PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
AMBIENTAL
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA
NATUREZA
(CECETEN)
UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA
VASSOURAS/RJ
Curso de Engenharia Ambiental USS
APRESENTAÇÃO
Esse Projeto expressa a constante construção da prática pedagógica inserida no
curso de Engenharia Ambiental. O que se apresenta é a percepção de nossos professores
que compõem ou já compuseram o colegiado juntamente com os seus coordenadores,
nesses quase cinco anos de curso. Em um contexto atual e sempre flexível para propostas
inovadoras que visem um desenvolvimento de competências técnicas com olhar humanista,
esta prática pretende comprometer-se com a formação de um profissional de vanguarda,
empreendedor, interferente e capaz de problematizar com competência e responsabilidade
em um mundo cada vez mais exigente de tecnologias sustentáveis.
Desta forma, pressupõe-se a necessidade de uma gestão do currículo que envolva
não somente os conteúdos disciplinares, como também práticas pedagógicas capazes de
ampliar os espaços e os tempos de aprender. Por considerarmos que as Universidades não
são apenas instituições cujo trabalho se esgota na instrução, mas, ao contrário, são espaços
complexos em que culturas, ideologias e visão de mundo estão em conflito,
compreendemos que na discussão sobre o projeto pedagógico de um curso de graduação
não são apenas as questões relacionadas ao como e por que aprender que devam estar
sendo discutidas, como também as relacionadas ao ensino. E este processo se constrói pela
participação de todos os sujeitos sociais, quando da definição do Projeto Pedagógico do
curso; pela contínua reflexão sobre o perfil sócio-econômico e cultural dos alunos; pela
definição de quais são os projetos capazes de associar conhecimento, participação e
transformação dos sujeitos envolvidos na prática pedagógica.
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental se dinamiza pelas
constantes discussões com docentes, finalizando com os partícipes do Núcleo Docente
Estruturante.
Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo, DSc.
Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental
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Curso de Engenharia Ambiental USS
SUMÁRIO
1.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES)........... 07
1.1
DADOS GERAIS DA MANTENEDORA E DA MANTIDA........................................... 07
1.2
PERFIL E MISSÃO DA IES............................................................................................... 08
1.3
DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO................................................................ 10
1.4
BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO........................................... ........ ................... 13
1.5
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO................ 15
2.
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO.............................................................................. 18
2.1
DADOS GERAIS DO CURSO........................................................ ............ ....................... 18
2.2 BREVE HISTÓRICO DO CURSO...................................................................................... 18
2.4
JUSTIFICATIVA PARA ABERTURA DO CURSO......................................................... 19
3.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA............................................................... 21
3.1 PROJETO DO CURSO: ASPECTOS GERAIS................................................................. 21
3.1.1 Objetivos do Curso................................................................................................................ 21
3.1.2 Perfil do Egresso.................................................................................................................... 21
3.1.3 Articulação do PPC com o PPI e com PDI: Ações implementadas................................... 23
3.1.4 Coerência PPC e Currículo e DCNs: Ações implementadas............................................. 23
3.1.5 Avaliação do Curso: Ações implementadas
24
3.1.6 ENADE: Ações implementadas
26
3.2 PROJETO DO CURSO: FORMAÇÃO.............................................................................. 26
3.2.1 Estrutura curricular.............................................................................................................. 26
3.2.1.1 Adequação e Dimensionamento de cargas horárias............................................................. 27
3.2.1.3 Disciplinas em Modalidade Semipresencial......................................................................... 27
3.2.2 Conteúdos Curriculares........................................................................................................ 28
3.2.2.1 Núcleo de Formação Básica...............................................................................................
28
3.2.2.2 Núcleo de Formação Profissionalizante..............................................................................
28
3.2.2.3 Núcleo de Formação Específico..........................................................................................
29
3
Curso de Engenharia Ambiental USS
3.2.2.4 Ementas atualizadas e coerentes com perfil do egresso e os objetivos do curso................. 30
3.2.3 Procedimentos de Ensino- Aprendizagem.......................................................................... 42
3.2.3.1 Estratégias de flexibilização Curricular, Contextualização e Interdisciplinaridade............
42
3.2.3.2. Metodologia comprometida com o desenvolvimento do Espírito Científico.....................
43
3.2.4 ATENDIMENTO AO DISCENTE .................................................................................
45
3.2.4.1 Nivelamento ........................................................................................................................ 45
3.2.4.2 Programa Institucional de Monitoria.................................................................................... 46
3.2.4.3 Atividades Extraclasse......................................................................................................... 47
3.2.4.4 Apoio Psicopedagógico ....................................................................................................... 47
3.2.4.5 Programa Institucional de Tutoria........................................................................................ 48
3.2.4.6 Política de Institucionalização de Acompanhamento do Egresso........................................ 48
3.2.4.7 Acesso a Registros Acadêmicos........................................................................................... 49
3.2.4.8 Condições de Acesso para portadores de necessidades especiais......................................... 49
3.3 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO................................................................................ 50
3.4 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO................................... 50
3.4.1 Estágio Curricular Supervisionado.......................................................................................... 50
3.4.2 Trabalho de Conclusão de Curso............................................................................................
51
3.4.3 Atividades Complementares..................................................................................................
52
3.4.4 Pesquisa................................................................................................................................... 53
3.4.5 Extensão.................................................................................................................................. 54
3.4.6 Estímulo à participação em Eventos Internos e Externos
55
4.
CORPO DOCENTE, CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO................................. 56
4.1
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE............................................................. 56
4.2
COORDENADORA DO CURSO........................................................................................ 58
4.3
INSTÃNCIAS COLETIVAS DO CURSO.......................................................................... 59
4.4
DO CORPO DOCENTE...................................................................................................... 60
4.4.1 Pesquisa e Produção Científica de Docentes........................................................................... 61
4.4.2 Plano de Carreira Docente....................................................................................................... 60
4
Curso de Engenharia Ambiental USS
4.5
DO CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO............................................................... 61
5.
INSTALAÇÕES FISICAS.................................................................................................... 62
5.1
INSTALAÇÕES GERAIS ................................................................................................. 62
5.2
BIBLIOTECA .................................................................................................................... 62
5.2.1
Informatização...................................................................................................................... 63
5.2.2
Política de Atualização......................................................................................................... 63
5.2.3 Serviços.................................................................................................................................. 63
5.3 INFRA-ESTRUTURA E INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS ......... 64
5.3.1 Laboratório de Informática...................................................................................................... 64
5.3.2 Laboratório de Ciências Ambientais....................................................................................... 66
5.3.3 Laboratório de Bioquímica...................................................................................................... 66
5.3.4 Laboratório de Cartografia....................................................................................................... 67
5.3.5 Laboratório de Física..............................................................................................................
67
5.3.6 Laboratório de Físico-química............................................................................................... 67
5.3.7 Laboratório de Microbiologia................................................................................................. 67
5.3.8 Laboratório de Química analítica e Inorgânica....................................................................... 68
5.3.9 Laboratório de Química analítica e Orgânica.......................................................................... 68
6. REFERÊNCIAS........................................................................................................................ 69
7. ANEXOS................................................................................................................................... 70
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Curso de Engenharia Ambiental USS
1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR (IES)
1.1 DADOS GERAIS DA MANTENEDORA E DA MANTIDA
Mantenedora: FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA
Município - Sede: Vassouras
Estado: Rio de Janeiro
Região: Centro Sul Fluminense
C.G.C. / C.F. n° 32.410.037/0001- 84
Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40
Tel/fax (24) 24711287
Endereço eletrônico: www.uss.br
E-mail: [email protected]
Instituída a 29 de janeiro de 1967, declarada de Utilidade Pública pelo Decreto Federal nº.68.769,
de 17 de junho de 1971 e reconhecida como entidade de fins filantrópicos por certificado do
Conselho Nacional de Serviço Social, de 8 de janeiro de 1975.
Mantida: UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA (USS)
Município - Sede: Vassouras
Estado: Rio de Janeiro
Região: Centro Sul Fluminense
Ato de Credenciamento: Decreto de 3 de julho de 1997
Data de publicação no DOU: 04/07/1997
Processo: 23000.000827/90-76
Endereço: Praça Martinho Nóbrega, 40
Bairro: Centro
Cidade: Vassouras
CEP: 27700-000
Telefones: 0XX (24) 2471-8200 / 2471- 8225
E-mail: [email protected]
Home page: http://www.uss.br
Caracterização Geral da IES: Instituição privada, sem fins lucrativos, declarada de Utilidade
Pública pelo Decreto nº 68.769, de 17 de junho de 1.971, publicado no Diário Oficial da União em
18 de junho de 1971.
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Curso de Engenharia Ambiental USS
1.2 PERFIL E MISSÃO DA IES
A história da Universidade Severino Sombra (USS) se articula com a história da cidade de
Vassouras. A USS possui importância histórica no desenvolvimento econômico, social e cultural
do município de Vassouras que, juntamente com seu entorno, que constitui a região de governo
denominada Centro-Sul Fluminense.
Interiorização e regionalização são categorias que articulam o ente federativo MUNICÍPIO - à instituição de ensino superior - UNIVERSIDADE. Esta, desde a década de 70,
cumpre a função social do ensino superior. Ao oferecer acesso a cursos de graduação fora dos
grandes centros, cria oportunidades de acesso ao Ensino Superior, ampliando a escolarização da
população local, e também daqueles que provêm de outros municípios do Estado do Rio de Janeiro
e/ou de outros estados de diferentes regiões do Brasil. Este fato expressa-se em sua missão, em sua
visão de futuro e nos princípios filosóficos que orientam as práticas gestoras e pedagógicas, como
podemos observar em sua MISSÃO:
Promover a formação integral do ser humano e sua capacitação
ao exercício profissional, através do ensino, da pesquisa e da
extensão, incentivando o aprendizado contínuo para o
desenvolvimento nacional e em particular da região Centro SulFluminense.
A partir da sua missão, a Universidade Severino Sombra (USS) compromete-se com o
desenvolvimento científico do país, com uma educação superior que valoriza e incorpora as
inovações tecnológicas, educacionais, em uma perspectiva multicultural e globalizante,
mencionada na VISÃO institucional:
Transformar o contexto da educação superior brasileira, através
da implementação de uma gestão compartilhada e inovadora,
capaz de concretizar uma idéia de formação multidimensional
eficaz e de qualidade, atendendo às diferentes realidades sociais.
Para promover a formação integral do ser humano, articulada ao desenvolvimento local,
regional e nacional, há necessidade de princípios que orientem as práticas. Dentre eles podemos
citar os valores que permeiam as práticas gestoras e pedagógicas da USS:
•
Autonomia: Estimular o desenvolvimento autônomo de conhecimentos e a autotransformação
em busca do fortalecimento da tomada de decisões para a resolução de problemas de forma
adequada , em função da consciência de responsabilidade social.
•
Conhecimento: Reconhecer o legado cultural que sustenta os indivíduos, favorecendo a critica
e reflexão permanente;
7
Curso de Engenharia Ambiental USS
•
Relações éticas: Valorizar a diversidade ética e cultural, contribuindo para a difusão de
práticas de inclusão;
•
Trabalho cooperativo: Estimular a cooperação e o compartilhamento de visões de mundo, de
sociedade, de trabalho de equipe;
•
Formação permanente: Compreender a formação como um processo permanente que orienta
nossas ações no mundo e sobre o mundo, que favorece o aprimoramento individual e coletivo,
pessoal, organizacional e social.
Considerando a Missão, a Visão e os valores, definem-se os objetivos da USS:
Objetivo Geral: Oferecer ensino superior nos níveis de graduação e pós-graduação Lato
sensu e Stricto sensu, de forma articulada com atividades de pesquisa e de extensão.
Objetivos específicos:
1. Incentivar formação autônoma e pessoal, por meio de práticas pedagógicas modernas,
despertando o desenvolvimento de múltiplas capacidades do discente;
2. Desenvolver formação humanista;
3. Incentivar a articulação eficaz do binômio teoria e prática, buscando valorizar o aluno como
um ser universal, que possa ter suas experiências desenvolvidas em diferentes espaços de
aprendizagem.
4. Valorizar e promover a contínua busca do conhecimento para que, concluído o curso, o aluno
promova seu próprio desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente;
5. Desenvolver habilidades e competências que possibilitarão ao aluno:
•
Desenvolver comunicação eficaz;
•
Manter um diálogo claro e convincente, apropriando-se do modo de argumentação
adequado à sua formação e à sua área profissional;
•
Utilizar recursos tecnológicos que favoreçam a busca e o registro de dados, a produção
intelectual e a comunicação;
•
Articular com eficácia os instrumentos e as habilidades fundamentais de seu campo
profissional, para nele atuar com responsabilidade e competência;
•
Ter uma visão sistêmica de sua área de conhecimento, compreendendo para isto as relações
multidisciplinares que ela estabelece;
•
.Pensar criticamente a própria experiência e o próprio contexto social;
•
Conceber criativamente e coletivamente visões compartilhadas de futuro.
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Curso de Engenharia Ambiental USS
A proposta do curso em sintonia com a MISSÃO da USS proporciona a alunos e
professores o desenvolvimento de uma visão integrada do mundo e da vida, a partir de
conhecimentos e experiências humanas diversificadas, de uma educação global e sistêmica focadas
na visão do todo e na integração das partes.
1.3 DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS DA REGIÃO
1.3.1 O Município de Vassouras
O município de Vassouras localiza-se na região de governo denominada de Centro-Sul
Fluminense. Sua posição geográfica está diretamente ligada pelo Caminho Novo aos primórdios da
história do Rio de Janeiro e das Minas Gerais. A origem de seu nome, segundo a tradição, se deve à
grande quantidade do arbusto chamado Tupeiçava ou Vassourinha, muito utilizado para fazer
vassoura. Conhecida também como "Princesinha do Café", "Cidade das Palmeiras" e "Terra dos
Barões", Vassouras exerceu importante papel no período do ciclo do café (séculos XVIII e XIX).
Suas terras, inicialmente desbravadas por Garcia Rodrigues Paes Leme, transformaram-se logo
num conglomerado de tropeiros e, em breve, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito daria lugar à
Vila de Vassouras. Contando com privilegiada rede de transporte, destacando-se a via férrea,
Vassouras foi elevada à categoria de cidade em 1857.
Enriquecida com a economia cafeeira, em pouco tempo se transformaria em um dos principais
núcleos da aristocracia fluminense e só declinaria com a abolição da escravatura. A monocultura
cedeu lugar às pequenas lavouras de hortaliças e cereais. Sua economia hoje se resume às
atividades agropecuárias, principalmente as de gado de corte e leiteiro e às lavouras de tomate.
Considerada historicamente, como um dos mais importantes municípios do Vale do Paraíba,
Vassouras guarda em suas características arquitetônicas os vestígios do período áureo do ciclo do
café. O visitante se encanta com os calçamentos de suas ruas, com a beleza de seus prédios, praças,
chafarizes, figueiras centenárias e gigantescas palmeiras. A Praça Barão do Campo Belo, encimada
pela Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, é emoldurada pelo casario que serviu à
aristocracia.
Seu Conjunto urbanístico e arquitetônico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (IPHAN), refere-se à parte central do distrito - sede. Data do século XIX e se
destaca pela singularidade de suas ruas, pela beleza de suas praças e solares assobradados.
A região apresenta ainda sedes de fazendas que preservam a beleza arquitetônica colonial rural.
Hoje, a Universidade Severino Sombra e Vassouras são indissociáveis, seus cerca de 34259
habitantes (IBGE, 2009) se misturam à população estudantil. O município é constituído de quatro
(4) distritos: Vassouras, Andrade Pinto, São Sebastião dos Ferreiros e Sebastião de Lacerda. Assim
permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
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Curso de Engenharia Ambiental USS
1.3.1
A Região Centro Sul Fluminense e Médio Paraíba
O Curso de Engenharia Ambiental recebe ingressantes predominantemente oriundos do
Estado do Rio de Janeiro, com destaque das regiões Centro-Sul Fluminense, Médio Paraíba
abrangendo os seguintes municípios: Angra dos Reis, Areal, Barra Mansa, Barra do Piraí, Itatiaia,
Comendador Levy Gasparian, Mendes, Miguel Pereira, Paracambí, Paraíba do Sul, Paraty, Paty do
Alferes, Engenheiro Paulo de Frontin, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio
das Flores, Sapucaia, Três Rios, Valença, Vassouras,Volta Redonda; além de oriundos de outros
Estados brasileiros.
Entre os municípios integrantes das regiões predominantes encontra-se uma malha
rodoviária que permite fácil acesso à Universidade Severino Sombra, facilitando aos ingressantes o
deslocamento diário para realizar o Curso, por Vassouras localizar-se aproximadamente
eqüidistante dos demais municípios.
A diversidade econômica observada entre os municípios dos quais recebemos alunos não
os diferencia quanto às perspectivas em relação ao mundo do trabalho, encontrando-se os mesmos
na rede de ensino pública, estadual, municipal e privada.
Na região há uma ampla rede de pequenas, médias e grandes empresas, possui órgãos
públicos com atuação em projetos, planejamento, manutenção, coordenação e supervisão de
serviços e obras.
A seguir é apresentado um quadro demonstrativo da região Centro Sul fluminense e Médio
Paraíba.
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Curso de Engenharia Ambiental USS
Dados Sócio Econômico da Região Centro Sul Fluminense e Médio Paraíba
Município
Angra dos
Reis
Areal
Barra do Piraí
Barra Mansa
Itatiaia
Comde. Levy
Gasparian
Mendes
Miguel
Pereira
Paracambi
Paraíba do
Sul
Paraty
Paty de
Alferes
Eng°. Paulo
de Frontin
Pinheiral
Piraí
Porto Real
Quatis
Resende
Rio Claro
Rio das
Flores
Sapucaia
Três Rios
Valença
Vassouras
Volta
Redonda
População
do
Município
Empresas
População
Ocupada
PIB
Per Capta
Ensino
Médio
Distância
Tempo
Aproximado
Viagem
Acesso
169511
4040
42459
31134,61
7401
146 Km
2h 25 min
RJ 155
11423
94778
177813
28783
494
1922
3967
847
5981
17119
35782
6747
13637,46
10361,17
13956,15
14111,61
271
2747
6509
475
85,7 Km
21,6 Km
63,5 Km
115 Km
1h 5 min
23 min
1h 1 min
1h 36 min
BR 393
BR 393
BR 393
BR 393 e Rodov. Pres. Dutra
8190
815
4450
16309,61
240
79,7 Km
59 min
BR 393
17935
341
2514
8112,73
499
21,4 Km
20 min
BR 393 RJ 127
24642
1564
5628
9863,58
996
24,9 Km
30 min
RJ 115
47124
775
4966
7729,45
2145
36,4 Km
36 min
BR 393 e RJ 127
41084
839
7061
10230,43
1007
51,1 Km
42 min
BR 393
37533
1053
6797
12727,78
1374
208 Km
3h7 min
BR 393 RJ 155 e Rod. Rio
Santos
26359
465
3308
8210,77
987
30,7 Km
39 min
RJ 115
13237
220
2025
8735,66
788
29,1 Km
30 min
BR 393 RJ 127
22719
26314
16592
12793
119769
17425
457
518
376
312
3241
282
3104
6768
9905
2250
29824
1945
7336,19
203561,86
8655,18
35244,71
7834,58
867
1390
338
267
4528
756
46,8 Km
47,9 Km
88,5 Km
84,7 Km
104 Km
84 Km
44 min
56 min
1h 15 min
1h 15 min
1h 32 min
1h 26min
BR 393
BR 393 e RJ 137
BR 393 e Rodov. Pres. Dutra
BR 393 RJ 143
BR 393 e Rodov. Pres. Dutra
RJ 137
8561
471
3797
24886,31
348
46,8 Km
51 min
RJ 115
17525
77432
71843
34410
553
2593
1476
717
3739
22849
12322
7253
14429,70
15119,97
8503,38
9418,32
732
299
291
1269
106 Km
62,8 Km
33,3 Km
-
1h 22 min
48 min
38 min
-
BR 393
BR 393
RJ 143
-
257803
6550
74634
29881,59
12831
56,3 Km
51 min
BR 393
11
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1.4 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
A Universidade Severino Sombra surgiu na segunda metade da década de 1960, a partir da
criação em 27/07/66 da Sociedade Universitária John F. Kennedy (SUNEDY) e em 1967 foi eleito
seu Presidente, o Prof. Severino Sombra de Albuquerque. Em 25 de março de 1975, cumprindo
exigência do Conselho Federal de Educação, teve seu nome alterado para Fundação Educacional
Severino Sombra (FUSVE). A partir de 03 de julho de 1997 as Faculdades Integradas Severino
Sombra são transformadas na Universidade Severino Sombra (D.O. de 04/07/97).
O primeiro curso a ser autorizado foi o de Medicina (decreto n. 63.800 de 13/12/68). A
Faculdade de Medicina funcionou, inicialmente, em prédio cedido pelo Governo do Estado do
Rio de Janeiro - Palacete Barão de Massambará. Começava a realização do sonho do Professor
Severino Sombra: o de implantar, na histórica cidade de Vassouras, a “Coimbra Brasileira”, isto é,
uma “Cidade Universitária”.
Tendo em vista o sentido humanitário de sua obra de prestar assistência às populações da
região e, sobretudo, promover as atividades práticas do Ensino Médico, a FUSF, empenhou-se na
instalação de um Hospital-Escola. Foi adquirida, em março de 1970, uma propriedade com 23.000
m2 de terreno, arborizado com um imóvel em que funcionava a Sociedade Feminina de Educação e
Assistência. Em abril do mesmo ano, começou a funcionar o Ambulatório com quatorze (14)
consultórios médicos e dois (2) anfiteatros. A inauguração do Hospital-Escola Jarbas Passarinho
(HEJP), ocorreu em 27/04/72, com a presença do Ministro da Educação e Cultura, Professor Jarbas
Passarinho. Em 1984, o ciclo básico da Faculdade de Medicina foi transferido do antigo Palacete
do Barão de Massambará para as novas instalações do Conjunto Universitário.
Em 1988, foi autorizado o funcionamento da Residência Médica nas 04 (quatro) áreas
básicas (pediatria, ginecologia/obstetrícia, clínica médica e clínica cirúrgica), pela Comissão
Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação e Cultura e, mais recentemente, através
do Parecer nº 09/98, foram credenciadas as áreas de Anestesiologia, Nefrologia, Terapia Intensiva
e, finalmente, em 2008, a de Medicina da Família. O Hospital Universitário foi reconhecido em
2005, pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, como Hospital de Ensino.
Paralelamente à criação do Curso de Medicina, observamos, no início da década de 1970, a
criação e autorização, no município de Paraíba do Sul, da Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras (Decreto n. 69.230, de 21/09/71, publicado no D. O. de 23/09/71). Por exigência do
Conselho Federal de Educação foi transferida para a sede do Município de Vassouras (04/06/75),
instalando-se provisoriamente no imóvel do então Colégio Regina Coeli.
No Final da década de 1970, visando ampliar seus Cursos, a Fundação Universitária Severino
Sombra implantou a Escola de Engenharia Mecânica e Elétrica (Decreto n. 89.653, de 14/05/84,
12
Curso de Engenharia Ambiental
USS
publicado no D.O. de 15/04/84). Em função da ampliação das áreas de atuação, além do Curso de
Medicina, foi adquirido a partir da década de 1970, o prédio da Estação Ferroviária do município de
Vassouras e a Chácara Visconde de Araxá, onde foi construído o Campus Universitário. O Campus
Universitário ganhou em 1986, o Auditório Severino Sombra, com capacidade de 220 lugares. Como
parte do Complexo Educacional Severino Sombra, foram criados: o Colégio Sul Fluminense de
Aplicação - COSFLAP- (Portaria n. 997/CDCE-E, de 04/12/90); o Centro de Documentação
Histórica (CDH), com a finalidade de desenvolver Pesquisa em Vassouras e no Vale do Paraíba; a
Fazenda Experimental e o Hospital-escola Veterinário.
Em 2004 foi criado o CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL, reconhecido pelo MEC
(Decreto n. 5.773, de 09/5/2006, publicado no D.O. de 01/11/2006).
A Universidade Severino Sombra oferece, na área do ensino, cursos de graduação, nas
modalidades de bacharelado, licenciatura e tecnólogo. Na área de programas de pós-graduação oferece
cursos em nível Lato Sensu e Stricto Sensu. Os cursos de graduação estão organizados em três (3)
centros:
a) Centro de Ciências da Saúde: Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia,
Medicina, Medicina Veterinária, Psicologia, Odontologia, Tecnólogo em Radiologia.
b) Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza: Ciências Biológicas, Engenharia
Ambiental, Engenharia Elétrica, Química Industrial, Matemática, Sistema de
Informação, Tecnólogo em Agronegócios, e Tecnólogo em Gestão Ambiental.
c) Centro de Letras, Ciências Humanas, Sociais e Aplicadas: História, Letras, Pedagogia,
Turismo (Bacharelado e Tecnólogo), Administração, Teologia, Tecnólogo em Gestão
Pública, Tecnólogo em Negócios Imobiliários.
No que tange à administração, o general Severino Sombra de Albuquerque legou a
Universidade Severino Sombra ao Município de Vassouras. A gestão da Universidade e de sua
mantenedora FUSVE foi estabelecida a partir de eleição de um Conselho Gestor, pelo voto da
Comunidade Acadêmica e da Comunidade de Vassouras, representadas pelos membros dos Conselhos
Eleitor, Diretor e Curador.
Atualmente, o contingente educacional da USS é de 3.491 alunos, distribuídos nos diversos
níveis de ensino. O Corpo docente é composto de 358 professores (Graduação, Pós-Graduação, Ensino
Médio e Tecnológico) e o quadro de Pessoal Técnico-Administrativo é composto por 960 servidores
(fonte: Universidade Severino Sombra – Recursos Humanos, 2011).
13
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1.5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Atualmente as Políticas institucionais da Universidade Severino Sombra (USS) buscam
articular ensino, pesquisa e extensão.
É a PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO que implanta e coordena as políticas
de ensino, através da oferta de cursos de graduação plena nas áreas das Ciências da Saúde; das
Ciências Humanas e das Ciências Exatas e da Natureza.
A política de ensino da Instituição busca estimular a inquietação, a dúvida, a
provocação de novas idéias e a procura de novos métodos que comprometam o aluno com os
problemas da sociedade através de uma formação multidisciplinar. Procura dotar os estudantes não
apenas de uma excelente formação profissional, mas também de atitudes que expressem essa
formação. Articulando formação profissional e formação política, a Instituição quer provocar, em seus
estudantes, tomadas de atitude frente à situação atual, tornando-os profissionais politicamente
responsáveis.
A compreensão do currículo como algo dinâmico, que se constrói cotidianamente, contribui
para a reconfiguração das escolhas e decisões docentes , questionando uma suposta neutralidade do
seu trabalho pedagógico, provocando reflexão e tomada de decisão, que se desenvolvem assentadas
em valores e princípios, na maioria das vezes não explicitados. Pensar as mudanças no ensino e no
Projeto Pedagógico implica pensar movimentos que envolvam ações em nível macro e micro. A
mudança não se constrói somente em nível macro, nem somente no espaço intra-muros, mas também
com atuação no espaço extra-muros e sua participação. Os dois âmbitos devem estar articulados e os
atores envolvidos têm que participar de algum modo nesses amplos espaços aqui configurados.
A PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO é o setor da
Universidade Severino Sombra responsável por implantar, acompanhar e avaliar políticas
institucionais de práticas de investigação e de iniciação científica. A Missão de uma Universidade
não se restringe somente à transmissão do conhecimento, mas abrange também a produção de
conhecimento científico. Diante disto, a Universidade Severino Sombra instituiu mecanismos de
incentivo e viabilização para o desenvolvimento de pesquisas em sua comunidade acadêmica. Com a
criação de meios que possibilitem gerar um ambiente propício à produção de novos conhecimentos, a
Universidade busca contribuir para a qualificação e atualização de seu Corpo Docente, em relação aos
avanços científicos, ao intercâmbio de conhecimento científico, ao crescimento de sua comunidade
acadêmica e finalmente, para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, através da aproximação
entre o ensino e a pesquisa.
Através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, a USS vem investindo em
ensino continuado desde a década de 1970, através de seus cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. A
USS, por atuar em toda a região Centro-Sul-Fluminense é um importante polo formador e fomentador
do desenvolvimento científico e cultural, possibilitando a (re)qualificação profissional e uma melhor
14
Curso de Engenharia Ambiental
USS
perspectiva de inserção no mercado de trabalho. Por sua tradição e pela qualidade dos cursos
oferecidos, a USS é hoje uma referência regional em Pós-Graduação nas áreas da Saúde, da Educação
e em áreas multidisciplinares. Quanto a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, oferece o
Mestrado Acadêmico em História Social e a, partir do ano de 2008, oferece o Mestrado Profissional
em Educação Matemática e em 2011 foi implantado o Mestrado Profissional em Ciências Ambientais.
A Iniciação Científica tem como objetivos despertar a vocação científica dos
estudantes de graduação e incentivar talentos em potencial. Este Programa estabelece incentivos e
normas para o desenvolvimento acadêmico dos alunos de graduação da Universidade Severino
Sombra, estreitando vínculos entre o ensino e a pesquisa e contribuindo para uma melhor formação do
discente, através de seu engajamento em Projetos de Pesquisa desenvolvidos e orientados pelos
docentes da Instituição. Ao mesmo tempo, os novos questionamentos e as novas práticas decorrentes
do trabalho de pesquisa incidem diretamente sobre o rendimento acadêmico do aluno, tanto no
desenvolvimento de suas aptidões e seu raciocínio, quanto na sua motivação.
A USS possui Grupos de Pesquisa cadastrados no Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico (CNPq). Desses grupos participam professores e alunos das áreas:
Ciências da Saúde; Ciências Exatas, da Natureza e Tecnológica; e Ciências Sociais, Aplicadas e
Humanas. Até o ano de 2007 a USS subsidiava os pesquisadores com gratificação de pesquisa e à
partir de janeiro de 2008, esta gratificação passou a ser feita através da FUNADESP (Fundação
Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular).
Os resultados das atividades de pesquisa têm propiciado a docentes e discentes
participação em congressos, reuniões científicas internacionais, nacionais e locais com apresentação de
trabalhos. Como resultado desses trabalhos de investigação, tem ocorrido publicação em livros e
revistas indexadas. Como inúmeros trabalhos possuem dimensão social, tem ocorrido articulação das
atividades de pesquisas e de extensão junto à comunidade local. Dentro desta perspectiva, a
Universidade se propõe a ser um centro promotor e estimulador da pesquisa científica, definindo
Linhas e Grupos de Pesquisa voltados para o desenvolvimento regional, empenhados em contribuir na
diminuição dos desníveis setoriais da sociedade em que se encontra inserida consoante com o perfil
de formação que pretende.
As políticas de pesquisa da Instituição são definidas pelo Colegiado de Pesquisa, órgão
colegiado, de naturezas consultivas, normativas e deliberativas, formadas por docentes das diferentes
áreas do saber abrangidas na USS e eleitos por seus pares. Desta forma, a Comunidade Acadêmica
participa de forma atuante no estabelecimento das diretrizes de pesquisa e na criação das normas para
sua operacionalização.
O COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA (CEP-USS) tem papel - chave no
monitoramento dos Projetos de Pesquisa na Instituição, assegurando que o delineamento da pesquisa e
o seu desenvolvimento sigam os parâmetros éticos estabelecidos.
15
Curso de Engenharia Ambiental
USS
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é um órgão colegiado interdisciplinar e
independente, com “múnus público”, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, que existe nas
instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, criado para defender os
interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir no
desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos (Normas e Diretrizes Regulamentadoras da
Pesquisa Envolvendo Seres Humanos – Res. CNS 196/96, II.14). É responsável pela avaliação e
acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Sua missão é
salvaguardar os direitos e a dignidade dos sujeitos da pesquisa e contribuir para sua qualidade com
discussão do papel da pesquisa no desenvolvimento institucional e social da comunidade.
O CEP da Universidade Severino Sombra foi criado e registrado junto à Comissão
Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), em 2000, sendo esta criação resultado de uma demanda
apresentada por docentes do curso de medicina. Atualmente o Comitê é formado por dezessete
participantes de diversas áreas de atuação, além de um representante dos usuários e vem promovendo
campanhas educativas e realizando cursos de extensão gratuitos, abertos a toda a comunidade, sobre os
procedimentos éticos em pesquisa envolvendo seres humanos.
A CEUA, COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS, tem por finalidade fazer
cumprir as determinações dos aspectos éticos envolvendo a utilização em animais tanto em
experimentos e quanto em atividades de ensino. A CEUA é uma comissão multidisciplinar, formada
por docentes, discentes e membros da sociedade civil que se reúne periodicamente, com o objetivo de
acompanhar, avaliar e regulamentar os procedimentos envolvendo animais na Instituição, a partir dos
parâmetros e os critérios estabelecidos pela COBEA e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária.
Conceitualmente, a PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA deve atender a
três marcos: a bilateralidade da relação Instituição de Ensino Superior e sociedade, a
indissociabilidade pesquisa-extensão e a interdisciplinaridade. A Extensão Universitária é um processo
social, educativo, cultural e científico que, articulado ao ensino e à pesquisa, viabiliza a relação
transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Essa relação deverá ser praticada sempre como via
de mão-dupla, com troca de saberes, resultante da atuação intencional dos Cursos na realidade e da
participação efetiva da comunidade na construção da Universidade.
O relacionamento com o ensino e a pesquisa reforça o processo extensionista como
espaço de formação, alicerçado na produção de novos conhecimentos, na qual se incluem os novos
métodos e tecnologias. No ensino da USS, a Extensão contribui para o aprofundamento do conceito
compreensivo de sala de aula como espaço intra e extramural, para a superação do conceito de “aula”
como processo informativo, buscando uma maior responsabilização do aluno na sua formação e
reforçando o papel do professor como facilitador do processo de ensino-aprendizagem e não mero
repassador de informação.
16
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
2.1 DADOS GERAIS DO CURSO
Centro: CECETEN - Centro de Ciências Exatas, Tecnológicas e da Natureza
Denominação do Curso: Curso de Engenharia Ambiental
Nº de vagas em regime seriado semestral: 40 (quarenta).
Horários de Funcionamento: noturno, durante a semana e diurno aos sábados.
Aprovado por deliberação: no. 06/03 CONSU de 27/11/2003
Reconhecido pelo MEC: Decreto n. 5.773, de 09/5/2006 - publicado no D.O. 01/11/2006
Data de início do funcionamento: Fevereiro/2004
Carga Horária Total: 4068 (matrizes 2004.1 e 2007.1)
Tempo Mínimo de Integralização: 4 anos e meio (matrizes 2004.1 e 2007.1)
Carga Horária Total: 4040 horas (matriz 2009.2).
Tempo Mínimo de Integralização: 05 (cinco) anos (matriz 2009.2)
Coordenador de Cursos de Graduação do CECETEN : Prof. Ilydio Pereira de Sá
Coordenadora do curso de Engenharia Ambiental: Prof. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares
Semêdo
2.2 BREVE HISTÓRICO DO CURSO
O Curso de Engenharia Ambiental na Universidade Severino Sombra foi criado em 2004,
reconhecido pelo MEC (Decreto n. 5.773, de 09/5/2006, publicado no D.O. 01/11/2006).
Esteve a frente da implantação do curso e primeira coordenação, a Profa. Dra. Kátia
Cristina Garcia (2004-2005), seguida do Prof. Dr. Felipe da Costa Brasil (2006-2007), Profa. Dra.
Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (2008), Prof. Dr. William Costa Rodrigues (2009-1),
Prof. Alexandre Lioi Nascentes (2009-2), Prof. Miguel Rascado Fraguas (2010-1) e em sua
segunda gestão, Profa. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (Junho de 2010, até o
momento).
O curso se iniciou com a matriz de 2004 com 9 períodos e carga horária total de 4.140 horas,
igualmente para a matriz proposta em 2007. Atualmente, o curso tem organização semestral com uma
carga horária de 4.040 h distribuídas por 10 (dez) semestres letivos de segunda a sexta-feira (noturno)
e sábado (diurno). A primeira turma do curso formou 04 Engenheiros Ambientais em 2008. O curso
formou um total de 55 Engenheiros Ambientais e em 2011-1 possui um contingente de 202 discentes
cursando regularmente.
O crescimento em número de alunos observado nos últimos vestibulares e a diversificação da
formação dos educandos,tr ouxe desafios para o Curso. Estes desafios relacionavam-se as discussões
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
sobre coerência do currículo com os objetivos do curso, com o perfil do egresso e com as expectativas
definidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Engenharia Ambiental.
2.3 JUSTIFICATIVA PARA ABERTURA DO CURSO
Ciência e Tecnologia sempre deixaram sua marca na história da civilização. Particularmente nos
últimos duzentos anos, mais dramaticamente no último século, a velocidade e o impacto das inovações
científicas e tecnológicas sobre a vida das pessoas e sobre a economia dos países, transformaram o
ensino da Engenharia e a pesquisa científico-tecnológica. Atualmente, Ciência e Tecnologia
encontram-se intimamente relacionadas, como elementos estratégicos para a afirmação da
competitividade e poderio econômico de empresas e nações. Nesta nova dimensão, o ensino da
Engenharia e a pesquisa científico-tecnológica, deixam de ser assunto exclusivo de engenheiros,
professores e pesquisadores isolados, e passam ao âmbito de instituições criadas ou adaptadas para
cuidar de sua gestão. Políticas públicas e privadas os incorporam como objeto fundamental em seu
planejamento. Mesmo invenções ou inovações, aparentemente individuais têm como pano de fundo
um complexo educacional, industrial e de pesquisa gerador de recursos humanos e materiais, criando
as condições para seu surgimento e afirmação como produto de efetiva expressão econômica. Temos
então, os campos da Ciência e Tecnologia apresentados como importantes conquistas de um espírito
humano em constante mutação e autocrítica de seus conceitos, teorias, equipamentos e produtos,
geradora de valores, mas dialogando com outros atores a questão ambiental.
A necessidade de racionalização e busca de alternativas, impõem uma diferenciação nos
objetivos do ensino e da pesquisa científico-tecnológica. Se antes a ênfase era a busca de novos
dispositivos ou dispositivos cada vez mais poderosos de transformação de energia, sempre que
possível eficientes e não agressivos ao meio ambiente, a racionalização impõe a condição de novos
dispositivos ou aperfeiçoamento dos dispositivos já existentes que atendam ao requisito básico de
serem necessariamente mais eficientes e menos agressivos ao meio ambiente. A descoberta, o
aperfeiçoamento e a difusão de tecnologias auxiliares na conservação de energia, uso e controle de
novas fontes, novas formas de uso e controle de fontes convencionais, na produção de bens e serviços,
passa a ocupar lugar relevante como objeto de pesquisa e difusão científico-tecnológica. A qualidade
do suprimento de energia, bens e serviços tecnológicos, postos à disposição da melhoria das condições
de vida humana, objetivo maior da engenharia, passa a depender do sucesso deste esforço.
A mudança, de um paradigma tecnológico intensivo em energia para um paradigma
tecnológico intensivo em informação, tendência já consolidada em nível mundial, soma-se em
importância aos assuntos relacionados à Engenharia, colocando novos instrumentos à sua disposição.
Controles automáticos, modelagem computacional utilizando softwares robustos para simulação de
equipamentos ou sistemas, são alguns exemplos dos aparatos tecnológicos colocados à disposição da
Engenharia moderna. A necessidade de maior responsabilidade no uso da tecnologia, questionamentos
18
Curso de Engenharia Ambiental
USS
a respeito dos efeitos dos grandes sistemas de suprimento de necessidades, interesse em conhecer
novas alternativas energéticas, perplexidade diante de artefatos que escapam ao entendimento do
homem comum, são alguns dos exemplos de um novo relacionamento do ser humano com as
inovações tecnológicas, inovações que se estendem a áreas diretamente relacionadas à sua existência
biológica, como por exemplo, o aparato tecnológico da medicina atual.
Em resumo, considera-se que a Engenharia moderna:
•
Possui uma sólida base científica;
•
Integra teoria e prática;
•
Insere-se num mundo onde a informática desempenha importante papel na geração e
aplicação de conhecimentos;
•
Deve preocupar-se com a eficiência energética de seus produtos;
•
Leva em consideração a necessidade de eliminar, diminuir ou mitigar impactos
ambientais;
•
Incorpora aspectos econômicos e organizacionais em seu trabalho;
•
Interage com outros saberes e com a sociedade.
Dentro deste cenário da Engenharia moderna, justifica-se o Curso de Engenharia Ambiental da
Universidade Severino Sombra para o país e, particularmente, para a Região Sul-Fluminense,
considerada importante estrategicamente. Esta região está inserida em fragmentos conservados da
Mata Atlântica, onde técnicas de recuperação e manejo precisam ser trabalhadas, compreende também
em sua abrangência o Rio Paraíba do Sul, importante manancial hídrico, fundamental para o
abastecimento da Cidade do Rio de Janeiro e foco de discussão nos Comitês de Bacias (CEIVAP). A
região possui intensa atividade produtiva industrial nas áreas metal-mecânica, automotiva,
metalúrgica, siderúrgica, cimenteira, alimentícia e energética (usinas termoelétricas, termonucleares e
hidrelétricas com inúmeras industrias, atividades agropecuárias, além dos problemas ambientais
relacionados ao planejamento rural e urbano desordenado. Leva-se em conta a necessidade de
formação de um engenheiro com conhecimentos gerais suficientes para relacionar-se eficazmente com
os diferentes usuários e parceiros de seu saber, ao mesmo tempo que mantém conhecimentos
especializados para o exercício de sua profissão e habilidades de aprendizado continuado, fazendo
frente ao sempre crescente fluxo de transformações destes conhecimentos.
19
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
3. 1. OBJETIVOS DO CURSO: ASPECTOS GERAIS
3.1.1. Objetivos Do Curso
O objetivo do Curso é formar engenheiros ambientais capacitados a atender às diferentes
solicitações profissionais pertinentes, com uma visão analítica, crítica, criativa e inovadora, através de
uma sólida formação básica, geral e humanística, associada a formação profissional específica,
moderna e abrangente. Assim, o profissional egresso atenderá às necessidades regionais,
compreendendo os seus problemas ambientais e identificando a metodologia mais adequada para a sua
solução.
Atualmente, a Região Centro Sul-Fluminense vem apresentando uma acentuada demanda por
profissionais da área ambiental. Tal fato pode ser observado explicitamente nos problemas e conflitos
ambientais da região, causados pelo desenvolvimento rural e urbano desordenado, implantação de
industrias nas regiões próximas, acúmulo de resíduos sólidos, assoreamento de rios, contaminação do
solo e dos rios, desmatamento entre outros. Por isso, o Curso de Engenharia Ambiental da USS,
contempla na sua matriz curricular, disciplinas que irão dar ao egresso, o perfil para analisar e
solucionar tais conflitos e problemas ambientais. Sendo assim, o perfil do Curso, bem como o do
profissional egresso, estão diretamente ligados às necessidades regionais onde a Universidade está
inserida.
3.1.2. Perfil do Egresso
O aluno formado pelo curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra
agrega ao seu perfil, qualidades de espírito de equipe, comportamento crítico e ético somados a uma
sólida formação técnico-científica generalista para que seja incessante na busca de conhecimentos.
Atuando com o compromisso de valorizar a tecnologia sem desrespeitar o ser humano e a natureza.
Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia Ambiental e de
acordo com o que dispõem os órgãos oficiais, Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia – CONFEA (Lei nº 5.194/66) e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia - CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de engenheiro as seguintes
atividades:
•
supervisão, coordenação e orientação técnica;
•
estudo, planejamento, projeto e especificação;
•
estudo de viabilidade técnico-econômica;
•
assistência, assessoria e consultoria;
20
Curso de Engenharia Ambiental
USS
•
direção de obra e serviço técnico;
•
vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
•
desempenho de cargo e função técnica;
•
ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
•
extensão;
•
elaboração de orçamento;
•
padronização, mensuração e controle de qualidade;
•
execução de obra e serviço técnico;
•
fiscalização de obra e serviço técnico;
•
produção técnica e especializada;
•
condução de trabalho técnico.
Pautado nestes princípios, o perfil do egresso contempla as seguintes características:
•
Comportamento ético no desempenho de sua profissão;
•
Profissional com conhecimentos científicos para o desempenho das funções de engenheiro
ambiental em diferentes áreas de atuação;
•
Capacidade de perceber a necessidade de seu contínuo aperfeiçoamento para galgar níveis de
maior complexidade dentro da profissão, a partir de literatura técnica, participação em entidades
profissionais, seminários e demais eventos científicos. Objetivando também os Cursos de pósgraduação, tanto Lato Sensu como Stricto Sensu.
•
Capacidade de integrar-se com profissionais de outras áreas de conhecimento oferecendo a
contribuição da Engenharia Ambiental para a solução de problemas multidisciplinares;
•
Conhecimento dos problemas relativos à Engenharia Ambiental regional, nacional e global
tanto na esfera pública quanto no âmbito privado;
•
Capacidade de analisar de forma integrada e de solucionar ou mitigar problemas ambientais
locais, regionais, nacionais ou globais.
•
Comportamento ético e humanístico para relacionar-se eficazmente com seus pares e outros
segmentos da sociedade;
•
Preocupação com o binômio Produção Industrial e Meio Ambiente;
•
Capacidade de solucionar problemas nas áreas de produção industrial, nos âmbitos de
planejamento e gestão ambiental, tratamento de resíduos sólidos e de efluentes além do controle
de poluição industrial.
O profissional de Engenharia Ambiental pode atuar em empresas públicas e privadas, dos
setores industriais, comerciais e de serviços; pode estabelecer-se como profissional autônomo, e
também pode atuar na área da educação e de pesquisas. O profissional tem como órgão profissional
representativo Federal, o Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura e Agronomia - CONFEA, e
regional o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia – CREA. As possibilidades
21
Curso de Engenharia Ambiental
USS
de atuação do Engenheiro Ambiental estão diretamente ligadas ao planejamento e gerenciamento de
recursos hídricos; desenvolvimento de atividades associadas a gestão e tratamento de águas e efluentes
industriais, gestão e tratamento de resíduos sólidos, desenvolvimento de alternativas de uso dos
recursos naturais renováveis e não renováveis, utilização de técnicas de geoprocessamento e
sensoreamento remoto, vistorias, perícias,
entre outras. O curso de Engenharia Ambiental da
Universidade Severino Sombra, forma profissionais com capacidade de atuar tanto como Gestor
quanto nas mais diversas áreas de concepção e execução das Tecnologias no âmbito Ambiental.
3.1.3. Articulação do PPC com o PPI e com o PDI: Ações Implementadas
Sabedores da importância da compreensão do PPI, PDI e PPC como documentos nos quais
devem explicitar seu posicionamento em relação à sociedade, à educação e o ser humano, bem como
assegurar o cumprimento de suas políticas e ações, os projetos, o plano e o currículo, muito mais que
documentos técnico-burocráticos, devem ser considerados instrumentos de ação política e pedagógica
que garantam “uma formação global e crítica para os envolvidos no processo, como forma de capacitálos para o exercício da cidadania, a formação profissional e o pleno desenvolvimento pessoal”. Desta
forma, inseridos com competência no ambiente profissional, contribuindo assim, para o
desenvolvimento regional, estadual e nacional.
Apesar das diversidades, não há distinção hierárquica entre PPI com o PPC, devendo ambos
constituir os processos dinâmicos, intencionais, legítimos, transparentes, em constante interconexão
com o contexto da IES; o PDI, em consonância com o PPI, deve apresentar a forma como a IES
pretende concretizar seu projeto educacional, definindo as metas a serem alcançadas nos períodos de
tempo definidos, e os recursos humanos e materiais necessários à manutenção e ao desenvolvimento
das ações propostas.
Para alcançar tais objetivos o curso de Engenharia Ambiental em suas ações, tem estimulado a
investigação científica através dos projetos de pesquisas com inserção de Docentes e Discentes;
provoca atitudes frente a situação atual relacionadas ao meio ambiente, com discussões, estudos de
caso, utilização de temas para elaboração de trabalhos científicos.
3.1.4.
Coerência PPC e Currículo e DCN´s: Ações Implementadas
O Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra busca formar um
engenheiro com conhecimentos suficientes para relacionar-se eficazmente com os seus pares, além dos
diferentes atores do saber, ao mesmo tempo em que mantém conhecimentos especializados para o
exercício de sua profissão e habilidades de aprendizado continuado para fazer frente ao sempre
crescente fluxo de transformações destes conhecimentos.
22
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Um sólido embasamento científico, com apresentação e discussão de conceitos dos fenômenos
físicos, químicos, biológicos e geográficos importantes para a solução de problemas da área ambiental,
compreensão dos processos governamentais de estruturação de políticas, planos e programas
ambientais, conhecimento de técnicas modernas de planejamento e gestão ambiental, utilização de
ferramentas matemáticas e de simulação computacional, utilização de ferramentas de laboratório,
apresentação de relatórios técnicos, conhecimento de materiais, conhecimento de processos e novas
tecnologias, aspectos econômicos, sociais e éticos das soluções de problemas ambientais no âmbito da
engenharia, caracterizam o perfil curricular do Curso.
Com a finalidade de atender a concepção do Curso e tornar objetiva a distribuição das
disciplinas, os grupos de disciplinas cuidam de cada peculiaridade inerente ao curso, e estão
distribuídas conforme à Resolução CNE/CES 11/2002,como se segue:
Núcleo de conteúdos básicos: disciplinas sobre os tópicos de Metodologia Científica e
Tecnológica, Informática, Expressão Gráfica, Matemática, Física, Fenômenos do Transporte,
Mecânica dos Sólidos, Química, Ciência e Tecnologia dos Materiais, Economia Ambiental, Ciências
do Ambiente, Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
Núcleo de conteúdos de formação profissional e específicas: disciplinas sobre os tópicos de
Bioquímica Ambiental, Cartografia, Ciência dos Materiais, Climatologia, Ecologia Geral e Aplicada,
Eletromagnetismo, Hidráulica, Hidrologia, Geologia, Geoprocessamento e Sensoreamento Remoto,
Microbiologia Ambiental, Recursos Naturais, Sistemas de Tratamento de Águas e de Resíduos,
Legislação e Direito Ambiental, Planejamento Ambiental, Sistemas Hidráulicos e Sanitários.
3.1.5. Autoavaliação do Curso: Ações Implementadas
Autoavaliação do Curso
Por meio da avaliação é possível conhecer a relevância dos objetivos propostos, bem como a
eficácia, o impacto e a eficiência das ações realizadas. Pela avaliação pode-se verificar se as ações e a
prática global constituem os instrumentos e o caminho para a concretização das diretrizes e objetivos
propostos. Considera-se que, dentro da função diagnóstica, a avaliação perpassa todas as atividades
preconizadas e fornece elementos de controle para verificação da relação entre os objetivos, as
estratégias, as ações e a prática pedagógica. Entende-se, também, que a principal prática avaliativa é a
prática da implantação completa do processo de planejamento, permitindo detectar avanços, identificar
obstáculos e promover ações com vistas à melhoria gradativa da qualidade acadêmica.
Para tanto, o Curso de Engenharia Ambiental utilizará para suas ações os resultados obtidos
junto a Comissão Própria de Avaliação – CPA, o processo de avaliação terá como seus agentes todos
os que estão diretamente envolvidos com as atividades a serem avaliadas, entendidas como requisito
essencial do próprio processo de democratização da USS, e será conjuntamente observados:
23
Curso de Engenharia Ambiental
USS
A avaliação do Curso: enfocando o prestígio, a procura e os indicadores de eficiência
(metodologias de ensino e resultado do processo Ensino-Aprendizagem), deverá ser apreciada
pelo Colegiado de Curso;
Avaliação dos docentes: em termos de produtividade (produção científica) e da participação
acadêmica;
O foco do monitoramento será a auto-avaliação interna do curso abrangendo avaliação da
estrutura, do currículo e das práticas pedagógicas, dos docentes e dos discentes visando a
melhoria contínua a partir do debate entre os sujeitos envolvidos no processo;
Considerar propostas de nivelamento e monitoramento dos ingressantes desde o processo seletivo,
particularmente nos primeiros períodos, de forma a contribuir para o desenvolvimento de habilidades
básicas necessárias ao estudante de ensino superior de engenharia. Foi proposto um nivelamento dos
alunos ingressantes através da resolução de n° 048/2006 – CONSEPE de 19 de dezembro de 2006,
quando a disciplina de Introdução ao Cálculo passou de 72h para 144h. Observou-se a necessidade de
revisão do conhecimento básico de matemática, por dificuldades oriundas do ensino médio, o processo
de nivelamento visa evitar a evasão e redução na reprovação. A manutenção do processo de monitoria
também visa o exposto acima; Promover acompanhamento das disciplinas, alunos e professores dos
processos de ensino-aprendizagem. Conforme Portaria R.N° 019/2007 de 14 de dezembro de 2007,
que determina: 1) zelem pela qualidade de ensino e demais atividades escolares de seus respectivos
cursos, bem como, pelo desempenho, freqüência e atividades dos professores, sob suas
responsabilidades; 2) coordenem as atividades dos cursos, em estreito entendimento com a Direção de
Centro, ao qual pertencem; 3) zelem pela regularidade e qualidade de ensino, ministrado no curso sob
sua responsabilidade; 4) fiscalizem o cumprimento da obrigatoriedade do docente em atribuir notas de
avaliação, registro de freqüência dos alunos nos diários de Classe, não perdendo de vista o conceito de
“diário”; 5) divulguem aos docentes e discentes seus direitos e deveres, obviamente sem descuidar-se
dos demais dispositivos constantes no Regimento Geral da USS. Deverá ser utilizado como
parâmetros e instrumentos de avaliação da aprendizagem do aluno, a Portaria R.N° 026 de 01 de
junho de 2009 de 01 de junho de 2009 que; - considerando a necessidade de que o corpo docente
reflita sobre a verdadeira concepção do processo de avaliação da aprendizagem; - considerando que a
avaliação deverá pautar-se nas competências e habilidades específicas determinadas nas Diretrizes
Curriculares Nacionais de cada curso; - considerando as exigências legais do MEC relativas ao apoio
pedagógico ao discente; - considerando a responsabilidade da gestão acadêmica da USS,
compartilhada com seus docentes, na manutenção dos padrões de qualidade dos cursos; - considerando
que todo processo de avaliação da aprendizagem envolve aspectos quantitativos e qualitativos; considerando que avaliar inclui, além de resultados do desempenho mensurável (escrever de forma
correta, calcular, resolver problemas, dissertar, explicar, etc), outras aprendizagens até de maior
importância, como a aquisição de competências nas áreas cognitiva, afetiva, psicomotora e social. Art.
1° - o aproveitamento acadêmico será verificado por avaliações periódicas em número mínimo de 03
24
Curso de Engenharia Ambiental
USS
(três) nos curso de horário diurno e 02 (duas) nos curso de horário noturno. Art. 2° Nenhuma avaliação
periódica poderá ser expressa em nota de eficiência sem a utilização de pelo menos 2 (dois)
instrumentos diversificados de verificação da aprendizagem. – Parágrafo único. Entende-se com
instrumentos diversificados de verificação da aprendizagem: exercícios (casa e/ou aula), testes, estudo
de casos, seminários, pesquisa de campo, prática de laboratório, leitura de texto e/ou livros, trabalhos
em grupo, prova, elaboração de portfólio, resenha, fichamento de texto, participação em debate,
relatório de atividades, etc. – Art 3° - Esta Portaria entra em vigor a partir do dia 27 de julho de 2009.
que permitam a implantação de mecanismos de recuperação e revisão
Promover a educação continuada, por meio de cursos, oficinas, seminários interdisciplinares,
estabelecendo assim instrumentos de avaliação, além de técnicas de ensino, projetos com o uso de
ferramentas digitais, etc;
Durante a Semana Pedagógica realizada todo o início de período, as avaliações são entregues
aos professores para serem refletidas e um retorno desta reflexão será observada pela coordenação do
curso.
3.1.6. ENADE: Ações Implementadas
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - ENADE ocorrido em 09 de novembro de
2008, foi o único exame que o curso de Engenharia Ambiental realizou, e obteve o conceito 3,
confirmou a qualidade do trabalho que vem se desenvolvendo por toda a equipe do curso de
Engenharia Ambiental, mesmo o curso tendo se iniciado em 2004. A nota reflete o cumprimento das
diretrizes curriculares para o Curso e a preocupação com a qualidade da formação dos alunos.
Para o a próxima prova do ENADE em 06 de novembro de 2011, foi avaliada a prova de 2008
e desde o início do primeiro período letivo de 2011, os docentes são orientados a elaborar as provas
nos moldes do ENADE. Esperamos com esse trabalho um melhor desempenho.
3.2. PROJETO DO CURSO: FORMAÇÃO
3.2.1.
Estrutura Curricular
As áreas do conhecimento propostas consideram a formação global do profissional técnico-
científica, bem como comportamental e deverão ser desenvolvidas dentro de um ciclo que estabeleça
os padrões de organização do ser humano, seguindo-se de uma visão articulada.
O currículo pleno do curso é realizado em 5 anos, na forma semestral. O aluno deverá cumprir
no mínimo 240 horas de Estágio Curricular Supervisionado e no mínimo 200 horas de Atividades
Complementares.
25
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.2.1.1 Adequação e Dimensionamento da Carga Horária
A Adequação e Dimensionamento da Carga Horária foram definidos conforme Resolução
CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia. No item 3.2.2. são definidas as disciplinas do ciclo Básico e Ciclo
Profissionalizante.
3.2.1.2 Libras: Optativa
A Disciplina Introdução ao Estudo de LIBRAS foi inserida na matriz curricular de acordo
com o Decreto nº 5626, de 22 de dezembro de 2005.
3.2.1.3. Disciplinas em Modalidade Semipresencial
Com base no art. 81 da Lei n. 9.394, de 1.996 e no disposto na Portaria MEC Nº 4.059, de 10
de
dezembro
de
2004,
as
Instituições
de
ensino
superior
poderão
introduzir,
na
organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores reconhecidos, a oferta de
disciplinas integrantes do currículo que utilizem modalidade semipresencial, desde que esta oferta não
ultrapasse 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso. Caracteriza-se como modalidade
semipresencial
quaisquer
atividades
didáticas,
módulos
ou
unidades
de
ensino-
aprendizagem centrados na auto-aprendizagem e com a mediação de recursos didáticos
organizados em
diferentes
suportes
de
informação
que
utilizem
tecnologias
de
comunicação remota. Dessa forma, através do "Núcleo de Ensino Semipresencial", a USS oferece
disciplinas mediadas pelo uso da Internet e suas diferentes ferramentas no processo de ensinoaprendizagem e pela comunicação personalizada entre professores e alunos, que mescla encontros
presenciais com aulas na plataforma através do site: http://ussead.nucleoead.net/moodle/ . Neste
ambiente virtual de aprendizagem, o aluno encontra informações, conteúdos, materiais didáticos
complementares e espaços destinados à interação com os professores e colegas.
O curso de Engenharia Elétrica até o momento esta oferecendo a disciplina de Metodologia
Científica, que teve início em 2010.2. A experiência tem sido excelente e para os próximos semestres
há a expectativa da ampliação para outras disciplinas.
26
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.2.2.
Conteúdos Curriculares
3.2.2.1 Núcleo de Formação Básica
DISCIPLINAS DO CICLO BÁSICO - Carga Horária 31,4%
DISCIPLINAS
Cidadania e Sociedade
Desenho Básico
Química Geral e Inorgânica
Fundamentos da Matemática Elementar
Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Computação
Álgebra Linear
Cálculo de Uma Variável
Física Mecânica
Laboratório de Física Mecânica
Fundamentos da Administração
Desenho Técnico
Mecânica Básica
Física Térmica
Laboratório de Física Térmica
Cálculo Numérico
Probabilidade e Estatística
Metodologia Científica
Mecânica Básica
Equações Diferenciais
Fenômenos de Transporte
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA
PRÁTICA
30
30
30
15
15
60
40
20
60
60
60
60
60
30
30
60
60
60
60
60
60
30
30
30
30
60
30
30
60
60
60
60
30
30
60
40
20
60
60
60
30
30
60
60
60
60
40
20
60
DISCIPLINAS DO CICLO PROFISSIONALIZANTE Carga Horária 17,9%
DISCIPLINAS
Química Orgânica
Análise Química Ambiental
Física Eletromagnética aplicada à Engenharia
Ambiental
Física Eletromagnética aplicada à Engenharia
Ambiental - Laboratório
Física Quântica aplicada à Engenharia
Ambiental
Física Quântica aplicada à Engenharia
Ambiental - Laboratório
Resistência dos Materiais
Ecologia Geral
Cartografia
Físico-Química
Processos Unitários na Indústria
Hidráulica
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
60
40
20
20
40
60
30
30
30
30
30
30
30
30
60
60
60
40
20
60
40
20
60
30
30
60
45
15
60
60
27
Curso de Engenharia Ambiental
USS
DISCIPLINAS DO CICLO ESPECÍFICAS Carga Horária 50,7%
DISCIPLINAS
Introdução à Engenharia Ambiental
Microbiologia Ambiental
Eletrotécnica Geral
Química Ambiental
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Climatologia
Ecologia Aplicada
Geologia
Bioquímica Ambiental
Segurança Industrial e Risco Ambiental
Pedologia Ambiental
Hidrologia
Poluição Ambiental
Mecânica dos Solos
Legislação e Direito Ambiental
Economia Ambiental
Redes de Infraestrutura Urbana
Planejamento Territorial e Urbano
Planejamento e Gestão Ambiental
Educação Ambiental
Trabalho de Conclusão de Curso I
Gestão de Recursos Hídricos
Tratamento de Água e Esgoto
Auditoria Ambiental
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos
Avaliação de Impactos Ambientais
Diversidade Biológica
Trabalho de Conclusão de Curso II
Recuperação de áreas Degradadas
Ecotoxicologia
Gestão de Resíduos Industriais e de Serv. de
Saúde
Modelagem Matemática de Fenômenos
Ambientais
Tratamento de Efluentes Industriais
Energia e Meio Ambiente
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
60
40
20
60
30
30
60
40
20
60
60
60
30
30
60
45
15
60
40
20
60
45
45
60
40
20
60
60
60
40
20
60
40
20
60
60
60
30
30
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
30
30
30
30
60
60
60
30
30
30
30
60
60
60
40
20
60
40
20
30
30
60
30
30
60
40
20
40
20
60
30
30
60
60
30
30
60
40
20
28
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.2.2.3 Ementas atualizadas e coerentes com o perfil do egresso e os objetivos do curso
1º PERÍODO
Disciplina:
Desenho Básico
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Desenho técnico com linguagem gráfica universal. Adestramento no uso de material e instrumentos de
desenho. Padronização e normalização. Desenho de letras e símbolos. Dimensionamento. Cotagem de
desenhos. Esboço cotado. Projeções ortogonais. Vistas ortográficas principais. Leitura e interpretação
de desenhos. Desenho de construção civil com Instalações Elétricas, Hidráulica e Sanitária.
