FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO: Engenharia Ambiental e Sanitária
Coordenador: Profa Dra Angela Maria Montes Peral Valente
Campinas/julho de 2015
Sumário
1. Organização Didático Pedagógica............................................................................................ 5
1.1.
Contextualização da Instituição de Ensino ......................................................................... 5
1.1.1. Dados da Entidade Mantenedora ...................................................................................... 5
1.1.2. Entidade Mantida............................................................................................................. 5
1.1.3. Perfil da IES...................................................................................................................... 5
1.1.4. Missão da IES ................................................................................................................... 5
1.1.5. Breve Histórico da IES ....................................................................................................... 6
1.1.6. Inserção Regional ............................................................................................................. 6
1.2.
Contextualização do Curso................................................................................................ 9
1.2.1. Concepção do Curso.................................................................................................... ...............5
1.2.2. Dados Gerais do Curso .................................................................................................... 10
1.2.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso....................................................................... 10
1.2.4. Premissas Legais do Projeto Pedagógico .......................................................................... 12
1.2.5. Objetivos do Curso
14
1.2.6. Perfil de Egresso......................................................................................................................11
1.2.7. Perfil Profissional, Atuação e Mercado de Trabalho................................................................15
1.2.8. Relevância do Curso.................................................................................................................16
2. Estrutura Curricular...................................................................................................... ..................17
2.1. Matriz Curricular.............................................................................................................. ..........20
2.2. Ementário...................................................................................................................................22
2.3.
Atividades Complementares ........................................................................................... 62
2.4.
Estágio Supervisionado e Extra curricular ........................................................................ 62
2.5.
Trabalho de Conclusão de Curso ..................................................................................... 63
2.6.
Metodologias de Ensino ................................................................................................. 64
2.7. Apoio ao Discente ............................................................................................................. 66
2.7.1.
Apoio Pedagógico........................................................................................................ 66
2.7.2.
Apoio à Participação em Eventos.................................................................................. 67
2.7.3.
Apoio Psicopedagógico................................................................................................ 67
2.7.4.
Mecanismo de Nivelamento (PROE – Programa de orientação ao estudante) ................. 67
2.7.5.
Monitoria ................................................................................................................... 68
2.7.6.
Programa de Iniciação Científica (PIC) ........................................................................... 68
2.7.7.
Bolsas de Estudos........................................................................................................ 69
2.7.8.
Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso ............................................... 70
2.7.9.
Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem............... 72
2.7.10. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem.............................. 73
3.
Núcleo Docente Estruturante ............................................................................................ 76
4.
Coordenação do Curso ...................................................................................................... 77
Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador ....................... 77
5.1. Perfil Esperado do Docente................................................................................................ 78
5.2. Atividades Docentes .......................................................................................................... 79
5.3. Corpo Docente do Curso x Disciplinas................................................................................. 79
Síntese da Titulação do Corpo Docente do Curso ....................................................................... 83
Síntese do Regime de Trabalho dos Docentes do Curso.............................................................. 83
Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes ..................................................................... 83
Programa Institucional de Educação Continuada (FOCO)............................................................ 84
Funcionamento do Colegiado de Curso ..................................................................................... 84
6. Infraestrutura ...................................................................................................................... 85
6.1. Infraestrutura para Funcionamento do Curso ..................................................................... 85
6.2. Infraestrutura Acadêmico-administrativa............................................................................ 85
6.3. Gabinetes de Trabalho para Docentes em Tempo Integral e Núcleo Docente Estruturante .... 85
6.4. Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos............................... 85
6.5. Sala de Professores ........................................................................................................... 85
6.6. Salas de Aula..................................................................................................................... 86
7. Biblioteca ............................................................................................................................ 86
7.1. Organização do Acervo ...................................................................................................... 86
7.2. Espaço Físico..................................................................................................................... 87
7.3. Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição.................................... 87
7.4. Horário de Funcionamento ................................................................................................ 87
7.5. Serviços Oferecidos ........................................................................................................... 87
7.6. Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo ............................................... 87
7.7. Bibliografia Básica ............................................................................................................. 88
7.8. Bibliografia Complementar ................................................................................................ 88
7.9. Periódicos Especializados................................................................................................... 89
8. Laboratórios Didáticos Especializados ................................................................................... 93
8.1. Laboratório de Física-Química............................................................................................ 93
8.2. Laboratório de Informática e AUTOCAD/IDRISI.................................................................... 94
8.5. Recursos Audiovisuais e de Multimídia ............................................................................... 96
8.6. Políticas de Utilização dos Laboratórios .............................................................................. 96
8.7. Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos ..................................... 96
ANEXO I .................................................................................................................................. 97
ANEXO II ................................................................................................................................104
1. Organização Didático Pedagógica
1.1.
Contextualização da Instituição de Ensino
1.1.1. Dados da Entidade Mantenedora
NOME
INSTITUTO BANDEIRANTES DE CIENCIA E TECNOLOGIA
LTDA.
ENDEREÇO
Rua Luis Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018
CIDADE
CAMPINAS
ATOS LEGAIS
CNPJ
FINALIDADE
SP
Primeira Alteração Contratual protocolada e registrada em
microfilme sob n° de ordem 43.696, anotado à margem do
registro n° 40.169, no 1° Oficial de Registro de Pessoa Jurídica
de Campinas, em 22/03/2013.
05.640.668/0001-17
Desenvolver a educação, o ensino, a pesquisa, a cultura
nacional e regional, a gestão de Instituições em vários
níveis, graus e tipos, disseminar o Ensino à Distância,
promover intercâmbio educacional, esportivo, científico e
tecnológico com instituições congêneres e órgãos públicos e
privados.
1.1.2. Entidade Mantida
IES
ENDEREÇO
CIDADE
ATOS LEGAIS
FONE
DIRETORIA:
FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP
Rua Luís Otávio, 1281 – Parque Taquaral – CEP 13.087-018
CAMPINAS
SP
Portaria n° 134, de 12/01/2004 publicada no DOU do dia
14/01/2004
(19) 3756-2300
Prof. José Henrique Pereira Silva
1.1.3. Perfil da IES
Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que busca
desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e práticas
profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação
dos seus projetos de vida.
1.1.4. Missão da IES
A Faculdade Politécnica de Campinas - POLICAMP fundamentada em princípios democráticos, sociais
e éticos e dos valores emanados de sua mantenedora tem por missão:
5
“Alcançar a oferta e a prática de uma educação solidária, possibilitando a educação para todos e a
inserção social por meio da qualidade de ensino, da atuação voltada para o desenvolvimento
sustentável, na prática de mensalidades compatíveis com a realidade socioeconômica da região e de
incentivo e apoio estudantil, através de parcerias e de projetos sociais voltados ao atendimento da
comunidade”.
Essa missão concretiza-se pela promoção da educação e cultura, possibilitando aos alunos formação
e aperfeiçoamento profissional garantidos pelo desenvolvimento do ensino, de pesquisas, integração
e prestação relevantes à comunidade, que conduzem à uma cidadania consciente e transformadora.
1.1.5. Breve Histórico da IES
O IBCT é uma entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de
objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu
estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável. Foi fundada em 16 de janeiro de 2003,
conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de Campinas, SP.
Desde a sua criação, a Faculdade POLICAMP tem se destacado na formação de profissionais, bem
como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais.
Em 2004, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis iniciaram suas
atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Cursos Superiores de
Curta Duração em Redes de Computadores e em Marketing de Varejo em 2005 e Engenharia de
Controle e Automação e Engenharia de Produção, em 2006. Em 2007 tiveram início os Cursos
Superiores de Tecnologia em Logística e Desenvolvimento de Sistemas para Internet, e em 2008 o
curso de Tecnologia em Automação Industrial. Em 2011 teve as primeiras turmas de Engenharia
Ambiental e Sanitária, Engenharia da Computação e Engenharia Elétrica. Finalmente, em 2012 teve
inicia o curso de Engenharia Civil
O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de
Tecnologia, Marketing e Negócios.
Nos anos seguintes ocorreu a abertura dos seguintes cursos: Comércio exterior, gastronomia,
engenharia de computação, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia elé trica,
comunicação institucional e gestão em recursos humanos.
1.1.6. Inserção Regional
A Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP), mantida pelo Instituto Bandeirantes de Ciência e
Tecnologia (IBCT) iniciou suas atividades em 16 de janeiro de 2006, e e stá sediada à Rua Luiz Otávio,
1281 na cidade de Campinas, estado de São Paulo.
Conforme a estimativa populacional do Seade em 2014, a Região Metropolitana de Campinas chegou
a marca de 2,97 milhões de habitantes, distribuídos em 3.791 km².
6
É a nona maior região metropolitana do Brasil e a segunda maior região metropolitana de São Paulo
faz parte do Complexo Metropolitano Expandido, uma megalópole que compreende 12% da
população brasileira, ou cerca de 30 milhões de habitantes.
Esta região se destaca no Estado de São Paulo pela sua prosperidade, grandiosidade e pela
localização privilegiada e próxima da grande Cidade de São Paulo. Está numa das principais regiões
do Estado, levando-se em consideração a grande concentração de Indústrias Nacional e Internacional
(automação, química, petroquímica, borracha, alimentação, celulose e papel, montadoras, dentre
outras); grande polo da indústria têxtil e de confecção; refinaria de petróleo e usinas produtoras de
açúcar e álcool.
Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros Universitários,
Faculdades Integradas e outras. Na área de tecnologia, a região dispõe de renomados Centros de
Pesquisa; Polos de alta tecnologia, além de indústrias de ponta do setor.
Um outro fator que devemos levar em consideração é a facilidade de locomoção por meio de
rodovias estaduais, intermunicipais e interestaduais, facilitando o transporte de acesso ao local, além
de outros fatores que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da região. Dos 29
municípios da região, apenas dois possuíam, em 2013, população inferior a 20 mil habitantes
(Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.144.862 habitantes), Sumaré, Americana, Santa
Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100
mil habitantes, concentram 77% da população regional.
A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2013, 97,3%. Apenas cinco municípios possuem
taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), It atiba
(77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%).
A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais estaduais e,
nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores do que as d a RMSP.
Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9%
dos habitantes da RMC.
A evolução socioeconômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano com
uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em
seu território.
A infraestrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a RMSP,
o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros,
deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos produtivos
nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros.
A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenv olvimento da
agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os grandes
mercados consumidores e terminais de exportação.
O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os
complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao mercado
7
urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura,
avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura.
A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de novas
fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da região para a
localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das
Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas
cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais
representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção
estadual.
Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e
petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e
perfumaria e de borracha.
A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo Petroquímico
composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras empresas do setor químico
e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas
e Hortolândia, o polo de alta tecnologia, formado por empresas ligadas à emergente área de
tecnologia de informação.
A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a consequente
disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de grande número de
empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática, microeletrôni ca,
telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística, além de um grande número de
empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos, componentes, partes, peças e
serviços.
O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um conjunto de
atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país: grande rede de
serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário
moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de ótima qualidade.
O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da
economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte em
alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os
profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes
equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp.
Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a presença
do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor de
telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação Instituto
Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico - Codetec, do
Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos – ITAL, do Laboratório
8
Nacional de Luz Sincroton-LNLS, do Laboratório Nacional de Biociências - LNBio e do Laboratório
Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol - CTBE.
Por fim, para alimentar todo este processo, grandes empresas do ramo de energia elétrica estão
sediadas na região Metropolitana de Campinas, podendo citar duas de grande renome: Elektro e
CPFL.
1.2.
Contextualização do Curso
Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades
profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas modalidades de Engenharia. Dentre
as mais recentes tem-se a Engenharia de Ambiental. É o ramo da engenharia voltado para o
desenvolvimento econômico sustentável, o qual respeita os limites de exploração dos recursos
naturais, e também para o projeto, a construção, a ampliação e a operação de sistemas de água e
esgoto.
Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os mecanismos e condições
para o aprendizado integral do exercício profissional nas atividades relacionadas à Engenharia
Ambiental e Sanitária, comprometidos com o que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 que diz “As
profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de
interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos...” e o
exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente.
Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas existentes nos
ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem ser divididos em áreas puras de
conhecimentos e por estes motivos está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo
de disciplinas profissionalizantes e um núcleo de disciplinas profissionalizantes específicas, cujos
conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a
um Curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária.
1.2.1. Concepção do Curso
O curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária está concebido em semestres, com as
seguintes características:

Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002;

Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004;

Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres letivos, com
período máximo de 16 semestres;

Semestres letivos com duração de 20 semanas;

Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula;

Estágio supervisionado com carga horária mínima de 200 horas e,
9

Carga horária total do curso é definida em 4000 horas, perfazendo um total de 3333 horas
presenciais, 200 horas de estágio supervisionado, 120 horas de atividades complementares e 100
horas para desenvolvimento de Projeto Interdisciplinar Integrado para a conclusão do curso.
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura flexibilizar a organização
curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a
serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso
desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa
atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas,
preferencialmente as necessidades regionais e locais (art.26 da LDB).
Posto isto, um Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária sediado na cidade de
Campinas, se constitui em uma proposta da FACULDADE POLICAMP às solicitações da LDB e as
necessidades deste tipo de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca
expansão tecnológica.
1.2.2. Dados Gerais do Curso
Denominação:
Total de vagas anuais:
Número máximo de alunos por
turma:
Turnos de funcionamento:
Regime de matrícula:
Integralização da carga horária do
curso: limite mínimo e máximo:
Dados Gerais
100
50 alunos
Noturno
Semestral
Limite Mínimo: 10 semestres,
Limite Máximo: 16 semestres
1.2.3. Políticas Institucionais no âmbito do curso
O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’ Estruturar
um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu sentido mais
amplo. A Faculdade POLICAMP entende que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito
mais do um documento estruturado e estático que norteia as ações de formação humana e
profissional da instituição. É antes a representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta
e a consequente tradução e incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os
seus Projetos Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas
para o futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar
em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser
necessário. É nesta perspectiva que se insere a concepção da FACULDADE POLICAMP acerca dos seus
Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a melhor
forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O possível neste âmbito
significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de transformação da realidade a
identificação de alternativas de ação.
A elaboração de um Projeto Pedagógico para a FACULDADE POLICAMP implica em analisar o contexto
real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para o
10
trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a trajetória
percorrida e os resultados parciais e finais.
Esta função não pode ser assumida, na visão da FACULDADE POLICAMP, sem que haja uma efetiva
articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de
compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico
Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto
Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão institucional e
social da Faculdade.
Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes responsáveis p ela sua
operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento institucional acerca das
concepções da instituição sobre educação é a construção da identidade institucional. Implica numa
análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as características que apresenta no momento)
quanto das direções intencionais que serão assumidas em função das definições tomadas pelo
Projeto Pedagógico dos Cursos.
O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da FACULDADE
POLICAMP um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade POLICAMP é
um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e promove a unidade
pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o principal age nte articulador dos
Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da atuação destes atores que se está
permanentemente ligando e articulando as ações de ambos os projetos visando a potencialização das
suas relações e a composição da teia curricular que circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos
dos Cursos.
A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da FACULDADE POLICAMP norteia a ação
transformadora da realidade e viabiliza as ideias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A
articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a partir de várias
dimensões. De um lado os responsáveis principais da FACULDADE POLICAMP articulam ações para
promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos Coordenadores dos
Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações consignadas no Projeto
Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações traçadas em ambos os
documentos vão delineando a construção e a reconstrução das diretrizes curriculares.
A FACULDADE POLICAMP entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão
consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção
oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o compromisso
de promover a contínua construção, avaliação e reelaboração de ambos visando torná-lo uma
expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre universidade e sua função
social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação com o ensino, sobre a extensão e
sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática. Compromete -se a abrir espaços
institucionalizados para a discussão e troca de informações visando a promoção do acompanhamento
da articulação entre PPI e PPC. Compromete-se também a gerar instrumentos que efetivamente
sinalizem a necessidade de alteração das concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes
compromissos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e sua
11
articulação entre si e com os demais instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância
à medida que pode revelar as características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema
educacional superior e do contexto social do qual faz parte.
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a organização e o
planejamento institucional da FACULDADE POLICAMP, bem como indica um conjunto de objetivos,
estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que oferece
condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos dos Cursos.
O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade curricular e d os
correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou a realidade das
relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de bens tangíveis e
intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi-relações intrínsecas e extrínsecas, num
contexto globalizado, visando atender as necessidades organizacionais no desenvolvimento local,
regional, nacional e internacional.
Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão acompanhado s
pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto pela qualidade. A
Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas, o acompanhamento e a
análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os Professores também serão
responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A Direção sobretudo, na logística
institucional administrativa para o desenvolvimento de cada projeto de curso da faculdade e os
professores especificamente, encaminhando a parte voltada para a dimensão didático-pedagógica do
curso. Todos com a consciência coletiva de responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos
desenvolvidos e a qualidade dos cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa
de Avaliação Institucional onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões.
As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão integradas de forma a
se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Politécnica de Campinas é com o
Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição terá característica empírica de aplicação prática.
Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de
Iniciação Científica - PIC e as atividades desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades
Complementares. A extensão será incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão
organizadas anualmente sob a responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas
desenvolvidas por professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta
realidade educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a
integração legítima entre Pesquisa e Ensino.
1.2.4. Premissas Legais do Projeto Pedagógico
O curso de Engenharia Ambiental da FACULDADE POLICAMP foi autorizado pela Portaria n° 1.816 de
22 de Dezembro de 2009 – Publicado no D.O.U de 23 de Dezembro de 2009.
Em 2011 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então vestibulares
anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2015) na IES existem cinco turmas com
tamanho médio de 15 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas.
12
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade
POLICAMP, observados os preceitos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/1996), foi concebido com base na Resolução CNE/CES nº11/2002, que instituiu as Diretrizes
Curriculares Nacionais para os Cursos de Bacharelado em Engenharia.
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária atende o disposto
na Resolução n°2/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Atende ainda, ao disposto no Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril
de 2002, que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e ao Decreto nº
5.296/2004, que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais; à Lei
nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002, que estabelecem as
políticas de educação ambiental; e a Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004, que
estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
O PPC de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária da faculdade POLICAMP está em
profunda consonância com a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula a profissão de
Engenheiro, com as Resoluções nº 281/1973, 427/1999 e com a Resolução CONFEA nº 1.010, de 22 de
agosto de 2005, que estabeleceu a nova sistemática de concessão de atribuições profissionais no
âmbito do sistema profissional CONFEA / CREA.
O PPC do curso está ainda em consonância com o disposto na Portaria Inep nº 246 de 02 de junho de
2014, que apresenta o referencial dos componentes específicos da área de Engenharias - Grupo VI,
grupo onde se encontra o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, e a atualização permanente do
PPC, considerando este instrumento referencial para os novos ciclos do ENADE deste grupo de cursos.
O PPC de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária está ainda em acordo com o Projeto
Pedagógico Institucional – PPI e com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade
POLICAMP.
A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária da FACULDADE POLICAMP constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas teóricas e
práticas cuja carga horária perfaz um total de 4.000 horas, distribuídas em 10 semestres; além dessa,
é necessário para a conclusão do curso, o cumprimento de 120 horas de atividades complementares,
200 horas de estágio supervisionado e 100 horas dedicadas ao Projeto Interdisciplinar Integrado. No
decorrer dos anos (2011 a 2015) foram construídos laboratórios específicos para atender a demanda
das disciplinas, contando atualmente na IES com laboratórios específicos e exclusivos para o curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária.
1.2.5. Objetivos do Curso
Geral:
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da POLICAMP tem como objetivo integrar à ciência e à
13
tecnologia o desenvolvimento de aptidões, a fim de aplicá-las no mercado de trabalho, atendendo as
demandas da sociedade, do setor público e privado no que se refere às tecnologias necessárias para
o equacionamento dos problemas ambientais atuais, sem deixar o foco na prevenção da poluição,
propondo alternativas de tecnologias e processos mais limpos.
Específicos:
Como principais objetivos específicos oriundos dos objetivos gerais colocados, podem ser citados:







qualificar Engenheiros Ambientais e torná-los aptos para a inserção em setores
profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade;
desenvolver o potencial de visão crítica e de raciocínio criativo;
preparar o egresso para a profissão e para o auto-aprimoramento, mediante formação
contínua;
despertar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional, integrando os
conhecimentos que adquiridos numa estrutura intelectual sistematizada do
conhecimento;
incentivar a prática da pesquisa e investigação científica, procurando o entendimento do
homem e do ambiente em que vive; estimular o conhecimento dos problemas regionais,
nacionais e do mundo globalizado, para a prestação de serviços especializados à
comunidade e estabelecer com esta uma relação de respeito e reciprocidade;
promover a divulgação de conhecimentos técnicos e científicos;
promover a extensão, aberta à participação da comunidade, visando a difusão das
conquistas e benefícios advindos da pesquisa científica e tecnológica e das ações
comunitárias.
1.2.6. Perfil do Egresso
De acordo com a proposta da Resolução CNE/CES 2 No 11/2002 o perfil do egresso de um curso de
Engenharia, deve ter uma formação de abrangência generalista, humanista, crítica e reflexiva,
tornando-o capaz de absorver e desenvolver novas tecnologias, capacitando–o de uma atuação
crítica e criativa na identificação, equacionamento e resolução de problemas do campo profissional,
além de considerar os seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão
ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Ainda, segundo a mesma
resolução, a formação do engenheiro ambiental, deve dotá-lo de conhecimentos suficientes para o
exercício de competências e habilidades gerais (Tabela 1.2.6-1).
Tabela 1.2.6-1. Competências e habilidades gerais do egresso em ENGENHARIA AMBIENTAL e
SANITÁRIA
Competências e
Habilidades
CH1
CH2
CH3
Descrição



Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
14
CH4

CH5
CH6
CH7
CH8
CH9
CH10
CH11
CH12








CH13
CH14


Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
Atuar em equipes multidisciplinares;
Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Com relação à fiscalização do exercício profissional das diferentes modalidades de Engenharia, o
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA3 - Resolução N o 1.010/2005,
define as seguintes atividades profissionais, mostradas na Tabela 1.2.6-2, para o ENGENHEIRO
AMBIENTAL.
Tabela 1.2.6-2. Atividades profissionais conferidas ao ENGENHEIRO AMBIENTAL
Atividades Profissionais
Descrição
AP1
AP2
AP3
AP4
AP5
AP6






AP7
AP8


AP9
AP10
AP11
AP12
AP13
AP14
AP15







AP16

AP17
AP18


Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica;
Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
Assistência, assessoria e consultoria;
Direção de obra ou serviço técnico;
Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parece r
técnico, auditoria, arbitragem;
Desempenho de cargo ou função técnica;
Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise,
experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão;
Elaboração de orçamento;
Padronização, mensuração, controle de qualidade;
Execução de obra ou serviço técnico;
Fiscalização de obra ou serviço técnico;
Produção técnica e especializada;
Condução de serviço técnico;
Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo
ou manutenção;
Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e
Execução de desenho técnico.
15
No campo de atuação profissional no âmbito da ENGENHARIA AMBIENTAL e SANITÁRIA, a Resolução
No1. 010/2005 – CONFEA define as seguintes especificações mostradas na Tabela 1.2.6-3.
Tabela 1.2.6-3. Áreas típicas de atuação profissional do ENGENHEIRO AMBIENTAL
Áreas de Conhecimento
A1 – Recursos Naturais


A2 – Recursos Energéticos



A3 – Gestão Ambiental




Conteúdo
Sistemas, métodos e processos de aproveitamento, proteção,
monitoramento, manejo, gestão, ordenamento territorial,
desenvolvimento e preservação dos recursos naturais;
Recuperação de áreas degradadas, remediação e biorremediação
de solos degradados e águas contaminadas e prevenção e
recuperação de processos erosivos.
Fontes tradicionais, alternativas e renováveis de energia
relacionadas com Engenharia ambiental;
Sistemas e métodos de conversão e conservação de energia, e
impactos energéticos ambientais;
Eficientização ambiental de sistemas energéticos vinculados aos
campos de atuação da Engenharia.
Planejamento ambiental em áreas urbanas e rurais. Prevenção de
desastres ambientais;
Administração, gestão e ordenamento ambientais, licenciamento
ambiental, adequação ambiental de empresas;
Monitoramento ambiental, avaliação de impactos ambientais e
ações mitigadoras, controle de poluição ambiental;
Instalações, equipamentos, componentes da Engenharia
ambiental.
Em atendimento às expectativas descritas nas Tabelas 1.2.6-1, 1.2.6-2 e 1.2.5-3 o egresso do Curso
de ENGENHARIA AMBIENTAL e SANITÁRIA da Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP) deverá
promover a formação do aluno de graduação a partir da sua entrada na Academia e continua
permanentemente durante o curso e, posteriormente a ele. O ENGENHEIRO AMBIENTAL deve estar
em consonância com os princípios propostos para a educação no século XXI: aprender a conhecer,
aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. De acordo com o MEC através do Conselho
Nacional de Educação, no modelo de enquadramento das propostas de diretrizes curriculares, o
perfil traçado para o profissional egresso do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é o seguinte:
NO TOCANTE A ÁREA DE ENGENHARIA: o futuro ENGENHEIRO AMBIENTAL deve ter afinidade com as
questões ambientais, no sentido de contribuir para ações práticas que visem melhorar e manter a
qualidade de vida e do meio ambiente, além de ter sólida formação em ciências básicas, matemática,
física e química, o que garante ao profissional a capacidade de se adaptar rapidamente às novas
tecnologias, além de interesse por disciplinas da Biologia, Ecologia e Humanas (Economia, Direito,
Administração, Gestão, Sociologia, Ética e Cidadania);
16
NA PESQUISA: deve apresentar espírito científico, na qual a pesquisa é entendida como ferramenta
para a evolução tecnológica.
NA TOMADA DE DECISÕES: apresentar fundamentada capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as
condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas, além da aptidão para um campo de
atuação dinâmico, multidisciplinar e interdisciplinar, que certamente exigirá atualizações
profissionais ou de conhecimento permanentes, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais
altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética.
DE COMUNICAÇÃO: baseada na confidencialidade das informações, na interação com outros
profissionais de engenharias e demais áreas correlatas e o público em geral. Capazes de
compreender a comunicação realizada na forma verbal, não verbal e escrita, dominando pelo menos,
uma língua estrangeira e a informática.
DE ADMINISTRAÇÃO E G ERENCIAMENTO: tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e
materiais e de informação, preparado para assumir o papel de gestores, empregadores ou lideranças
na equipe de nas áreas ambientais de Educação e de Engenharia, além de ter visão empreendedora,
uma vez que a empregabilidade se apresenta de forma diferente, na conjuntura globalizada, em que
o emprego tradicional dá lugar à prestação de serviços terceirizados e às iniciativas empreendedoras.
PARA EDUCAÇÃO PERMANENTE: dar continuidade do aprender, tanto na sua formação, quanto na sua
prática, preservando o compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das f uturas
gerações de profissionais, compreendendo de que o aprendizado de Engenharia não se encerra com
a simples graduação.
Assim, o egresso do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade Politécnica de
Campinas deve ser capaz de atuar profissionalmente, de modo individual ou em equipe, das
seguintes formas:







elaborar levantamentos e diagnósticos ambientais, caracterizando os meios físicos,
bióticos antrópicos dos meios aquático, terrestre e atmosférico;
estruturar programas de monitoramento ambiental, com aquisição de dados e sua análise
e interpretação;
elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental de locais que sofrem interferências;
desenvolver, utilizar e interpretar modelos matemáticos de representação do
comportamento dos compartimentos ambientais água, ar e solo, que estão sujeitos a
poluição, a degradação, a interferência e a impactos ambientais;
elaborar relatórios de concepção, e apresentar propostas mitigatórias de controle
ambiental;
elaborar levantamentos em indústrias e propor instrumentos de gestão, apontando
possibilidades e meios de minimização da geração de resíduos, implementação da P+L e
da utilização racional de recursos naturais;
elaborar projetos dos itens de processo relativos a instalações e sistemas de controle
ambiental, tais como: estações de tratamento de águas residuárias domésticas e
efluentes industriais, aterros de resíduos sólidos domésticos e industriais, além de
equipamentos de controle da emissão de poluentes gasosos;
17



elaborar projetos de sistemas de infraestrutura de saneamento, tais como sistemas
hidráulicos prediais, sistemas de abastecimento de água, sistemas de esgotamento
sanitário, sistemas de drenagem pluvial e sistemas de gerenciamento de resíduos sólidos
urbanos;
operar sistemas e instalações de saneamento e controle ambiental, dentro de suas
atribuições;
participar em trabalhos de gestão ambiental, gestão de recursos hídricos e gestão de
saneamento.
1.2.7. PERFIL PROFISSIONAL, ATUAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO
O Engenheiro Ambiental é um profissional de formação generalista, que atua no Planejamento, na
Gestão Ambiental e na Engenharia e Tecnologia Ambiental. Possui sólidos conhecimentos científicos
das atividades ambientais e suas implicações nos seres humanos e na cadeia produtiva. Atua nos
aspectos de relacionamento Homem - Meio Ambiente e seus efeitos na cultura, no desenvolvimento
socioeconômico e na qualidade de vida. Coordena e supervisiona equipes de trabalho, realiza
estudos de viabilidade técnico-econômica, executa e fiscaliza obras e serviços técnicos; efetua
vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em todas suas atividades, considera a
ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais.
Em termos de mercado de trabalho, o engenheiro ambiental, a ser formado com o perfil do curso ora
proposto, não concorre diretamente com nenhum outro profissional, exceto os próprios profissionais
engenheiros (civis, sanitários, florestais) que, embora sem formação acadêmica adequada para tal e,
acabam atuando no campo das ciências ambientais.
Assim, a formação de engenheiros ambientais visa preencher uma lacuna do atual mercado de
trabalho, no qual se registra uma acentuada carência de profissionais da engenharia que incorporem,
nos projetos inseridos nas ações de gerenciamento ambiental, os aspectos referentes ao equilíbrio
dinâmico do meio ambiente.

