FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: Engenharia Ambiental e Sanitária Coordenador: Profa Dra Angela Maria Montes Peral Valente Campinas/julho de 2015 Sumário 1. Organização Didático Pedagógica............................................................................................ 5 1.1. Contextualização da Instituição de Ensino ......................................................................... 5 1.1.1. Dados da Entidade Mantenedora ...................................................................................... 5 1.1.2. Entidade Mantida............................................................................................................. 5 1.1.3. Perfil da IES...................................................................................................................... 5 1.1.4. Missão da IES ................................................................................................................... 5 1.1.5. Breve Histórico da IES ....................................................................................................... 6 1.1.6. Inserção Regional ............................................................................................................. 6 1.2. Contextualização do Curso................................................................................................ 9 1.2.1. Concepção do Curso.................................................................................................... ...............5 1.2.2. Dados Gerais do Curso .................................................................................................... 10 1.2.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso....................................................................... 10 1.2.4. Premissas Legais do Projeto Pedagógico .......................................................................... 12 1.2.5. Objetivos do Curso 14 1.2.6. Perfil de Egresso......................................................................................................................11 1.2.7. Perfil Profissional, Atuação e Mercado de Trabalho................................................................15 1.2.8. Relevância do Curso.................................................................................................................16 2. Estrutura Curricular...................................................................................................... ..................17 2.1. Matriz Curricular.............................................................................................................. ..........20 2.2. Ementário...................................................................................................................................22 2.3. Atividades Complementares ........................................................................................... 62 2.4. Estágio Supervisionado e Extra curricular ........................................................................ 62 2.5. Trabalho de Conclusão de Curso ..................................................................................... 63 2.6. Metodologias de Ensino ................................................................................................. 64 2.7. Apoio ao Discente ............................................................................................................. 66 2.7.1. Apoio Pedagógico........................................................................................................ 66 2.7.2. Apoio à Participação em Eventos.................................................................................. 67 2.7.3. Apoio Psicopedagógico................................................................................................ 67 2.7.4. Mecanismo de Nivelamento (PROE – Programa de orientação ao estudante) ................. 67 2.7.5. Monitoria ................................................................................................................... 68 2.7.6. Programa de Iniciação Científica (PIC) ........................................................................... 68 2.7.7. Bolsas de Estudos........................................................................................................ 69 2.7.8. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso ............................................... 70 2.7.9. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem............... 72 2.7.10. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem.............................. 73 3. Núcleo Docente Estruturante ............................................................................................ 76 4. Coordenação do Curso ...................................................................................................... 77 Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador ....................... 77 5.1. Perfil Esperado do Docente................................................................................................ 78 5.2. Atividades Docentes .......................................................................................................... 79 5.3. Corpo Docente do Curso x Disciplinas................................................................................. 79 Síntese da Titulação do Corpo Docente do Curso ....................................................................... 83 Síntese do Regime de Trabalho dos Docentes do Curso.............................................................. 83 Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes ..................................................................... 83 Programa Institucional de Educação Continuada (FOCO)............................................................ 84 Funcionamento do Colegiado de Curso ..................................................................................... 84 6. Infraestrutura ...................................................................................................................... 85 6.1. Infraestrutura para Funcionamento do Curso ..................................................................... 85 6.2. Infraestrutura Acadêmico-administrativa............................................................................ 85 6.3. Gabinetes de Trabalho para Docentes em Tempo Integral e Núcleo Docente Estruturante .... 85 6.4. Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos............................... 85 6.5. Sala de Professores ........................................................................................................... 85 6.6. Salas de Aula..................................................................................................................... 86 7. Biblioteca ............................................................................................................................ 86 7.1. Organização do Acervo ...................................................................................................... 86 7.2. Espaço Físico..................................................................................................................... 87 7.3. Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição.................................... 87 7.4. Horário de Funcionamento ................................................................................................ 87 7.5. Serviços Oferecidos ........................................................................................................... 87 7.6. Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo ............................................... 87 7.7. Bibliografia Básica ............................................................................................................. 88 7.8. Bibliografia Complementar ................................................................................................ 88 7.9. Periódicos Especializados................................................................................................... 89 8. Laboratórios Didáticos Especializados ................................................................................... 93 8.1. Laboratório de Física-Química............................................................................................ 93 8.2. Laboratório de Informática e AUTOCAD/IDRISI.................................................................... 94 8.5. Recursos Audiovisuais e de Multimídia ............................................................................... 96 8.6. Políticas de Utilização dos Laboratórios .............................................................................. 96 8.7. Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos ..................................... 96 ANEXO I .................................................................................................................................. 97 ANEXO II ................................................................................................................................104 1. Organização Didático Pedagógica 1.1. Contextualização da Instituição de Ensino 1.1.1. Dados da Entidade Mantenedora NOME INSTITUTO BANDEIRANTES DE CIENCIA E TECNOLOGIA LTDA. ENDEREÇO Rua Luis Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018 CIDADE CAMPINAS ATOS LEGAIS CNPJ FINALIDADE SP Primeira Alteração Contratual protocolada e registrada em microfilme sob n° de ordem 43.696, anotado à margem do registro n° 40.169, no 1° Oficial de Registro de Pessoa Jurídica de Campinas, em 22/03/2013. 05.640.668/0001-17 Desenvolver a educação, o ensino, a pesquisa, a cultura nacional e regional, a gestão de Instituições em vários níveis, graus e tipos, disseminar o Ensino à Distância, promover intercâmbio educacional, esportivo, científico e tecnológico com instituições congêneres e órgãos públicos e privados. 1.1.2. Entidade Mantida IES ENDEREÇO CIDADE ATOS LEGAIS FONE DIRETORIA: FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP Rua Luís Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018 CAMPINAS SP Portaria n° 134, de 12/01/2004 publicada no DOU do dia 14/01/2004 (19) 3756-2300 Prof. José Henrique Pereira Silva 1.1.3. Perfil da IES Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e práticas profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação dos seus projetos de vida. 1.1.4. Missão da IES A Faculdade Politécnica de Campinas - POLICAMP fundamentada em princípios democráticos, sociais e éticos e dos valores emanados de sua mantenedora tem por missão: 5 “Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a educação para todos e a inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de incentivo e apoio estudantil, através de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da comunidade”. Essa missão concretiza-se pela promoção da educação e cultura, possibilitando aos alunos formação e aperfeiçoamento profissional garantidos pelo desenvolvimento do ensino, de pesquisas, integração e prestação relevantes à comunidade, que conduzem à uma cidadania consciente e transformadora. 1.1.5. Breve Histórico da IES O IBCT é uma entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável. Foi fundada em 16 de janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de Campinas, SP. Desde a sua criação, a Faculdade POLICAMP tem se destacado na formação de profissionais, bem como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais. Em 2004, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis iniciaram suas atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Cursos Superiores de Curta Duração em Redes de Computadores e em Marketing de Varejo em 2005 e Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Produção, em 2006. Em 2007 tiveram início os Cursos Superiores de Tecnologia em Logística e Desenvolvimento de Sistemas para Internet, e em 2008 o curso de Tecnologia em Automação Industrial. Em 2011 teve as primeiras turmas de Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia da Computação e Engenharia Elétrica. Finalmente, em 2012 teve inicia o curso de Engenharia Civil O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de Tecnologia, Marketing e Negócios. Nos anos seguintes ocorreu a abertura dos seguintes cursos: Comércio exterior, gastronomia, engenharia de computação, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia elé trica, comunicação institucional e gestão em recursos humanos. 1.1.6. Inserção Regional A Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP), mantida pelo Instituto Bandeirantes de Ciência e Tecnologia (IBCT) iniciou suas atividades em 16 de janeiro de 2006, e e stá sediada à Rua Luiz Otávio, 1281 na cidade de Campinas, estado de São Paulo. Conforme a estimativa populacional do Seade em 2014, a Região Metropolitana de Campinas chegou a marca de 2,97 milhões de habitantes, distribuídos em 3.791 km². 6 É a nona maior região metropolitana do Brasil e a segunda maior região metropolitana de São Paulo faz parte do Complexo Metropolitano Expandido, uma megalópole que compreende 12% da população brasileira, ou cerca de 30 milhões de habitantes. Esta região se destaca no Estado de São Paulo pela sua prosperidade, grandiosidade e pela localização privilegiada e próxima da grande Cidade de São Paulo. Está numa das principais regiões do Estado, levando-se em consideração a grande concentração de Indústrias Nacional e Internacional (automação, química, petroquímica, borracha, alimentação, celulose e papel, montadoras, dentre outras); grande polo da indústria têxtil e de confecção; refinaria de petróleo e usinas produtoras de açúcar e álcool. Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros Universitários, Faculdades Integradas e outras. Na área de tecnologia, a região dispõe de renomados Centros de Pesquisa; Polos de alta tecnologia, além de indústrias de ponta do setor. Um outro fator que devemos levar em consideração é a facilidade de locomoção por meio de rodovias estaduais, intermunicipais e interestaduais, facilitando o transporte de acesso ao local, além de outros fatores que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da região. Dos 29 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2013, população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.144.862 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional. A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2013, 97,3%. Apenas cinco municípios possuem taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), It atiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%). A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores do que as d a RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC. A evolução socioeconômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em seu território. A infraestrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros. A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenv olvimento da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os grandes mercados consumidores e terminais de exportação. O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao mercado 7 urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura. A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção estadual. Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e perfumaria e de borracha. A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o polo de alta tecnologia, formado por empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação. A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a consequente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática, microeletrôni ca, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística, além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos, componentes, partes, peças e serviços. O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país: grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de ótima qualidade. O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp. Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor de telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico - Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos – ITAL, do Laboratório 8 Nacional de Luz Sincroton-LNLS, do Laboratório Nacional de Biociências - LNBio e do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol - CTBE. Por fim, para alimentar todo este processo, grandes empresas do ramo de energia elétrica estão sediadas na região Metropolitana de Campinas, podendo citar duas de grande renome: Elektro e CPFL. 1.2. Contextualização do Curso Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas modalidades de Engenharia. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia de Ambiental. É o ramo da engenharia voltado para o desenvolvimento econômico sustentável, o qual respeita os limites de exploração dos recursos naturais, e também para o projeto, a construção, a ampliação e a operação de sistemas de água e esgoto. Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os mecanismos e condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas atividades relacionadas à Engenharia Ambiental e Sanitária, comprometidos com o que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 que diz “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos...” e o exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente. Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um núcleo de disciplinas profissionalizantes específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária. 1.2.1. Concepção do Curso O curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária está concebido em semestres, com as seguintes características: Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002; Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004; Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres letivos, com período máximo de 16 semestres; Semestres letivos com duração de 20 semanas; Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula; Estágio supervisionado com carga horária mínima de 200 horas e, 9 Carga horária total do curso é definida em 4000 horas, perfazendo um total de 3333 horas presenciais, 200 horas de estágio supervisionado, 120 horas de atividades complementares e 100 horas para desenvolvimento de Projeto Interdisciplinar Integrado para a conclusão do curso. A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais e locais (art.26 da LDB). Posto isto, um Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária sediado na cidade de Campinas, se constitui em uma proposta da FACULDADE POLICAMP às solicitações da LDB e as necessidades deste tipo de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca expansão tecnológica. 1.2.2. Dados Gerais do Curso Denominação: Total de vagas anuais: Número máximo de alunos por turma: Turnos de funcionamento: Regime de matrícula: Integralização da carga horária do curso: limite mínimo e máximo: Dados Gerais 100 50 alunos Noturno Semestral Limite Mínimo: 10 semestres, Limite Máximo: 16 semestres 1.2.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’ Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu sentido mais amplo. A Faculdade POLICAMP entende que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito mais do um documento estruturado e estático que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. É antes a representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta e a consequente tradução e incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os seus Projetos Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas para o futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser necessário. É nesta perspectiva que se insere a concepção da FACULDADE POLICAMP acerca dos seus Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a melhor forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O possível neste âmbito significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de transformação da realidade a identificação de alternativas de ação. A elaboração de um Projeto Pedagógico para a FACULDADE POLICAMP implica em analisar o contexto real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para o 10 trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a trajetória percorrida e os resultados parciais e finais. Esta função não pode ser assumida, na visão da FACULDADE POLICAMP, sem que haja uma efetiva articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão institucional e social da Faculdade. Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes responsáveis p ela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento institucional acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da identidade institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos. O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da FACULDADE POLICAMP um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade POLICAMP é um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e promove a unidade pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o principal age nte articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da atuação destes atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos os projetos visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da FACULDADE POLICAMP norteia a ação transformadora da realidade e viabiliza as ideias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da FACULDADE POLICAMP articulam ações para promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a reconstrução das diretrizes curriculares. A FACULDADE POLICAMP entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o compromisso de promover a contínua construção, avaliação e reelaboração de ambos visando torná-lo uma expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre universidade e sua função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação com o ensino, sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática. Compromete -se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações visando a promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete-se também a gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e sua 11 articulação entre si e com os demais instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e do contexto social do qual faz parte. O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a organização e o planejamento institucional da FACULDADE POLICAMP, bem como indica um conjunto de objetivos, estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que oferece condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos dos Cursos. O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade curricular e d os correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou a realidade das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de bens tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi-relações intrínsecas e extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades organizacionais no desenvolvimento local, regional, nacional e internacional. Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão acompanhado s pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas, o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A Direção sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões. As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão integradas de forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Politécnica de Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição terá característica empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a integração legítima entre Pesquisa e Ensino. 1.2.4. Premissas Legais do Projeto Pedagógico O curso de Engenharia Ambiental da FACULDADE POLICAMP foi autorizado pela Portaria n° 1.816 de 22 de Dezembro de 2009 – Publicado no D.O.U de 23 de Dezembro de 2009. Em 2011 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2015) na IES existem cinco turmas com tamanho médio de 15 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas. 12 O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade POLICAMP, observados os preceitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), foi concebido com base na Resolução CNE/CES nº11/2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Bacharelado em Engenharia. O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária atende o disposto na Resolução n°2/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Atende ainda, ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº 5.296/2004, que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais; à Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as políticas de educação ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. O PPC de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária da faculdade POLICAMP está em profunda consonância com a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula a profissão de Engenheiro, com as Resoluções nº 281/1973, 427/1999 e com a Resolução CONFEA nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, que estabeleceu a nova sistemática de concessão de atribuições profissionais no âmbito do sistema profissional CONFEA / CREA. O PPC do curso está ainda em consonância com o disposto na Portaria Inep nº 246 de 02 de junho de 2014, que apresenta o referencial dos componentes específicos da área de Engenharias - Grupo VI, grupo onde se encontra o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, e a atualização permanente do PPC, considerando este instrumento referencial para os novos ciclos do ENADE deste grupo de cursos. O PPC de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária está ainda em acordo com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade POLICAMP. A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da FACULDADE POLICAMP constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas teóricas e práticas cuja carga horária perfaz um total de 4.000 horas, distribuídas em 10 semestres; além dessa, é necessário para a conclusão do curso, o cumprimento de 120 horas de atividades complementares, 200 horas de estágio supervisionado e 100 horas dedicadas ao Projeto Interdisciplinar Integrado. No decorrer dos anos (2011 a 2015) foram construídos laboratórios específicos para atender a demanda das disciplinas, contando atualmente na IES com laboratórios específicos e exclusivos para o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. 1.2.5. Objetivos do Curso Geral: O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da POLICAMP tem como objetivo integrar à ciência e à 13 tecnologia o desenvolvimento de aptidões, a fim de aplicá-las no mercado de trabalho, atendendo as demandas da sociedade, do setor público e privado no que se refere às tecnologias necessárias para o equacionamento dos problemas ambientais atuais, sem deixar o foco na prevenção da poluição, propondo alternativas de tecnologias e processos mais limpos. Específicos: Como principais objetivos específicos oriundos dos objetivos gerais colocados, podem ser citados: qualificar Engenheiros Ambientais e torná-los aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade; desenvolver o potencial de visão crítica e de raciocínio criativo; preparar o egresso para a profissão e para o auto-aprimoramento, mediante formação contínua; despertar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional, integrando os conhecimentos que adquiridos numa estrutura intelectual sistematizada do conhecimento; incentivar a prática da pesquisa e investigação científica, procurando o entendimento do homem e do ambiente em que vive; estimular o conhecimento dos problemas regionais, nacionais e do mundo globalizado, para a prestação de serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de respeito e reciprocidade; promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos; promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando a difusão das conquistas e benefícios advindos da pesquisa científica e tecnológica e das ações comunitárias. 