no processo de modernização e desenvolvimento do País. A Bahia é o quinto estado do País em extensão territorial, correspondendo a 36,3% da área total do Nordeste brasileiro. Dos 567.295 Km² de área territorial, cerca de 69% do total se encontra na região semi-árida, enquanto o litoral, medindo 1.183 Km – dos quais, apenas 912,9 km estão demarcados – abriga vários tipos de atrativos ecossistemas, favorecendo a atividade turística e correlatas. O principal rio do território baiano é o São Francisco, que corta o Estado no sentido sul/norte. De importância similar há os rios Paraguaçu e de Contas, aos quais se somam os rios Vaza–Barris, Itapicuru, Jacuípe, Pardo e Jequitinhonha. Objetivando conter a devastação acelerada, bem como controlar os seus impactos na natureza, o Governo da Bahia criou as Áreas de Proteção Ambiental (APA’s)1. Atualmente, existem 32 APA’s2 no Estado, locais que revelam diferentes ecossistemas, histórias e culturas dos seus habitantes. Tendo como eixo polarizador a cidade de Feira de Santana, o sistema rodoviário tem como vias principais a BR242, que liga a cidade de Salvador ao oeste do Estado e à capital federal, a BR-101, de sentido norte/sul com traçado paralelo ao litoral, e a BR-116, que liga a metrópole ao sudeste. Outras rodovias estaduais e federais atendem ao tráfego de longa distância ou atendem às sedes municipais fazendo parte de um sistema combinado. A taxa anual de incremento demográfico da Bahia vem caindo. Entre as décadas de 80/90 era de 2,09%, caindo para 1,11% nos anos posteriores. Neste mesmo período, a população urbana cresceu a um ritmo duas vezes superior ao da 1 A Área de Proteção Ambiental (APA) é uma área em geral extensa, com um certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais, especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas, e tem com objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais (SNUC - Lei 9.985/2000). 2 Bacia do Cobre / São Bartolomeu, Bacia do Rio de Janeiro, Baía de Camamu, Baía de Todos os Santos, Caminhos Ecológicos da Boa Esperança, Caraíva Trancoso, Coroa Vermelha, Costa de Itacaré / Serra Grande, Dunas e Veredas do Baixo-Médio São Francisco, Gruta dos Brejões / Vereda do Romão Gramacho, Guaibim, Ilhas do Tinharé e Boipeba, Joanes – Ipitanga, Lago de Pedra do Cavalo, Lago do Sobradinho, Lagoa Encantada e Rio Almada, Lagoa de Itaparica, Lagoas de Guarajuba, Lagoas e Dunas do Abaeté, Litoral Norte do Estado da Bahia, Mangue Seco, Marimbus / Iraquara, Plataforma Continental do Litoral Norte, Ponta da Baleia / Abrolhos, Pratigi, Rio Capivara, Rio Preto, Santo Antônio, Serra Branca / Raso da Catarina, Serra do Barbado, Serra do Ouro, São Desidério. 19 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 população total, e as áreas rurais do estado já apresentam redução absoluta de população. No entanto, a população rural da Bahia ainda é a maior do país. O processo de urbanização é marcado, por um lado, pela concentração de parcela expressiva da população urbana na capital Salvador – único município do Estado a ultrapassar a marca de 500 mil habitantes – e, por outro, pela dispersão desta população em centenas de centros urbanos de pequeno porte. Nas últimas décadas, o crescimento expressivo de alguns centros de médio porte vem contribuindo para fortalecer a rede urbana da Bahia. 4.3.1 – O Cenário Econômico Baiano e suas nuances A Bahia está consolidada como o segundo Estado brasileiro em captação de investimentos, superando áreas de grande tradição industrial no País. O ajuste fiscal das contas do Estado ampliou sua posição dentro dos planos estratégicos de diversas companhias. Segundo o ex-Secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Dr. Benito Gama, na área industrial (durante o primeiro ano do governo César Borges) consolidaram-se mais dois segmentos industriais (informática e calçados), além de haver ocorrido o nascimento da indústria automotiva baiana. O cenário econômico da Bahia na mobilização do Plano Plurianual (PPA 20122015), no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é amplamente favorável à compatibilização dos investimentos nos setores modernos da economia, sem, no entanto descuidar-se das atividades da base da pirâmide social. O PIB baiano é calculado com base nos resultados dos grandes setores da atividade econômica: agropecuária, indústria e serviços. Dados da Secretaria de Planejamento denotam que o dinamismo da economia baiana e nordestina tem uma tendência de aceleração, tendo como principais segmentos o comércio, serviços e construção civil. Este último setor encontra-se bastante acelerado, predominantemente nas áreas comercial e industrial e gerará grande impacto na economia baiana, a médio e longo prazo. 20 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Em 2010, a geração recorde de empregos formais e o crescimento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB), como mostra o Gráfico 1 e Tabela 1, despontaram o Estado no cenário econômico nacional. Figura 1 – Evolução do Produto Interno Bruto (PIB), Bahia e Brasil, 2002/2010. Tabela 1 - PIB total e per capita Bahia e Brasil - 2010* Especificação Bahia Brasil*** 157,4 3.674,9 90,0 2.092,0 4,3 - 11.232,0 19.016,0 6.394,0 10.824,0 59,9 - PIB (em R$ Bilhões) PIB (em US$ Bilhões)** PIB BA/PIB BR (%) PIB Per capita (em R$ 1,00) PIB Per capita (em US$ 1,00) PIB Per capita BA/PIB per capita BR (%) Fontes: IBGE, SEI. * Dados sujeitos a retificação. ** Com base no dólar médio de 2010. *** Resultados calculados a partir das Contas Nacionais Trimestrais. De acordo com as projeções da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) um crescimento entre 4,0% e 4,5%, de 2011 a 2014, corresponderá a taxas mais sustentáveis do que a que obtidas em anos anteriores. Dentre as razões que nortearam o crescimento das economias brasileira e baiana em 2010, denotouse a importância do aumento do consumo das famílias, como resultado do crescimento real do salário mínimo e dos programas de transferência de renda, além dos incentivos; a grande expansão da construção civil; e o impacto das obras do PAC. Entretanto, configura-se entre um dos maiores desafios do Governo da Bahia, 21 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 a forte concentração econômica no entorno da Região Metropolitana de Salvador, que, entre 2003 e 2008, aglutinou de 41,9% a 43,8% do PIB, considerando o maior e menor percentuais encontrados. É notória a dificuldade de mudar o modelo concentrador, uma vez que a tendência natural da economia é concentrar. Assim, ante a este argumento e não desprezando os grandes investimentos, exemplos de esforços do governo em interiorizar o desenvolvimento vem se destacando, tais como a construção de aeroportos e hospitais e a implantação de universidades e escolas técnicas no interior do estado. A ferrovia Leste-Oeste também se apresenta como projeto significativo no sentido de integrar territórios e desconcentrar a economia. 4.3.1.1 – Características dos Setores da Economia Baiana a) Setor Automotivo: Dados oriundos da Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos (SEI), Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Pesquisa Mensal de Comércio (IBGE/PMC), Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e FORD, comprovam que o mercado brasileiro é o 5º maior mercado global para os fabricantes de automóveis. A indústria automotiva estima que as vendas e produção cresçam dos 3,6 milhões de veículos em 2010 para 4,5 milhões em 2016. No Nordeste, por exemplo, a proporção é 8 habitantes/ carro, o que demonstra a expansão do mercado consumidor na região. Na Bahia, o setor automotivo é um dos mais atraentes. O investidor encontrará no estado uma infraestrutura logística adequada para escoamento da produção, áreas para instalação de novas montadoras com terrenos subsidiados e mão de obra qualificada, além de muitos benefícios. O Governo Federal criou para o setor automotivo incentivos de caráter nacional. O Plano Brasil Maior, lançado recentemente, reduz o IPI cobrado sobre a produção de 22 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 veículos automotores e visa estimular a produção e o conteúdo nacional, o investimento e a inovação tecnológica. O Governo da Bahia também oferece apoio para recrutamento, seleção e capacitação de mão de obra - o SENAI CIMATEC, um dos diversos centros de formação profissional presentes no estado, oferece treinamentos específicos voltados à área de desenvolvimento, projeto e fabricação de automóveis, cursos técnicos, cursos superiores em tecnologia aplicada e especializações. O governo estadual disponibiliza incentivos de licenciamento ambiental e suporte operacional (estradas de acesso às fábricas, pátio para recebimento de mercadorias, infraestrutura de telecomunicações e dados, facilidade de escoamento, dentre outros). A empresa ainda conta com a possibilidade de financiar casas vizinhas para os seus empregados e de usar a estrutura de abastecimento, já instalada para atender ao Projeto da Ford Motor Company - a Ford realizou, na Bahia, o maior investimento da montadora no mundo, ampliando a sua capacidade de produção de 250 mil para 300 mil veículos/ano. Na Bahia, para os próximos anos, já são US$ 2,5 bilhões em investimentos para o setor, incluindo a ampliação e instalação de montadora de automóveis, motocicletas e fabricantes de componentes e autopeças. Dentre eles, está a implantação da primeira montadora da JAC Motors fora da China, que produzirá 100.000 carros/ano, consolidando o estado no seleto clube mundial dos produtores de veículos automotores, em 2014. Além disso, vale ressaltar a presença de grandes empresas de produção de pneus na Bahia, fazendo do estado, o maior polo produtor da peça, com produção de 40% do que é consumido no País. Também estão presentes no Polo Industrial de Camaçari e região metropolitana, fornecedores automotivos, que estão aptos a trabalharem como parceiros na linha de montagem e no módulo final da montadora. Os dados do setor automotivo baiano, em 2010, comprovam as oportunidades que ele oferece aos investidores: Quinto maior segmento industrial da Bahia - 7,9% da produção da indústria de transformação (2010); Quinto maior produtor de automóveis: 207,8 mil veículos (2010); 23 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Sexto maior estado exportador de veículos automotores, peças e partes: US$ 545,3 milhões (FOB) (2010); Sétimo maior estado importador de veículos automotores, peças e partes: US$ 1,2 bilhão (FOB) (2010); Crescimento de 15% nas vendas de veículos, motos, peças e partes (2010); Sétimo maior estado no ranking em licenciamento de veículos novos: 146.027 unidades (2010); Oitava maior frota de veículos do país: 2,3 milhões de unidades (2010); 8.801 empregos diretos gerados (2011); Três fábricas de pneus (em ampliação): Pirelli, Continental e BridgestoneFirestone; Três fábricas de motos (em implantação): Miza Motos, JNW do Brasil (Johnny Motos) e Olyver Motos; Nos últimos anos, o mercado de automóveis no Brasil cresceu 44%. São Paulo cresceu 15%. Salvador, na Bahia, cresceu 65%. Em 2012, o setor secundário da economia manteve-se estável. No segundo trimestre, a indústria baiana registrou uma expansão de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2011. O baixo desempenho industrial baiano foi determinado, sobretudo, pela dinâmica negativa do setor de transformação. No ano, o PIB industrial baiano acumulou alta de 4%. Ainda dentro do setor industrial, destaca-se a expansão na construção civil (4,4%). Essa expansão, apesar de ser em níveis muito inferiores aos de trimestres anteriores, reflete o contínuo investimento da economia baiana num importante segmento do PIB, que é a formação bruta de capital fixo. Além disso, as bases de comparação, por serem bastante elevadas, contribuem naturalmente para menores taxas de expansão do segmento. No ano, a construção civil baiana registra uma expansão de 8,1%. b) Indústria Eletroeletrônica e Polo de Informática: No Brasil, a indústria eletroeletrônica tem grande importância para o PIB porque é intensiva em tecnologia e influencia outras áreas industriais como a aeronáutica, o 24 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 setor automotivo e o setor de equipamentos médico-hospitalares. Segundo dados da Apex-Brasil, no ano de 2008, esse mercado movimentou US$ 4 bilhões. Entre os estados da região Nordeste do país, a Bahia se destaca na fabricação de equipamentos de informática por meio do Polo de Informática de Ilhéus. Lastreado por decretos que contemplam incentivos à atração de novos investimentos, o Polo conta com 40 empresas e vem a cada ano se consolidando como uma das mais importantes concentrações da indústria no país, respondendo por, aproximadamente, 15% da produção nacional. O setor baiano registrou, em 2007, um faturamento de R$ 2,1 bilhões. Criado para apoiar tecnologicamente o Polo de Informática, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Informática e Eletroeletrônica de Ilhéus (CEPEDI) realiza pesquisas, desenvolve projetos, sistemas e produtos e oferece treinamento e consultoria em Tecnologia da Informação. Em função das necessidades de desenvolvimento da região, a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Ilhéus (INETI) foi fundada logo após.Entre os serviços oferecidos pela INETI estão: Apoio de gestão empresarial através de consultorias específicas e treinamentos; Consultoria para implantação de sistemas de qualidade; Consultoria sobre o layout empresarial; Assessoria no acesso a entidades de pesquisa; Gerenciamento de projetos junto a órgãos de financiamento, nacionais (FINEP; SEBRAE; CNPq, FAPESB) e internacionais; Consultoria em registros de patentes junto ao INPI; Recursos humanos e serviços especializados; Capacitação / formação / treinamento de empresários e/ou empreendedores nos principais aspectos gerenciais e sobre qualidade de software e hardware. A Bahia também é o cenário da produção de tablets pela Semp Toshiba Informática, distribuídos para as lojas de varejo de todo o Brasil. Além da Semp Toshiba, outros empreendimentos voltados para a eletroeletrônica e semicondutores marcam 25 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 presença: Discobras, Zforce, Leafership, Comtac, Livon e Clone. Empresas fabricantes de eletrodomésticos, com destaque para a MONDIAL e a Eletrodomésticos Pinheiro, também compõe o setor baiano. c) Setor de Calçados: O setor de calçados e couros compreende quatro segmentos: as indústrias de calçados (de couros ou de materiais sintéticos); as indústrias de artefatos de couro (bolsas, pastas, cintos, dentre outros); as indústrias de curtume; as indústrias de componentes para artefatos de couros e calçados. Ainda pode ser considerada como integrante deste complexo a indústria de máquinas para o setor, além dos frigoríficos e do setor pecuarista. O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de couro e este é um dos motivos que levou o Grupo Natuzzi a apostar na Bahia para produzir seus estofados em couro. O complexo coureiro-calçadista brasileiro é um dos mais importantes para a economia nacional, alcançando a produção de 894 milhões de pares em 2010 com faturamento de US$ 12,3 bilhões, o que coloca o Brasil como o 3º maior produtor de calçados. Nesta produção, a Bahia colabora com 43 milhões de pares de calçados/ano. O estado ocupa o quarto lugar entre os exportadores do setor calçadista do País - em 2010, a Bahia exportou 7,4 milhões de pares, gerando uma receita de cerca de US$ 91 milhões. Dados do SICM denotam que a indústria calçadista da Bahia encontra-se em plena expansão, com 47 empresas de fabricação de calçados - dentre elas a Ramarim, que possui investimentos de R$ 5 milhões no estado - e 22 empresas de fabricação de componentes de calçados. Nos últimos anos, o estado tem atraído várias empresas para instalar suas unidades em virtude do incentivo fiscal e da mão de obra disponível na região - seis fábricas de calçados estão em processo de implantação, sendo cinco novas unidades e uma ampliação. Em setembro de 2011, foram concluídas as obras de construção e/ou ampliação de galpões para a Amazonas Calçados (Jequié), Calçados Pegadas do Nordeste (Ruy Barbosa) e Calçados Malu (Alagoinhas), visando fomentar o desenvolvimento industrial do setor, 26 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 através da disponibilização da infraestrutura necessária à implantação e/ou ampliação de empresas deste segmento. O polo calçadista baiano dispõe de mão de obra qualificada, oferta de matéria prima, tecnologia em processos e equipamentos e flexibilidade para atender as demandas. A Área de Calçados e Couro do SENAI CIMATEC é responsável pela qualificação de todos os níveis dos profissionais que integram as empresas do polo calçadista no estado, realizando serviços de consultoria, programas de qualificação e aperfeiçoamento voltados para a evolução tecnológica do segmento, oferecendo cursos voltados para a produção de calçados, artefatos de couro e design de ambos os artigos. d) Setor Químico e Petroquímico: A indústria química é um dos mais importantes e dinâmicos setores da economia brasileira e ocupa o 9º lugar no ranking mundial. Na Bahia, o setor químico respondeu por 21,6% (2010) do valor bruto da produção da indústria de transformação, situando-se em segundo lugar, ficando atrás de refino de petróleo e coque (33,0%), segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A petroquímica, por sua vez, possui um enorme peso no valor bruto da produção do setor químico local (48%) e suas exportações, agregadas às do conjunto deste setor, lideram, historicamente, a pauta de exportações baianas (20% em 2010). A disponibilidade de matérias-primas, insumos básicos e recursos minerais, tais como, petróleo, gás, calcário, manganês, cromo, vanádio, níquel, ferro, dentre outros, faz do estado da Bahia um local favorável a novos investimentos. A Bahia possui o primeiro complexo petroquímico planejado do país e o maior complexo integrado do hemisfério sul – o Polo Industrial de Camaçari (PIC). O Polo de Camaçari oferece aos empreendimentos a disponibilidade de uma boa infraestrutura, alto nível de integração, compartilhamento de operações e serviços e eficientes sistemas de controle ambiental. O PIC abriga, hoje, 90 empresas, das quais 34 são químicas e petroquímicas, dentre elas a Basf, a Dow, a Monsanto e a Dupont. 27 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Também está em fase de implantação o Polo Acrílico pela multinacional alemã Basf, com investimento inicial de R$ 1,2 bilhão para produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), abrindo perspectivas para mais uma cadeia produtiva na Bahia e consolidando a terceira geração petroquímica. O panorama recente deste setor na Bahia, segundo a SICM, assim e apresenta: Faturamento anual: US$ 15 bilhões; Setor químico/petroquímico: 30% das exportações baianas (2010); O setor químico/petroquímico é o mais representativo dentro Polo Industrial de Camaçari; Polo Industrial de Camaçari: 20% do PIB baiano (2010); Polo Industrial de Camaçari: 45 mil empregos diretos/indiretos gerados; Proximidade com uma estrutura portuária de porte e com uma refinaria; Amortização de boa parte do capital investido; Um sistema coletivo-integrado de segurança industrial (atendimento emergencial); Cuidados ambientais (anel florestal e tratamento de efluentes e resíduos industriais, gerenciado pela Central de Efluentes Líquidos - CETREL). A capacidade de escoar, de forma competitiva, sua oferta no mercado nacional e nos mercados americanos, a busca por fontes baratas de matérias-primas (pré-sal e matérias-primas renováveis) e a articulação com o governo para garantir uma adequada legislação antidumping diante de importações predatórias, em um cenário de câmbio valorizado e de superoferta no mercado internacional são fatores que podem influenciar decisivamente no crescimento do setor químico e petroquímico no Brasil. e) Setor de Papel e Celulose: A Bahia possui um dos maiores parques industriais de celulose do mundo. Dois municípios presentes no sul do estado, Caravelas e Mucuri, ocupam o primeiro e o terceiro lugar, respectivamente, dentre as três primeiras cidades brasileiras que mais 28 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 produzem madeira para celulose. O estado ocupa a 2ª posição na produção da matéria no Brasil, com 14,7 milhões de m³ produzidos, em 2010. Além disso, a Bahia possui uma produtividade média de celulose, pelo menos, 20% superior a do País 4º maior produtor mundial - segundo a Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABRAF). Em 2010, a produção baiana alcançou 2,32 milhões de toneladas. O estado também se destaca na produção de papel como 4º maior produtor brasileiro, chegando a 450 mil toneladas, em 2010. A indústria de papel e celulose é contemplada pela alta produtividade das florestas de eucalipto e pinus. A Bahia aparece em 4º lugar, no País, em termos de localização de maciços florestais, com 658 mil hectares plantados, o que representa 10,1% da área plantada com pinus e eucalipto no Brasil, segundo dados da Abraf. A produtividade média dos plantios de eucalipto no País é de 44 m³/ha/ano, mas as condições favoráveis de solo e clima do estado permitem que os plantios florestais apresentem a maior produtividade brasileira e mundial, atingindo 65 m³ por ha/ano. Ressalta-se ainda os processos industriais, que utilizam tecnologia de ponta, o que aumenta a competitividade do setor e o seu bom desempenho nos mercados interno e externo. A Bahia possui, atualmente, nove indústrias. A Veracel, por exemplo, considerada uma das indústrias mais avançadas do mundo no setor, é especializada na produção de celulose. Existem, também, outras integradas, como a Suzano que, em Mucuri, possui a sua maior unidade produtora de celulose e papel no Brasil. Estas duas fábricas, juntas, representam 21,2% da produção nacional. Sem contar as indústrias exclusivas de produção de papel, a exemplo da Fofex, e outras especializadas, como a Bahia Specialty Cellulose (BSC), única produtora de celulose solúvel com alto teor de pureza da América Latina. A produção industrial do setor tende a se expandir na Bahia e já estão sendo anunciados investimentos da ordem de R$ 8 bilhões até 2015, a exemplo da ampliação da Veracel, que se constitui no maior investimento privado no estado, no atual ciclo de desenvolvimento - um volume estimado em R$ 6 bilhões. A construção de três novas fábricas da Suzano também está na pauta do crescimento, além da previsão de novos plantios florestais para fazer frente à demanda. Também merece 29 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 destaque a Kimberly Clark Brasil, com a instalação de uma unidade industrial e de um centro de distribuição, em Camaçari, investimento estimado em R$ 100 milhões. A Bahia tem um litoral grande que permite o escoamento dessa produção para os mercados internacionais. As exportações baianas de papel e celulose atingiram US$ 1,67 bilhão em 2010, ocupando o segundo lugar no ranking de produtos da pauta de exportações do estado. A China é o maior mercado para as exportações baianas de papel e celulose, representando cerca de 32% do total, seguida pelos Estados Unidos. f) Setor de Bebidas: A indústria brasileira de bebidas reveste-se de considerável importância para a economia nacional em virtude, não apenas do valor da produção, como também em função do elevado dinamismo que tem apresentado recentemente, parcialmente responsável pelo notável crescimento de determinados fabricantes que, hoje, ocupam posição de destaque no país e no exterior. Contingente considerável destes fabricantes compõe o setor de bebidas da Bahia. A localização estratégica, facilitadora da distribuição dos produtos para as diversas regiões do país, principalmente, Nordeste e Sudeste, o clima e a qualidade da água são fatores responsáveis pela atração das empresas ao estado. O polo de bebidas baiano está localizado no município de Alagoinhas, onde estão instaladas importantes cervejarias, como a Itaipava do Grupo Petrópolis. Com data marcada para começar a operar em maio de 2013, a cervejaria é fruto do investimento de cerca de R$ 1 bilhão pelo Grupo. g) Setor Alimentício O Brasil faz parte de um seleto grupo de países que dispõem de uma reserva de terras agricultáveis e lidera o ranking de produção e exportação de café, açúcar, suco de laranja, como também é líder na exportação de etanol, carne bovina, fumo e carne de frango. 30 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 No ano de 2010, um em cada quatro produtos em circulação no mundo foram brasileiros. Projeções do Ministério da Agricultura do Brasil estimam que, em 2030, um terço dos produtos do agronegócio comercializados no mundo serão brasileiros. O estado da Bahia é líder nacional na produção de coco, manga, sisal, cacau, guaraná, mamona, mamão, maracujá como também na produção dos rebanhos de caprinos, asininos e muares e credencia-se também como o próximo polo exportador de carne bovina, caprina e de aves. Na Bahia, a agroindústria apresenta diversificadas oportunidades de investimentos nas cadeias produtivas. Uva e vinho: a Bahia possui variedade de uvas com qualidade reconhecida para produção de vinhos, realiza colheita de duas safras e meia/ano e a sua área de produção pode ser ampliada para atender ao crescente mercado interno e de exportação. Cacau: principal centro de pesquisa de cacau do mundo, o estado conta com um polo de produção de cacau orgânico, a Costa do Cacau, e com biofábrica para produção de mudas de cacau, oferecendo como uma das oportunidades a produção de chocolates finos e derivados. Soja: disponibilidade de área para ampliação do cultivo, implantação de agroindústrias processadoras de óleos, farelos e subprodutos para fabricação de alimentos e de ração animal e ampliação dos polos avícola e suinícola são oportunidades para quem quer investir. Milho: a Bahia ocupa posição estratégica no abastecimento do grão no Nordeste, uma vez que os demais estados da região são consumidores do produto. O milho é a cultura ideal para rotação com a soja. A produção de farinhas e rações está entre as oportunidades. Pecuária de corte: a extensão territorial do estado permite a criação de bovinos a pasto, por meio de vários sistemas e a produção do novilho precoce, com alto lucro, agregando valor a carne de qualidade superior. Bahia é Zona Livre de Febre Aftosa. Leite: a Bahia é o maior produtor do Nordeste, com polos estruturados para a produção de leite, possui plantas industriais já instaladas e áreas propícias 31 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 para expansão da atividade. A implantação de parque industrial para produção de derivados é mais uma oportunidade. Ovinocaprinocultura: A Bahia é o maior produtor de caprinos e possui o maior rebanho do Brasil. As oportunidades estão concentradas em pesquisa de melhoramento animal e na produção de queijos, leite e derivados. Fruticultura: Segundo maior polo de frutas em conformidade com os mercados, a Bahia tem potencial para implantação de agroindústrias de sucos concentrados, doces diversos, polpas de frutas e frutas cristalizadas. Aquicultura e pesca: a Bahia possui maior extensão litorânea do país, 11 ecossistemas aquáticos e, aproximadamente, 200 pontos de pescado. A produção de camarão em cativeiro (carcinicultura) desponta entre as maiores do país. Aves e suínos: três regiões do estado têm grande potencial para a instalação e ampliação de polos avícolas e suinícolas. Oportunidades na implantação de parque industrial para equipamentos, instalações e máquinas e de novas integradoras. h) Comércio e Serviços: Os setores de comércio, serviços e construção civil na Região Metropolitana de Salvador participaram com 54% para a formação do PIB estadual. O Governo do Estado vem desenvolvendo uma série de atividades para buscar níveis de crescentes de competitividade para o setor, através da modernização e racionalização de todas as operações que integram a atividade comercial, como o desenvolvimento de um programa de e-commerce. O segmento de serviços foi, mais uma vez, determinante para a composição da taxa final do PIB baiano, seja pela sua importância – 63% da economia baiana são serviços – seja pela expansão verificada no primeiro trimestre (4,5%). No ano, o setor de serviços acumulou uma expansão de 4,7%. Com relação ao Comércio, o destaque maior ficou por conta da expansão do segmento varejista, com crescimento de 7,9% no primeiro trimestre e 7,2% no ano. De acordo com os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC-BA), o segmento 32 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 de equipamentos materiais para escritório, informática e comunicação registrou a maior expansão no segundo trimestre de 2012 (51,7%), seguido por veículos e motos (13,8%) e móveis e eletrodomésticos (12%). Cabe destacar ainda o crescimento no segmento de hipermercados e supermercados (4,1%) e material de construção (6,4%). Os bons números do setor de comércio varejista são o reflexo, em parte, do desempenho positivo do mercado de trabalho, que registrou, segundo dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma taxa de desemprego média de 11,6% no primeiro semestre, praticamente igual à do mesmo período de 2011 e à elevação do rendimento das pessoas ocupadas, que, segundo a mesma pesquisa, registra uma expansão de 7,8% em 2010. i) Mineração: Segundo dados da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM), o estado da Bahia é o quinto produtor brasileiro de bens minerais, registrando uma produção na ordem de R$ 2,1 bilhões em 2011. Com um território cuja diversidade geológica é muito grande, extraindo aproximadamente 40 substâncias minerais, a Bahia figura como um dos três principais alvos de interesse para a prospecção mineral no país, especialmente para minerais metálicos como ferro, ouro, alumínio, cobre, entre outros. No cenário nacional, a Bahia goza de privilegiada posição quanto à utilização de recursos modernos de prospecção mineral, com 61% de seu território mapeado através de levantamentos aerogeofísicos. Ainda assim, o estado possui um dos maiores potenciais minerais inexplorados do Brasil. A potencialidade do subsolo baiano para descoberta de novas jazidas e ampliação das reservas dos depósitos minerais existentes é comprovada pela quantidade de requerimentos de pesquisa protocolados pelo Departamento Nacional da Produção Mineral. O estado é, hoje, o primeiro do país em requisições de área para pesquisa mineral, especialmente, commodities minerais. As perspectivas futuras da Bahia são as melhores possíveis, já que se encontram em fase de implantação novos empreendimentos e desenvolvimento de projetos 33 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 para a produção de minério de ferro, pelotas, ferro-gusa, ferro-vanádio, tálio, bauxita, gipsita e a expansão da produção de ouro e magnesita, com investimentos da ordem de aproximadamente 20 bilhões até 2015, além de outros projetos em fase inicial de desenvolvimento, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terrasraras. Entre os novos empreendimentos em implantação no estado estão a Bahia Mineração, a Magnesita S.A, a Yamana Gold, a Ferrobahia, a Ferrous Resources e a Rio Tinto Alcan. O Governo da Bahia adota uma política mineral voltada para a expansão da mineração, mediante ações que objetivam a descoberta de novas jazidas e depósitos, o diagnóstico da potencialidade mineral do estado, o desenvolvimento tecnológico e a implantação de infraestrutura viária e energética que viabilizem empreendimentos privados no setor. A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) é uma empresa governamental que dedica especial atenção à divulgação das oportunidades de aproveitamento econômico dos prospectos, depósitos e jazidas minerais por ela descobertas e estudadas, visando transferi-las à iniciativa privada por meio de concorrências públicas, poupando aos investidores os riscos, os custos e o longo tempo necessário à descoberta, estudo e legalização de uma jazida mineral adequada aos seus objetivos empresariais. A política industrial do estado também tem como diretriz a agregação de valor na cadeia produtiva mineral pelo estímulo à transformação mineral em produtos de maior valor agregado. A Bahia conta, para isso, com uma política de incentivos à industrialização, acesso a centros de excelência para formação de mão-de-obra especializada e todo o apoio necessário para a implantação desses empreendimentos. Em síntese, este é o panorama do setor mineral na Bahia: Quinto produtor brasileiro de bens minerais; Primeiro produtor brasileiro de urânio, cromo, salgema, magnesita e talco; Destaque nacional na produção de níquel, cobre, ouro, além de possuir a maior diversidade cromática de rochas ornamentais do país; Tem seu território, na sua quase totalidade, coberto por mapeamento geológico, na escala 1:250.000 e grande parte coberto por mapeamentos em escala 1:100.000, bem como outras escalas maiores; 34 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Gera mais de 13 mil postos de trabalhos, dos quais 11.400 estão no interior, especialmente na região do semiárido e mais de 1.500 empregos na região metropolitana de Salvador; Em sua pauta de exportações figuram o ouro, concentrado de níquel, minério de manganês e seus concentrados, sulfato de bário, cromita, ferro-ligas (FeMn, Fe-Cr, Fe-Si-Cr), cátodos de cobre refinado, magnesita, ligas de alumínio, pedras preciosas e semipreciosas, mármores e granitos; O Comércio Exterior de Bens Minerais na Bahia em 2011 superou um saldo de US$ 1,7 milhão. j) Petróleo e Gás: A indústria de petróleo do Brasil nasceu na Bahia. O primeiro poço de petróleo foi encontrado em 1938, no bairro do Lobato, em Salvador, capital da Bahia, e em 1941, o Governo Federal anunciou a criação do campo de exploração de petróleo aqui, em Candeias. Em 1953, a Petrobras foi criada e dentre os seus primeiros patrimônios está a Refinaria Landulfo Alves, em Mataripe (BA), segunda maior refinaria de petróleo do País. A refinaria possui uma capacidade de 320 mil barris/dia, representando aproximadamente 14,5% da capacidade de refino brasileira. Em 1968, a Petrobras começou a desenvolver um projeto de mineração e deu início à exploração de petróleo em águas profundas. A partir dessas pesquisas houve um aumento significativo da produção de petróleo no Brasil e o país se tornou referência no domínio da tecnologia de exploração do petróleo em águas profundas e ultra profundas. Em 2006, o volume de produção atingiu níveis ainda mais elevados e pela primeira vez superou a demanda total da economia brasileira. Um ano depois, o governo anunciou a descoberta de uma nova área exploratória na camada pré-sal. Essas reservas de petróleo estão a sete mil metros de profundidade e possuem óleo de excelente qualidade. Se as estimativas estiverem corretas, essas novas reservas serão capazes de duplicar o volume de produção de petróleo e gás no Brasil. A produção de petróleo no país foi a maior registrada nos últimos 10 anos em 2011, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – 35 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 ANP. Foram produzidos aproximadamente, 768 milhões de barris de petróleo e 24 bilhões de metros cúbicos de gás natural, representando um total de 919 milhões de barris de óleo equivalente (boe). Neste contexto, o estado da Bahia conta com o maior complexo petroquímico integrado do Hemisfério Sul - o Polo Industrial de Camaçari. O complexo tem mais de 90 empresas, petroquímicas, químicas e indústrias de outros segmentos. O Plano de Negócios da Petrobras destina para a Bahia US$ 9,8 bilhões entre Petrobras e parceiros. Nos investimentos previstos, está a construção do Terminal de Regaseificação da Bahia, que terá capacidade para regaseificar 14 milhões de m³/dia de GNL. Hoje, o estado é exportador de gás graças ao Campo de Manati, localizado na Baía de Camamu. Recentemente, o Campo aumentou a sua capacidade para 6 a 8 milhões de m³ por dia. A Bahia também conta com uma das maiores distribuidoras de gás do Brasil, a Bahiagás. No segmento de Exploração e Produção (E&P) de Petróleo e Gás, a Bahia possui cerca de nove bacias sedimentares e nele trabalham cerca de 30 empresas concessionárias responsáveis por 2,3% de toda a produção de óleo e 15,5% da produção nacional de gás. Tais fatos, juntamente com a exploração do pré-sal e a esperada escala e continuidade das encomendas, sinalizam uma grande oportunidade de fortalecimento para a cadeia de suprimentos da indústria petrolífera. Outra oportunidade verificada no setor refere-se ao crescente índice de nacionalização dos equipamentos, exigido pela ANP nas rodadas de licitação para concessão de direitos de exploração e produção de petróleo e gás natural em território brasileiro. Para atender parte dessa demanda está em implantação, no município de Simões Filho, a Bomcobras Negócios e Equipamentos para Petróleo e Gás, joint-venture formada pelas empresas brasileiras Grupo Asperbras e Brasil China Petróleo – BRCP e a estatal chinesa Baoji Oilfield Machinery Company (Bomco). Vale ressaltar que a Bahia possui a sua rede – a RedePetro Bahia – que é uma associação de empresas fornecedoras de bens e serviços aos segmentos de exploração, produção, refino, petroquímica, transporte e distribuição de óleo e gás. Em números sucintos, entre 2002-2009, a Bahia pode ser assim caracterizada: 36 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Terceiro Estado brasileiro em número de poços produtores de petróleo e gás; Sexto Estado em reserva de gás natural, por localização (terra e mar); Sexto Estado em reserva de petróleo, por localização (terra e mar); Sexto Estado em produção de petróleo, por localização (terra e mar); Terceiro Estado em distribuição de royalties sobre a produção de petróleo e gás natural, de acordo beneficiários; Sétimo lugar em preços médio do GLP, praticados ao consumidor. k) Indústria Naval e Náutica O segmento de construção de navios de grande porte, no Brasil, encontra-se em expansão e existe uma carteira significativa de contratos e perspectiva de contratações adicionais. Seu Parque Industrial tem capacidade para construção de estruturas de grande complexidade, contudo, neste momento, os desafios são aumentar a produtividade, ampliar a base industrial para fazer frente à expansão da demanda e aumentar o conteúdo nacional. No ramo da indústria naval, especialmente da indústria offshore, a Bahia abriga a construção de equipamentos desde a década de 70 e teve um papel importante na primeira fase da exploração brasileira de petróleo no mar e na construção de plataformas fixas. Além disso, o estado dispõe de condições favoráveis à dinamização do setor devido à disponibilidade de áreas costeiras com condições físicas adequadas para a atividade. Novas estruturas nos portos e, até mesmo, novas funções estão sendo criadas para dar conta do crescimento na área naval. Os projetos previstos incluem a construção e modernização de estaleiros na Bahia. Atualmente, está sendo implantado o Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) no município de Maragogipe, empreendimento que transformará a Bahia no maior parque de construção naval do Nordeste. O projeto prevê a implantação de uma unidade de produção moderna e capaz de construir, em dique seco, cascos de navios, navios sonda (Drilling Ships), módulos para plataformas e Unidades flutuantes de armazenamento e transferência (Floating Production Storage and Offloading - FPSO) e realizar a consequente integração destes equipamentos. 37 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 No mesmo município, está localizado o Canteiro São Roque do Paraguaçu, uma instalação da Petrobras cedida a empresas terceirizadas para executar projetos específicos. Neste momento, o Consórcio Rio Paraguaçu está instalado no local, contratado pela Petrobras Netherlands B.V. para a execução de serviços de engenharia, suprimentos e construção das plataformas de perfuração autoelevatórias P-59 e P-60, que retomam a produção nacional deste modelo de plataforma, pois unidades similares não eram construídas no Brasil há quase 30 anos. Para o desenvolvimento das atividades náuticas, o estado da Bahia possui um dos maiores potenciais do globo e faz parte da região do Brasil com maior vocação para o turismo náutico no mundo: o Nordeste. Com 1.188 km de litoral navegável e a maior baía tropical do mundo, o litoral baiano dispõe de ventos constantes e favoráveis à prática de esportes náuticos e inexistência de ocorrências de intempéries tais como furacões, tsunamis ou maremotos. A pesca é outro significativo ramo para o desenvolvimento náutico. Este mercado vem crescendo em todas as modalidades: pesque-pague, aluguel de embarcações, hotéis-fazendas, barcos-hotéis e pesca esportiva em alto mar. Também são grandes as possibilidades de desenvolvimento do mergulho como esporte. O estado da Bahia foi escolhido pelo Ministério do Turismo Brasileiro como Piloto do Turismo Náutico no Brasil. Um dos principais objetivos é transformar o estado na porta de entrada do turismo náutico internacional para o Brasil. Atento a essas oportunidades, o Estado fornece apoio institucional e celeridade aos empreendimentos e projetos novos, em implantação ou operação, e oferta programas diretamente voltados para o segmento. Para o seu desenvolvimento, o Governo do Estado está propondo a implantação de um polo náutico na Bahia, que inclui um amplo conjunto de atividades envolvendo desde a construção de marinas, centros de formação profissional, tanto para o setor da indústria náutica quanto para navegação. O Complexo Náutico Naval da Baía de Aratu, em fase de implantação, abrigará mais três empresas de fabricação de módulos, e a Marina de Aratu está sendo ampliada para abrigar cerca de 1.000 embarcações de esporte e lazer e empresas industriais, comerciais e prestadores de serviço do segmento náutico, além de mais 800 mil m² 38 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 destinados a indústria de médio e grande porte da cadeia produtiva dos segmentos náutico e naval. As Tabelas 2 e 3 a seguir, mostram a distribuição dos investimentos, por setores de atividades e por municípios: Tabela 2 – Investimentos de municípios baianos 1998-2010 MUNICÍPIOS Camaçari / Simões Filho / Dias D’Ávila Salvador Eunápolis Mucuri Juazeiro Ilhéus Feira de Santana Barreiras Porto Seguro Itabuna/Itajuípe Lauro de Freitas Jequié Santo Antonio de Jesus Vitória da Conquista TOTAL FONTE: Gazeta Mercantil U$ Bilhões 5,00 2,12 1,60 1,33 0,56 0,35 0,34 0,23 0,20 0,10 0,04 0,02 0,01 0,00 11,89 % 42,05 17,85 13,46 11,17 4,73 2,91 2,86 1,92 1,70 0,81 0,34 0,13 0,07 0,01 100,00 Tabela 3 - Investimentos por Setores de Atividades na Bahia 1998/2015 SETOR Alimentos Mineração Minerais não Metálicos Metalurgia Mecânica Comunicação Eletroeletrônica Informática e Telecomunicações Autopeças e Material de Transporte Madeira / Móveis / Papel Têxtil e Couro Química e Petroquímica Plásticos e Borracha Farmacêutico / Higiene Bebidas e Fumo Construção Comércio Atacadista Comércio Varejista Distribuidores de Veículos e Peças U$ Bilhões 1,099 0,014 0,018 0,064 0,021 0,006 0,017 0,163 2,959 2,618 0,083 1,817 0,243 0,005 0,017 0,277 0,002 0,095 0,011 % 9,25 0,12 0,15 0,54 0,18 0,05 0,14 0,137 24,89 22,03 0,7 15,29 2,04 0,04 0,14 2,33 0,02 0,8 0,09 39 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Serviços Gerais Transporte e Armazenagem Serviço Público Não Definido TOTAL 0,366 0,498 1,473 0,020 11,886 3,08 4,19 12,39 0,17 100 FONTE: Gazeta Mercantil Pode-se observar que os investimentos estão concentrados em poucos Municípios do Estado, o que caracteriza um elevado grau de concentração de renda, principalmente na RMS. O maior volume de investimento (42%) está destinado aos municípios de Camaçari, Simões Filho e Dias D’Ávila. Observe-se, ainda, que apenas seis municípios concentram 84,5% do investimento total, direcionado a poucos segmentos, alguns destes já consolidados em sua economia. Como se pode observar, a Bahia vem apresentando um crescente desenvolvimento econômico, impulsionado pelos investimentos estrangeiros e nacionais na busca de superar suas dificuldades sociais e atingir os níveis de crescimento dos grandes centros do sul e sudeste do País. 4.4 O CONTEXTO ECONÔMICO DO ENTORNO: O BAIRRO DO COMÉRCIO: A Faculdade Dom Pedro II aderiu com sucesso ao Plano de Revitalização do Bairro do Comércio do Município de Salvador, sendo considerada a instituição de maior adesão ao mesmo e que mais aportou investimentos institucionais, perfazendo aporte de mais de 20 milhões de reais. O Bairro do Comércio localiza-se na Cidade Baixa de Salvador, dentro do Centro Histórico. Antigo centro comercial desde colônia e o império, o Comércio viu a maioria das organizações migrarem para uma nova região comercial a partir da segunda metade do século XX, com a criação das avenidas de vale. Praticamente abandonado nas décadas de oitenta e noventa, a partir do ano de 2002 a Prefeitura de Salvador desencadeou ações de fomento para a revitalização do Comércio, instalando um escritório de mediação para esse fim. Dentro dessa perspectiva, a Faculdade Dom Pedro II foi a primeira organização a aderir ao projeto proposto, adquirindo o seu primeiro prédio em instalações seculares já no ano de 2003. Na medida de sua expansão, mais três prédios foram 40 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 agregados, todos históricos e com idade média de 70 (setenta) a 100 (cem) anos, com destaque ao prédio da antiga Leste, tradicional edificação localizada na Praça da Inglaterra com por volta de cento e vinte anos. Realizando grandes investimentos na aquisição dos prédios, a Faculdade Dom Pedro II realizou aportes significativos na revitalização dos mesmos, sempre mantendo a sua arquitetura histórica secular, mediante o trabalho de engenheiros, arquitetos e profissionais especializados na preservação de patrimônios históricos e culturais, com destaque a preservação da sede 04, inaugurada no primeiro semestre acadêmico de 2010. Este prédio teve sua construção iniciada em 1877, com instalações e arquiteturas históricas que datam do final do século XIX. Do ponto de vista econômico, o impacto da instalação da Faculdade Dom Pedro II também se denota pela inserção de por volta de cinco mil alunos, além de trezentos colaboradores, somando-se ainda o público indireto e os funcionários da construção civil que trabalham na revitalização dos prédios. Dessa forma, a quantidade de prestadores de serviço se multiplicou para o atendimento dessa nova população, bem como, o comércio em geral se ampliou tendo em vista o aumento significativo da circulação de pessoas. Uma nova unidade da Polícia Militar se instalou, além de outros serviços públicos. Na área privada, salienta-se ainda a chegada de supermercados, farmácias e demais unidade comerciais de apoio. No âmbito do turismo, novas vias de acesso estão sendo construídas para ligar as estradas federais e estaduais ao Porto de Salvador, também localizado no bairro do Comércio. Vale salientar que, inclusive, o Governo do Estado da Bahia já iniciou os trabalhos de licitação para fins da construção da Ponte Salvador/Itaparica, que ligará todo o recôncavo da Bahia ao Porto de Salvador. Dessa forma, o fluxo aumentará sem prejuízo as demais rotinas em função das vias elevadas que já se encontram edificadas para desafogar o tráfego. Agrega-se a tal projeto a instalação do Porto de Turistas, de maneira que se eleve a chegada e o conforto de turistas oriundos de cruzeiros náuticos, todos com acesso ao Centro Histórico de Salvador pelo bairro do Comércio. Por fim, já se encontra assinado o Protocolo para instalação do Centro Náutico da Bahia, com a construção 41 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 de rotas, marinas e hotéis na Baía de Todos os Santos, com suporte principal no bairro do Comércio de onde saem a maioria das embarcações. Por outro lado, a revitalização do Comércio também perpassa a chegada de novos escritórios de atividades diversas, o que também demanda profissionais de formação qualificada e específica. Sintonizada com esse todo de revitalização comercial econômica, a Faculdade Dom Pedro II se propõem a manter um nível elevado de sintonia com toas as inovações sócio-econômicas propostas pelas iniciativas públicas e privadas, realizando diversas atividades formativas associadas a essa mudanças e voltadas para a aproximação do futuro egresso a esse contexto. Para tanto, dentre as estratégias dispostas para esse fim, dispomos de extensões, graduações e pós-graduações sintonizadas com essas demandas, buscando a contínua atualização para melhor formar o ser-humano no aspecto profissional e no social. Assim, firmamos diversos convênios de aproximação com segmentos comerciais, econômicos e administrativos de origem pública e privada, visando o diálogo constante e a sintonia sócio-econômica. Dentre os quais, destacamos o convênio que aproxima a nossa instituição com Associação Comercial da Bahia, órgão secular localizado no bairro do Comércio, o que mantém elevado o nosso grau de inserção a realidade comercial e econômica no âmbito local e regional. Do ponto de vista social e cultural, as dependências estão sempre disponíveis para atividades sócio-culturais da comunidade local e circunvizinha de natureza diversificada, inclusive, disponibilizamos o único auditório de porte da região, com acomodação servível inclusive para atividades teatrais. Dessa forma, com predominante perfil sociocultural, a Faculdade Dom Pedro II vem realizando cotidianamente atividades sócio-educativas com as comunidades locais e circunvizinhas, de maneira a enfatizar seu perfil educativo que associa constantemente atividades teóricas com as práticas, buscando sempre aproximar seu corpo discente da sociedade em geral, atenuando as necessidades do povo soteropolitano e oportunizando aos alunos o aumento de sua sensibilidade e preocupação com as demandas sociais. 42 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 5. PERFIL PROFISSIOGRÁFICO: 5.1 CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA: A vocação da Faculdade Dom Pedro II através de seus cursos pode ser definida na busca constante da articulação entre ensino e extensão como forma de proporcionar uma educação que conduza os envolvidos no processo ensino-aprendizagem ao desenvolvimento da capacidade de pensar, refletir e buscar soluções para os problemas sociais sejam eles locais, regionais ou nacionais, promovendo, assim, uma educação de qualidade e socialmente responsável. Na Faculdade Dom Pedro II a aprendizagem é pensada como um processo continuado e gradativo, em que aquele que aprende é sujeito ativo do conhecimento. O estudante é construtor de seu conhecimento a partir da reflexão e da indagação de sua prática e de seus conhecimentos prévios. Sua participação no processo de formação dá-se de modo ativo, criativo, questionador, num exercício contínuo de análise, interpretação e síntese do objeto a ser aprendido, sendo corresponsável por sua formação. A aprendizagem consolida-se através do exercício de produção, reelaboração, e aplicação de conhecimentos e técnicas. Nesse percurso, o estudante deve aprender a aprender, assegurando que sua educação será contínua e permanente. A relação entre ensino e aprendizagem acontece através de um processo multidimensional de confronto de perspectivas, na relação dialógica e participativa entre os diferentes saberes dos sujeitos sociais, promovendo a cooperação, a solidariedade e a superação de dificuldades. 5.2 OBJETIVO DO CURSO: O Curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Dom Pedro II, busca a formação de profissionais altamente qualificados, com uma ampla e sólida base conceitual na área Ambiental, bem como na especificidade dessa modalidade, visando atender às necessidades sociais, em consonância com legislações educacionais e profissionais. 43 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 O objetivo será atingido mediante o desenvolvimento das seguintes habilidades gerais e competências específicas necessárias à profissão do engenheiro: a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; g) Supervisionar a operação e/ou a manutenção de sistemas, avaliando-as criticamente; h) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; i) Atuar em equipes multidisciplinares; j) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; k) Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; l) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; m) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. 5.3 PERFIL DO EGRESSO: A partir de um currículo cuidadosamente elaborado pela comissão político pedagógica, a Faculdade Dom Pedro II espera formar um Engenheiro pleno, além de um profissional diferenciado, com uma sólida formação geral. Assim, deseja-se que esse profissional adquira uma visão de conjunto suficiente para o trabalho em equipe, mas especialista o suficiente para resolver os vários problemas relativos ao meio ambiente. Desta maneira, o profissional terá um alto valor agregado de conhecimento técnico, fazendo o Engenheiro Ambiental dessa IES, mais sensível às relações humanas, mais confiante nos seus conhecimentos e com postura de permanente busca de qualificação profissional. Certamente, será formado um profissional para "concepção" e não só para a "execução", capaz de participar de uma sociedade voltada para a conservação do meio ambiente e de transformá-la, estimulado para uma atuação crítica e criativa na identificação e resolução de 44 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 problemas. O engenheiro ambiental deve buscar ainda os mais amplos aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais, com visão ética e humanística capaz de atender às demandas da sociedade. O Engenheiro Ambiental oriundo da Faculdade Dom Pedro II deverá possuir a capacidade de transitar pelas diversas áreas do conhecimento humano que possuam uma interface direta com o meio ambiente. A sua ação será dirigida no sentido de pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das diversas atividades humanas com o meio físico e com os ecossistemas, recorrendo, sempre que possível, a mais atualizadas técnicas disponíveis para atender às suas demandas. Dentre os diversos enfoques passíveis de serem desenvolvidos no curso, ênfase especial será dada às áreas de recursos hídricos e saneamento - abastecimento de água,tratamento de esgoto e o reuso, bem como a avaliação e monitoramento dos impactos ambientais dos setores industrial, agrícola, comercial, de serviço e outros, além do gerenciamento e avaliação de recursos naturais. Com a obrigação legal dos municípios de elaborarem seus planos municipais de saneamento e de gerenciamento dos resíduos, visando a liberação de verba para investimentos nesta área, necessariamente cria-se também uma demanda por profissionais na área ambiental, aptos para deliberarem a respeito. Portanto, a ampla atividade atribuída ao profissional em engenharia ambiental é justificada na sua formação envolvendo os campos de matemática, física e química, contendo forte suporte de conhecimentos em processos biológicos, em geociências e ecologia dos ecossistemas. 5.4 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS: Para atender ao perfil do profissional que desejamos formar, é preciso trabalhar a partir da concepção de competência. A competência pode ser entendida como uma capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação, apoiada em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles. Os conhecimentos podem ser entendidos como representações da realidade que construímos ao sabor de nossa experiência e de nossa formação. As competências são modalidades estruturais da inteligência, 45 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 ações e operações que utilizamos para estabelecer relações com e entre objetos, situações, fenômenos e pessoas. As habilidades decorrem das competências adquiridas e referem-se ao plano imediato do saber fazer. Por meio das ações e operações, as habilidades aperfeiçoam-se e articulam-se, possibilitando nova organização das competências, tais como iniciativa empreendedora; disposição para auto aprendizado e educação continuada; comunicação oral e escrita; leitura, interpretação e expressão por meios gráficos; visão crítica de ordens de grandeza; domínio de técnicas computacionais; domínio de língua estrangeira; conhecimento da legislação pertinente; capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares; capacidade de identificar, modelar e resolver problemas; compreensão dos problemas administrativos, socioeconômicos e do meio ambiente; “pensar globalmente, agir localmente”. Dessa forma, elencamos abaixo as habilidades e competências fundamentais e necessárias à formação de Engenheiros Ambientais, que compõem o perfil do egresso a ser formado: a) Atenção ao meio ambiente: os profissionais de meio ambiente, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de conservação dos recursos naturais, produção de produtos que melhorem qualidade de vida da população, recuperação de ambientes degradados, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de meio ambiente, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética e da legislação. Além disso, o profissional deve ser o suficiente crítico de modo que a responsabilidade de atenção ao meio ambiente não se encerra com o ato técnico, sendo necessário o aprimoramento constante das relações nas necessidades da sociedade com respeito e conservação do meio ambiente; b) Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais em meio ambiente deve estar alicerçado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia, custo e efetividade da força de trabalho, de equipamentos, de procedimentos e de 46 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 práticas diversas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; c) Comunicação: os profissionais devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de meio ambiente e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; d) Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade e a preservação do meio ambiente. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; e) Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativa, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a ser empreendedores, gestores, empregadores ou líderes na equipe; f) Qualificação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na formação, quanto na prática. Desta forma, os profissionais devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento e estágios das futuras gerações de profissionais, proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais; 5.4.1 - Das competências e habilidades especificas O egresso do curso de Engenharia Ambiental da Faculdade Dom Pedro II terá competências e habilidades em áreas específicas, a saber: Área de Gestão Ambiental 47 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 · Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental territorial, incluindo o zoneamento geoambiental regional, a gestão de bacias hidrográficas, o planejamento do uso e ocupação do território, dentre outros. · Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental de empreendimentos, incluindo a normatização e certificação ambiental, a avaliação do ciclo de vida e rotulagem de produtos; os estudos de análise de risco, a avaliação do desempenho ambiental, o monitoramento ambiental. · Formação, orientação, capacitação e treinamento de profissionais relacionados aos problemas ambientais. ·Elaboração, avaliação e acompanhamento de planos emergenciais de empreendimentos e de defesa pública. Área de Auditoria Ambiental · Investigação de passivos ambientais. · Perícia e relato de acidentes ambientais. · Auditorias de certificação ambiental. · Auditorias de conformidade legal. Área de Licenciamento Ambiental · Acompanhamento de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e obras. · Elaboração, análise e avaliação de estudos associados ao licenciamento ambiental (EIA/RIMA , RCA, PCA, RADA, entre outros). · Previsão e análise de impactos gerados por empreendimentos. · Proposição, acompanhamento e fiscalização de medidas mitigadoras de impactos ambientais. · Proposição de planos de monitoramento ambiental e análise de desempenho ambiental. Área de Sistemas de Tratamento de Efluentes · Avaliação e fiscalização de sistemas de tratamento de efluentes líquidos, sólidos e gasosos. Avaliação de Áreas Degradadas · Avaliação e quantificação de fontes poluidoras e de outras formas de degradação. · Caracterização ambiental preliminar do meio afetado pela degradação. · Atuação emergencial em acidentes ambientais. Recuperação de Áreas Degradadas · Avaliação e projeto de obras para remediação de áreas contaminadas. · Planos e ações de recuperação de áreas degradadas por processos de urbanização, mineração e outras atividades (erosão, assoreamento, movimentos de massa). 48 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 · Descomissionamento de minas e fechamento de empreendimentos industriais. Área de Desenvolvimento Tecnológico ·Desenvolvimento e avaliação de técnicas e métodos para solução de problemas ambientais. ·Estudos de reciclagem. ·Estudos para utilização de materiais e processos produtivos ambientalmente adequados. ·Desenvolvimento de bioprocessos. O estado da Bahia apresenta grande potencialidade em relação aos produtos oriundos da indústria – em seus mais variados setores –, na mineração, agricultura, pesca, artesanato, minério e turismo. O desenvolvimento econômico do estado da Bahia é gerado, principalmente, pela exploração dos seus recursos naturais, sobremaneira o petróleo e seus derivados, além dos mananciais hídricos e minérios de grande aceitação no mercado. Ressalta-se que, todas as formas de explorar os recursos naturais, geram impactos ambientais. Considera-se impacto ambiental o resultado da ação ou atividade natural e/ou antrópica, que produz alterações bruscas em todo o meio ambiente ou em parte de alguns de seus componentes. Essas alterações podem ser ecológica, social e/ou econômica. Estas alterações, que são ocasionadas pelo déficit em termos sociais e econômicos, precisam ser quantificadas, pois apresentam variações relativas, podendo ser positivas ou negativas, grandes ou pequenas. Essas alterações podem ocorrer nas propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente e; a qualidade dos recursos ambientais. Face a este panorama, o mercado de trabalho do engenheiro ambiental é bastante abrangente e a necessidade de uma formação multidisciplinar é essencial. Como o currículo tem disciplinas de exatas e biológicas, humanas e de gestão ele está capacitado a participar de todas as etapas necessárias à prevenção, gestão e resolução ou minimização de problemas ambientais. O profissional da área pode 49 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 diagnosticar problemas, propor soluções, participar da elaboração de projetos ambientais e acompanhar a implantação e o funcionamento dos sistemas e equipamentos destinados à minimização das dificuldades no setor. O mercado procura engenheiros ambientais que busquem justamente introduzir fatores de equilíbrio ambiental. Isso ocorre em obras civis, no desenvolvimento de processos industriais e no planejamento de áreas urbanas e rurais. A proposta desta IES, reúne todas as características necessárias à formação de um Engenheiro Ambiental pleno, com forte base científica e uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva que possa atender as demandas da sociedade. A proposta do curso de Engenharia Ambiental apóia-se nas características geoeconômicas do Estado da Bahia, sobremaneira na Região Metropolitana de Salvador, onde estão locadas um grande número de indústrias de várias características produtivas, gerando resíduos sólidos e líquidos com potencial de poluição. 6. AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: A Faculdade Dom Pedro II realiza sistemicamente a cada ano o processo de autoavaliação institucional e de cada Curso de Graduação. Dessa forma, tanto a instituição, quanto os cursos são avaliados anualmente com vistas ao constante aperfeiçoamento. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) tem como objetivo avaliar, discutir e reformular, junto a comunidade acadêmica, as propostas de desenvolvimento institucional e curriculares, com vistas ao reposicionamento institucional constante em busca do constante aprimoramento. A avaliação institucional visa contribuir para a melhoria da Instituição nos níveis acadêmico e administrativo, atendendo ao que prescreve a LEI Nº 10.861, DE 14 DE ABRIL DE 2004. Ela tem como finalidade básica o autoconhecimento e a tomada de decisões na perspectiva de desenvolver uma educação superior com qualidade. A avaliação Institucional é entendida prioritariamente como um ponto de partida para os ajustes necessários na Instituição. Ela é um “organizador” das idéias sobre os problemas do ensino superior. Por outro lado, também sedimenta uma cultura de 50 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 avaliação diagnóstica, onde são identificados os erros e os acertos com o objetivo de correção e melhoria, mediante feedback constantes. A trajetória de auto-avaliação da Faculdade Dom Pedro II é construída de modo a ajustar-se a um modelo de resultados concretos que monitore os indicadores institucionais da qualidade dos serviços educacionais que prestará a sociedade onde se insere, por meio de um processo participativo que será construído coletivamente tendo como principal foco o aperfeiçoamento de sua ação educativa. A Faculdade Dom Pedro II propõe-se, neste sentido, repensar a realidade institucional num processo sistêmico e participativo desencadeado internamente, que permita examinar criticamente suas estruturas, suas atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, bem como seu modelo de gestão institucional, com vistas a identificar, compreender e equacionar alternativas para seu aperfeiçoamento acadêmico. Constituem-se como princípios norteadores da avaliação Institucional da Faculdade Dom Pedro II, conforme Plano de Avaliação Institucional: a) visualizar a avaliação institucional como processo sistêmico que busca a compreensão global da Instituição; b) promover o envolvimento participativo dos diferentes segmentos da Instituição no processo de avaliação institucional; c) utilizar abordagens qualitativa e quantitativa como mecanismos necessários para a aferição da qualidade; d) estabelecer paradigmas institucionais para elevar a qualidade dos serviços educacionais que oferece; e) integrar a avaliação interna e externa como ações de complementaridade mútua; f) associar à qualificação institucional um conjunto de ações educativas contidas em propostas e compromissos que se articulam de forma coerente; g) manter o compromisso da Direção da Faculdade Dom Pedro II com a implementação das propostas resultantes do processo avaliativo. Este processo auto avaliativo visa aperfeiçoar e transformar a realidade institucional, frente ao paradigma da qualidade acadêmica e de sua ação educativa. Para tanto, foram estabelecidos os seguintes objetivos: 51 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Geral: Acompanhar e aperfeiçoar o Projeto Pedagógico Institucional, promovendo a permanente melhoria e pertinência das atividades relacionadas a ensino, pesquisa, extensão e gestão. Específicos: a) refletir sobre a Instituição na sua globalidade, identificando caminhos para a melhoria do processo educativo; b) promover a auto-avaliação de cada curso com a participação de todos os atores envolvidos; c) revisar a matriz curricular dos cursos superiores, os programas, as ementas das disciplinas e sua bibliografia, com o propósito de aperfeiçoá-los e adequá-los às diretrizes emanadas do Conselho Nacional de Educação; d) avaliar o desempenho docente como forma de aperfeiçoar as ações pedagógicas; e) rever periodicamente a definição do perfil dos egressos dos cursos, para adaptálo às exigências do mercado de trabalho, à evolução do processo educacional e às determinações do MEC; f) aprimorar o sistema de avaliação do rendimento escolar; g) avaliar a inserção dos egressos de seus cursos no mercado de trabalho; h) rever periodicamente os cursos de educação continuada que promoverá para atender as necessidades regionais; i) avaliar o desempenho da gestão acadêmica e da gestão administrativa institucional. Portanto, o sistema de auto-avaliação institucional e do curso proposto é composto pela participação das três comunidades constitutivas da IES, a saber, o Corpo Docente, o Corpo Discente e o Corpo Técnico-administrativo, com foco em avaliar o “todo”! Avaliamos o alcance dos objetivos, o perfil, as competências e as habilidades; avaliamos os professores, coordenadores, funcionários, assessorias e demais setores; avaliamos os cursos e suas infraestruturas. Toda avaliação tem como objetivo de apurar as falhas e possíveis melhorias do sistema. Os 52 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 instrumentos e regulamentos específicos são produzidos, divulgados e armazenados pela CPA. 7. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA: 7.1 PROCESSO SELETIVO: O Processo Seletivo da Faculdade Dom Pedro II ocorre de forma tradicional, mediante Edital Público, onde consta a convocação para a avaliação com questões objetivas, apresentando cada uma, alternativas de resposta e Prova de Redação eliminatória, conforme legislação vigente, com pontuação de 0,0 (zero) a 10 (dez). O conteúdo das provas é divulgado no Manual do Candidato, como as demais informações sobre o processo. As provas são de Língua Portuguesa, Redação, Língua Estrangeira, Matemática, Física, História, Geografia, Química e Biologia. Os candidatos tem acesso às instalações da Faculdade Dom Pedro no dia do Processo Seletivo a partir das 07:30 h, ficando proibido o acesso de candidatos após as 08:00 horas. As vagas para cada curso (previstas conforme Edital) serão preenchidas por sistema de classificação dos candidatos, obedecendo à ordem decrescente dos escores globais atingidos, considerando-se o total de pontos obtidos pelos candidatos concorrentes. Estará automaticamente desclassificado do Processo Seletivo o candidato que obtiver a nota 0,0 (zero) na Redação. Estarão habilitados os candidatos que obtiverem resultado por ordem decrescente dos escores globais obtidos após a aplicação do ponto de corte: I DP – um desvio padrão abaixo da média aritmética dos escores globais dos candidatos concorrentes em cada curso. Serão calculados pontos de corte por grupo de concorrente para cada curso. Ocorrendo empate de resultados, far-se-á a comparação dos escores globais padronizados dos candidatos, selecionando-se aquele que apresentar a maior quantidade de acertos na Prova de língua Portuguesa ou maior pontuação na Redação. A Faculdade Dom Pedro II somente considera oficial e válida, para todos os efeitos a lista de classificados divulgada oficialmente pela Comissão Coordenadora do 53 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Processo Seletivo. Os candidatos não portadores de escolaridade compatível (ensino médio ou equivalente) deverão indicar na ficha de inscrição e serão considerados “treineiros”. Desta forma, torna-se nula, de pleno direito, a classificação de tais candidatos. Disponibilizamos um percentual de 5% (cinco por cento) das vagas previstas neste Edital para preenchimento através do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM, de acordo com a Portaria INEP nº 110 de 04 de dezembro de 2002. A Faculdade Dom Pedro II também realiza Processo Seletivo para candidatos à Matrícula Especial e Transferência, conforme Edital Público específico. Nesses casos, efetuamos entrevista, análise de Histórico Escolar e Redação, além de prova de conhecimentos gerais para casos específicos previstos em no edital. 7.2 METODOLOGIA: A prática pedagógica acadêmica deve transpor os limites das verdades inexoráveis, da reprodução do conhecimento, dos conhecimentos estanques, da formação finita e dos manuais de ensino, galgando a condição de educação contínua e interdisciplinar, fundamentada pela associação com a iniciação à pesquisa e, principalmente, a extensão. Agregamos a prática docente as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), como recursos que suplantam o processo de ensino e aprendizagem, enriquecem a pesquisa, facilitam a comunicação interpessoal e inserem a instituição na produção cultural globalizada que caracteriza a sociedade atual. Temos como função básica, a crítica, fazendo da sala de aula um local para o questionamento dos valores e pressupostos anteriormente adquiridos, transformando os alunos e professores em agentes de mudança. É pertinente diferenciar os conceitos de multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, como o fez Ari Paulo Jantsch, apud Manoel Gomes Tubino (1997, p.33-34): Multidisciplinaridade: Conjunto de disciplinas propostas ao mesmo tempo, sem valorização das relações existentes entre eles; 54 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Pluridisciplinaridade: Justaposição de disciplinas no mesmo nível hierárquico, agrupadas por temas; Interdisciplinaridade: Axiomática comum a um grupo de disciplinas conexas e definidas no nível hiéráquico imediatamente superior, introduzindo a noção de finalidade; Transdisciplinaridade: Coordenação de todas as disciplinas e interdisciplinas do sistema de ensino inovado, sobre a base de uma axiomática geral sem limites definidos. Com base nessas concepções que a proposta pedagógica do Curso de Enfermagem prima pela inter e multidisciplinaridade, que ocorre com respeito e valorização das disciplinas gerais e propedêuticas, que estão estrategicamente distribuídas principalmente nos dois primeiros anos do curso com vistas a formação sócio-cultural, ética e humana dos alunos, bem como na ênfase das disciplinas técnicas, responsáveis pela formação técnico-profissional. O nosso fazer pedagógico supõe o envolvimento pleno do aluno como co-construtor de seu conhecimento, como elemento básico da relação ensino aprendizagem, onde a prática, o erro, o desafio serão um constante estimulo à busca do conhecimento. Aliaremos a todo conhecimento teórico à pratica, visando a integralização dos diversos ramos do saber, como constitutivos do saber global. O desafio da Faculdade Dom Pedro II não será apenas quanto ao corpo docente, mas em grande parte ao corpo discente, que muitas vezes adentra à faculdade com as dificuldades não superadas no Ensino Médio, onde o aluno é apenas receptáculo de informações, e que acredita ser a função do professor a de repassador de conhecimentos. Para tanto, as estratégias do Núcleo de Apoio Pedagógico se agregam com Programas de Nivelamento e demais ações pertinentes para suplantar a educação superior. Portanto, procuramos sempre conciliar os objetivos e o perfil do profissional que queremos formar com o do professor que se enquadra em nossa proposta, tudo sob a égide do nosso projeto pedagógico, agregando estratégias educacionais que estimulem o aluno em direção ao aprendizado, bem como, possam se adequar a formação humana e técnico-profissional que propomos. 55 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 7.3 SISTEMA DE VALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: A compreensão de avaliação é de que é parte intrínseca e integrante do processo educacional. Tem a preocupação com o sucesso do aluno, por isso se realiza sempre ao longo do processo para que imediatamente à constatação de não aprendizagem, os professores possam acudir com proposições referentes ao não domínio do que se pretendia e não como um “trabalho para ajuda na nota”, prática comum em muitas instituições. O sentido de avaliar processualmente é a compreensão de que a intervenção pedagógica é o motor do desenvolvimento do aluno, pois permite que ele retome conteúdo/prática, fazendo deste conhecimento incorporação liberando-se para novas aprendizagens. A auto-avaliação será exercitada como uma forma de reflexão sobre seu próprio desempenho e criação de consciência da importância de ser o maior interessado em seu próprio crescimento, conforme se discuti na respectiva disciplina. Não se pretende enfatizar a nota, mas sim a avaliação como processo para que o futuro profissional, ao passar por esta experiência, possa repeti-la com seus alunos. A avaliação neste caso centra-se no desempenho e não em respostas distantes do que o professor tenha como objetivo atingir com o seu aluno. Por ser contínua, esta forma de avaliar precisa ser acessível ao conhecimento do aluno, uma vez que ele se encontra condicionado pelo sistema tradicional, apenas com provas e trabalhos para alcançar uma nota e aqui, o professor afasta da relação de avaliação a nota e prioriza todo um comportamento de desempenho retomando os conteúdos/prática novamente e de maneira diferente para que a aprendizagem ocorra. Estamos propondo que, entre o resultado do desempenho e a nota, haja um espaço de novas aprendizagens em caso de insucesso, mediante o envolvimento persistente e corajoso do professor, concomitante a aprendizagem do aluno demonstrando um comportamento novo. O docente, uma vez interessado no aluno é capaz de, por esse interesse, instalar nesse o desejo de envolver-se com seu próprio desempenho e crescimento educacional. 56 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Assim, o aluno precisa saber quais são as formas de apresentação do registro da avaliação que cada professor vai solicitar, por exemplo: através de seminários; relatórios; dramatizações; caderno de registro das atividades; preparação e realização de debates; projetos; portfólios; exposição de trabalhos com fotografias ou outro recurso; preparação de vídeo sobre experiência realizada; apresentação da leitura de um livro; relatório de visitas ou viagens, etc. Ciente da forma, ele também deverá participar dos momentos de reflexão, nos quais o professor estará verificando seu crescimento. A cada unidade vencida, esse momento de reflexão acontece. Além dele, bimestralmente, o Colegiado do Curso deve discutir o desempenho dos alunos, com todos os professores que, conforme o resultado, podem propor formas conjuntas de intervenção adequada a cada caso. A cada semestre, o Seminário de Integração é o evento que encerra as disciplinas daquele período de aulas, apresentando os resultados dos trabalhos teóricopráticos acontecidos em todas as disciplinas. É o ápice do acompanhamento realizado durante o semestre. Meses antes da realização do Seminário, o Coordenador junto ao Colegiado do Curso deverá apresentar aos alunos, orientações e exigências para a realização e montagem do evento, pois o mesmo será supervisionado por todos os professores das disciplinas, pelos membros do Colegiado do Curso e pela Coordenação do Curso e aberto à comunidade acadêmica. Os critérios básicos do rendimento escolar da Faculdade Dom Pedro II constam de seu Regimento Geral. A verificação do rendimento escolar deve priorizar a avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo da disciplina sobre os de eventuais provas finais. A proposta de avaliação da aprendizagem para o curso encontra respaldo no Regimento Geral da Faculdade, o qual estabelece que a verificação do rendimento escolar é avaliada pelo acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas teóricas-práticas, seminários, avaliações diárias ou trabalhos, exercícios, projetos, relatórios, estudos de casos, monografias ou outras modalidades academicamente aceitas, de acordo com as características da 57 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 disciplina ou estágio, desde que constem do plano de ensino da disciplina, aprovado pelo colegiado de cada curso. O tipo de avaliação fica a critério do docente, com anuência da Coordenação do Curso. Sugere-se a utilização de seminários, provas escritas, trabalhos de pesquisas, trabalhos técnicos, relatórios de visitas, etc. Os docentes devem aplicar uma avaliação para cada 36 (trinta e seis) horas aulas, sendo que, pelo menos uma, deve ser individual. Adota-se o conceito de 0,0 a 10,0 (zero a dez) por disciplina. Para aprovação, o aluno deve obter o Conceito Final de 7,0 (sete), calculado mediante a média aritmética dos conceitos obtidos no decorrer da disciplina numa escala de 0,0 a 10,0 (zero a dez). O aluno que obtiver Conceito Final (CF) inferior a 3,0 (três) será reprovado na disciplina sem direito a Avaliação Complementar (AC) e deverá repeti-la oportunamente. O aluno que obtiver Conceito Final (CF) de 3,0 a 6,9 (três a seis virgula nove) tem direito a uma Avaliação Complementar (AC). Para obter a aprovação, deverá alcançar Média superior ou igual a 5,0 (cinco) conforme cálculo abaixo: CF x 7 + AC x 3 > 5 10 7.4 ATIVIDADES COMPLEMENTARES: De acordo com as diretrizes curriculares nacionais, as Atividades Complementares se inserem como componentes obrigatórios na formação do egresso. Dessa forma, é preciso organizar uma oferta diversificada dessas atividades no âmbito de cada Curso de Graduação da FACULDADE DOM PEDRO II, bem como, definir os instrumentos de seu acompanhamento e avaliação para a sua plena realização. Em primeira instância, a FACULDADE DOM PEDRO II institui o Núcleo de Atividades Complementares, como órgão da estrutura organizacional da FACULDADE DOM PEDRO II, que auxilia as Coordenações de Curso na Gestão das Atividades Complementares. Cabe ao mesmo, fomentar, acompanhar e registrar 58 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 as Atividades Complementares no âmbito da FACULDADE DOM PEDRO II, com base nas Normas Gerais de Atividades Complementares que seguem abaixo: REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO Art. 1º As Atividades Complementares previstas nos respectivos Cursos de Graduação são obrigatórias e categorizam-se em três grupos: Grupo 1 - Atividades de Ensino; Grupo 2 - Atividades de Extensão; Grupo 3 - Atividades de Pesquisa. Parágrafo único – Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga horária das atividades complementares em, pelo menos, dois dos grupos acima indicados. Art. 2º As Atividades Complementares terão carga horária global prevista nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação da Instituição, devendo ser cumpridas durante a integralização do curso. Art. 3º As Atividades de Ensino, que podem englobar até 50 % das horas previstas, com direito a registro no histórico escolar, compõem-se de: a) disciplinas e/ou cursos oferecidas pela própria Faculdade, mas não previstas no Currículo Pleno do Curso; b) cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições, desde que com anuência prévia da Coordenação do Curso; c) monitoria em disciplina vinculada a área do respectivo Curso. Art. 4º As Atividades de Extensão, que podem englobar até 50 % das horas previstas, com direito a registro no histórico escolar, dividem-se em: a) participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de atualização e similares; b) estágios extracurriculares; c) participação em ações de extensão patrocinada pela Instituição de Ensino; d) participações em audiências, limitadas a 20 h. 59 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Art. 5º As Atividades de Pesquisa, que podem englobar até 50 % das horas previstas, com direito a registro no histórico escolar, incluem: a) iniciação científica; b) trabalhos publicados em periódicos, com tema vinculado a área do Curso, até 40 horas para cada um. Art. 6º As Atividades Complementares serão coordenadas pelas Coordenações de Curso, ou por órgão integrante das mesmas, ao qual caberá: a) estabelecer, com a anuência do Colegiado do Curso, e divulgar, o Plano de Atividades Complementares a ser desenvolvido anualmente pela Faculdade; b) exigir certificado de frequência e participação, notas obtidas, carga horária cumprida, relatórios de desempenho, e outros documentos vinculados as Atividades Complementares; d) analisar o documento apresentado pelo aluno para comprovar a realização de cada Atividade Complementar e, se considerá-lo suficiente, rubricá-lo e encaminhá-lo a Secretaria Geral para registro na Ficha do Aluno. Parágrafo 1º Os documentos comprobatórios das atividades Complementares depois de rubricados pelo Coordenador e encaminhados para registro na Ficha do Aluno, permanecerão na Pasta do Aluno para posterior expedição de Diploma. § 2º A Coordenação abrirá prazo de um mês ao final de cada semestre letivo, para recebimento das solicitações de aproveitamento de Atividades Complementares, devendo publicar suas decisões na primeira semana do semestre subseqüente. Art. 7º Os casos omissos, assim como os recursos interpostos, serão apreciados pelo Colegiado do Curso, cabendo recuso ao Conselho Superior de Ensino da Instituição. 7.5 TRABALHO DE CURSO: O Trabalho de Curso contempla o momento de reflexão e elaboração científica do formando. Para tanto, os diversos Projetos Pedagógicos de Curso da FACULDADE DOM PEDRO II prevêem a realização de trabalhos científicos finalizadores dos cursos de graduação. 