Disciplina:
Cidadania e Sociedade
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Noções de mercado. O papel da engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências,
Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções
de Sociologia. Tópicos Especiais.
Disciplina:
Química Geral e Inorgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos.
Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares.
Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante.
Disciplina:
Fundamentos da Matemática Elementar
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Funções trigonométricas. Função
exponencial e logarítmica. Polinômios. Progressões. Tópicos de História da Matemática.
Disciplina:
Computação
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em
Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de
um software de computação algébrica e seus comandos.
Disciplina:
Introdução a Engenharia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa: Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de
Engenharia Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do
conceito de ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão
ambiental. Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição
Ambiental. Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental
internacional e nacional.
29
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores no Plano. Vetores no Espaço. Estudo das retas e dos planos no espaço. Distância. Cônicas.
Coordenadas polares. Superfícies quádricas.
2º PERÍODO
Disciplina:
Álgebra Linear
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais.
Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores.
Disciplina:
Cálculo a Uma Variável
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica.
Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da
Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções
Transcendentes.
Disciplina:
Física Mecânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do
Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação.
Disciplina:
Laboratório de Física Mecânica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças,
energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios.
Disciplina:
Fundamentos da Administração
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Princípios gerais. O ciclo da Administração e suas fases: planejamento, organização, direção, controle.
As funções administrativas na empresa moderna. As escolas da administração. Administração
científica. A escola das relações humanas e seus princípios. Departamentalização. Amplitude
administrativa. Níveis hierárquicos. Cargos. Introdução à Administração de Projetos. PERT-CPM.
Controle de Qualidade.
Disciplina:
Química Orgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos;
Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria,
Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação
entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às
biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas.
30
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Desenho Técnico
Carga Horária:
60 h
Ementa: Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização.
Instrumentos gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos.
Construções geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeções ortográficas. Cotas,
anotações, limites e precisão. Vistas auxiliares. Vistas de corte e convenções. Elementos de máquinas.
Desenho de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD)
em duas dimensões.
3º PERÍODO
Disciplina:
Cálculo de várias variáveis
Carga Horária:
60 h
EMENTA:
Técnicas de Integração. Geometria Diferencial. Derivadas Parciais. Integração
Múltipla.
Disciplina:
Cálculo Numérico
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações
Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de
Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares.
Disciplina:
Física Térmica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica.
Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases.
Disciplina:
Laboratório de Física Térmica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações
térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases.
Elaboração de relatórios.
Disciplina:
Metodologia Científica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A metodologia e a Universidade. Elementos básicos do método científico. Tipologia do conhecimento.
Instâncias de legitimação da ciência. Conhecimento e método científico. Linguagem e redação
científica. O método e a tecnologia. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem. Pesquisa
bibliográfica. Pesquisa e iniciação científica. Análise e tratamento de dados.
Disciplina:
Mecânica Básica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças
Cinemática e Dinâmica da Partícula
31
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Carga Horária:
Probabilidade e Estatística
60 h
Ementa:
Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e
outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade.
As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística
da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância.
4º PERÍODO
Disciplina:
Carga Horária:
Análise Química Ambiental
60 h
Ementa:
A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise
sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa.
Disciplina:
Carga Horária:
Equações Diferenciais
60 h
Ementa:
Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de
Linha e de Superfície.
Disciplina:
Carga Horária:
Física Eletromagnética Aplicada à Engenharia Ambiental
30 h
Ementa:
Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância.
Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e
Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação.
Disciplina:
Laboratório de Física
Engenharia Ambiental
Eletromagnética
Aplicada
à
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais com
fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico.
Disciplina:
Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da
Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e
Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser.
Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de
Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo.
32
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Laboratório de Física Quântica Aplicada à Engenharia
Carga Horária:
Ambiental
30 h
Ementa:
Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da
Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e
Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser.
Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de
Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo.
Disciplina:
Fenômenos de Transporte
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de
Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos
Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por
Similaridade.
Disciplina:
Resistência dos Materiais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial. Torção. Flexão Pura. Carregamento
Transversal.
5º PERÍODO
Disciplina:
Microbiologia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública.
Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e
biodegradação.
Disciplina:
Eletrotécnica Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande
sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão
geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da
infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação,
finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à
instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação
ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos.
Disciplina:
Ecologia Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre
energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre
alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos.
33
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Química Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação
das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental.
Disciplina:
Cartografia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à Cartografia; Representação Cartográfica; Levantamento e Coleta de Dados Cartográficos
do Campo; Introdução aos Processos Cartográficos; Métodos Cartográficos; Interpretação e Utilização
de Mapas; Cartografia Temática aplicada ao meio ambiente.
Disciplina:
Físico-Química
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos
líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica.
6º PERÍODO
Disciplina:
Geologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A Geologia. Definição. Divisão e Campo. A Classificação das rochas e sua identificação. A
geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos ambientes. A origem e as formas
de vulcanismos e Sismos. A pesquisa paleontológica. Associação entre a Geologia e as noções de
Biogeografia: definição e campo. A Geologia e sua influência na Classificação climática e na
Meteorologia. A evolução da Mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A
terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas
propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico.
A importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional.
Disciplina:
Climatologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e
translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas.
Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil.
Disciplina:
Processos Unitários na Industria
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo.
Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do
Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel.
34
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Ecologia Aplicada
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de sistemas ecológicos e bioestatísticos, métodos e interpretação de dados
ecológicos de ecologia humana e de animais domésticos, ecofisiologia, dinâmica e interações de
populações, organização espacial, temporal e funcional das populações, comunidades e ecossistemas.
Disciplina:
Hidráulica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria.
Disciplina:
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de Representação de
Dados. Introdução de Métodos de transformação de Dados Espaciais, Estrutura Geral de um Sistema
de Informação Geográfica. Definição de Áreas de Estudo, Pesquisa Espacial. Modelos de
Classificação de Dados, métodos de Cruzamento e Mensuração Espaciais. Análise de Proximidade e
Zonas de Influência. Exemplos aplicados aos problemas ambientais.
7º PERÍODO
Disciplina:
Bioquímica Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas,
nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais.
Disciplina:
Segurança Industrial e Risco Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos
ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para
análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para
emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente.
Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas
regulamentadoras (NRs).
Disciplina:
Pedologia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos
solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e
Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos.
35
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Poluição Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático:
Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito;
Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição;
poluentes; qualidade; controle.
Disciplina:
Hidrologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Hidrologia: Ciência e Aplicação; Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica; Elementos de Estatística e
Probabilidades; Precipitação; Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Água Subterrânea;
Infiltração e Armazenamento no Solo; Fundamentos do Escoamento em Rios e Reservatórios;
Aquisição e Processamento de Dados; Vazão Máxima e Hidrograma de Projeto; Regionalização de
Vazões; Controle de Enchentes; Hidrologia Estatística; Regularização de Vazões em Reservatórios;
Introdução à Drenagem Urbana.
Disciplina:
Mecânica dos Solos
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à Mecânica dos Solos. Origem e formação dos solos. Física dos solos. Classificação dos
solos. Hidráulica dos solos. Distribuição de pressões nos solos. Compressibilidade dos solos. Ensaios
de laboratório.
8º PERÍODO
Disciplina:
Legislação e Direito Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no
Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais.
Disciplina:
Economia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas
dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento
sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio
ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade.
Disciplina:
Redes de Infraestrutura Urbana
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Projeto de Redes de Drenagem Pluvial: bacias de contribuição, vazões de contribuição, traçado,
escoamento, declividades, velocidades, dimensionamento de galerias. Projeto de Redes de Esgotos:
traçado, população de projeto, vazão de contribuição, diâmetro mínimo, tensão trativa, velocidades
críticas, elevatórias de esgoto, linhas de recalque, dimensionamento de redes coletoras. Projeto de
36
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Redes de Abastecimento de Água: traçado, captação, adução, reservação, elevatórias de água, linhas
de recalque, dimensionamento de redes de distribuição.
Disciplina:
Planejamento Territorial e Urbano
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos de planejamento territorial e urbano. Escalas e abordagens do planejamento
Urbanização no Brasil. Problemas ambientais globais e locais. Planos diretores, estatutos das cidades,
leis de zoneamento urbano e zoneamento ambiental. Infraestrutura urbana: Saneamento, sistema
viário, mobilidade urbana e habitação. Processos de metropolização
Disciplina:
Planejamento e Gestão Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e
privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da
série ISO 14000.
Disciplina:
Educação Ambiental
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências
norteadoras da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em
Educação. Ambiental. Projetos.
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do
relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos
Dados .
9º PERÍODO
Disciplina:
Gestão de Recursos Hídricos
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Engenharia de Recursos Hídricos: reservatórios, barragens, controle de cheias, irrigação, geração de
energia, navegação. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento
sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos
e aspectos institucionais; Gestão de Recursos Hídricos no Brasil: fundamentos, objetivos. Diretrizes e
instrumentos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança
pelo uso da água.
Disciplina:
Tratamento de Água e Esgoto
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Tratamento de Água: Gradeamento, desarenação, coagulação, floculação, decantação, filtração e
desinfecção; Tratamento de Esgoto: microbiologia, cinética e hidráulica aplicadas, remoção da matéria
orgânica, tratamento preliminar: grades e desarenadores; tratamento primário: decantadores primários
37
Curso de Engenharia Ambiental
USS
e tanques sépticos, tratamento secundário: lagoas de estabilização, lodos ativados e reatores
anaeróbios.
Disciplina:
Auditoria Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases
básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e
comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria.
Disciplina:
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Noções gerais sobre os resíduos sólidos. Atividades de limpeza urbana. Acondicionamento de
Resíduos. Coleta, transporte e transferência. Triagem e reciclagem. Compostagem e uso do composto
orgânico. Aterro sanitário: critérios para seleção de local, técnicas de execução, licenciamento
ambiental, produção de metano, coleta e tratamento de lixiviados. Resíduos de construção civil.
Disciplina:
Avaliação de Impactos Ambientais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução a Avaliação de Impactos Ambientais. Conceituação de Impactos Ambientais. Princípios do
Licenciamento Ambiental. Resolução Conama 01/86 e as Diretrizes do EIA/RIMA. Atividades
Passiveis do EIA/RIMA para o pedido de LP. Elaboração do EIA. Diagnóstico Ambiental, meio físico
e biótico. Diagnóstico Sócio-econômico. Elaboração da Matriz de Impactos Ambientais. Formas e
Etapas de Monitoramento. Medidas Mitigadoras. Elaboração do RIMA. Simulação de Audiência
Pública.
Disciplina:
Diversidade Biológica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Particularidades da célula vegetal: estrutura, composição química e propriedades de membranas e de
parede celular; organelas celulares típicas e relações hídricas. Histologia Vegetal. Morfologia externa
e interna. Significado e importância dos processos fisiológicos, referentes ao metabolismo,
crescimento e desenvolvimento vegetal. Zoologia no contexto da Engenharia Ambiental. Sistemática e
taxonomia. Relações entre seres vivos.
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso II
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC;
Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC;
Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação.
38
Curso de Engenharia Ambiental
USS
10º PERÍODO
Disciplina:
Recuperação de Áreas Degradadas
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação.
Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas.
Projetos em recuperação de áreas degradadas.
Disciplina:
Ecotoxicologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução geral a Toxicologia. Conceitos em Toxicologia. Introdução à Ecotoxicologia.
Gerenciamento de Riscos; Agentes tóxicos naturais e sintéticos no ambiente. Carcinogênicos
ambientais. Contaminantes atmosféricos, hídricos e do solo. Contaminação ambiental por metais.
Contaminação ambiental por hidrocarbonetos. Contaminação ambiental por praguicidas.
Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e
padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais
Disciplina:
Gestão de Resíduos Industriais e de Serviços de Saúde
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Normas técnicas referentes a resíduos. Classificação dos
Resíduos de acordo com a Legislação. RSS – Resíduos sólidos de serviços de saúde. Potenciais de
risco químico e biológico. Segregação e Gestão de RSS. Elaboração de PGRSS – Plano de
Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Caracterização de Resíduos Industriais. Tratamento
e disposição final de Resíduos industriais. Incineração, co-processamento, landfarming, aterros
industriais.
Disciplina:
Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Simulação de fenômenos ambientais. Modelos matemáticos. Leis e equações básicas. Aplicação de
métodos numéricos no processo de simulação. Modelagem matemática de fenômenos ambientais:
quantificação e qualificação de processos. Simulação do processo de dispersão de poluentes em corpos
hídricos. Calibração e validação. O processo de simulação computacional. Modelagem de processos
ambientais (Estudos de caso).
Disciplina:
Tratamento de Efluentes Industriais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Processo de tratamento de efluentes industriais, poluentes mais comuns, indústrias de conserva e de
pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias, curtumes,
celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e efluentes
oleosos.
39
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Energia e Meio Ambiente
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil.
Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento
sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e
evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica.
Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico.
EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e
evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás.
Disciplina:
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
OPTATIVA
60h
Ementa:
História da língua de sinais no Brasil e no mundo. Estudos lingüísticos sobre Língua brasileira de
sinais. O portador de necessidades especiais auditivas em um mundo ouvinte. Cidadania, surdez e
linguagem. Apresentação da língua brasileira de sinais.
40
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3. 2.3. PROCEDIMENTOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
3.2.3.1. Estratégias de flexibilização curricular, contextualização e interdisciplinaridade
O projeto pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade
Severino Sombra é centrado no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor como
facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem.
Assim, o processo de ensino-aprendizagem na USS é dinâmico e está voltado ao
desenvolvimento do discente, induzindo sua capacidade de observação, questionamento, análise
crítica, pesquisa, espírito científico, avaliação, julgamento e disciplina, proporcionando desta forma,
uma participação ativa, estimulando o prazer pelo estudo, a criatividade, a reflexão e a análise crítica.
Entende-se, na USS, metodologia como o caminho para a construção do conhecimento, apoiado no
desenvolvimento das habilidades, através das situações e problemas, encaminha o aluno a buscar
fundamentos teóricos para compreender, aplicar ou reconstruir o mundo, o que exige diálogo e
participação ativa de alunos e professores.
São adotadas estratégias de ensino diversificadas que mobilizam menos a memória e mais o
raciocínio e a compreensão, integrando as atividades teóricas com práticas em laboratório, bem como
potencializando
a
interação
professor-aluno.
Desta
forma,
novos
paradigmas
como
interdisciplinaridade, pesquisa em sala de aula, estudos dirigidos e seminários para a construção do
conhecimento, conteúdos significativos e contextualizados, situações-problema, habilidades,
competências são temáticas que vêm permeando as reflexões no Curso.
Para que os graduados tenham o perfil delineado, as estratégias empregadas no curso de
Engenharia da USS, também devem tornar os currículos flexíveis com atividades complementares
eletivas, incluindo disciplinas de enriquecimento, oferecidas no decorrer do curso.
O Curso se desenvolve não só através de aulas expositivas, mas também de aulas de
laboratório e de campo e visitas técnicas. A interação do aluno com o conteúdo é feita estimulando-o a
participar ativamente tanto através de perguntas, exercícios e trabalhos nas aulas teóricas, quanto
através da utilização efetiva de equipamentos em experimentos nas aulas práticas. Recursos adicionais
como vídeos, aulas com recursos computacionais e uso de projetor multimídia, visitas técnicas,
palestras, seminários, trabalhos de campo, complementam o desenvolvimento do Curso e integram
teoria e prática.
Número máximo de alunos por turma:
aulas teóricas = 40 alunos
aulas práticas = 20 alunos
Obs.: O número máximo de 20 alunos por turmas práticas se dá em função das dimensões dos
laboratórios atualmente disponíveis. Durante as atividades, as turmas com mais de 20 alunos são
41
Curso de Engenharia Ambiental
USS
divididas, sendo a aula ministrada em horários diferenciados.
•
Aulas práticas de disciplinas básicas
A matriz curricular do ciclo básico, comum a todos os Cursos de Engenharia, inclui aulas
práticas de Cálculo Numérico, Computação, Desenho, Fenômenos do Transporte, e Química Geral e
Inorgânica. Estas aulas permitem aos alunos consolidar o conhecimento teórico, conduzindo-o a um
entendimento mais completo dos fenômenos subjacentes às aplicações de ferramentas computacionais
que serão aplicadas na solução de problemas estudados em outras disciplinas do Curso, bem como na
vida profissional do Engenheiro Ambiental.
•
Aulas práticas de disciplinas de formação específica
A matriz curricular do ciclo profissional do Curso de Engenharia Ambiental, inclui aulas
práticas de Bioquímica Ambiental, Cartografia, Ecologia, Eletrotécnica Aplicada, Física Mecânica,
Física Térmica, Física Eletromagnética e Quântica, Geologia, Geoprocessamento e Sensoriamento
Remoto, Química Ambiental, Química Analítica, Química Orgânica, Microbiologia Ambiental,
Pedologia, Processos Unitários da Indústria, e Recuperação de Áreas Degradadas.
As aulas práticas podem tanto envolver experiências realizadas nos laboratórios, bem como atividades
extra-classe, como aulas de campo ou visitas técnicas, que permitam aos alunos a visualização prática
das problemáticas ambientais apresentadas em sala de aula. A avaliação destas aulas é normalmente
feita por meio de relatórios (das experiências de laboratório ou das aulas de campo e visitas técnicas),
além das provas. A elaboração de relatórios é bastante incentivada e valorizada no Curso de
Engenharia Ambiental, uma vez que a habilidade de comunicação e expressão é essencial para a
atuação deste profissional. A redação de relatórios, leitura de artigos técnicos (na maioria em inglês
para desenvolver um vocabulário técnico) e apresentação dos trabalhos é obrigatório, e visa atender a
Resolução CNE/CES 11/2002 no quesito “Comunicação e Expressão” necessária na composição do
núcleo de conteúdos básicos.
3.2.3.2 Metodologia comprometida com o desenvolvimento do espírito científico.
A influência da ciência no mundo moderno é impressionante. Em menos de duzentos anos, o
progresso científico e tecnológico mudou por completo a face do planeta. Estas modificações se
fizeram no contexto daquela evolução sócio-econômica mais ampla, que influenciou o
desenvolvimento científico-tecnológico, sendo, por sua vez, influenciada por ele. E estas mudanças
foram tão rápidas que o homem tem dificuldade em assimilá-las, sendo obrigado a encarar questões
para as quais não se acha preparado. Formar profissionais reflexivos não é uma tarefa fácil, o curso de
Engenharia Ambiental, estimula seus alunos a participarem de Projetos de Pesquisas, como uma
iniciativa para despertar o espírito científico dos mesmos em sua área de atuação científica e
tecnológica, visando uma participação ativa nas transformações do saber para a comunidade e para o
mundo.
42
Curso de Engenharia Ambiental
USS
"I died for Beauty — but was scarce
Adjusted in the Tomb
When One, who died for Truth, was lain
ln an adjoining Room —
He questioned softly "Why I failed"?
"For Beauty", I replied —
"And I — For Truth — Themself are One —
We Brethren, are", He said —
And so, as Kinsmen, met at night —
We talked between the Rooms —
Until the Moss has reached our lips —
And covered up — our names —"**
"Morri pela Beleza, mas na tumba/Mal me tinha acomodado/Quando outro, que morreu pela
Verdade./ Puseram na tumba ao lado.//Baixinho perguntou por que eu morrera/Repliquei. "Pela
Beleza" — /"E eu, pela Verdade" — ambas a mesma — /E nós, irmãos com certeza.//Como
parentes que pernoitam juntos,/De um quarto a outro conversamos — /Até que o musgo
alcançou nossos lábios/E encobriu nossos nomes. (Tradução de Aila de Oliveira Gomes)
Em Aberto, Brasília, ano 11, nº 55, jul./set. 1992 - Leopoldo de Meis e Lucia Fonseca
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.2.4. Atendimento ao Discente
A Universidade Severino Sombra apóia a participação de seus alunos em atividades de
iniciação científica, nos programas de extensão e em eventos diversos, de natureza educacional,
cultural e científica.
O acompanhamento do desempenho discente e o apoio às suas atividades acadêmicas são da
responsabilidade do coordenador de curso. Estes são auxiliados por professores, para atenção aos
alunos, especialmente, na orientação para o processo de aprendizagem, na elaboração de trabalhos de
graduação, nas atividades complementares e nos estágios curriculares e extra-curriculares.
Os discentes possuem livre acesso à coordenadoria de Curso.
3.2.4.1. Nivelamento
A partir do segundo semestre de 2010 o Programa Institucional de Nivelamento foi organizado
pelo NAPp (Núcleo de Apoio Psicopedagógico) em parceria com a Central de Estágios. Justifica-se
pelo oferecimento de um elemento de apoio pedagógico que favoreça aos discentes dos primeiros
períodos de todos os Cursos de Graduação da USS o processo de construção e elaboração de novos
conhecimentos, melhorando seu desempenho nas disciplinas com um grau maior de dificuldade,
constantes na matriz curricular de seu curso.
Com o objetivo de identificar e minimizar possíveis defasagens que os alunos tragam de sua formação
anterior, são organizadas atividades, em horários extraclasses, visando fortalecer os conhecimentos
básicos nas seguintes áreas:
Língua Portuguesa: Este nivelamento promove atividades voltadas para habilidades de leitura,
interpretação, análise e produção de textos;
Matemática: Aborda conteúdos vinculados às disciplinas de matemática do ciclo básico com a
finalidade de suprir as necessidades dos alunos em conteúdos do Ensino Fundamental e Médio;
Informática: O nivelamento em informática tem como público alvo alunos da instituição que tenham
pouca desenvoltura na utilização de computadores. O objetivo principal é fornecer condições para que
esses alunos possam utilizar recursos computacionais como: internet, suite de escritório (office ou
OpenOffice), funções básicas do sistema operacional, recursos de impressão, entre outros.
Os alunos que necessitam de tais nivelamentos são indicados por seus coordenadores e
estabelecem o compromisso de freqüência ao programa. Ao final do semestre são produzidos
relatórios parciais de todas as atividades realizadas, bem como do rendimento dos alunos.
Para intervir nas questões relacionadas com o ensino e a aprendizagem, mudanças começaram
a ser efetivadas, em 2009, quando da revisão do projeto pedagógico do curso e da matriz curricular, da
44
Curso de Engenharia Ambiental
USS
composição do corpo docente, de discussões sobre avaliação como processo, de inclusão de atividades
extraclasse, etc.
Considerando as conseqüências negativas para o andamento das aulas, com reflexos em taxas
de evasão e reprovação, a estratégia adotada pelo Curso, tem sido incluir no programa das disciplinas
de Cálculo e Física, uma revisão de tópicos de Ensino Médio mais importante para o Curso de
Engenharia, sendo introduzida a disciplina de Fundamentos da Matemática Elementar no segundo
semestre de 2009, a fim de promover o nivelamento entre os alunos. Em 2006 foi adotada como
estratégia introduzir mais 60 h na disciplina de Introdução ao Cálculo, conforme Resolução n°
048/2006 CONSEPE de 19/12/2006, homologada pela Resolução n° 018/2006 CONSU de
19/12/2006, que trouxe resultados considerados positivos. Outra atitude foi abrir concurso de
monitoria voluntária aos alunos aprovados no concurso. Porém como mencionado acima, a partir do
segundo semestre de 2009, pensando em melhorar os resultados obtidos até então, foi feita mudança
na matriz sendo introduzida a disciplina de Fundamentos da Matemática Elementar, e com isso esperase um resultado ainda melhor, quanto a reprovação e evasão de alunos.
3.2.4.2 Programa Institucional de Monitoria
O Programa Institucional de Monitoria, para todos os Cursos de Graduação da USS, é uma
atividade de atendimento ao discente que visa contribuir para a melhoria da qualidade do processo
ensino-aprendizagem, estimular a criatividade e o pensamento científico, além de estreitar a
cooperação entre discentes e docentes.
Para a função de monitoria são selecionados alunos que, no âmbito das disciplinas já cursadas,
demonstram capacidade para o desempenho das seguintes atividades:
Realizar tarefas que auxiliem os discentes no melhor aproveitamento dos conteúdos
ministrados e na realização de trabalhos pedagógicos;
Auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, na preparação de
material didático e em atividades de classe e/ou laboratório;
Auxiliar os docentes no acompanhamento de provas e trabalhos escolares.
A Monitoria na USS é organizada em duas (2) modalidades:
Remunerada: o Monitor recebe, a título de bolsa, percentual sobre o valor da
mensalidade do seu Curso, a ser definido pela Mantenedora, e divulgado no Edital.
Voluntária: o Monitor enquadrado recebe a título de incentivo, declaração para
comprovação de Atividades Complementares.
As vagas de Monitoria, remunerada e voluntária, existentes para cada disciplina são solicitadas
pelos Professores, apreciadas pelo Colegiado do Curso e encaminhadas à Pró-Reitoria de Ensino de
Graduação, que as autoriza e divulga via Edital.
45
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Para Monitoria remunerada do Curso de Engenharia Ambiental no ano de
2011, foi eleita a Disciplina Física Eletromagnética aplicada à Engenharia Ambiental,
pautada no índice de reprovação do alunado.
3.2.4.3. Atividades Extraclasse
A instituição promove, anualmente, eventos na área de Extensão e Pesquisa como a Semana
Acadêmica Severino Sombra em junho e o Encontro de Iniciação Científica no segundo semestre,
sempre com participação de representantes do Curso.
Além desses eventos, previstos no calendário institucional, o curso organiza eventos internos e
participa de eventos externos valorizando as atividades extraclasse na formação docente, com a
participação registrada em forma de portfólio.
Geralmente as atividades extraclasse são diversificadas, sempre articuladas com Ensino e
Extensão como: Visitas Técnicas, Aulas de Campo, Participação em Feiras de Engenharia,
Participação em Palestras Técnicas, Congressos e Encontros.
3.2.4.4. Apoio Psicopedagógico
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPp) da USS desenvolve atividades de atendimento à
comunidade acadêmica, por encaminhamentos ou demanda espontânea. A finalidade do NAPp é
prestar apoio à Coordenadoria de Ensino de Graduação, às Coordenações de curso, Professores, alunos
e funcionários da USS, que constituem seu público-alvo. O NAPp está implantado e funcionando no
andar térreo do bloco dois (2) no Campus principal da USS e, no ano de 2011, ampliou sua equipe
com a inclusão de duas (2) psicólogas técnicas e um Psicólogo/ Psicopedagogo para coordenar o setor.
A organização e sistematização do Núcleo de Apoio Psicopedagógico se justificam em função
do interesse da USS em proporcionar o bem-estar afetivo-emocional e a oportunidade de crescimento
pessoal aos seus alunos e funcionários, com vistas à sua formação e desempenho enquanto seres
humanos íntegros e capazes. Além de identificar, acompanhar e intervir pedagogicamente em
disciplinas com grande retenção, abandono e trancamento.
Com freqüência, o baixo rendimento escolar indica que o aluno traz consigo, além das dificuldades de
aprendizagem, outras oriundas de necessidades e problemas pessoais que, quando não solucionados
precocemente, podem se agravar. O comprometimento do seu desempenho escolar pode, então,
resultar da inadequação de suas respostas aos estímulos do ambiente e do processo educativo. Além
disso, pode ocorrer a dificuldade de compreensão de tais problemas pelos professores.
A proposta é atender a uma demanda de funcionários e alunos da Universidade Severino
Sombra, por orientação psicopedagógica e/ou psicológica, na busca de solução para inadequada
46
Curso de Engenharia Ambiental
USS
escolha profissional, problemas relacionados à ética e valores, problemas de ordem familiar, que
possam acarretar grave repercussão nas relações interpessoais, problemas de relacionamento afetivosexual e problemas de ordem pessoal tais como conflitos neuróticos e depressão.
Em se tratando especificamente dos ingressantes, percebemos uma dificuldade na adaptação às
novas exigências do processo de ensino-aprendizagem que se apresenta, em muitos aspectos, diferente
daquele ao qual estiveram submetidos no ensino fundamental e médio, além de deparar-se com novas
condições físicas e sociais características do universo acadêmico. Em 2011-1 o curso de Engenharia
Ambiental, encaminhou um discente ao Núcleo.
3.2.4.5 Programa Institucional de Tutoria
O Programa de Tutoria da USS foi instituído com o intuito de promover a recuperação das
deficiências de desempenho acadêmico do aluno da USS que apresente, em qualquer momento de sua
vida acadêmica, dificuldade de aprendizado e dependência, tendo sido reprovado em alguma
disciplina.
As Normas para o Programa de Tutoria, para o regime de dependência, tem o objetivo de
melhorar o desempenho acadêmico dos alunos da USS, através do seu acompanhamento por um
Professor Tutor, que atua como elemento facilitador do processo ensino-aprendizagem na respectiva
disciplina, orientando os alunos para que tirem o máximo proveito de suas potencialidades. Em 2011-1
os curso de Engenharia Ambiental e Elétrica organizaram váriasTutorias.
3.2.4.6. Políticas Institucionalização de Acompanhamento do Egresso
A Política Institucional de acompanhamento de egressos da Universidade Severino Sombra
estabeleceu-se a partir de quatro eixos através dos quais se articula à Assessoria de Avaliação da USS,
às Coordenações dos Cursos, Central de Estágios e Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação e PróReitoria de Extensão. São eles:
1. Incentivo a participação em eventos de atualização e/ou capacitação da USS;
2. Políticas de incentivo à formação continuada;
3. Estatística e apontamentos sobre o Egresso no mercado de trabalho;
4. Avaliação do curso a partir da ótica do egresso.
Neste sentido, visando promover um diálogo permanente da Universidade com o egresso, a USS
desenvolve diversas ações, oferecendo serviços que promovam a comunicação, como por exemplo, a
página eletrônica para o egresso da USS que divulga periodicamente informes para
aperfeiçoamento profissional, como os cursos de extensão, de especialização e de mestrado
oferecidos pela USS. Além disso, oferece uma política de descontos sobre mensalidades nos cursos de
Pós-graduação, Educação permanente e reingresso em cursos de graduação como forma de incentivo à
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
formação continuada; são produzidos relatórios anuais, que indicam a realidade dos egressos no
mercado de trabalho; e também possibilita a participação do egresso na política de avaliação do curso
concluído, cujas informações irão colaborar na apreensão de elementos da realidade externa à
instituição e ao processo de ensino-aprendizagem. Além dessas ações, os cursos de graduação também
realizam encontros anuais de Egressos, possibilitando um momento de confraternização e integração
entre egressos e alunos e a troca de experiências e informações sobre o mercado de trabalho, as
oportunidades e as exigências da profissão.
