PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA NATUREZA (CECETEN) UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA VASSOURAS/RJ Curso de Engenharia Ambiental USS APRESENTAÇÃO Esse Projeto expressa a constante construção da prática pedagógica inserida no curso de Engenharia Ambiental. O que se apresenta é a percepção de nossos professores que compõem ou já compuseram o colegiado juntamente com os seus coordenadores, nesses quase cinco anos de curso. Em um contexto atual e sempre flexível para propostas inovadoras que visem um desenvolvimento de competências técnicas com olhar humanista, esta prática pretende comprometer-se com a formação de um profissional de vanguarda, empreendedor, interferente e capaz de problematizar com competência e responsabilidade em um mundo cada vez mais exigente de tecnologias sustentáveis. Desta forma, pressupõe-se a necessidade de uma gestão do currículo que envolva não somente os conteúdos disciplinares, como também práticas pedagógicas capazes de ampliar os espaços e os tempos de aprender. Por considerarmos que as Universidades não são apenas instituições cujo trabalho se esgota na instrução, mas, ao contrário, são espaços complexos em que culturas, ideologias e visão de mundo estão em conflito, compreendemos que na discussão sobre o projeto pedagógico de um curso de graduação não são apenas as questões relacionadas ao como e por que aprender que devam estar sendo discutidas, como também as relacionadas ao ensino. E este processo se constrói pela participação de todos os sujeitos sociais, quando da definição do Projeto Pedagógico do curso; pela contínua reflexão sobre o perfil sócio-econômico e cultural dos alunos; pela definição de quais são os projetos capazes de associar conhecimento, participação e transformação dos sujeitos envolvidos na prática pedagógica. O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental se dinamiza pelas constantes discussões com docentes, finalizando com os partícipes do Núcleo Docente Estruturante. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo, DSc. Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental 2 Curso de Engenharia Ambiental USS SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES)........... 07 1.1 DADOS GERAIS DA MANTENEDORA E DA MANTIDA........................................... 07 1.2 PERFIL E MISSÃO DA IES............................................................................................... 08 1.3 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO................................................................ 10 1.4 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO........................................... ........ ................... 13 1.5 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO................ 15 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO.............................................................................. 18 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO........................................................ ............ ....................... 18 2.2 BREVE HISTÓRICO DO CURSO...................................................................................... 18 2.4 JUSTIFICATIVA PARA ABERTURA DO CURSO......................................................... 19 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA............................................................... 21 3.1 PROJETO DO CURSO: ASPECTOS GERAIS................................................................. 21 3.1.1 Objetivos do Curso................................................................................................................ 21 3.1.2 Perfil do Egresso.................................................................................................................... 21 3.1.3 Articulação do PPC com o PPI e com PDI: Ações implementadas................................... 23 3.1.4 Coerência PPC e Currículo e DCNs: Ações implementadas............................................. 23 3.1.5 Avaliação do Curso: Ações implementadas 24 3.1.6 ENADE: Ações implementadas 26 3.2 PROJETO DO CURSO: FORMAÇÃO.............................................................................. 26 3.2.1 Estrutura curricular.............................................................................................................. 26 3.2.1.1 Adequação e Dimensionamento de cargas horárias............................................................. 27 3.2.1.3 Disciplinas em Modalidade Semipresencial......................................................................... 27 3.2.2 Conteúdos Curriculares........................................................................................................ 28 3.2.2.1 Núcleo de Formação Básica............................................................................................... 28 3.2.2.2 Núcleo de Formação Profissionalizante.............................................................................. 28 3.2.2.3 Núcleo de Formação Específico.......................................................................................... 29 3 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.2.2.4 Ementas atualizadas e coerentes com perfil do egresso e os objetivos do curso................. 30 3.2.3 Procedimentos de Ensino- Aprendizagem.......................................................................... 42 3.2.3.1 Estratégias de flexibilização Curricular, Contextualização e Interdisciplinaridade............ 42 3.2.3.2. Metodologia comprometida com o desenvolvimento do Espírito Científico..................... 43 3.2.4 ATENDIMENTO AO DISCENTE ................................................................................. 45 3.2.4.1 Nivelamento ........................................................................................................................ 45 3.2.4.2 Programa Institucional de Monitoria.................................................................................... 46 3.2.4.3 Atividades Extraclasse......................................................................................................... 47 3.2.4.4 Apoio Psicopedagógico ....................................................................................................... 47 3.2.4.5 Programa Institucional de Tutoria........................................................................................ 48 3.2.4.6 Política de Institucionalização de Acompanhamento do Egresso........................................ 48 3.2.4.7 Acesso a Registros Acadêmicos........................................................................................... 49 3.2.4.8 Condições de Acesso para portadores de necessidades especiais......................................... 49 3.3 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO................................................................................ 50 3.4 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO................................... 50 3.4.1 Estágio Curricular Supervisionado.......................................................................................... 50 3.4.2 Trabalho de Conclusão de Curso............................................................................................ 51 3.4.3 Atividades Complementares.................................................................................................. 52 3.4.4 Pesquisa................................................................................................................................... 53 3.4.5 Extensão.................................................................................................................................. 54 3.4.6 Estímulo à participação em Eventos Internos e Externos 55 4. CORPO DOCENTE, CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO................................. 56 4.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE............................................................. 56 4.2 COORDENADORA DO CURSO........................................................................................ 58 4.3 INSTÃNCIAS COLETIVAS DO CURSO.......................................................................... 59 4.4 DO CORPO DOCENTE...................................................................................................... 60 4.4.1 Pesquisa e Produção Científica de Docentes........................................................................... 61 4.4.2 Plano de Carreira Docente....................................................................................................... 60 4 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.5 DO CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO............................................................... 61 5. INSTALAÇÕES FISICAS.................................................................................................... 62 5.1 INSTALAÇÕES GERAIS ................................................................................................. 62 5.2 BIBLIOTECA .................................................................................................................... 62 5.2.1 Informatização...................................................................................................................... 63 5.2.2 Política de Atualização......................................................................................................... 63 5.2.3 Serviços.................................................................................................................................. 63 5.3 INFRA-ESTRUTURA E INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS ......... 64 5.3.1 Laboratório de Informática...................................................................................................... 64 5.3.2 Laboratório de Ciências Ambientais....................................................................................... 66 5.3.3 Laboratório de Bioquímica...................................................................................................... 66 5.3.4 Laboratório de Cartografia....................................................................................................... 67 5.3.5 Laboratório de Física.............................................................................................................. 67 5.3.6 Laboratório de Físico-química............................................................................................... 67 5.3.7 Laboratório de Microbiologia................................................................................................. 67 5.3.8 Laboratório de Química analítica e Inorgânica....................................................................... 68 5.3.9 Laboratório de Química analítica e Orgânica.......................................................................... 68 6. REFERÊNCIAS........................................................................................................................ 69 7. ANEXOS................................................................................................................................... 70 5 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES) 1.1 DADOS GERAIS DA MANTENEDORA E DA MANTIDA Mantenedora: FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA Município - Sede: Vassouras Estado: Rio de Janeiro Região: Centro Sul Fluminense C.G.C. / C.F. n° 32.410.037/0001- 84 Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40 Tel/fax (24) 24711287 Endereço eletrônico: www.uss.br E-mail: [email protected] Instituída a 29 de janeiro de 1967, declarada de Utilidade Pública pelo Decreto Federal nº.68.769, de 17 de junho de 1971 e reconhecida como entidade de fins filantrópicos por certificado do Conselho Nacional de Serviço Social, de 8 de janeiro de 1975. Mantida: UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA (USS) Município - Sede: Vassouras Estado: Rio de Janeiro Região: Centro Sul Fluminense Ato de Credenciamento: Decreto de 3 de julho de 1997 Data de publicação no DOU: 04/07/1997 Processo: 23000.000827/90-76 Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40 Bairro: Centro Cidade: Vassouras CEP: 27700-000 Telefones: 0XX (24) 2471-8200 / 2471- 8225 E-mail: [email protected] Home page: http://www.uss.br Caracterização Geral da IES: Instituição privada, sem fins lucrativos, declarada de Utilidade Pública pelo Decreto nº 68.769, de 17 de junho de 1.971, publicado no Diário Oficial da União em 18 de junho de 1971. 6 Curso de Engenharia Ambiental USS 1.2 PERFIL E MISSÃO DA IES A história da Universidade Severino Sombra (USS) se articula com a história da cidade de Vassouras. A USS possui importância histórica no desenvolvimento econômico, social e cultural do município de Vassouras que, juntamente com seu entorno, que constitui a região de governo denominada Centro-Sul Fluminense. Interiorização e regionalização são categorias que articulam o ente federativo MUNICÍPIO - à instituição de ensino superior - UNIVERSIDADE. Esta, desde a década de 70, cumpre a função social do ensino superior. Ao oferecer acesso a cursos de graduação fora dos grandes centros, cria oportunidades de acesso ao Ensino Superior, ampliando a escolarização da população local, e também daqueles que provêm de outros municípios do Estado do Rio de Janeiro e/ou de outros estados de diferentes regiões do Brasil. Este fato expressa-se em sua missão, em sua visão de futuro e nos princípios filosóficos que orientam as práticas gestoras e pedagógicas, como podemos observar em sua MISSÃO: Promover a formação integral do ser humano e sua capacitação ao exercício profissional, através do ensino, da pesquisa e da extensão, incentivando o aprendizado contínuo para o desenvolvimento nacional e em particular da região Centro SulFluminense. A partir da sua missão, a Universidade Severino Sombra (USS) compromete-se com o desenvolvimento científico do país, com uma educação superior que valoriza e incorpora as inovações tecnológicas, educacionais, em uma perspectiva multicultural e globalizante, mencionada na VISÃO institucional: Transformar o contexto da educação superior brasileira, através da implementação de uma gestão compartilhada e inovadora, capaz de concretizar uma idéia de formação multidimensional eficaz e de qualidade, atendendo às diferentes realidades sociais. Para promover a formação integral do ser humano, articulada ao desenvolvimento local, regional e nacional, há necessidade de princípios que orientem as práticas. Dentre eles podemos citar os valores que permeiam as práticas gestoras e pedagógicas da USS: • Autonomia: Estimular o desenvolvimento autônomo de conhecimentos e a autotransformação em busca do fortalecimento da tomada de decisões para a resolução de problemas de forma adequada , em função da consciência de responsabilidade social. • Conhecimento: Reconhecer o legado cultural que sustenta os indivíduos, favorecendo a critica e reflexão permanente; 7 Curso de Engenharia Ambiental USS • Relações éticas: Valorizar a diversidade ética e cultural, contribuindo para a difusão de práticas de inclusão; • Trabalho cooperativo: Estimular a cooperação e o compartilhamento de visões de mundo, de sociedade, de trabalho de equipe; • Formação permanente: Compreender a formação como um processo permanente que orienta nossas ações no mundo e sobre o mundo, que favorece o aprimoramento individual e coletivo, pessoal, organizacional e social. Considerando a Missão, a Visão e os valores, definem-se os objetivos da USS: Objetivo Geral: Oferecer ensino superior nos níveis de graduação e pós-graduação Lato sensu e Stricto sensu, de forma articulada com atividades de pesquisa e de extensão. Objetivos específicos: 1. Incentivar formação autônoma e pessoal, por meio de práticas pedagógicas modernas, despertando o desenvolvimento de múltiplas capacidades do discente; 2. Desenvolver formação humanista; 3. Incentivar a articulação eficaz do binômio teoria e prática, buscando valorizar o aluno como um ser universal, que possa ter suas experiências desenvolvidas em diferentes espaços de aprendizagem. 4. Valorizar e promover a contínua busca do conhecimento para que, concluído o curso, o aluno promova seu próprio desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente; 5. Desenvolver habilidades e competências que possibilitarão ao aluno: • Desenvolver comunicação eficaz; • Manter um diálogo claro e convincente, apropriando-se do modo de argumentação adequado à sua formação e à sua área profissional; • Utilizar recursos tecnológicos que favoreçam a busca e o registro de dados, a produção intelectual e a comunicação; • Articular com eficácia os instrumentos e as habilidades fundamentais de seu campo profissional, para nele atuar com responsabilidade e competência; • Ter uma visão sistêmica de sua área de conhecimento, compreendendo para isto as relações multidisciplinares que ela estabelece; • .Pensar criticamente a própria experiência e o próprio contexto social; • Conceber criativamente e coletivamente visões compartilhadas de futuro. 8 Curso de Engenharia Ambiental USS A proposta do curso em sintonia com a MISSÃO da USS proporciona a alunos e professores o desenvolvimento de uma visão integrada do mundo e da vida, a partir de conhecimentos e experiências humanas diversificadas, de uma educação global e sistêmica focadas na visão do todo e na integração das partes. 1.3 DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS DA REGIÃO 1.3.1 O Município de Vassouras O município de Vassouras localiza-se na região de governo denominada de Centro-Sul Fluminense. Sua posição geográfica está diretamente ligada pelo Caminho Novo aos primórdios da história do Rio de Janeiro e das Minas Gerais. A origem de seu nome, segundo a tradição, se deve à grande quantidade do arbusto chamado Tupeiçava ou Vassourinha, muito utilizado para fazer vassoura. Conhecida também como "Princesinha do Café", "Cidade das Palmeiras" e "Terra dos Barões", Vassouras exerceu importante papel no período do ciclo do café (séculos XVIII e XIX). Suas terras, inicialmente desbravadas por Garcia Rodrigues Paes Leme, transformaram-se logo num conglomerado de tropeiros e, em breve, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito daria lugar à Vila de Vassouras. Contando com privilegiada rede de transporte, destacando-se a via férrea, Vassouras foi elevada à categoria de cidade em 1857. Enriquecida com a economia cafeeira, em pouco tempo se transformaria em um dos principais núcleos da aristocracia fluminense e só declinaria com a abolição da escravatura. A monocultura cedeu lugar às pequenas lavouras de hortaliças e cereais. Sua economia hoje se resume às atividades agropecuárias, principalmente as de gado de corte e leiteiro e às lavouras de tomate. Considerada historicamente, como um dos mais importantes municípios do Vale do Paraíba, Vassouras guarda em suas características arquitetônicas os vestígios do período áureo do ciclo do café. O visitante se encanta com os calçamentos de suas ruas, com a beleza de seus prédios, praças, chafarizes, figueiras centenárias e gigantescas palmeiras. A Praça Barão do Campo Belo, encimada pela Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, é emoldurada pelo casario que serviu à aristocracia. Seu Conjunto urbanístico e arquitetônico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), refere-se à parte central do distrito - sede. Data do século XIX e se destaca pela singularidade de suas ruas, pela beleza de suas praças e solares assobradados. A região apresenta ainda sedes de fazendas que preservam a beleza arquitetônica colonial rural. Hoje, a Universidade Severino Sombra e Vassouras são indissociáveis, seus cerca de 34259 habitantes (IBGE, 2009) se misturam à população estudantil. O município é constituído de quatro (4) distritos: Vassouras, Andrade Pinto, São Sebastião dos Ferreiros e Sebastião de Lacerda. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 9 Curso de Engenharia Ambiental USS 1.3.1 A Região Centro Sul Fluminense e Médio Paraíba O Curso de Engenharia Ambiental recebe ingressantes predominantemente oriundos do Estado do Rio de Janeiro, com destaque das regiões Centro-Sul Fluminense, Médio Paraíba abrangendo os seguintes municípios: Angra dos Reis, Areal, Barra Mansa, Barra do Piraí, Itatiaia, Comendador Levy Gasparian, Mendes, Miguel Pereira, Paracambí, Paraíba do Sul, Paraty, Paty do Alferes, Engenheiro Paulo de Frontin, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Sapucaia, Três Rios, Valença, Vassouras,Volta Redonda; além de oriundos de outros Estados brasileiros. Entre os municípios integrantes das regiões predominantes encontra-se uma malha rodoviária que permite fácil acesso à Universidade Severino Sombra, facilitando aos ingressantes o deslocamento diário para realizar o Curso, por Vassouras localizar-se aproximadamente eqüidistante dos demais municípios. A diversidade econômica observada entre os municípios dos quais recebemos alunos não os diferencia quanto às perspectivas em relação ao mundo do trabalho, encontrando-se os mesmos na rede de ensino pública, estadual, municipal e privada. Na região há uma ampla rede de pequenas, médias e grandes empresas, possui órgãos públicos com atuação em projetos, planejamento, manutenção, coordenação e supervisão de serviços e obras. A seguir é apresentado um quadro demonstrativo da região Centro Sul fluminense e Médio Paraíba. 10 Curso de Engenharia Ambiental USS Dados Sócio Econômico da Região Centro Sul Fluminense e Médio Paraíba Município Angra dos Reis Areal Barra do Piraí Barra Mansa Itatiaia Comde. Levy Gasparian Mendes Miguel Pereira Paracambi Paraíba do Sul Paraty Paty de Alferes Eng°. Paulo de Frontin Pinheiral Piraí Porto Real Quatis Resende Rio Claro Rio das Flores Sapucaia Três Rios Valença Vassouras Volta Redonda População do Município Empresas População Ocupada PIB Per Capta Ensino Médio Distância Tempo Aproximado Viagem Acesso 169511 4040 42459 31134,61 7401 146 Km 2h 25 min RJ 155 11423 94778 177813 28783 494 1922 3967 847 5981 17119 35782 6747 13637,46 10361,17 13956,15 14111,61 271 2747 6509 475 85,7 Km 21,6 Km 63,5 Km 115 Km 1h 5 min 23 min 1h 1 min 1h 36 min BR 393 BR 393 BR 393 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra 8190 815 4450 16309,61 240 79,7 Km 59 min BR 393 17935 341 2514 8112,73 499 21,4 Km 20 min BR 393 RJ 127 24642 1564 5628 9863,58 996 24,9 Km 30 min RJ 115 47124 775 4966 7729,45 2145 36,4 Km 36 min BR 393 e RJ 127 41084 839 7061 10230,43 1007 51,1 Km 42 min BR 393 37533 1053 6797 12727,78 1374 208 Km 3h7 min BR 393 RJ 155 e Rod. Rio Santos 26359 465 3308 8210,77 987 30,7 Km 39 min RJ 115 13237 220 2025 8735,66 788 29,1 Km 30 min BR 393 RJ 127 22719 26314 16592 12793 119769 17425 457 518 376 312 3241 282 3104 6768 9905 2250 29824 1945 7336,19 203561,86 8655,18 35244,71 7834,58 867 1390 338 267 4528 756 46,8 Km 47,9 Km 88,5 Km 84,7 Km 104 Km 84 Km 44 min 56 min 1h 15 min 1h 15 min 1h 32 min 1h 26min BR 393 BR 393 e RJ 137 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra BR 393 RJ 143 BR 393 e Rodov. Pres. Dutra RJ 137 8561 471 3797 24886,31 348 46,8 Km 51 min RJ 115 17525 77432 71843 34410 553 2593 1476 717 3739 22849 12322 7253 14429,70 15119,97 8503,38 9418,32 732 299 291 1269 106 Km 62,8 Km 33,3 Km - 1h 22 min 48 min 38 min - BR 393 BR 393 RJ 143 - 257803 6550 74634 29881,59 12831 56,3 Km 51 min BR 393 11 Curso de Engenharia Ambiental USS 1.4 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO A Universidade Severino Sombra surgiu na segunda metade da década de 1960, a partir da criação em 27/07/66 da Sociedade Universitária John F. Kennedy (SUNEDY) e em 1967 foi eleito seu Presidente, o Prof. Severino Sombra de Albuquerque. Em 25 de março de 1975, cumprindo exigência do Conselho Federal de Educação, teve seu nome alterado para Fundação Educacional Severino Sombra (FUSVE). A partir de 03 de julho de 1997 as Faculdades Integradas Severino Sombra são transformadas na Universidade Severino Sombra (D.O. de 04/07/97). O primeiro curso a ser autorizado foi o de Medicina (decreto n. 63.800 de 13/12/68). A Faculdade de Medicina funcionou, inicialmente, em prédio cedido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro - Palacete Barão de Massambará. Começava a realização do sonho do Professor Severino Sombra: o de implantar, na histórica cidade de Vassouras, a “Coimbra Brasileira”, isto é, uma “Cidade Universitária”. Tendo em vista o sentido humanitário de sua obra de prestar assistência às populações da região e, sobretudo, promover as atividades práticas do Ensino Médico, a FUSF, empenhou-se na instalação de um Hospital-Escola. Foi adquirida, em março de 1970, uma propriedade com 23.000 m2 de terreno, arborizado com um imóvel em que funcionava a Sociedade Feminina de Educação e Assistência. Em abril do mesmo ano, começou a funcionar o Ambulatório com quatorze (14) consultórios médicos e dois (2) anfiteatros. A inauguração do Hospital-Escola Jarbas Passarinho (HEJP), ocorreu em 27/04/72, com a presença do Ministro da Educação e Cultura, Professor Jarbas Passarinho. Em 1984, o ciclo básico da Faculdade de Medicina foi transferido do antigo Palacete do Barão de Massambará para as novas instalações do Conjunto Universitário. Em 1988, foi autorizado o funcionamento da Residência Médica nas 04 (quatro) áreas básicas (pediatria, ginecologia/obstetrícia, clínica médica e clínica cirúrgica), pela Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação e Cultura e, mais recentemente, através do Parecer nº 09/98, foram credenciadas as áreas de Anestesiologia, Nefrologia, Terapia Intensiva e, finalmente, em 2008, a de Medicina da Família. O Hospital Universitário foi reconhecido em 2005, pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, como Hospital de Ensino. Paralelamente à criação do Curso de Medicina, observamos, no início da década de 1970, a criação e autorização, no município de Paraíba do Sul, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (Decreto n. 69.230, de 21/09/71, publicado no D. O. de 23/09/71). Por exigência do Conselho Federal de Educação foi transferida para a sede do Município de Vassouras (04/06/75), instalando-se provisoriamente no imóvel do então Colégio Regina Coeli. No Final da década de 1970, visando ampliar seus Cursos, a Fundação Universitária Severino Sombra implantou a Escola de Engenharia Mecânica e Elétrica (Decreto n. 89.653, de 14/05/84, 12 Curso de Engenharia Ambiental USS publicado no D.O. de 15/04/84). Em função da ampliação das áreas de atuação, além do Curso de Medicina, foi adquirido a partir da década de 1970, o prédio da Estação Ferroviária do município de Vassouras e a Chácara Visconde de Araxá, onde foi construído o Campus Universitário. O Campus Universitário ganhou em 1986, o Auditório Severino Sombra, com capacidade de 220 lugares. Como parte do Complexo Educacional Severino Sombra, foram criados: o Colégio Sul Fluminense de Aplicação - COSFLAP- (Portaria n. 997/CDCE-E, de 04/12/90); o Centro de Documentação Histórica (CDH), com a finalidade de desenvolver Pesquisa em Vassouras e no Vale do Paraíba; a Fazenda Experimental e o Hospital-escola Veterinário. Em 2004 foi criado o CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL, reconhecido pelo MEC (Decreto n. 5.773, de 09/5/2006, publicado no D.O. de 01/11/2006). A Universidade Severino Sombra oferece, na área do ensino, cursos de graduação, nas modalidades de bacharelado, licenciatura e tecnólogo. Na área de programas de pós-graduação oferece cursos em nível Lato Sensu e Stricto Sensu. Os cursos de graduação estão organizados em três (3) centros: a) Centro de Ciências da Saúde: Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Medicina Veterinária, Psicologia, Odontologia, Tecnólogo em Radiologia. b) Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza: Ciências Biológicas, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica, Química Industrial, Matemática, Sistema de Informação, Tecnólogo em Agronegócios, e Tecnólogo em Gestão Ambiental. c) Centro de Letras, Ciências Humanas, Sociais e Aplicadas: História, Letras, Pedagogia, Turismo (Bacharelado e Tecnólogo), Administração, Teologia, Tecnólogo em Gestão Pública, Tecnólogo em Negócios Imobiliários. No que tange à administração, o general Severino Sombra de Albuquerque legou a Universidade Severino Sombra ao Município de Vassouras. A gestão da Universidade e de sua mantenedora FUSVE foi estabelecida a partir de eleição de um Conselho Gestor, pelo voto da Comunidade Acadêmica e da Comunidade de Vassouras, representadas pelos membros dos Conselhos Eleitor, Diretor e Curador. Atualmente, o contingente educacional da USS é de 3.491 alunos, distribuídos nos diversos níveis de ensino. O Corpo docente é composto de 358 professores (Graduação, Pós-Graduação, Ensino Médio e Tecnológico) e o quadro de Pessoal Técnico-Administrativo é composto por 960 servidores (fonte: Universidade Severino Sombra – Recursos Humanos, 2011). 13 Curso de Engenharia Ambiental USS 1.5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Atualmente as Políticas institucionais da Universidade Severino Sombra (USS) buscam articular ensino, pesquisa e extensão. É a PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO que implanta e coordena as políticas de ensino, através da oferta de cursos de graduação plena nas áreas das Ciências da Saúde; das Ciências Humanas e das Ciências Exatas e da Natureza. A política de ensino da Instituição busca estimular a inquietação, a dúvida, a provocação de novas idéias e a procura de novos métodos que comprometam o aluno com os problemas da sociedade através de uma formação multidisciplinar. Procura dotar os estudantes não apenas de uma excelente formação profissional, mas também de atitudes que expressem essa formação. Articulando formação profissional e formação política, a Instituição quer provocar, em seus estudantes, tomadas de atitude frente à situação atual, tornando-os profissionais politicamente responsáveis. A compreensão do currículo como algo dinâmico, que se constrói cotidianamente, contribui para a reconfiguração das escolhas e decisões docentes , questionando uma suposta neutralidade do seu trabalho pedagógico, provocando reflexão e tomada de decisão, que se desenvolvem assentadas em valores e princípios, na maioria das vezes não explicitados. Pensar as mudanças no ensino e no Projeto Pedagógico implica pensar movimentos que envolvam ações em nível macro e micro. A mudança não se constrói somente em nível macro, nem somente no espaço intra-muros, mas também com atuação no espaço extra-muros e sua participação. Os dois âmbitos devem estar articulados e os atores envolvidos têm que participar de algum modo nesses amplos espaços aqui configurados. A PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO é o setor da Universidade Severino Sombra responsável por implantar, acompanhar e avaliar políticas institucionais de práticas de investigação e de iniciação científica. A Missão de uma Universidade não se restringe somente à transmissão do conhecimento, mas abrange também a produção de conhecimento científico. Diante disto, a Universidade Severino Sombra instituiu mecanismos de incentivo e viabilização para o desenvolvimento de pesquisas em sua comunidade acadêmica. Com a criação de meios que possibilitem gerar um ambiente propício à produção de novos conhecimentos, a Universidade busca contribuir para a qualificação e atualização de seu Corpo Docente, em relação aos avanços científicos, ao intercâmbio de conhecimento científico, ao crescimento de sua comunidade acadêmica e finalmente, para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, através da aproximação entre o ensino e a pesquisa. Através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, a USS vem investindo em ensino continuado desde a década de 1970, através de seus cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. A USS, por atuar em toda a região Centro-Sul-Fluminense é um importante polo formador e fomentador do desenvolvimento científico e cultural, possibilitando a (re)qualificação profissional e uma melhor 14 Curso de Engenharia Ambiental USS perspectiva de inserção no mercado de trabalho. Por sua tradição e pela qualidade dos cursos oferecidos, a USS é hoje uma referência regional em Pós-Graduação nas áreas da Saúde, da Educação e em áreas multidisciplinares. Quanto a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, oferece o Mestrado Acadêmico em História Social e a, partir do ano de 2008, oferece o Mestrado Profissional em Educação Matemática e em 2011 foi implantado o Mestrado Profissional em Ciências Ambientais. A Iniciação Científica tem como objetivos despertar a vocação científica dos estudantes de graduação e incentivar talentos em potencial. Este Programa estabelece incentivos e normas para o desenvolvimento acadêmico dos alunos de graduação da Universidade Severino Sombra, estreitando vínculos entre o ensino e a pesquisa e contribuindo para uma melhor formação do discente, através de seu engajamento em Projetos de Pesquisa desenvolvidos e orientados pelos docentes da Instituição. Ao mesmo tempo, os novos questionamentos e as novas práticas decorrentes do trabalho de pesquisa incidem diretamente sobre o rendimento acadêmico do aluno, tanto no desenvolvimento de suas aptidões e seu raciocínio, quanto na sua motivação. A USS possui Grupos de Pesquisa cadastrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq). Desses grupos participam professores e alunos das áreas: Ciências da Saúde; Ciências Exatas, da Natureza e Tecnológica; e Ciências Sociais, Aplicadas e Humanas. Até o ano de 2007 a USS subsidiava os pesquisadores com gratificação de pesquisa e à partir de janeiro de 2008, esta gratificação passou a ser feita através da FUNADESP (Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular). Os resultados das atividades de pesquisa têm propiciado a docentes e discentes participação em congressos, reuniões científicas internacionais, nacionais e locais com apresentação de trabalhos. Como resultado desses trabalhos de investigação, tem ocorrido publicação em livros e revistas indexadas. Como inúmeros trabalhos possuem dimensão social, tem ocorrido articulação das atividades de pesquisas e de extensão junto à comunidade local. Dentro desta perspectiva, a Universidade se propõe a ser um centro promotor e estimulador da pesquisa científica, definindo Linhas e Grupos de Pesquisa voltados para o desenvolvimento regional, empenhados em contribuir na diminuição dos desníveis setoriais da sociedade em que se encontra inserida consoante com o perfil de formação que pretende. As políticas de pesquisa da Instituição são definidas pelo Colegiado de Pesquisa, órgão colegiado, de naturezas consultivas, normativas e deliberativas, formadas por docentes das diferentes áreas do saber abrangidas na USS e eleitos por seus pares. Desta forma, a Comunidade Acadêmica participa de forma atuante no estabelecimento das diretrizes de pesquisa e na criação das normas para sua operacionalização. O COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP-USS) tem papel - chave no monitoramento dos Projetos de Pesquisa na Instituição, assegurando que o delineamento da pesquisa e o seu desenvolvimento sigam os parâmetros éticos estabelecidos. 15 Curso de Engenharia Ambiental USS O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um órgão colegiado interdisciplinar e independente, com “múnus público”, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, que existe nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, criado para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos (Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos – Res. CNS 196/96, II.14). É responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Sua missão é salvaguardar os direitos e a dignidade dos sujeitos da pesquisa e contribuir para sua qualidade com discussão do papel da pesquisa no desenvolvimento institucional e social da comunidade. O CEP da Universidade Severino Sombra foi criado e registrado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), em 2000, sendo esta criação resultado de uma demanda apresentada por docentes do curso de medicina. Atualmente o Comitê é formado por dezessete participantes de diversas áreas de atuação, além de um representante dos usuários e vem promovendo campanhas educativas e realizando cursos de extensão gratuitos, abertos a toda a comunidade, sobre os procedimentos éticos em pesquisa envolvendo seres humanos. A CEUA, COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS, tem por finalidade fazer cumprir as determinações dos aspectos éticos envolvendo a utilização em animais tanto em experimentos e quanto em atividades de ensino. A CEUA é uma comissão multidisciplinar, formada por docentes, discentes e membros da sociedade civil que se reúne periodicamente, com o objetivo de acompanhar, avaliar e regulamentar os procedimentos envolvendo animais na Instituição, a partir dos parâmetros e os critérios estabelecidos pela COBEA e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Conceitualmente, a PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA deve atender a três marcos: a bilateralidade da relação Instituição de Ensino Superior e sociedade, a indissociabilidade pesquisa-extensão e a interdisciplinaridade. A Extensão Universitária é um processo social, educativo, cultural e científico que, articulado ao ensino e à pesquisa, viabiliza a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Essa relação deverá ser praticada sempre como via de mão-dupla, com troca de saberes, resultante da atuação intencional dos Cursos na realidade e da participação efetiva da comunidade na construção da Universidade. O relacionamento com o ensino e a pesquisa reforça o processo extensionista como espaço de formação, alicerçado na produção de novos conhecimentos, na qual se incluem os novos métodos e tecnologias. No ensino da USS, a Extensão contribui para o aprofundamento do conceito compreensivo de sala de aula como espaço intra e extramural, para a superação do conceito de “aula” como processo informativo, buscando uma maior responsabilização do aluno na sua formação e reforçando o papel do professor como facilitador do processo de ensino-aprendizagem e não mero repassador de informação. 16 Curso de Engenharia Ambiental USS 2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 2.1 DADOS GERAIS DO CURSO Centro: CECETEN - Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza Denominação do Curso: Curso de Engenharia Ambiental Nº de vagas em regime seriado semestral: 40 (quarenta). Horários de Funcionamento: noturno, durante a semana e diurno aos sábados. Aprovado por deliberação: no. 06/03 CONSU de 27/11/2003 Reconhecido pelo MEC: Decreto n. 5.773, de 09/5/2006 - publicado no D.O. 01/11/2006 Data de início do funcionamento: Fevereiro/2004 Carga Horária Total: 4068 (matrizes 2004.1 e 2007.1) Tempo Mínimo de Integralização: 4 anos e meio (matrizes 2004.1 e 2007.1) Carga Horária Total: 4040 horas (matriz 2009.2). Tempo Mínimo de Integralização: 05 (cinco) anos (matriz 2009.2) Coordenador de Cursos de Graduação do CECETEN : Prof. Ilydio Pereira de Sá Coordenadora do curso de Engenharia Ambiental: Prof. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo 2.2 BREVE HISTÓRICO DO CURSO O Curso de Engenharia Ambiental na Universidade Severino Sombra foi criado em 2004, reconhecido pelo MEC (Decreto n. 5.773, de 09/5/2006, publicado no D.O. 01/11/2006). Esteve a frente da implantação do curso e primeira coordenação, a Profa. Dra. Kátia Cristina Garcia (2004-2005), seguida do Prof. Dr. Felipe da Costa Brasil (2006-2007), Profa. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (2008), Prof. Dr. William Costa Rodrigues (2009-1), Prof. Alexandre Lioi Nascentes (2009-2), Prof. Miguel Rascado Fraguas (2010-1) e em sua segunda gestão, Profa. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (Junho de 2010, até o momento). O curso se iniciou com a matriz de 2004 com 9 períodos e carga horária total de 4.140 horas, igualmente para a matriz proposta em 2007. Atualmente, o curso tem organização semestral com uma carga horária de 4.040 h distribuídas por 10 (dez) semestres letivos de segunda a sexta-feira (noturno) e sábado (diurno). A primeira turma do curso formou 04 Engenheiros Ambientais em 2008. O curso formou um total de 55 Engenheiros Ambientais e em 2011-1 possui um contingente de 202 discentes cursando regularmente. O crescimento em número de alunos observado nos últimos vestibulares e a diversificação da formação dos educandos,tr ouxe desafios para o Curso. Estes desafios relacionavam-se as discussões 17 Curso de Engenharia Ambiental USS sobre coerência do currículo com os objetivos do curso, com o perfil do egresso e com as expectativas definidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Engenharia Ambiental. 2.3 JUSTIFICATIVA PARA ABERTURA DO CURSO Ciência e Tecnologia sempre deixaram sua marca na história da civilização. Particularmente nos últimos duzentos anos, mais dramaticamente no último século, a velocidade e o impacto das inovações científicas e tecnológicas sobre a vida das pessoas e sobre a economia dos países, transformaram o ensino da Engenharia e a pesquisa científico-tecnológica. Atualmente, Ciência e Tecnologia encontram-se intimamente relacionadas, como elementos estratégicos para a afirmação da competitividade e poderio econômico de empresas e nações. Nesta nova dimensão, o ensino da Engenharia e a pesquisa científico-tecnológica, deixam de ser assunto exclusivo de engenheiros, professores e pesquisadores isolados, e passam ao âmbito de instituições criadas ou adaptadas para cuidar de sua gestão. Políticas públicas e privadas os incorporam como objeto fundamental em seu planejamento. Mesmo invenções ou inovações, aparentemente individuais têm como pano de fundo um complexo educacional, industrial e de pesquisa gerador de recursos humanos e materiais, criando as condições para seu surgimento e afirmação como produto de efetiva expressão econômica. Temos então, os campos da Ciência e Tecnologia apresentados como importantes conquistas de um espírito humano em constante mutação e autocrítica de seus conceitos, teorias, equipamentos e produtos, geradora de valores, mas dialogando com outros atores a questão ambiental. A necessidade de racionalização e busca de alternativas, impõem uma diferenciação nos objetivos do ensino e da pesquisa científico-tecnológica. Se antes a ênfase era a busca de novos dispositivos ou dispositivos cada vez mais poderosos de transformação de energia, sempre que possível eficientes e não agressivos ao meio ambiente, a racionalização impõe a condição de novos dispositivos ou aperfeiçoamento dos dispositivos já existentes que atendam ao requisito básico de serem necessariamente mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente. A descoberta, o aperfeiçoamento e a difusão de tecnologias auxiliares na conservação de energia, uso e controle de novas fontes, novas formas de uso e controle de fontes convencionais, na produção de bens e serviços, passa a ocupar lugar relevante como objeto de pesquisa e difusão científico-tecnológica. A qualidade do suprimento de energia, bens e serviços tecnológicos, postos à disposição da melhoria das condições de vida humana, objetivo maior da engenharia, passa a depender do sucesso deste esforço. A mudança, de um paradigma tecnológico intensivo em energia para um paradigma tecnológico intensivo em informação, tendência já consolidada em nível mundial, soma-se em importância aos assuntos relacionados à Engenharia, colocando novos instrumentos à sua disposição. Controles automáticos, modelagem computacional utilizando softwares robustos para simulação de equipamentos ou sistemas, são alguns exemplos dos aparatos tecnológicos colocados à disposição da Engenharia moderna. A necessidade de maior responsabilidade no uso da tecnologia, questionamentos 18 Curso de Engenharia Ambiental USS a respeito dos efeitos dos grandes sistemas de suprimento de necessidades, interesse em conhecer novas alternativas energéticas, perplexidade diante de artefatos que escapam ao entendimento do homem comum, são alguns dos exemplos de um novo relacionamento do ser humano com as inovações tecnológicas, inovações que se estendem a áreas diretamente relacionadas à sua existência biológica, como por exemplo, o aparato tecnológico da medicina atual. Em resumo, considera-se que a Engenharia moderna: • Possui uma sólida base científica; • Integra teoria e prática; • Insere-se num mundo onde a informática desempenha importante papel na geração e aplicação de conhecimentos; • Deve preocupar-se com a eficiência energética de seus produtos; • Leva em consideração a necessidade de eliminar, diminuir ou mitigar impactos ambientais; • Incorpora aspectos econômicos e organizacionais em seu trabalho; • Interage com outros saberes e com a sociedade. Dentro deste cenário da Engenharia moderna, justifica-se o Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra para o país e, particularmente, para a Região Sul-Fluminense, considerada importante estrategicamente. Esta região está inserida em fragmentos conservados da Mata Atlântica, onde técnicas de recuperação e manejo precisam ser trabalhadas, compreende também em sua abrangência o Rio Paraíba do Sul, importante manancial hídrico, fundamental para o abastecimento da Cidade do Rio de Janeiro e foco de discussão nos Comitês de Bacias (CEIVAP). A região possui intensa atividade produtiva industrial nas áreas metal-mecânica, automotiva, metalúrgica, siderúrgica, cimenteira, alimentícia e energética (usinas termoelétricas, termonucleares e hidrelétricas com inúmeras industrias, atividades agropecuárias, além dos problemas ambientais relacionados ao planejamento rural e urbano desordenado. Leva-se em conta a necessidade de formação de um engenheiro com conhecimentos gerais suficientes para relacionar-se eficazmente com os diferentes usuários e parceiros de seu saber, ao mesmo tempo que mantém conhecimentos especializados para o exercício de sua profissão e habilidades de aprendizado continuado, fazendo frente ao sempre crescente fluxo de transformações destes conhecimentos. 19 Curso de Engenharia Ambiental USS 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 3. 1. OBJETIVOS DO CURSO: ASPECTOS GERAIS 3.1.1. Objetivos Do Curso O objetivo do Curso é formar engenheiros ambientais capacitados a atender às diferentes solicitações profissionais pertinentes, com uma visão analítica, crítica, criativa e inovadora, através de uma sólida formação básica, geral e humanística, associada a formação profissional específica, moderna e abrangente. Assim, o profissional egresso atenderá às necessidades regionais, compreendendo os seus problemas ambientais e identificando a metodologia mais adequada para a sua solução. Atualmente, a Região Centro Sul-Fluminense vem apresentando uma acentuada demanda por profissionais da área ambiental. Tal fato pode ser observado explicitamente nos problemas e conflitos ambientais da região, causados pelo desenvolvimento rural e urbano desordenado, implantação de industrias nas regiões próximas, acúmulo de resíduos sólidos, assoreamento de rios, contaminação do solo e dos rios, desmatamento entre outros. Por isso, o Curso de Engenharia Ambiental da USS, contempla na sua matriz curricular, disciplinas que irão dar ao egresso, o perfil para analisar e solucionar tais conflitos e problemas ambientais. Sendo assim, o perfil do Curso, bem como o do profissional egresso, estão diretamente ligados às necessidades regionais onde a Universidade está inserida. 3.1.2. Perfil do Egresso O aluno formado pelo curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra agrega ao seu perfil, qualidades de espírito de equipe, comportamento crítico e ético somados a uma sólida formação técnico-científica generalista para que seja incessante na busca de conhecimentos. Atuando com o compromisso de valorizar a tecnologia sem desrespeitar o ser humano e a natureza. Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia Ambiental e de acordo com o que dispõem os órgãos oficiais, Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA (Lei nº 5.194/66) e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de engenheiro as seguintes atividades: • supervisão, coordenação e orientação técnica; • estudo, planejamento, projeto e especificação; • estudo de viabilidade técnico-econômica; • assistência, assessoria e consultoria; 20 Curso de Engenharia Ambiental USS • direção de obra e serviço técnico; • vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; • desempenho de cargo e função técnica; • ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, • extensão; • elaboração de orçamento; • padronização, mensuração e controle de qualidade; • execução de obra e serviço técnico; • fiscalização de obra e serviço técnico; • produção técnica e especializada; • condução de trabalho técnico. Pautado nestes princípios, o perfil do egresso contempla as seguintes características: • Comportamento ético no desempenho de sua profissão; • Profissional com conhecimentos científicos para o desempenho das funções de engenheiro ambiental em diferentes áreas de atuação; • Capacidade de perceber a necessidade de seu contínuo aperfeiçoamento para galgar níveis de maior complexidade dentro da profissão, a partir de literatura técnica, participação em entidades profissionais, seminários e demais eventos científicos. Objetivando também os Cursos de pósgraduação, tanto Lato Sensu como Stricto Sensu. • Capacidade de integrar-se com profissionais de outras áreas de conhecimento oferecendo a contribuição da Engenharia Ambiental para a solução de problemas multidisciplinares; • Conhecimento dos problemas relativos à Engenharia Ambiental regional, nacional e global tanto na esfera pública quanto no âmbito privado; • Capacidade de analisar de forma integrada e de solucionar ou mitigar problemas ambientais locais, regionais, nacionais ou globais. • Comportamento ético e humanístico para relacionar-se eficazmente com seus pares e outros segmentos da sociedade; • Preocupação com o binômio Produção Industrial e Meio Ambiente; • Capacidade de solucionar problemas nas áreas de produção industrial, nos âmbitos de planejamento e gestão ambiental, tratamento de resíduos sólidos e de efluentes além do controle de poluição industrial. O profissional de Engenharia Ambiental pode atuar em empresas públicas e privadas, dos setores industriais, comerciais e de serviços; pode estabelecer-se como profissional autônomo, e também pode atuar na área da educação e de pesquisas. O profissional tem como órgão profissional representativo Federal, o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura e Agronomia - CONFEA, e regional o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia – CREA. As possibilidades 21 Curso de Engenharia Ambiental USS de atuação do Engenheiro Ambiental estão diretamente ligadas ao planejamento e gerenciamento de recursos hídricos; desenvolvimento de atividades associadas a gestão e tratamento de águas e efluentes industriais, gestão e tratamento de resíduos sólidos, desenvolvimento de alternativas de uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis, utilização de técnicas de geoprocessamento e sensoreamento remoto, vistorias, perícias, entre outras. O curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra, forma profissionais com capacidade de atuar tanto como Gestor quanto nas mais diversas áreas de concepção e execução das Tecnologias no âmbito Ambiental. 3.1.3. Articulação do PPC com o PPI e com o PDI: Ações Implementadas Sabedores da importância da compreensão do PPI, PDI e PPC como documentos nos quais devem explicitar seu posicionamento em relação à sociedade, à educação e o ser humano, bem como assegurar o cumprimento de suas políticas e ações, os projetos, o plano e o currículo, muito mais que documentos técnico-burocráticos, devem ser considerados instrumentos de ação política e pedagógica que garantam “uma formação global e crítica para os envolvidos no processo, como forma de capacitálos para o exercício da cidadania, a formação profissional e o pleno desenvolvimento pessoal”. Desta forma, inseridos com competência no ambiente profissional, contribuindo assim, para o desenvolvimento regional, estadual e nacional. Apesar das diversidades, não há distinção hierárquica entre PPI com o PPC, devendo ambos constituir os processos dinâmicos, intencionais, legítimos, transparentes, em constante interconexão com o contexto da IES; o PDI, em consonância com o PPI, deve apresentar a forma como a IES pretende concretizar seu projeto educacional, definindo as metas a serem alcançadas nos períodos de tempo definidos, e os recursos humanos e materiais necessários à manutenção e ao desenvolvimento das ações propostas. Para alcançar tais objetivos o curso de Engenharia Ambiental em suas ações, tem estimulado a investigação científica através dos projetos de pesquisas com inserção de Docentes e Discentes; provoca atitudes frente a situação atual relacionadas ao meio ambiente, com discussões, estudos de caso, utilização de temas para elaboração de trabalhos científicos. 3.1.4. Coerência PPC e Currículo e DCN´s: Ações Implementadas O Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra busca formar um engenheiro com conhecimentos suficientes para relacionar-se eficazmente com os seus pares, além dos diferentes atores do saber, ao mesmo tempo em que mantém conhecimentos especializados para o exercício de sua profissão e habilidades de aprendizado continuado para fazer frente ao sempre crescente fluxo de transformações destes conhecimentos. 22 Curso de Engenharia Ambiental USS Um sólido embasamento científico, com apresentação e discussão de conceitos dos fenômenos físicos, químicos, biológicos e geográficos importantes para a solução de problemas da área ambiental, compreensão dos processos governamentais de estruturação de políticas, planos e programas ambientais, conhecimento de técnicas modernas de planejamento e gestão ambiental, utilização de ferramentas matemáticas e de simulação computacional, utilização de ferramentas de laboratório, apresentação de relatórios técnicos, conhecimento de materiais, conhecimento de processos e novas tecnologias, aspectos econômicos, sociais e éticos das soluções de problemas ambientais no âmbito da engenharia, caracterizam o perfil curricular do Curso. Com a finalidade de atender a concepção do Curso e tornar objetiva a distribuição das disciplinas, os grupos de disciplinas cuidam de cada peculiaridade inerente ao curso, e estão distribuídas conforme à Resolução CNE/CES 11/2002,como se segue: Núcleo de conteúdos básicos: disciplinas sobre os tópicos de Metodologia Científica e Tecnológica, Informática, Expressão Gráfica, Matemática, Física, Fenômenos do Transporte, Mecânica dos Sólidos, Química, Ciência e Tecnologia dos Materiais, Economia Ambiental, Ciências do Ambiente, Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. Núcleo de conteúdos de formação profissional e específicas: disciplinas sobre os tópicos de Bioquímica Ambiental, Cartografia, Ciência dos Materiais, Climatologia, Ecologia Geral e Aplicada, Eletromagnetismo, Hidráulica, Hidrologia, Geologia, Geoprocessamento e Sensoreamento Remoto, Microbiologia Ambiental, Recursos Naturais, Sistemas de Tratamento de Águas e de Resíduos, Legislação e Direito Ambiental, Planejamento Ambiental, Sistemas Hidráulicos e Sanitários. 3.1.5. Autoavaliação do Curso: Ações Implementadas Autoavaliação do Curso Por meio da avaliação é possível conhecer a relevância dos objetivos propostos, bem como a eficácia, o impacto e a eficiência das ações realizadas. Pela avaliação pode-se verificar se as ações e a prática global constituem os instrumentos e o caminho para a concretização das diretrizes e objetivos propostos. Considera-se que, dentro da função diagnóstica, a avaliação perpassa todas as atividades preconizadas e fornece elementos de controle para verificação da relação entre os objetivos, as estratégias, as ações e a prática pedagógica. Entende-se, também, que a principal prática avaliativa é a prática da implantação completa do processo de planejamento, permitindo detectar avanços, identificar obstáculos e promover ações com vistas à melhoria gradativa da qualidade acadêmica. Para tanto, o Curso de Engenharia Ambiental utilizará para suas ações os resultados obtidos junto a Comissão Própria de Avaliação – CPA, o processo de avaliação terá como seus agentes todos os que estão diretamente envolvidos com as atividades a serem avaliadas, entendidas como requisito essencial do próprio processo de democratização da USS, e será conjuntamente observados: 23 Curso de Engenharia Ambiental USS A avaliação do Curso: enfocando o prestígio, a procura e os indicadores de eficiência (metodologias de ensino e resultado do processo Ensino-Aprendizagem), deverá ser apreciada pelo Colegiado de Curso; Avaliação dos docentes: em termos de produtividade (produção científica) e da participação acadêmica; O foco do monitoramento será a auto-avaliação interna do curso abrangendo avaliação da estrutura, do currículo e das práticas pedagógicas, dos docentes e dos discentes visando a melhoria contínua a partir do debate entre os sujeitos envolvidos no processo; Considerar propostas de nivelamento e monitoramento dos ingressantes desde o processo seletivo, particularmente nos primeiros períodos, de forma a contribuir para o desenvolvimento de habilidades básicas necessárias ao estudante de ensino superior de engenharia. Foi proposto um nivelamento dos alunos ingressantes através da resolução de n° 048/2006 – CONSEPE de 19 de dezembro de 2006, quando a disciplina de Introdução ao Cálculo passou de 72h para 144h. Observou-se a necessidade de revisão do conhecimento básico de matemática, por dificuldades oriundas do ensino médio, o processo de nivelamento visa evitar a evasão e redução na reprovação. A manutenção do processo de monitoria também visa o exposto acima; Promover acompanhamento das disciplinas, alunos e professores dos processos de ensino-aprendizagem. Conforme Portaria R.N° 019/2007 de 14 de dezembro de 2007, que determina: 1) zelem pela qualidade de ensino e demais atividades escolares de seus respectivos cursos, bem como, pelo desempenho, freqüência e atividades dos professores, sob suas responsabilidades; 2) coordenem as atividades dos cursos, em estreito entendimento com a Direção de Centro, ao qual pertencem; 3) zelem pela regularidade e qualidade de ensino, ministrado no curso sob sua responsabilidade; 4) fiscalizem o cumprimento da obrigatoriedade do docente em atribuir notas de avaliação, registro de freqüência dos alunos nos diários de Classe, não perdendo de vista o conceito de “diário”; 5) divulguem aos docentes e discentes seus direitos e deveres, obviamente sem descuidar-se dos demais dispositivos constantes no Regimento Geral da USS. Deverá ser utilizado como parâmetros e instrumentos de avaliação da aprendizagem do aluno, a Portaria R.N° 026 de 01 de junho de 2009 de 01 de junho de 2009 que; - considerando a necessidade de que o corpo docente reflita sobre a verdadeira concepção do processo de avaliação da aprendizagem; - considerando que a avaliação deverá pautar-se nas competências e habilidades específicas determinadas nas Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso; - considerando as exigências legais do MEC relativas ao apoio pedagógico ao discente; - considerando a responsabilidade da gestão acadêmica da USS, compartilhada com seus docentes, na manutenção dos padrões de qualidade dos cursos; - considerando que todo processo de avaliação da aprendizagem envolve aspectos quantitativos e qualitativos; considerando que avaliar inclui, além de resultados do desempenho mensurável (escrever de forma correta, calcular, resolver problemas, dissertar, explicar, etc), outras aprendizagens até de maior importância, como a aquisição de competências nas áreas cognitiva, afetiva, psicomotora e social. Art. 1° - o aproveitamento acadêmico será verificado por avaliações periódicas em número mínimo de 03 24 Curso de Engenharia Ambiental USS (três) nos curso de horário diurno e 02 (duas) nos curso de horário noturno. Art. 2° Nenhuma avaliação periódica poderá ser expressa em nota de eficiência sem a utilização de pelo menos 2 (dois) instrumentos diversificados de verificação da aprendizagem. – Parágrafo único. Entende-se com instrumentos diversificados de verificação da aprendizagem: exercícios (casa e/ou aula), testes, estudo de casos, seminários, pesquisa de campo, prática de laboratório, leitura de texto e/ou livros, trabalhos em grupo, prova, elaboração de portfólio, resenha, fichamento de texto, participação em debate, relatório de atividades, etc. – Art 3° - Esta Portaria entra em vigor a partir do dia 27 de julho de 2009. que permitam a implantação de mecanismos de recuperação e revisão Promover a educação continuada, por meio de cursos, oficinas, seminários interdisciplinares, estabelecendo assim instrumentos de avaliação, além de técnicas de ensino, projetos com o uso de ferramentas digitais, etc; Durante a Semana Pedagógica realizada todo o início de período, as avaliações são entregues aos professores para serem refletidas e um retorno desta reflexão será observada pela coordenação do curso. 3.1.6. ENADE: Ações Implementadas O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - ENADE ocorrido em 09 de novembro de 2008, foi o único exame que o curso de Engenharia Ambiental realizou, e obteve o conceito 3, confirmou a qualidade do trabalho que vem se desenvolvendo por toda a equipe do curso de Engenharia Ambiental, mesmo o curso tendo se iniciado em 2004. A nota reflete o cumprimento das diretrizes curriculares para o Curso e a preocupação com a qualidade da formação dos alunos. Para o a próxima prova do ENADE em 06 de novembro de 2011, foi avaliada a prova de 2008 e desde o início do primeiro período letivo de 2011, os docentes são orientados a elaborar as provas nos moldes do ENADE. Esperamos com esse trabalho um melhor desempenho. 3.2. PROJETO DO CURSO: FORMAÇÃO 3.2.1. Estrutura Curricular As áreas do conhecimento propostas consideram a formação global do profissional técnico- científica, bem como comportamental e deverão ser desenvolvidas dentro de um ciclo que estabeleça os padrões de organização do ser humano, seguindo-se de uma visão articulada. O currículo pleno do curso é realizado em 5 anos, na forma semestral. O aluno deverá cumprir no mínimo 240 horas de Estágio Curricular Supervisionado e no mínimo 200 horas de Atividades Complementares. 25 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.2.1.1 Adequação e Dimensionamento da Carga Horária A Adequação e Dimensionamento da Carga Horária foram definidos conforme Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. No item 3.2.2. são definidas as disciplinas do ciclo Básico e Ciclo Profissionalizante. 3.2.1.2 Libras: Optativa A Disciplina Introdução ao Estudo de LIBRAS foi inserida na matriz curricular de acordo com o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro de 2005. 3.2.1.3. Disciplinas em Modalidade Semipresencial Com base no art. 81 da Lei n. 9.394, de 1.996 e no disposto na Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004, as Instituições de ensino superior poderão introduzir, na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidade semipresencial, desde que esta oferta não ultrapasse 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso. Caracteriza-se como modalidade semipresencial quaisquer atividades didáticas, módulos ou unidades de ensino- aprendizagem centrados na auto-aprendizagem e com a mediação de recursos didáticos organizados em diferentes suportes de informação que utilizem tecnologias de comunicação remota. Dessa forma, através do "Núcleo de Ensino Semipresencial", a USS oferece disciplinas mediadas pelo uso da Internet e suas diferentes ferramentas no processo de ensinoaprendizagem e pela comunicação personalizada entre professores e alunos, que mescla encontros presenciais com aulas na plataforma através do site: http://ussead.nucleoead.net/moodle/ . Neste ambiente virtual de aprendizagem, o aluno encontra informações, conteúdos, materiais didáticos complementares e espaços destinados à interação com os professores e colegas. O curso de Engenharia Elétrica até o momento esta oferecendo a disciplina de Metodologia Científica, que teve início em 2010.2. A experiência tem sido excelente e para os próximos semestres há a expectativa da ampliação para outras disciplinas. 