1.2.6. Perfil do Egresso De acordo com a proposta da Resolução CNE/CES 2 No 11/2002 o perfil do egresso de um curso de Engenharia, deve ter uma formação de abrangência generalista, humanista, crítica e reflexiva, tornando-o capaz de absorver e desenvolver novas tecnologias, capacitando–o de uma atuação crítica e criativa na identificação, equacionamento e resolução de problemas do campo profissional, além de considerar os seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Ainda, segundo a mesma resolução, a formação do engenheiro ambiental, deve dotá-lo de conhecimentos suficientes para o exercício de competências e habilidades gerais (Tabela 1.2.6-1). Tabela 1.2.6-1. Competências e habilidades gerais do egresso em ENGENHARIA AMBIENTAL e SANITÁRIA Competências e Habilidades CH1 CH2 CH3 Descrição Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; 14 CH4 CH5 CH6 CH7 CH8 CH9 CH10 CH11 CH12 CH13 CH14 Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Atuar em equipes multidisciplinares; Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Com relação à fiscalização do exercício profissional das diferentes modalidades de Engenharia, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA3 - Resolução N o 1.010/2005, define as seguintes atividades profissionais, mostradas na Tabela 1.2.6-2, para o ENGENHEIRO AMBIENTAL. Tabela 1.2.6-2. Atividades profissionais conferidas ao ENGENHEIRO AMBIENTAL Atividades Profissionais Descrição AP1 AP2 AP3 AP4 AP5 AP6 AP7 AP8 AP9 AP10 AP11 AP12 AP13 AP14 AP15 AP16 AP17 AP18 Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica; Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação; Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental; Assistência, assessoria e consultoria; Direção de obra ou serviço técnico; Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parece r técnico, auditoria, arbitragem; Desempenho de cargo ou função técnica; Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão; Elaboração de orçamento; Padronização, mensuração, controle de qualidade; Execução de obra ou serviço técnico; Fiscalização de obra ou serviço técnico; Produção técnica e especializada; Condução de serviço técnico; Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e Execução de desenho técnico. 15 No campo de atuação profissional no âmbito da ENGENHARIA AMBIENTAL e SANITÁRIA, a Resolução No1. 010/2005 – CONFEA define as seguintes especificações mostradas na Tabela 1.2.6-3. Tabela 1.2.6-3. Áreas típicas de atuação profissional do ENGENHEIRO AMBIENTAL Áreas de Conhecimento A1 – Recursos Naturais A2 – Recursos Energéticos A3 – Gestão Ambiental Conteúdo Sistemas, métodos e processos de aproveitamento, proteção, monitoramento, manejo, gestão, ordenamento territorial, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais; Recuperação de áreas degradadas, remediação e biorremediação de solos degradados e águas contaminadas e prevenção e recuperação de processos erosivos. Fontes tradicionais, alternativas e renováveis de energia relacionadas com Engenharia ambiental; Sistemas e métodos de conversão e conservação de energia, e impactos energéticos ambientais; Eficientização ambiental de sistemas energéticos vinculados aos campos de atuação da Engenharia. Planejamento ambiental em áreas urbanas e rurais. Prevenção de desastres ambientais; Administração, gestão e ordenamento ambientais, licenciamento ambiental, adequação ambiental de empresas; Monitoramento ambiental, avaliação de impactos ambientais e ações mitigadoras, controle de poluição ambiental; Instalações, equipamentos, componentes da Engenharia ambiental. Em atendimento às expectativas descritas nas Tabelas 1.2.6-1, 1.2.6-2 e 1.2.5-3 o egresso do Curso de ENGENHARIA AMBIENTAL e SANITÁRIA da Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP) deverá promover a formação do aluno de graduação a partir da sua entrada na Academia e continua permanentemente durante o curso e, posteriormente a ele. O ENGENHEIRO AMBIENTAL deve estar em consonância com os princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC através do Conselho Nacional de Educação, no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o perfil traçado para o profissional egresso do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é o seguinte: NO TOCANTE A ÁREA DE ENGENHARIA: o futuro ENGENHEIRO AMBIENTAL deve ter afinidade com as questões ambientais, no sentido de contribuir para ações práticas que visem melhorar e manter a qualidade de vida e do meio ambiente, além de ter sólida formação em ciências básicas, matemática, física e química, o que garante ao profissional a capacidade de se adaptar rapidamente às novas tecnologias, além de interesse por disciplinas da Biologia, Ecologia e Humanas (Economia, Direito, Administração, Gestão, Sociologia, Ética e Cidadania); 16 NA PESQUISA: deve apresentar espírito científico, na qual a pesquisa é entendida como ferramenta para a evolução tecnológica. NA TOMADA DE DECISÕES: apresentar fundamentada capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas, além da aptidão para um campo de atuação dinâmico, multidisciplinar e interdisciplinar, que certamente exigirá atualizações profissionais ou de conhecimento permanentes, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética. DE COMUNICAÇÃO: baseada na confidencialidade das informações, na interação com outros profissionais de engenharias e demais áreas correlatas e o público em geral. Capazes de compreender a comunicação realizada na forma verbal, não verbal e escrita, dominando pelo menos, uma língua estrangeira e a informática. DE ADMINISTRAÇÃO E G ERENCIAMENTO: tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, preparado para assumir o papel de gestores, empregadores ou lideranças na equipe de nas áreas ambientais de Educação e de Engenharia, além de ter visão empreendedora, uma vez que a empregabilidade se apresenta de forma diferente, na conjuntura globalizada, em que o emprego tradicional dá lugar à prestação de serviços terceirizados e às iniciativas empreendedoras. PARA EDUCAÇÃO PERMANENTE: dar continuidade do aprender, tanto na sua formação, quanto na sua prática, preservando o compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das f uturas gerações de profissionais, compreendendo de que o aprendizado de Engenharia não se encerra com a simples graduação. Assim, o egresso do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade Politécnica de Campinas deve ser capaz de atuar profissionalmente, de modo individual ou em equipe, das seguintes formas: elaborar levantamentos e diagnósticos ambientais, caracterizando os meios físicos, bióticos antrópicos dos meios aquático, terrestre e atmosférico; estruturar programas de monitoramento ambiental, com aquisição de dados e sua análise e interpretação; elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental de locais que sofrem interferências; desenvolver, utilizar e interpretar modelos matemáticos de representação do comportamento dos compartimentos ambientais água, ar e solo, que estão sujeitos a poluição, a degradação, a interferência e a impactos ambientais; elaborar relatórios de concepção, e apresentar propostas mitigatórias de controle ambiental; elaborar levantamentos em indústrias e propor instrumentos de gestão, apontando possibilidades e meios de minimização da geração de resíduos, implementação da P+L e da utilização racional de recursos naturais; elaborar projetos dos itens de processo relativos a instalações e sistemas de controle ambiental, tais como: estações de tratamento de águas residuárias domésticas e efluentes industriais, aterros de resíduos sólidos domésticos e industriais, além de equipamentos de controle da emissão de poluentes gasosos; 17 elaborar projetos de sistemas de infraestrutura de saneamento, tais como sistemas hidráulicos prediais, sistemas de abastecimento de água, sistemas de esgotamento sanitário, sistemas de drenagem pluvial e sistemas de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos; operar sistemas e instalações de saneamento e controle ambiental, dentro de suas atribuições; participar em trabalhos de gestão ambiental, gestão de recursos hídricos e gestão de saneamento. 1.2.7. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO O Engenheiro Ambiental é um profissional de formação generalista, que atua no Planejamento, na Gestão Ambiental e na Engenharia e Tecnologia Ambiental. Possui sólidos conhecimentos científicos das atividades ambientais e suas implicações nos seres humanos e na cadeia produtiva. Atua nos aspectos de relacionamento Homem - Meio Ambiente e seus efeitos na cultura, no desenvolvimento socioeconômico e na qualidade de vida. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza estudos de viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; efetua vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em todas suas atividades, considera a ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais. Em termos de mercado de trabalho, o engenheiro ambiental, a ser formado com o perfil do curso ora proposto, não concorre diretamente com nenhum outro profissional, exceto os próprios profissionais engenheiros (civis, sanitários, florestais) que, embora sem formação acadêmica adequada para tal e, acabam atuando no campo das ciências ambientais. Assim, a formação de engenheiros ambientais visa preencher uma lacuna do atual mercado de trabalho, no qual se registra uma acentuada carência de profissionais da engenharia que incorporem, nos projetos inseridos nas ações de gerenciamento ambiental, os aspectos referentes ao equilíbrio dinâmico do meio ambiente. Destaca-se que a atuação do engenheiro ambiental, analogamente, a outros profissionais com atuação no campo das ciências ambientais, deverá, sempre que se faça necessário, compor equipes multidisciplinares. Assim o mercado de trabalho para estes profissionais é representado por diferentes níveis da administração pública e privada, como: Centros de pesquisa nos níveis federal, estadual e municipal; Órgãos executores de gerenciamento e controle de meio ambiente nos níveis federal, estadual e municipal; Agências reguladoras de água, energia e vigilância sanitária; Universidades públicas ou privadas e demais estabelecimentos de ensino; Comitês e agências de bacias hidrográficas; Indústrias com atuação nas mais variadas atividades; 18 Empresas de consultoria e de prestação de serviços e; Profissional autônomo. Assim, o profissional formado no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade Politécnica de Campinas deve ter conhecimentos para desenvolver as seguintes habilidades e competências: Adquirir conhecimentos sólidos das ciências fundamentais de base para a engenharia (matemática, física, química, biologia), das ciências ambientais (água, ar solo) e das tecnologias de controle e remediação ambiental; Ter capacidade de diálogo técnico-científico, inclusive no que diz respeito aos paradigmas e a termologias técnicas setoriais, com profissionais que tradicionalmente atuam na área ambiental, como a geografia, a geologia, a biologia, a economi a, ciências humanas, ciências agrárias e ciências da saúde; Possuir capacidade de atuar em equipes interdisciplinares; Adquirir elevada capacidade de expressão oral e escrita; Ter conhecimento dos fundamentos da metodologia científica; Ter conhecimento de recursos de informática; Possuir visão crítica da atuação social e política da engenharia; Possuir visão crítica da política ambiental e atualização quanto aos movimentos sociais que tratam da temática ambiental. 1.2.8. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO: A questão ambiental apresenta-se como um desafio à sociedade, principalmente quando se busca atender às demandas econômicas, sociais e ambientais. Embora o tema já venha sendo discutido há décadas, ainda há o desconhecimento da real necessidade da preservação dos sistemas ambientais, bem como da relação direta destes com a qualidade de vida. Vários são os problemas que afetam a meio ambiente e dentre esses, pode -se citar todas as formas de poluição da água, ar e solo, falta de controle em exploração aos recursos naturais e déficit de saneamento, sendo essa uma área bastante carente no país. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo IBGE 4 em 2008, 18% da população brasileira não possui rede coletora de esgoto, ficando sujeita aos riscos de doenças decorrentes dessa exposição direta. A pesquisa apresenta um quadro igualmente alarmante com relação à questão dos resíduos sólidos, no qual 50,8% dos municípios brasileiros depositam seus resíduos domiciliares em lixões, e outros 22,5% depositam em aterros controlados; ambas as alternativas não são adequadas do ponto de vista técnico, ambiental e legal. 19 Este panorama nos permite inferir que as quantidades de resíduos geradas podem estar acima da real capacidade de manejo técnica e economicamente viável, e de assimilação pelo meio ambiente, e é preciso mudar os hábitos de consumo e a relação da sociedade com o ambiente em que ela vive. O Engenheiro Ambiental, por sua formação generalista, poderá atuar nos diversos segmentos da sociedade, nas esferas pública e privadas, e precisa aliar ao conhecimento tecnológico, conteúdos relacionados à legislação ambiental e às ciências sociais e humanas, de forma a atuar em todas as frentes relacionadas com o meio ambiente, não apenas como agente modificador deste, mas sobretudo, como agente transformador da sociedade. De uma forma geral, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da POLICAMP atende uma demanda clara da sociedade brasileira, bem como com o comprometido com o bem estar social, contribuindo com a formação de uma massa crítica com capacidade de intervir de forma positiva na qualidade ambiental. O profissional a ser formado deverá ter o compromisso com o desenvolvimento de tecnologias e processos mais limpos, pautados nos princípios da prevenção da poluição e do consumo de recursos, e para tanto, deverá apresentar uma atuação proativa com o meio ambiente. 2. ESTRUTURA CURRICULAR O currículo é concebido como um sistema articulado de saberes, organizado sob a forma de atividades acadêmicas de modo a favorecer ao estudante a construção de trajetórias, cujos percursos contemplam uma estrutura com três dimensões: um Núcleo de Formação básica, um Núcleo de Formação Profissionalizante e Profissionalizante Específica, e Suplementar atendendo assim, a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, mostrados nas Tabelas 2.1-1, 2.1-2, 2.1-3, 2.1-4. Tabela 2.1-1. Núcleo: Básico Núcleo de Conteúdos Básico Componentes Curriculares/Disciplinas Carga Horária Cálculo Diferencial e Integral I 80 Cálculo Diferencial e Integral II 80 Cálculo Diferencial e Integral III 80 Ciências Ambientais 40 Ciências dos Materiais 40 Comunicação e Expressão 40 Ética e Exercício Profissional 40 Expressão Gráfica 80 Fenômenos de Transporte 80 Física Geral e Experimental I 80 Física Geral e Experimental II 80 Física Geral e Experimental III 80 Fundamentos de Biologia 80 20 Total Carga Horária (% do Total ) 1520 (34,4 %) Geometria Analítica e Álgebra Linear 80 Higiene e Segurança do Trabalho 40 Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania 40 Informática Aplicada 80 Introdução a Engenharia 40 Matemática Aplicada 80 Mecânica Geral e dos Sólidos 80 Metodologia Científica e Tecnológica 40 Probabilidade e Estatística 80 Química Geral e Experimental 80 TOTAL 1520 Tabela 2.1-2. Núcleo Profissionalizante Núcleo de Conteúdos Profissionalizante Componentes Curriculares/Disciplinas Carga Horária Bioquímica 40 Cinética e Cálculo de Reatores 80 Desenho Auxiliado por Computador 40 Direito e Legislação Ambiental 40 Ecologia Geral e Aplicada 80 Erosão e Conservação do Solo 40 Geologia de Engenharia 80 Geoprocessamento 80 Hidráulica I 80 Hidráulica II 40 Meteorologia e Climatologia 40 Microbiologia Aplicada 80 Poluição Ambiental 40 Química Orgânica 40 Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada 80 Recursos Energéticos e Desenv. Sustentável 40 Saneamento I 80 Saneamento II 40 Topografia 80 TOTAL Total Carga Horária (% do Total ) 1120 horas ( 25,3 %) 1120 Tabela 2.1-3 Núcleo Profissionalizante específico Núcleo de Conteúdos Profissionalizante Específico Componentes Curriculares/Disciplinas Avaliação de Impactos Ambientais Carga Horária Total Carga Horária (% do Total ) 80 1320 horas (29,9%) 80 Análise e Gestão Ambiental 21 Auditoria e Perícia Ambiental 40 Certificação e Adeq. Ambiental de Empresas 40 Controle da Poluição Atmosférica 40 Controle da Poluição de Solos e Aquíferos 40 Economia do Meio Ambiente 40 Gestão de Resíduos Sólidos 80 Gestão e Manejo de Recursos Naturais 80 Licenciamento Ambiental 80 Modelagem Matemática Apl. a Eng. Aplicada 40 Optativa I 40 Optativa II 40 Optativa III 40 Planejamento Ambiental Territorial e Urbano 40 Processos e Operações Unitárias 80 Química Ambiental 80 Recuperação de Áreas Degradadas 80 Saúde e Segurança Ambiental 40 Técnicas Exp. em Eng. Ambiental e Sanitária 80 Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) 40 Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) 40 Trat. de Esgotos Sanitários e Efl. Industriais 80 Tratamento de Águas de Abastecimento 40 TOTAL 2.1. 1320 Matriz Curricular A Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da POLICAMP apresenta a seguinte estruturação: CARGA HORÁRIA SEMESTRAL COMPONENTE CURRICULAR 1º Semestre Matemática Aplicada Introdução a Engenharia Informática Aplicada Expressão Gráfica Metodologia Científica e Tecnológica Comunicação e Expressão Ciências Ambientais SUBTOTAL 22 CH Semanal CH Semestral 4 2 4 4 2 2 2 20 80 40 80 80 40 40 40 400 Total 80 40 80 80 40 40 40 400 Hora Relógio 66.66 33,33 66.66 66,66 33,33 33,33 33,33 333,33 2º Semestre Cálculo Diferencial e Integral I Geometria Analítica e Álgebra Linear Física Geral e Experimental I Química Geral e Experimental Desenho Auxiliado por Computador Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania PI: Cidadania e Responsabilidade Social II SUBTOTAL 3º Semestre Cálculo Diferencial e Integral II Ciência dos Materiais Física Geral e Experimental II Fundamentos de Biologia Química Orgânica Topografia Projeto Interdisciplinar Integrado I SUBTOTAL 4º Semestre Bioquímica Cálculo Diferencial e Integral III Climatologia e Meteorologia Ecologia Geral e Aplicada Física Geral e Experimental III (Nome) Probabilidade e Estatística Projeto Interdisciplinar Integrado II SUBTOTAL 5º Semestre Fenômenos de Transporte Geologia e Solos Mecânica Geral e dos Sólidos Microbiologia Aplicada Química Ambiental Projeto Interdisciplinar Integrado III SUBTOTAL 6º Semestre Cinética e Cálculo de Reatores Direito e Legislação Ambiental Geoprocessamento Hidráulica I Modelagem Matemática Aplicada a Eng. Aplicada Técnicas Exp. em Engenharia Ambiental e Sanitária Projeto Interdisciplinar Integrado IV SUBTOTAL 7º Semestre Avaliação de Impactos Ambientais Hidráulica II Poluição Ambiental Processos e Operações Unitárias 23 4 4 4 4 2 2 20 80 80 80 80 40 40 400 80 80 80 80 40 40 400 66,66 66,66 66,66 66,66 33,33 33,33 60,00 333,33 4 2 4 4 2 4 20 80 40 80 80 40 80 400 80 40 80 80 40 80 400 66,66 33,33 66,66 66,66 33,33 66,66 20 353,33 2 4 2 4 4 4 20 40 80 40 80 80 80 400 40 80 40 80 80 80 400 33.33 66,66 33,33 66,66 66,66 66,66 20 353,33 4 4 4 4 4 20 80 80 80 80 80 400 80 80 80 80 80 400 66,66 66,66 66,66 66,66 66,66 20 353,33 4 2 4 4 2 4 20 80 40 80 80 40 80 400 80 40 80 80 40 80 400 66,66 33,33 66,66 66,66 33,33 66,66 20 353,33 4 2 2 4 80 40 40 80 80 40 40 80 66,66 33,33 33,33 66,66 Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada Saneamento Ambiental I Projeto Interdisciplinar Integrado V SUBTOTAL 8º Semestre Controle da Poluição de Solos e Aquíferos Erosão e Conservação do Solo Gestão e Manejo de Recursos Naturais Licenciamento Ambiental Optativa I Planejamento Ambiental Territorial e Urbano Recursos Energéticos e Desenv. Sustentável Saneamento Ambiental II SUBTOTAL 9º Semestre Análise e Gestão Ambiental Controle da Poluição Atmosférica Economia do Meio Ambiente Gestão de Resíduos Sólidos Optativa II Saúde e Segurança Ambiental Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) Tratamento de Águas de Abastecimento SUBTOTAL 10º Semestre Auditoria e Perícia Ambiental Certificação e Adequação Ambiental de Empresas Ética e Legislação Profissional Higiene e Segurança do Trabalho Optativa III Recuperação de Áreas Degradadas Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) Trat. de Esgotos Sanitários e Efluentes Industriais SUBTOTAL TOTAL Carga Horária (1) CH de Disciplinas presenciais (2) CH de Estágio Supervisionado (3) CH de Atividades Complementares (4) Projeto Interdisciplinar Integrado Carga horária total do curso (1) + (2) + (3) + (4) 4 4 20 80 80 400 80 80 400 66,66 66,66 20 353,33 2 2 4 4 2 2 2 2 20 40 40 80 80 40 40 40 40 400 40 40 80 80 40 40 40 40 400 33,33 33,33 66,66 66,66 33,33 33,33 33,33 33,33 333,33 4 2 2 4 2 2 2 2 20 80 40 40 80 40 40 40 40 400 80 40 40 80 40 40 40 40 400 66,66 33,33 33,33 66,66 33,33 33,33 33,33 33,33 333,33 2 2 2 2 2 4 2 4 20 40 40 40 40 40 80 40 80 400 40 40 40 40 40 80 40 80 400 33,33 33,33 33,33 33,33 33,33 66,66 33,33 66,66 333,33 200 4000 4000 3.333,33 Hora aula 4000 200 120 100 4.420 Disciplinas Optativas (Relação de Opções) Ecotoxicologia Ambiental Empreendedorismo Gestão de Águas Pluviais e Drenagem Urbana Hora relógio 3.333,33 200 120 100 3.753,33 Hora aula semestral 40 40 40 24 Gestão de Recursos Hídricos Libras – Linguagem Brasileira de Sinais Tratamento Avançado e Reuso de Águas 40 40 40 2.2. Ementário 1ª Semestre Disciplina: Matemática Aplicada Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conjuntos Numéricos e os Números Reais. Revisão de Álgebra. Equações e Inequações. Funções. Funções Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas. Limite de Funções. Bibliográfica Básica: 1.LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v 2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v 3. PIOVESA, C.I. et al. Matemática Básica. Berto Editora Bibliografia Complementar: 1. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S. Paulo: Pearson, 2005. 2. RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2ºed. São Paulo: Makron Books, 1996. 3. LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, vol. 2, ed. LTC, 1998. 4. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 5. FLEMMING, M.D.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992 6. GLEASON, A.M.; MCCALLU, W.G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004. Disciplina: Introdução a Engenharia Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: O Profissional de Engenharia. Definição e Histórico da Engenharia, suas Modalidades e suas Áreas de Atuação. As Atividades e as Normas Acadêmicas na UNIESP. Currículos de Engenharia na UNIESP. O Sistema Profissional CONFEA/CREA. Entidades de Classe e Sindicatos. Atribuições Profissionais. O Papel do Engenheiro na Sociedade Brasileira. Pesquisas em Engenharia. Bibliográfica Básica: 1. BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003. 2. CONTADOR, J.C. et al. Gestão de Operações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1997. 3. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C.; HARRISON, A.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo, Atlas, 1997. Bibliografia Complementar: 1. Davis, M.A., Nicholas, J. Fundamentos da administração da produção. Bookman, 2003. 2. MARTINS, P.G., LAUGENI, F.P., Administração da Produção. São Paulo. Saraiva Ed. 2 ed. 2006. 3. MOREIRA, D.A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. 4. GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. Tradução: José Carlos 25 Barbosa dos Santos. 8. ed. Sout-Western College Publishing: 1999. 5. WOILER, S.; MATHIAS, W.F. Projetos: planejamento, elaboração e análise. 1 Ed. São Paulo: Atlas S/A, 2008. Disciplina: Ciências Ambientais Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA : A Engenharia no Contexto Ambiental. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Biosfera: Conceitos Básicos em Ecologia. Ecologia das Comunidades. Ciclos Biogeoquímicos. Poluição e Contaminação. Impacto Ambiental e Saneamento. Recursos Naturais: Ar, Água e Solo. Recursos Energéticos. Recursos Naturais Renováveis. Política e Educação Ambiental. Legislação Ambiental. Geração e Disposição de Resíduos Sólidos. Bibliográfica Básica: 1. BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2002. 318p. 2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. SP: Atlas, 1999. 3. PANTANO FILHO, R.; ROSA, D.S. Meio ambiente: múltiplos olhares. Companhia da Escola - 1ª. Ed. 2005. 4. SEIFFERT, M.E.B. Iso 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental - Implantação Objetiva e Econômica. São Paulo: Altas, 3 Ed,. 2007. 5. ASSUMPÇÃO, L.F.J. Sistema de Gestão Ambiental, São Paulo: Jurua, 2ª Ed., 2009. Bibliografia Complementar: 1. PANTANO FILHO, R. Desenvolvimento sustentável. São Paulo: Berto Itativa, 2008. 2. AQUINO, A.R. de. Analise de Sistema de Gestão Ambiental. Thex Editora, 1 ed. 2008. 3. DEMAJOROVIC, J. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental, Senac, 2003. 4. MANO, E.B. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem, Rio de Janeiro: Edgard Bluche, 2005. 5. REIS, L.B. dos. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável, São Paulo: Manole, 2005. Disciplina: Expressão Gráfica Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA : Sistemas de coordenadas. Representação Gráfica. Gráficos. Solução de Problemas por meio da Interpretação Gráfica. Elementos de Geometri a Descritiva. Escalas. Desenho Técnico. Normas Técnicas. Projeções cotadas. Perspectivas. Elementos de Projeto em Engenharia. Bibliográfica Básica: 1. MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de Desenho. Hemus. 2004. 257 p. 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: Curso completo - v1. Hemus. 2004. 3. PAGE-JONES, M. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001. Bibliografia Complementar: 1. JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979. 2. SILVA, A.; RIBEIRO, C.T. ; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC 26 – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006. 