Estas ações nos permitem delinear o perfil na prática do egresso, articulado ao Projeto
Pedagógico dos cursos, atendendo, inclusive, à Portaria no. 300 (SINAES/MEC), que aponta
como instrumento para avaliação externa das IES as políticas de atendimento a estudantes,
incluindo, nesse caso, os egressos.
O curso acompanha seus egressos através de correspondências, via telefônica e através de um
ícone específico para ex alunos no site da universidade. Na maioria das vezes, o próprio coordenador
encaminha-os para a Pós-Graduação.
Em 2011.2 acontecerá o I Encontro de Egressos para
apresentação das atividades dos Engenheiros Ambientais formados pela USS e I Jornada de
Engenharia Ambiental da USS, como previsto no PPC em 2008.
3.2.4.7. Acesso a registros Acadêmicos
No ato da matrícula o aluno recebe um número que o acompanha até o final do curso e é
cadastrado no sistema Terminal Institucional Acadêmico (TIA), recebendo neste momento uma senha,
que o possibilita a acessar em qualquer parte do país ou fora dele, todos os registros acadêmicos
através do site da instituição. As notas, freqüência e conteúdos de aula são lançados até o dia dez de
cada mês pelo professor.
Processos como trancamento de matrículas, transferências, solicitação de declarações, segunda
chamada de prova são feitos diretamente na Secretaria Geral, sendo que todos os formulários
necessários estão disponibilizados no site da USS. A Universidade disponibiliza em sua página virtual,
o Manual do Aluno, onde se encontram as normas internas e outras orientações acadêmicas e o
regimento interno, ambos podem ser acessados, na íntegra, no site da universidade (www.uss.br).
3.2.4.8. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais
Nos últimos anos, a Universidade Severino Sombra vem investindo para atender a este
indicador. Para tanto, construiu rampas, instalou elevador no prédio onde estão localizadas salas de
informática, salas de aula e o Auditório Severino Sombra. Fez adaptações em instalações sanitárias e
as construções mais recentes já estão adequadas.
48
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.3. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Em função dos objetivos específicos de cada disciplina, o professor têm autonomia para
estabelecer os critérios de avaliação mais adequada a sua disciplina, mantendo o critério regimental
atual de 02 (dois) instrumentos para cada avaliação. As avaliações contemplam questões
contextualizadas, objetivas e discursivas. Desta forma, é possível abordar aspectos práticos e/ou
teóricos que geralmente incluem: trabalhos individuais ou em equipe (leitura e síntese de artigos
científicos; relato de casos, relatório de atividades extra-classe - visitas técnicas, preparação e
apresentação de seminários entre outros), bem como provas escritas e/ou oral. O processo avaliativo
estabelece que a média necessária para aprovação nas disciplinas deve ser igual ou superior a 7,0 (sete)
e freqüência mínima de 75%. O aluno que não obtiver a média para aprovação, poderá se submeter a
avaliação final desde que tenha acumulado nota 4,0 (quatro), desta forma, terá que perfazer um total de
10,0 (dez) pontos para ser aprovado.
3.4. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO
3.4.1. Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio Curricular Supervisionado é normatizado por legislação oriunda do Ministério da
Educação (LEI No. 11.788, de 25 de setembro de 2008) e constitui atividade curricular obrigatória
ofertada aos estudantes do Curso de Engenharia Ambiental, matriculados no 8º. e 9º. (matrizes 2004.1
e 2007.1) inseridos na matriz como disciplina. Na matriz 2009.2, é oferecido à partir do 6º. seguido do
7º., 8º. e 9º. períodos e não consta no elenco de disciplinas.
Durante o estágio, o aluno cumpre sob supervisão docente (supervisor de estágio do curso) e de
um supervisor da unidade concedente, um programa de treinamento que lhe permite tomar
conhecimento e participar de atividades práticas desenvolvidas nos setores onde as atividades estejam
ligadas à Engenharia Ambiental. É um momento de formação profissional seja pelo exercício direto in
loco, seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades da área profissional
específica. Tal possibilidade permite que o aluno desenvolva uma prática comprometida com as
necessidades do setor, com autonomia, raciocínio investigativo, criatividade, com capacidade de
comunicação, resolução de problemas, trabalho interdisciplinar e multiprofissional.
A supervisão de estágio deve ser entendida como acompanhamento e assessoria dada ao aluno,
no decorrer de sua prática profissional, por docentes (supervisores de estágio) reconhecidos pela
Coordenação do Curso, de forma a proporcionar aos estagiários o pleno desempenho de ações,
princípios e valores inerentes à realidade da profissão em que se processa a vivência prática. Sendo
assim, o discente que comprovar (através de hierarquia superior) que a sua atividade de trabalho está
49
Curso de Engenharia Ambiental
USS
inserida nas atuações do profissional em Engenharia Ambiental, terá 100% de aproveitamento nas
horas de estágio supervisionado.
A não conclusão do Estágio Supervisionado em um total de 180 horas (matrizes 2004.1 e
2007.1) e 240 horas (matriz 2009.2), implica no impedimento da conclusão do Curso.
O profissional que assumir a orientação na Unidade concedente, deve estar regularmente
registrado em Conselho de Classe. Desta forma, o profissional deverá ter atribuições profissionais e
competências, que lhe permitam orientar o aluno no desenvolvimento teórico e prático, das mais
diversas atividades curriculares in loco. A atuação do profissional que não possua competência
compatível com a formação da Engenharia Ambiental, poderá ser avaliada, desde que a experiência
comprovada do profissional lhe atribua tais expertises.
Seus principais objetivos são:
•
Proporcionar ao estudante, a participação em situações reais e experiências de ensinoaprendizagem visando à educação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de
competências e habilidades e ao exercício do pensamento reflexivo e criativo;
•
Contato com as atividades da Engenharia Ambiental e áreas conexas, embasado no
conhecimento adquirido ainda na Universidade;
•
Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando
correspondente concretização no desenvolvimento das competências e habilidades,
compromissadas com a realidade sócio-econômica-política do país;
•
Instrumentalizar o futuro profissional para a inserção no mundo do trabalho, para interpretar
informações e para compreensão crítica da realidade, complementando, desse modo, a
dimensão prática e caráter educacional do estágio;
•
Propiciar um exercício profissional de qualidade, assegurado através de um planejamento
gradativo, sistemático e acompanhamento metódico.
Cenários de Prática
Os estágios supervisionados podem ser cumpridos em empresas, órgãos públicos da área
ambiental ou organizações ambientais não governamentais da Região Centro Sul-Fluminense,
preferencialmente, podendo ainda ser realizado em empresas situadas no Estado do Rio de Janeiro e
mesmo em outros estados da Federação, desde que estas Unidades Concedentes firmem convênio
com a Universidade Severino Sombra.
3.4.2.Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso tem o objetivo de promover junto ao aluno, o
planejamento, a organização e redação do trabalho científico. A graduação em Engenharia Ambiental
50
Curso de Engenharia Ambiental
USS
tem como um de seus requisitos, a elaboração de um Projeto Integrado, que segue as “Normas para
elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC”. Este Projeto constitui-se na principal
atividade de integração entre teoria e prática, dado que oferece aos alunos oportunidade de utilizarem,
conjuntamente, os conhecimentos obtidos nas disciplinas do ciclo profissionalizante, além de permitir
a prática da engenharia ambiental.
Os temas de projeto são definidos com base em necessidades reais de empresas, órgãos
públicos e ONGs da área ambiental da Região Centro Sul-Fluminense com as quais a USS e/ou o
Discente mantém intercâmbio. Os projetos são desenvolvidos por cada aluno, sob a orientação de um
professor orientador com experiência em campos diversos da Engenharia Ambiental e o Professor da
Disciplina Trabalho Final de Curso. O Projeto é defendido publicamente pelo discente perante uma
banca examinadora constituída por 3 (três) professores dos Cursos do CECETEN (Centro de Ciências
Exatas, Tecnológicas e da Natureza), ou convidados de outras Instituições de Ensino Superior. A
aprovação da banca é condição necessária ao cumprimento deste requisito de graduação.
No curso de Engenharia Ambiental, para a conclusão do curso, o TCC tem um caráter
diferenciado que privilegia a experiência profissional, além da capacidade investigativa. O TCC
poderá ser apresentado sob a forma de um artigo científico, monografia, ou a concepção de projetos na
área ambiental.
Os Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados passam a compor o acervo da Biblioteca e
também ficam disponível na coordenação.
3.4.3. Atividades Complementares
As atividades complementares contribuem para a formação acadêmica e profissional do aluno,
ao possibilitarem participação em experiências relacionadas ao mundo do trabalho. Ao se considerar
as múltiplas possibilidades estimula-se a vivência e constituição de um saber interdisciplinar e
integrado à ação profissional. Este articulado a necessidades e potencialidades locais e regionais.
É objetivo das atividades complementares auxiliarem na formação acadêmica do aluno ao estimular a
participação em debates, seminários, encontros acadêmicos e profissional, dentre outras
possibilidades. Ao contribuir para ampliar o conhecimento, instigar o senso crítico e a autonomia, as
atividades complementares, favorece a intervenção no cenário acadêmico/profissional do egresso do
curso.
Além da carga horária de estágio supervisionado, os alunos do Curso de Engenharia
Ambiental devem cumprir um total de 200 horas de atividades complementares, que podem ser a
participação em visitas técnicas, apresentações técnicas, projetos de extensão, iniciação científica,
monitoria, seminários , congressos entre outros. O formulário de atividades complementares, encontrase no anexo VI.
51
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Visitas Técnicas
As visitas técnicas constituem-se em um importante fator para a complementação da formação
profissional do aluno de Engenharia. Nestas visitas os alunos, sempre acompanhados de um professor
responsável, são levados a conhecer o funcionamento real e integrado dos elementos e sistemas
estudados em sala de aula. Por meio de contato com profissionais de longa experiência na prática
diária de resolução de problemas ambientais, os alunos recebem informações que muitas vezes não
estão disponíveis na literatura e que lhes vão permitindo, paulatinamente, preparar-se para enfrentar os
problemas práticos que encontrarão profissionalmente. Algumas visitas técnicas que acontecem
regularmente no curso são: Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia (Valença), TRIBEL
(tratamento de resíduos, Belford Roxo), Indústrias Nucleares do Brasil –INB, Aterros Sanitários,
Estações de tratamento de água (Guandu) e Estações de Tratamento de efluentes (Alegria), Indústrias
como Novartis Biociências, Clariant, Bayer, Servatis, Rimet entre outras.
Aulas de Campo
O curso de Engenharia Ambiental, privilegia sempre que possível, as aulas de campo, onde os
discentes podem observar em loco as transformações, os impactos negativos ou positivos que a
natureza ou a ação do homem se fazem presentes. Como exemplo: Parque Nacional de Itatiaia,
Ibitipoca, Praia de Atafona em Campos dos Goitacazes entre outras.
Apresentações Técnicas
O Curso de Engenharia Ambiental promove apresentações técnicas realizadas em suas
instalações por representantes de empresas, órgãos públicos e ONGs de meio ambiente. Estas
apresentações, assim como as visitas técnicas anteriormente referidas, constituem importante fator
para complementação e atualização do conhecimento tecnológico em Engenharia dirigido ao discente.
3.4.4 Pesquisa
O Curso Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra espera desenvolver na
formação do aluno, a vivência de práticas investigativas, quer individualmente como alunos em seu
processo de aprendizagem, quer como participantes de grupos de pesquisa em parceria com outros
alunos e professores do Curso. Este objetivo, definidor do perfil do egresso, articula-se com a
Resolução CNE/CES 11/2002. Esta propõe que na organização curricular esteja presente o
aprimoramento em práticas investigativas e a pesquisa, como foco no processo de ensino e de
aprendizagem. Neste sentido o Curso de Engenharia Ambiental vem organizando e incentivando
grupos de pesquisa dos quais participem alunos e professores.
O curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra possui quatro (04) grupos
de pesquisa, cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq e na Instituição (Anexo VIII).
52
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Os Projetos foram contemplados com o apoio da FUNADESP e FAPERJ, e bolsas PIBIC USS.
É meta do curso ampliar as áreas e linhas de pesquisa com o objetivo de contribuir
continuamente com o crescimento da pesquisa científica, definir programas e linhas voltados para o
desenvolvimento regional e direcionar o nosso aluno ao conhecimento técnico-científico.
3.4.5 Extensão
A tônica da indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão é adotada como diretriz
prioritária pela USS. Atenta aos problemas sócio-econômicos e ambientais da região Sul Fluminense,
a USS através da Pró-Reitoria Acadêmica junto à Coordenadoria de Extensão desenvolve profícuo
trabalho, comprometendo o Campus e a Comunidade, visando o aperfeiçoamento cultural, a qualidade
de vida e a formação de uma consciência ética na sociedade. Com esses objetivos, propostas e projetos
culturais são encaminhados à Coordenadoria de Extensão que, em conjunto com a Coordenação de
Curso, promove os meios para a sua execução.
A Extensão é conjunto dos processos educativo, cultural e científico que articula, de forma
indissociável, o ensino e a pesquisa e realiza a integração da Universidade com a Comunidade da
Região Geoeducacional em que está inserida, extravasando para estes espaços os limites do seu
campus, visando o desenvolvimento mútuo, de caráter tecnológico e social. Extrapolando os limites
naturais da sala de aula e do próprio Campus, a prática da extensão completa a tríplice função da
Universidade enquanto força a muralha que artificialmente se coloca entre o saber do povo e o saber
científico.
A Extensão tem lugar de destaque em todas as atividades da USS há mais de dez anos. Em três
áreas básicas são desenvolvidas as atividades de extensão da USS, Educação, Saúde e Ecologia, sem
descuidar dos aspectos culturais da região. Para além da política social estritamente voltada para a
população de baixa renda, há muitas outras maneiras pelas quais a Universidade demonstra sua
vocação extensionista. Uma delas é zelar pela formação de profissionais sensíveis à problemática
social, a fim de que possam incutir, com firmeza, em seus planos de atuação, a meta de construir uma
sociedade mais justa, mais humana, reduzindo-se os níveis de desigualdade social e de violência. Um
dos projetos de extensão do curso de Engenharia Ambiental é “A Semana Mundial de Meio
Ambiente”, “Semana Severino Sombra” e “Ciência e Tecnologia” que ocorre anualmente, dentre as
atividades destacam-se: palestras científicas e mini-cursos com profissionais renomados e oficinas
abertas à comunidade. Em 2009, a Universidade Severino Sombra sediou o Encontro Nacional de
Coordenadores de Curso de Engenharia Ambiental promovido pelo curso. Em 2011 será iniciado o
Projeto CINE AMB, serão exibidos filmes sobre a temática ambiental com posterior discussão, todas
as 1ª. e 4º. quintas-feiras do mês.
53
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3.4.6. Estímulo à Participação em Eventos Internos e Externos
O Projeto de Desenvolvimento Institucional 2006/2010 (PDI), no item 2.6.5 que trata do
incentivo à Pesquisa e à Extensão, afirma o objetivo de aperfeiçoar os programas de iniciação
científica adotados na USS, de forma a que seja absorvido um maior número de alunos e de inserir
alunos de graduação em projetos de ensino, pesquisa e extensão. A Universidade promove,
anualmente, o ENIC – Encontro de Iniciação Científica, evento que oportuniza aos discentes divulgar
suas produções no âmbito da iniciação científica e na participação das pesquisas docentes.
A participação em Eventos Acadêmicos e Científicos é estimulada pela política adotada pelos
diferentes cursos quando definem instrumental para registro das atividades complementares, com
carga horária especificada por cada curso, em acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais. No
ano de 2009, como parte do processo de discussão dos projetos as atividades complementares foram
revistas considerando o perfil do egresso e com apoio do colegiado de curso. A Instituição apóia
financeiramente 25% dos custos para eventos nacionais e 50% para os eventos internacionais, desde
que exista a produção vinculada à Instituição.
54
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4. CORPO DOCENTE, CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO
4.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
4.1.1. Núcleo Docente Estruturante - NDE
É o órgão consultivo responsável pela concepção do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
Engenharia Ambiental e tem por objetivo consolidação do mesmo. A sua constituição segue
orientações do Ministério de Educação (MEC/INEP).
A composição do NDE do Curso de Engenharia Ambiental, tem como presidente a
Coordenadora do Curso, Profa. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo, encontra-se em
quadro apresentado em anexo (Anexo IV), a relação da composição do NDE, onde 100% possuem
formação Stricto Sensu, comtítulo de Doutorado. O grupo participou da implantação do atual Projeto
Pedagógico do Curso e tem participado ativamente de sua consolidação.
A indicação dos representantes docentes é feita pelo Coordenador para um mandato de 1 (um)
ano, com possibilidade de recondução.
São atribuições do NDE:
•
elaborar o Projeto Pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos;
•
estabelecer o perfil profissional do egresso do curso;
•
atualizar periodicamente o projeto pedagógico do curso;
•
conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso,
sempre que necessário;
•
supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo
Colegiado de Curso;
•
analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares;
•
promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos
pelo projeto pedagógico;
•
acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao Colegiado de Curso a
abertura de processo seletivo para contratação ou substituição de docentes, quando
necessário.
O NDE reúne-se, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente ou
Coordenador, 2 (duas) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo
Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. As decisões do Núcleo serão tomadas por
maioria simples de votos, com base no número de presentes.
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
4.1.2. Avaliação do Projeto Pedagógico
Por meio da avaliação é possível conhecer a relevância dos objetivos propostos, bem como a
eficácia, o impacto e a eficiência das ações realizadas. Pela avaliação pode-se verificar se as ações e a
prática global constituem os instrumentos e o caminho para a concretização das diretrizes e objetivos
propostos. Considera-se que, dentro da função diagnóstica, a avaliação perpassa toas as atividades
preconizadas e fornece elementos de controle para verificação da relação entre os objetivos, as
estratégias, as ações e a prática pedagógica. Entende-se que a principal prática avaliativa é a prática da
implantação completa do processo de planejamento, permitindo detectar avanços, identificar
obstáculos e promover ações com vistas à melhoria gradativa da qualidade acadêmica.
Para tanto, o Curso de Engenharia Ambiental mantém um processo de auto-avaliação constante,
com reuniões dos membros do NDE. Esse processo de avaliação terá como seus agentes todos os que
estão diretamente envolvidos com as atividades a serem avaliadas, entendidas como requisito essencial
do próprio processo de democratização da USS, e se voltará para:
•
A avaliação do Curso: enfocando o prestígio, a procura e os indicadores de eficiência
(metodologias de ensino e resultado do processo Ensino-Aprendizagem);
•
Avaliação dos docentes: em termos de rendimento, de produtividade (produção científica) e da
participação acadêmica;
•
A avaliação dos alunos: a partir do rendimento escolar e da participação acadêmica.
•
Avaliação institucional interna;
•
Acompanhamento do egresso.
56
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4.2. COORDENADORA DO CURSO
A Coordenadora do Curso é a Professora Doutora Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo,
Doutora em Ciências – Microbiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Mestre
em Ciências Biológicas – Biotecnologia Vegetal – Microbiologia pelo Programa de Biotecnologia
Vegetal da Universidade Federal do Rio de Janeiro, licenciada em Ciências Biológicas pela
Universidade Gama Filho em 1986.
Na área do Ensino Superior é professora Titular da Universidade Severino Sombra – USS
em cursos de Graduação nas seguintes áreas: Microbiologia, Metodologia da Pesquisa Científica e
Iniciação Científica. Em curso de Pós-graduação Stricto Sensu - Mestrado Profissional em Ciências
Ambientais da USS, Professora convidada dos Cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de
Biotecnologia Vegetal (UFRJ), do Núcleo de Atualização em Ciências Ambientais (NADC-UFRJ)
com o Curso “Biodegradação de compostos orgânicos e Biotransformação de compostos inorgânicos
no meio ambiente” e pesquisadora do Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Góes da Universidade
Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.
Na área Empresarial é sócia-diretora da Eflutec Assessoria e Consultoria Ambiental Ltda,
empresa que foi selecionada em 2000 no processo para empresas de Inovação Tecnológica na
Incubadora de Empresas da COPPE – UFRJ.
Trabalhos técnicos relevantes desenvolvidos: Monitoramento de Estação de Tratamento de
Efluentes Industriais; Polimento da Lagoa de Tratamento de Efluentes das Indústrias Nucleares do
Brasil – INB; Gerenciamento de Resíduos - COPPETEC.
Na área da gestão de ensino superior, Coordena o Curso de Engenharia Ambiental da
Universidade Severino Sombra no ano de 2008, retornando em Junho de 2010.
Organizou os seguintes Eventos e Projetos: VII Semana de Meio Ambiente - “Consciência
Ambiental e Ações Sustentáveis”, 2008; I Jornada de Meio Ambiente, 2006; I Simpósio da Liga de
Microbiologia Médica, 2006; I Simpósio da Liga de Microbiologia Médica, 2005. e X Semana de
Meio Ambiente em 2011.
Grupos de Pesquisas cadastrados no CNPq, onde atua como líder e colaboradora dos
seguintes projetos: Bioprospecção de substâncias bioativas; Biotecnologia de Actinomicetos;
Caracterização de Microrganismos; Produção de enzimas hidrolíticas visando a produção de bioetanol,
em parceria com a UFRJ.
Consultora Ad Hoc do CNPq nas áreas: Biotecnologia e Microbiologia.
Revisor de periódico: Journal Brazilian Microbiology
Microbial Ecology
TECCEN
Audit Team - Technical Expert - Institute for Testing and Certification, Inc., desde 2009.
Inicio na Universidade Severino Sombra: 1999
Coordenação do Curso: Janeiro de 2008 a Janeiro de 2009; Junho de 2010 – atual
57
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4.3. INSTÂNCIAS COLETIVAS DO CURSO
O curso de Engenharia Ambiental atende as normas e exigências do regimento geral da USS –
composição, atribuições e periodicidade –, no que se refere às instâncias colegiadas: realiza reuniões
periódicas do Colegiado do Curso, do NDE e Reuniões de Professores.
a) Colegiado de Curso:
O Colegiado do Curso é formado por representantes docentes e discentes eleitos por seus
pares para um período de 01 (hum) ano. Seguindo as normas do Regimento Geral da USS e
Regulamento dos Colegiados de Cursos, o grupo se reúne ordinariamente duas vezes por semestre e
extraordinariamente quando convocado pela Coordenadora do Curso, sua presidente.
O colegiado é composto de um representante docente por período e 3 Discentes. Neste
período, o Colegiado do Curso tem discutido e participado de decisões importantes sobre assuntos
acadêmicos do curso, que depois são validadas pelo NDE, como por exemplo: discussão sobre os
Projetos Pedagógicos Integradores, novo formulário de Atividades Complementares, novas formas de
controle e acompanhamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso, programação de eventos do Curso
e discussão sobre a matriz curricular.
b) Núcleo Docente Estruturante:
Como já foi mencionado, o NDE constitui-se em instância responsável pelo acompanhamento
e supervisão do projeto pedagógico do curso. O NDE do Curso de Engenharia Ambiental, nomeado
em 2010, após aprovação de seu Regulamento, tem realizado reuniões para: discussão sobre o Projeto
Pedagógico do Curso, com o objetivo de identificação de sua realidade.
c) Reuniões com os Docentes:
Através de reuniões pedagógicas que ocorrem todo semestre ou a qualquer momento quando
necessário, o corpo docente constitui-se em instância consultiva, considerando a presença de todos os
docentes que dão identidade a proposta pedagógica do curso.
d) Reuniões com os Discentes:
Através de reuniões que ocorrem todo semestre ou a qualquer momento quando necessário, os
representantes de turma e/ou seus suplentes, são ouvidos para verificar as fragilidades e
potencialidades do curso. Com o intuito de melhoria contínua do processo pedagógico.
58
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4.4. DO CORPO DOCENTE
Coerência com a proposta curricular
O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental da USS é constituído por professores com
titulação de Especialista (17,66%), Mestre (41,17%) e Doutor (41,17%) nas diversas áreas da
Engenharia ou afins e por professores igualmente qualificados, comuns aos quadros docentes da USS.
Privilegia-se a admissão de profissionais que possam dedicar uma carga horária de no mínimo 20
horas semanais, o curso de Engenharia Ambiental possui 34,37% de professores 40 horas, professores
com título de Mestre ou Doutor tem a oportunidade de desenvolverem atividades de pesquisa e/ou
extensão segundo as normas estabelecidas pelas respectivas coordenadorias.
A fim de que seja mantido o padrão de qualidade, necessário ao Curso de Engenharia
Ambiental, os docentes possuem intrinsecamente, a visão do professor/pesquisador/intelectual, cuja
competência lhes permita construir o conhecimento através de uma constante atitude investigativa e
crítica.
São profissionais competentes e conscientes de sua ação, buscando novos conhecimentos,
articulando teoria e prática, construindo novas metodologias, exercendo a cidadania de forma ativa no
contexto acadêmico, questionando, analisando, contribuindo, intervindo e possibilitando a
transformação da realidade educacional, pela busca de novos caminhos teóricos, embasados em
variadas formas de estabelecer a relação pedagógica.
O Curso de Engenharia Ambiental integra recursos humanos dos cursos de Engenharia
Elétrica, Química Industrial e Ciências Biológicas, já existentes na USS, utilizando em seu corpo
docente 100% de professores já alocados nos ciclos básico e profissional destes cursos. Os professores
exercem sua atividade docente e profissional há bastante tempo, tendo seu nome respeitado por
centenas de ex-alunos que atualmente exercem com sucesso a atividade profissional de Engenharia em
diversas empresas brasileiras e multinacionais, atestando a qualidade do trabalho desenvolvido pelos
professores.
Vários destes professores prestam serviços a empresas e centros de pesquisa como a Fundação
Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ, LIGHT Serviços de Eletricidade S/A – LIGHT SE S/A,
Companhia Siderúrgica Nacional - CSN, Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - CEPEL, Eletrobrás
Termonuclear S.A. – ELETRONUCLEAR, entre outras de expressão regional e nacional. Cursaram
ou são alunos de Cursos de Especialização, Mestrado ou Doutorado, em instituições consagradas
como o Instituto Militar do Exército - IME, Pontifícia Universidade Católica - PUC-Rio, Universidade
Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro- UFRRJ,
Universidade Federal Fluminense – UFF, Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI. São
profissionais atuantes em sua área, exercendo, inclusive, postos de chefia em diversas empresas
importantes.
59
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Cinqüenta por cento dos professores do Curso de Engenharia Ambiental, integram o corpo
docente do curso de Stricto sensu - Mestrado Profissional em Ciências Ambientais recém aprovado
pela CAPES.
Esta experiência, colocada à disposição dos alunos, oferece um forte diferencial de qualidade
ao Curso de Engenharia Ambiental. A lista nominal do corpo docente e suas respectivas disciplinas
encontram-se no ANEXO V.
4.4.1. Pesquisa e Produção Científica dos Docentes
A produção dos docentes encontra-se no anexo X.
4.4.2. Plano de Carreira Docente
Os critérios de admissão à carreira docente na USS estão relacionados à necessidade de uma
política de capacitação dos recursos humanos e a instituição de progressão funcional. A admissão está
privilegiando o ingresso de professores que já tenham mestrado e doutorado, ao mesmo tempo em que
estimula a participação de seus professores em cursos de reconhecida qualidade avaliada pelo
MEC/INEP para obtenção do grau de Mestre e Doutor.
Segundo o ART. 6º do Plano de Carreira Docente, a estruturação da carreira docente está
baseada em critérios considerando: a titulação; o tempo de exercício de atividades acadêmicas; a
produção científica e o desempenho docente.
A USS possui comissão constituída por técnicos e docentes que tem como objetivo realizar a
adequação do Plano de Carreira Docente ao Plano de Cargos e Salários.
A capacitação docente, desenvolvida no Curso de Engenharia Ambiental, considera como
eixos dessa formação as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Assim, procura estimular e
subsidiar a participação dos docentes em grupos e projetos de pesquisa, em encontros locais, regionais,
nacionais identificados com a Formação em Engenharia e Ciências do Ambiente; em projetos de
extensão articulados com o município, estado e até mesmo em esfera federal, visando auxiliar no
conturbado contexto que vem surgindo sobre o Meio Ambiente.
Ainda como parte dessa capacitação busca-se construir, em conjunto com todos os
professores, o projeto pedagógico e o plano de ação de cada semestre letivo. A capacitação docente
proposta se constrói na prática pedagógica em ação, na prática refletida coletivamente.
4.5. DO CORPO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO
O corpo técnico-administrativo que serve ao curso apresenta-se adequado ao bom
funcionamento, articulado com as Secretarias de Coordenação, Geral, destaca-se também a boa
60
Curso de Engenharia Ambiental
USS
capacidade técnica para os serviços dos laboratórios, Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão Prof.
Antônio Orlando Izolani e biblioteca. A USS no ano de 2011.1, conta com um efetivo de 960
funcionários (fonte: CRH Junho de 2011).
5. INSTALAÇÕES FÍSICAS
5.1 INSTALAÇÕES GERAIS
O conjunto universitário da Universidade Severino Sombra é organizado em blocos. É nestes
que estão distribuídos os espaços físicos para ensino, pesquisa e extensão, com salas de aula, de
multimídia, de apoio técnico-administrativo, Biblioteca, Laboratório de Informática, Laboratório do
Curso de Letras, Núcleo de Apoio Psicopedagógico, Central de Estágios de Bacharelado e
Licenciatura, Salas de reunião para NDE, sala de professores.
5.2 BIBLIOTECA
A Biblioteca Central do SIB-USS está localizada na Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão
Dr. Mário Sombra de Albuquerque, Bloco Profa. Maria Ignez Azambuja de Lemos, à Av.
Expedicionário Oswaldo de Almeida Ramos, 280, Centro, Vassouras-RJ.
O Sistema Integrado de Bibliotecas da USS (SIB-USS) Campus Vassouras é constituído pela
Biblioteca Central, coordenadora do Sistema e pelas Bibliotecas Setoriais: Profa. Vera Maria Cordilha
Porto - CAp, Mestrado em História Social, Centro de Estudos Prof. Severino Sombra - HUSF e
Campus Avançado Maricá.
As Bibliotecas do SIB-USS são constituídas de amplo acervo de livros, folhetos, obras de
referência, teses, periódicos, materiais especiais, bases de dados eletrônicas, entre outros e tem como
objetivo a disseminação da informação nas diversas áreas do conhecimento. Como parte integrante dos
Processos de Ensino, Pesquisa e Extensão, atende o corpo docente, discente e administrativo além de
usuários de todo o país.
A Biblioteca Central é composta por um Prédio com dois blocos, assim formados:
1º bloco: dividido em dois andares com área de 820 m²
1º e 2º Piso: Rampas de acessibilidade a todos os usuários. Salão de leitura, Salas de estudo em grupo,
Cabinas para estudo individual, microcomputadores para pesquisa acadêmica e Sala para
Teleconferência e projeção de Multimídia.
2º bloco: dividido em 03 andares ocupando área com de 721,40 m² 1º 2º e 3º Piso: Ambientes para
acervo de Livros, Folhetos, Catálogos, Dissertações, Teses, TCC, Obras Raras, Periódicos, Obras de
Referência e Multimeios.
61
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Área de circulação dos documentos, Microcomputadores para consultas ao acervo e pesquisa
acadêmica e ambiente para troca de ideias.
A Biblioteca Central possui ambientes amplos bem iluminados, climatizados, excelente
acústica, bem higienizada, com mobiliários adequados, proporcionando aos usuários maior conforto e
comodidade no momento de utilização do acervo. Periodicamente, os prédios da Biblioteca Central
passam por manutenção, mantendo-se em ótimo estado de conservação.