26 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.2.2. Conteúdos Curriculares 3.2.2.1 Núcleo de Formação Básica DISCIPLINAS DO CICLO BÁSICO - Carga Horária 31,4% DISCIPLINAS Cidadania e Sociedade Desenho Básico Química Geral e Inorgânica Fundamentos da Matemática Elementar Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Computação Álgebra Linear Cálculo de Uma Variável Física Mecânica Laboratório de Física Mecânica Fundamentos da Administração Desenho Técnico Mecânica Básica Física Térmica Laboratório de Física Térmica Cálculo Numérico Probabilidade e Estatística Metodologia Científica Mecânica Básica Equações Diferenciais Fenômenos de Transporte CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 30 30 30 15 15 60 40 20 60 60 60 60 60 30 30 60 60 60 60 60 60 30 30 30 30 60 30 30 60 60 60 60 30 30 60 40 20 60 60 60 30 30 60 60 60 60 40 20 60 DISCIPLINAS DO CICLO PROFISSIONALIZANTE Carga Horária 17,9% DISCIPLINAS Química Orgânica Análise Química Ambiental Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental - Laboratório Física Quântica aplicada à Engenharia Ambiental Física Quântica aplicada à Engenharia Ambiental - Laboratório Resistência dos Materiais Ecologia Geral Cartografia Físico-Química Processos Unitários na Indústria Hidráulica CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 40 20 20 40 60 30 30 30 30 30 30 30 30 60 60 60 40 20 60 40 20 60 30 30 60 45 15 60 60 27 Curso de Engenharia Ambiental USS DISCIPLINAS DO CICLO ESPECÍFICAS Carga Horária 50,7% DISCIPLINAS Introdução à Engenharia Ambiental Microbiologia Ambiental Eletrotécnica Geral Química Ambiental Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Climatologia Ecologia Aplicada Geologia Bioquímica Ambiental Segurança Industrial e Risco Ambiental Pedologia Ambiental Hidrologia Poluição Ambiental Mecânica dos Solos Legislação e Direito Ambiental Economia Ambiental Redes de Infraestrutura Urbana Planejamento Territorial e Urbano Planejamento e Gestão Ambiental Educação Ambiental Trabalho de Conclusão de Curso I Gestão de Recursos Hídricos Tratamento de Água e Esgoto Auditoria Ambiental Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos Avaliação de Impactos Ambientais Diversidade Biológica Trabalho de Conclusão de Curso II Recuperação de áreas Degradadas Ecotoxicologia Gestão de Resíduos Industriais e de Serv. de Saúde Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais Tratamento de Efluentes Industriais Energia e Meio Ambiente CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 40 20 60 30 30 60 40 20 60 60 60 30 30 60 45 15 60 40 20 60 45 45 60 40 20 60 60 60 40 20 60 40 20 60 60 60 30 30 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 30 30 30 30 60 60 60 30 30 30 30 60 60 60 40 20 60 40 20 30 30 60 30 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 30 30 60 40 20 28 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.2.2.3 Ementas atualizadas e coerentes com o perfil do egresso e os objetivos do curso 1º PERÍODO Disciplina: Desenho Básico Carga Horária: 30 h Ementa: Desenho técnico com linguagem gráfica universal. Adestramento no uso de material e instrumentos de desenho. Padronização e normalização. Desenho de letras e símbolos. Dimensionamento. Cotagem de desenhos. Esboço cotado. Projeções ortogonais. Vistas ortográficas principais. Leitura e interpretação de desenhos. Desenho de construção civil com Instalações Elétricas, Hidráulica e Sanitária. Disciplina: Cidadania e Sociedade Carga Horária: 30 h Ementa: Noções de mercado. O papel da engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências, Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções de Sociologia. Tópicos Especiais. Disciplina: Química Geral e Inorgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos. Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares. Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante. Disciplina: Fundamentos da Matemática Elementar Carga Horária: 60 h Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Funções trigonométricas. Função exponencial e logarítmica. Polinômios. Progressões. Tópicos de História da Matemática. Disciplina: Computação Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de um software de computação algébrica e seus comandos. Disciplina: Introdução a Engenharia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de Engenharia Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do conceito de ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão ambiental. Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição Ambiental. Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental internacional e nacional. 29 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores no Plano. Vetores no Espaço. Estudo das retas e dos planos no espaço. Distância. Cônicas. Coordenadas polares. Superfícies quádricas. 2º PERÍODO Disciplina: Álgebra Linear Carga Horária: 60 h Ementa: Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores. Disciplina: Cálculo a Uma Variável Carga Horária: 60 h Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica. Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções Transcendentes. Disciplina: Física Mecânica Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação. Disciplina: Laboratório de Física Mecânica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças, energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios. Disciplina: Fundamentos da Administração Carga Horária: 30 h Ementa: Princípios gerais. O ciclo da Administração e suas fases: planejamento, organização, direção, controle. As funções administrativas na empresa moderna. As escolas da administração. Administração científica. A escola das relações humanas e seus princípios. Departamentalização. Amplitude administrativa. Níveis hierárquicos. Cargos. Introdução à Administração de Projetos. PERT-CPM. Controle de Qualidade. Disciplina: Química Orgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos; Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria, Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas. 30 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Desenho Técnico Carga Horária: 60 h Ementa: Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização. Instrumentos gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos. Construções geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeções ortográficas. Cotas, anotações, limites e precisão. Vistas auxiliares. Vistas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas dimensões. 3º PERÍODO Disciplina: Cálculo de várias variáveis Carga Horária: 60 h EMENTA: Técnicas de Integração. Geometria Diferencial. Derivadas Parciais. Integração Múltipla. Disciplina: Cálculo Numérico Carga Horária: 60 h Ementa: Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares. Disciplina: Física Térmica Carga Horária: 60 h Ementa: Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica. Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases. Disciplina: Laboratório de Física Térmica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases. Elaboração de relatórios. Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária: 60 h Ementa: A metodologia e a Universidade. Elementos básicos do método científico. Tipologia do conhecimento. Instâncias de legitimação da ciência. Conhecimento e método científico. Linguagem e redação científica. O método e a tecnologia. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem. Pesquisa bibliográfica. Pesquisa e iniciação científica. Análise e tratamento de dados. Disciplina: Mecânica Básica Carga Horária: 60 h Ementa: Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças Cinemática e Dinâmica da Partícula 31 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Carga Horária: Probabilidade e Estatística 60 h Ementa: Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade. As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância. 4º PERÍODO Disciplina: Carga Horária: Análise Química Ambiental 60 h Ementa: A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa. Disciplina: Carga Horária: Equações Diferenciais 60 h Ementa: Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de Linha e de Superfície. Disciplina: Carga Horária: Física Eletromagnética Aplicada à Engenharia Ambiental 30 h Ementa: Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação. Disciplina: Laboratório de Física Engenharia Ambiental Eletromagnética Aplicada à Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais com fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico. Disciplina: Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental Carga Horária: 30 h Ementa: Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser. Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo. 32 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Laboratório de Física Quântica Aplicada à Engenharia Carga Horária: Ambiental 30 h Ementa: Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser. Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo. Disciplina: Fenômenos de Transporte Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por Similaridade. Disciplina: Resistência dos Materiais Carga Horária: 60 h Ementa: Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial. Torção. Flexão Pura. Carregamento Transversal. 5º PERÍODO Disciplina: Microbiologia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública. Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e biodegradação. Disciplina: Eletrotécnica Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação, finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos. Disciplina: Ecologia Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos. 33 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Química Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental. Disciplina: Cartografia Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à Cartografia; Representação Cartográfica; Levantamento e Coleta de Dados Cartográficos do Campo; Introdução aos Processos Cartográficos; Métodos Cartográficos; Interpretação e Utilização de Mapas; Cartografia Temática aplicada ao meio ambiente. Disciplina: Físico-Química Carga Horária: 60 h Ementa: Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica. 6º PERÍODO Disciplina: Geologia Carga Horária: 60 h Ementa: A Geologia. Definição. Divisão e Campo. A Classificação das rochas e sua identificação. A geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos ambientes. A origem e as formas de vulcanismos e Sismos. A pesquisa paleontológica. Associação entre a Geologia e as noções de Biogeografia: definição e campo. A Geologia e sua influência na Classificação climática e na Meteorologia. A evolução da Mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico. A importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional. Disciplina: Climatologia Carga Horária: 60 h Ementa: A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas. Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil. Disciplina: Processos Unitários na Industria Carga Horária: 60 h Ementa: Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo. Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel. 34 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Ecologia Aplicada Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de sistemas ecológicos e bioestatísticos, métodos e interpretação de dados ecológicos de ecologia humana e de animais domésticos, ecofisiologia, dinâmica e interações de populações, organização espacial, temporal e funcional das populações, comunidades e ecossistemas. Disciplina: Hidráulica Carga Horária: 60 h Ementa: Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria. Disciplina: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de Representação de Dados. Introdução de Métodos de transformação de Dados Espaciais, Estrutura Geral de um Sistema de Informação Geográfica. Definição de Áreas de Estudo, Pesquisa Espacial. Modelos de Classificação de Dados, métodos de Cruzamento e Mensuração Espaciais. Análise de Proximidade e Zonas de Influência. Exemplos aplicados aos problemas ambientais. 7º PERÍODO Disciplina: Bioquímica Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas, nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais. Disciplina: Segurança Industrial e Risco Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente. Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas regulamentadoras (NRs). Disciplina: Pedologia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos. 35 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Poluição Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático: Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito; Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição; poluentes; qualidade; controle. Disciplina: Hidrologia Carga Horária: 60 h Ementa: Hidrologia: Ciência e Aplicação; Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica; Elementos de Estatística e Probabilidades; Precipitação; Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Água Subterrânea; Infiltração e Armazenamento no Solo; Fundamentos do Escoamento em Rios e Reservatórios; Aquisição e Processamento de Dados; Vazão Máxima e Hidrograma de Projeto; Regionalização de Vazões; Controle de Enchentes; Hidrologia Estatística; Regularização de Vazões em Reservatórios; Introdução à Drenagem Urbana. Disciplina: Mecânica dos Solos Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à Mecânica dos Solos. Origem e formação dos solos. Física dos solos. Classificação dos solos. Hidráulica dos solos. Distribuição de pressões nos solos. Compressibilidade dos solos. Ensaios de laboratório. 8º PERÍODO Disciplina: Legislação e Direito Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais. Disciplina: Economia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade. Disciplina: Redes de Infraestrutura Urbana Carga Horária: 60 h Ementa: Projeto de Redes de Drenagem Pluvial: bacias de contribuição, vazões de contribuição, traçado, escoamento, declividades, velocidades, dimensionamento de galerias. Projeto de Redes de Esgotos: traçado, população de projeto, vazão de contribuição, diâmetro mínimo, tensão trativa, velocidades críticas, elevatórias de esgoto, linhas de recalque, dimensionamento de redes coletoras. Projeto de 36 Curso de Engenharia Ambiental USS Redes de Abastecimento de Água: traçado, captação, adução, reservação, elevatórias de água, linhas de recalque, dimensionamento de redes de distribuição. Disciplina: Planejamento Territorial e Urbano Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos de planejamento territorial e urbano. Escalas e abordagens do planejamento Urbanização no Brasil. Problemas ambientais globais e locais. Planos diretores, estatutos das cidades, leis de zoneamento urbano e zoneamento ambiental. Infraestrutura urbana: Saneamento, sistema viário, mobilidade urbana e habitação. Processos de metropolização Disciplina: Planejamento e Gestão Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da série ISO 14000. Disciplina: Educação Ambiental Carga Horária: 30 h Ementa: Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências norteadoras da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em Educação. Ambiental. Projetos. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I Carga Horária: 30 h Ementa: Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados . 9º PERÍODO Disciplina: Gestão de Recursos Hídricos Carga Horária: 30 h Ementa: Engenharia de Recursos Hídricos: reservatórios, barragens, controle de cheias, irrigação, geração de energia, navegação. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais; Gestão de Recursos Hídricos no Brasil: fundamentos, objetivos. Diretrizes e instrumentos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança pelo uso da água. Disciplina: Tratamento de Água e Esgoto Carga Horária: 60 h Ementa: Tratamento de Água: Gradeamento, desarenação, coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção; Tratamento de Esgoto: microbiologia, cinética e hidráulica aplicadas, remoção da matéria orgânica, tratamento preliminar: grades e desarenadores; tratamento primário: decantadores primários 37 Curso de Engenharia Ambiental USS e tanques sépticos, tratamento secundário: lagoas de estabilização, lodos ativados e reatores anaeróbios. Disciplina: Auditoria Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria. Disciplina: Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos Carga Horária: 60 h Ementa: Noções gerais sobre os resíduos sólidos. Atividades de limpeza urbana. Acondicionamento de Resíduos. Coleta, transporte e transferência. Triagem e reciclagem. Compostagem e uso do composto orgânico. Aterro sanitário: critérios para seleção de local, técnicas de execução, licenciamento ambiental, produção de metano, coleta e tratamento de lixiviados. Resíduos de construção civil. Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução a Avaliação de Impactos Ambientais. Conceituação de Impactos Ambientais. Princípios do Licenciamento Ambiental. Resolução Conama 01/86 e as Diretrizes do EIA/RIMA. Atividades Passiveis do EIA/RIMA para o pedido de LP. Elaboração do EIA. Diagnóstico Ambiental, meio físico e biótico. Diagnóstico Sócio-econômico. Elaboração da Matriz de Impactos Ambientais. Formas e Etapas de Monitoramento. Medidas Mitigadoras. Elaboração do RIMA. Simulação de Audiência Pública. Disciplina: Diversidade Biológica Carga Horária: 60 h Ementa: Particularidades da célula vegetal: estrutura, composição química e propriedades de membranas e de parede celular; organelas celulares típicas e relações hídricas. Histologia Vegetal. Morfologia externa e interna. Significado e importância dos processos fisiológicos, referentes ao metabolismo, crescimento e desenvolvimento vegetal. Zoologia no contexto da Engenharia Ambiental. Sistemática e taxonomia. Relações entre seres vivos. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II Carga Horária: 30 h Ementa: Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC; Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação. 38 Curso de Engenharia Ambiental USS 10º PERÍODO Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas Carga Horária: 60 h Ementa: Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação. Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas. Projetos em recuperação de áreas degradadas. Disciplina: Ecotoxicologia Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução geral a Toxicologia. Conceitos em Toxicologia. Introdução à Ecotoxicologia. Gerenciamento de Riscos; Agentes tóxicos naturais e sintéticos no ambiente. Carcinogênicos ambientais. Contaminantes atmosféricos, hídricos e do solo. Contaminação ambiental por metais. Contaminação ambiental por hidrocarbonetos. Contaminação ambiental por praguicidas. Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais Disciplina: Gestão de Resíduos Industriais e de Serviços de Saúde Carga Horária: 60 h Ementa: Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Normas técnicas referentes a resíduos. Classificação dos Resíduos de acordo com a Legislação. RSS – Resíduos sólidos de serviços de saúde. Potenciais de risco químico e biológico. Segregação e Gestão de RSS. Elaboração de PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Caracterização de Resíduos Industriais. Tratamento e disposição final de Resíduos industriais. Incineração, co-processamento, landfarming, aterros industriais. Disciplina: Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais Carga Horária: 60 h Ementa: Simulação de fenômenos ambientais. Modelos matemáticos. Leis e equações básicas. Aplicação de métodos numéricos no processo de simulação. Modelagem matemática de fenômenos ambientais: quantificação e qualificação de processos. Simulação do processo de dispersão de poluentes em corpos hídricos. Calibração e validação. O processo de simulação computacional. Modelagem de processos ambientais (Estudos de caso). Disciplina: Tratamento de Efluentes Industriais Carga Horária: 60 h Ementa: Processo de tratamento de efluentes industriais, poluentes mais comuns, indústrias de conserva e de pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias, curtumes, celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e efluentes oleosos. 39 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Energia e Meio Ambiente Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil. Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica. Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico. EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás. Disciplina: LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS OPTATIVA 60h Ementa: História da língua de sinais no Brasil e no mundo. Estudos lingüísticos sobre Língua brasileira de sinais. O portador de necessidades especiais auditivas em um mundo ouvinte. Cidadania, surdez e linguagem. Apresentação da língua brasileira de sinais. 40 Curso de Engenharia Ambiental USS 3. 2.3. PROCEDIMENTOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM 3.2.3.1. Estratégias de flexibilização curricular, contextualização e interdisciplinaridade O projeto pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra é centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem. Assim, o processo de ensino-aprendizagem na USS é dinâmico e está voltado ao desenvolvimento do discente, induzindo sua capacidade de observação, questionamento, análise crítica, pesquisa, espírito científico, avaliação, julgamento e disciplina, proporcionando desta forma, uma participação ativa, estimulando o prazer pelo estudo, a criatividade, a reflexão e a análise crítica. Entende-se, na USS, metodologia como o caminho para a construção do conhecimento, apoiado no desenvolvimento das habilidades, através das situações e problemas, encaminha o aluno a buscar fundamentos teóricos para compreender, aplicar ou reconstruir o mundo, o que exige diálogo e participação ativa de alunos e professores. São adotadas estratégias de ensino diversificadas que mobilizam menos a memória e mais o raciocínio e a compreensão, integrando as atividades teóricas com práticas em laboratório, bem como potencializando a interação professor-aluno. Desta forma, novos paradigmas como interdisciplinaridade, pesquisa em sala de aula, estudos dirigidos e seminários para a construção do conhecimento, conteúdos significativos e contextualizados, situações-problema, habilidades, competências são temáticas que vêm permeando as reflexões no Curso. Para que os graduados tenham o perfil delineado, as estratégias empregadas no curso de Engenharia da USS, também devem tornar os currículos flexíveis com atividades complementares eletivas, incluindo disciplinas de enriquecimento, oferecidas no decorrer do curso. O Curso se desenvolve não só através de aulas expositivas, mas também de aulas de laboratório e de campo e visitas técnicas. A interação do aluno com o conteúdo é feita estimulando-o a participar ativamente tanto através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas, quanto através da utilização efetiva de equipamentos em experimentos nas aulas práticas. Recursos adicionais como vídeos, aulas com recursos computacionais e uso de projetor multimídia, visitas técnicas, palestras, seminários, trabalhos de campo, complementam o desenvolvimento do Curso e integram teoria e prática. Número máximo de alunos por turma: aulas teóricas = 40 alunos aulas práticas = 20 alunos Obs.: O número máximo de 20 alunos por turmas práticas se dá em função das dimensões dos laboratórios atualmente disponíveis. Durante as atividades, as turmas com mais de 20 alunos são 41 Curso de Engenharia Ambiental USS divididas, sendo a aula ministrada em horários diferenciados. • Aulas práticas de disciplinas básicas A matriz curricular do ciclo básico, comum a todos os Cursos de Engenharia, inclui aulas práticas de Cálculo Numérico, Computação, Desenho, Fenômenos do Transporte, e Química Geral e Inorgânica. Estas aulas permitem aos alunos consolidar o conhecimento teórico, conduzindo-o a um entendimento mais completo dos fenômenos subjacentes às aplicações de ferramentas computacionais que serão aplicadas na solução de problemas estudados em outras disciplinas do Curso, bem como na vida profissional do Engenheiro Ambiental. • Aulas práticas de disciplinas de formação específica A matriz curricular do ciclo profissional do Curso de Engenharia Ambiental, inclui aulas práticas de Bioquímica Ambiental, Cartografia, Ecologia, Eletrotécnica Aplicada, Física Mecânica, Física Térmica, Física Eletromagnética e Quântica, Geologia, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, Química Ambiental, Química Analítica, Química Orgânica, Microbiologia Ambiental, Pedologia, Processos Unitários da Indústria, e Recuperação de Áreas Degradadas. As aulas práticas podem tanto envolver experiências realizadas nos laboratórios, bem como atividades extra-classe, como aulas de campo ou visitas técnicas, que permitam aos alunos a visualização prática das problemáticas ambientais apresentadas em sala de aula. A avaliação destas aulas é normalmente feita por meio de relatórios (das experiências de laboratório ou das aulas de campo e visitas técnicas), além das provas. A elaboração de relatórios é bastante incentivada e valorizada no Curso de Engenharia Ambiental, uma vez que a habilidade de comunicação e expressão é essencial para a atuação deste profissional. A redação de relatórios, leitura de artigos técnicos (na maioria em inglês para desenvolver um vocabulário técnico) e apresentação dos trabalhos é obrigatório, e visa atender a Resolução CNE/CES 11/2002 no quesito “Comunicação e Expressão” necessária na composição do núcleo de conteúdos básicos. 3.2.3.2 Metodologia comprometida com o desenvolvimento do espírito científico. A influência da ciência no mundo moderno é impressionante. Em menos de duzentos anos, o progresso científico e tecnológico mudou por completo a face do planeta. Estas modificações se fizeram no contexto daquela evolução sócio-econômica mais ampla, que influenciou o desenvolvimento científico-tecnológico, sendo, por sua vez, influenciada por ele. E estas mudanças foram tão rápidas que o homem tem dificuldade em assimilá-las, sendo obrigado a encarar questões para as quais não se acha preparado. Formar profissionais reflexivos não é uma tarefa fácil, o curso de Engenharia Ambiental, estimula seus alunos a participarem de Projetos de Pesquisas, como uma iniciativa para despertar o espírito científico dos mesmos em sua área de atuação científica e tecnológica, visando uma participação ativa nas transformações do saber para a comunidade e para o mundo. 42 Curso de Engenharia Ambiental USS "I died for Beauty — but was scarce Adjusted in the Tomb When One, who died for Truth, was lain ln an adjoining Room — He questioned softly "Why I failed"? "For Beauty", I replied — "And I — For Truth — Themself are One — We Brethren, are", He said — And so, as Kinsmen, met at night — We talked between the Rooms — Until the Moss has reached our lips — And covered up — our names —"** "Morri pela Beleza, mas na tumba/Mal me tinha acomodado/Quando outro, que morreu pela Verdade./ Puseram na tumba ao lado.//Baixinho perguntou por que eu morrera/Repliquei. "Pela Beleza" — /"E eu, pela Verdade" — ambas a mesma — /E nós, irmãos com certeza.//Como parentes que pernoitam juntos,/De um quarto a outro conversamos — /Até que o musgo alcançou nossos lábios/E encobriu nossos nomes. (Tradução de Aila de Oliveira Gomes) Em Aberto, Brasília, ano 11, nº 55, jul./set. 1992 - Leopoldo de Meis e Lucia Fonseca 43 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.2.4. Atendimento ao Discente A Universidade Severino Sombra apóia a participação de seus alunos em atividades de iniciação científica, nos programas de extensão e em eventos diversos, de natureza educacional, cultural e científica. O acompanhamento do desempenho discente e o apoio às suas atividades acadêmicas são da responsabilidade do coordenador de curso. Estes são auxiliados por professores, para atenção aos alunos, especialmente, na orientação para o processo de aprendizagem, na elaboração de trabalhos de graduação, nas atividades complementares e nos estágios curriculares e extra-curriculares. Os discentes possuem livre acesso à coordenadoria de Curso. 3.2.4.1. Nivelamento A partir do segundo semestre de 2010 o Programa Institucional de Nivelamento foi organizado pelo NAPp (Núcleo de Apoio Psicopedagógico) em parceria com a Central de Estágios. Justifica-se pelo oferecimento de um elemento de apoio pedagógico que favoreça aos discentes dos primeiros períodos de todos os Cursos de Graduação da USS o processo de construção e elaboração de novos conhecimentos, melhorando seu desempenho nas disciplinas com um grau maior de dificuldade, constantes na matriz curricular de seu curso. Com o objetivo de identificar e minimizar possíveis defasagens que os alunos tragam de sua formação anterior, são organizadas atividades, em horários extraclasses, visando fortalecer os conhecimentos básicos nas seguintes áreas: Língua Portuguesa: Este nivelamento promove atividades voltadas para habilidades de leitura, interpretação, análise e produção de textos; Matemática: Aborda conteúdos vinculados às disciplinas de matemática do ciclo básico com a finalidade de suprir as necessidades dos alunos em conteúdos do Ensino Fundamental e Médio; Informática: O nivelamento em informática tem como público alvo alunos da instituição que tenham pouca desenvoltura na utilização de computadores. O objetivo principal é fornecer condições para que esses alunos possam utilizar recursos computacionais como: internet, suite de escritório (office ou OpenOffice), funções básicas do sistema operacional, recursos de impressão, entre outros. Os alunos que necessitam de tais nivelamentos são indicados por seus coordenadores e estabelecem o compromisso de freqüência ao programa. Ao final do semestre são produzidos relatórios parciais de todas as atividades realizadas, bem como do rendimento dos alunos. Para intervir nas questões relacionadas com o ensino e a aprendizagem, mudanças começaram a ser efetivadas, em 2009, quando da revisão do projeto pedagógico do curso e da matriz curricular, da 44 Curso de Engenharia Ambiental USS composição do corpo docente, de discussões sobre avaliação como processo, de inclusão de atividades extraclasse, etc. Considerando as conseqüências negativas para o andamento das aulas, com reflexos em taxas de evasão e reprovação, a estratégia adotada pelo Curso, tem sido incluir no programa das disciplinas de Cálculo e Física, uma revisão de tópicos de Ensino Médio mais importante para o Curso de Engenharia, sendo introduzida a disciplina de Fundamentos da Matemática Elementar no segundo semestre de 2009, a fim de promover o nivelamento entre os alunos. Em 2006 foi adotada como estratégia introduzir mais 60 h na disciplina de Introdução ao Cálculo, conforme Resolução n° 048/2006 CONSEPE de 19/12/2006, homologada pela Resolução n° 018/2006 CONSU de 19/12/2006, que trouxe resultados considerados positivos. Outra atitude foi abrir concurso de monitoria voluntária aos alunos aprovados no concurso. Porém como mencionado acima, a partir do segundo semestre de 2009, pensando em melhorar os resultados obtidos até então, foi feita mudança na matriz sendo introduzida a disciplina de Fundamentos da Matemática Elementar, e com isso esperase um resultado ainda melhor, quanto a reprovação e evasão de alunos. 3.2.4.2 Programa Institucional de Monitoria O Programa Institucional de Monitoria, para todos os Cursos de Graduação da USS, é uma atividade de atendimento ao discente que visa contribuir para a melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem, estimular a criatividade e o pensamento científico, além de estreitar a cooperação entre discentes e docentes. Para a função de monitoria são selecionados alunos que, no âmbito das disciplinas já cursadas, demonstram capacidade para o desempenho das seguintes atividades: Realizar tarefas que auxiliem os discentes no melhor aproveitamento dos conteúdos ministrados e na realização de trabalhos pedagógicos; Auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, na preparação de material didático e em atividades de classe e/ou laboratório; Auxiliar os docentes no acompanhamento de provas e trabalhos escolares. A Monitoria na USS é organizada em duas (2) modalidades: Remunerada: o Monitor recebe, a título de bolsa, percentual sobre o valor da mensalidade do seu Curso, a ser definido pela Mantenedora, e divulgado no Edital. Voluntária: o Monitor enquadrado recebe a título de incentivo, declaração para comprovação de Atividades Complementares. As vagas de Monitoria, remunerada e voluntária, existentes para cada disciplina são solicitadas pelos Professores, apreciadas pelo Colegiado do Curso e encaminhadas à Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, que as autoriza e divulga via Edital. 45 Curso de Engenharia Ambiental USS Para Monitoria remunerada do Curso de Engenharia Ambiental no ano de 2011, foi eleita a Disciplina Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental, pautada no índice de reprovação do alunado. 3.2.4.3. Atividades Extraclasse A instituição promove, anualmente, eventos na área de Extensão e Pesquisa como a Semana Acadêmica Severino Sombra em junho e o Encontro de Iniciação Científica no segundo semestre, sempre com participação de representantes do Curso. Além desses eventos, previstos no calendário institucional, o curso organiza eventos internos e participa de eventos externos valorizando as atividades extraclasse na formação docente, com a participação registrada em forma de portfólio. Geralmente as atividades extraclasse são diversificadas, sempre articuladas com Ensino e Extensão como: Visitas Técnicas, Aulas de Campo, Participação em Feiras de Engenharia, Participação em Palestras Técnicas, Congressos e Encontros. 3.2.4.4. Apoio Psicopedagógico O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPp) da USS desenvolve atividades de atendimento à comunidade acadêmica, por encaminhamentos ou demanda espontânea. A finalidade do NAPp é prestar apoio à Coordenadoria de Ensino de Graduação, às Coordenações de curso, Professores, alunos e funcionários da USS, que constituem seu público-alvo. O NAPp está implantado e funcionando no andar térreo do bloco dois (2) no Campus principal da USS e, no ano de 2011, ampliou sua equipe com a inclusão de duas (2) psicólogas técnicas e um Psicólogo/ Psicopedagogo para coordenar o setor. A organização e sistematização do Núcleo de Apoio Psicopedagógico se justificam em função do interesse da USS em proporcionar o bem-estar afetivo-emocional e a oportunidade de crescimento pessoal aos seus alunos e funcionários, com vistas à sua formação e desempenho enquanto seres humanos íntegros e capazes. Além de identificar, acompanhar e intervir pedagogicamente em disciplinas com grande retenção, abandono e trancamento. Com freqüência, o baixo rendimento escolar indica que o aluno traz consigo, além das dificuldades de aprendizagem, outras oriundas de necessidades e problemas pessoais que, quando não solucionados precocemente, podem se agravar. O comprometimento do seu desempenho escolar pode, então, resultar da inadequação de suas respostas aos estímulos do ambiente e do processo educativo. Além disso, pode ocorrer a dificuldade de compreensão de tais problemas pelos professores. A proposta é atender a uma demanda de funcionários e alunos da Universidade Severino Sombra, por orientação psicopedagógica e/ou psicológica, na busca de solução para inadequada 46 Curso de Engenharia Ambiental USS escolha profissional, problemas relacionados à ética e valores, problemas de ordem familiar, que possam acarretar grave repercussão nas relações interpessoais, problemas de relacionamento afetivosexual e problemas de ordem pessoal tais como conflitos neuróticos e depressão. Em se tratando especificamente dos ingressantes, percebemos uma dificuldade na adaptação às novas exigências do processo de ensino-aprendizagem que se apresenta, em muitos aspectos, diferente daquele ao qual estiveram submetidos no ensino fundamental e médio, além de deparar-se com novas condições físicas e sociais características do universo acadêmico. Em 2011-1 o curso de Engenharia Ambiental, encaminhou um discente ao Núcleo. 3.2.4.5 Programa Institucional de Tutoria O Programa de Tutoria da USS foi instituído com o intuito de promover a recuperação das deficiências de desempenho acadêmico do aluno da USS que apresente, em qualquer momento de sua vida acadêmica, dificuldade de aprendizado e dependência, tendo sido reprovado em alguma disciplina. As Normas para o Programa de Tutoria, para o regime de dependência, tem o objetivo de melhorar o desempenho acadêmico dos alunos da USS, através do seu acompanhamento por um Professor Tutor, que atua como elemento facilitador do processo ensino-aprendizagem na respectiva disciplina, orientando os alunos para que tirem o máximo proveito de suas potencialidades. Em 2011-1 os curso de Engenharia Ambiental e Elétrica organizaram váriasTutorias. 3.2.4.6. Políticas Institucionalização de Acompanhamento do Egresso A Política Institucional de acompanhamento de egressos da Universidade Severino Sombra estabeleceu-se a partir de quatro eixos através dos quais se articula à Assessoria de Avaliação da USS, às Coordenações dos Cursos, Central de Estágios e Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e PróReitoria de Extensão. São eles: 1. Incentivo a participação em eventos de atualização e/ou capacitação da USS; 2. Políticas de incentivo à formação continuada; 3. Estatística e apontamentos sobre o Egresso no mercado de trabalho; 4. Avaliação do curso a partir da ótica do egresso. Neste sentido, visando promover um diálogo permanente da Universidade com o egresso, a USS desenvolve diversas ações, oferecendo serviços que promovam a comunicação, como por exemplo, a página eletrônica para o egresso da USS que divulga periodicamente informes para aperfeiçoamento profissional, como os cursos de extensão, de especialização e de mestrado oferecidos pela USS. Além disso, oferece uma política de descontos sobre mensalidades nos cursos de Pós-graduação, Educação permanente e reingresso em cursos de graduação como forma de incentivo à 47 Curso de Engenharia Ambiental USS formação continuada; são produzidos relatórios anuais, que indicam a realidade dos egressos no mercado de trabalho; e também possibilita a participação do egresso na política de avaliação do curso concluído, cujas informações irão colaborar na apreensão de elementos da realidade externa à instituição e ao processo de ensino-aprendizagem. Além dessas ações, os cursos de graduação também realizam encontros anuais de Egressos, possibilitando um momento de confraternização e integração entre egressos e alunos e a troca de experiências e informações sobre o mercado de trabalho, as oportunidades e as exigências da profissão. Estas ações nos permitem delinear o perfil na prática do egresso, articulado ao Projeto Pedagógico dos cursos, atendendo, inclusive, à Portaria no. 300 (SINAES/MEC), que aponta como instrumento para avaliação externa das IES as políticas de atendimento a estudantes, incluindo, nesse caso, os egressos. O curso acompanha seus egressos através de correspondências, via telefônica e através de um ícone específico para ex alunos no site da universidade. Na maioria das vezes, o próprio coordenador encaminha-os para a Pós-Graduação. Em 2011.2 acontecerá o I Encontro de Egressos para apresentação das atividades dos Engenheiros Ambientais formados pela USS e I Jornada de Engenharia Ambiental da USS, como previsto no PPC em 2008. 3.2.4.7. Acesso a registros Acadêmicos No ato da matrícula o aluno recebe um número que o acompanha até o final do curso e é cadastrado no sistema Terminal Institucional Acadêmico (TIA), recebendo neste momento uma senha, que o possibilita a acessar em qualquer parte do país ou fora dele, todos os registros acadêmicos através do site da instituição. As notas, freqüência e conteúdos de aula são lançados até o dia dez de cada mês pelo professor. Processos como trancamento de matrículas, transferências, solicitação de declarações, segunda chamada de prova são feitos diretamente na Secretaria Geral, sendo que todos os formulários necessários estão disponibilizados no site da USS. A Universidade disponibiliza em sua página virtual, o Manual do Aluno, onde se encontram as normas internas e outras orientações acadêmicas e o regimento interno, ambos podem ser acessados, na íntegra, no site da universidade (www.uss.br). 3.2.4.8. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais Nos últimos anos, a Universidade Severino Sombra vem investindo para atender a este indicador. Para tanto, construiu rampas, instalou elevador no prédio onde estão localizadas salas de informática, salas de aula e o Auditório Severino Sombra. Fez adaptações em instalações sanitárias e as construções mais recentes já estão adequadas. 48 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.3. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Em função dos objetivos específicos de cada disciplina, o professor têm autonomia para estabelecer os critérios de avaliação mais adequada a sua disciplina, mantendo o critério regimental atual de 02 (dois) instrumentos para cada avaliação. As avaliações contemplam questões contextualizadas, objetivas e discursivas. Desta forma, é possível abordar aspectos práticos e/ou teóricos que geralmente incluem: trabalhos individuais ou em equipe (leitura e síntese de artigos científicos; relato de casos, relatório de atividades extra-classe - visitas técnicas, preparação e apresentação de seminários entre outros), bem como provas escritas e/ou oral. O processo avaliativo estabelece que a média necessária para aprovação nas disciplinas deve ser igual ou superior a 7,0 (sete) e freqüência mínima de 75%. O aluno que não obtiver a média para aprovação, poderá se submeter a avaliação final desde que tenha acumulado nota 4,0 (quatro), desta forma, terá que perfazer um total de 10,0 (dez) pontos para ser aprovado. 3.4. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO 3.4.1. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado é normatizado por legislação oriunda do Ministério da Educação (LEI No. 11.788, de 25 de setembro de 2008) e constitui atividade curricular obrigatória ofertada aos estudantes do Curso de Engenharia Ambiental, matriculados no 8º. e 9º. (matrizes 2004.1 e 2007.1) inseridos na matriz como disciplina. Na matriz 2009.2, é oferecido à partir do 6º. seguido do 7º., 8º. e 9º. períodos e não consta no elenco de disciplinas. Durante o estágio, o aluno cumpre sob supervisão docente (supervisor de estágio do curso) e de um supervisor da unidade concedente, um programa de treinamento que lhe permite tomar conhecimento e participar de atividades práticas desenvolvidas nos setores onde as atividades estejam ligadas à Engenharia Ambiental. É um momento de formação profissional seja pelo exercício direto in loco, seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades da área profissional específica. Tal possibilidade permite que o aluno desenvolva uma prática comprometida com as necessidades do setor, com autonomia, raciocínio investigativo, criatividade, com capacidade de comunicação, resolução de problemas, trabalho interdisciplinar e multiprofissional. A supervisão de estágio deve ser entendida como acompanhamento e assessoria dada ao aluno, no decorrer de sua prática profissional, por docentes (supervisores de estágio) reconhecidos pela Coordenação do Curso, de forma a proporcionar aos estagiários o pleno desempenho de ações, princípios e valores inerentes à realidade da profissão em que se processa a vivência prática. Sendo assim, o discente que comprovar (através de hierarquia superior) que a sua atividade de trabalho está 49 Curso de Engenharia Ambiental USS inserida nas atuações do profissional em Engenharia Ambiental, terá 100% de aproveitamento nas horas de estágio supervisionado. A não conclusão do Estágio Supervisionado em um total de 180 horas (matrizes 2004.1 e 2007.1) e 240 horas (matriz 2009.2), implica no impedimento da conclusão do Curso. O profissional que assumir a orientação na Unidade concedente, deve estar regularmente registrado em Conselho de Classe. Desta forma, o profissional deverá ter atribuições profissionais e competências, que lhe permitam orientar o aluno no desenvolvimento teórico e prático, das mais diversas atividades curriculares in loco. A atuação do profissional que não possua competência compatível com a formação da Engenharia Ambiental, poderá ser avaliada, desde que a experiência comprovada do profissional lhe atribua tais expertises. Seus principais objetivos são: • Proporcionar ao estudante, a participação em situações reais e experiências de ensinoaprendizagem visando à educação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao exercício do pensamento reflexivo e criativo; • Contato com as atividades da Engenharia Ambiental e áreas conexas, embasado no conhecimento adquirido ainda na Universidade; • Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando correspondente concretização no desenvolvimento das competências e habilidades, compromissadas com a realidade sócio-econômica-política do país; • Instrumentalizar o futuro profissional para a inserção no mundo do trabalho, para interpretar informações e para compreensão crítica da realidade, complementando, desse modo, a dimensão prática e caráter educacional do estágio; • Propiciar um exercício profissional de qualidade, assegurado através de um planejamento gradativo, sistemático e acompanhamento metódico. Cenários de Prática Os estágios supervisionados podem ser cumpridos em empresas, órgãos públicos da área ambiental ou organizações ambientais não governamentais da Região Centro Sul-Fluminense, preferencialmente, podendo ainda ser realizado em empresas situadas no Estado do Rio de Janeiro e mesmo em outros estados da Federação, desde que estas Unidades Concedentes firmem convênio com a Universidade Severino Sombra. 3.4.2.Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso tem o objetivo de promover junto ao aluno, o planejamento, a organização e redação do trabalho científico. A graduação em Engenharia Ambiental 50 Curso de Engenharia Ambiental USS tem como um de seus requisitos, a elaboração de um Projeto Integrado, que segue as “Normas para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC”. Este Projeto constitui-se na principal atividade de integração entre teoria e prática, dado que oferece aos alunos oportunidade de utilizarem, conjuntamente, os conhecimentos obtidos nas disciplinas do ciclo profissionalizante, além de permitir a prática da engenharia ambiental. Os temas de projeto são definidos com base em necessidades reais de empresas, órgãos públicos e ONGs da área ambiental da Região Centro Sul-Fluminense com as quais a USS e/ou o Discente mantém intercâmbio. Os projetos são desenvolvidos por cada aluno, sob a orientação de um professor orientador com experiência em campos diversos da Engenharia Ambiental e o Professor da Disciplina Trabalho Final de Curso. O Projeto é defendido publicamente pelo discente perante uma banca examinadora constituída por 3 (três) professores dos Cursos do CECETEN (Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza), ou convidados de outras Instituições de Ensino Superior. A aprovação da banca é condição necessária ao cumprimento deste requisito de graduação. No curso de Engenharia Ambiental, para a conclusão do curso, o TCC tem um caráter diferenciado que privilegia a experiência profissional, além da capacidade investigativa. O TCC poderá ser apresentado sob a forma de um artigo científico, monografia, ou a concepção de projetos na área ambiental. Os Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados passam a compor o acervo da Biblioteca e também ficam disponível na coordenação. 3.4.3. Atividades Complementares As atividades complementares contribuem para a formação acadêmica e profissional do aluno, ao possibilitarem participação em experiências relacionadas ao mundo do trabalho. Ao se considerar as múltiplas possibilidades estimula-se a vivência e constituição de um saber interdisciplinar e integrado à ação profissional. Este articulado a necessidades e potencialidades locais e regionais. É objetivo das atividades complementares auxiliarem na formação acadêmica do aluno ao estimular a participação em debates, seminários, encontros acadêmicos e profissional, dentre outras possibilidades. Ao contribuir para ampliar o conhecimento, instigar o senso crítico e a autonomia, as atividades complementares, favorece a intervenção no cenário acadêmico/profissional do egresso do curso. Além da carga horária de estágio supervisionado, os alunos do Curso de Engenharia Ambiental devem cumprir um total de 200 horas de atividades complementares, que podem ser a participação em visitas técnicas, apresentações técnicas, projetos de extensão, iniciação científica, monitoria, seminários , congressos entre outros. O formulário de atividades complementares, encontrase no anexo VI. 51 Curso de Engenharia Ambiental USS Visitas Técnicas As visitas técnicas constituem-se em um importante fator para a complementação da formação profissional do aluno de Engenharia. Nestas visitas os alunos, sempre acompanhados de um professor responsável, são levados a conhecer o funcionamento real e integrado dos elementos e sistemas estudados em sala de aula. Por meio de contato com profissionais de longa experiência na prática diária de resolução de problemas ambientais, os alunos recebem informações que muitas vezes não estão disponíveis na literatura e que lhes vão permitindo, paulatinamente, preparar-se para enfrentar os problemas práticos que encontrarão profissionalmente. Algumas visitas técnicas que acontecem regularmente no curso são: Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia (Valença), TRIBEL (tratamento de resíduos, Belford Roxo), Indústrias Nucleares do Brasil –INB, Aterros Sanitários, Estações de tratamento de água (Guandu) e Estações de Tratamento de efluentes (Alegria), Indústrias como Novartis Biociências, Clariant, Bayer, Servatis, Rimet entre outras. Aulas de Campo O curso de Engenharia Ambiental, privilegia sempre que possível, as aulas de campo, onde os discentes podem observar em loco as transformações, os impactos negativos ou positivos que a natureza ou a ação do homem se fazem presentes. Como exemplo: Parque Nacional de Itatiaia, Ibitipoca, Praia de Atafona em Campos dos Goitacazes entre outras. Apresentações Técnicas O Curso de Engenharia Ambiental promove apresentações técnicas realizadas em suas instalações por representantes de empresas, órgãos públicos e ONGs de meio ambiente. Estas apresentações, assim como as visitas técnicas anteriormente referidas, constituem importante fator para complementação e atualização do conhecimento tecnológico em Engenharia dirigido ao discente. 3.4.4 Pesquisa O Curso Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra espera desenvolver na formação do aluno, a vivência de práticas investigativas, quer individualmente como alunos em seu processo de aprendizagem, quer como participantes de grupos de pesquisa em parceria com outros alunos e professores do Curso. Este objetivo, definidor do perfil do egresso, articula-se com a Resolução CNE/CES 11/2002. Esta propõe que na organização curricular esteja presente o aprimoramento em práticas investigativas e a pesquisa, como foco no processo de ensino e de aprendizagem. Neste sentido o Curso de Engenharia Ambiental vem organizando e incentivando grupos de pesquisa dos quais participem alunos e professores. O curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra possui quatro (04) grupos de pesquisa, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e na Instituição (Anexo VIII). 52 Curso de Engenharia Ambiental USS Os Projetos foram contemplados com o apoio da FUNADESP e FAPERJ, e bolsas PIBIC USS. É meta do curso ampliar as áreas e linhas de pesquisa com o objetivo de contribuir continuamente com o crescimento da pesquisa científica, definir programas e linhas voltados para o desenvolvimento regional e direcionar o nosso aluno ao conhecimento técnico-científico. 3.4.5 Extensão A tônica da indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão é adotada como diretriz prioritária pela USS. Atenta aos problemas sócio-econômicos e ambientais da região Sul Fluminense, a USS através da Pró-Reitoria Acadêmica junto à Coordenadoria de Extensão desenvolve profícuo trabalho, comprometendo o Campus e a Comunidade, visando o aperfeiçoamento cultural, a qualidade de vida e a formação de uma consciência ética na sociedade. Com esses objetivos, propostas e projetos culturais são encaminhados à Coordenadoria de Extensão que, em conjunto com a Coordenação de Curso, promove os meios para a sua execução. A Extensão é conjunto dos processos educativo, cultural e científico que articula, de forma indissociável, o ensino e a pesquisa e realiza a integração da Universidade com a Comunidade da Região Geoeducacional em que está inserida, extravasando para estes espaços os limites do seu campus, visando o desenvolvimento mútuo, de caráter tecnológico e social. Extrapolando os limites naturais da sala de aula e do próprio Campus, a prática da extensão completa a tríplice função da Universidade enquanto força a muralha que artificialmente se coloca entre o saber do povo e o saber científico. A Extensão tem lugar de destaque em todas as atividades da USS há mais de dez anos. Em três áreas básicas são desenvolvidas as atividades de extensão da USS, Educação, Saúde e Ecologia, sem descuidar dos aspectos culturais da região. Para além da política social estritamente voltada para a população de baixa renda, há muitas outras maneiras pelas quais a Universidade demonstra sua vocação extensionista. Uma delas é zelar pela formação de profissionais sensíveis à problemática social, a fim de que possam incutir, com firmeza, em seus planos de atuação, a meta de construir uma sociedade mais justa, mais humana, reduzindo-se os níveis de desigualdade social e de violência. Um dos projetos de extensão do curso de Engenharia Ambiental é “A Semana Mundial de Meio Ambiente”, “Semana Severino Sombra” e “Ciência e Tecnologia” que ocorre anualmente, dentre as atividades destacam-se: palestras científicas e mini-cursos com profissionais renomados e oficinas abertas à comunidade. Em 2009, a Universidade Severino Sombra sediou o Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia Ambiental promovido pelo curso. Em 2011 será iniciado o Projeto CINE AMB, serão exibidos filmes sobre a temática ambiental com posterior discussão, todas as 1ª. e 4º. quintas-feiras do mês. 53 Curso de Engenharia Ambiental USS 3.4.6. Estímulo à Participação em Eventos Internos e Externos O Projeto de Desenvolvimento Institucional 2006/2010 (PDI), no item 2.6.5 que trata do incentivo à Pesquisa e à Extensão, afirma o objetivo de aperfeiçoar os programas de iniciação científica adotados na USS, de forma a que seja absorvido um maior número de alunos e de inserir alunos de graduação em projetos de ensino, pesquisa e extensão. A Universidade promove, anualmente, o ENIC – Encontro de Iniciação Científica, evento que oportuniza aos discentes divulgar suas produções no âmbito da iniciação científica e na participação das pesquisas docentes. A participação em Eventos Acadêmicos e Científicos é estimulada pela política adotada pelos diferentes cursos quando definem instrumental para registro das atividades complementares, com carga horária especificada por cada curso, em acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais. No ano de 2009, como parte do processo de discussão dos projetos as atividades complementares foram revistas considerando o perfil do egresso e com apoio do colegiado de curso. A Instituição apóia financeiramente 25% dos custos para eventos nacionais e 50% para os eventos internacionais, desde que exista a produção vinculada à Instituição. 54 Curso de Engenharia Ambiental USS 4. CORPO DOCENTE, CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO 4.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE 4.1.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE É o órgão consultivo responsável pela concepção do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia Ambiental e tem por objetivo consolidação do mesmo. A sua constituição segue orientações do Ministério de Educação (MEC/INEP). A composição do NDE do Curso de Engenharia Ambiental, tem como presidente a Coordenadora do Curso, Profa. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo, encontra-se em quadro apresentado em anexo (Anexo IV), a relação da composição do NDE, onde 100% possuem formação Stricto Sensu, comtítulo de Doutorado. O grupo participou da implantação do atual Projeto Pedagógico do Curso e tem participado ativamente de sua consolidação. A indicação dos representantes docentes é feita pelo Coordenador para um mandato de 1 (um) ano, com possibilidade de recondução. São atribuições do NDE: • elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos; • estabelecer o perfil profissional do egresso do curso; • atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso; • conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; • supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado de Curso; • analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares; • promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; • acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a abertura de processo seletivo para contratação ou substituição de docentes, quando necessário. O NDE reúne-se, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente ou Coordenador, 2 (duas) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes. 55 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.1.2. Avaliação do Projeto Pedagógico Por meio da avaliação é possível conhecer a relevância dos objetivos propostos, bem como a eficácia, o impacto e a eficiência das ações realizadas. Pela avaliação pode-se verificar se as ações e a prática global constituem os instrumentos e o caminho para a concretização das diretrizes e objetivos propostos. Considera-se que, dentro da função diagnóstica, a avaliação perpassa toas as atividades preconizadas e fornece elementos de controle para verificação da relação entre os objetivos, as estratégias, as ações e a prática pedagógica. Entende-se que a principal prática avaliativa é a prática da implantação completa do processo de planejamento, permitindo detectar avanços, identificar obstáculos e promover ações com vistas à melhoria gradativa da qualidade acadêmica. Para tanto, o Curso de Engenharia Ambiental mantém um processo de auto-avaliação constante, com reuniões dos membros do NDE. Esse processo de avaliação terá como seus agentes todos os que estão diretamente envolvidos com as atividades a serem avaliadas, entendidas como requisito essencial do próprio processo de democratização da USS, e se voltará para: • A avaliação do Curso: enfocando o prestígio, a procura e os indicadores de eficiência (metodologias de ensino e resultado do processo Ensino-Aprendizagem); • Avaliação dos docentes: em termos de rendimento, de produtividade (produção científica) e da participação acadêmica; • A avaliação dos alunos: a partir do rendimento escolar e da participação acadêmica. • Avaliação institucional interna; • Acompanhamento do egresso. 56 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.2. COORDENADORA DO CURSO A Coordenadora do Curso é a Professora Doutora Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo, Doutora em Ciências – Microbiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Mestre em Ciências Biológicas – Biotecnologia Vegetal – Microbiologia pelo Programa de Biotecnologia Vegetal da Universidade Federal do Rio de Janeiro, licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Gama Filho em 1986. Na área do Ensino Superior é professora Titular da Universidade Severino Sombra – USS em cursos de Graduação nas seguintes áreas: Microbiologia, Metodologia da Pesquisa Científica e Iniciação Científica. Em curso de Pós-graduação Stricto Sensu - Mestrado Profissional em Ciências Ambientais da USS, Professora convidada dos Cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Biotecnologia Vegetal (UFRJ), do Núcleo de Atualização em Ciências Ambientais (NADC-UFRJ) com o Curso “Biodegradação de compostos orgânicos e Biotransformação de compostos inorgânicos no meio ambiente” e pesquisadora do Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Góes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Na área Empresarial é sócia-diretora da Eflutec Assessoria e Consultoria Ambiental Ltda, empresa que foi selecionada em 2000 no processo para empresas de Inovação Tecnológica na Incubadora de Empresas da COPPE – UFRJ. Trabalhos técnicos relevantes desenvolvidos: Monitoramento de Estação de Tratamento de Efluentes Industriais; Polimento da Lagoa de Tratamento de Efluentes das Indústrias Nucleares do Brasil – INB; Gerenciamento de Resíduos - COPPETEC. Na área da gestão de ensino superior, Coordena o Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra no ano de 2008, retornando em Junho de 2010. Organizou os seguintes Eventos e Projetos: VII Semana de Meio Ambiente - “Consciência Ambiental e Ações Sustentáveis”, 2008; I Jornada de Meio Ambiente, 2006; I Simpósio da Liga de Microbiologia Médica, 2006; I Simpósio da Liga de Microbiologia Médica, 2005. e X Semana de Meio Ambiente em 2011. Grupos de Pesquisas cadastrados no CNPq, onde atua como líder e colaboradora dos seguintes projetos: Bioprospecção de substâncias bioativas; Biotecnologia de Actinomicetos; Caracterização de Microrganismos; Produção de enzimas hidrolíticas visando a produção de bioetanol, em parceria com a UFRJ. Consultora Ad Hoc do CNPq nas áreas: Biotecnologia e Microbiologia. Revisor de periódico: Journal Brazilian Microbiology Microbial Ecology TECCEN Audit Team - Technical Expert - Institute for Testing and Certification, Inc., desde 2009. Inicio na Universidade Severino Sombra: 1999 Coordenação do Curso: Janeiro de 2008 a Janeiro de 2009; Junho de 2010 – atual 57 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.3. INSTÂNCIAS COLETIVAS DO CURSO O curso de Engenharia Ambiental atende as normas e exigências do regimento geral da USS – composição, atribuições e periodicidade –, no que se refere às instâncias colegiadas: realiza reuniões periódicas do Colegiado do Curso, do NDE e Reuniões de Professores. a) Colegiado de Curso: O Colegiado do Curso é formado por representantes docentes e discentes eleitos por seus pares para um período de 01 (hum) ano. Seguindo as normas do Regimento Geral da USS e Regulamento dos Colegiados de Cursos, o grupo se reúne ordinariamente duas vezes por semestre e extraordinariamente quando convocado pela Coordenadora do Curso, sua presidente. O colegiado é composto de um representante docente por período e 3 Discentes. Neste período, o Colegiado do Curso tem discutido e participado de decisões importantes sobre assuntos acadêmicos do curso, que depois são validadas pelo NDE, como por exemplo: discussão sobre os Projetos Pedagógicos Integradores, novo formulário de Atividades Complementares, novas formas de controle e acompanhamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso, programação de eventos do Curso e discussão sobre a matriz curricular. b) Núcleo Docente Estruturante: Como já foi mencionado, o NDE constitui-se em instância responsável pelo acompanhamento e supervisão do projeto pedagógico do curso. O NDE do Curso de Engenharia Ambiental, nomeado em 2010, após aprovação de seu Regulamento, tem realizado reuniões para: discussão sobre o Projeto Pedagógico do Curso, com o objetivo de identificação de sua realidade. c) Reuniões com os Docentes: Através de reuniões pedagógicas que ocorrem todo semestre ou a qualquer momento quando necessário, o corpo docente constitui-se em instância consultiva, considerando a presença de todos os docentes que dão identidade a proposta pedagógica do curso. d) Reuniões com os Discentes: Através de reuniões que ocorrem todo semestre ou a qualquer momento quando necessário, os representantes de turma e/ou seus suplentes, são ouvidos para verificar as fragilidades e potencialidades do curso. Com o intuito de melhoria contínua do processo pedagógico. 58 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.4. DO CORPO DOCENTE Coerência com a proposta curricular O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da USS é constituído por professores com titulação de Especialista (17,66%), Mestre (41,17%) e Doutor (41,17%) nas diversas áreas da Engenharia ou afins e por professores igualmente qualificados, comuns aos quadros docentes da USS. Privilegia-se a admissão de profissionais que possam dedicar uma carga horária de no mínimo 20 horas semanais, o curso de Engenharia Ambiental possui 34,37% de professores 40 horas, professores com título de Mestre ou Doutor tem a oportunidade de desenvolverem atividades de pesquisa e/ou extensão segundo as normas estabelecidas pelas respectivas coordenadorias. A fim de que seja mantido o padrão de qualidade, necessário ao Curso de Engenharia Ambiental, os docentes possuem intrinsecamente, a visão do professor/pesquisador/intelectual, cuja competência lhes permita construir o conhecimento através de uma constante atitude investigativa e crítica. São profissionais competentes e conscientes de sua ação, buscando novos conhecimentos, articulando teoria e prática, construindo novas metodologias, exercendo a cidadania de forma ativa no contexto acadêmico, questionando, analisando, contribuindo, intervindo e possibilitando a transformação da realidade educacional, pela busca de novos caminhos teóricos, embasados em variadas formas de estabelecer a relação pedagógica. O Curso de Engenharia Ambiental integra recursos humanos dos cursos de Engenharia Elétrica, Química Industrial e Ciências Biológicas, já existentes na USS, utilizando em seu corpo docente 100% de professores já alocados nos ciclos básico e profissional destes cursos. Os professores exercem sua atividade docente e profissional há bastante tempo, tendo seu nome respeitado por centenas de ex-alunos que atualmente exercem com sucesso a atividade profissional de Engenharia em diversas empresas brasileiras e multinacionais, atestando a qualidade do trabalho desenvolvido pelos professores. Vários destes professores prestam serviços a empresas e centros de pesquisa como a Fundação Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ, LIGHT Serviços de Eletricidade S/A – LIGHT SE S/A, Companhia Siderúrgica Nacional - CSN, Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - CEPEL, Eletrobrás Termonuclear S.A. – ELETRONUCLEAR, entre outras de expressão regional e nacional. Cursaram ou são alunos de Cursos de Especialização, Mestrado ou Doutorado, em instituições consagradas como o Instituto Militar do Exército - IME, Pontifícia Universidade Católica - PUC-Rio, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro- UFRRJ, Universidade Federal Fluminense – UFF, Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI. São profissionais atuantes em sua área, exercendo, inclusive, postos de chefia em diversas empresas importantes. 