Destaca-se que a atuação do engenheiro ambiental, analogamente, a outros profissionais
com atuação no campo das ciências ambientais, deverá, sempre que se faça necessário,
compor equipes multidisciplinares. Assim o mercado de trabalho para estes profissionais
é representado por diferentes níveis da administração pública e privada, como:

Centros de pesquisa nos níveis federal, estadual e municipal;

Órgãos executores de gerenciamento e controle de meio ambiente nos níveis federal,
estadual e municipal;

Agências reguladoras de água, energia e vigilância sanitária;

Universidades públicas ou privadas e demais estabelecimentos de ensino;

Comitês e agências de bacias hidrográficas;

Indústrias com atuação nas mais variadas atividades;
18

Empresas de consultoria e de prestação de serviços e;

Profissional autônomo.
Assim, o profissional formado no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Faculdade Politécnica
de Campinas deve ter conhecimentos para desenvolver as seguintes habilidades e competências:

Adquirir conhecimentos sólidos das ciências fundamentais de base para a engenharia
(matemática, física, química, biologia), das ciências ambientais (água, ar solo) e das
tecnologias de controle e remediação ambiental;

Ter capacidade de diálogo técnico-científico, inclusive no que diz respeito aos paradigmas
e a termologias técnicas setoriais, com profissionais que tradicionalmente atuam na área
ambiental, como a geografia, a geologia, a biologia, a economi a, ciências humanas,
ciências agrárias e ciências da saúde;

Possuir capacidade de atuar em equipes interdisciplinares;

Adquirir elevada capacidade de expressão oral e escrita;

Ter conhecimento dos fundamentos da metodologia científica;

Ter conhecimento de recursos de informática;

Possuir visão crítica da atuação social e política da engenharia;