5.2.1 Informatização
A Biblioteca Central encontra-se totalmente informatizada, utilizando o Sistema
PERGAMUM (Sistema Integrado de Bibliotecas PUC-PR), o que possibilita maior facilidade e
rapidez nas consultas, empréstimos, renovação, reservas e o controle do acervo, promovendo acesso
remoto na IES e fora dela.
A Consulta ao acervo da Biblioteca Central é feita através do Sistema Integrado de Biblioteca – SIBUSS (por autor, título ou assunto). Após pesquisar o documento desejado, o usuário deverá anotar o
“numero de chamada” e solicitá-lo no Atendimento ao Cliente ou se dirigir ao acervo de livre acesso e
com auxílio do funcionário, processar o empréstimo do documento. A consulta, renovação e reserva,
também poderá ser feita através do site www.uss.br ou www.uss.br/web/page/biblioteca.asp
5.2.2. Política de Atualização
A Biblioteca Central tem como política de atualização e expansão, a aquisição mensal de
livros, periódicos e materiais especiais nas áreas de conhecimentos, tendo como prioridade as
bibliografias básicas e complementares que são solicitados pelos Coordenadores, Professores e alunos,
observando a demanda na utilização do acervo, mantendo assim uma coerência na prática pedagógica
dos cursos oferecidos pela USS. A conservação dos documentos é feita periodicamente tornando-os
em boas condições de uso.
Para aquisição de novos documentos são realizadas licitações através do Sistema Pergamum e
encaminhadas (on-line) para a Coordenadoria de Compras da Instituição que faz cotação com vários
fornecedores.
5.2.3 Serviços
O Horário de atendimento da Biblioteca Central é excelente estendendo-se por três turnos, a
saber:
De 2ª a 6ª feira, das 8h às 21h50min (Ininterrupto). Aos sábados, das 8h às 11h50min e período não
letivo (janeiro) das 8h às 12h e das 14h às 17h50min.
62
Curso de Engenharia Ambiental
USS
A Biblioteca apresenta um nível satisfatório de funcionalidade no atendimento com os
usuários, oferecendo empréstimo domiciliar e local, renovação, reserva, empréstimo entre Bibliotecas
do SIB-USS e do Compartilhamento entre Bibliotecas de Instituições de Ensino Superior do Estados
do Rio de Janeiro – CBIES. Disponibiliza microcomputadores para utilização da Internet podendo ser
acessadas bases de dados eletrônicas assinadas como: MEDLINE with full text, cerca de 1.200 títulos,
DynaMed – Medicina Baseada em Evidências (EBSCO), Academic Research Library, multidisciplinar
cerca de 3.000 títulos (PROQUEST), ICAP - Indexação Compartilhada de Artigos de Periódicos da
Rede Pergamum atualmente com 13.000 artigos e, bases de dados gratuitas como: PROSSIGA, BVS
(BIREME), SCIELO, Domínio Público, ACESSO LIVRE CAPES, entre outras.
Oferece serviços de Comutação Bibliográfica, através de cópias solicitadas a BIREME
(Biblioteca Regional de Medicina) ou COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) no país e no
exterior, serviço de alerta, através da emissão via e-mail aos usuários cadastrados na Biblioteca
Central como: novas aquisições incorporadas ao acervo diariamente, aviso do vencimento do
documento retirado por empréstimo, aviso da chegada do documento reservado, exposição no salão de
leitura dos periódicos recebidos durante o mês, divulgação em mural externo de notícias sobre
cursos/eventos e também disponibilizamos espaço para eventos culturais.
Os Bibliotecários orientam os alunos na elaboração das referências bibliográficas e
confecciona a ficha catalográfica dos trabalhos de Conclusão de Cursos e Dissertações dos alunos da
USS e Comunidade, obedecendo as Normas da ABNT e AACR2. No início de cada semestre é feita
visita guiada a Comunidade interna na Biblioteca Central e capacitação no Sistema Pergamum dos
alunos matriculados no 1º período dos cursos da USS, visando melhor utilização do acervo e ao acesso
a qualquer uma das bases de dados disponíveis na rede local. Também são agendadas com a
Comunidade externa visita guiada na Biblioteca Central durante o ano.
5.3. INFRA-ESTRUTURA, INSTALAÇÕES E LABORATÓRIO ESPECÍFICOS
5.3.1 Laboratórios de Informática
As Salas de Informática da USS foram criadas para apoiar as atividades dos diversos Órgãos
Acadêmicos e Cursos. O nome “Sala de Informática” caracteriza o conceito de utilização generalizada
do ambiente, em proveito do ensino e da aprendizagem. Ora pode ser um laboratório, ora uma sala
multimídia, ora um ambiente de pesquisa na Internet. As salas foram estruturadas para viabilizar aulas
dos diversos Cursos da USS; um ambiente de conexão à Internet; um ambiente de conexão à rede da
USS; um ambiente de conexão à Intranet da USS; um ambiente de acesso às informações do Terminal
Informativo Acadêmico (TIA); um ambiente disponível, de manhã, à tarde e à noite, para que alunos e
professores, sob regulamentação adequada, possam realizar: a preparação de trabalhos acadêmico;
treinamento em programas de interesse de suas áreas.
63
Curso de Engenharia Ambiental
USS
O acervo dos laboratórios de informática possui os seguintes programas: Windows XP,
Windows 2000, Linux, Office 97, OpenOffice, Dr. Case, Turbo Pascal, Isis Draw, Chemsk, Java
Develop Kit, JDK. O Laboratório de desenvolvimento tem por finalidade auxiliar a prática de
desenvolvimento de projetos de sistemas informatizados e projetos multimídia. Conta com infraestrutura de hardware e software dimensionadas para seu propósito.
O Curso conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos de Telecomunicações e Informática
(CRTI), setor responsável pela gerência dos recursos de informática da Instituição, que ocupa área
física de 103,18m². À Gerência de Rede compete implantar, manter e atualizar estruturas de hardware
e software que possibilitem o pleno funcionamento das diversas redes e sub-redes que compõe o
Sistema de Informática da Universidade Severino Sombra (USS).
Além da conexão entre os servidores corporativos e acadêmico e seus clientes, a Rede da USS
disponibiliza para todas as áreas da Fundação Severino Sombra (FUSVE) e USS uma conexão
dedicada à Internet, sem necessidade de modem e discagem. A Gerência do Subsistema
Administrativo que ocupa uma área de 33,04m², é a seção da CRTI que administra e presta suporte de
informática ao ambiente Administrativo contando com 05 (cinco) Analistas de Sistemas e 02 (dois)
Operadores de Computador. Neste ambiente também estão alocados os Servidores de Internet (WWW,
E-mail e Proxy) e Servidor Corporativo.
A Gerência do Subsistema Acadêmico que ocupa uma área de 18,41m²; é a seção da CRTI
que administra e controla o Sistema TIA (Terminal Informativo Acadêmico), PERGAMUM localizada
junto às Salas de Informática I e II do Campus I com 2 (dois) Analistas de Sistemas e 05 (cinco)
Operadores de Computador para suporte em geral aos usuários das Salas e dos diversos setores do
Campus I, Campus II e Ambiente Administrativo.
Localizado no Campus da USS - Bloco 9, o laboratório de informática 3 possui os seguintes
equipamentos e materiais:
• 20 computadores.
• 20 licenças de DataCad versão 10 (software de modelamento em 2D e 3D para desenhos de
engenharia).
• Projetores multimídia.
• Televisor de 29”
O laboratório é utilizado para as aulas práticas da Disciplina de Desenho Técnico do Curso de
Engenharia Ambiental visando o treinamento das habilidades e competências na área de projetos.
Cada acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla, visto que
cada computador suporta dois acadêmicos. No laboratório são realizadas diversas estratégias de
ensino-aprendizagem, tais como:
• Técnicas relacionas a leitura e a interpretação de um desenho técnico industrial, incluindo as
vistas principais, cortes, e perspectivas.
64
Curso de Engenharia Ambiental
USS
• Ênfase em modelamentos práticos utilizando os recursos do software DataCad versão 10.
• Durante a dinâmica da aula prática o professor auxilia os alunos mostrando passo a passo as
operações com a utilização de projetor multimídia.
5.3.2. Laboratório de Ciências Ambientais – 40,00 m2
Localizado no Campus da USS, no Bloco 7 – sala 8, possui os seguintes equipamentos:
Microcomputador com acesso a rede, Estufa de esterilização, forno Mufla, Balança Analítica,
Geladeira, pHmetro Digital, pHmetro de bolso, agitador em hélice, Comparador colorimétrico,
Espectrofotômetro, Jar Test, Bloco Digestor, Turbidímetro, cone Imhoff, Agitador Mecânico,
Colorímetro, Compressor de ar, dessecador, almotolia, capela, 1 GPS Garming’s 12 Personal
Navigator.
Pretende-se com a prática capacitá-los à compreensão dos fenômenos essenciais que ocorrem
nas unidades de tratamento de água e efluentes. Para desenvolvimento da prática, o laboratório conta
com o equipamento Jar Test, peagâmetros, turbidimetro e oxímetro digital. O ensaio em Jar Test tem
como objetivo determinar a dosagem ótima e mínima e o pH ótimo de coagulante para o tratamento de
água e efluentes aquosos. Estes dados subsidiam no projeto e são essenciais na operação dos
decantadores para a melhor combinação de produtos químicos que produzirão a qualidade final
desejada da água ou efluente clarificado.
A aula prática conta com o auxílio de um aluno monitor e são realizadas em grupos. Ao final,
os alunos apresentam um relatório da mesma, sendo um dos requisitos de avaliação.
5.3.3. Laboratório de Bioquímica - 88,52 m2
O laboratório de Bioquímica, utilizado nas aulas da disciplina Bioquímica Ambiental para os
alunos do 6° período, do Curso de Engenharia Ambiental está localizado no Campus da USS - Bloco
4. O laboratório possui os seguintes equipamentos e materiais: Capela de fluxo laminar (Quimix,
modelo Q216 F21), Espectrofotômetro (Femito, modelo 700), Fotômetro de chama (Analyser, modelo
910), Destilador (Quimix, modeloQ341), Deionizador (Permution), Potênciometro (Analyser, modelo
pH 300), Micróscopios Binoculares (Coleman), Estufa (Fanem, modelo Retilínea), Banho - Maria
(Marca De Leo, modelo Retilínea), Centrífuga Clínica (Marca Bio Eng, modelo BE 5100), Balança
Analítica de Precisão (Marca Coleman, modelo FA 20045287), Geladeira (Marca Consul), Placa de
Aquecimento, Pipetas Automáticas, Vortex.
Dez (10) bancadas de mármore, duas pias e torneiras, Lava-olhos, chuveiro, quadro negro e ar
condicionado (02).
O laboratório é utilizado visando o treinamento das habilidades e competências na área. Cada
acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla. Antes do término
do período letivo, os alunos entregam um relatório de todas as práticas realizadas de acordo com as
65
Curso de Engenharia Ambiental
USS
normas informadas (introdução, material e metodologia empregada, resultados de suas análises e
discussão dos resultados obtidos entre os colegas de diferentes bancadas).
5.3.4. Laboratório de Cartografia
Localizado no Prédio Barão de Massambará, conta com 60 pranchetas para desenho; 05 cartas
de 1:50.000 da região Centro Sul Fluminense e 36 cartas de 1:50.000 do estado de São Paulo; 02
Mapas de Unidades de Relevo do Brasil de 1:5.000.000; Carta de Asunción, folha SG21 de
1:1.000.000; Mapa do Estado do Rio de Janeiro, com regiões de governo e vias de circulação de
1:450.000; Mapa das Macrorregiões Ambientais do Estado do Rio de Janeiro de 1:1.000.000; Mapa
Brasil Potencial Eólico de 1:6.400.000; Mapa de Vegetação do Brasil de 1:5.000.000; Mapa Político
do Brasil de 1:5.000.000; Carta da Região Metropolitana do Rio de Janeiro de 1:200.000; Mapa da
Amazônia Legal de 1:3.000.000; Mapa de Densidade Demográfica Municipal e Bacias Hidrográficas
do Brasil de 1:5.000.000; Imagem de Satélite do Spot, cena 705/397 Pan 930103, PixelSize 5m; 64
Fotografias Aéreas; 12 Estereoscópios; 1 GPS Garming’s 12 Personal Navigator; 1 quadro-negro; 1
retroprojetor.
5.3.5. Laboratório de Física - 38,70 m2
Localizado no Campus da USS, no Bloco 6, com , possui os seguintes equipamentos: Balança
Mecânica – 15 Kg, Barômetro, Kit De Mecânica Dos Sólidos (Marca Bender), Kit De Termologia
(Marca Bender), Kit De Eletricidade (Marca Bender), Plano Inclinado de Metal e Acrílico, Plano
Inclinado de Madeira, Mufla (Marca Hupert’s Co), Cronômetro, Kit de Mecânica dos Fluídos (Marca
Bender), Kit De Acústica (Marca Bender), Kit de Ótica (Marca Bender), Estojo com Paquímetro e
Micrômetro (Marca Mitutoyo), Balança de Torção, Banco Ótico Linear Com Luz Branca e Laser,
Conjunto Para Interferometria, Unidade Mestra de Física Geral.
5.3.6. Laboratório de Físico-Química - 38,70 m2
Localizado no Campus da USS, no Bloco 6, com , possui os seguintes equipamentos: Banho Maria,
Placa de Aquecimento, Capela de Exaustão, Mantas de Aquecimento, Balança Digital, Vortex,
Agitador Magnético, pH-Metro de Bancada, Frasco de Dewar, Destilador Automático para Água.
5.3.7. Laboratório de Microbiologia - 81,39 M2
Localizado no Campus da USS - Bloco 4, o laboratório possui os seguintes equipamentos e
materiais: Micróscopios Binoculares (Coleman), Microscópio Trinocular (Mod. Bem 215 T2000 –
Inalh), Autoclave, Estufa (Fabbe), Banho - Maria (Fanem), Centrífuga, Balança De Precisão (Marte),
Balança (Filizola –L 2kg), Geladeiras (Continental 270 L e Consul 280 L) , Freezer (Cônsul – 170 L),
Alças De Platina, agulhas de platina, 02 Televisores 20”(Gradiente), Microscópios Estereoscópio
66
Curso de Engenharia Ambiental
USS
(Mod.Sqf-E – Coleman), Bancada De Fluxo Laminar (Mod. Pa 300 – Pachane), Microcomputador,
Placa de Aquecimento, Pipetas Automáticas, Meios de Cultura, Vortex, Balança analítica.
Dez (10) bancadas inox, cada uma com cuba e torneira, 02 bicos de Bunsen, e 02 microscópios (já
citados). Lava-olhos, chuveiro, quadro branco e ar condicionado (02).
O laboratório é utilizado para as aulas práticas da Disciplina de Microbiologia Ambiental do
Curso de Engenharia Ambiental visando o treinamento das habilidades e competências na área. Cada
acadêmico tem a oportunidade de realizar as práticas individualmente ou em dupla, visto que cada
bancada suporta dois acadêmicos e as turmas são compostas de no máximo 20 para a prática. No
laboratório são realizadas diversas estratégias de ensino-aprendizagem, desde a preparação de
inóculos, isolamento de microrganismos de ambientes naturais e antropogênicos, controle físico e
químico de microrganismos, técnica de coloração pelo método de Gram (os melhores resultados são
projetados nos televisores através do microscópio trinocular), provas bioquímicas e caracterização
morfológica chegando a identificação dos microrganismos e antibiose. Para a realização das práticas,
os acadêmicos utilizam a zona de segurança do Bico de Bunsen e a Câmara de Fluxo laminar. Para a
apresentação teórica da prática também é usado o projetor multimídia. No final do curso os alunos
apresentam um relatório de todas as práticas realizadas de acordo com as normas informadas,
utilizando a bibliografia disponível para compor a introdução do trabalho, o roteiro de aulas práticas
para material e métodos, além dos resultados de suas análises e discussão dos resultados encontrados
entre os colegas de diferentes bancadas.
Estágios para os alunos interessados na área e monitorias também são realizados neste ambiente.
5.3.8. Laboratório de Química Analítica e Inorgânica – 38,70 m2
Localizado no Campus da USS, Bloco 7, possui os seguintes equipamentos: Balança
Analítica, Mufla, Capela, pHmetro de Bancada,
Destilador Automático para água, Vórtex,
Centrífugas, Estufa, Pipetadores Automáticos.
5.3.9. Laboratório de Química Analítica e Orgânica – 38,70 m2
Localizado no Campus da USS, Bloco 7, possui os seguintes equipamentos: Capela para
exaustão, Manta aquecedora (1000 mL), Manta aquecedora (250 mL), Balança Digital, Destilador
Automático Para Água, Vórtex, Banho Maria, Centrífuga, Bomba De Vácuo, Determinador de Ponto
de Fusão, Placa de Aquecimento, Espectrofotômetro de Infra-Vermelho.
67
Curso de Engenharia Ambiental
USS
6. REFERÊNCIAS
Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia LEI Nº 5.194. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/downloads/5194-66.pdf. Acesso: 10/09/2008.
Confea – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. RESOLUÇÃO Nº 1.010, DE 22
DE AGOSTO DE 2005. Disponível em: http://normativos.confea.org.br/downloads/1010-05.pdf.
Acesso 10/09/ 2008.
Conselho
Nacional
de
Educação.
Resolução
CNE/CES
1362/2001.
Disponível
em:
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES1362.pdf. Acesso 10/09/ 2008.
Conselho
Nacional
de
Educação.
Resolução
CNE/CES
11/2002.
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES112002.pdf. Acesso 10/09/ 2008
DE MEIS, L, FONSECA, L. O ensino de Ciência e Cidadania. Em Aberto, Brasília, ano 11, nº 55,
jul./set. 1992
68
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. Anexos
69
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MATRIZ CURRICULAR
(2009.2)
70
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MATRIZ CURRICULAR
2009.2
CICLO BÁSICO*(31,4%) /PROFISSIONALIZANTE (17,9%)♣
♣/ESPECÍFICAS ♠(50,7%)
1º Período
DISCIPLINAS
*Cidadania e Sociedade
*Desenho Básico
*Química Geral e Inorgânica
*Fundamentos da Matemática Elementar
*Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
♠Introdução à Engenharia Ambiental
*Computação
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA
PRÁTICA
30
30
30
15
15
60
40
20
60
60
60
60
40
20
60
60
30
30
360
275
85
2º Período
DISCIPLINAS
*Álgebra Linear
*Cálculo de Uma Variável
*Física Mecânica
*Laboratório de Física Mecânica
*Fundamentos da Administração
*Desenho Técnico
♣Química Orgânica
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA
PRÁTICA
60
60
60
60
60
60
30
30
30
30
60
30
30
40
20
60
360
280
80
3º Período
DISCIPLINAS
*Cálculo de várias variáveis
*Física Térmica
*Laboratório de Física Térmica
*Cálculo Numérico
*Probabilidade e Estatística
*Metodologia Científica
*Mecânica Básica
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA
PRÁTICA
60
60
60
60
30
30
60
40
20
60
60
60
30
30
60
60
360
310
50
71
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4º Período
DISCIPLINAS
♣Análise Química Ambiental
*Equações Diferenciais
♣Física Eletromagnética aplicada à Engenharia
Ambiental
♣Física Eletromagnética aplicada à Engenharia
Ambiental - Laboratório
♣Física Quântica aplicada à Engenharia
Ambiental
♣Física Quântica aplicada à Engenharia
Ambiental - Laboratório
*Fenômenos de Transporte
♣Resistência dos Materiais
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
20
40
60
60
60
30
30
30
30
30
30
30
30
40
20
60
60
60
360
260
100
5º Período
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA
PRÁTICA
30
30
60
40
20
60
60
60
40
20
60
40
20
60
30
30
60
360
240
120
DISCIPLINAS
♠Microbiologia Ambiental
♠Eletrotécnica Geral
♠Química Ambiental
♣Ecologia Geral
♣Cartografia
♣Físico-Química
TOTAL
6º Período
DISCIPLINAS
♠Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
♠Climatologia
♣Processos Unitários na Indústria
♣Hidráulica
♠Ecologia Aplicada
♠Geologia
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
30
30
60
45
15
60
45
15
60
60
60
40
20
60
45
45
60
360
235
125
7º Período
DISCIPLINAS
♠Bioquímica Ambiental
♠Segurança Industrial e Risco Ambiental
♠Pedologia Ambiental
♠Hidrologia
♠Poluição Ambiental
♠Mecânica dos Solos
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
40
20
60
60
60
40
20
60
40
20
60
60
60
30
30
60
360
270
90
72
Curso de Engenharia Ambiental
USS
8º Período
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
30
30
30
30
360
330
30
DISCIPLINAS
♠Legislação e Direito Ambiental
♠Economia Ambiental
♠Redes de Infraestrutura Urbana
♠Planejamento Territorial e Urbano
♠Planejamento e Gestão Ambiental
♠Educação Ambiental
♠Trabalho de Conclusão de Curso I
TOTAL
9º Período
DISCIPLINAS
♠Gestão de Recursos Hídricos
♠Tratamento de Água e Esgoto
♠Auditoria Ambiental
♠Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos
♠Avaliação de Impactos Ambientais
♠Diversidade Biológica
♠Trabalho de Conclusão de Curso II
TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
60
60
30
30
60
30
30
60
60
40
20
60
40
20
60
30
30
360
260
100
10º Período
DISCIPLINAS
♠Recuperação de áreas Degradadas
♠Ecotoxicologia
♠Gestão de Resíduos Industriais e de Serv. de
Saúde
♠Modelagem Matemática de Fenômenos
Ambientais
♠Tratamento de Efluentes Industriais
♠Energia e Meio Ambiente
TOTAL
CARGA HORÁRIA TOTAL
CARGA HORÁRIA
TOTAL TEÓRICA PRÁTICA
30
30
60
40
20
60
40
20
60
30
30
60
30
30
60
40
20
60
360
210
150
3600
2670
930
Carga Horária Total das disciplinas = 3600 horas
Carga Horária Total de Estágio Supervisionado = 240 horas
Carga Horária Total Teórica = 2670 horas
Carga Horária Total Prática = 930 horas
Carga Horária Total de Atividades Acadêmicas Complementares = 200 horas
Carga Horária Total do Curso = 4.070horas
73
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Ementas e Programas
74
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Matriz 2004.1 e 2007.1
1º PERÍODO
Disciplina:
Introdução ao Cálculo
Ementa:
Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica.
Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da
Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções
Transcendentes.
Bibliografia Básica:
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978-1982. 2 v.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
Bibliografia Complementar:
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.
MURDOCH, D. C. Geometria analítica: com uma introdução ao cálculo vetorial e matrizes. 2. ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1971.
PURCELL, Edwin J. Calculus: with analytic geometry. New York: Appleton-Century-Crofts, 1965.
RODRIGUES, Antônio. Curso de geometria analítica. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, 1963-65.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
Disciplina:
Introdução a Engenharia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de Engenharia
Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do conceito de
ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão ambiental.
Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição Ambiental.
Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental
internacional e nacional.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, J.R., Gestão Ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex Ed.,
2006.
BRAGA et al., Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pearson, 2004.
RICKLEFS, R.E., A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. 5ª edição.
Bibliografia Complementar:
75
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
GUSMÃO, A.C.F.; DE MARTINI, L.C., Gestão Ambiental na Indústria. Rio de Janeiro: SMS
Digital, 2009 2ª edição.
JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z., Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Barueri,
SP: Manole. 2007
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores no plano e no espaço. Produto escalar. Produto vetorial e produto misto. A reta. O plano.
Distâncias. Cônicas.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1986.
STEINBRUCH, A & WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1997.
COURANT, R. O Que é Matemática? Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000. 621 p.
Bibliografia Complementar:
PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1997. v.1.
LEHMANN, C.H. Geometria Analítica. São Paulo: Globo, 1998.
Disciplina:
Ciências Humanas
Ementa:
Noções de mercado. O papel da Engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências,
Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções
de Sociologia. Tópicos Especiais.
Bibliografia Básica:
ANDERSON, Walfred. A. Porter, Frederick B. Uma Introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar,
1971.
BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade e o Contexto da Educação Tecnológica.
Florianópolis: UFSC, 1998.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1990.
Bibliografia Complementar:
76
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BERGE, Peter. Perspectivas Sociológicas. Petrópolos: Vozes, 1972.
BOCK, Philip K. I. Indroduccion a la Moderna Antropologia cultural. México: Fondo de Cultura
Economica, 1977.
FERRARI, Alfonso Trujillo. Fundamentos de Sociologia. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
LEAKEY, Richard E.; LEWIN, Roger. Origens: O que novas descobertas revelam sobre o
aparecimento de nossa espécie e seu possível futuro. São Paulo: Melhoramentos, 1980.
WILLIAMS, Christopher. Artesanos de lo Necesario. Madri: H. Blume Ediciones, 1974.
Disciplina:
Física Mecânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do
Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação.
Objetivos:
Diferir e analisar grandezas escalares e vetoriais.
Compreender e calcular Distâncias, Velocidades, Acelerações, Energias, Trabalhos, Potências e
Rendimentos. Quantidades de Movimento e Torques.
Aplicar os conhecimentos na resolução de problemas de engenharia.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1996.
TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São
Paulo: FTD, 1985.
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
NUSSENZVEIG, H.Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983.
SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998.
Disciplina:
Laboratório de Física Mecânica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças,
energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1996.
TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986.
77
Curso de Engenharia Ambiental
USS
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São
Paulo: FTD, 1985.
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983.
SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998.
Disciplina:
Química Geral e Inorgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos.
Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares.
Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante.
Bibliografia Básica:
EBBING, Darrel D. Química geral. 5ª ed. Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química & reações químicas. 3ª ed. . Volume1 e 2 Rio de
Janeiro: LTC, 1998.
Bibliografia Complementar:
BRADDY, James E. & HUMISTON, Gerard E. Química. Volume 1 e 2. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
1986.
MASTERTON, Willian L. Química geral superior. 4ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978.
O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1977.
LEE, John D. Química inorgânica não tão concisa. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.
OHLWEILER, Otto Alcides. Introdução a química geral. Porto Alegre: Globo, 1971.
78
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2º PERÍODO
Disciplina:
Computação
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em
Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de
um software de computação algébrica e seus comandos.
Bibliografia Básica:
FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de
dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5 versão do estudante: guia do usuário.
São Paulo: Makron Books, 1999.
Bibliografia Complementar:
FORBELLONE, André L. V., EBERSPACHER, Henri F. Lógica de Programação – A Construção
de Algoritmos e Estrutura de Dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
KEHOE, Brendan P. Zen e a arte da internet: um guia para iniciantes. Petrópolis: Campus, 1995.
SCHMITZ, Eber A., TELES, Antonio A de Souza. PASCAL e Técnicas de Programação. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 1999.
UCCI, Waldir; SOUSA, Reginaldo Luiz; KOTANI, Alice Mayumi. Lógica de programação: os
primeiros passos. 9. ed. São Paulo: Érica, 2001.
WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1989.
Disciplina:
Álgebra Linear
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais.
Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores.
Bibliografia Básica:
BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1980.
KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall,
1998.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1973/1974.
Bibliografia Complementar:
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001. 572 p.
LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 504 p.
LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 5. ed. Rio de Janeiro: Impa, 2001. 357 p.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill,
1987.
79
Curso de Engenharia Ambiental
USS
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear e geometria analítica. São Paulo:
McGraw-Hill, 1990.
Disciplina:
Cálculo Diferencial e Integral
Ementa:
Técnicas de Integração. Derivadas Parciais. Integração Múltipla.
Bibliografia Básica:
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1997.
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
MUNEM, Mustafa A. & FOULIS, David J. Cálculo. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1982.
Bibliografia Complementar:
FINNEY, Ross L. Cálculo de Geoge B. Thomas Jr. Trad. Paulo Boschcov. v.2, São Paulo: Addison
Wesley. 1983.
HOFFMANN, D. Laurence; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações.
7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. V. 1. São Paulo:McGraw-hill, 1987.
Disciplina:
Física Térmica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica.
Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1996.
_______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD,
1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
EISBERG, Robert. Fundamentos de Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d.
Academic Research library – PROQUEST
80
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Química Orgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos;
Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria,
Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação
entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às
biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas.
Bibliografia Básica:
MCMURRY, J. Química Orgânica. v. 1 e 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico Científico, 1997.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. 6. ed. New York: John Wiley & Sons, 1996.
VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. v. 1, 2 e 3. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico,
1992.
Bibliografia Complementar:
ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
FERREIRA, A.B.B. Práticas de Química Orgânica Experimental II. Seropédica/RJ: Editora da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 1992.
MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999.
STRYER, L., Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
Disciplina:
Laboratório de Física Térmica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações
térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases.
Elaboração de relatórios.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1996.
_______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
Bibliografia Complementar:
EISBERG, Lerner. Física: Fundamentos e aplicações. v. 2. s/l: s/ed., s/d.
SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d.
EISBERG, Robert. Fundamentos de física moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
YOUNG, HUGH D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Academic Research library – PROQUEST
81
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Metodologia Científica
Ementa:
A Natureza do conhecimento. Ciência e método. Projeto de pesquisa. Apresentação dos trabalhos
científicos. Comunicação e Expressão.
Bibliografia Básica:
CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 19. ed. Petrópolis: Vozes,
2000.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15. ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
MURPHY, R. English grammar in use. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.
Bibliografia Complementar:
BARROS, A. J. P de e LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo:
McGraw Hill, 1986.
_______. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis: Vozes, 1990.
HÚHNE, L. M. GARCIA, A. M. et alii. Metodologia científica: caderno de textos e técnicas. Rio de
Janeiro: Agir, 1990.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MARCANTÔNIO, A. T. et alii. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas,
1993.
82
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3º PERÍODO
Disciplina:
Probabilidade e Estatística
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e
outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade.
As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística
da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância.
Bibliografia Básica:
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2001.
SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1993.
_______. Probabilidade e Estatística. São Paulo: Makron Books, 1978.
Bibliografia Complementar:
MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1983.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron Books, 2003.
DOWNING, D., Clark, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000.
LEVINE, D.M., BERENSON, M.L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria a Aplicações. Rio de Janeiro:
LTC,
2000.
MARIA INEZ M.T.W. Estatística Básica. Brasília: Editora MSD, 2000.
Disciplina:
Desenho
Ementa:
Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização. Instrumentos
gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos. Construções
geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeção ortográficas. Cotas, anotações,
limites e precisão. Vistas auxiliares. Visitas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho
de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas
dimensões.
Bibliografia Básica:
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de
desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia,
curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais,1977.
PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1970.
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: materiais projetos e desenho. 7. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987.
Bibliografia Complementar:
ABNT/SENAI-SP.NBR 11534/1991. Representação de engrenagem em desenho técnico.
Procedimento. São Paulo: 1991.
FRENCH, T. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 7. ed. Porto Alegre: Globo, 2002.
83
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974.
SENAI-SP. Leitura e interpretação de desenho técnico mecânico. São Paulo: DTE, 1982.
STAMATO, José; OLIVEIRA, João Carlos de; GUIMARÃES, João Carlos Machado. Guia
metodológico para cadernos MEC: desenho. Rio de Janeiro: Fename, 1970.