60 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 O TC será apresentado pelo aluno ao final do curso, perante uma Comissão Examinadora designada pelo Colegiado do Curso, da qual fará parte o professor orientador, podendo também ser convidado docente de outro curso oferecido pela Faculdade. O tema do TC será identificado pelo aluno, juntamente com o seu orientador, e escolhido a partir da sua vivência nas diversas atividades desenvolvidas, das pesquisas bibliográficas empreendidas, desde que vinculado a uma das áreas ou disciplinas do curso. Será facultado ao aluno apresentar um pré-projeto do TC ainda nos primeiros semestres, desde que já haja uma linha de interesse bastante delineada pelo mesmo, como forma de possibilitar o direcionamento das atividades de livre escolha, dentro da carga horária prevista, concedida ao aluno como Estudos Independentes. A elaboração do trabalho de conclusão do curso é objeto de regulamentação através de normas gerais que seguem abaixo, além de normativas específicas a serem elaboradas pelo Colegiado do Curso: DA COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC): A coordenação do TCC será exercida pela Coordenação Adjunta do Curso (ou específica) e a cargo de professores habilitados e credenciados por esta Instituição de Educação Superior (IES). Competindo-lhe: a) Acompanhar, junto aos professores-orientadores, o andamento dos trabalhos, de acordo com as condições estabelecidas nestas normas; b) Estabelecer calendário para reuniões periódicas com os orientadores do TCC para acompanhamento das etapas dos projetos e da elaboração dos trabalhos; c) Prover a organização, manutenção e atualização dos arquivos com os trabalhos finais; d) Encaminhar à biblioteca cópia dos trabalhos finais devidamente aprovados; e) Promover, para a comunidade acadêmica, a divulgação das informações relativas ao desenvolvimento do TCC. 61 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Obs: O Coordenador, para o desempenho de suas funções, deverá dispor de carga horária suficiente, distribuindo suas atividades a fim de atender de modo equânime professores-orientadores e alunos no que for julgado de sua competência. DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC): a) A coordenação do TCC será desenvolvida sob a supervisão de um professororientador; b) Quando se tratar de Monografia, o professor-orientador deverá ter formação acadêmica na área objeto do projeto de estudo do aluno; c) Quando se tratar de Relatório Científico de Estágio o professor-orientador será o Encarregado de Estágio do respectivo aluno; d) O professor-orientador das atividades referentes ao TCC, dentro da carga horária que lhe for atribuída, é responsável pelo atendimento aos alunos quanto à orientação metodológica para a elaboração do trabalho, devendo: e) Reunir-se periodicamente com os seus orientados para acompanhamento dos trabalhos; f) Acompanhar a execução dos projetos e atuar junto aos alunos com vistas ao atendimento das normas para apresentação TCC. Obs: A substituição do professor-orientador poderá ser permitida desde que, sem prejuízo para os prazos disponibilizados para os alunos, mediante aquiescência do professor substituído e sob a condição de assunção formal da função por outro docente, para orientação e acompanhamento dos trabalhos. O professor-orientador terá, entre outros, os seguintes deveres específicos: a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso; b) Prestar atendimento aos alunos-orientandos de acordo com o cronograma de acompanhamento especificado no item 4.4; c) Encaminhar, nos prazos determinados, à Coordenação do Curso devidamente preenchidas e assinadas, as fichas de freqüência e avaliação dos alunos; 62 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 d) Avaliar os relatórios parciais dos orientandos, acompanhando o desenvolvimento do TCC; e) Participar das Comissões Avaliadoras para as quais tenha sido designado, sendo obrigatória a presença do orientador quando o apresentador estiver sob sua orientação; f) Assinar, juntamente com os demais membros da Comissão Avaliadora, as folhas de avaliação dos trabalhos e os relatórios finais. DOS DEVERES DOS ALUNOS-CONCLUINTES a) Comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador do TCC, ou por seu orientador; b) Cumprir os prazos estabelecidos pelo professor orientador; c) Reunir-se, semanalmente, com o professor-orientador para analise, discussão e adoção de medidas, se necessárias, para o aprimoramento do trabalho; d) Elaborar a versão final da TCC para fins de avaliação, de acordo com as instruções do seu orientador, da Coordenação do TCC, da Comissão Avaliadora e as orientações institucionais vigentes para a elaboração do trabalho; e) Comparecer em dia, hora e local determinado para a apresentação oral da versão final do trabalho para a qual tenha sido convocado de acordo com o calendário estabelecido pela Coordenação do TCC. DA APROVAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: a) Em se tratando de Monografia, o aluno deverá elaborar o Projeto de Pesquisa de acordo com as orientações do seu professor-orientador, atendendo, no que forem aplicáveis, os critérios técnicos e normativos sobre documentação e conseqüentes produção do texto de cunho cientifico; b) O Projeto de Pesquisa é de responsabilidade individual, podendo, excepcionalmente e sempre que se justifique, ser desenvolvido por dois alunos, sendo vedada, a qualquer titulo, a formação de grupos maiores para essa atividade. 63 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 c) A alteração da proposta de trabalho inicialmente apresentada e aprovada poderá ser aceita , desde que a(s) mudança(s) solicitada(s) pelo aluno(s), com aval do seu professor-orientador, não comprometa(m) as linhas do projeto original e cuja requisição atenda um prazo que não ultrapasse 40% (quarenta por cento) do tempo disponibilizado para a conclusão da monografia. DAS COMISSÕES AVALIADORAS: a) A FACULDADE DOM PEDRO II poderá constituir Comissões Avaliadoras do TCC, a serem compostas pelo professor-orientador e por outros dois membros, os quais, mediante indicação do Colegiado de Curso, serão designados para a função pelo Diretor Acadêmico; b) As Comissões Avaliadoras do TCC poderão incluir na sua composição um membro escolhido entre os professores de outras IES, desde que o indicado esteja vinculado à área de abrangência da pesquisa ou, ainda, entre outros profissionais de nível superior que exerçam atividades afins com o tema do trabalho. c) O Colegiado de Curso, ao indicar os professores para composição das Comissões Avaliadoras, deve buscar manter a equidade no numero de indicações, limitando a participação de cada docente em até 5 (cinco) comissões por semestre acadêmico. DA AVALIAÇÃO DO TCC: a) O trabalho final deverá ser apresentado pelo aluno, para avaliação, sob a forma de texto com aspectos científicos, elaborado de acordo com orientações metodológicas e considerando ainda, especificadamente, as normas da ABNT; b) Em se tratando de Monografia, o tipo do discurso predominante (dissertativo/ narrativo/descritivo) vai depender da especificidade do projeto de pesquisa e respectiva abordagem do tema / assunto, podendo a monografia derivar de: análise teórica sobre um assunto pesquisado bibliograficamente; análise teórico-empírica, que envolve trabalho de campo; relato de pesquisa característica como um estudo de caso. 64 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 c) A Coordenação do TCC deverá elaborar calendário fixando prazos para a entrega pelos alunos dos trabalhos para avaliação final e apresentação oral, cujas datas deverão ser comunicadas à Diretoria Acadêmica para inserção no calendário da Faculdade, sem prejuízo de outras atividades ou eventos já programados; d) O TCC, em versão preliminar, com a devida liberação do professor orientador, deverá ser entregue à Coordenação do Curso, em três vias, na data fixada em cronograma especifico conforme item 8.3, para encaminhamento ao avaliador ou membros da Comissão Avaliadora, a fim de que emitam parecer favorável à aprovação do aluno ou contendo recomendações para acréscimos ou alterações e devolução pelo autor, em nova data, tendo em vista a avaliação definitiva; e) A avaliação deverá primar pela utilização uniforme dos critérios de avaliação dos trabalhos, abordando o conteúdo, fidelidade ao tema, metodologia adotada, coerência do texto, nível culto da linguagem e estrutura formal do trabalho apresentado; f) Mediante solicitação da Coordenação do TCC ou do professor-orientador, a versão final do TCC será apresentada pelo aluno acompanhada de matéria correspondente a um artigo estruturado de acordo com as normas adotadas pela FACULDADE DOM PEDRO II para publicação em revistas acadêmicas ou outros periódicos; g) De acordo com a proposta curricular respectiva do Curso, o trabalho deverá ser apresentado oralmente em sessão que pode ser publicada em data, local e horário a serem definidos do item 8.3, cujo evento deverá ser de pleno conhecimento do aluno e do seu professor-orientador; h) O aluno deve solicitar à Coordenação do TCC, em tempo hábil, todo o material de suporte, recursos audiovisuais ou assemelhados, a serem utilizados na apresentação oral do trabalho. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: a) A solução de casos especiais ou em regime de exceção por motivos de força maior devidamente justificados pelo(s) aluno(s), professores(es), ou orientador(es), cujas requisições demandem ajustes é de competência do Coordenador de Curso, 65 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 ouvido o Colegiado do Curso e a Diretoria Acadêmica, desde que atendidas as normas ora instituídas; b) Toda e qualquer questão que por ventura surja e que não esteja prevista nestas normas ou na legislação educacional vigente, será objeto de deliberação do Colegiado do Curso, em primeira instância, ou do Conselho Superior de Ensino, em última instância no âmbito da Instituição; c) As presentes normas entram em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Superior de Ensino da Instituição. 7.6 ESTÁGIO PROFISSIONAL: O estágio é um momento de fundamental importância no processo de formação do aluno. Trata-se de um treinamento que possibilita ao estudante vivenciar os conteúdos aprendidos na Faculdade, tendo como função integrar as inúmeras disciplinas que compõem o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando-lhes o nível de consistência e o grau de entrosamento. Por meio dele o estudante pode perceber as diferenças existentes no mundo organizacional e assim, exercitar sua adaptação aos meios empresariais e profissionais. O estágio funciona como uma oportunidade do aluno vislumbrar seu futuro. Deve ser uma passagem natural do “saber sobre” para o “saber como”; um momento de validação do aprendizado teórico e prático em confronto com a realidade. Este rito de passagem tem cumprido de forma eficiente, o papel de elo entre os mundos acadêmico e profissional, ao possibilitar ao estagiário a oportunidade de tomar conhecimento da filosofia, das diretrizes e do funcionamento das organizações e suas inter-relações com a comunidade. A realização de estágios será incentivada como forma de aproximar os alunos das necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática profissional, além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida nos Cursos da Faculdade D. Pedro II. O Estágio Supervisionado, desenvolvido ao longo do curso, sob a coordenação e supervisão do Coordenador de Estágio do respectivo curso, deverá, além dos objetivos que são inerentes à atividade, prestar-se ao desenvolvimento do espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno. 66 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Deverá o estágio complementar o processo ensino–aprendizagem, através da conscientização das deficiências individuais. É objetivo, também, deste momento acadêmico, incentivar a busca do aprimoramento pessoal e profissional, facilitando assim, o processo de atualização de conteúdos disciplinares, permitindo adequar aquelas de caráter profissionalizante às constantes inovações tecnológicas, políticas, sociais e econômicas a que estão sujeitas. A atividade incentiva o desenvolvimento de potencialidades individuais, além de possibilitar à Faculdade um bom posicionamento social junto ao mercado de trabalho, ao evidenciar a qualidade de seu curso, a partir do desempenho de seus alunos. O Estágio se apresenta de forma clássica e obrigatória para a conclusão do curso superior em todas as carreiras universitárias. Sua realização é fundamental para a complementação/conclusão do ensino universitário, sendo este o momento de uma reflexão mais séria do estudante acerca da natureza do mercado de trabalho e das habilidades e capacidades que lhe serão exigidas. O Estágio Supervisionado deverá ser iniciado no 9º semestre letivo com o objetivo de capacitar o aluno a dominar todo instrumental necessário para intervir na dinâmica organizacional, gerencial, operacional e ambiental, através do aprofundamento dos conhecimentos vinculados aos Campos de conhecimento do Curso. O Estágio inicia o processo de conhecimento da Organização. Nele, o aluno será capaz de levantar indicadores e analisar a situação organizacional e o contexto onde a mesma se encontra localizada. A partir do sétimo semestre letivo, de posse dos conhecimentos adquiridos e com apoio do corpo docente e das contribuições decorrentes dos seminários, ele poderá delinear um plano de ação para uma organização similar, uma monografia sobre determinado aspecto da gestão, ou até mesmo um relatório mais analítico, como resultado das observações e da própria atividade de estágio, aglutinando os subsídios recebidos durante os semestres anteriores. Entretanto, diante da dinâmica das mudanças tecnológicas e organizacionais, tornase imperativo uma familiarização do aluno com a realidade empresarial e/ou societária, menos tardia. O aluno, além do Estágio obrigatório para a conclusão do curso, será sempre estimulado a realizar atividades complementares que se caracterizem como oportunidades de observação da práxis administrativa e 67 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 organizacional, como forma de aquisição de uma visão crítica do seu ambiente e, em especial, do universo em que se situa a sua profissão. O objetivo maior deste momento deve perpassar o aprofundamento dos estudos acerca dos fenômenos administrativos e organizacionais, bem como suas inter-relações com a realidade social na sua totalidade. Desta forma, o aluno quando terá oportunidade de verificar a aplicabilidade dos conceitos, dos métodos, formas e técnicas gerenciais, para agir com maior segurança, e até mesmo, competência quando nas atividades do Estágio Supervisionado. Essas atividades supervisionadas, que podem envolver workshops, visitas às empresas e organizações, trabalhos voluntários e de campo na comunidade, programas de pesquisa integrados, dentre outras, deverão ser autorizadas, acompanhadas e avaliadas pela Coordenação de Estágio e pela Coordenação do Curso, além do Professor Orientador. O Estágio Supervisionado segue regulamentação geral transcrita abaixo, e será também regulamentado especificamente pelo Colegiado de Curso. Será gerenciado pela Coordenação de Estágio com a ajuda de professores orientadores, que definirão os períodos de realização, os planos de desenvolvimento e mecanismos de acompanhamento, os sistemas de controle, avaliação e processos e as atividades de socialização das experiências vivenciadas. REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE DOM PEDRO II CAPÍTULO I Das Disposições da Lei Art.1º - Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e serem planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamento prático, de aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano. Art.2º - O estágio curricular, como procedimento didático-pedagógico, é atividade de competência da instituição de ensino. Para caracterização e definição do estágio curricular é necessária, entre a instituição de ensino e as pessoas jurídicas de direito público e privado, a existência de instrumento jurídico, periodicamente reexaminado, onde estarão acordadas todas as condições para a realização do estágio. A instituição poderá recorrer aos serviços de agentes de 68 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 integração públicos e privados entre os sistemas de ensino e os setores de produção, serviços, comunidade e governo, mediante condições acordadas em instrumento jurídico adequado. CAPÍTULO II Da Definição e Finalidades do Estágio Supervisionado Art.3º - O Estágio Supervisionado defini-se como um processo de aprendizagem profissional que: I - Integra o conhecimento adquirido pelo aluno, em sala de aula, à prática profissional, e estimula o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas em situações reais de vida e trabalho; II - Propicia ao aluno a aquisição de experiência profissional específica visando sua inserção eficaz no mercado de trabalho; III - É desenvolvido fora da sala de aula; IV - Está em sintonia com o projeto pedagógico do curso, com os objetivos da instituição e com o perfil profissional desejado. Art. 4º - O Estágio Supervisionado tem como finalidade instrumentalizar o aluno para a iniciação profissional, enfatizando o caráter técnico, social, cultural e atitudinal da profissão, preferencialmente através da sua inserção direta no mercado de trabalho. CAPÍTULO III Do Local de Realização do Estágio Supervisionado Art. 5º - O Estágio Supervisionado será realizado junto à comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas públicas e/ou privadas, compatíveis com o futuro exercício profissional do aluno e mediante a existência de instrumento jurídico firmado entre a Faculdade Dom Pedro II e as instituições concedentes, sob responsabilidade e coordenação da primeira. § 1º - Serão priorizadas as instituições que: a) Oferecem seguro de acidentes pessoais em favor dos estagiários; b) Oferecem condições para a realização do estágio de modo que não comprometa o rendimento do aluno no curso. § 2º - Caso a Unidade Concedente não disponha de Seguro de Acidentes Pessoais em favor dos estagiários, fica a critério da Faculdade Dom Pedro II a decisão de contratá-lo, de acordo com a legislação em vigor. § 3º - A realização do Estágio Supervisionado em empresas em que os alunos apresentam vínculo empregatício ou das quais são sócios ou proprietários é possível, desde que seja firmado convênio entre estas e a Faculdade Dom Pedro II. Nestes casos, os alunos devem dedicar carga horária específica para as atividades 69 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 de estágio, as quais serão orientadas e acompanhadas pela Faculdade Dom Pedro II. CAPÍTULO IV Da Obrigatoriedade do Estágio Supervisionado Art. 6º - O estágio curricular é obrigatório, importante e necessário para a complementação do processo ensino-aprendizagem. § 1º - Não haverá, a qualquer título ou pretexto, dispensa de estágio curricular, pelo seu caráter de componente obrigatório para a integralização do curso e com o qual mantém absoluta e peculiar adequação. CAPÍTULO V Dos Objetivos do Estágio Supervisionado Art. 7º - O Estágio Supervisionado tem por objetivos: I - Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações de prática profissional efetiva, criando a possibilidade de exercitar suas habilidades; II - Proporcionar ao aluno a oportunidade de integrar-se ao campo profissional, ampliando sua formação teórico-prática e interdisciplinar; III - Proporcionar ao aluno a oportunidade de participar de atividades extraclasse nas quais possa aprimorar a sua capacitação profissional; IV - Favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, como cidadão e profissional consciente; V - Possibilitar a atuação profissional do aluno e a reflexão sobre a mesma, permitindo-lhe construir e repensar sua práxis numa experiência significativa; VI - Buscar a integração das instituições de ensino às organizações profissionais, sociais e culturais ligadas à área de formação do corpo discente; VII - Possibilitar a aproximação dos conhecimentos acadêmicos às práticas pedagógicas. CAPÍTULO VI Da Comissão de Supervisão de Estágio Art. 8º - A Comissão de Supervisão de Estágio tem por atribuição estabelecer diretrizes e orientações para desenvolvimento e avaliação do Estágio Curricular no Curso de Graduação, bem como deliberar sobre questões concernentes ao mesmo. A Comissão se reunirá sempre que convocada pela Coordenação do Curso. É constituída por: a) Supervisor de Estágio, que é o próprio Coordenador do Curso, supervisor nato de toda atividade de estágio no âmbito de sua Coordenação; 70 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 b) Encarregado do Núcleo de Prática Profissional, que é responsável pela Coordenação de Estágio, deve pertencer ao quadro de docentes da Faculdade Dom Pedro II e ser profissional experiente na área do curso; c) Professor Orientador de Estágio, que deve pertencer ao quadro de docentes da Instituição. CAPÍTULO VII Do Início, Período e Duração do Estágio Supervisionado Art. 9º - O semestre a se iniciar o Estágio Supervisionado é previsto no currículo do respectivo Curso de Graduação. Art. 10º - Para iniciar o Estágio Supervisionado, o aluno deverá solicitar mediante requerimento à Secretaria Geral, e entregar cópia, devidamente preenchida, dos seguintes documentos: a) Ficha de inscrição; b) Plano Inicial de Estágio, constando às atividades que pretende desenvolver na Instituição Concedente. Art. 11º - O Estágio Supervisionado se inicia a partir do momento em que a Comissão de Supervisão de Estágio der o parecer favorável ao aluno. Art.12º - Cada estágio deverá realizar-se durante o período de, no mínimo, um semestre acadêmico, em conformidade com o currículo do respectivo Curso de Graduação. Art. 13º - A duração do estágio supervisionado é definida na estrutura curricular de cada curso, atendendo a carga horária mínima exigida pelo MEC. § 1º - É obrigatória a integralização da carga horária total do Estágio Supervisionado, como consta no currículo pleno do Curso, na qual são incluídas as horas destinadas ao planejamento, prática profissional orientada, avaliação de atividades e planos de estágio, fracionada em jornadas compatíveis com os horários de aula. CAPÍTULO VIII Da Avaliação do Estágio Supervisionado Art.14º - A avaliação será feita através de relatórios de atividades e supervisão do Orientador de Estágio, atribuindo-se notas a estes instrumentos, de acordo com os critérios de avaliação de aprendizagem da Instituição. § 1º - Ao final do processo, cabe ao Orientador de Estágio, a menção de Suficiente ou Insuficiente. § 2º - Considerado Insuficiente, sujeita-se o aluno à repetição do estágio ou 71 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 de parte dele, a critério da Comissão de Supervisão de Estágio. CAPÍTULO IX Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do Coordenador de Estágio Art. 15º - Compete ao Coordenador de Estágio: a) Interceder junto ao Colegiado de Curso quanto à definição dos campos de atuação e dos Orientadores de Estágio; b) Elaborar o Plano de Estágio com a Coordenação do Curso; c) Executar a política de estágio em consonância com a Coordenação do Curso e a Diretoria Acadêmica; d) Estabelecer contato e visitas as instituições conveniadas com vistas a selecionar aquelas que atendem às condições estabelecidas neste Regulamento; e) Captar convênios, estabelecendo um sistema de parceria com instituições de ensino e entidades de direito privado, através de credenciamentos periódicos; f) Encaminhar termos para convênios com empresas concedentes; g) Manter arquivo atualizado de oportunidades de estágio; h) Organizar planilha de reserva para estágio futuro de alunos; i) Atuar na vinculação do estagiário com o campo de estágio, encaminhando-o através de carta de apresentação, constando o semestre que está cursando, endereço e experiências anteriores relacionadas à área de estágio (curriculares e extracurriculares); j) Fazer o acompanhamento do desenvolvimento do estágio, através da análise de relatórios apresentados pelos alunos e pelos professores orientadores de estágio; l) Promover reunião com alunos orientandos e professores orientadores quando se fizer necessário; m) Assinar com os Orientadores de Estágio o mapa de resultados dos alunos; n) Promover atividades de integração da Instituição com os campos de estágio (workshops, palestras, etc.). CAPÍTULO X Das Atribuições, Responsabilidades e Competências do Orientador de Estágio Art.16º - O professor responsável pela Orientação do Estágio deverá ter formação acadêmica na área específica do estágio, sendo que a ele compete: a) Orientar, acompanhar e avaliar os alunos no exercício da prática profissional, interagindo com a Instituição Concedente para acompanhamento do estagiário; b) Anotar no diário de classe e publicar os resultados da avaliação de desempenho dos alunos estagiários na ficha dos mesmos na Secretaria Geral; c) Orientar os alunos nas questões relacionadas à metodologia, procedimentos, referências bibliográficas, forma e conteúdo do Plano de Estágio definitivo e dos relatórios de estágio; 72 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 d) Ter horário fixo de atendimento ao aluno de, pelo menos, uma a duas horas por semana. CAPÍTULO XI Dos Deveres e Competências do Estagiário Art. 17º - Compete aos alunos inscritos no Estágio Supervisionado: a) Conhecer a legislação específica do Estágio Supervisionado; b) Comparecer ao local do estágio nos dias e horários pré-estabelecidos; c) Respeitar os prazos e as datas de entrega dos relatórios para o Orientador de Estágio; d) Participar dos encontros semanais com o Orientador de Estágio no dia e horário previamente definidos, para que o mesmo possa desenvolver as atividades de planejamento, acompanhamento e avaliação do processo de estágio. CAPÍTULO XII Do Afastamento, Interrupção e/ou Desligamento do Estágio Supervisionado Art.18º - O aluno estagiário poderá solicitar afastamento ou interrupção do estágio nos seguintes casos: a) comprometimento da saúde física e/ou mental devidamente comprovado por relatório médico; b) licença maternidade, paternidade e casamento. Art. 19º - O aluno estagiário poderá ser desligado do estágio, pela Comissão de Supervisão de Estágio e/ou pela Instituição Concedente, por: a) Indisciplina; b) Baixo desempenho, desinteresse, incompatibilidades. CAPÍTULO XII Da Conclusão do Estágio Supervisionado Art. 20º - O aluno concluirá o Estágio Supervisionado após parecer de aprovação, emitido pelo Orientador de Estágio, observando-se o aproveitamento mínimo na forma regimental. Art. 21º - O aluno só poderá colar grau e receber o diploma de se for aprovado no Estágio Supervisionado. 73 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 CAPÍTULO XIV Disposições Finais Art. 22º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo de Prática Profissional, como colegiado, cabendo recuso ao Conselho Superior de Ensino da Instituição. Art. 23º. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Superior de Ensino da Instituição. 7.7 INICIAÇÃO À PESQUISA: Através do Centro de Extensão, Pós-Graduação e Pesquisa (CEPPG), realizamos atividades de iniciação à pesquisa acessível a todos os nossos alunos, conforme linhas de pesquisa disponíveis para todas as áreas. Os resultados dos trabalhos são publicados na Revista Emphasis (ISSN 2177-8981), atualmente em sua sétima edição. Dispomos de Regulamento do Programa de Iniciação à Pesquisa (PIP), com Editais semestrais para adesão dos alunos. 7.8 NIVELAMENTO: A revista Ensino Superior publicou uma reportagem, de autoria do professor Hélio Consolaro3, intitulada "O ensino do português nas universidades", que mereceu manchete, sobre a situação do ensino da Língua Portuguesa no Brasil. O subtítulo "Os estudantes só descobrem a necessidade de reaprender a língua na universidade, sob a pressão das circunstâncias", denota que a reportagem é direcionada aos estudantes que, via de regra, deveriam ter o domínio da língua pátria. Uma pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Indicativa compôs o 3º Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF). Os números são assustadores: apenas 25% dos brasileiros, entre 15 e 64 anos, demonstram domínio pleno da compreensão de textos. Para 67%, a conquista da leitura se limita à 3 Hélio Consolaro é professor de Português, cronista diário da Folha da Região - Araçatuba-SP, presidente da Academia Araçatubense de Letras, coordenador do site Por Trás das Letras. 74 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 localização de informações simples em enunciados de uma só frase, ou à capacidade de identificá-las em textos curtos. Enquanto 8% não conseguem sair do ponto de partida, ou seja, são mesmo analfabetos. Os 67% portadores do alfabetismo funcional evidenciam uma questão muito séria do processo educacional: alfabetizar não basta, a escola precisa leiturizar o educando, fazer que ele também escreva textos. Como afirma Fábio Montenegro, secretário executivo do instituto: "A alfabetização básica não dá o mínimo necessário para a pessoa continuar se desenvolvendo. (...) Queremos chamar a atenção para a importância de a população dominar a leitura e a escrita". Contemporizando, o alfabetismo funcional compromete a cidadania brasileira, por isso se diz que se faz uma verdadeira revolução quando transformamos o aluno num leitor. A realidade educacional brasileira atual está em crise em todos os seus níveis, mas principalmente no ensino médio, tendo como desdobramento a má formação universitária. Esse fato nos leva a refletir sobre formas de melhorar a qualidade do ensino e, conseqüente, diminuir a desigualdade social. Sensível a situação, o Governo Federal instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB, 1990). Ele tem como objetivo “apoiar” municípios, estados e a união na formulação de políticas que visam à melhoria da qualidade do ensino” (INEP, 2004). O SAEB é aplicado de dois em dois anos, participam dessa avaliação alunos do ensino fundamental ( 1ª a 8ª série) e do ensino médio (1ª a 3ª série), as provas são compostas das disciplinas Língua Portuguesa e Matemática. A título de ilustração, citamos o exemplo abaixo com base nos últimos dados divulgados pelo SAEB, referente aos últimos exames do ensino de matemática: “Dos estudantes brasileiros da 3ª série do ensino médio, na disciplina de Matemática, 62,6% foram classificados no estágio críticos e outros 4,8% no estágio muito crítico do aprendizado. No total, 67,4% dos alunos têm desempenho muito baixo daquele desejado. No Brasil, no estágio considerado adequado para essa disciplina estão somente 6% dos alunos” (INEP, 2003). Com base nesses dados, levando-se em conta que a situação não se difere muito das demais disciplinas, conseguimos entender o motivo pelo qual os alunos que ingressam no ensino superior possuem muitas dificuldades em acompanhar os 75 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 cursos universitários, principalmente, aqueles que necessitam diretamente das disciplinas do ensino médio. Dentro dessa conjuntura, surgiram os cursos de nivelamento para fins de restituição dos ensinamentos do ensino médio, o que, a princípio, trata-se de uma oficialização da deficiência do ensino básico brasileiro, contudo, é imprescindível o desencadeamento dessa política para fundamentar o ensino superior. Sintonizado com tal perspectiva, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Faculdade Dom Pedro II estabelece as atividades de nivelamento como prioritárias para a otimização do processo de ensino aprendizagem nos Cursos de Graduação da Instituição. Destarte, trata-se de oportunizar a resignificação de conhecimentos fundamentais para a aprendizagem e desenrolar da formação graduada na Faculdade Dom Pedro II, em particular, para o curso de Engenharia proposto. 