Possuir visão crítica da política ambiental e atualização quanto aos movimentos sociais
que tratam da temática ambiental.
1.2.8. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO:
A questão ambiental apresenta-se como um desafio à sociedade, principalmente quando se busca
atender às demandas econômicas, sociais e ambientais. Embora o tema já venha sendo discutido há
décadas, ainda há o desconhecimento da real necessidade da preservação dos sistemas ambientais,
bem como da relação direta destes com a qualidade de vida.
Vários são os problemas que afetam a meio ambiente e dentre esses, pode -se citar todas as formas
de poluição da água, ar e solo, falta de controle em exploração aos recursos naturais e déficit de
saneamento, sendo essa uma área bastante carente no país.
Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo IBGE 4 em 2008, 18% da
população brasileira não possui rede coletora de esgoto, ficando sujeita aos riscos de doenças
decorrentes dessa exposição direta.
A pesquisa apresenta um quadro igualmente alarmante com relação à questão dos resíduos sólidos,
no qual 50,8% dos municípios brasileiros depositam seus resíduos domiciliares em lixões, e outros
22,5% depositam em aterros controlados; ambas as alternativas não são adequadas do ponto de
vista técnico, ambiental e legal.
19
Este panorama nos permite inferir que as quantidades de resíduos geradas podem estar acima da
real capacidade de manejo técnica e economicamente viável, e de assimilação pelo meio ambiente, e
é preciso mudar os hábitos de consumo e a relação da sociedade com o ambiente em que ela vive.
O Engenheiro Ambiental, por sua formação generalista, poderá atuar nos diversos segmentos da
sociedade, nas esferas pública e privadas, e precisa aliar ao conhecimento tecnológico, conteúdos
relacionados à legislação ambiental e às ciências sociais e humanas, de forma a atuar em todas as
frentes relacionadas com o meio ambiente, não apenas como agente modificador deste, mas
sobretudo, como agente transformador da sociedade.
De uma forma geral, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da POLICAMP atende uma
demanda clara da sociedade brasileira, bem como com o comprometido com o bem estar social,
contribuindo com a formação de uma massa crítica com capacidade de intervir de forma positiva na
qualidade ambiental.
O profissional a ser formado deverá ter o compromisso com o desenvolvimento de tecnologias e
processos mais limpos, pautados nos princípios da prevenção da poluição e do consumo de recursos,
e para tanto, deverá apresentar uma atuação proativa com o meio ambiente.
2. ESTRUTURA CURRICULAR
O currículo é concebido como um sistema articulado de saberes, organizado sob a forma de
atividades acadêmicas de modo a favorecer ao estudante a construção de trajetórias, cujos
percursos contemplam uma estrutura com três dimensões: um Núcleo de Formação básica, um
Núcleo de Formação Profissionalizante e Profissionalizante Específica, e Suplementar atendendo
assim, a Resolução CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, mostrados nas Tabelas 2.1-1, 2.1-2, 2.1-3,
2.1-4.
Tabela 2.1-1. Núcleo: Básico
Núcleo de
Conteúdos
Básico
Componentes Curriculares/Disciplinas
Carga Horária
Cálculo Diferencial e Integral I
80
Cálculo Diferencial e Integral II
80
Cálculo Diferencial e Integral III
80
Ciências Ambientais
40
Ciências dos Materiais
40
Comunicação e Expressão
40
Ética e Exercício Profissional
40
Expressão Gráfica
80
Fenômenos de Transporte
80
Física Geral e Experimental I
80
Física Geral e Experimental II
80
Física Geral e Experimental III
80
Fundamentos de Biologia
80
20
Total Carga Horária
(% do Total )
1520
(34,4 %)
Geometria Analítica e Álgebra Linear
80
Higiene e Segurança do Trabalho
40
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania
40
Informática Aplicada
80
Introdução a Engenharia
40
Matemática Aplicada
80
Mecânica Geral e dos Sólidos
80
Metodologia Científica e Tecnológica
40
Probabilidade e Estatística
80
Química Geral e Experimental
80
TOTAL
1520
Tabela 2.1-2. Núcleo Profissionalizante
Núcleo de
Conteúdos
Profissionalizante
Componentes Curriculares/Disciplinas
Carga Horária
Bioquímica
40
Cinética e Cálculo de Reatores
80
Desenho Auxiliado por Computador
40
Direito e Legislação Ambiental
40
Ecologia Geral e Aplicada
80
Erosão e Conservação do Solo
40
Geologia de Engenharia
80
Geoprocessamento
80
Hidráulica I
80
Hidráulica II
40
Meteorologia e Climatologia
40
Microbiologia Aplicada
80
Poluição Ambiental
40
Química Orgânica
40
Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada
80
Recursos Energéticos e Desenv. Sustentável
40
Saneamento I
80
Saneamento II
40
Topografia
80
TOTAL
Total Carga Horária
(% do Total )
1120 horas
( 25,3 %)
1120
Tabela 2.1-3 Núcleo Profissionalizante específico
Núcleo de
Conteúdos
Profissionalizante
Específico
Componentes Curriculares/Disciplinas
Avaliação de Impactos Ambientais
Carga Horária
Total Carga Horária
(% do Total )
80
1320 horas
(29,9%)
80
Análise e Gestão Ambiental
21
Auditoria e Perícia Ambiental
40
Certificação e Adeq. Ambiental de Empresas
40
Controle da Poluição Atmosférica
40
Controle da Poluição de Solos e Aquíferos
40
Economia do Meio Ambiente
40
Gestão de Resíduos Sólidos
80
Gestão e Manejo de Recursos Naturais
80
Licenciamento Ambiental
80
Modelagem Matemática Apl. a Eng. Aplicada
40
Optativa I
40
Optativa II
40
Optativa III
40
Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
40
Processos e Operações Unitárias
80
Química Ambiental
80
Recuperação de Áreas Degradadas
80
Saúde e Segurança Ambiental
40
Técnicas Exp. em Eng. Ambiental e Sanitária
80
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I)
40
Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II)
40
Trat. de Esgotos Sanitários e Efl. Industriais
80
Tratamento de Águas de Abastecimento
40
TOTAL
2.1.
1320
Matriz Curricular
A Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental da POLICAMP apresenta a seguinte
estruturação:
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
COMPONENTE CURRICULAR
1º Semestre
Matemática Aplicada
Introdução a Engenharia
Informática Aplicada
Expressão Gráfica
Metodologia Científica e Tecnológica
Comunicação e Expressão
Ciências Ambientais
SUBTOTAL
22
CH
Semanal
CH
Semestral
4
2
4
4
2
2
2
20
80
40
80
80
40
40
40
400
Total
80
40
80
80
40
40
40
400
Hora
Relógio
66.66
33,33
66.66
66,66
33,33
33,33
33,33
333,33
2º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral I
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Física Geral e Experimental I
Química Geral e Experimental
Desenho Auxiliado por Computador
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania
PI: Cidadania e Responsabilidade Social II
SUBTOTAL
3º Semestre
Cálculo Diferencial e Integral II
Ciência dos Materiais
Física Geral e Experimental II
Fundamentos de Biologia
Química Orgânica
Topografia
Projeto Interdisciplinar Integrado I
SUBTOTAL
4º Semestre
Bioquímica
Cálculo Diferencial e Integral III
Climatologia e Meteorologia
Ecologia Geral e Aplicada
Física Geral e Experimental III (Nome)
Probabilidade e Estatística
Projeto Interdisciplinar Integrado II
SUBTOTAL
5º Semestre
Fenômenos de Transporte
Geologia e Solos
Mecânica Geral e dos Sólidos
Microbiologia Aplicada
Química Ambiental
Projeto Interdisciplinar Integrado III
SUBTOTAL
6º Semestre
Cinética e Cálculo de Reatores
Direito e Legislação Ambiental
Geoprocessamento
Hidráulica I
Modelagem Matemática Aplicada a Eng. Aplicada
Técnicas Exp. em Engenharia Ambiental e Sanitária
Projeto Interdisciplinar Integrado IV
SUBTOTAL
7º Semestre
Avaliação de Impactos Ambientais
Hidráulica II
Poluição Ambiental
Processos e Operações Unitárias
23
4
4
4
4
2
2
20
80
80
80
80
40
40
400
80
80
80
80
40
40
400
66,66
66,66
66,66
66,66
33,33
33,33
60,00
333,33
4
2
4
4
2
4
20
80
40
80
80
40
80
400
80
40
80
80
40
80
400
66,66
33,33
66,66
66,66
33,33
66,66
20
353,33
2
4
2
4
4
4
20
40
80
40
80
80
80
400
40
80
40
80
80
80
400
33.33
66,66
33,33
66,66
66,66
66,66
20
353,33
4
4
4
4
4
20
80
80
80
80
80
400
80
80
80
80
80
400
66,66
66,66
66,66
66,66
66,66
20
353,33
4
2
4
4
2
4
20
80
40
80
80
40
80
400
80
40
80
80
40
80
400
66,66
33,33
66,66
66,66
33,33
66,66
20
353,33
4
2
2
4
80
40
40
80
80
40
40
80
66,66
33,33
33,33
66,66
Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada
Saneamento Ambiental I
Projeto Interdisciplinar Integrado V
SUBTOTAL
8º Semestre
Controle da Poluição de Solos e Aquíferos
Erosão e Conservação do Solo
Gestão e Manejo de Recursos Naturais
Licenciamento Ambiental
Optativa I
Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
Recursos Energéticos e Desenv. Sustentável
Saneamento Ambiental II
SUBTOTAL
9º Semestre
Análise e Gestão Ambiental
Controle da Poluição Atmosférica
Economia do Meio Ambiente
Gestão de Resíduos Sólidos
Optativa II
Saúde e Segurança Ambiental
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I)
Tratamento de Águas de Abastecimento
SUBTOTAL
10º Semestre
Auditoria e Perícia Ambiental
Certificação e Adequação Ambiental de Empresas
Ética e Legislação Profissional
Higiene e Segurança do Trabalho
Optativa III
Recuperação de Áreas Degradadas
Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II)
Trat. de Esgotos Sanitários e Efluentes Industriais
SUBTOTAL
TOTAL
Carga Horária
(1) CH de Disciplinas presenciais
(2) CH de Estágio Supervisionado
(3) CH de Atividades Complementares
(4) Projeto Interdisciplinar Integrado
Carga horária total do curso (1) + (2) + (3) + (4)
4
4
20
80
80
400
80
80
400
66,66
66,66
20
353,33
2
2
4
4
2
2
2
2
20
40
40
80
80
40
40
40
40
400
40
40
80
80
40
40
40
40
400
33,33
33,33
66,66
66,66
33,33
33,33
33,33
33,33
333,33
4
2
2
4
2
2
2
2
20
80
40
40
80
40
40
40
40
400
80
40
40
80
40
40
40
40
400
66,66
33,33
33,33
66,66
33,33
33,33
33,33
33,33
333,33
2
2
2
2
2
4
2
4
20
40
40
40
40
40
80
40
80
400
40
40
40
40
40
80
40
80
400
33,33
33,33
33,33
33,33
33,33
66,66
33,33
66,66
333,33
200
4000
4000
3.333,33
Hora aula
4000
200
120
100
4.420
Disciplinas Optativas (Relação de Opções)
Ecotoxicologia Ambiental
Empreendedorismo
Gestão de Águas Pluviais e Drenagem Urbana
Hora relógio
3.333,33
200
120
100
3.753,33
Hora aula semestral
40
40
40
24
Gestão de Recursos Hídricos
Libras – Linguagem Brasileira de Sinais
Tratamento Avançado e Reuso de Águas
40
40
40
2.2. Ementário
1ª Semestre
Disciplina: Matemática Aplicada
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conjuntos Numéricos e os Números Reais. Revisão de Álgebra. Equações e Inequações.
Funções. Funções Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas. Limite de Funções.
Bibliográfica Básica:
1.LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v
2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v
3. PIOVESA, C.I. et al. Matemática Básica. Berto Editora
Bibliografia Complementar:
1. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S. Paulo: Pearson, 2005.
2. RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2ºed.
São Paulo: Makron Books, 1996.
3. LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, vol. 2, ed. LTC, 1998.
4. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
5. FLEMMING, M.D.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. São
Paulo: Pearson Makron, 1992
6. GLEASON, A.M.; MCCALLU, W.G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de
Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
Disciplina: Introdução a Engenharia
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: O Profissional de Engenharia. Definição e Histórico da Engenharia, suas Modalidades e
suas Áreas de Atuação. As Atividades e as Normas Acadêmicas na UNIESP. Currículos de Engenharia
na UNIESP. O Sistema Profissional CONFEA/CREA. Entidades de Classe e Sindicatos. Atribuições
Profissionais. O Papel do Engenheiro na Sociedade Brasileira. Pesquisas em Engenharia.
Bibliográfica Básica:
1. BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003.
2. CONTADOR, J.C. et al. Gestão de Operações. São Paulo, Ed. Edgard Blücher, 1997.
3. SLACK, N.; CHAMBERS, S.; HARLAND, C.; HARRISON, A.; JOHNSTON, R. Administração da
Produção. São Paulo, Atlas, 1997.
Bibliografia Complementar:
1. Davis, M.A., Nicholas, J. Fundamentos da administração da produção. Bookman, 2003.
2. MARTINS, P.G., LAUGENI, F.P., Administração da Produção. São Paulo. Saraiva Ed. 2 ed. 2006.
3. MOREIRA, D.A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2004.
4. GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. Tradução: José Carlos
25
Barbosa dos Santos. 8. ed. Sout-Western College Publishing: 1999.
5. WOILER, S.; MATHIAS, W.F. Projetos: planejamento, elaboração e análise. 1 Ed. São Paulo: Atlas
S/A, 2008.
Disciplina: Ciências Ambientais
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA : A Engenharia no Contexto Ambiental. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Biosfera:
Conceitos Básicos em Ecologia. Ecologia das Comunidades. Ciclos Biogeoquímicos. Poluição e
Contaminação. Impacto Ambiental e Saneamento. Recursos Naturais: Ar, Água e Solo. Recursos
Energéticos. Recursos Naturais Renováveis. Política e Educação Ambiental. Legislação Ambiental.
Geração e Disposição de Resíduos Sólidos.
Bibliográfica Básica:
1. BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2002.
318p.
2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. SP: Atlas, 1999.
3. PANTANO FILHO, R.; ROSA, D.S. Meio ambiente: múltiplos olhares. Companhia da Escola - 1ª.
Ed. 2005.
4. SEIFFERT, M.E.B. Iso 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental - Implantação Objetiva e Econômica.
São Paulo: Altas, 3 Ed,. 2007.
5. ASSUMPÇÃO, L.F.J. Sistema de Gestão Ambiental, São Paulo: Jurua, 2ª Ed., 2009.
Bibliografia Complementar:
1. PANTANO FILHO, R. Desenvolvimento sustentável. São Paulo: Berto Itativa, 2008.
2. AQUINO, A.R. de. Analise de Sistema de Gestão Ambiental. Thex Editora, 1 ed. 2008.
3. DEMAJOROVIC, J. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental, Senac, 2003.
4. MANO, E.B. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem, Rio de Janeiro: Edgard Bluche, 2005.
5. REIS, L.B. dos. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável, São
Paulo: Manole, 2005.
Disciplina: Expressão Gráfica
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA : Sistemas de coordenadas. Representação Gráfica. Gráficos. Solução de Problemas por
meio da Interpretação Gráfica. Elementos de Geometri a Descritiva. Escalas. Desenho Técnico.
Normas Técnicas. Projeções cotadas. Perspectivas. Elementos de Projeto em Engenharia.
Bibliográfica Básica:
1. MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de Desenho.
Hemus. 2004. 257 p.
2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: Curso completo - v1. Hemus.
2004.
3. PAGE-JONES, M. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso
Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus FRENCH, T.E.
Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979.
2. SILVA, A.; RIBEIRO, C.T. ; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC
26
– Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006.
3. NBR6158 – Sistemas de tolerâncias e ajustes
4. NBR6409 – Tolerâncias geométricas
5. NBR8196 - Emprego de escalas
6. NBR8402 – Execução de caráter para escrita em desenho técnico
7. NBR8403 – Aplicação de linhas em desenhos
8. NBR8404 – Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos
9. NBR9964 – Linhas e símbolos de estruturas navais
10. NBR10592 – Zíper
11. NBR12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técni co
12. NBR13104 – Representação de entalhado em desenho técnico
13. NBRISO10209-2 – Máquinas e equipamentos mecânicos
14. NBRISO2768-1 – Tolerâncias – parte 1
15. NBRISO2768-21 – Tolerâncias – parte 2
Disciplina: Comunicação e Expressão
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Linguagem e Socialização. Requisitos da Redação Técnica. Coesão e Coerência Textual.
Composição Tipológica de Textos. Gêneros Textuais. Estratégias de Leitura e Interpretação de
Textos. Argumentação. Técnicas e Estratégias de Comunicação Oral.
Bibliográfica Básica:
1. FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 3. ed. São Paulo: Ática, 2003.
2. FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Lições de texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 2003.
3. ANDRADE, M.M.; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São
Paulo: Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 2001.
2. PASQUALE NETO, C. & ULISSES, I. Gramática da língua portuguesa, 6ºed. SP, ed. Scipione, 2003.
3. BARBOSA, S.A.M. Redação: Escrever é desvendar o mundo. Campinas: Papirus, 2003.
4. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 2003.
5. CIPRO NETO, P.; INFANTE, U. Gramática da língua portuguesa. 2 ed. São Paulo: Scipione. 2007.
Disciplina: Informática Aplicada
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Informática e sociedade. Computação e Engenharia. Estudo dos Conceitos Básicos de
Informática e da Lógica de Programação. Desenvolvimento de Fluxogramas, Algoritmos e
Programação Estruturada. Métodos, Técnicas e Processos de Desenvolvimento de Softwares para
Engenharia. Planilhas Eletrônicas e sua utilização na Resolução de Problema em Engenharia.
Bibliográfica Básica:
1. FORBELLONE, A.L.V., EBERSPACHER, H.F. Lógica de programação : a construção de algoritmos e
estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177p.
2. MANZANO, J.A.N.G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
3. BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000.
4. PREISS, B.R. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto com Java.
27
Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar:
1. VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
2. SALIBA, W.L.C. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron,
1993. 141p.
3. SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Érica, 2000.
4. JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004.
5. SOUZA, M.A.F. et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
Disciplina: Metodologia Científica e Tecnológica
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Método do Trabalho Acadêmico. Natureza do Conhecimento Científico. Ciência e Método
Científico. Métodos, Economia e Eficiência nos Estudos. Resumos, Resenhas, Fichamentos. Normas
Técnicas para Elaboração de Referências Bibliográficas. Elaboração de Projetos de Pesquisa.
Estrutura de Trabalhos Científicos. Monografias, Dissertações e Teses. Iniciação à Prática Científica.
Bibliográfica Básica:
1. MARCONI, M.A. Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e
técnicas de pesquisas, elaboração , análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 2002.
2. MEDEIROS, J.B. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
3. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 20a ed. São Paulo: Cortez, 1999. 272p.
Bibliografia Complementar:
1. ANDRADE, M.M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São
Paulo: Atlas, 1999.
2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1998.
3. CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. Pearson Education. 5ª ed. 2002. 242p.
4. LAKATOS, E.M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas. 4ª ed. 2005.
320p.
5. NBR 6023 - Informação e documentação - Referências – Elaboração. ABNT. 2002.
6. NBR 14724 - Informação e documentação Trabalhos Acadêmicos – Referências - Elaboração.
ABNT. 2006.
2o Semestre
Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral I
Carga Horária Total: 80 Horas aula
EMENTA: Derivada de funções. Derivadas e regras básicas de derivação. Regras avançadas de
derivação. Derivadas superiores. Taxa média de variação. Otimização de funções de uma variável.
Incrementos e diferenciais.
Bibliografia Básica:
1. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3a ed. São Paulo : HARBRA, 1994. v2.
2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v
3. PIOVESA, C. I. et al. Matemática Básica. Berto Editora. 2009.142p.
Bibliografia Complementar:
1. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2a ed. São Paulo: Pearson, 2005.
28
2. RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2ºed.
São Paulo: Makron Books, 1996.
3. LARSON, R.E. et al. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, v. 2, ed. LTC, 1998.
4. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
5. FLEMMING, M.D.; GONÇALVES, M.B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5a ed. São
Paulo: Pearson Makron, 1992.
6. GLEASON, A.M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3a ed. Rio
de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
Disciplina: Geometria Analítica e Álgebra Linear
Carga Horária Total: 80 Horas aula
EMENTA: Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Dependência linear. Independência linear. Bases
coordenadas. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Cônicas e superfícies. Sistemas
lineares. Matrizes. Determinantes. Autovalores e autovetores de matrizes.
Bibliografia Básica:
1. CONDE, A. Geometria Analítica, São Paulo: Atlas, 2004.
2. LEON, S. Álgebra Linear com Aplicações, 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
3. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. Ed. LTC. 6ª ed. Rio de Janeiro.
1998.
Bibliografia Complementar:
1. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. Editora Harbra Ltda. 3ª ed. 1994.
2. RORRES, A. Álgebra Linear com Aplicações. Ed. Bookman. 8ª edição. Porto Alegre, 2002.
3. STEIMBRUCH, A.; WINTERLE, P., Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1987.
4. BODULOS, P.; OLIVEIRA, I.C. Geometria Analítica - um tratamento vetorial. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1986.
5. FAINGUELENT, E.K.; BORDINHÃO, N.C. Álgebra Linear – Geometria Analítica. São Paulo: Ed.
Moderna, 1982.
Disciplina: Física Geral e Experimental I
Carga Horária Total: 80 Horas aula
EMENTA: Cinemática: introdução aos conceitos de velocidade, equações do movimento,
representação gráfica, movimento uniforme e variado, queda livre. Dinâmica: vetores, forças. Leis
de Newton. Trabalho, potência. Lei de Hooke. Lei da Conservação de Energia, Ene rgia Mecânica.
Momento linear. Colisões. Estudo de sistemas de partículas. Estática e dinâmica de sistemas de
partículas, centro de massa. Rotação de um corpo sólido e momento de inércia.
Bibliografia Básica:
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K.S. Física, V.1. LTC. 5a ed. 2003.
2. TIPLER, Paul. A. Física. V.1. LTC. 4a Ed. 2000.
3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed. São
Paulo: Edgard Blucher,2002.
Bibliografia Complementar
1. SERWAY, R.A.; JEWETT JR, J.W. Princípios de Física - Mecânica Clássica. v.1. Thomson Pioneira.
2003.
2. KELLER, F.J.; GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, v.I. Ed. Makron Books. 1999.
3. CEOLIN, M.F.; PANTANO FILHO, R. FUJIY, O.K.; PENEREIRO, J.C.; REGGIANI, N. Física: atividades
29
experimentais. 2a ed. Itatiba S.P.: Moara, 2002.
4. RAMALHO JUNIOR, F. et al. Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna. São Paulo:
Moderna, 1976.
5. FREEDMAN, R.A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed. São
Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003.
Disciplina: Química Geral e Experimental
Carga Horária Total: 80 Horas aula
EMENTA: Modelo cinético-molecular, estados de agregação da matéria, partículas constituintes –
átomos, moléculas e íons, natureza dos elementos químicos, ligações e interações químicas,
propriedades físicas e natureza química dos materiais, materiais modernos, aspectos físico -químicos
das reações, metais e metalurgia.
Bibliografia Básica:
1. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC,
2010. 611p. v1.
2. KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P.; WEAVER, G. C. Química geral e reações químicas. Rio de Janeiro: LTC,
2009. 1018p. v2.
3. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2007.
582p.
Bibliografia Complementar
1. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009. 256p.
2. BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622p.
3. RUSSEL, J. B. Química geral. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 2004. 620p. v1.
4. RUSSEL, J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2005. 1268p. v2.
5. BRAGA, B.; et al. Introdução à engenharia ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
2007. 318p.
Disciplina: Desenho Auxiliado por Computador
Carga Horária Total: 40 Horas aula
EMENTA: A Tecnologia da Informação e a Engenharia. A Expressão gráfica e o uso de Softwares.
Softwares para Engenharia: Softwares para desenho, instalações e estruturas em Engenharia.
Autocad. Representação em 2D e 3D. Mapas. Plotagens. Desenvolvimento de projeto. Aplicações.
Bibliografia Básica:
1. BALDAM, R. L. COSTA, L. AUTOCAD 2011 – Utilizando Totalmente. São Paulo: ÉRICA, 2010.
2. KATORI, R. AUTOCAD 2011 – Projetos em 2D. São Paulo: SENAC, 2010.
3. ROCHA, A. J. F.; GONÇALVES, R. S. Desenho Técnico. Vol. I. São Paulo: Plêiade, 2010 /2011.
Bibliografia Complementar:
1. GIESECKE, Frederick E. et al. Comunicação Gráfica Moderna. Porto Alegre: BOOKMAN, 2002.
2. SAAD, A. L. AutoCad 2004 2D e 3D: para Engenharia e Arquitetura, Edição: 1, Makron Books, São
Paulo, 2004. ISBN: 8534615357.
3. OLIVEIRA, A. de , AutoCAD 2007: Modelagem 3D e Renderização em Alto Nível. Ed 1º Editora:
Érica, 2006. ISBN: 8536501162.
4. SOUSA & MONTENEGRO (2008). “Guia de Exercícios de Desenho Técnico em Ferramenta CAD“.
Universidade Federal do Ceará – UFC, Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia de
30
Transportes – DET. Outubro de 2008;
5. REZENDE et al (2007). “AUTOCAD 2000. Apostila Passo a Passo”. UFRGS – Faculdade de
Arquitetura – Departamento de Expressão Gráfica – Setor Técnico. LECOG – Laboratório de Ensino à
Computação Gráfica. Porto Alegre, Ed; 2007/01;
Disciplina: Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania Carga Horária Total: 40 Horas aula
EMENTA: Objeto e Objetivos das ciências humanas e sociais. Conceitos básicos para a compreensão
dos processos sociais. Fundamentos do comportamento individual e grupal. Família e Religião.
Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura como
instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica cultural das
sociedades contemporâneas. Cultura organizacional. Educação das Relações Étnico-raciais e História
e Cultura Afro-brasileira e Africana. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Política e Educação
Ambiental.
Bibliografia Básica:
1. MORRIS, T. A nova alma dos negócios. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
2. PASSOS, E. Ética nas organizações. São Paulo: Atlas, 2004.
3. BERNARDES, C. Sociologia aplicada à administração. São Paulo: Saraiva, 1999.
Bibliografia Complementar:
1. CASTRO, C.A.P.de. Sociologia Aplicada a Administração. São Paulo: Atlas, 2003.
2. COSTA, C. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª. Edição. São Paulo: Moderna, 2005.
3. SIMMEL, G. Questões Fundamentais da Sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
4. SÁ, A.L. de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2001.
5. MEKSENAS, P. Sociologia. SP: Cortês, 1990.
3ª Semestre
Disciplina: Química Orgânica
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Introdução à Química Orgânica aplicada a engenharia ambiental. Principais funções
orgânicas. Polaridade e solubilidade de compostos. Acidez e basicidade de compostos orgânicos.
Reações orgânicas. Compostos orgânicos contidos em águas e resíduos sólidos e líquidos. Meio
Ambiente natural e suas interações orgânicas com o homem. Poluentes orgânicos tóxicos.
Polímeros. Agrotóxicos.
Bibliografia Básica:
1 BARBOSA, L.C.A. Introdução a Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2010.
2. CONSTANTINO, M.G. Química orgânica: curso básico universitário. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Vol.1.
3. RISSATO, S.R. Química Orgânica: compreendendo a ciência da vida. São Paulo: Átomo & Alínea,
2010.
Bibliografia Complementar:
1. ALLINGER, N. Química orgânica. Rio de Janeiro: LTC.
2. BROWN, L.S. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage, 2010.
3. BRUICE, P.Y. Química orgânica, v. 1. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
31
4. FARIAS, R.F. Elementos de Química Quântica. São Paulo: Átomo & Alínea, 2011.
5. KOTZ, J.C. Química geral e reações químicas. 5. ed. São Paulo: Thomson, 2006.
Disciplina: Física Geral e Experimental II
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Temperatura. Termologia. Calor e Princípios de Termodinâmica. Oscilações. Ondas em
Meios Elásticos. Óptica. Natureza e Propagação da Luz. Reflexão e refração.
Bibliográfica Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K.S. Física, Vol.1. LTC. 5a. Ed. 2003.
2. TIPLER, P.A. Física. Vol.1. LTC. 4a. Ed. 2000.
3. NUSSENZVEIG, H.M. Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed. São
Paulo: Edgard Blucher,2002.
Bibliografia Complementar
1. PANTANO FILHO, R. et al. Física: atividades experimentais. Edição: 2. ed., Imprenta: Itatiba, SP:
Berto: Moara, 2006.
2. TIPLER, P. A. Física. Vol.1 LTC. 4a. Ed. 2000.
3. KELLER, F.J., GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, Vol. I. Ed. Makron Books. 1999.
4. RAMALHO JUNIOR, F. et al. Os fundamentos da física: eletricidade e física moderna. São Paulo:
Moderna, 1976.
5. FREEDMAN, R.A. ; YOUNG, H. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed. São Paulo:
Pearson Addison Wesley, 2003.
Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral II
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Integração. Integral Definida. Técnicas de Integração.
Bibliográfica Básica:
1. FEITOSA, M.O. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica: exercícios propostos e resolvidos. Ed.
Atlas. 4a ed. 1996. 349p.
2. LEITHOLD, L. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v.
3. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v.
Bibliografia Complementar:
1. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. LTC. Vol. 2. 5ª Ed. 2002.
2. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Makron Books. Vol. 2. 2a Ed. 2000.
3. GLEASON, A.M.; MCCALLU, W.G.; HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de
Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
4. GONCALVES, M.B. Cálculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999.
5. HUGHES-HALLETT, D.; GLEASON, A.M.; LOCK, P.F.; FLATH, D.E. Cálculo e aplicações. Tradução:
Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Disciplina: Topografia
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conceitos Fundamentos em Topografia e Geodésia. Sistemas de Projeção. Coordenadas.
Medidas Lineares e Angulares. Equipamentos. Orientação. Levantamentos Planialtimé tricos.
Divisão de Terra. Locação de Obra. Aplicações em Loteamentos e Estradas. Noções de GPS.
32
Aplicações.
Bibliográfica Básica:
1. MCCORMAC, J.C. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 391p.
2. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São
Paulo: UNESP, 2008. 476p.
3. BORGES, A.C. Topografia. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Bluscher, 2008. 191p. v1.
Bibliografia Complementar:
1. BORGES, A.C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher, 2006. 232p.
v2.
2. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003. 232p.
3. MIRANDA, J.I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa,
2010. 433p.
4. COMASTRI, A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 2010. 200p.
5. GODOY, R. Topografia básica. Piracicaba: FEALQ, 1988. 350p.
Disciplina: Fundamentos da Biologia
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA : Origem da vida e as Teorias da Evolução. Estrutura, Funções e Evolução das Células.
Organização celular. Funções Celulares. Bactérias e Arqueas - Formação de biofilmes e agregados
celulares. Vírus, Fungos, microrganismos eucariontes e parasitas. Protozoários. Algas. Conceitos
essenciais de Metabolismo. Fotossíntese e Respiração. Proteínas e Ácidos Nucléicos. Aplicação das
técnicas de Biologia Molecular. Divisão Celular.
Bibliografia Básica:
1.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p.
2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1.
3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2.
4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre: Artmed,
2009. 1252p. v3.
5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp. 2001. 404p.
Bibliografia Complementar:
1. CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p.
2. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1.
3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2.
4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: plantas e animais. 8.ed. Porto Alegre: Artmed,
2009. 1252p. v3.
5. RAW, I.; MENNUCCI, L.; KRASILCHIK, M. A biologia e o homem. São Paulo: Edusp. 2001. 404p.
Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado I
Carga Horária Total: 20 Horas
EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e
atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de
alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento –
jornada científica.
33
Bibliografia Básica:
1 BARBOSA, L.C.A. Introdução a Química Orgânica. São Paulo: Prentice Hall, 2010.
2.CURTIS, H. Biologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977. 964p.
3. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São Paulo: UNESP, 2008.
476p.
Bibliografia Complementar:
1. BROWN, L.S. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage, 2010.
2. BRUICE, P.Y. Química orgânica, v. 1. São Paulo: Prentice Hall, 2006.
3. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: célula e hereditariedade. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 461p. v1.
4. PUERVES, W. et al. Vida a ciência da biologia: evolução, diversidade e ecologia. 8.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009. 877p. v2.
5. BORGES, A.C. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Bluscher, 2006. 232p. v2.
6. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4.ed. rev. e ampl. Recife: Bagaço, 2003. 232p.
4a Bimestre
Disciplina: Probabilidade e Estatística
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Estatística Descritiva e Indutiva. Distribuição e Gráficos de Frequências. Distribuição a
uma Variável. Distribuição a duas variáveis. Correlação. Regressão Linear. Probabilidade. Teoria da
Amostragem. Inferência estatística.
Bibliografia Básica:
1. CRESPO, A.A. Estatística Fácil. 18a edição. São Paulo: Saraiva, 2002.
2. ANDERSON, D.R. Estatística Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: Pioneira, 2003.
3. FONSECA, J.S. da, Estatística Aplicada 2a Edição – São Paulo – Editora Atlas – 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. LARSON, R. Estatística Aplicada – 2a Edição – Editora PRENTICE.
2. HALL
WONNACOTT,R.J. & Wonnacott, T.H. Fundamentos de Estatística. Rio de Janeiro, Livros
Técnicos e Científicos Editora S/A, 1985.
3. MARTINS, G. de A. Estatística Geral e Aplicada – São Paulo – Editora Atlas - 2005
.
4. MILONE, G. Estatística Geral e Aplicada – São Paulo – Editora Thomson – 2004.
5. ZENTEGRAF, R. Estatística Objetiva 2a Edição – São Paulo – Editora ZTG – 2001.
Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral III
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Estudo de funções de várias variáveis. Derivação e diferenciação parcial. Regra da
Cadeia. Integrais múltiplas e aplicações. Sequencias e series. Equações diferenciais.
Bibliografia Básica:
1. FEITOSA, M.O. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica: Exercícios Propostos e Resolvidos. Ed.
Atlas. 4ª Ed. 1996.
2. LEITHOLD, L.O Cálculo com Geometria Analítica. 3ª Ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
3. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
Bibliografia Complementar:
34
1. GUIDORIZZI, H. Um Curso de Cálculo Vol. 2. LTC. 5ª Ed. 2002.
2. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral Vol. 2. Makron Books. 2ª Ed. 2002.
3. GLEASON, A.M., MCCALLU, W. G. HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma variável. 3ª Ed. Rio de
Janeiro: LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2004.
4. GONCALVES, M.B. Cálculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999.