Disciplina:
Equações Diferenciais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de
Linha e de Superfície.
Bibliografia Básica:
BRONSON, Richard. Equações diferenciais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
_______. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.
ZILL, D. G., CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3. ed. Vols I e II. São Paulo: Makron Books.
2001.
Bibliografia Complementar:
BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de
valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SPIEGEL, Murray R. Transformadas de laplace. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971.
_______. Análise vetorial: com introdução à análise tensorial. São Paulo: McGraw-Hill, 1972.
WYLIE, C. Ray; BARRETT, Louis C. Advanced engineering mathematics. 5ª ed. Auckland:
McGraw-Hill Book, 1985.
Academic Research library - PROQUEST
Disciplina:
Física Eletromagnética
Ementa:
Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância.
Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e
Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação.
Bibliografia Básica:
EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library - PROQUEST
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw
– Hill, 1995.
FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972.
LANG, Johannes G. Corrente - Tensão - Resistência. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.
PARIS, Demetrius T.; HURD, F.Kenneth. Teoria eletromagnética básica. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1984.
84
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Laboratório de Física Eletromagnética e Moderna
Ementa:
Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais sobre
óptica geométrica e natureza da luz. Ensaios laboratoriais com fibra óptica e laser. Aferição e
determinação do efeito fotoelétrico.
Bibliografia Básica:
EDMINISTER, Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 1980.
HALLIDAY, D., RESNICK, R. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
HAYT JR., William H. Eletromagnetismo. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library - PROQUEST
FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972.
LANG, Johannes G. Corrente - Tensão - Resistência. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Disciplina:
Física Moderna
Ementa:
Natureza e propagação da luz. Introdução à Teoria da Relatividade Fenômenos de propagação da luz:
Reflexão, Refração. Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e
Polarização- Laser. Introdução à Física Quântica. Introdução a Física Nuclear.
Bibliografia Básica:
EISBERG, Robert. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
HALLIDAY, David; HALLIDAY, David. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1970.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library - PROQUEST
FUCHS, Walter R. A Física Moderna. São Paulo: Polígono, 1972.
HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e Científicos, 1984.
_______. Física. 4. ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984.
MAIA, L. P. M. A física em testes: um ensino programado. Rio de Janeiro: Editora LatinoAmericana, 19--.
Disciplina:
Análise Química Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
85
Curso de Engenharia Ambiental
USS
A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise
sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa.
Referências:
OHLWEILER, O. A., Química analítica quantitativa. Brasília: Técnica Científica, 1974. 303 p.
VOGEL, A. I., Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
VOGEL, A. I., JEFFERY, G. H.; BASSETT, J. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1992. 712 p.
Referências complementares:
ALEXEER, V. Análise qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982. 583 p.
ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. 574 p.
EWING, G. W. Metodos instrumentais de análise química. São Paulo: Blucher, 1972.
VAITSMAN, D. S., BITTENCOURT, O. A. Ensaios químicos qualitativos. Rio de Janeiro:
Interciência, 1995.
RUSSEL, John B. Química Geral , 2 ed. São Paulo: Makron, 1994.
86
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4º PERÍODO
Disciplina:
Cálculo Numérico
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações
Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de
Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares.
Bibliografia Básica:
BARROS, I. Q. Introdução ao Cálculo Numérico. . São Paulo: EDUSP, 1972.
RUGGIERO, M. A. G. & LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico – Álpectos Teóriocos e
Computacionais. São Paulo: MacGraw-Hill, 1988.
SANTOS, V. R. B. Curso de Cálculo Numérico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos S/A, 1974.
Bibliografia Complementar:
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos
e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406 p.
ATKINSON, Kendall E. An introduction to numerical analysis. 2 nd. New York: John Wiley &
Sons, 1989. 693 p.
CLÁUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico computacional: teoria e
prática. São Paulo: Atlas, 1994. 464 p.
BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo; CAMPOS FILHO, Frederico
Ferreira. Cálculo numérico: com aplicações . 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 367 p.
MIRSHAWKA, Victor. Cálculo numérico. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 601 p.
Disciplina:
Mecânica Básica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças
Cinemática e Dinâmica da Partícula.
Bibliografia Básica:
KIBBLE, T. W. B. Mecânica clássica. São Paulo: Polígono, 1970.
MERIAM, J. L. KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
_______. Mecânica: dinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
Bibliografia Complementar:
HIBBELER, R. C. Mecânica: estática. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
_______. Mecânica: dinâmica . 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SHAMES, Irving H. Introdução à mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
1983.
SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Dinâmica - 4a edição – Prentice Hall – 2003
SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Estática - 4a edição – Prentice Hall – 2003
87
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Ecologia Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre
energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre
alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos.
Bibliografia Básica:
ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996.
Bibliografia Complementar:
LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora,
1999.
MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997.
WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Geologia
Ementa:
A Geologia. Definição. Divisão e campo. Associação entre a Geologia e as noções de Biogeografia:
definição e campo. A Geologia e sua influência na classificação climática e na meteorologia. A
pesquisa paleontológica. A geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos
ambientes. A origem e as formas de vulcanismos e sismos. A classificação das rochas e sua
identificação. A evolução da mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A
terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas
propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico. A
importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional.
Bibliografia Básica:
CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. São Paulo: EDUSP, 1975.
CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia: uma atualização de
bases e conceitos. 4ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14ª ed., São Paulo: Nacional, 2001.
POPP, José Henrique. Geologia geral. 5ª ed., São Paulo: LTC, 1988.
Bibliografia Complementar:
CLARK JR., Sidney P. Estrutura da terra. São Paulo: EDUSP, 1973.
GUERRA, Antonio José Teixeira. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 2ª ed., Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2001.
LANDES, Kennet. Geología del petroleo. 3ª ed., Barcelona: Omega, 1977.
MCKINSTRY, Hugh Exton. Geología de minas. Barcelona: Omega, 1977.
WADE, F. Alton; MATTOX, Richard B. Elementos de cristalografía y mineralogía. Barcelona:
Omega, 1977.
Academic Research Library – PROQUEST
88
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Climatologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e
translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas.
Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil.
Bibliografia Básica:
AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2002.
CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
MILLER, A. Austin. Climatología. 3. ed. Barcelona: Omega S.A, 1975.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à
engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U.,
1980.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
VIERS, Georges. Climatología. Barcelona: Oikos-Tau S/A, 1975.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Química Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação
das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental.
Bibliografia Básica:
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química
ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2005.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235
p.
Bibliografia Complementar:
CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Petróleo, 1988. 60 p.
MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde
Pública, 1971. 328 p.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas. 2. ed. São
Paulo: Moderna, 1990. 56 p.
WEBER, William. Ambiente no estado do Rio de Janeiro das águas. Rio de Janeiro: SEMADS,
2001. 228 p.
CARDOSO, Maria Fernanda de Assunção Martins Correia L. Poluição do ambiente. Coimbra:
Almedina, 1976. 77 p.
89
Curso de Engenharia Ambiental
USS
5º PERÍODO
Disciplina:
Microbiologia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública.
Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e
biodegradação (Biorremediação).
Bibliografia Básica:
BROCK, Thomas D.; BROCK, Thomas D. et al. Microbiologia de Brock. 10. ed São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004.
TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. - 1.ª reimp. De
2006 Porto Alegre: Artmed, 2006. 894 p.
VERMELHO, A.B., BASTOS, M.C.F.M., BRANQUINHA DE SÁ, M.H. Bacteriologia Geral. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 582 p.
Bibliografia Complementar:
AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
RIBEIRO, M. C. SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática: roteiro e manual para bacterias e
fungos. São Paulo: Atheneu, 2000. 112 p.
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; GOMPERTZ, Olga Fischman. Microbiologia. 3.
ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
VERONESI, R., FOCACCIA, R. Veronesi. Tratado de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2006. 2 v.
SITES
http:// micf.mic.ki.se/diseases/c1.html
http://gsbs.utmb.edu/microbook/toc.htm
http://funasa.gov.br
http://www.cedae.com.br/
http://www.cetesb.sp.gov.br/
http://www.cdc.gov/ncidod/dbmd/diseaseinfo
PERIÓDICOS
Academic Research library - PROQUEST
Disciplina:
Fenômenos de Transporte
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de
Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos
Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por
Similaridade.
Bibliografia Básica:
90
Curso de Engenharia Ambiental
USS
FOX, R. W., MCDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 3. ed. Rio de Janeiro:
Gaunabara, 1988.
SISSOM, L. E. & PITTS, D. R. Fenômenos dos Transportes. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988.
SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1973.
Bibliografia Complementar:
BASTOS, F. A. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
BENNETT, C. O., MYERS, J. E. Fenômenos de transporte :quantidade de movimento, calor e
massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
HANSEN, Arthur G. Mecânica de fluidos. México: Limusa, 1979.
MACEDO, Horacio. Físico-química um estudo dirigido sobre eletroquímca, cinética, átomos,
moléculas e núcleo, fenômenos de transporte e de superfície. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
STREETER, V. L. Handbook of fluid dynamics. New York: McGraw-Hill, 1961.
Disciplina:
Resistência dos Materiais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial e Transversal. Torção. Flexão Pura.
Torção.
Bibliografia Básica:
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 10. ed. São Paulo: Érica,
1999.
BEER, Ferdinand P., E Jr., E. Russell Johnston. Resistência Dos Materiais. 3. ed. São Paulo:
Makron Books, 1995.
TIMOSHENKO,S., Resistência dos materiais. Volume 1. São Paulo: LTC, 1975.
Bibliografia Complementar:
HIGDON, Ohlsen, STILES, Weese e Riley, Mecânica dos Materiais. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981.
FEODOSIEV, V. I. Resistencia de Materiales. 3. ed. s/l: Editorial MIR, 1988.
SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice Hall, 1985.
BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos Materiais. Fundação Calouste Gulbenkian.
POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978.
Disciplina:
Energia e Meio Ambiente
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil.
Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento
sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e
evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica.
Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico.
EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e
evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás.
91
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Básica:
BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p.
HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson, c2004. 543 p.
TOLMASQUIM, M (org), Fontes Renováveis de energia no Brasil. Interciência, 2003.
Bibliografia Complementar:
ANEEL. Manual para elaboração do programa de eficiência energética. 2002.
BRAGA, B., et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
CEPEL. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CEPEL, 1999.
DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1994.
SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Cartografia
Ementa:
Introdução à Cartografia. Representação cartográfica. Levantamento e coleta de dados cartográficos do
campo – métodos geodésico e topográfico. Posicionamento sobre a Terra. Introdução aos processos
cartográficos. Métodos de produção cartográfica. Interpretação e utilização de mapas. Cartografia
temática aplicada ao meio ambiente.
Bibliografia Básica:
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 1994.
JOLY, F. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001.
OLIVEIRA, Céurio. Dicionário cartográfico. 4ª ed., Rio de Janeiro: IBGE, 1993.
Bibliografia Complementar:
Academic Research Library – PROQUEST
CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos
básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2000.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Especificações da carta
internacional do mundo ao milionésimo. Rio de Janeiro: IBGE, 1970.
LIBAULT, André. Geocartografia. São Paulo: EDUSP, 1975.
LOCH, Ruth E. Nogueira (s/d). Cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 19...
Disciplina:
Físico - Química
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos
líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica.
Bibliografia Básica:
CASTELLAN, G. W.; Fundamentos de Físico Química, 2a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro
1989;
ATKINS, P. W. ; Físico-Química, Vol. I, 7a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 2003.
MACEDO, H.; Físico Química 1,1a Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1988.
92
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
PILHA, L.; Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro v. I e II, 1979.
METZ, C. R.; Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1979
BUENO, W. A., DEGREVE, L. Manual do Laboratório de Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc
Graw-Hill do Brasil Ltda, Rio de Janeiro, 1980.
CROCKFORD, H. D.; KINIGHT, S.B.; Fundamentos de Físico Química, 1a Edição, LTC editora
S.A., Rio de Janeiro 1977.
93
Curso de Engenharia Ambiental
USS
6º PERÍODO
Disciplina:
Bioquímica Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas,
nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais.
Bibliografia Básica:
BON, E.S.P., FERRARA, M.A., CORVO, M.L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e
mercado. Ed. Interciência, Rio de Janeiro: 2008, 506p.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999.
Bibliografia Complementar:
LEHNINGER, A. et al. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
STRAYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004
VOET, D.; VOET, J.. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Hidráulica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 7. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1982.
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002
AMBIENTAL. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica de projetos. Rio
de Janeiro: ABES, 2005.
Referências Complementares:
GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Guanabara, 1987.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
94
Curso de Engenharia Ambiental
USS
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c1984. 404 p. ISBN 8521603452 Número de Chamada: 627 CRE INS 1984 - 3. Ed
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. 185
p. Número de Chamada: 627 MEL INS 1988
Disciplina:
Pedologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos
solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e
Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos.
Bibliografia Básica:
BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedade dos solos. 7a edição. 878 p, 1989.
MEURER, E.J. Fundamentos de química do solo. 3ª edição, Porto Alegre, 285 pp, 2006.
SANTOS, H.G. et al. Sistema brasileiro de Classificação de Solos. 2ª edição. Embrapa Solos, RJ, 306
pp, 2006
Bibliografia Complementar:
GUERRA, Antônio José Teixeira; Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
PRADO, R.B.; TURETTA, A.P.D.; ANDRADE, A.G. Manejo e Conservação do Solo e da Água no
contexto das mudanças ambientais. Embrapa, Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 486 p., 2010
SANTOS, G.A.; SILVA, L.S.; CANELLAS, L.P.; CAMARGO, F.A.O. Fundamentos da Matéria
Orgânica do Solo. Ecossistemas tropicais e subtropicais. 2a edição. Metrópole, 654 p. , Porto Alegre
– RS, 2008.
Tavares, Silvio Ribeiro Lucena; Balieiro, Fabiano de Carvalho. Curso de recuperação de áreas
degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de
monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro:
Embrapa Solos, 2008.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Processos Unitários na Industria
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo.
Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do
Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel.
Bibliografia Básica:
AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
SHREVER, R. N. e BRINK, J. R. Josepha. Indústrias de Processos químicos. 4. ed: Rio de Janeiro:
Guanabara dois, 1997.
95
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BRASIL, N. I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Interciência: Petrobras, 1999.
Bibliografia Complementar:
BADGER, W. L. Baker, E. M.Inorganic Chemical Technology. New York: Mc Graw-Hill Book
Company.
HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 1984.
RHEAD, E. L. Metalurgia. Barcelona: Editorial Labor.
TAGEDER, M. Métodos de 1ª Indústria Química. Barcelona: Reverte.
VALLEJO, F. J. La Indústria Química Em Esquemas. Buenos Aires: Arbó Editores.
Disciplina:
Eletrotécnica Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande
sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão
geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da
infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação,
finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à
instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação
ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos.
Bibliografia Básica:
Organização Mundial de Saúde - Estabelecendo um Diálogo sobre Riscos de Campos
Eletromagnéticos, 2002.
MAGALDI, M. – Noções de Eletrotécnica. Guanabara 2. Rio de Janeiro - 1977.
HALLIDAY, David; RESNICK, R.; WALKER, J. - Fundamentos de Física. V3 e 4 - 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996.
Bibliografia Complementar:
REIS.L.B. Geração de Energia Eletrica – Tecnologia, Inserção Ambiental, Planejamento, Operação
e Analise de Viabilidade 3a edição, Ed. Manole, 2003.
DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1994.
OLIVEIRA, J. C. Transformadores : teoria e ensaios. São Paulo: Edgard Blücher, 1984.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
MARTIGNONI, A. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5.ed.Rio de Janeiro : Globo, 1987.
Disciplina:
Ecologia Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre
energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre
alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos.
Bibliografia Básica:
ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996.
96
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora,
1999.
MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997.
WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
Academic Research Library – PROQUEST
97
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7º PERÍODO
Disciplina:
Segurança Industrial e Risco Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos
ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para
análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para
emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente.
Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas
regulamentadoras (NRs).
Bibliografia Básica:
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística
: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e
desenvolvimento de pessoa 1. ed., 1999 São Paulo, SP: Atlas, 2010. 254 p.
SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene ocupacional / 2004
Curso básico de segurança e higiene ocupacional. São Paulo: LTr, c2004. 453 p.
Direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade
normativa, O / 2002
MORAES, Monica Maria Lauzid de. O direito à saúde e segurança no meio ambiente do
trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 190
p.
Bibliografia Complementar:
PACHECO JR., Waldemar; PEREIRA FILHO, Hyppólito do Valle; PEREIRA, Vera Lúcia Duarte do
Valle. Gestão da segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas, 2000. 136 p.
SALIBA, Tuffi Messias; SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de segurança, acidente do trabalho e
saúde do trabalhador. São Paulo: LTr Editora LTDA, 2002. 454 p.
OLIVEIRA, Claudio A. Dias de. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde
no trabalho : micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002.
219 p. ISBN 8536103310
SEGURANÇA e medicina do trabalho: lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977; Normas
regulamentadoras (NR) aprovadas pela portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978. 11. ed. São Paulo:
Editora Atlas S. A., 1987. 325 p.
COSTA, Marco Antonio Ferreira da. Biossegurança: segurança química básica em biotecnologia e
ambientes hospitalares. São Paulo: Santos, 1996. 99 p.
Disciplina:
Conservação dos Recursos Naturais
Ementa:
Introdução aos recursos naturais. Os recursos e a industrialização. Recursos Minerais. Recursos
Energéticos. Recursos Hídricos. Recursos Biológicos. Gestão e Conservação dos recursos naturais.
Bibliografia Básica:
BRAGA et al., “Introdução à Engenharia Ambiental”, Editora Pearson, 2004.
LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de; GUERRA, Antonio José Teixeira; MOUSINHO, Patrícia.
Dicionário brasileiro de ciências ambientais. Rio de Janeiro: Thex Ed., 1999.
98
Curso de Engenharia Ambiental
USS
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar:
TEIXEIRA, W.; MOTTA DE TOLEDO, M.G.; FAIRCHILD, T.R. e TAIOLI F. Decifrando a
Terra. São Paulo: Ed. da USP, 2001.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
PANAYOTOU, Theodore. Mercados verdes: a economia do desenvolvimento alternativo. Rio de
Janeiro: Nordica, 1994.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
Disciplina:
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Ementa:
Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de representação de
dados. Introdução de métodos de transformação de dados espaciais, Estrutura geral de um Sistema de
Informação Geográfica. Definição de áreas de estudo, pesquisa espacial. Modelos de classificação de
dados, métodos de cruzamento e mensuração espaciais. Análise de proximidade e zonas de influência.
Princípios de sensoriamento remoto. Imagens radarmétricas e orbitais. O espectro eletromagnético.
Características das imagens e comportamento espectral. Classificação dos sistemas sensores.
Bibliografia Básica:
JOLY, Fernand. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001.
NOVO, Evlyn Marcia Leao de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicação. 2ª ed., São
Paulo: Blucher, 1992. (4. reimpr. 2002)
Bibliografia Complementar:
Academic Research Library – PROQUEST
CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos
básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília, DF:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2000.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; Organização Mundial da Saúde; Brasil.
Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Sistemas de informação geográfica em saúde:
conceitos básicos. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2002.
Disciplina:
Sistemas Hidráulicos
Ementa:
Introdução. Apresentação das características gerais de sistemas hidráulicos - os fluidos hidráulicos.
Bombas e motores hidráulicos. Válvulas de controle hidráulico. Elementos hidráulicos de potência.
Técnicas de comando hidráulico e aplicação a circuitos básicos.
Bibliografia básica:
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro:
99
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Guanabara, 1987.
ARAUJO, Sidnei. Comandos hidráulicos: compoments, aplicações e fórmulas utilizados no
projetos. São Paulo: Edgard Blücher, 1981.
Bibliografia complementar:
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002.
HWANG, Ned H. C. Fundamentos de sistemas de engenharia hidráulicas. Rio de Janeiro: Prentice
Hall, 1984.
PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidraúlica geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
Disciplina:
Poluição Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático:
Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito;
Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição;
poluentes; qualidade; controle.
Bibliografia básica:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à
engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U.,
1980.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
Bibliografia complementar:
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza:
lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998.
FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação
ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira
para a Conservação da Nature, 1972.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 1978.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Legislação e Direito Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no
Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais.
Bibliografia Básica:
100
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza:
lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998.
_______. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente,
2002.
DELGADO, José Augusto. Responsabilidade Civil Por Dano Moral Ambiental. Interesse Público :
Revista Bimestral de Direito Público, Porto Alegre , v. 8, n. 36, p. 13-59, mar. 2006.
Bibliografia Complementar:
FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados,
São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
8º PERÍODO
Disciplina:
Economia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas
dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento
sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio
ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade.
Bibliografia Básica:
MOURA, L.A.A. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos. 3a. ed. São Paulo. 2006.
HUMMEL, P.R.V & TASCHNER, M.R.B. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos:
engenharia econômica - teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
SILVERSTEIN, M. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no
maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Bibliografia Complementar:
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988.
LAGO, A. & PÁDUA, J. A. “O que é ecologia”. São Paulo: Editora brasiliense, 1984.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Sistemas de Tratamento de Água e Efluentes
Ementa:
101
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Política Nacional de Saneamento Ambiental. Legislação sobre descarte de efluentes e potabilidade da
água. Projeto de Estação de Tratamento de Água (ETA) e Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
Processos físico-químicos e biológicos do tratamento da água e dos efluentes domésticos e industriais.
Bibliografia Básica:
FURTADO, Marcelo Rijo. Tratamento de efluentes: Indústria gera boas expectativas, siderurgia,
papel e celulose e petróleo prometem um ano de obras para o setor. Química e Derivados, São
Paulo, SP , v. 41, n. 447, p. 34-43, mar. 2006.
IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library - PROQUEST
FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados,
São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002.
Disciplina:
Planejamento Territorial
Ementa:
Evolução da política ambiental no Brasil e no mundo; Teoria do planejamento; O contexto político do
planejamento; Normatizações e produções do planejamento ambiental; Problemas ambientais globais e
locais; Planejamento Ambiental como indutor de desenvolvimento sustentável; O planejamento
ambiental em prática: estudos de caso
Bibliografia Básica:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo. Introdução à Engenharia
Ambiental, 2ª ed., São Paulo: Prentice Hall, 2005.
BRASIL. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Secretaria de
Planejamento e Investimentos Estratégicos e Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Estudo da
dimensão territorial do PPA: marco inicial. Brasília, DF: SPI, 2006.
CASTRO, Ina Elias de (Org.). Brasil: questões atuais da reorganização do território. 2ª ed., Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, Carlos Maurício de C.; LODDER, Celsius Antônio; TOLOSA, Hamilton C. et al.
Planejamento regional: métodos e aplicação ao caso brasileiro . Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1972.
FIGUEIRÊDO JÚNIOR, Hugo Santana de; ABREU, Mônica Cavalcanti Sá de. Modelo de concepção
e avaliação da estratégia de territórios. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro , v.43, n.4,
p. 801-836, jul./ago., 2009.
SANTOS, Milton. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 4ª ed., Rio de Janeiro:
Record, 2002.
SILVA, Elias; MORAIS, Jershon; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de
avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio
102
Curso de Engenharia Ambiental
USS
ambiente,1990).
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3ª ed., São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Planejamento e Gestão Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e
privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da
série ISO 14000.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, J. Ribeiro de; MARQUES, Telma; MORAES, Frederico E. R. Planejamento ambiental:
caminho para participação popular e gestão ambiental para nosso futuro comum: uma
necessidade, um desafio. 2. ed. Rio de Janeiro: Thex, 1999.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. São Paulo: SENAC, 2009.
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. 2a. Ed. Ed Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar:
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de
negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 420 p
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed
Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre
princípios, sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas
Técnicas, 2005. 45 p.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Ecotoxicologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução geral a Toxicologia. Conceitos em Toxicologia. Introdução à Ecotoxicologia.
Gerenciamento de Riscos; Agentes tóxicos naturais e sintéticos no ambiente. Carcinogênicos
ambientais. Contaminantes atmosféricos, hídricos e do solo. Contaminação ambiental por metais.
Contaminação ambiental por hidrocarbonetos. Contaminação ambiental por praguicidas.
Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e
padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais
Bibliografia Básica:
AZEVEDO, Fausto Antonio de (Coord.). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos:
RiMa, 2003, 322p.
LARINI, Lourival. Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Manole, 1997, 195p.
MAGALHÃES JR, A.P, Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos: Realidade e Perspectivas
para o Brasil a partir da Experiência Francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2007, 686p.
103
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
ALCÂNTARA, H.R. de; BRASIL, O.A.M.. Toxicologia geral. São Paulo: Andrei, 1974. 450 p.
DUARTE, A.; SANTOS, T.R.; PANTELEITCHOUK, A.; Prego, R. Ecotoxicologia e Remoção de
Poluentes: Estudos na Península Ibérica. Lisboa: Instituto Piaget. 2002, 575p.
LARINI, Lourival. Toxicologia dos inseticidas. São Paulo: Sarvier, 1979, 230p.MINISTÉRIO DA
SAÚDE; Organização Pan-Americana da Saúde; Secretaria de Vigilância Sanitária.
PERES, F.; MOREIRA, J.C., É Veneno ou Remédio? Agrotóxicos, saúde e ambiente. Rio de
Janeiro Ed. Fiocruz. 2003, 384p.
PIVETTA, F.; MACHADO, J.M.H; ARAÚJO, U.C.; MOREIRA, M.F.R. & APOSTOLI, P. 2001.
Monitoramento biológico: Conceitos e aplicações em saúde pública. Caderno de Saúde Pública, 17:
545-554
Disciplina:
Avaliação de Impactos Ambientais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução a Avaliação de Impactos Ambientais. Conceituação de Impactos Ambientais. Princípios do
Licenciamento Ambiental. Resolução Conama 01/86 e as Diretrizes do EIA/RIMA. Atividades
Passiveis do EIA/RIMA para o pedido de LP. Elaboração do EIA. Diagnóstico Ambiental, meio físico
e biótico. Diagnóstico Sócio-econômico. Elaboração da Matriz de Impactos Ambientais. Formas e
Etapas de Monitoramento. Medidas Mitigadoras. Elaboração do RIMA. Simulação de Audiência
Pública.
Bibliografia Básica:
CUNHA, Sandra Baptista da & GUERRA, Antônio José Teixeira Avaliação e Perícia Ambiental.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 261 p.
NEIMAN,
Zysman.
Era
verde?
:
ecossistemas
brasileiros
ameaçados.
17. ed São Paulo: Atual, 1989. 103 p.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. (Coleção desafios)
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
IBAMA. Manual de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, 1995.
SANCHES, L.E. (Coord.) Simpósio - Avaliação de Impacto Ambiental: situação atual e perspectivas.
São Paulo, EPUSP, 1993.
SILVA, ELIAS; MORAIS, JERSHON; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de
avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio
ambiente ;1999).
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 237, de 19 de dezembro de 1997
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso I
Ementa:
Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do
relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos
Dados .
104
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Básica:
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho
científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971.
LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975.
ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
Revistas especializadas no tema escolhido
105
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9º PERÍODO
Disciplina:
Gestão de Bacias Hidrográficas
Ementa:
A bacia hidrográfica como unidade controladora dos Recursos Hídricos.Política Nacional de Recursos
Hídricos. Indicadores de Potabilidade. O potencial hídrico como fonte de energia e de abastecimento
urbanos. Parâmetros poluentes industriais e domésticos. Diagnose e controles em gestões ambientais
dos recursos hídricos em bacias hidrográficas.
Bibliografia Básica:
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados,
São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Procedimientos para la investigacion de
enfermedades transmitidas por el agua. Washington: Organización Panamericana de la Salud, 1980.
Disciplina:
Recuperação de Áreas Degradadas
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação.
Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas.
Projetos em recuperação de áreas degradadas.
Bibliografia Básica:
GUERRA, Antônio José Teixeira; GUERRA, Antonio José Teixeira. Erosão e conservação dos
solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ROSA, Antônio Vítor.
Agricultura e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
TOMMASI, Luiz Roberto. A Degradação do meio ambiente. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1977.
TAVARES, S. R. L.; BALIEIRO, F. C. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da
Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias
de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008.
Bibliografia Complementar:
ARAUJO, Gustavo Henrique de Souza; Almeida, Josimar Ribeiro de; Guerra, Antonio José Teixeira.
Gestão ambiental de Áreas Degradadas. 2ª edição, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro – RJ,320 p.,
2007.
MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Áreas Degradadas. Ações em áreas de
106
Curso de Engenharia Ambiental
USS
preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda Fácil, Viçosa –
MG, 270 p., 2009.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Auditoria Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases
básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e
comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria.
Bibliografia Básica:
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6. ed., rev. e atual São Paulo: SENAC,
2009 . 205 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed
Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios,
sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Gestão e Tratamento de Resíduos
Ementa:
Introdução. Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Classificação dos Resíduos de acordo com a
Legislação. Quantificação, triagem, armazenamento e tratamento de resíduos. PGRS. Destinação Final
de Resíduos.
Bibliografia Básica:
BONIFÁCIO, Neuza Alves; DIAS, Ricardo Burato; MICHELIN, Aparecida de Fátima. Segregação
dos resíduos dos serviços de saúde: experiência em um hospital geral de médio porte. Nursing,
São Paulo , v. 9, n. 104, p. 36-39, jan., 2007.
HEITZMANN JR., José Francisco. Alterações na composição do solo nas proximidades de
depósitos de resíduos domésticos na Bacia do Rio Piracicaba, São Paulo,Brasil.. São Paulo: ABGE,
1999.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
107
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
CASTILHOS JÚNIOR, A. B. PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO (Coord).
Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na proteção de corpos d'água: prevenção,
geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários. Florianópolis: ABES, 2006.
FURTADO, M. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados, São
Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006.
CASTILHOS JÚNIOR, A.B. (Coord). Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na
proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários.
Florianópolis: PROSAB-ABES, 2006.
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001.
IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP.
2000.
LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003.
Disciplina:
Educação Ambiental
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências norteadoras
da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em Educação Ambiental.
Projetos.
Bibliografia Básica:
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna 1990.
Educação ambiental: projeto de divulgação de informações sobre educação
ambiental. Brasília: IBAMA – MEC, 1991.
Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a
distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000.
Bibliografia Complementar:
BAINES, John D.; TARSO, Sávio de; LIMA, Isabel Ribeiro. Preserve a atmosfera. São Paulo:
Scipione, 1992.
BAINES, John D.; AUSTREGÉSILO, Henrique; CAMPOS, Dirce Carvalho de. Preserve os oceanos.
São Paulo: Scipione, 1992.
DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios básicos. São Paulo: Gaia, 2000.
MATSUSHIMA, Kazue et al. Educação Ambiental. SMA –CETESB, 1998.
TIBILISI, Rússia. Final report. Tibilisi, Rússia: UNESCO, UNEP,1997.
Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a
distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000.
Disciplina:
Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental
Ementa:
Tratamento de Efluentes Industriais: Métodos de tratamento, poluentes mais comuns, indústrias de
conserva e de pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias,
curtumes, celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e
efluentes oleosos.
108
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Básica:
IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p.
LEME, Francisco Paes. Engenharia do saneamento ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1984. 358 p.
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1991. 465 p.