7.9 NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO: A Faculdade Dom Pedro II entende que o atendimento ao docente e ao discente como suporte a aprendizagem é de fundamental importância para a consecução da proposta pedagógica institucional. Dessa forma, busca através do apoio pedagógico promover o suporte a o processo de ensino aprendizagem dos diversos Cursos da IES. Para tanto, instituiu o Núcleo de Apoio pedagógico, órgão de apoio aos docentes e discentes, para viabilizar o processo de ensino aprendizagem, bem como, para gerenciar conflitos pedagógicos no âmbito da instituição. O NAP presta um serviço voltado ao atendimento do aluno de graduação e pósgraduação no que diz respeito ao seu desenvolvimento da carreira e sua adaptação à faculdade. O Núcleo acolhe alunos que queiram refletir sobre sua escolha profissional ou planejar a carreira, alunos com dificuldades relacionadas à escolha da profissão; adaptação ao curso ou com outras dificuldades que estejam interferindo na integração e no desempenho acadêmico. O NAP oferece basicamente serviços específicos: atendimento individual a alunos e professores, oficinas com temas específicos e assessoria aos coordenadores nos projetos interdisciplinares acadêmicos. 76 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 As oficinas são atividades coletivas de curta duração com um foco ou tema específico relacionado ao desenvolvimento de carreira ou adaptação à faculdade. Em geral duram apenas algumas horas, concentradas em um único dia ou divididas em dois dias. As mesmas são oferecidas com periodicidade variável, em dias e horários específicos, divulgados em murais da faculdade e no site da Instituição. Usualmente é necessária inscrição prévia, pois as vagas são limitadas. 7.10 POLÍTICA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS: Na Faculdade Dom Pedro II o acompanhamento dos egressos sempre foi uma prioridade desde a formatura da sua 1ª Turma. Este importante procedimento objetiva acompanhar a vida profissional dos seus ex-alunos, de forma a garantir a estes, uma formação adequada e sintonizada com o mercado de trabalho e, por outro lado, oportunizar aos egressos o retorno à academia através da formação continuada. A política de acompanhamento dos egressos da IES leva em consideração as oportunidades de formação continuada, inserção profissional e participação na vida institucional, o que constitui em uma forma de manter contato com os egressos, transformando a Faculdade em canal aberto e centro aglutinador das idéias e experiências destes profissionais, atualizando seus os dados pessoais e profissionais, incentivando sua participação em atividades da IES e identificando a adequação do curso ao exercício profissional. Para tanto a IES inovou com a criação do “Portal dos Egressos”. Trata-se de um portal vinculado ao E-DOM, nossa plataforma de interação virtual, com serviços de acesso aberto e restritos via INTERNET. O Portal de Egressos é composto por páginas virtuais com acesso aberto onde encontramos o andamento da vida profissional de cada ex-aluno da Faculdade após sua formatura. Para o preenchimento da página individual por parte de cada egresso, oferecemos a título de incentivo um curso gratuito de atualização profissional após um ano de formado. Dessa forma, os egressos preenchem as informações necessárias para conhecimento da Faculdade com vistas ao acompanhamento profissional e otimização curricular de nossas graduações. 77 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 8. ESTRUTURA CURRICULAR: 8.1 MATRIZ CURRICULAR: A proposta curricular do Curso de Engenharia Ambiental foi construída a partir do disposto na RESOLUÇÃO CNE/CES nº 11, de 11/03/2002, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia. A matriz curricular está estruturada em conformidade com a RESOLUÇÃO CNE/CES nº 2, de 18/06/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, que prevê uma CH mínima de 3.900 (três mil e novecentas horas) para graduação em engenharia, como prazo de integralização mínimo previsto de 05 (cinco) anos. Com base no referencial disposto, o Curso dispõe de uma CH mínima de 3.900 (três mil e novecentas) horas, com 300 (trezentas) horas de Estágio Supervisionado e 150 h de Atividades Complementares. As disciplinas são ofertadas em regime semestral seriado em 60 (sessenta) horas por semestre, com 03 (três) horas semanais de aula, ou em 30 (trinta) horas por semestre, com 1 (uma) hora e 30 (trinta) minutos semanais de aula, dispostos em semestres letivos de 20 (vinte) semanas. Todas as disciplinas são organizadas em aulas teóricas (turmas de até 50 alunos) e práticas através de aulas em laboratórios específicos (turmas de até 25 alunos). As aulas do turno matutino se realizarão de segunda a sexta das 07 as 12 h. As aulas do tuno noturno se realizarão de segunda a sexta das 18 as 22 h e aos sábados das 07 as 10 h. A matriz curricular do Curso de Engenharia Ambiental é descrita a seguir: 78 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 1º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Metodologia Científica 1e½ 30 Estudos Sócio-Humanísticos* 1e½ 30 Química Geral e Experimental 3 60 Introdução à Engenharia Ambiental 3 60 Biologia Ambiental Geometria Analítica e Álgebra Linear 3 60 3 60 Desenho Técnico e Computação Gráfica 3 60 TOTAL 360 2º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Física Geral e Experimental I Fundamentos da Administração 3 60 3 60 Cálculo Diferencial e Integral I 3 60 Cartografia, Topografia e Geodésia 3 60 Ecologia Aplicada a Engenharia Ambiental 3 60 3 60 Química Inorgânica TOTAL 360 3º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Física Geral e Experimental II 3 60 Química Orgânica 3 60 Cálculo Diferencial e Integral II Estatística aplicada a Engenharia Ambiental 3 60 3 60 Sociedade, Ética e Meio Ambiente ** 3 60 Geologia Ambiental 3 60 TOTAL 360 79 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 4º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Ciência dos Materiais 3 60 Física Geral e Experimental III 3 60 Cálculo Diferencial e Integral III 3 60 Bioquímica Aplicada a Engenharia Ambiental 3 60 Análise Físico-Química 3 60 Informática Aplicada 3 60 TOTAL 360 5º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Microbiologia Aplicada a Engenharia Ambiental 3 60 Fenômenos de Transporte 3 60 Modelagem Matemática em Sistemas Ambientais 3 60 1e½ 30 3 30 3 60 1e½ 60 Avaliação, Manejo e Conservação de Recursos Naturais Hidrologia Geomorfologia e Pedologia Geotecnia Ambiental TOTAL 360 6º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Sensoriamento Remoto 3 60 Hidráulica Aplicada à Engenharia Ambiental 3 60 Hidrogeoquímica e Hidrogeologia 3 60 Química Ambiental 3 60 Climatologia e Meteorologia 3 60 Controle da Poluição Ambiental 3 60 TOTAL 360 80 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 7º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral 1e½ 30 3 60 3 60 Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água 3 60 Poluição Hídrica e Tecnologias de Tratamento de Águas Residuárias Resistência dos Materiais 3 60 3 60 1e½ 30 Geoprocessamento, Sistema de Informações Geográficas e Analise Ambiental Gestão e Tecnologias de Tratamento de Efluentes Líquidos e Gasosos Gestão, Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos Saúde e Meio Ambiente TOTAL 360 8º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Fontes de Energia 1e½ 30 Economia Ambiental 1e½ 30 Recuperação de Áreas Degradadas 3 60 Direito Ambiental e Legislação Aplicada 3 60 Sistema de Gestão Ambiental 3 60 Gestão e Planejamento de Recursos Hídricos e Áreas Protegidas 3 60 Avaliação de Impactos Ambientais 3 60 TOTAL 360 9º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Manejo de Bacias Hidrográficas 3 60 Análise de Risco Ambiental 3 60 Adequação Ambiental em Áreas Urbanas 3 60 Biotecnologia 1e½ 30 Certificação Ambiental 1e½ 30 Monitoramento Ambiental 1e½ 30 Trabalho de Conclusão de Curso I ---- 90 Estágio Curricular Supervisionado I ---- 150 TOTAL 510 81 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 10º SEMESTRE Disciplinas CH/ Semanal CH/ Semestral Gestão do Conhecimento 1e½ 30 Legislação e Ética Profissional 1e½ 30 Segurança do Trabalho 1e½ 30 Disciplina Optativa 1e½ 30 Trabalho de Conclusão de Curso II ---- 90 Estágio Curricular Supervisionado II ---- 150 TOTAL 360 Disciplinas Optativas (CH 30h): Empreendedorismo Ergonomia Saúde e Segurança do Trabalho II Tópicos Especiais em Gestão da Qualidade Libras (Conforme Decreto n° 5.626/2005) Carga-Horária da Matriz Curricular: 3.750 (três mil setecentos e cinqüenta) horas Atividades Complementares: 150 (cento e cinqüenta) horas Total da Carga Horária do Curso: 3.900 (três mil e oitocentas) horas * Contempla as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, conforme Lei n° 11.645 de 10/03/2008 e Resolução CNE/CP N° 01 de 17/06/2004; ** Contempla as Políticas de Educação Ambiental, conforme Lei nº 9.795 de 27/04/1999 e Decreto nº 4.281 de 25/06/2002. Obs: as Políticas de Educação Ambiental também são contempladas enquanto temas transversais. 82 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 8.2 CORPO DOCENTE: DISCIPLINA Metodologia Científica SEMESTRE 1º DOCENTE Sandra Virgínia Estudos SócioHumanísticos Química Geral e Experimental Introdução à Engenharia Ambiental Biologia Ambiental 1º Valmir Martins 1º Sandra Virgínia 1º Claudia Caxias 1º Luzia Barbosa Geometria Analítica e Álgebra Linear 1º Cláudia Cristina Rios Caxias da Costa REGIME DE TRABALHO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Bacharel em Farmácia/UFBA Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Tempo Integral + 15 anos Graduado em Formação de Oficiais / APM Licenciado em História / UFBa Bacharel em Teologia / FBB – EST Bacharel em Administração / FBB Especialista em Org. e Proc. do Ensino Superior / FIM Mestre em Administração / UFBa Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano / UNIFACS Pós-Doutor em Política e História Bacharel em Farmácia/UFBA Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Tempo Integral FORMAÇÃO ACADÊMICA + 20 anos Tempo Integral + 15 anos Tempo Integral Bacharela em Engenharia de Minas – UFBA Licenciada em Geografia – UCSal Especialista em Metodologia da Educação Superior – FBB Especialista em Planejamento e Técnicas do Ensino Superior - FIM Mestrado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Doutorado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Pós-Doutora em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC Minas) Tempo Integral + 15 anos 83 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 DISCIPLINA SEMESTRE DOCENTE Desenho Técnico e Computação Gráfica 1º Cartografia, Topografia e Geodésia Física Geral e Experimental I Ecologia Aplicada a Engenharia Ambiental Alaíde Barbosa REGIME DE TRABALHO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Graduada em Processamento de Dados / FRB; Bacharela em Administração / FBB Licenciada em Química / FACE Especialista em Educação/FIM Especialista em Redes de Computadores/UNIFACS Especialista em Segurança no Trabalho/FDL Mestra em Redes de Computadores/UNIFACS Doutora em Engenharia Elétrica/USP Tempo Integral + 15 anos Bacharela em Engenharia de Minas – UFBA Licenciada em Geografia – UCSal Especialista em Metodologia da Educação Superior – FBB Especialista em Planejamento e Técnicas do Ensino Superior - FIM Mestrado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Doutorado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Pós-Doutora em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC Minas) Tempo Integral + 15 anos Tempo Parcial 2 + 5 anos FORMAÇÃO ACADÊMICA 2° Cláudia Cristina Rios Caxias da Costa 2º Osvaldo Rocha Licenciado em Física /UEFS Mestre em Física/ UFBa Doutorando em Física / UFBa Alaíde Barbosa Graduada em Processamento de Dados / FRB; Bacharela em Administração / FBB Licenciada em Química / FACE Especialista em Educação/FIM Especialista em Redes de Computadores/UNIFACS Especialista em Segurança no Trabalho/FDL Mestra em Redes de Computadores/UNIFACS Doutora em Engenharia Elétrica/USP 2º + 15 anos Tempo Integral 84 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 DISCIPLINA SEMESTRE DOCENTE Cálculo Diferencial e Integral I 2º Eduardo Fonseca Química Inorgânica 2° Sandra Virgínia Fundamentos da Administração Estatística aplicada a Engenharia Ambiental Física Geral e Experimental II Química Orgânica Cálculo Diferencial e Integral II Sociedade, Ética e Meio Ambiente Indivíduos e Organizações 2º Amadeu D’Amorin FORMAÇÃO ACADÊMICA Bacharel em Engenharia Eletricista / UFBa Especialista em Marketing / ESPM Bacharel em Farmácia/UFBA Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Graduado em Formação de Oficiais / APM Licenciado em História / UFBa Bacharel em Teologia / FBB – EST Bacharel em Administração / FBB Especialista em Org. e Proc. do Ensino Superior / FIM Mestre em Administração / UFBa Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano / UNIFACS Pós-Doutor em Política e História Graduação em Formação de Oficiais / APM Licenciatura em Matemática / UCSal Especialista em Métodos Quantitativos / UnB Mestre em Análise Regional / UNIFACS Doutor em Análise Regional / UNIFACS REGIME DE TRABALHO Tempo Parcial 2 Tempo Integral + 20 anos + 15 anos Tempo Integral + 20 anos Tempo Parcial 2 + 20 anos 3º Ana Célia 3º Osvaldo Rocha Licenciado em Física /UEFS Mestre em Física/ UFBa Doutorando em Física / UFBa Tempo parcial 2 3º Sandra Virgínia Bacharel em Farmácia/UFBA Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Tempo Integral 3º Eduardo Fonseca Bacharel em Engenharia Eletricista / UFBa Especialista em Marketing / ESPM Tempo Parcial 2 3º Osvaldo Bastos Bacharel em Economia/UEFS Mestre em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social/FVC. Tempo Parcial 2 Valmir Martins Graduado em Formação de Oficiais / APM Licenciado em História / UFBa Bacharel em Teologia / FBB – EST Bacharel em Administração / FBB 3º EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL + 05 anos + 15 anos + 20 anos + 20 anos + 20 anos Tempo 85 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 DISCIPLINA Geologia Ambiental Ciência dos Materiais Física Geral e Experimental III Cálculo Diferencial e Integral III Informática Aplicada SEMESTRE 3º DOCENTE Cláudia Cristina Rios Caxias da Costa FORMAÇÃO ACADÊMICA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Especialista em Org. e Proc. do Ensino Superior / FIM Mestre em Administração / UFBa Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano / UNIFACS Pos-Doutor em Política e História Integral Bacharela em Engenharia de Minas – UFBA Licenciada em Geografia – UCSal Especialista em Metodologia da Educação Superior – FBB Especialista em Planejamento e Técnicas do Ensino Superior - FIM Mestrado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Doutorado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Pós-Doutora em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC Minas) Tempo Integral Bacharel em Engenharia Mecânica/UGF Especialista em Engenharia Econômica/FVC MBA em Distribuição e Logística/UCSal Tempo Integral Licenciado em Física /UEFS Mestre em Física/ UFBa Doutorando em Física / UFBa Tempo Parcial + 05 anos Tempo Parcial 2 + 20 anos 4º Ury Gomes 4º Osvaldo Rocha 4º Eduardo Fonseca Bacharel em Engenharia Eletricista / UFBa Especialista em Marketing / ESPM Alaíde Barbosa Graduada em Processamento de Dados / FRB; Bacharela em Administração / FBB Licenciada em Química / FACE Especialista em Educação/FIM Especialista em Redes de Computadores/UNIFACS Especialista em Segurança no Trabalho/FDL Mestra em Redes de Computadores/UNIFACS Doutora em Engenharia 4º REGIME DE TRABALHO + 15 anos + 15 anos + 15 anos Tempo Integral 86 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 DISCIPLINA SEMESTRE DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA REGIME DE TRABALHO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Elétrica/USP Análise FísicoQuímica Bioquímica Aplicada a Engenharia Ambiental 4º 4º Sandra Virgínia Bacharel em Farmácia/UFBA Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Tempo Integral + 15 anos Tempo Integral + 15 anos Ury Gomes Bacharel em Engenharia Mecânica/UGF Especialista em Engenharia Econômica/FVC MBA em Distribuição e Logística/UCSal 8.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE: Conforme legislação específica, todos os Cursos da Faculdade Dom Pedro II instituíram seus respectivos Núcleos Docentes Estruturantes. No Curso de Engenharia, o NDE foi constituído pelos professores que participaram da construção do Projeto Pedagógico do Curso, que se reuniram regularmente para fins de análise, idealização, deliberação e construção de procedimentos acadêmicos referentes ao Curso, funcionando como o staff da Coordenação do Curso. DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA Bacharel em Farmácia/UFBA Sandra Virgínia Mestra em Química / UFBa Doutora em Química / UFBa Graduado em Formação de Oficiais / APM Licenciado em História / UFBa Bacharel em Teologia / FBB – EST Valmir Martins Bacharel em Administração / FBB Especialista em Org. e Proc. do Ensino Superior / FIM Mestre em Administração / UFBa Doutor em Desenvolvimento REGIME DE EXPERIÊNCIA TRABALHO PROFISSIONAL Tempo Integral +15 anos Tempo Integral + 20 anos 87 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 DOCENTE FORMAÇÃO ACADÊMICA REGIME DE EXPERIÊNCIA TRABALHO PROFISSIONAL Regional e Urbano / UNIFACS Pos-Doutor em Política e História Tempo Integral Coordenador Bacharela em Engenharia de Minas – UFBA Licenciada em Geografia – UCSal Especialista em Metodologia da Educação Superior – FBB Especialista em Planejamento e Técnicas do Cláudia Cristina Ensino Superior - FIM Rios Caxias da Mestrado em Geografia – Costa Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Doutorado em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC MG) Pós-Doutora em Geografia – Tratamento da Informação Espacial (PUC Minas) Tempo Integral + 15 anos Graduada em Processamento de Dados / FRB; Bacharela em Administração / FBB Licenciada em Química / FACE Especialista em Alaíde Barbosa Educação/FIM Especialista em Redes de Computadores/UNIFACS Especialista em Segurança no Trabalho/FDL Mestra em Redes de Computadores/UNIFACS Doutora em Engenharia Elétrica/USP Bacharel em Engenharia Mecânica/UGF Especialista em Engenharia Ury Gomes Econômica/FVC MBA em Distribuição e Logística/UCSal Tempo Integral + 15 anos Tempo Integral + 15 anos 88 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 8.4 COLEGIADO DO CURSO: Conforme Art° 64 do Regimento Interno, todos os Cursos de Graduação da Faculdade Dom Pedro II dispõem de Colegiado de Curso, que são órgãos consultivos em matéria acadêmico-administrativa e disciplinar, e deliberativos em matéria técnico-científica e didático-pedagógica da Faculdade, constituídos pelo Coordenador do Curso, pelos docentes que compõem o Colegiado e por um (1) representante do Corpo Discente do respectivo Curso, indicado pelo seu Diretório Acadêmico. Preside o Colegiado a Coordenador Geral e a Coordenador Adjunto do Curso, na ausência dos mesmos, o Professor Titular mais antigo no magistério da Faculdade, com preferência para o mais idoso, em caso de empate. O Colegiado se reúne, ordinariamente, uma vez por trimestre, e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Geral da Faculdade, pelo Diretor Acadêmico ou pelo Coordenador de Curso ou a requerimento de um terço (1/3), no mínimo, de seus membros. O Colegiado funciona e delibera com a presença da maioria absoluta de seus membros, decidindo por simples maioria de votos. Nenhum membro do Colegiado pode votar em assunto de seu interesse pessoal direto. O Presidente do Colegiado tem direito apenas ao voto de qualidade. De cada reunião, é lavrada a ata pelo Secretário Acadêmico da Faculdade, devendo a mesma ser lida e aprovada pelos membros presentes. Cabe ao Colegiado de Curso: I - pronunciar-se sobre convênios ou acordos com outras entidades, repartições ou associações nacionais e estrangeiras; II - opinar, em casos de recurso, sobre questões acadêmico-administrativas, de ensino, didática ou disciplinares, a serem submetidas ao Conselho Superior de Ensino; III - aprovar os planos de cursos da Faculdade; IV - aprovar os planos específicos dos cursos extraordinários, seus programas e docentes participantes; V - acompanhar a execução do regime didático, especialmente no tocante à coordenação, cumprimento de programas aprovados e atividades de pesquisa; VI - aprovar os programas das disciplinas e os currículos dos cursos; VII - aprovar programas de ensino para realização entre os períodos letivos; 89 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 VIII - decidir questões sobre: a) matrícula, exames, trabalhos escolares e transferências para a Faculdade, em grau de recurso; b) serviços técnicos e administrativos; XIX - responder consultas que lhe forem encaminhadas pelo Conselho Superior de Ensino e pela Diretoria da Faculdade; X - indicar o Encarregado do Núcleo de Prática Profissional do respectivo Curso; XI - opinar sobre a admissão e dispensa de professores; XII - fixar, anualmente, o número de monitores, fazendo-o antes do início do primeiro período letivo, e pronunciar-se sobre propostas de contratação; XIII - apreciar representações contra professores e pronunciar-se; XIV - desincumbir-se de outras atribuições não relacionadas neste artigo, mas a ele cominadas neste Regimento. 90 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 8.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA: 1º SEMESTRE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA Engenharia Ambiental: conceituação, posição nas engenharias e ciências ambientais, áreas de atuação e estrutura do Curso. Atribuições profissionais e ética profissional. Relações de humanidades, ciências sociais e cidadania. A natureza (fenômenos naturais) e as modificações e impactos ambientais das atividades humanas. Ecologia, ecossistema e conseqüências de poluição na água, ar e solo. Conceitos gerais de saúde ambiental, epidemiologia, meio ambiente e doenças, saneamento básico e ambiental, prevenção de doenças e qualidade de vida. Escala de processos e de impactos ambientais. Conservação Ambiental. Noções de gestão ambiental. Palestras, audiovisuais, seminários e visitas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Pearson Education, 2006. VARGAS, M. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro: Globo, 1985. VON SPERLING; M. Introdução a Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos – Vol.1. Belo Horizonte, 2 ed. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO NETTO, J. M. de. Manual de Saneamento de cidades e edificações. São Paulo: Pini, 1991. MOTA, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 3a ed. Rio de Janeiro: ABES, 2003. 416p. PHILIPPI JÚNIOR, A. Saneamento do Meio. São Paulo. Fundacentro, Faculdade de Saúde Pública; USP, 1992. VON SPERLING; M. Principios Básicos do Tratamento de Esgotos – Vol. 2. Belo Horizonte, 2 ed. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; UFMG, 1996. METODOLOGIA CIENTÍFICA EMENTA: Conceitos básicos da metodologia científica, fundamentos de epistemologia. Relação entre conhecimento, ciência e sociedade. Ciência e método científico. ABNT. Iniciação à prática científica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BASTOS, Cleverson; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à Metodologia Científica. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. 340p. 91 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 LIBANIO, João Batista. Introdução à vida intelectual. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Maria Margarida de. Metodologia do trabalho científico. 7ed. São Paulo: Atlas, 2006. IDE, Pascal. A arte de pensar .2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. Teoria da ciência e prática de pesquisa. 25. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2007. GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR EMENTA: Vetores no plano e no espaço. Produtos de Vetores. Equações das Retas, Planos e Cônicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; RIBEIRO, V. L. F. F.; WETZLER, H. G. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Harber & Row do Brasil, 1986. 411p. LIPSCHUTZ, S. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CALLIOLI, Carlos A; COSTA, Roberto Celso Fabricio; DOMINGUES, Hygino H. Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, c1990. REIS, Genésio Lima dos. Geometria Analítica. Rio de Janeiro: LTC,1996 STEINBRUCH, Alfredo. Geometria Analítica. São Paulo: Makron, 2002. WINTERLE, P. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 2000. ESTUDOS SÓCIO-HUMANÍSTICOS EMENTA: Objeto e Objetivos das ciências sociais. Conceitos básicos para a compreensão dos processos sociais. Estudos sobre a evolução do homem. Fundamentos do comportamento individual e grupal. Formação da sociedade brasileira, Relações Étnico-raciais, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. Família e Religião. Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura como instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica cultural das sociedades contemporâneas. Cultura organizacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OLIVEIRA, Pérsio Santos. Introdução a Sociologia. São Paulo: Ática, 2002 MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: Uma Introdução. São Paulo: Atlas, 2001 DAMATTA, Roberto. Relativizando – uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro. Rocco, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DAMATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil. Rio de Janeiro. Rocco, 1998. 92 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 GUARESCHI, Pedrinho. Sociologia crítica: alternativas de mudança. 53. ed. Porto Alegre: EDIPURCRS, 2008. SOARES, Francisco Lima. Introdução à sociologia. Imperatriz: Ética, 2009 TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à Sociologia. São Paulo. Atual, 1983 DESENHO TÉCNICO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA EMENTA Pela utilização do software IntelliCAD em Laboratório, serão apresentados: o modelamento geométrico 2D auxiliado por computador; escrita e cotagem em desenhos técnicos assistidos por computador; elaboração de desenhos perspectivos, ortográficos e cortes em editor gráfico computacional e fluxogramas industriais (projetos de fluxogramas industriais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, Thomaz Ewing; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. São Paulo: Globo, 2005. MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, G. Desenho técnico mecânico: o desenho geométrico. Rio de Janeiro: Hemus, 2008. 4 v. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2º grau e faculdades de arquitetura. 4. ed. rev. e atual. São Paulo: Edgard Blücher, c2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEAKE, James L.; BORGERSON, Jacob L.; BIASI, RONALDO Sérgio de (Trad. ). Manual de Desenho Técnico Para Engenharia: desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2010. 288p. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2008. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2007. GIESECKE, F. E. et al. Comunicação gráfica moderna. Porto Alegre: Bookman, 2002. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. BIOLOGIA AMBIENTAL EMENTA Ecossistemas. Energia nos sistemas ecológicos. Ciclos biogeoquímicos. Fatores limitantes. Dinâmica de populações. Comunidades. O desenvolvimento e a manutenção do equilíbrio ecológico. Origem da vida. Teorias da evolução. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ODUM, E.P. Ecologia. 5 Edição, Editora Pioneira Thompson, 2009. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. FUTUYMA, D.J. Biologia evolutiva. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LINHARES, S. Biologia das populações: Genética, ecologia e evolução. São Paulo: Ática, 2002. LUTZENBERGER, J. Manual de ecologia: do jardim ao poder – vol. 1 e 2ª. Ed. Porto Alegre: Artemed, 2006. SOARES, J. L. Biologia: seres vivos, evolução e ecologia. São Paulo: editora scipione ltda, 1986. 93 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 YOLANDA, R. Ecologia. 2ª ed. São Paulo: Nobel, 1996. QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL EMENTA Propriedades físicas e químicas dos compostos, termoquímica, os elementos químicos e a diversidade dos materiais, introdução às funções orgânicas e inorgânicas, a indústria e química ambiental. Operações Fundamentais em Laboratório de Química; Ligação química ácido e base, equilíbrio químico, hidrólise; soluções: pH; solubilidade; complexação e oxi-redução; Reações químicas; teoria da dissociação eletrolítica; balanceamento químico. Estequiometria. Identificação de cátions e ânions Efeito do Ion-Comum; SoluçãoTampão; Hidrólise Salina; Métodos de Análise Química; Análise Volumétrica; Eletroquímica, Titrimetria. Gravimetria, Introdução à Química Orgânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. LEE, John David. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. RUSSEL, John Blair. Química geral: v.1. 2. ed. São Paulo: Pearson, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARIAS, Robson Fernandes de. Química Geral no Contexto das Engenharias. São Paulo: Átomo, 2011. HOLMES, Thomas; BROWN, Lawrence S. Química Geral - Aplicada À Engenharia. Porto Alegre: Cengage Learning, 2011. SOLOMONS, T. W. Grahan; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. v.1. SHRIVER, Duward Felix; ATKINS, Peter W. Química inorgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. 2º SEMESTRE FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO EMENTA: As teorias organizacionais e os modelos gerenciais na organização do trabalho. Planejamento e gestão de serviços. Funções de administração e planejamento em órgãos da administração pública, empresas e organizações da sociedade civil. RH, finanças, orçamento e logística de empreendimentos organizacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. São Paulo. Makrom,2000. MAXIMIANO, Antônio César A. Introdução à Administração. São Paulo. Atlas, 2004 MOTTA, F. C. P.; VASCONCELOS, I. F. G. de. Teoria Geral da Administração. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 2002. 94 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAUJO, L. C. G. de. Teoria Geral da Administração: aplicação e resultados nas empresas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2004. MAXIMIANO, Antonio C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana a revolução digital. 6 ed. São Paulo: Editora Atlas, 2004. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Introdução À Administração. Edição Compacta. São Paulo: Atlas, 2009. TAYLOR, Frederick Winslow. Princípios de Administração Cientifica. São Paulo: Atlas, 2010. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I EMENTA (1) Conceitos e aspectos gerais da teoria de funções e modelagem matemática. (2) Funções lineares como base de análise. (3) Taxas de variação e suas aplicações. (4) As derivadas de uma função e sua relação com as taxas de variação. (5) Otimização de funções de uma variável. (6) Diferenciais e a estimação de erros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. HUGHES-HALLET, Deborah et al. Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUGHES-HALLET, Deborah. Cálculo e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo - A Funções Limite Derivação Integração. 6ª Ed. São Paulo: Makron, 2010. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo Vol. 1,2, 3 e 4. Rio de Janeiro: LTC, 2001 FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I EMENTA: Cinemática: conceitos preliminares, velocidade média, velocidade instantânea, equações do movimento, representação gráfica, movimento uniforme e variado, queda Livre. Dinâmica: vetores, massa, força, tipos de força (contato e campo), forças peso, normal, tração e de atrito, Leis de Newton. Equilíbrio de Partícula e Corpo Rígido. Impulso, Quantidade de Movimento e Colisões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HEWITT, P. G. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. v.1, 2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 95 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física. v.I, II. 12.ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. SERWAY, R. A.; JR., J. W. J. Princípios de física. v.1. São Paulo: Thomson Learning, 2004. MOSCA, Gene. Física, Vol 1 para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2009. ALONSO, Marcelo. Física um curso universitário. 2ª. ed. São Paulo, 2011. 481 p. (v.1) CARTOGRAFIA, TOPOGRAFIA E GEODÉSIA EMENTA Evolução histórica da cartografia. Técnicas de representação. Cartografia básica. Interpretação de cartas topográficas. Cartografia temática. Importância da topografia na Engenharia Ambiental. Unidades de medidas. Medidas Lineares e Angulares. Planimetria: levantamento de poligonais de pequenas e grandes dimensões; azimutes e rumos; coordenadas parciais e erro linear; coordenadas totais e cálculo analítico de áreas; áreas extra e intrapoligonal. Altimetria: altitude e cotas; nivelamento geométrico; curvas de nível; taqueometria; terraplenagem industrial. Problemas notáveis de campo. Noções de aerofotogrametria e fotointerpretação. Sensoriamento Remoto. Sistemas sensores e aplicações. Interpretação de imagens. Noções de geoprocessamento. Processamento de imagens. Manipulação de mapas temáticos. Modelagem numérica do terreno. Análise espacial. Geração de carta e impressão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUARTE, P. A. Cartografia Básica. Editora da UFSC. Florianópolis, 1988. DUARTE, P. A. Escala-fundamentos. Editora da UFSC, Florianópolis, 1989. BORGES, A. de C. - Exercícios de Topografia. S. Paulo. Edgard Blücher, volumes 1 e 2, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESPARTEL, L. - Curso de Topografia. Ed. Globo, 1983. FITZ, P. R. Cartografia Básica. Canoas/RS: Centro Universitário La Salle, 2005. KOFFLER, N. F. Introdução ao Sensoriamento Remoto. UNESP, 1992. MOREIRA, A. M. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. Editora UFV (Universidade Federal de Viçosa), 3 edição, 2007, 320p. QUÍMICA INORGÂNICA EMENTA Revisão de modelos de ligação química. Simetria molecular. Moléculas poliatômicas e sólidos. Simetria de orbitais. Orbitais moleculares aplicados a sólidos. Ácidos e Bases de Bronsted. Ácidos e Bases de Lewis. Oxidação e redução. Hidrogênios e seus compostos: propriedades, classificação, reatividades e hidretos. 96 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, H.L.C.; Química Inorgânica uma introdução, 1a edição, UFMG: Belo Horizonte, 1992. LEE, J.D.; Química Inorgânica não tão concisa, tradução da 5a edição inglesa, Editora Edgard Blucher: São Paulo 2000. SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W.; LANGFORD, C.H.; Inorganic Chemistry, Oxford University Press: Oxford, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUHEEY, J.E; KEITER, E.A.; KEITER, R.L.; Inorganic Chemistry, 4th edition, New York Harper Collins College Publishers, 1993. LIMA, W. N. Química Inorgânica Experimental: guia de trabalhos e ensaios de laboratório – curso introdutório. Belém: Editora Universitária UFPA, 1993. OHLWEILWER, O.A.; Química Inorgânica, vol. 1, Editora Edgard Blucher, 1973. VOGEL, A.I. Química Analítica Qualitativa. São Paulo: Editora Mestre Jou. 5ª edição. 1981. ECOLOGIA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA Ecologia, Ecossistemas, Cadeias e redes alimentares. Estrutura trófica, Pirâmides ecológicas, Fatores limitantes, Dinâmica das populações, Interações ecológicas, Conceitos de habitat e nicho ecológico, Estrutura das comunidades e sucessão, Princípios de fluxo de energia, Energia e diversidade, Modelos de fluxo de energia em diferentes ecossistemas (sistemas terrestre e aquático, áreas urbanas e rurais), Aplicações de ecologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ODUM, E.P. Fundamentos de ecologia. Editora Pioneira Thomson 5° edição, 2007, 612p. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistema. Editora Artmed, 4.ed., 2007, 752p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORSON, W. Manual global de ecologia: o que você pode fazer a respeito da crise do Meio Ambiente. São Paulo, Editora Augustus, 1993, 412p. LUTZENBERGER, J. Manual de ecologia: do jardim ao poder – vol. 1 e 2ª. Ed. Porto Alegre: Artemed, 2006. MARGALEF, R. Teoria de los sistemas ecológicos. Universitat de Barcelona. Barcelona, 1991, 290p. RICARDO MOTTA PINTO-COELHO. Fundamentos em Ecologia. Editora Artmed, 2000, 256p. 97 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 3º SEMESTRE CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II EMENTA Funções exponenciais e logarítmicas e suas derivadas. Funções trigonométricas e suas derivadas. Antiderivadas e a integral indefinida. O Teorema Fundamental do Cálculo e a integral definida. Aplicações das integrais. Métodos avançados de integração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. HUGHES-HALLET, Deborah et al. Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BIVENS, Irl C.; ANTON, Howard; DAVIS, Stephen L. Cálculo Vol. 1 e 2. São Paulo: Artmed, 2007. FLEMMING, Diva Marilia. Cálculo - A Funções Limite Derivação Integração - 6ª Ed. São Paulo: Makron, 2010. WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 2 v. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II EMENTA: Trabalho realizado por uma Força, Potência, Teorema do Trabalho-Energia, Lei de Hooke, Forças Conservativas, Lei da Conservação de Energia, Energia Mecânica, Energia Cinética, Energia Potencial Gravitacional, Energia Potencial Elástica, Movimento Circular (revisão), Energia Cinética Rotacional, Momento de Inércia, Teorema dos Eixos Paralelos, Conservação de Energia (considerando a rotação), Momento Angular, Conservação do Momento Angular (colisões envolvendo rotação). Temperatura, Transferência de Calor e Dilatação Térmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HEWITT, P. G. Física conceitual. 9.ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5.ed. São Paulo: Makron Books, 1991. TIPLER, P. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. v.1, 2. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOSCA, Gene. Física, Vol 2 para Cientistas e Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC, 2009. SERWAY, R.A.; JR., J.W.J. Princípios de física. v.1. São Paulo: Thomson Learning, 2004. 98 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física. v.I, II. 12.ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. VILLAS BÔAS, Newton. Tópicos de física 2: termologia ondulatória e óptica . 16ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 512 p. ( v.2 ) QUÍMICA ORGÂNICA EMENTA Introdução à Química Orgânica aplicada a engenharia ambiental. Principais funções orgânicas - nomenclatura, propriedades físico-químicas e reacionais. Forças de interações intermoleculares (Van der Walls, dipolo-dipolo, ponte de hidrogênio). Polaridade e solubilidade de compostos. Acidez e basicidade de compostos orgânicos. Isomeria (plana e espacial). Reações orgânicas (adição, eliminação, substituição e oxidação). BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALLINGER, L. N. Química orgânica, 2. ed, Editora Guanabara Dois, São Paulo, 1978. MCMURRY J. Química Orgânica, V.1, 4ª edição, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1997. MCMURRY J. Química Orgânica, V.2, 4ª edição, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUSSEL, J. B. Química geral . 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1994. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 1996. SOLOMONS, T.W.G; FRYLE. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC. (v.1 e v.2) 1996. VOGEL, A. I. Química Orgânica: análise orgânica qualitativa. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1986. v.1 e v2. SOCIEDADE, ÉTICA E MEIO AMBIENTE EMENTA Concepções e princípios éticos e filosóficos da relação sociedade e natureza. Modernização, ciência e desenvolvimento. Ecologia e Economia Política. Meio ambiente, sustentabilidade e Globalização. Meio Ambiente, condições de vida e sociedade de risco. A Sustentabilidade sócio-ambiental e as ciências sociais. Políticas de educação ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, S. B.; GUERRA, J. (Orgs.). A questão ambiental: diferentes abordagens. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2003. GOLDENBERG, M. Ecologia, Ciência e Política. Rio de Janeiro: Editora Revan, 1992. SACHS, I. Ecodesenvolvimento -crescer sem destruir. São Paulo: Vértice, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALTVATER, E. O preço da riqueza. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995. ARENT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989. 99 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 BAUMAN, Z. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. FERREIRA, L.C; VIOLA, E. (Orgs.). Incertezas da Sustentabilidade na Globalização. 2. ed. São Paulo: Editora da Unicamp, 1996. NOVAES, A. (org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ESTATÍSTICA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA Estatística Descritiva. Conceitos Básicos de Modelos Probabilísticos. Introdução à Probabilidade: modelos matemáticos, Teoria dos Conjuntos, espaço amostral. Espaços Amostrais Finitos: métodos de enumeração. Variáveis Aleatórias Unidimensionais: variáveis aleatórias discretas e contínuas. Valor Esperado e Variância. Distribuições de Variáveis Aleatórias Discretas: distribuições de Poisson, Binomial, Geométrica, Hipergeométrica, Multinomial e de Pascal. Distribuições de Variáveis Aleatórias Contínuas: distribuições Normal, Exponencial, Gama, Quiquadrado, Normal Bidimensional, distribuição de Weibull e Truncadas. Aplicação de probabilidade: confiabilidade ( definição de função de confiabilidade, taxa de falha) e teoria de decisão. Amostragem e Distribuições Amostrais (t, quiquadrado e F); Inferência Estatística: Estimação e Testes de Hipóteses. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEVORE, J.L. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. Editora Thomson, 2006. FARIAS, Alfredo Alves; SOARES, José Francisco; CÉSAR, Cibele Comini. Introdução à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C., Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Editora, LTC, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HINES, William W.; GOLDSMAN, David M.; MONTGOMERY, Douglas C. Probabilidade e Estatística na Engenharia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antônio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP, 2005. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: Probabilidade e Inferência. São Paulo: Pearson, 2009. TRIOLA, Mário F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. GEOLOGIA AMBIENTAL EMENTA Fundamentos de geologia ambiental: materiais e processos geológicos; solos e ambiente. Riscos e processos geológicos: riscos naturais; rios e inundações; deslizamentos de terra; terremotos; atividades vulcânicas; riscos costeiros. Aspectos geológicos de saúde ambiental. Fundamentos de geofísica. Geoquímica ambiental: águas superficiais e subterrâneas e o transporte de elementos; elementos essenciais e tóxicos; métodos analíticos. Recursos minerais e meio ambiente. Mudanças Globais (uso da terra e tomada de decisão). Mudanças Globais e a ciência do 100 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Sistema Terrestre. Avaliação e uso da terra. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITAR. O.Y.; Curso de Geologia Aplicada ao Meio Ambiente ABGE/IPT (Série Meio Ambiente), São Paulo, 2ª reimpressão, 1995, 247 p. KELLER, E.A. Environmental Geology. Prentice Hall: 2000, 8º edição, 562p. OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de Engenharia, ABGE, São Paulo, 6ª reimpressão, São Paulo, 1998, 587 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (orgs.) A Questão ambiental. 3ªed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. FENZL, N. Introdução à hidrogeoquímica. Belém, Universidade Federal do Pará, 1988, 190 p. ROHDE, G.M. Geoquímica Ambiental e Estudos de Impacto. Editora: Signus, 3ª edição, 2004, 174 p. WINCANDER. R.; MONROE, J. S. PETERS, K. Fundamentos de Geologia. Tradução e adaptação: CARNEIRO, M. A. São Paulo: Cengage Learning, 2009 4º SEMESTRE CIÊNCIA DOS MATERIAIS EMENTA: Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais. Estrutura Atômica dos Materiais. Imperfeições em Sólidos. Materiais Metálicos. Diagramas de Fases. Processamento de Materiais Metálicos. Materiais Cerâmicos. Materiais Poliméricos. Materiais Compósitos e Madeiras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALLISTER, William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2008. VAN WLACK, L. H. Princípios de ciência dos materiais. Rio de Janeiro: Campus, 1970. SHRIVER, Duward F; ATKINS, P. W. Química inorgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KITTEL, C. Introdução à Física do Estado Sólido. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. CALLISTER, William D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais: uma abordagem integrada. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2006. xix, 702 p. PARETO, Luis. Resistência e Ciência dos Materiais. São Paulo: Hemus, 2003. POPOV, Egor Paul. Introdução À Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III EMENTA: 101 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Carga Elétrica, Eletrização, Lei de Coulomb, Campo Elétrico (linhas de força), Potencial Elétrico, Corrente Elétrica, Densidade de Corrente, Circuito Simples, Resistência Elétrica, Lei de Ohm, Resistividade, Associação de Resistores, Voltímetro e Amperímetro, Reostatos e Fusíveis, Efeito Joule, Energia e Potência Elétrica, Regras de Kirchhoff, Ímã / Bússola, Linhas de Indução, Campo Magnético, Força Magnética, Transformador, Lei de Faraday (fluxo magnético), Lei de Lenz. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KELLER, F. J; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física. v.2. São Paulo: Makron Books, 1999. HEWITT, Paul G. Física conceitual. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 3 v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1994. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física. v.2 e 3. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. EISBERG , Robert. Fundamentos de Física Moderna. São Paulo: Limusa, 1996. HAZEN, Robert M.; TREFIL, James. Física Viva - Uma Introdução À Física Conceitual - Vol. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: LTC, 2006. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III EMENTA (1) Séries numéricas e séries de funções. (2) Equações diferenciais ordinárias. (3) Transformadas de Laplace. (4) Sistemas de equações de primeira ordem. (5) Equações diferenciais parciais. (6) Séries de Fourier. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. LARSON, Ron; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. WEIR, Maurice D.; GIORDANO, Frank R. Cálculo: George B. Thomas: v. 1. 11. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HUGHES-HALLET, Deborah. Cálculo e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 1999. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 2 v. BIVENS, Irl C.; ANTON, Howard; DAVIS, Stephen L. Cálculo Vol. 1 e 2. São Paulo: Artmed, 2007. STEWART, James. Cálculo Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Thomson Pioneira, 2009. BIOQUÍMICA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA Introdução à Bioquímica; pH e Sistema Tampão; Proteínas; Vitaminas e Coenzimas; Enzimas - Cinética enzimática; Ácidos Nucleicos e seus Componentes; 102 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Carboidratos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3ª Edição Ed. Artmed 2006. LEHNINGER, A.. L. Bioquímica. 4a Edição. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 2006. STRYER, L. Bioquímica. 5a Edição Editora Guanabara Koogan Rio de Janeiro, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONN, E. E. & STUMPF, P. K. Introdução à Bioquímica. 5a Edição Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1995. OTTAWAY, J. H. Bioquímica da poluição. V. 29. São Paulo: EPU, 1982 VIEIRA, E. C., GAZZINELLI, G., MARES-GUIA, M. Bioquímlca celular. Ed. Atheneu, 1983. VILLELA, G.G., BACILA, M., TASTALDI, H. Bioquímica. Ed. Guanabara Koogan, 1978. ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA EMENTA Medidas de Pressão de Vapor; Utilização de Sistemas de Vácuo; Cálculo de entalpia de vaporização; Estudo de constante de equilíbrio de Indicadores; Efeito da força iônica sobre a solubilidade de sais; Condutância de soluções; Diagrama de fase Líquido; Vapor; Elevação do ponto de Ebulição por adição de soluto a solventes puros; Determinação de peso molecular; Volume molar parcial; Adsorção sobre carvão ativo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P.; PAULA, J. de. Físico-química. 7ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. CASTELLAN, G. W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MOORE, W. J. Traduzido por Tibor Rabockai. Físico-química. São Paulo: Blücher, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLAN, G. W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c1986. 527 p. FELTRE, Rica. Química: físico-química. 4º ed. São Paulo: Moderna. V.2 2001. SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C; ABBOTT, M. M. Introdução a Termodinâmica da Engenharia Química. São Paulo: McGraw-Hill, 2005. RANGEL, R. N. Práticas de físico-química. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. 316 p. INFORMÁTICA APLICADA EMENTA Conceitos Básicos de Computação e processamento de dados; Computadores. Desenvolvimento e campo de aplicação. Conceitos. Classificação; Tipos de armazenamento em computadores. Elementos básicos de algoritmos. Fluxogramas; Hardware e software; Processadores de texto; planilhas eletrônicas, apresentações 103 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 e outros softwares uso e aplicação para auxiliar na Engenharia Ambiental; Linguagem de programação e de Sistemas Operacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPRON, H.L., JOHNSON, J.A.; Introdução à Informática. Sã o Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2004 . MICROSOFT INC., Manual do Microsoft Office 2010. TORRES, Gabriel. Hardware: Curso Completo. 4ª Ed.: Rio de Janeiro, Excel Books, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROOKSHEAR, J. G., Ciência da Computação, Uma Visão Abrangente. 5ª ed. Bookman Companhia Editora, 2000. GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. NORTON, Peter - Desvendando o PC - Editora Campus, 1996. WIRTH, N. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 5º SEMESTRE FENÔMENOS DE TRANSPORTE EMENTA Os tópicos tratados na disciplina são: (1) Introdução aos Fenômenos de Transporte: Propriedades dos Fluidos; Sistema de Unidades. (2) Análise Dimensional e Semelhança. (3) Transferência de Calor: Condução Unidimensional em Regime Permanente. (4) Transferência de Calor por Convecção. (5) Transferência de Calor por Radiação. (6) Transferência de Calor: Trocadores de Calor e Refrigeração. (7) Mecânica dos Fluidos. (8) Fundamentos de Escoamento dos Fluidos. (9) Medidas de Escoamentos dos Fluidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOX, Robert W.; McDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROMA, Woodrow Nelson Lopes. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. São Paulo: Rima, 2003. MUNSON, Bruce Roy; OKISHI, Theodore Hisao; YOUNG, Donald F. Uma introdução concisa à mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Bluncher, 2005. CIMBALA, John M.; CENGEL, YUNUS A. Mecânica dos Fluidos - Fundamentos e Aplicações. São Paulo: Mcgraw-hill Interamericana , 2007. WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Arthmed, 2010. MICROBIOLOGIA APLICADA A ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA 104 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Técnicas microbiológicas. Características e classificação dos microrganismos. Características morfológicas das células procarióticas e eucarióticas. Metabolismo microbiano. Controle dos microrganismos. Indicadores Biológicos. Microbiologia Ambiental (métodos clássicos e avançados para o estudo de microrganismos de interesse ambiental). Microbiologia Sanitária. Microbiologia Industrial. Biorremediação. Biodegradação de poluentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, H. R.;TORRES, B.B. Microbiologia Básica. Atheneu, 1999. MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. Microbiologia Ambiental. 2º Ed. EMBRAPA MEIO AMBIENTE: Jaguariuna, 2008. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. Atheneu, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MADIGAM, M.; MARTINKO, J.M; PARKER, J. Microbiology de Brock. 12º Ed. Prentice Hall. 2010. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Editora Blücher, 1995. MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J. Microbiologia e bioquímica do solo. Universidade Federal de Lavras. 2002.625 p. ODUM, E.P. Ecologia. 5 Edição, Editora Pioneira Thompson, 2009. MODELAGEM MATEMÁTICA EM SISTEMAS AMBIENTAIS EMENTA Introdução. Problemas na engenharia: análise e síntese. Etapas na resolução de problemas: identificação, formulação e solução. Modelos matemáticos: modelos "exatos" e "aproximados"; soluções "exatas" e "aproximadas"; métodos analíticos e numéricos de solução. Problemas fechados e problemas abertos. Introdução à técnica e arte da formulação de problemas de engenharia. Leis fundamentais e operações de balanço. Exemplos de balanços: balanços de massa, energético e financeiro. Leis particulares e relações constitutivas. Estudos de casos de modelagem. Análise de sistemas ambientais. Modelação de sistemas: princípios básicos e principais equações. Soluções analíticas. Métodos numéricos e modelos numéricos. Otimização. Aplicações práticas da modelação matemática em sistemas ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Numerical Methods for Engineers. McGraw Hill, 1985. SCHAMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada e Cálculo de Reatores. Editora: Guanabara Dois, 2a edição, 1998, 400 p. VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios volume 7. Editora UFMG (publicação do DESA), 2007 588p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHEN, P. Modelagem de dados. São Paulo: McGraw-Hill, 1990 CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. FOGLER, H. S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 3ª edição, 2002, 893 p. 105 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 GOMES, A. G. Modelagem de ecossistemas. Santa Maria: Ed. UFSM, 2004. LARSON, R. E.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Cálculo com aplicações. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. AVALIAÇÃO, MANEJO E CONSERVAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS EMENTA Principais teorias sobre conservação e manejo de recursos naturais, com ênfase para conservação da biodiversidade. Sistema Nacional de Unidade de Conservação; Estudos de caso sobre manutenção de comunidades naturais em áreas de preservação e conservação. Interações entre o ambiente físico e biótico, do ponto de vista conservacionista. Técnicas de manejo aplicadas a populações e comunidades naturais e sujeitas a diferentes tipos e níveis de perturbação. Seleção e utilização de bioindicadores que possam auxiliar o monitoramento das estratégias de conservação e recuperação de áreas naturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistema. Editora Artmed, 4.ed., 2007, 752p. ODUM, E.P. Fundamentos de ecologia. Editora Pioneira Thomson 5° edição, 2009, 612p. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO, S.M. Energia e meio ambiente. São Paulo, Moderna, 1990. 96p. MIRANDA, F. H. Curso de manejo florestal: módulo III - Manejo de ecossistemas das florestas tropicais naturais. Brasília, ABEAS, 1988. 93 p. SILVA, A.M.; SCHULZ, H.E.; CAMARGO, P. B. Erosão e hidrossedimentologia de bacias hidrográficas. Editora Rima:São Carlos – SP, 2003, 138 p. SILVA, A. M. Ecologia de Paisagem – Fundamentos e Aplicações. Editora Papel Virtural. 2004. SILVA, L.L. Ecologia. Manejo de áreas silvestres. Santa Maria: UFSM, CEPEF, FATEC, 1992. HIDROLOGIA EMENTA Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Noções sobre aproveitamento múltiplo e gerenciamento de recursos hídricos. Medidas e características climatológicas. Levantamento de dados para estudos hidrológicos. Precipitação. Fluviometria. Escoamento superficial e teoria do hidrograma unitário. Curvas de duração. Infiltração. Interceptação. Evaporação e evapotranspiração. Controle e previsão de enchentes. Regularização de vazão. Águas subterrâneas. Estatística aplicada a vazões extremas. Hidrologia urbana, relações intensidade-duração-freqüência e método racional. Efeitos da urbanização sobre as inundações. Propagação de cheias em canais e reservatórios. Modelos matemáticos em hidrologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RIGHETTO, A.M. Hidrologia e recursos hídricos. São Carlos: EESC/USP, 106 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 1998. TUCCI, C.E.M. Hidrologia: ciência e aplicação. São Paulo: ABRH e EDUSP: 1993. Coleção Recursos Hídricos, v.4. TUCCI, C.E.M.; PORTO, R.L.L.; BARROS, M.T. Drenagem urbana. São Paulo: ABRH e EDUSP, 1993. Coleção Recursos Hídricos, v.5. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial, Ed. Edgard Blucher.1985 PORTO, R.L.L. Hidrologia ambiental. São Paulo: ABRH, 1991. RAMOS, F. et al. Engenharia hidrológica. São Paulo: ABRH e UFRJ, 1989. Coleção Recursos Hídricos, v.2. TOMAZ, P. Cálculos hidrológicos e hidráulicos para obras municipais. São Paulo: Navegar, 2002. GEOMORFOLOGIA E PEDOLOGIA EMENTA Processos geológicos; fatores e processos de formação do solo, formação das rochas, evolução cronológica da terra. O solo e sua distribuição geográfica. O processo de intemperísmo nas diferentes regiões do globo terrestre. Principais propriedades físicas e químicas dos solos. Classificações taxonômicas e utilitárias dos solos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPUTO, H.P. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6ª edição. Editora: LTC (Grupo GEN), 1988, 248 p. PALMIERI, F. E LARACH, J.O.I. Pedologia e Geomorfologia. In: Guerra, A.J. e Cunha, S.B. (org.) Geomorfologia e Meio ambiente, Bertrand Brasil, 1996, p. 59122. PINTO, C.S. Curso básico de mecânica dos solos. 3ª edição. Editora: Oficina de Textos, São Paulo, SP, 2003, 356 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GAIOTO, N. Maciços e Obras de Terra. S. Carlos, EESC/USP, 1983. GAIOTO, N. Barragens de Terra e de Enrocamento. S. Carlos, EESC/USP, 1983. LEPSCH, I.F. Formação e conservação dos solos. Oficina de textos. São Paulo. 2002, 177p. OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de Engenharia, ABGE, São Paulo, 1998. RESENDE, M. E OUTROS. Pedologia: base para distinção de ambientes. NEPUT. Viçosa. 2002, 338 p. GEOTECNIA AMBIENTAL EMENTA Geotecnia e meio ambiente. Aspectos geológicos-geotécnicos influentes nos problemas ambientais. Movimento das águas nos solos. Distribuição de pressões nos solos. Compressibilidade, adensamento e compactação. Interação solocontaminante e atenuação geoquímica. Fluxo e transporte de contaminantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 107 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE, 1998. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. GUERRA, A.J.T., Cunha, S.B. Geomorfologia e meio ambiente, Bertrand do Brasil, 2a. edição, 1998, 394p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLOOM, A.L. Superfície da Terra. Edgard Bluccher/Edusp, 1998,184p. NEVES, A.C. Introdução à mineralogia prática. Canoas: ULBRA, 2002. NUNES, B.A. (coord.) Manual técnico de geomorfologia. Rio de Janeiro: IBGE, 1995. Manuais Tecnicos em Geociencias, n.5. PINTO, C.S. Curso básico de mecânica dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. SOUZA, J.G. (coord.) Manual técnico de pedologia. Rio de Janeiro, 1995. Manuais Tecnicos em Geociencias, n.4. 6º SEMESTRE SENSORIAMENTO REMOTO EMENTA Banco de dados, projeto e planos de informação. Modelo de dados. Entrada de dados. Pré-processamento. Processamento. Manipulação. Produção de mapas. Princípios físicos do sensoriamento remoto. Comportamento espectral de alvos. Imagens e fotos aéreas. Imagens orbitais. Fotointerpretação. Aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. Conceitos Básicos de Sistemas de Informação Geográfica e Cartografia Aplicados à Saúde. Rede Interagencial de Informações para a Saúde. Brasília. Ministério da Saúde, 2000. MORAES NOVO, E. M. L. Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações. 2ªEdição. São Paulo: Edgard Blucher, 1992, 308p. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. São Jose dos Campos: INPE, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLORENZANO, T. G. Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. Oficina de textos. São Paulo, 2002. GARCIA, G.J. Sensoriamento Remoto - Princípios e Interpretação de Imagens. São Paulo, Nobel, 1982, 357 p. MARCHETTI, D.A.B. e GARCIA G. J. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. São Paulo: Ed. Nobel, 1977. ROSA, R. Introdução ao Sensoriamento Remoto, EDUFUC, 1990. HIDRÁULICA APLICADA À ENGENHARIA AMBIENTAL EMENTA Importância da hidráulica no dimensionamento de sistemas de transporte de água. Conceito de velocidade e de vazão. Escoamentos permanentes e não permanentes. Equação da continuidade. Aplicações. Tipos de energia: cinética, de posição e 108 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 "energia associada à pressão". Equação de Bernoulli. Perda de carga em condutos forçados: linha de energia e linha piezométrica. Dimensionamento de condutos forçados. Noções de redes de distribuição de água potável. Cálculo da potência do conjunto moto-bomba. Instalações de recalque. Tipos de bombas. Curvas características de bombas. Noções sobre a obtenção das curvas características. Ponto de funcionamento do sistema de bombeamento. Bombas em série e bombas em paralelo: cuidados na escolha das bombas. Escoamento em condutos livres. Tipos de movimento: permanente e não permanente; uniforme e variado. Perfis de velocidade. Fórmula de Manning. Cálculos de escoamentos em canais. Energia específica. Número de Froude. Tipos de medidores de vazão para condutos forçados. Critérios para a escolha mais adequada. Tipos de medidores de vazão para condutos livres e sua utilização em engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO NETTO, J. M. DE; ALVAREZ, G. A. Manual de Hidráulica, Vol. I E Ii. Editora: EDGARD BLUCHER, 1982, 723p. PIMENTA, C. F. Curso de hidráulica geral. Centro Tecnológico de Hidráulica. São Paulo, 1978. PORTO, R.M. Hidráulica Básica, 4A. Edição. Projeto Reenge, Eesc/Usp, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATISTA M.; LARA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. BH: UFMG, 2002. GIORGETTI, M. F. Fundamentos de Fenômenos de Transporte para Estudantes de Engenharia. 1. ed. São Carlos: P3E Produtos, Processos e Projetos Educacionais, 2008. v. 1000. 512 p. SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Livros Técnicos e Científicos, 1979. VENNARD, J.K.; STREET, R.L. Elementos de Mecânica dos Fluídos. Editora Guanabara Dois, 5ª edição, 1978, 687 pg. HIDROGEOQUÍMICA E HIDROGEOLOGIA EMENTA Através do conhecimento detalhado da composição química da água, por meio das análises, seus diversos tratamentos e sua interpretação, serão detalhados os problemas ligados ao comportamento e à ação das águas, a sua classificação e legislação de potabilidade e à poluição destas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESTEVES, F. de A. Fundamentos de limnologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602p HENRY, R. Ecótonos nas Interfaces dos Ecossistemas Aquáticos. Rima Editora. São Carlos, SP. 2003. 349p. WEIGHT, W. D.; SONDEREGGER, J. L. Manual of Applied Field Hydrogeology. McGraw-Hill Professional; 1 edition. 2001, 608 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALLOWAY, B.J. Heavy Metal in Soils, Blackie Academic & Professional, 1995, 368 p. DOMENICO, P.A.; SCHWARZ, F.W., Physical and Chemical Hydrogeology, JOHN 109 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 WILEY & SONS, NY, 1990, 824p. FETTER, C.W.. contaminant hydrogeology, MCMillan Publising co., NY, 1993, 485p. GARRELS, R.M.; CHRISTIE, C.L., Solution Minerals and Equilibria, HARPER & ROW, NY, 1964, 450p. QUÍMICA AMBIENTAL EMENTA Introdução a Química Ambiental. Ciclos Biogeoquímicos. Química da água e conceitos de poluição ou principais problemas ambientais. Química do solo e conceitos de poluição ou principais problemas ambientais. Fundamentos de Química Orgânica e meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAIRD, C. Química Ambiental, 2.ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2002. 622p. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H. ; CARDOSO, A. A., Introdução a Química Ambiental Bookman, 2ª Edição, 2009. SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W.M. Química Ambiental, Pearson Editora, 2ª Edição, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, L. C. A. Química Orgânica, Editora Universidade Federal de Viçosa, 1998. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2004. SARDELLA, A. Química. 5. ed. São Paulo: Ática, 2003. SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B., Química Orgânica. Vol. 1 e 2, Editora LTC/Gen, 2009. CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA EMENTA Balanço de energia e distribuição das temperaturas no planeta: a radiação solar que chega ao topo da atmosfera; o papel da atmosfera no balanço de energia; a energia incidente à superfície; as estações do ano e o papel da continentalidade e da marítimidade na distibuição de energia; distribuição das temperaturas superficiais e os gradientes térmicos verticais. Dinâmica e os sistemas atmosféricos: a umidade do ar; pressão atmosférica e ventos; as grandes células de circulação global, a distribuição das precipitações e os climas zonais; massas de ar, frentes e sistemas associados. As feições da topografia e a ocupação do solo: as escalas do clima; o uso do solo e as conseqüências da variabilidade climática. O clima no planejamento urbano e rural: os canais de percepção do clima urbano; o clima em áreas rurais e o planejamento agrícola. Sistemas de classificações: evolução dos conhecimentos e mudanças na concepção de clima; as classificações descritivas e separatistas; as classificações analíticas e sintéticas. Sistemas de aquisição de dados 110 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 meteorológicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYOADE, J. O. Introdução à Climatologia para os Trópicos. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 2003. OMETTO, J. C. Bioclimatologia vegetal. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Versão digital 2, Recife, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARENGO, J. A. Mudanças Climáticas Globais e seu Efeito sobre a Biodiversidade. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2006. MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia. Noções Básicas e Climas do Brasil. São Paulo: Ed. Oficina de Textos, 2007. PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia: fundamentos e aplicações. Guaíba: Agropecuária, 2002. VIANELLO, R. L.; A. R. Alves. Meteorologia básica e aplicações. Editora UFV, 2000, 449 pp. CONTROLE DA POLUIÇÃO AMBIENTAL EMENTA Aplicação e controle da qualidade das águas em rios, lagos e estuários. Análise matemática de modelos de movimento das águas em relação a sua qualidade. Uso de modelos matemáticos usados em engenharia ambiental para prever a qualidade das águas em rios e lagos. Composição e estrutura da atmosfera. Classificação dos poluentes. Fontes e efeitos da poluição atmosférica. Padrões de qualidade do ar. Ventilação industrial. Métodos de controle da poluição atmosférica; equipamentos de controle. Meteorologia e poluição atmosférica. Estabilidade do ar. Transporte e dispersão de poluentes atmosféricos. Monitoramento de poluentes atmosféricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARCHIBALD, J.M. Ventilação Industrial. Ed. Guanabara. Rio de Janeiro, 1990, 404 pg. BENN F. R. e MC AULIFFE C. A. Química e poluição. Editora da USP, 1981. MOTA, S. Preservação de recursos hídricos. Rio de Janeiro, ABES, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, B. DE A. Ecologia aplicada ao saneamento ambiental. Rio de Janeiro, ABES/BNH/FEEMA, 1980. EWING, G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química, Edgard Blucher, São Paulo, 1990, 2 v. FELLENBERG, GUNTER. Introdução aos problemas de poluição ambiental. São Paulo, EPV/SPRINGER/EDUSP, 1980. 196 p. MARGULIUS, S. Meio ambiente: aspectos técnicos e econômicos. Rio de Janeiro, IPEA/PNUD, 1990, 246p. 111 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 7º SEMESTRE RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS EMENTA Propiciar ao aluno os conhecimentos fundamentais da análise estrutural, explicitando as hipóteses simplificadoras e as premissas básicas dos modelos utilizados. Estudo das tensões e deformações sofridas pelos elementos estruturais quando submetidos a tipos de solicitações específicos. Análise de vigas isostáticas submetidas à flexão, acompanhada da análise das tensões normais que venham a surgir nas seções dessas vigas. Estudo do estado plano de tensões. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, F. P.; JOHNSTON, JR. E. R. Resistência dos materiais. 3.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1996. GERE, J. M. Mecânica dos materiais. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. NEWELL, James. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciências dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRAIG, JR. R. R. Mecânica dos materiais. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo: Erica, 2000. PARETO, Luis. Resistência e Ciência dos Materiais. São Paulo: Hemus, 2003. GEOPROCESSAMENTO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA E ANÁLISE AMBIENTAL EMENTA Bases conceituais e teóricas. Sistemas de informações geográficas (SIG). Métodos de abstração, conversão e estruturação em SIG. Potencial das técnicas de geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos ambientais. Instrumentalização de técnicas do geoprocessamento. Atividades práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂMARA, G. e DAVIS, C. Introdução. In: CÂMARA, G.; DAVIS, C. e MONTEIRO, A. M. V. (Ed.). Introdução à Ciência da Geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2003. p.1-5. MIRANDA, J. I. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2005. 425 p. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. São Jose dos Campos: INPE, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATISTELLA, M.; MORAN, E. F. (Orgs.) Geoinformação e monitoramento ambiental na América Latina. São Paulo: Senac São Paulo, 2008.283p. CÂMARA, G. et al. Fundamentos epistemológicos da ciência da 112 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001. FITZ, P. R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos. 2008. 160p. FLORENZANO, T. G. Imagens de Satélites para Estudos Ambientais. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 97p. MEIRELLES, M. S. P. (Ed.). Geomática: modelos e aplicações ambientais. Embrapa Informação Tecnológica. 2007. GESTÃO E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS E GASOSOS EMENTA Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente; Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água. Processos, operações e tecnologias utilizadas no tratamento de águas residuárias domiciliares e industriais. Tratamento, disposição final e reciclagem de resíduos líquidos. Leis regulamentadoras. Técnicas modernas aplicadas no tratamento de águas e efluentes líquidos de origem doméstica e industrial. Conceitos sobre poluição do ar. Medidas de emissões atmosféricas. Padrões de qualidade do ar. Medidas de preservação da qualidade do ar e mitigação de ruído. Equipamentos para tratamento das emissões atmosféricas. Projetos de sistemas de tratamento e controle de emissões de poluentes atmosféricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAIRD, C. Química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2002. JARDIM, W.F. Química ambiental. São Paulo: SBQ, 2001. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola, n.1. ROCHA, J.C.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A.A. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2005. VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Editora: DESA - UFMG, 1996, 211 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, J.B. Química: vida e ambiente. São Paulo: SBQ, 2003. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola, n.5. D'AMATO, C.; TORRES, J.P.M.; MALM, O. DDT: Toxidade e contaminação ambiental: uma revisão. Química Nova, 25, 995, 2002. SARIEGO, J.C. Educação ambiental: as ameaças ao planeta azul. São Paulo: Scipione, 2001. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de Água. Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 643 p., 2004. Carlos, 2002. VON SPERLING, M. Lodos ativados. Editora: DESA - UFMG, 1997, 428 p. VON SPERLING, M. Reatores anaeróbios. Editora: DESA - UFMG, 1997, 246 p. VON SPERLING, M. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Editora: DESA - UFMG, 2001, 484p. 113 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 GESTÃO,TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EMENTA Conceituação. Caracterização qualitativa e quantitativa. Legislação e normas técnicas. Acondicionamento. Coleta, transporte e transferência. Principais técnicas de tratamento e recuperação de resíduos sólidos urbanos. Técnicas de execução de aterros sanitários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KREITH, F. Handbook of solid waste management. New York: MCgraw-hill, 1994. LIMA, L.M.Q. Lixo: tratamento e biorremediação. São Paulo: Hemus, 2004. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Fundação nacional de saúde. Manual de saneamento. Brasília, 2006. MONTEIRO, J.H.P. et al. Manual de gerenciamento integrado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: IBAM, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTILHOS JR., A.B. (coord.) Resíduos sólidos urbanos: aterro sustentável para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES e RiMa, 2003. D'AMATO, C.; TORRES, J.P.M.; MALM, O. DDT: Toxidade e contaminação ambiental: uma revisão. Química Nova, 25, 995, 2002. IPT/CEMPRE. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. São Paulo, 2000. SARIEGO, J.C. Educação ambiental: as ameaças ao planeta azul. São Paulo: Scipione, 2001. SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA EMENTA Tópicos Especiais em Sistemas de Abastecimento de Água: Qualidade da água e padrões de portabilidade. Redes de distribuição. Gerenciamento de sistemas de abastecimento de água. Operações e processos aplicados ao tratamento de água. Tecnologias de tratamento de água. Tecnologia de tratamento de água em ciclo completo. Tecnologia de tratamento de água por filtração direta. Desinfecção. Tratamento e disposição de resíduos de gerados nas estações de tratamento de água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DI BERNARDO, L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Rio de Janeiro: ABES, 2005. NBR 12216 (NB 592). Projeto de estação de tratamento de água para abastecimento público. Rio de Janeiro: ABNT, 1992. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. São Paulo: PHD/EPUSP, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABES. (Coord. DANIEL, L.A.) Processos de desinfecção e desinfetantes alternativos na produção de água potável. Rio de Janeiro, 2001. Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. ABES. (Coord. DI BERNARDO, L.) Tratamento de água de abastecimento por filtração em múltiplas etapas. Rio de Janeiro, 1999. Programa de Pesquisa em 114 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Saneamento Básico. ABES. (Coord. REALI, M.A.P.) Noções gerais de tratamento e disposição final de lodos e estações de tratamento de água. Rio de Janeiro, 2000. Programa de Pesquisa em Saneamento Básico. DI BERNARDO, L.; DI BERNARDO, A.; CENTURIONE FILHO, P.L. Ensaios de tratabilidade de água e dos resíduos gerados em estações de tratamento de água. São Carlos: RiMa, 2002. POLUIÇÃO HÍDRICA E TECNOLOGIAS RESIDUÁRIAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS EMENTA Classificação dos efluentes. Processos avançados de tratamento físico-químico e biológico. Principais tecnologias empregadas no polimento de efluentes secundários. Alternativas para tratamento e disposição final de lodos gerados em estações de tratamento de águas residuárias. Principais tipos de efluentes agropecuários: características e tratamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1996. CHERNICHARO C.A.L. et al. Pós-tratamento de efluentes de reatores anaeróbios. Rio de Janeiro: ABES, 2001. v.2. METCALF and EDDY. Wastewater engineering: treatment, disposal and reuse. New York: McGraw-Hill, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CLAAS, I.C.; MAIA, R.A.M. Efluentes líquidos. Brasília: SENAI/DN, 2003. IMHOFF, K. Manual de tratamento de Águas Residuárias. 1a edição. Edgard Blucher, 2002. RICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M., Tratamento de água- tecnologia atualizada. Ed. Edgard Blücher Ltda, São Paulo, 1991. RITTMANN, B.E.; McCARTY, P. Environmental biotechnology: principles and applications. New York: McGraw-Hill, 2001. SAÚDE E MEIO AMBIENTE EMENTA Conceito de saúde: individual e coletiva. Saúde pública. Fenômenos ambientais que afetam a saúde dos seres humanos: determinantes físico-químicas, biológicas e sociais. Epidemiologia geral. Doenças transmissíveis e seu controle. Saúde ocupacional. Acidentes, catástrofes e seus reflexos na saúde pública. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAVES, M. Saúde e Sistemas. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1980. FERREIRA, F. A. G. Moderna Saúde Pública. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1975. FORATTINI, O. P. Epidemiologia Geral. São Paulo: Edgar Blucher, Editora da USP, 1976. 115 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 FUNDACAO SESP - Fundação de Serviços da Saúde Pública Manual de Saneamento. Rio de Janeiro: Fundação Sesp, 1972. v. I, II e III. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. (Orgs.). Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 176p. 2003. DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 332p. 2004. JORDAO, E. P. S. P.; ARRUDA, C. Tratamento de Esgotos Domésticos. São Paulo: CETESB, 1985. v. I. JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z. Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Manole, 336p. 2007. TEIXEIRA, C. O futuro da prevenção. Salvador, BA: Casa da Qualidade Editora, 115p. 2001. 8º SEMESTRE FONTES DE ENERGIA EMENTA Conservação e evolução. Energia e desenvolvimento. Fontes de energia não renováveis e fontes de energia renováveis. Conservação de energia. Tecnologias energéticas e impactos ambientais. Realidade energética mundial, nacional e regional: matriz, política e programas setoriais. Cenários futuros e novos paradigmas BIBLIOGRAFIA BÁSICA ACIOLI, J. L. Fontes de Energia - Biomassa,, Petróleo, Carvão, Gas Natural e GLP, Hidrogênio, Metanol. 1ªed. Brasília - Broch. - Editora da universidade de Brasília, 1994. COMMONER, B. Energias alternativas, Rio de Janeiro, Ed. Record, 1988. GOLDENBERG,J. et all. Energia, Meio Ambiente & Dewsenvolvimento. Ed. EDUSP, SP, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAGALHÃES. G. Energia e tecnologia, São Paulo em Perspectiva, vol. 6 n°1 e 2. São Paulo. Fund. SEADE, 1992, pp. 52-66. RUSSOMANO, V. H. Introdução À Administração de Energia na Indústria. Livraria Pioneira Editora da USP, 1987. TOLMASQUIM, M. T. (organizador). Fontes Renováveis de Energia no Brasil, Editora INTERCIÊNCIA, RJ, 2003. TUNDISI, H. da S. F. Usos de Energia - Sistemas fontes e alternativas: do fogo aos gradientes de temperatura oceânicas, 4 ed., Brasilia, Cromoset Impressão e Acabamento Gráfica e Editora ltda. Atual Editora, 1991. 116 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 ECONOMIA AMBIENTAL EMENTA Conceitos básicos de economia. Matemática financeira. Análises econômicas dos recursos renováveis e não renováveis. Gestão de Custos e investimentos no controle da poluição. Avaliação sócio-econômica de projetos. Engenharia econômica: comparação de projetos de investimento; efeitos da depreciação e imposto de renda nas análises; tomada de decisão (incluindo análise sob condições de risco e incerteza); análise custo benefício. REFERÊNCIAS BÁSICAS CASAROTTO, N. e KOPITTKE, B. Análise de investimentos. São Paulo : Editora Atlas, 2000. MATHIAS, W e GOMES, J. Matemática financeira. São Paulo : Atlas, 2004 HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e análise de custos. São Paulo : Editora Atlas, 1998, 6a edição HUMMEL, P. e TASCHNER, M. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos. São Paulo : Atlas, 1995. REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES DE MOURA, L. Economia Ambiental. Gestão de Custos e Investimentos. São Paulo : Juarez de Oliveira, 2000. DONAIRES, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo : Atlas, 1995. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS EMENTA Principais conceitos e objetos de estudo. As principais funções do solo e os mecanismos de sua degradação. Erosão do solo como um mecanismo de degradação ambiental. Degradação química de solos. Recuperação de solos degradados. Características e importância da vegetação ciliar. Recuperação de florestas ciliares. Meios e modos. A importância de programas de revegetação ciliar e as perspectivas da ecologia de restauração. Adequação ambiental de unidades naturais e unidades de produção. Degradação e recuperação de áreas litorâneas (mangue e restinga). Recuperação de áreas de mineração. Manutenção, degradação e recuperação da qualidade da água. Planejamento conservacionista. Manejo e conservação de bacias hidrográficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, S. H.G.; ALMEIDA, R.J.; GUERRA, T.J. Gestão Ambiental de Áreas 117 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Degradadas. Editora: Bertrand Brasil, 2007. CORRÊA, R. S. Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração no Cerrado: Manual para revegetação. Editora Universa, 2005, 186p. DIAS, L. E., GRIFFITH, J. J. Recuperação de áreas degradadas. Viçosa: editora da UFV, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUERRA, A. J. T.; SILVA, A. S.; BOTELHO, A. S. S. (Org.). Erosão e conservação dos solos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Manual de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração: Técnicas de Vegetação. Brasília: IBAMA, 1990. MARTINS, S. V. Recuperação de áreas degradadas: ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviário e de mineração. Viçosa,MG: Aprenda Fácil, 2009. MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e revitalização de áreas contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus, 2004. RODRIGUES, R. R.; LEITÃO FILHO, H. F. (Eds.). Mata Ciliar, conservação e recuperação. São Paulo: EdUSP: Fapesp, 2000. SANCHEZ, L. E. Desengenharia: o passivo ambiental na desativação de empreendimentos industriais. São Paulo: EdUSP, 2001. DIREITO AMBIENTAL E LEGISLAÇÃO APLICADA EMENTA Hierarquia da legislação ambiental brasileira. Legislação Ambiental no Brasil. Histórico da Legislação Ambiental do Brasil. Lei n° 6938/81. Política Nacional do Meio Ambiente. Princípios, objetivos e instrumentos. Sistema Nacional do Meio Ambiente. Meio Ambiente na Constituição de 1988. Lei n° 9605/98. Lei de Crimes Ambientais. As competências normativas e administrativas em matéria ambiental. A hierarquia das normas. Responsabilidade civil, penal e administrativa. Licenciamento Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, C. G. Legislação ambiental brasileira. Leme-SP: Editora de Direito, 1999. volumes 1 e 2. FIORILLO, C. A. P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 11ª edição. São Paulo: Ed. Saraiva, 2009. MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANOTILHO, J. J. G.; MORATO LEITE, J. R.: Direito Constitucional Ambiental Brasileiro. 10ª edição. São Paulo: Ed. Saraiva, 2009. MILARÉ, É. Direito do Ambiente: doutrina, prática, jurisprudência, glossário. 6ª edição. São Paulo: Ed. Rev. dos Tribunais, 2009. REIS, M.J.L. Gerenciamento ambiental: um novo desafio para a sua competitividade. São Paulo: QualityMark, 1998. SILVA, J. A. Direito Ambiental Constitucional. Malheiros Editores. 2ª Edição. São Paulo-SP. 1995. 243 p. 118 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL EMENTA Políticas de desenvolvimento integrado. Políticas de gestão de recursos naturais. Instrumento de gestão e suas implementações. Planejamento urbano e rural. Planos Diretores. Conceitos básicos de saúde pública. Produção mais limpa. Conceito. Fluxo de material. Metodologia de implantação de sistema de gerenciamento ambiental. Normas técnicas de produção mais limpa. Ecoeficiência. Avaliação de desempenho ambiental e ISO 14031. Instrumentos para realização de balanço ambiental. Análise de ciclo de vida. Uso de indicadores ambientais BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books, 2000. BECKER, D. F. et al. Desenvolvimento Sustentável: Necessidade e/ou Possibilidade? Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 1997. CAVALCANTI, C.(org.) Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, R. O. B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. Gestão Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson.2004. BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial. Editora: Saraiva, 2008, 386p. DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC: 5. ed. 2004. SEIFFERT, M.E.B. Gestão ambiental: Instrumentos, Esferas de Ação e Educação Ambiental. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2007, v.1, 310 p. GESTÃO E PLANEJAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS E ÁREAS PROTEGIDAS EMENTA Reservas, Potencialidades e Disponibilidades dos Aqüíferos. Sustentabilidade e Vulnerabilidade quantitativa dos Recursos Hídricos. Gerenciamento de Recursos Hídricos no Brasil: Fundamentos, objetivos. Diretrizes e planos da política nacional dos recursos hídricos. Bacia Hidrográfica. Hidrologia e Ciclo hidrológico. Caracterização das Bacias Hidrográficas. Manejo Integrado de Bacias hidrográficas e Desenvolvimento Sustentável. Discutir a importância do estabelecimento de espaços territoriais especialmente protegidos para a conservação da biodiversidade, do solo e da água. Apresentar as modalidades de espaços territoriais especialmente protegidos no Brasil, seus objetivos, histórico, legislação pertinente, critérios para localização e aspectos de gestão. Discutir a estratégia brasileira referente aos epaços territoriais protegidos em comparação com outros países. Apresentar outros instrumentos de suporte a tomada de decisão aplicados ao uso do solo rural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, A. J. R. et al. Planejamento Ambiental. Rio de Janeiro: Thex Editora, 1993. 