5. HUGHES-HALLETT, D., GLEASON, A.M., LOCK, P.F., FLATH, D.E. Cálculo e Aplicações. Tradução:
Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Disciplina: Física Geral e Experimental III
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Carga Elétrica e Campo Elétrico. Lei de Gauss. Trabalho e Potencial Elétrico. Capacitores.
Condutores. Corrente Elétrica. Resistores. Geradores. Receptores. Circuitos elétricos. Campo e
Força Magnética e Fontes de Campos Magnéticos. Indução Eletromagnética. Ondas
Eletromagnéticas.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e WALKER, J. Fundamentos de física – Eletromagnetismo. LTC. 6a Ed.
2003.
2. TIPLER, P.A. física - Eletricidade e Magnetismo, Ótica. LTC. 4a Ed. 1999. V2.
3. NUSSENZVEIG, H.M., Curso de Física básica – Eletromagnetismo. Vol.3. Edgard Blücher. 1997.
Bibliografia Complementar
1. SERWAY, R.A.; JEWETT Jr., J.W. Princípios de Física – Eletromagnetismo. Thomson Learning.
2004. 941p.
2. KELLER, F.J., GETTYS, E.W., SKOVE, M.J. Física, Vol. II. Ed. Makron Books. 1999.
3. CEOLIN, M.F.; PANTANO FILHO, R.; FUJIY, O.K.; PENEREIRO, J.C.; REGGIANI, N. Física: Atividades
Experimentais. 2 Ed. Itatiba S.P.: Moara, 2002.
4. YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A. Física III: Eletromagnetismo. 12. ed. SP: Pearson, 2003.
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de física. 8.ed. RJ: LTC, 2009. v.2.
Disciplina: Bioquímica
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA : Introdução a Bioquímica. Água e Sais Minerais. Química e metabolismo de
macromoléculas: Carboidratos, Lipídios, Proteínas e Ácidos Nucléicos. Aspectos gerais do
metabolismo celular, seus mecanismos de regulação e bioenergética.
Bibliografia Básica:
1. CAMPBELL, M. K. Bioquímica – Artmed Editora, 3a ed., São Paulo. 1999.
2. CHAMPE, P. Bioquímica Ilustrada - Artmed Editora, 2a ed., Porto Alegre. 1996.
3. MARZZOCO, A. Bioquímica Básica – Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2007.
Bibliografia Complementar:
1. LEHNINGER , A. L.- Princípios de Bioquímica - Editora Sarvier, São Paulo. 1985.
2. STRYER, L. Bioquímica - Editora Reverté, 6a ed., Madrid. 2008.
3. OTTAWAY, J. Bioquímica da Poluição – E.P.U. – São Paulo, 1980.
4. KOOLMAN, J. Bioquímica. 3ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2007. 478p.
5. VOET, D.; VOET , J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica – Artmed Editora, São Paulo.
2000.
35
Disciplina: Climatologia Aplicada
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Introdução ao estudo do clima. Conceitos e definições: clima e tempo. Meteorologia e
Climatologia. As massas de ar atuantes no Brasil. Interpretação de fenômenos atmosféricos.
Fundamentos e Conceitos de Física Ambiental na Atmosfera. Interpretação de Imagens de
Satélites, acompanhamento das condições do tempo. Os elementos do clima e os fatores
geográficos de modificação das condições do tempo e do clima. Sistemas de aquisição de dados
meteorológicos: estações clássicas e automáticas.
Bibliografia Básica:
1. AYOADE, J. Introdução à Climatologia para os Trópicos. São Paulo: Bertrand Brasil, 2004.
2. CAVALCANTI, N.J. Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.
3. MENDONÇA, F. Climatologia: noções básicas e climas no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos,
2008.
Bibliografia Complementar:
1. CONTI, J.B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Saraiva, 2011.
2. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
2. GALVINCIO, J.G. Mudanças Climáticas e Modelos Ambientais. Teresina: UFPE, 2012.
4. MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2003.
5. VEIGA, J.E. Aquecimento Global. São Paulo: Senac, 2011.
Disciplina: Ecologia Geral e Aplicada
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Ecologia. Conceitos. Os organismos e as interações com o ecossistema. Cadeias, redes
alimentares e pirâmides ecológicas. Ciclos biogeoquímicos. Dinâmica de Populações. Modelos de
crescimento populacional e fatores limitantes. Dinâmica de Comunidades. Sucessão ecológica.
Fluxo de energia e matéria através dos ecossistemas. Biologia da Conservação. Conceitos de
Poluição Ambiental. Ameaças a Diversidade Biológica. Conservação de Populações, Comunidades
e Desenvolvimento sustentável.
Bibliografia Básica:
1. BEGON, M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2010.
2. BARBAULT, R. Ecologia Geral: estrutura e funcionamento da biosfera. Petrópolis: Vozes, 2011.
3. ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 2010.
Bibliografia Complementar:
1. BEZZON, L..C. A Cultura e o Ecossistema. São Paulo: Alínea, 2008.
2. FERREIRA, T.F. Modelagem Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. Rio de Janeiro: Oficina de
textos, 2009.
3. MILLER, J.R. Ecologia e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012.
4. OLMOS, F. Espécies e Ecossistemas. São Paulo: Edgard Blucher, 2011.
5. PIRES VANIN, A.M.S. Oceanografia de um Ecossistema Subtropical. São Paulo: Edusp, 2009.
Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado II
Carga Horária Total: 20 Horas
EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disci plinas e
atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de
alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento –
36
jornada científica.
Bibliografia Básica:
1. BEGON, M. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2010.
2. MENDONÇA, F. Climatologia: noções básicas e climas no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos,
2008.
3. MARZZOCO, A. Bioquímica Básica – Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2007
Bibliografia Complementar:
1. MILLER, J.R. Ecologia e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage, 2012.
2. OLMOS, F. Espécies e Ecossistemas. São Paulo: Edgard Blucher, 2011.
3. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
4. GALVINCIO, J.G. Mudanças Climáticas e Modelos Ambientais. Teresina: UFPE, 2012.
5. KOOLMAN, J. Bioquímica. 3ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2007. 478p.
6. VOET, D.; VOET , J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica – Artmed Editora, São Paulo.
2000.
5o Semestre
Disciplina: Fenômeno de Transporte
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA : Mecânica dos Fluidos. Propriedades dos Fluidos. Sistemas de Unidades. Análise
Dimensional. Estática dos Fluidos. Manometria. Dinâmica dos Fluidos. Perda de Carga em Sistemas
Fluidodinâmicos. Noções de Transferência de Calor e Massa.
Bibliografia Básica:
1. BRAGA FILHO, W. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
2. CANEDO, E.L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
3. LIVI, C.P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Bibliografia Complementar:
1. ASSI, T.M. Fundamentos de Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. LTC, 2004.
2. BISTAFA, S.R. Mecânica dos Fluidos. Edgard Blucher, 2010.
3. INCROPERA, F.P. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. LTC, 2008.
4. SISSOM, L.E.; PITTS, D.R. Fenômenos de Transporte. Guanabara, 1988.
5. YUNUS, A. Transferência de Calor e Massa: uma abordagem prática. McGraw Hill, 2012.
Disciplina: Microbiologia Aplicada
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Microbiologia: origem e aplicações. Nutrição e cultivo de microrganismos. Metabolismo
microbiano. Aplicações ambientais dos microrganismos. Biodegradação e Biorremediação.
Genética microbiana.
Bibliografia Básica:
1. RIBEIRO, M.C. Microbiologia Prática. São Paulo: Atheneu, 2011.
2. LEHNINGER, A.L. Princípios de Bioquímica de Lehninger. Porto Alegre: Artmed, 2011.
3. TRABULSI, L.R. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2008.
37
Bibliografia Complementar:
1. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006.
2. BERG, J.M. Bioquímica Fundamental. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
3. LIBANEO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. São Paulo: Átomo, 2010.
4. TORRES, B.B. Bioquímica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
5. TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2012.
Disciplina: Química Ambiental
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA : Aspectos Gerais dos Processos Energéticos. Fluxos e Fontes de Energia. Uso de Energia.
Estudo da Biosfera sob a óptica das transformações químicas: Atmosfera, Hidrosfera e Litosfera.
Poluentes Químicos e suas inter-relações com a sociedade contemporânea.
Bibliografia Básica:
1. BAIRD, C. Química Ambiental. 2 edição. Porto Alegre: Bookman, 2002.
2. MACÊDO, J.A.B. de. Introdução a química ambiental. Juiz de Fora: Jorge Macedo, 2002.
3. DOMENECH, X.; PERAL, J. Química Ambiental. Ed. Revertè, Barcelona, 2006.
Bibliografia Complementar:
1. ROCHA, J.C; ROSA, A.; CARDOSO, A. Introdução à Química Ambiental. 1 edição. Porto Alegre:
Bookman, 2004.
2. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, L.G.J.; MIERZAWA, C.J.; BARROS, M.T.L.; SPENCER,M.;
PORTO,M.; NUCCI, N.; JULIANO,N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2a ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
3. MACEDO, J.A.B. Águas & águas. São Paulo: Varela, 2001. 1000p.
4.MAHAN, B.M., MYERS, R.J., Química um Curso Universitário, 4ª ed., Editora Edgard Blucher
LTDA, 2000.
5. MOTA, S. Introdução à engenharia ambiental. 4 edição. Rio de Janeiro: ABES, 2006.
Disciplina: Geologia e Solos
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA : Aspectos da Geografia Física. Tectônica de Placas. Processos Geológicos e de
Intemperismo. Tipos Rochosos. Processos de Formação dos Solos. Solos e Ambiente. Minerais.
Aspectos de Geoquímica. Geomorfologia Geral. Sistema de Bacias Hidrográficas. Geologia de
Engenharia. Princípios de Geotecnia. Formas de representação. Mapeamento Geotécnico.
Aplicações dos Estudos Geotécnicos em Engenharia Ambiental. Uso e Ocupação do Solo e seus
Poluentes.
Bibliografia Básica:
1. ALBAREDE, F. Geoquímica: uma introdução. São Paulo: Oficina de textos, 2011.
2. POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
3. MONROE, J.S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage, 2009.
Bibliografia Complementar:
1. BITTAR, O.Y. Meio Ambiente e Geologia. São Paulo: Senac, 2010.
2. BOSCOV, M.E. Geotecnia Ambiental. São Paulo: Oficina de Texto. 2008 .
3. CARMIGUINANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São Paulo: Oficina de
38
Textos, 2009.
4. KENITIRO, S. Geologia do Quartenário e Mudanças Ambientais. São Paulo: Oficina de Textos.
2010.
5. SANTOS, A.R. Geologia da Engenharia. Rio de Janeiro: O Nome da Rosa, 2010.
Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado III
Carga Horária Total: 20 Horas
EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e
atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de
alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento –
jornada científica.
Bibliografia Básica:
1. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006.
2. MACÊDO, J.A.B. de. Introdução a química ambiental. Juiz de Fora: Jorge Macedo, 2002.
3. POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 2010. Bibliografia Complementar:
1. BITTAR, O.Y. Meio Ambiente e Geologia. São Paulo: Senac, 2010.
2. BOSCOV, M.E. Geotecnia Ambiental. São Paulo: Oficina de Texto. 2008 .
3. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, L.G.J.; MIERZAWA, C.J.; BARROS, M.T.L.; SPENCER,M.;
PORTO,M.; NUCCI, N.; JULIANO,N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2a ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005.
4. BARBOSA, H.R. Microbiologia Básica. São Paulo: Atheneu, 2006.
5. LIBANEO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. São Paulo: Átomo, 2010.
6o Semestre
Disciplina: Mecânica Geral e dos Sólidos
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Estática, conceitos fundamentais. Força. Momento de uma força. Vínculos e ligações.
Grau de mobilidade. Trabalhos virtuais. Equilíbrio de fios, catenária e cabos parabólicos.
Cinemática. Movimento, velocidade, aceleração. Dinâmica. Conservação de energia.
Bibliográfica Básica:
1. BEER, F.P.; OHNSTON, E.R. Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed., Makron
Books. 1999.
2. MERIAM, J.L. Mecânica – Estática. LTC. 5a Ed. 2004.
3. KAMINSKI, P.C. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2001.
Bibliografia Complementar
1. FRANCA, L.N.F.; MATSUMURA, A.Z. Mecânica Geral. Edgard Blucher, 2003.
2. POPOV, E. Introdução mecânica dos sólidos. Edgard Bluccher, 1978.
3. SHAMES, I.H. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002.
4. SCHMIDT, R.J.; BORESI, A.P. Estática. Thomson Pioneira. 2003.
5. HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. Prentice Hall Brasil, 2004.
Disciplina: Modelagem Matemática aplicada a Eng.
Carga Horária Total: 40 horas aula
Ambiental
39
EMENTA: Métodos para simulação computacional de processos que ocorrem na natureza, no
tratamento de águas e resíduos. Desenvolvimento da capacidade do uso da simulação matemática
como ferramenta auxiliar do projeto e gestão de sistemas ambientais.
Bibliográfica Básica:
1. PINTO, J.C.; Paulo, L.C. Métodos Numéricos em Problemas de Engenharia Química. Rio de
Janeiro. E-papers Serviços Editoriais, 2001.
2. POWELL, S.G. e Baker, K.R. A Arte da Modelagem com Planilhas – Ciência da gestão,
engenharia de planilhas e arte da modelagem. Rio de Janeiro, LTC, 2006.
3. VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios, Belo Horizonte, DESAUFMG, 2007.
Bibliografia Complementar:
1. FERRARI, L.C.K.M. Modelagem tridimensional de fluxo de águas subterrâneas em um aquífero
livre e raso: aplicação no Parque Ecológico do Tietê � São Paulo. São Paulo, 2007.
2. BORGANHA, C.A., PEREIRA, S.Y., RIBEIRO, M.L., OLIVEIRA, L.C. Conceitos e fundamentos da
modelagem matemática para gerenciamento de recursos hídricos subterrâneos. Campinas,
2007.
3. GOMES, C.C., CASTRO, M. A. H. Considerações sobre matemática de fluxo hídrico subterrâneo.
São Paulo, 2006.
4. BOÇON, F.T. Modelagem matemática do escoamento e da dispersão de poluentes na
microescala atmosférica. São Paulo, 2003.
5. BASSANEZI, R.C. Ensino – Aprendizagem com Modelagem Matemática. Editora Contexto. 2002.
CHAPMAN, S.J. Programação Matlab Para Engenharia. Editora Thomson Learning. 2002.
6. Software EXCEL – Guia do Usuário – última versão.
Disciplina: Direito e Legislação Ambiental
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Direito Ambiental com enfoque legalista e sustentável, tratando sobre a tutela
ambiental inserida na Constituição Federal e a Política Nacional do Meio Ambiente. Instrumentos
técnicos-jurídicos de proteção, fiscalização, licenciamento e proteção ao meio ambiente. Noções
gerais sobre os relatórios de impacto ambiental e as consequências, em caso de desobediência a
ordem legal, no âmbito cível e penal.
Bibliográfica Básica:
1. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010.
1094p.
2. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
214p.
3. SIRVINSKAS, L.P. Manual de direito ambiental. 6.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva,
2008. 756p.
Bibliografia Complementar:
1. PADUA, J.A. (Org.) Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. Belo Horizonte: UFMG, 2009.
325p.
2. SÉGUIN, E. O direito ambiental: nossa casa planetária. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Forense, 2006. 472p.
40
3. SIRVINSKAS, L.P. Tutela penal do meio ambiente, 4.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva,
2011. 452p.
4. FIORILLO, C.A.P. Curso de direito ambiental. 9.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva. 2008.
580p.
5. DESTEFENNI, M. A responsabilidade civil ambiental e as formas de reparação do dano
ambiental: aspectos teóricos e práticos. Campinas: Bookseller, 2005.
Disciplina: Técnicas Exp. em Eng. Ambiental e
Carga Horária Total: 80 horas aula
Sanitária
EMENTA: Técnicas de analises físicas e químicas que permitam caracterizar as águas naturais,
águas tratadas, águas residuárias de origem domiciliar ou industrial antes e após os diversos
tratamentos.
Bibliográfica Básica:
1. SKOOG, D.A; HOLLER, F. J; NIEMAN, T.A; CARACELLI, I. Princípios de análise instrumental. Porto
Alegre: Bookman, 2002.
2. SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte:
Desa, 1996.
3. HOLLER, F.J.; SKOOG, D.A.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009 vii, 1055 p.
Bibliografia Complementar
1. BRAGA, B; HESPANHOL, I; CONEJO, J. G. L; TRIMER, R; BORGES, E. Introdução à engenharia
ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
2. HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
3. VOGEL, A. Análise química quantitativa. Rio de janeiro: LTC, 1992.
4. COLLINS, C.; BRAGA, G. Introdução a Métodos Cromatográficos. 4. ed. Campinas: UNICAMP,
1988.
5. LUNA, A. S. Química analítica ambiental. Rio de Janeiro: UERJ, 2003.
Disciplina: CINÉTICA E CÁLCULO DE REATORES Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conceitos Básicos de Cinética Bioquímica; Cinética Enzimática; Cinética Microbiológica;
Obtenção e Avaliação de Dados Cinéticos; Introdução ao Projeto de Reatores e Biorreatores;
Reatores Ideais Descontínuos e Contínuos. Escoamento Não Ideal em Reatores. Análise de
Biorreatores Heterogêneos para Tratamento de Águas Residuárias.
Bibliografia Básica:
1. BORZANI, W.; SCHMIDELL NETTO, W.; LIMA, U.A., AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial: V.2:
Engenharia Bioquímica. Edgard Blücher, São Paulo, 2001.
2. FOGLER, H.S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. LTC, RJ, 2002.
3. LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000.
Bibliografia Complementar:
1. Levenspiel, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000.
2. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada à Cálculo de Reatores. Guanabara Dois, Rio de
Janeiro. 1982.
41
3. SMITH, J.M.; NESS, H.V.; ABBOTT, M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química.
7.ed. Editora LTC, Rio de Janeiro. 2007.
4. KOTZ, J.C; TREICHEL JR, P. Química e Reações Químicas. Rio de Janeiro: LTC, 1998
5. ATKINS, P.W. Físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1999. 3v
Disciplina: Hidráulica I
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Definição, importância e aplicação da Hidráulica na solução de questões técnicas
inerentes à Engenharia Ambiental. Apresenta as teorias de estática e dinâmica dos fluídos. Aborda
as medidas de controle de fluídos. Enfatizam os fundamentos técnicos de condutos forçados,
propriedades, perdas de carga, dimensionamentos, adutoras por gravidade, sis temas de
distribuição. Conceitos de bombas hidráulicas e sistemas de recalque, tipos, classificação,
princípios de funcionamento, curvas características de operação, limites de sucção,
dimensionamentos. Apresenta a teoria e prática de condutos livres, conceituando suas
propriedades, sistemas e dimensionamentos. Caracteriza a hidrometria, principais métodos e
instrumentos para a medida. Relata a introdução da qualidade das águas.
Bibliográfica Básica
1. AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2005. 669p.
2. BAPTISTA, M.B.; COELHO, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 2.ed. rev. Belo
Horizonte: UFMG, 2006. 437p.
3. MACINTYRE, A.S. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
782p.
Bibliografia Complementar:
1. MACINTYRE, A.J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2010.
579p.
2. GARCEZ, L.N. Elementos de Mecânica dos Fluídos: hidráulica geral. 2.ed., São Paulo: Edgard
Blücher, 1960. 449p.
3. LIMA, E.P.C. Mecânica das bombas. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 610p.
4. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p.
5. PROVENÇA, F., SOUZA, H.R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p.
Disciplina: Geoprocessamento
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conceitos relacionados a Cartografia, Geoprocessamento, Sistema de Informações
Geográficas (SIG) e Sensoriamento Remoto. Com ênfase nos componente e características de SIG,
tais como, organização e estruturação dos dados geográficos, base de dados geográficos e análise
geográfica espacial com exemplos em aplicações ambientais.
Bibliografia Básica:
1. SILVA, A.B. Sistemas de informações geo-referênciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas:
Unicamp, 2003. 236p.
2. MIRANDA, J.I. Fundamentos de sistemas de informações de geográficas. Brasília: Embrapa,
2010. 433p.
3. MONICO, J.F.G. Posicionamento pelo GNSS: descrição, fundamentos e aplicações. 2.ed. São
Paulo: UNESP, 2008. 476p.
42
Bibliografia Complementar:
1. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed.
atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p.
2. NOVO, E.L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl. São Paulo:
Edgard Blucher, 2008. 362p.
3. FLORENZANO, T.G. Iniciação em sensoriamento remoto. 3.ed. ampl. e atual. São Paulo: Oficina
de Textos, 2011. 128p.
4. SILVA, J. X. DA; ZAIDAN, R. T. (Orgs.) Geoprocessamento e análise ambiental: aplicações. 2.ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. 363p.
5. MARTINELLI, M. Mapas da geografia e cartografia temática. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2009.
110p.
Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado IV
Carga Horária Total: 20 Horas
EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e
atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de
alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento –
jornada científica.
Bibliografia Básica:
1. SILVA, A.B. Sistemas de informações geo-referênciadas: Conceitos e fundamentos. Campinas:
Unicamp, 2003. 236p.
2. HOLLER, F.J.; SKOOG, D.A.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2009 vii, 1055 p.
3. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010.
1094p.
Bibliografia Complementar:
1. MOREIRA, M.A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4.ed.
atual. e ampl. Viçosa: UFV, 2011. 422p.
2. NOVO, E.L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3.ed. ver. ampl. São Paulo:
Edgard Blucher, 2008. 362p.
3. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p.
4. SCHMAL, M. Cinética Homogênea Aplicada à Cálculo de Reatores. Guanabara Dois, Rio de
Janeiro. 1982.
5. SMITH, J.M.; NESS, H.V.; ABBOTT, M. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. 7.ed.
Editora LTC, Rio de Janeiro. 2007.
7ª Semestre
Disciplina: Hidráulica II
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Canais. Regimes de escoamento. Movimento uniforme. Movimento gradualmente
variado. Ressalto hidráulico. Curvas de remanso. Vertedores. Barragens tomadas d'água.
Ensecadeiras. Reservatórios.
Bibliografia Básica:
1. AZEVEDO NETTO, J.M. et al. Manual de hidráulica. 8a ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher
43
Ltda,1998.
2. PORTO, R.de M. Hidráulica básica. 1a ed. São Carlos: Escola de Engenharia de São Carlos da
USP,1998.
3. BAPTISTA, M.B.; PINTO COELHO, M.M.L. Fundamentos de engenharia hidráulica. 1a ed. Belo
Horizonte: Editora: UFMG,2004.
Bibliografia Complementar:
1. TSUTIYA, M.T. Abastecimento de água. 1a ed. São Paulo: Departamento de Engenharia
Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da USP, 2004.
2. MACINTYRE, A.J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. 4.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2010.
579p.
3. GARCEZ, L.N. Elementos de Mecânica dos Fluídos: hidráulica geral. 2.ed., São Paulo: Edgard
Blücher, 1960. 449p.
4. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. Porto Alegre, Blücher, 1983. 411p.
5. PROVENÇA, F., SOUZA, H.R. de. Hidráulica. São Paulo: PROVENZA, 1976. 162p.
Disciplina: Processos e Operações Unitárias
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Fluxogramas gerais de estações de tratamento de águas residuárias e de águas para
abastecimento. Balanços de massa e energia em sistemas de tratamento. Separação sólidolíquido: coagulação e floculação, gradeamento e peneiramento, sedimentação, filtração.
Adsorção. Troca iônica. Processos com membrana.
Bibliografia Básica:
1. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. V1, 3.ed.
Belo Horizonte: UFMG, 2009. 243p.
2. VON SPERLING, M. Lodos Ativados. V4. 2.ed. ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 414p.
3. CHERNICHARO, C.A.L. Reatores anaeróbicos. 2.ed. e atual. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 246p.
Bibliografia Complementar
1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2. ed.
rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565 p.
2. MATTOSO, G. Malcriados recriados: sonetário sanitário. São Paulo - SP: Annablume, 2009. 162
p.
3. JORDÃO, E.P.; PESSOA, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed.; Rio de Janeiro. ABES.
2009. 891p.
4. ANDREOLI, C.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, F. Lodo de Esgotos: tratamento e disposição
final. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 484p.
5. AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 669p.
Disciplina: Poluição Ambiental
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Composição e estrutura da atmosfera. Classificação dos poluentes. Fontes e efeitos da
poluição atmosférica. Padrões de qualidade do ar. Ventilação industrial. Métodos de controle da
poluição atmosférica; equipamentos de controle. Meteorologia e poluição atmosférica.
Estabilidade do ar. Transporte e dispersão de poluentes atmosféricos. Monitoramento de
44
poluentes atmosféricos.
Bibliografia Básica:
1. DERISIO, J.C. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. São Paulo: Oficina de Textos,
2012.
2. FELLENBERG, G. Introdução aos Problemas da Poluição Ambiental. São Paulo: EPU.
3. VIEIRA, D.R. Poluição do Ar: Indicadores Ambientais. São Paulo: E-Papers, 2009.
Bibliografia Complementar:
1. ARCHIBALD, J.M. Ventilação Industrial e controle da Poluição. Rio de Janeiro: LTC.
2. BONELLI, C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
3. FERREIRA, A.G. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
4. TOMAZ, P. Poluição difusa. São Paulo: Navegar, 2006.
5. VEIGA, J.E. Aquecimento Global. São Paulo: Senac, 2011.
Disciplina: Recursos Hídricos e Hidrologia Aplicada
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Fenômenos hidrológicos, abordando os principais conceitos físicos relativos às chuvas,
precipitação e evapotranspiração, ciclo das águas, canais, rios, recursos hídricos, bacias
hidrográficas, águas subterrâneas e aquíferos, bem como os principais elementos sobre os
instrumentos de medição das vazões médias, mínimas e máximas, e sobre a qualidade das águas,
conhecimento da legislação das águas, e outorgas de uso da água. Serão elementos técnicos e
conceituais para contato, compreensão, familiarização e resolução de problemas e
dimensionamentos de sistemas hidrológicos. Compor um conjunto de conhecimentos que
possibilite ao futuro profissional a atuação neste campo.
Bibliografia Básica:
1. GRIBBIN, J.B. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. São Paulo:
Cengage Learning, 2009. 494p.
2. TUCCI, C.E.M. (Org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2009. 946p.
3. GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. 2.ed. rev e atual. São Paulo: Edgard Blucher, 2011.
291p.
Bibliografia Complementar
1. LIMA, W.P. Hidrologia florestal aplicada ao manejo de bacias hidrográficas. 2. ed. Piracicaba:
USP, 2008. 245p.
2. LINSLEY, R.K.; FRANZINI, J.B. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
1978. 798p.
3. PINTO, N.L.S.; HOLTZ, A.C.T.; MARTINS, J. A.; GOMIDE, F. L. S. Hidrologia básica. São Paulo:
Edgard Blücher, 2007. 278p.
4. TODD, D.K. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blücher, 1967. 319p.
5. BOTELHO, Manoel Henrique Campos. “Águas de Chuva: Engenharia das Águas Pluviais nas
Cidades”. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Documentação jurídica na área ambiental: conceitos, tratamentos e aplicação. Estudos
de impacto ambiental: exigências legais e métodos de avaliação. Métodos de avaliação EIA/RIMA.
Análise de risco e programas de medidas emergenciais. Auditoria ambiental prévia e pós
45
implantação de obras. Remediação e recuperação ambiental.
Bibliografia BÁSICA:
1. GOUVÊA, Y.M.G.; VAN ACKER, F.T.; SÁNCHES, L.E; et al.. Avaliação de impacto ambiental.
Documentos Ambientais, Secretaria do Meio Ambiente, São Paulo, 1998.
2. MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo, Ed. Rev. dos Tribunais, 1991.
3. MILARÉ, E. Legislação Ambiental do Brasil. São Paulo, Edições APMP, 1991.
Bibliografia COMPLEMENTAR:
1. TAUK – TORNISIELO, S.M. et. Al. Análise ambiental: estratégias e ações. Fundação S. F. Maluf:
Queiroz, São Paulo, 1995.
2. TOMAMSI, L.R. Estudo de impacto ambiental. CETESB, São Paulo, 1994.
3. ROMERO, A.R. (Org. ) Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais. ROSS, J. L. S.; DEL
PRATTE, M. E. (1998) Recursos hídricos e as bacias hidrográficas: âncoras do planejamento e
gestão ambiental. In: Revista do Departamento de Geografia. FFCH/USP. – n.12. São Paulo:
Humanitas, 2004.
4. LEFF, E. (Coord..) (trad, E. Wolff) A complexidade Ambiental. São Paulo: Cortez. 2003.
5. GUERRA, A. J. T; SILVA, A. S. da; BOTELHO, R. G. M. (Orgs.). Erosão e conservação dos solos:
Conceitos, Temas e Aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 269-300.
Disciplina: Saneamento I
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Introdução ao saneamento ambiental. Conceitos gerais de e pidemiologia. Endemias,
epidemias, pandemias, doenças esporádicas. Determinantes de doenças. Principais doenças
relacionadas à água, ao solo e ao ar: agentes biológicos e químicos. Métodos de controle e
vigilância epidemiológica. Importância do saneamento básico. Qualidade da água. Caracterização
das águas residuárias. Processos e mecanismos legais para controle e preservação ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
1. CAVINATTO, V.M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna,
2011. 87p.
2. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo:
Blucher, 2007. 332p.
3. PHILIPPI Jr, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento
sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p.
1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. ANJOS JUNIOR, A.H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p.
2. DEMOLINER, K.S. Água e saneamento básico: regimes jurídicos e marcos regulatório no
ordenamento brasileiro. São Paulo: Livraria do Advogado, 2008. 220p.
3. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº
11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p.
4. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos:
RIMA, 2005. 792p. v1
5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos:
RIMA, 2005. 792p. v2.
46
Disciplina: Projeto Interdisciplinar Integrado V
Carga Horária Total: 20 Horas
EMENTA: Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e
atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de
alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento –
jornada científica.
Bibliografia Básica:
1. CAVINATTO, V.M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna,
2011. 87p.
2. VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. V1, 3.ed. Belo
Horizonte: UFMG, 2009. 243p.
3. GOUVÊA, Y.M.G.; VAN ACKER, F.T.; SÁNCHES, L.E; et al.. Avaliação de impacto ambiental.
Documentos Ambientais, Secretaria do Meio Ambiente, São Paulo, 1998.
Bibliografia Complementar:
1. NUVOLARI, A. (Coord.) Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. 2. ed.
rev. atual. e ampl. São Paulo: Blucher, 2011. 565 p.
2. JORDÃO, E.P.; PESSOA, C.A. Tratamento de esgotos domésticos. 5.ed.; Rio de Janeiro. ABES.
2009. 891p.
3. TAUK – TORNISIELO, S.M. et. Al. Análise ambiental: estratégias e ações. Fundação S. F. Maluf:
Queiroz, São Paulo, 1995.
4. TOMAMSI, L.R. Estudo de impacto ambiental. CETESB, São Paulo, 1994.
5. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº 11.445/07.
São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p.
6. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos:
RIMA, 2005. 792p. v1
8ª Semestre
Disciplina: Saneamento Ambiental II
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Planejamento, projeto e operação de sistemas de abastecimento de água e de esgotos:
captação, adução, reservação e distribuição, redes coletoras, elevatórias, emissários e
interceptores.
Bibliografia Básica:
1. ALEM SOBRINHO, P.; TSUTIYA, M.T. Coleta e transporte de esgoto sanitário. Winner Graph,
2000.
2. Tsutiya, M.T. Abastecimento de Água. Escola Politécnica da USP, 2006.
3. Tsutiya, M.T. Redução do Custo de Energia Elétrica em Sistemas de Abastecimento de Água,
ABES, São Paulo, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. ANJOS JUNIOR, A. H. dos. Gestão estratégica do saneamento. Barueri: Manole, 2011. 187p.
2. PHILIPPI JR, A. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento
sustentável. Barueri: Manole, 2010. 842p.
3. CAVINATTO, V. M. Saneamento básico: fonte de saúde e bem-estar. São Paulo: Moderna,
2011. 87p.
47
4. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher,
2007. 332p.
5. MOTA, C. (Coord.) Saneamento básico no Brasil: aspectos jurídicos da Lei Federal nº
11.445/07. São Paulo: Quartier Latin. 2010. 342p.
Disciplina: Erosão e Conservação do Solo
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: O Solo e a água como recursos naturais renováveis. Erosão e conservação do solo e da
água. Mecanismos e fatores que afetam a erosão. Impactos ambientais da erosão do solo.
Predição de erosão do solo. Práticas de controle da erosão. Manejo conservacionista do solo e da
água. Papel da matéria orgânica na conservação do solo. Manejo de microbacias hidrográficas.
Planejamento de uso da terra. Aptidão agrícola das terras.
Bibliografia Básica:
1. AMARAL, N.D. Noções de conservação do solo. São Paulo, Nobel, 1990. 120p.
2. LEPSCH, I. F. Formação e conservação dos solos. São Paulo. Oficina de Textos. 2002. 178p.
3. PEREIRA, V. P.; FERREIRA, M.E.; PESSÔA DA CRUZ, M.C. Solos altamente suscetível à erosão.
Jaboticabal, FCAV-UNESP/SBCS, 1994. 253p.
Bibliografia Complementar:
1, LEPSCH, I. F. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no
sistema de capacidade de uso. Campinas. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1983. 175p.
2. CASTRO FILHO, C.; MUZILLI, O. Manejo integrado de solos em microbacias hidrográficas. 7º
Congresso Brasileiro e Encontro Nacional de Pesquisa sobre Conservação do Solo. Londrina.
Anais... IAPAR/SBCS, 1996. 312p.
3. EPAMING. Conservação do solo. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n:128, 1985. 84p.
4. EPAMING. Conservação do solo. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n.191, 1998. 92p.
5. EPAMING. Plantio Direto. Belo Horizonte, Informe Agropecuário, n:208, 2001. 116p.
Disciplina: Gestão e Manejo de Recursos Naturais
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Conceitos e características de recursos naturais renováveis e não renováveis. Ação
antrópica sobre os recursos naturais. Aspectos políticos, econômicos e sociais e ambientais ligados
ao aproveitamento dos recursos naturais. Manejo de ecossistemas. Manejo florestal. Recuperação
de áreas degradadas.
Bibliografia Básica:
4. ODUM, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro, 1985.
5. PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos de Ecologia. Artes médicas Sul. Porto Alegre, 2000.
3. DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519p
Bibliografia Complementar:
1. BEZERRA, M. do C. de L. ; MUNHOZ, T.M.T. Gestão de recursos naturais: subsídios à elaboração
da agenda 21. Ministério do Meio Ambiente, Brasília. 2000.
2. CULLEN JR.L.; RUDRAN, R.; VALLADARES – PÁDUA, C. ( org). Método de estudos em biologia da
conservação manejo da vida silvestre. 2ed. Curitiba: Ed. Universidade Federal do Paraná, 2006.
652p.:il.
48
3. PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina. Editorado pelos autores,
2008, 9ª ed., 327 p.
4. ROCHA, C.F.D.; BERGALLO, H.G.; VAN SLUYS, M.; SANTOS ALVES, M.A. Biologia da conservação essências. São Carlos: RiMa,2006. 582p.
5. SCHÄFFER, W. B.; PROCHNOW, M. A (orgs). Mata Atlântica e você: como preservar e se
beneficiar da mais ameaçada floresta brasileira. APREMAVI, Brasília. 2002.
Disciplina: Optativa I (Gestão de Recursos Hídricos)