Bibliografia Complementar:
CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Petróleo, 1988. 60 p.
SÃO PAULO. (ESTADO) FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA. Sistema de esgotos sanitários. São
Paulo: Centro Tecnológico de Saneamento Básico, 1973. 418 p.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. 798 p.
MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde
Pública, 1971. 328 p.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1990. 324 p.
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso II
Ementa:
Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC;
Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC;
Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação.
Bibliografia Básica:
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho
científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971.
LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975.
ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
Revistas especializadas no tema escolhido
109
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MATRIZ 2009.2
1º PERÍODO
Disciplina:
Desenho Básico
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Desenho técnico com linguagem gráfica universal. Adestramento no uso de material e instrumentos de
desenho. Padronização e normalização. Desenho de letras e símbolos. Dimensionamento. Cotagem de
desenhos. Esboço cotado. Projeções ortogonais. Vistas ortográficas principais. Leitura e interpretação
de desenhos. Desenho de construção civil com Instalações Elétricas, Hidráulica e Sanitária.
Bibliografia Básica:
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974. 295
p.
PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1970.
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1967.
(reimpressão., 1974) 332 p.
Bibliografia Complementar:
BACHMANN, Albert; FORBERG, Richard. Desenho técnico. 4. ed. Porto Alegre: Editora Globo,
1979. 337 p.
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1967.
(reimpr., 1974) 332 p.FRENCH, Thomas E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1969. 740 p.
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio.
Manual de desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das Faculdades de
engenharia, curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais, 1977. 3 v.5...
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Cidadania e Sociedade
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Noções de mercado. O papel da engenharia na Sociedade. Estudo das relações entre Ciências,
Tecnologia, Economia, Engenharia, Meio Ambiente e Aspectos Humanos. Noções de Direito. Noções
de Sociologia. Tópicos Especiais.
Bibliografia Básica:
ANDERSON, Walfred A. PARKER, Frederick B. Uma Introdução à Sociologia. 4. ed. Rio de
Janeiro: Zahar, 1977.
BAZZO, Walter Antônio. Ciência, Tecnologia e Sociedade: e o contexto da Educação tecnológica.
Florianópolis: UFSC, 1998.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar:
110
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BERGE, Peter. Perspectivas Sociológicas: uma visão humanística. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1973.
FERRARI, Alfonso Trujillo. Fundamentos de Sociologia. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
LEAKEY, Richard R., LEWIN, Roger. Origens: o que novas descobertas revelam sobre o
aparecimento de nossa espécie e seu possível futuro. São Paulo: Melhoramentos, 1980.
OLIVEIRA, P. S. de. Introdução à Sociologia. 24. ed. São Paulo: Ática, 2002.
TITIEV, Mischa. Introdução à antropologia cultural. 2. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1972.
Disciplina:
Química Geral e Inorgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Noções Preliminares. Teoria Atômica e Estrutura. Classificação Periódica dos Elementos Químicos.
Teoria Eletrônica das Ligações Químicas. Geometria das moléculas e Teoria dos orbitais moleculares.
Soluções. Cálculos usando Equações Químicas. Óleo Isolante.
Bibliografia Básica:
EBBING, Darrel D. Química geral. 5ª ed. Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul. Química & reações químicas. 3ª ed. . Volume1 e 2 Rio de
Janeiro: LTC, 1998.
Bibliografia Complementar:
BRADDY, James E. & HUMISTON, Gerard E. Química. Volume 1 e 2. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
1986.
MASTERTON, Willian L. Química geral superior. 4ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1978.
O'CONNOR, Rod. Introdução à Química. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1977.
LEE, John D. Química inorgânica não tão concisa. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.
OHLWEILER, Otto Alcides. Introdução a química geral. Porto Alegre: Globo, 1971.
Disciplina:
Fundamentos da Matemática Elementar
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Funções trigonométricas. Função
exponencial e logarítmica. Polinômios. Progressões. Tópicos de História da Matemática.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, Louis. O Cálculo: com geometria analítica. Vol. 1; 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978-1982. 1 v.
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. Vol. 1; 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997.
Bibliografia Complementar:
GONÇALVES, Mírian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A. São Paulo: McGraw-Hill, 1999.
372 p.
THOMAS JR., George B.; FINNEY, Ross L. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1983.
111
Curso de Engenharia Ambiental
USS
PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982.
ANTON, H.; Cálculo – um novo horizonte; vol. 2; 6. ed. Rio de Janeiro: Bookman, 2003.
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
Disciplina:
Computação
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução ao Conceito de algoritmo e Programação Estruturada. Portugol. Algoritmos Baseados em
Estruturas de Dados Homogêneos - Vetores e Matrizes. Procedimentos e Funções. Apresentação de
um software de computação algébrica e seus comandos.
Bibliografia Básica:
FARRER, Harry. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de
dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. MATLAB 5 versão do estudante: guia do usuário.
São Paulo: Makron Books, 1999.
Bibliografia Complementar:
FORBELLONE, André L. V., EBERSPACHER, Henri F. Lógica de Programação – A Construção
de Algoritmos e Estrutura de Dados. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
KEHOE, Brendan P. Zen e a arte da internet: um guia para iniciantes. Petrópolis: Campus, 1995.
SCHMITZ, Eber A., TELES, Antonio A de Souza. PASCAL e Técnicas de Programação. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 1999.
UCCI, Waldir; SOUSA, Reginaldo Luiz; KOTANI, Alice Mayumi. Lógica de programação: os
primeiros passos. 9. ed. São Paulo: Érica, 2001.
WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1989.
Disciplina:
Introdução a Engenharia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Atuação do Engenheiro Ambiental. Mercado de Trabalho. Associação Brasileira de Engenharia
Ambiental: Seu papel e seus desafios. Noções de engenharia ambiental. Evolução do conceito de
ecologia e desenvolvimento sustentável. Biomas e Ecossistemas. Marcos da discussão ambiental.
Noções de ecologia (energia dos ecossistemas e ciclos biogeoquímicos). Poluição Ambiental.
Principais problemas e conflitos ambientais da atualidade. Evolução da política ambiental
internacional e nacional.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, J.R., Gestão Ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Thex Ed.,
2006.
BRAGA et al., Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pearson, 2004.
RICKLEFS, R.E., A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. 5ª edição.
Bibliografia Complementar:
112
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2002.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
GUSMÃO, A.C.F.; DE MARTINI, L.C., Gestão Ambiental na Indústria. Rio de Janeiro: SMS
Digital, 2009 2ª edição.
JUNQUEIRA, V.; NEIMAN, Z., Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade. Barueri,
SP: Manole. 2007
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores no plano e no espaço. Produto escalar. Produto vetorial e produto misto. A reta. O plano.
Distâncias. Cônicas.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1986.
STEINBRUCH, A & WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1997.
COURANT, R. O Que é Matemática? Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000. 621 p.
Bibliografia Complementar:
PISKOUNOV, N. Cálculo diferencial e integral. 6.ed. Porto: Lopes da Silva, 1982.
SWOKOWSKI, Earl William. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1983.
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1997. v.1.
LEHMANN, C.H. Geometria Analítica. São Paulo: Globo, 1998.
113
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2º PERÍODO
Disciplina:
Álgebra Linear
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Matrizes. Sistemas de Equações Lineares. Determinante e Matriz Inversa. Espaços Vetoriais.
Transformações Lineares. Operadores Lineares. Autovalores e Autovetores.
Bibliografia Básica:
BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1980.
KOLMAN, Bernard. Introdução à Álgebra Linear. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Prentice-Hall,
1998.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1973/1974.
Bibliografia Complementar:
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra Linear com Aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman,
2001. 572 p.
LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 504 p.
LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 5. ed. Rio de Janeiro: Impa, 2001. 357 p.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill,
1987.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear e geometria analítica. São Paulo:
McGraw-Hill, 1990.
Disciplina:
Cálculo de Uma Variável
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Estudo das funções reais: gráficos, operações e tipos de funções. Função exponencial e logarítmica.
Tópicos de História da Matemática. Limites e Continuidade de Funções. A Derivada. Aplicações da
Derivada. A Integral. Aplicações da Integral Definida. Derivadas e Integrais de Funções
Transcendentes.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. vol. 1. 3.ed. São Paulo: Harbra, c1994.
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. vol. 1. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2001.
Bibliografia Complementar:
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. vol. 1. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: McGraw-Hill, c1987.
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997.
114
Curso de Engenharia Ambiental
USS
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo A: Funções, limite, derivação, integração. 6. ed. Rio de
Janeiro: Prentice Hall, 2006.
PINTO, Diomara; MORGADO, Maria Cândida Ferreira. . Cálculo diferencial e integral de funções
de várias variáveis. 3. ed., 5ª reimpressão Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. 348 p.
Disciplina:
Física Mecânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Vetores, Movimentos em uma Dimensão, Movimentos no Plano, Cinemática de Rotação, Dinâmica do
Ponto Material, Trabalho e Energia, Quantidade de Movimento, Dinâmica do Movimento de Rotação.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1996.
TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São
Paulo: FTD, 1985.
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
NUSSENZVEIG, H.Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983.
4. SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998.
Disciplina:
Laboratório de Física Mecânica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais com partículas se deslocando em uma dimensão. Práticas com medidas de forças,
energias e quantidades de movimento. Elaboração de relatórios.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos da Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1996.
TIPLER, Paul A. Física. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, Regina F. S. Azenha; BONJORNO, José Roberto; BONJORNO, Valter. Física. São
Paulo: FTD, 1985.
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO, J. L. Física Clássica. Dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atual, 1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1983.
SCHAUM, Daniel. Física. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998.
115
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Disciplina:
Fundamentos da Administração
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Princípios gerais. O ciclo da Administração e suas fases: planejamento, organização, direção, controle.
As funções administrativas na empresa moderna. As escolas da administração. Administração
científica. A escola das relações humanas e seus princípios. Departamentalização. Amplitude
administrativa. Níveis hierárquicos. Cargos. Introdução à Administração de Projetos. PERT-CPM.
Controle de Qualidade.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, I. Administração. Teoria, Processo e Prática. 4. ed. São Paulo: McGraw-Hill,
2000.
CUKIERMAN, Z. O modelo PERT-CPM Aplicado à Projetos. 3. ed. Rio de Janeiro: 1982.
FEIGENBAUM, Armand V. Controle da qualidade total. São Paulo: Makron Books, 1994.
Bibliografia Complementar:
CHIAVENATO. I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2003.
MACHLINE, C. Manual da Administração da Produção. 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1987.
MARTINS, P. G., LAUGENI, F. P. Administração da Produção. São Paulo: Saraiva, 1999.
PARANTHAMAN, D. Controle da Qualidade. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.
SILVA, R. O. da. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thonson Learning, 2005.
Disciplina:
Química Orgânica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Orbitais atômicos e orbitais moleculares (Ligações químicas); Estrutura dos compostos orgânicos;
Alcanos, alcenos e alcinos; Funções orgânicas; Ressonância e compostos aromáticos; Isomeria,
Estereoquímica e Análise conformacional; Acidez e basicidade dos compostos orgânicos; Correlação
entre estrutura e propriedades físicas, químicas e biológicas dos compostos orgânicos; Introdução às
biomoléculas: Lipídeos, Carboidratos, Aminoácidos & Proteínas.
Bibliografia Básica:
MCMURRY, J. Química Orgânica. v. 1 e 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livro Técnico Científico, 1997.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica. 6. ed. New York: John Wiley & Sons, 1996.
VOGEL, A. I. Análise Orgânica Qualitativa. v. 1, 2 e 3. 3. ed. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico,
1992.
Bibliografia Complementar:
ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
FERREIRA, A.B.B. Práticas de Química Orgânica Experimental II. Seropédica/RJ: Editora da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 1992.
MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
116
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1999.
STRYER, L., Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
Disciplina:
Desenho Técnico
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Linguagem gráfica na teoria e na prática. Classificação dos desenhos e normalização. Instrumentos
gráficos e seu uso. Técnicas básicas para desenho de linhas, letras e algarismos. Construções
geométricas básicas. Estudo das perspectivas e projeções. Projeções ortográficas. Cotas, anotações,
limites e precisão. Vistas auxiliares. Vistas de corte e convenções. Elementos de máquinas. Desenho
de edificações. Desenho de instalações elétricas. Desenho assistido por computador (CAD) em duas
dimensões.
Bibliografia Básica:
FRENCH, Thomas E. - Desenho Técnico. Porto Alegre: 7. ed. Globo, 1964
MACHADO, Ardevan. - Geometria descritiva. 23. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni; LAUAND, Carlos Antonio. Manual de
desenho técnico mecânico: para as escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia,
curso completo. Brasil: Renovada Livros Culturais,1977.
Bibliografia Complementar:
Associação Brasileira de Normas. Normas para desenho técnico 3ª Ed -1983
Bachmann,Albert. - Desenho Técnico. 4ª Ed. Porto Alegre. 1979.
Dehmlow, M.; KIEL, E. - Desenho Mecânico. São Paulo 1974
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais: materiais projetos e desenho. 7. ed. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987.
PINHEIRO, Virgilio Athayde. Noções de geometria descritiva. 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 197
117
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3º PERÍODO
Disciplina:
Cálculo de várias variáveis
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Antidiferenciação. Primitivas. Integrais indefinidas. Técnicas de Integração. Integração definida.
Aplicações das integrais. Integração imprópria.
Bibliografia Básica:
LEITHOLD, Louis. O cálculo: com geometria analítica. vol. 2. 3.ed. São Paulo: Harbra, c1994.
LARSON, Roland E.; HOSTETLER, Robert P.; EDWARDS, Bruce H. Cálculo com geometria
analítica. vol. 2. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. vol. 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2001.
Bibliografia Complementar:
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. vol. 2. Rio de Janeiro: Guanabara, 1979.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. vol. 2. São Paulo: McGraw-Hill, c1987.
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. vol. 3. 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997.
FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: Funções, limite, derivação, integração. 6. ed. Rio de
Janeiro: Prentice Hall, 2006.
PINTO, Diomara; MORGADO, Maria Cândida Ferreira. . Cálculo diferencial e integral de funções
de várias variáveis. 3. ed., 5ª reimpressão Rio de Janeiro: UFRJ, 2008. 348 p.
Disciplina:
Cálculo Numérico
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Erros. Séries de Taylor. Resolução de Equações não Lineares. Resolução de Sistemas de Equações
Lineares. Derivação Numérica. Integração Numérica. Interpolação. Resolução de Sistemas de
Equações Não Lineares. Resolução de Equações Diferenciais Lineares.
Bibliografia Básica:
BARROS, I. Q. Introdução ao Cálculo Numérico. . São Paulo: EDUSP, 1972.
RUGGIERO, M. A. G. & LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico – Álpectos Teóriocos e
Computacionais. São Paulo: MacGraw-Hill, 1988.
SANTOS, V. R. B. Curso de Cálculo Numérico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos S/A, 1974.
Bibliografia Complementar:
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos
e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 406 p.
ATKINSON, Kendall E. An introduction to numerical analysis. 2 nd. New York: John Wiley &
Sons, 1989. 693 p.
CLÁUDIO, Dalcidio Moraes; MARINS, Jussara Maria. Cálculo numérico computacional: teoria e
prática. São Paulo: Atlas, 1994. 464 p.
118
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BARROSO, Leônidas Conceição; BARROSO, Magali Maria de Araújo; CAMPOS FILHO, Frederico
Ferreira. Cálculo numérico: com aplicações . 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 367 p.
MIRSHAWKA, Victor. Cálculo numérico. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 601 p.
Disciplina:
Física Térmica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Oscilações. Ondas Mecânicas. Dilatação Térmica. Calorimetria. Primeira lei da termodinâmica.
Entropia e segunda lei Gases Ideais. Teoria cinética dos gases.
Critérios de Avaliação:
O aproveitamento acadêmico do aluno será verificado através de duas avaliações, sendo cada uma
delas expressa através de três instrumentos diferentes de verificação de aprendizagem, tais como
exercícios, testes, provas e trabalhos individuais ou em grupo.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1996.
_______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, José Roberto, AZENHA, Regina F. S., BONJORNO, Valter. Física. São Paulo: FTD,
1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: Fundamentos e Aplicações. São Paulo:
McGraw-Hill, 1995.
EISBERG, Robert. Fundamentos de Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Laboratório de Física Térmica
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais sobre oscilações mecânicas. Práticas com medidas de temperaturas e dilatações
térmicas. Ensaios laboratoriais sobre transmissões de calor, equilíbrio térmico e estudo de gases.
Elaboração de relatórios.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1996.
_______, WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
119
Curso de Engenharia Ambiental
USS
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Fundamentos da Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1995-1996.
Bibliografia Complementar:
EISBERG, Lerner. Física: Fundamentos e aplicações. v. 2. s/l: s/ed., s/d.
SEARS, Zemansky Young. Física. v. 2 . Rio de Janeiro: LTC, s/d.
EISBERG, Robert. Fundamentos de física moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1979.
YOUNG, HUGH D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Metodologia Científica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A metodologia e a Universidade. Elementos básicos do método científico. Tipologia do conhecimento.
Instâncias de legitimação da ciência. Conhecimento e método científico. Linguagem e redação
científica. O método e a tecnologia. Métodos e estratégias de estudo e aprendizagem. Pesquisa
bibliográfica. Pesquisa e iniciação científica. Análise e tratamento de dados.
Bibliografia Básica
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 6ª. ed.
São Paulo: Atlas, 2005.
ALVES-MAZZOTI, Alda Judith. Parte II: o método nas ciências sociais. In: _____;
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e
qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2000.
BARROS, Aidil de Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos e
Metodologia Científica. 3. ed. São Paulo: Makron, 2008.
Bibliografia Complementar:
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21. ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 8. ed. ão Paulo:
Atlas, 2007. VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. ed.
ão Paulo: Atlas, 2000.
VALENTIM, Marta. Métodos de pesquisa: técnicas de coleta de dados. Disponível em
http://www.valentim.pro.br/Slides/Metodologia/Tecnicas_Coleta_Dados.ppt. Acessado em 22 abr.
2010.
Cervo, A VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2000.
L. Metodologia Científica, 6. ed. São Paulo: Pearson. 2007.
Disciplina:
Mecânica Básica
Carga Horária:
60 h
120
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Ementa:
Equilíbrio. Diagramas de Corpo Livre. Centro de Gravidade. Momento de Inércia Vigas e Treliças
Cinemática e Dinâmica da Partícula.
Bibliografia Básica:
KIBBLE, T. W. B. Mecânica clássica. São Paulo: Polígono, 1970.
MERIAM, J. L. KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
_______. Mecânica: dinâmica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
Bibliografia Complementar:
HIBBELER, R. C. Mecânica: estática. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
_______. Mecânica: dinâmica . 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SHAMES, Irving H. Introdução à mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
1983.
SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Dinâmica - 4a edição – Prentice Hall – 2003
SHAMES, Irving H Mecânica para Engenharia – Estática - 4a edição – Prentice Hall – 2003
Disciplina:
Probabilidade e Estatística
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Variáveis e Gráficos. Distribuições de Freqüências. Medidas de Tendência Central. Desvio Padrão e
outras Medidas de Dispersão. Momentos, Assimetria e Curtose. Teoria Elementar da Probabilidade.
As Distribuições Binomial, Normal e de Poisson. Teoria Elementar da Amostragem. Teoria Estatística
da Estimação. Teoria da Decisão Estatística, Testes de Hipótese e Significância.
Bibliografia Básica:
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. São Paulo: Saraiva, 2001.
SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1993.
_______. Probabilidade e Estatística. São Paulo: Makron Books, 1978.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1983.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica. São Paulo: Makron Books, 2003.
DOWNING, D., Clark, J. Estatística Aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000.
LEVINE, D.M., BERENSON, M.L., STEPHAN, D. Estatística: Teoria a Aplicações. Rio de Janeiro:
LTC,
2000.
MARIA INEZ M.T.W. Estatística Básica. Brasília: Editora MSD, 2000.
121
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4º PERÍODO
Disciplina:
Análise Química Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A Química Analítica, seus objetivos e reações; soluções e reagentes gerais; classificação e análise
sistemática. Conceitos e cálculos fundamentais em análise quantitativa.
Bibliografia Básica:
OHLWEILER, O. A., Química analítica quantitativa. Brasília: Técnica Científica, 1974. 303 p.
VOGEL, A. I., Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
VOGEL, A. I., JEFFERY, G. H.; BASSETT, J. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1992. 712 p.
Bibliografia Complementar:
ALEXEER, V. Análise qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982. 583 p.
ALEXEER, V. Análise quantitativa. 3. ed. Porto: Lopes da Silva, 1983. 574 p.
EWING, G. W. Metodos instrumentais de análise química. São Paulo: Blucher, 1972.
VAITSMAN, D. S., BITTENCOURT, O. A. Ensaios químicos qualitativos. Rio de Janeiro:
Interciência, 1995.
RUSSEL, John B. Química Geral , 2 ed. São Paulo: Makron, 1994.
Disciplina:
Equações Diferenciais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Equações Diferenciais de Primeira Ordem. Equações Diferenciais Ordinárias de Ordem n. Integrais de
Linha e de Superfície.
Bibliografia Básica:
BRONSON, Richard. Equações diferenciais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
_______. Moderna introdução às equações diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.
ZILL, D. G., CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3. ed. Vols I e II. São Paulo: Makron Books.
2001.
Bibliografia Complementar:
BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de
valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
SPIEGEL, Murray R. Transformadas de laplace. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1971.
_______. Análise vetorial: com introdução à análise tensorial. São Paulo: McGraw-Hill, 1972.
WYLIE, C. Ray; BARRETT, Louis C. Advanced engineering mathematics. 5ª ed. Auckland:
McGraw-Hill Book, 1985.
Academic Research library - PROQUEST
Disciplina:
Física Eletromagnética Aplicada à Engenharia Ambiental
Carga Horária:
30 h
122
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Ementa:
Cargas Elétricas e Lei de Coulomb. Campos elétricos. Lei de Gauss. Potencial Elétrico. Capacitância.
Corrente, Resistência e Força Eletromotriz. Circuitos de Corrente Contínua. Campo Magnético e
Força Magnética. Indução Eletromagnética. Indutância. Corrente Alternada. Princípios de propagação.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY,D.; RESNICK, R, WALKER, J. Fundamentos da Física. Vol 3. 4ª Ed. Rio de Janeiro:
Ed. LTC, 1996.
TIPLER, P.A.. Física . Vol 3 . Rio de Janeiro,LTC, 2000.
NUSSENZVEIG, M. H. Curso de Física Básica: Vol 3. Edgard Blucher : São Paulo 1999.
Bibliografia Complementar:
SEARS, Zemansky; Física Vol 3. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico,1986.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw
– Hill, 1995.
GREF. Física. Edusp: São Paulo 1999. Vol 3.
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO,J.L., Física Clássica. Eletromagnetismo. 2ª Ed. São Paulo: Ed.
Atual,1998.
Academic Research library - PROQUEST
Disciplina:
Laboratório de Física
Engenharia Ambiental
Eletromagnética
Aplicada
à
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Ensaios laboratoriais com campo elétrico, campo magnético e capacitores. Ensaios laboratoriais com
fibra óptica e laser. Aferição e determinação do efeito fotoelétrico.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY,D.; RESNICK, R, WALKER, J. Fundamentos da Física. Vol 3. 4ª Ed. Rio de Janeiro:
Ed. LTC, 1996.
TIPLER, P.A.. Física . Vol 3 . Rio de Janeiro,LTC, 2000.
NUSSENZVEIG, M. H. Curso de Física Básica: Vol 3. Edgard Blucher : São Paulo 1999.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library - PROQUEST
CALÇADA, C. S.; SAMPAIO,J.L., Física Clássica. Eletromagnetismo. 2ª Ed. São Paulo: Ed.
Atual,1998.
EISBERG, Robert M.; LEARNER, Lawrence. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw
– Hill, 1995.
GREF. Física. Edusp: São Paulo 1999. Vol 3.
SEARS, Zemansky; Física Vol 3. Rio de Janeiro: Livro Técnico e Científico,1986.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears e Zemansky: física. 10. ed. Rio de Janeiro:
Pearson e Addison Wesley, 2006.
Disciplina:
Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da
Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e
Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser.
123
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de
Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física. 4a ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos,
1984.
Manual CIDEP de utilização laboratorial
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998.
EISBERG, Robert M.; LERNE, Lawrence S.. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw
Hill, 1982.
EISBERG, Robert. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
GAMOW, George. O incrível mundo da Física Moderna. Ibrasa,1989.
TIPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos
Editora, v.2, s/d.
Disciplina:
Laboratório de Física Quântica Aplicada à Engenharia
Carga Horária:
Ambiental
30 h
Ementa:
Natureza e propagação de ondas Eletromagnéticas, incluindo a luz. Introdução à Teoria da
Relatividade. Fenômenos de propagação da luz: Reflexão, Refração, Absorção, Dispersão e
Interferência, Reflexão total da luz – utilização em fibra óptica. Difração e Polarização - Laser.
Introdução à Física Quântica. Absorção e Emissão de Energia. Conversão de Matéria em Energia e de
Energia em Matéria. Introdução a Física Atômica e Nuclear. Tratamento de Resíduo.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D. e RESNICK, R. Física. v. 2. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos, 1984.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física. 4a ed. v. 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Tecnicos e científicos,
1984.
Manual CIDEP de utilização laboratorial
Bibliografia Complementar:
BONJORNO, José Roberto. Temas de Física. São Paulo: FTD, 1998.
EISBERG, Robert M.; LERNE, Lawrence S.. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: McGraw
Hill, 1982.
124
Curso de Engenharia Ambiental
USS
EISBERG, Robert. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
GAMOW, George. O incrível mundo da Física Moderna. Ibrasa,1989.
TIPLER, Paul. Física para engenheiros cientistas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos
Editora, v.2, s/d.
Disciplina:
Fenômenos de Transporte
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos Fundamentais Introdutórios. Estática dos Fluidos e Forças Aplicadas a Fluidos. Equações de
Continuidade e Balanço Material. Equação da Energia e Balanço de Energia. Introdução aos Fluidos
Viscosos. Transferência de Calor por Condução Convecção e Radiação. Dimensionamento por
Similaridade.
Bibliografia Básica:
FOX, R. W., MCDONALD, A. T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 3. ed. Rio de Janeiro:
Gaunabara, 1988.
SISSOM, L. E. & PITTS, D. R. Fenômenos dos Transportes. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1988.
SHAMES, Irving H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1973.
Bibliografia Complementar:
BASTOS, F. A. A. Problemas de Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro: Guanabara, 1987.
BENNETT, C. O., MYERS, J. E. Fenômenos de transporte :quantidade de movimento, calor e
massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
HANSEN, Arthur G. Mecânica de fluidos. México: Limusa, 1979.
MACEDO, Horacio. Físico-química um estudo dirigido sobre eletroquímca, cinética, átomos,
moléculas e núcleo, fenômenos de transporte e de superfície. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
STREETER, V. L. Handbook of fluid dynamics. New York: McGraw-Hill, 1961.
Disciplina:
Resistência dos Materiais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceito de Tensão. Tensão e Deformação. Carregamento Axial e Transversal. Torção. Flexão Pura.
Torção.
Bibliografia Básica:
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 10. ed. São Paulo: Érica,
1999.
BEER, Ferdinand P., E Jr., E. Russell Johnston. Resistência Dos Materiais. 3. ed. São Paulo:
Makron Books, 1995.
TIMOSHENKO,S., Resistência dos materiais. Volume 1. São Paulo: LTC, 1975.
Bibliografia Complementar:
HIGDON, Ohlsen, STILES, Weese e Riley, Mecânica dos Materiais. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1981.
FEODOSIEV, V. I. Resistencia de Materiales. 3. ed. s/l: Editorial MIR, 1988.
125
Curso de Engenharia Ambiental
USS
SHAMES, I. H. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Prentice Hall, 1985.
BRANCO, C.A.G.M. Mecânica dos Materiais. Fundação Calouste Gulbenkian.
POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1978.
126
Curso de Engenharia Ambiental
USS
5º PERÍODO
Disciplina:
Microbiologia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à microbiologia ambiental. Metodologia geral. Microbiologia da água em saúde pública.
Ambiente aquático. Solo, rizosfera e filosfera. Subsolo e aterros. Aerobiologia. Biotransformação e
biodegradação (Biorremediação).
Bibliografia Básica:
BROCK, Thomas D.; BROCK, Thomas D. et al. Microbiologia de Brock. 10. ed São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004.
TORTORA, Gerard J; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. - 1.ª reimp. De
2006 Porto Alegre: Artmed, 2006. 894 p.
VERMELHO, A.B., BASTOS, M.C.F.M., BRANQUINHA DE SÁ, M.H. Bacteriologia Geral. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 582 p.
Bibliografia Complementar:
AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
RIBEIRO, M. C. SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática: roteiro e manual para bacterias e
fungos. São Paulo: Atheneu, 2000. 112 p.
TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flavio; GOMPERTZ, Olga Fischman. Microbiologia. 3.
ed. São Paulo: Atheneu, 1999.
VERONESI, R., FOCACCIA, R. Veronesi. Tratado de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2006. 2 v.
SITES
http:// micf.mic.ki.se/diseases/c1.html
http://gsbs.utmb.edu/microbook/toc.htm
http://funasa.gov.br
http://www.cedae.com.br/
http://www.cetesb.sp.gov.br/
http://www.cdc.gov/ncidod/dbmd/diseaseinfo
PERIÓDICOS
Academic Research library - PROQUEST
Disciplina:
Eletrotécnica Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Revisão dos fundamentos de eletricidade e magnetismo aplicados à compreensão funcional do grande
sistema de energia elétrica, em seus segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição (GTD). Visão
geral integrada do sistema de energia elétrica instalado envolvendo as atividades de GTD. Estudo da
infraestrutura pertinente e partes componentes relacionadas aos segmentos de GTD: conceituação,
finalidade e princípios de funcionamento. Interferências sobre o meio ambiente relacionadas à
instalação e funcionamento dos subsistemas de Geração, Transmissão e Distribuição. Radiação
ionizante e não ionizante. Riscos de campos eletromagnéticos.
Bibliografia Básica:
127
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Organização Mundial de Saúde - Estabelecendo um Diálogo sobre Riscos de Campos
Eletromagnéticos, 2002.
MAGALDI, M. – Noções de Eletrotécnica. Guanabara 2. Rio de Janeiro - 1977.
HALLIDAY, David; RESNICK, R.; WALKER, J. - Fundamentos de Física. V3 e 4 - 4. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995-1996.
Bibliografia Complementar:
REIS.L.B. Geração de Energia Eletrica – Tecnologia, Inserção Ambiental, Planejamento, Operação
e Analise de Viabilidade 3a edição, Ed. Manole, 2003.
DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, c1994.
OLIVEIRA, J. C. Transformadores : teoria e ensaios. São Paulo: Edgard Blücher, 1984.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
MARTIGNONI, A. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5.ed.Rio de Janeiro : Globo, 1987.
Disciplina:
Ecologia Geral
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Terminologia específica; evolução da ecologia; papel da ecologia na sociedade; conceitos sobre
energia e sistemas ecológicos; biosfera; estrutura e funcionamento dos ecossistemas; relações entre
alimentação e a produtividade, consumo energético humano, ciclos biogeoquímicos.
Bibliografia Básica:
ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo: 2. ed. S/l: Pioneira, 1985.