59 Curso de Engenharia Ambiental USS Cinqüenta por cento dos professores do Curso de Engenharia Ambiental, integram o corpo docente do curso de Stricto sensu - Mestrado Profissional em Ciências Ambientais recém aprovado pela CAPES. Esta experiência, colocada à disposição dos alunos, oferece um forte diferencial de qualidade ao Curso de Engenharia Ambiental. A lista nominal do corpo docente e suas respectivas disciplinas encontram-se no ANEXO V. 4.4.1. Pesquisa e Produção Científica dos Docentes A produção dos docentes encontra-se no anexo X. 4.4.2. Plano de Carreira Docente Os critérios de admissão à carreira docente na USS estão relacionados à necessidade de uma política de capacitação dos recursos humanos e a instituição de progressão funcional. A admissão está privilegiando o ingresso de professores que já tenham mestrado e doutorado, ao mesmo tempo em que estimula a participação de seus professores em cursos de reconhecida qualidade avaliada pelo MEC/INEP para obtenção do grau de Mestre e Doutor. Segundo o ART. 6º do Plano de Carreira Docente, a estruturação da carreira docente está baseada em critérios considerando: a titulação; o tempo de exercício de atividades acadêmicas; a produção científica e o desempenho docente. A USS possui comissão constituída por técnicos e docentes que tem como objetivo realizar a adequação do Plano de Carreira Docente ao Plano de Cargos e Salários. A capacitação docente, desenvolvida no Curso de Engenharia Ambiental, considera como eixos dessa formação as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Assim, procura estimular e subsidiar a participação dos docentes em grupos e projetos de pesquisa, em encontros locais, regionais, nacionais identificados com a Formação em Engenharia e Ciências do Ambiente; em projetos de extensão articulados com o município, estado e até mesmo em esfera federal, visando auxiliar no conturbado contexto que vem surgindo sobre o Meio Ambiente. Ainda como parte dessa capacitação busca-se construir, em conjunto com todos os professores, o projeto pedagógico e o plano de ação de cada semestre letivo. A capacitação docente proposta se constrói na prática pedagógica em ação, na prática refletida coletivamente. 4.5. DO CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO O corpo técnico-administrativo que serve ao curso apresenta-se adequado ao bom funcionamento, articulado com as Secretarias de Coordenação, Geral, destaca-se também a boa 60 Curso de Engenharia Ambiental USS capacidade técnica para os serviços dos laboratórios, Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Prof. Antônio Orlando Izolani e biblioteca. A USS no ano de 2011.1, conta com um efetivo de 960 funcionários (fonte: CRH Junho de 2011). 5. INSTALAÇÕES FÍSICAS 5.1 INSTALAÇÕES GERAIS O conjunto universitário da Universidade Severino Sombra é organizado em blocos. É nestes que estão distribuídos os espaços físicos para ensino, pesquisa e extensão, com salas de aula, de multimídia, de apoio técnico-administrativo, Biblioteca, Laboratório de Informática, Laboratório do Curso de Letras, Núcleo de Apoio Psicopedagógico, Central de Estágios de Bacharelado e Licenciatura, Salas de reunião para NDE, sala de professores. 5.2 BIBLIOTECA A Biblioteca Central do SIB-USS está localizada na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Dr. Mário Sombra de Albuquerque, Bloco Profa. Maria Ignez Azambuja de Lemos, à Av. Expedicionário Oswaldo de Almeida Ramos, 280, Centro, Vassouras-RJ. O Sistema Integrado de Bibliotecas da USS (SIB-USS) Campus Vassouras é constituído pela Biblioteca Central, coordenadora do Sistema e pelas Bibliotecas Setoriais: Profa. Vera Maria Cordilha Porto - CAp, Mestrado em História Social, Centro de Estudos Prof. Severino Sombra - HUSF e Campus Avançado Maricá. As Bibliotecas do SIB-USS são constituídas de amplo acervo de livros, folhetos, obras de referência, teses, periódicos, materiais especiais, bases de dados eletrônicas, entre outros e tem como objetivo a disseminação da informação nas diversas áreas do conhecimento. Como parte integrante dos Processos de Ensino, Pesquisa e Extensão, atende o corpo docente, discente e administrativo além de usuários de todo o país. A Biblioteca Central é composta por um Prédio com dois blocos, assim formados: 1º bloco: dividido em dois andares com área de 820 m² 1º e 2º Piso: Rampas de acessibilidade a todos os usuários. Salão de leitura, Salas de estudo em grupo, Cabinas para estudo individual, microcomputadores para pesquisa acadêmica e Sala para Teleconferência e projeção de Multimídia. 2º bloco: dividido em 03 andares ocupando área com de 721,40 m² 1º 2º e 3º Piso: Ambientes para acervo de Livros, Folhetos, Catálogos, Dissertações, Teses, TCC, Obras Raras, Periódicos, Obras de Referência e Multimeios. 61 Curso de Engenharia Ambiental USS Área de circulação dos documentos, Microcomputadores para consultas ao acervo e pesquisa acadêmica e ambiente para troca de ideias. A Biblioteca Central possui ambientes amplos bem iluminados, climatizados, excelente acústica, bem higienizada, com mobiliários adequados, proporcionando aos usuários maior conforto e comodidade no momento de utilização do acervo. Periodicamente, os prédios da Biblioteca Central passam por manutenção, mantendo-se em ótimo estado de conservação. 5.2.1 Informatização A Biblioteca Central encontra-se totalmente informatizada, utilizando o Sistema PERGAMUM (Sistema Integrado de Bibliotecas PUC-PR), o que possibilita maior facilidade e rapidez nas consultas, empréstimos, renovação, reservas e o controle do acervo, promovendo acesso remoto na IES e fora dela. A Consulta ao acervo da Biblioteca Central é feita através do Sistema Integrado de Biblioteca – SIBUSS (por autor, título ou assunto). Após pesquisar o documento desejado, o usuário deverá anotar o “numero de chamada” e solicitá-lo no Atendimento ao Cliente ou se dirigir ao acervo de livre acesso e com auxílio do funcionário, processar o empréstimo do documento. A consulta, renovação e reserva, também poderá ser feita através do site www.uss.br ou www.uss.br/web/page/biblioteca.asp 5.2.2. Política de Atualização A Biblioteca Central tem como política de atualização e expansão, a aquisição mensal de livros, periódicos e materiais especiais nas áreas de conhecimentos, tendo como prioridade as bibliografias básicas e complementares que são solicitados pelos Coordenadores, Professores e alunos, observando a demanda na utilização do acervo, mantendo assim uma coerência na prática pedagógica dos cursos oferecidos pela USS. A conservação dos documentos é feita periodicamente tornando-os em boas condições de uso. Para aquisição de novos documentos são realizadas licitações através do Sistema Pergamum e encaminhadas (on-line) para a Coordenadoria de Compras da Instituição que faz cotação com vários fornecedores. 5.2.3 Serviços O Horário de atendimento da Biblioteca Central é excelente estendendo-se por três turnos, a saber: De 2ª a 6ª feira, das 8h às 21h50min (Ininterrupto). Aos sábados, das 8h às 11h50min e período não letivo (janeiro) das 8h às 12h e das 14h às 17h50min. 62 Curso de Engenharia Ambiental USS A Biblioteca apresenta um nível satisfatório de funcionalidade no atendimento com os usuários, oferecendo empréstimo domiciliar e local, renovação, reserva, empréstimo entre Bibliotecas do SIB-USS e do Compartilhamento entre Bibliotecas de Instituições de Ensino Superior do Estados do Rio de Janeiro – CBIES. Disponibiliza microcomputadores para utilização da Internet podendo ser acessadas bases de dados eletrônicas assinadas como: MEDLINE with full text, cerca de 1.200 títulos, DynaMed – Medicina Baseada em Evidências (EBSCO), Academic Research Library, multidisciplinar cerca de 3.000 títulos (PROQUEST), ICAP - Indexação Compartilhada de Artigos de Periódicos da Rede Pergamum atualmente com 13.000 artigos e, bases de dados gratuitas como: PROSSIGA, BVS (BIREME), SCIELO, Domínio Público, ACESSO LIVRE CAPES, entre outras. Oferece serviços de Comutação Bibliográfica, através de cópias solicitadas a BIREME (Biblioteca Regional de Medicina) ou COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) no país e no exterior, serviço de alerta, através da emissão via e-mail aos usuários cadastrados na Biblioteca Central como: novas aquisições incorporadas ao acervo diariamente, aviso do vencimento do documento retirado por empréstimo, aviso da chegada do documento reservado, exposição no salão de leitura dos periódicos recebidos durante o mês, divulgação em mural externo de notícias sobre cursos/eventos e também disponibilizamos espaço para eventos culturais. Os Bibliotecários orientam os alunos na elaboração das referências bibliográficas e confecciona a ficha catalográfica dos trabalhos de Conclusão de Cursos e Dissertações dos alunos da USS e Comunidade, obedecendo as Normas da ABNT e AACR2. No início de cada semestre é feita visita guiada a Comunidade interna na Biblioteca Central e capacitação no Sistema Pergamum dos alunos matriculados no 1º período dos cursos da USS, visando melhor utilização do acervo e ao acesso a qualquer uma das bases de dados disponíveis na rede local. Também são agendadas com a Comunidade externa visita guiada na Biblioteca Central durante o ano. 5.3. INFRA-ESTRUTURA, INSTALAÇÕES E LABORATÓRIO ESPECÍFICOS 5.3.1 Laboratórios de Informática As Salas de Informática da USS foram criadas para apoiar as atividades dos diversos Órgãos Acadêmicos e Cursos. O nome “Sala de Informática” caracteriza o conceito de utilização generalizada do ambiente, em proveito do ensino e da aprendizagem. Ora pode ser um laboratório, ora uma sala multimídia, ora um ambiente de pesquisa na Internet. As salas foram estruturadas para viabilizar aulas dos diversos Cursos da USS; um ambiente de conexão à Internet; um ambiente de conexão à rede da USS; um ambiente de conexão à Intranet da USS; um ambiente de acesso às informações do Terminal Informativo Acadêmico (TIA); um ambiente disponível, de manhã, à tarde e à noite, para que alunos e professores, sob regulamentação adequada, possam realizar: a preparação de trabalhos acadêmico; treinamento em programas de interesse de suas áreas. 63 Curso de Engenharia Ambiental USS O acervo dos laboratórios de informática possui os seguintes programas: Windows XP, Windows 2000, Linux, Office 97, OpenOffice, Dr. Case, Turbo Pascal, Isis Draw, Chemsk, Java Develop Kit, JDK. O Laboratório de desenvolvimento tem por finalidade auxiliar a prática de desenvolvimento de projetos de sistemas informatizados e projetos multimídia. Conta com infraestrutura de hardware e software dimensionadas para seu propósito. O Curso conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática (CRTI), setor responsável pela gerência dos recursos de informática da Instituição, que ocupa área física de 103,18m². À Gerência de Rede compete implantar, manter e atualizar estruturas de hardware e software que possibilitem o pleno funcionamento das diversas redes e sub-redes que compõe o Sistema de Informática da Universidade Severino Sombra (USS). Além da conexão entre os servidores corporativos e acadêmico e seus clientes, a Rede da USS disponibiliza para todas as áreas da Fundação Severino Sombra (FUSVE) e USS uma conexão dedicada à Internet, sem necessidade de modem e discagem. A Gerência do Subsistema Administrativo que ocupa uma área de 33,04m², é a seção da CRTI que administra e presta suporte de informática ao ambiente Administrativo contando com 05 (cinco) Analistas de Sistemas e 02 (dois) Operadores de Computador. Neste ambiente também estão alocados os Servidores de Internet (WWW, E-mail e Proxy) e Servidor Corporativo. A Gerência do Subsistema Acadêmico que ocupa uma área de 18,41m²; é a seção da CRTI que administra e controla o Sistema TIA (Terminal Informativo Acadêmico), PERGAMUM localizada junto às Salas de Informática I e II do Campus I com 2 (dois) Analistas de Sistemas e 05 (cinco) Operadores de Computador para suporte em geral aos usuários das Salas e dos diversos setores do Campus I, Campus II e Ambiente Administrativo. Localizado no Campus da USS - Bloco 9, o laboratório de informática 3 possui os seguintes equipamentos e materiais: • 20 computadores. • 20 licenças de DataCad versão 10 (software de modelamento em 2D e 3D para desenhos de engenharia). • Projetores multimídia. • Televisor de 29” O laboratório é utilizado para as aulas práticas da Disciplina de Desenho Técnico do Curso de Engenharia Ambiental visando o treinamento das habilidades e competências na área de projetos. Cada acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla, visto que cada computador suporta dois acadêmicos. No laboratório são realizadas diversas estratégias de ensino-aprendizagem, tais como: • Técnicas relacionas a leitura e a interpretação de um desenho técnico industrial, incluindo as vistas principais, cortes, e perspectivas. 64 Curso de Engenharia Ambiental USS • Ênfase em modelamentos práticos utilizando os recursos do software DataCad versão 10. • Durante a dinâmica da aula prática o professor auxilia os alunos mostrando passo a passo as operações com a utilização de projetor multimídia. 5.3.2. Laboratório de Ciências Ambientais – 40,00 m2 Localizado no Campus da USS, no Bloco 7 – sala 8, possui os seguintes equipamentos: Microcomputador com acesso a rede, Estufa de esterilização, forno Mufla, Balança Analítica, Geladeira, pHmetro Digital, pHmetro de bolso, agitador em hélice, Comparador colorimétrico, Espectrofotômetro, Jar Test, Bloco Digestor, Turbidímetro, cone Imhoff, Agitador Mecânico, Colorímetro, Compressor de ar, dessecador, almotolia, capela, 1 GPS Garming’s 12 Personal Navigator. Pretende-se com a prática capacitá-los à compreensão dos fenômenos essenciais que ocorrem nas unidades de tratamento de água e efluentes. Para desenvolvimento da prática, o laboratório conta com o equipamento Jar Test, peagâmetros, turbidimetro e oxímetro digital. O ensaio em Jar Test tem como objetivo determinar a dosagem ótima e mínima e o pH ótimo de coagulante para o tratamento de água e efluentes aquosos. Estes dados subsidiam no projeto e são essenciais na operação dos decantadores para a melhor combinação de produtos químicos que produzirão a qualidade final desejada da água ou efluente clarificado. A aula prática conta com o auxílio de um aluno monitor e são realizadas em grupos. Ao final, os alunos apresentam um relatório da mesma, sendo um dos requisitos de avaliação. 5.3.3. Laboratório de Bioquímica - 88,52 m2 O laboratório de Bioquímica, utilizado nas aulas da disciplina Bioquímica Ambiental para os alunos do 6° período, do Curso de Engenharia Ambiental está localizado no Campus da USS - Bloco 4. O laboratório possui os seguintes equipamentos e materiais: Capela de fluxo laminar (Quimix, modelo Q216 F21), Espectrofotômetro (Femito, modelo 700), Fotômetro de chama (Analyser, modelo 910), Destilador (Quimix, modeloQ341), Deionizador (Permution), Potênciometro (Analyser, modelo pH 300), Micróscopios Binoculares (Coleman), Estufa (Fanem, modelo Retilínea), Banho - Maria (Marca De Leo, modelo Retilínea), Centrífuga Clínica (Marca Bio Eng, modelo BE 5100), Balança Analítica de Precisão (Marca Coleman, modelo FA 20045287), Geladeira (Marca Consul), Placa de Aquecimento, Pipetas Automáticas, Vortex. Dez (10) bancadas de mármore, duas pias e torneiras, Lava-olhos, chuveiro, quadro negro e ar condicionado (02). O laboratório é utilizado visando o treinamento das habilidades e competências na área. Cada acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla. Antes do término do período letivo, os alunos entregam um relatório de todas as práticas realizadas de acordo com as 65 Curso de Engenharia Ambiental USS normas informadas (introdução, material e metodologia empregada, resultados de suas análises e discussão dos resultados obtidos entre os colegas de diferentes bancadas). 5.3.4. Laboratório de Cartografia Localizado no Prédio Barão de Massambará, conta com 60 pranchetas para desenho; 05 cartas de 1:50.000 da região Centro Sul Fluminense e 36 cartas de 1:50.000 do estado de São Paulo; 02 Mapas de Unidades de Relevo do Brasil de 1:5.000.000; Carta de Asunción, folha SG21 de 1:1.000.000; Mapa do Estado do Rio de Janeiro, com regiões de governo e vias de circulação de 1:450.000; Mapa das Macrorregiões Ambientais do Estado do Rio de Janeiro de 1:1.000.000; Mapa Brasil Potencial Eólico de 1:6.400.000; Mapa de Vegetação do Brasil de 1:5.000.000; Mapa Político do Brasil de 1:5.000.000; Carta da Região Metropolitana do Rio de Janeiro de 1:200.000; Mapa da Amazônia Legal de 1:3.000.000; Mapa de Densidade Demográfica Municipal e Bacias Hidrográficas do Brasil de 1:5.000.000; Imagem de Satélite do Spot, cena 705/397 Pan 930103, PixelSize 5m; 64 Fotografias Aéreas; 12 Estereoscópios; 1 GPS Garming’s 12 Personal Navigator; 1 quadro-negro; 1 retroprojetor. 5.3.5. Laboratório de Física - 38,70 m2 Localizado no Campus da USS, no Bloco 6, com , possui os seguintes equipamentos: Balança Mecânica – 15 Kg, Barômetro, Kit De Mecânica Dos Sólidos (Marca Bender), Kit De Termologia (Marca Bender), Kit De Eletricidade (Marca Bender), Plano Inclinado de Metal e Acrílico, Plano Inclinado de Madeira, Mufla (Marca Hupert’s Co), Cronômetro, Kit de Mecânica dos Fluídos (Marca Bender), Kit De Acústica (Marca Bender), Kit de Ótica (Marca Bender), Estojo com Paquímetro e Micrômetro (Marca Mitutoyo), Balança de Torção, Banco Ótico Linear Com Luz Branca e Laser, Conjunto Para Interferometria, Unidade Mestra de Física Geral. 5.3.6. Laboratório de Físico-Química - 38,70 m2 Localizado no Campus da USS, no Bloco 6, com , possui os seguintes equipamentos: Banho Maria, Placa de Aquecimento, Capela de Exaustão, Mantas de Aquecimento, Balança Digital, Vortex, Agitador Magnético, pH-Metro de Bancada, Frasco de Dewar, Destilador Automático para Água. 5.3.7. Laboratório de Microbiologia - 81,39 M2 Localizado no Campus da USS - Bloco 4, o laboratório possui os seguintes equipamentos e materiais: Micróscopios Binoculares (Coleman), Microscópio Trinocular (Mod. Bem 215 T2000 – Inalh), Autoclave, Estufa (Fabbe), Banho - Maria (Fanem), Centrífuga, Balança De Precisão (Marte), Balança (Filizola –L 2kg), Geladeiras (Continental 270 L e Consul 280 L) , Freezer (Cônsul – 170 L), Alças De Platina, agulhas de platina, 02 Televisores 20”(Gradiente), Microscópios Estereoscópio 66 Curso de Engenharia Ambiental USS (Mod.Sqf-E – Coleman), Bancada De Fluxo Laminar (Mod. Pa 300 – Pachane), Microcomputador, Placa de Aquecimento, Pipetas Automáticas, Meios de Cultura, Vortex, Balança analítica. Dez (10) bancadas inox, cada uma com cuba e torneira, 02 bicos de Bunsen, e 02 microscópios (já citados). Lava-olhos, chuveiro, quadro branco e ar condicionado (02). O laboratório é utilizado para as aulas práticas da Disciplina de Microbiologia Ambiental do Curso de Engenharia Ambiental visando o treinamento das habilidades e competências na área. Cada acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla, visto que cada bancada suporta dois acadêmicos e as turmas são compostas de no máximo 20 para a prática. No laboratório são realizadas diversas estratégias de ensino-aprendizagem, desde a preparação de inóculos, isolamento de microrganismos de ambientes naturais e antropogênicos, controle físico e químico de microrganismos, técnica de coloração pelo método de Gram (os melhores resultados são projetados nos televisores através do microscópio trinocular), provas bioquímicas e caracterização morfológica chegando a identificação dos microrganismos e antibiose. Para a realização das práticas, os acadêmicos utilizam a zona de segurança do Bico de Bunsen e a Câmara de Fluxo laminar. Para a apresentação teórica da prática também é usado o projetor multimídia. No final do curso os alunos apresentam um relatório de todas as práticas realizadas de acordo com as normas informadas, utilizando a bibliografia disponível para compor a introdução do trabalho, o roteiro de aulas práticas para material e métodos, além dos resultados de suas análises e discussão dos resultados encontrados entre os colegas de diferentes bancadas. Estágios para os alunos interessados na área e monitorias também são realizados neste ambiente. 5.3.8. Laboratório de Química Analítica e Inorgânica – 38,70 m2 Localizado no Campus da USS, Bloco 7, possui os seguintes equipamentos: Balança Analítica, Mufla, Capela, pHmetro de Bancada, Destilador Automático para água, Vórtex, Centrífugas, Estufa, Pipetadores Automáticos. 5.3.9. Laboratório de Química Analítica e Orgânica – 38,70 m2 Localizado no Campus da USS, Bloco 7, possui os seguintes equipamentos: Capela para exaustão, Manta aquecedora (1000 mL), Manta aquecedora (250 mL), Balança Digital, Destilador Automático Para Água, Vórtex, Banho Maria, Centrífuga, Bomba De Vácuo, Determinador de Ponto de Fusão, Placa de Aquecimento, Espectrofotômetro de Infra-Vermelho. 67 Curso de Engenharia Ambiental USS 6. REFERÊNCIAS Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia LEI Nº 5.194. Disponível em: http://normativos.confea.org.br/downloads/5194-66.pdf. Acesso: 10/09/2008. Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005. Disponível em: http://normativos.confea.org.br/downloads/1010-05.pdf. Acesso 10/09/ 2008. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES 1362/2001. Disponível em: Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES1362.pdf. Acesso 10/09/ 2008. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES 11/2002. http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES112002.pdf. Acesso 10/09/ 2008 DE MEIS, L, FONSECA, L. O ensino de Ciência e Cidadania. Em Aberto, Brasília, ano 11, nº 55, jul./set. 1992 68 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. Anexos 69 Curso de Engenharia Ambiental USS MATRIZ CURRICULAR (2009.2) 70 Curso de Engenharia Ambiental USS MATRIZ CURRICULAR 2009.2 CICLO BÁSICO*(31,4%) /PROFISSIONALIZANTE (17,9%)♣ ♣/ESPECÍFICAS ♠(50,7%) 1º Período DISCIPLINAS *Cidadania e Sociedade *Desenho Básico *Química Geral e Inorgânica *Fundamentos da Matemática Elementar *Geometria Analítica e Cálculo Vetorial ♠Introdução à Engenharia Ambiental *Computação TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 30 30 30 15 15 60 40 20 60 60 60 60 40 20 60 60 30 30 360 275 85 2º Período DISCIPLINAS *Álgebra Linear *Cálculo de Uma Variável *Física Mecânica *Laboratório de Física Mecânica *Fundamentos da Administração *Desenho Técnico ♣Química Orgânica TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 60 60 60 60 60 30 30 30 30 60 30 30 40 20 60 360 280 80 3º Período DISCIPLINAS *Cálculo de várias variáveis *Física Térmica *Laboratório de Física Térmica *Cálculo Numérico *Probabilidade e Estatística *Metodologia Científica *Mecânica Básica TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 60 60 60 30 30 60 40 20 60 60 60 30 30 60 60 360 310 50 71 Curso de Engenharia Ambiental USS 4º Período DISCIPLINAS ♣Análise Química Ambiental *Equações Diferenciais ♣Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental ♣Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental - Laboratório ♣Física Quântica aplicada à Engenharia Ambiental ♣Física Quântica aplicada à Engenharia Ambiental - Laboratório *Fenômenos de Transporte ♣Resistência dos Materiais TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 20 40 60 60 60 30 30 30 30 30 30 30 30 40 20 60 60 60 360 260 100 5º Período CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 30 30 60 40 20 60 60 60 40 20 60 40 20 60 30 30 60 360 240 120 DISCIPLINAS ♠Microbiologia Ambiental ♠Eletrotécnica Geral ♠Química Ambiental ♣Ecologia Geral ♣Cartografia ♣Físico-Química TOTAL 6º Período DISCIPLINAS ♠Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto ♠Climatologia ♣Processos Unitários na Indústria ♣Hidráulica ♠Ecologia Aplicada ♠Geologia TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 30 30 60 45 15 60 45 15 60 60 60 40 20 60 45 45 60 360 235 125 7º Período DISCIPLINAS ♠Bioquímica Ambiental ♠Segurança Industrial e Risco Ambiental ♠Pedologia Ambiental ♠Hidrologia ♠Poluição Ambiental ♠Mecânica dos Solos TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 40 20 60 60 60 40 20 60 40 20 60 60 60 30 30 60 360 270 90 72 Curso de Engenharia Ambiental USS 8º Período CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 30 30 30 30 360 330 30 DISCIPLINAS ♠Legislação e Direito Ambiental ♠Economia Ambiental ♠Redes de Infraestrutura Urbana ♠Planejamento Territorial e Urbano ♠Planejamento e Gestão Ambiental ♠Educação Ambiental ♠Trabalho de Conclusão de Curso I TOTAL 9º Período DISCIPLINAS ♠Gestão de Recursos Hídricos ♠Tratamento de Água e Esgoto ♠Auditoria Ambiental ♠Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos ♠Avaliação de Impactos Ambientais ♠Diversidade Biológica ♠Trabalho de Conclusão de Curso II TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 60 60 30 30 60 30 30 60 60 40 20 60 40 20 60 30 30 360 260 100 10º Período DISCIPLINAS ♠Recuperação de áreas Degradadas ♠Ecotoxicologia ♠Gestão de Resíduos Industriais e de Serv. de Saúde ♠Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais ♠Tratamento de Efluentes Industriais ♠Energia e Meio Ambiente TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL TEÓRICA PRÁTICA 30 30 60 40 20 60 40 20 60 30 30 60 30 30 60 40 20 60 360 210 150 3600 2670 930 Carga Horária Total das disciplinas = 3600 horas Carga Horária Total de Estágio Supervisionado = 240 horas Carga Horária Total Teórica = 2670 horas Carga Horária Total Prática = 930 horas Carga Horária Total de Atividades Acadêmicas Complementares = 200 horas Carga Horária Total do Curso = 4.070horas 73 Curso de Engenharia Ambiental USS Ementas e Programas 74 Curso de Engenharia Ambiental USS Matriz 2004.1 e 2007.1 1º PERÍODO Disciplina: Introdução ao Cálculo Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica. Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções Transcendentes. Bibliografia Básica: LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978-1982. 2 v. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. Bibliografia Complementar: LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986. MURDOCH, D. C. Geometria analítica: com uma introdução ao cálculo vetorial e matrizes. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1971. PURCELL, Edwin J. Calculus: with analytic geometry. New York: Appleton-Century-Crofts, 1965. RODRIGUES, Antônio. Curso de geometria analítica. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1963-65. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. Disciplina: Introdução a Engenharia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de Engenharia Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do conceito de ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão ambiental. Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição Ambiental. Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental internacional e nacional. Bibliografia Básica: ALMEIDA, J.R., Gestão Ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex Ed., 2006. BRAGA et al., Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pearson, 2004. RICKLEFS, R.E., A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. 5ª edição. Bibliografia Complementar: 75 Curso de Engenharia Ambiental USS BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. GUSMÃO, A.C.F.; DE MARTINI, L.C., Gestão Ambiental na Indústria. Rio de Janeiro: SMS Digital, 2009 2ª edição. JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z., Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Barueri, SP: Manole. 2007 VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores no plano e no espaço. Produto escalar. Produto vetorial e produto misto. A reta. O plano. Distâncias. Cônicas. Bibliografia Básica: LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1986. STEINBRUCH, A & WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1997. COURANT, R. O Que é Matemática? Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000. 621 p. Bibliografia Complementar: PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. v.1. LEHMANN, C.H. Geometria Analítica. São Paulo: Globo, 1998. Disciplina: Ciências Humanas Ementa: Noções de mercado. O papel da Engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências, Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções de Sociologia. Tópicos Especiais. Bibliografia Básica: ANDERSON, Walfred. A. Porter, Frederick B. Uma Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1971. BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação Tecnológica. Florianópolis: UFSC, 1998. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1990. Bibliografia Complementar: 76 Curso de Engenharia Ambiental USS BERGE, Peter. Perspectivas Sociológicas. Petrópolos: Vozes, 1972. BOCK, Philip K. I. Indroduccion a la Moderna Antropologia cultural. México: Fondo de Cultura Economica, 1977. FERRARI, Alfonso Trujillo. Fundamentos de Sociologia. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. LEAKEY, Richard E.; LEWIN, Roger. Origens: O que novas descobertas revelam sobre o aparecimento de nossa espécie e seu possível futuro. São Paulo: Melhoramentos, 1980. WILLIAMS, Christopher. Artesanos de lo Necesario. Madri: H. Blume Ediciones, 1974. Disciplina: Física Mecânica Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação. Objetivos: Diferir e analisar grandezas escalares e vetoriais. Compreender e calcular Distâncias, Velocidades, Acelerações, Energias, Trabalhos, Potências e Rendimentos. Quantidades de Movimento e Torques. Aplicar os conhecimentos na resolução de problemas de engenharia. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1985. CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. NUSSENZVEIG, H.Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. Disciplina: Laboratório de Física Mecânica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças, energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. 77 Curso de Engenharia Ambiental USS YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1985. CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. Disciplina: Química Geral e Inorgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos. Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares. Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante. Bibliografia Básica: EBBING, Darrel D. Química geral. 5ª ed. Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1998. HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química & reações químicas. 3ª ed. . Volume1 e 2 Rio de Janeiro: LTC, 1998. Bibliografia Complementar: BRADDY, James E. & HUMISTON, Gerard E. Química. Volume 1 e 2. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. MASTERTON, Willian L. Química geral superior. 4ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978. O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1977. LEE, John D. Química inorgânica não tão concisa. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. OHLWEILER, Otto Alcides. Introdução a química geral. Porto Alegre: Globo, 1971. 78 Curso de Engenharia Ambiental USS 2º PERÍODO Disciplina: Computação Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de um software de computação algébrica e seus comandos. Bibliografia Básica: FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5 versão do estudante: guia do usuário. São Paulo: Makron Books, 1999. Bibliografia Complementar: FORBELLONE, André L. V., EBERSPACHER, Henri F. Lógica de Programação – A Construção de Algoritmos e Estrutura de Dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. KEHOE, Brendan P. Zen e a arte da internet: um guia para iniciantes. Petrópolis: Campus, 1995. SCHMITZ, Eber A., TELES, Antonio A de Souza. PASCAL e Técnicas de Programação. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. UCCI, Waldir; SOUSA, Reginaldo Luiz; KOTANI, Alice Mayumi. Lógica de programação: os primeiros passos. 9. ed. São Paulo: Érica, 2001. WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1989. Disciplina: Álgebra Linear Carga Horária: 60 h Ementa: Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores. Bibliografia Básica: BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1980. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall, 1998. LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1973/1974. Bibliografia Complementar: ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 572 p. LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 504 p. LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 5. ed. Rio de Janeiro: Impa, 2001. 357 p. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 79 Curso de Engenharia Ambiental USS STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear e geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral Ementa: Técnicas de Integração. Derivadas Parciais. Integração Múltipla. Bibliografia Básica: EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. MUNEM, Mustafa A. & FOULIS, David J. Cálculo. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1982. Bibliografia Complementar: FINNEY, Ross L. Cálculo de Geoge B. Thomas Jr. Trad. Paulo Boschcov. v.2, São Paulo: Addison Wesley. 1983. HOFFMANN, D. Laurence; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. V. 1. São Paulo:McGraw-hill, 1987. Disciplina: Física Térmica Carga Horária: 60 h Ementa: Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica. Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. _______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. EISBERG, Robert. Fundamentos de Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979. SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d. Academic Research library – PROQUEST 80 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Química Orgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos; Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria, Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas. Bibliografia Básica: MCMURRY, J. Química Orgânica. v. 1 e 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico Científico, 1997. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. 6. ed. New York: John Wiley & Sons, 1996. VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. v. 1, 2 e 3. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1992. Bibliografia Complementar: ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001. FERREIRA, A.B.B. Práticas de Química Orgânica Experimental II. Seropédica/RJ: Editora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 1992. MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. STRYER, L., Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. Disciplina: Laboratório de Física Térmica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases. Elaboração de relatórios. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. _______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: EISBERG, Lerner. Física: Fundamentos e aplicações. v. 2. s/l: s/ed., s/d. SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d. EISBERG, Robert. Fundamentos de física moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979. YOUNG, HUGH D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Academic Research library – PROQUEST 81 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Metodologia Científica Ementa: A Natureza do conhecimento. Ciência e método. Projeto de pesquisa. Apresentação dos trabalhos científicos. Comunicação e Expressão. Bibliografia Básica: CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000. MURPHY, R. English grammar in use. Cambridge: Cambridge University Press, 1994. Bibliografia Complementar: BARROS, A. J. P de e LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: McGraw Hill, 1986. _______. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990. HÚHNE, L. M. GARCIA, A. M. et alii. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 1990. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. MARCANTÔNIO, A. T. et alii. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993. 82 Curso de Engenharia Ambiental USS 3º PERÍODO Disciplina: Probabilidade e Estatística Carga Horária: 60 h Ementa: Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade. As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância. Bibliografia Básica: CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2001. SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1993. _______. Probabilidade e Estatística. São Paulo: Makron Books, 1978. Bibliografia Complementar: MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron Books, 2003. DOWNING, D., Clark, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000. LEVINE, D.M., BERENSON, M.L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria a Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MARIA INEZ M.T.W. Estatística Básica. Brasília: Editora MSD, 2000. Disciplina: Desenho Ementa: Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização. Instrumentos gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos. Construções geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeção ortográficas. Cotas, anotações, limites e precisão. Vistas auxiliares. Visitas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas dimensões. Bibliografia Básica: MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia, curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais,1977. PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: materiais projetos e desenho. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987. Bibliografia Complementar: ABNT/SENAI-SP.NBR 11534/1991. Representação de engrenagem em desenho técnico. Procedimento. São Paulo: 1991. FRENCH, T. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7. ed. Porto Alegre: Globo, 2002. 83 Curso de Engenharia Ambiental USS MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974. SENAI-SP. Leitura e interpretação de desenho técnico mecânico. São Paulo: DTE, 1982. STAMATO, José; OLIVEIRA, João Carlos de; GUIMARÃES, João Carlos Machado. Guia metodológico para cadernos MEC: desenho. Rio de Janeiro: Fename, 1970. Disciplina: Equações Diferenciais Carga Horária: 60 h Ementa: Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de Linha e de Superfície. Bibliografia Básica: BRONSON, Richard. Equações diferenciais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. _______. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977. ZILL, D. G., CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3. ed. Vols I e II. São Paulo: Makron Books. 2001. Bibliografia Complementar: BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SPIEGEL, Murray R. Transformadas de laplace. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971. _______. Análise vetorial: com introdução à análise tensorial. São Paulo: McGraw-Hill, 1972. WYLIE, C. Ray; BARRETT, Louis C. Advanced engineering mathematics. 5ª ed. Auckland: McGraw-Hill Book, 1985. Academic Research library - PROQUEST Disciplina: Física Eletromagnética Ementa: Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação. Bibliografia Básica: EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980. HALLIDAY, D., RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. Bibliografia Complementar: Academic Research library - PROQUEST EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw – Hill, 1995. FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. LANG, Johannes G. Corrente - Tensão - Resistência. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. PARIS, Demetrius T.; HURD, F.Kenneth. Teoria eletromagnética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984. 84 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Laboratório de Física Eletromagnética e Moderna Ementa: Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais sobre óptica geométrica e natureza da luz. Ensaios laboratoriais com fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico. Bibliografia Básica: EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980. HALLIDAY, D., RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. Bibliografia Complementar: Academic Research library - PROQUEST FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. LANG, Johannes G. Corrente - Tensão - Resistência. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Disciplina: Física Moderna Ementa: Natureza e propagação da luz. Introdução à Teoria da Relatividade Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração. Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização- Laser. Introdução à Física Quântica. Introdução a Física Nuclear. Bibliografia Básica: EISBERG, Robert. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. HALLIDAY, David; HALLIDAY, David. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: Academic Research library - PROQUEST FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972. HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Científicos, 1984. _______. Física. 4. ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. MAIA, L. P. M. A física em testes: um ensino programado. Rio de Janeiro: Editora LatinoAmericana, 19--. Disciplina: Análise Química Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: 85 Curso de Engenharia Ambiental USS A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa. Referências: OHLWEILER, O. A., Química analítica quantitativa. Brasília: Técnica Científica, 1974. 303 p. VOGEL, A. I., Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. VOGEL, A. I., JEFFERY, G. H.; BASSETT, J. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1992. 712 p. Referências complementares: ALEXEER, V. Análise qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982. 583 p. ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. 574 p. EWING, G. W. Metodos instrumentais de análise química. São Paulo: Blucher, 1972. VAITSMAN, D. S., BITTENCOURT, O. A. Ensaios químicos qualitativos. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. RUSSEL, John B. Química Geral , 2 ed. São Paulo: Makron, 1994. 86 Curso de Engenharia Ambiental USS 4º PERÍODO Disciplina: Cálculo Numérico Carga Horária: 60 h Ementa: Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares. Bibliografia Básica: BARROS, I. Q. Introdução ao Cálculo Numérico. . São Paulo: EDUSP, 1972. RUGGIERO, M. A. G. & LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico – Álpectos Teóriocos e Computacionais. São Paulo: MacGraw-Hill, 1988. SANTOS, V. R. B. Curso de Cálculo Numérico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos S/A, 1974. Bibliografia Complementar: RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406 p. ATKINSON, Kendall E. An introduction to numerical analysis. 2 nd. New York: John Wiley & Sons, 1989. 693 p. CLÁUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1994. 464 p. BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo; CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira. Cálculo numérico: com aplicações . 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 367 p. MIRSHAWKA, Victor. Cálculo numérico. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 601 p. Disciplina: Mecânica Básica Carga Horária: 60 h Ementa: Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças Cinemática e Dinâmica da Partícula. Bibliografia Básica: KIBBLE, T. W. B. Mecânica clássica. São Paulo: Polígono, 1970. MERIAM, J. L. KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. _______. Mecânica: dinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Bibliografia Complementar: HIBBELER, R. C. Mecânica: estática. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. _______. Mecânica: dinâmica . 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SHAMES, Irving H. Introdução à mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1983. SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Dinâmica - 4a edição – Prentice Hall – 2003 SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Estática - 4a edição – Prentice Hall – 2003 87 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Ecologia Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos. Bibliografia Básica: ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985. PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora, 1999. MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997. WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Geologia Ementa: A Geologia. Definição. Divisão e campo. Associação entre a Geologia e as noções de Biogeografia: definição e campo. A Geologia e sua influência na classificação climática e na meteorologia. A pesquisa paleontológica. A geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos ambientes. A origem e as formas de vulcanismos e sismos. A classificação das rochas e sua identificação. A evolução da mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico. A importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional. Bibliografia Básica: CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. São Paulo: EDUSP, 1975. CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 4ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14ª ed., São Paulo: Nacional, 2001. POPP, José Henrique. Geologia geral. 5ª ed., São Paulo: LTC, 1988. Bibliografia Complementar: CLARK JR., Sidney P. Estrutura da terra. São Paulo: EDUSP, 1973. GUERRA, Antonio José Teixeira. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 2ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. LANDES, Kennet. Geología del petroleo. 3ª ed., Barcelona: Omega, 1977. MCKINSTRY, Hugh Exton. Geología de minas. Barcelona: Omega, 1977. WADE, F. Alton; MATTOX, Richard B. Elementos de cristalografía y mineralogía. Barcelona: Omega, 1977. Academic Research Library – PROQUEST 88 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Climatologia Carga Horária: 60 h Ementa: A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas. Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil. Bibliografia Básica: AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998. MILLER, A. Austin. Climatología. 3. ed. Barcelona: Omega S.A, 1975. Bibliografia Complementar: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U., 1980. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. VIERS, Georges. Climatología. Barcelona: Oikos-Tau S/A, 1975. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Química Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental. Bibliografia Básica: ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2005. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p. Bibliografia Complementar: CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Petróleo, 1988. 60 p. MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1971. 328 p. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. WEBER, William. Ambiente no estado do Rio de Janeiro das águas. Rio de Janeiro: SEMADS, 2001. 228 p. CARDOSO, Maria Fernanda de Assunção Martins Correia L. Poluição do ambiente. Coimbra: Almedina, 1976. 77 p. 89 Curso de Engenharia Ambiental USS 5º PERÍODO Disciplina: Microbiologia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública. Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e biodegradação (Biorremediação). Bibliografia Básica: BROCK, Thomas D.; BROCK, Thomas D. et al. Microbiologia de Brock. 10. ed São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. - 1.ª reimp. De 2006 Porto Alegre: Artmed, 2006. 894 p. VERMELHO, A.B., BASTOS, M.C.F.M., BRANQUINHA DE SÁ, M.H. Bacteriologia Geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 582 p. Bibliografia Complementar: AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. RIBEIRO, M. C. SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática: roteiro e manual para bacterias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2000. 112 p. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; GOMPERTZ, Olga Fischman. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. VERONESI, R., FOCACCIA, R. Veronesi. Tratado de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 2 v. SITES http:// micf.mic.ki.se/diseases/c1.html http://gsbs.utmb.edu/microbook/toc.htm http://funasa.gov.br http://www.cedae.com.br/ http://www.cetesb.sp.gov.br/ http://www.cdc.gov/ncidod/dbmd/diseaseinfo PERIÓDICOS Academic Research library - PROQUEST Disciplina: Fenômenos de Transporte Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por Similaridade. Bibliografia Básica: 90 Curso de Engenharia Ambiental USS FOX, R. W., MCDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 3. ed. Rio de Janeiro: Gaunabara, 1988. SISSOM, L. E. & PITTS, D. R. Fenômenos dos Transportes. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988. SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1973. Bibliografia Complementar: BASTOS, F. A. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. BENNETT, C. O., MYERS, J. E. Fenômenos de transporte :quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. HANSEN, Arthur G. Mecânica de fluidos. México: Limusa, 1979. MACEDO, Horacio. Físico-química um estudo dirigido sobre eletroquímca, cinética, átomos, moléculas e núcleo, fenômenos de transporte e de superfície. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. STREETER, V. L. Handbook of fluid dynamics. New York: McGraw-Hill, 1961. Disciplina: Resistência dos Materiais Carga Horária: 60 h Ementa: Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial e Transversal. Torção. Flexão Pura. Torção. Bibliografia Básica: MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 10. ed. São Paulo: Érica, 1999. BEER, Ferdinand P., E Jr., E. Russell Johnston. Resistência Dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. TIMOSHENKO,S., Resistência dos materiais. Volume 1. São Paulo: LTC, 1975. Bibliografia Complementar: HIGDON, Ohlsen, STILES, Weese e Riley, Mecânica dos Materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981. FEODOSIEV, V. I. Resistencia de Materiales. 3. ed. s/l: Editorial MIR, 1988. SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice Hall, 1985. BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos Materiais. Fundação Calouste Gulbenkian. POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. Disciplina: Energia e Meio Ambiente Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil. Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica. Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico. EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás. 91 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Básica: BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p. HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson, c2004. 543 p. TOLMASQUIM, M (org), Fontes Renováveis de energia no Brasil. Interciência, 2003. Bibliografia Complementar: ANEEL. Manual para elaboração do programa de eficiência energética. 2002. BRAGA, B., et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. CEPEL. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CEPEL, 1999. DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1994. SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Cartografia Ementa: Introdução à Cartografia. Representação cartográfica. Levantamento e coleta de dados cartográficos do campo – métodos geodésico e topográfico. Posicionamento sobre a Terra. Introdução aos processos cartográficos. Métodos de produção cartográfica. Interpretação e utilização de mapas. Cartografia temática aplicada ao meio ambiente. Bibliografia Básica: DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 1994. JOLY, F. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001. OLIVEIRA, Céurio. Dicionário cartográfico. 4ª ed., Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Bibliografia Complementar: Academic Research Library – PROQUEST CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2000. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Especificações da carta internacional do mundo ao milionésimo. Rio de Janeiro: IBGE, 1970. LIBAULT, André. Geocartografia. São Paulo: EDUSP, 1975. LOCH, Ruth E. Nogueira (s/d). Cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 19... Disciplina: Físico - Química Carga Horária: 60 h Ementa: Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica. Bibliografia Básica: CASTELLAN, G. W.; Fundamentos de Físico Química, 2a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1989; ATKINS, P. W. ; Físico-Química, Vol. I, 7a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 2003. MACEDO, H.; Físico Química 1,1a Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1988. 92 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: PILHA, L.; Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro v. I e II, 1979. METZ, C. R.; Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1979 BUENO, W. A., DEGREVE, L. Manual do Laboratório de Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, Rio de Janeiro, 1980. CROCKFORD, H. D.; KINIGHT, S.B.; Fundamentos de Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1977. 93 Curso de Engenharia Ambiental USS 6º PERÍODO Disciplina: Bioquímica Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas, nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais. Bibliografia Básica: BON, E.S.P., FERRARA, M.A., CORVO, M.L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Ed. Interciência, Rio de Janeiro: 2008, 506p. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001. MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. Bibliografia Complementar: LEHNINGER, A. et al. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. STRAYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 VOET, D.; VOET, J.. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Hidráulica Carga Horária: 60 h Ementa: Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 7. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1982. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002 AMBIENTAL. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica de projetos. Rio de Janeiro: ABES, 2005. Referências Complementares: GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Guanabara, 1987. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 94 Curso de Engenharia Ambiental USS CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1984. 404 p. ISBN 8521603452 Número de Chamada: 627 CRE INS 1984 - 3. Ed MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. 185 p. Número de Chamada: 627 MEL INS 1988 Disciplina: Pedologia Carga Horária: 60 h Ementa: Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos. Bibliografia Básica: BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedade dos solos. 7a edição. 878 p, 1989. MEURER, E.J. Fundamentos de química do solo. 3ª edição, Porto Alegre, 285 pp, 2006. SANTOS, H.G. et al. Sistema brasileiro de Classificação de Solos. 2ª edição. Embrapa Solos, RJ, 306 pp, 2006 Bibliografia Complementar: GUERRA, Antônio José Teixeira; Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. PRADO, R.B.; TURETTA, A.P.D.; ANDRADE, A.G. Manejo e Conservação do Solo e da Água no contexto das mudanças ambientais. Embrapa, Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 486 p., 2010 SANTOS, G.A.; SILVA, L.S.; CANELLAS, L.P.; CAMARGO, F.A.O. Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo. Ecossistemas tropicais e subtropicais. 2a edição. Metrópole, 654 p. , Porto Alegre – RS, 2008. Tavares, Silvio Ribeiro Lucena; Balieiro, Fabiano de Carvalho. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Processos Unitários na Industria Carga Horária: 60 h Ementa: Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo. Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel. Bibliografia Básica: AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. SHREVER, R. N. e BRINK, J. R. Josepha. Indústrias de Processos químicos. 4. ed: Rio de Janeiro: Guanabara dois, 1997. 95 Curso de Engenharia Ambiental USS BRASIL, N. I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Interciência: Petrobras, 1999. Bibliografia Complementar: BADGER, W. L. Baker, E. M.Inorganic Chemical Technology. New York: Mc Graw-Hill Book Company. HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1984. RHEAD, E. L. Metalurgia. Barcelona: Editorial Labor. TAGEDER, M. Métodos de 1ª Indústria Química. Barcelona: Reverte. VALLEJO, F. J. La Indústria Química Em Esquemas. Buenos Aires: Arbó Editores. Disciplina: Eletrotécnica Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação, finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos. Bibliografia Básica: Organização Mundial de Saúde - Estabelecendo um Diálogo sobre Riscos de Campos Eletromagnéticos, 2002. MAGALDI, M. – Noções de Eletrotécnica. Guanabara 2. Rio de Janeiro - 1977. HALLIDAY, David; RESNICK, R.; WALKER, J. - Fundamentos de Física. V3 e 4 - 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: REIS.L.B. Geração de Energia Eletrica – Tecnologia, Inserção Ambiental, Planejamento, Operação e Analise de Viabilidade 3a edição, Ed. Manole, 2003. DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1994. OLIVEIRA, J. C. Transformadores : teoria e ensaios. São Paulo: Edgard Blücher, 1984. MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. MARTIGNONI, A. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5.ed.Rio de Janeiro : Globo, 1987. Disciplina: Ecologia Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos. Bibliografia Básica: ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985. PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996. 96 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora, 1999. MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997. WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. Academic Research Library – PROQUEST 97 Curso de Engenharia Ambiental USS 7º PERÍODO Disciplina: Segurança Industrial e Risco Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente. Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas regulamentadoras (NRs). Bibliografia Básica: CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística : segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e desenvolvimento de pessoa 1. ed., 1999 São Paulo, SP: Atlas, 2010. 254 p. SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene ocupacional / 2004 Curso básico de segurança e higiene ocupacional. São Paulo: LTr, c2004. 453 p. Direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa, O / 2002 MORAES, Monica Maria Lauzid de. O direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 190 p. Bibliografia Complementar: PACHECO JR., Waldemar; PEREIRA FILHO, Hyppólito do Valle; PEREIRA, Vera Lúcia Duarte do Valle. Gestão da segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas, 2000. 136 p. SALIBA, Tuffi Messias; SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. São Paulo: LTr Editora LTDA, 2002. 454 p. OLIVEIRA, Claudio A. Dias de. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde no trabalho : micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 219 p. ISBN 8536103310 SEGURANÇA e medicina do trabalho: lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977; Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978. 11. ed. São Paulo: Editora Atlas S. A., 1987. 325 p. COSTA, Marco Antonio Ferreira da. Biossegurança: segurança química básica em biotecnologia e ambientes hospitalares. São Paulo: Santos, 1996. 99 p. Disciplina: Conservação dos Recursos Naturais Ementa: Introdução aos recursos naturais. Os recursos e a industrialização. Recursos Minerais. Recursos Energéticos. Recursos Hídricos. Recursos Biológicos. Gestão e Conservação dos recursos naturais. Bibliografia Básica: BRAGA et al., “Introdução à Engenharia Ambiental”, Editora Pearson, 2004. LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de; GUERRA, Antonio José Teixeira; MOUSINHO, Patrícia. Dicionário brasileiro de ciências ambientais. Rio de Janeiro: Thex Ed., 1999. 98 Curso de Engenharia Ambiental USS VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Bibliografia Complementar: TEIXEIRA, W.; MOTTA DE TOLEDO, M.G.; FAIRCHILD, T.R. e TAIOLI F. Decifrando a Terra. São Paulo: Ed. da USP, 2001. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. PANAYOTOU, Theodore. Mercados verdes: a economia do desenvolvimento alternativo. Rio de Janeiro: Nordica, 1994. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. Disciplina: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Ementa: Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de representação de dados. Introdução de métodos de transformação de dados espaciais, Estrutura geral de um Sistema de Informação Geográfica. Definição de áreas de estudo, pesquisa espacial. Modelos de classificação de dados, métodos de cruzamento e mensuração espaciais. Análise de proximidade e zonas de influência. Princípios de sensoriamento remoto. Imagens radarmétricas e orbitais. O espectro eletromagnético. Características das imagens e comportamento espectral. Classificação dos sistemas sensores. Bibliografia Básica: JOLY, Fernand. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001. NOVO, Evlyn Marcia Leao de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicação. 2ª ed., São Paulo: Blucher, 1992. (4. reimpr. 2002) Bibliografia Complementar: Academic Research Library – PROQUEST CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2000. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; Organização Mundial da Saúde; Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Sistemas de informação geográfica em saúde: conceitos básicos. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2002. Disciplina: Sistemas Hidráulicos Ementa: Introdução. Apresentação das características gerais de sistemas hidráulicos - os fluidos hidráulicos. Bombas e motores hidráulicos. Válvulas de controle hidráulico. Elementos hidráulicos de potência. Técnicas de comando hidráulico e aplicação a circuitos básicos. Bibliografia básica: LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro: 99 Curso de Engenharia Ambiental USS Guanabara, 1987. ARAUJO, Sidnei. Comandos hidráulicos: compoments, aplicações e fórmulas utilizados no projetos. São Paulo: Edgard Blücher, 1981. Bibliografia complementar: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. HWANG, Ned H. C. Fundamentos de sistemas de engenharia hidráulicas. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1984. PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidraúlica geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981. MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. Disciplina: Poluição Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático: Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito; Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição; poluentes; qualidade; controle. Bibliografia básica: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U., 1980. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. Bibliografia complementar: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza: lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998. FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira para a Conservação da Nature, 1972. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 1978. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Legislação e Direito Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais. Bibliografia Básica: 100 Curso de Engenharia Ambiental USS BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza: lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998. _______. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. DELGADO, José Augusto. 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Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. 8º PERÍODO Disciplina: Economia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade. Bibliografia Básica: MOURA, L.A.A. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos. 3a. ed. São Paulo. 2006. HUMMEL, P.R.V & TASCHNER, M.R.B. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos: engenharia econômica - teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. SILVERSTEIN, M. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Bibliografia Complementar: GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. LAGO, A. & PÁDUA, J. A. “O que é ecologia”. São Paulo: Editora brasiliense, 1984. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Sistemas de Tratamento de Água e Efluentes Ementa: 101 Curso de Engenharia Ambiental USS Política Nacional de Saneamento Ambiental. Legislação sobre descarte de efluentes e potabilidade da água. Projeto de Estação de Tratamento de Água (ETA) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Processos físico-químicos e biológicos do tratamento da água e dos efluentes domésticos e industriais. Bibliografia Básica: FURTADO, Marcelo Rijo. Tratamento de efluentes: Indústria gera boas expectativas, siderurgia, papel e celulose e petróleo prometem um ano de obras para o setor. Química e Derivados, São Paulo, SP , v. 41, n. 447, p. 34-43, mar. 2006. IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. Bibliografia Complementar: Academic Research library - PROQUEST FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados, São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. Disciplina: Planejamento Territorial Ementa: Evolução da política ambiental no Brasil e no mundo; Teoria do planejamento; O contexto político do planejamento; Normatizações e produções do planejamento ambiental; Problemas ambientais globais e locais; Planejamento Ambiental como indutor de desenvolvimento sustentável; O planejamento ambiental em prática: estudos de caso Bibliografia Básica: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo. Introdução à Engenharia Ambiental, 2ª ed., São Paulo: Prentice Hall, 2005. BRASIL. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos e Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Estudo da dimensão territorial do PPA: marco inicial. Brasília, DF: SPI, 2006. CASTRO, Ina Elias de (Org.). 