3. NBR6158 – Sistemas de tolerâncias e ajustes 4. NBR6409 – Tolerâncias geométricas 5. NBR8196 - Emprego de escalas 6. NBR8402 – Execução de caráter para escrita em desenho técnico 7. NBR8403 – Aplicação de linhas em desenhos 8. NBR8404 – Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos 9. NBR9964 – Linhas e símbolos de estruturas navais 10. NBR10592 – Zíper 11. NBR12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técni co 12. NBR13104 – Representação de entalhado em desenho técnico 13. NBRISO10209-2 – Máquinas e equipamentos mecânicos 14. NBRISO2768-1 – Tolerâncias – parte 1 15. NBRISO2768-21 – Tolerâncias – parte 2 Disciplina: Comunicação e Expressão Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Linguagem e Socialização. Requisitos da Redação Técnica. Coesão e Coerência Textual. Composição Tipológica de Textos. Gêneros Textuais. Estratégias de Leitura e Interpretação de Textos. Argumentação. Técnicas e Estratégias de Comunicação Oral. Bibliográfica Básica: 1. FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 3. ed. São Paulo: Ática, 2003. 2. FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Lições de texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 2003. 3. ANDRADE, M.M.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1999. Bibliografia Complementar: 1. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 2001. 2. PASQUALE NETO, C. & ULISSES, I. Gramática da língua portuguesa, 6ºed. SP, ed. Scipione, 2003. 3. BARBOSA, S.A.M. Redação: Escrever é desvendar o mundo. Campinas: Papirus, 2003. 4. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 2003. 5. CIPRO NETO, P.; INFANTE, U. Gramática da língua portuguesa. 2 ed. São Paulo: Scipione. 2007. Disciplina: Informática Aplicada Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Informática e sociedade. Computação e Engenharia. Estudo dos Conceitos Básicos de Informática e da Lógica de Programação. Desenvolvimento de Fluxogramas, Algoritmos e Programação Estruturada. Métodos, Técnicas e Processos de Desenvolvimento de Softwares para Engenharia. Planilhas Eletrônicas e sua utilização na Resolução de Problema em Engenharia. Bibliográfica Básica: 1. FORBELLONE, A.L.V., EBERSPACHER, H.F. Lógica de programação : a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177p. 2. MANZANO, J.A.N.G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p. 3. BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000. 4. PREISS, B.R. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto com Java. 27 Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Bibliografia Complementar: 1. VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. 2. SALIBA, W.L.C. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141p. 3. SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Érica, 2000. 4. JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004. 5. SOUZA, M.A.F. et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006. Disciplina: Metodologia Científica e Tecnológica Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Método do Trabalho Acadêmico. Natureza do Conhecimento Científico. Ciência e Método Científico. Métodos, Economia e Eficiência nos Estudos. Resumos, Resenhas, Fichamentos. Normas Técnicas para Elaboração de Referências Bibliográficas. Elaboração de Projetos de Pesquisa. Estrutura de Trabalhos Científicos. Monografias, Dissertações e Teses. Iniciação à Prática Científica. Bibliográfica Básica: 1. MARCONI, M.A. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração , análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 2002. 2. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009. 3. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20a ed. São Paulo: Cortez, 1999. 272p. Bibliografia Complementar: 1. ANDRADE, M.M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1999. 2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1998. 3. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. Pearson Education. 5ª ed. 2002. 242p. 4. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas. 4ª ed. 2005. 320p. 5. NBR 6023 - Informação e documentação - Referências – Elaboração. ABNT. 2002. 6. NBR 14724 - Informação e documentação Trabalhos Acadêmicos – Referências - Elaboração. ABNT. 2006. 2o Semestre Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral I Carga Horária Total: 80 Horas aula EMENTA: Derivada de funções. Derivadas e regras básicas de derivação. Regras avançadas de derivação. Derivadas superiores. Taxa média de variação. Otimização de funções de uma variável. Incrementos e diferenciais. Bibliografia Básica: 1. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3a ed. São Paulo : HARBRA, 1994. v2. 2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v 3. PIOVESA, C. I. et al. Matemática Básica. Berto Editora. 2009.142p. Bibliografia Complementar: 1. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2a ed. São Paulo: Pearson, 2005. 28 2. RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2ºed. São Paulo: Makron Books, 1996. 3. LARSON, R.E. et al. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, v. 2, ed. LTC, 1998. 4. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 5. FLEMMING, M.D.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5a ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992. 6. GLEASON, A.M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3a ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004. Disciplina: Geometria Analítica e Álgebra Linear Carga Horária Total: 80 Horas aula EMENTA: Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Dependência linear. Independência linear. Bases coordenadas. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Cônicas e superfícies. Sistemas lineares. Matrizes. Determinantes. Autovalores e autovetores de matrizes. Bibliografia Básica: 1. CONDE, A. Geometria Analítica, São Paulo: Atlas, 2004. 2. LEON, S. Álgebra Linear com Aplicações, 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 3. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. Ed. LTC. 6ª ed. Rio de Janeiro. 1998. Bibliografia Complementar: 1. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. Editora Harbra Ltda. 3ª ed. 1994. 2. RORRES, A. Álgebra Linear com Aplicações. Ed. Bookman. 8ª edição. Porto Alegre, 2002. 3. STEIMBRUCH, A.; WINTERLE, P., Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987. 4. BODULOS, P.; OLIVEIRA, I.C. Geometria Analítica - um tratamento vetorial. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1986. 5. FAINGUELENT, E.K.; BORDINHÃO, N.C. Álgebra Linear – Geometria Analítica. São Paulo: Ed. Moderna, 1982. Disciplina: Física Geral e Experimental I Carga Horária Total: 80 Horas aula EMENTA: Cinemática: introdução aos conceitos de velocidade, equações do movimento, representação gráfica, movimento uniforme e variado, queda livre. Dinâmica: vetores, forças. Leis de Newton. Trabalho, potência. Lei de Hooke. Lei da Conservação de Energia, Ene rgia Mecânica. Momento linear. Colisões. Estudo de sistemas de partículas. Estática e dinâmica de sistemas de partículas, centro de massa. Rotação de um corpo sólido e momento de inércia. Bibliografia Básica: 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K.S. Física, V.1. LTC. 5a ed. 2003. 2. TIPLER, Paul. A. Física. V.1. LTC. 4a Ed. 2000. 3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002. Bibliografia Complementar 1. SERWAY, R.A.; JEWETT JR, J.W. Princípios de Física - Mecânica Clássica. v.1. Thomson Pioneira. 2003. 2. KELLER, F.J.; GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, v.I. Ed. Makron Books. 1999. 3. CEOLIN, M.F.; PANTANO FILHO, R. FUJIY, O.K.; PENEREIRO, J.C.; REGGIANI, N. Física: atividades 29 experimentais. 2a ed. Itatiba S.P.: Moara, 2002. 4. RAMALHO JUNIOR, F. et al. Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna. São Paulo: Moderna, 1976. 5. FREEDMAN, R.A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003. Disciplina: Química Geral e Experimental Carga Horária Total: 80 Horas aula EMENTA: Modelo cinético-molecular, estados de agregação da matéria, partículas constituintes – átomos, moléculas e íons, natureza dos elementos químicos, ligações e interações químicas, propriedades físicas e natureza química dos materiais, materiais modernos, aspectos físico -químicos das reações, metais e metalurgia. Bibliografia Básica: 1. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 611p. v1. 2. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 1018p. v2. 3. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 582p. Bibliografia Complementar 1. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 256p. 2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p. 3. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2004. 620p. v1. 4. RUSSEL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. 1268p. v2. 5. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2007. 318p. Disciplina: Desenho Auxiliado por Computador Carga Horária Total: 40 Horas aula EMENTA: A Tecnologia da Informação e a Engenharia. A Expressão gráfica e o uso de Softwares. Softwares para Engenharia: Softwares para desenho, instalações e estruturas em Engenharia. Autocad. Representação em 2D e 3D. Mapas. Plotagens. Desenvolvimento de projeto. Aplicações. Bibliografia Básica: 1. BALDAM, R. L. COSTA, L. AUTOCAD 2011 – Utilizando Totalmente. São Paulo: ÉRICA, 2010. 2. KATORI, R. AUTOCAD 2011 – Projetos em 2D. São Paulo: SENAC, 2010. 3. ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico. Vol. I. São Paulo: Plêiade, 2010 /2011. Bibliografia Complementar: 1. GIESECKE, Frederick E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMAN, 2002. 2. SAAD, A. L. AutoCad 2004 2D e 3D: para Engenharia e Arquitetura, Edição: 1, Makron Books, São Paulo, 2004. ISBN: 8534615357. 3. OLIVEIRA, A. de , AutoCAD 2007: Modelagem 3D e Renderização em Alto Nível. Ed 1º Editora: Érica, 2006. ISBN: 8536501162. 4. SOUSA & MONTENEGRO (2008). “Guia de Exercícios de Desenho Técnico em Ferramenta CAD“. Universidade Federal do Ceará – UFC, Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia de 30 Transportes – DET. Outubro de 2008; 5. REZENDE et al (2007). “AUTOCAD 2000. Apostila Passo a Passo”. UFRGS – Faculdade de Arquitetura – Departamento de Expressão Gráfica – Setor Técnico. LECOG – Laboratório de Ensino à Computação Gráfica. Porto Alegre, Ed; 2007/01; Disciplina: Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania Carga Horária Total: 40 Horas aula EMENTA: Objeto e Objetivos das ciências humanas e sociais. Conceitos básicos para a compreensão dos processos sociais. Fundamentos do comportamento individual e grupal. Família e Religião. Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura como instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica cultural das sociedades contemporâneas. Cultura organizacional. Educação das Relações Étnico-raciais e História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Política e Educação Ambiental. Bibliografia Básica: 1. MORRIS, T. A nova alma dos negócios. Rio de Janeiro: Campus, 1998. 2. PASSOS, E. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2004. 3. BERNARDES, C. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Saraiva, 1999. Bibliografia Complementar: 1. CASTRO, C.A.P.de. Sociologia Aplicada a Administração. São Paulo: Atlas, 2003. 2. COSTA, C. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª. Edição. São Paulo: Moderna, 2005. 3. SIMMEL, G. Questões Fundamentais da Sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006. 4. SÁ, A.L. de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2001. 5. MEKSENAS, P. Sociologia. SP: Cortês, 1990. 3ª Semestre Disciplina: Química Orgânica Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Introdução à Química Orgânica aplicada a engenharia ambiental. Principais funções orgânicas. Polaridade e solubilidade de compostos. Acidez e basicidade de compostos orgânicos. Reações orgânicas. Compostos orgânicos contidos em águas e resíduos sólidos e líquidos. Meio Ambiente natural e suas interações orgânicas com o homem. Poluentes orgânicos tóxicos. Polímeros. Agrotóxicos. Bibliografia Básica: 1 BARBOSA, L.C.A. Introdução a Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 2. CONSTANTINO, M.G. Química orgânica: curso básico universitário. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol.1. 3. RISSATO, S.R. Química Orgânica: compreendendo a ciência da vida. São Paulo: Átomo & Alínea, 2010. Bibliografia Complementar: 1. ALLINGER, N. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC. 2. BROWN, L.S. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage, 2010. 3. BRUICE, P.Y. Química orgânica, v. 1. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 31 4. FARIAS, R.F. Elementos de Química Quântica. São Paulo: Átomo & Alínea, 2011. 5. KOTZ, J.C. Química geral e reações químicas. 5. ed. São Paulo: Thomson, 2006. Disciplina: Física Geral e Experimental II Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Temperatura. Termologia. Calor e Princípios de Termodinâmica. Oscilações. Ondas em Meios Elásticos. Óptica. Natureza e Propagação da Luz. Reflexão e refração. Bibliográfica Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K.S. Física, Vol.1. LTC. 5a. Ed. 2003. 2. TIPLER, P.A. Física. Vol.1. LTC. 4a. Ed. 2000. 3. NUSSENZVEIG, H.M. Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002. Bibliografia Complementar 1. PANTANO FILHO, R. et al. Física: atividades experimentais. Edição: 2. ed., Imprenta: Itatiba, SP: Berto: Moara, 2006. 2. TIPLER, P. A. Física. Vol.1 LTC. 4a. Ed. 2000. 3. KELLER, F.J., GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, Vol. I. Ed. Makron Books. 1999. 4. RAMALHO JUNIOR, F. et al. Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna. São Paulo: Moderna, 1976. 5. FREEDMAN, R.A. ; YOUNG, H. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003. Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral II Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Integração. Integral Definida. Técnicas de Integração. Bibliográfica Básica: 1. FEITOSA, M.O. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica: exercícios propostos e resolvidos. Ed. Atlas. 4a ed. 1996. 349p. 2. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v. 3. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v. Bibliografia Complementar: 1. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. LTC. Vol. 2. 5ª Ed. 2002. 2. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Makron Books. Vol. 2. 2a Ed. 2000. 3. GLEASON, A.M.; MCCALLU, W.G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004. 4. GONCALVES, M.B. Cálculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999. 5. HUGHES-HALLETT, D.; GLEASON, A.M.; LOCK, P.F.; FLATH, D.E. Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. Disciplina: Topografia Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conceitos Fundamentos em Topografia e Geodésia. Sistemas de Projeção. Coordenadas. Medidas Lineares e Angulares. Equipamentos. Orientação. Levantamentos Planialtimé tricos. Divisão de Terra. Locação de Obra. Aplicações em Loteamentos e Estradas. Noções de GPS. 32 Aplicações. Bibliográfica Básica: 1. MCCORMAC, J.C. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 391p. 2. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 3. BORGES, A.C. Topografia. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Bluscher, 2008. 191p. v1. Bibliografia Complementar: 1. BORGES, A.C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher, 2006. 232p. v2. 2. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003. 232p. 3. MIRANDA, J.I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 4. COMASTRI, A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 2010. 200p. 5. GODOY, R. Topografia básica. Piracicaba: FEALQ, 1988. 350p. Disciplina: Fundamentos da Biologia Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA : Origem da vida e as Teorias da Evolução. Estrutura, Funções e Evolução das Células. Organização celular. Funções Celulares. Bactérias e Arqueas - Formação de biofilmes e agregados celulares. Vírus, Fungos, microrganismos eucariontes e parasitas. Protozoários. Algas. Conceitos essenciais de Metabolismo. Fotossíntese e Respiração. Proteínas e Ácidos Nucléicos. Aplicação das técnicas de Biologia Molecular. Divisão Celular. Bibliografia Básica: 1.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p. 2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1. 3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2. 4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1252p. v3. 5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp. 2001. 404p. Bibliografia Complementar: 1. CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p. 2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1. 3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2. 4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 1252p. v3. 5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp. 2001. 404p. Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado I Carga Horária Total: 20 Horas EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 33 Bibliografia Básica: 1 BARBOSA, L.C.A. Introdução a Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 2.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p. 3. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. Bibliografia Complementar: 1. BROWN, L.S. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage, 2010. 2. BRUICE, P.Y. Química orgânica, v. 1. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1. 4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2. 5. BORGES, A.C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher, 2006. 232p. v2. 6. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003. 232p. 4a Bimestre Disciplina: Probabilidade e Estatística Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Estatística Descritiva e Indutiva. Distribuição e Gráficos de Frequências. Distribuição a uma Variável. Distribuição a duas variáveis. Correlação. Regressão Linear. Probabilidade. Teoria da Amostragem. Inferência estatística. Bibliografia Básica: 1. CRESPO, A.A. Estatística Fácil. 18a edição. São Paulo: Saraiva, 2002. 2. ANDERSON, D.R. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: Pioneira, 2003. 3. FONSECA, J.S. da, Estatística Aplicada 2a Edição – São Paulo – Editora Atlas – 1985. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LARSON, R. Estatística Aplicada – 2a Edição – Editora PRENTICE. 2. HALL WONNACOTT,R.J. & Wonnacott, T.H. Fundamentos de Estatística. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 1985. 3. MARTINS, G. de A. Estatística Geral e Aplicada – São Paulo – Editora Atlas - 2005 . 4. MILONE, G. Estatística Geral e Aplicada – São Paulo – Editora Thomson – 2004. 5. ZENTEGRAF, R. Estatística Objetiva 2a Edição – São Paulo – Editora ZTG – 2001. Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral III Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Estudo de funções de várias variáveis. Derivação e diferenciação parcial. Regra da Cadeia. Integrais múltiplas e aplicações. Sequencias e series. Equações diferenciais. Bibliografia Básica: 1. FEITOSA, M.O. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica: Exercícios Propostos e Resolvidos. Ed. Atlas. 4ª Ed. 1996. 2. LEITHOLD, L.O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª Ed. São Paulo: HARBRA, 1994. 3. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. Bibliografia Complementar: 34 1. GUIDORIZZI, H. Um Curso de Cálculo Vol. 2. LTC. 5ª Ed. 2002. 2. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral Vol. 2. Makron Books. 2ª Ed. 2002. 3. GLEASON, A.M., MCCALLU, W. G. HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3ª Ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2004. 4. GONCALVES, M.B. Cálculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999. 5. HUGHES-HALLETT, D., GLEASON, A.M., LOCK, P.F., FLATH, D.E. Cálculo e Aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. Disciplina: Física Geral e Experimental III Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Carga Elétrica e Campo Elétrico. Lei de Gauss. Trabalho e Potencial Elétrico. Capacitores. Condutores. Corrente Elétrica. Resistores. Geradores. Receptores. Circuitos elétricos. Campo e Força Magnética e Fontes de Campos Magnéticos. Indução Eletromagnética. Ondas Eletromagnéticas. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de física – Eletromagnetismo. LTC. 6a Ed. 2003. 2. TIPLER, P.A. física - Eletricidade e Magnetismo, Ótica. LTC. 4a Ed. 1999. V2. 3. NUSSENZVEIG, H.M., Curso de Física básica – Eletromagnetismo. Vol.3. Edgard Blücher. 1997. Bibliografia Complementar 1. SERWAY, R.A.; JEWETT Jr., J.W. Princípios de Física – Eletromagnetismo. Thomson Learning. 2004. 941p. 2. KELLER, F.J., GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, Vol. II. Ed. Makron Books. 1999. 3. CEOLIN, M.F.; PANTANO FILHO, R.; FUJIY, O.K.; PENEREIRO, J.C.; REGGIANI, N. Física: Atividades Experimentais. 2 Ed. Itatiba S.P.: Moara, 2002. 4. YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física III: Eletromagnetismo. 12. ed. SP: Pearson, 2003. 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de física. 8.ed. RJ: LTC, 2009. v.2. Disciplina: Bioquímica Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA : Introdução a Bioquímica. Água e Sais Minerais. Química e metabolismo de macromoléculas: Carboidratos, Lipídios, Proteínas e Ácidos Nucléicos. Aspectos gerais do metabolismo celular, seus mecanismos de regulação e bioenergética. Bibliografia Básica: 1. CAMPBELL, M. K. Bioquímica – Artmed Editora, 3a ed., São Paulo. 1999. 2. CHAMPE, P. Bioquímica Ilustrada - Artmed Editora, 2a ed., Porto Alegre. 1996. 3. MARZZOCO, A. Bioquímica Básica – Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2007. Bibliografia Complementar: 1. LEHNINGER , A. L.- Princípios de Bioquímica - Editora Sarvier, São Paulo. 1985. 2. STRYER, L. Bioquímica - Editora Reverté, 6a ed., Madrid. 2008. 3. OTTAWAY, J. Bioquímica da Poluição – E.P.U. – São Paulo, 1980. 4. KOOLMAN, J. Bioquímica. 3ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2007. 478p. 5. VOET, D.; VOET , J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica – Artmed Editora, São Paulo. 2000. 35 Disciplina: Climatologia Aplicada Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Introdução ao estudo do clima. Conceitos e definições: clima e tempo. Meteorologia e Climatologia. As massas de ar atuantes no Brasil. Interpretação de fenômenos atmosféricos. Fundamentos e Conceitos de Física Ambiental na Atmosfera. Interpretação de Imagens de Satélites, acompanhamento das condições do tempo. Os elementos do clima e os fatores geográficos de modificação das condições do tempo e do clima. Sistemas de aquisição de dados meteorológicos: estações clássicas e automáticas. Bibliografia Básica: 1. AYOADE, J. Introdução à Climatologia para os Trópicos. São Paulo: Bertrand Brasil, 2004. 2. CAVALCANTI, N.J. Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 3. MENDONÇA, F. Climatologia: noções básicas e climas no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Bibliografia Complementar: 1. CONTI, J.B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Saraiva, 2011. 2. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 2. GALVINCIO, J.G. Mudanças Climáticas e Modelos Ambientais. Teresina: UFPE, 2012. 4. MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2003. 5. VEIGA, J.E. Aquecimento Global. São Paulo: Senac, 2011. Disciplina: Ecologia Geral e Aplicada Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Ecologia. Conceitos. Os organismos e as interações com o ecossistema. Cadeias, redes alimentares e pirâmides ecológicas. Ciclos biogeoquímicos. Dinâmica de Populações. Modelos de crescimento populacional e fatores limitantes. Dinâmica de Comunidades. Sucessão ecológica. Fluxo de energia e matéria através dos ecossistemas. Biologia da Conservação. Conceitos de Poluição Ambiental. Ameaças a Diversidade Biológica. Conservação de Populações, Comunidades e Desenvolvimento sustentável. Bibliografia Básica: 1. BEGON, M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 2. BARBAULT, R. Ecologia Geral: estrutura e funcionamento da biosfera. Petrópolis: Vozes, 2011. 3. ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 2010. Bibliografia Complementar: 1. BEZZON, L..C. A Cultura e o Ecossistema. São Paulo: Alínea, 2008. 2. FERREIRA, T.F. Modelagem Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. Rio de Janeiro: Oficina de textos, 2009. 3. MILLER, J.R. Ecologia e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012. 4. OLMOS, F. Espécies e Ecossistemas. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. 5. PIRES VANIN, A.M.S. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical. São Paulo: Edusp, 2009. Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado II Carga Horária Total: 20 Horas EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disci plinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – 36 jornada científica. Bibliografia Básica: 1. BEGON, M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 2. MENDONÇA, F. Climatologia: noções básicas e climas no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 3. MARZZOCO, A. Bioquímica Básica – Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2007 Bibliografia Complementar: 1. MILLER, J.R. Ecologia e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012. 2. OLMOS, F. Espécies e Ecossistemas. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. 3. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 4. GALVINCIO, J.G. Mudanças Climáticas e Modelos Ambientais. Teresina: UFPE, 2012. 5. KOOLMAN, J. Bioquímica. 3ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2007. 478p. 6. VOET, D.; VOET , J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica – Artmed Editora, São Paulo. 2000. 5o Semestre Disciplina: Fenômeno de Transporte Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA : Mecânica dos Fluidos. Propriedades dos Fluidos. Sistemas de Unidades. Análise Dimensional. Estática dos Fluidos. Manometria. Dinâmica dos Fluidos. Perda de Carga em Sistemas Fluidodinâmicos. Noções de Transferência de Calor e Massa. Bibliografia Básica: 1. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 2. CANEDO, E.L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 3. LIVI, C.P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Bibliografia Complementar: 1. ASSI, T.M. Fundamentos de Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. LTC, 2004. 2. BISTAFA, S.R. Mecânica dos Fluidos. Edgard Blucher, 2010. 3. INCROPERA, F.P. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. LTC, 2008. 4. SISSOM, L.E.; PITTS, D.R. Fenômenos de Transporte. Guanabara, 1988. 5. YUNUS, A. Transferência de Calor e Massa: uma abordagem prática. McGraw Hill, 2012. Disciplina: Microbiologia Aplicada Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Microbiologia: origem e aplicações. Nutrição e cultivo de microrganismos. Metabolismo microbiano. Aplicações ambientais dos microrganismos. Biodegradação e Biorremediação. Genética microbiana. Bibliografia Básica: 1. RIBEIRO, M.C. Microbiologia Prática. São Paulo: Atheneu, 2011. 2. LEHNINGER, A.L. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2011. 3. TRABULSI, L.R. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008. 37 Bibliografia Complementar: 1. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006. 2. BERG, J.M. Bioquímica Fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 3. LIBANEO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. São Paulo: Átomo, 2010. 4. TORRES, B.B. Bioquímica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. 5. TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2012. Disciplina: Química Ambiental Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA : Aspectos Gerais dos Processos Energéticos. Fluxos e Fontes de Energia. Uso de Energia. Estudo da Biosfera sob a óptica das transformações químicas: Atmosfera, Hidrosfera e Litosfera. Poluentes Químicos e suas inter-relações com a sociedade contemporânea. Bibliografia Básica: 1. BAIRD, C. Química Ambiental. 2 edição. Porto Alegre: Bookman, 2002. 2. MACÊDO, J.A.B. de. Introdução a química ambiental. Juiz de Fora: Jorge Macedo, 2002. 3. DOMENECH, X.; PERAL, J. Química Ambiental. Ed. Revertè, Barcelona, 2006. Bibliografia Complementar: 1. ROCHA, J.C; ROSA, A.; CARDOSO, A. Introdução à Química Ambiental. 1 edição. Porto Alegre: Bookman, 2004. 2. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, L.G.J.; MIERZAWA, C.J.; BARROS, M.T.L.; SPENCER,M.; PORTO,M.; NUCCI, N.; JULIANO,N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3. MACEDO, J.A.B. Águas & águas. São Paulo: Varela, 2001. 1000p. 4.MAHAN, B.M., MYERS, R.J., Química um Curso Universitário, 4ª ed., Editora Edgard Blucher LTDA, 2000. 5. MOTA, S. Introdução à engenharia ambiental. 4 edição. Rio de Janeiro: ABES, 2006. Disciplina: Geologia e Solos Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA : Aspectos da Geografia Física. Tectônica de Placas. Processos Geológicos e de Intemperismo. Tipos Rochosos. Processos de Formação dos Solos. Solos e Ambiente. Minerais. Aspectos de Geoquímica. Geomorfologia Geral. Sistema de Bacias Hidrográficas. Geologia de Engenharia. Princípios de Geotecnia. Formas de representação. Mapeamento Geotécnico. Aplicações dos Estudos Geotécnicos em Engenharia Ambiental. Uso e Ocupação do Solo e seus Poluentes. Bibliografia Básica: 1. ALBAREDE, F. Geoquímica: uma introdução. São Paulo: Oficina de textos, 2011. 2. POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 3. MONROE, J.S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage, 2009. Bibliografia Complementar: 1. BITTAR, O.Y. Meio Ambiente e Geologia. São Paulo: Senac, 2010. 2. BOSCOV, M.E. Geotecnia Ambiental. São Paulo: Oficina de Texto. 2008 . 3. CARMIGUINANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São Paulo: Oficina de 38 Textos, 2009. 4. KENITIRO, S. Geologia do Quartenário e Mudanças Ambientais. São Paulo: Oficina de Textos. 2010. 5. SANTOS, A.R. Geologia da Engenharia. Rio de Janeiro: O Nome da Rosa, 2010. Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado III Carga Horária Total: 20 Horas EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. Bibliografia Básica: 1. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006. 2. MACÊDO, J.A.B. de. Introdução a química ambiental. Juiz de Fora: Jorge Macedo, 2002. 3. POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Bibliografia Complementar: 1. BITTAR, O.Y. Meio Ambiente e Geologia. São Paulo: Senac, 2010. 2. BOSCOV, M.E. Geotecnia Ambiental. São Paulo: Oficina de Texto. 2008 . 3. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, L.G.J.; MIERZAWA, C.J.; BARROS, M.T.L.; SPENCER,M.; PORTO,M.; NUCCI, N.; JULIANO,N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2a ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 4. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006. 5. LIBANEO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. São Paulo: Átomo, 2010. 6o Semestre Disciplina: Mecânica Geral e dos Sólidos Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Estática, conceitos fundamentais. Força. Momento de uma força. Vínculos e ligações. Grau de mobilidade. Trabalhos virtuais. Equilíbrio de fios, catenária e cabos parabólicos. Cinemática. Movimento, velocidade, aceleração. Dinâmica. Conservação de energia. Bibliográfica Básica: 1. BEER, F.P.; OHNSTON, E.R. Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed., Makron Books. 1999. 2. MERIAM, J.L. Mecânica – Estática. LTC. 5a Ed. 2004. 3. KAMINSKI, P.C. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2001. Bibliografia Complementar 1. FRANCA, L.N.F.; MATSUMURA, A.Z. Mecânica Geral. Edgard Blucher, 2003. 2. POPOV, E. Introdução mecânica dos sólidos. Edgard Bluccher, 1978. 3. SHAMES, I.H. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002. 4. SCHMIDT, R.J.; BORESI, A.P. Estática. Thomson Pioneira. 2003. 5. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. Prentice Hall Brasil, 2004. Disciplina: Modelagem Matemática aplicada a Eng. Carga Horária Total: 40 horas aula Ambiental 39 EMENTA: Métodos para simulação computacional de processos que ocorrem na natureza, no tratamento de águas e resíduos. Desenvolvimento da capacidade do uso da simulação matemática como ferramenta auxiliar do projeto e gestão de sistemas ambientais. Bibliográfica Básica: 1. PINTO, J.C.; Paulo, L.C. Métodos Numéricos em Problemas de Engenharia Química. Rio de Janeiro. E-papers Serviços Editoriais, 2001. 2. POWELL, S.G. e Baker, K.R. A Arte da Modelagem com Planilhas – Ciência da gestão, engenharia de planilhas e arte da modelagem. Rio de Janeiro, LTC, 2006. 3. VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios, Belo Horizonte, DESAUFMG, 2007. Bibliografia Complementar: 1. FERRARI, L.C.K.M. Modelagem tridimensional de fluxo de águas subterrâneas em um aquífero livre e raso: aplicação no Parque Ecológico do Tietê � São Paulo. São Paulo, 2007. 2. BORGANHA, C.A., PEREIRA, S.Y., RIBEIRO, M.L., OLIVEIRA, L.C. Conceitos e fundamentos da modelagem matemática para gerenciamento de recursos hídricos subterrâneos. Campinas, 2007. 3. GOMES, C.C., CASTRO, M. A. H. Considerações sobre matemática de fluxo hídrico subterrâneo. São Paulo, 2006. 4. BOÇON, F.T. Modelagem matemática do escoamento e da dispersão de poluentes na microescala atmosférica. São Paulo, 2003. 5. BASSANEZI, R.C. Ensino – Aprendizagem com Modelagem Matemática. Editora Contexto. 2002. CHAPMAN, S.J. Programação Matlab Para Engenharia. Editora Thomson Learning. 2002. 6. Software EXCEL – Guia do Usuário – última versão. Disciplina: Direito e Legislação Ambiental Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Direito Ambiental com enfoque legalista e sustentável, tratando sobre a tutela ambiental inserida na Constituição Federal e a Política Nacional do Meio Ambiente. Instrumentos técnicos-jurídicos de proteção, fiscalização, licenciamento e proteção ao meio ambiente. Noções gerais sobre os relatórios de impacto ambiental e as consequências, em caso de desobediência a ordem legal, no âmbito cível e penal. Bibliográfica Básica: 1. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010. 1094p. 2. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010. 214p. 3. SIRVINSKAS, L.P. Manual de direito ambiental. 6.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2008. 756p. Bibliografia Complementar: 1. PADUA, J.A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 325p. 2. SÉGUIN, E. O direito ambiental: nossa casa planetária. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2006. 472p. 40 3. SIRVINSKAS, L.P. Tutela penal do meio ambiente, 4.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2011. 452p. 4. FIORILLO, C.A.P. Curso de direito ambiental. 9.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva. 2008. 580p. 5. DESTEFENNI, M. A responsabilidade civil ambiental e as formas de reparação do dano ambiental: aspectos teóricos e práticos. Campinas: Bookseller, 2005. Disciplina: Técnicas Exp. em Eng. Ambiental e Carga Horária Total: 80 horas aula Sanitária EMENTA: Técnicas de analises físicas e químicas que permitam caracterizar as águas naturais, águas tratadas, águas residuárias de origem domiciliar ou industrial antes e após os diversos tratamentos. Bibliográfica Básica: 1. SKOOG, D.A; HOLLER, F. J; NIEMAN, T.A; CARACELLI, I. Princípios de análise instrumental. Porto Alegre: Bookman, 2002. 2. SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte: Desa, 1996. 3. HOLLER, F.J.; SKOOG, D.A.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009 vii, 1055 p. Bibliografia Complementar 1. BRAGA, B; HESPANHOL, I; CONEJO, J. G. L; TRIMER, R; BORGES, E. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 2. HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 3. VOGEL, A. Análise química quantitativa. Rio de janeiro: LTC, 1992. 4. COLLINS, C.; BRAGA, G. Introdução a Métodos Cromatográficos. 4. ed. Campinas: UNICAMP, 1988. 5. LUNA, A. S. Química analítica ambiental. Rio de Janeiro: UERJ, 2003. Disciplina: CINÉTICA E CÁLCULO DE REATORES Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conceitos Básicos de Cinética Bioquímica; Cinética Enzimática; Cinética Microbiológica; Obtenção e Avaliação de Dados Cinéticos; Introdução ao Projeto de Reatores e Biorreatores; Reatores Ideais Descontínuos e Contínuos. Escoamento Não Ideal em Reatores. Análise de Biorreatores Heterogêneos para Tratamento de Águas Residuárias. Bibliografia Básica: 1. BORZANI, W.; SCHMIDELL NETTO, W.; LIMA, U.A., AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: V.2: Engenharia Bioquímica. Edgard Blücher, São Paulo, 2001. 2. FOGLER, H.S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. LTC, RJ, 2002. 3. LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000. Bibliografia Complementar: 1. Levenspiel, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000. 2. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada à Cálculo de Reatores. Guanabara Dois, Rio de Janeiro. 1982. 41 3. SMITH, J.M.; NESS, H.V.; ABBOTT, M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro. 2007. 4. KOTZ, J.C; TREICHEL JR, P. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC, 1998 5. ATKINS, P.W. Físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 3v Disciplina: Hidráulica I Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Definição, importância e aplicação da Hidráulica na solução de questões técnicas inerentes à Engenharia Ambiental. Apresenta as teorias de estática e dinâmica dos fluídos. Aborda as medidas de controle de fluídos. Enfatizam os fundamentos técnicos de condutos forçados, propriedades, perdas de carga, dimensionamentos, adutoras por gravidade, sis temas de distribuição. Conceitos de bombas hidráulicas e sistemas de recalque, tipos, classificação, princípios de funcionamento, curvas características de operação, limites de sucção, dimensionamentos. Apresenta a teoria e prática de condutos livres, conceituando suas propriedades, sistemas e dimensionamentos. Caracteriza a hidrometria, principais métodos e instrumentos para a medida. Relata a introdução da qualidade das águas. Bibliográfica Básica 1. AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2005. 669p. 2. BAPTISTA, M.B.; COELHO, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2.ed. rev. Belo Horizonte: UFMG, 2006. 437p. 3. MACINTYRE, A.S. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 782p. Bibliografia Complementar: 1. MACINTYRE, A.J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2010. 579p. 2. GARCEZ, L.N. Elementos de Mecânica dos Fluídos: hidráulica geral. 2.ed., São Paulo: Edgard Blücher, 1960. 449p. 3. LIMA, E.P.C. Mecânica das bombas. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 610p. 4. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p. 5. PROVENÇA, F., SOUZA, H.R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p. Disciplina: Geoprocessamento Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conceitos relacionados a Cartografia, Geoprocessamento, Sistema de Informações Geográficas (SIG) e Sensoriamento Remoto. Com ênfase nos componente e características de SIG, tais como, organização e estruturação dos dados geográficos, base de dados geográficos e análise geográfica espacial com exemplos em aplicações ambientais. Bibliografia Básica: 1. SILVA, A.B. Sistemas de informações geo-referênciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 2. MIRANDA, J.I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa, 2010. 433p. 3. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008. 476p. 42 Bibliografia Complementar: 1. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 2. NOVO, E.L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p. 3. FLORENZANO, T.G. Iniciação em sensoriamento remoto. 3.ed. ampl. e atual. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. 128p. 4. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 2.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p. 5. MARTINELLI, M. Mapas da geografia e cartografia temática. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2009. 110p. Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado IV Carga Horária Total: 20 Horas EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. Bibliografia Básica: 1. SILVA, A.B. Sistemas de informações geo-referênciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas: Unicamp, 2003. 236p. 2. HOLLER, F.J.; SKOOG, D.A.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009 vii, 1055 p. 3. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010. 1094p. Bibliografia Complementar: 1. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed. atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p. 2. NOVO, E.L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 362p. 3. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p. 4. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada à Cálculo de Reatores. Guanabara Dois, Rio de Janeiro. 1982. 5. SMITH, J.M.; NESS, H.V.; ABBOTT, M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro. 2007. 7ª Semestre Disciplina: Hidráulica II Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Canais. Regimes de escoamento. Movimento uniforme. Movimento gradualmente variado. Ressalto hidráulico. Curvas de remanso. Vertedores. Barragens tomadas d'água. Ensecadeiras. Reservatórios. Bibliografia Básica: 1. AZEVEDO NETTO, J.M. et al. Manual de hidráulica. 8a ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher 43 Ltda,1998. 2. PORTO, R.de M. Hidráulica básica. 1a ed. São Carlos: Escola de Engenharia de São Carlos da USP,1998. 3. BAPTISTA, M.B.; PINTO COELHO, M.M.L. Fundamentos de engenharia hidráulica. 1a ed. Belo Horizonte: Editora: UFMG,2004. Bibliografia Complementar: 1. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. 1a ed. São Paulo: Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da USP, 2004. 2. MACINTYRE, A.J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2010. 579p. 3. GARCEZ, L.N. Elementos de Mecânica dos Fluídos: hidráulica geral. 2.ed., São Paulo: Edgard Blücher, 1960. 449p. 4. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p. 5. PROVENÇA, F., SOUZA, H.R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p. Disciplina: Processos e Operações Unitárias Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Fluxogramas gerais de estações de tratamento de águas residuárias e de águas para abastecimento. Balanços de massa e energia em sistemas de tratamento. Separação sólidolíquido: coagulação e floculação, gradeamento e peneiramento, sedimentação, filtração. Adsorção. Troca iônica. Processos com membrana. Bibliografia Básica: 1. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. V1, 3.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 2. VON SPERLING, M. Lodos Ativados. V4. 2.ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 414p. 3. CHERNICHARO, C.A.L. Reatores anaeróbicos. 2.ed. e atual. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 246p. Bibliografia Complementar 1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565 p. 2. MATTOSO, G. Malcriados recriados: sonetário sanitário. São Paulo - SP: Annablume, 2009. 162 p. 3. JORDÃO, E.P.; PESSOA, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed.; Rio de Janeiro. ABES. 2009. 891p. 4. ANDREOLI, C.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de Esgotos: tratamento e disposição final. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 484p. 5. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 669p. Disciplina: Poluição Ambiental Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Composição e estrutura da atmosfera. Classificação dos poluentes. Fontes e efeitos da poluição atmosférica. Padrões de qualidade do ar. Ventilação industrial. Métodos de controle da poluição atmosférica; equipamentos de controle. Meteorologia e poluição atmosférica. Estabilidade do ar. Transporte e dispersão de poluentes atmosféricos. Monitoramento de 44 poluentes atmosféricos. Bibliografia Básica: 1. DERISIO, J.C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. 2. FELLENBERG, G. Introdução aos Problemas da Poluição Ambiental. São Paulo: EPU. 3. VIEIRA, D.R. Poluição do Ar: Indicadores Ambientais. São Paulo: E-Papers, 2009. Bibliografia Complementar: 1. ARCHIBALD, J.M. Ventilação Industrial e controle da Poluição. Rio de Janeiro: LTC. 2. BONELLI, C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 3. FERREIRA, A.G. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 4. TOMAZ, P. Poluição difusa. São Paulo: Navegar, 2006. 5. VEIGA, J.E. Aquecimento Global. São Paulo: Senac, 2011. Disciplina: Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Fenômenos hidrológicos, abordando os principais conceitos físicos relativos às chuvas, precipitação e evapotranspiração, ciclo das águas, canais, rios, recursos hídricos, bacias hidrográficas, águas subterrâneas e aquíferos, bem como os principais elementos sobre os instrumentos de medição das vazões médias, mínimas e máximas, e sobre a qualidade das águas, conhecimento da legislação das águas, e outorgas de uso da água. Serão elementos técnicos e conceituais para contato, compreensão, familiarização e resolução de problemas e dimensionamentos de sistemas hidrológicos. Compor um conjunto de conhecimentos que possibilite ao futuro profissional a atuação neste campo. Bibliografia Básica: 1. GRIBBIN, J.B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 494p. 2. TUCCI, C.E.M. (Org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2009. 946p. 3. GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. 2.ed. rev e atual. São Paulo: Edgard Blucher, 2011. 291p. Bibliografia Complementar 1. LIMA, W.P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas. 2. ed. Piracicaba: USP, 2008. 245p. 2. LINSLEY, R.K.; FRANZINI, J.B. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 798p. 3. PINTO, N.L.S.; HOLTZ, A.C.T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. 278p. 4. TODD, D.K. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blücher, 1967. 319p. 5. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. “Águas de Chuva: Engenharia das Águas Pluviais nas Cidades”. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Documentação jurídica na área ambiental: conceitos, tratamentos e aplicação. Estudos de impacto ambiental: exigências legais e métodos de avaliação. Métodos de avaliação EIA/RIMA. Análise de risco e programas de medidas emergenciais. Auditoria ambiental prévia e pós 45 implantação de obras. Remediação e recuperação ambiental. Bibliografia BÁSICA: 1. GOUVÊA, Y.M.G.; VAN ACKER, F.T.; SÁNCHES, L.E; et al.. Avaliação de impacto ambiental. Documentos Ambientais, Secretaria do Meio Ambiente, São Paulo, 1998. 2. MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo, Ed. Rev. dos Tribunais, 1991. 3. MILARÉ, E. Legislação Ambiental do Brasil. São Paulo, Edições APMP, 1991. Bibliografia COMPLEMENTAR: 1. TAUK – TORNISIELO, S.M. et. Al. Análise ambiental: estratégias e ações. Fundação S. F. Maluf: Queiroz, São Paulo, 1995. 2. TOMAMSI, L.R. Estudo de impacto ambiental. CETESB, São Paulo, 1994. 3. ROMERO, A.R. (Org. ) Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais. ROSS, J. L. S.; DEL PRATTE, M. E. (1998) Recursos hídricos e as bacias hidrográficas: âncoras do planejamento e gestão ambiental. In: Revista do Departamento de Geografia. FFCH/USP. – n.12. São Paulo: Humanitas, 2004. 4. LEFF, E. (Coord..) (trad, E. Wolff) A complexidade Ambiental. São Paulo: Cortez. 2003. 5. GUERRA, A. J. T; SILVA, A. S. da; BOTELHO, R. G. M. (Orgs.). Erosão e conservação dos solos: Conceitos, Temas e Aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 269-300. Disciplina: Saneamento I Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Introdução ao saneamento ambiental. Conceitos gerais de e pidemiologia. Endemias, epidemias, pandemias, doenças esporádicas. Determinantes de doenças. Principais doenças relacionadas à água, ao solo e ao ar: agentes biológicos e químicos. Métodos de controle e vigilância epidemiológica. Importância do saneamento básico. Qualidade da água. Caracterização das águas residuárias. Processos e mecanismos legais para controle e preservação ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAVINATTO, V.M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna, 2011. 87p. 2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 2007. 332p. 3. PHILIPPI Jr, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANJOS JUNIOR, A.H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p. 2. DEMOLINER, K.S. Água e saneamento básico: regimes jurídicos e marcos regulatório no ordenamento brasileiro. São Paulo: Livraria do Advogado, 2008. 220p. 3. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p. 4. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v2. 46 Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado V Carga Horária Total: 20 Horas EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. Bibliografia Básica: 1. CAVINATTO, V.M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna, 2011. 87p. 2. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. V1, 3.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p. 3. GOUVÊA, Y.M.G.; VAN ACKER, F.T.; SÁNCHES, L.E; et al.. Avaliação de impacto ambiental. Documentos Ambientais, Secretaria do Meio Ambiente, São Paulo, 1998. Bibliografia Complementar: 1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2. ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565 p. 2. JORDÃO, E.P.; PESSOA, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed.; Rio de Janeiro. ABES. 2009. 891p. 3. TAUK – TORNISIELO, S.M. et. Al. Análise ambiental: estratégias e ações. Fundação S. F. Maluf: Queiroz, São Paulo, 1995. 4. TOMAMSI, L.R. Estudo de impacto ambiental. CETESB, São Paulo, 1994. 5. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p. 6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1 8ª Semestre Disciplina: Saneamento Ambiental II Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Planejamento, projeto e operação de sistemas de abastecimento de água e de esgotos: captação, adução, reservação e distribuição, redes coletoras, elevatórias, emissários e interceptores. Bibliografia Básica: 1. ALEM SOBRINHO, P.; TSUTIYA, M.T. Coleta e transporte de esgoto sanitário. Winner Graph, 2000. 2. Tsutiya, M.T. Abastecimento de Água. Escola Politécnica da USP, 2006. 3. Tsutiya, M.T. Redução do Custo de Energia Elétrica em Sistemas de Abastecimento de Água, ABES, São Paulo, 2001. Bibliografia Complementar: 1. ANJOS JUNIOR, A. H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p. 2. PHILIPPI JR, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p. 3. CAVINATTO, V. M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna, 2011. 87p. 47 4. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 2007. 332p. 5. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p. Disciplina: Erosão e Conservação do Solo Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: O Solo e a água como recursos naturais renováveis. Erosão e conservação do solo e da água. Mecanismos e fatores que afetam a erosão. Impactos ambientais da erosão do solo. Predição de erosão do solo. Práticas de controle da erosão. Manejo conservacionista do solo e da água. Papel da matéria orgânica na conservação do solo. Manejo de microbacias hidrográficas. Planejamento de uso da terra. Aptidão agrícola das terras. Bibliografia Básica: 1. AMARAL, N.D. Noções de conservação do solo. São Paulo, Nobel, 1990. 120p. 2. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo. Oficina de Textos. 2002. 178p. 3. PEREIRA, V. P.; FERREIRA, M.E.; PESSÔA DA CRUZ, M.C. Solos altamente suscetível à erosão. Jaboticabal, FCAV-UNESP/SBCS, 1994. 253p. Bibliografia Complementar: 1, LEPSCH, I. F. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no sistema de capacidade de uso. Campinas. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1983. 175p. 2. CASTRO FILHO, C.; MUZILLI, O. Manejo integrado de solos em microbacias hidrográficas. 7º Congresso Brasileiro e Encontro Nacional de Pesquisa sobre Conservação do Solo. Londrina. Anais... IAPAR/SBCS, 1996. 312p. 3. EPAMING. Conservação do solo. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n:128, 1985. 84p. 4. EPAMING. Conservação do solo. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n.191, 1998. 92p. 5. EPAMING. Plantio Direto. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n:208, 2001. 116p. Disciplina: Gestão e Manejo de Recursos Naturais Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Conceitos e características de recursos naturais renováveis e não renováveis. Ação antrópica sobre os recursos naturais. Aspectos políticos, econômicos e sociais e ambientais ligados ao aproveitamento dos recursos naturais. Manejo de ecossistemas. Manejo florestal. Recuperação de áreas degradadas. Bibliografia Básica: 4. ODUM, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, 1985. 5. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. Artes médicas Sul. Porto Alegre, 2000. 3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p Bibliografia Complementar: 1. BEZERRA, M. do C. de L. ; MUNHOZ, T.M.T. Gestão de recursos naturais: subsídios à elaboração da agenda 21. Ministério do Meio Ambiente, Brasília. 2000. 2. CULLEN JR.L.; RUDRAN, R.; VALLADARES – PÁDUA, C. ( org). Método de estudos em biologia da conservação manejo da vida silvestre. 2ed. Curitiba: Ed. Universidade Federal do Paraná, 2006. 652p.:il. 48 3. PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina. Editorado pelos autores, 2008, 9ª ed., 327 p. 4. ROCHA, C.F.D.; BERGALLO, H.G.; VAN SLUYS, M.; SANTOS ALVES, M.A. Biologia da conservação essências. São Carlos: RiMa,2006. 582p. 5. SCHÄFFER, W. B.; PROCHNOW, M. A (orgs). Mata Atlântica e você: como preservar e se beneficiar da mais ameaçada floresta brasileira. APREMAVI, Brasília. 2002. Disciplina: Optativa I (Gestão de Recursos Hídricos) Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Gestão dos recursos hídricos. Instrumentos de gestão. Aspectos legais e institucionais. Aspectos econômicos. Bibliografia Básica: 1. CAMPOS, N; STUART, T.M.C. Gestão das águas. Porto Alegre: Abrh, 2003. 2. PETRELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 3. COSTA, J.L.C. Água Brasil: estratégias de gerenciamento dos Recursos Hídricos no Brasil. Brasília-DF, 2003. Bibliografia Complementar: 1. PORTO, R.L.L. Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos. 2.ed. ABRH. Porto Alegre – RS: UFRGS, 2002. 2. PAIVA, J.B.D.; PAIVA, E.M.C.D. (org.). Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. Porto Alegre: Abrh, 2001. 3. SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Gestão de recursos hídricos: aspectos legais econômicos e sociais. Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos, 2000. 