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Gestão dos recursos hídricos. Instrumentos de gestão. Aspectos legais e institucionais.
Aspectos econômicos.
Bibliografia Básica:
1. CAMPOS, N; STUART, T.M.C. Gestão das águas. Porto Alegre: Abrh, 2003.
2. PETRELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, Rio de
Janeiro: Vozes, 2002.
3. COSTA, J.L.C. Água Brasil: estratégias de gerenciamento dos Recursos Hídricos no Brasil.
Brasília-DF, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. PORTO, R.L.L. Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos. 2.ed. ABRH.
Porto Alegre – RS: UFRGS, 2002.
2. PAIVA, J.B.D.; PAIVA, E.M.C.D. (org.). Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias
hidrográficas. Porto Alegre: Abrh, 2001.
3. SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Gestão de recursos hídricos: aspectos legais econômicos e sociais.
Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos, 2000.
4. TUCCI, C.E.M. Gestão da água no Brasil – Brasília: UNESCO, 2001.156p.
5. TUNDISI, J.G. Água no século 21: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima, 2003.
Disciplina: Controle da Poluição de Solos e Aquíferos Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Tipos de aquífero. Origem e distribuição das águas subterrâneas. Processos físicos do
fluxo de água em meios porosos e fraturados. Métodos de investigação das águas subsuperficiais
e subterrâneas. Noções de hidrogeoquímica de águas subterrâneas. Físico-química dos processos
de contaminação de águas subterrâneas. Processos de descontaminação e remediação de áreas
contaminadas. Estudos de casos.
Bibliografia Básica:
1. FEITOSA, F.; Filho, J – HIDROGEOLOGIA. CPRM, Brasília, 1997.
2. TUCCI,C.E.M. – HIDROLOGIA-CIÊNCIA E APLICAÇÃO. Ed. Da Univ. Federal do Rio Grande do Sul,
Ed. USP e ABRH- 1997.
3. CRUCIANI, D.E. – DRENAGEM NA AGRICULTURA – ED. NOBEL. LIBARDI, P.L. DINÂMICA DA ÁGUA
NO SOLO. PIRACICABA (SP), DCE/ESALQ/USP, 493 p. 2000.
Bibliografia Complementar:
1. CETESB: Estabelecimento de padrões de referência de qualidade e valores de intervenção para
solos e águas subterrâneas no Estado de São Paulo. Relatório Parcial. São Paulo, 1997b. 110p.
2. CETESB: Relatório de Qualidade das águas subterrâneas do Estado de São Paulo:1997. São
49
Paulo: CETESB, 1998. 106p. (Série Relatórios CETESB, ISSN 0103-4103)
3. CETESB: Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. Projeto CETESBGTZ. Cooperação
Técnica Brasil-Alemanha. 1ª edição. São Paulo: CETESB,1999a.385 p.
4. ROCHA, G.. Mapa de águas subterrâneas do Estado de São Paulo. DAEE, IGSMA,
IPT, CPRM. São Paulo, 200. 119p.
5. JORBA, A.F.; ROCHA, G.A. Manual de Operação e Manutenção de poços. DAEE, São Paulo, 2ª ed,
2008. 91 p.
Disciplina: Licenciamento Ambiental
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Principais aspectos da legislação ambiental brasileira. Hierarquia e principais leis,
resoluções, normas e diretrizes. Política Nacional do Meio Ambiente - Lei 6.938/81.
Responsabilidade objetiva. Responsabilidades administrativa, civil e criminal decorrentes de danos
ambientais. Atribuições do Ministério Público. Lei dos crimes ambientais. S istemas de
Licenciamento - SLAP/EIA/RIMA/Audiências Públicas. Atividades passíveis de licenciamento.
Órgãos licenciadores e suas competências. Elaboração de projetos para licenciamento. Celebração
de Termo de Compromisso Ambiental. Medidas compensatórias.
Bibliografia Básica:
1. MACHADO, P.A.L. Direito ambiental brasileiro. 18. ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2010.
1094p.
2. TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. Licenciamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Niterói:
Impetus, 2010. 368p.
3. BECHARA, E. Licenciamento e compensação ambiental na lei do sistema nacional das unidades
de conservação. São Paulo: Atlas, 2009. 295p.
Bibliografia Complementar:
1. MORAES, L.C. Código florestal comentado. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 324p.
2. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. (Orgs.) Avaliação e perícia ambiental. 9.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2009. 284p.
3. MUKAI, T. Direito ambiental sistematizado. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
214p.
4. OLIVEIRA, A.I. de A. Introdução a legislação brasileira e licenciamento ambiental. Rio de
Janeiro: Lúmen Júris, 2005. 659p.
5. MEDAUAR, O. (Org.) Coletânea de Legislação Ambiental, Constituição Federal. 9.ed. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2010. 1167p.
Disciplina: Recursos Energéticos e Desenvolvimento
Carga Horária Total: 40 horas aula
Sustentável
EMENTA: A disciplina abordará os conceitos de sustentabilidade, energia, créditos de carbono e as
relações de custo x benefício entre combustíveis fósseis, energia renovável e meio ambiente.
Abordará também as principais energias renováveis disponíveis: Solar, Eólica, Geotérmica,
Marémotriz, Hidráulica, Biomassa e de Biocombustíveis.
Bibliografia Básica:
1. HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L.B. dos. Energia e Meio ambiente. Tradução da 5°
50
edição. São Paulo: Cengage Learning, 2015. 784p.
2. BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. 12. ed. São Paulo: Moderna, 1995. 96 p.
3. BECKER, D.F. (Org.). Desenvolvimento sustentável: necessidades e/ou possibilidades? Santa
Cruz do Sul: EDUNISC, 2002. 241 p.
Bibliografia Complementar:
1. BUARQUE, S. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de
planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
2. ABRAMOVAY, R. (2010). Desenvolvimento sustentável: qual a estratégia para o Brasil? Novos
estud. - CEBRAP. 87: 97-113. ISSN 0101-3300.
3. RIOS, A.V.V.; IRIGARAY, C.T.H. (orgs.). O direito e o desenvolvimento sustentável: curso de
direito ambiental. São Paulo: Peirópolis; Brasília: IEB, 2005.
4. BRASIL, Ministério de Minas e Energia. Plano nacional de energia 2030. Brasília: MME; EPE,
2008. 322 p.
5. TOLMASQUIM, M.T.; FARIAS, J.C. de M. (Coord.). A questão socioambiental no planejamento da
expansão da oferta de energia elétrica. Rio de Janeiro: EPE, 2006. 237 p.
Disciplina: Plan. Ambiental Territorial e Urbano
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: A disciplina abordará um histórico da ocupação humana no território urbano e rural e
seus impactos ambientais. Proporcionará as diferentes formas de ocupação atual verificando a
sustentabilidade de novos projetos. Formará o aluno para planejar o território sob as diferentes
formas com enfoque no planejamento por microbacia hidrográfica observando a legislação atual
inclusive de participação popular no planejamento territorial.
Bibliografia Básica:
1. GILDA, A.C., SIMONE, A.C. Planejamento Urbano e Meio Ambiente. 2009.
2. ALMEIDA, J. R. de.; et al. Política e planejamento ambiental. 3.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
Thex, 2009. 457p.
3. LACERDA, N., ZANCHETI, S.M., DINIZ, F. Planejamento metropolitano: uma proposta de
conservação urbana e territorial. EURE (Santiago) v.26 n.79 Santiago dic. 2000.
Bibliografia Complementar:
1. ALBUQUERQUE, A.R. da C.. Bacia hidrográfica: unidade de planejamento ambiental. Revista
Geonorte, Edição Especial, V.4, N.4, p.201 – 209, 2012.
2. BARRETTO, A.G.O.P., COSTA, C., PINHEIRO, E., SPAROVEK G., LEONELLI, G.C.V., SAULE Jr ,K.N.N.,
SANTORO, P., MALUF, R.S. O planejamento do município e o território rural. São Paulo, Instituto
Pólis, 2004. 64 p. (Cadernos Pólis, 8)
3. MORERO, A.M., SANTOS, R.F., FIDALGO, E.C.C. Planejamento ambiental de áreas verdes: estudo
de caso em campinas–sp. Rev. Inst. Flor., v. 19, n. 1, p. 19-30, jun. 2007.
4. ROLNIK, R.A construção de uma política fundiária e de planejamento urbano para o país –
avanços e desafios. políticas sociais. Acompanhamento e Análise, 12, 2006.
5. SILVA, G.J.A., WERLE, H.J.S. Planejamento urbano e ambiental nas municipalidades: da Cidade à
sustentabilidade, da lei à realidade. Paisagens Em Debate. n. 05, dezembro 2007.
51
9o Semestre
Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo a revisão
bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido, sob a orientação de um
professor.
Bibliografia Básica:
1. ABNT. NBR 14724 – Informação e Documentação – Trabalhos Academicos Apresentação,
2001.
2. POLETTI, E.C.C. Apostila sobre Normas para Redação Final do Trabalho de Graduação
Interdisciplinar e do Estágio Supervisionado do CESET. CESET, 2003.
3. FURASTÊ, P.A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da Abnt.
Porto Alegre: Art Ler, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido.
Disciplina: Gestão de Resíduos Sólidos
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Classificação de Resíduos. Política Nacional de Resíduos. Técnicas de amostragem e
caracterização dos resíduos. Etapas do gerenciamento de resíduos sólidos: urbanos, de serviços de
saúde, industriais e especiais. Avaliação para definição sobre a disposição final dos resíduos.
Normas técnicas e legislação específica.
Bibliografia Básica:
1. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas – NORMAS TÉCNICAS: NBR 10004, 10005,
10006, 10007, 11174 e 12235.
2. BIDONE, F.R.A.; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos – São Carlos : EESC/USP,
1999.
3. BRASIL. Lei 12.305 de 02 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos;
altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Brasília: 2010.
Bibliografia Complementar:
1. ROCCA, A. C., et al. Resíduos Sólidos Industriais – São Paulo : CETESB, 2ª ed., 1993.
2. D´ALMEIDA, M.L.O; VILHENA, A. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. São
Paulo: IPT/CEMPRE. 3ª ed, 2010.
4. KIEHL, E.J. Manual de Compostagem. Maturação e Qualidade do Composto. Piracicaba, 2004.
5. PEREIRA NETO, J.T. Manual de Compostagem. Processo de Baixo Custo. Viçosa, MG: Editora
UFV, 2007.
Disciplina: Tratamento de Águas de Abastecimento Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento
de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Dire ta Ascendente; Filtração Direta
Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas; Tratamento dos
Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água.
52
Bibliografia Básica:
1. DI BERNARDO L. Métodos e técnicas de tratamento de água. Rio de janeiro: Abes, 2006.
2. LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas: Átomo, 2005.
3. RICHTER, C; AZEVEDO, J. M. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Abes, 2002.
Bibliografia Complementar:
1. AZEVEDO NETTO, J.M. Técnicas de abastecimento e tratamento de água. São Paulo: Cetesb,
1987.
2. BARROS, R.T.V et al. Manual de saneamento e proteção ambiental para municípios. Belo
Horizonte: Ufmg, 1995.
3. Di BERNARDO, L. Tratamento de água para abastecimento por filtração direta. São Paulo:
Abes, 2003.
4. HELLER, L; PÁDUA, V.L. Abastecimento de água para consumo humano. Belo Horizonte: UFMG,
2006.
5. RICHTER, C. Tratamento de lodos de estações de tratamento de água. São Paulo: Edgard
Blücher , 2001.
Disciplina: Controle da Poluição Atmosférica
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Caracterização de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de controle de
poluição do ar. Seleção de equipamento. Controle de operação. Manutenção preventiva e
corretiva.
Bibliografia Básica:
1. BRAGA, B et al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
2. BAIRD C. Química ambiental. São Paulo: Bookman, 2002.
3. LUNA, A. S. Química analítica ambiental. Rio de Janeiro: Uerj, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. MACINTYRE, A.J. Ventilação Industrial e Controle da Poluição – 2ª Edição, Editora Guanabara,
1990.
2. MESQUITA, A.L.S.; GUIMARÃES, F.A. e NEFUSSI, N. Engenharia de Ventilação Industrial – São
Paulo : CETESB, 1988.
3. MOUVIER, G. A poluição atmosférica. Lisboa: Instituto Piaget, 1995.
4. ARCIA, R. Combustíveis e Combustão Industrial – Rio de Janeiro : Interciência, 2002.
5 . HILSDORF, J.W. et al., Química Tecnológica – São Paulo : Pioneira Thomson Learning, 2004.
Disciplina: Saúde e Segurança Ambiental
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Conceitos de Saúde. Epidemiologia. Vigilância Epidemiológica. Ecologia das doenças
(vetores). Doenças emergentes e re-emergentes. Vigilância Sanitária. Aspectos gerais das grandes
epidemias no Brasil. Resíduos sólidos de serviços de saúde. Saúde ambiental.
Bibliografia Básica:
1. Conferência Nacional de Vigilância Sanitária: Relatório Final. Brasília: Agência Nacional de
Vigilância Sanitária, 2001. 159p.
53
2. EDUARDO, M.B.P. Vigilância Sanitária. Série Saúde & Cidadania. São Paulo: Faculdade de Saúde
Pública da Universidade de São Paulo, 1998. 460p.
3. HINRICHSEN, S.L. DIP – Doenças Infecciosas e Parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2005. 1098p.
Bibliografia Complementar:
1. MARQUES, M.C.C.; CARVALHO, M.L.; SILVEIRA, D.; CASTRO, P.C.; IBANEZ, N. (Org.) Vigilância
Sanitária – Teoria e prática. São Carlos: Rima, 2006.
2. MINAYO, M.C.S.; MIRANDA, A.C. Saúde e Ambiente Sustentável: Estreitando Nós. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2002. 344p.
3. ROCHA, A.A.; CÉSAR, C.L.G. Saúde Pública - Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. 368p.
4. ROZENFELD, S. (Org.) Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz,
2000. 304p.
5. TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 894p.
Disciplina: Análise e Gestão Ambiental
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conceitos de gestão planejamento ambiental. Etapas e estrutura do planejamento.
Gestão ambiental territorial e seus instrumentos. Instrumentos de gerenciamento ambiental e
sistemas de gestão ambiental. Normas ISO 14.000, auditorias e certificações ambientais.
Bibliografia Básica:
1. CHEHEBE, J.R. Análise do ciclo de vida de produtos: ferramenta gerencial da ISO 14000. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 1998.
2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1999.
3. PHILIPPI Jr, A.; ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C. Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. BURSZTYN, M.A.A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas. Brasília: Ibama, 1999.
2. DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.
3. CAJAZEIRA, J.E.R. ISO 14001: manual de implantação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998.
4. GILBERT, M.J. BS7750: sistema de gerenciamento ambiental. São Paulo: Imam, 1995.
5. REIS, L.F.S. S.D.; QUEIROZ, S.M.P. Gestão ambiental: em pequenas e médias empresas. Rio de
Janeiro: Quality Mark, 2004.
Disciplina: Economia do Meio Ambiente
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Definição de economia ambiental; aspectos econômicos da questão ambiental; o meio
ambiente e os recursos naturais na história do pensamento econômico. Conceitos básicos de
economia; microeconomia do meio ambiente; análise custo-benefício; valoração ambiental;
instrumentos econômicos de regulação ambiental; gestão ambiental; políticas públicas.
Bibliografia Básica:
1. MAY, P.H.; LUSTOSA, M. C.; VINHA, V. da.(Orgs.). Economia do meio ambiente. 4. reimp. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2003.
2. MOTA, J.A. O valor da natureza: economia e política dos recursos naturais. 2. ed. Rio de
janeiro, 2006.
54
3. MOTTA, R.S. da. Economia ambiental. Rio de janeiro:FGV, 2006.
Bibliografia Complementar:
1. PINHO, D.B.; VASCONCELLOS, M. A.S. (Orgs.). Manual de economia. 5.ed. São Paulo: Saraiva,
2006.
2. THOMAS, Janet M.; CALLAN, Scott J. Economia ambiental: aplicações, políticas e teoria. São
Paulo: Cengage Learning, 2010.
3. MOURA, L.A A. Economia Ambiental: gestão de custos e investimentos. 2ª edição. São Paulo:
Editora Juarez de Oliveira, 2003.
4. ROMEIRO, A.R; REYDON, B.P; LEONARDI, M.L.A. et al. Economia do Meio Ambiente:
teoria,políticas e a gestão de espaços regionais. (Og.) Ademar Ribeiro Romeiro, Bastiaan Philip
Reydon, Maria Lucia Azevedo Leonardi. 2ª ed. Campinas-SP: Unicamp.IE, 1999.
5. GIORDANO, S.R. Gestão Ambiental no Sistema Agroindustrial. São Paulo: Pioneira, 2000. Pág.
255-280. In: Economia & Gestão dos Negócios Agroalimentares.
Disciplina: Optativa II
EMENTA:
Bibliografia Básica:
Bibliografia Complementar:
Carga Horária Total: 40 horas aula
10o Semestre
Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC I) Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo a revisão
bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido, sob a orientação de um
professor.
Bibliografia Básica:
1. ABNT. NBR 14724 – Informação e Documentação – Trabalhos Acadêmicos Apresentação,
2001.
2. POLETTI, E.C.C. Apostila sobre Normas para Redação Final do Trabalho de Graduação
Interdisciplinar e do Estágio Supervisionado do CESET. CESET, 2003.
3. FURASTÊ, P.A. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da Abnt.
Porto Alegre: Art Ler, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. Bibliografia específica para cada trabalho desenvolvido.
Disciplina:
Tratamento de Esgotos Sanitários e
Carga Horária Total: 80 horas aula
Efluentes Industriais
EMENTA: Caracterização de despejos e processos de tratamento e disposição de efluentes
líquidos domésticos e industriais. Metodologia e projetos de tratamento de efluentes líquidos.
55
Bibliografia Básica:
1. CAMPOS, J.R. Tratamento de esgoto sanitário por processo anaeróbico e disposição
controlada no solo. Rio de Janeiro: ABES, 1999.
2. CHERNICHARO, C.A de L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: reatores
anaeróbicos. Belo Horizonte: DESA/UFMG. 2000.
3. NUNES, J.A. Tratamento físico-químico das águas residuárias industriais, 2 ed. Aracaju: Gráfica
J. Andrade. 1996.
Bibliografia Complementar:
1. PAGANINI, W. da S. Disposição de esgoto no solo, São Paulo: Fundo Editorial da AESABESP,
1997.
2. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: lodos ativados, v.
4. Belo Horizonte (MG), DESA/UFMG.1997
3. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: princípios básicos
do tratamento de esgoto, v. 2. Belo Horizonte (MG), DESA/FMG.1996
4. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias: lagoas de
estabilização, v. 3. Belo Horizonte (MG), DESA/UFMG.1997.
5. CRESPO P.G. Manual de projeto de estações de tratamento de esgotos. Belo Horizonte: Ufmg,
2005.
Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas
Carga Horária Total: 80 horas aula
EMENTA: Conceitos de degradação e recuperação; ecologia florestal, restauração de processos
ecológicos, procedimentos para recuperação de áreas degradadas.
Bibliografia Básica:
1. ARAUJO, G.H. de S.; et al. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Ed. Bertrand Brasil, Rio de
Janeiro, 2005.
2. CETESB. Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. São Paulo: Cetesb/GTS, 1999.
Disponível em: www.cetesb.sp.gov.br/solo/areas contaminadas/manual.asp
3. CUNHA, S. B. da e GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental – Rio de Janeiro, 3ª Ed.,2002.
Bibliografia Complementar:
1. RODRIGUES, R. R.; GANDOLFI, S. Recomposição de florestas nativas: princípi os
gerais e subsídios para uma definição metodológica. Rev. bras. ort. orn., V.2, n.1, p.4-15. 1996.
2. SANCHEZ,L.E. Desengenharia: O passivo ambiental na desativação de empreendimentos
industriais – São Paulo, Ed. da Universidade de São Paulo, 2001.
3. TANNO, L.C. e SINTONI, A. Mineração e município: bases para planejamento e gestão dos
recursos minerais - S. Paulo – Instituto de Pesquisas Tecnológicas, 2003.
4. MELO, I. S; SILVA, C. M. M. S; SCRAMIN, S; SPESSOTO, A. Biodegradação. São Paulo: Embrapa
Meio Ambiente, 2001.
5. BOJAN,S. Passivos Ambientais: Levantamento histórico, avaliação da periculosidade, ações de
recuperação – Curitiba –SENAI, 1999.
Disciplina: Auditoria e Perícia Ambiental
Carga Horária Total: 40 horas aula
56
EMENTA: Jurisdição, ação e processo; importância e admissibilidade da perícia ambiental; direitos
e deveres processuais dos peritos e assistentes técnicos; honorários -postulação, fixação e
recebimento; formulação e resposta de quesitos, suas modalidades e principais incidentes;
elaboração de laudos e pareceres; classificação das auditorias ambientais, requisitos ISO 14001,
interpretação de requisitos ISO 14001, auditoria de sistema de gestão ambiental.
Bibliografia Básica:
1. ALMEIDA, J. R. Perícia ambiental judicial e securitária. Rio de Janeiro: Thex, 2006.
2. CARVALHO, A. et al. Sistema ISO de gestão ambiental. São Paulo: CQ - Qualidade, 1996.
3. D'AVIGNON, A.; LA ROVERE, E.L. Manual de auditoria ambiental. 2.ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. CASTRO, F.C.C.; RODRIGUES, E.L.A. Inspeção Ambiental Imobiliária. São Paulo: Livraria e editora
Universidade de Direito, 2004.
2. ALMEIDA, J.R.; PANNO, M.; OLIVEIRA, S.G. Perícia e auditoria ambiental. São Paulo: THEX
EDITORA, 2000.
3. CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J. Avaliação e Perícia Ambitental. São Paulo: BERTRAND Brasil, 2002.
4. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
5. ABTN – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de gestão
ambiental: diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental.
NBR ISO 19011: 2002. Rio de Janeiro, 2002.
Disciplina: Higiene e Segurança do Trabalho
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Segurança e higiene ocupacional. Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao
trabalho. Aspectos legais (Normas Regulamentadoras). Noções de toxicologia ocupacional.
Controle dos riscos nos ambientes de trabalho e de situações de emergências. Equipamentos de
proteção individual e coletivo. Iluminação. Ruído. Calor. Frio. Umidade. Sinalização e cor.
Condições sanitárias e de confronto. Primeiros socorros.
Bibliografia Básica:
1. BRANDÃO, C. Acidente do Trabalho e a Responsabilidade Civil do Empregador. São Paulo: LTr,
2006.
2. COSTA, H. Manual de Acidente do Trabalho – Encadernação Espacial. Curitiba: Juruá Editora,
2006.
3. GROTT, J.M. Meio Ambiente do Trabalho – Prevenção e Salvaguarda do Trabalhador. Curitiba:
Juruá Editora, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. PAGANO, S.C.R; TUFFI, M.S. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do
Trabalhador. São Paulo: LTr, 2007.
2. PERRENÉ, P.; ROSSI, A.M.; SAUTER, S.L. et al. Stress e Qualidade de Vida no Trabalho Perspectivas Atuais da Saúde Ocupacional. São Paulo: Atlas.
3. MARTINS, S.P. Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 3ª ed., 2009.
4. ROCHA, Geraldo Celso. Saúde e Ergonomia – Relação entre Aspectos Legais e Médicos.
57
Curitiba: Juruá Editora, 2004.
5. SILVA, Elias Norberto da. Automação e os Trabalhadores. São Paulo: LTr, 1996.
Disciplina: Certificação e Adequação Ambiental de
Carga Horária Total: 40 horas aula
Empresas
EMENTA: Identificação de aspectos e impactos ambientais em processos industriais. Fluxogramas
de processos. Balanços materiais. Identificação de oportunidades de Produção mais Limpa (P+L).
Avaliação técnica e econômica da viabilidade de implantação de alternativas de P+L.
Desenvolvimento de projetos de P+L.. O ciclo de vida do produto e a sua adequação ambiental
4Avaliação do Ciclo de Vida. Definição do objetivo e escopo. Análise de Inventário. Avaliação do
Impacto do Ciclo de Vida.
Bibliografia Básica:
1. ALMEIDA, C.M.V.B. de; GIANNETTI, B.F. Ecologia Industrial: Conceitos, ferramentas e
aplicações.
São Paulo: Edgard Blücher; 2006.
2. AMARAL, D. (coord.) Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos. Coleção Fábrica do Milênio – Vol.3.
IFM, 2005.
1. BARBIERI, J.C. Gestão ambiental empresarial: – Conceitos Modelos e Instrumentos. São Paulo:
Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar:
1. DIAS, R. Gestão Ambiental – Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas ,
2006.
2. DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
3. MANZINI, E., VEZZOLl, C. O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis - Os requisite ambientais
dos produtos industriais. São Paulo: Edusp, 2002. 367 p.
4. OMETTO, A. R. Avaliação do Ciclo de Vida do Álcool Etílico Combustível por meio dos métodos
EDIP, Exergia e Emergia. Tese (doutorado). EESC-USP. 2005.
5. SANTOS, M.S.; RIBEIRO, F.M. Série Produção + Limpa. São Paulo: CETESB, 2005. 58p.
Disciplina: Ética e Legislação Profissional
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Legislação profissional. Atribuições profissionais. Código de defesa do consumidor.
Código de ética profissional. Responsabilidade técnica. Propriedade intelectual.
Bibliografia Básica:
1. ARANHA, M.L. de A.; MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo:
Moderna, 2003.
2. ARENDT, H. A Condição Humana. tradução de Roberto Raposo, posfácio de Celso Lafer. 10 ed.
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.
3. BOFF, L. A Ética e a Formação de Valores na Sociedade. Reflexão. Ano 4, no. 11. out/2003. p. 120.
Bibliografia Complementar:
1. DALL’AGNOL, D. (et. al.) Ética. Rio de Janeiro: DP&A editora ltda, 2003 (Coleção: O que você
58
precisa saber sobre:)
2. FERNANDES, D.B. Responsabilidade civil e direito do consumidor: em face das mensagens
subliminares. Curitiba: Juruá, 2006.
3. OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 11ª . Ed. São Paulo: Moderna, 2004 (Coleção
Polêmica).
4. PUSCH, J. Ética e responsabilidade profissional. Cadernos do Crea-Pr.n. 1, Curitiba, 2004.
5. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, A. Ética. [Trad. João Dell’Anna]. 32 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2011.
Disciplina: Optativa III
EMENTA:
Bibliografia Básica:
Carga Horária Total: 40 horas aula
Bibliografia Complementar:
OPTATIVAS
Disciplina: Libras – Linguagem Brasileira de Sinais
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua
de Sinais Brasileira - Libras: características básicas da fonologia. Noções básicas de léxico, de
morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audiovisuais. Noções de variação. Praticar Libras:
desenvolver a expressão visual-espacial.
Bibliografia Básica:
1. GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009.
2. QUADROS, R. M. Língua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011.
3. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
4. PEREIRA, Maria C. da Cunha. Libras: conhecimento além dos sinais. 1ª ed. São Paulo:
Pearson, 2011. (virtual - BV).
Bibliografia Complementar:
1. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
2. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005.
3. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012.
4. REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da transgressão pedagógica.
Dissertação (Mestrado em Educação e Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade
Federal de Santa Catarina, 2006. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pe>
5. 5.HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso
tempo.In Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul -dez
1992.
Disponível
em:
<http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_conten>
Disciplina: Empreendedorismo
Carga Horária Total: 40 horas aula
59
EMENTA: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e
suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento
empreendedor nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações.
Processos grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento,
criatividade, comunicação e liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca
de oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A
gestão empreendedora de pessoas nas organizações.
Bibliografia Básica:
1. BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de Empreendedorismo e Gestão: fundamentos, estratégias
e dinâmicas. 2ªed. São Paulo: Atlas, 2012.
2. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
3. HISRICH, R.D. e PETERS, M.P. Empreendedorismo. 9ªed. Bookman. 2014.
4. BUARQUE, Cristovam. Da ética á ética. Editora Intersaberes, 2011. (virtual - BV).
Bibliografia Complementar:
1. SÁ, Antonio Lopes de. Ética Profissional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
2. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Manole. 2012.
3. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
4. PONCHIROLLI, Osmar. Ética e responsabilidade social empresarial. 1ªed. Curitiba. Juruá 2011.
5. NALINI, Jose R. Ética Geral e Profissional. 10ªed. RT, 2014.
Disciplina: Ecotoxicologia Ambiental (OPTATIVA II)
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Introdução à toxicologia; toxicologia ambiental e ecotoxicologia; fundamentos de
ecotoxicologia aquática; tipos de produtos tóxicos: compostos naturais e xenobióticos; classificação
dos efeitos tóxicos e rotas de entrada dos produtos tóxicos; poluentes e contaminantes; interrelações dos contaminantes entre os compartimentos ambientais; origem da contaminação
ambiental; processos de transporte e transformação de contaminantes nos ecossistemas aquáticos;
destino dos contaminantes nos organismos e no ambiente; interação de poluentes com a biota;
organismos indicadores de qualidade ambiental; monitoramento ecológico e biomonitoramento;
testes toxicológicos com organismos aquáticos; bioensaios padrões; avaliação de risco ecológi co
Bibliografia Básica:
1. AZEVEDO, F.A. de; CHASIN, A.M. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Paulo. Ed RIMA.
2004. 322p.
2. Norma Cetesb P4.261. Manual de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de riscos.
maio/2003.
3. ZAGATTO, P.A; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia aquática: princípios e aplicações. 2008. 472p.
Bibliografia Complementar:
1. BRILHANTE, O.M., CALDAS, L.Q. Gestão e Avaliação de Risco em Saúde Ambiental. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1999.
2. SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impacto Ambiental – Conceitos e Métodos. São Paulo: Oficina de
Textos, 2006.
60
3. AZEVEDO, F.A. & Chasin, A.A.M. As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. São Paulo. Editora
Rima, 2001.
4. DUARTE, A.C., ROCHA SANTOS, T.A.P., PREGO, R. & PANTELEITCHOUK. Ecotoxicologia e remoção
de poluentes. Editora Piaget. 2005.
5. DUFFUS, J.H. Toxicologia ambiental. Omega Espanha. 1983.
Disciplina: Gestão de Recursos Hídricos
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Gestão dos recursos hídricos. Instrumentos de gestão. Aspectos legais e institucionais.
Aspectos econômicos.
Bibliografia Básica:
1. CAMPOS, N; STUART, T.M.C. Gestão das águas. Porto Alegre: Abrh, 2003.
2. PETRELLA, R. O manifesto da água: argumentos para um contrato mundial. Petrópolis, Rio de
Janeiro: Vozes, 2002.
3. COSTA, J.L.C. Água Brasil: estratégias de gerenciamento dos Recursos Hídricos no Brasil. BrasíliaDF, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. PORTO, R.L.L. Técnicas quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos. 2.ed. ABRH.
Porto Alegre – RS: UFRGS, 2002.
2. PAIVA, J.B.D.; PAIVA, E.M.C.D. (org.). Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias
hidrográficas. Porto Alegre: Abrh, 2001.
3. SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Gestão de recursos hídricos: aspectos legais econômicos e sociais.
Brasília: Secretaria de Recursos Hídricos, 2000.
4. TUCCI, C.E.M. Gestão da água no Brasil – Brasília: UNESCO, 2001.156p.
5. TUNDISI, J.G. Água no século 21: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima, 2003.
Disciplina: Tratamento Avançado e Reuso de Águas
Carga Horária Total: 40 horas aula
EMENTA: Introdução sobre tratamento avançado e reuso de águas residuárias. Tratamento
primário quimicamente assistido. Processos biológicos utilizados para a remoção de nitrogênio e
fósforo. Processos químicos para a remoção de fósforo. Operações e processos para a remoção de
contaminantes específicos (filtração final; filtração em membrana: micro/ultra/nanofiltração,
osmose reversa, eletrodiálise; adsorção em carvão ativado; etc.)
Bibliografia Básica:
1. MANCUSO, P.C.S.; SANTOS, H.F. Reuso de água, Manole, 2003.
2. BRAILE, P.M.; CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais.
CETESB, São Paulo, 1993, 764p.
3. MACEDO, J.A.B. Introdução a Química Ambiental. CRQ – Minas Gerais, 2001.
Bibliografia Complementar:
1. NUNES, J.A. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. Gráfica e Editora Triunfo
ltda. Aracaju, 2001, 299 p.
2. SCHNEIDER, R. P.; TSUTIYA, M.T. Membranas filtrantes para o tratamento de água, esgoto e
61
água de reuso. 1. ed. São Paulo: ABES, 2001.234 p.
2.
MOTA, S. et al. Reuso de Águas, 2000.
4. RICHTER, C.; AZEVEDO NETO, J. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Blucher,
2007. 332p.
5. DI BERNARDO, L.; DANTAS, A.B. Métodos e técnicas de tratamento de água. 2.ed. São Carlos:
RIMA, 2005. 792p. v1.
2.2.
Atividades Complementares
As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores
do perfil do alunado, possibilitam o reconhecimento por avaliação de habilidades, conhecim ento e
competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de
estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente
nas relações com o mercado de trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
A Resolução 042/2009 regulamenta o processo de aproveitamento das atividades complementares,
sendo redigida em concordância as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação. A Resolução
poderá ser consultada no Anexo I.
2.3.
Estágio Supervisionado e Extra curricular
A disciplina de estágio também está amparada pela Lei Federal no 6.494 de 07 de dezembro de 1977,
e no Decreto no 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei no 9394/96.
§ 2º O estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham condições de proporcionar
experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno estar em condições de
realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente Lei. (Nova Redação dada pela
LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
§ 3º Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e ser planejados,
executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calend ários
escolares. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
O Estágio curricular é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária; considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver
matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas atividades em
uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da empresa e supervisionado
por um professor da FACULDADE POLICAMP designado como coordenador de estágio.
A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é de 200
horas. A FACULDADE POLICAMP e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes para
realização do estágio.
A FACULDADE POLICAMP conta um regulamento geral de Estágio Supervisionado e considerando que
a participação dos professores é imprescindível nesta importante etapa do desenvolvimento
62
profissional do aluno, deverá ser elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado específico
para a Engenharia com a participação de todo o Colegiado de Curso.
No Estágio Extracurricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor supervisor da
instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio somente pode ser
exercido em empresas que tenham convênio firmado com a FACULDADE POLICAMP, o aluno deverá
entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador externo. As horas
trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades extra curriculares
2.4.
Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade de integração dos conhecimentos
adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um trabalho,
preferencialmente prático e multidisciplinar da área de Engenharia Ambiental e Sanitária.
Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II, nas quais
haverá um professor responsável à orientação coletiva, tendo como atividades a divulgação do
Regulamento de TC e divulgação do formato de apresentação da monografia e pela coordenação
geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela orientação individual do
TC.
A IES conta com a Circular Normativa que regulamenta os TCC e uma estrutura de apoio à elaboração
dos Trabalhos de Conclusão Curso, caracterizado pelo Núcleo de Pesquisa, cujas principais
finalidades são:

A manutenção de uma permanente assessoria metodológica ao aluno, visando à el aboração
do seu projeto de Trabalho de Curso;

A constante busca pela qualidade dos projetos, visando a manutenção de um bom n ível de
qualidade nos trabalhos finais;

O registro de todos os dados referentes às etapas de elaboração do projeto e do Trabalho de
Curso;

A aprovação dos projetos de Trabalho de Curso;

A montagem das bancas de Trabalho de Curso;

A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados.
O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o Trabalho
de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica específica para o
trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização, fundamentação teórica e
metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na disciplina Trabalho de Curso II, o
trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa pública perante banca.
63
A Resolução, na íntegra, do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade POLICAMP
pode ser consultada no Anexo II .
A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados.
O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o Trabalho
de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica específica para o
trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização, fundamentação teórica e
metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na disciplina Trabalho de Curso II, o
trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa pública perante banca.
A Resolução, na íntegra, do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade POLICAMP
pode ser consultada no Anexo II.
2.5.
Metodologias de Ensino
Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado e m
função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho
em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem.
A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e Inter complementares:
1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor
quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no
qual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de
estudo;
2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou
seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio
aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir
das orientações recebidas em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:
a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala
de aula;
b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada
aluno;
c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado
para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação);
d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas
(ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o
desenvolvimento das atividades intelectuais);
64
e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende
muito do envolvimento pessoal do aluno.
f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do
aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo.
g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do
aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo;
Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compreensão
do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e
também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de
forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula.
A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos
resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos
exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os
exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e
registrar os resultados.
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de
ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à
aferição do aproveitamento escolar do aluno.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO
a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1
e 2 e supletiva.
Obtém os créditos da disciplina o aluno que tiver frequência não inferior a setenta e cinco por
cento (75%) das aulas fixadas no currículo pleno e alcançar avaliação final não inferior a 5,0
(cinco), resultante da média entre a avaliação do exame e a média de, no mínimo, duas avaliações
intermediárias obtidas durante o período letivo.
Obtém os créditos da disciplina, sem prestar exame, o aluno que, durante o período letivo, tiver
alcançado média 7,0 (sete), no mínimo, nas avaliações intermediárias, computando-se a mesma
como avaliação final.
Para cada aluno, o Instituto elabora e mantém atualizado, após cada semestre, o histórico Escolar,
no qual são registradas as disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, créditos e nota
final obtida.
As disciplinas teóricas, então, pautam-se pelos créditos para aferição do aproveitamento, usuais
no Instituto, os quais provêm:
65
a) Duas avaliações parciais provenientes de um mínimo de duas provas no decurso do
Período Letivo, observadas as normas de avaliação emanadas da Diretoria Acadêmica.
b) Uma avaliação resultante do Exame Final.
A aprovação se dá naquelas disciplinas em que o aluno obtiver avaliação final mínima de 5,0
(cinco).
O aluno ficará dispensado do Exame Final na(s) disciplina(s) em que tiver 75% ou mais de
frequência e, no mínimo, 5,0 (cinco) na média de duas avaliações parciais.
Caso não preencha a condição de aproveitamento, o aluno deverá fazer exame final na(s)
disciplina(s) respectiva(s).
Há, antes do exame final, oportunidade de revisão de conteúdos programáticos mediante novos
exercícios, com vistas à substituição de avaliação, exceto para o aluno que tiver prova parcial
anulada devido à fraude escolar.
O aluno sem frequência mínima (75%) na disciplina não poderá substituir avaliação e nem fazer
exame final, sendo nulo o ato, se realizado.
A avaliação nas disciplinas práticas, por outro lado, tem características próprias, devido à relação
professor-aluno em aulas onde predominam os assessoramentos e a apresentação de trabalhos.
Neste sentido, usa-se uma ficha de Acompanhamento para registrar os assessoramentos e uma
Planilha de Avaliação.
A planilha é um instrumento avaliativo que possibilita ao docente a objetividade necess ária na
análise do trabalho apresentado e paralelamente oferece ao aluno a oportunidade de verificar
seu aproveitamento e saber como é avaliado seu trabalho.
As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária da FACULDADE POLICAMP.
2.7. Apoio ao Discente
2.7.1. Apoio Pedagógico
A Faculdade Politécnica de Campinas (FACULDADE POLICAMP) dispõe ao docente do PROE
(Programa de Orientação ao estudante), atualmente definido como nivelamento.
O Corpo Discente no Instituto merece especial atenção desde o primeiro contato com a Instituição –
no processo seletivo.
A Instituição mantém um setor encarregado do apoio, acompanhamento e de orientação pedagógica
que se responsabiliza pelas ações junto aos acadêmicos.
De acordo com o seu Regimento Interno, ficam fixados os direitos e deveres do Corpo Discente:
66
Art. 90. São direitos e deveres dos membros do Corpo Discente:
I. Frequentar as aulas e participar das demais atividades curriculares;
II. Utilizar os serviços postos à sua disposição pela Instituição;
III. Recorrer de decisões de órgãos executivos e deliberativos, observando os prazos legais;
IV. Não carregar para as dependências da Instituição objetos que não são destinados aos
objetivos didáticos e pedagógicos ou que possam representar risco às pessoas ou à Instituição;
V. Receber da Instituição, por ocasião da matrícula, o Catálogo de Curso, nos termos do artigo
47, § 1º da Lei nº 9.394/96, e Portaria MEC 971/97;
VI. Zelar pelo patrimônio da Instituição.
2.7.2. Apoio à Participação em Eventos
A Faculdade POLICAMP assume como política institucional apoiar os alunos para que participem de
eventos que possam contribuir para a atualização e aperfeiçoamento de sua formação. Este apoio é
realizado de divulgação e na forma de facilitador de transporte aos alunos para eventos, visitas,
publicação de artigos científicos, elaboração de jornais e murais didático-pedagógicos, congressos,
seminários, encontros e outras atividades voltadas para a formação adequada e atual dos discentes.
2.7.3. Apoio Psicopedagógico
É política da Faculdade POLICAMP garante, na medida de suas possibilidades e necessidades dos
interessados, apoio psicopedagógico aos seus alunos, a partir do trabalho dos docentes dos cursos
nas áreas envolvidas, por meio da contratação de um profissional devidamente qualificado.
Dessa forma, o aluno da Faculdade será atendido em suas necessidades e dificuldades referentes a
sua vida escolar e à sua aprendizagem, com horário agendado.
Para os discentes que necessitam de atendimento psicopedagógico, a diretoria e ou coordenação de
curso encaminha para o apoio psicopedagógico.
2.7.4. Mecanismo de Nivelamento (PROE – Programa de orientação ao estudante)
Considerando as dificuldades apresentadas pelos alunos, oriundos principalmente de escolas públicas
e cursos supletivos que chegam aos seus diferentes cursos, com defasagens significativas em
componentes básicos no processo de aprendizagem nos diferentes cursos oferecidos, especialmente
Língua Portuguesa, a Faculdade oferece aos seus al unos um processo de ensino-aprendizado
realizado a partir de metodologias diferenciadas que os auxiliem a vencer suas dificuldades básicas e
desenvolver um bom curso.
67
2.7.5. Monitoria
Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em coope ração com o
corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado, não
criando vínculo empregatício.
§ 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre os
candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnico-didáticas em
disciplinas já cursadas.
§ 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho
Superior.
2.7.6. Programa de Iniciação Científica (PIC)
A pesquisa no Instituto se caracteriza por propostas de investigação das práxis pedagógicas como foco
central em um movimento de articulação ensino-pesquisa, bem como a construção do
conhecimento, voltada para os interesses da comunidade na sua área de influência. A definição das
linhas de pesquisa que atendam as necessidades dos cursos e da comunidade será feita
conjuntamente pela Coordenadoria de Pesquisa.
Podem participar deste programa:
a) Alunos de Cursos de Graduação (Bacharelado, Tecnologia, Licenciatura, Normal Superior e
outros de formação de professores), regularmente matriculados em disciplina(s)
profissionalizante(s);
b) Alunos de pós-graduação, regularmente matriculados.
O aluno só poderá participar, no mesmo período, de um único projeto neste Programa.
A pesquisa é orientada e acompanhada em todos os momentos por um profissional vinculado ao
Instituto. Este profissional, para o presente propósito, é denominado Professor-Orientador.
No projeto figurará como professor-orientador o profissional que, após entendimentos entre e le e o
interessado, for indicado pelo aluno e homologado pelo Coordenador do Curso no qual o aluno está
matriculado.
O Instituto, ao definir as Linhas de Pesquisa, estabelece:

Auxiliares de Pesquisa;

Bolsistas de Iniciação Científica: alunos dos cursos de graduação, regularmente
matriculados em disciplinas profissionalizantes, em dia com suas obrigações perante a
Instituição e com o bom aproveitamento acadêmico;
68

Bolsistas de Aperfeiçoamento Científico: alunos de pós-graduação, regularmente
matriculados, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com bom
aproveitamento acadêmico.
2.7.7. Bolsas de Estudos
São oferecidas bolsas a alunos carentes e com bom desempenho escolar para que possam continuar
seus estudos com dignidade.
Atenta às dificuldades da região, a Faculdade idealizou os Projetos Sociais. São programas
facilitadores para o acesso de jovens e adultos carentes no ensino superior, conhecidos em todo o
Estado e reconhecidos pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
Coordenado por departamento da Instituição, tem como missão: alcançar a oferta e a prática de uma
Educação Solidária, através de parcerias com Instituições, Projetos Sociais, Educacionais e Culturais,
permitindo a Educação para todos e a Inserção Social.
Programas Institucionais de Financiamento de Estudos
A Faculdade POLICAMP é consciente de que uma grande parcela de seus alunos, principalmente as
classes C e D, são trabalhadores que não dispõem de tempo e disposição para se dedicar a um dos
projetos sociais que a IES oferece. Pensando nestes alunos que a Faculdade oferece aos seus alunos a
possibilidade de financiar o seu estudo, por meio de parceria com o Governo Federal através do FIES.
A Faculdade POLICAMP ciente que as instituições de ensino são por excelência o veículo natural de
disseminação da responsabilidade social e também responsáveis pela formação do cidadão, visa
proporcionar aos jovens carentes a possibilidade de ingresso ao ensino superior, e seguindo o
projeto de sua mantenedora consolidará parcerias com órgãos governamentais e instituições para
concessão de bolsas de estudo de até 100%.
No entanto, acreditando que em Responsabilidade Social na área educacional, não pode existir
doação e sim reciprocidade a Faculdade exige dos alunos contemplados bom desempenho
acadêmico e contrapartida social através da prestação de serviços em creches, asilos, hospitais,
associações de moradores, escolas municipais e estaduais e instituições beneficentes.
Deste modo, a seguir, apresenta-se uma síntese dos trabalhos, idealizados:
UNIESP SOCIAL
Consiste na contemplação de Bolsa de até 50% aos alunos financeiramente menos favorecidos e em
contra partida ao benefício recebido, o bolsista tem como compromisso o desenvolvimento de
atividades de contrapartida social em instituições sociais como: asilos, creches, hospitais e ONGs
oferecendo sua contribuição pessoal e profissional para a transformação de centros comunitários,
voltados para o exercício da cidadania.
Plano UNIESP de Inclusão Educacional e Social – UNIESP100
69
Consiste em proporcionar ao aluno a oportunidade de frequentar um curso superior com um valor
mensal acessível: por meio do pagamento do valor parcial das respectivas mensalidades durante o
período de duração do curso, mediante a concessão de bônus. Após a conclusão do curso, o aluno
terá a possiblidade de obtenção de desconto e parcelamento para a quitação do saldo contratual
devedor.
Programas Federais de Financiamento de Estudos
PROUNI – Programa Universidade para Todos
O Programa Universidade para Todos, denominado de PROUNI é destinado à concessão de bolsas de
estudo integrais e bolsas de estudo parciais de cinquenta por cento (meia-bolsa) para cursos de
graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou
sem fins lucrativos e oferece ainda a implementação de políticas afirmativas de acesso ao ensino
superior aos autodeclarados indígenas ou negros e aos portadores de deficiência.
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal
O FIES – Programa de Financiamento Estudantil do governo brasileiro, operado pelo Ministério da
Educação em conjunto com a Caixa Econômica Federal, financia até 100% das despesas estudantis. O
FIES - Financiamento Estudantil do Governo Federal é um programa do Ministério da Educação
destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar
com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições particulares,
conveniadas com o Programa e com notas positivas nas avaliações do MEC.
2.7.8. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso
A avaliação periódica do curso decorrente dos processos internos e externos, bem como em função
da dinamicidade do mesmo, será ponto vital para a reciclagem e realimentação, sendo que a difusão
dos resultados, por meios de comunicação massivos e interativos, deverá garantir o permanente
contato com a comunidade acadêmica assegurando a retroalimentação do processo de avaliação da
Faculdade.
Para isso serão feitas reuniões individuais e ou coletivas com docentes, di scentes e funcionários da
instituição, além de reuniões internas, por setor, para buscar alternativas para resolver os problemas
no âmbito do curso.
Nessa perspectiva, o processo de auto avaliação institucional da Faculdade POLICAMP, volta-se para
o atendimento de uma tríplice exigência, no objetivo de tornar-se:

Um processo contínuo de aperfeiçoamento do desempenho acadêmico;

Uma ferramenta para o planejamento da gestão universitária;

Um processo sistemático de prestação de contas à comunidade interna e ex terna.
70
Isso significa acompanhar metodicamente as ações desenvolvidas na Instituição a fim de verificar se
as funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas. É esse
contraponto entre o pretendido e o realizado que dá o sentido a auto avaliação Institucional nas
organizações universitárias.
Assim, os princípios norteadores da autoavaliação institucional na Faculdade POLICAMP, identificamse:

Pela aceitação e conscientização da necessidade de avaliação por parte de todos o s
segmentos envolvidos;

Pelo reconhecimento da legitimidade e pertinência dos princípios norteadores e dos
critérios a serem adotados;

Pelo envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade acadêmica na sua
execução e na implementação de medidas para a melhoria do desempenho institucional.
Nesse sentido, a Faculdade POLICAMP:

A avaliação deve ser um processo institucional envolvendo aspectos indissociáveis das
atividades-fim e atividades meio, necessários à sua realização. Para tanto, deve buscar
uma análise simultânea do seu conjunto de dimensões relevantes ou, a partir de
prioridades definidas no âmbito da Instituição e dos recursos disponíveis, hierarquizar,
cronologicamente, o tratamento de cada uma delas;

A proposta de avaliação deve integrar, num processo global, esforços e experiências de
avaliação já existentes na Faculdade POLICAMP englobando aspectos quantitativos e
qualitativos, bem como as demais experiências de instituições congêneres.

O processo avaliativo deve aliar a estratégia de avaliação interna à avaliação externa,
combinando subsídios e juízos de valor dos indivíduos comprometidos com a Instituição,
(porque nela desenvolvem algum tipo de atividade), com o julgamento de pessoas que a
ela não estão ligadas por vínculos profissionais;

A avaliação deve prever a efetiva e intensa participação de seus membros, tanto na
definição dos procedimentos e de formas de implementação, como na utilização dos
resultados, traduzidos em objetivos e metas, voltadas ao aperfeiçoamento da Instituição;

O processo de avaliação deve apresentar legitimidade técnica sendo, que, para tanto,
dependerá de método científico para coleta e tratamento dos dados, a partir de critérios
pré-definidos;

O processo de avaliação deve ser contínuo e sistemático, visando a real imentação e
aperfeiçoamento permanente do próprio processo avaliativo da Instituição.
71
Significa, portanto, o acompanhamento metódico das ações desenvolvidas pela Instituição com o fim
de verificar se os objetivos, finalidades e prioridades, definidas coletivamente, estão sendo realizadas
e atendidas.
Enquanto processo global:

Possibilita identificação de fatos que afetam, positiva ou negativamente, seu
desempenho e adequação, relevância e qualidade de todas as atividades desenvolvidas e
serviços prestados pelo curso.

Oferece subsídios para que a Instituição e as pessoas envolvidas em todos os seus
segmentos possam atuar de forma planejada, corrigindo distorções identificadas e
aperfeiçoando elementos dos serviços prestados.
Os resultados do processo das Avaliações de Curso, do ENADE e CPA deverão possibilitar:

O repensar a Instituição como uma entidade sintonizada com o momento atual e capaz
de responder às mudanças da sociedade em que se insere, em termos sociais, políticos,
econômicos e tecnológicos, dentre outros;

A recomendação de estratégias, objetivos, metas e ações futuras com vistas à melhoria
da qualidade de ensino, iniciação científica, extensão, gestão, missão, comunicação e
políticas institucionais, infraestrutura física e responsabilidade social;

Implementação de ações corretivas que possibilitem o aperfeiçoamento do desempenho
institucional;

Firmar valores que conduzam a excelência do ensino e da gestão universitária, tendo
como base os interesses dos docentes, discentes, técnico-administrativos e sociedade
em geral, nas áreas de atuação da Faculdade POLICAMP;

Indicar diretrizes para a tomada de decisão da gestão universitária, servindo como
subsídios para o Plano de Desenvolvimento Institucional, o Projeto Pedagógico
Institucional e os Projetos Pedagógicos dos Cursos.
2.7.9. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem
Para estimular nos alunos o desenvolvimento das competências advindas das Tecnologias de
Informação e Comunicação (TIC) no processo de ensino aprendizagem o curso a utilização de
ferramentas dessa natureza.
A faculdade POLICAMP possui 344 computadores distribuídos em 9 laboratórios de informática e 6
laboratórios específicos, disponíveis para aulas práticas, com softwares específicos e utilização livre
para pesquisas. O mundo atual passa por uma revolução tecnológica muito grande levando todos à
busca constante por atualização nesse campo, por isso temos a considerar que todas as
possibilidades que a Instituição tiver de inovar e se revestir de uma melhor estrutura tecnológica a
72
ser disponibilizada, será feita, pois hoje, essa abertura de universos e oportunidades de acesso deve
ser oferecida a todos os alunos indistintamente.
A Faculdade POLICAMP também conta com os seguintes recursos de informação e comunicação e de
acesso ao corpo docente e discente:

Sistema RM, de gestão acadêmica, financeiro e de biblioteca. O aluno tem acesso ao
Portal do aluno, via web. Nele é possível acompanhar a situação acadêmica, bem como
dos boletos para pagamentos de mensalidades. Neste portal o aluno também tem
acesso aos relatórios acadêmicos, tais como histórico parcial, comprovante de atividades
complementares e atestado de matrícula. Neste mesmo sistema há a interface do
docente, que tem acesso via portal do professor, que realiza o controle de frequência,
registra matérias lecionadas e notas.

Rede Wireless interna para conexão à internet, com link dedicado;

Softwares de planilhas eletrônicas, editores de texto, de apresentação;

Software específicos para os cursos;

Os coordenadores têm acesso aos diretórios no servidor da IES, armazenando com
segurança suas informações;

E-mails coorporativos aos coordenadores, possibilitando acesso aos demais professores
e alunos;

Mural de avisos no próprio site e no portal do aluno;

TV Uniesp;

Biblioteca Virtual;

Periódicos Eletrônicos;