119 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 FUZEIRA de SÁ, V. B.; COIMBRA, R. M. Recursos Hídricos Brasileiros: Panorama Geral. MME/DNAEE. Brasília. SETTI, A. A. A necessidade do uso sustentável dos recursos hídricos, Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal / IBAMA, Brasília, 1994. TEIXEIRA, J. A. Proposta Metodológica para Classificação e Enquadramento de Cursos D'água Estaduais. FEAM, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC: 5. ed. 2004. IBAMA/UFMG/PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO. III Curso Regional sobre Gestão Ambiental. PNMA, Belo Horizonte, 1994. MACIEL JR, P. Zoneamento das Águas. Trabalho Técnico do III Curso Regional Sobre Gestão Ambiental. PNMA/IBAMA/UFMG, Belo Horizonte, 1994. MEDEIROS, Rodrigo. Evolução das tipologias e categorias de áreas protegidas no Brasil. 2006. MORSELO, C.. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. 2. Ed. São Paulo: Annablume/Fapesp. 344p. 2006 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS EMENTA Origem e difusão da avaliação de impacto ambiental. Quadro legal e institucional da avaliação de impacto ambiental no Brasil. O processo de avaliação de impacto ambiental e seus objetivos. Determinação do escopo do estudo e formulação de alternativas. Identificação de impactos. Previsão de impactos. Avaliação da importância dos impactos. Análise de risco. Avaliação Ambiental Estratégica. Plano de gestão ambiental. Comunicação dos resultados. Análise técnica dos estudos ambientais. Participação pública. A tomada de decisão no processo de avaliação de impacto ambiental. A etapa de acompanhamento no processo de avaliação de impacto ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de Impactos Ambientais: Aplicação aos Sistemas de Transporte. Editora: Interciência, 2004, 249p. OLIVEIRA, I.S.D.; MONTAÑO, M., SOUZA, M.P. Avaliação Ambiental Estratégica. 1ª edição, 2009, 206 pg. SANCHES, L.E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. Editora: Oficina de Textos, 2006, 496p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. São Paulo ; Editora Blucher. 1989. CUNHA, S.B. GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro, Bertrand,. 1998. EGLER, P.C.G. Perspectivas de uso no Brasil do Processo de Avaliação Ambiental Estratégica. Série Educação e Meio Ambiente, MMA, Brasília, 2004. ROMEIRO, A.R. (org.). Avaliação e contabilização de impactos ambientais. Campinas; São Paulo: Editora Unicamp e Imprensa Oficial do 120 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 Estado de São Paulo, 2004, 399p. VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA - relatório de impacto ambiental: legislação, elaboração e resultados. 5.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006. 9º SEMESTRE MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS EMENTA Importância dos recursos hídricos. Caracterização ambiental e sua aplicação em uma bacia hidrográfica. O rio em Regime Natural. Balanço Geoquímico de Bacias Hidrográficas. Parâmetros de qualidade da água. Usos da água demandados para o interesse humano. Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos Hídricos. Práticas de manejo de bacias hidrográficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão ambiental de áreas degradas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 320p. REBOUÇAS, A.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces no Brasil: Capital Ecológico, uso e conservação. Editora: Escrituras, 3ª edição, 2006, 750p. VILLELA, S. M.; MATTOS, A. Hidrologia Aplicada, São Paulo, McGrawHill do Brasil, 1975. 245p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELTRAME, A.V. Diagnóstico do Meio Físico de Bacias Hidrográficas. Editora da UFSC, 1ª edição, 1994, 112 p. CARRENA-FERNANDEZ, J.; GERRIDO, R. J. Economia dos Recursos Hídricos, Salvador: Edufba, 2002. 458p. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 414p. TUCCI, C. E. M. Hidrologia, 2ª edição, Porto Alegre: Editora Universidade/UFRGS, 2001. 943p. TUNDISI, J.G. Água no Século XXI: Enfrentando a Escassez. Editora: Rima, 1ª edição, 2003, 256 p. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4ª reimpressão, 2009. 452 p. ANÁLISE DE RISCO AMBIENTAL EMENTA Conceito de risco. Introdução a análise de risco tecnológico. Análise e avaliação de risco ambiental. Diferenciação entre análise de risco tecnológico e de risco ambiental. Principais agentes tóxicos. Quantificação das diferentes vias de exposição para risco ambiental. Vigilância ambiental. Análise e avaliação de risco ecológico (ARE). Diretrizes para avaliação do risco ecológico através de diferentes métodos e níveis. Análise e avaliação de risco sócio-ambiental. Análise e avaliação 121 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 de impactos ambientais. Perícia ambiental. Avaliação econômica de danos ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, J.R.; et al. Política e Planejamento Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2004. PHILIPPI JR., A. Curso de gestão ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004. SANTOS, L. M. M. dos. Avaliação ambiental de processos industriais. São Paulo, SP: Signus, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, J.R.; et al. Perícia Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2002. ALMEIDA, J.R.; et al. Gestão Ambiental. Ed. Thex, RJ, 2000. BRANCO, S. M. Ecossistêmica: uma Abordagem Integrada dos Problemas do Meio Ambiente. São Paulo. B. Blucher, 1989, 245p. SOUZA Jr., Á. B. de; SEVA FILHO, A. O.; MARCHI, B. de. Acidentes industriais ampliados: desafios e perspectivas para o controle e a prevenção. Rio de Janeiro, RJ: FIOCRUZ, 2000. ADEQUAÇÃO AMBIENTAL EM ÁREAS URBANAS EMENTA Importância dos recursos hídricos. Caracterização ambiental e sua aplicação em uma bacia hidrográfica. O rio em Regime Natural. Balanço Geoquímico de Bacias Hidrográficas. Parâmetros de qualidade da água. Usos da água demandados para o interesse humano. Impactos Ambientais dos Usos da Água. Gestão dos Recursos Hídricos. Práticas de manejo de bacias hidrográficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REBOUÇAS, A.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces no Brasil: Capital Ecológico, uso e conservação. Editora: Escrituras, 3ª edição, 2006, 750p. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4ª reimpressão, 2009. 452 p. TUNDISI, J.G. Água no Século XXI: Enfrentando a Escassez. Editora: Rima, 1ª edição, 2003, 256 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BELTRAME, A.V. Diagnóstico do Meio Físico de Bacias Hidrográficas. Editora da UFSC, 1ª edição, 1994, 112 p. BRANCO, S. M. Ecossistêmica: uma Abordagem Integrada dos Problemas do Meio Ambiente. São Paulo. B. Blucher, 1989, 245p. ESPÍNDOLA, E. L. G. et al., A Bacia Hidrográfica do Rio Monjolinho. São Carlos: Editora Rima, 2000. ESPÍNDOLA, E.L.G.; BRIGANTE, J. Limnologia Fluvial: Um estudo no Rio Mogi Guaçu - São Carlos: RIMA, 2003. BIOTECNOLOGIA EMENTA Processos biotecnológicos aplicados à indústria e ao meio ambiente: biorremediação de solos e águas residuárias; biofiltração de gases; biolixiviação; bioacumulação de metais pesados; produção de biopolímeros. Biotecnologia 122 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 aplicada à reciclagem. Impactos da Biotecnologia contemporânea e biossegurança. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, C.M.; CAMPBELL, I.; PRIEST, F.G. Introduccion a la biotecnologia. Ed Acribia, 1989. BULOCK, J.; KRISTIANSEN,B. Biotecnologia básica. Ed Acribia, 1991, 557p. VARELLA, M.D.; FONTES, E.; DA ROCHA, F.G. Biossegurança e Biodiversidade: contexto científico e WCB. McGraw-Hill,1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, S.O.P. (Coord.). Genética Molecular e de Microrganismos. Os Fundamentos da Engenharia Genética. Ed. Manole, São Paulo, SP, 1987, 559p. PUGA, N.; NASS, L.L.; AZEVEDO, J.L. Glossário de Biotecnologia Vegetal. Ed. Manole, São Paulo, SP, 1991. THIEL, T.; BISSEN, S. T. ; LYON, E. M.. Biotechnology: DNA to Protein – A Laboratory Project in Molecular Biology.. McGraw-Hill Science, 2001. ZAHA, A. (Coord.). Biologia Molecular Básica. Ed. Mercado Aberto Ltda. Porto Alegre, RS, 336p. CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL EMENTA Sistemas de gestão ambiental - SGA. Implementação do SGA. Auditoria: Implementação da auditoria. Certificação Ambiental: Preparação e desenvolvimento da auditoria de certificação; tratamento dos pontos críticos; exposição e defesa dos planejamentos próprios. As ações corretivas depois da certificação. Estudo de caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBIERI, J.C. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo: Saraiva, 2007. CAJAZEIRA, J.E.R. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. MOURA, L.A.A. de. Qualidade e gestão ambiental. 5ª ed. São Paulo: Ed. Juarez de Oliveira, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPOS, L.M.de S.; LERÍPIO, A.de A. Auditoria ambiental: uma ferramenta de gestão. São Paulo: Atlas, 2009. DAVIGNON, A. Normas ambientais ISO 14000. Rio de Janeiro: CNI/DAMPI, 1996. GILBERT, M.J. ISO 14001/BS 7750. Sistemas de gerenciamento ambiental. ED. IMAM, 1995. LA ROVERE, E.L. Manual de auditoria ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. REIS, M.J.L. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995. MAIMON, D. ISO 14001. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. MONITORAMENTO AMBIENTAL EMENTA Monitoramento de águas superficiais e subterrâneas. Monitoramento do solo. Monitoramento da qualidade do ar e de percepção de odores. Escolha de parâmetros 123 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 a serem monitorados. Equipamentos. Projetos de redes de monitoramento. Análise, representação de resultados e correlação com fontes poluidoras. Normas e legislação vigentes. Padrões de qualidade nacionais e internacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLFARINE, H; BUSSAB, W O. Elementos de Amostragem. Editora: Edgard Blucher, 2005, p. 290. BRANCO, S.M.; MURGEL, E. Poluição do ar. Editora: Moderna, 1995. SPIRO, T.G.; STIGLANI, W.M. Química Ambiental. 2ª edição. Editora: Pearson, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. Signus Editora, São Paulo, 2000. ELENE, M.E.M. Poluentes Atmosféricos. 1ª edição. Editora: Scipione, 1999. MACINTYRE, A.J. Ventilação industrial e controle da poluição. Editora: LTC, 1990. MONTGOMERY, D.C. Introdução ao controle Estatístico da Qualidade, 4º ed., Rio de Janeiro, 2004, 513 p. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e atuação do engenheiro ambiental. Defesa perante uma banca avaliadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRANTES, J. Fazer monografia é moleza. Rio de Janeiro, RJ: Wak, 2007. ANDRADE, M. M. de. Elaboração do TCC passo a passo. São Paulo, SP: Factash, 2007. NOBREGA, A. M.; GONSALVES, E. P. Fazendo uma monografia em educação. Campinas, SP: Alínea, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ECO, U. Como se faz uma Tese, 23ª Ed. Coleção Estudos 85. São Paulo: Perspectiva, 2010. INACIO FILHO, G. Monografia sem complicações. Campinas, SP: Papirus, 2007. SANCHEZ GAMBOA, S. A. Epistemologia da Pesquisa em Educação. Campinas, SP: Práxis, 2002. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2006. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I EMENTA Realização prática do estágio supervisionado obrigatório. 10º SEMESTRE GESTÃO DO CONHECIMENTO 124 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 EMENTA Conhecimento e aprendizagem nas organizações. Dado, a informação, o conhecimento e a inteligência. Organizações do Conhecimento. Fundamentos e objetivos da Gestão do Conhecimento. Capital intelectual e inteligência competitiva; Mecanismos de transferência de conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hirotaka. Criação de conhecimento na empresa. Rio de Janeiro: Campus, 1997. STEWART, T. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1998. DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro: Unidade, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HARVARD BUSINESS REVIEW. Gestão do conhecimento. Rio de Janeiro: Unidade, 2000. TERRA, J. C. C. Gestão do conhecimento e e-learning na prática. Rio de Janeiro: Negócio, 2003. DAFT, R.L. Organizações: teorias e projetos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning; 2002. SVEIBY, Karl Erik. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônios de conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1998. TEIXEIRA FILHO, Jayme. Gerenciando conhecimento: como a empresa pode usar a memória organizacional e a inteligência competitiva no desenvolvimento de negócios. Rio de Janeiro: Ed. SENAC, 2000. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL EMENTA Histórico jurídico-ambiental. Proteção do ambiente na Constituição Federal. Atuação do Poder Público. Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos. Código Florestal. Proteção à fauna. Proteção aos recursos minerais. Política agrícola. Lei dos agrotóxicos. Saúde, alimentação e qualidade de vida. Responsabilidade ambiental. Lei de Crimes Ambientais. Educação Ambiental. Mecanismos Processuais. Papel do cidadão e das organizações não governamentais. Mecanismos de defesa Jurídico-Ambiental. Decisões judiciais. Mercado e ambiente. Papel do Engenheiro do Ambiente. A Ética Profissional: noções fundamentais. Defesa e valores da profissão. Definição da atividade e do profissional. Natureza da profissão - função social do profissional. A interface da ética com questões ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, A.C.; PHILLIPI Jr, A. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Editora: Manole, 1ª edição, 2005, 965 p. NALINI, J.R. Ética Ambiental. Campinas - SP: Milennium, 2001, 394p. SANDRA CUREAU & MARCIA DIEGUEZ LEUZINGER. Direito Ambiental. Editora: Campus, 2008, 190p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, A.C.; PHILLIPI Jr, A. Questões de Direito Ambiental. Editora: Signus, 1ª edição, 2004, 434 p. 125 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 BENETT, C. Ética Profissional, São Paulo: Cengage, 2008. GRÜN. M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 4.ed. Campinas SP: Papirus, 1996. 120p. PASSOS, E. Ética nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2001. SEGURANÇA DO TRABALHO EMENTA Conceitos de trabalho, tarefa, atividade, variabilidade, carga de trabalho e regulação. Metodologia de análise ergonômica do trabalho. Métodos e técnicas e de análise de variáveis em ergonomia. Métodos e Técnicas Para a Análise da Atividade. Ergonomia e Projeto. Programa de Ergonomia nas Empresas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATLAS. Manuais de Legislação: Segurança e Medicina do Trabalho, 20.ed., São Paulo, 1991. COSTA, A. T. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5ª edição. Editora Difusão, 2009. GUÉRIN et aI., Compreender o trabalho para transformá-lo, São Paulo, Edgard Blücher, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIRANDA, C. R. Introdução à Saúde no Trabalho, São Paulo, Atheneu, 1998. ODONE, L et aI., Ambiente de trabalho, HUCITEC, São Paulo, 1986. SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. P. (Org.). Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. 6. ed. São Paulo: LTr, 2009. 720 p. TORREIRA, R. P. Manual de Segurança Industrial. 1 ed. Broch. - Margus, 1999. WISNER, A.. Por Dentro do Trabalho: Ergonomia: Método e Técnicas. São Paulo, FTD 1987. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e atuação do engenheiro ambiental. Defesa perante uma banca avaliadora. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II EMENTA: Realização prática do estágio supervisionado obrigatório. OPTATIVAS: GESTÃO AMBIENTAL EMENTA Evolução histórica da questão ambiental. Casos históricos. Problemas ambientais em escala global. O conceito de desenvolvimento sustentável e perspectivas para o 126 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 futuro. Destruição da camada de ozônio, chuva ácida, efeito estufa. Conservação da biodiversidade. Desertificação. Legislação ambiental federal e estadual para a indústria. Licenciamento ambiental. Avaliação de Impactos Ambientais. Processos de Gestão Ambiental. As empresas e a ISO 14.000. Sistema de Gestão Ambiental. Levantamento de aspectos e impactos ambientais. Auditorias ambientais. Meio ambiente e Responsabilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental - O Desafio do Desenvolvimento Sustentável. 2ª edição. Editora Prentice Hall Brasil, 2005. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental. 3ª edição. Editora Atlas, 2009. BRUNA, G. C.; PHILLIPPI JR, A.; ROMERO, M. A. Curso de Gestão Ambiental. 1ª edição. Editora Manole, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, R. Gestão Ambiental. 1ª edição. Editora Atlas, 2006. SZABO JR, A. M. Educação Ambiental e Gestão de Resíduos, 2ª edição. Editora Rideel, 2008. SEIFFERT, M. E. B. Gestão Ambiental - Instrumentos, Esferas de Ação e Educação Ambiental. 1ª edição. Editora Atlas, 2007. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. 6ª edição. Editora Atlas, 2009. EMPREENDEDORISMO EMENTA: Conceituação de termos afins do empreendedorismo. Modelos clássicos e inovadores da administração empreendedora. Comunicação. Liderança. Motivação. Negociação. Ambiente externo e interno. Panorama global, nacional e local das organizações. Plano de negócios, da informalidade ao próprio negócio. Planejamento estratégico. Estruturação do Plano de Negócios. Estrutura do Plano de Negócios. BIBLIOGRAFIA BASICA: BERNARDI, Luiz A. Manual de Planos de Negócios: Fundamentos, Processos e Estruturação. São Paulo: Atlas, 2008 MENDES, Jerônimo. Manual do Empreendedor. São Paulo: Atlas, 2009 SNELL, S. A. BATEMAN,. T. S. Administração: Novo cenário competitivo. São Paulo: Atlas, 2006. HISRICH. R. D.; PETERS, M. P. Empreendedorismo. 5 ed, Porto Alegre: Bookman, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DRUCKER, Peter F. Desafios Gerenciais Para O Século XXI. São Paulo. Segmento & Co. Produções Gráficas Ltda. DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor: Entrepreneurship. São Paulo: Elsevier, 2003. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. DOLABELA, F. C. C. A Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999. 127 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 ERGONOMIA SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO II EMENTA Fisiologia do trabalho, sistema humano: respiração, circulação e função neuromuscular, fontes de energia para realização de trabalho, Biomecânica, Trabalho físico: trabalho estático, trabalho dinâmico, carga de trabalho, ritmos biológicos. Trabalho mental/cognitivo, Antropometria, Concepção de Postos de Trabalho e Abordagem Ergonômica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUL, J.; WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. Tradução Itiro Iida. São Paulo: Edgard Blucher, 1995. GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia. Porto Alegre: Bookman, 1998. IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KROEMER, K.H.E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman. 2005. COSTA, A. T. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5ª edição. Editora Difusão, 2009. SNELWAR, L. I.; ABRAHÁO, J.; SILVINO, A. Introdução à Ergonomia - Da Prática à Teoria. 1ª edição. Editora Edgard Blucher, 2009. FALZON, P. Ergonomia. 1ª edição. Editora Edgard Blucher, 2007. TÓPICOS ESPECIAIS EM GESTÃO DA QUALIDADE EMENTA Síntese e conexão dos conteúdos de cada disciplina da gestão da qualidade. Novos conceitos, métodos e pesquisas na área da qualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2004. CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: controle da qualidade total. 8.ed. Nova Lima: INDG, 2004. JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade handbook: conceitos, políticas e filosofia da qualidade. v.1. São Paulo: Makron Books, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WERKEMA, M. C. C. Ferramentas estatísticas básicas para o gerenciamento de processos. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni – UFMG, 1995. JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade handbook: conceitos, políticas e filosofia da qualidade. v.1. São Paulo: Makron Books, 1991. CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento pelas diretrizes. 4. ed. Nova Lima: INDG, 2004. DEMING, W. Edwards. Qualidade: A Revolução da Administração. Marques Saraiva S.A., 1990. 367p. KAPLAN, Robert S. e NORTON, David P. Organização voltada para a Estratégia. Rio de Janeiro, Campus, 2001. 411p. PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 128 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS - (LIBRAS) EMENTA: Os conceitos iniciais básicos sobre deficiência auditiva (surdez) e indivíduo surdo: identidade, cultura e educação. Como se desenvolveram as línguas de sinais e a Língua Brasileira de Sinais - Libras. A forma e a estruturação da gramática da Libras e o conjunto do seu vocabulário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, FERNANDO E DUARTE, WALQUIRIA. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingüe da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Volumes de A-L e MZ. Universidade de São Paulo. SP. 2001. QUADROS, R.M. Educação de Surdos: Aquisição da Linguagem. RS. Artes Médicas, 1997. SOUZA DUARTE, A. M. Comunicando com as Mãos. Associação dos Surdos de Teófilo Otoni. MG, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR STRNADOVÁ, VERA. Como é ser Surdo. Editado pela União de Surdos Tcheca.Babel, 1995. FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. BRITO, Lucinda F. Integração Social e Educação dos Surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993. SANTANA, Ana Paula. Surdez e linguagem: aspectos e implicações neurolingüísticas. São Paulo: Plexus, 2007. 129 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 9. INFRAESTRUTURA: 9.1 GERAL: A Faculdade dispõe atualmente de 05 (quatro) sedes no bairro do Comércio em Salvador/BA, região do Centro Histórico, e uma no Corredor da Vitória, região do Centro de Salvador. No Comércio dispomos das sedes 01, 02, 03, 04 e 05, constituídas em prédios seculares que estão sob a preservação do patrimônio histórico nacional, tombadas enquanto entorno do Bairro do Comércio; dispomos ainda da sede 06, que fica na região central de Salvador, próximo do Campo Grande, em área nobre considerada o IPTU mais caro da cidade. Todas as sedes estão em condições de funcionamento com acessibilidade plena e demais demandas para utilização plena, cadastradas no sistema e-mec como unidades administrativas e acadêmicas da Faculdade Dom Pedro II de Tecnologia. Dispomos de mais de 150 (cento e cinquenta) salas de aula em média nas 06 (seis) sedes existentes, além de 01 (um) auditório de grande porte e 02 (dois) de médio porte. Todas as salas de aula e auditórios são climatizadas e equipadas com cadeiras anatômicas e demais equipamentos para o bom funcionamento das aulas e dos eventos, inclusive, várias salas já dispõem de Projetores de Multimídia fixos. Atualmente dispomos de 09 (nove) laboratórios de informática e de tecnologia, e 12 (doze) laboratórios de saúde, dispostos tanto no formato padrão, quanto na forma de sala de aula, perfazendo mais 05 (cinco) salas de aula laboratoriais, sendo duas de informática e três de saúde. Dispomos ainda de diversos laboratórios de prática, tais como sala de aula para Prática de Ensino, Brinquedoteca, Empresa Júnior, Clínica Escola, NPJ, Sala do Júri, Balcão de Justiça e Cidadania, etc. 9.2 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA: Dispomos de 09 (nove) laboratórios de informática, todos climatizados, com destinação específica. Conforme regulamento próprio, os laboratórios de informática da Faculdade são acessíveis apenas aos alunos regularmente matriculados, 130 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 professores, coordenadores e funcionários vinculados a esta Instituição, em horários previamente estabelecidos, de maneira a que possam ser utilizados para uso geral, aulas, pesquisas, inserção de dados pelos professores e outras atividades acadêmicas. Vale salientar que os laboratórios de informática têm terminais em quantidade suficiente para uso de turmas inteiras de 50 (cinquenta) alunos, bem como, da mesma forma os demais laboratórios dispõem de equipamentos suficientes para a sua plena e boa utilização pelas diversas turmas e/ou usuários individuais. Dessa forma, tanto no horário das aulas, quanto fora delas, em horário regular de 08 as 22 h, de segunda a sexta, e das 08 as 12 h aos sábados, disponibilizamos a nossa comunidade acadêmica laboratórios modernos e atualizados sempre acessíveis para as mais diversas atividades. Para a manutenção dos equipamentos dos laboratórios de informática, utilizam-se os termos de garantia de no mínimo um e no máximo três anos. Manter-se-á ainda técnicos de suporte, capazes de solucionar problemas do dia-a-dia. Caso haja danos nos Servidores, o fornecedor tem, de acordo com o contrato de garantia, um prazo de 6 horas para solucionar tais danos. Todos os equipamentos passarão por processo de upgrade em no mínimo 24 e no máximo 36 meses. 9.3 SISTEMA ACADÊMICO: A Faculdade Dom Pedro II utiliza o Sistema Jaguar, desenvolvido para a gestão acadêmica em geral, mas que já se submeteu a uma gama de customizações em prol da adequação ao perfil da nossa instituição. Dessa forma, o Jaguar dispõe de todos os módulos para a gestão acadêmica integrada, facilitando e integrando o cotidiano dos diversos setores institucionais. A inserção de dados pode ser realizada tanto pela intranet, quanto pela extranet (internet), facilitando a rotina de professores e funcionários, bem como, a de alunos que da mesma forma podem consultar notas, históricos e demais informações acadêmicas pela Internet ou pelos terminais disponíveis na instituição. Além de backup regulares, são realizados todos os procedimentos quanto a segurança da informação, para fins de salvaguardar todos os registros acadêmicos. 131 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 9.3 BIBLIOTECA: A Biblioteca tem por objetivo orientar e atender as necessidades dos alunos e professores, bem como aos pesquisadores de outras instituições e a comunidade em geral. O horário de funcionamento da Biblioteca é de 2ª a 6ª feira, das 7 às 22 h e aos sábados das 8:00 às 12:00h, que se localiza no prédio 1 instalada em amplo salão com mezanino. A Biblioteca da Faculdade D. Pedro II conta com um amplo e atualizado acervo bibliográfico, disponível para os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação, Direito, Serviço Social, Letras, Pedagogia, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Gestão de RH, Gestão Comercial, e Gestão de TI. Foram adquiridos livros que atendem mais do que o quantitativo mínimo de qualidade previstos para novos cursos, referente as Engenharias Civil, Mecânica e Elétrica, além dos CST em Petróleo e Gás, Segurança do Trabalho e Logística. Também possui um acervo de literatura internacional e brasileira, bem como títulos nas áreas de psicologia, biologia, economia, sociologia, filosofia, história do Brasil, estudo de idiomas dentre outros, para apoiar as matérias interdisciplinares. O acervo multimídia constitui-se de fitas VHS, DVDs, CDs, também referentes aos cursos que a instituição oferece. O aluno poderá fazer consultas pela Internet, através do portal da Faculdade, consultando livros e periódicos. O sistema informa a classificação do título, permitindo assim a localização dos exemplares nas estantes de forma rápida e simplificada. O acervo da Biblioteca conta com assinatura de jornais de circulação nacional estadual, ficando o exemplar do dia disponível na sala de leitura. Além do acesso a partir dos laboratórios de Informática, a biblioteca disponibiliza dois terminais para consulta dos alunos. Dispomos ainda do Portal de Periódicos com pelo menos 20 revistas eletrônicas por curso de graduação, todas acessíveis eletronicamente. 132 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005 9.5 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS: O Curso de Engenharia Ambiental conta, ainda, com os seguintes laboratórios: Laboratório de Informática: com programas específicos. Laboratório de Física: dotado da infraestrutura, e equipamentos adequados para os experimentos práticos propostos. Laboratório de Química: dotado da infraestrutura, equipamentos, vidraria e reagentes adequados para os experimentos práticos propostos. Laboratório de Desenho Técnico: dotado de infraestrutura necessária para as atividades previstas. 133 Faculdade Dom Pedro II Credenciamento MEC Port. 1640/2005