4. TUCCI, C.E.M. Gestão da água no Brasil – Brasília: UNESCO, 2001.156p. 5. TUNDISI, J.G. Água no século 21: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima, 2003. Disciplina: Controle da Poluição de Solos e Aquíferos Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Tipos de aquífero. Origem e distribuição das águas subterrâneas. Processos físicos do fluxo de água em meios porosos e fraturados. Métodos de investigação das águas subsuperficiais e subterrâneas. Noções de hidrogeoquímica de águas subterrâneas. Físico-química dos processos de contaminação de águas subterrâneas. Processos de descontaminação e remediação de áreas contaminadas. Estudos de casos. Bibliografia Básica: 1. FEITOSA, F.; Filho, J – HIDROGEOLOGIA. CPRM, Brasília, 1997. 2. TUCCI,C.E.M. – HIDROLOGIA-CIÊNCIA E APLICAÇÃO. Ed. Da Univ. Federal do Rio Grande do Sul, Ed. USP e ABRH- 1997. 3. CRUCIANI, D.E. – DRENAGEM NA AGRICULTURA – ED. NOBEL. LIBARDI, P.L. DINÂMICA DA ÁGUA NO SOLO. PIRACICABA (SP), DCE/ESALQ/USP, 493 p. 2000. Bibliografia Complementar: 1. CETESB: Estabelecimento de padrões de referência de qualidade e valores de intervenção para solos e águas subterrâneas no Estado de São Paulo. Relatório Parcial. São Paulo, 1997b. 110p. 2. CETESB: Relatório de Qualidade das águas subterrâneas do Estado de São Paulo:1997. São 49 Paulo: CETESB, 1998. 106p. (Série Relatórios CETESB, ISSN 0103-4103) 3. CETESB: Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. Projeto CETESBGTZ. Cooperação Técnica Brasil-Alemanha. 1ª edição. São Paulo: CETESB,1999a.385 p. 4. ROCHA, G.. Mapa de águas subterrâneas do Estado de São Paulo. DAEE, IGSMA, IPT, CPRM. São Paulo, 200. 119p. 5. JORBA, A.F.; ROCHA, G.A. Manual de Operação e Manutenção de poços. DAEE, São Paulo, 2ª ed, 2008. 91 p. Disciplina: Licenciamento Ambiental Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Principais aspectos da legislação ambiental brasileira. Hierarquia e principais leis, resoluções, normas e diretrizes. Política Nacional do Meio Ambiente - Lei 6.938/81. Responsabilidade objetiva. Responsabilidades administrativa, civil e criminal decorrentes de danos ambientais. Atribuições do Ministério Público. Lei dos crimes ambientais. S istemas de Licenciamento - SLAP/EIA/RIMA/Audiências Públicas. Atividades passíveis de licenciamento. Órgãos licenciadores e suas competências. Elaboração de projetos para licenciamento. Celebração de Termo de Compromisso Ambiental. Medidas compensatórias. Bibliografia Básica: 1. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010. 1094p. 2. TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. Licenciamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Niterói: Impetus, 2010. 368p. 3. BECHARA, E. Licenciamento e compensação ambiental na lei do sistema nacional das unidades de conservação. São Paulo: Atlas, 2009. 295p. Bibliografia Complementar: 1. MORAES, L.C. Código florestal comentado. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 324p. 2. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 284p. 3. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010. 214p. 4. OLIVEIRA, A.I. de A. Introdução a legislação brasileira e licenciamento ambiental. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005. 659p. 5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal. 9.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2010. 1167p. Disciplina: Recursos Energéticos e Desenvolvimento Carga Horária Total: 40 horas aula Sustentável EMENTA: A disciplina abordará os conceitos de sustentabilidade, energia, créditos de carbono e as relações de custo x benefício entre combustíveis fósseis, energia renovável e meio ambiente. Abordará também as principais energias renováveis disponíveis: Solar, Eólica, Geotérmica, Marémotriz, Hidráulica, Biomassa e de Biocombustíveis. Bibliografia Básica: 1. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L.B. dos. Energia e Meio ambiente. Tradução da 5° 50 edição. São Paulo: Cengage Learning, 2015. 784p. 2. BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. 12. ed. São Paulo: Moderna, 1995. 96 p. 3. BECKER, D.F. (Org.). Desenvolvimento sustentável: necessidades e/ou possibilidades? Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. 241 p. Bibliografia Complementar: 1. BUARQUE, S. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002. 2. ABRAMOVAY, R. (2010). Desenvolvimento sustentável: qual a estratégia para o Brasil? Novos estud. - CEBRAP. 87: 97-113. ISSN 0101-3300. 3. RIOS, A.V.V.; IRIGARAY, C.T.H. (orgs.). O direito e o desenvolvimento sustentável: curso de direito ambiental. São Paulo: Peirópolis; Brasília: IEB, 2005. 4. BRASIL, Ministério de Minas e Energia. Plano nacional de energia 2030. Brasília: MME; EPE, 2008. 322 p. 5. TOLMASQUIM, M.T.; FARIAS, J.C. de M. (Coord.). A questão socioambiental no planejamento da expansão da oferta de energia elétrica. Rio de Janeiro: EPE, 2006. 237 p. Disciplina: Plan. Ambiental Territorial e Urbano Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: A disciplina abordará um histórico da ocupação humana no território urbano e rural e seus impactos ambientais. Proporcionará as diferentes formas de ocupação atual verificando a sustentabilidade de novos projetos. Formará o aluno para planejar o território sob as diferentes formas com enfoque no planejamento por microbacia hidrográfica observando a legislação atual inclusive de participação popular no planejamento territorial. Bibliografia Básica: 1. GILDA, A.C., SIMONE, A.C. Planejamento Urbano e Meio Ambiente. 2009. 2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Política e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Thex, 2009. 457p. 3. LACERDA, N., ZANCHETI, S.M., DINIZ, F. Planejamento metropolitano: uma proposta de conservação urbana e territorial. EURE (Santiago) v.26 n.79 Santiago dic. 2000. Bibliografia Complementar: 1. ALBUQUERQUE, A.R. da C.. Bacia hidrográfica: unidade de planejamento ambiental. Revista Geonorte, Edição Especial, V.4, N.4, p.201 – 209, 2012. 2. BARRETTO, A.G.O.P., COSTA, C., PINHEIRO, E., SPAROVEK G., LEONELLI, G.C.V., SAULE Jr ,K.N.N., SANTORO, P., MALUF, R.S. O planejamento do município e o território rural. São Paulo, Instituto Pólis, 2004. 64 p. (Cadernos Pólis, 8) 3. MORERO, A.M., SANTOS, R.F., FIDALGO, E.C.C. Planejamento ambiental de áreas verdes: estudo de caso em campinas–sp. Rev. Inst. Flor., v. 19, n. 1, p. 19-30, jun. 2007. 4. ROLNIK, R.A construção de uma política fundiária e de planejamento urbano para o país – avanços e desafios. políticas sociais. Acompanhamento e Análise, 12, 2006. 5. SILVA, G.J.A., WERLE, H.J.S. Planejamento urbano e ambiental nas municipalidades: da Cidade à sustentabilidade, da lei à realidade. Paisagens Em Debate. n. 05, dezembro 2007. 51 9o Semestre Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo a revisão bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido, sob a orientação de um professor. Bibliografia Básica: 1. ABNT. NBR 14724 – Informação e Documentação – Trabalhos Academicos Apresentação, 2001. 2. POLETTI, E.C.C. Apostila sobre Normas para Redação Final do Trabalho de Graduação Interdisciplinar e do Estágio Supervisionado do CESET. CESET, 2003. 3. FURASTÊ, P.A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da Abnt. Porto Alegre: Art Ler, 2004. Bibliografia Complementar: 1. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido. Disciplina: Gestão de Resíduos Sólidos Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Classificação de Resíduos. Política Nacional de Resíduos. Técnicas de amostragem e caracterização dos resíduos. Etapas do gerenciamento de resíduos sólidos: urbanos, de serviços de saúde, industriais e especiais. Avaliação para definição sobre a disposição final dos resíduos. Normas técnicas e legislação específica. Bibliografia Básica: 1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas – NORMAS TÉCNICAS: NBR 10004, 10005, 10006, 10007, 11174 e 12235. 2. BIDONE, F.R.A.; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos – São Carlos : EESC/USP, 1999. 3. BRASIL. Lei 12.305 de 02 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Brasília: 2010. Bibliografia Complementar: 1. ROCCA, A. C., et al. Resíduos Sólidos Industriais – São Paulo : CETESB, 2ª ed., 1993. 2. D´ALMEIDA, M.L.O; VILHENA, A. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. São Paulo: IPT/CEMPRE. 3ª ed, 2010. 4. KIEHL, E.J. Manual de Compostagem. Maturação e Qualidade do Composto. Piracicaba, 2004. 5. PEREIRA NETO, J.T. Manual de Compostagem. Processo de Baixo Custo. Viçosa, MG: Editora UFV, 2007. Disciplina: Tratamento de Águas de Abastecimento Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Dire ta Ascendente; Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água. 52 Bibliografia Básica: 1. DI BERNARDO L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Rio de janeiro: Abes, 2006. 2. LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas: Átomo, 2005. 3. RICHTER, C; AZEVEDO, J. M. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Abes, 2002. Bibliografia Complementar: 1. AZEVEDO NETTO, J.M. Técnicas de abastecimento e tratamento de água. São Paulo: Cetesb, 1987. 2. BARROS, R.T.V et al. Manual de saneamento e proteção ambiental para municípios. Belo Horizonte: Ufmg, 1995. 3. Di BERNARDO, L. Tratamento de água para abastecimento por filtração direta. São Paulo: Abes, 2003. 4. HELLER, L; PÁDUA, V.L. Abastecimento de água para consumo humano. Belo Horizonte: UFMG, 2006. 5. RICHTER, C. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. São Paulo: Edgard Blücher , 2001. Disciplina: Controle da Poluição Atmosférica Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Caracterização de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de controle de poluição do ar. Seleção de equipamento. Controle de operação. Manutenção preventiva e corretiva. Bibliografia Básica: 1. BRAGA, B et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. 2. BAIRD C. Química ambiental. São Paulo: Bookman, 2002. 3. LUNA, A. S. Química analítica ambiental. Rio de Janeiro: Uerj, 2003. Bibliografia Complementar: 1. MACINTYRE, A.J. Ventilação Industrial e Controle da Poluição – 2ª Edição, Editora Guanabara, 1990. 2. MESQUITA, A.L.S.; GUIMARÃES, F.A. e NEFUSSI, N. Engenharia de Ventilação Industrial – São Paulo : CETESB, 1988. 3. MOUVIER, G. A poluição atmosférica. Lisboa: Instituto Piaget, 1995. 4. ARCIA, R. Combustíveis e Combustão Industrial – Rio de Janeiro : Interciência, 2002. 5 . HILSDORF, J.W. et al., Química Tecnológica – São Paulo : Pioneira Thomson Learning, 2004. Disciplina: Saúde e Segurança Ambiental Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Conceitos de Saúde. Epidemiologia. Vigilância Epidemiológica. Ecologia das doenças (vetores). Doenças emergentes e re-emergentes. Vigilância Sanitária. Aspectos gerais das grandes epidemias no Brasil. Resíduos sólidos de serviços de saúde. Saúde ambiental. Bibliografia Básica: 1. Conferência Nacional de Vigilância Sanitária: Relatório Final. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2001. 159p. 53 2. EDUARDO, M.B.P. Vigilância Sanitária. Série Saúde & Cidadania. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1998. 460p. 3. HINRICHSEN, S.L. DIP – Doenças Infecciosas e Parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005. 1098p. Bibliografia Complementar: 1. MARQUES, M.C.C.; CARVALHO, M.L.; SILVEIRA, D.; CASTRO, P.C.; IBANEZ, N. (Org.) Vigilância Sanitária – Teoria e prática. São Carlos: Rima, 2006. 2. MINAYO, M.C.S.; MIRANDA, A.C. Saúde e Ambiente Sustentável: Estreitando Nós. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. 344p. 3. ROCHA, A.A.; CÉSAR, C.L.G. Saúde Pública - Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. 368p. 4. ROZENFELD, S. (Org.) Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2000. 304p. 5. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 894p. Disciplina: Análise e Gestão Ambiental Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conceitos de gestão planejamento ambiental. Etapas e estrutura do planejamento. Gestão ambiental territorial e seus instrumentos. Instrumentos de gerenciamento ambiental e sistemas de gestão ambiental. Normas ISO 14.000, auditorias e certificações ambientais. Bibliografia Básica: 1. CHEHEBE, J.R. Análise do ciclo de vida de produtos: ferramenta gerencial da ISO 14000. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. 2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999. 3. PHILIPPI Jr, A.; ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C. Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004. Bibliografia Complementar: 1. BURSZTYN, M.A.A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas. Brasília: Ibama, 1999. 2. DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. 3. CAJAZEIRA, J.E.R. ISO 14001: manual de implantação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. 4. GILBERT, M.J. BS7750: sistema de gerenciamento ambiental. São Paulo: Imam, 1995. 5. REIS, L.F.S. S.D.; QUEIROZ, S.M.P. Gestão ambiental: em pequenas e médias empresas. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2004. Disciplina: Economia do Meio Ambiente Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Definição de economia ambiental; aspectos econômicos da questão ambiental; o meio ambiente e os recursos naturais na história do pensamento econômico. Conceitos básicos de economia; microeconomia do meio ambiente; análise custo-benefício; valoração ambiental; instrumentos econômicos de regulação ambiental; gestão ambiental; políticas públicas. Bibliografia Básica: 1. MAY, P.H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. da.(Orgs.). Economia do meio ambiente. 4. reimp. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 2. MOTA, J.A. O valor da natureza: economia e política dos recursos naturais. 2. ed. Rio de janeiro, 2006. 54 3. MOTTA, R.S. da. Economia ambiental. Rio de janeiro:FGV, 2006. Bibliografia Complementar: 1. PINHO, D.B.; VASCONCELLOS, M. A.S. (Orgs.). Manual de economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 2. THOMAS, Janet M.; CALLAN, Scott J. Economia ambiental: aplicações, políticas e teoria. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 3. MOURA, L.A A. Economia Ambiental: gestão de custos e investimentos. 2ª edição. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira, 2003. 4. ROMEIRO, A.R; REYDON, B.P; LEONARDI, M.L.A. et al. Economia do Meio Ambiente: teoria,políticas e a gestão de espaços regionais. (Og.) Ademar Ribeiro Romeiro, Bastiaan Philip Reydon, Maria Lucia Azevedo Leonardi. 2ª ed. Campinas-SP: Unicamp.IE, 1999. 5. GIORDANO, S.R. Gestão Ambiental no Sistema Agroindustrial. São Paulo: Pioneira, 2000. Pág. 255-280. In: Economia & Gestão dos Negócios Agroalimentares. Disciplina: Optativa II EMENTA: Bibliografia Básica: Bibliografia Complementar: Carga Horária Total: 40 horas aula 10o Semestre Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC I) Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo a revisão bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido, sob a orientação de um professor. Bibliografia Básica: 1. ABNT. NBR 14724 – Informação e Documentação – Trabalhos Acadêmicos Apresentação, 2001. 2. POLETTI, E.C.C. Apostila sobre Normas para Redação Final do Trabalho de Graduação Interdisciplinar e do Estágio Supervisionado do CESET. CESET, 2003. 3. FURASTÊ, P.A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da Abnt. Porto Alegre: Art Ler, 2004. Bibliografia Complementar: 1. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido. Disciplina: Tratamento de Esgotos Sanitários e Carga Horária Total: 80 horas aula Efluentes Industriais EMENTA: Caracterização de despejos e processos de tratamento e disposição de efluentes líquidos domésticos e industriais. Metodologia e projetos de tratamento de efluentes líquidos. 55 Bibliografia Básica: 1. CAMPOS, J.R. Tratamento de esgoto sanitário por processo anaeróbico e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999. 2. CHERNICHARO, C.A de L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: reatores anaeróbicos. Belo Horizonte: DESA/UFMG. 2000. 3. NUNES, J.A. Tratamento físico-químico das águas residuárias industriais, 2 ed. Aracaju: Gráfica J. Andrade. 1996. Bibliografia Complementar: 1. PAGANINI, W. da S. Disposição de esgoto no solo, São Paulo: Fundo Editorial da AESABESP, 1997. 2. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: lodos ativados, v. 4. Belo Horizonte (MG), DESA/UFMG.1997 3. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: princípios básicos do tratamento de esgoto, v. 2. Belo Horizonte (MG), DESA/FMG.1996 4. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: lagoas de estabilização, v. 3. Belo Horizonte (MG), DESA/UFMG.1997. 5. CRESPO P.G. Manual de projeto de estações de tratamento de esgotos. Belo Horizonte: Ufmg, 2005. Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas Carga Horária Total: 80 horas aula EMENTA: Conceitos de degradação e recuperação; ecologia florestal, restauração de processos ecológicos, procedimentos para recuperação de áreas degradadas. Bibliografia Básica: 1. ARAUJO, G.H. de S.; et al. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Ed. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 2005. 2. CETESB. Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. São Paulo: Cetesb/GTS, 1999. Disponível em: www.cetesb.sp.gov.br/solo/areas contaminadas/manual.asp 3. CUNHA, S. B. da e GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental – Rio de Janeiro, 3ª Ed.,2002. Bibliografia Complementar: 1. RODRIGUES, R. R.; GANDOLFI, S. Recomposição de florestas nativas: princípi os gerais e subsídios para uma definição metodológica. Rev. bras. ort. orn., V.2, n.1, p.4-15. 1996. 2. SANCHEZ,L.E. Desengenharia: O passivo ambiental na desativação de empreendimentos industriais – São Paulo, Ed. da Universidade de São Paulo, 2001. 3. TANNO, L.C. e SINTONI, A. Mineração e município: bases para planejamento e gestão dos recursos minerais - S. Paulo – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, 2003. 4. MELO, I. S; SILVA, C. M. M. S; SCRAMIN, S; SPESSOTO, A. Biodegradação. São Paulo: Embrapa Meio Ambiente, 2001. 5. BOJAN,S. Passivos Ambientais: Levantamento histórico, avaliação da periculosidade, ações de recuperação – Curitiba –SENAI, 1999. Disciplina: Auditoria e Perícia Ambiental Carga Horária Total: 40 horas aula 56 EMENTA: Jurisdição, ação e processo; importância e admissibilidade da perícia ambiental; direitos e deveres processuais dos peritos e assistentes técnicos; honorários -postulação, fixação e recebimento; formulação e resposta de quesitos, suas modalidades e principais incidentes; elaboração de laudos e pareceres; classificação das auditorias ambientais, requisitos ISO 14001, interpretação de requisitos ISO 14001, auditoria de sistema de gestão ambiental. Bibliografia Básica: 1. ALMEIDA, J. R. Perícia ambiental judicial e securitária. Rio de Janeiro: Thex, 2006. 2. CARVALHO, A. et al. Sistema ISO de gestão ambiental. São Paulo: CQ - Qualidade, 1996. 3. D'AVIGNON, A.; LA ROVERE, E.L. Manual de auditoria ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. Bibliografia Complementar: 1. CASTRO, F.C.C.; RODRIGUES, E.L.A. Inspeção Ambiental Imobiliária. São Paulo: Livraria e editora Universidade de Direito, 2004. 2. ALMEIDA, J.R.; PANNO, M.; OLIVEIRA, S.G. Perícia e auditoria ambiental. São Paulo: THEX EDITORA, 2000. 3. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J. Avaliação e Perícia Ambitental. São Paulo: BERTRAND Brasil, 2002. 4. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 5. ABTN – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de gestão ambiental: diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental. NBR ISO 19011: 2002. Rio de Janeiro, 2002. Disciplina: Higiene e Segurança do Trabalho Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Segurança e higiene ocupacional. Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Aspectos legais (Normas Regulamentadoras). Noções de toxicologia ocupacional. Controle dos riscos nos ambientes de trabalho e de situações de emergências. Equipamentos de proteção individual e coletivo. Iluminação. Ruído. Calor. Frio. Umidade. Sinalização e cor. Condições sanitárias e de confronto. Primeiros socorros. Bibliografia Básica: 1. BRANDÃO, C. Acidente do Trabalho e a Responsabilidade Civil do Empregador. São Paulo: LTr, 2006. 2. COSTA, H. Manual de Acidente do Trabalho – Encadernação Espacial. Curitiba: Juruá Editora, 2006. 3. GROTT, J.M. Meio Ambiente do Trabalho – Prevenção e Salvaguarda do Trabalhador. Curitiba: Juruá Editora, 2003. Bibliografia Complementar: 1. PAGANO, S.C.R; TUFFI, M.S. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do Trabalhador. São Paulo: LTr, 2007. 2. PERRENÉ, P.; ROSSI, A.M.; SAUTER, S.L. et al. Stress e Qualidade de Vida no Trabalho Perspectivas Atuais da Saúde Ocupacional. São Paulo: Atlas. 3. MARTINS, S.P. Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 3ª ed., 2009. 4. ROCHA, Geraldo Celso. Saúde e Ergonomia – Relação entre Aspectos Legais e Médicos. 57 Curitiba: Juruá Editora, 2004. 5. SILVA, Elias Norberto da. Automação e os Trabalhadores. São Paulo: LTr, 1996. Disciplina: Certificação e Adequação Ambiental de Carga Horária Total: 40 horas aula Empresas EMENTA: Identificação de aspectos e impactos ambientais em processos industriais. Fluxogramas de processos. Balanços materiais. Identificação de oportunidades de Produção mais Limpa (P+L). Avaliação técnica e econômica da viabilidade de implantação de alternativas de P+L. Desenvolvimento de projetos de P+L.. O ciclo de vida do produto e a sua adequação ambiental 4Avaliação do Ciclo de Vida. Definição do objetivo e escopo. Análise de Inventário. Avaliação do Impacto do Ciclo de Vida. Bibliografia Básica: 1. ALMEIDA, C.M.V.B. de; GIANNETTI, B.F. Ecologia Industrial: Conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher; 2006. 2. AMARAL, D. (coord.) Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos. Coleção Fábrica do Milênio – Vol.3. IFM, 2005. 1. BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial: – Conceitos Modelos e Instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2004. Bibliografia Complementar: 1. DIAS, R. Gestão Ambiental – Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas , 2006. 2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 3. MANZINI, E., VEZZOLl, C. O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis - Os requisite ambientais dos produtos industriais. São Paulo: Edusp, 2002. 367 p. 4. OMETTO, A. R. Avaliação do Ciclo de Vida do Álcool Etílico Combustível por meio dos métodos EDIP, Exergia e Emergia. Tese (doutorado). EESC-USP. 2005. 5. SANTOS, M.S.; RIBEIRO, F.M. Série Produção + Limpa. São Paulo: CETESB, 2005. 58p. Disciplina: Ética e Legislação Profissional Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Legislação profissional. Atribuições profissionais. Código de defesa do consumidor. Código de ética profissional. Responsabilidade técnica. Propriedade intelectual. Bibliografia Básica: 1. ARANHA, M.L. de A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2003. 2. ARENDT, H. A Condição Humana. tradução de Roberto Raposo, posfácio de Celso Lafer. 10 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. 3. BOFF, L. A Ética e a Formação de Valores na Sociedade. Reflexão. Ano 4, no. 11. out/2003. p. 120. Bibliografia Complementar: 1. DALL’AGNOL, D. (et. al.) Ética. Rio de Janeiro: DP&A editora ltda, 2003 (Coleção: O que você 58 precisa saber sobre:) 2. FERNANDES, D.B. Responsabilidade civil e direito do consumidor: em face das mensagens subliminares. Curitiba: Juruá, 2006. 3. OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 11ª . Ed. São Paulo: Moderna, 2004 (Coleção Polêmica). 4. PUSCH, J. Ética e responsabilidade profissional. Cadernos do Crea-Pr.n. 1, Curitiba, 2004. 5. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, A. Ética. [Trad. João Dell’Anna]. 32 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. Disciplina: Optativa III EMENTA: Bibliografia Básica: Carga Horária Total: 40 horas aula Bibliografia Complementar: OPTATIVAS Disciplina: Libras – Linguagem Brasileira de Sinais Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de variação. Praticar Libras: desenvolver a expressão visual-espacial. Bibliografia Básica: 1. GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009. 2. QUADROS, R. M. Língua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011. 3. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 4. PEREIRA, Maria C. da Cunha. Libras: conhecimento além dos sinais. 1ª ed. São Paulo: Pearson, 2011. (virtual - BV). Bibliografia Complementar: 1. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002. 2. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005. 3. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012. 4. REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da transgressão pedagógica. Dissertação (Mestrado em Educação e Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2006. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pe> 5. 5.HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo.In Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul -dez 1992. Disponível em: <http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_conten> Disciplina: Empreendedorismo Carga Horária Total: 40 horas aula 59 EMENTA: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora de pessoas nas organizações. Bibliografia Básica: 1. BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. 2ªed. São Paulo: Atlas, 2012. 2. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 3. HISRICH, R.D. e PETERS, M.P. Empreendedorismo. 9ªed. Bookman. 2014. 4. BUARQUE, Cristovam. Da ética á ética. Editora Intersaberes, 2011. (virtual - BV). Bibliografia Complementar: 1. SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001. 2. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Manole. 2012. 3. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 4. PONCHIROLLI, Osmar. Ética e responsabilidade social empresarial. 1ªed. Curitiba. Juruá 2011. 5. NALINI, Jose R. Ética Geral e Profissional. 10ªed. RT, 2014. Disciplina: Ecotoxicologia Ambiental (OPTATIVA II) Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Introdução à toxicologia; toxicologia ambiental e ecotoxicologia; fundamentos de ecotoxicologia aquática; tipos de produtos tóxicos: compostos naturais e xenobióticos; classificação dos efeitos tóxicos e rotas de entrada dos produtos tóxicos; poluentes e contaminantes; interrelações dos contaminantes entre os compartimentos ambientais; origem da contaminação ambiental; processos de transporte e transformação de contaminantes nos ecossistemas aquáticos; destino dos contaminantes nos organismos e no ambiente; interação de poluentes com a biota; organismos indicadores de qualidade ambiental; monitoramento ecológico e biomonitoramento; testes toxicológicos com organismos aquáticos; bioensaios padrões; avaliação de risco ecológi co Bibliografia Básica: 1. AZEVEDO, F.A. de; CHASIN, A.M. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo. Ed RIMA. 2004. 322p. 2. Norma Cetesb P4.261. Manual de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de riscos. maio/2003. 3. ZAGATTO, P.A; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia aquática: princípios e aplicações. 2008. 