Site Institucional.
2.7.10. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem
O sistema de avaliação do ensino e da aprendizagem desta instituição, com o intuito de formar um
profissional consciente de seu papel diante da sociedade, responsável e ético, procura integrar os
conteúdos de todas as disciplinas que compõem a matriz curricular do curso e guarda total coerência
com a sua concepção, possibilitando ao aluno tanto a apreensão de aspectos profissional izantes,
quanto humanísticos e comunicacionais.
A avaliação da aprendizagem e do desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, incidindo
sobre a frequência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos abordados em cada uma
delas. Os instrumentos de avaliação contemplam estudos de casos, trabalhos escritos e/ou práticos,
provas, seminários, avaliações escritas individuais, trabalhos de campo e em classe individuais ou em
73
grupos, pesquisas extraclasse que visam possibilitar ao aluno o aprendizado crítico, participativo e
criativo, que aproxime teoria e prática e colocando-os diante de situações práticas que serão
futuramente vivenciadas em sua atuação profissional. É neste ínterim que se solicita do aluno um
posicionamento ético diante de tais simulações ou cases.
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado, previstos para a disciplina e
aprovados pelo órgão competente, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno.
É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, segundo as normas
estabelecidas pelo Regulamento da Instituição. Compete ao professor, ou ao coordenador do curso,
quando for o caso, elaborar as questões e os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e
dos demais trabalhos, bem como o julgamento e registro dos resultados.
As avaliações das disciplinas de Estágio Supervisionado, Atividades complementares, Trabalho de
Conclusão de Curso - TCC e Projeto Interdisciplinar Integrado seguem regulamentos próprios.
A organização do currículo do curso prevê dois momentos distintos e Inter complementares:
1º) Alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem
direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no q ual o professor,
dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo;
2º) Alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em
contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno quem conduz
seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das orientações recebidas
em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:
a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala de aula;
b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada aluno;
c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para o
sujeito que está aprendendo assumi-lo como seu (relações de mediação);
d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas (ativação dos
processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o desenvolvimento das atividades
intelectuais);
e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito do
envolvimento pessoal do aluno.
f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do aluno, e
não está limitada a reprodução do conteúdo.
g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do aluno, por
meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo;
74
Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compre ensão do
conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de
atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de forma
individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula.
A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos
resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos
exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os
exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar
os resultados.
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino
da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do
aproveitamento escolar do aluno.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a
DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1 e 2 e
supletiva.
Há durante cada ano letivo, para as disciplinas semestrais, 02(duas) avaliações o ficiais, para
verificação do aprendizado em cada disciplina aplicadas ao longo do período letivo, conforme consta
do Calendário Escolar.
Outros trabalhos escritos, orais, desempenho em apresentação de seminários, artigos ou outras
formas complementares de apuração do rendimento escolar podem ser exigidos dos alunos e
ponderados em cada avaliação oficial, a critério do professor, após a aprovação da Coordenação.
Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e demai s
atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina quando obtiver média final
igual ou superior a 7,0 (sete inteiros).
A média final é obtida através da média aritmética simples das notas das avaliações oficiais, através
do arredondamento universal, com o resultado final devidamente arredondado para múltiplos de 0,5
ponto.
Há uma única prova repositiva de cada disciplina, por semestre, como alternativa para o aluno que
faltar à prova escrita oficial de avaliação nos bimestres anteriore s, realizada ao final do semestre
letivo, com matéria cumulativa, desde que requerida no prazo definido.
Para os alunos que não obtiveram média semestral igual ou superior a 7,0 (sete inteiros), mas
obtiveram média semestral igual ou superior a 3,0 (três inteiros) existem a avaliação de exame, que
ocorre após a avaliação repositiva com conteúdo acumulado do semestre. Neste caso para a
aprovação o aluno deverá possuir uma média de exame maior ou igual a 5,0 (cinco inteiros) que é
calculada pela média aritmética da nota semestral com a nota do exame.
75
Sabendo que as atividades do engenheiro não são estanques em áreas e que os trabalhos inter e
multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, no curso de Engenharia de Computação
as disciplinas componentes do curso abordam:
a) Atividades acadêmicas docentes: compreende atividades formativas como assistência a aulas,
aulas expositivas, e realização de seminários.
b) Trabalho discente efetivo: compreendem atividade práticas supervisionadas e atividades
práticas de diferente natureza, como laboratórios, atividades em biblioteca ou centros de
documentação, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupos, participação em grupos
cooperativos de estudos, visitas a instituições, entre outros.
3.
Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é o órgão de
coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a
política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos
Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante
a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e
fundamentos.
b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso.
c) Atualizar periodicamente o PPC.
d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso.
e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, se mpre que
necessário.
f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares.
g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo PPC.
h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a indicação ou
substituição de docentes quando necessário.
i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e
outros materiais necessários ao curso.
76
COMPOSIÇÃO DO NDE
Nome do Professor
Titulação
Angela Maria M. Peral Valente
Doutora
Luciana Ap. Ávila
Marco Antonio Ferreira Gomes
Doutora
Doutor
Doutor
Doutora
Alberto Oppermann Santini
Élida Castilho Bonomi
4.
Formação Acadêmica*
Engenharia
Agronômica
Bióloga
Geólogo
Químico
Engenharia Química
Regime de
Trabalho
Tempo Integral
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Coordenação do Curso
Conforme Regimento da Faculdade, em seu Art. 31, compete ao Coordenador de Curso:
I - convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II - representar a Coordenadoria de Curso perante as autoridades e órgãos da Faculdade;
III - elaborar o horário escolar do curso e fornecer à Diretoria os subsídios para a organização
do calendário acadêmico;
IV - orientar, coordenar e supervisionar as atividades do curso;
V - fiscalizar a observância do regime escolar e o cumprimento dos programas e planos de
ensino, bem como a execução dos demais projetos da Coordenadoria;
VI - acompanhar e autorizar estágios curriculares e extracurriculares no âmbito de seu curso;
VII - homologar aproveitamento de estudos e propostas de adaptações de curso;
VIII - exercer o poder disciplinar no âmbito do curso;
IX - executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado de Curso e as normas dos demais
órgãos da Faculdade;
X - exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e aquelas que lhe forem
atribuídas pelo Diretor Geral e demais órgãos da Faculdade.
Dentre suas atividades dá suporte às necessidades do corpo discente, convocando e coordenando
ações específicas para estes fins, bem como efetua reuniões de colegiado, e com o corpo discente
para a identificação de possíveis problemas e do bom andamento do curso. Também leciona
disciplinas no próprio curso. Essa vivência como docente lhe traz subsídios para uma gestão mais
profissionalizada, pautada na prática diária com alunos e com docentes.
Experiência Profissional, no Magistério e em Gestão Acadêmica do Coordenador
Coordenadora: Angela Maria Montes Peral Valente
Graduação: Engenheira Agrônoma (Faculdade de Agronomia e Zootecnia Manoel
Carlos Gonçalves – Fundação Pinhalense de Ensino) - 1980
Licenciatura em Química: Faculdade Maria Imaculada - 1998
Especialização em Química: Universidade Federal de Lavras (2000)
Mestrado: Química Orgânica – Instituto de Química – UFSCAR (2003)
Doutorado: Química: Química – Instituto de Química – UFSCAR (2007)
77
Pós-Doutorado: Microbiologia Ambiental - Embrapa Meio Ambiente (2009-2011)
Experiência Profissional e Acadêmica: conta com 20 (vinte) anos de experiência
no Magistério, destes, 9 (nove) anos de experiência no magistério superior e 5
(cinco) anos de experiência em gestão acadêmica.
Atualmente é coordenador do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária na Faculdade Politécnica de
Campinas. Tem experiência na área de espectrometria de massas, ressonância Magnética nuclear,
HPLC e processos fermentativos por micro-organismos.
5. Corpo Docente do Curso
O corpo docente da Faculdade POLICAMP, especificamente os do curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária, atende as exigências da legislação educacional nos aspectos legais requeridos.
5.1. Perfil Esperado do Docente
Os professores do curso devem estar permanentemente preocupados com a aprendizagem como
processo qualitativo e interdisciplinar, dando prioridade à auto imagem dos alunos como geradora de
melhor desempenho. Devem estar voltados para o desenvolvimento tanto no próprio corpo docente,
quanto no discente, das características humanas requeridas pela atual sociedade em termos de
espírito empreendedor, visão estratégica e generalista, compreensão holística da realidade e
adaptabilidade aos cenários de mudança.
O corpo docente do curso deve estar imbuído da necessidade de aperfeiçoamento constante e
contínuo de sua qualificação, competência técnica, cultural e pedagógica, atitudes responsáveis e
éticas, demonstrando comprometimento com o futuro do país e da instituição, capacidade para
trabalho coletivo, interdisciplinar e organizado, além de possibilitar aumento gradativo de sua carga
horária de trabalho na instituição. A sua comprovada experiência na área do curso e suas habilitações
são fundamentais ao bom êxito das atividades.
Para desempenhar com qualidade suas funções, os docentes devem:
 Construir conhecimentos, competências, habilidades e atitudes previstos para atuação na
educação superior;
 Estar consciente de que sua formação deve contemplar os diferentes âmbitos do
conhecimento profissional de sua área de atuação;
 Entender que a seleção dos conteúdos do curso deve orientar-se pelas diretrizes e
orientações previstas neste Projeto Pedagógico e ir além do ensino no stricto sensu,
buscando identificar as necessidades dos alunos para que se garanta os conteúdos
necessários às diferentes etapas da aprendizagem do Curso de Administração;
 Saber tratar os conteúdos ministrados no curso, de modo articulado com outros conteúdos e
estratégias pedagógicas;
78
 Entender que a avaliação é processo que deve orientar o trabalho do professor, a autonomia
dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem e a qualificação de profissionais
preparados para iniciar a carreira docente.
5.2. Atividades Docentes
A ocupação da carga horária docente deverá ser distribuída nas seguintes atividades, inerentes ao
cargo de Professor:
 Em atividades de ensino;
 Em atividades de pesquisa e de extensão;
 Em atividades de capacitação;
 Em atividades de administração e de representação.
A prioridade máxima de distribuição da carga horária deve ser dada ao ensino, considerando que o
processo ensino-aprendizagem constitui a atividade fim da instituição. As aulas devem ser
distribuídas de acordo com as necessidades de cada curso, priorizando o atendimento para o
processo ensino-aprendizagem, preponderando os aspectos educativo e coletivo sobre os aspectos
administrativo e individual.
A destinação de carga horária para atendimento extraclasse aos alunos será efetuada de acordo com
critérios estabelecidos para cada Curso, devidamente aprovados nos colegiados competentes, com
aprovação da mantenedora.
5.3. Corpo Docente do Curso x Disciplinas
Docente, Titulação, Experiência, Regime de Trabalho e Distribuição de Carga Horária do Corpo
Docente
do
Curso,
estão
apresentados
na
Tabela
a
seguir:
79
CORPO DOCENTE ATUAL
Nome
Tempo de experiência
Magistério
Outras
Regime de Trabalho
Disciplinas Ministradas no curso (disciplinas referentes à grade 2014-2019)
Titulação
Meteorologia e Cl imatologia
Aná l ise de Impactos Ambientais
Adri a na Ferrer Martins
5
0
Pa rci al
Economia do Meio Ambiente
Mes tre
TCC
Al berto Oppermann Santini
5
0
Projeto Interdisciplinar Integrado II
Tra ta mento de Água de Abastecimento
Bi oquímica
Quími ca Ambiental
Tra ta mento de Esgotos Sanitários e Efluentes Industriais
Control e da Poluição Atmosférica
TCC
Pa rci al
Doutor
Fenômenos de Tra nsporte
Él i da Ca stilho Bonomi
2
0
Proces sos e Operações Unitárias
Pa rci al
Ci nética e Cálculo de Reatores
Doutora
Projeto Interdisciplinar Integrado IV
Fundamentos da Biologia
Kamila Ferreira Massuda Garcia
3
0
Ecol ogia Geral e Aplicada
Pa rci al
Ecotoxi cologia Ambiental
Doutora
Projeto Interdisciplinar Integrado I e II
Quími ca Geral e Experimental
Topografia
Geoprocessamento
Quími ca Orgâ nica
Angela Ma ria Montes Peral Valente
20
10
Ci ências Ambientais
Integral
Ci ências dos Materiais
Técni cas Experimentais em Engenharia Ambiental e Sanitária
Certi fi cação e Adequação Ambiental de Empresas
Educa ção Ambiental
80
Pós -Doutor
Ana Cl a ra Blaauw
3
5
Di reito e Legislação Ambiental
Pa rci al
Es pecialista
Éti ca e Legislação Profissional
Cá l culo Diferencial e Integral I
Cá l culo Diferencial e Integral II
Cl a udio Mucelin
9
12
Pa rci al
Cá l culo Diferencial e Integral III
Mes tre
Ma temática Aplicada
Hi dráulica e Pneumática
Hi dráulica I
Newton F. de Freitas Junior
5
10
Sa neamento I
Hori sta
Sa neamento II
Mes tre
Hi dráulica II
Li cenciamento Ambiental
Audi toria e Perícia Ambiental
Mona lisa Franco
1
0
Pa rci al
TCC
Projeto Interdisciplinar Integrado V
Mes tre
Recurs os Hídricos e Hidrologia Aplicada
Expres são Gráfica
Na ya ra Sartorato Santana
2
4
Pa rci al
Fá bio Kenji Suguimoto
2
4
Hori sta
Mecâ nica Geral e dos Sólidos
Mes tre
Jorge Mi guel Dias Ca rdoso Ma rgalho Pi res
8
15
Pa rci al
Hi gi ene e Segurança do Tra balho
Es pecialista
Ma rcel o Acá cio Salgado Adani
4
9
Pa rci al
Des enho Auxiliado pelo Computador
Es pecialista
Fís i ca Geral e Experimental I
Fís i ca Geral e Experimental II
Es pecialista
Fís i ca Geral e Experimental III
Geol ogia e Solos
Control e da Poluição de Solos e Aquíferos
Ma rco Antonio Ferreira Gomes
12
30
Pa rci al
Eros ã o e Conserva ção do Solo
TCC
Ges tão de Recursos Hídricos
81
Doutor
Introdução a Engenharia
Ma ri a Denise Monacci
17
12
Integral
Es tá gio Supervisionado
Mes tre
Introdução à Engenharia
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Fá bio Santiago
3
0
Hori sta
Modelagem Matemática Aplicada a Engenharia Ambiental
Mes tre
Proba bilidade e Es tatística
Mi crobi ologia Aplicada
Luciana Ap. Ávila
3
0
Ges tão e Ma nejo de Recursos Naturais
Pa rci al
Sa úde e Segurança Ambiental
Doutora
Tra ba lho de Conclusão de Curso II
Os va l do Luiz Garcez
15
30
Hori sta
Al gori tmo e Lógica de Programação
Mes tre
Ci ências Ambientais
Planejamento Ambiental Territorial e Urbano
Ra fa el Leandro de Figueiredo Vasconcellos
2
4
Tra ba lho de Conclusão de Curso I
Hori sta
Ges tão de Resíduos Sólidos
Pós -Doutor
Recuperação de á reas Degradadas
Recurs os Energéticos e Desenvolvimento Sustentável
Comuni cação e Expressão
Metodologia Ci entífica e Tecnológica
Suel y Ca stro de Almeida Pereira
14
30
Ati vi dades Complementares
Pa rci al
Empreendedorismo
Huma nidades, Ci ências Sociais e Ci dadania
82
Mes tre
Síntese da Titulação do Corpo Docente do Curso
Titulação
Quantidade
Percentual %
Especialista
4
20
Mestre
9
45
Doutor
7
35
Total
20
Síntese do Regime de Trabalho dos Docentes do Curso
Regime de Trabalho Quantidade
Integral
Parcial
Horista
Total
2
13
5
20
Percentual
%
10
65
25
Plano de Cargos, Salários e Carreira dos Docentes
A Faculdade POLICAMP e sua Mantenedora adotam uma política de recursos humanos que valoriza
os seus quadros profissionais – docentes e não docentes, visto que consideram que os educadores
necessitam de ambiente democrático para o desenvolvimento de sua complexa tarefa na p rodução e
transmissão do saber e na formação integral do educando.
Assim, a instituição tem, como princípios fundamentais, em sua política de recursos humanos:

O desenvolvimento de relações harmônicas entre os integrantes de sua comunidade
acadêmica;

O estímulo à criatividade e à participação de docentes e não docentes em todas as
atividades da instituição, formais e informais;

O incentivo e o apoio à produção científica dos professores e às iniciativas individuais
ou de setores administrativos ou acadêmicos para a capacitação docente e/ou
técnico-profissional;

O aprimoramento das condições de trabalho, com a preocupação constante da
atualização dos padrões salariais de sua comunidade trabalhadora;

A busca permanente de elevados padrões éticos no desempenho profissional de
docentes e não- docentes.
Encontra-se na Instituição, à disposição, os "Planos de Carreira do Corpo Docente e do Técnico Administrativo".
83
Programa Institucional de Educação Continuada (FOCO)
A Instituição mantém um Programa Institucional de Educação Continuada, de caráter permanente,
com recursos próprios, com o objetivo de proporcionar possibilidades de reciclagem,
aperfeiçoamento e capacitação profissional dos docentes e técnicos administrativos, visando
aprimoramento dos seus recursos humanos, para a consequente melhoria das suas atividades. As
regras e as normas de funcionamento encontram-se editadas em Portaria específica para este fim, à
disposição, na Instituição.
Funcionamento do Colegiado de Curso
Segundo a prática do funcionamento do colegiado de curso da FACULDADE POLICAMP:
O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da
organização administrativa.
O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de graduação e um
representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do planejamento didático pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação do desempenho dos respectivos cursos
e de seus agentes.
O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano, cuja
convocação será feita pelo Coordenador, com antecedência mínima de 08 (oito) dias, com ordem do
dia indicada.
São competências do Colegiado de Curso:
I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e atividades,
programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências do projeto
pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida atualização, para
aprovação do Conselho Pedagógico;
II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em função de suas
características profissionais e sociais;
III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos escolares a
serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Escolar;
IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários, seminários ou
conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos;
V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em
tempo hábil para constar do plano orçamentário;
VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as demais,
propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos;
VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o integram;
84
VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como
do próprio pessoal docente;
IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas.
6. Infraestrutura
6.1. Infraestrutura para Funcionamento do Curso
A Mantenedora da Faculdade POLICAMP demanda esforços no sentido de garantir toda a
infraestrutura necessária, além de manter suas instalações e equipamentos em perfeitas condições
de funcionamento, higiene e sempre atualizados.
6.2. Infraestrutura Acadêmico-administrativa
Para o desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas propostas para a realização do
Curso de Administração, a Faculdade conta com uma infraestrutura própria que atende às condições
de iluminação, ventilação, salubridade, segurança, higiene, acústica e layout adequados, que seguem
todas as normas da moderna engenharia e arquitetura, visando o conforto e bem-estar dos corpos
docente, discente e administrativo.
Os recursos infra estruturais, tecnológicos e acadêmicos quanto às salas de aula, biblioteca,
laboratórios, equipamentos, informatização e outros, tanto gerais quanto por áreas, são descritos a
seguir.
6.3. Gabinetes de Trabalho para Docentes em Tempo Integral e Núcleo Docente
Estruturante
A Faculdade disponibiliza sala aos integrantes do NDE e professores de Tempo integral/parcial,
equipada com mesas, cadeiras, computadores conectados à rede de Internet, mesa para reunião com
cadeiras e armários para arquivamento de documentos. Atendendo aos requisitos de disponibilidade
de equipamentos em função do número de docentes, dimensão, limpeza, iluminação, acústica,
ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. A área total possui 31,05 m2.
6.4. Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos
A Faculdade POLICAMP disponibiliza gabinetes, destinadas as atividades de coordenação e serviços
acadêmicos, com mesa, cadeiras, armário e computador ligado à rede de Internet e que atende aos
requisitos de dimensão, limpeza, conservação, equipamentos, gabinete individual para coordenador,
número de funcionários, atendimento aos alunos e aos docentes, abaixo discriminados:
6.5. Sala de Professores
A Faculdade POLICAMP possui espaço adequado destinada a Sala de Professores medindo 31 m²,
com mesa para reuniões e cadeiras diversas, quadros de avisos, armários para guarda de material,
escaninho de documentos, computador ligado à internet para pesquisa e digitação de notas,
facilitando flexibilização e comodidade dos mesmos no ambiente de trabalho. Atendem aos
85
requisitos de disponibilidade de equipamentos em função do número de professores, dimensão,
limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade.
6.6. Salas de Aula
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação. Possuem
cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a instalação de
equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Datashow, Retroprojetor, entre outros) e tela de
projeção. Possuem ventilação adequada e iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade
adequada para garantir o conforto dos alunos.
As condições deste espaço físico, quanto aos itens de salubridade , espaço das salas em relação
professor/aluno, circulação, iluminação natural e artificial, ventilação e acústica, estão presentes no
quadro, a seguir.
Espaço Físico
Salubridade Apresentam condições propícias à saúde pública, em termos de arejamento,
oxigenação, higiene, e limpeza. Os ambientes são mantidos com serviços diários de limpeza, por
equipe responsável por esta atividade.
Espaço Dimensionadas na relação de mais de 2,00 m². por aluno, incluindo nesta metragem, a área
de circulação e o espaço do professor
Iluminação Natural e Ventilação Quanto à iluminação natural, todas as caixilharias foram
dimensionadas seguindo as normas do Código Sanitário Estadual, garantindo assim a iluminação
natural e ventilação.
Iluminação Artificial A iluminação artificial foi calculada atendendo as normas técnicas da ABNT,
quanto à quantidade de lâmpadas (lux), em função do uso específico (sala de aula, biblioteca,
laboratórios, etc.).
Acústica As salas de aulas foram implantadas em um posicionamento adequado em relação ao
distanciamento, garantindo um nível aceitável de ruído externo, não comprometendo o desempenho
professor-aluno.
7. Biblioteca
7.1. Organização do Acervo
A responsabilidade pela organização, aquisição e manutenção da biblioteca é do Diretor Geral, que
dispõe de uma bibliotecária e uma estagiária para dirigir e coordenar as atividades técnicas e
administrativas, para o controle e a administração de todo o acervo.
86
7.2. Espaço Físico
Atualmente, a área física da Biblioteca é ampla, contendo salas de estudo em grupo e espaços para
estudos individuais, além de computadores com acesso à internet para pesquisa na internet e
consulta online do acervo.
7.3. Formas de Atualização e Expansão do Acervo - Política de Aquisição
A política de aquisição da Biblioteca é voltada para as necessidades do corpo discente e docente da
Faculdade POLICAMP. O acervo da Faculdade é formado com base no conteúdo programático dos
cursos oferecidos pela instituição (bibliografia básica e bibliografia complementar). No início de cada
semestre, os professores solicitam à biblioteca, através de impresso próprio, as bibliografias
necessárias para complementarem o ensino. De posse deste material o bibliotecário, após verificação
no acervo e com aprovação do Coordenador do Curso, encaminha à Dire ção a solicitação de compra.
O plano de expansão será constante e consiste na adoção de uma política de renovação, ampliação e
atualização do acervo, mediante a aquisição de obras e doação de exemplares de outras instituições.
7.4. Horário de Funcionamento
O horário de funcionamento da Biblioteca da Faculdade POLICAMP é de segunda a sexta-feira das
14h às 22h e, aos sábados, das 08h às 12h.
7.5. Serviços Oferecidos
O acesso ao material da Biblioteca está disponível às comunidades acadêmica e local. Para os
empréstimos, o solicitante deverá estar cadastrado no sistema e ser aluno da Faculdade POLICAMP,
visto que, a reserva de obras somente ocorrerá mediante a solicitação pessoal do interessado.
Atualmente, a organização do acervo é feita através da classificação universal por assunto, sendo
admitida, posteriormente, a classificação por ordem alfabética de autores e títulos.
Serviços:

Catálogo disponível para consulta local;

Sistema informatizado;

Acesso disponível pela Intranet/Internet aos serviços.
7.6. Política Institucional para Atualização e Expansão do Acervo
Para atender usuários potenciais da Biblioteca, os mecanismos de seleção e aquisição do acervo
bibliográfico e audiovisual, tomam por base, tanto a bibliografia arrolada nos programas de ensino
dos projetos pedagógicos, de cada um dos cursos da instituição, como as bibliografias recomendadas.
87
Além destes procedimentos, são ainda considerados para seleção e aquisição destes materiais, as
bibliografias básicas encaminhadas pelos Coordenadores dos Cursos à Biblioteca, sendo estas listas
fruto de reuniões periódicas do NDE, e professores.
Além destes critérios gerais é levado em conta o perfil da Instituição e de seus usuários, em termos
de demanda da informação.
7.7. Bibliografia Básica
A Bibliografia Básica prevista no Projeto Pedagógico do Curso, contempla ao menos 4 títulos, por
unidade curricular disponibilizados na proporção de, pelo menos, um exemplar para a faixa de 10 a
15 vagas anuais. Estão tombados e informatizados e à disposição, para consulta, pesquisa e
empréstimo, na Biblioteca da instituição.
O acervo é fechado, com acesso a todo material bibliográfico por meio de terminais de consulta,
listagens e fichários. É permitido o empréstimo domiciliar para alunos e funcionários da instituição.
No caso de usuários externos será permitida a consulta local. O acesso aos materiais audiovisuais é
feito com a utilização de equipamentos dentro da biblioteca.
A consulta do acervo pode ser feita pela internet pelo seguinte
http://portal.uniesp.edu.br/corpore.net/Source/BibBiblioteca/Public/BibFirewall.htm?CodColigada=76&CodFilial=1&CodUnidade=1
endereço:
Além do acervo físico a IES possui uma biblioteca virtual (BV) repleta de livros, como
aproximadamente 2960 títulos, que podem ser acessados pelo alunos e funcionários pela internet a
partir
do
portal
da
Uniesp
e
direcionado
para
o
seguinte
link:
http://uniesp.bv3.digitalpages.com.br/users/publications.
O acesso a biblioteca virtual é feito por qualquer computador com acesso à internet, porém existem
computadores na biblioteca para que os alunos tenham esse acesso garantindo para consulta e
leitura dos livros digitais.
O acesso à internet é permitido apenas para alunos e funcionários e utilizado o sistema de reserva
para uso da internet e dos equipamentos quando há muita procura. O usuário pode fazer solicitações
e renovações via e-mail para a biblioteca.
A biblioteca tem seu acervo ampliado e atualizado principalmente de acordo com as solicitações dos
professores. Dá-se prioridade ao aumento do número de exemplares para os livros textos de todos os
cursos, tudo isso em conformidade com a verba orçamentária que é específica.
O Regulamento da Biblioteca está disponível na IES para consulta.
7.8. Bibliografia Complementar
A Bibliografia Complementar prevista no Projeto Pedagógico do Curso de engenharia de computação
contemplará em sua maioria 5 títulos, por unidade curricular. Estarão à disposição, para consulta,
pesquisa e empréstimo, na Biblioteca da instituição.
88
A consulta do acervo pode ser feita pela internet pelo seguinte
http://portal.uniesp.edu.br/corpore.net/Source/BibBiblioteca/Public/BibFirewall.htm?CodColigada=76&CodFilial=1&CodUnidade=1
endereço:
Além do acervo físico a IES possui uma biblioteca virtual (BV) repleta de livros, como
aproximadamente 2960 títulos, que podem ser acessados pelo alunos e funcionários pela internet a
partir
do
portal
da
IES
e
direcionado
para
o
seguinte
link:
http://uniesp.bv3.digitalpages.com.br/users/publications.
O acesso a biblioteca virtual é feito por qualquer computador com acesso à internet, porém existem
computadores na biblioteca para que os alunos tenham esse acesso garantindo para consulta e
leitura dos livros digitais.
7.9. Periódicos Especializados
A IES disponibiliza um grande número de periódicos virtuais (Nacionais e Internacionais), no site da
IES (http://www.policamp.edu.br/biblioteca/periodicosEletronicos.asp) para consulta e pesquisa.
PERIÓDICOS:

REVISTA SBA - CONTROLE & AUTOMAÇÃO

BRASIL ENERGIA

BRASIL ENERGIA

CED MAGAZINE (COMMUNICATIONS ENGINEERING & DESIGN)

ELECTRIC PERSPECTIVES (EEI – EDISON ELECTRIC INSTITUTE)

ELECTRICAL BUSINESS ON-LINE (CANADÁ)

HOME POWER (EUA & CANADÁ)

ABB REVIEW

ELECTRICITY TODAY HIGH VOLTAGE POWER & ENGINEERING E-MAGAZINE

CONSERVATION ECOLOGY

E-FFICIENCY NEWS

OPEN ENERGY TECHNOLOGY BULLETIN

PETROLEUM MARKETING MONTHLY

ACTA SCIENTIARUM : TECHNOLOGY

EPTIC

JOURNAL OF MICROWAVES AND OPTOELECTRONICS

PCH NOTÍCIAS & SHP NEWS (CENTRO NACIONAL DE REFERÊNCIA EM PEQUENOS
APROVEITAMENTOS HIDROENERGÉTICOS)

SEMINA: CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS
89
OUTROS PERIODICOS COMPLEMENTARES:

REVISTA ESCOLA DE MINAS

LABOR & ENGENHO

REEC – Revista Eletrônica da Engenharia Civil

REVISTA ELETRONICA DE PRODUÇÃO E ENGENHARIA

CIÊNCIA E ENGENHARIA

REVISTA DE GEOTECNIA

ECLÉTICA QUÍMICA

SOLDAGEM & INSPEÇÃO

REVISTA CONSTRUÇÃO METÁLICA

AMBIENTE CONSTRUIDO

ANAIS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS

BRAZILIAN JOURNAL OF CHEMICAL ENGINEERING

CERÂMICA

MATERIALS RESEARCH - Ibero-american Journal of Materials

JOURNAL OF
APPLICATIONS

PESQUISA OPERACIONAL

JOURNAL OF THE BRAZILIAN SOCIETY OF MECHANICAL SCIENCES AND ENGINEERING

LATIN AMERICAN JOURNAL OF SOLIDS AND STRUCTURES

REVISTA MATÉRIA

POLÍMEROS – Ciência e Tecnologia

PRODUÇÃO

GESTÃO & PRODUÇÃO

ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL

QUÍMICA NOVA

CADERNOS DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS

MADEIRA: ARQUITETURA & ENGENHARIA

REVISTA CONSTRUÇÃO METÁLICA

Ambiente e Educação - Revista de Educação Ambiental

Biota Neotropica

CERNE - Centro de Estudos em Recursos Naturais Renováveis

Ciência Florestal - UFSM
MICROWAVES,
OPTOELECTRONICS
90
AND
ELECTROMAGNETIC

Desenvolvimento e meio ambiente

Engenharia Ambiental Pesquisa e Tecnologia

Novos Cadernos NAEA

REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental

Revista Engenharia On-line

Revista Floresta

Revista Scientia Forestalis

REVISTA BRASILEIRA ENG. SANITÁRIA E AMBIENTAL

REVISTA DE ESTUDOS AMBIENTAIS

REVISTA BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS

REVISTA ECO21

REVISTA HOLOS ENVIRONMENT

REVISTA AMBIO: A JOURNAL OF HUMAN ENVIRONMENT

REVISTA DAE/SABESP

REVISTA MULTI DISCIPLINAR ACTA AMAZONICA

REMEA - Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental

CERNE (CENTRO DE ESTUDOS EM RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DA UFLA)