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Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3ª ed., São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Planejamento e Gestão Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da série ISO 14000. Bibliografia Básica: ALMEIDA, J. Ribeiro de; MARQUES, Telma; MORAES, Frederico E. R. Planejamento ambiental: caminho para participação popular e gestão ambiental para nosso futuro comum: uma necessidade, um desafio. 2. ed. Rio de Janeiro: Thex, 1999. VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. São Paulo: SENAC, 2009. DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. 2a. Ed. Ed Atlas, 1999. Bibliografia Complementar: TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. 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Contaminação ambiental por praguicidas. Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais Bibliografia Básica: AZEVEDO, Fausto Antonio de (Coord.). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos: RiMa, 2003, 322p. LARINI, Lourival. Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Manole, 1997, 195p. MAGALHÃES JR, A.P, Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos: Realidade e Perspectivas para o Brasil a partir da Experiência Francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2007, 686p. 103 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: ALCÂNTARA, H.R. de; BRASIL, O.A.M.. Toxicologia geral. São Paulo: Andrei, 1974. 450 p. DUARTE, A.; SANTOS, T.R.; PANTELEITCHOUK, A.; Prego, R. Ecotoxicologia e Remoção de Poluentes: Estudos na Península Ibérica. Lisboa: Instituto Piaget. 2002, 575p. LARINI, Lourival. Toxicologia dos inseticidas. 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Bibliografia Básica: CUNHA, Sandra Baptista da & GUERRA, Antônio José Teixeira Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 261 p. NEIMAN, Zysman. Era verde? : ecossistemas brasileiros ameaçados. 17. ed São Paulo: Atual, 1989. 103 p. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. (Coleção desafios) Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST IBAMA. Manual de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, 1995. SANCHES, L.E. (Coord.) Simpósio - Avaliação de Impacto Ambiental: situação atual e perspectivas. São Paulo, EPUSP, 1993. SILVA, ELIAS; MORAIS, JERSHON; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio ambiente ;1999). VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 237, de 19 de dezembro de 1997 Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I Ementa: Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados . 104 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Básica: SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971. LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975. ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST Revistas especializadas no tema escolhido 105 Curso de Engenharia Ambiental USS 9º PERÍODO Disciplina: Gestão de Bacias Hidrográficas Ementa: A bacia hidrográfica como unidade controladora dos Recursos Hídricos.Política Nacional de Recursos Hídricos. Indicadores de Potabilidade. O potencial hídrico como fonte de energia e de abastecimento urbanos. Parâmetros poluentes industriais e domésticos. Diagnose e controles em gestões ambientais dos recursos hídricos em bacias hidrográficas. Bibliografia Básica: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados, São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Procedimientos para la investigacion de enfermedades transmitidas por el agua. Washington: Organización Panamericana de la Salud, 1980. Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas Carga Horária: 60 h Ementa: Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação. Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas. Projetos em recuperação de áreas degradadas. Bibliografia Básica: GUERRA, Antônio José Teixeira; GUERRA, Antonio José Teixeira. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ROSA, Antônio Vítor. Agricultura e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998. TOMMASI, Luiz Roberto. A Degradação do meio ambiente. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1977. TAVARES, S. R. L.; BALIEIRO, F. C. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008. Bibliografia Complementar: ARAUJO, Gustavo Henrique de Souza; Almeida, Josimar Ribeiro de; Guerra, Antonio José Teixeira. Gestão ambiental de Áreas Degradadas. 2ª edição, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro – RJ,320 p., 2007. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Áreas Degradadas. Ações em áreas de 106 Curso de Engenharia Ambiental USS preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda Fácil, Viçosa – MG, 270 p., 2009. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Auditoria Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria. Bibliografia Básica: VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6. ed., rev. e atual São Paulo: SENAC, 2009 . 205 p. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p. Bibliografia Complementar: VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Gestão e Tratamento de Resíduos Ementa: Introdução. Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Classificação dos Resíduos de acordo com a Legislação. Quantificação, triagem, armazenamento e tratamento de resíduos. PGRS. Destinação Final de Resíduos. Bibliografia Básica: BONIFÁCIO, Neuza Alves; DIAS, Ricardo Burato; MICHELIN, Aparecida de Fátima. Segregação dos resíduos dos serviços de saúde: experiência em um hospital geral de médio porte. Nursing, São Paulo , v. 9, n. 104, p. 36-39, jan., 2007. HEITZMANN JR., José Francisco. Alterações na composição do solo nas proximidades de depósitos de resíduos domésticos na Bacia do Rio Piracicaba, São Paulo,Brasil.. São Paulo: ABGE, 1999. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. 107 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST CASTILHOS JÚNIOR, A. B. PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO (Coord). Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários. Florianópolis: ABES, 2006. FURTADO, M. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados, São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006. CASTILHOS JÚNIOR, A.B. (Coord). Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários. Florianópolis: PROSAB-ABES, 2006. IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001. IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP. 2000. LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003. Disciplina: Educação Ambiental Carga Horária: 30 h Ementa: Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências norteadoras da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em Educação Ambiental. Projetos. Bibliografia Básica: BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna 1990. Educação ambiental: projeto de divulgação de informações sobre educação ambiental. Brasília: IBAMA – MEC, 1991. Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000. Bibliografia Complementar: BAINES, John D.; TARSO, Sávio de; LIMA, Isabel Ribeiro. Preserve a atmosfera. São Paulo: Scipione, 1992. BAINES, John D.; AUSTREGÉSILO, Henrique; CAMPOS, Dirce Carvalho de. Preserve os oceanos. São Paulo: Scipione, 1992. DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios básicos. São Paulo: Gaia, 2000. MATSUSHIMA, Kazue et al. Educação Ambiental. SMA –CETESB, 1998. TIBILISI, Rússia. Final report. Tibilisi, Rússia: UNESCO, UNEP,1997. Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000. Disciplina: Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental Ementa: Tratamento de Efluentes Industriais: Métodos de tratamento, poluentes mais comuns, indústrias de conserva e de pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias, curtumes, celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e efluentes oleosos. 108 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Básica: IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p. LEME, Francisco Paes. Engenharia do saneamento ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1984. 358 p. CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1991. 465 p. Bibliografia Complementar: CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Petróleo, 1988. 60 p. SÃO PAULO. (ESTADO) FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. Sistema de esgotos sanitários. São Paulo: Centro Tecnológico de Saneamento Básico, 1973. 418 p. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. 798 p. MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1971. 328 p. MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: Guanabara, 1990. 324 p. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II Ementa: Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC; Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação. Bibliografia Básica: SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971. LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975. ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST Revistas especializadas no tema escolhido 109 Curso de Engenharia Ambiental USS MATRIZ 2009.2 1º PERÍODO Disciplina: Desenho Básico Carga Horária: 30 h Ementa: Desenho técnico com linguagem gráfica universal. Adestramento no uso de material e instrumentos de desenho. Padronização e normalização. Desenho de letras e símbolos. Dimensionamento. Cotagem de desenhos. Esboço cotado. Projeções ortogonais. Vistas ortográficas principais. Leitura e interpretação de desenhos. Desenho de construção civil com Instalações Elétricas, Hidráulica e Sanitária. Bibliografia Básica: MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974. 295 p. PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967. (reimpressão., 1974) 332 p. Bibliografia Complementar: BACHMANN, Albert; FORBERG, Richard. Desenho técnico. 4. ed. Porto Alegre: Editora Globo, 1979. 337 p. CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1967. (reimpr., 1974) 332 p.FRENCH, Thomas E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1969. 740 p. MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das Faculdades de engenharia, curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais, 1977. 3 v.5... Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Cidadania e Sociedade Carga Horária: 30 h Ementa: Noções de mercado. O papel da engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências, Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções de Sociologia. Tópicos Especiais. Bibliografia Básica: ANDERSON, Walfred A. PARKER, Frederick B. Uma Introdução à Sociologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1977. BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade: e o contexto da Educação tecnológica. Florianópolis: UFSC, 1998. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009. Bibliografia Complementar: 110 Curso de Engenharia Ambiental USS BERGE, Peter. Perspectivas Sociológicas: uma visão humanística. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1973. FERRARI, Alfonso Trujillo. Fundamentos de Sociologia. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. LEAKEY, Richard R., LEWIN, Roger. Origens: o que novas descobertas revelam sobre o aparecimento de nossa espécie e seu possível futuro. São Paulo: Melhoramentos, 1980. OLIVEIRA, P. S. de. Introdução à Sociologia. 24. ed. São Paulo: Ática, 2002. TITIEV, Mischa. Introdução à antropologia cultural. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1972. Disciplina: Química Geral e Inorgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos. Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares. Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante. Bibliografia Básica: EBBING, Darrel D. Química geral. 5ª ed. Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1998. HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química & reações químicas. 3ª ed. . Volume1 e 2 Rio de Janeiro: LTC, 1998. Bibliografia Complementar: BRADDY, James E. & HUMISTON, Gerard E. Química. Volume 1 e 2. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. MASTERTON, Willian L. Química geral superior. 4ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978. O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1977. LEE, John D. Química inorgânica não tão concisa. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. OHLWEILER, Otto Alcides. Introdução a química geral. Porto Alegre: Globo, 1971. Disciplina: Fundamentos da Matemática Elementar Carga Horária: 60 h Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Funções trigonométricas. Função exponencial e logarítmica. Polinômios. Progressões. Tópicos de História da Matemática. Bibliografia Básica: LEITHOLD, Louis. O Cálculo: com geometria analítica. Vol. 1; 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978-1982. 1 v. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. Vol. 1; 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. Bibliografia Complementar: GONÇALVES, Mírian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A. São Paulo: McGraw-Hill, 1999. 372 p. THOMAS JR., George B.; FINNEY, Ross L. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. 111 Curso de Engenharia Ambiental USS PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982. ANTON, H.; Cálculo – um novo horizonte; vol. 2; 6. ed. Rio de Janeiro: Bookman, 2003. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. Disciplina: Computação Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de um software de computação algébrica e seus comandos. Bibliografia Básica: FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5 versão do estudante: guia do usuário. São Paulo: Makron Books, 1999. Bibliografia Complementar: FORBELLONE, André L. V., EBERSPACHER, Henri F. Lógica de Programação – A Construção de Algoritmos e Estrutura de Dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000. KEHOE, Brendan P. Zen e a arte da internet: um guia para iniciantes. Petrópolis: Campus, 1995. SCHMITZ, Eber A., TELES, Antonio A de Souza. PASCAL e Técnicas de Programação. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. UCCI, Waldir; SOUSA, Reginaldo Luiz; KOTANI, Alice Mayumi. Lógica de programação: os primeiros passos. 9. ed. São Paulo: Érica, 2001. WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1989. Disciplina: Introdução a Engenharia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de Engenharia Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do conceito de ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão ambiental. Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição Ambiental. Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental internacional e nacional. Bibliografia Básica: ALMEIDA, J.R., Gestão Ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex Ed., 2006. BRAGA et al., Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pearson, 2004. RICKLEFS, R.E., A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. 5ª edição. Bibliografia Complementar: 112 Curso de Engenharia Ambiental USS BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. GUSMÃO, A.C.F.; DE MARTINI, L.C., Gestão Ambiental na Indústria. Rio de Janeiro: SMS Digital, 2009 2ª edição. JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z., Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Barueri, SP: Manole. 2007 VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores no plano e no espaço. Produto escalar. Produto vetorial e produto misto. A reta. O plano. Distâncias. Cônicas. Bibliografia Básica: LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1986. STEINBRUCH, A & WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1997. COURANT, R. O Que é Matemática? Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000. 621 p. Bibliografia Complementar: PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982. SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. v.1. LEHMANN, C.H. Geometria Analítica. São Paulo: Globo, 1998. 113 Curso de Engenharia Ambiental USS 2º PERÍODO Disciplina: Álgebra Linear Carga Horária: 60 h Ementa: Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores. Bibliografia Básica: BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1980. KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall, 1998. LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1973/1974. Bibliografia Complementar: ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 572 p. LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 504 p. LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 5. ed. Rio de Janeiro: Impa, 2001. 357 p. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear e geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. Disciplina: Cálculo de Uma Variável Carga Horária: 60 h Ementa: Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica. Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções Transcendentes. Bibliografia Básica: LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. vol. 1. 3.ed. São Paulo: Harbra, c1994. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. vol. 1. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. Bibliografia Complementar: MUNEM, Mustafa A. Cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, c1987. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. 114 Curso de Engenharia Ambiental USS FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Funções, limite, derivação, integração. 6. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. PINTO, Diomara; MORGADO, Maria Cândida Ferreira. . Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. 3. ed., 5ª reimpressão Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. 348 p. Disciplina: Física Mecânica Carga Horária: 60 h Ementa: Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1985. CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. NUSSENZVEIG, H.Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983. 4. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. Disciplina: Laboratório de Física Mecânica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças, energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1985. CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998. 115 Curso de Engenharia Ambiental USS Disciplina: Fundamentos da Administração Carga Horária: 30 h Ementa: Princípios gerais. O ciclo da Administração e suas fases: planejamento, organização, direção, controle. As funções administrativas na empresa moderna. As escolas da administração. Administração científica. A escola das relações humanas e seus princípios. Departamentalização. Amplitude administrativa. Níveis hierárquicos. Cargos. Introdução à Administração de Projetos. PERT-CPM. Controle de Qualidade. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I. Administração. Teoria, Processo e Prática. 4. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2000. CUKIERMAN, Z. O modelo PERT-CPM Aplicado à Projetos. 3. ed. Rio de Janeiro: 1982. FEIGENBAUM, Armand V. Controle da qualidade total. São Paulo: Makron Books, 1994. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO. I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MACHLINE, C. Manual da Administração da Produção. 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1987. MARTINS, P. G., LAUGENI, F. P. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 1999. PARANTHAMAN, D. Controle da Qualidade. São Paulo: McGraw-Hill, 1990. SILVA, R. O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thonson Learning, 2005. Disciplina: Química Orgânica Carga Horária: 60 h Ementa: Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos; Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria, Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas. Bibliografia Básica: MCMURRY, J. Química Orgânica. v. 1 e 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico Científico, 1997. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. 6. ed. New York: John Wiley & Sons, 1996. VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. v. 1, 2 e 3. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico, 1992. Bibliografia Complementar: ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001. FERREIRA, A.B.B. Práticas de Química Orgânica Experimental II. Seropédica/RJ: Editora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 1992. MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 116 Curso de Engenharia Ambiental USS 1999. STRYER, L., Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. Disciplina: Desenho Técnico Carga Horária: 60 h Ementa: Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização. Instrumentos gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos. Construções geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeções ortográficas. Cotas, anotações, limites e precisão. Vistas auxiliares. Vistas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas dimensões. Bibliografia Básica: FRENCH, Thomas E. - Desenho Técnico. Porto Alegre: 7. ed. Globo, 1964 MACHADO, Ardevan. - Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974 MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia, curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais,1977. Bibliografia Complementar: Associação Brasileira de Normas. Normas para desenho técnico 3ª Ed -1983 Bachmann,Albert. - Desenho Técnico. 4ª Ed. Porto Alegre. 1979. Dehmlow, M.; KIEL, E. - Desenho Mecânico. São Paulo 1974 TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: materiais projetos e desenho. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987. PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 197 117 Curso de Engenharia Ambiental USS 3º PERÍODO Disciplina: Cálculo de várias variáveis Carga Horária: 60 h Ementa: Antidiferenciação. Primitivas. Integrais indefinidas. Técnicas de Integração. Integração definida. Aplicações das integrais. Integração imprópria. Bibliografia Básica: LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. vol. 2. 3.ed. São Paulo: Harbra, c1994. LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria analítica. vol. 2. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. vol. 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. Bibliografia Complementar: MUNEM, Mustafa A. Cálculo. vol. 2. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. vol. 2. São Paulo: McGraw-Hill, c1987. EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. vol. 3. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997. FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: Funções, limite, derivação, integração. 6. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2006. PINTO, Diomara; MORGADO, Maria Cândida Ferreira. . Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. 3. ed., 5ª reimpressão Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. 348 p. Disciplina: Cálculo Numérico Carga Horária: 60 h Ementa: Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares. Bibliografia Básica: BARROS, I. Q. Introdução ao Cálculo Numérico. . São Paulo: EDUSP, 1972. RUGGIERO, M. A. G. & LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico – Álpectos Teóriocos e Computacionais. São Paulo: MacGraw-Hill, 1988. SANTOS, V. R. B. Curso de Cálculo Numérico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos S/A, 1974. Bibliografia Complementar: RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406 p. ATKINSON, Kendall E. An introduction to numerical analysis. 2 nd. New York: John Wiley & Sons, 1989. 693 p. CLÁUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico computacional: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 1994. 464 p. 118 Curso de Engenharia Ambiental USS BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo; CAMPOS FILHO, Frederico Ferreira. Cálculo numérico: com aplicações . 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 367 p. MIRSHAWKA, Victor. Cálculo numérico. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 601 p. Disciplina: Física Térmica Carga Horária: 60 h Ementa: Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica. Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases. Critérios de Avaliação: O aproveitamento acadêmico do aluno será verificado através de duas avaliações, sendo cada uma delas expressa através de três instrumentos diferentes de verificação de aprendizagem, tais como exercícios, testes, provas e trabalhos individuais ou em grupo. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. _______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Bibliografia Complementar: BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1995. EISBERG, Robert. Fundamentos de Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979. SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Laboratório de Física Térmica Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases. Elaboração de relatórios. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. _______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. 119 Curso de Engenharia Ambiental USS RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: EISBERG, Lerner. Física: Fundamentos e aplicações. v. 2. s/l: s/ed., s/d. SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d. EISBERG, Robert. Fundamentos de física moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979. YOUNG, HUGH D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Metodologia Científica Carga Horária: 60 h Ementa: A metodologia e a Universidade. Elementos básicos do método científico. Tipologia do conhecimento. Instâncias de legitimação da ciência. Conhecimento e método científico. Linguagem e redação científica. O método e a tecnologia. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem. Pesquisa bibliográfica. Pesquisa e iniciação científica. Análise e tratamento de dados. Bibliografia Básica LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 6ª. ed. São Paulo: Atlas, 2005. ALVES-MAZZOTI, Alda Judith. Parte II: o método nas ciências sociais. In: _____; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2000. BARROS, Aidil de Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos e Metodologia Científica. 3. ed. São Paulo: Makron, 2008. Bibliografia Complementar: ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21. ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 8. ed. ão Paulo: Atlas, 2007. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. ed. ão Paulo: Atlas, 2000. VALENTIM, Marta. Métodos de pesquisa: técnicas de coleta de dados. Disponível em http://www.valentim.pro.br/Slides/Metodologia/Tecnicas_Coleta_Dados.ppt. Acessado em 22 abr. 2010. Cervo, A VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. L. Metodologia Científica, 6. ed. São Paulo: Pearson. 2007. Disciplina: Mecânica Básica Carga Horária: 60 h 120 Curso de Engenharia Ambiental USS Ementa: Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças Cinemática e Dinâmica da Partícula. Bibliografia Básica: KIBBLE, T. W. B. Mecânica clássica. São Paulo: Polígono, 1970. MERIAM, J. L. KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. _______. Mecânica: dinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. Bibliografia Complementar: HIBBELER, R. C. Mecânica: estática. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. _______. Mecânica: dinâmica . 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SHAMES, Irving H. Introdução à mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1983. SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Dinâmica - 4a edição – Prentice Hall – 2003 SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Estática - 4a edição – Prentice Hall – 2003 Disciplina: Probabilidade e Estatística Carga Horária: 60 h Ementa: Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade. As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância. Bibliografia Básica: CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2001. SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1993. _______. Probabilidade e Estatística. São Paulo: Makron Books, 1978. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron Books, 2003. DOWNING, D., Clark, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000. LEVINE, D.M., BERENSON, M.L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria a Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2000. MARIA INEZ M.T.W. Estatística Básica. Brasília: Editora MSD, 2000. 121 Curso de Engenharia Ambiental USS 4º PERÍODO Disciplina: Análise Química Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa. Bibliografia Básica: OHLWEILER, O. A., Química analítica quantitativa. Brasília: Técnica Científica, 1974. 303 p. VOGEL, A. I., Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. VOGEL, A. I., JEFFERY, G. H.; BASSETT, J. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1992. 712 p. Bibliografia Complementar: ALEXEER, V. Análise qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982. 583 p. ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. 574 p. EWING, G. W. Metodos instrumentais de análise química. São Paulo: Blucher, 1972. VAITSMAN, D. S., BITTENCOURT, O. A. Ensaios químicos qualitativos. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. RUSSEL, John B. Química Geral , 2 ed. São Paulo: Makron, 1994. Disciplina: Equações Diferenciais Carga Horária: 60 h Ementa: Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de Linha e de Superfície. Bibliografia Básica: BRONSON, Richard. Equações diferenciais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. _______. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977. ZILL, D. G., CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3. ed. Vols I e II. São Paulo: Makron Books. 2001. Bibliografia Complementar: BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. SPIEGEL, Murray R. Transformadas de laplace. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971. _______. Análise vetorial: com introdução à análise tensorial. São Paulo: McGraw-Hill, 1972. WYLIE, C. Ray; BARRETT, Louis C. Advanced engineering mathematics. 5ª ed. Auckland: McGraw-Hill Book, 1985. Academic Research library - PROQUEST Disciplina: Física Eletromagnética Aplicada à Engenharia Ambiental Carga Horária: 30 h 122 Curso de Engenharia Ambiental USS Ementa: Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância. Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação. Bibliografia Básica: HALLIDAY,D.; RESNICK, R, WALKER, J. Fundamentos da Física. Vol 3. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1996. TIPLER, P.A.. Física . Vol 3 . Rio de Janeiro,LTC, 2000. NUSSENZVEIG, M. H. Curso de Física Básica: Vol 3. Edgard Blucher : São Paulo 1999. Bibliografia Complementar: SEARS, Zemansky; Física Vol 3. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico,1986. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw – Hill, 1995. GREF. Física. Edusp: São Paulo 1999. Vol 3. CALÇADA, C. S.; SAMPAIO,J.L., Física Clássica. Eletromagnetismo. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Atual,1998. Academic Research library - PROQUEST Disciplina: Laboratório de Física Engenharia Ambiental Eletromagnética Aplicada à Carga Horária: 30 h Ementa: Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais com fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico. Bibliografia Básica: HALLIDAY,D.; RESNICK, R, WALKER, J. Fundamentos da Física. Vol 3. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1996. TIPLER, P.A.. Física . Vol 3 . Rio de Janeiro,LTC, 2000. NUSSENZVEIG, M. H. Curso de Física Básica: Vol 3. Edgard Blucher : São Paulo 1999. Bibliografia Complementar: Academic Research library - PROQUEST CALÇADA, C. S.; SAMPAIO,J.L., Física Clássica. Eletromagnetismo. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Atual,1998. EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw – Hill, 1995. GREF. Física. Edusp: São Paulo 1999. Vol 3. SEARS, Zemansky; Física Vol 3. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico,1986. YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson e Addison Wesley, 2006. Disciplina: Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental Carga Horária: 30 h Ementa: Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser. 123 Curso de Engenharia Ambiental USS Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo. Bibliografia Básica: HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física. 4a ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. Manual CIDEP de utilização laboratorial Bibliografia Complementar: BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LERNE, Lawrence S.. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw Hill, 1982. EISBERG, Robert. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, GAMOW, George. O incrível mundo da Física Moderna. Ibrasa,1989. TIPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Editora, v.2, s/d. Disciplina: Laboratório de Física Quântica Aplicada à Engenharia Carga Horária: Ambiental 30 h Ementa: Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser. Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo. Bibliografia Básica: HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física. 4a ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984. Manual CIDEP de utilização laboratorial Bibliografia Complementar: BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998. EISBERG, Robert M.; LERNE, Lawrence S.. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw Hill, 1982. 124 Curso de Engenharia Ambiental USS EISBERG, Robert. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, GAMOW, George. O incrível mundo da Física Moderna. Ibrasa,1989. TIPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos Editora, v.2, s/d. Disciplina: Fenômenos de Transporte Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por Similaridade. Bibliografia Básica: FOX, R. W., MCDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 3. ed. Rio de Janeiro: Gaunabara, 1988. SISSOM, L. E. & PITTS, D. R. Fenômenos dos Transportes. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988. SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1973. Bibliografia Complementar: BASTOS, F. A. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987. BENNETT, C. O., MYERS, J. E. Fenômenos de transporte :quantidade de movimento, calor e massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. HANSEN, Arthur G. Mecânica de fluidos. México: Limusa, 1979. MACEDO, Horacio. Físico-química um estudo dirigido sobre eletroquímca, cinética, átomos, moléculas e núcleo, fenômenos de transporte e de superfície. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. STREETER, V. L. Handbook of fluid dynamics. New York: McGraw-Hill, 1961. Disciplina: Resistência dos Materiais Carga Horária: 60 h Ementa: Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial e Transversal. Torção. Flexão Pura. Torção. Bibliografia Básica: MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 10. ed. São Paulo: Érica, 1999. BEER, Ferdinand P., E Jr., E. Russell Johnston. Resistência Dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. TIMOSHENKO,S., Resistência dos materiais. Volume 1. São Paulo: LTC, 1975. Bibliografia Complementar: HIGDON, Ohlsen, STILES, Weese e Riley, Mecânica dos Materiais. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981. FEODOSIEV, V. I. Resistencia de Materiales. 3. ed. s/l: Editorial MIR, 1988. 125 Curso de Engenharia Ambiental USS SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice Hall, 1985. BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos Materiais. Fundação Calouste Gulbenkian. POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978. 126 Curso de Engenharia Ambiental USS 5º PERÍODO Disciplina: Microbiologia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública. Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e biodegradação (Biorremediação). Bibliografia Básica: BROCK, Thomas D.; BROCK, Thomas D. et al. Microbiologia de Brock. 10. ed São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. - 1.ª reimp. De 2006 Porto Alegre: Artmed, 2006. 894 p. VERMELHO, A.B., BASTOS, M.C.F.M., BRANQUINHA DE SÁ, M.H. Bacteriologia Geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 582 p. Bibliografia Complementar: AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. RIBEIRO, M. C. SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática: roteiro e manual para bacterias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2000. 112 p. TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; GOMPERTZ, Olga Fischman. Microbiologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. VERONESI, R., FOCACCIA, R. Veronesi. Tratado de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 2 v. SITES http:// micf.mic.ki.se/diseases/c1.html http://gsbs.utmb.edu/microbook/toc.htm http://funasa.gov.br http://www.cedae.com.br/ http://www.cetesb.sp.gov.br/ http://www.cdc.gov/ncidod/dbmd/diseaseinfo PERIÓDICOS Academic Research library - PROQUEST Disciplina: Eletrotécnica Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação, finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos. Bibliografia Básica: 127 Curso de Engenharia Ambiental USS Organização Mundial de Saúde - Estabelecendo um Diálogo sobre Riscos de Campos Eletromagnéticos, 2002. MAGALDI, M. – Noções de Eletrotécnica. Guanabara 2. Rio de Janeiro - 1977. HALLIDAY, David; RESNICK, R.; WALKER, J. - Fundamentos de Física. V3 e 4 - 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996. Bibliografia Complementar: REIS.L.B. Geração de Energia Eletrica – Tecnologia, Inserção Ambiental, Planejamento, Operação e Analise de Viabilidade 3a edição, Ed. Manole, 2003. DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1994. OLIVEIRA, J. C. Transformadores : teoria e ensaios. São Paulo: Edgard Blücher, 1984. MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. MARTIGNONI, A. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5.ed.Rio de Janeiro : Globo, 1987. Disciplina: Ecologia Geral Carga Horária: 60 h Ementa: Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos. Bibliografia Básica: ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985. PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora, 1999. MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997. WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Química Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental. Bibliografia Básica: ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2005. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p. 128 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Petróleo, 1988. 60 p. MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1971. 328 p. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. WEBER, William. Ambiente no estado do Rio de Janeiro das águas. Rio de Janeiro: SEMADS, 2001. 228 p. CARDOSO, Maria Fernanda de Assunção Martins Correia L. Poluição do ambiente. Coimbra: Almedina, 1976. 77 p. Disciplina: Cartografia Ementa: Introdução à Cartografia. Representação cartográfica. Levantamento e coleta de dados cartográficos do campo – métodos geodésico e topográfico. Posicionamento sobre a Terra. Introdução aos processos cartográficos. Métodos de produção cartográfica. Interpretação e utilização de mapas. Cartografia temática aplicada ao meio ambiente. Bibliografia Básica: DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 1994. JOLY, F. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001. OLIVEIRA, Céurio. Dicionário cartográfico. 4ª ed., Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Bibliografia Complementar: Academic Research Library – PROQUEST CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2000. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Especificações da carta internacional do mundo ao milionésimo. Rio de Janeiro: IBGE, 1970. LIBAULT, André. Geocartografia. São Paulo: EDUSP, 1975. LOCH, Ruth E. Nogueira (s/d). Cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 19... Disciplina: Físico - Química Carga Horária: 60 h Ementa: Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica. Bibliografia Básica: CASTELLAN, G. W.; Fundamentos de Físico Química, 2a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1989; ATKINS, P. W. ; Físico-Química, Vol. I, 7a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 2003. 129 Curso de Engenharia Ambiental USS MACEDO, H.; Físico Química 1,1a Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1988. Bibliografia Complementar: PILHA, L.; Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1979, Vol. I e II; METZ, C. R.; Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1979 BUENO, W. A., DEGREVE, L. Manual do Laboratório de Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, Rio de Janeiro, 1980; CROCKFORD, H. D.; KINIGHT, S.B.; Fundamentos de Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1977; 130 Curso de Engenharia Ambiental USS 6º PERÍODO Disciplina: Geologia Ementa: A Geologia. Definição. Divisão e campo. Associação entre a Geologia e as noções de Biogeografia: definição e campo. A Geologia e sua influência na classificação climática e na meteorologia. A pesquisa paleontológica. A geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos ambientes. A origem e as formas de vulcanismos e sismos. A classificação das rochas e sua identificação. A evolução da mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico. A importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional. Bibliografia Básica: CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. São Paulo: EDUSP, 1975. CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 4ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14ª ed., São Paulo: Nacional, 2001. POPP, José Henrique. Geologia geral. 5ª ed., São Paulo: LTC, 1988. Bibliografia Complementar: CLARK JR., Sidney P. Estrutura da terra. São Paulo: EDUSP, 1973. GUERRA, Antonio José Teixeira. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 2ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. LANDES, Kennet. Geología del petroleo. 3ª ed., Barcelona: Omega, 1977. MCKINSTRY, Hugh Exton. Geología de minas. Barcelona: Omega, 1977. WADE, F. Alton; MATTOX, Richard B. Elementos de cristalografía y mineralogía. Barcelona: Omega, 1977. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Climatologia Carga Horária: 60 h Ementa: A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas. Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil. Bibliografia Básica: AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998. MILLER, A. Austin. Climatología. 3. ed. Barcelona: Omega S.A, 1975. Bibliografia Complementar: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U., 131 Curso de Engenharia Ambiental USS 1980. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. VIERS, Georges. Climatología. Barcelona: Oikos-Tau S/A, 1975. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Processos Unitários na Industria Carga Horária: 60 h Ementa: Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo. Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel. Bibliografia Básica: AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. SHREVER, R. N. e BRINK, J. R. Josepha. Indústrias de Processos químicos. 4. ed: Rio de Janeiro: Guanabara dois, 1997. BRASIL, N. I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Interciência: Petrobras, 1999. Bibliografia Complementar: BADGER, W. L. Baker, E. M.Inorganic Chemical Technology. New York: Mc Graw-Hill Book Company. HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. 4. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1984. RHEAD, E. L. Metalurgia. Barcelona: Editorial Labor. TAGEDER, M. Métodos de 1ª Indústria Química. Barcelona: Reverte. VALLEJO, F. J. La Indústria Química Em Esquemas. Buenos Aires: Arbó Editores. Disciplina: Ecologia Aplicada Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de sistemas ecológicos e bioestatísticos, métodos e interpretação de dados ecológicos de ecologia humana e de animais domésticos, ecofisiologia, dinâmica e interações de populações, organização espacial, temporal e funcional das populações, comunidades e ecossistemas. Bibliografia Básica: GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: KREBS, J.R & DAVIS, N.B. (eds). Introdução à Ecologia Comportamental. São Paulo: Atheneu, 1996. MARGALEF, R. Ecologia. Omega. 1986. 132 Curso de Engenharia Ambiental USS VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002. BROWER, James E. Field and laboratory methods for general ecology. James E. Brower, Jerold H. Zar, Carl N. Von Ende. 4th ed.WCB/McGraw-Hill. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Hidráulica Carga Horária: 60 h Ementa: Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 7. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1982. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002 AMBIENTAL. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica de projetos. Rio de Janeiro: ABES, 2005. Referências Complementares: GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Guanabara, 1987. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1984. 404 p. ISBN 8521603452 Número de Chamada: 627 CRE INS 1984 - 3. Ed MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. 185 p. Número de Chamada: 627 MEL INS 1988 Disciplina: Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Ementa: Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de representação de dados. Introdução de métodos de transformação de dados espaciais, Estrutura geral de um Sistema de Informação Geográfica. Definição de áreas de estudo, pesquisa espacial. Modelos de classificação de dados, métodos de cruzamento e mensuração espaciais. Análise de proximidade e zonas de influência. Princípios de sensoriamento remoto. Imagens radarmétricas e orbitais. O espectro eletromagnético. Características das imagens e comportamento espectral. Classificação dos sistemas sensores. Bibliografia Básica: JOLY, Fernand. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001. NOVO, Evlyn Marcia Leao de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicação. 2ª ed., São Paulo: Blucher, 1992. (4. reimpr. 2002) Bibliografia Complementar: 133 Curso de Engenharia Ambiental USS Academic Research Library – PROQUEST CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2000. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; Organização Mundial da Saúde; Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Sistemas de informação geográfica em saúde: conceitos básicos. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2002. 134 Curso de Engenharia Ambiental USS 7º PERÍODO Disciplina: Bioquímica Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas, nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais. Bibliografia Básica: BON, E.S.P., FERRARA, M.A., CORVO, M.L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Ed. Interciência, Rio de Janeiro: 2008, 506p. CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001. MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. Bibliografia Complementar: LEHNINGER, A. et al. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. STRAYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004 VOET, D.; VOET, J.. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Segurança Industrial e Risco Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente. Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas regulamentadoras (NRs). Bibliografia Básica: CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística : segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e desenvolvimento de pessoa 1. ed., 1999 São Paulo, SP: Atlas, 2010. 254 p. SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene ocupacional / 2004 Curso básico de segurança e higiene ocupacional. São Paulo: LTr, c2004. 453 p. Direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa, O / 2002 MORAES, Monica Maria Lauzid de. O direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 190 p. Bibliografia Complementar: 135 Curso de Engenharia Ambiental USS PACHECO JR., Waldemar; PEREIRA FILHO, Hyppólito do Valle; PEREIRA, Vera Lúcia Duarte do Valle. Gestão da segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas, 2000. 136 p. SALIBA, Tuffi Messias; SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. São Paulo: LTr Editora LTDA, 2002. 454 p. OLIVEIRA, Claudio A. Dias de. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde no trabalho : micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 219 p. ISBN 8536103310 SEGURANÇA e medicina do trabalho: lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977; Normas regulamentadoras (NR) aprovadas pela portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978. 11. ed. São Paulo: Editora Atlas S. A., 1987. 325 p. COSTA, Marco Antonio Ferreira da. Biossegurança: segurança química básica em biotecnologia e ambientes hospitalares. São Paulo: Santos, 1996. 99 p. Disciplina: Pedologia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos. Bibliografia Básica: BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedade dos solos. 7a edição. 878 p, 1989. MEURER, E.J. Fundamentos de química do solo. 3ª edição, Porto Alegre, 285 pp, 2006. SANTOS, H.G. et al. Sistema brasileiro de Classificação de Solos. 2ª edição. Embrapa Solos, RJ, 306 pp, 2006 Bibliografia Complementar: GUERRA, Antônio José Teixeira; Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. PRADO, R.B.; TURETTA, A.P.D.; ANDRADE, A.G. Manejo e Conservação do Solo e da Água no contexto das mudanças ambientais. Embrapa, Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 486 p., 2010 SANTOS, G.A.; SILVA, L.S.; CANELLAS, L.P.; CAMARGO, F.A.O. Fundamentos da Matéria Orgânica do Solo. Ecossistemas tropicais e subtropicais. 2a edição. Metrópole, 654 p. , Porto Alegre – RS, 2008. Tavares, Silvio Ribeiro Lucena; Balieiro, Fabiano de Carvalho. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Poluição Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático: 136 Curso de Engenharia Ambiental USS Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito; Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição; poluentes; qualidade; controle. Bibliografia básica: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002. FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U., 1980. HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994. Bibliografia complementar: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza: lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998. FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira para a Conservação da Nature, 1972. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 1978. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Hidrologia Carga Horária: 60 h Ementa: Hidrologia: Ciência e Aplicação; Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica; Elementos de Estatística e Probabilidades; Precipitação; Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Água Subterrânea; Infiltração e Armazenamento no Solo; Fundamentos do Escoamento em Rios e Reservatórios; Aquisição e Processamento de Dados; Vazão Máxima e Hidrograma de Projeto; Regionalização de Vazões; Controle de Enchentes; Hidrologia Estatística; Regularização de Vazões em Reservatórios; Introdução à Drenagem Urbana. Bibliografia Básica: PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia de superfície. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. TODD, David Keith. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blucher, 1959. Bibliografia Complementar: LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. PROSPECÇÃO tecnológica: recursos hídricos. Brasília: CGEE, 2005. BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza: lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998. FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira para a Conservação da Nature, 1972. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo 137 Curso de Engenharia Ambiental USS Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. Disciplina: Mecânica dos Solos Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução à Mecânica dos Solos. Origem e formação dos solos. Física dos solos. Classificação dos solos. Hidráulica dos solos. Distribuição de pressões nos solos. Compressibilidade dos solos. Ensaios de laboratório. Critérios de Avaliação: O aproveitamento acadêmico do aluno será verificado através de duas avaliações, sendo cada uma delas expressa através de três instrumentos diferentes de verificação de aprendizagem, tais como exercícios, testes, provas e trabalhos individuais ou em grupo. Bibliografia Básica: CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações, Vol. 1 a 3, Livros Técnicos e Científicos Editora, 1988. ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1993. 368 p. VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977. Bibliografia Complementar: CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979. RODRIGUEZ ALENSE, Urbano. Rebaixamento temporário de aqüíferos. [São Paulo]: Tecnogeo, 1999, 131 p. SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos, Editora Oficina de Textos, 2000. SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos: Exercícios Resolvidos, Editora Oficina de Textos, 2001. Academic Research Library – PROQUEST 138 Curso de Engenharia Ambiental USS 8º PERÍODO Disciplina: Legislação e Direito Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais. Bibliografia Básica: BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza: lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998. _______. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002. DELGADO, José Augusto. Responsabilidade Civil Por Dano Moral Ambiental. Interesse Público : Revista Bimestral de Direito Público, Porto Alegre , v. 8, n. 36, p. 13-59, mar. 2006. Bibliografia Complementar: FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados, São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Economia Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade. Bibliografia Básica: MOURA, L.A.A. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos. 3a. ed. São Paulo. 2006. HUMMEL, P.R.V & TASCHNER, M.R.B. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos: engenharia econômica - teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995. SILVERSTEIN, M. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Bibliografia Complementar: GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. LAGO, A. & PÁDUA, J. A. “O que é ecologia”. São Paulo: Editora brasiliense, 1984. 139 Curso de Engenharia Ambiental USS LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Redes de Infra-estrutura Urbana Carga Horária: 60 h Ementa: Projeto de Redes de Drenagem Pluvial: bacias de contribuição, vazões de contribuição, traçado, escoamento, declividades, velocidades, dimensionamento de galerias. Projeto de Redes de Esgotos: traçado, população de projeto, vazão de contribuição, diâmetro mínimo, tensão trativa, velocidades críticas, elevatórias de esgoto, linhas de recalque, dimensionamento de redes coletoras. Projeto de Redes de Abastecimento de Água: traçado, captação, adução, reservação, elevatórias de água, linhas de recalque, dimensionamento de redes de distribuição. Bibliografia Básica: BRASIL Brasil Ministério da Saúde. Saneamento básico: abastecimento d'água e esgotos sanitários. Rio de Janeiro: [s. n.], 1967. LEME, Francisco Paes. Engenharia do saneamento ambiental. Rio de Janeiro: LTC, 1984. SÃO PAULO. Sistema de esgotos sanitários. São Paulo, 1973. Bibliografia Complementar: CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1991. 465 p. GOMES, Heber Pimentel. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica de projetos. Rio de Janeiro: ABES, 2005. PHILIPPI JUNIOR, Arlindo ((Ed.)). Saneamento, saúde e ambiente : fundamentos para um desenvolvimento sustentável. São Paulo: USP, Faculdade de Saúde Pública, Manole, 2005. FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004 Academic Research Library – PROQUEST Disciplina: Planejamento Territorial e Urbano Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos de planejamento territorial e urbano. Escalas e abordagens do planejamento Urbanização no Brasil. Problemas ambientais globais e locais. Planos diretores, estatutos das cidades, leis de zoneamento urbano e zoneamento ambiental. Infraestrutura urbana: Saneamento, sistema viário, mobilidade urbana e habitação. Processos de metropolização Bibliografia Básica: BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo. Introdução à Engenharia Ambiental, 2ª ed., São Paulo: Prentice Hall, 2005. BRASIL. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos e Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Estudo da dimensão territorial do PPA: marco inicial. Brasília, DF: SPI, 2006. CASTRO, Ina Elias de (Org.). Brasil: questões atuais da reorganização do território. 2ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. 140 Curso de Engenharia Ambiental USS Bibliografia Complementar: FERREIRA, Carlos Maurício de C.; LODDER, Celsius Antônio; TOLOSA, Hamilton C. et al. Planejamento regional: métodos e aplicação ao caso brasileiro . Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1972. FIGUEIRÊDO JÚNIOR, Hugo Santana de; ABREU, Mônica Cavalcanti Sá de. Modelo de concepção e avaliação da estratégia de territórios. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro , v.43, n.4, p. 801-836, jul./ago., 2009. SANTOS, Milton. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 4ª ed., Rio de Janeiro: Record, 2002. SILVA, Elias; MORAIS, Jershon; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio ambiente,1990). VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3ª ed., São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Planejamento e Gestão Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da série ISO 14000. Bibliografia Básica: ALMEIDA, J. Ribeiro de; MARQUES, Telma; MORAES, Frederico E. R. Planejamento ambiental: caminho para participação popular e gestão ambiental para nosso futuro comum: uma necessidade, um desafio. 2. ed. Rio de Janeiro: Thex, 1999. VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. São Paulo: SENAC, 2009. DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. 2a. Ed. Ed Atlas, 1999. Bibliografia Complementar: TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 420 p VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Educação Ambiental Carga Horária: 30 h Ementa: Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências norteadoras da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em Educação Ambiental. Projetos. Bibliografia Básica: 141 Curso de Engenharia Ambiental USS BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna 1990. Educação ambiental: projeto de divulgação de informações sobre educação ambiental. Brasília: IBAMA – MEC, 1991. Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000. Bibliografia Complementar: BAINES, John D.; TARSO, Sávio de; LIMA, Isabel Ribeiro. Preserve a atmosfera. São Paulo: Scipione, 1992. BAINES, John D.; AUSTREGÉSILO, Henrique; CAMPOS, Dirce Carvalho de. Preserve os oceanos. São Paulo: Scipione, 1992. DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios básicos. São Paulo: Gaia, 2000. MATSUSHIMA, Kazue et al. Educação Ambiental. SMA –CETESB, 1998. TIBILISI, Rússia. Final report. Tibilisi, Rússia: UNESCO, UNEP,1997. Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso I Carga Horária: 30 h Ementa: Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados . Bibliografia Básica: SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971. LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975. ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST Revistas especializadas no tema escolhido 142 Curso de Engenharia Ambiental USS 9º PERÍODO Disciplina: Gestão de Recursos Hídricos Carga Horária: 30 h Ementa: Engenharia de Recursos Hídricos: reservatórios, barragens, controle de cheias, irrigação, geração de energia, navegação. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais; Gestão de Recursos Hídricos no Brasil: fundamentos, objetivos. Diretrizes e instrumentos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança pelo uso da água. Bibliografia Básica: LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. BRASIL. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: MMA, 2002. PROSPECÇÃO tecnológica: recursos hídricos. Brasília: CGEE, 2005. Bibliografia Complementar: PORRÉCA, L.M. Enquadramento dos Corpos D'água. Instrumento de Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos. IBAMA,1998. RIO DE JANEIRO (Estado). Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Projeto Planágua/Semads/GTZ. Uma avaliação da gestão dos recursos hídricos do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: 1999. RODRIGUEZ ALENSE, Urbano. Rebaixamento temporário de aqüíferos. [São Paulo]: Tecnogeo, 1999. 131 p. PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. Disciplina: Tratamento de Água e Esgoto Carga Horária: 60 h Ementa: Tratamento de Água: Gradeamento, desarenação, coagulação, floculação, decantação, filtração e desinfecção; Tratamento de Esgoto: microbiologia, cinética e hidráulica aplicadas, remoção da matéria orgânica, tratamento preliminar: grades e desarenadores; tratamento primário: decantadores primários e tanques sépticos, tratamento secundário: lagoas de estabilização, lodos ativados e reatores anaeróbios. Bibliografia Básica: JORDÃO, Eduardo Pacheco. Tratamento de esgotos domésticos. são Paulo: Cetesb, 1975. MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 1971. 328 p. RICHTER, C.A. & AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1991. Bibliografia Complementar: ANDREOLI, CLEVERSON VITÓRIO; PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO. Alternativas de uso de resíduos do saneamento. Curitiba: ABES, 2006. 398 p. CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5. Reatores anaeróbios. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1997. 143 Curso de Engenharia Ambiental USS RICHTER, Carlos A.; AZEVEDO NETTO, José M. de. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo: E. Blücher, 1991. 332 p. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 3. Lagoas de estabilização. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1996. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4. Lodos Ativados. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1997. Disciplina: Auditoria Ambiental Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria. Bibliografia Básica: VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6. ed., rev. e atual São Paulo: SENAC, 2009 . 205 p. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p. ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p. Bibliografia Complementar: VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos Carga Horária: 60 h Ementa: Noções gerais sobre os resíduos sólidos. Atividades de limpeza urbana. Acondicionamento de Resíduos. Coleta, transporte e transferência. Triagem e reciclagem. Compostagem e uso do composto orgânico. Aterro sanitário: critérios para seleção de local, técnicas de execução, licenciamento ambiental, produção de metano, coleta e tratamento de lixiviados. Resíduos de construção civil. Bibliografia Básica: CASTILHOS JÚNIOR, A.B. (Coord). Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários. Florianópolis: PROSAB-ABES, 2006. IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001. IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP. 2000. Bibliografia Complementar: 144 Curso de Engenharia Ambiental USS ANDREOLI, C. V. Programa de pesquisa em Saneamento Básico. Alternativas de uso de resíduos do saneamento. Curitiba: ABES, 2006. 398 p.CETESB. Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. SP, 1982. LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003. FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004 Academic Research library – PROQUEST Disciplina: Avaliação de Impactos Ambientais Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução a Avaliação de Impactos Ambientais. Conceituação de Impactos Ambientais. Princípios do Licenciamento Ambiental. Resolução Conama 01/86 e as Diretrizes do EIA/RIMA. Atividades Passiveis do EIA/RIMA para o pedido de LP. Elaboração do EIA. Diagnóstico Ambiental, meio físico e biótico. Diagnóstico Sócio-econômico. Elaboração da Matriz de Impactos Ambientais. Formas e Etapas de Monitoramento. Medidas Mitigadoras. Elaboração do RIMA. Simulação de Audiência Pública. Bibliografia Básica: CUNHA, Sandra Baptista da & GUERRA, Antônio José Teixeira Avaliação e Perícia Ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 261 p. NEIMAN, Zysman. Era verde? : ecossistemas brasileiros ameaçados. 17. ed São Paulo: Atual, 1989. 103 p. MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. (Coleção desafios) Bibliografia Complementar: IBAMA. Manual de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, 1995. SANCHES, L.E. (Coord.) Simpósio - Avaliação de Impacto Ambiental: situação atual e perspectivas. São Paulo, EPUSP, 1993. SILVA, ELIAS; MORAIS, JERSHON; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio ambiente ;1999). VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986 RESOLUÇÃO CONAMA Nº 237, de 19 de dezembro de 1997 Disciplina: Diversidade Biológica Carga Horária: 60 h Ementa: Particularidades da célula vegetal: estrutura, composição química e propriedades de membranas e de parede celular; organelas celulares típicas e relações hídricas. Histologia Vegetal. Morfologia externa e interna. Significado e importância dos processos fisiológicos, referentes ao metabolismo, crescimento e desenvolvimento vegetal. Zoologia no contexto da Engenharia Ambiental. Sistemática e taxonomia. Relações entre seres vivos. Bibliografia Básica: 145 Curso de Engenharia Ambiental USS BIODIVERSIDADE. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, c1997. 657 p. KUKENTHAL, W. Guia de trabalhos práticos de zoologia. 19.ed Coimbra, 1986. MODESTO, Z.M.M; SIQUEIRA, N.J.B. Botânica. São Paulo: E.P.U., 1981. Bibliografia Complementar: BLAS ARITIO, L. Atlas de zoologia: vertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Jover, 1985. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. HARO VERA, A . de. Atlas de zoologia : invertebrados. Rio de Janeiro: Ibero-Americano, 1972. HELENE, Maria Elisa Marcondes; MARCONDES, Beatriz. Evolução e biodiversidade: o que nós temos com isso?. São Paulo: Scipione, 2009. 