472p. Bibliografia Complementar: 1. BRILHANTE, O.M., CALDAS, L.Q. Gestão e Avaliação de Risco em Saúde Ambiental. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1999. 2. SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impacto Ambiental – Conceitos e Métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 60 3. AZEVEDO, F.A. & Chasin, A.A.M. As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. São Paulo. Editora Rima, 2001. 4. DUARTE, A.C., ROCHA SANTOS, T.A.P., PREGO, R. & PANTELEITCHOUK. Ecotoxicologia e remoção de poluentes. Editora Piaget. 2005. 5. DUFFUS, J.H. Toxicologia ambiental. Omega Espanha. 1983. Disciplina: Gestão de Recursos Hídricos Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Gestão dos recursos hídricos. Instrumentos de gestão. Aspectos legais e institucionais. Aspectos econômicos. Bibliografia Básica: 1. CAMPOS, N; STUART, T.M.C. Gestão das águas. Porto Alegre: Abrh, 2003. 2. PETRELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2002. 3. COSTA, J.L.C. Água Brasil: estratégias de gerenciamento dos Recursos Hídricos no Brasil. BrasíliaDF, 2003. Bibliografia Complementar: 1. PORTO, R.L.L. Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos. 2.ed. ABRH. Porto Alegre – RS: UFRGS, 2002. 2. PAIVA, J.B.D.; PAIVA, E.M.C.D. (org.). Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. Porto Alegre: Abrh, 2001. 3. SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Gestão de recursos hídricos: aspectos legais econômicos e sociais. Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos, 2000. 4. TUCCI, C.E.M. Gestão da água no Brasil – Brasília: UNESCO, 2001.156p. 5. TUNDISI, J.G. Água no século 21: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima, 2003. Disciplina: Tratamento Avançado e Reuso de Águas Carga Horária Total: 40 horas aula EMENTA: Introdução sobre tratamento avançado e reuso de águas residuárias. Tratamento primário quimicamente assistido. Processos biológicos utilizados para a remoção de nitrogênio e fósforo. Processos químicos para a remoção de fósforo. Operações e processos para a remoção de contaminantes específicos (filtração final; filtração em membrana: micro/ultra/nanofiltração, osmose reversa, eletrodiálise; adsorção em carvão ativado; etc.) Bibliografia Básica: 1. MANCUSO, P.C.S.; SANTOS, H.F. Reuso de água, Manole, 2003. 2. BRAILE, P.M.; CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais. CETESB, São Paulo, 1993, 764p. 3. MACEDO, J.A.B. Introdução a Química Ambiental. CRQ – Minas Gerais, 2001. Bibliografia Complementar: 1. NUNES, J.A. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. Gráfica e Editora Triunfo ltda. Aracaju, 2001, 299 p. 2. SCHNEIDER, R. P.; TSUTIYA, M.T. Membranas filtrantes para o tratamento de água, esgoto e 61 água de reuso. 1. ed. São Paulo: ABES, 2001.234 p. 2. MOTA, S. et al. Reuso de Águas, 2000. 4. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher, 2007. 332p. 5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos: RIMA, 2005. 792p. v1. 2.2. Atividades Complementares As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do alunado, possibilitam o reconhecimento por avaliação de habilidades, conhecim ento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. A Resolução 042/2009 regulamenta o processo de aproveitamento das atividades complementares, sendo redigida em concordância as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação. A Resolução poderá ser consultada no Anexo I. 2.3. Estágio Supervisionado e Extra curricular A disciplina de estágio também está amparada pela Lei Federal no 6.494 de 07 de dezembro de 1977, e no Decreto no 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei no 9394/96. § 2º O estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno estar em condições de realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente Lei. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94). § 3º Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calend ários escolares. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94). O Estágio curricular é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária; considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas atividades em uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da empresa e supervisionado por um professor da FACULDADE POLICAMP designado como coordenador de estágio. A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é de 200 horas. A FACULDADE POLICAMP e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes para realização do estágio. A FACULDADE POLICAMP conta um regulamento geral de Estágio Supervisionado e considerando que a participação dos professores é imprescindível nesta importante etapa do desenvolvimento 62 profissional do aluno, deverá ser elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado específico para a Engenharia com a participação de todo o Colegiado de Curso. No Estágio Extracurricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a FACULDADE POLICAMP, o aluno deverá entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador externo. As horas trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades extra curriculares 2.4. Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade de integração dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um trabalho, preferencialmente prático e multidisciplinar da área de Engenharia Ambiental e Sanitária. Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II, nas quais haverá um professor responsável à orientação coletiva, tendo como atividades a divulgação do Regulamento de TC e divulgação do formato de apresentação da monografia e pela coordenação geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela orientação individual do TC. A IES conta com a Circular Normativa que regulamenta os TCC e uma estrutura de apoio à elaboração dos Trabalhos de Conclusão Curso, caracterizado pelo Núcleo de Pesquisa, cujas principais finalidades são: A manutenção de uma permanente assessoria metodológica ao aluno, visando à el aboração do seu projeto de Trabalho de Curso; A constante busca pela qualidade dos projetos, visando a manutenção de um bom n ível de qualidade nos trabalhos finais; O registro de todos os dados referentes às etapas de elaboração do projeto e do Trabalho de Curso; A aprovação dos projetos de Trabalho de Curso; A montagem das bancas de Trabalho de Curso; A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados. O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o Trabalho de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica específica para o trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização, fundamentação teórica e metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na disciplina Trabalho de Curso II, o trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa pública perante banca. 63 A Resolução, na íntegra, do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade POLICAMP pode ser consultada no Anexo II . A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados. O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o Trabalho de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica específica para o trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização, fundamentação teórica e metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na disciplina Trabalho de Curso II, o trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa pública perante banca. A Resolução, na íntegra, do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade POLICAMP pode ser consultada no Anexo II. 2.5. Metodologias de Ensino Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado e m função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem. A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e Inter complementares: 1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo; 2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das orientações recebidas em sala de aula. Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são: a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala de aula; b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada aluno; c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação); d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas (ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o desenvolvimento das atividades intelectuais); 64 e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito do envolvimento pessoal do aluno. f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo. g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo; Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula. A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1 e 2 e supletiva. Obtém os créditos da disciplina o aluno que tiver frequência não inferior a setenta e cinco por cento (75%) das aulas fixadas no currículo pleno e alcançar avaliação final não inferior a 5,0 (cinco), resultante da média entre a avaliação do exame e a média de, no mínimo, duas avaliações intermediárias obtidas durante o período letivo. Obtém os créditos da disciplina, sem prestar exame, o aluno que, durante o período letivo, tiver alcançado média 7,0 (sete), no mínimo, nas avaliações intermediárias, computando-se a mesma como avaliação final. Para cada aluno, o Instituto elabora e mantém atualizado, após cada semestre, o histórico Escolar, no qual são registradas as disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, créditos e nota final obtida. As disciplinas teóricas, então, pautam-se pelos créditos para aferição do aproveitamento, usuais no Instituto, os quais provêm: 65 a) Duas avaliações parciais provenientes de um mínimo de duas provas no decurso do Período Letivo, observadas as normas de avaliação emanadas da Diretoria Acadêmica. b) Uma avaliação resultante do Exame Final. A aprovação se dá naquelas disciplinas em que o aluno obtiver avaliação final mínima de 5,0 (cinco). O aluno ficará dispensado do Exame Final na(s) disciplina(s) em que tiver 75% ou mais de frequência e, no mínimo, 5,0 (cinco) na média de duas avaliações parciais. Caso não preencha a condição de aproveitamento, o aluno deverá fazer exame final na(s) disciplina(s) respectiva(s). Há, antes do exame final, oportunidade de revisão de conteúdos programáticos mediante novos exercícios, com vistas à substituição de avaliação, exceto para o aluno que tiver prova parcial anulada devido à fraude escolar. O aluno sem frequência mínima (75%) na disciplina não poderá substituir avaliação e nem fazer exame final, sendo nulo o ato, se realizado. A avaliação nas disciplinas práticas, por outro lado, tem características próprias, devido à relação professor-aluno em aulas onde predominam os assessoramentos e a apresentação de trabalhos. Neste sentido, usa-se uma ficha de Acompanhamento para registrar os assessoramentos e uma Planilha de Avaliação. A planilha é um instrumento avaliativo que possibilita ao docente a objetividade necess ária na análise do trabalho apresentado e paralelamente oferece ao aluno a oportunidade de verificar seu aproveitamento e saber como é avaliado seu trabalho. As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da FACULDADE POLICAMP. 2.7. Apoio ao Discente 2.7.1. Apoio Pedagógico A Faculdade Politécnica de Campinas (FACULDADE POLICAMP) dispõe ao docente do PROE (Programa de Orientação ao estudante), atualmente definido como nivelamento. O Corpo Discente no Instituto merece especial atenção desde o primeiro contato com a Instituição – no processo seletivo. A Instituição mantém um setor encarregado do apoio, acompanhamento e de orientação pedagógica que se responsabiliza pelas ações junto aos acadêmicos. De acordo com o seu Regimento Interno, ficam fixados os direitos e deveres do Corpo Discente: 66 Art. 90. São direitos e deveres dos membros do Corpo Discente: I. Frequentar as aulas e participar das demais atividades curriculares; II. Utilizar os serviços postos à sua disposição pela Instituição; III. Recorrer de decisões de órgãos executivos e deliberativos, observando os prazos legais; IV. Não carregar para as dependências da Instituição objetos que não são destinados aos objetivos didáticos e pedagógicos ou que possam representar risco às pessoas ou à Instituição; V. Receber da Instituição, por ocasião da matrícula, o Catálogo de Curso, nos termos do artigo 47, § 1º da Lei nº 9.394/96, e Portaria MEC 971/97; VI. Zelar pelo patrimônio da Instituição. 2.7.2. Apoio à Participação em Eventos A Faculdade POLICAMP assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é realizado de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas, publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos, seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes. 2.7.3. Apoio Psicopedagógico É política da Faculdade POLICAMP garante, na medida de suas possibilidades e necessidades dos interessados, apoio psicopedagógico aos seus alunos, a partir do trabalho dos docentes dos cursos nas áreas envolvidas, por meio da contratação de um profissional devidamente qualificado. Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades referentes a sua vida escolar e à sua aprendizagem, com horário agendado. Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou coordenação de curso encaminha para o apoio psicopedagógico. 2.7.4. Mecanismo de Nivelamento (PROE – Programa de orientação ao estudante) Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas públicas e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, especialmente Língua Portuguesa, a Faculdade oferece aos seus al unos um processo de ensino-aprendizado realizado a partir de metodologias diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e desenvolver um bom curso. 67 2.7.5. Monitoria Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em coope ração com o corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado, não criando vínculo empregatício. § 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre os candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnico-didáticas em disciplinas já cursadas. § 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho Superior. 2.7.6. Programa de Iniciação Científica (PIC) A pesquisa no Instituto se caracteriza por propostas de investigação das práxis pedagógicas como foco central em um movimento de articulação ensino-pesquisa, bem como a construção do conhecimento, voltada para os interesses da comunidade na sua área de influência. A definição das linhas de pesquisa que atendam as necessidades dos cursos e da comunidade será feita conjuntamente pela Coordenadoria de Pesquisa. Podem participar deste programa: a) Alunos de Cursos de Graduação (Bacharelado, Tecnologia, Licenciatura, Normal Superior e outros de formação de professores), regularmente matriculados em disciplina(s) profissionalizante(s); b) Alunos de pós-graduação, regularmente matriculados. O aluno só poderá participar, no mesmo período, de um único projeto neste Programa. A pesquisa é orientada e acompanhada em todos os momentos por um profissional vinculado ao Instituto. Este profissional, para o presente propósito, é denominado Professor-Orientador. No projeto figurará como professor-orientador o profissional que, após entendimentos entre e le e o interessado, for indicado pelo aluno e homologado pelo Coordenador do Curso no qual o aluno está matriculado. O Instituto, ao definir as Linhas de Pesquisa, estabelece: Auxiliares de Pesquisa; Bolsistas de Iniciação Científica: alunos dos cursos de graduação, regularmente matriculados em disciplinas profissionalizantes, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com o bom aproveitamento acadêmico; 68 Bolsistas de Aperfeiçoamento Científico: alunos de pós-graduação, regularmente matriculados, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com bom aproveitamento acadêmico. 2.7.7. Bolsas de Estudos São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam continuar seus estudos com dignidade. Atenta às dificuldades da região, a Faculdade idealizou os Projetos Sociais. São programas facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Coordenado por departamento da Instituição, tem como missão: alcançar a oferta e a prática de uma Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais, permitindo a Educação para todos e a Inserção Social. Programas Institucionais de Financiamento de Estudos A Faculdade POLICAMP é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as classes C e D, são trabalhadores que não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos projetos sociais que a IES oferece. Pensando nestes alunos que a Faculdade oferece aos seus alunos a possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES. A Faculdade POLICAMP ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e seguindo o projeto de sua mantenedora consolidará parcerias com órgãos governamentais e instituições para concessão de bolsas de estudo de até 100%. No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais, associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes. Deste modo, a seguir, apresenta-se uma síntese dos trabalhos, idealizados: UNIESP SOCIAL Consiste na contemplação de Bolsa de até 50% aos alunos financeiramente menos favorecidos e em contra partida ao benefício recebido, o bolsista tem como compromisso o desenvolvimento de atividades de contrapartida social em instituições sociais como: asilos, creches, hospitais e ONGs oferecendo sua contribuição pessoal e profissional para a transformação de centros comunitários, voltados para o exercício da cidadania. Plano UNIESP de Inclusão Educacional e Social – UNIESP100 69 Consiste em proporcionar ao aluno a oportunidade de frequentar um curso superior com um valor mensal acessível: por meio do pagamento do valor parcial das respectivas mensalidades durante o período de duração do curso, mediante a concessão de bônus. Após a conclusão do curso, o aluno terá a possiblidade de obtenção de desconto e parcelamento para a quitação do saldo contratual devedor. Programas Federais de Financiamento de Estudos PROUNI – Programa Universidade para Todos O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência. FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas estudantis. O FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares, conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC. 2.7.8. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso A avaliação periódica do curso decorrente dos processos internos e externos, bem como em função da dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a reciclagem e realimentação, sendo que a difusão dos resultados, por meios de comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente contato com a comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da Faculdade. Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes, di scentes e funcionários da instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar alternativas para resolver os problemas no âmbito do curso. Nessa perspectiva, o processo de auto avaliação institucional da Faculdade POLICAMP, volta-se para o atendimento de uma tríplice exigência, no objetivo de tornar-se: Um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico; Uma ferramenta para o planejamento da gestão universitária; Um processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e ex terna. 70 Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na Instituição a fim de verificar se as funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas. É esse contraponto entre o pretendido e o realizado que dá o sentido a auto avaliação Institucional nas organizações universitárias. Assim, os princípios norteadores da autoavaliação institucional na Faculdade POLICAMP, identificamse: Pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de todos o s segmentos envolvidos; Pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos critérios a serem adotados; Pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua execução e na implementação de medidas para a melhoria do desempenho institucional. Nesse sentido, a Faculdade POLICAMP: A avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos indissociáveis das atividades-fim e atividades meio, necessários à sua realização. Para tanto, deve buscar uma análise simultânea do seu conjunto de dimensões relevantes ou, a partir de prioridades definidas no âmbito da Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar, cronologicamente, o tratamento de cada uma delas; A proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e experiências de avaliação já existentes na Faculdade POLICAMP englobando aspectos quantitativos e qualitativos, bem como as demais experiências de instituições congêneres. O processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à avaliação externa, combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos comprometidos com a Instituição, (porque nela desenvolvem algum tipo de atividade), com o julgamento de pessoas que a ela não estão ligadas por vínculos profissionais; A avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros, tanto na definição dos procedimentos e de formas de implementação, como na utilização dos resultados, traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao aperfeiçoamento da Instituição; O processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que, para tanto, dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados, a partir de critérios pré-definidos; O processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a real imentação e aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da Instituição. 71 Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela Instituição com o fim de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas coletivamente, estão sendo realizadas e atendidas. Enquanto processo global: Possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente, seu desempenho e adequação, relevância e qualidade de todas as atividades desenvolvidas e serviços prestados pelo curso. Oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos os seus segmentos possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções identificadas e aperfeiçoando elementos dos serviços prestados. Os resultados do processo das Avaliações de Curso, do ENADE e CPA deverão possibilitar: O repensar a Instituição como uma entidade sintonizada com o momento atual e capaz de responder às mudanças da sociedade em que se insere, em termos sociais, políticos, econômicos e tecnológicos, dentre outros; A recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com vistas à melhoria da qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão, missão, comunicação e políticas institucionais, infraestrutura física e responsabilidade social; Implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento do desempenho institucional; Firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão universitária, tendo como base os interesses dos docentes, discentes, técnico-administrativos e sociedade em geral, nas áreas de atuação da Faculdade POLICAMP; Indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária, servindo como subsídios para o Plano de Desenvolvimento Institucional, o Projeto Pedagógico Institucional e os Projetos Pedagógicos dos Cursos. 2.7.9. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Para estimular nos alunos o desenvolvimento das competências advindas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo de ensino aprendizagem o curso a utilização de ferramentas dessa natureza. A faculdade POLICAMP possui 344 computadores distribuídos em 9 laboratórios de informática e 6 laboratórios específicos, disponíveis para aulas práticas, com softwares específicos e utilização livre para pesquisas. O mundo atual passa por uma revolução tecnológica muito grande levando todos à busca constante por atualização nesse campo, por isso temos a considerar que todas as possibilidades que a Instituição tiver de inovar e se revestir de uma melhor estrutura tecnológica a 72 ser disponibilizada, será feita, pois hoje, essa abertura de universos e oportunidades de acesso deve ser oferecida a todos os alunos indistintamente. A Faculdade POLICAMP também conta com os seguintes recursos de informação e comunicação e de acesso ao corpo docente e discente: Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno tem acesso ao Portal do aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação acadêmica, bem como dos boletos para pagamentos de mensalidades. Neste portal o aluno também tem acesso aos relatórios acadêmicos, tais como histórico parcial, comprovante de atividades complementares e atestado de matrícula. Neste mesmo sistema há a interface do docente, que tem acesso via portal do professor, que realiza o controle de frequência, registra matérias lecionadas e notas. Rede Wireless interna para conexão à internet, com link dedicado; Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação; Software específicos para os cursos; Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES, armazenando com segurança suas informações; E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos demais professores e alunos; Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno; TV Uniesp; Biblioteca Virtual; Periódicos Eletrônicos; Site Institucional. 2.7.10. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem O sistema de avaliação do ensino e da aprendizagem desta instituição, com o intuito de formar um profissional consciente de seu papel diante da sociedade, responsável e ético, procura integrar os conteúdos de todas as disciplinas que compõem a matriz curricular do curso e guarda total coerência com a sua concepção, possibilitando ao aluno tanto a apreensão de aspectos profissional izantes, quanto humanísticos e comunicacionais. A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos abordados em cada uma delas. Os instrumentos de avaliação contemplam estudos de casos, trabalhos escritos e/ou práticos, provas, seminários, avaliações escritas individuais, trabalhos de campo e em classe individuais ou em 73 grupos, pesquisas extraclasse que visam possibilitar ao aluno o aprendizado crítico, participativo e criativo, que aproxime teoria e prática e colocando-os diante de situações práticas que serão futuramente vivenciadas em sua atuação profissional. É neste ínterim que se solicita do aluno um posicionamento ético diante de tais simulações ou cases. Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado, previstos para a disciplina e aprovados pelo órgão competente, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, segundo as normas estabelecidas pelo Regulamento da Instituição. Compete ao professor, ou ao coordenador do curso, quando for o caso, elaborar as questões e os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e dos demais trabalhos, bem como o julgamento e registro dos resultados. As avaliações das disciplinas de Estágio Supervisionado, Atividades complementares, Trabalho de Conclusão de Curso - TCC e Projeto Interdisciplinar Integrado seguem regulamentos próprios. A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e Inter complementares: 1º) Alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no q ual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo; 2º) Alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das orientações recebidas em sala de aula. Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são: a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala de aula; b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada aluno; c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para o sujeito que está aprendendo assumi-lo como seu (relações de mediação); d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas (ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o desenvolvimento das atividades intelectuais); e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito do envolvimento pessoal do aluno. f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo. g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo; 74 Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compre ensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula. A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1 e 2 e supletiva. Há durante cada ano letivo, para as disciplinas semestrais, 02(duas) avaliações o ficiais, para verificação do aprendizado em cada disciplina aplicadas ao longo do período letivo, conforme consta do Calendário Escolar. Outros trabalhos escritos, orais, desempenho em apresentação de seminários, artigos ou outras formas complementares de apuração do rendimento escolar podem ser exigidos dos alunos e ponderados em cada avaliação oficial, a critério do professor, após a aprovação da Coordenação. Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e demai s atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina quando obtiver média final igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). A média final é obtida através da média aritmética simples das notas das avaliações oficiais, através do arredondamento universal, com o resultado final devidamente arredondado para múltiplos de 0,5 ponto. Há uma única prova repositiva de cada disciplina, por semestre, como alternativa para o aluno que faltar à prova escrita oficial de avaliação nos bimestres anteriore s, realizada ao final do semestre letivo, com matéria cumulativa, desde que requerida no prazo definido. Para os alunos que não obtiveram média semestral igual ou superior a 7,0 (sete inteiros), mas obtiveram média semestral igual ou superior a 3,0 (três inteiros) existem a avaliação de exame, que ocorre após a avaliação repositiva com conteúdo acumulado do semestre. Neste caso para a aprovação o aluno deverá possuir uma média de exame maior ou igual a 5,0 (cinco inteiros) que é calculada pela média aritmética da nota semestral com a nota do exame. 75 Sabendo que as atividades do engenheiro não são estanques em áreas e que os trabalhos inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, no curso de Engenharia de Computação as disciplinas componentes do curso abordam: a) Atividades acadêmicas docentes: compreende atividades formativas como assistência a aulas, aulas expositivas, e realização de seminários. b) Trabalho discente efetivo: compreendem atividade práticas supervisionadas e atividades práticas de diferente natureza, como laboratórios, atividades em biblioteca ou centros de documentação, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupos, participação em grupos cooperativos de estudos, visitas a instituições, entre outros. 3. Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e fundamentos. b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso. c) Atualizar periodicamente o PPC. d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso. e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, se mpre que necessário. f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo PPC. h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a indicação ou substituição de docentes quando necessário. i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao curso. 76 COMPOSIÇÃO DO NDE Nome do Professor Titulação Angela Maria M. Peral Valente Doutora Luciana Ap. Ávila Marco Antonio Ferreira Gomes Doutora Doutor Doutor Doutora Alberto Oppermann Santini Élida Castilho Bonomi 4. Formação Acadêmica* Engenharia Agronômica Bióloga Geólogo Químico Engenharia Química Regime de Trabalho Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial Coordenação do Curso Conforme Regimento da Faculdade, em seu Art. 31, compete ao Coordenador de Curso: I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso; II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade; III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização do calendário acadêmico; IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso; V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria; VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso; VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso; VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso; IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais órgãos da Faculdade; X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade. Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o corpo discente para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Também leciona disciplinas no próprio curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes. Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador Coordenadora: Angela Maria Montes Peral Valente Graduação: Engenheira Agrônoma (Faculdade de Agronomia e Zootecnia Manoel Carlos Gonçalves – Fundação Pinhalense de Ensino) - 1980 Licenciatura em Química: Faculdade Maria Imaculada - 1998 Especialização em Química: Universidade Federal de Lavras (2000) Mestrado: Química Orgânica – Instituto de Química – UFSCAR (2003) Doutorado: Química: Química – Instituto de Química – UFSCAR (2007) 77 Pós-Doutorado: Microbiologia Ambiental - Embrapa Meio Ambiente (2009-2011) Experiência Profissional e Acadêmica: conta com 20 (vinte) anos de experiência no Magistério, destes, 9 (nove) anos de experiência no magistério superior e 5 (cinco) anos de experiência em gestão acadêmica. Atualmente é coordenador do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária na Faculdade Politécnica de Campinas. Tem experiência na área de espectrometria de massas, ressonância Magnética nuclear, HPLC e processos fermentativos por micro-organismos. 5. Corpo Docente do Curso O corpo docente da Faculdade POLICAMP, especificamente os do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, atende as exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos. 5.1. Perfil Esperado do Docente Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a aprendizagem como processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto imagem dos alunos como geradora de melhor desempenho. Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente, quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e adaptabilidade aos cenários de mudança. O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga horária de trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações são fundamentais ao bom êxito das atividades. Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem: Construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na educação superior; Estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do conhecimento profissional de sua área de atuação; Entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e orientações previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino no stricto sensu, buscando identificar as necessidades dos alunos para que se garanta os conteúdos necessários às diferentes etapas da aprendizagem do Curso de Administração; Saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e estratégias pedagógicas; 78 Entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais preparados para iniciar a carreira docente. 5.2. Atividades Docentes A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao cargo de Professor: Em atividades de ensino; Em atividades de pesquisa e de extensão; Em atividades de capacitação; Em atividades de administração e de representação. A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o processo ensino-aprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos administrativo e individual. A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de acordo com critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com aprovação da mantenedora. 5.3. Corpo Docente do Curso x Disciplinas Docente, Titulação, Experiência, Regime de Trabalho e Distribuição de Carga Horária do Corpo Docente do Curso, estão apresentados na Tabela a seguir: 79 CORPO DOCENTE ATUAL Nome Tempo de experiência Magistério Outras Regime de Trabalho Disciplinas Ministradas no curso (disciplinas referentes à grade 2014-2019) Titulação Meteorologia e Cl imatologia Aná l ise de Impactos Ambientais Adri a na Ferrer Martins 5 0 Pa rci al Economia do Meio Ambiente Mes tre TCC Al berto Oppermann Santini 5 0 Projeto Interdisciplinar Integrado II Tra ta mento de Água de Abastecimento Bi oquímica Quími ca Ambiental Tra ta mento de Esgotos Sanitários e Efluentes Industriais Control e da Poluição Atmosférica TCC Pa rci al Doutor Fenômenos de Tra nsporte Él i da Ca stilho Bonomi 2 0 Proces sos e Operações Unitárias Pa rci al Ci nética e Cálculo de Reatores Doutora Projeto Interdisciplinar Integrado IV Fundamentos da Biologia Kamila Ferreira Massuda Garcia 3 0 Ecol ogia Geral e Aplicada Pa rci al Ecotoxi cologia Ambiental Doutora Projeto Interdisciplinar Integrado I e II Quími ca Geral e Experimental Topografia Geoprocessamento Quími ca Orgâ nica Angela Ma ria Montes Peral Valente 20 10 Ci ências Ambientais Integral Ci ências dos Materiais Técni cas Experimentais em Engenharia Ambiental e Sanitária Certi fi cação e Adequação Ambiental de Empresas Educa ção Ambiental 80 Pós -Doutor Ana Cl a ra Blaauw 3 5 Di reito e Legislação Ambiental Pa rci al Es pecialista Éti ca e Legislação Profissional Cá l culo Diferencial e Integral I Cá l culo Diferencial e Integral II Cl a udio Mucelin 9 12 Pa rci al Cá l culo Diferencial e Integral III Mes tre Ma temática Aplicada Hi dráulica e Pneumática Hi dráulica I Newton F. de Freitas Junior 5 10 Sa neamento I Hori sta Sa neamento II Mes tre Hi dráulica II Li cenciamento Ambiental Audi toria e Perícia Ambiental Mona lisa Franco 1 0 Pa rci al TCC Projeto Interdisciplinar Integrado V Mes tre Recurs os Hídricos e Hidrologia Aplicada Expres são Gráfica Na ya ra Sartorato Santana 2 4 Pa rci al Fá bio Kenji Suguimoto 2 4 Hori sta Mecâ nica Geral e dos Sólidos Mes tre Jorge Mi guel Dias Ca rdoso Ma rgalho Pi res 8 15 Pa rci al Hi gi ene e Segurança do Tra balho Es pecialista Ma rcel o Acá cio Salgado Adani 4 9 Pa rci al Des enho Auxiliado pelo Computador Es pecialista Fís i ca Geral e Experimental I Fís i ca Geral e Experimental II Es pecialista Fís i ca Geral e Experimental III Geol ogia e Solos Control e da Poluição de Solos e Aquíferos Ma rco Antonio Ferreira Gomes 12 30 Pa rci al Eros ã o e Conserva ção do Solo TCC Ges tão de Recursos Hídricos 81 Doutor Introdução a Engenharia Ma ri a Denise Monacci 17 12 Integral Es tá gio Supervisionado Mes tre Introdução à Engenharia Geometria Analítica e Álgebra Linear Fá bio Santiago 3 0 Hori sta Modelagem Matemática Aplicada a Engenharia Ambiental Mes tre Proba bilidade e Es tatística Mi crobi ologia Aplicada Luciana Ap. Ávila 3 0 Ges tão e Ma nejo de Recursos Naturais Pa rci al Sa úde e Segurança Ambiental Doutora Tra ba lho de Conclusão de Curso II Os va l do Luiz Garcez 15 30 Hori sta Al gori tmo e Lógica de Programação Mes tre Ci ências Ambientais Planejamento Ambiental Territorial e Urbano Ra fa el Leandro de Figueiredo Vasconcellos 2 4 Tra ba lho de Conclusão de Curso I Hori sta Ges tão de Resíduos Sólidos Pós -Doutor Recuperação de á reas Degradadas Recurs os Energéticos e Desenvolvimento Sustentável Comuni cação e Expressão Metodologia Ci entífica e Tecnológica Suel y Ca stro de Almeida Pereira 14 30 Ati vi dades Complementares Pa rci al Empreendedorismo Huma nidades, Ci ências Sociais e Ci dadania 82 Mes tre Síntese da Titulação do Corpo Docente do Curso Titulação Quantidade Percentual % Especialista 4 20 Mestre 9 45 Doutor 7 35 Total 20 Síntese do Regime de Trabalho dos Docentes do Curso Regime de Trabalho Quantidade Integral Parcial Horista Total 2 13 5 20 Percentual % 10 65 25 Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes A Faculdade POLICAMP e sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que consideram que os educadores necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na p rodução e transmissão do saber e na formação integral do educando. Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos: O desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade acadêmica; O estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as atividades da instituição, formais e informais; O incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou técnico-profissional; O aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora; A busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de docentes e não- docentes. Encontra-se na Instituição, à disposição, os "Planos de Carreira do Corpo Docente e do Técnico Administrativo". 83 Programa Institucional de Educação Continuada (FOCO) A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente, com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem, aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando aprimoramento dos seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As regras e as normas de funcionamento encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à disposição, na Instituição. Funcionamento do Colegiado de Curso Segundo a prática do funcionamento do colegiado de curso da FACULDADE POLICAMP: O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da organização administrativa. O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do planejamento didático pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes. O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano, cuja convocação será feita pelo Coordenador, com antecedência mínima de 08 (oito) dias, com ordem do dia indicada. São competências do Colegiado de Curso: I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico; II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em função de suas características profissionais e sociais; III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Escolar; IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários, seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos; V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário; VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos; VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o integram; 84 VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como do próprio pessoal docente; IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas. 6. Infraestrutura 6.1. Infraestrutura para Funcionamento do Curso A Mantenedora da Faculdade POLICAMP demanda esforços no sentido de garantir toda a infraestrutura necessária, além de manter suas instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento, higiene e sempre atualizados. 6.2. Infraestrutura Acadêmico-administrativa Para o desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas propostas para a realização do Curso de Administração, a Faculdade conta com uma infraestrutura própria que atende às condições de iluminação, ventilação, salubridade, segurança, higiene, acústica e layout adequados, que seguem todas as normas da moderna engenharia e arquitetura, visando o conforto e bem-estar dos corpos docente, discente e administrativo. Os recursos infra estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de aula, biblioteca, laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais quanto por áreas, são descritos a seguir. 6.3. Gabinetes de Trabalho para Docentes em Tempo Integral e Núcleo Docente Estruturante A Faculdade disponibiliza sala aos integrantes do NDE e professores de Tempo integral/parcial, equipada com mesas, cadeiras, computadores conectados à rede de Internet, mesa para reunião com cadeiras e armários para arquivamento de documentos. Atendendo aos requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de docentes, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. A área total possui 31,05 m2. 6.4. Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos A Faculdade POLICAMP disponibiliza gabinetes, destinadas as atividades de coordenação e serviços acadêmicos, com mesa, cadeiras, armário e computador ligado à rede de Internet e que atende aos requisitos de dimensão, limpeza, conservação, equipamentos, gabinete individual para coordenador, número de funcionários, atendimento aos alunos e aos docentes, abaixo discriminados: 6.5. Sala de Professores A Faculdade POLICAMP possui espaço adequado destinada a Sala de Professores medindo 31 m², com mesa para reuniões e cadeiras diversas, quadros de avisos, armários para guarda de material, escaninho de documentos, computador ligado à internet para pesquisa e digitação de notas, facilitando flexibilização e comodidade dos mesmos no ambiente de trabalho. Atendem aos 85 requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de professores, dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. 6.6. Salas de Aula Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Datashow, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem ventilação adequada e iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. As condições deste espaço físico, quanto aos itens de salubridade , espaço das salas em relação professor/aluno, circulação, iluminação natural e artificial, ventilação e acústica, estão presentes no quadro, a seguir. Espaço Físico Salubridade Apresentam condições propícias à saúde pública, em termos de arejamento, oxigenação, higiene, e limpeza. Os ambientes são mantidos com serviços diários de limpeza, por equipe responsável por esta atividade. Espaço Dimensionadas na relação de mais de 2,00 m². por aluno, incluindo nesta metragem, a área de circulação e o espaço do professor Iluminação Natural e Ventilação Quanto à iluminação natural, todas as caixilharias foram dimensionadas seguindo as normas do Código Sanitário Estadual, garantindo assim a iluminação natural e ventilação. Iluminação Artificial A iluminação artificial foi calculada atendendo as normas técnicas da ABNT, quanto à quantidade de lâmpadas (lux), em função do uso específico (sala de aula, biblioteca, laboratórios, etc.). Acústica As salas de aulas foram implantadas em um posicionamento adequado em relação ao distanciamento, garantindo um nível aceitável de ruído externo, não comprometendo o desempenho professor-aluno. 7. Biblioteca 7.1. Organização do Acervo A responsabilidade pela organização, aquisição e manutenção da biblioteca é do Diretor Geral, que dispõe de uma bibliotecária e uma estagiária para dirigir e coordenar as atividades técnicas e administrativas, para o controle e a administração de todo o acervo. 86 7.2. Espaço Físico Atualmente, a área física da Biblioteca é ampla, contendo salas de estudo em grupo e espaços para estudos individuais, além de computadores com acesso à internet para pesquisa na internet e consulta online do acervo. 7.3. Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo discente e docente da Faculdade POLICAMP. O acervo da Faculdade é formado com base no conteúdo programático dos cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada semestre, os professores solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias necessárias para complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação no acervo e com aprovação do Coordenador do Curso, encaminha à Dire ção a solicitação de compra. O plano de expansão será constante e consiste na adoção de uma política de renovação, ampliação e atualização do acervo, mediante a aquisição de obras e doação de exemplares de outras instituições. 7.4. Horário de Funcionamento O horário de funcionamento da Biblioteca da Faculdade POLICAMP é de segunda a sexta-feira das 14h às 22h e, aos sábados, das 08h às 12h. 7.5. Serviços Oferecidos O acesso ao material da Biblioteca está disponível às comunidades acadêmica e local. Para os empréstimos, o solicitante deverá estar cadastrado no sistema e ser aluno da Faculdade POLICAMP, visto que, a reserva de obras somente ocorrerá mediante a solicitação pessoal do interessado. Atualmente, a organização do acervo é feita através da classificação universal por assunto, sendo admitida, posteriormente, a classificação por ordem alfabética de autores e títulos. Serviços: Catálogo disponível para consulta local; Sistema informatizado; Acesso disponível pela Intranet/Internet aos serviços. 7.6. Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e aquisição do acervo bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia arrolada nos programas de ensino dos projetos pedagógicos, de cada um dos cursos da instituição, como as bibliografias recomendadas. 87 Além destes procedimentos, são ainda considerados para seleção e aquisição destes materiais, as bibliografias básicas encaminhadas pelos Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas fruto de reuniões periódicas do NDE, e professores. Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus usuários, em termos de demanda da informação. 7.7. Bibliografia Básica A Bibliografia Básica prevista no Projeto Pedagógico do Curso, contempla ao menos 4 títulos, por unidade curricular disponibilizados na proporção de, pelo menos, um exemplar para a faixa de 10 a 15 vagas anuais. Estão tombados e informatizados e à disposição, para consulta, pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição. O acervo é fechado, com acesso a todo material bibliográfico por meio de terminais de consulta, listagens e fichários. É permitido o empréstimo domiciliar para alunos e funcionários da instituição. No caso de usuários externos será permitida a consulta local. O acesso aos materiais audiovisuais é feito com a utilização de equipamentos dentro da biblioteca. A consulta do acervo pode ser feita pela internet pelo seguinte http://portal.uniesp.edu.br/corpore.net/Source/BibBiblioteca/Public/BibFirewall.htm?CodColigada=76&CodFilial=1&CodUnidade=1 endereço: Além do acervo físico a IES possui uma biblioteca virtual (BV) repleta de livros, como aproximadamente 2960 títulos, que podem ser acessados pelo alunos e funcionários pela internet a partir do portal da Uniesp e direcionado para o seguinte link: http://uniesp.bv3.digitalpages.com.br/users/publications. O acesso a biblioteca virtual é feito por qualquer computador com acesso à internet, porém existem computadores na biblioteca para que os alunos tenham esse acesso garantindo para consulta e leitura dos livros digitais. O acesso à internet é permitido apenas para alunos e funcionários e utilizado o sistema de reserva para uso da internet e dos equipamentos quando há muita procura. O usuário pode fazer solicitações e renovações via e-mail para a biblioteca. A biblioteca tem seu acervo ampliado e atualizado principalmente de acordo com as solicitações dos professores. Dá-se prioridade ao aumento do número de exemplares para os livros textos de todos os cursos, tudo isso em conformidade com a verba orçamentária que é específica. O Regulamento da Biblioteca está disponível na IES para consulta. 7.8. Bibliografia Complementar A Bibliografia Complementar prevista no Projeto Pedagógico do Curso de engenharia de computação contemplará em sua maioria 5 títulos, por unidade curricular. Estarão à disposição, para consulta, pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição. 88 A consulta do acervo pode ser feita pela internet pelo seguinte http://portal.uniesp.edu.br/corpore.net/Source/BibBiblioteca/Public/BibFirewall.htm?CodColigada=76&CodFilial=1&CodUnidade=1 endereço: Além do acervo físico a IES possui uma biblioteca virtual (BV) repleta de livros, como aproximadamente 2960 títulos, que podem ser acessados pelo alunos e funcionários pela internet a partir do portal da IES e direcionado para o seguinte link: http://uniesp.bv3.digitalpages.com.br/users/publications. O acesso a biblioteca virtual é feito por qualquer computador com acesso à internet, porém existem computadores na biblioteca para que os alunos tenham esse acesso garantindo para consulta e leitura dos livros digitais. 7.9. Periódicos Especializados A IES disponibiliza um grande número de periódicos virtuais (Nacionais e Internacionais), no site da IES (http://www.policamp.edu.br/biblioteca/periodicosEletronicos.asp) para consulta e pesquisa. PERIÓDICOS: REVISTA SBA - CONTROLE & AUTOMAÇÃO BRASIL ENERGIA BRASIL ENERGIA CED MAGAZINE (COMMUNICATIONS ENGINEERING & DESIGN) ELECTRIC PERSPECTIVES (EEI – EDISON ELECTRIC INSTITUTE) ELECTRICAL BUSINESS ON-LINE (CANADÁ) HOME POWER (EUA & CANADÁ) ABB REVIEW ELECTRICITY TODAY HIGH VOLTAGE POWER & ENGINEERING E-MAGAZINE CONSERVATION ECOLOGY E-FFICIENCY NEWS OPEN ENERGY TECHNOLOGY BULLETIN PETROLEUM MARKETING MONTHLY ACTA SCIENTIARUM : TECHNOLOGY EPTIC JOURNAL OF MICROWAVES AND OPTOELECTRONICS PCH NOTÍCIAS & SHP NEWS (CENTRO NACIONAL DE REFERÊNCIA EM PEQUENOS APROVEITAMENTOS HIDROENERGÉTICOS) SEMINA: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS 89 OUTROS PERIODICOS COMPLEMENTARES: REVISTA ESCOLA DE MINAS LABOR & ENGENHO REEC – Revista Eletrônica da Engenharia Civil REVISTA ELETRONICA DE PRODUÇÃO E ENGENHARIA CIÊNCIA E ENGENHARIA REVISTA DE GEOTECNIA ECLÉTICA QUÍMICA SOLDAGEM & INSPEÇÃO REVISTA CONSTRUÇÃO METÁLICA AMBIENTE CONSTRUIDO ANAIS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS BRAZILIAN JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING CERÂMICA MATERIALS RESEARCH - Ibero-american Journal of Materials JOURNAL OF APPLICATIONS PESQUISA OPERACIONAL JOURNAL OF THE BRAZILIAN SOCIETY OF MECHANICAL SCIENCES AND ENGINEERING LATIN AMERICAN JOURNAL OF SOLIDS AND STRUCTURES REVISTA MATÉRIA POLÍMEROS – Ciência e Tecnologia PRODUÇÃO GESTÃO & PRODUÇÃO ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL QUÍMICA NOVA CADERNOS DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS MADEIRA: ARQUITETURA & ENGENHARIA REVISTA CONSTRUÇÃO METÁLICA Ambiente e Educação - Revista de Educação Ambiental Biota Neotropica CERNE - Centro de Estudos em Recursos Naturais Renováveis Ciência Florestal - UFSM MICROWAVES, OPTOELECTRONICS 90 AND ELECTROMAGNETIC Desenvolvimento e meio ambiente Engenharia Ambiental Pesquisa e Tecnologia Novos Cadernos NAEA REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental Revista Engenharia On-line Revista Floresta Revista Scientia Forestalis REVISTA BRASILEIRA ENG. SANITÁRIA E AMBIENTAL REVISTA DE ESTUDOS AMBIENTAIS REVISTA BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS REVISTA ECO21 REVISTA HOLOS ENVIRONMENT REVISTA AMBIO: A JOURNAL OF HUMAN ENVIRONMENT REVISTA DAE/SABESP REVISTA MULTI DISCIPLINAR ACTA AMAZONICA REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental CERNE (CENTRO DE ESTUDOS EM RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DA UFLA) CIÊNCIA FLORESTAL FLORESTA E AMBIENTE SCIENTIA FORESTALIS DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE REVISTA ENGENHARIA ON-LINE REVISTA ÁRVORE = BRAZILIAN JOURNAL OF FOREST SCIENCE REVISTA BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL REVISTA BRASILEIRA DE BOTÂNICA ENGENHARIA AGRÍCOLA BRAZILIAN JOURNAL OF PLANT PHYSIOLOGY ACTA BOTANICA BRASILICA ENGENHARIA AMBIENTAL - PESQUISA E TECNOLOGIA Além do acervo virtual a biblioteca possui a seguinte relação: 91 PERIÓDICOS E REVISTAS Periódico Número de Periódicos Disponíveis Revista Controle e Automação¹ 49 números Informática na educação: teoria & 24 números prática² Journal of the Brazilian Computer 36 números Society³ Revista de Informática Teórica e 19 números Aplicada – RITA4 Revista de Iniciação Científica5 06 números Sociedade Brasileira de Matemática 04 números Aplicada e Computacional 6 Revista de Ciências Exatas e 06 números Tecnologia7 Journal of Information Systems and 11 números Technology Management8 Advances in Electrical and 14 números 9 Computer Engineering Computer Science Master 02 números 10 Research Ano ISSN 2002 a 2012 1999 a 2009 0103-1759 1516-697X 1997 a 2009 0104-6500 2004 a 2014 2175-2745 2011 a 2013 2008 a 2012 1519-8219 1984-8218 2006 a 2011 1980-1793 2004 a 2014 1807-1775 2011 a 2014 1844-7600 2011 2247-5575 ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS Evento ou Congresso Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) 11 Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP) 12 Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais (SIMPOI) 13 International Conference on Industrial Engineering and Operations Management (ICIEOM) 14 Anos disponíveis 1996 a 2009 1999 a 2009 2002 a 2009 1996 a 2009 1. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-1759&lng=pt&nrm=iso 2. http://www.ip.pbh.gov.br/edicoes.html 3. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0104-6500&lng=pt&nrm=iso 4. http://seer.ufrgs.br/index.php/rita/index 5. http://seer.ufrgs.br/reic 6. http://www.upf.br/seer/index.php/ree 92 7. http://sare.anhanguera.com/index.php/rcext/index 8. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1807-1775&lng=pt&nrm=iso 9. http://www.aece.ro/ 10. http://csmr.cs.pub.ro/index.php/csmr/index 11. http://www.abepro.org.br/indexsub.asp?ss=46 12. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php 13. http://www.simpoi.fgvsp.br/ 14. http://publicacoes.abepro.org.br/ 8. Laboratórios Didáticos Especializados Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de defi ciência. Atualmente o curso de Engenharia Ambiental da FACULDADE POLICAMP, conta com oito laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e atender as habilidades e competências cogentes as disciplinas. Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela a seguir: Laboratório Capacidade Implantação Utilização Laboratório de Física-Química Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI 32 alunos 50 alunos imediata imediata 1o / 2006 1o / 2006/2012 Laboratório de Microbiologia 25 alunos 2o / 2012 1o / 2012 Laboratório Topografia 25 alunos 2°/2012 1°/2012 8.1. Laboratório de Física-Química A capacidade do laboratório é de 32 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas: Física Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III Mecânica Geral Mecânica dos Sólidos I 93 Ciência e Tecnologia dos Materiais Química Geral e Experimental A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Física. Quant. Descrição 08 Conjunto didático Plano inclinado (1) 10 Conjunto didático Equilíbrio de Corpo Rígido (1) 08 Conjunto didático Mesa de forças (1) 10 Conjunto Didático Empuxo (1) 10 Conjunto didático de Eletricidade e Magnetismo (1) 01 03 1) Conjunto Óptico(1) Conjunto didático de Calorimetria (1) (ver www.a zeheb.com.br, www.mogi gl a s s .com.br e www.tes equi pa mentos .com.br A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Química. Quant. 04 01 01 01 01 01 01 01 Vários vários Descrição Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade. Balança eletrônica semi analítica Balança digital Balança de plataforma e escala tríplice Estufa Capela Banho Maria Forno até 1400ºC Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta, tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.), Reagentes químicos diversos 8.2. Laboratório de Informática e AUTOCAD/IDRISI A capacidade do laboratório é de 50 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas: Desenho Auxiliado por Computador Projeto Interdisciplinar Integrado I Projeto Interdisciplinar Integrado II Projeto Interdisciplinar Integrado III Projeto Interdisciplinar Integrado IV Projeto Interdisciplinar Integrado V Algoritmos e Lógica de Programação Geoprocessamento A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI 94 Quant. 50 50 50 Descrição Microcomputadores Licença Software (AUTOCAD) Licença Software (IDRISI) 8.3. Laboratório de Topografia O Laboratório de Topografia atende as seguintes disciplinas: Topografia Geoprocessamento Projeto Interdisciplinar Integrado I Projeto Interdisciplinar Integrado II Projeto Interdisciplinar Integrado III Projeto Interdisciplinar Integrado IV Projeto Interdisciplinar Integrado V. A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Topografia. Quant. 01 04 04 04 10 01 Descrição Estação Total Teodolitos Miras Tripés GPSs Cartas topográficas (região de Campinas) nas escalas: 1:1.000.000, 1:500.000, 1:250.000, 1.100.000, 1:50.000. Pilhas Recarregáveis Níveis 05 02 8.4. Laboratório de Microbiologia A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Microbiologia Quant. 15 Várias Várias Vários vários várias vários Descrição Microscópios óticos Lâminas Placa de Petri Tubos d Ensaios Suporte para tubos de Ensaio Pinças Cortadores de micélio (diferentes diâmetros) 95 O Laboratório de microbiologia atende as seguinte disciplinas: Fundamentos de Biologia Ecologia Geral e Aplicada Microbiologia Aplicada Projeto Interdisciplinar Integrado I Projeto Interdisciplinar Integrado II Projeto Interdisciplinar Integrado III Projeto Interdisciplinar Integrado IV Projeto Interdisciplinar Integrado V 8.5. Recursos Audiovisuais e de Multimídia Os equipamentos audiovisuais (38 projetores multimídia, retroprojetores, telas reflexivas) também estão disponíveis na Instituição para servir aos alunos do Curso, além dos recursos móveis que são alocados sob demanda existem diversas salas e laboratórios de informática onde o projetor está fixado no teto. 8.6. Políticas de Utilização dos Laboratórios Nas aulas práticas, as turmas de mais de 50 alunos, serão divididas em dois grupos que utilizarão dois laboratórios. Cabe ressaltar que os Laboratórios de Informática poderão ser utilizados pela comunidade acadêmica fora do horário previsto para aula. Para viabilizar esta utilização, a Faculdade POLICAMP mantém os laboratórios em funcionamento das 14h às 22h de segunda a sexta-feira e, aos sábados, das 8h às 12h, com a supervisão do pessoal de apoio ligado ao departamento de TI. Os equipamentos são atualizados periodicamente. Além disso, a Faculdade realiza pesquisas para a avaliação dos equipamentos lançados no mercado e que melhor atendem às necessidades de sua comunidade acadêmica. Os softwares disponíveis na Faculdade POLICAMP são atualizados anualmente ou conforme solicitação do corpo docente. A manutenção dos equipamentos e atualização de programas é feita por funcionários da própria da Faculdade, qualificados para esse fim. 8.7. Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos O Plano de Atualização Tecnológica e de Manutenção dos Equipamentos é aplicado nos serviços de conservação das instalações gerais e dos equipamentos Estes equipamentos ficam sob a guarda e responsabilidade de um responsável técnico capacitado que coordena o fluxo de alunos e a forma de utilização dos equipamentos. 96 ANEXO I RESOLUÇÃO No 042/2009, de 21 de Dezembro de 2009 Revoga a RESOLUÇÃO Nº 07, de 15 de Junho de 2005 e Disciplina as Atividades Complementares de integralização curricular, aos alunos dos cursos de graduação oferecidos pela Faculdade POLICAMP, de acordo com a Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, – Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Capítulo I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico das Atividades Complementares nos Cursos de graduação oferecidos pela Faculdade Faculdade POLICAMP. Art. 2º As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensino aprendizagem, privilegiando: a) a complementação da formação social e profissional; b) as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços; c) as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnol ógica; d) as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural. Capítulo II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 3º Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso. Art. 4º As Atividades Complementares integram o currículo pleno do curso constituindo-se em elemento indispensável para obtenção do grau correspondente, conforme preconiza a legislação vigente. 97 Art. 5º As Atividades Complementares compreendem três categorias: § 1º Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades: a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o aluno está matriculado. b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob a tutoria de docente da FAP. c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da Faculdade Faculdade POLICAMP. d) Realizar estágios extracurriculares. § 2º Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades: a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes. b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes. c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especial izadas. § 3º Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades: a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não. b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades que tenham como finalidade criar condições para que a comunidade externa possa usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais, tais como, campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para conscientização social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios, conferências, congressos, encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns, jornadas, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua organização. c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento, que atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em espaços temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na própria IES ou em outras entidades oficiais que contribuam com sua formação. São considerados cursos: 98 I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua área de formação. II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva ampliar sua formação complementar. III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação, geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional. d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela de docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral, tais como: I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders, cartazes, banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como meios de informação à comunidade em geral sobre a atividades extensionistas da faculdade, através de uma linguagem objetivas e direta. II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e outros meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho cie ntífico, técnico, cultural, entre outros. e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para os quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma al unos, atendendo as demandas da comunidade, tais como: I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de tomada de decisão na realização de ações com envolvimento em todas as etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados. II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema, projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e mesmo de sua própria utilização. III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou alternada. 99 f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da FAP, abrange a organização, sistematização e disponibilização de informações institucionais e produção de materiais educativos, científicos, culturais, sociais, para veiculação nos variados meios de comunicação. g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de Rádio ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento produzido pela Faculdade. Art.6º A carga horária mínima a ser cumprida no decorrer do curso de graduação é de 120 horas, levando-se em observância as particularidades do Projeto Pedagógico do curso. Parágrafo único. Cursos que contemplam em seu Projeto Pedagógico carga horária de Atividades Complementares superior a 120 horas poderão, a critério da Coordenação, deferir a carga horária máxima em cada categoria em dobro. Art. 7º A carga horária máxima, por categoria, é a que segue no quadro abaixo: Atividade / Modalidade Documento comprobatório C.H. máxima 1. Atividades de ensino 1.1. Cursar disciplina eletiva não Declaração da IES prevista na organização constando curricular aproveitamento da 40 horas disciplina e carga horária total. 1.2. Prestar monitoria realizada sob Declaração da FAP, tutoria de docente contendo a carga horária 40 horas desenvolvida. 1.3. Participar em programas de Declaração da FAP, apoio pedagógico sob tutoria contendo a carga horária 40 horas de docente desenvolvida. 1.4. Realização de extracurricular estágio Declaração da entidade 60 horas onde ocorreu o estágio, contendo período e carga 100 Atividade / Modalidade Documento comprobatório C.H. máxima horária total e Relatório padrão das atividades desenvolvidas no estágio. 2. Atividades de pesquisa 2.1. Desenvolver projeto de Declaração da IES de iniciação científica sob tutoria conclusão e 60 horas de docente Relatório padrão da atividade desenvolvida 2.2. Realizar pesquisa científica sob com parecer do professor 30 horas tutoria de docente orientador. 2.3. Publicar, em revistas especializadas, anis de Cópia da publicação. congresso ou afins, resenhas ou resumos de artigos 30 horas 3. Atividades de extensão 3.1. Desenvolver projetos de extensão universitária: conjunto de atividades de caráter educativo, social, ambiental, cultural e 30 horas tecnológico, as quais são desenvolvidas sob a tutoria de Declaração fornecida pela docentes, prestigiando a entidade organizadora. comunidade acadêmica ou não. 3.2. Atividades para disseminação do conhecimento: campeonatos, ciclos de estudos, encontros, exposições, feiras, festivais, jornadas, mesas 101 30 horas Atividade / Modalidade Documento comprobatório C.H. máxima de debates, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua organização. 3.3. Participação em atividades para Crachá oficial de disseminação do identificação pessoal no conhecimento: colóquios, evento ou conferências, congressos, fóruns, mesas de debates, Fotografias originais que identificam o participante palestras, recitais, desfiles, no evento ou seminários, simpósios, visita 30 horas técnica, entre outros. Certificado de participação ou Ingresso ou Lista de presença 3.4. Cursos de extensão cultural: visando aumentar o conhecimento geral. 3.5. Cursos de universitária. 10 horas Certificado constando aproveitamento e carga atualização horária total. 40 horas 3.6. Cursos de extensão profissional. 30 horas 3.7. Produção de materiais Cópia do original e impressos ou audiovisuais. Relatório da atividade 50 horas desenvolvida com parecer do professor orientador. 3.8. Atividade de prestação de Relatório da atividade serviço (assessoria, consultoria desenvolvida com parecer 60 horas ou supervisão) do professor orientador e 102 Atividade / Modalidade Documento comprobatório Certificado emitido pela FAP constando carga 60 horas horária total 3.9. Sistemas de informação 3.10. Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de rádio ou televisão Art. 8º C.H. máxima 60 horas Somente serão aceitas as atividades desenvolvidas pelo aluno no período em que estiver regularmente matriculado no curso. Capítulo III DO REGISTRO ACADÊMICO Art. 9º No último mês de cada semestre letivo, em período estipulado no Calendário Acadêmico, os alunos matriculados nos cursos de graduação oferecidos pela FAP deverão protocolar na Secretaria Acadêmica pedido de convalidação das atividades complementares por ele desenvolvidas ao longo do Semestre. Parágrafo único. Art. 10 As atividades complementares protocoladas para convalidação que não apresentarem a documentação comprobatória exigida terá o pedido indeferido. Cada Atividade Complementar realizada terá um registro próprio junto a Secretaria Acadêmica, que será protocolado em formulário padronizado. Parágrafo único. A atividade realizada em outra Instituição e/ou Empresa, deverá ser comprovada através de documento próprio, a qual poderá ser convalidada como Atividade Complementar pela Coordenadoria responsável pelo Curso. Art. 11 Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias. 103 ANEXO II RESOLUÇÃO No 45, de 28 de Maio de 2011 Revoga a Resolução nº 19, de 15 de Junho de 2005 e regulamenta o Trabalho de Conclusão de Cursos da Faculdade POLICAMP. O Diretor Geral da Faculdade POLICAMP, no uso de suas prerrogativas legais e regimentais e na qualidade de Presidente do CONSELHO SUPERIOR e considerando a aprovação por parte daquele Colegiado, RESOLVE: REGULAMENTO CAPÍTULO I Das Disposições Gerais Art. 1º. De acordo com os anexos do Regimento Interno da Faculdade POLICAMP, os cursos oferecidos pela Instituição incluem, como requisito curricular, o Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação (TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profissionalizantes. Art. 2º. No último ano do curso, deve ser reservada uma carga horária semanal para as atividades relacionadas ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 3º. O Trabalho de Conclusão de Curso constitui-se em um trabalho de graduação, elaborado pelo aluno, sob orientação de um professor-orientador. §1º. O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve estar voltado para a pesquisa, privilegiando temas relacionados a problemas da realidade atual, podendo incluir: a) Revisão crítica da literatura sobre determinado tema ou assunto escolhido; b) Desenvolvimento e apresentação de tema com contribuição pessoal e aplicação prática; c) Trabalho original de pesquisa. §2º. Os subsídios teóricos, práticos e metodológicos de pesquisa, adaptados às peculiaridades da área do tema escolhido para o Trabalho Final de Conclusão de Curso de Graduação, serão oferecidos ao orientando pelo professor-orientador. Capítulo II Da Coordenação 104 Art. 4º. Cabe ao coordenador de curso designar, dentre os professores portadores do título de Doutor ou de Mestre, um professor para exercer as funções de Coordenador das atividades relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso. Parágrafo único. A indicação de que trata o caput deste artigo poderá recair, excepcionalmente, sobre o professor especialista, nos casos em que não existam professores portadores dos títulos necessários. Art. 5º. São atribuições do coordenador: a) Fazer cumprir as presentes normas, divulgando-as para os alunos inscritos no trabalho final de graduação; b) Elaborar e divulgar anualmente o calendário de atividades relacionadas ao desenvolvimento dos trabalhos finais de graduação; c) Indicar, para aprovação do coordenador, os nomes dos professores para composição da comissão examinadora responsável pela avaliação dos trabalhos finais de graduação; d) Buscar alternativas para solucionar dificuldades surgidas no decorrer do desenvolvimento dos trabalhos, principalmente no que se refere à relação orientador-orientando; e) Encaminhar, anualmente, ao coordenador, para aprovação, a relação de professores-orientadores dos trabalhos de conclusão de curso. Esta relação deverá ser composta por, no mínimo, cinco professores. Capítulo III Da Inscrição Art. 6º. A inscrição para a realização do trabalho final de graduação é feita no início de cada ano, mediante preenchimento de formulário próprio fornecido pela Secretaria da Faculdade POLICAMP. §1º. Devem se inscrever acadêmicos matriculados no último ano do curso. §2º. O aluno optará por três professores-orientadores nas áreas profissionalizantes de sua preferência, conforme relação fixada pela Direção. §3º. A definição do professor-orientador será feita de acordo com critérios a serem adotados pelo coordenador de curso. Capítulo IV Da Orientação 105 Art. 7º. A orientação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação será garantida a todos os alunos inscritos, ficando a cargo dos professores-orientadores indicados pelo respectivo coordenador. Art. 8º. A cada início de ano, os coordenadores de curso encaminharão a diretoria, para aprovação, a relação de professores-orientadores disponíveis para orientar os alunos inscritos nos trabalhos de conclusão de curso, suas respectivas áreas de orientação e número de vagas oferecidas pelo orientador. Parágrafo único. Após aprovadas pela direção ocorrerá a divulgação das relações de que trata o caput do artigo. Art. 9º. Os critérios para o preenchimento do número de vagas disponíveis para orientador obedecerão: I. Às opções do aluno, até o limite das vagas disponíveis por orientador. II. Ao número de trabalhos por orientador que será de, no mínimo, dois e de, no máximo, dez. III. Ao coordenador, que poderá adotar, para atendimento das opções feitas pelos alunos, os critérios de Notas de Aproveitamento e Frequência até o ano anterior. Art. 10. Tanto o orientador como o orientando não poderão interromper o processo de elaboração do trabalho final de graduação, sem motivo justificado. Parágrafo único. Os pedidos de Término de Orientação, solicitados pelo orientador, ou de Substituição de Orientador, solicitados pelo orientando, relacionados no caput deste artigo, serão encaminhados ao coordenador, instância em que são analisados os motivos apresentados e decidida a matéria. Capítulo V Da Elaboração dos Trabalhos Art. 11. A elaboração do Trabalho Conclusão de Curso de Graduação tem como embasamento conhecimentos metodológicos e de pesquisa, podendo ser realizado individualmente ou em dupla. Art. 12. O aluno inscrito no Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve apresentar ao Coordenador, até o final do primeiro bimestre, um Projeto de Trabalho, aprovado pelo seu orientador. §1º. As datas para a apresentação do relatório do trabalho em sua primeira versão, para avaliação prévia, e do período destinado à sua revisão para a apresentação da versão final, serão fixadas em calendário próprio - Calendário das Atividades do Trabalho 106 de Conclusão de Curso - a ser divulgado pela direção acadêmica no início de cada ano letivo; §2º. A versão final do trabalho será entregue impresso ao orientador, no prazo máximo de vinte dias antes da defesa, em três vias, devendo respeitar as normas técnicas, anexas a este regulamento, acerca da formatação, do tamanho, da apresentação, da linguagem etc; §3º. Os prazos para a avaliação dos trabalhos pelas Comissões Examinadoras obedecerão àqueles fixados no Calendário de Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso; §4º. Ao término do processo de defesa e sendo aprovado, o aluno deverá entregar na Secretaria Acadêmica, no prazo máximo de quinze dias, a cópia final do TCC em arquivo eletrônico, versão PDF (disponibilizada em CD ROM, identif icado conforme especificado no anexo dessa Resolução). §5º. O TCC que tiver nota maior ou igual a 9,0 (nove) deverá ser entregue também uma cópia impressa e encadernada (capa dura), no prazo máximo de trinta dias, a fim de ser disponibilizada na Biblioteca da Instituição. Capítulo VI Da Comissão Examinadora Art. 13. As Comissões Examinadoras dos trabalhos de conclusão do curso de grad uação serão constituídas de três professores, incluindo o professor-orientador do aluno, um professor convidado e mais um professor especialista na área objeto do TCC. Parágrafo único. A Instituição, através da Diretoria Acadêmica, poderá também convidar, na condição de participante, um quarto membro da comunidade para compor a Comissão Examinadora, sendo-lhe vedada a atribuição de nota. Art. 14. A designação das Comissões Examinadoras será feita pelo coordenador, após aprovação, considerados os nomes indicados, a especi ficação dos trabalhos e os prazos fixados no Calendário de Atividades Monográficas. Parágrafo único. O professor-orientador será o presidente nato da comissão examinadora, cabendo a ele a condução dos trabalhos. Capítulo VII Da Avaliação Art. 15. A aprovação do trabalho é atribuição, em primeira instância, do professororientador, a quem cabe aprovar a primeira versão do trabalho, e depois da comissão ex aminadora. §1º. A avaliação é feita em formulário próprio a partir do julgamento da qualidade do trabalho apresentado. 107 §2º. Cada membro da Comissão Examinadora atribuirá pontos ao aluno, numa e scala de zero a dez. §3º. A apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação poderá ou não ser pública, conforme critérios definidos pelo coordenador. Art. 16. É considerado aprovado o aluno que obtiver média maior ou igual a 7,0 (seis inteiros) da avaliação realizada pelos três membros da banca examinadora. Art. 17. O aluno que não apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso ou não obtiver a nota mínima exigida não poderá colar grau até que normalize sua situação. Art. 18. Após a conclusão do curso, o aluno de que trata o caput do Artigo 17 deverá efetuar uma matrícula regular para Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso por período correspondente ao prazo necessário, para que ocorra a apresentação e aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 19. Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pelo CONSEP. Capítulo VIII Das Disposições Transitórias Art. 20. O presente Regulamento para os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação terá um período de dois anos para as adequações necessárias. Art. 21. No período de que trata o caput do Artigo 20, poderão ser experimentadas novas formas e novos instrumentos que busquem o aperfeiçoamento do processo avaliatório e da sistemática adotada. Art. 22. Excepcionalmente, a critério do professor-orientador, o Trabalho de Conclusão de Curso, dependendo da natureza e do grau de complexidade da pesquisa, poderá ser elaborado por no máximo dois alunos, mediante apresentação de justificativa ao coordenador e obter sua devida aprovação. Art. 23. Esta Resolução entra em vigor nesta data. 108 109 REQUISITOS LEGAIS Nº REQUISITOS LEGAIS LEGISLAÇÃO LOCALIZAÇÃO NO PPC 01 Coerência dos conteúdos curriculares com as Diretrizes Curriculares Nacionais Parecer CNE/CES 211/2004 e Resolução CNE/CES 09/2004 Organização DidáticoPedagógica B. 4 – Página 18 02 Estágio supervisionado Lei nº 11.788/2008 Organização DidáticoPedagógica B.6.2 – Página 62 Resolução CNE/CES 09/2004 03 Disciplina de Libras Decreto 5.626/2005 Organização DidáticoPedagógica B.3 – Página 48 04 Carga horária mínima e tempo mínimo de integralização Bacharelado: Parecer CNE/CES 08/2007 e Resolução 02/2007; Organização DidáticoPedagógica B– Página 13 Resolução 03/2007; Resolução 4/2009; Portaria MEC 505/2009 05 Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida Dec.5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008 Instalações Físicas A.5 Página 74 06 Trabalho de Conclusão de Curso Diretrizes Curriculares Nacionais. Organização DidáticoPedagógica B.6.2 – Página 63 Direito: Parecer CNE/CES 211/2004 e Resolução CNE/CES 09/2004 . 07 NDE (Núcleo Docente Portaria MEC nº Corpo Docente A. 1 – Estruturante) 147/2007 111 Página 65