CIÊNCIA FLORESTAL

FLORESTA E AMBIENTE

SCIENTIA FORESTALIS

DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE

REVISTA ENGENHARIA ON-LINE

REVISTA ÁRVORE = BRAZILIAN JOURNAL OF FOREST SCIENCE

REVISTA BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL

REVISTA BRASILEIRA DE BOTÂNICA

ENGENHARIA AGRÍCOLA

BRAZILIAN JOURNAL OF PLANT PHYSIOLOGY

ACTA BOTANICA BRASILICA

ENGENHARIA AMBIENTAL - PESQUISA E TECNOLOGIA
Além do acervo virtual a biblioteca possui a seguinte relação:
91
PERIÓDICOS E REVISTAS
Periódico
Número de Periódicos
Disponíveis
Revista Controle e Automação¹
49 números
Informática na educação: teoria & 24 números
prática²
Journal of the Brazilian Computer 36 números
Society³
Revista de Informática Teórica e 19 números
Aplicada – RITA4
Revista de Iniciação Científica5
06 números
Sociedade Brasileira de Matemática 04 números
Aplicada e Computacional 6
Revista de Ciências Exatas e 06 números
Tecnologia7
Journal of Information Systems and 11 números
Technology Management8
Advances
in
Electrical
and 14 números
9
Computer Engineering
Computer
Science
Master 02 números
10
Research
Ano
ISSN
2002 a 2012
1999 a 2009
0103-1759
1516-697X
1997 a 2009
0104-6500
2004 a 2014
2175-2745
2011 a 2013
2008 a 2012
1519-8219
1984-8218
2006 a 2011
1980-1793
2004 a 2014
1807-1775
2011 a 2014
1844-7600
2011
2247-5575
ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS
Evento ou Congresso
Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) 11
Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP) 12
Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações
Internacionais (SIMPOI) 13
International Conference on Industrial Engineering and Operations
Management (ICIEOM) 14
Anos disponíveis
1996 a 2009
1999 a 2009
2002 a 2009
1996 a 2009
1. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-1759&lng=pt&nrm=iso
2. http://www.ip.pbh.gov.br/edicoes.html
3. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0104-6500&lng=pt&nrm=iso
4. http://seer.ufrgs.br/index.php/rita/index
5. http://seer.ufrgs.br/reic
6. http://www.upf.br/seer/index.php/ree
92
7. http://sare.anhanguera.com/index.php/rcext/index
8. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1807-1775&lng=pt&nrm=iso
9. http://www.aece.ro/
10. http://csmr.cs.pub.ro/index.php/csmr/index
11. http://www.abepro.org.br/indexsub.asp?ss=46
12. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
13. http://www.simpoi.fgvsp.br/
14. http://publicacoes.abepro.org.br/
8. Laboratórios Didáticos Especializados
Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos
adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de defi ciência.
Atualmente o curso de Engenharia Ambiental da FACULDADE POLICAMP, conta com oito laboratórios
específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e atender as habilidades e
competências cogentes as disciplinas.
Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela a seguir:
Laboratório
Capacidade
Implantação
Utilização
Laboratório de Física-Química
Laboratório de Informática e
CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI
32 alunos
50 alunos
imediata
imediata
1o / 2006
1o /
2006/2012
Laboratório de Microbiologia
25 alunos
2o / 2012
1o / 2012
Laboratório Topografia
25 alunos
2°/2012
1°/2012
8.1. Laboratório de Física-Química
A capacidade do laboratório é de 32 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:

Física Geral e Experimental I

Física Geral e Experimental II

Física Geral e Experimental III

Mecânica Geral

Mecânica dos Sólidos I
93

Ciência e Tecnologia dos Materiais

Química Geral e Experimental
A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Física.
Quant.
Descrição
08
Conjunto didático Plano inclinado (1)
10
Conjunto didático Equilíbrio de Corpo Rígido (1)
08
Conjunto didático Mesa de forças (1)
10
Conjunto Didático Empuxo (1)
10
Conjunto didático de Eletricidade e Magnetismo
(1)
01
03
1)
Conjunto Óptico(1)
Conjunto didático de Calorimetria (1)
(ver www.a zeheb.com.br, www.mogi gl a s s .com.br e www.tes equi pa mentos .com.br
A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Química.
Quant.
04
01
01
01
01
01
01
01
Vários
vários
Descrição
Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade.
Balança eletrônica semi analítica
Balança digital
Balança de plataforma e escala tríplice
Estufa
Capela
Banho Maria
Forno até 1400ºC
Equipamentos de manipulação química (almofariz,
béquer, balões volumétricos, cadinho, dissecador, bureta,
erlenmeyer, funil, pipeta, proveta, tripés, agitadores com
aquecimento, espátulas etc.),
Reagentes químicos diversos
8.2. Laboratório de Informática e AUTOCAD/IDRISI
A capacidade do laboratório é de 50 alunos, sendo atendidas as seguintes disciplinas ou parte delas:








Desenho Auxiliado por Computador
Projeto Interdisciplinar Integrado I
Projeto Interdisciplinar Integrado II
Projeto Interdisciplinar Integrado III
Projeto Interdisciplinar Integrado IV
Projeto Interdisciplinar Integrado V
Algoritmos e Lógica de Programação
Geoprocessamento
A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Informática e
CAD/CAM/CAE/AUTOCAD/IDRISI
94
Quant.
50
50
50
Descrição
Microcomputadores
Licença Software (AUTOCAD)
Licença Software (IDRISI)
8.3. Laboratório de Topografia
O Laboratório de Topografia atende as seguintes disciplinas:







Topografia
Geoprocessamento
Projeto Interdisciplinar Integrado I
Projeto Interdisciplinar Integrado II
Projeto Interdisciplinar Integrado III
Projeto Interdisciplinar Integrado IV
Projeto Interdisciplinar Integrado V.
A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Topografia.
Quant.
01
04
04
04
10
01
Descrição
Estação Total
Teodolitos
Miras
Tripés
GPSs
Cartas topográficas (região de Campinas) nas
escalas: 1:1.000.000, 1:500.000, 1:250.000,
1.100.000, 1:50.000.
Pilhas Recarregáveis
Níveis
05
02
8.4. Laboratório de Microbiologia
A Tabela a seguir indica os equipamentos do Laboratório de Microbiologia
Quant.
15
Várias
Várias
Vários
vários
várias
vários
Descrição
Microscópios óticos
Lâminas
Placa de Petri
Tubos d Ensaios
Suporte para tubos de Ensaio
Pinças
Cortadores de micélio (diferentes
diâmetros)
95
O Laboratório de microbiologia atende as seguinte disciplinas:

Fundamentos de Biologia

Ecologia Geral e Aplicada

Microbiologia Aplicada

Projeto Interdisciplinar Integrado I

Projeto Interdisciplinar Integrado II

Projeto Interdisciplinar Integrado III

Projeto Interdisciplinar Integrado IV

Projeto Interdisciplinar Integrado V
8.5. Recursos Audiovisuais e de Multimídia
Os equipamentos audiovisuais (38 projetores multimídia, retroprojetores, telas reflexivas) também
estão disponíveis na Instituição para servir aos alunos do Curso, além dos recursos móveis que são
alocados sob demanda existem diversas salas e laboratórios de informática onde o projetor está
fixado no teto.
8.6. Políticas de Utilização dos Laboratórios
Nas aulas práticas, as turmas de mais de 50 alunos, serão divididas em dois grupos que utilizarão dois
laboratórios. Cabe ressaltar que os Laboratórios de Informática poderão ser utilizados pela
comunidade acadêmica fora do horário previsto para aula. Para viabilizar esta utilização, a Faculdade
POLICAMP mantém os laboratórios em funcionamento das 14h às 22h de segunda a sexta-feira e, aos
sábados, das 8h às 12h, com a supervisão do pessoal de apoio ligado ao departamento de TI.
Os equipamentos são atualizados periodicamente. Além disso, a Faculdade realiza pesquisas para a
avaliação dos equipamentos lançados no mercado e que melhor atendem às necessidades de sua
comunidade acadêmica.
Os softwares disponíveis na Faculdade POLICAMP são atualizados anualmente ou conforme
solicitação do corpo docente. A manutenção dos equipamentos e atualização de programas é feita
por funcionários da própria da Faculdade, qualificados para esse fim.
8.7. Plano de Atualização Tecnológica e Manutenção de Equipamentos
O Plano de Atualização Tecnológica e de Manutenção dos Equipamentos é aplicado nos serviços de
conservação das instalações gerais e dos equipamentos Estes equipamentos ficam sob a guarda e
responsabilidade de um responsável técnico capacitado que coordena o fluxo de alunos e a forma de
utilização dos equipamentos.
96
ANEXO I
RESOLUÇÃO No 042/2009, de 21 de Dezembro de 2009
Revoga a RESOLUÇÃO Nº 07, de 15 de
Junho de 2005 e Disciplina as Atividades
Complementares de integralização
curricular, aos alunos dos cursos de
graduação oferecidos pela Faculdade
POLICAMP, de acordo com a Lei 9.394, de
20 de dezembro de 1996, – Lei das
Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Capítulo I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico
das Atividades Complementares nos Cursos de graduação oferecidos pela Faculdade
Faculdade POLICAMP.
Art. 2º
As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensino aprendizagem, privilegiando:
a)
a complementação da formação social e profissional;
b)
as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;
c)
as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnol ógica;
d)
as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural.
Capítulo II
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 3º
Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que
possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal
e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de
ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou
externas ao curso.
Art. 4º
As Atividades Complementares integram o currículo pleno do curso constituindo-se
em elemento indispensável para obtenção do grau correspondente, conforme
preconiza a legislação vigente.
97
Art. 5º
As Atividades Complementares compreendem três categorias:
§ 1º Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades:
a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na
organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino
Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o
aluno está matriculado.
b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob
a tutoria de docente da FAP.
c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da
Faculdade Faculdade POLICAMP.
d) Realizar estágios extracurriculares.
§ 2º Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades:
a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes.
b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes.
c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especial izadas.
§ 3º Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades:
a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter
educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são
desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade
acadêmica ou não.
b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades
que tenham como finalidade criar condições para que a comunidade
externa possa usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais,
tais como, campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para
conscientização social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios,
conferências, congressos, encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns,
jornadas, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários,
simpósios, entre outros, incluindo sua organização.
c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento,
que atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em
espaços temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na
própria IES ou em outras entidades oficiais que contribuam com sua
formação. São considerados cursos:
98
I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das
pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua
área de formação.
II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a
formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a
aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de
graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva
ampliar sua formação complementar.
III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação,
geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de
habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação
profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional.
d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela
de docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral,
tais como:
I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders,
cartazes, banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como
meios de informação à comunidade em geral sobre a atividades
extensionistas da faculdade, através de uma linguagem objetivas e
direta.
II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e outros
meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela
faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho cie ntífico,
técnico, cultural, entre outros.
e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais
desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para
os quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma al unos,
atendendo as demandas da comunidade, tais como:
I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de
tomada de decisão na realização de ações com envolvimento em todas
as etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados.
II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema, projeto,
tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a
execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e
mesmo de sua própria utilização.
III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de
trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou
alternada.
99
f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da
FAP, abrange a organização, sistematização e disponibilização de
informações institucionais e produção de materiais educativos, científicos,
culturais, sociais, para veiculação nos variados meios de comunicação.
g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de
Rádio ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento
produzido pela Faculdade.
Art.6º
A carga horária mínima a ser cumprida no decorrer do curso de graduação é de 120
horas, levando-se em observância as particularidades do Projeto Pedagógico do
curso.
Parágrafo único. Cursos que contemplam em seu Projeto Pedagógico carga horária
de Atividades Complementares superior a 120 horas poderão, a critério da
Coordenação, deferir a carga horária máxima em cada categoria em dobro.
Art. 7º
A carga horária máxima, por categoria, é a que segue no quadro abaixo:
Atividade / Modalidade
Documento comprobatório
C.H.
máxima
1. Atividades de ensino
1.1. Cursar disciplina eletiva não  Declaração
da
IES
prevista
na
organização
constando
curricular
aproveitamento
da 40 horas
disciplina e carga horária
total.
1.2. Prestar monitoria realizada sob  Declaração
da
FAP,
tutoria de docente
contendo a carga horária 40 horas
desenvolvida.
1.3. Participar em programas de  Declaração
da
FAP,
apoio pedagógico sob tutoria
contendo a carga horária 40 horas
de docente
desenvolvida.
1.4. Realização
de
extracurricular
estágio  Declaração da entidade
60 horas
onde ocorreu o estágio,
contendo período e carga
100
Atividade / Modalidade
Documento comprobatório
C.H.
máxima
horária total e
 Relatório padrão das
atividades desenvolvidas
no estágio.
2. Atividades de pesquisa
2.1. Desenvolver
projeto
de  Declaração da IES de
iniciação científica sob tutoria
conclusão e
60 horas
de docente
 Relatório padrão da
atividade desenvolvida
2.2. Realizar pesquisa científica sob
com parecer do professor
30 horas
tutoria de docente
orientador.
2.3. Publicar,
em
revistas
especializadas,
anis
de
 Cópia da publicação.
congresso ou afins, resenhas ou
resumos de artigos
30 horas
3. Atividades de extensão
3.1. Desenvolver
projetos
de
extensão
universitária:
conjunto de atividades de
caráter
educativo, social,
ambiental,
cultural
e
30 horas
tecnológico, as quais são
desenvolvidas sob a tutoria de
 Declaração fornecida pela
docentes,
prestigiando
a
entidade organizadora.
comunidade acadêmica ou não.
3.2. Atividades para disseminação
do
conhecimento:
campeonatos,
ciclos
de
estudos, encontros, exposições,
feiras, festivais, jornadas, mesas
101
30 horas
Atividade / Modalidade
Documento comprobatório
C.H.
máxima
de
debates,
desfiles,
seminários, simpósios, entre
outros,
incluindo
sua
organização.
3.3. Participação em atividades para  Crachá
oficial
de
disseminação
do
identificação pessoal no
conhecimento:
colóquios,
evento ou
conferências,
congressos,
fóruns, mesas de debates,  Fotografias originais que
identificam o participante
palestras, recitais, desfiles,
no evento ou
seminários, simpósios, visita
30 horas
técnica, entre outros.
 Certificado
de
participação ou
 Ingresso ou
 Lista de presença
3.4. Cursos de extensão cultural:
visando
aumentar
o
conhecimento geral.
3.5. Cursos
de
universitária.
10 horas
 Certificado
constando
aproveitamento e carga
atualização
horária total.
40 horas
3.6. Cursos de extensão profissional.
30 horas
3.7. Produção
de
materiais  Cópia do original e
impressos ou audiovisuais.
 Relatório da atividade 50 horas
desenvolvida com parecer
do professor orientador.
3.8. Atividade de prestação de  Relatório da atividade
serviço (assessoria, consultoria
desenvolvida com parecer 60 horas
ou supervisão)
do professor orientador e
102
Atividade / Modalidade
Documento comprobatório
 Certificado emitido pela
FAP constando carga 60 horas
horária total
3.9. Sistemas de informação
3.10. Criação, manutenção e/ou
participação em programas de
estações de rádio ou televisão
Art. 8º
C.H.
máxima
60 horas
Somente serão aceitas as atividades desenvolvidas pelo aluno no período em que
estiver regularmente matriculado no curso.
Capítulo III
DO REGISTRO ACADÊMICO
Art. 9º
No último mês de cada semestre letivo, em período estipulado no Calendário
Acadêmico, os alunos matriculados nos cursos de graduação oferecidos pela FAP
deverão protocolar na Secretaria Acadêmica pedido de convalidação das atividades
complementares por ele desenvolvidas ao longo do Semestre.
Parágrafo único.
Art. 10
As atividades complementares protocoladas para convalidação
que não apresentarem a documentação comprobatória exigida
terá o pedido indeferido.
Cada Atividade Complementar realizada terá um registro próprio junto a Secretaria
Acadêmica, que será protocolado em formulário padronizado.
Parágrafo único. A atividade realizada em outra Instituição e/ou Empresa, deverá ser
comprovada através de documento próprio, a qual poderá ser
convalidada como Atividade Complementar pela Coordenadoria
responsável pelo Curso.
Art. 11
Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias.
103
ANEXO II
RESOLUÇÃO No 45, de 28 de Maio de 2011
Revoga a Resolução nº 19, de 15 de Junho de 2005 e regulamenta o Trabalho de Conclusão de Cursos
da Faculdade POLICAMP.
O Diretor Geral da Faculdade POLICAMP, no uso de suas prerrogativas legais e regimentais e na
qualidade de Presidente do CONSELHO SUPERIOR e considerando a aprovação por parte daquele
Colegiado,
RESOLVE:
REGULAMENTO
CAPÍTULO I
Das Disposições Gerais
Art. 1º. De acordo com os anexos do Regimento Interno da Faculdade POLICAMP, os cursos
oferecidos pela Instituição incluem, como requisito curricular, o Trabalho de Conclusão de Curso de
Graduação (TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profissionalizantes.
Art. 2º. No último ano do curso, deve ser reservada uma carga horária semanal para as
atividades relacionadas ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 3º. O Trabalho de Conclusão de Curso constitui-se em um trabalho de graduação,
elaborado pelo aluno, sob orientação de um professor-orientador.
§1º. O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve estar voltado para a pesquisa,
privilegiando temas relacionados a problemas da realidade atual, podendo incluir:
a)
Revisão crítica da literatura sobre determinado tema ou assunto escolhido;
b)
Desenvolvimento e apresentação de tema com contribuição pessoal e
aplicação prática;
c)
Trabalho original de pesquisa.
§2º. Os subsídios teóricos, práticos e metodológicos de pesquisa, adaptados às
peculiaridades da área do tema escolhido para o Trabalho Final de Conclusão de
Curso de Graduação, serão oferecidos ao orientando pelo professor-orientador.
Capítulo II
Da Coordenação
104
Art. 4º. Cabe ao coordenador de curso designar, dentre os professores portadores do título
de Doutor ou de Mestre, um professor para exercer as funções de Coordenador das atividades
relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Parágrafo único.
A indicação de que trata o caput deste artigo poderá recair,
excepcionalmente, sobre o professor especialista, nos casos em que não existam
professores portadores dos títulos necessários.
Art. 5º. São atribuições do coordenador:
a)
Fazer cumprir as presentes normas, divulgando-as para os alunos inscritos no
trabalho final de graduação;
b)
Elaborar e divulgar anualmente o calendário de atividades relacionadas ao
desenvolvimento dos trabalhos finais de graduação;
c)
Indicar, para aprovação do coordenador, os nomes dos professores para
composição da comissão examinadora responsável pela avaliação dos
trabalhos finais de graduação;
d)
Buscar alternativas para solucionar dificuldades surgidas no decorrer do
desenvolvimento dos trabalhos, principalmente no que se refere à relação
orientador-orientando;
e)
Encaminhar, anualmente, ao coordenador, para aprovação, a relação de
professores-orientadores dos trabalhos de conclusão de curso. Esta relação
deverá ser composta por, no mínimo, cinco professores.
Capítulo III
Da Inscrição
Art. 6º. A inscrição para a realização do trabalho final de graduação é feita no início de cada
ano, mediante preenchimento de formulário próprio fornecido pela Secretaria da Faculdade
POLICAMP.
§1º. Devem se inscrever acadêmicos matriculados no último ano do curso.
§2º. O aluno optará por três professores-orientadores nas áreas profissionalizantes de sua
preferência, conforme relação fixada pela Direção.
§3º. A definição do professor-orientador será feita de acordo com critérios a serem
adotados pelo coordenador de curso.
Capítulo IV
Da Orientação
105
Art. 7º. A orientação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação será garantida a
todos os alunos inscritos, ficando a cargo dos professores-orientadores indicados pelo respectivo
coordenador.
Art. 8º. A cada início de ano, os coordenadores de curso encaminharão a diretoria, para
aprovação, a relação de professores-orientadores disponíveis para orientar os alunos inscritos nos
trabalhos de conclusão de curso, suas respectivas áreas de orientação e número de vagas oferecidas
pelo orientador.
Parágrafo único. Após aprovadas pela direção ocorrerá a divulgação das relações de que
trata o caput do artigo.
Art. 9º. Os critérios para o preenchimento do número de vagas disponíveis para orientador
obedecerão:
I.
Às opções do aluno, até o limite das vagas disponíveis por orientador.
II.
Ao número de trabalhos por orientador que será de, no mínimo, dois e de, no
máximo, dez.
III.
Ao coordenador, que poderá adotar, para atendimento das opções feitas pelos
alunos, os critérios de Notas de Aproveitamento e Frequência até o ano
anterior.
Art. 10. Tanto o orientador como o orientando não poderão interromper o processo de
elaboração do trabalho final de graduação, sem motivo justificado.
Parágrafo único. Os pedidos de Término de Orientação, solicitados pelo orientador, ou de
Substituição de Orientador, solicitados pelo orientando, relacionados no caput deste
artigo, serão encaminhados ao coordenador, instância em que são analisados os
motivos apresentados e decidida a matéria.
Capítulo V
Da Elaboração dos Trabalhos
Art. 11. A elaboração do Trabalho Conclusão de Curso de Graduação tem como
embasamento conhecimentos metodológicos e de pesquisa, podendo ser realizado individualmente
ou em dupla.
Art. 12. O aluno inscrito no Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve apresentar
ao Coordenador, até o final do primeiro bimestre, um Projeto de Trabalho, aprovado pelo seu
orientador.
§1º. As datas para a apresentação do relatório do trabalho em sua primeira versão, para
avaliação prévia, e do período destinado à sua revisão para a apresentação da versão
final, serão fixadas em calendário próprio - Calendário das Atividades do Trabalho
106
de Conclusão de Curso - a ser divulgado pela direção acadêmica no início de cada ano
letivo;
§2º. A versão final do trabalho será entregue impresso ao orientador, no prazo máximo
de vinte dias antes da defesa, em três vias, devendo respeitar as normas técnicas,
anexas a este regulamento, acerca da formatação, do tamanho, da apresentação, da
linguagem etc;
§3º. Os prazos para a avaliação dos trabalhos pelas Comissões Examinadoras obedecerão
àqueles fixados no Calendário de Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso;
§4º. Ao término do processo de defesa e sendo aprovado, o aluno deverá entregar na
Secretaria Acadêmica, no prazo máximo de quinze dias, a cópia final do TCC em
arquivo eletrônico, versão PDF (disponibilizada em CD ROM, identif icado conforme
especificado no anexo dessa Resolução).
§5º. O TCC que tiver nota maior ou igual a 9,0 (nove) deverá ser entregue também uma
cópia impressa e encadernada (capa dura), no prazo máximo de trinta dias, a fim de
ser disponibilizada na Biblioteca da Instituição.
Capítulo VI
Da Comissão Examinadora
Art. 13. As Comissões Examinadoras dos trabalhos de conclusão do curso de grad uação
serão constituídas de três professores, incluindo o professor-orientador do aluno, um professor
convidado e mais um professor especialista na área objeto do TCC.
Parágrafo único.
A Instituição, através da Diretoria Acadêmica, poderá também
convidar, na condição de participante, um quarto membro da comunidade para
compor a Comissão Examinadora, sendo-lhe vedada a atribuição de nota.
Art. 14. A designação das Comissões Examinadoras será feita pelo coordenador, após
aprovação, considerados os nomes indicados, a especi ficação dos trabalhos e os prazos fixados no
Calendário de Atividades Monográficas.
Parágrafo único. O professor-orientador será o presidente nato da comissão examinadora,
cabendo a ele a condução dos trabalhos.
Capítulo VII
Da Avaliação
Art. 15. A aprovação do trabalho é atribuição, em primeira instância, do professororientador, a quem cabe aprovar a primeira versão do trabalho, e depois da comissão ex aminadora.
§1º. A avaliação é feita em formulário próprio a partir do julgamento da qualidade do
trabalho apresentado.
107
§2º. Cada membro da Comissão Examinadora atribuirá pontos ao aluno, numa e scala de
zero a dez.
§3º. A apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação poderá ou não ser
pública, conforme critérios definidos pelo coordenador.
Art. 16. É considerado aprovado o aluno que obtiver média maior ou igual a 7,0 (seis
inteiros) da avaliação realizada pelos três membros da banca examinadora.
Art. 17. O aluno que não apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso ou não obtiver a
nota mínima exigida não poderá colar grau até que normalize sua situação.
Art. 18. Após a conclusão do curso, o aluno de que trata o caput do Artigo 17 deverá
efetuar uma matrícula regular para Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso por período
correspondente ao prazo necessário, para que ocorra a apresentação e aprovação do Trabalho de
Conclusão de Curso.
Art. 19. Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pelo CONSEP.
Capítulo VIII
Das Disposições Transitórias
Art. 20. O presente Regulamento para os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação
terá um período de dois anos para as adequações necessárias.
Art. 21. No período de que trata o caput do Artigo 20, poderão ser experimentadas novas
formas e novos instrumentos que busquem o aperfeiçoamento do processo avaliatório e da
sistemática adotada.
Art. 22. Excepcionalmente, a critério do professor-orientador, o Trabalho de Conclusão de
Curso, dependendo da natureza e do grau de complexidade da pesquisa, poderá ser elaborado por
no máximo dois alunos, mediante apresentação de justificativa ao coordenador e obter sua devida
aprovação.
Art. 23. Esta Resolução entra em vigor nesta data.
108
109
REQUISITOS LEGAIS
Nº
REQUISITOS LEGAIS
LEGISLAÇÃO
LOCALIZAÇÃO NO PPC
01
Coerência dos conteúdos
curriculares com as Diretrizes
Curriculares Nacionais
Parecer CNE/CES
211/2004 e Resolução
CNE/CES 09/2004
Organização DidáticoPedagógica B. 4 – Página
18
02
Estágio supervisionado
Lei nº 11.788/2008
Organização DidáticoPedagógica B.6.2 –
Página 62
Resolução CNE/CES
09/2004
03
Disciplina de Libras
Decreto 5.626/2005
Organização DidáticoPedagógica B.3 – Página
48
04
Carga horária mínima e tempo
mínimo de integralização
Bacharelado: Parecer
CNE/CES 08/2007 e
Resolução 02/2007;
Organização DidáticoPedagógica B– Página 13
Resolução 03/2007;
Resolução 4/2009;
Portaria MEC 505/2009
05
Condições de acesso para
pessoas com deficiência e/ou
com mobilidade reduzida
Dec.5.296/2004, com
prazo de implantação das
condições até dezembro
de 2008
Instalações Físicas A.5 Página 74
06
Trabalho de Conclusão de Curso
Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Organização DidáticoPedagógica B.6.2 –
Página 63
Direito: Parecer CNE/CES
211/2004 e Resolução
CNE/CES 09/2004 .
07
NDE (Núcleo Docente
Portaria MEC nº
Corpo Docente A. 1 –
Estruturante)
147/2007
111
Página 65
Download

realizar