62 p. MORANDINI, Clézio. Atlas de Botânica. 8. ed. 1974. 113 p. Disciplina: Trabalho de Conclusão de Curso II Carga Horária: 30 h Ementa: Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC; Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação. Bibliografia Básica: SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971. LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975. ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas. Bibliografia Complementar: Academic Research library – PROQUEST Revistas especializadas no tema escolhido 146 Curso de Engenharia Ambiental USS 10º PERÍODO Disciplina: Recuperação de Áreas Degradadas Carga Horária: 60 h Ementa: Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação. Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas. Projetos em recuperação de áreas degradadas. Bibliografia Básica: GUERRA, Antônio José Teixeira; GUERRA, Antonio José Teixeira. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ROSA, Antônio Vítor. Agricultura e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998. TOMMASI, Luiz Roberto. A Degradação do meio ambiente. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1977. TAVARES, S. R. L.; BALIEIRO, F. C. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008. Bibliografia Complementar: ARAUJO, Gustavo Henrique de Souza; Almeida, Josimar Ribeiro de; Guerra, Antonio José Teixeira. Gestão ambiental de Áreas Degradadas. 2ª edição, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro – RJ,320 p., 2007. MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Áreas Degradadas. Ações em áreas de preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda Fácil, Viçosa – MG, 270 p., 2009. GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998. SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993. LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002. Disciplina: Ecotoxicologia Carga Horária: 60 h Ementa: Introdução geral a Toxicologia. Conceitos em Toxicologia. Introdução à Ecotoxicologia. Gerenciamento de Riscos; Agentes tóxicos naturais e sintéticos no ambiente. Carcinogênicos ambientais. Contaminantes atmosféricos, hídricos e do solo. Contaminação ambiental por metais. Contaminação ambiental por hidrocarbonetos. Contaminação ambiental por praguicidas. Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais Bibliografia Básica: AZEVEDO, Fausto Antonio de (Coord.). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos: RiMa, 2003, 322p. 147 Curso de Engenharia Ambiental USS LARINI, Lourival. Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Manole, 1997, 195p. MAGALHÃES JR, A.P, Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos: Realidade e Perspectivas para o Brasil a partir da Experiência Francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2007, 686p. Bibliografia Complementar: ALCÂNTARA, H.R. de; BRASIL, O.A.M.. Toxicologia geral. São Paulo: Andrei, 1974. 450 p. DUARTE, A.; SANTOS, T.R.; PANTELEITCHOUK, A.; Prego, R. Ecotoxicologia e Remoção de Poluentes: Estudos na Península Ibérica. Lisboa: Instituto Piaget. 2002, 575p. LARINI, Lourival. Toxicologia dos inseticidas. São Paulo: Sarvier, 1979, 230p.MINISTÉRIO DA SAÚDE; Organização Pan-Americana da Saúde; Secretaria de Vigilância Sanitária. PERES, F.; MOREIRA, J.C., É Veneno ou Remédio? Agrotóxicos, saúde e ambiente. Rio de Janeiro Ed. Fiocruz. 2003, 384p. PIVETTA, F.; MACHADO, J.M.H; ARAÚJO, U.C.; MOREIRA, M.F.R. & APOSTOLI, P. 2001. Monitoramento biológico: Conceitos e aplicações em saúde pública. Caderno de Saúde Pública, 17: 545-554 Disciplina: Gestão de Resíduos Industriais e de Serviços de Saúde Carga Horária: 60 h Ementa: Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Normas técnicas referentes a resíduos. Classificação dos Resíduos de acordo com a Legislação. RSS – Resíduos sólidos de serviços de saúde. Potenciais de risco químico e biológico. Segregação e Gestão de RSS. Elaboração de PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Caracterização de Resíduos Industriais. Tratamento e disposição final de Resíduos industriais. Incineração, co-processamento, landfarming, aterros industriais. Bibliografia Básica: OPAS. Guia para o manejo interno de resíduos sólidos em estabelecimentos de saúde. 1997. BONIFÁCIO, N.A.; DIAS, R.B.; MICHELIN, A.B.. Segregação dos resíduos dos serviços de saúde: experiência em um hospital geral de médio porte. 2007. LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Rio de Janeiro: Ed. Interciência, 2002. Bibliografia Complementar: CETESB. Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. SP, 1982. LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003. FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004 IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001. IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP. 2000. Disciplina: Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais Carga Horária: 60 h Ementa: Simulação de fenômenos ambientais. Modelos matemáticos. Leis e equações básicas. Aplicação de métodos numéricos no processo de simulação. Modelagem matemática de fenômenos ambientais: quantificação e qualificação de processos. Simulação do processo de dispersão de poluentes em corpos 148 Curso de Engenharia Ambiental USS hídricos. Calibração e validação. O processo de simulação computacional. Modelagem de processos ambientais (Estudos de caso). Objetivos: Capacitar os alunos a prever e/ou solucionar problemas ambientais utilizando ferramentas computacionais. Bibliografia Básica: CRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda. 1999. TUCCI, C. E. M, Modelos Hidrológicos, ABRH- Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1998. MIKE, B., Environmental Modeling: A Practical Introduction (Hardcover), 2007. Bibliografia Complementar: WROBLE, L. C., EIGER, S., ROSMAN, P. C., TUCCI, C. E. M., CIRILLO, J.A., CABRAL, J. P. Métodos Numéricos em Recursos Hídricos I, 1989. Kurtz dos Santos, A. C. Introdução a Modelagem Computacional na Educação. Rio Grande: Editora da Furg - Brasil, 1995. Fortuna, A. O. Técnicas Computacionais para Dinâmica dos Fluidos. São Paulo: Editora EdUsp. 2000. 131p. Cunha,M.C.C. Métodos Numéricos. 2a. ed. Editora da Unicamp, 2000. Sperandio, D. et al. Cálculo Numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. Prentice Hall, 2003. Disciplina: Tratamento de Efluentes Industriais Carga Horária: 60 h Ementa: Processo de tratamento de efluentes industriais, poluentes mais comuns, indústrias de conserva e de pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias, curtumes, celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e efluentes oleosos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5. Reatores anaeróbios. Belo Horizonte: DESA-UFMG. 1997 NUNES, J.A. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. Aracaju: Gráfica Editora J. Andrade.2004 VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4. Lodos Ativados. Belo Horizonte: DESA-UFMG. 1997. Bibliografia Complementar: CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Petróleo, 1988. 60 p. IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p. 149 Curso de Engenharia Ambiental USS LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. 798 p. MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: Guanabara, 1990. 324 p. BRAILE, P.M. & CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais. São Paulo: CETESB. 1993 Disciplina: Energia e Meio Ambiente Carga Horária: 60 h Ementa: Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil. Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica. Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico. EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás. Bibliografia Básica: BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p. HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson, c2004. 543 p. TOLMASQUIM, M (org), Fontes Renováveis de energia no Brasil. Interciência, 2003. Bibliografia Complementar: ANEEL. Manual para elaboração do programa de eficiência energética. 2002. CEPEL. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CEPEL, 1999. DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1994. SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. Academic Research library – PROQUEST Disciplina: LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS OPTATIVA 60h Ementa: História da língua de sinais no Brasil e no mundo. Estudos lingüísticos sobre Língua brasileira de sinais. O portador de necessidades especiais auditivas em um mundo ouvinte. Cidadania, surdez e linguagem. Apresentação da língua brasileira de sinais. Bibliografia Básica: AZEREDO, E. Língua brasileira de sinais: uma conquista histórica. Brasília, DF: Senado Federal, Secretaria Especial de Editoração e Publicações, 2006. FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998. Bibliografia Complementar: COUTINHO, D. LIBRAS e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa: 150 Curso de Engenharia Ambiental USS Arpoador.2000. FELIPE, T A. Libras em contexto. Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC: SE-ESP, Brasília, 2001. FERREIRA BRITO. L Integração social e educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993. A avaliação será processual, valorizando a participação em atividades desenvolvidas nos diferentes espaços que contribuem para a formação do discente. Apresenta-se de forma diversificada: provas escritas; trabalhos individuais e em grupo; atividades extra-classe, como desenvolvimento das atividades, conforme diagnóstico local, nos Municípios da Região Sudeste do País. AGUILAR, M. J., Ander-Egg, E. Avaliação de serviços e programas sociais. Petrópolis : Vozes, 2000. ALA-HARJA, Marjukka;HELGASON, Sigurdur. Em Direção as Melhores Praticas de Avaliacao. Revista do Serviço Público, Ano 51, n. 4 (Out.-Dez. 2000). 151 Curso de Engenharia Ambiental USS MEMBROS DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE Composição NDE 2011 Prof. Dr. Benedito Luiz Andrade Prof. Dr. Carlos Eduardo Cardoso Prof. Dr. Carlos Vitor de Alencar Carvalho Profª. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo Prof. Dr. Marco Antonio Soares de Souza Profa. Dra. Rosana Canuto Gomes 152 Curso de Engenharia Ambiental USS CORPO DOCENTE Curso: Engenharia Ambiental Professores Abenildo do Carmo Mendonça Desenho Básico Titulação Mestre Adauri Silveira Rodrigues Junior Desenho Técnico Hidráulica Especialista/Mestrando Alyne França Rivello Fundamentos da Administração Especialista/Mestrando André Rodrigues Pereira Gestão de Bacias Hidrográficas Poluição Ambiental Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes Mestre/Doutorando Benedito Luiz Barbosa de Andrade Mecânica Básica Sistemas Hidráulicos Fenômenos de Transporte Doutor Carlos Eduardo Costa Vieira Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Doutor Carlos Jesivan Marques de Albuquerque Eletrotécnica Geral Mestre Carlos Vítor Alencar Carvalho Computação Resistência de Materiais Doutor César da Conceição Simões Física Mecânica Laboratório Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental Laboratório Mestre Changkuo Rodrigues Fundamentos da Matemática Elementar Doutora Cléber Barreto Espíndola Climatologia Ecologia Aplicada Doutor Cristiane de Souza Siqueira Pereira Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental Mestre/Doutoranda 153 Curso de Engenharia Ambiental USS Professores David Villas Boas Campos Pedologia Recuperação de Áreas Degradadas Titulação Doutor Elisabeth Mendes de Oliveira Cálculo de uma variável Cálculo de várias variáveis Mestre/Doutoranda Enio Nunez Conservação de Recursos Naturais Doutor Felipe da Costa Brasil Avaliação de Impactos TCC I Doutor Irineu Vieira da Silva Junior Química Geral e Inorgânica Processos Unitários na Indústria Gestão e Tratamento de Resíduos Especialista José Leandro CasaNova Almeida Energia e Meio Ambiente Doutor Jonas Pacheco Auditoria Ambiental Introdução a Engenharia Ambiental Segurança Industrial e Risco Ambiental Leonardo Nunes Dornelas Física Mecânica Física Térmica Física Eletromagnética aplicada Ambiental Física Eletromagnética aplicada Ambiental Laboratório Especialista/ Mestrando Mestre/Doutorando à Engenharia à Engenharia Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo Microbiologia Ambiental Doutora Marco Antônio Soares de Souza Química Orgânica Doutor Mauro Jorge Pisani dos Santos Equações Diferenciais Mestre Márcio Figueiredo Souza Metodologia Científica Especialista 154 Curso de Engenharia Ambiental USS Professores Titulação Miguel Rascado Fraguas Físico-Química Mestre Marcelo Acha Alexandre Cartografia Geologia Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto Planejamento Territorial Doutor Maria Aparecida Rangel Análise Química Ambiental Química Ambiental Mestre Odileía da Silva Rosa Álgebra Linear Cálculo Numérico Mestre Rafael Vieira Economia Ambiental Especialista/Mestrando Rodolfo Vaz Rainer Probabilidade e Estatística Física Térmica Laboratório Mestre Rosana Canuto Gomes Bioquímica Ambiental Educação Ambiental TCC II Doutora Rosania Lúcia Figueira Legislação e Direito Ambiental Mestre Salvador Alves Maciel Neto Planejamento e Gestão Ambiental Especialista/Mestrando Sérgio Montalvão Cidadania e Sociedade Doutor William da Costa Rodrigues Ecologia Geral Ecotoxicologia Doutor Titulação Doutores Mestres Especialistas Total Total 14 16 07 37 % 37,85 43,24 18,91 100 155 Curso de Engenharia Ambiental USS Composição Colegiado Composição Colegiado 2011 Coordenadora: Profª. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo 1o. Prof. Irineu Vieira Junior 2 o. Profa. MSc. Elizabeth Mendes de Oliveira 3 o. Profa. MSc Odiléia da Silva Rosa o 4 . Prof. Dr. Cléber Barreto Espíndola 5 o. Prof. Dr. Benedito Luiz Barbosa Andrade o 6 . Prof. Dr. David Villas Boas campos o 7 . Profa. MSc Rosania Lucia Figueira 8 o. Prof. MSc André Rodrigues Pereira o 9 . Prof. MSc André Rodrigues Pereira Discentes: Clarissa Moschiar Fontelles Romero Tadeu Vinicius Towesend 156 Curso de Engenharia Ambiental USS Formulário das Atividades Complementares 157 Curso de Engenharia Ambiental USS Universidade Severino Sombra CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA NATUREZA CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Horas integralizadas ______________ Deferido em ____ / ____ / ____ ___________________________________ Coordenador do Curso Requerimento de Integralização de Atividades Complementares Obrigatórias Nome do Aluno(a): Período. RG Matrícula: nº. CPFnº. Ao Sr. Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra, mantida pela FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA – FUSVE. Vem requerer APROVEITAMENTO das atividades abaixo assinaladas e comprovadas com as cópias dos comprovantes em anexo para integralização de carga horária correspondente às ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS. Itens ATIVIDADE HORAS ACEITO 1. Cine Amb 10 2. Conferência 20 3. Congresso / Fórum como palestrante 40 4. Congresso / Fórum como participante 20 5. Congresso como membro organizador 40 6. Curso de Extensão (acima de 80 horas) 40 7. Curso de Extensão (até 40 horas) 15 8. Curso de Extensão (entre 41e 80 horas) 25 9. Dirigente do Centro Acadêmico 10 NÃO ACEITO RUBRICA Disciplinas optativas além das curriculares 10. /Curso de férias 20 11. Estágio Disciplinar concursado 15 12. Estágio Disciplinar não concursado 10 13. Membro do Colegiado Universitário na USS. 20 14. Ministrante de Oficina / Extensão. 20 15. Monitor de Projeto de Extensão / Eventos. 30 158 Curso de Engenharia Ambiental USS 16. Palestra como Palestrante. 20 17. Palestra como Participante. 10 18. Presidente do Centro Acadêmico 15 19. Programa de Extensão Universitária Comunitária 40 Programa de extensão universitária não 20. comunitária 15 21. Programa de Iniciação Científica não Curricular 15 22. Programa de monitoria bolsista 40 23. Programa de monitoria voluntária 40 Programa de Pesquisa como participante da 24. pesquisa 40 25. Representante de Turma. 20 26. Representante discente no CONSEPE 20 27. Seminário / Encontro como membro organizador 40 28. Seminário / Encontro como palestrante 40 29. Seminário / Encontro como participante 20 30. Visitas Técnicas 20 TOTAL DE HORAS INTEGRALIZADAS Nestes termos, pede deferimento. Vassouras, RJ, ____ de _________________ de ______ __________________________________________________ Assinatura do aluno (a) 159 Curso de Engenharia Ambiental USS Projetos de Pesquisas 160 Curso de Engenharia Ambiental USS Pesquisas Universidade Severino Sombra Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Coordenadoria de Pesquisa Programa Institucional de Pesquisa Científica – PIPC http://www.uss.br/arquivos/pipc2010.pdf A missão de uma universidade não se restringe à transmissão do conhecimento, mas, sobretudo, Este último se traduz, principalmente, pelo desenvolvimento de atividades de pesquisa que poderão contribuir para o crescimento social na medida em que os avanços obtidos se revertam em benefício da comunidade e possibilitem a constante qualificação e requalificação dos indivíduos envolvidos em seu processo. Diante disto, a Universidade Severino Sombra propõe, através do Programa Institucional de Pesquisa Científica – PIPC, criar mecanismos de incentivo e viabilização para o desenvolvimento de pesquisas em sua comunidade acadêmica. Ao criar meios que gerem um ambiente propício à produção de novos conhecimentos, a USS contribui para a qualificação e atualização de seu corpo docente em relação aos avanços científicos, ao intercâmbio de conhecimento científico, ao crescimento de sua comunidade acadêmica e, finalmente, fomenta a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, por intermédio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 1. Objetivos 1.1. Possibilitar a produção e disseminação de novos conhecimentos; 1.2. Qualificar e requalificar seu corpo docente; 1.3. Manter a comunidade acadêmica atualizada em relação aos avanços científicos; 1.4. Promover a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. 2. Das Pesquisas 2.1. O PIPC estabelece duas modalidades para desenvolvimento de pesquisa na USS: 2.1.1. Projeto Individual: a) Desenvolvido por um único professor-pesquisador que preencha os requisitos dispostos no item 4; 2.1.2. Projeto Integrado: b)Desenvolvido por dois ou mais professores-pesquisadores, e pode ou não ser de natureza interdisciplinar, com a participação de membros de áreas distintas de atuação. 3. Duração dos Projetos de Pesquisa 3.1. O prazo para o desenvolvimento das pesquisas será de até vinte e quatro meses, com possibilidade de renovação por mais seis meses. 4. Requisitos para Ingresso no Programa 4.1. Ser docente efetivo dos quadros da USS; 161 Curso de Engenharia Ambiental USS 4.2. Manter o currículo Lattes atualizado; 4.3. Fazer parte de grupo de pesquisa vinculado à USS e certificado junto ao Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq; 4.4. Ser portador de título de pós-graduação stricto sensu ou livre- docência reconhecidos pelo MEC; 4.5. Não é permitido ao professor-pesquisador encaminhar projeto de pesquisa já concluído ou em desenvolvimento em outra instituição. 5. Exigências de Cumprimento do PIPC 5.1. Os professores-pesquisadores e os discentes sob sua coordenação devem apresentar relatórios anuais sobre a pesquisa, bem como relatório de conclusão em forma de artigo científico ao fim do prazo estipulado para sua realização; 5.1.1. O descumprimento da apresentação dos referidos relatórios nos prazos estabelecidos em calendário e divulgado pela Coordenadoria de Pesquisa, implicará suspensão da gratificação de pesquisa e/ou impedimento de apresentação de novas propostas de projetos; 5.2. Os professores-pesquisadores deverão fazer menção ao apoio financeiro da USS em qualquer evento ou publicação em que apresentarem resultados do desenvolvimento das pesquisas desenvolvidas; 5.3. Os professores-pesquisadores deverão participar dos eventos relacionados à pesquisa organizados pela Instituição; 5.4. Os professores-pesquisadores deverão orientar os discentes envolvidos em suas pesquisas na elaboração de relatórios e de 6 atividades afins com a pesquisa desenvolvida; 5.5. Os professores-pesquisadores deverão prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários sobre o andamento e realização de suas pesquisas. 6. Processo de Seleção de Projetos de Pesquisa 6.1. Todos os projetos de pesquisa e relatórios finais serão submetidos a um Comitê de Avaliação composto por avaliadores ad hoc, especialistas nas áreas correlatas às propostas; 6.2. Serão consideradas pelos avaliadores a qualidade técnico-científica, a viabilidade e a relevância do projeto de pesquisa; 6.3. Caberá à Coordenadoria de Pesquisa avaliar a compatibilidade dos projetos propostos com a estrutura da Instituição. No caso de projetos que envolvam a utilização de recursos materiais, cabe uma avaliação da viabilidade de seu financiamento por parte da Instituição; 6.4. O professor-pesquisador tem direito a solicitar revisão do parecer proferido pelo avaliador ad hoc por meio de solicitação encaminhada à Coordenadoria de Pesquisa; 6.5. As Pesquisas que envolverem seres humanos, organismos geneticamente modificados ou produção de novos medicamentos serão também avaliadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa da (CEP 162 Curso de Engenharia Ambiental USS - USS) e as que utilizarem animais serão avaliadas pela Comissão de Ética no uso de Animais em Experimentos (CEUA - USS); 6.6. As propostas de desenvolvimento de pesquisas devem ser encaminhadas à Coordenadoria de Pesquisa segundo os prazos e modelos dispostos em Edital lançado anualmente, e seus resultados serão divulgados através de correspondência individual. 7. Das Gratificações de Pesquisa 7.1. Os professores-pesquisadores selecionados serão contemplados com gratificações mensais para realização de suas atividades de pesquisa, de acordo com a disponibilidade financeira da FUSVE; 7.2. O valor das gratificações será definido pela FUSVE; 7.3. Cada professor-pesquisador somente poderá concorrer a uma gratificação de pesquisa; 7.4. A não contemplação com a gratificação de pesquisa não impede o andamento da pesquisa, desde que haja interesse do pesquisador e aprovação, por parecer, de sua proposta. 8. Considerações Gerais 8.1. O uso de infraestrutura e de recursos materiais de outra instituição para a realização das pesquisas deve ser oficializado através de convênio entre a Universidade Severino Sombra e a futura conveniada; 8.2. Os projetos deverão ser desenvolvidos majoritariamente nas dependências da USS e nas condições laboratoriais existentes na Instituição; 8.3. Caso sejam incluídos pesquisadores provenientes de outras instituições como co-participantes, far-se-á necessário apresentar documentação complementar e sua oficialização; 8.4. A interrupção no desenvolvimento das atividades de pesquisa deve ser informada à Coordenadoria de Pesquisa, através de comunicado oficial, acompanhado de relatório parcial e de justificativa; 8.5. Os casos omissos serão avaliados pelos Conselhos Superiores da USS 163 Curso de Engenharia Ambiental USS Projetos de Pesquisas do Curso de Engenharia Ambiental Projeto de Pesquisa (título): Bioprospecção de microorganismos e utilização de macrófita para potencial uso na biorremediação de solos e aquíferos contaminados por gasolina (FUNADESP). Docentes Envolvidos: Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (coordenadora) Carlos Eduardo Cardoso Rosana Canuto Gomes David Villas Boas Campos Erick Anizewski Projeto de Pesquisa (título): Levantamento de insetos bioindicadores (Coleóptera e Hymenoptera) em fragmento de floresta atlântica e plantio de Pinhão Manso (Jatripha curcas L.) Docente Envolvido: William da Costa Rodrigues Projeto de Pesquisa (título): Sistemas de produção de Biodiesel para o estado do Rio de Janeiro (Faperj) Docente Envolvido: Felipe da Costa Brasil Projeto de Pesquisa (título): Estudo da capacidade de autodepuração de um curso d’água com aplicação do modelo matemático de qualidade da água de Streeter Phelps Docente Envolvido: Cristiane de Souza Siqueira Pereira 164 Curso de Engenharia Ambiental USS Produção Científica Docente 165 Curso de Engenharia Ambiental USS ANDRÉ RODRIGUES PEREIRA Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. Lídia Yokoyama ; TEIXEIRA, L. A. C. ; SCOFIELD, C. F. ; SANTIAGO, V. J. ; PEREIRA, A. R. . REMOÇÃO DE SELÊNIO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS POR CO-PRECIPITAÇÃO COM FERRO (III). In: 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2009, Recife. Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2009, Recife - Pernambuco, 2009. 2. BARBOSA, I. L. ; MACHADO, C. R. A. ; PEREIRA, A. R. ; YOKOYAMA, L. ; CAMPOS, J. C. . CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO TERCIÁRIO DE EFLUENTE ORIUNDO DE CENTRO COMERCIAL PARA GERAR ÁGUA DE REÚSO. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2009, Recife. 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Recife, 2009, 2009. 3. YOKOYAMA, L. ; CAMPOS, J. C. ; CARDILLO, L. ; TEIXEIRA, L. A. C. ; PEREIRA, A. R. . PRECIPITAÇÃO DO NITROGÊNIO AMONIACAL NA FORMA DE ESTRUVITA EM CHORUME DE ATERRO SANITARIO. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária, 2007, Belo Horizonte. 24º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Belo Horizonte - MG, 2007. Apresentações de Trabalho 1. PEREIRA, A. R. . Tratamento de Efluentes. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. PEREIRA, A. R. . Validação da Remoção de Substâncias Recalcitrantes Por Adosrção em Carvão Ativado Granulado (CAG) de Efluentes de Refino de Petróleo. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra). ABENILDO DO CARMO MENDONÇA Trabalhos técnicos 1. MENDONÇA, A. C . controle e simulação de uma face humana eletromecânica através de princípios de uma rede neural. 2000. 2. MENDONÇA, A. C . Projeto de uma casa balística destinada a testes de armas e munição. 1992. 3 MENDONÇA, A. C . Modelagem e simulaçào dos mecanismos variadores de direção e elevação para um canhão múltiplo antiaéreo. 1986. ALYNE FRANÇA RIVELLO Demais tipos de produção técnica 1. RIVELLO, A. F. . Controladoria: Contabilidade Gerencial e Orçamento Empresarial. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. FERNANDES, M. ; RIVELLO, A. F. . Técnica de Vendas e Atendimento ao Cliente. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 166 Curso de Engenharia Ambiental USS BENEDITO LUIS BARBOSA ANDRADE Artigos aceitos para publicação 1. DUCOS, P. C. D. ; ELIAS, C. N. ; ANDRADE, Benedito Luis Barbosa de . Análise da fratura de implante dentário. Revista Brasileira de Implantodontia , 2007. CARLOS JESIVAN M. ALBUQUERQUE Artigos completos publicados em periódicos 1. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CASOTTI, E. ; SOUZA, M. C. A. de ; SOUZA, T. C. . Instrumentos inovadores da prática pedagógica: uma experiência no ensino de odontologia. Revista Fluminense de Odontologia , v. XV, p. 49-53, 2009. 2. GOMES, P.P. ; SILVA, L. do N. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Ferramenta Computacional para Dimensionamento de Malhas de Aterramento. Revista Eletrônica TECCEN , v. v1, p. 26-30, 2008. 3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. ; SOUZA, M. C. A. de ; CASOTTI, E. ; GOUVEA, M. V. . Filmes na sala de aula: estratégia para discussão de temas transversais no curso de odontologia da USS. Revista Fluminense de Odontologia , v. XIV, p. 27-29, 2008. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. FORTES, M. Z. ; NASCIMENTO, R. C. ; BARBOSA, M. V. ; CARVALHO, J. T. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Análise de Viabilidade Técnica-Econômica para Erradicação de Árvores Sob Linhas de Distribuição. In: VII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético, 2010, São Paulo/SP. VII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético, 2010. v. 1. 2. FORTES, M. Z. ; CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . ASPECTOS DE VENTILAÇÃO EM MIT´s ALIMENTADOS POR DRIVER´s: ANÁLISE DE PERDAS COM POSSIVEIS IMPACTOS NA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. In: VII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético, 2010, São Paulo/SP. VII CBPE, 2010. v. 1. 3. FORTES, M. Z. ; CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; ALMEIDA, J.L.C.N. ; PINTO, V. M. . MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ALIMENTADOS POR CONVERSORES UMA ANÁLISE SOB ASPECTO DE PERDAS NA VENTILAÇÃO. In: 25 Congresso Brasileiro de Manutenção, 2010, Bento Gonçalves. 25 CBM, 2010. v. 1. 4. FORTES, M. Z. ; SILVA, E. B. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; BARBOSA, M. V. . Modelo de Gestão/Avaliação para Equipes Multidisciplinares. In: VII Simposio de Excelênciaem em Gestão e Tecnologia, 2010, Resende. Anais do VII Simpósio de Excelencia em Gestão e Tecnologia - SEGeT 2010, 2010. v. 1. 5. SOUZA, P.C. ; AMORIM JUNIOR, H. P. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . GERENCIAMENTO DE ENERGIA COMO FERRAMENTA DE APOIO NO CUSTEIO DO PRODUTO. In: 29 Seminário de Balanços Energéticos Globais e Utlildades e 23o Encontro de Produtores e Consumidores de Gases Industriais, 2008, Porto Seguro - BA. 29 Seminário de Balanços Energéticos Globais e Utlildades. São Paulo : Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2008. v. v1. 6. SILVA, M. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Análise Comparativa da Economia de Energia entre diferentes tipos de acionamentos de motores elétricos. In: XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008, Rio de Janeiro/RJ. XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008. v. v2. p. 581-588. 167 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. AVILA, U. V ; SILVA, L. R. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Metodologia para aplicação de filtros ativos em pequenas instalações industriais. In: XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008, Rio de Janeiro/RJ. XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008. v. v2. p. 569-580. 8. FORTES, M. Z. ; COPIO, A.L.C.P ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, M. S. ; FORTES, F. Z. . GESTÃO DE SERVIÇOS DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS E MEDIDORES DE ENERGIA. In: 62 CONGRESSO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE METALURGIA E MATERIAIS, 2007, VITORIA - ES. 62 CONGRESSO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE METALURGIA E MATERIAIS, 2007. v. UNICO. p. 178-178. 9. FORTES, M. Z. ; GUEDES JUNIOR, O. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Avaliação da Qualidade de Energia em Barramentos de BT com presença de Conversores de Frequência. In: XII ERIAC Encontro Regional Ibero Americano do CIGRÉ, 2007, Foz do Iguaçu - PR. XII ERIAC - Encontro Regional Ibero Americano do CIGRÉ, 2007. 10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Operation and Maintenance in Automated Industrial Environment: A New Professional Profile for Brazilian Reality. In: 9th International Conference on Engineering Education, 2006, San Juan. 9th International Conference on Engineering Education, 2006. 11. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Maintenance-Automation Engineer: Realistic Considerations for a New Curricula. In: International Engineering Management Conference, 2006, Salvador BA - Brasil. IEEE International Engineering Management Conference - IEMC 2006, 2006. v. 1. 12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Engenheiro de Sistemas Elétricos: Aspectos Realísticos sobre um Perfil Atualizado de Formação, face a Realidade do Mercado. In: Simpósio Brasileiro de Sistemas Elétricos, 2006, Campina Grande - PB. Simpósio Brasileiro de Sistemas Elétricos2006, 2006. 13. FORTES, F. Z. ; ALVES, R. S. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Potenciais de Geração de Energia com Biomassa no Sul Fluminense. In: V Encontro de Iniciação Científica da USS, 2006, Vassouras - RJ. V Encontro de Iniciação Científica. 14. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. . Considerações Realísticas sobre a Formação em Engenharia de Manutenção: Atuação em Ambiente Industrial Moderno Automação e Sistemas Elétricos de Potência na Região Sul -Fluminense. In: V Encontro de Iniciação Científica - USS, 2006, Vassouras/RJ. V Encontro de Iniciação Científica. 15. FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, F. Z. . Especialização em Gestão e Técnicas de Manutenção uma Proposta Curricular para Atender o Mercado Sul Fluminense. In: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo RS. COBENGE 2006, 2006. 16. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Engenheiro com Formação Qualificada para Atuação em Automação/Manutenção: uma Análise Regional e Bases para Formulação de Curriculo Atualizado.. In: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo / RS. COBENGE 2006. v. 1. 17. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de Potência. In: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo / RS. COBENGE 2006. 18. FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Proposta de Perfil do Profissional de Automação com Formação Qualificada para Engenharia de Manutenção Industrial. In: X Seminário de Automação 168 Curso de Engenharia Ambiental USS de Processos, 2006, Belo Horizonte MG. X Seminário de Automação de Processos. São Paulo - SP : Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2006. v. 1. p. 57-65. 19. FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. ; DOMINGUETTI JUNIOR, A. C. ; ABRITA, R. M. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Logica Fuzzy como Ferramenta para Diagnóstico de Falhas em Transformadores de Potência. In: X Seminário de Automação de Procesos, 2006, Belo Horizonte MG. Anais do X Seminário de Automação de Procesos. São Paulo - SP : Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2006. v. 1. p. 203-212. 20. FORTES, M. Z. ; COPIO, A.L.C.P ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, M. S. . Calibração de Medidores e Relés de Proteção: uma Proposta para Modelo de Contratação de Serviços Terceirizados. In: XV Seminário Gaúcho de Manutenção da ABRAMAN, 2006, Porto Alegre - RS. XV Seminário Gaúcho de Manutenção da ABRAMAN, 2006. 21. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de Potência. In: 34 Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo / RS. COBENGE 2006, 2006. 22. LEAL, R. A. ; CAPATTO, R. da S. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; FORTES, M. Z. . Uma Visão Acadêmica na Formação de Profissional para Engenharia de Manutenção: Busca de Perfil Face a Vocação Industrial da Região SulFluminense. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras/RJ. IV Encontro de Iniciação Científica / USS, 2005. 23. ALMEIDA, R. T. ; GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . UTILIZAÇÃO DE UM RESSONADOR À FIBRA ÓPTICA COMO GIROSCÓPIO, UTILIZANDO FUNÇÕES ELÍPTICAS DE TERCEIRA ESPÉCIE DE JACOBI. In: III Simpósio Brasileiro de Engenharia Inercial - III SBEIN, 2001, Rio de Janeiro. III Simpósio Brasileiro de Engenharia Inercial - III SBEIN, 2001. 24. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Implementação de um Sistema Espectroradiométrico Dedicado à Medida de Figuras de Mérito para Caracterização de Detectores de Radiação Infravermelha. In: I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000, VASSOURAS RJ. I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000. v. 1. 25. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Figuras de Mérito de Detectores de Infravermelho e a Definição de Qualidade de Desempenho Optoeletrônico de Sistemas Termógrafos. In: I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000, VASSOURAS RJ. I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000. v. 1. 26. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Visão em Ambientes Pouco Iluminados ou sem Iluminação. In: Semana de Tecnologia da UNITAU, 1992, Taubaté. Semana de Tecnologia da UNITAU, 1992. 27. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Tecnologia de Visão em Ambiente com Baixo Nível de Iluminamento. In: ICT - Semana de Iniciação Científica e Tecnológica/CEFET-RJ, 1992, Rio de Janeiro - RJ. ICT - Semana de Iniciação Científica e Tecnológica/CEFET-RJ, 1992. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . ANÁLISE DE PERDAS E RENDIMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO SOB O ASPECTO DE VENTILAÇÃO. In: IX Encontro de Iniciação Cientifica, 2010, Vassouras. IX ENIC, 2010. v. 1. p. 26-28. 169 Curso de Engenharia Ambiental USS 2. CANTO, P. C. X. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, J. T. ; MATOS, C. J. G. de ; PINTO, V. M. . IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE PROTEÇÃO DE SELETIVIDADE PARA UM CIRCUITO DE 6 KV. In: IX Encontro de Iniciação Cientifica, 2010, Vassouras. IX ENIC, 2010. v. 1. p. 87-88. 3. BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. ; MONTENEGRO, R. F. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Utilização do portfólio no processo ensino-aprendizagem. In: 44a. Reunião Anual da Associação Brasileira de Ensino Odontológico, 2009, Cabo de Santo Agostinho. Int J Dent, Recife, 8 (Supl 1):1-21 Resumos da 4a. Reunião Anual da ABENO. Recife : Universidade Federal de Pernambuco, 2009. p. 5-5. 4. CHAVES, E. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; ALVES, M. U. ; BRUM, S. C. . Portfólio: instrumento facilitador do processo de aprendizagem. In: 44a. Reunião Anual da Associação Brasileira de Ensino Odontológico, 2009, Cabo e Santo Agostinho. Int J Dent, Recife, 8 (Supl 1):1-21 Resumos da 4a. Reunião Anual da ABENO. Recife : Universidade Federal de Pernambuco, 2009. p. 5-5. 5. MONTENEGRO, R. F. ; SOUZA, M. C. A. de ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. ; SOUZA, T. C. ; CASOTTI, E. ; ALVES, M. U. ; BRUM, S. C. . Transversalidade no currículo : a experiência da Universidade Severino Sombra. In: 26 th SBPqO Annual Meeting, 2009, Águas de Lindóia/SP. Braz Oral Res, 2009. v. 23. p. 98-98. 6. SILVA, B. A. S. ; SOUZA, M. C. A. de ; BRUM, S. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. ; CHAGAS, M. A. . Reflexão do discente sobre contribuição do portfólio no processo ensinoaprendizagem. In: 26 th SBPqO Annual Meeting, 2009, Águas de Lindóia/SP. Braz Oral Res, 2009. v. 23. p. 99-99. 7. FERREIRA, U. M. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Estratégia da manutenção em oficinas utilizando caminho crítico. In: AEDB - VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, 2009, Resende -RJ. Anais do VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. Resende/RJ, 2009. v. 1. 8. IMATA, V. B. A. ; FORTES, M. Z. ; CARVALHO, J. T. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Proposta de novos indicadores para gestao em setores de manutenção. In: AEDB - VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia, 2009, Resende - RJ. Anais do VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. Resende/RJ, 2009. v. 1. 9. IMATA, V. B. A. ; CARDOSO, R. F. S. E. S. ; ALMEIDA, J.L.C.N. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; OLIVEIRA, C. H. da C. . Análise da Viabilidade Técnica e Econômica para Instalação de um Sistema de Aquecimento Solar no Hospital Universitário Sul Fluiminense. In: VII Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra, 2008, Vassouras/RJ. Anais do VII ENIC, 2008. v. Unico. p. 29-30. 10. SILVA, R. A. da ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE ENERGIA EM INSTALAÇÕES DE ELETRIFICAÇÃO RURAL DO MUNICIPIO DE VASSOURAS. In: VII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA, 2008, VASSOURAS. VII ENIC, 2008. v. UNICO. p. 3132. 11. CHAGAS, M. A. ; SOUZA, M. C. A. de ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. . Pesquisa-Ação: A Utilização do Cinema na Discussão de Temas Transversais na Universidade Severino Sombra. In: VII ENIC, 2008, Vassouras/RJ. ANAIS DO VII ENIC, 2008. v. v1. p. 223-224. 12.SOUZA, M. C. A. de ; BRUM, S. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SOUZA, T. C. . Matriz Curricular Estruturada em Blocos Temáticos: A Experiência do Curso de Odontologia da USS. In: 43a Reunião da Associação Brasileira de Ensino de Odontologia, 2008, Porto Alegre/RS. Revista da ABENO, 2008. v. v1. p. 71-71. 170 Curso de Engenharia Ambiental USS 13. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; BARBOSA, A. M. S. ; ROSA, J. O. . Engenheiro de automação/manutenção/sistemas elétricos de potência em tempos Modernos: considerações realisticas - perfil de Formação base para a região sul fluminense. In: VI Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS VI ENIC/USS., 2007, Vassouras - RJ. VI Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS VI ENIC/USS., 2007. 14. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . TERMOGRAFIA APLICADA AOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA - PREDITIVA DE REDES DE ENERGIA ELÉTRICA E PROCESSOS INDUSTRIAIS EM EMPRESAS DA REGIÃO SUL FLUMINENSE. In: III Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS II ENIC/USS., 2003, Vassouras -RJ. III Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS II ENIC/USS., 2003. v. Unico. 15. GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Sensores Inerciais: Tecnologias Envolvidas e Simulações De Desempenho. In: I ENIC/USS, 2001, Vassouras - RJ. I Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra. Vassouras - RJ : USS, 2001. 16. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Equipamentos de visão noturna: intensificação de luz residual e imageamento térmico. In: - Seminário - IX Semana de Engenharia Elétrica da Universidade de Taubaté - Taubaté / SP - Outubro 1995., 1995, Taubaté/SP. IX Semana de Engenharia Elétrica da Universidade de Taubaté, 1995. Resumos publicados em anais de congressos 1. OLIVEIRA, R. M. ; PINTO, V. M. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Determinação de parâmetros longitudinais e transversais e estudo da potência natural de linhas de transmissão. In: Prêmio Oscar Niemeyer, 2011, Rio de Janeiro. Anais de Trabalhos Premiados. Rio de Janeiro, 2011. v. 1. p. 109109. 2. VIEIRA, A. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Conhecendo os Fundamentos da Termografia Aplicada à Manutenção Preditiva. In: VIII Jornada Jovens Talentos para a Ciência, 2006, Niterói - RJ. VIII Jornada Jovens Talentos para a Ciência, 2006. 3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; HUAISS, L. ; FARIA, R. S. ; CAPATTO, R. da S. ; FERREIRA, M. L. ; DOMINGUETTI JUNIOR, A. C. . Termografia aplicada aos trabalhos de manutenção preditiva de redes de energia elétrica e processos industriais em empresas da região sul fluminense. In: 11a Jornada Nacional de Iniciação Científica/56a Reunião Anual da SBPC, 2004, Cuiabá/MT. Anais da 11a Jornada Nacional de Iniciação Científica/56a Reunião Anual da SBPC, 2004. 4. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; HUAISS, L. ; FERREIRA, M. L. ; FARIA, R. S. ; CAPATTO, R. da S. . "Termografia aplicada à manutenção preditiva de redes de energia elétrica e processos industriais em empresas da região sul fluminense". In: III ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISADORES/USS, 2004, Vassouras/RJ. III ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PESQUISADORES/USS. 5. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . Sensores giroscópicos mecânicos e girômetros a fibra óptica em aplicações industriais e em automação. In: II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2002, VASSOURAS RJ. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2002. 6. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; COSTA JR, A. A. da ; PEREIRA, W.N. do A. . Caracterização de Materiais Poliméricos Aplicados em Revestimentos e Partes de Dispositivos Ópticos Empregados em Condições Ambientais Severas. In: XXV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC), 2002, Caxambu- MG. Resumos - XXV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC)-Caxambu- MG.. São Paulo : Sociedade Brasieira de Física, 2002. 171 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. ALBUQUERQUE, C. J. M. . Caracterização de Materiais Poliméricos e Inorgânicos Aplicados em Revestimentos e Componentes de Dispositivos Ópticos: uma Metodologia. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Universidade Severino Sombra., 2001, VASSOURAS RJ. I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Universidade Severino Sombra., 2001. 8. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; MELO, D. P. C. . Levantamento de Esquema Eletrônico de Circuito Impresso Empregando Técnicas de Simulação Computacional. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra., 2001, Vassouras-RJ. I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra.. 9. GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Sensores Inerciais: Tecnologias Envolvidas e Simulações De Desempenho. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra., 2001, Vassouras -RJ. I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra., 2001. 10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; TEIXEIRA, M. . O Ensino da Matemática na Engenharia: uma nova filosofia. In: I Semana do CECETEN Universidade Severino Sombra, 2001, CVassouras - RJ. I Semana do CECETEN Universidade Severino Sombra, 2001. 11. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . O Ensino da Matemática na Engenharia: uma nova filosofia. In: I Semana do CECETEN e I Encontro Sul Fluminense de Ensino de Matemática, 2001, Vassouras - RJ. I Semana do CECETEN e I Encontro Sul Fluminense de Ensino de Matemática, 2001. 12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Adaptações em um Espectroradiômetro Comercial para Permitir Medida de Ruido e a obtenção da Detectividade em Detectores de Radiação Infravermelha. In: XIX ENFMC / SBF, 1996, Águas de Lindóia - SP. XIX ENFMC / SBF, 1996. 13. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Medida da Tensão de Early em transistores bipolares e Projeto de Amplificadores discretos com carga ativa. In: I Encontro Nacional de Educação Tecnológica para o Desenvolvimento, 1993, Rio de Janeiro /RJ. I Encontro Nacional de Educação Tecnológica para o Desenvolvimento, 1993. 14. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Precauções Para Evitar Fungos em Instrumentos Ópticos. In: XV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC), 1992, CAXAMBU - MG. Resumos - XV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC). São Paulo - SP : SBF, 1992. v. 1. 15. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, M. C. . Projeto de Objetivas Tipo Dialyte para o Infravermelho. In: XIV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC), 1991, CAXAMBU MG. Resumos - XIV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC). São Paulo : SBF, 1991. v. 1. Artigos aceitos para publicação 1. SOUZA, M. C. A. de ; CASOTTI, E. ; MELLO, A. C. F. ; GOYATA, F. R. ; SOUZA, T. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Interdisciplinaridade no ensino superior: de imagem-objetivo à realidade!. Revista Brasileira de Educação Médica (Impresso) , 2011. Apresentações de Trabalho 1. CANTO, P. C. X. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, J. T. ; MATOS, C. J. G. de ; PINTO, V. M. . Implantação de um sistema de proteção de seletividade para um circuito de 6 kV. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 172 Curso de Engenharia Ambiental USS 2.ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. . Engenheiro de automação/manutenção/sistemas elétricos de potência em tempos Modernos: considerações realisticas - perfil de Formação base para a região sul fluminense. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; FORTES, F. Z. . Potenciais de Geração de Energia com Biomassa no Sul Flumminense. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 4. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Engenheiro com Formação Qualificada para Atuação em Automação/Manutenção: uma Análise Regional e Bases para Formulação de Curriculo Atualizado.. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 5. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. . Considerações Realísticas sobre a Formação em Engenharia de Manutenção: Atuação em Ambiente Industrial Moderno Automação e Sistemas Elétricos de Potência na Região Sul -Fluminense. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 6. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Especialização em Gestão e Técnicas de Manutenção uma Proposta Curricular para Atender o Mercado Sul Fluminense. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 7. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de Potência. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 8. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CAPATTO, R. da S. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. . Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006. 2005. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 9. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Equipamentos de visão noturna: intensificação de luz residual e imageamento térmico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Outra). 10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Medida da Tensão de Early em transistores bipolares e Projeto de Amplificadores discretos com carga ativa. 1993. (Apresentação de Trabalho/Outra). 11. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Precauções Para Evitar Fungos em Instrumentos Ópticos. 1992. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Visão em Ambientes Pouco Iluminados ou sem Iluminação. 1992. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 13. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Projeto de Objetivas tipo "Dialyte" para o Infravermelho. 1991. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Demais tipos de produção bibliográfica 1. BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; MONTENEGRO, R. F. . Utilização do portólio no processo ensino-aprendizagem 2009 (Painel). 2. CHAVES, E. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. . Portfólio: instrumento facilitador do processo de aprendizagem 2009 (Painel). Demais trabalhos 173 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. ALBUQUERQUE, C. J. M. . Implementação de ambiente dedicado à integração completa, testes e controle de qualidade de equipamento de visão noturna de emprego militar. 1999 (Implementação de ambiente dedicado `a integração completa de equipamento de visão noturna militares). 2. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; TEIXEIRA, F. L. ; PEREIRA, W.N. do A. . Sistema Espectroradiométrico para o Infravermelho.. 1994 (Implementação de sistema de medidas). CARLOS VITOR DE ALENCAR CARVALHO Artigos completos publicados em periódicos 1.CARVALHO, C. V. A. ; Lemos, B. M. . MaterialDouradoRA - Um software para o ensinoaprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional através da Realidade Aumentada. Realidade Virtual, v. 4, p. 57-70, 2011. 2.Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. ; Paiva, A. M. S. de . C.O.S - 3DRA - Software construtor de objetos tridimensionais: uma proposta de construção de sólidos geométricos através da realidade aumentada. Cadernos UniFOA (Impresso), v. 15, p. 1-15, 2011. 3. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Uso da Realidade Aumentada para apoio ao entendimento da relação de Euler. RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 8, p. 1-10, 2010. 4.VEIGA, J. ; CARVALHO, C. V. A. ; Vilella, L. M. A. . A utilização do software CONSTRUFIG3D no processo de construção do significado da relação de Euler. RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 8, p. 1-9, 2010. 5. Teixeira, G. R. ; CARVALHO, C. V. A. . SOFTRAIZES Um software educacional para apoio ao ensino de Cálculo Numérico. Cadernos UniFOA (Online) , v. 1, p. 71-71, 2010. 6.CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . SMC: Uma Ferramenta Computacional para Apoio ao Ensino dos Movimentos Circulares. Cadernos UniFOA (Impresso) , v. 14, p. 25-30, 2010. 7. Calil, A. M. ; VEIGA, J. ; CARVALHO, C. V. A. . Aplicação do Software GRAPHMATICA no Ensino de Funções Polinomiais de 1o grau no 9o ano do Ensino Fundamental. Revista Práxis (online) , v. 2, p. 17/2-27, 2010. 8. Barbosa, Soraia Teixeira ; CARVALHO, C. V. A. . Tutorial para o Desenvolvimento de Jogos 2D usando a Linguagem Java. Revista Eletrônica Teccen , v. 2, p. 53-63, 2009. 9. Almeida, K. D. M ; Vieira, E. G. ; CARVALHO, C. V. A. ; Borges, M. F. ; Siqueira, J. J. ; Pedrosa, A. de P. ; Moreira, D. M. ; Lemos, B. M. . Tecnologia da Informação Aplicada a Gerenciamento de Acervo Documental Histórico. Revista Eletrônica TECCEN (online) , v. 2, p. 63-71, 2009. 10. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. ; Paiva, A. M. S. de ; Sá, Ilydio Pereira de . Implicações de um software educacional na formação de professores. Revista electrónica de investigación en educación en ciencias (Online) , v. 4, p. 28-36, 2009. 11. CARVALHO, C. V. A. . Softwares educativos com tecnologias Multimídia: uma ferramenta para apoio ao ensino da Matemática. Revista Eletrônica TECCEN (online) , v. 2, p. 26-37, 2009. 12. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, W. . Software COLETASELETIVA: Um sistema computacional educativo para conscientização da importância da coleta seletiva. Revista Práxis - online , v. 1, p. 59-64, 2009. 13. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Utilização e Avaliação do sistema computacional CONSTRUFIG3D para apoio ao ensino da geometria. RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 6, p. 1-9, 2008. 174 Curso de Engenharia Ambiental USS 14. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Um software educacional gráfico e interativo para apoio ao estudo de tensões planas através do círculo de Mohr. Revista de Informática Mater Dei , v. 4, p. 1-12, 2008. 15. Akil, C. V. ; Santana, L. G. de ; Sarubbi, P. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Tecnologia da Informação: Qual o seu Lugar na Escola?. Revista Eletrônica Democratizar , v. 2, p. 1-7, 2008. 16. Paiva, A. M. S. de ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. ; Porto, I. P. G. . 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Vassouras : FUSVE, 2006. v. 1. p. 1-3. 8. Costa, Guilherme Cordilha Porto Coelho da ; Mendes, Jorge Luís de Souza ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Um sistema gráfico-Interativo para apoio ao ensino do movimento retilíneo uniforme. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras. IV Encontro de Iniciação Científica da USS. Rio de Janeiro : FUSVE, 2005. v. 1. p. 1-1. 180 Curso de Engenharia Ambiental USS 9. Sobreira, Guilherme ; Chada, Luis André ; CavalcantiI, Rodolfo Nunes ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Um sistema gráfico-interativo para apoio ao ensino do pêndulo simples. In: IV Encontro de Iniciação Científica da USS, 2005, Vassouras. IV Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras : FUSVE, 2005. v. 1. p. 1-1. 10. Mendes, Jorge Luís de Souza ; Costa, Guilherme Cordilha Porto Coelho da ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Um sistema gráfico-interativo para apoio ao ensino do sistema massa-mola. In: IV Encontro de Iniciação Científica da USS, 2005, Vassouras. IV Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras : FUSVE, 2005. v. 1. p. 1-1. 11. Valente, Gustavo da Costa ; Láu, Leandro Augusto Oliveira ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Um Sistema Multimídia para Apoio ao Ensino das Disciplinas de Estruturas de dados II. In: III Encontro de Iniciação Científica da USS, 2003, Vassouras. III Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS. Vassouras : FUSVE, 2003. 12. Láu, Leandro Augusto Oliveira ; Valente, Gustavo da Costa ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de um sistema multimídia para apoio ao ensino das disciplinas das estruturas de dados I e II. In: II Encontro de Iniciação Científica da USS, 2002, Vassouras. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS. Vassouras : FUSVE, 2002. v. 1. p. 25. 13. Henriques, Cristiane de Oliveira ; Leal, Eufrasia da Silveira ; Cunha, Daniela de Abreu ; Clen, Ailton Faria ; Cortes, João Carlos de Souza ; CARVALHO, C. V. A. . Uma proposta para desenvolvimento de software multimídia para apoio a disciplina histologia. In: I Encontro de Iniciação Científica da USS, 2001, Vassouras. I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS. Vassouras : Editora FUSVE, 2001. v. 1. p. 131-132. Resumos publicados em anais de congressos 1. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE REALIDADE AUMENTADA PARA APOIO AO ENSINO DA MATEMÁTICA. In: XXI Seminário de Investigação em Educação Matemática (SIEM), 2010, Aveiro. XXI Seminário de Investigação em Educação Matemática (SIEM). Aveiro, 2010. v. 1. p. 1-1. 2. Teixeira, G. R. ; CARVALHO, C. V. A. . SOFTRAIZES - UM SOFTWARE EDUCACIONAL PARA APOIO AO ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO. In: IV Colóquio Técnico-Científico do UniFOA - Edição Especial da Revista Cadernos Unifoa ISSN 1982-1816, 2010, Volta Redonda. IV Colóquio Técnico-Científico do UniFOA. Volta Redonda : Unifoa, 2010. v. 1. p. 1-1. 3. Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de atividades pedagógicas para apoio ao ensino de cônicas através do software Régua e Compasso. In: I Simpósio em Ensino de Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro, 2009, Volta Redonda. I Simpósio em Ensino de Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Volta Redonda, 2009. v. 1. p. 1-1. 4. Lemos, B. M. ; Ricardo, J. da C. ; Santos, T. R. dos ; Santos, R. P. dos ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Pesquisa e desenvolvimento de um software educativo com técnicas de Realidade Aumentada para apoio ao entendimento da relação de Euler. In: I Simpósio em Ensino de Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro, 2009, Volta Redonda. I Simpósio em Ensino de Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Volta Redonda, 2009. v. 1. p. 1-1. 5. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Raymundo, M. F. S. M ; Pereira, M. T. ; Leite, T. M. de M. . Utilização do Software Régua e Compasso no estudo da Concordância de Construções Arquitetônicas. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve, 2008. v. 1. p. 1-1. 181 Curso de Engenharia Ambiental USS 6. Loures, L. ; CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Carvalho, Janaina Veiga . Determinação de Propriedades de Figuras Planas através do Teorema Integral de Green. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve, 2008. v. 1. p. 1-1. 7. Belchior, Luciana ; Oliveira, E. M ; CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática: um software educativo para apoio ao ensino de razão e proporção. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve, 2008. v. 1. p. 1-1. 8. Almeida, K. D. M ; Junior, J. A. T. L ; CARVALHO, C. V. A. . TOTAL COST OF OWNERSHIP TCO: UMA FERRAMENTA APLICÁVEL A TODOS OS SEGMENTOS QUE UTILIZEM TI ESTUDO DE CASO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve, 2008. v. 1. p. 1-1. 9. Almeida, K. D. M ; CARVALHO, C. V. A. ; Borges, M. F. ; Izzo, W. P ; Siqueira, J. J. ; Pedrosa, A. de P. . Tecnologia da Informação e Centro de Documentação Histórica: interdisciplinaridade de geração de conhecimento. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve, 2008. v. 1. p. 1-1. 10. Silva, Tallita Vassequi da ; Alves, Raquel de Souza P. ; Avelar, J. L. V. ; Guiné, A. A. A ; Pêgo, Paloma Napoleão ; CARVALHO, C. V. A. ; Mesquita, Joelma Freire de . SISFISIO: A software for teaching and learning physiology. In: The International Union of Biochemistry and Molecular Biology 10th IUBMB Conference. XXXVI Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology, 2007, Salvador. 10th IUBMB - XXXVI SBBq. Salvador, 2007. 11. Sant-anna, Eliane da Costa Granadeiro ; Coelho, Nívea Maria da Silva ; Sales, Decílio de Medeiros ; Aguiar, Ricardo Amar ; CARVALHO, C. V. A. . Aplicação do Software Livre Octave na disciplina de Cálculo Numérico. In: VI Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007, Vassouras. VI Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras : Editora da FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-2. 12. Andrade, Shirley ; Silva, Jeisa Alves ; CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Sales, Decílio de Medeiros . Aplicação do software OCTAVE para estudo de problemas da engenharia ambiental. In: VI Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007, Vassouras. VI Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras : Editora FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-1. 13. Sobreira, Guilherme ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Uma ferramenta computacional educativa para apoio ao ensino das Leis de Newton. In: VI Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007, Vassouras. VI Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras : Editora FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-2. 14. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Avaliação de ambientes informatizados em sala de aula: um estudo de caso utilizadndo o sistema computacional CONSTRUFIG3D. In: V Encontro Sul-Fluminense de Educação Matemática. ISBN: 9788588187054, 2007, Vassouras. V Encontro Sul-Fluminense de Educação Matemática. Vassouras : FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-1. 15. Belchior, Luciana ; Oliveira, E. M ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de sistemas computacionais para apoio ao ensino da Razão e Proporção. In: V Encontro Sul-Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul-Fluminense de Educação Matemática. ISBN: 9788588187054. Vassouras : FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-1. 16. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, Maria Antonieta C ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Desenvolvimento de um CD-ROM Educacional sobre a bacia 182 Curso de Engenharia Ambiental USS calcária de São José de Itaboraí e sua utilização como recurso didático para o conhecimento paleontológico no ensino fundamental e médio. In: Sociedade Brasileira de Paleontologia, 2006, Rio de Janeiro. Boletim Informativo da Sociedade Brasileira de Paleontologia. UFRGS, 2006. v. 53. p. 77. 17. Reis, Márcia Aparecida Fernandes dos ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. ; Leal, Leandro Caramez ; Medeiros, Marco André Malmann ; Rodrigues, Maria Antonieta da Conceição . Elaboração de um Sistema Multimídia Educacional Sobre os Icnofósseis da Bacia de Sousa, Cretáceo Inferior do Nordeste do Brasil. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 2006, Sergipe. Congresso Brasileiro de Geologia. Sergipe, 2006. v. 1. p. 1-1. 18. Mendes, Jorge Luís de Souza ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Um sistema gráfico e interativo para o estudo do lançamento oblíquo de projéteis. In: X Encontro de Iniciação Científica, 2005, Taubaté. X Encontro de Iniciação Científica. Taubaté : UNITAU, 2005. v. 1. p. 111111. 19. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, Maria Antonieta da Conceição ; Villena, Hélio Henringer ; Dornelas, Viviane Rezende ; Belo, Aline Rodrigues ; Neves, Catiuscia Gomes Valim ; Oliveira, Fernanda Marini de . Desenvolvimento de um Software Educacional sobre a Bacia Calcária de são José de Itaboraí: uma Estratégia para o Conhecimento Geológico e Paleontológico no Ensino Fundamental e Médio. In: Simpósio de Geologia do Sudeste 2005 9º Simpósio de Geologia do Sudeste e 13º Simpósio de Geologia de Minas Gerais, 2005, Niterói. Geologia: Ciência e Tecnologia gerando Desenvolvimento para a Sociedade Brasileira. Niterói, 2005. v. 1. p. 195-195. 20. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, Maria Antonieta C ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Desenvolvimento de um CD-ROM educacional sobre a bacia calcária de são josé de itaboraí e sua utilização como recurso didático para o conhecimento paleontológico no ensino fundamental e médio. In: Paleo 2005, 2005, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Paleontologia, 2005. 21. CARVALHO, C. V. A. ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ; Martha, Luiz Fernando ; Faccion, José Eduardo ; Ramos, Antônio José Lopes de Andrade . Desenvolvimento de um Simulador Numérica para Modelagem Estratigráfica. In: XLII Congresso Brasileiro de Geologia, 2004, Araxá. Anais de resumos - Recursos Minerais e Desenvolvimento socioeconômico. Araxá : Sociedade Brasileira de Geologia, 2004. v. 1. p. 1-1. 22. CARVALHO, C. V. A. ; Faccion, José Eduardo ; Martha, Luiz Fernando ; Miranda, P. E. . Aplicações de equações da hidráulica em simuladores numéricos de sedimentação. In: XLI Congresso Brasileiro de Geologia - A geologia e o Homem, 2002, João Pessoa. XLI Congresso Brasileiro de Geologia - A geologia e o Homem. João Pessoa : UFPB, 2002. v. 1. p. 379. 23. Valente, Gustavo da Costa ; Láu, Leandro Augusto Oliveira ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Pesquisa e Desenvolvimento de um Sistema Multimídia para apoio ao ensino das disciplinas das estruturas de dados I e II. In: VI INIC Encontro Latino Americano de Iniciação Científica, 2002, São José dos Campos. VI INIC Encontro Latino Americano de Iniciação Científica. ISBN: 85-7586-007-0. São José dos Campos : UNIVAP, 2002. v. 1. p. 110-110. 24. Henriques, Cristiane de Oliveira ; Cunha, Daniela de Abreu ; Leal, Eufrasia da Silveira ; CARVALHO, C. V. A. ; Clen, Ailton Faria ; Cortes, João Carlos de Souza . Pesquisa e Desenvolvimento de software Multimidia para apoio a disciplina de histologia. In: V INIC Encontro Latino Americano de Iniciação Científica, 2001, São José dos Campos. Anais de Resumos do V INIC Encontro Latino Americano de Iniciação Científica. São José dos Campos : UNIVAP, 2001. v. 1. p. 159. 183 Curso de Engenharia Ambiental USS Artigos aceitos para publicação 1.Ribeiro, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . INTNUM: Uma Ferramenta Computacional para Visualização e Cálculo dos Métodos de Integração Numérica. Revista Eletrônica Teccen , 2010. 2. Pedrosa, A. de P. ; CARVALHO, C. V. A. . Uma Ferramenta Computacional para Geração de Modelos Digitais de Terrenos com Visualização em VRML. Revista Eletrônica Teccen , 2010. Apresentações de Trabalho 1. CARVALHO, C. V. A. . Mestrado Profissional em Educação Matemática. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. CARVALHO, C. V. A. . Realidade Virtual e Aumentada e suas aplicações para o ensino da Matemática. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 3. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE REALIDADE AUMENTADA PARA APOIO AO ENSINO DA MATEMÁTICA. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário). 4. CARVALHO, C. V. A. . Realidade Aumentada Aplicada ao Ensino da Matemática. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 5. CARVALHO, C. V. A. . Computação Gráfica e suas aplicações. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 6. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . software educativo: auxiliando os processo de ensino e aprendizagem. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 7. CARVALHO, C. V. A. . O Ensino da Matemática e os Softwares Educativos. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 8. CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 9. CARVALHO, C. V. A. . Sistemas Computacionais aplicados áreas de Educação e Engenharia Ambiental. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 10. CARVALHO, C. V. A. . Sistemas Computacionais Gráficos e Interativos aplicados à Educação, Engenharia e Geologia. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 11. CARVALHO, C. V. A. ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ; Martha, Luiz Fernando ; Bitton, Luiz Fernando ; Carbono, Alonso Joaquim Juvinal ; Faccion, José Eduardo . Simulação Numérica para estudo da formação de bacias sedimentares usando modelagem estratigráfica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 12. CARVALHO, C. V. A. ; Reis, Márcia A Fernandes dos ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, Maria Antonieta da Conceição ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende ; Belo, Aline Rodrigues ; Neves, Catiuscia Gomes Valim . Desenvolvimento de um software educacional sobre a bacia calcárea de são jo'se de itaboraí: uma estratégia para o conhecimento geológico e paleontológico no ensino fundamental e médio. 2005. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 184 Curso de Engenharia Ambiental USS 13. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ; Faccion, José Eduardo ; Ramos, Antônio José Lopes de Andrade . Desenvolvimento de um simulador numérico para modelagem estratigráfica. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 14. CARVALHO, C. V. A. . Pesquisa e Desenvolvimento de Software e Multimídia para apoio à Disciplina de Histologia. 2001. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 15. CARVALHO, C. V. A. . Uma Ferramenta Computacional para simulação Adaptativa de Processos de Fraturamento. 2000. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 16. CARVALHO, C. V. A. ; Araujo, Tereza Denise Pereira ; Bittencourt, Tulio Nogueira ; Martha, Luiz Fernando . Simulação Bidimensional Adaptativa de processos de fraturamento por fadiga. 1999. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 17. CARVALHO, C. V. A. . Projeto de Vigas Contínuas em Concreto Armado utilizando Computação Gráfica. 1994. (Apresentação de Trabalho/Seminário). Softwares com registro de patente 1. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando . FLUXOVENTO. 2008. 2. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . SET - Software para Ensino da Trigonometria. 2008. 3. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional Gráfico e Interativo para estudo do Pêndulo Simples. 2005. 4. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional Gráfico e Interativo para ensino do Sistema Massa-Mola. 2005. 5. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . CONSTRUFIG3D. 2005. Softwares sem registro de patente 1. CARVALHO, C. V. A. . CalcAreaCirc - Software para o estudo da área do círculo a partir da subdivisão em fatias. 2011. 2. CARVALHO, C. V. A. . MMCMDCGeometrico Computacional. 2011. 3. CARVALHO, C. V. A. . CoroaCircular. 2011. 4. CARVALHO, C. V. A. . MaterialDouradoRa. 2011. 5. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . CD-ROM Educacional para Apoio ao Ensino das Construções Geométrica. 2010. 6. Teixeira, G. R. ; CARVALHO, C. V. A. . SOFTRAIZES - Software para estudo e determinação de raízes de equações algébricas não-lineares. 2010. 7. Ribeiro, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . INTNUM - Software para apoio ao estudo dos algoritmos de Integração Numérica. 2010. 8. CARVALHO, C. V. A. ; Porto, I. P. G. ; Oliveira, R . Tangram - Sofware para apoio ao ensino da geometria plana. 2009. 185 Curso de Engenharia Ambiental USS 9. CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Barbosa, Soraia Teixeira . Software PropFig2D. 2009. 10. CARVALHO, C. V. A. . GeoDescritiva. 2009. 11. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, W. . COLETASELETIVA. 2009. 12. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . CONSTRUFIG3DRa - Softwares para ensino da geometria com a poio da Realidade Aumentada. 2009. 13. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . SISEULER - Softwares para ensino da relação de EULER com o apoio da Realidade Aumentada. 2009. 14. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . TRIANGULOS. 2009. 15. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . MOHR - Programa Educacional para analisar tensões utilizando o Círculo de Mohr.. 2008. 16. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Sistema Computacional Gráfico e Interativo para estudo do Movimento Circular. 2007. 17. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao ensino de Vetores. 2007. 18. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo das Leis de Newton. 2007. 19. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo do Impulso e Quantidade de Movimento. 2007. 20. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo da Força. 2007. 21. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo da Energia Mecânica. 2007. 22. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo da Gravitação Universal. 2007. 23. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computaciona Gráfico e Interativo para estudo de Lançamento Oblíquo. 2006. 24. Mesquita, Joelma Freire de ; CARVALHO, C. V. A. . SIFISIO - Um sistema Computacional para apoio ao ensino da disciplina Fisiologia. 2006. 25. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, Maria Antonieta da Conceição ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Bacia de Itaboraí (RJ): Sistema Multimídia Educacional para o apoio ao ensino de Geociências no ensino Fundamental e no ensino Médio. 2005. 26. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo do Movimento Retilíneo Uniforme. 2005. 27. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo do Movimento Retilíneo Uniformemente Variado. 2005. 186 Curso de Engenharia Ambiental USS 28. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Valente, Gustavo da Costa ; Láu, Leandro Augusto Oliveira . Sistema Multimídia para Apoio ao Ensino das Disciplinas Estruturas de Dados I e II. 2004. 29. Santos, Gilearde ; Amorim, Lincoln ; Reis, Manoel ; CARVALHO, C. V. A. . Sistema Multimidia para divulgação da cidade Paty de Alferes. 2004. 30. CARVALHO, C. V. A. . Software Educacional para Estudo da Termologia. 2003. 31. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando ; Faccion, José Eduardo . STENO - Simulador Numérico de processos de sedimentação siliciclásticos em ambientes ded plataforma, talude e bacia. 2002. 32. Henriques, Cristiane de Oliveira ; Cunha, Daniela de Abreu ; Leal, Eufrasia da Silveira ; CARVALHO, C. V. A. . Sistema Multimídia de Histologia. 2001. 33. Lira, W. W. M. ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, M. M. T. . SIGMA - Sistema integrado em geotecnia para Múltiplas Análises. 1998. Trabalhos técnicos 1. CARVALHO, C. V. A. . Avaliador de trabalhos submetidos ao ERI - Escola Regional de Informática do Estado do Rio de Janeiro. 2010. 2. CARVALHO, C. V. A. . Consultor Ad-Hoc do CNPq. 2010. 3. CARVALHO, C. V. A. . Membro do Comitê Científico e avaliador de trabalhos submetidos ao III WIA - WORKSHOP DE INFORMÁTICA APLICADA E DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA COMPUTADORES E DISPOSITIVOS MÓVEIS. 2010. 4. CARVALHO, C. V. A. . Membro da comissão científica do II ENECiências - II Encontro Nacional de Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente. 2010. 5. CARVALHO, C. V. A. . Avaliador de Trabalhos submetidos ao VII ENPEC - Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. 2009. 6. CARVALHO, C. V. A. . Revisor do VI ESFEM - Encontro Sulfluminense de Educação Matemática. 2008. 7. CARVALHO, C. V. A. . Revisor do XXVII Cilamce - Iberian Latin American Congress on Computational Methods in Engineering. 2006. Demais tipos de produção técnica 1. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de Aplicações usando técnica de Realidade Aumentada. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco gótico. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 3. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco abatido. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 187 Curso de Engenharia Ambiental USS 4. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco romano. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 5. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco otomano. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 6. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco com retas concorrentes. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 7. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um polígono de cinco pontas estrelados. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações Vídeos). 8. CARVALHO, C. V. A. ; Fainguelernt, E. K. . Relatório Técnico da Coordenação do Mestrado Profissional em Educação Matemática. 2010. (Relatório Técnico). 9. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática - Usando Realidade Aumentada para apoio ao ensino da Matemática'. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 10. Casanova, L. de A. ; Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Geometria Dinâmica com o Software Régua e Compasso. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 11. Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de atividades pedagógicas para apoio ao ensino de cônicas através do software régua e compasso. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 12. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma linha perpendicular pelo centro de um segmento de reta. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 13. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma perpendicular a uma segmento de reta, do modo que ela passe por um ponto dado mas fora deste segmento. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 14. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma paralela por um ponto exterior a uma reta. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 15. CARVALHO, C. V. A. . Animação para Traçar uma perpendicular pela extremidade de um segmento de reta. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 16. CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um triângulo a partir dos seus lados. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 17. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de um triângulo equilátero. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 18. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de concordância entre uma reta e um arco. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 19. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de concordância entre duas retas paralelas. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 20. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção da bissetriz de um ângulo formado por dois segmentos. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 21. CARVALHO, C. V. A. . Animação para dividir um segmento em partes iguais. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 188 Curso de Engenharia Ambiental USS 22. CARVALHO, C. V. A. . Animação para concordar dois segmentos que convergentes onde se conhece o ponto de interseção com um arco. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 23. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar a tangente a um circulo. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos). 24. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar duas tangentes a um círculo passando por ponto externo comum as duas tangentes. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional Animações - Vídeos). 25. CARVALHO, C. V. A. ; Fainguelernt, E. K. . Relatório Técnico da Coordenação do Mestrado Profissional em Educação Matemática. 2009. (Relatório Técnico). 26. CARVALHO, C. V. A. ; Siqueira, J. J. ; Borges, M. F. . Relatório final do projeto de pesquisa. 2009. (Relatório de pesquisa). 27. Quisbert, E. P. A. ; Pinheiro, R. P. F. ; CARVALHO, C. V. A. . Relatório final do projeto de Pesquisa. 2009. (Relatório de pesquisa). 28. CARVALHO, C. V. A. . Relatório final do projeto de pesquisa. 2009. (Relatório de pesquisa). 29. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Atividade pedagógica usando o Software CONSTRUFIG3D. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade Pedagógica usando Software Educacional). 30. Porto, I. P. G. ; CARVALHO, C. V. A. . Atividade pedagógica usando o Software TANGRAM. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade Pedagógica usando Software Educacional). 31. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Entendendo as formas (conversando sobre geometria plana e espacial. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade Pedagógica usando Software Educacional). 32. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Cabri Geomètre e suas aplicações para o ensino de funções de 1 e 2 grau. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 33. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Octave e suas aplicações para o ensino de funções do 1 e 2 grau. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 34. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Relatório final de projeto de pesquisa. 2007. (Relatório de pesquisa). 35. CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Sales, Decílio de Medeiros . Relatório final do projeto de pesquisa. 2007. (Relatório de pesquisa). 36. Nascimento, Antonio Sergio Alves Do ; Mendes, Jorge Luís de Souza ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . PLOTFUNCAO e CONSTRUFIG3D: Duas ferramentas gráficas e interativas para apoio ao ensino da matemática de funções e geometria plana e espacial. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 37. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Relatório final do projeto de pesquisa. 2004. (Relatório de pesquisa). 189 Curso de Engenharia Ambiental USS 38. CARVALHO, C. V. A. ; Clen, Ailton Faria . Relatório final do projeto de pesquisa. 2002. (Relatório de pesquisa). CHANG KUO RODRIGUES Livros publicados/organizados ou edições 1. RODRIGUES, C. K. . Matemática - Imenes & Lellis: Novas Questões para Avaliação e Aprofundamento. 1ª. ed. São Paulo: Scipione, 1998. v. 1. 150 p. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. RODRIGUES, C. K. . Um breve estudo sobre a abordagem do teorema central do limite nos livros-texto. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-11. 2. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O pensamento e o raciocínio algébrico no estudo de Função na Educação Básica. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12. 3. MENDES, S.C.C. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Números irracionais: uma observação de regularidades. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-6. 4. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . Cálculo diferencial e integral: aspectos motivacionais. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12. 5. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. ; CRUZ, C.D. . Utilização de software no processo de ensino e de aprendizagem na Estatística. In: III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-10. 6. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O CONTRATO DIDÁTICO E SUAS IMPLICAÇÕES EM UMA AULA SOBRE IDEIAS BÁSICAS DE FUNÇÃO NO 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. In: III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12. 7. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . O USO DE ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM A PARTIR DO PERFIL MOTIVACIONAL. In: III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-5. 8. SOUSA, J. C. ; RODRIGUES, C. K. . Perspectivas matemáticas no contexto cotidiano e no contexto escolar. In: VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática - VIII ESFEM, 2010, Vassouras-RJ. VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010. p. 176192. 9. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . Uma investigaçao sobre ideias e conceitos básicos de função no 6o ano do Ensino Fundamental. In: VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática - VIII ESFEM, 2010, Vassouras-RJ. VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010. p. 272-284. 190 Curso de Engenharia Ambiental USS 10. RODRIGUES, C. K. . A Construção de Ideias e Conceitos Estatísticos sob o Ponto de Vista Ecológico do Saber e do Didático. In: XXI SIEM - SEMINÁRIO DE INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2010, Aveiro. XXI SIEM. Lisboa : Associação de Professores de Matemática, 2010. p. 534-545. 11. RODRIGUES, C. K. . LEITURA DE MUNDO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA: DIREITO E DEVER DE TODOS. In: PROMAT 2010, 2010, Aveiro. Encontro Nacional de Professores de Matemática, 2010. p. 1-5. 12. CASTRO, M. A. ; CARVALHO, M. T. ; RODRIGUES, C. K. . Medindo o que não se alcança: construção do Astrolábio com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental. In: VIII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA - VIII ESFEM, 2010, Vassouras. VIII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2010. p. 448-453. 13. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . Teorema Central do Limite: uma proposta de ensino e aprendizagem estatística para Licenciatura. In: 2º SIPEMAT - Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2008, Recife. 2º SIPEMAT. Recife-PE : UFRPE, 2008. 14. RODRIGUES, C. K. . Argumentação no estudo de variabilidade na estatística no curso de Licenciatura em Matemática. In: Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2006, Recife-PE. Pesquisa em Educação Matemática: um olhar ampliado sobre a sala de aula. Recife : UFPE, 2006. 15. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. ; RIBEIRO, V. D. . A história nas aulas de Estatística nos cusos de graduação. In: 4º Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006, Macaé-RJ. 4º Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro : SBEM-RJ, 2006. p. 1-7. 16. RODRIGUES, C. K. . O teorema do limite central no estudo da inferência estatística. In: VII Reunião De Didática da Matemática do Cone Sul, 2006, Águas de Lindóia. VII Reunião de Didática da Matemática do Cone Sul. São Paulo : PUC-SP e SBEM, 2006. 17. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . Inferência Estatística e a Formação do Professor de Matemática. In: VIII ENCONTRO PAULISTA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, SÃO PAULO. Desafios contemporâneos em Educação Matemática. São Paulo : sbem paulista, 2006. 18. RODRIGUES, C. K. ; DEBORTOLI, G. C. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . O ensino da Geometria pelos movimentos da Capoeira: uma contribuição da Etnomatemática. In: VIII ENCONTRO PAULISTA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, SÃO PAULO. VIII ENCONTRO PAULISTA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. São Paulo : sbem paulista, 2006. 19. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . O poder de decisão através dos dados estatísticos. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006. 20. RODRIGUES, C. K. ; SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. . Auto-estima e Aprendizagem em Matemática. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006. 21. RODRIGUES, C. K. . Reensino: um momento privilegiado na avaliação em Matemática. In: III Congresso Internacional de Ensino da Matemática, 2005, Canoas-RS. Anais do III Congresso Internacional de Ensino da Matemática, 2005. v. comuni. p. 1-7. 191 Curso de Engenharia Ambiental USS 22. RODRIGUES, C. K. . O ensino de Estatística. In: Seminário Educação Matemática NEC/FACED/UFJF, 2005, Juiz de Fora. Grupo de Pesquisas e Estudos em Educação Matemática, 2005. 23. RODRIGUES, C. K. . A disciplina Educação Matemática na formação de professores. In: VIII ENEM-Encontro Nacional de Educação Matemática, 2004, Recife. Anais do VIII ENEM. São Paulo : SBEM, 2004. 24. RODRIGUES, C. K. . A construção do conhecimento no Estudo de Funções no Cotidiano. In: VI ENEM - VI Encontro Nacional de Educação Matemática, 1998, São Leopoldo. Anais do VI Encontro Nacional de Educação Matemática. São Paulo : Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 1998. v. I. p. 317-317. Resumos publicados em anais de congressos 1. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . O uso da História nas aulas de Estatística em cursos de Graduação. In: Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2006, Recife. Pesquisa em Educação Matemática: um olhar ampliado sobre a sala de aula. Recife : UFPE, 2006. 2. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . A História da Estatística como recurso didático. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006. 3. RODRIGUES, C. K. . O Teorema do Limite Central no estudo da Estatística. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006. Apresentações de Trabalho 1. RODRIGUES, C. K. . Um breve estudo sobre a abordagem do teorema central do limite nos livros-texto. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 2. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O pensamento e o raciocínio algébrico no estudo de Função na Educação Básica. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 3. MENDES, S.C.C. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Números irracionais: uma observação de regularidades. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra). 4. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . Cálculo diferencial e integral: aspectos motivacionais. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 5. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. ; CRUZ, C.D. . Utilização de software no processo de ensino e de aprendizagem da Estatística. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 6. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O CONTRATO DIDÁTICO E SUAS IMPLICAÇÕES EM UMA AULA SOBRE IDEIAS BÁSICAS DE FUNÇÃO NO 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 7. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . O USO DE ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM A PARTIR DO PERFIL MOTIVACIONAL. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 8. RODRIGUES, C. K. ; FERREIRA, R. V. J. . Educação Matemática: Fundamentos e Experiências. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra). 192 Curso de Engenharia Ambiental USS 9. RODRIGUES, C. K. . Leitura de mundo e educação estatística: direito e dever de todos. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra). 10. RODRIGUES, C. K. . A construção de ideias e conceitos estatísticos sob o ponto de vista ecológico do saber e do didático. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 11. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . Uma investigação sobre ideias e conceitos básicos de Função no 6º ano do Ensino Fundamental. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 12. RODRIGUES, C. K. . LEITURA DE MUNDO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA: DIREITO E DEVER DE TODOS. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra). 13. SOUSA, J. C. ; RODRIGUES, C. K. . Perspectivas Matemáticas no Contexto Cotidiano e no Contexto Escolar. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 14. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. . A importância de Delimitar o Tamanho da Amostra na Inferência Estatística. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 15. RODRIGUES, C. K. . Como elaborar um trabalho científico?. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 16. RODRIGUES, C. K. . Uma abordagem ecológica do saber e do didático para o Teorema Central do Limite. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 17. RODRIGUES, C. K. . Educação Estatística em foco: média, mediana ou moda? Quando e como utilizar. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra). 18. RODRIGUES, C. K. ; TOSTES ; MACÊDO ; RODRIGUES . Atividades matemáticas envolvendo representações semióticas na aritmética e na álgebra para alunos do ensino fundamental. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 19. RODRIGUES, C. K. ; PIRES JR. . O ensino e aprendizagem na matemática sob perspectiva não convencional. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 20. RODRIGUES, C. K. ; PIRES JR. . O ensino e a aprendizagem na matemática sob perspectiva não-convencional: uma proposta para professores do ensino fundamental. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 21. RODRIGUES, C. K. . O recurso histórico para compreensão de um teorema. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 22. RODRIGUES, C. K. ; BRITO, R. R. ; SILVA, J. E. F. ; ASSAD, C. ; RAMOS, M. R. . Conversando sobre a sala de aula de Matemática. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 23. RODRIGUES, C. K. . Argumentação na disciplina de Estatística no curso de Licenciatura em Matemática. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 24. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . A matemática na capoeira. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 25. RODRIGUES, C. K. . A influência emocianal na aprendizagem dos conceitos matemáticos. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 26. RODRIGUES, C. K. . ARGUMENTAÇÃO NO ESTUDO DA VARIABILIDADE NA ESTATÍSTICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 193 Curso de Engenharia Ambiental USS 27. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . Inferência Estatística e a Formação do Professor de Matemática. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 28. RODRIGUES, C. K. . Reensino da Matemática. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 29. RODRIGUES, C. K. ; SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. . A Influência Emocional na Aprendizagem de Conceitos Matemáticos. 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário). 30. RODRIGUES, C. K. . Padrões e sequências. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra). 31. RODRIGUES, C. K. . Ação/reflexão/ação na disciplina Educação Matemática no curso de Licenciatura. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra). 32. RODRIGUES, C. K. . Diálogos com a educação matemática crítica. 2002. (Apresentação de Trabalho/Outra). 33. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: sem medo com ousadia. 2001. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 34. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: sem medo com ousadia. 2000. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 35. RODRIGUES, C. K. . Análise Combinatória, Probabilidade e Estatística nos PCN. 2000. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 36. RODRIGUES, C. K. ; ANTUNES, Josana Chaves ; CARVALHO, Benigna de Oliveira . Avaliação na Matemática: ultrapassando mitos e reencantando o processo de ensinoaprendizagem. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra). 37. RODRIGUES, C. K. . A função do cotidiano e o cotidiano das funções. 1999. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 38. RODRIGUES, C. K. . Um tratamento lúdico na Matemática do Ensino Médio. 1999. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 39. RODRIGUES, C. K. . Um tratamento lúdico na Matemática do Ensino Médio. 1999. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 40. RODRIGUES, C. K. . Utilizando o cotidiano no estudo da função. 1997. (Apresentação de Trabalho/Outra). 41. RODRIGUES, C. K. . Operando matemática. 1996. (Apresentação de Trabalho/Outra). Produção Técnica Produtos tecnológicos 1. ROSA, O.S. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Perfil Motivacional e de Uso de Estratégias de Aprendizagem. 2011. Trabalhos técnicos 1. OLIMPIO JR., A. ; RODRIGUES, C. K. . III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2011. 194 Curso de Engenharia Ambiental USS 2. RODRIGUES, C. K. . Matemática formal e Matemática não formal 20 anos depois: sala de aula e outros contextos. 2008. 3. RODRIGUES, C. K. . Pesquisa em Educação Matemática: um olhar ampliado sobre a sala de aula. 2006. 4. RODRIGUES, C. K. . Assessoria em Matemática na coordenação dos Ensinos Médio e Fundamental do Colégio Cristo Redentor. 2006. Demais tipos de produção técnica 1. RODRIGUES, C. K. . Atividades Lúdicas para o Bloco Tratamento da Informação no Ensino Fundamental. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 2. CASTRO, M. A. ; CARVALHO, M. T. ; RODRIGUES, C. K. . Medindo o que não se alcança: construção do Astrolábio com estudantes do 9o ano do Ensino Fundamental. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 3. RODRIGUES, C. K. . Leitura de Mundo e Educação Estatística: direito e dever de todos. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 4. VALADAO, S. E. M. ; RODRIGUES, C. K. ; RAAD, A.H. ; GRIZENDI, L. T. ; SILVA, E.P. . Núcleo Docente Estruturante do Curso de Ciências com Habilitação em Matemática. 2010. (Núcleo Docente Estruturante (NDE)). 5. RODRIGUES, C. K. . Curso de Capacitação para professores de matemática. 2009. . 6. RODRIGUES, C. K. . Metodologia Científica. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Especialização). 7. CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. ; RIBEIRO, V. D. ; RODRIGUES, C. K. . Tópicos de história no ensino da estatística: uma contribuição da educação matemática.. 2008. (Relatório de pesquisa). 8. RODRIGUES, C. K. ; PINHEIRO, V. R. ; CAMPOS, T. F. . 1º Congresso do CES/JF Educação, Direito e Cidadania. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 9. SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. ; RODRIGUES, C. K. . A influência emocional na aprendizagem dos conceitos matemáticos com alunos do Ensino Fundamental, 3º e 4º ciclos: um estudo de caso. 2006. (Relatório de pesquisa). 10. RODRIGUES, C. K. . A disciplina Educação Matemática na formação de professores. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 11. RODRIGUES, C. K. . Ação/Reflexão/Ação na disciplina Educação Matemática no Curso de Licenciatura. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 12. RODRIGUES, C. K. . Padrões e Sequências. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 13. RODRIGUES, C. K. . Diálogos com a Educação Matemática Crítica. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 14. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: ultrapassando mitos e reencantando o processo de ensino-aprendizagem. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 15. RODRIGUES, C. K. ; ALVES, S.B. ; CARVALHO, M. T. ; CASTRO, M. A. . Avaliação em Matemática: sem medo com ousadia. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 195 Curso de Engenharia Ambiental USS 16. RODRIGUES, C. K. . Análise Combinatória, Probabilidade e Estatística nos PCN, exercendo ou não a cidadania. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 17. RODRIGUES, C. K. . Curso de Capacitação Professores do Ensino Fundamental e Médio Uma proposta interdisciplinar: da teoria à prática. 1998. . 18. RODRIGUES, C. K. ; FAINGUELERNT, E. K. ; VALLADARES, R.J.C. . A construção do conhecimento no estudo de funções no cotidiano. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 1. RODRIGUES, C. K. . A função do cotidiano e o cotidiano das funções. 1999 (Dissertação de Mestrado). 1. SÁ, I.P. de; VIEIRA, C.E.C.; BARBOSA, G. S.; RODRIGUES, C. K.. Processo de Seleção Discente do Curso de Mestrado Profissional em Educação Matemática - 2ª edição. 2011. Universidade Severino Sombra. 2. CARVALHO, C.V.A.; VILELLA, L. M. A.; BARBOSA, G. S.; RODRIGUES, C. K.. Processo de Seleção Discente do Curso de Mestrado Profissional em Educação Matemática - 1ª edição. 2011. Universidade Severino Sombra. 3. MILLEN, M. I. C.; NASCIMENTO, F. J. R.; RODRIGUES, C. K.. Comitê de Ética em Pesquisa. 2009. Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora. CRISTIANE DE SOUZA SIQUEIRA PEREIRA Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Extraction of physic nut (Jatropha curcas L.) oil with supercritical CO2: experiments and modelling. In: II Iberoamerican Conference on Supercritical Fluids, 2010, Natal. Anais do II Iberoamerican Conference on Supercritical Fluids, 2010. 2. Rigueti ; PEREIRA, C. S. S. ; MENDES, M. F. . Avaliação do potencial do óleo extraído do resíduo de sementes de noz-macadâmia. In: VIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química - Iniciação Científica, 2009, Uberlândia. Anais do VIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química - Iniciação Científica, 2009. 3. PEREIRA, C. S. S. ; MOURA, B. S. ; Machado Júnior ; MENDES, M. F. ; PESSOA, F. L. P. . Uso do CO2 supercrítico na extração do óleo do pinhão-manso (Jatropha curcas L.).. In: I Congresso Brasileiro de Pesquisa em Pinhão-Manso, 2009, Brasília. Anais do I Congresso Brasileiro de Pesquisa em Pinhão-manso, 2009. 4. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do Pinhão-manso (Jatropha curcas L.) extraído por diferentes técnicas. In: XVII Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2008, Recife. 313, 2008. 5. MENDES, M. F. ; COELHO, G. L. V. ; PEREIRA, C. S. S. . Uso do Soxhlet e da hidrodestilação na extração do óleo de diferentes matérias-primas.. In: XVIII JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, 2008. Anais da XVIII Jornada de iniciação científica da UFRRJ. Seropédica : Editora Universidade Rural, 2008.. 196 Curso de Engenharia Ambiental USS Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. RICCIARDONE, P. ; PEREIRA, O. S. ; PEREIRA, C. S. S. . Estudo da Aplicação do Modelo Matemático de Streeter-Phelps na Autodepuração de um Curso D'água. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010, Vassouras,RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010. 2. RICCIARDONE, P. ; PEREIRA, O. S. ; PEREIRA, C. S. S. . Projeto de Estudo da Capacidade de Autodepuração do Rio das Pedras Localizado no Município de Vassouras/RJ. In: VIII ENEEAmbEncontro Nacional dos Estudantes de Engenharia Ambiental e I ELEMA- Encontro Latino-Americano de Estudantes de Meio Ambiente, 2010, Foz do Iguaçu. Anais do VIII ENEEAmb, 2010. 3. MACEDO, S. M ; FERNANDES, P. H. S. ; PEREIRA, C. S. S. ; SOUZA, M. A. S. . Avaliação do teor de cobre e metanol em uísques. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010, Vassouras. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica, 2010. 4. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do pinhão-manso como matéria-prima para produção de biodiesel.. In: BIOCOM - 1º Simpósio Nacional de Biocombustíveis, 2008, Recife. Anais do 1º Simpósio Nacional de Biocombustíveis, 2008. Resumos publicados em anais de congressos 1. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do pinhão-manso (Jatropha curcas L.). In: III Fórum de Pós-Graduação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2008. Anais do III Fórum da Pós-graduação da UFRRJ. Apresentações de Trabalho 1. PEREIRA, C. S. S. . Processo de Produção do Biodiesel por Transesterificação Alcalina Homogênea de Óleos Vegetais. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. PEREIRA, C. S. S. ; BLANC, R. V. ; SILVA FILHO, A. A. . PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM BIOCOMBUSTÍVEIS. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 3. PEREIRA, C. S. S. ; BLANC, R. V. ; SILVA FILHO, A. A. . PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM BIOCOMBUSTÍVEIS. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). CLEBER BARRETO ESPINDOLA Artigos completos publicados em periódicos ESPINDOLA, C. B. ; R.N, G. ; SOUZA, R. C. P. . Avaliação da eficácia do Bacillus 1. thuringiensis var. israelensis no controle de formas imaturas do Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) em ambiente de laboratório. EntomoBrasilis , v. 1, p. 10-13, 2008. 2. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. ; ALMEIDA, F.S. . Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Bacillaceae): potencial no controle, no desenvolvimento e reprodução de Oxydia vesulia (Geometridae), em laboratório.. Acta Biologica Paranaense , v. 37, p. 147-163, 2008. 3. SANTOS, G. P. L. ; SANAVRIA, A.M. ; Almeida, M.C. ; ESPINDOLA, C. B. . Prevalência da infecção canina em áreas endêmicas de leishmaniose tegumentar americana, do município de Paracambi, Estado do Rio de Janeiro, no período entre 1992 e 1993.. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , v. 38, n. 2, p. 161-166, 2005. 197 Curso de Engenharia Ambiental USS 4. ESPINDOLA, C. B. ; S, Couri M . Fannia flavicincta Stein (Díptera, Fanniidae): A new vector of Dermatobia hominis (Diptera, Cuterebridae).. Revista Brasileira de Zoologia , Curitiba, v. 21, n. 1, p. 115-116, 2004. 5. ESPINDOLA, C. B. ; LENICIO GONÇALVES, . Biologia de Oxydia vesulia (Cramer, 1779) (Lepidoptera, Geometridae). Floresta e Ambiente , Rio de Janeiro, v. 7, p. 80-87, 2000. Textos em jornais de notícias/revistas 1. ESPINDOLA, C. B. . Você já eliminou um foco de mosquito da dengue hoje?. Recreio da Barra, Rio de Janeiro - RJ, p. 9 - 9, 11 abr. 2008. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. ESPINDOLA, C. B. ; GUEDES, R N ; LEITE, L M R ; VICENTINI, S ; RIBEIRO, F M B ; ALVES, L S L ; MARCHIORI, M C ; TOMOKIO, M . Monitoramento da flutuação populacional de Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) e Aedes (Stegomyia) albopictus (Skuse, 1894), em Vargem Pequena - Rio de Janeiro/RJ.. In: VI Congresso de Ecologia do Brasil, 2003, Fortaleza. VI Congresso de Ecologia do Brasil. Fortaleza : Universidade Federal do Ceará, 2003. v. 1. p. 105-105. 2. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia e aspectos do comportamento de Dysdercus ruficollis (LINNAEUS, 1764) (HEMIPTERA: PYRRHOCORIDAE), procedente da região de Morretes (Paraná, Brasil).. In: 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência., 1999, PORTO ALEGRE - RS. ANAIS DA 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência., 1999. 3. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia de Dysdercus ruficolis (Linaeus,1764) (Hemypera, Pyrrhocoridae). In: VI semana de atualização em ciências Florestais, 1999, Seropédica RJ. Paínel, 1999. 4. ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Biologia de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779) (LEPIDOPTERA: GEOMETRIDAE). . In: Semana de Atualização em Ciências Florestais, 1999, Seropédica - RJ. Paínel, 1999. 5. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; AGUIAR, G. M. ; MARZOCHI, M. C. A. ; LIMA, M. A. M. ; MATTOS, M. S. ; ESPINDOLA, C. B. ; SANTOS, S. C. ; SANTOS, T. C. ; KLEIN, A. . Leishmaniose Tegumentar Americana no município de Paracambi - RJ. I. Avaliação preliminar dos casos humanos e da fauna flebobotomínica. . In: Congresso Brasileiro de Parasitologia - Sociedade Brasileira de Parasitologia, 1993, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária.Agosto1993 (2) - suplemento., 1993. v. 2. 6. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; SANTOS, E. G. O. B. ; MARZOCHI, M. C. A. ; LIMA, M. A. M. ; ESPINDOLA, C. B. ; LIMA, R. M. S. ; MARGOT, O. M. S. ; SILVA, A. F. ; CONCEIÇÃO, N. F. ; SILVA, V. L. . Leishmaniose Tegumentar Americana no município de Paracambi - RJ. II. Estudo preliminar de possíveis reservatórios domésticos. In: Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária.Agosto1993 (2) - suplemento.Congresso Brasileiro de Parasitologia Sociedade Brasileira de Parasitologia, 1993, RIO DE JANEIRO. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária.Agosto.Congresso Brasileiro de Parasitologia - Sociedade Brasileira de Parasitologia, 1993. v. 2. 7. LENICIO GONÇALVES, ; ESPINDOLA, C. B. ; CAMILO, R. E. S. ; PEREIRA, T. S. ; RODRIGUES, P. A. . Bilogia de Thyrinteina arnobia (CRAMER, 1778) (Lepidoptera, Geometridae) uma praga de Eucalyptus. In: XVIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 1991, Campos do Jordão. Anais do XVIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 1991. v. 1. 198 Curso de Engenharia Ambiental USS 8. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. ; CAMILO,R. E. S. ; RODRIGUES, P. A ; PEREIRA, T. J ; SANTOS, M. B . Influência do Bacillus thuringiensis (BERLINER, 1915) no desenvolvimento e comportamento de Thyrinteina arnobia (CRAMER, 1778) (Lepidoptera, Geometridae) em condiçöes de laboratório.. In: XIII Congresso Brasileiro de Entomologia; I Simpósio internacional sobre Bicudo do Algodoeiro; II Encontro sobre Cochonilha da Palma Forrageira e III Encontro sobre Moscas das frutas, 1991, Recife. Anais de XIII Congresso Brasileiro de Entomologia; I Simpósio internacional sobre Bicudo do Algodoeiro; II Encontro sobre Cochonilha da Palma Forrageira e III Encontro sobre Moscas das frutas, 1991. v. 2. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. ESPINDOLA, C. B. . Monitoramento de Pragas desfolhadoras de plantas do gênero Eucalyptus: Lepidoptera. In: IX Semana Acadêmica de Engenharia Florestal - A Inserção da Engenharia Florestal no Desenvolvimento Sustentável, 2009, Seropédica. Edição Especial da Série Técnica Floresta e Ambiente . Seropédica : Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2009. Resumos publicados em anais de congressos 1. ALVES,S.P. ; Pinheiro, R.F. ; ANUNCIACAO,S.C.M. ; OLIVEIRA, A.A. ; ESPINDOLA, C. B. ; Cabral M.M.O. . Levantamento das formas imaturas de Aedes albopictus no municipio de Vassouras, RJ.. In: XXIII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2010, Natal. XXIII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2010. 2. SANTOS,F.C.C. ; ESPINDOLA, C. B. ; PARREIRA, W.S.P. ; GONCALVES,M.S. ; CONTIJO,C. ; Cabral M.M.O. . Biological activities Podophyllum lignans on Aedes albopictus.. In: The 5th brazilizan Symposium on Medical Chemistry, 2010, Ouro Preto, MG.. The 5th brazilizan Symposium on Medical Chemistry, 2010. 3. S, Couri M ; ESPINDOLA, C. B. . Um novo vetor de Dermatobia hominis (Linnaeus Jr) (Diptera: Cuterebridae).. In: XXV Congresso Brasileiro de Zoologia, 2004, Brasília. Anais do XXV Congresso Brasileiro de Zoologia, 2004. p. 118-118. 4. LENICIO GONÇALVES, ; ESPINDOLA, C. B. ; TEODORO, A. L ; M, M. F. . Influência da temperatura no desenvolvimento de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779) (Lepidoptera, Geometridae). In: 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2001, Salvador. 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Salvador : 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2001. 5. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Influência do Bacillus thuringiensisvar kurstaki (BERLINER, 1915) no desenvolvimento de oxydia vesulia. In: XXIII congresso brasileiro de zoologia, 2000, Cuiba - MT. anais do XXIII congresso brasileiro de zoologia, 2000. 6. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia comparada de Oxydia vesulia (Cramer,1779) (Lepidoptera, Geometridae). In: XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000, Cuiba - MT. Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000. 7. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia comparada de Oxydia vesulia (Cramer,1779) (Lepidoptera, Geometridae). In: XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000, Cuibá. XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia. Cuibá : XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000. 8. ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Biologia de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779) (LEPIDOPTERA: GEOMETRIDAE. In: 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência., 1999, PORTO ALEGRE- RS. ANAIS DA 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.. 199 Curso de Engenharia Ambiental USS 9. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Bilogia e controle biológico de Thyrinteina arnobia (Stoll,1782) (Lepidoptera, Geometridae) . In: Semana de Atualização em Ciências Florestais, 1999, Seropédica - RJ. Paínel, 1999. 10. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; ESPINDOLA, C. B. ; SILVA, V. L. ; SANTOS, E. G. O. B. ; MARZOCHI, M. C. A. ; ANDRADE, M. V. ; CONCEIÇÃO, N. F. ; SILVA, A. F. ; ALMEIDA, D. C. ; LEITE, R. P. . Leishmaniose Tegumentar Americana no município de Paracambi - RJ. III - Inquérito Canino. In: XXX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical., 1994, Salvador , BA. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1994. Apresentações de Trabalho 1. Dias, A. O. ; ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Levantamento de indivíduos da família Calliphoridae em áreas de manquezal e mata atlântica da região de Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro (RJ).. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Trabalhos técnicos 1. Brasil, F.C. ; Marques, F. ; Tarré, R. ; ESPINDOLA, C. B. . Relatório Ambiental Preliminar para Desmembramento do Licenciamento Ambiental da Empresa Light Serviços de Eletricidade S/A. 2008. Demais tipos de produção técnica 1. ESPINDOLA, C. B. . Revista Entomobrasilis. 2010. (Consultoria ad-hoc). 2. ESPINDOLA, C. B. . Membro Núcleo Docente Estruturante. 2009. (Núcleo Docente Estruturante). 3. ESPINDOLA, C. B. . Avaliação de Projetos de Pesquisa. 2009. (Consultoria ad-hoc). 4. ESPINDOLA, C. B. . Consultor da FAPEG. 2008. (Consultoria ad-hoc). ELIZABETH MENDES DE OLIVEIRA Artigos completos publicados em periódicos 1. ALENCARCARVALHO, C. V. ; OLIVEIRA, E. M. . Um Sistema Computacional para apoio ao ensino da Razão e Proporção.. Leitura em Revista (UNIJUÍ) , v. 1, p. 1-10, 2008. 2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática: Consumo Inteligente de Energia Elétrica. Pesquisas e Práticas em Educação Matemática , v. 1, p. 87-90, 2007. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Como construir gráficos de funções por meio de contas de energia elétrica. In: V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras, 2007. v. 5. 2. OLIVEIRA, E. M. . DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS PARA O APOIO AO ESTUDO DA RAZÃO E PROPORÇÃO. In: V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007, VASSOURAS. ANAIS DO V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. VASSOURAS, 2007. 3. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: Encontro Paranaense de Modelagem em Educação, 2006, Apacurana. Encontro Paranaense de Modelagem em Educação, 2006. 200 Curso de Engenharia Ambiental USS 4. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: IV Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006, Macaé. IV Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006. 5. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica do Escoamento Turbulento em Canais Meândricos. In: VIII Encontro de Modelagem Computacional, 2005, Nova Friburgo. VIII Encontro de Modelagem Computacional, 2005. v. VIII. 6. OLIVEIRA, E. M. ; AMORIM, J. C. C. . Modelagem Numérica Tridimensional do Escoamento em Canais com Fortes Curvaturas. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa Paraíba. XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In: Evento Comemorativo de 30 anos de GEPEM, 2006, Seropédica. GEPEM 49, 2006. 2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de Aula. In: IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005, Vassouras. Anais do IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras : Universidade Severino Sombra, 2005. Resumos publicados em anais de congressos 1. OLIVEIRA, E. M. ; RICARDO, L. B. C. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Avaliação de sistemas computacionais para apoio ao estudo da Razão e Proporção. In: V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras, 2007. v. 5. 2. OLIVEIRA, E. M. ; CARVALHO, J. T. . Modelagem Matemática nas Lavouras de Tomate da cidade de Paty do Alferes. In: V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras, 2007. v. V. 3. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . A Etnomatemática Presente na Lavoura do Tomate. In: V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007. 4. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Ebergia Elétrica. In: III Semana da Matemática da UFF, 2006, Niteroi. III Semana da Matemática da UFF, 2006. 5. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: VI Semana do CECETEN e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia-Criatividade e Inovação, 2006, Vassouras. VI Semana do CECETEN e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia-Criatividade e Inovação, 2006. 6. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In: V Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2006, Vassouras. Anais V Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2006. 7. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In: IV Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006, Macaé. Anais IV Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006. 8. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . CONSUMO INTELIGENTE DE ENERGIA ELÉTRICA. In: V ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA USS, 2006, VASSOURAS. ANAIS DO V ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA USS, 2006. 201 Curso de Engenharia Ambiental USS 9. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de Aula. In: V Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, 2005, Itaocara. V Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, 2005. 10. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem da Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In: IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005, Vassouras. Anais do IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005. Apresentações de Trabalho 1. OLIVEIRA, E. M. . Curiosidades Matemáticas: A Geometria Fractal na Sala de Aula. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra). 2. VILELA, A. A. ; OLIVEIRA, E. M. . Os Primeiros Passos para o Ensino de Derivada na Educação Secundária e Aprendizagem do Cálculo Diferencial e Integral. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra). 3. VILELA, A. A. ; OLIVEIRA, E. M. . Uma Reflexão sobre o Ensino de Cálculo Diferencial e Integral no Ensino Médio e Suas Implicações. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 4. BUENO, D. G. ; OLIVEIRA, E. M. . O Numero de Ouro na Sala de Aula. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 5. SILVA, W. B. P. ; OLIVEIRA, E. M. . Sugestoes para o Estudo do Conceito de Derivada com Base em suas Aplicacoes no Cotidiano. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 6. RICARDO, L. B. C. ; OLIVEIRA, E. M. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Tecnologias e Educacao Matematica: Um Software Educativo para Apoio ao Ensino de Razao e Proporcao. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 7. OLIVEIRA, E. M. ; BUENO, D. G. . O Numero de Ouro na Sala de Aula. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 8. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, W. B. P. . Sugestoe para o Ensino de Derivada com Base em suas Aplicacoes do Cotidiano. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra). 9. OLIVEIRA, E. M. ; RICARDO, L. B. C. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Avaliação de sistemas computacionais para apoio ao estudo da Razão e Proporção. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 10. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Como construir gráficos de funções por meio de contas de energia elétrica.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 11. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Modelagem Matemática nas Lavouras de Tomate da cidade de Paty do Alferes. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 12. OLIVEIRA, E. M. . A ETNOMATEMÁTICA NA LAVOURA DO TOMATE. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 13. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem Matemática e Numérica de Escoamento em Canais. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 14. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 202 Curso de Engenharia Ambiental USS 15. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 16. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 17. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 18. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de AulaPôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 19. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática: Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 20. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 21. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 22. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . CONSUMO INTELIGENTE DE ENERGIA ELÉTRICA. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra). 23. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem Numérica Tridimensional em Canais com Fortes Curvaturas. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 24. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem em Contexto de Sala de Aula. 2005. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). OLIVEIRA, E. M. ; AMORIM, J. C. C. . Modelagem Numérica Tridimensional em Canais 25. com Fortes Curvaturas. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 26. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica do Escoamento Turbulento em Canais Meândricos. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Demais tipos de produção bibliográfica 1. OLIVEIRA, E. M. . Simulação Numérica em Canais com Fortes Curvaturas. Rio de Janeiro 2004 (Tese de Mestrado). Trabalhos técnicos 1. OLIVEIRA, E. M. ; FAINGUELERNT, E. K. ; SILVA, P. N. ; KUO, C. ; VILLELA, L. M. A. ; SILVA, J. C. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO VIII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2010. 2. OLIVEIRA, E. M. ; SA, I. P. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2009. 3. OLIVEIRA, E. M. ; VILLELA, L. M. A. ; SA, I. P. ; CARVALHO, J. V. ; FAINGUELERNT, E. K. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. 2009. 4. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL. 2009. 203 Curso de Engenharia Ambiental USS 5. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO CURSO QUÍMICA INDUSTRIAL. 2009. 6. OLIVEIRA, E. M. ; SOARES, F. S. ; SA, I. P. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO VI ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2008. 7. OLIVEIRA, E. M. ; OLIVEIRA, R. ; SOARES, F. S. ; VILELA, L. ; DORNELAS, G. N. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2007. 8. OLIVEIRA, E. M. . ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO À SELVA. 2007. 9. OLIVEIRA, E. M. . PROJETO RONDON. 2007. 10. OLIVEIRA, E. M. . Participação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. 2006. 11. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO IV ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2005. Demais tipos de produção técnica 1. OLIVEIRA, E. M. . IV Olimpiada de Matemática da Escola Índio Amigo. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. OLIVEIRA, E. M. . Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 3. OLIVEIRA, E. M. . VII Encontro Sul Fuminense de Educação Matemática. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 4. OLIVEIRA, E. M. . Semana Pedagógica de Mendes. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 5. OLIVEIRA, E. M. . Petrólio e Gás. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 6. OLIVEIRA, E. M. . Mat-Leitura. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 7. OLIVEIRA, E. M. . Matematicando na USS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 8. OLIVEIRA, E. M. . Instalações Elétricas Prediais. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 9. OLIVEIRA, E. M. . Informática Básica. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 10. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Matemática Financeira". 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 11. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Informática Básica". 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 12. OLIVEIRA, E. M. . Informática para Concursos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 13. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Trigonometria". 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 204 Curso de Engenharia Ambiental USS 14. OLIVEIRA, E. M. . Geometria Plana. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 15. OLIVEIRA, E. M. . Instalações de Comandos e Acionamentos de Motores Elétricos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 16. OLIVEIRA, E. M. . Instalações de Comandos e Acionamentos de Motores Elétricos. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 17. OLIVEIRA, E. M. . CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 18. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Geometria Analítica e Cálculo Vetorial. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 19. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Equações Diferenciais. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 20. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 21. OLIVEIRA, E. M. . Matemática para Concursos. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 22. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . Cine-Mat. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 23. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . Mat-Leitura. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 24. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . INTRODUÇÃO AO CÁLCULO. 2006. (EDUCAÇÃO). 25. OLIVEIRA, E. M. . Geometria Analítica e Álgebra Vetorial. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 26. OLIVEIRA, E. M. . Cálculo Diferencial e Integral I. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 27. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Matemática Cultural. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). Demais trabalhos 1. OLIVEIRA, E. M. . VII Encontro de Iniciacao Cientifica da USS. 2008. 2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006 (Pôster). 3. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma abordagem da Etnomatemática na Lavoura do Tomate. 2006 (Pôster). 4. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma abordagem da Etnomatemática na Lavoura do Tomate. 2006 (Pôster). 5. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica em Canais. 2006 (Palestra). 205 Curso de Engenharia Ambiental USS FELIPE DA COSTA BRASIL Artigos completos publicados em periódicos 1. Surov , P. ; Ribeiro, N. A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; Pereira, J. S. ; Oliveira, M. R. G. . Method for evaluation of coarse cork oak root system by means of digital imaging. Agroforestry Systems (Print) , p. 1-9, 2011. 2. PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; STAFANATO, Juliano Bahiense . Fertilidade do solo em pastagens cultivadas sob diferentes sob manejos, no Noroeste do Rio de Janeiro.. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental (Impresso) , v. 14, p. 1136-1142, 2010. 3. MARTINS, C. A. C. ; PORTZ, A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; SILVA, E. M. R. ; LIMA, E. ; ZONTA, Everaldo . Pré enraizamento de mudas de mandioquinha-salsa em diferentes bandejas e substratos com fungos micorrízicos arbusculares. Ciência e Agrotecnologia , v. 31, p. 106-112, 2007. 4. Surovy, P. ; BRASIL, Felipe da Costa ; Ribeiro, N.A. ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Avaliação da morfologia dos sistemas radicais de plantas de regeneração do sobreiro através de imagem digital.. Revista de Ciências Agrárias (Lisboa) , v. 01, p. 290-295, 2007. 5. Toureiro,C. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; Serralheiro, R.P. . Caracterização do Enraizamento da Beterraba num solo de Aluvião.. Revista de Ciências Agrárias (Lisboa) , v. 01, p. 500-5009, 2007. 6. BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Métodos de Amostragem e Quantificação para Estudos do Sistema Radicular em Condições de Campo uma revisão crítica. Revista Universidade Rural. Série Ciências da Vida , v. 27, p. 14-33, 2007. 7. ARAUJO, Adelson Paulo ; FERNADES, A M ; KUBOTA, F Y ; BRASIL, Felipe da Costa ; TEIXEIRA, Marcelo Grandi . Sample size for measurement of root traits on common bean by image analysis. Pesquisa Agropecuária Brasileira , Brasilia, v. 39, n. 4, p. 313-318, 2004. 8. FAÇANHA, A. R. ; FAÇANHA, A. L. O. ; OLIVARES, F. L. ; GURIDI, Fernando ; SANTOS, Gabriel de Araújo ; VELLOSO, A. C. X. ; RUMJANEK, V. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; SCHRIPSEMA, J. ; BRAZ-FILHO, R. ; OLIVEIRA, M. A. ; CANELLAS, Luciano Pasqualoto . Bioatividade de ácidos húmicos: efeitos sobre o desenvolvimento radicular e sobre a bomba de prótons da membrana plasmática. Pesquisa Agropecuária Brasileira , v. v.37, n. n.9, p. 1301-1310, 2002. 9. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PACIORNIK, S. ; ABREU, J. B. R. . Distribuição vertical de carcterísticas morfológicas do sistema radicular de Brachiaria humidicola. Pasturas Tropicales , colômbia, v. 24, n. 3, p. 14-20, 2002. 10. MATOS, R. M. B. ; SILVA, E. M. R. ; BRASIL, Felipe da Costa . Micorriza Arbuscular e matéria orgânica na aclimatização de mudas de bananeiras, cultivar nanicão.. Bragantia (São Paulo) , Campinas, v. 61, 2002. 11. CARVALHO, A. G. ; WENDT, J. G. N. ; LIMA, G. W ; BRASIL, Felipe da Costa . Parâmetros Biológicos e consumo de Área Foliar de Urbanus acawoios (Willians, 1926) ub (Lepidoptera: Hesperidae) em Galactia striata (Jacq) ub (Leguminosa: Faboidae). Floresta e Ambiente , UFRRJ, v. 6, n. 5, p. 76-82, 1999. Capítulos de livros publicados 206 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; Goi, S.R. ; Rosa, M.M.T. . O sistema radicular e suas interações com o ambiente edáfico. In: Manlio Silvestre Fernandes. (Org.). Nutrição Mineral de Plantas. 1 ed. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006, v. , p. 7-52. Textos em jornais de notícias/revistas 1. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Podas em Plantas Ornamentais. Revista A Lavoura, SNA, v. 632, p. 28 - 28, 01 mar. 2000. 2. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Adubação de manutenção em fruteiras e ornamentais arbóreas.. Revista A Lavoura, Sociedade Nacional de Agricult, v. 631, p. 31 - 31, 01 dez. 1999. 3. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Controle Alternativo de Lesmas e Caracóis. Revista A Lavoura, Rio de janeiro, v. 630, p. 34 - 34, 01 set. 1999. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. Brasil, A.T.F. ; BRASIL, Felipe da Costa . PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ESCOLAS RURAIS. In: Congresso EducaSul, 2009, Florianópolis - SC. Anais do EducaSul 2009, 2009. 2. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Dinâmica radical de gramíneas forrageiras: aplicação de novas metodologias. In: Seminário Conservação do solo e da água em regadio: Investigação, Experimentação e Divulgação, 2004, Beja. Actas das comunicações do Seminário Conservação do solo e da água em regadio: Investigação, Experimentação e Divulgação.. Évora : Editora da Universidade de Évora, 2003. v. 1. p. 49-61. 3. OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; BRASIL, Felipe da Costa . The role of plant rootsystems in sustainable agriculture. In: Réunion IP Agriculture durable et ressources hydriques: comparaison européenne, 2004, Thessalonique. Réunion IP Agriculture durable et ressources hydriques: comparaison européenne. Timisoara : Editura Orizonturi Universitare, 2004. v. 01. 4. TRINDADE, Roberto S. ; VIANA, Antônio Assis ; POVILL, Fellippo M. ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Influência do número de repetições e de classes de diâmetro na determinação da massa radicular de pastagem de Brachiaria humidicola. In: I Congresso de Pesquisa Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica, RJ. Anais do I Congresso de Pesquisa Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Seropédica, RJ. : Editora Universidade Rural, 2003. v. 1. p. 21-24. OLIVARES, F. L. ; REIS, V. M. ; FAÇANHA, A. R. ; BALDANI, J. I. ; BALDANI, V. L. ; 5. PEREIRA, F. P. ; BATISTA, Q. R ; BARRETO, B. R. ; SILVA, L. G. ; AZEVEDO, I. G ; BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; MIGUENS, F. C. ; JAMES, E. K. . The role of endophytic diazotrophs in sugarcane root morphogenesis and development. In: 13TH INTERNATIONAL CONGRESS ON NITROGEN FIXATION, 2001, Hamilton, Ontario. 13th International Congress on Nitrogen Fixation. Abstract Book, 2001. v. 1. p. 65-66. 6. ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; BRASIL, Felipe da Costa ; OLIVARES, F. L. ; ZONTA, Everaldo ; MARIANO, M. A. ; ALVES, V. F. G. . Avaliação da Proporção de Raízes Vivas e Mortas de Brachiaria sp. utilizando Cloreto de Tetrazólio e Microscopia Ótica.. In: 14ºCongreso Latinoamericano de la Ciencia del SueloUniversida, 1999, Pucon-Temuco. Resumenes 14º Congresso Latinoamericano de la Ciencia del Suelo, 1999. p. 371. 7. MEZAVILLA, E. V. ; GENUNCIO, G. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Avaliação do Crescimento Radicular de Plântulas de Arroz Por 207 Curso de Engenharia Ambiental USS Meio de Análise de Imagens.. In: XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98- Resumos da XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998. v. 01. p. 377-377. 8. BRASIL, Felipe da Costa ; AYARZA, M. ; ALVES, B. J. R. ; URQUIAGA, S. ; OLIVEIRA, O. C. ; GALINDO, L. L. G. ; BODDEY, R. M. . Influência de Stylosanthes guianensis na biomassa vegetal de um consórcio com Brachiaria ruziziensis na região dos cerrados.. In: XXXV Congresso Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia, 1998, Botucatu. Anais XXXV Congresso Anual da Soc. Bras. Zootecnia, 1998. p. 70-72. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. Garcia, R.S. ; BRASIL, Felipe da Costa ; Trannin, M.C. . ESTUDO DA PROPAGAÇÃO DE ONDAS MARÍTIMAS ATRAVÉS DE UM CANHÃO SUBMARINO. In: ColacMar Cuba, 2009, La Habana. Anais, 2009. 2. Trannin, M.C. ; Garcia, R.S. ; BRASIL, Felipe da Costa . ANÁLISE DOS RISCOS ANTRÓPICOS NA REGIÃO DOS LAGOS VISANDO À PROTEÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE COSTEIRO. In: ColacMar Cuba 2009, 2009, La Habana. Anais. La Habana, 2009. 3. OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; BRASIL, Felipe da Costa ; MONTEIRO, Quirina Isabel ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Rooting pattern distribuition and spatial variability of italian grass (Lolium multiflorum Lam) in Mediterranean region.. In: XX International Grassland Congress, 2005, Dublin. XX International Grassland Congress: Offered Papers, 2005. v. 1. p. 683. 4. PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ZONTA, Everaldo ; SOUZA, M. E. ; BRASIL, Felipe da Costa . Conteudo de N,P E K da massa seca radicular de pastagens cultivadas no noroeste do Estado do Rio de Janeiro. In: XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005, Recife. Anais do XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005. 5. STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; ZONTA, Everaldo ; ALMEIDA, L. ; BRASIL, Felipe da Costa . Fertilidade do solo e crescimento radicular de pastagens cultivadas no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro. In: XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005, Recife. Anais do XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005. 6. BRASIL, Felipe da Costa ; VIANA, Antônio Assis ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; TRINDADE, Roberto S. ; POVILL, Fellippo M. ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Densidade radicular de brachiaria humidicola em diferentes pontos de amostragem de um gradiente de relevo. In: XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, Ribeirão Preto - SP. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003. 7. POVILL, Fellippo M. ; TRINDADE, Roberto S. ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Avaliação da distribuição de massa seca radicular de braquiária por cinco classes de diâmetro.. In: XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, Ribeirão preto. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, 2003. 8. TRINDADE, Roberto S. ; VIANA, Antônio Assis ; POVILL, Fellippo M. ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Avaliação do número de amostras para determinação da massa radicular de braquiária com 208 Curso de Engenharia Ambiental USS anel volumétrico. In: XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, Ribeirão Preto. Anais XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo., 2003. 9. ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa . Propriedades edáficas e distribuição do sistema radicular de pastagens implantadas na região noroeste do Rio de Janeiro. In: XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, Ribeirão Preto. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003. 10. GURIDI, Fernando ; CANELLAS, Luciano Pasqualoto ; SANTOS, Gabriel de Araújo ; BRASIL, Felipe da Costa . Efectos fisiológicos de extractos de dos fuentes alternativas de materia organica.. In: Memorias AGROTOP 2002., 2002, Habana, Cuba.. Anais do Congresso Memorias AGROTOP 2002., 2002. Resumos publicados em anais de congressos 1. Almeida, P.I.F ; Souza, L.F.C. ; Borges, S.C. ; BRASIL, Felipe da Costa . Avaliação do Grau de Conhecimento sobre Gestão de Resíduos Sólidos dos alunos do IST-Paracambi. In: III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, RJ, 2008, Paracambi. Livro de Resumos da III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, RJ, 2008. p. 88. 2. SAFADI, T. M. ; BRASIL, Felipe da Costa . Educação Ambiental no Complexo do Morro do Juramento na Zona Norte do Rio de Janeiro: Implantação de uma horta comunitária. In: IV Jornada de Iniciação Cientifica, 2006, Rio de Janeiro. Caderno de Resumos. Rio de Janeiro : Gama Filho, 2006. v. 1. p. 182-182. 3. Arruda, T.G. ; BRASIL, Felipe da Costa . Compostagem de residuos organicos e reflorestamento comunitário como ferramentas de educação ambiental no complexo do Morro do Juramento na Zona Norte do Rio de Janeiro. In: IV Jornada de Iniciação Cientifica, 2006, Rio de Janeiro. Caderno de Resumos. Rio de Janeiro : Gama Filho, 2006. v. 1. p. 183-183. 4. SAFADI, Thiago Moreira ; BRASIL, Felipe da Costa . Educação ambiental no complexo do juramentona zona norte do rio de janeiro:implantação de uma horta comunitária.. In: III Jornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho., 2005, Rio de Janeiro. Livro de resumos da III Jornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho.. Rio de JAneiro : Gama Filho, 2005. v. 3. p. 180-181. 5. MAGALHÃES, Felipe Gomes ; BRASIL, Felipe da Costa . Eduacação ambiental no complexo do morro do juramentona zona norte do rio de janeiro: implantação de um reflorestamento comunitário.. In: III Jornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho., 2005, Rio de janeiro. Livro de resumos da IIIJornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho.. Rio de Janeiro : Editora Gama Filho, 2005. v. 3. p. 182-183. 6. SAFADI, Thiago Moreira ; BRASIL, Felipe da Costa . Implantação de uma horta comunitária como unidade de educação ambiental no complexo do morro do juramento na zona norte do rio de janeiro. In: 5º Congresso Nacional de Iniciação Cientifica, 2005, Santos. Livro de Resumos do 5º Congresso Nacional de Iniciação Cientifica, 2005. 7. BRASIL, Felipe da Costa ; MONTEIRO, Quirina Isabel ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Aplicação do método do minirizotrão com processamento digital de imagens no estudo do crescimento radical do azevém anual num solo mediterrânico pardo.. In: I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004, Bragança, PT. Livro de Resumos do I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004. v. 1. p. 117. 209 Curso de Engenharia Ambiental USS 8. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Efeitos de profundidade, classe de raízes e datas de amostragens sobre a densidade radical em pastagens de Brachiaria humidicola: um estudo a partir de trincheira.. In: I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004, Bragança. Livro de resumos do I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004. v. 1. p. 2003. 9. ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; RAMOS, Flávia Toledo ; BRASIL, Felipe da Costa . Acumulação de alumínio em ápices radicais de cultivares de arroz expressando diferentes níveis de tolerância. In: I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004, Bragança. Livro de Resumos do I Congresso Ibérico de Ciência do Solo, 2004. v. 1. p. 214. 10. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Efeito da queima e da roçada nas características radicais de Brachiaria humidicola num planossolo hidromórfico. In: XXV Reunião Brasielira de Primavera da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens, 2004, Viseu. Anais da XXV Reunião Brasielira de Primavera da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens. Viseu : Editora da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens, 2004. p. 57-58. 11. VIANA, Antônio Assis ; ETCHEVERRIA, F. H. ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; CORREIA, F. S. ; RAPOSO, T. P. ; SOUZA JUNIOR, S. J. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Avaliação da variabilidade espacial da massa seca radicular de uma pastagem de Brachiaria humidicola em um Planossolo da UFRRJ. In: XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas-Fertbio2002, 2002. p. 155. 12. STAFANATO, Juliano Bahiense ; VIANA, Antônio Assis ; ETCHEVERRIA, F. H. ; CORREIA, F. S. ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; CONSTANTINI, A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Comparação de métodos de amostragem para quantificação da massa seca de raízes de uma pastagem de Brachiaria humidicola. . In: XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas-Fertbio2002, 2002. p. 156. 13. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PACIORNIK, S. ; ABREU, J. B. R. . Caracterização da distribuição vertical de características radiculares de uma pastagem de Brachiaria humidicola. In: XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de PlantasFertbio2002, 2002. p. 28. 14. MATTIELLO, E. M. ; MAURI, J. ; MATTIELLO, J. D. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; PEREIRA, Marcos Gervasio . Calibração de metodologia para estudos de sistema radicular de coffea canephora com auxilio de análise digital de imagem.. In: XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas-Fertbio2002, 2002. p. 32. 15. PEÇANHA, A. L. ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; LOPES, C. E. P. ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; AZEVEDO, V. F. ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Teores de carbono, agregação e carcterísticas radiculares de diferentes coberturas vegetais em planossolo hidromórfico. In: XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas-Fertbio2002, 2002. p. 84. 16. MARTINS, C. A. C. ; PORTZ, A. ; LOPES, C. E. P. ; BRASIL, Felipe da Costa ; SILVA, E. M. R. ; LIMA, E. . Produção de mudas de mandioquinha-salsa colonizada por FMA em dois substratos.. In: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais, 2001. p. 64. 210 Curso de Engenharia Ambiental USS 17. FERNANDES, A. M. ; NASCIMENTO, R. J. ; KUBOTA, F. Y. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; TEIXEIRA, Marcelo Grandi . Tamanho da amostra para determinação de caracteres radiculares e eficiência de absorção de fósforo em feijoeiro.. In: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais, 2001. p. 104. 18. BRASIL, Felipe da Costa ; RAPOSO, T. P. ; STOCCO, F. C. ; MOURA, T. P. ; SOUZA JUNIOR, S. J. ; CONSTANTINI, A. ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Estudo da variação sazonal de características radiculares de Brachiaria humidicola.. In: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2001. p. 139-139. 19. CONSTANTINI, A. ; CONSENTINO, D. ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; BRASIL, Felipe da Costa . Estabilidade estrutural e distribuição de tamanho de agregados num solo do pampa argentino sob diferentes preparos de solo. . In: XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do Solo., 2001. p. 249-249. 20. FERREIRA, F. P. ; BARRETO, B. R. ; BATISTA, Q. R ; SILVA, L. G. ; REIS, V. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; MIGUENS, F. C. ; OLIVARES, F. L. . Alterações na morfologia radicular de cana-de-açucar var RB 72-454 (Híbridos interespecíficos de saccharum) em resposta à inoculação com bactérias diazotróficas endofíticas.. In: 52 CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA, 2001, João Pessoa. Livro de Resumos, 2001. v. 1. p. 97-98. 21. MOURA, T. P. ; RAPOSO, T. P. ; STOCCO, F. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Desenvolvimento do Sistema Radicular de Brachiaria humidicola em um Planossolo Arenoso: Efeitos Sazonais. In: X Jornada de Iniciação Cientifica da UFRRJ, 2000, Seropédica. Anais da X Jornada de Iniciação Cientifica da UFRRJ. Seropédica RJ : Editora da Universidade Rural, 2000. p. 47-48. 22. RAPOSO, T. P. ; MOURA, T. P. ; STOCCO, F. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Estudo sobre o sistema radicular de Brachiaria humidicola em um Planossolo da área experimental do Instituto de Zootecnia da UFRRJ.. In: X Jornada de Iniciação Cientifica da UFRRJ, 2000, Seropédica. Anais da X Jornada de Iniciação Cientifica da UFRRJ. Seropédica RJ : Editora da Universidade Rural, 2000. p. 85-86. BRASIL, Felipe da Costa ; STOCCO, F. C. ; PEÇANHA, A. ; SOUTO, R. L. ; ZONTA, 23. Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Distribuição e Variação Temporal de Características Radiculares de Brachiaria humidicola em um Planossolo Arenoso.. In: XXXVII Reunião Anual da Soc. Bras. Zootecnia., 2000, Viçosa. Anais XXXVII Reunião Anual da Soc. Bras. Zootecnia.Expandido, 2000. 24. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVARES, F. L. ; ZONTA, Everaldo . Estimativa del porcentaje de raíces vivas y muertas en Brachiaria sp. usando cloruro de tetrazolio. In: II Taller de Quimica Aplicada a la Agricultura Sostenible, 1999, La Habana. II Taller de Quimica Aplicada a la Agricultura Sostenible. Libro de Resúmenes, 1999. p. 26. 25. GURIDI, Fernando ; CANELLAS, Luciano Pasqualoto ; SANTOS, G. A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; RUMJANEK, V. M. . Caracterización Parcial de un Vermicompost y Efectos Fisiológicos de los Ácidos Húmicos contenidos sobre el Cracimiento del Sistema Radical de las Plántulas de Café. In: 2 DA CONVENCIÓN INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN SUPERIOR., 1999, Habana, Cuba. Libro de Resúmenes, 2 DA CONVENCIÓN INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN SUPERIOR.. Habana, Cuba. : Editora da Universidad Agraria de La Habana, Cuba., 1999. p. 19-20. 26. GENUNCIO, G. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; MEZAVILLA, E. V. ; ANTUNES, M. V. M. ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Determinação de Parâmetros Radiculares Pelo Método Fotoelétrico Ou Através de Imagens Adquiridas Com Scanner e Câmara Digital.. In: 211 Curso de Engenharia Ambiental USS XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98Resumos da XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998. p. 376. 27. BRASIL, Felipe da Costa ; GENUNCIO, G. C. ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; ALVES, B. J. R. ; URQUIAGA, S. . Parâmetros Radiculares de Brachiaria Humidícula: Avaliação In Situ, Por Análise de Imagens.. In: XXIII Reunião Bras. Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98- Resumos da XXIII Reunião Bras. Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998. v. 01. p. 377. 28. GENUNCIO, G. C. ; COSTA, A. P. S. ; OLIVARES, F. L. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Uso de Vermelho Congo Como Corante Vital Em Raízes de Brachiaria Decumbens.. In: XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98- Resumos da XXIII Reunião Brasileira de fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998. p. 378. 29. BRASIL, Felipe da Costa ; MACEDO, R. ; TARRÉ, R. ; FERREIRA, E. ; RESENDE, A. S. ; ALVES, B. J. R. ; URQUIAGA, S. . Efeito da liteira da leguminosa na decomposição da liteira de Panicum maximum e na liberação de N, P e K para o solo.. In: XXIII Reunião Bras. Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambu. ANAIS, 1998. p. 742. 30. BRASIL, Felipe da Costa ; COSTA, J. L. ; ALMEIDA, R. ; PINTO, R. P. ; ZONTA, Everaldo . Precocidade e produtividade de duas cultivares de cucurbitáceas de hábito e características fenológicas contrastantes. In: VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997, Seropédica - RJ. Anais do VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997. v. 1. p. 1-1. 31. BRASIL, Felipe da Costa ; COSTA, J. L. ; ALMEIDA, R. ; PINTO, R. P. ; ZONTA, Everaldo . Ocorrência de pragas e doenças em duas cultivares de cucurbitáceas no Estado do Rio de Janeiro. In: VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997, Seropédica - RJ. Anais do VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997. v. 1. p. 1-1. Apresentações de Trabalho 1. BRASIL, Felipe da Costa . Gerenciamento de Resíduos Sólidos : Legislação e Adequação Ambiental, frente aos novos desafios da Politica Nacional de Resíduos. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. BRASIL, Felipe da Costa . Transposição do Rio Paraiba do Sul - vantagens e desvantagens. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 3. BRASIL, Felipe da Costa . Fitorremediação de solos contaminados com metais pesados. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 4. BRASIL, Felipe da Costa . Estudo de Impacto Ambiental. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 5. BRASIL, Felipe da Costa . Politicas ambientais públicas no estado do Rio de Janeiro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 6. BRASIL, Felipe da Costa . As prinicpais regiões fitogeográficas brasileiras: Ênfase a degradação ambiental.. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 7. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Dinâmica Radical de Gramíneas Forrageiras: Aplicação de Novas Metodologias.. 2003. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 212 Curso de Engenharia Ambiental USS 8. BRASIL, Felipe da Costa . Avaliação das características morfológicas do sistema radicular. Aspectos morfológicos e aplicações nos estudos de solos florestais.. 2001. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 9. BRASIL, Felipe da Costa . Dinâmica Radicular em Pastagens. 1999. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 10. BRASIL, Felipe da Costa . Manejo de Pastagens. 1999. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 11. BRASIL, Felipe da Costa . Aspectos Gerais em Manejo de Pastagens. 1998. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 12. BRASIL, Felipe da Costa . Pastagens na Baixada litorânea. 1998. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). Demais tipos de produção bibliográfica 1. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa . Jardinagem I. Rio de Janeiro: Sociedade nacional de agricultura, 1998 (Apostila). 2. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa . Jardinagem II. Rio de Janeiro: Sociedade nacional de Agricultura, 1998 (Apostila). Produção técnica Trabalhos técnicos 1. BRASIL, Felipe da Costa . Consultoria para o Licenciamento Ambiental da empresa Serraria Tomazini de Barra do Pirai Ltda. 2010. 2. ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa . Assessor de trabalhos de pesquisa e análises realizadas no Laboratório de Estudo das Relações Solo-Planta na UFRRJ. 2010. 3. BRASIL, Felipe da Costa ; Silva, H.L.A. . Programa Ambiental para a Construção da Obra da PCH - Paracambi -RJ. 2010. 4. BRASIL, Felipe da Costa ; Silva, H.L.A. . Programa de recuperação de Áreas Degradadas da obra de construção da PCH-Paracambi-RJ. 2010. 5. BRASIL, Felipe da Costa . Consultoria para o Licenciamento Ambiental da empresa Paulo M.M. Ghetti Serraria ME. 2009. 6. BRASIL, Felipe da Costa ; TARRÉ, R. ; Marques, F ; Espindoloa, C.B. . Elaboração do Relatório Ambiental Preliminar (RAP) sobre as atividades de remoção de Plantas Aquáticas da empresa Light Energia SA.. 2009. 7. BRASIL, Felipe da Costa . Laudo Técnico Agronômico. 2009. Demais tipos de produção técnica 1. BRASIL, Felipe da Costa . Licenciamento Ambiental. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. BRASIL, Felipe da Costa . Métodos para Avaliar a Emissão de Gases de Efeito Estufa. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 213 Curso de Engenharia Ambiental USS 3. BRASIL, Felipe da Costa ; Lima, S.R. . Programa Atualidades : Riscos Ambientais do Acidente na Mineradora Rio Pomba - MG. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda). 4. BRASIL, Felipe da Costa . Mudanças Climáticas Globais. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 5. BRASIL, Felipe da Costa ; Americano, Branca ; Antonio da Hora . Programa Atualidades: Dia Mundial da Conservação do Solo. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda). 6. BRASIL, Felipe da Costa ; Lucia Leme ; Milton Coelho da Graça ; Aluizio Granato Andrade . Participação em um debate no Programa Espaço Publico na TVE Brasil com Jornalista Lucia Leme. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 7. BRASIL, Felipe da Costa ; Lucia Leme . Programa Espaço Publico - TV Brasil. 2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 8. BRASIL, Felipe da Costa . Dia Mundial da Água. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 9. ZONTA, Everaldo ; LIMA, E. ; AMARAL SOBRINHO, N. M. B. ; Mazur, N. ; Balieiro, F. ; Ceddia, M.B. ; Oliveira, C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; PEREIRA, Marcos Gervasio . . Sistema solo-planta - Um enfoque para as atividades de perfuração terrestre. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 10. BRASIL, Felipe da Costa . Participação em um Debate no Programa Espaço Publico da TVE Brasil com a Jornalista Lucia Leme. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 11. BRASIL, Felipe da Costa . Participação em um debate no Programa Espaço Publico na TVE Brasil com Jornalista Lucia Leme. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 12. BRASIL, Felipe da Costa . Catatrofes climaticas globais. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 13. BRASIL, Felipe da Costa . Manejo de pastagens. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 14. BRASIL, Felipe da Costa . Ciclo de Atualização em Bovinocultura durante a XIV a XIV Semana do Médico Veterinário - UFRRJ. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). Demais trabalhos 1. PALMIERI, Francesco ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; OUTROS . Recuperação de Áreas Degradadas na Região da Mata Atlântica - Projeto RADEMA / PRODETAB 106/02/99. 1999 (Participação em Projetos de Pesquisa). 2. ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; BRASIL, Felipe da Costa . Caracterização da Tolerância ao Estresse de Aluminio em Arroz de sequeiro. 1997 (Participação em Projetos de Pesquisa). 3. BRASIL, Felipe da Costa . Avaliação de mecanismos de tolerância ao estresse de alumínio e sua expressào genotípica em cultivares de arroz II.. 1997 (Participação em Projetos de Pesquisa). 4. BRASIL, Felipe da Costa ; SOUTO, S. M. . Seleção de Estirpes de Bradyrizobium Para Leguminosas Forrageiras Tropicais. 1994 (bolsa de iniciação). 214 Curso de Engenharia Ambiental USS JOSE LEANDRO CASA NOVA Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. ALMEIDA, J. L. C. N. ; Albuquerque ; Fortes . Análise da Qualidade de Energia de Pequenas Máquinas com Imãs Permanentes no Rotor como Gerador. In: IX CONFERÊNCIA BRASILEIRA SOBRE QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA, 2011, Cuiabá. IX CBQEE, 2011. 2. ALMEIDA, J. L. C. N. ; Fortes ; Albuquerque ; Pinto, V. M. ; Carvalho, S. da S. . Motores de Indução Trifásico Alimentados por Conversores Uma Análise sob o Aspecto de Perdas na Ventilação. In: Congresso Brasileiro de Manutenção, 2010, Bento Gonçalves. 25 Congresso Brasileiro de Manutenção, 2010. 3. ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Fortes . Analytical method for the design of a machine with aligned and skewed permanent magnets. In: IEEE International Symposium on Industrial Electronics, 2010, Bari. Proceedings of the 2010 IEEE International Symposium on Industrial Electronics, 2010. v. 1. p. 1210-1217. 4. ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Carvalho . Otimização Energética em Sistemas Elétricos e Térmicos numa Metalúrgica de Pequeno Porte: Aspectos Comportamentais e Novas Tecnologias. In: Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, 2008, Salvador. V Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, 2008. 5. ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Magalhães Sobrinho . Desempenho de uma microcentral hidrelétrica utilizando gerador de imãs permanentes. In: Congresso Latino Americano de Geração e Transmissão de Energia, 2007, Val Paraiso. VII Congresso Latino Americano de Geração e Transmissão de Energia, 2007. LEONARDO NUNES DORNELAS Demais tipos de produção técnica 1. DORNELAS, L. N. . Física Térmica. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 3. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 4. DORNELAS, L. N. . Introdução ao Cálculo. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 5. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). LUZIA TEIXEIRA DE AZEVEDO SOARES SEMÊDO Artigos completos publicados em periódicos 1. GOMES, R. C. ; SOARES, R. M. A. ; Nakamura, C ; Thais Souto-Padrón ; SOUZA, R. F. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Streptomyces lunalinharesii spores contain chitin on the outer sheath. FEMS Microbiology Letters , v. 286, p. 118-123, 2008. 2. SOUZA, R. F. ; COELHO, R. R. R. ; MACRAE, A. ; SOARES, R. M. A. ; NERY, D.C.M. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; GOMES, R. C. . Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a novel chitinolytic streptomycete isolated from cerrado soil, Brazil.. International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology , v. 58, p. 2774-2778, 2008. 215 Curso de Engenharia Ambiental USS 3. SACRAMENTO, D. R. ; COELHO, R. R. R. ; LINHARES, L. F. ; Wigg, M.D. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SILVA, A. J. R. . Antimicrobial and antiviral activities of an actinomycete (Streptomyces sp.) isolated from a Brazilian tropical forest soil. Word Journal of Microbiology & Biotechnology, v. 20, n. 3, p. 225-229, 2004. 4. SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; DUARTE, G. F. ; NASCIMENTO, R. P. ; ROSADO, A. ; MARGIS, M. ; MARGIS, R. ; SILVA, K.R.A. ; ALVIANO, C. S. . Streptomyces drozdowiczii sp. nov., a novel cellulolytic streptomycete from soil in Brazil. International Journal Systematic Evolutionary Microbiology, v. 54, p. 1323-1328, 2004. 5. REIS, S. A. ; Costa L.V. ; Cavalcanti, E ; GIAMBIAGI-DE-MARVAL, M. ; COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; MOUSSATCHE, N. ; DAMASO, C. . Protein synthesis inhibitory activity in culture filtrates from strains of Streptomyces isolated from Brazilian tropical soil. Letters in Applied Microbiology , v. 37, p. 138-143, 2003. 6. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SOARES, R. M. A. ; LINHARES, L. F. ; ULHOA, C. J. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Purification of a thermostable endochitinase from a Streptomyces RC1071 isolated from a cerrado soil and its antagonism against phytopathogenic fungi. Journal Applied Microbiology, Estados Unidos, v. 90, p. 653-661, 2001. 7. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; GOMES, R. C. ; MANFIO, G. P. ; ALVIANO, C. S. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Isolation and characterization of actinomycetes from Brazilian tropical soils. Microbiological Research, Estados Unidos, v. 155, p. 291-299, 2001. 8. MIRANDA, M. M.F.S ; GONCALVES, J.L.S. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; COELHO, R. R. R. ; SANTOS, M.G.M. ; Wigg, M.D. . Atividade anti-HSV-1 de actinomicetos isolados de solos brasileiros. Revista Brasileira de Farmácia ., Brasil, v. v.82, n. 1/2, p. 25-28, 2001. 9. SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; BON, E. P. S. ; SOARES, R. M. A. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . 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S. ; GOMES, R. C. ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Celulases termofílicas produzidas por actinomicetos. In: XIX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1997, Rio de Janeiro. XIX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1997. 50. NAZARIO JR, N. L. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; COELHO, R. R. R. . Actinomicetos acidofílicos produtores de celulases. In: IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997, Rio de Janeiro. IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997. 51. FERNANDES, M. O. ; MARINHO, L. S. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; COELHO, R. R. R. . Celulases termofílicas produzidas por actinomicetos. In: IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997, Rio de Janeiro. IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997. 52. Assumpção, F.F.B. ; GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ANGLUSTER, J. ; COELHO, R. R. R. ; Alves, H.M. ; SOARES, R. M. A. . Produção de pigmento relacionado a Fusarubim por Fusarium solani durante o antagonismo com Streptomyces sp isolado de solo de Cerrado. In: IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997, Rio de janeiro. IX Semana de Microbiologia e Imunologia, 1997. 53. SEMÊDO, L. T. A. S. ; MARINHO, L. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Classificação de espécies de Streptomyces isolados de solos de Mata Atlântica. In: V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996, Fortaleza. V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996. 54. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SATO, J.M. ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Detecção de atividades de quitinases e proteases alcalinas em Streptomyces sp. In: V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996, Fortaleza. V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996. 55. GOMES, R. C. ; FERNANDES, M. O. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Seleção de actinomicetos quitinolíticos do solo. In: V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996, Fortaleza. V ENAMA e II Encontro Nordestino de Microbiologia Ambiental, 1996. 56. SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; MARINHO, L. S. ; COELHO, R. R. R. . production of cellulases by two Streptomyces from tropical soils. In: XXV Reunião Anual da SBBq, 1996. XXV Reunião Anual da SBBq, 1996. 57. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Chitinase activity of soil actinomycetes. In: XXV Reunião Anual da SBBq, 1996, Caxambu. XXV Reunião Anual da SBBq, 1996. 58. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; GUIMARÃES, A. C. C. ; ALVIANO, C. S. ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, R. R. R. . Enumeration of chitinolytic actinomycetes from cerrado soil. In: XIII Congresso Latino Americano de Ciências do Solo, 1996, Águas de Lindóia. XIII Congresso Latino Americano de Ciências do Solo, 1996. 59. SEMÊDO, L. T. A. S. ; MATTOS, M. C. ; BENCHETRIT, L. ; COELHO, R. R. R. . Antimicrobial activity of actinomycetes isolated from MataAtlântica forest soil. In: XXIV Reunião Anual da SBBq, 1995, Caxambu. XXIV Reunião Anual da SBBq, 1995. 60. MARINHO, L. S. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. . Classificação de actinomicetos isolados de solos de Mata Atlântica. In: XVII Jornada de Iniciação Científica da UFRJ, 1995, Rio de Janeiro. XVII Jornada de Iniciação Científica da UFRJ, 1995. 222 Curso de Engenharia Ambiental USS 61. SEMÊDO, L. T. A. S. ; FERREIRA, M. S. ; FERNANDES, M. O. ; COELHO, R. R. R. . Screening of actinomycetes with ability to produce cellulases. In: 7th International Symposium on Microbial Ecology, 1995, santos. 7th International Symposium on Microbial Ecology, 1995. 62. LINHARES, A. A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Estimates of actinomycetes from Brazilian soils using the dispersion and differential centrifugation techniques. In: 7th International Symposium on Microbial Ecology, 1995, Santos. 7th International Symposium on Microbial Ecology, 1995. 63. SEMÊDO, L. T. A. S. ; M.C.SILVA, ; BENCHETRIT, L. ; FONSECA, L. S. ; COELHO, R. R. R. . Procura de actinomicetos produtores de novas substâncias bioativas contra bactéria patogênicas. In: XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993. 64. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Isolamento de actinomicetos de solos tropicais pela técnica de dispersão e centrifugação diferencial. In: XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993. 65. CAMPOS, M. I. A. ; TERAOKA, R. Y. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. ; LINHARES, L. F. ; LINHARES, A. A. . Caracterização de actinomicetos melanogênicos isolados de solo de cerrado. In: XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993. 66. LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; CRUZ, F. S. ; COELHO, R. R. R. . Actinomicetos isolados de solos tropicais com atividade contra Trypanosoma cruzi. In: XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993. 67. COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; LINHARES, L. F. . Atividade de tirosinase (fenoloxidase) em amostras de actinomicetos melanogênicos. In: XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991. XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991. 68. LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; CRUZ, F. S. ; COELHO, R. R. R. . Ensaio de produtos de excreção de actinomicetos sobre Trypanosoma cruzi. In: XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991, Santos. XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991. 69. M.C.SILVA, ; TEIXEIRA, L. A. ; LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. ; BENCHETRIT, L. ; CRUZ, F. S. . Medida da atividade de extratos de actinomicetos no crescimento de bactérias Gram positivas. In: XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991, Santos. XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991. 70. COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, L. F. . Presença de actinomicetos produtores de pigmentos escuros (melaninas) em solos de cerrado. In: III Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1990. III Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1990. 223 Curso de Engenharia Ambiental USS Produção técnica Trabalhos técnicos 1. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. . Polimento da Lagoa de Tratamento de Efluentes das Indústrias Nucleares do Brasil - INB.. 2001. 2. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. . Gerenciamento de Resíduos. 2001. Demais tipos de produção técnica 1. SEMÊDO, L. T. A. S. . GLOBO CIÊNCIA. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). MARCIO FIGUEIREDO DE SOUZA Produção técnica Trabalhos técnicos 1. SOUZA, M. F. . Projeto de Implantação para Qualidade Total em Fornecedores da Cia. Siderúrgica Nacional. 1998. 2. SOUZA, M. F. . Preparação de Sistema da Qualidade ISO 9000 na Fundição Cataguases. 1998. 3. SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de Gestão da Qualidade na CBV Indústria Mecânica SA. 1996. 4. SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de Gestão da Qualidade na FICAP SA. 1995. 5. SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de gestão da Qualidade no Grupo BRASMOTOR. 1995. Demais tipos de produção técnica 1. SOUZA, M. F. . Mini curso Interpretação norma NBR ISO 9001:2000. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 2. SOUZA, M. F. . 1º Encontro de Contabilistas de Barra do Piraí. 2007. . 3. SOUZA, M. F. . Seminário de Logística da Região Sul Fluminense. 2005. . 4. SOUZA, M. F. . Estatística Básica Industrial. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 5. SOUZA, M. F. . Seminário Sistema da Qualidade ABNT NBR ISO 9002:1994. 1994. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 6. SOUZA, M. F. . Palestra Qualidade ISO 9000 para Administradores. 1994. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 7. SOUZA, M. F. . Palestra Sistema de Garantia da Qualidade. 1993. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 8. SOUZA, M. F. . Palestra Qualidade voltada para a Segurança. 1992. (Curso de curta duração ministrado/Outra). MARCELO ACHA ALEXANDRE Produção bibliográfica 224 Curso de Engenharia Ambiental USS Apresentações de Trabalho 1. ALEXANDRE, M. A. . Políticas ambientais no estado do Rio de Janeiro e as unidades de conservação.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. ALEXANDRE, M. A. . Arranjos produtivos locais e a nova dinâmica espacial da economia brasileira. Algumas considerações. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 3. MELO, A. O. ; TEIXEIRA, B. E. ; ALEXANDRE, M. A. . A importância da Geografia da Percepção e do Comportamento para a ciência geográfica: algumas considerações.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 4. ALEXANDRE, M. A. . Geografia quantitativa: análise espacial de dados estatísticos. Conceitos e ferramentas. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 5. ALEXANDRE, M. A. . (Re)visitando o Rio de Janeiro: a transformação urbana. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 6. ALEXANDRE, M. A. . Ordenamento territorial e políticas de gestão ambiental em unidades de conservação no estado do Rio de Janeiro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 7. ALEXANDRE, M. A. . Políticas de gerenciamento para unidades de conservação. 1999. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). MARCO ANTONIO SOARES DE SOUZA Artigos completos publicados em periódicos 1. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; LEON, Leonor . Effect of Amidine Derivates on Parasite-Macrophage Interaction and Evaluation of Toxicity. ArzneimittelForschung , Alemanha, v. 52, n. 6, p. 489-493, 2002. 2. SOUZA, M. A. S. ; MOTTA JÚNIOR, Paulo José da ; ALVES, Emanuelle Milfonte ; BRAZ, Rafaela Pereira . Modelagem Molecular Aplicada ao Desenvolvimento Racional de Drogas com Atividade Anti-Cárie . Revista Fluminense de Odontologia, Brasil, v. 17, p. 10-11, 2001. 3. CAVALHEIRO, Marilena Canto ; SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; LEON, Leonor . Effect of Amidine Derivates on Leishmania amazonensis Axenic Amastigotes. Arzneimittel-Forschung , Alemanha, v. 50, n. 10, p. 925-928, 2000. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, M. G. . isoquiritigenina: flavonóide com atividade inibidora do óxido nítrico e da ecdise de Oncopeltus fascitus. In: 61ª. Reunião Anual da SBPC, 2009, Manaus-AM. 61ª. Reunião Anual da SBPC, 2009. p. 4188-4188. 2. SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Pereira, I.A ; Souza, M.M.S ; Lehmann, R.B. ; Coelho, S.M.O. ; Immediato, T.C.M. . ALTERAÇÕES FENOTÍPICAS OBSERVADAS EM Streptococcus mutans DECORRENTES DA EXPOSIÇÃO A CAMPO MAGNÉTICO. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV ENIC, 2005. 3. SOUZA, M. A. S. ; Costa, T.A. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar . PREDIÇÃO VIA MODELAGEM MOLECULAR DAS CORRELAÇÕES ENTRE 225 Curso de Engenharia Ambiental USS PARÂMETROS TEÓRICOS E EMPÍRICOS PARA UMA CLASSE DE COMPOSTOS N,N DIFENIL-4-R-BENZAMIDINAS MONO-SUBSTITUÍDAS BIOLOGICAMENTE ATIVOS. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV ENIC, 2005. 4. SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; Silva, I.M. . AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE CITOTÓXICA DE EXTRATOS VEGETAIS E DA PRÓPOLIS SOBRE MACRÓFAGOS DE CAMUNDONGOS. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV ENIC, 2005. 5. SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; Silva, I.M. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS VEGETAIS E DA PRÓPOLIS EM COMPARAÇÃO COM SUBSTÂNCIAS ANTISSÉPTICAS TRADICIONAIS SOBRE BACTÉRIAS ORAIS. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Anais do IV ENIC, 2005. 6. SOUZA, M. A. S. ; MOTTA JÚNIOR, Paulo José da . Estudos Teóricos Preliminares do Mecanismo de Inibição da Glicosiltransferase do Streptococcus Mutans Pelos Flavonóides Galancina e Pinocembrina. In: XI Encontro de Biólogos do Rio de Janeiro e Espírito Santo, 2002, Petrobrás - Rio de Janeiro-RJ. Livro de Resumos do XI Encontro de Biólogos do Rio de Janeiro e Espírito Santo, 2002. 7. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Baldani, C.D. ; Freire, R.B. . Interação Entre a Extrusão de Citocinas e o Parasitismo por Leishmania brasiliensis. In: XII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002, Rio de Janeiro - RJ. Livro de Resumos do XII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002. 8. SOUZA, M. A. S. . Imunomodulação por apoptose Induzida por Micotoxinas e o Parasitismo por Leishmania brasiliensis. In: XII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002, Rio de Janeiro - RJ. Livro de Resumos do XII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002. 9. SOUZA, M. A. S. . A Modelagem Molecular Aplicada ao Ensino de Química Orgânica, Caso I: O Estudo da Ligação de Hidrogênio. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2001, Vassouras - RJ. Livro de Resumos do I Encontro de Iniciação de Pesquisadores da USS, 2001. 10. SOUZA, M. A. S. . A Modelagem Molecular Aplicada ao Ensino de Química Orgânica, Caso II: O Estudo da Aromaticidade. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2001, Vassouras - RJ. Livro de Resumos do I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2001. 11. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. . Molecular Modeling is a Tool to Predict Interactions Between Mycotoxins And Cellular Receptors. In: Congresso da IUPAC Mycotoxins and Phycotoxins, 2000, Guarujá - São Paulo. Anais do Congresso da IUPAC Mycotoxins and Phycotoxins, 2000. 12. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; Sant´anna, C.M. . Estudo Teórico do Mecanismo de Inibição da Tripanotiona Redutase Por Aril-N,N'-Difenilbenzamidinas. In: 23ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 2000, Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 23ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 2000. 13. SOUZA, M. A. S. . Associação do Cotidiano Com a Química na Busca de Uma Visão Interdisciplinar do Licenciando Para Atuação no Ensino Médio. In: Anais da 52ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), 2000, Brasília - DF - BR. Anais da 52ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), 2000. 226 Curso de Engenharia Ambiental USS 14. SOUZA, M. A. S. . Graus de Associação do Quotidiano com a Química: Uma Evolução da 1ª a 3ª Séries do Ensino Médio. In: 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999, Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999. 15. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; Sant´anna, C.M. . Estudo da Correlação Entre Parâmetros Teóricos X Eletrônicos da Atividade Anti-Leishmania de Aril-N,N'Difenilbenzamidinas. In: 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999, Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999. 16. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. ; Baldani, C.D. . Estudos Teóricos Preliminares das Interações Moleculares Entre Micotoxinas e Proteínas Totais de Linfócitos. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador - BA - BR. Anais do XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999. 17. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar . Estudo Qualitativo por Fluorescência da Interação de Heterociclos de Classe 1,3,4-Tiadiazólio com DNA. In: 20ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1997, Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 20ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1997. 18. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar . Síntese de Compostos Fluorescentes de Classe 1, 3, 4 - Tiadiazólio. In: 19ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1996. Anais da 19ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1996. 19. SOUZA, M. A. S. ; FERREIRA, Aurélio Baird Buarque ; SILVA, Francisco Assis da . Reatividade e Desativação Fotoquímica em Sistemas Di-pi-Metano. In: 41a Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, 1989, Fortaleza. Anais da 41a Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, 1989. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M. . Substâncias isoladas de Anadenanthera macrocarpa e Sesamun indicum apresentam toxicidade e efeito anti-muda para Oncopeltus fasciatus. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Anais XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 2. NARCISO, J. O. A. ; CABRAL, M. M. O. ; SOUZA, M. A. S. . Efeito de flavonóides sobre a fisiologia de Oncopeltus fasciatus (Hemiptera). In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Anais do IV ENIC/USS, 2005. 3. NARCISO, J. O. A. ; SOUZA, M. A. S. ; CABRAL, M. M. O. . Estudo do efeito de flavona isolada de Anadenanthera macrocarpa na concentração de fosfato do trato digestivo de Oncopeltus fasciatus. In: XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia, 2005, Porto Alegre-RS. Anais do XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia, 2005. 4. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; FERREIRA, B. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M. . Estudo do efeito de substâncias naturais de plantas na concentração de fosfato do trato digestivo de Oncopeltus fasciatus. In: XVII Congresso Latinoamericano de Parasitologia, 2005, Mar Del Plata-Chile. Boletín Chileno de Parasitologia y de parasitologia al dia, 2005. v. 60. p. 155-156. Resumos publicados em anais de congressos 1. Oliva, M. S. ; SOARES, L. C. ; Pribul, B. R. ; Pereira, I.A ; SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S . Prevalência de bactérias com potencial patogênico isoladas de mexilhões Perna perna (Linnaeus, 1758) no Arquipélago de Santana- Macaé - RJ. In: VIII Conferência Sul-Americana 227 Curso de Engenharia Ambiental USS de Medicina Veterinária, 2008, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Medicina Veterinária, 2008. 2. NARCISO, J. O. A. ; CABRAL, M. M. O. ; SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, M. G. ; GOMES, M. S. . Modelagem Molecular Aplicada ao Desenvolvimento de um Modelo de Interação de Flavonóides com Receptor de Ecdisona de Oncopeltus fasciatus (Hemíptera). In: 59a Reunião Anual da SBPC, 2007, Belém/PA. Anais da 59a Reunião Anual da SBPC, 2007. 3. Oliva, M. S. ; Souza, M.M.S ; SOUZA, M. A. S. . Levantamento de Espécies Bacterianas Isoladas a Partir de Moluscos Bivalves em Diferentes Pontos da Costa Brasileira. In: 24o Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2007, Brasília/DF. Anais do 24o Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2007. 4. NARCISO, J. O. A. ; FERREIRA, B. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M. ; CABRAL, M. M. O. . Atividade de substâncias naturais em hemiptera fitófago. In: V Encontro de Iniciação científica da USS, 2006, Vassouras. Anais do V ENIC/USS, 2006. 5. SOUZA, M. A. S. ; Immediato, T.C.M. ; Coelho, S.M.O. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. . AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NA PROTEÍNA CODIFICADA PELO GENE mecA ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE MODELAGEM MOLECULAR. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV Enic, 2005. 6. NARCISO, J. O. A. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; CABRAL, M. M. O. . Efeitos de flavonóides sobre a fisiologia de Oncopeltus fasciatus. In: VI semana UERJ de meio ambiente, 2005, Rio de Janeiro-RJ. Anais da VI Semana UERJ de meio ambiente, 2005. 7. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. ; Baldani, C.D. . Fragmentação do DNA de Macrófagos Expostos a Leishmania brasiliensis induzida por Citrinina. 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APOSTILA PARA TREINO E APRENDIZAGEM DO USO ADEQUADO DAS TABELAS DE DESCOMPRESSÃO. 2004. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático). MIGUEL RASCADO FRAGUAS NETO Artigos completos publicados em periódicos 228 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. FRAGUAS NETO, M. R. ; SANT'ANNA, C. M. R. ; COSTA, J. B. N. ; CARNEIRO, J. W. M. . Structure-Activity Relationship Studies of New Acronine Analogues as Suggested by Molecular Descriptors. Arzneimittel-Forschung , Alemanha, v. 55, n. 5, p. 282-285, 2005. Resumos publicados em anais de congressos 1. FRAGUAS NETO, M. R. . SUGESTÕES DE NOVOS ANÁLOGOS DA ACRONICINA PREVISTOS POR DESCRITORES MOLECULARES. In: 25 REUNIÃO ANUAL DA SBQ, 2002, POÇOS DE CALDAS. XX, 2002. v. XX. p. 00-01. 2. FRAGUAS NETO, M. R. . AVALIAÇÃO DE ESTRUTURA ATIVIDADE UTILIZANDO DESCRITORES ELETROSTÁTICOS, DE ANÁLOGOS DA ACRONICINA. In: 24 REUNIÃO ANUAL DA SBQ, 2001, POÇOS DE CALDAS. XX, 2001. v. XX. p. 01-02. 3. FRAGUAS NETO, M. R. ; LIMA, M. E. 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CHEMSKETCH, uma Ferramenta para Construção de Moléculas Orgânicas, Análises de Propriedades Químicas e Físicas, Previsão de Propriedades e Análises de suas Estruturas em 3D. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). ODILÉIA DA SILVA ROSA Artigos completos publicados em periódicos 1. ROSA, O. S. ; Ivy Goulart ; Leonardo Casanova ; Monique S. Lehmann . Explorando as transformações lineares no plano, através do software WINPLOT. Revista Eletrônica TECCEN , v. 2, p. 13-20, 2009. 2. ROSA, O. S. . O CONCEITO DE LIMITE: DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA SEU ENSINO. PESQUISAS E PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA , v. 1, p. 81-86, 2007. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. ROSA, O. S. ; Luciano Costa Pecoraro ; Francimare da Silva Rodrigues . Cálculo: areas e volumes sem fórmulas. In: VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ESFEM, 2009, VASSOURAS. VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2009. v. 1. p. 539-551. Resumos publicados em anais de congressos 229 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes . Cálculo Diferencial e Integral: Aspectos Motivacionais. In: VIII ESFEM - Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010, Vassouras. VIII ESFEM Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010. v. 1. 2. ROSA, O. S. ; BUSSE, R. S. ; FLÁVIA DOS SANTOS SOARES . O CONCEITO DE LIMITE: "DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA SEU ENSINO. In: V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007. V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTIVA. VASSOURAS, 2007. v. 5. Apresentações de Trabalho 1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes . Cálculo Diferencial e Integral: Aspectos motivacionais. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Demais tipos de produção bibliográfica ROSA, O. S. . O CONCEITO DE LIMITE: "DIFICULDADE DE APENDIZAGEM E 1. SUGESTÕES PARA SEU ENSINO 2007 (POSTER). Produção técnica Produtos tecnológicos 1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes ; Chang, K.R. . Perfil Motivacional do Cálculo Diferencial e Integral. 2011. Demais tipos de produção técnica 1. ROSA, O. S. . Cálculo Diferencial e Integral II. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. ROSA, O. S. . EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 3. ROSA, O. S. . EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 4. ROSA, O. S. ; Luciano Costa Pecoraro ; Francimare da Silva Rodrigues . Cálculo: áreas e volumes sem fórmulas. 2009. (VII ESFEM - Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática). 5. ROSA, O. S. . A MATEMÁTICA NA LITERATURA INFANTIL. 2009. (II Jornada Pedagógica "Construindo Saberes: Uma longa trajetória"). 6. ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 7. ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 8. ROSA, O. S. . Cálculo Numérico. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 9. ROSA, O. S. . Cálculo Diferencial e Integral II. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 1. ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). Rafael Vieira da Silva Artigos completos publicados em periódicos 230 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. VIEIRA, Rafael . Artigo - Economia política do ecodesenvolvimento: realidades brasileiras no período recente. R, VIEIRA. Revista de Economia da UEG, Anápolis (GO), vol. 2, n.1. jan/jun- 2006.. Revista de Economia da Ueg, www.unucseh.ueg.br, v. II, n. I, 2005. 2. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Artigo - Uma nova atitude, um novo paradigma. VIEIRA, R. & ROCHA, R. Jornal dos Economistas - nº 169 - pp.05-06 - agosto 2003. . Jornal dos Economistas, Rio de Janeiro, p. 06-07, 2003. 3. VIEIRA, Rafael . Artigo - Novos rumos na relação economia-meio ambiente: a consolidação de um paradigma sócio-ambiental. VIEIRA, R. & ROCHA, R. XV Congresso Brasileiro de Economistas - Brasília- DF - set/2003. Anais do XV Cbe, Brasília, 2003. Textos em jornais de notícias/revistas 1. VIEIRA, Rafael . Economia e Meio Ambiente: realidades na sustentabilidade do desenvolvimento. Revista Portal SMS, Rio de Janeiro, v. 3, p. 18 - 19, 15 abr. 2006. 2. VIEIRA, Rafael . Economia política do ecodesenvolvimento: realidades brasileiras no período recente.. Revista de Economia da UEG, Goiais, v. 02, p. 01 - 18, 01 jan. 2006. 3. VIEIRA, Rafael . Inadimplência deve ser combatida. Revista Síndico, Rio de Janeiro, v. 164, p. 22 - 23, 27 dez. 2005. 4. VIEIRA, Rafael . Nota publicada - (entrevista) - Inadimplência deve ser combatida. Revista Síndico. Ano XXVII. N. 164. Dez/janeiro - 2006.. Revista Síndico, Rio de Janeiro, p. 65 - 67, 15 dez. 2005. 5. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Economia e Meio Ambiente. Revista BioNotícias, Rio de Janeiro/Espirito Santo, v. 76, p. 12 - 12, 20 nov. 2005. 6. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . 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In: VIII Colóquio de Sociologia e Psicossociologia UFMG - Belo Horizonte, 2001, BH- Pampulha, 2001. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. SILVA, C.P.R ; VIEIRA, Rafael . Breve discussão sobre desmatamento evitado:estudo de caso na BR-319 (Manaus-Porto Velho). In: XX Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: 20 anos da Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: a diversidade na Pesquisa, 2010, Seropédica-RJ. 231 Curso de Engenharia Ambiental USS Anais da XX Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: a diversidade na Pesquisa. xxxx : xxxx, 2010. v. único. 2. VIEIRA, Rafael . Gestão Ambiental na indústria de mineração no Brasil: técnicas para minimizar potenciais impactos ambientais na extração do cobre. In: III Congresso Acadêmico dos Institutos Superiores, 2010, Petrópolis - RJ. Anais/III Congresso Acadêmico dos Institutos Superiores. xxxxx : xxx, 2010. v. único. 3. MENDES, A. F. ; VIEIRA, Rafael . Gestão ambiental na indústria de mineração no Brasil: técnicas para minimizar potenciais impactos ambientais na extração do cobre. In: I Congresso BRasileiro de Gestão Ambiental, 2010, Bauru-SP. Anais/I Congresso BRasileiro de Gestão Ambiental. xxxx : xxxxx, 2010. v. único. 4. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogériio . Novos rumos na relação economia-meio ambiente: a consolidação de um paradigma sócio-ambiental. In: XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003, Brasilia. Anais do XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003. 5. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Tendências do terceiro setor no período recente: um olhar sobre a relação privado-público. In: XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003, Brasilia. XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003. 6. VIEIRA, Rafael . Desenvolvimento Econômico de Comunidades . In: VIII Colóquio Internacional de Sociologia Clínica e Psicossociologia - Transformações Sociais, Subjetividade e Política, 2001, BH. 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F. . Gestão Ambienta lna indústria de mineração no Brasil: técnicas para minimizar os potencias impactops ambientais na extraçaõ do cobre. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 2. SILVA, C.P.R ; VIEIRA, Rafael . Breve discussão sobre desmatamento evitado: estudo de caso na BR-319 Manaus-Porto Velho). 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 3. COUTINHO, D. G. S. ; VIEIRA, Rafael . Impacto ambiental x gestão pública: uma análise critica sobre odistrito de Santo Expedito no município de Queimados/RJ.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). 4. VIEIRA, Rafael ; MENDES, S. . Economia e Eco-arte em biojoias:geração de trabalho e renda na concepção ambiental. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Trabalhos técnicos 1. SILVA, N. F. ; PIMENTEIRA, C. A. P. ; VIEIRA, Rafael . Relatório de monitoramento de estudos de caso de MDL. 2010. 2. VIEIRA, Rafael ; FREITAS, M. A. V. . Supervisão Ambiental do processo de reconstrução da rodovia BR-319 (Manaus - Porto Velho). 2009. 3. FREITAS, M. A. V. ; VIEIRA, Rafael . Analise quantitativa do fator de revisão tarifária. 2009. 4. VIEIRA, Rafael . Diagnóstico Ambiental do Meio Socioeconomico - Rio de Janeiro. 2005. 5. VIEIRA, Rafael . Monitoramento Socioeconômico da Industria do Petrróleo. 2004. 6. VIEIRA, Rafael . ETE Guamaré - RN. 2003. 7. VIEIRA, Rafael . Impacto do Levantamento de Dados Sismicos/ELPN-IBAMA. 2002. Demais tipos de produção técnica 1. VIEIRA, Rafael . Matemática financeira com Excel . 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. VIEIRA, Rafael . Operações financeiras no Excel. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 3. VIEIRA, Rafael . Programa Espaço Público/TVE Brasil. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 4. VIEIRA, Rafael ; VIEIRA, Rafael . Programa Epaço Público. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 5. VIEIRA, Rafael . Crescimento econômico com Responsabilidade Ambiental. 2005. (Seminário). 6. VIEIRA, Rafael . Responsabilidade Sócio-ambiental das empresas em seus processos produtivos. 2005. (Seminário). 233 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. VIEIRA, Rafael . Gestão ambiental: Perspectivas no Mercado de Trabalho brasileiro. 2005. (Seminário). 8. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004/TVE - Brasil. 2004. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 9. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004. 2004. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 10. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004/TVE Brasil. 2004. (Programa de rádio ou TV/Entrevista). 11. VIEIRA, Rafael . Desemprego e Empregabilidade . 2001. (Seminário). 12. VIEIRA, Rafael . Desenvolvimento - OFato e o Mito. 1999. (Seminário). 13. VIEIRA, Rafael . Indicadores Econômicos- UFPA- Encontro Nacional de Estudantes de Economia. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 14. VIEIRA, Rafael . Avaliação dos Cursos de Ciências Econômicas. 1995. (Palestra). Rodolfo Vaz Rainer Demais tipos de produção técnica 1. RAINER, R. V. . Planejamento Urbano. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Apostila de Notas de Aula). RAINER, R. V. . Eletromagnetismo. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou 2. instrucional - Apostila de Notas de Aula). ROSANA CANUTO GOMES Artigos completos publicados em periódicos 1. GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; NAKAMURA, C. V. ; SOUTO-PADRON, T. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Streptomyces lunalinharesii spores contain chitin on its outer sheath.. FEMS Microbiology Letters , v. 286, p. 118-123, 2008. 2. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; MACRAE, A ; NERY, DCM ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C . Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a novel chitinolytic streptomycete isolated from cerrado soil, Brazil.. 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FROES, A. ; GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . PRODUCTION OF HYDROLYTIC ENZYMES PRODUCED BY STREPTOMYCES SP.PROMISING FOR BIOCONTROL OF SCLEROTINIA SCLEROTIORUM (LIB.) DE BARY. In: ISME 12 _ International Symposium on Microbial Ecology, 2008, Cains. ISME 12 _ International Symposium on Microbial Ecology. Cains : ISME 12 _ International Symposium on Microbial Ecology, 2008. 2. FROES, A. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Produção de enzimas hidrolíticas por Streptomyces sp. visando o bioontrole de S. sclerotiorum.. In: VIII Enzitec, 2008. VIII Enzitec. Rio de Janeiro : VIII Enzitec, 2008. v. 1. 3. 1 ; 1 ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C . "Isolamento de actinomicetos do solo da região Sul Fluminense com potencial inibidor de Fonsecaea pedrosoi". In: IV ENIC (Encontro de Iniciação Científica) Universidade Severino Sombra, 2005, Vassouras - Rio de Janeiro. IV ENIC USS, 2005. 4. GOMES, R. C . Guerra Biológica - Bio - Terrorismo: Aspectos Históricos Atuais. . In: XXXIV Jornada Médica de Vassouras, 2004, Vassouras. 5. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; BRIOZO, Paulo ; RODRIGUECOELHO, Rosalie Reed ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Estudo da interação entre Streptomyces sp. RCQ1071 e Rhizoctonia solani. . In: Congresso Brasileiro de Micologia., 2004, Ouro Preto. 6. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Purification of the thermostable chitinases from Streptomyces RCQ16.. In: International Symposium on chitin enzymology and 4th Conference of the European Chitin Society, 2001, Ancona. Chitin and Chitinase enzymology, 2001. 7. GOMES, R. C ; LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Detecção de celulases e xilanases em actinomicetos isolados de solo e folha de um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçú, 2001. 8. NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; SACRAMENTO, D. R. ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Thermostable xylanase produced by an actinomyvetes isolated from Brazilian tropical soil.. In: Symposium on Biotechnology in Textile Industry., 2000, Povoa do Varzim, 2000. 9. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; BON, E. P. S. ; LINHARES, Luiz Fernando ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Endocellulase and exocellulase of two Sttreptomyces spp. isolated from a forest soil.. In: 21 Symposium for fuels and chemicals, 1999, Colorado, 1999. 10. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GUIMARÃES, A. C. ; ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Enumeration of chitinolytic actinomycetes from cerrado soil. In: Solo Suelo, 1996, Águas de Lindóia, 1996. 236 Curso de Engenharia Ambiental USS Resumos publicados em anais de congressos 1. Oliveira, C. C S. ; MAZZA, F.C ; DAU, H.F.S ; PAREDES, R.S ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares . APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO. In: 11 Encontro Regional de Biomedicina, 2008, Botucatu. APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO. Botucatu : 11 Encontro Regional de Biomedicina, 2008. 2. Oliveira, C. C S. ; MAZZA, F.C ; PAREDES, R.S ; Rosana Canuto Gomes ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares . APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO. In: VII ENIC - Encontro de Iniciação Científica, 2008, Vassouras. APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO. Vassouras : VII ENIC - Encontro de Iniciação Científica, 2008. 3. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Seleção de Streptomyces sp quitinolíticos visando o biocontrole do fitopatógeno Sclerotinia sclerotiorum em feijão.. In: X Sincobiol - Simposio de Controle biológico, 2007, Campinas. X Sincobiol - Simposio de Controle biológico, 2007. 4. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; MACRAE, A ; NERY, DCM ; SOARES, R. M. A. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; ALVIANO, Celuta Sales ; GOMES, R. C . Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a novel chitinolytic and antifungal streptomycete isolated from Cerrado soil, Brazil.. In: International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007, Newcastle. International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007. v. v. 1.. 5. Torres, FM ; NEVES, RAL ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; GOMES, R. C . Purificação de três quitinases produzidas pelo Streptomyces sp. RCQ 16, potencial inibidor de fungos patogênicos.. In: VI ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 2007, Vassouras. VI ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 2007. 6. LEITE, D. M. C. ; Torres, FM ; Pereira, Drielle Seabra ; Marotta, Ingrid Marinho ; Sales,Sandra Moura ; Sousa, Marta Ferreira ; Dantas, Andrea Pires ; Silva, Gilberto Marcelo Sperandio ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS VEGETAIS CONTRA PATÓGENOS HOSPITALARES. In: VI Encontro de Inicicao Cientifica, 2007, Vassouras. VI Encontro de Inicicao Cientifica, 2007. 7. César, Gabriela de Paula ; Reis, Felipe Sebastião de Assis ; Pereira, Gabriela Cauper de Carvalho1 ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . ANÁLISE DE DADOS DE PACIENTES HIVPOSITIVOS EM TRATAMENTO NA CIDADE DE VOLTA REDONDA-RJ. In: VI Encontro de Inicia;áo Cientifica, 2007, Vassouras. VI Encontro de Inicia;áo Cientifica, 2007. 8. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Estudo de degradação de casca de camarão por um actinomiceto, visando a produção de quitinases.. In: Enzitec, 2006, Caxias do Sul. VII Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática/ Enzitec 2006, 2006. 9. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomicete, aiming at chitinase production. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME, 2006, Vienna. 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME - The hiden powers - Microbial Communities. 10. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomicete, aiming at chitinase production. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME, 2006, Vienna. 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME - The hiden powers - Microbial Communities. 237 Curso de Engenharia Ambiental USS 11. FROES, A. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Determinação das condições ótimas de produção de N-acetil - hexosaminidase por um Actinomiceto em casca de camarão.. In: XXVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação científica, artistica e cultural UFRJ., 2006, Rio de Janeiro. Jornada Giulio Massarani de Iniciação científica, artistica e cultural UFRJ., 2006. 12. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomycete, aiming at chitinase prodution. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology - ISME - 11 The Hidden Powers Microbial Communities in Action, 2006, Vienna, Austria, August 20 - 2. Ecology - ISME - 11 The Hidden Powers - Microbial Communities in Action. Vienna, Austria, : www.kenes.com/isme, 2006. 13. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Controle Biológico de Rhizoctonia solani por Streptomyces sp RCQ 1071.. In: X Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental., 2006, , Goiania. X Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 2006. v. v. 1.. 14. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, R. M. A. . Interação entre Streptomyces sp RCQ 1071 e o fitopatógeno Rhizoctonia solani.. In: X Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 2006, Goiania. X Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 2006. v. V.1. 15. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomycete, aiming at chitinase production. In: ISME - International Simposium on Microbial ecology. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology - ISME 11, 2006, Viena. 11th International Symposium on Microbial Ecology - ISME 11, 2006. v. v. 1.. p. 294.-294. 16. Lemos, A.R.M ; Castro, T.D ; SEMÊDO, L. T. D. A. 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Seleção de actinomicetos quitinolíticos com atividadeinibitória contra o fungo fitopatogênico Rhizoctonia solani. In: XXII Congresso brasileiro de microbiologia, 2003, Florianópolis - SC, 2003. 20. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Isolation of a 45k endochitinase from Colletotrichum gloeosporioides.. In: 3rd International Symposium on Chitin Enzymology and Conference of the European Chitin Society., 2001, Ancona. Chitin and Chitinase Enzyme, 2001. 21. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; ALVIANO, Celuta Sales ; FERREIRA, M. S. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Purificação e caracterização de uma endoquitinase produzida pelo Colletotrichum gloeosporioides. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001. 238 Curso de Engenharia Ambiental USS 22. GOMES, R. C ; LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; FERREIRA, M. S. ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Análise da atividade quitinolítica de actinomicetos isolados de solo e folha de um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001. 23. GOMES, R. C ; KANDA, C. T. P. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Atividade celulolítica do Streptomyces sp. RCQ16. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001. 24. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINHARES, Adriana Alvarenga ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, R. M. A. ; DUARTE, Gabriela Fois ; ROSADO, A. S. ; MARGIS, Márcia ; MARGIS, Rogério ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Total 16S rDNA sequencing of one strain of cellulolytic Streptomyces.. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001. 25. LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Detecção de celulases e xilanases em actinomicetos isolados de solo e folha de um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, 2001. 26. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; LINHARES, Adriana Alvarenga ; DUARTE, Gabriela Fois ; ROSADO, Alexandre Soares ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; MANFIO, Gilson Paulo ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Partial 16S DNA sequencing of one strain of Streptomyces. In: Encontro Anual da Sociedade Brasiileira de Bioquímica e Biologia Molecular - SBBQ, 2000, Caxambu, 2000. 27. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Purification of chitinase produced by Colletotrichum gloeosporioides.. In: XXVIII Encontro anual da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 2000, Caxambú - Minas Gerais, 2000. 28. SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; BON, E. P. S. ; GOMES, R. C ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Seleção de actinomiccetos produtores de celulases.. In: 4 Enzitec - Seminário Nacional de Tecnologia Enzimática, 1999, Rio de Janeiro, 1999. 29. LINHARES, Adriana Alvarenga ; ANISZEWSKI, E. ; KANDA, C. T. P. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; GOMES, R. C ; FERREIRA, M. S. ; LINHARES, Luiz Fernando ; BON, E. P. S. ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Actinomicetos lignicelulolíticos de solo de cerrado. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999. 30. NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SACRAMENTO, D. R. ; FERREIRA, M. S. ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Isolamento e caracterização de espécies de Nocardia de diferentes solos brasileiros.. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999. 31. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; BERGTER, E. B. ; COELHO, Rosalie Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Efeito de diferentes fontes de carbono no crescimento e produçào de quitinase pelo fungo Colletotrichum gloesporioides. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999. 32. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; ULHOA, C. J. ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Purificação e caracterização de uma quitinase de Streptomyces RC1071.. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999. 239 Curso de Engenharia Ambiental USS 33. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GOMES, R. C ; ARANHA, D. C. ; SILVA, C. A. C. ; SURLINGA, G. C. ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Perspectivas de aceleração do processo de compostagem de resíduos sólidos municipais.. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia., 1999, 1999. 34. MIRANDA, Mônica M F S ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; WIGG, Márcia D . A new species of Streptomyces as a potential source of anti-HSV1agent.. In: IX Encontro Nacional de Virologia, 1998, São Lourenço, 1998. 35. MIRANDA, Mônica M F S ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; FERNANDES, M. O. ; WIGG, Márcia D . Screening of biactive anti-HSV-1 product from actinomycetes.. 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SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Controle biológico de fungos fitopatogênicos por Colletotrichum gloeosporioides.. In: XX Jornada de Iniciação Científica, 1998, Rio de Janeiro, 1998. 40. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Produção de quitinase pelo fungo fitopatogênico Colletotrichum gloeosporioides (Cg10).. In: VI ENAMA - Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1998, Cuiabá, 1998. 41. GONÇALVES, A. F. S. ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Physiological optimization of chitinase from streptomyces RC1071 spore.. 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Endocellulase and exocellulase activity of streptomyces M7a and M23 isolated from Brazilian forest soil.. In: XXVI Encontro anual da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 1997, 1997. 51. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; MARINHO, L. S. ; GOMES, R. C ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Classificação de espécies de Streptomyces isolados de solos de Mata Atlântica.. In: V ENAMA, 1996, Fortaleza - Ceará, 1996. 52. GOMES, R. C ; OLIVEIRA, M. M. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Seleção de actinomicetos quitinolíticos do solo.. In: V ENAMA, 1996, Fortaleza - Ceará, 1996. 53. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SATO, J. M. ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Detecção de atividade de quitinases e proteases alcalinas em Streptomyces sp.. 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Y. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GOMES, R. C ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Characterization of melanogenic actinomycetes from Cerrado soils.. In: XVII Congresso brasieliro de microbiologia, 1993, Santos - São Paulo, 1993. 61. GOMES, R. C ; MANGRICH, A. S. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; LINHARES, Luiz Fernando . Estudo de melaninas de actinomicetos do solo por análise química e de infra - vermelho.. In: XVII Congresso brasileiro de Microbiologia, 1993, Santos - São Paulo, 1993. 62. COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; LINHARES, Luiz Fernando . Presence of actinomycetes producing dark pigment (melanins) in Cerrado soils. . In: III Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1990, 1990. Apresentações de Trabalho 1. SEIXAS, J. M. F. ; Torres, DM ; Souza, HDF ; GOMES, R. C ; CARDOSO, C. E. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Isolamento de Microrganismos de solo contaminado com diesel em diferentes meios de cultivo. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio). 2. Deveras, JLA ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Rastreamento dos pacientes com Tuberculose da Cidade de Vassouras - RJ em 2003, 2004 e 2005. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 3. Carvalho GT ; Deveras, JLA ; Souza, HDF ; SILVA, Kátia R A ; Garcia, MAN ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Atividade antimicrobiana de Actinobactérias isoladas de Solos Brasileiros frente a bactérias de origem hospitalar. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 4. SANTOS, A. J. D. M. ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; SEIXAS, J. M. F. ; Torres, DM ; GOMES, R. C ; CARDOSO, C. E. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Seleção de Actinobactérias com capacidade para produção de Biosurfactantes. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Produção artística/cultural 1. Cipriano, P ; GOMES, R. C . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM MÚSICA SACRA EM CANTO DO ALUNO Paulo Cipriano. 2010. (Apresentação de obra artística/Musical). 242 Curso de Engenharia Ambiental USS 2. GOMES, R. C ; Ed Wilson . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM MÚSICA SACRA EM PIANO DA ALUNA ROSANA CANUTO GOMES. 2010. (Apresentação de obra artística/Musical). 3. Correia, L ; Macedo, L ; GOMES, R. C . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM MÚSICA SACRA EM CANTO DO ALUNO LEONARDO CORRÊIA. 2009. (Apresentação de obra artística/Musical). ROSANIA LUCIA FIGUEIRA Artigos completos publicados em periódicos 1. FIGUEIRA, R. L. . Os Limites da Ação do Profissional da Área de Saúde. Brazilian Journal of Oral Biology (Online) , Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2003. 2. FIGUEIRA, R. L. . Aspectos Legais da Clonagem Humana. Brazilian Journal of Oral Biology (Online) , Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2003. Apresentações de Trabalho 1. FIGUEIRA, R. L. ; Paula e Silva, Joyce . Direito e Psicanálise: Relações Possiveis. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 2. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . DA INSATISFAÇÃO À MOTIVAÇÃO: A TRANSFORMAÇÃO DE UMA EQUIPE DE TRABALHO. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 3. Vieira Novo, Damáris ; FIGUEIRA, R. L. . ALQUIMIA DE UMA EQUIPE DE TRABALHO: DA INSATISFAÇÃO À MOTIVAÇÃO. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 4. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . Da insatisfação à motivação: a transformação de uma equipe de trabalho. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 5. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . A contribuição do teste QUATI (Questionário de Avaliação Tipológica) em orientação profissional. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 6. FIGUEIRA, R. L. ; Paula e Silva, Joyce ; Monsores, D.S. ; Ferreira, M.P.S. ; B.N.Carvalheira, Michele ; Jacome Henriques, Patricia ; L Silva, Roberta ; Guedes, Uallace Dias Santos . O adolescente e a familia: alguns impasses. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 7. Morelli Junior, Amirton Archanjo ; Berion F., Ana patricia ; MONTEIRO, C. T. A. ; FURTADO, J. V. ; GATTI, J. ; P.L.Baptista, Marcella Sayao ; Nunes, Rafael de Souza ; Paschoal, Rafael ; G.S.Miranda, Sthephanie Cristina ; FIGUEIRA, R. L. ; RISMAN, ARNALDO . Pesquisa: Pedofilia: Em defesa de um corpo em desenvolvimento. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). 8. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris ; Prado, Tatiane Peixoto do ; Pinto, Fernanda Oliveira . Orientação Profissional: Um processo dinamico para escolha da profissão. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso). Produção técnica Demais tipos de produção técnica 1. RISMAN, ARNALDO ; FIGUEIRA, R. L. . Avaliação Médica e Psicológica das Vitimas de Abuso Sexual. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 243 Curso de Engenharia Ambiental USS 2. RISMAN, ARNALDO ; FIGUEIRA, R. L. ; MIRANDA, S. C. G. S. . PEDOFILIA:EM DEFESA DE UM CORPO EM DESENVOLVIMENTO. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - DIDATICO). 3. RISMAN, ARNALDO ; FURTADO, J. V. ; FIGUEIRA, R. L. . Pedofilia: em defesa de um corpo em desenvolvimento - Educação nas escolas. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - DIDATICO). SALVADOR ALVES MACIEL NETO Demais tipos de produção técnica 1. MACIEL NETO, S. A. . 3º Curso Gestão Pecuária Leiteira. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 1. MACIEL NETO, S. A. . Curso de Emergências Clínicas em Bovinos. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). SERGIO MONTALVÃO Artigos completos publicados em periódicos 1. MONTALVÃO, Sérgio . Biografia intelectual como exercício de escrita da história. Resenha do livro de SECCO, Lincoln. Caio Prado Júnior: o sentido da revolução. São Paulo. Ed. Boitempo, 2008, 253 pp.. História da Historiografia, v. 04, p. 306-313, 2010. 2. MONTALVÃO, Sérgio . A LDB de 1961: apontamentos para uma história política da educação.. Revista Mosaico PPHPBC/CPDOC/FGV, v. 2, p. 1-22, 2010. 3. MONTALVÃO, Sérgio . Questão agrária, capitalismo e a criação da nação: Caio Prado Júnior e a crítica ao agrarismo comunista no Brasil.. Revista Temporalidades FAFICH-UFMG, v. 1, p. 105-115, 2009. 4. MONTALVÃO, Sérgio . Fortuna e virtude: Caio Prado Júnior, entre a vida e a história.. Revista CADE-FMJ, v. 13, p. 115-125, 2007. 5. MONTALVÃO, Sérgio . O sentido da nação: parâmetros e intencionalidades na escrita da história de Caio Prado Júnior. Cadernos de história (UFOP. Mariana), Mariana, v. 1, p. 1-19, 2006. 6. MONTALVÃO, Sérgio . Notas sobre uma publicação comunista independente:a Revista Brasilense. Revista Urutágua (Online), v. 10, p. 22-26, 2006. 7. MONTALVÃO, Sérgio . O intelectual e a política: a militância comunista de Caio Prado Júnior (1931-1945). Revista de História Regional, Ponta Grossa, v. 7, p. 105-127, 2002. 8. MONTALVÃO, Sérgio . Construindo o Leviatã: Hobbes e a Revolução Científica do Século XVII. Dialogos Revista de História, Rio de Janeiro, v. 2, p. 95-118, 1998. Capítulos de livros publicados 1. MONTALVÃO, Sérgio . Estado Novo: qual ideologia ?. In: PONTES JÚNIOR, Gerado; PEREIRA, Victor Hugo Adler. (Org.). O velho, o novo. o reciclável Estado Novo. Rio de Janeiro: De Letras/Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro 244 Curso de Engenharia Ambiental USS (UERJ), 2008, v. , p. 125-140. Textos em jornais de notícias/revistas 1. MONTALVÃO, Sérgio . Mundanismo e política. Mundo Mundano, 15 out. 2009. 2. MONTALVÃO, Sérgio . A vitalidade de Berman, quase três décadas depois. Mundo Mundano, 21 set. 2009. 3. MONTALVÃO, Sérgio . Política social, segurança nacional e a procura da ordem: a esfera pública de poder às vésperas do Estado Novo. Site do Programa Debates Culturais Rádio Bandeirantes AM, Rio de Janeiro, 05 ago. 2009. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. MONTALVÃO, Sérgio . O ensino secundário na Era Vargas: invenção e defesa de um legado (1931-1949). In: IV Congresso Internacional de História, 2009, Maringá. Anais do IV Congresso Internacional de História, 2009. p. 2081-2090. 2. MONTALVÃO, Sérgio . Cultura Política: História e possibilidades de um conceito. In: II Seminário Nacional de História da Historiografia, 2008, Mariana. Anais do II Seminário Nacional de História da Historiografia: A dinâmica do Historicismo, tradições historiográficas modernas, 2008. 3. MONTALVÃO, Sérgio . Por uma frente nacionalista vinda de baixo: a proposta de intervenção política de Caio Prado Júnior nas páginas de Revista Brasiliense.. In: II Simpósio de Política e Cultura: Documentos e abordagens (Universidade Severino Sombra -USS), 2006, Vassouras. Anais do II simpósio de Política e Cultura: documentos e abordagens, 2006. Resumos publicados em anais de congressos 1. MONTALVÃO, Sérgio . Sobre a história do conceito de educação pública na Assembleia Nacional Constituinte de 1946: novas e velhas questões.. In: II Encontro de História da Educação do Estado do Rio de Janeiro, 2010, Rio de Janeiro. Programa e resumos dos trabalhos. Rio de Janeiro : H.P. Comunicação, 2010. p. 186-188. 2. MONTALVÃO, Sérgio . O Estado Novo de Vargas e a educação: uma discussão historiográfica. In: III Simpósio de Política e Cultura (Universidade Severino Sombra -USS), 2008, Vassouras. Anais do III Simpósio de Política e Cultura (Universidade Severino Sombra USS), 2008. 3. MONTALVÃO, Sérgio . O fim do Estado Novo e a redemocratização: História e cultura política. In: Encontro Regional de História, 1998, Vassouras. Anais do Encontro Regional de História ANPUH-RJ História e Religião 1998, 1998. 4. MONTALVÃO, Sérgio . O lugar da mídia: imprensa e cidadania nos anos 90. In: XIX Simpósio Nacional de História da ANPUH: História e Cidadania, 1997, Belo Horizonte. Anais do XIX Simpósio Nacional de História, 1997. 245 Curso de Engenharia Ambiental USS Artigos aceitos para publicação 1. MONTALVÃO, Sérgio . Da Monarquia à República: a educação na ordem constitucional brasileira. Revista Contemporânea de Educação, 2011. Apresentações de Trabalho 1. MONTALVÃO, Sérgio . Política legislativa e a gênese da LDB (1946-1961). 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra). 2. MONTALVÃO, Sérgio . A LDB de 1961: apontamentos para uma história política da educação. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação). Demais tipos de produção bibliográfica 1. MONTALVÃO, Sérgio . Siqueira de Meneses. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 2. MONTALVÃO, Sérgio . Guilherme Campos. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 3. MONTALVÃO, Sérgio . Baltazar de Góis. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 4. MONTALVÃO, Sérgio . Gonçalo Rollemberg. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 5. MONTALVÃO, Sérgio . Leandro Maciel. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 6. MONTALVÃO, Sérgio . Josino Meneses. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 7. MONTALVÃO, Sérgio . Manoel Valadão. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 8. MONTALVÃO, Sérgio . Silvio Romero. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 9. MONTALVÃO, Sérgio . Gumercindo Bessa. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 10. MONTALVÃO, Sérgio . Fausto Cardoso. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 11. MONTALVÃO, Sérgio . Martinho Garcez. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 12. MONTALVÃO, Sérgio . Pereira Lobo. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 246 Curso de Engenharia Ambiental USS 13. MONTALVÃO, Sérgio . Manoel Bonfim. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 14. MONTALVÃO, Sérgio . Olímpio Campos. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 15. MONTALVÃO, Sérgio . Felisbelo Freire. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2008 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República). 16. MONTALVÃO, Sérgio ; COHN, A. ; HIRANO, S. . Folha de São Paulo - Atualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 17. MONTALVÃO, Sérgio . Caio Prado Júnior. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 18. MONTALVÃO, Sérgio ; MONTALVAO, C. S. A. . Herbert de Souza (Betinho). Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 19. MONTALVÃO, Sérgio ; FERREIRA, M. M. . Jornal do Brasil - Atualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 20. MONTALVÃO, Sérgio ; LEAL, C. E. . O Globo - Atualização. Rio de Janeiro 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 21. MONTALVÃO, Sérgio ; KORNIS, M. . Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Atualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 22. MONTALVÃO, Sérgio ; VELOSO, Verônica . Roberto Freire. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 23. MONTALVÃO, Sérgio . José Lutzenberger. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 24. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube Militar - Atualização. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 25. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube Naval - Atualização. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 26. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube da Aeronáutica - Atualização. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). 27. MONTALVÃO, Sérgio ; LOPES, G. . Gustavo Krause. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro). Produção técnica Trabalhos técnicos 1. MONTALVÃO, Sérgio ; BARROS, R. C. B. . Projeto pedagógico da Pós-graduação Lato Sensu em História e Patrimônio Histórico da cidade do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto Superior de Estudos Pedagógicos (ISEP).. 2006. 247 Curso de Engenharia Ambiental USS Demais tipos de produção técnica 1. MONTALVÃO, Sérgio . Parecer ad hoc para a Revista Três Pontos (UFMG). 2009. (Parecer). 2. MONTALVÃO, Sérgio . Qualificação de Doutorado: Estado, intelectuais e a organização do ensino secundário: uma interpretação histórica das representações e confrontos no campo político-pedagógico. Banca examinadora: profa. Dra. Helena Bomeny (CPDOC/orientadora), prof. Dr. Luiz Antônio Cunha (UFRJ) e profa. Dra. Ângela de Castro Gomes (CPDOC). 2009. (Relatório de pesquisa). 3. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Especialização). 4. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Especialização). 5. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Especialização). 6. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Especialização). 7. MONTALVÃO, Sérgio . Empresariado, informação e poder: a grande imprensa no Brasil Contemporâneo. 1994. (Relatório de pesquisa). WILLIAN COSTA RODRIGUES Artigos completos publicados em periódicos 1. Barbosa, Paulo Roberto Moreira ; RODRIGUES, William Costa ; Cabral, Marise Maleck de Oliveira . Incidência das Formas Imaturas de Aedes albopictus (Skuse) Município de Miguel Pereira, RJ, Brasil. EntomoBrasilis , v. 3, p. 55-58, 2010. 2. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Dinâmica Populacional de Pulgão Preto dos Citros (Sternorrhyncha) em Cultivo Orgânico de Tangerina (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica-RJ. EntomoBrasilis , v. 3, p. 38-44, 2010. 3. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; SILVA-FILHO, Reinildes . Insetos Sugadores (Sternorrhyncha) em Cultivo Orgânico de Tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco): Diversidade, Constância, Freqüência e Flutuação Populacional. EntomoBrasilis , v. 02, p. 42-48, 2009. 4. Carvalho, Carlos Vitor de Alencar ; Carvalho, Janaína Veiga ; RODRIGUES, William Costa . Software COLETASELETIVA: Um sistema computacional educativo para conscientização da importância da coleta seletiva. Revista Práxis , v. 1, p. 59-64, 2009. 5. SOUZA, Jorge Ferreira de ; SOUZA, Silvana Aparecida da Silva ; Aguiar-Menezes, Elen de Lima ; FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Diversidade de moscas-das-frutas em pomares de citros no município de Araruama, RJ. Ciência Rural , v. 38, p. 518-521, 2008. 6. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão . Riqueza de Espécies de Inimigos Naturais Associados ao Cultivo de Tangerina Orgânica em Seropédica - RJ. EntomoBrasilis , v. 01, p. 06-09, 2008. 248 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA FILHO, Reinildes . Ocorrência e Distribuição de Coccinelídeos (Coleoptera, Coccinellidae) Associados às Plantas Cítricas no Estado do Rio de Janeiro. EntomoBrasilis , v. 1, p. 23-27, 2008. 8. Soares, Vanessa Aparecida Ribeiro Canela ; RODRIGUES, William Costa ; Cabral, Marise Maleck de Oliveira . Estudo de áreas e depósitos preferenciais de Aedes albopictus (Skuse, 1894) e Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) no Município de Paracambi Rio de Janeiro, Brasil. EntomoBrasilis , v. 1, p. 63-68, 2008. 9. SILVA-FILHO, Reinildes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; MARQUES, Oton Meira ; PENTEADO-DIAS, Angélica Maria ; RODRIGUES, William Costa ; ZANUNCIO, José Cola . Parasitoids of Polistes lanio lanio (Hymenoptera: Vespidae) Larvae in the Municipality of Seropédica, Rio de Janeiro State, Brazil. Sociobiology , v. 50, p. 1191-1198, 2007. 10. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Distribuição de Insetos Fitófagos (Hemiptera: Sternorrhyncha) em Plantas Cítricas no Estado do Rio de Janeiro. Neotropical Entomology , Curitiba-PR, v. 34, n. 06, p. 1017-1021, 2005. 11. AZEREDO, Edson Henrique de ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de Selenaspidus articulatus (Morgan) (Hemiptera, Diaspididae) e do predador Pentilia egena (Mulsant) (Coleoptera, Coccinellidae) em Myrtus communis L. (Myrtaceae), em Pinheiral, RJ. Revista Brasileira de Entomologia , Curitiba - PR, v. 48, n. 4, p. 569-576, 2004. 12. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA FILHO, Reinildes . Ocorrência e distribuição de crisopídeos e sirfídeos, inimigos naturais de insetos-pragas de citros no Estado do Rio de Janeiro. Agronomia (UFRRJ) , Seropédica, RJ, v. 38, n. 1, p. 83-87, 2004. 13. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Parasitismo de Aleurothrixus floccosus (Homoptera, Aleyrodidae) por Encarsia sp. (Hymenoptera, Aphelinidae) e Signiphora sp. (Hymenoptera, Signiphoridae) em Tangerina (Citrus reticulata) cv. Poncã.. Revista Universidade Rural. Série Ciências da Vida , Seropédica, v. 23, n. 1, p. 31-37, 2003. 14. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeito da Adubação nitrogenada e Potássica sobre a População de Aleurothrixus floccosus (Hom. Aleyrodidae) em pomar de Laranja Doce (Citrus sinensis) cv. Folha Murcha. Revista Universidade Rural. Série Ciências da Vida , Seropédica, v. 22, n. 2, p. 65-69, 2002. 15. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho . Registro de ocorrência de Galeopsiomyia fausta (Hym. Eulophidae) parasitóide de Phyllocnistis citrella (Lep., Gracilariidae) no município de Seropédica, RJ. Revista Universidade Rural. Série Ciências da Vida , Seropédica, RJ, v. 22, n. 2, p. 99-102, 2002. Livros publicados/organizados ou edições 1. Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos (Org.) ; Santos, Maria Cecília Rangel Monteiro (Org.) ; RODRIGUES, William Costa (Org.) . I Simpósio de Pesquisa em Mata Atlântica, Engenheiro Paulo de Frontin, RJ: livro de resumos. Rio de Janeiro: Faculdade de Formação de Professores - UERJ, 2010. v. 1. 1 p. 2. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues (Org.) ; RODRIGUES, William Costa (Org.) . Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004. v. 1. 168 p. Capítulos de livros publicados 249 Curso de Engenharia Ambiental USS 1. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; SOUZA, Solange São Paulo de . Aleirodídeos. In: Paulo Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica: EDUR, 2004, v. , p. 17-26. 2. SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Larva minadora dos citros: Phyllocnistis citrela. In: Paulo Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 85-95. 3. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Inimigos naturais. In: Paulo Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 98-114. 4. RODRIGUES, William Costa ; AZEREDO, Edson Henrique de ; PINTO, Jonas Miranda . Influência de fatores tróficos sobre os insetos fitófagos (insetos-pragas). In: Paulo Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 133-144. 5. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Monitoramento de insetos fitófagos ácaros e inimigos naturais. In: Paulo Casar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 149-157. Textos em jornais de notícias/revistas 1. RODRIGUES, William Costa . Auditoria Ambiental: Vantagens incomensuráveis. Higi Press, p. 37 - 38. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ROCHA, Jaídson Gonçalves ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Associação entre formigas (Hymenoptera, Formicidae) e pulgões (Sternorrhyncha, Aphididae) em cultivo orgânico. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006. 2. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; ROCHA, Jaídson Gonçalves ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da superfamília Coccoidea (Sternorrhyncha) em cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco), Seropédica, RJ. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006. 3. ROCHA, Jaídson Gonçalves ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Constância e freqüência da família Aleyrodidae (Sternorrhyncha) em cultivo orgânico de tangerina na Fazendinha Agroecológica (EMBRAPA/UFRRJ), Seropédica, RJ. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006. 4. FORNY, Jorge Antonio Lima ; ALVES, Luis Henrique Soares ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Coleta de insetos utilizando-se armadilhas do tipo Funil de Berlese em fragmento de Floresta Atlântica no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006. 250 Curso de Engenharia Ambiental USS 5. FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão . Eficiência do diâmetro de armadilhade pitfall na coletade formigas (Hymenotpera, Formicidae) em grama batatais (Paspalum notatum). In: XIV Jornada de Iniciação Científica, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 2004. p. 118-121. 6. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão . Diversidade de predadores em pomar de tangerina cv.Poncã (Citrus reticulata Blanco), na Fazendinha Agroecológica, Sreorpédica (Embrapa/UFRuralRJ). In: XIV Jornada de Iniciação Científica, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 2004. p. 114-117. 7. ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão . Principais predadores de Aleurothrixus floccosus (Sternorrhyncha, Aleyrodidae) em tangerina cv. Poncã em cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica (Embrapa Agroecologia) Seropédica, RJ. In: XIV Jornada de Iniciação Científica na UFRuralRJ, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 2004. p. 110-113. 8. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Identificação de insetos entomófagos de pragas de tangerina cv. Poncã em cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica.. In: XIII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica. Resumos. Seropédica : EDUR, 2003. v. 13. p. 105-107. 9. NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Levantamento de homópteros associados a Citrus reticulata Blanco em cultivo orgânico (Fazendinha Agroecológica).. In: XIII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica. Resumos. Seropédica : EDUR, 2003. v. 13. p. 108-111. 10. SOUZA, Jorge Ferreira de ; SOUZA, Silvana Aparecida da Silva ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Ocorrência de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em plantas cítricas no município de Araruama, Estado do Rio de Janeiro. In: I Congresso de Pesquisa Científica da UFRuralRJ, 2003, Seropédica. Anais, 2003. v. 1. p. 55-57. 11. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; DUARTE, Sidney Pinheiro . Efeitos de diferentes fontes de luz sobre populações de insetos em fragmento de floresta atlântica, Morro Azul, Município Engenheiro Paulo de Frontin, RJ . In: I Congresso de Pesquisa Científica da UFRuralRJ, 2003, Seropédica. Anais, 2003. v. 1. p. 308-310. 12. RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência e distribuição de crisopídeos e sirfídeos, inimigosnaturais de insetos-pragas de citrosno Estado do Rio de Janeiro. In: XII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2002, Seropédica. Anais, 2002. v. 12. p. 37-41. Resumos expandidos publicados em anais de congressos 1. Towesend, Vinícius de Jesus ; Pires, Carina Soares ; Pereira, Bruno Mendes ; Oliveira, Camila Santos Pantoja de ; Gonçalves, Priscila dos Santos ; RODRIGUES, William C. . COMPARAÇÃO PRELIMINAR DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO DAS MORTES (VASSOURAS-RJ) UTILIZANDO O TESTE DA CEBOLA (ALLIUM CEPA L.). In: IX Encontro de Iniciação Científica 251 Curso de Engenharia Ambiental USS da USS, 2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ : Universidade Severino Sombra, 2010. 2. Alves, Sueyla da Silva ; Fernandes, Fabiana dos Santos ; RODRIGUES, William Costa . LEVANTAMENTO DA ENTOMOFAUNA BIOINDICADORA DE QUALIDADE AMBIENTAL EM FRAGMENTO DE FLORESTA ATLÂNTICA. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ : Universidade Severino Sombra, 2010. 3. Fernandes, Fabiana dos Santos ; Alves, Sueyla da Silva ; De Carli, Gabriela de Abreu e Lima ; Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos ; RODRIGUES, William Costa . ENTOMOFAUNA EM ÁREA DE IMPLANTAÇÃO DE SAF, PARACAMBI, RJ. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ : Universidade Severino Sombra, 2010. 4. NASCIMENTO, C. D. M. A. ; Teixeira, Caio Palmeira ; Cardozo, Arthur Moreira ; RODRIGUES, William Costa . Coleopterofauna e Hymenopterofauna Epígea, Coletada Através de Armadilhas de Solo em Fragmento de Floresta Atlântica. In: VIII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2009, Vassouras, RJ. Anais do VIII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2009. 5. FORNY, Jorge Antonio Lima ; ALVES, Luis Henrique Soares ; Ramos, Pedro Telles ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Resultado preliminar da coleta de insetos utilizando-se armadilhas do tipo funil de Berlese em fragmento de Floresta Atlântica no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ.. In: VI Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra, 2007, Vassouras. Anais do Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra, 2007. p. 234-235. 6. ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RIBEIRO, Danúbia Gonçalves . Riqueza de espécie e flutuação populacional de insetos fitófagos (Homoptera, Sternorrhyncha) associados ao cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2005, Seropédica. Anais, 2006. 7. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; PEREIRA, Cícera Mariclécia . Avaliação populacional de coccinelídeos (Coleoptera, Coccinellidae) entre os pontos cardeais primários em cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2005, Seropédica, RJ. Anais, 2006. 8. FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão . Flutuação populacional de Orthezia praelonga (Sternorryncha, Ortheziidae) e seus inimigos naturais em tangerina cv. Poncã em cultivo orgânico em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2005, Seropédica, RJ. Anais, 2006. 9. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; RACCA FILHO, Francisco ; FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; DUARTE, Sidney Pinheiro . EFEITO DAS FASES LUNARES, NAS COLETAS DE INSETOS COM ARMADILHAS LUMINOSAS EM FRAGMENTOS DE FLORESTA ATLÂNTICA, NO MUNICÍPIO DE ENGENHEIRO PAULO DE FRONTIN, RJ.. In: III Enc. Inic. Cient. e Pesq. da Univ. Severino Sombra, 2003, Vassouras-RJ, 2003. Resumos publicados em anais de congressos 1. Araújo, Amanda ; ALVES, Gisele ; PORFIRIO, Jaqueline ; ALVES, Magno ; RODRIGUES, William Costa . Avaliação dos Aspectos Ambientais do Rio Ipê. In: IV Jornada Acadêmica do 252 Curso de Engenharia Ambiental USS Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, 2009, Paracambi, RJ. IV Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2009. p. 9. 2. RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, C. D. M. A. ; Souza, Wilian Bernardo Coêlho de ; Cardozo, Arthur Moreira . Artropodofauna outonal de floresta atlântica coletada através de armadilha de solo. In: XXII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2008, Uberlândia. Anais do XXII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2008. 3. Cardozo, Arthur Moreira ; SOUZA, Iasmin Reis de ; Falcão, Jéssica ; Guedes, Priscila Martins ; RODRIGUES, William Costa . Diversidade da Entomofauna Bioindicadora de Duas áreas em um fragmento de Mata Atlântica, em Engenheiro Paulo de Frontin. In: III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, 2008, Paracambi, RJ. III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2008. p. 7-7. 4. Dáttilo, Wesley ; ASSIS, S. ; Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos ; NASCIMENTO, C. D. M. A. ; RODRIGUES, William Costa . A entomofauna como bioinidcadora de recuperação ambiental em diferentes estágios de sucessão ecológica em um fragmento de Mata Atlântica de Altitude. In: III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, 2008, Paracambi, RJ. III Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2008. p. 10. 5. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Forrageamento de formigas em colônias de Toxoptera citricida e toxoptera aurantii (Sternorrhyncha, Aphididae) associados a cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 6. RODRIGUES, William Costa . Software para cálculo de diversidade de espécies de insetos e outros organismos. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 7. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de aleirodídeos em pomar orgânico de acordo com os pontos cardeais primários, Fazendinha Agroecológica, Seropédica. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 8. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Distribuição de cochonilhas em pomar orgânico, em pontos cardeais primários na fazendinha Agroecológica/Embrapa, Seropédica. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 9. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Atendimento de formigas em cochonilhas em cultivo orgânico de tangerina cv. poncã (Citrus reticulata Blanco). In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 10. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Aleirodídeos em cultivo orgânico de tangerina cv. poncã (Citrus reticulata blanco) e a interaçâo de formigas. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 11. FORNY, Jorge Antonio Lima ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; ALVES, Luis Henrique Soares ; CARVALHO, Lays da Silva ; PANIZZI, Catiúscia . Levantamento preliminar da entomofauna (Arthropoda, Insecta) em fragmento de floresta atlântica no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ utilizando-se armadilhas de solo do tipo pitfall. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 253 Curso de Engenharia Ambiental USS 12. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; LACERDA, Sônia Regina de ; RODRIGUES, William Costa ; FORNY, Jorge Antonio Lima . Diversidade da entomofauna em fragmento de floresta atlântica, no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ.. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006. 13. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da família Chrysopidae (Neuroptera) em citros, no município de Santa Teresa, ES. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 168. 14. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da família Coccinellidae (Coleoptera) em pomares cítricos no município de Santa Teresa, ES. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 165. 15. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . As principais espécies de aleirodídeos e cochonilhas das plantas cítricas e predadores da família Coccinellidae (EMBRAPA/Agrobiologia), no município de Seropédica, RJ. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 185. 16. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Riqueza de espécies de inimigos naturais associados ao cultivo de tangerina orgânica. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 185. 17. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Levantamento de predadores e suas respectivas presas, em tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata), sob cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica - RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado. Resumos do XX Cong. Bras Entomologia, 2004. p. 568. 18. ZINGER, Katiana ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Espécies de aleirodídeos (Sternorrhyncha, Aleyrodidae) associadas à tangerina cv Poncã em cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica, RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado. Resumos do XX Cng. Bras. Entomologia, 2004. p. 568. 19. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Interação populacional de Diaphorina citri (Sternorryncha, psyllidae) e a relação com os aspectos fenológicos de tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco) sob cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica - RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 568. 20. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Levantamento e flutuação de cochonilhas (Homoptera, Coccoidea), na Fazendinha Agroecológica (EmbrapaAgrobiologia/UFRuralRJ) município de Seropédica/RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 568. 21. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; FERREIRA, Sérgio Veiga ; NUNES, Antonio Jose Mayhé . Diversidade de formicídeos (Hymenoptera, formicidae), associadas aos aleirodídeos (Sternorrhyncha, Aleyrodidae) em tangerina cv. Poncã, sob cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica, RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 567. 254 Curso de Engenharia Ambiental USS 22. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; FERREIRA, Sérgio Veiga ; RODRIGUES, William Costa ; MOTTA, João Carlos ; FORNY, Jorge Antonio Lima . Contribuição para o estudo de formigas (Hymenoptera, Formicidae) em fragmento de floresta atlântica, município de Eng. Paulo de Frontin, RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 187. 23. LACERDA, Sônia Regina de ; RODRIGUES, William Costa ; GROSSI, Pascoal Coelho ; RACCA FILHO, Francisco ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeitos de diferentes fontes de luz sobre a população da ordem Coleoptera em nível de família no fragmento de floresta Atlântica, Morro Azul, município Engenheiro Paulo de Frontin. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 187. 24. LACERDA, Sônia Regina de ; RODRIGUES, William Costa ; ARAÚJO, Andinaidja Ferreira de ; OLIVEIRA, Rutte Perreira de ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeitos de diferentes fontes de luz sobre a população da ordem Homoptera em nível de família no fragmento de floresta Atlântica, Morro Azul, município Engenheiro Paulo de Frontin. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 188. 25. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; ZINGER, Katiana . Relação entre a brotação foliar de tangerina cv. Poncã e a dinâmica populacional de pulgões dos citros, em cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica, RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 529. 26. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Principais pragas e inimigos naturais de plantas cítricas no Estado do Rio de Janeiro. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 529. 27. SOUZA, Jorge Ferreira de ; SOUZA, Silvana Aparecida da Silva ; RODRIGUES, William Costa ; FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; AGUIAR, Elen de Lima Menezes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Aspectos ecológicos das populações de moscas frugívoras (Diptera: Tephritidae) no município de Araruama, Estado do Rio de Janeiro. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 652. 28. SOUZA, Jorge Ferreira de ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William Costa ; FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; AGUIAR, Elen de Lima Menezes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de Neosilba sp. (diptera: Lonchaeidae) em plantas frutíferas, no município de Araruama, Estado do Rio de Janeiro. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 653. 29. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Metodologia de monitoramento para insetos associados à cultura dos citros (Citrus sp.): Presença-ausência.. In: 19º Congresso Brasileiro de Entomologia, 2002, Manaus. Resumos do 19º Congresso Brasileiro de Entomologia, 2002. p. 291. 30. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência e distribuição dos coccinelídeos (Coleoptera; Coccinellidae) em plantas cítricas no Estado do Rio de Janeiro.. In: 19º Congresso Brasileiro de Entomologia, 2002, Manaus, AM. Resumos 19º Congresso Brasileiro de Entomologia. p. 62. 31. RANGEL, M. E. P. ; MARTINS, S. C. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; RODRIGUES, William Costa . Levantamento da fauna de Arthropoda de serrapilheira em fragmentos de mata atlântica dos municípios de Eng. Paulo de Frontin e Miguel Pereira - RJ.. In: II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra, 2002, Vassouras. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores, 2002. 255 Curso de Engenharia Ambiental USS 32. SILVA, Rosane Curityba da ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; RODRIGUES, William Costa . Entomofauna de Avelar, município de Paty do Alferes-RJ. (nota prévia). In: II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino Sombra, 2002, Vassouras. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores, 2002. 33. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . InsectAnalysis: Software para cálculo de índices ecológicos de insetos. In: I Enc. Inic. Cient. e Pesq. da Univ. Severino Sombra, 2001, Vassouras. Anais I Enc. Inic. Cient. e Pesq. da Univ. Severino Sombra, 2001. p. 25. 34. RODRIGUES, William Costa ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SOUZA, Solange São Paulo de . Effect of nitrogenous and pottasic fertilization on the population of Aleurothrixus floccosus (Homoptera; Aleyrodidae), in sweet orange (Citrus sinensis, Cultivar Folha Murcha. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI Congress of Entomology, 2000. v. 2. p. 707. 35. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; COSTA JÚNIOR, José da Silva ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; SOUZA, Solange São Paulo de . Effect of different levels of nitrogenous an potassic fertilization on the population of Coccus viridis (Homoptera; Coccidae) in sweet orange (Citrus sinensis), Cultivar Folha Murcha. In: XXI International Congess of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Congess of Entomology, 2000. v. 2. p. 707. 36. AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Occurrence of the enthomopathogenic fungus Aschersonia sp. infesting Selenaspidus articulatus (Homoptera,: Diaspididae), in the State of Rio de Janeiro, Brazil. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 2. p. 662. 37. SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; SOUZA, Solange São Paulo de ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Parasitoids of Phyllocnistis citrella in Rio de Janeiro, Brazil. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do iguaçú. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 1. p. 292. 38. SILVA FILHO, Reinildes ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Damage caused by snout beetles of the genera Pantomorus and Naupactus in the Thiti true lime in Araruama City, RJBrazil.. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do Iguacú. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 1. p. 292. 39. SOUZA, Solange São Paulo de ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes . A Survey of the entomo-wildlife associated the guava orchards (Pisidium guayava) cultivar Ogawa 2, with the utilization of luring trap model C-47 and the (Binomial) 'presence-absence'sampling method, in the state of Rio de Janeiro, Brasil. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 1. p. 287. 40. PINTO, Jonas Miranda ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influence of different levels of nitrogen and potassium fertilization on the scales populations associated of citric plants. In: XXI International Cong. of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Cong. of Entomology, 2000. v. 1. p. 280. 41. PINTO, Jonas Miranda ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Nitrogen and potassium fertilization were influencing the whiteflies populations in citric plants.. In: XXI International Cong. of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Cong. of Entomology, 2000. v. 1. p. 279. 256 Curso de Engenharia Ambiental USS 42. RODRIGUES, William Costa ; SANTOS, W. S. ; SILVA, Lélio C ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; LIMA, A. F. . Estudo da relação entre as populações de Selenaspidus articulatus (Hom., Diaspididae) e de crisopídeos (Neur., Chrysopidae), em plantas cítricas.. In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999. p. 54. 43. RODRIGUES, William Costa ; COSTA, A. P. T. ; COSTA JÚNIOR, José da Silva ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; LIMA, A. F. . Influência de níveis adubação nitrogenada e potássica, sobre a população de Aleurothrixus floccosus (Hom., Aleyrodidae), em laranja folha murcha (Citrus sinensis).. In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic. Científica daUFRRJ, 1999. p. 57-58. 44. RODRIGUES, William Costa ; SANTOS, W. S. ; SILVA, Lélio C ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; LIMA, A. F. . Influência de níveis de adubação nitrogenada e potásica, sobre a população de Coccus viridis (Hom., Coccidae), em laranja folha murcha (Citrus sinensis). . In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999. p. 59. 45. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Elaboração e utilização de um software no manejo Integrado de Pragas de plantas cítricas. . In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999. p. 339. 46. RODRIGUES, William Costa ; SANTOS, W. S. ; CONCEIÇÃO, J. C. ; PINTO, Jonas Miranda ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Parasitismo de Aleurothrixus floccosus (Hom., Aleyrodidae) por Encarsia sp. (Hym., Aphelinidae), em tangerina Poncã, no Campus da UFRRJ. In: XVII Cong. Bras. de Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. de Entomologia, 1998. p. 393393. 47. CONCEIÇÃO, J. C. ; SANTOS, W. S. ; RODRIGUES, William Costa ; PINTO, Jonas Miranda ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Estudo do efeito da umidade relativa do ar sobre a população de Orthezia praelonga (Homoptera, Ortheziidae) em tangerina Poncã. . In: XVII Cong. Bras. de Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. de Entomologia, 1998. p. 394-394. 48. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; PERRUSO, Julio Cesar ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes ; PERREIRA, C. H. ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Manejo agronômico sustentável, estratégia eficaz para o desenvolvimento agrícola. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 449-449. 49. SANTOS, W. S. ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; CONCEIÇÃO, J. C. ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Flutuação populacional da larva minadora dos citros Phyllocnistis citrella (Lep., Gracillariidae) em tangerina. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 455-455. 50. AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; RODRIGUES, William Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Flutuação populacional de Selenaspidus articulatus (Homoptera, Diaspididae), em pomar cítrico no Campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 456-456. 51. SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; SANTOS, W. S. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; PINTO, Jonas Miranda . Influência da adubação nitrogenada e potássica sobre a população de Phyllocnistis citrella (Lep., Gracillariidae) em tangerina Poncã. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 459459. 52. AZEREDO, Edson Henrique de ; NASCIMENTO, F. N. ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Análise do impacto da lagarta 257 Curso de Engenharia Ambiental USS rosca Agrotis ipisilon Hüfnagel, 1767 (Lepidoptera, Noctuidae) em coleto e tubérculo da planta batatinha (Solanum tuberosum L.); cv. Achat e Monalisa, associado à fatores climáticos e tróficos (NK), no município de Pinheiral, RJ.. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 460-460. 53. PINTO, Jonas Miranda ; RODRIGUES, William Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ; SANTOS, W. S. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Níveis de adubação nitrogenada e potássica influenciando a população de Orthezia praelonga (Hom., Ortheziidae) em tangerina, Poncã. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 467-467. 54. RODRIGUES, William Costa ; PINTO, Jonas Miranda ; SANTOS, W. S. ; CONCEIÇÃO, J. C. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Comportamento da população de Aleurothrixus floccosus (Hom., Aleyrodidae) sob adubação nitrogenada e potássica em tangerina Poncã. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 494-494. 55. SOARES, M.A ; MARCHIOR, L. C. ; RODRIGUES, William Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ; SANTOS, W. S. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Interação entre a flutuação populacional de Selenaspidus articulatus (Morgan, 1889) (Homoptera, Diaspididae) e níveis de ocorrência de Pentilia egena Mulsant, 1850 (Coleoptera, Coccinelidae) em Citrus reticulata Blanco, no Campus da UFRRJ. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 516-516. 56. RODRIGUES, William Costa ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; GOUVEA, Alfredo ; PERRUSO, Julio Cesar ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação com o nível de infestação de insetos associados a plantas cítricas em quatro grupos de propriedades com diferentes hábitos de controle fitossanitário nos últimos na baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia. p. 304-304. 57. RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SOARES, M.A ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação do grau de parasitismo de Aphytis sp., na baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 132-132. 58. SILVA, A. M. S. ; RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; SILVA, M. J. P. R. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação preliminar sobre o efeito de aplicações controladas e direcionadas de trichlorfon, no controle de Neuleucinodes elegantalis e a influência na população de Chrysoperla sp. em tomateiro estaqueado (Lycorpesicum esculentum). In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 310-310. 59. ZAGO, V. C. P. ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA, M. J. P. R. ; PERRUSO, Julio Cesar ; RUMJANEK, N. G. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência de diferentes combinações de adubação sobre a população de Brevicoryne brasicae (Homoptera, Aphididae) em couve-manteiga. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 366-366. 60. GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; ASSUNÇÃO, E. D. ; VIEGAS, E. C. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeito da intensidade de precipitação pluviométrica sobre a população de Orthezia praelonga em pomar de Citrus reticulata, cultivar Poncã, no Campus da UFRRJ. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do . 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 223-223. 61. GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência do uso de herbicidas nas populações de insetos associados a plantas cítricas nos municípios de Rio Bonito e Araruama - RJ.. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 304-304. 258 Curso de Engenharia Ambiental USS 62. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; SOUZA, Solange São Paulo de ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Ação do fungo entomopatogênico Aschersonia aleyrodes sobre diaspidídeos e aleirodídeos em pomares citrícolas, avaliado sob condições de uso ou não de controle químico de pragas. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 304-304. 63. GERALDO, J. ; SILVA, A. M. S. ; RODRIGUES, William Costa ; PIMENTEL, C. . Ocorrência de Shistocerca sp. em Milheto Pérola (Pennisetum glaucum) no Estado do Rio de Janeiro. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 371371. 64. RODRIGUES, William Costa ; PERREIRA, C. H. ; ASSUNÇÃO, E. D. ; SILVA FILHO, Reinildes ; CARVALHO, A. F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência da população de Chrysoperla sp. (Neuropetera, Chrysopidae) sobre a população de Pinnaspis aspidistrae (Homoptera, Diaspididae), no Parque da Gleba E, Barra da Tijuca- RJ. In: VII Jorn. de Inic. Cient. da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos da VII Jorn. de Inic. Cient. da UFRRJ, 1997. p. 34-34. 65. PERREIRA, C. H. ; SILVA FILHO, Reinildes ; RODRIGUES, William Costa ; CARVALHO, A. G. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Estudos preliminares sobre a incidência de coleópteros em vagens de Eritrinia speciosa (Rosales, Fabaceae), no Parque da Gleba E - Barra da Tijuca - RJ. In: VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos do VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997. p. 47-47. 66. PERREIRA, C. H. ; SILVA FILHO, Reinildes ; BRAGA, V. A. ; BRAGA, R. A. ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de parasitismo do microhymenoptero Encarsia sp. (Hymenoptera, Aphelinidae) sobre a população de Selenaspidus articulatus (Homoptera, Diaspididae) em plantas ornamentais e frutíferas no Parque da Gleba E, Barra da Tijuca- RJ. In: VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos do VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997. p. 48-48. 67. PERREIRA, C. H. ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes ; CARVALHO, A. F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência da população de Chrysoperla sp. (Neuroptera, Chrysopidae) sobre a população de Selenaspidus articulatus (Homoptera, Diaspididae) no Parque da Gleba E, Barra da Tijuca. In: VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos do VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997. p. 49-49. 68. SOARES, M.A ; MARTINS, S. C. ; SILVA, M. J. P. R. ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Dados preliminares da flutuação populacional de Selenaspidus articulatus (Morgan, 1889) (Hom., Diaspididae) em maracujazeiro no Campus da UFRRJ. In: VII Seminário Bienal de Pesquisa UFRuralRJ, 1996, Seropédica-RJ. Anais da VII Bienal de Pesquisa da UFRRJ. Seropédica : DDPG-UFRRJ, 1996. p. 49-49. 69. SAMPAIO, M. V. ; FERREIRA FILHO, H. F. ; ASSUNÇÃO, E. D. ; RODRIGUES, William Costa ; CARVALHO, A. F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Levantamento da entomofauna em plantas ornamentais e frutíferas do parque da Gleba E, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. In: XXI Congresso Brasileiro de Zoologia, 1996, Porto Alegre-RS. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Zoologia, 1996. p. 456-456. 70. SAMPAIO, H. N. ; SILVA, L.A ; TAVARES, S. S. ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Preferência alimentar de pulgões do quiabeiro Abelmorchus esculentum.. In: XXI Congresso Brasileiro de Zoologia, 1996, Porto Alegre. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Zoologia, 1996. p. 110-110. 71. RODRIGUES, William Costa ; ZAGO, V. C. P. ; SILVA, M. J. P. R. ; SAMPAIO, H. N. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ação de parasitóides (Hymenoptera: Aphidiidae) sobre o pulgão 259 Curso de Engenharia Ambiental USS Brevicoryne brassicae (L., 1758) em couve (Brassica oleraceae L., 1758) no campo experimental da EMBRAPA-CNPAB, Itaguaí - RJ. In: V SINCOBIOL, 1996, Foz do Iguaçu, 1996. p. 234-234. 72. RODRIGUES, William Costa ; SOARES, M.A ; MARTINS, S. C. ; CALDERA, A. M. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação em diferentes períodos da interação entre organismos bióticos reguladores e insetos pragas em agroecossistema cítrico, no Campus da UFRRJ, Itaguaí - RJ. In: 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996, Brasília. Resumos do 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996. p. 49-49. 73. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; PERRUSO, Julio Cesar ; RODRIGUES, William Costa . A influência da aplicação de agrotóxicos nas populações e nas interações interespecíficas de insetos associados a plantas cítricas nos municípios de Rio Bonito e Araruama - RJ. In: 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996, Brasília. Resumos do 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996. p. 97-97. 74. RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SOARES, M.A ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Interação entre a população de Toxoptera citricidus (Kirk, 1907) e a população de Cycloneda sanguinea (L., 1736), em plantas cítricas na região citrícola do Estado do Rio de Janeiro. In: VI Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 1996, Seropédica. Resumos da VI Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 1996. p. 23-23. Demais tipos de produção bibliográfica 1. RODRIGUES, William Costa . Coccinelídeos Associados a Toxoptera citricida (Kirkaldy) (Homoptera, Sternorryncha): Revisão. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2005 (Artigo Publicado na Internet). 2. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; LACERDA, Sônia Regina de ; FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; RODRIGUES, William Costa . ENTOMOFAUNA DE FRAGMENTO DE FLORESTA ATLÂNTICA MORRO AZUL, MUNICÍPIO DE ENG. PAULO DE FRONTIN, RJ. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet). 3. RODRIGUES, William Costa . Fatores que Influenciam no Desenvolvimento dos Insetos. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet). 4. RODRIGUES, William Costa . Inimigos Naturais de Pragas de Plantas Cítricas no Estado do Rio de Janeiro. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet). 5. RODRIGUES, William Costa . Utilização da Informática na Entomologia. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet). Produção técnica Softwares sem registro de patente 1. RODRIGUES, William Costa . Gerenciamento de Estagiários. 2010. 2. RODRIGUES, William Costa . CLATIPO - Classificaçãos de Atividades Poluidoras - RJ. 2010. 3. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Weather Forecast. 2007. 4. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Morisita Calc. 2007. 5. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Sisam v2.0 - Size of the Sample. 2007. 6. RODRIGUES, William Costa . Insect Analysis v1.0 - Parasitismo. 2006. 260 Curso de Engenharia Ambiental USS 7. RODRIGUES, William Costa . Insect Analysis v3.0 - Índice Nutricional. 2006. 8. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Test-T. 2006. 9. RODRIGUES, William Costa . DivEs - Diversidade de Espécies. 2005. 10. RODRIGUES, William Costa . Entomologistas do Brasil. 2004. 11. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . InsectAnalysis. 2001. 12. RODRIGUES, William Costa . Bibliografia . 2000. 13. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Monitoramento. 1999. Demais tipos de produção técnica 1. RODRIGUES, William Costa . Insetos Aquáticos - Principais Grupos Taxonômicos e sua Importância. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. RODRIGUES, William Costa . Insetos como Indicadores de Qualidade Ambiental. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra). 3. RODRIGUES, William Costa . Ecologia Aplicada a Entomologia. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 4. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Citricultura Fluminense: Principais Pragas e Seus Inimigos Naturais. 2004. (Editoração/Livro). Produção artística/cultural 1.RODRIGUES, William Costa . Controle natural de Insetos Domésticos. 2011. (Apresentação em rádio ou TV/Outra). Demais trabalhos 1. RODRIGUES, William Costa . Formigas como Bioindicadores de Qualidade Ambiental. 2006 (Palestra). 2. RODRIGUES, William Costa . Amostragem e aplicação de técnicas de coleta de insetos. 2005 (Palestra). 3. RODRIGUES, William Costa . Técnicas de amostragem de insetos. 2005 (Palestra). 4. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; FREITAS, H. S. . Biodiversidade de Floresta Atlântica - Instituto Zoobotânico de Morro Azul - Eng. Paulo de Frontin, RJ. 2002 (Científica). 5. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Home Page do curso de PósGraduação de Biodiversidade de Floresta Atlântica - Univ. Severino Sombra. 2002 (Científica). 6. RODRIGUES, William Costa . Home page do Projeto Entomologistas do Brasil. 2002 (Científica). 261 Curso de Engenharia Ambiental USS Origem (Localidades) dos Discentes 262 Curso de Engenharia Ambiental USS Tabela 1 – Número de alunos por localidade e período em 2011-1 Município\Período Angra dos Reis Barra do Piraí/RJ Barão de Juparanã Chiador Engenheiro Paulo de Frontin/RJ Itamonte Madre de Deus Mendes/RJ Miguel Pereira/RJ Minduri Paracambi/RJ Paraíba do Sul/RJ 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º Total de Alunos por Município - - 01 - - - - 01 - 02 02 - 04 04 06 04 04 - 02 - - - - 01 01 03 02 04 03 01 03 01 01 02 04 03 01 - - 01 01 04 01 01 01 - - 01 01 01 02 01 01 02 01 01 - - 01 - 01 01 - - 01 - - - 02 03 - 03 04 01 01 - Piraí/RJ 02 - - 01 04 - 01 - - Rio de Janeiro 01 - - - - - - - - - - 02 - - 01 02 - - - 03 07 Três Rios/RJ Teresópolis Valença/RJ Varre-Sai Vassouras/RJ Volta Redonda/RJ Total de Alunos por Período 03 05 09 01 01 06 03 04 02 07 01 02 10 02 02 10 01 01 02 02 01 01 04 01 05 - Paty do Alferes/RJ 02 01 - - Rio das Flores 26 - 01 - - - - - - 01 40 17 31 22 36 15 19 11 12 01 01 14 11 01 09 10 14 08 01 08 15 01 14 01 58 02 203 263 Curso de Engenharia Ambiental USS Fig 1 – Número de alunos por localidade – 2011-1 Fig 2 – Número de alunos por período – 2011-1 264 Curso de Engenharia Ambiental USS 265