PINTO-COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. Rio de Janeiro: Ganabara-Koogan, 1996.
Bibliografia Complementar:
LIMA E SILVA, P. P. Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Editora,
1999.
MARGALEF, R. Ecologia. 2. ed. Barcelona: Ediciones Omega S/A, 1997.
WILSON,E. Biodiversidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Química Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
O Homem e o ambiente. O valor da biodiversidade. A contaminação da atmosfera. A contaminação
das águas. A contaminação dos solos. Os resíduos sólidos. O controle e gestão ambiental.
Bibliografia Básica:
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química
ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2005.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235 p.
128
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Petróleo, 1988. 60 p.
MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde
Pública, 1971. 328 p.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas. 2. ed. São
Paulo: Moderna, 1990. 56 p.
WEBER, William. Ambiente no estado do Rio de Janeiro das águas. Rio de Janeiro: SEMADS,
2001. 228 p.
CARDOSO, Maria Fernanda de Assunção Martins Correia L. Poluição do ambiente. Coimbra:
Almedina, 1976. 77 p.
Disciplina:
Cartografia
Ementa:
Introdução à Cartografia. Representação cartográfica. Levantamento e coleta de dados cartográficos do
campo – métodos geodésico e topográfico. Posicionamento sobre a Terra. Introdução aos processos
cartográficos. Métodos de produção cartográfica. Interpretação e utilização de mapas. Cartografia
temática aplicada ao meio ambiente.
Bibliografia Básica:
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 1994.
JOLY, F. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001.
OLIVEIRA, Céurio. Dicionário cartográfico. 4ª ed., Rio de Janeiro: IBGE, 1993.
Bibliografia Complementar:
Academic Research Library – PROQUEST
CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos
básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2000.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Especificações da carta
internacional do mundo ao milionésimo. Rio de Janeiro: IBGE, 1970.
LIBAULT, André. Geocartografia. São Paulo: EDUSP, 1975.
LOCH, Ruth E. Nogueira (s/d). Cartografia. Florianópolis: EDUFSC, 19...
Disciplina:
Físico - Química
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Propriedades empíricas dos gases, gases reais, a estrutura dos gases, Algumas propriedades dos
líquidos e sólidos, os princípios da termodinâmica, termoquímica e termodinâmica.
Bibliografia Básica:
CASTELLAN, G. W.; Fundamentos de Físico Química, 2a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro
1989;
ATKINS, P. W. ; Físico-Química, Vol. I, 7a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 2003.
129
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MACEDO, H.; Físico Química 1,1a Edição, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1988.
Bibliografia Complementar:
PILHA, L.; Físico Química, 1a Edição, LTC editora S.A., Rio de Janeiro 1979, Vol. I e II;
METZ, C. R.; Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc Graw-Hill do Brasil Ltda, São Paulo, 1979
BUENO, W. A., DEGREVE, L. Manual do Laboratório de Físico-Química, 1a Edição, Editora Mc
Graw-Hill do Brasil Ltda, Rio de Janeiro, 1980;
CROCKFORD, H. D.; KINIGHT, S.B.; Fundamentos de Físico Química, 1a Edição, LTC editora
S.A., Rio de Janeiro 1977;
130
Curso de Engenharia Ambiental
USS
6º PERÍODO
Disciplina:
Geologia
Ementa:
A Geologia. Definição. Divisão e campo. Associação entre a Geologia e as noções de Biogeografia:
definição e campo. A Geologia e sua influência na classificação climática e na meteorologia. A
pesquisa paleontológica. A geologia econômica e a relação do ser humano com a dinâmica dos
ambientes. A origem e as formas de vulcanismos e sismos. A classificação das rochas e sua
identificação. A evolução da mineralogia, sua conceituação e a importância dos minerais. A
terminologia específica dos principais minerais. A natureza da estrutura cristalina da matéria e suas
propriedades. O manuseio prático dos minerais e sua importância para o conhecimento tecnológico. A
importância econômica e estratégica dos minerais e sua sistemática internacional.
Bibliografia Básica:
CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. São Paulo: EDUSP, 1975.
CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia: uma atualização de
bases e conceitos. 4ª ed., Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
LEINZ, Viktor; AMARAL, Sérgio Estanislau do. Geologia geral. 14ª ed., São Paulo: Nacional, 2001.
POPP, José Henrique. Geologia geral. 5ª ed., São Paulo: LTC, 1988.
Bibliografia Complementar:
CLARK JR., Sidney P. Estrutura da terra. São Paulo: EDUSP, 1973.
GUERRA, Antonio José Teixeira. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 2ª ed., Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2001.
LANDES, Kennet. Geología del petroleo. 3ª ed., Barcelona: Omega, 1977.
MCKINSTRY, Hugh Exton. Geología de minas. Barcelona: Omega, 1977.
WADE, F. Alton; MATTOX, Richard B. Elementos de cristalografía y mineralogía. Barcelona:
Omega, 1977.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Climatologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A Atmosfera. Elementos formadores do clima e fatores climáticos. Movimentos de rotação e
translação da Terra Dinâmica geral da atmosfera. A radiação e o balanço térmico. Temperaturas.
Precipitação. Umidade atmosférica. Vento. Massas de ar e massas de ar atuantes no Brasil.
Bibliografia Básica:
AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2002.
CONTI, José Bueno. Clima e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
MILLER, A. Austin. Climatología. 3. ed. Barcelona: Omega S.A, 1975.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à
engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U.,
131
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1980.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
VIERS, Georges. Climatología. Barcelona: Oikos-Tau S/A, 1975.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Processos Unitários na Industria
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Ácido Clorídrico e Diversos Compostos Inorgânicos. Enxofre e Ácido Sulfúrico. Indústria do Fósforo.
Indústria do Cloro e dos Álcalis. Industria de Tintas e Correlatos. Indústrias Eletrolíticas. Indústrias do
Açúcar e o Amido. Indústrias de Polpa e Papel.
Bibliografia Básica:
AQUARONE, Eugênio (Coord.). Biotecnologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
SHREVER, R. N. e BRINK, J. R. Josepha. Indústrias de Processos químicos. 4. ed: Rio de Janeiro:
Guanabara dois, 1997.
BRASIL, N. I. Introdução à Engenharia Química. Rio de Janeiro: Interciência: Petrobras, 1999.
Bibliografia Complementar:
BADGER, W. L. Baker, E. M.Inorganic Chemical Technology. New York: Mc Graw-Hill Book
Company.
HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 1984.
RHEAD, E. L. Metalurgia. Barcelona: Editorial Labor.
TAGEDER, M. Métodos de 1ª Indústria Química. Barcelona: Reverte.
VALLEJO, F. J. La Indústria Química Em Esquemas. Buenos Aires: Arbó Editores.
Disciplina:
Ecologia Aplicada
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de sistemas ecológicos e bioestatísticos, métodos e interpretação de dados
ecológicos de ecologia humana e de animais domésticos, ecofisiologia, dinâmica e interações de
populações, organização espacial, temporal e funcional das populações, comunidades e ecossistemas.
Bibliografia Básica:
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
Bibliografia Complementar:
KREBS, J.R & DAVIS, N.B. (eds). Introdução à Ecologia Comportamental. São Paulo: Atheneu,
1996.
MARGALEF, R. Ecologia. Omega. 1986.
132
Curso de Engenharia Ambiental
USS
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
BROWER, James E. Field and laboratory methods for general ecology. James E. Brower, Jerold H.
Zar, Carl N. Von Ende. 4th ed.WCB/McGraw-Hill.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Hidráulica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Hidrostática e Hidrodinâmica. Escoamento sob pressão. Escoamento em Canais. Hidrometria.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 7. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1982.
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. Política nacional
de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002
AMBIENTAL. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica de projetos. Rio
de Janeiro: ABES, 2005.
Referências Complementares:
GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Guanabara, 1987.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, c1984. 404 p. ISBN 8521603452 Número de Chamada: 627 CRE INS 1984 - 3. Ed
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988. 185
p. Número de Chamada: 627 MEL INS 1988
Disciplina:
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Ementa:
Introdução. Base conceitual dos Sistemas de Informação Geográfica. Modelos de representação de
dados. Introdução de métodos de transformação de dados espaciais, Estrutura geral de um Sistema de
Informação Geográfica. Definição de áreas de estudo, pesquisa espacial. Modelos de classificação de
dados, métodos de cruzamento e mensuração espaciais. Análise de proximidade e zonas de influência.
Princípios de sensoriamento remoto. Imagens radarmétricas e orbitais. O espectro eletromagnético.
Características das imagens e comportamento espectral. Classificação dos sistemas sensores.
Bibliografia Básica:
JOLY, Fernand. A cartografia. 4ª ed., São Paulo: Papirus, 2001.
NOVO, Evlyn Marcia Leao de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicação. 2ª ed., São
Paulo: Blucher, 1992. (4. reimpr. 2002)
Bibliografia Complementar:
133
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Academic Research Library – PROQUEST
CARVALHO, Marília Sá; PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone Maria dos (Org.). Conceitos
básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília, DF:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2000.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE; Organização Mundial da Saúde; Brasil.
Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Sistemas de informação geográfica em saúde:
conceitos básicos. Brasília, DF: Organização Pan-Americana da Saúde, 2002.
134
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7º PERÍODO
Disciplina:
Bioquímica Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Compreensão de processos referentes à química de glicídeos, lipídeos, ácidos aminados e proteínas,
nucleotídeos, vitaminas, hidrossolúveis e lipossolúveis, enzimas e suas implicações ambientais.
Bibliografia Básica:
BON, E.S.P., FERRARA, M.A., CORVO, M.L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e
mercado. Ed. Interciência, Rio de Janeiro: 2008, 506p.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2001.
MARZOOCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999.
Bibliografia Complementar:
LEHNINGER, A. et al. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
STRAYER, L. Bioquímica. 5a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004
VOET, D.; VOET, J.. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Segurança Industrial e Risco Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Acidentes Industriais (histórico e análises de casos). Definições de riscos. Riscos tecnológicos e riscos
ambientais. Introdução à análise de riscos. Percepção e aceitabilidade do risco. Metodologias para
análise de riscos (qualitativas e quantitativas). Gerenciamento de riscos e planejamento para
emergências. Aspectos legais relevantes. Conceito de Saúde. Saúde Pública. Saúde e meio ambiente.
Ecologia das doenças. Epidemiologia. Toxicologia. Riscos à saúde. Saúde ocupacional. Normas
regulamentadoras (NRs).
Bibliografia Básica:
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística
: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e
desenvolvimento de pessoa 1. ed., 1999 São Paulo, SP: Atlas, 2010. 254 p.
SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene ocupacional / 2004
Curso básico de segurança e higiene ocupacional. São Paulo: LTr, c2004. 453 p.
Direito à saúde e segurança no meio ambiente do trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade
normativa, O / 2002
MORAES, Monica Maria Lauzid de. O direito à saúde e segurança no meio ambiente do
trabalho: proteção, fiscalização, e efetividade normativa. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002. 190
p.
Bibliografia Complementar:
135
Curso de Engenharia Ambiental
USS
PACHECO JR., Waldemar; PEREIRA FILHO, Hyppólito do Valle; PEREIRA, Vera Lúcia Duarte do
Valle. Gestão da segurança e higiene do trabalho. São Paulo: Atlas, 2000. 136 p.
SALIBA, Tuffi Messias; SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de segurança, acidente do trabalho e
saúde do trabalhador. São Paulo: LTr Editora LTDA, 2002. 454 p.
OLIVEIRA, Claudio A. Dias de. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde
no trabalho : micro, pequenas, médias e grandes empresas. São Paulo: LTr Editora LTDA, c2002.
219 p. ISBN 8536103310
SEGURANÇA e medicina do trabalho: lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977; Normas
regulamentadoras (NR) aprovadas pela portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978. 11. ed. São Paulo:
Editora Atlas S. A., 1987. 325 p.
COSTA, Marco Antonio Ferreira da. Biossegurança: segurança química básica em biotecnologia e
ambientes hospitalares. São Paulo: Santos, 1996. 99 p.
Disciplina:
Pedologia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceituação histórica e científica da pedologia. Pedogênese. Noções de química, física e biologia dos
solos. Características e estrutura dos solos. Os grandes grupos de solos do mundo. Levantamento e
Classificação dos solos. Distribuição geográfica no Brasil. Aptidão e uso do solo. Cartografia de solos.
Bibliografia Básica:
BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedade dos solos. 7a edição. 878 p, 1989.
MEURER, E.J. Fundamentos de química do solo. 3ª edição, Porto Alegre, 285 pp, 2006.
SANTOS, H.G. et al. Sistema brasileiro de Classificação de Solos. 2ª edição. Embrapa Solos, RJ,
306 pp, 2006
Bibliografia Complementar:
GUERRA, Antônio José Teixeira; Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
PRADO, R.B.; TURETTA, A.P.D.; ANDRADE, A.G. Manejo e Conservação do Solo e da Água no
contexto das mudanças ambientais. Embrapa, Rio de Janeiro, Embrapa Solos, 486 p., 2010
SANTOS, G.A.; SILVA, L.S.; CANELLAS, L.P.; CAMARGO, F.A.O. Fundamentos da Matéria
Orgânica do Solo. Ecossistemas tropicais e subtropicais. 2a edição. Metrópole, 654 p. , Porto Alegre
– RS, 2008.
Tavares, Silvio Ribeiro Lucena; Balieiro, Fabiano de Carvalho. Curso de recuperação de áreas
degradadas: a visão da Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de
monitoramento e estratégias de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro:
Embrapa Solos, 2008.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Poluição Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
A energia e o Meio Ambiente: fontes de energia; histórico; perspectivas futuras. O meio aquático:
136
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Conceito; usos; qualidade; Abastecimento; reuso; tratamentos. O meio Terrestre: conceito;
Composição; classificação; tipos de poluição. O meio Atmosférico: Características; composição;
poluentes; qualidade; controle.
Bibliografia básica:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo (et.al.,). Introdução à
engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: E. P. U.,
1980.
HELENE, Maria Elisa Marcondes. Poluentes Atmosféricos. São Paulo: Scipione, 1994.
Bibliografia complementar:
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza:
lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998.
FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação
ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira
para a Conservação da Nature, 1972.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
SEWELL, Granville H. Administração e controle de qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 1978.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Hidrologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Hidrologia: Ciência e Aplicação; Ciclo Hidrológico e Bacia Hidrográfica; Elementos de Estatística e
Probabilidades; Precipitação; Interceptação; Evaporação e Evapotranspiração; Água Subterrânea;
Infiltração e Armazenamento no Solo; Fundamentos do Escoamento em Rios e Reservatórios;
Aquisição e Processamento de Dados; Vazão Máxima e Hidrograma de Projeto; Regionalização de
Vazões; Controle de Enchentes; Hidrologia Estatística; Regularização de Vazões em Reservatórios;
Introdução à Drenagem Urbana.
Bibliografia Básica:
PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976.
PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia de
superfície. São Paulo: Edgard Blucher, 1973.
TODD, David Keith. Hidrologia de águas subterrâneas. São Paulo: Edgard Blucher, 1959.
Bibliografia Complementar:
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
PROSPECÇÃO tecnológica: recursos hídricos. Brasília: CGEE, 2005.
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza:
lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998.
FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA. Conservação
ambiental: Uma missão nacional para a década dos setenta. Rio de Janeiro: Fundação Brasileira
para a Conservação da Nature, 1972.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
137
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
Disciplina:
Mecânica dos Solos
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução à Mecânica dos Solos. Origem e formação dos solos. Física dos solos. Classificação dos
solos. Hidráulica dos solos. Distribuição de pressões nos solos. Compressibilidade dos solos. Ensaios
de laboratório.
Critérios de Avaliação:
O aproveitamento acadêmico do aluno será verificado através de duas avaliações, sendo cada uma
delas expressa através de três instrumentos diferentes de verificação de aprendizagem, tais como
exercícios, testes, provas e trabalhos individuais ou em grupo.
Bibliografia Básica:
CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações, Vol. 1 a 3, Livros Técnicos e Científicos
Editora, 1988.
ORTIGÃO, J.A.R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro: Livro
Técnico, 1993. 368 p.
VARGAS, M. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.
Bibliografia Complementar:
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos.
2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979.
RODRIGUEZ ALENSE, Urbano. Rebaixamento temporário de aqüíferos. [São Paulo]: Tecnogeo,
1999, 131 p.
SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos, Editora Oficina de Textos, 2000.
SOUZA PINTO, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos: Exercícios Resolvidos, Editora Oficina de
Textos, 2001.
Academic Research Library – PROQUEST
138
Curso de Engenharia Ambiental
USS
8º PERÍODO
Disciplina:
Legislação e Direito Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Evolução do Direito Ambiental, história da Legislação ambiental. Evolução da Política ambiental no
Brasil e no mundo. Legislação Básica: Federal, Estadual e Municipal. Trâmite e práticas legais.
Bibliografia Básica:
BRASIL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE; Secretária de Recursos Hídricos. A lei da natureza:
lei de crimes ambientais. Brasília: IBAMA, 1998.
_______. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente,
2002.
DELGADO, José Augusto. Responsabilidade Civil Por Dano Moral Ambiental. Interesse Público :
Revista Bimestral de Direito Público, Porto Alegre , v. 8, n. 36, p. 13-59, mar. 2006.
Bibliografia Complementar:
FURTADO, Marcelo. Ambiente: eleições motivam obras em saneamento. Química e Derivados,
São Paulo, SP , v. 41, n. 445, p. 30-33, jan. 2006.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Economia Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de economia. Economia dos recursos naturais e ambientais. Análises econômicas
dos recursos renováveis e não renováveis. Políticas ambientais e sustentabilidade. Desenvolvimento
sustentável e a eco-eficiência. Fundamentos da Contabilidade Ambiental. Efeitos e impactos no meio
ambiente. Empreendedorismo e Biodiversidade.
Bibliografia Básica:
MOURA, L.A.A. Economia ambiental: gestão de custos e investimentos. 3a. ed. São Paulo. 2006.
HUMMEL, P.R.V & TASCHNER, M.R.B. Análise e decisão sobre investimentos e financiamentos:
engenharia econômica - teoria e prática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1995.
SILVERSTEIN, M. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra sobreviver no
maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Bibliografia Complementar:
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
GOMES, Heber Pimentel. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E
MELO, Vanderley de Oliveira. Instalações prediais hidráulicas-sanitárias. São Paulo: Edart, 1988.
LAGO, A. & PÁDUA, J. A. “O que é ecologia”. São Paulo: Editora brasiliense, 1984.
139
Curso de Engenharia Ambiental
USS
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Redes de Infra-estrutura Urbana
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Projeto de Redes de Drenagem Pluvial: bacias de contribuição, vazões de contribuição, traçado,
escoamento, declividades, velocidades, dimensionamento de galerias. Projeto de Redes de Esgotos:
traçado, população de projeto, vazão de contribuição, diâmetro mínimo, tensão trativa, velocidades
críticas, elevatórias de esgoto, linhas de recalque, dimensionamento de redes coletoras. Projeto de
Redes de Abastecimento de Água: traçado, captação, adução, reservação, elevatórias de água, linhas
de recalque, dimensionamento de redes de distribuição.
Bibliografia Básica:
BRASIL Brasil Ministério da Saúde. Saneamento básico: abastecimento d'água e esgotos
sanitários. Rio de Janeiro: [s. n.], 1967.
LEME, Francisco Paes. Engenharia do saneamento ambiental. Rio de Janeiro: LTC, 1984.
SÃO PAULO. Sistema de esgotos sanitários. São Paulo, 1973.
Bibliografia Complementar:
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1991. 465 p.
GOMES, Heber Pimentel. Eficiência hidráulica e energética em saneamento: análise econômica
de projetos. Rio de Janeiro: ABES, 2005.
PHILIPPI JUNIOR, Arlindo ((Ed.)). Saneamento, saúde e ambiente : fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. São Paulo: USP, Faculdade de Saúde Pública, Manole, 2005.
FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004
Academic Research Library – PROQUEST
Disciplina:
Planejamento Territorial e Urbano
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos de planejamento territorial e urbano. Escalas e abordagens do planejamento
Urbanização no Brasil. Problemas ambientais globais e locais. Planos diretores, estatutos das cidades,
leis de zoneamento urbano e zoneamento ambiental. Infraestrutura urbana: Saneamento, sistema
viário, mobilidade urbana e habitação. Processos de metropolização
Bibliografia Básica:
BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo. Introdução à Engenharia
Ambiental, 2ª ed., São Paulo: Prentice Hall, 2005.
BRASIL. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Secretaria de
Planejamento e Investimentos Estratégicos e Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. Estudo da
dimensão territorial do PPA: marco inicial. Brasília, DF: SPI, 2006.
CASTRO, Ina Elias de (Org.). Brasil: questões atuais da reorganização do território. 2ª ed., Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
140
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Bibliografia Complementar:
FERREIRA, Carlos Maurício de C.; LODDER, Celsius Antônio; TOLOSA, Hamilton C. et al.
Planejamento regional: métodos e aplicação ao caso brasileiro . Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1972.
FIGUEIRÊDO JÚNIOR, Hugo Santana de; ABREU, Mônica Cavalcanti Sá de. Modelo de concepção
e avaliação da estratégia de territórios. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro , v.43, n.4,
p. 801-836, jul./ago., 2009.
SANTOS, Milton. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 4ª ed., Rio de Janeiro:
Record, 2002.
SILVA, Elias; MORAIS, Jershon; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de
avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio
ambiente,1990).
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3ª ed., São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Planejamento e Gestão Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Teoria de planejamento. Planejamento no sistema de gestão ambiental. Gestão Ambiental pública e
privada. Instrumentos de gestão ambiental pública e privada. Sistema de Gestão Integrada. Normas da
série ISO 14000.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, J. Ribeiro de; MARQUES, Telma; MORAES, Frederico E. R. Planejamento ambiental:
caminho para participação popular e gestão ambiental para nosso futuro comum: uma
necessidade, um desafio. 2. ed. Rio de Janeiro: Thex, 1999.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. São Paulo: SENAC, 2009.
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na Empresa. 2a. Ed. Ed Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar:
TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa: estratégias de
negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 420 p
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed
Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios,
sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Educação Ambiental
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Princípios da Educação. Ambiental. Finalidades da Educação Ambiental. As Conferências norteadoras
da Educação Ambiental. A Transversalidade e a Interdisciplinaridade em Educação Ambiental.
Projetos.
Bibliografia Básica:
141
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. São Paulo: Moderna 1990.
Educação ambiental: projeto de divulgação de informações sobre educação
ambiental. Brasília: IBAMA – MEC, 1991.
Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a
distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000.
Bibliografia Complementar:
BAINES, John D.; TARSO, Sávio de; LIMA, Isabel Ribeiro. Preserve a atmosfera. São Paulo:
Scipione, 1992.
BAINES, John D.; AUSTREGÉSILO, Henrique; CAMPOS, Dirce Carvalho de. Preserve os oceanos.
São Paulo: Scipione, 1992.
DIAS, G. F. Educação Ambiental: princípios básicos. São Paulo: Gaia, 2000.
MATSUSHIMA, Kazue et al. Educação Ambiental. SMA –CETESB, 1998.
TIBILISI, Rússia. Final report. Tibilisi, Rússia: UNESCO, UNEP,1997.
Ministério do meio ambiente. Diretoria de educação ambiental. Educação ambiental : curso básico a
distância. 2. ed. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso I
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Normas para pesquisa bibliográfica. Norma para a redação de relatórios de pesquisa - Redação final do
relatório de pesquisa do TCC; Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos
Dados .
Bibliografia Básica:
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho
científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971.
LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975.
ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
Revistas especializadas no tema escolhido
142
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9º PERÍODO
Disciplina:
Gestão de Recursos Hídricos
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Engenharia de Recursos Hídricos: reservatórios, barragens, controle de cheias, irrigação, geração de
energia, navegação. Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento
sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos
e aspectos institucionais; Gestão de Recursos Hídricos no Brasil: fundamentos, objetivos. Diretrizes e
instrumentos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança
pelo uso da água.
Bibliografia Básica:
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
BRASIL. Política nacional de recursos hídricos: Legislação. Brasília: MMA, 2002.
PROSPECÇÃO tecnológica: recursos hídricos. Brasília: CGEE, 2005.
Bibliografia Complementar:
PORRÉCA, L.M. Enquadramento dos Corpos D'água. Instrumento de Gestão Ambiental e de
Recursos Hídricos. IBAMA,1998.
RIO DE JANEIRO (Estado). Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
Projeto Planágua/Semads/GTZ. Uma avaliação da gestão dos recursos hídricos do Estado do Rio de
Janeiro. Rio de Janeiro: 1999.
RODRIGUEZ ALENSE, Urbano. Rebaixamento temporário de aqüíferos. [São Paulo]: Tecnogeo,
1999. 131 p.
PINTO, Nelson L. de Sousa; HOLTZ, Antonio Carlos Tati; MARTINS, José Augusto. Hidrologia
básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976.
Disciplina:
Tratamento de Água e Esgoto
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Tratamento de Água: Gradeamento, desarenação, coagulação, floculação, decantação, filtração e
desinfecção; Tratamento de Esgoto: microbiologia, cinética e hidráulica aplicadas, remoção da matéria
orgânica, tratamento preliminar: grades e desarenadores; tratamento primário: decantadores primários
e tanques sépticos, tratamento secundário: lagoas de estabilização, lodos ativados e reatores
anaeróbios.
Bibliografia Básica:
JORDÃO, Eduardo Pacheco. Tratamento de esgotos domésticos. são Paulo: Cetesb, 1975.
MANUAL para operadores de estações de tratamento de água. São Paulo: Faculdade de Saúde
Pública, 1971. 328 p.
RICHTER, C.A. & AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São
Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1991.
Bibliografia Complementar:
ANDREOLI, CLEVERSON VITÓRIO; PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO
BÁSICO. Alternativas de uso de resíduos do saneamento. Curitiba: ABES, 2006. 398 p.
CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5.
Reatores anaeróbios. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1997.
143
Curso de Engenharia Ambiental
USS
RICHTER, Carlos A.; AZEVEDO NETTO, José M. de. Tratamento de água: tecnologia atualizada.
São Paulo: E. Blücher, 1991. 332 p.
VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 3. Lagoas de
estabilização. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1996.
VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4. Lodos
Ativados. Belo Horizonte: DESA-UFMG, 1997.
Disciplina:
Auditoria Ambiental
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução. Sistemas de Gestão Ambiental, aplicações e finalidades, benefícios potenciais, fases
básicas do processo de auditoria, atividades pré-auditoria, atividades “in situ”, avaliação e
comunicação das constatações, atividades pós-auditoria, simulação da auditoria.
Bibliografia Básica:
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6. ed., rev. e atual São Paulo: SENAC,
2009 . 205 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas da gestão ambiental - requisitos com orientações para uso. 2. ed
Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, 2004. 27 p.
ABNT. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental - diretrizes gerais sobre princípios,
sistemas e técnicas de apoio. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2005. 45 p.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Noções gerais sobre os resíduos sólidos. Atividades de limpeza urbana. Acondicionamento de
Resíduos. Coleta, transporte e transferência. Triagem e reciclagem. Compostagem e uso do composto
orgânico. Aterro sanitário: critérios para seleção de local, técnicas de execução, licenciamento
ambiental, produção de metano, coleta e tratamento de lixiviados. Resíduos de construção civil.
Bibliografia Básica:
CASTILHOS JÚNIOR, A.B. (Coord). Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na
proteção de corpos d'água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários.
Florianópolis: PROSAB-ABES, 2006.
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001.
IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP.
2000.
Bibliografia Complementar:
144
Curso de Engenharia Ambiental
USS
ANDREOLI, C. V. Programa de pesquisa em Saneamento Básico. Alternativas de uso de resíduos
do saneamento. Curitiba: ABES, 2006. 398 p.CETESB. Curso básico para gerenciamento de
sistemas de resíduos sólidos. SP, 1982.
LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003.
FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
Avaliação de Impactos Ambientais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução a Avaliação de Impactos Ambientais. Conceituação de Impactos Ambientais. Princípios do
Licenciamento Ambiental. Resolução Conama 01/86 e as Diretrizes do EIA/RIMA. Atividades
Passiveis do EIA/RIMA para o pedido de LP. Elaboração do EIA. Diagnóstico Ambiental, meio físico
e biótico. Diagnóstico Sócio-econômico. Elaboração da Matriz de Impactos Ambientais. Formas e
Etapas de Monitoramento. Medidas Mitigadoras. Elaboração do RIMA. Simulação de Audiência
Pública.
Bibliografia Básica:
CUNHA, Sandra Baptista da & GUERRA, Antônio José Teixeira Avaliação e Perícia Ambiental.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 261 p.
NEIMAN,
Zysman.
Era
verde?
:
ecossistemas
brasileiros
ameaçados.
17. ed São Paulo: Atual, 1989. 103 p.
MAGOSSI, Luiz Roberto, 1960; BONACELLA, Paulo Henrique. Poluição das águas / Paulo
Henrique Bonacella ; Luis Roberto Magossi. São Paulo: Moderna, 1990. 56 p. (Coleção desafios)
Bibliografia Complementar:
IBAMA. Manual de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, 1995.
SANCHES, L.E. (Coord.) Simpósio - Avaliação de Impacto Ambiental: situação atual e perspectivas.
São Paulo, EPUSP, 1993.
SILVA, ELIAS; MORAIS, JERSHON; CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS (MG). Técnicas de
avaliação de impactos ambientais. Viçosa: CPT, 1999. 1 videocassete (74 min.) (Saneamento e meio
ambiente ;1999).
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001, de 23 de janeiro de 1986
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 237, de 19 de dezembro de 1997
Disciplina:
Diversidade Biológica
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Particularidades da célula vegetal: estrutura, composição química e propriedades de membranas e de
parede celular; organelas celulares típicas e relações hídricas. Histologia Vegetal. Morfologia externa
e interna. Significado e importância dos processos fisiológicos, referentes ao metabolismo,
crescimento e desenvolvimento vegetal. Zoologia no contexto da Engenharia Ambiental. Sistemática e
taxonomia. Relações entre seres vivos.
Bibliografia Básica:
145
Curso de Engenharia Ambiental
USS
BIODIVERSIDADE. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, c1997. 657 p.
KUKENTHAL, W. Guia de trabalhos práticos de zoologia. 19.ed Coimbra, 1986.
MODESTO, Z.M.M; SIQUEIRA, N.J.B. Botânica. São Paulo: E.P.U., 1981.
Bibliografia Complementar:
BLAS ARITIO, L. Atlas de zoologia: vertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Jover, 1985.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
HARO VERA, A . de. Atlas de zoologia : invertebrados. Rio de Janeiro: Ibero-Americano, 1972.
HELENE, Maria Elisa Marcondes; MARCONDES, Beatriz. Evolução e biodiversidade: o que nós
temos com isso?. São Paulo: Scipione, 2009. 62 p.
MORANDINI, Clézio. Atlas de Botânica. 8. ed. 1974. 113 p.
Disciplina:
Trabalho de Conclusão de Curso II
Carga Horária:
30 h
Ementa:
Normas de redação de relatórios de pesquisa - Redação final do relatório de pesquisa do TCC;
Apresentação dos dados sob forma de gráficos / tabelas - Discussão dos Dados - Conclusão da TCC;
Apresentação da monografia tema livre ou painel - Preparação e encaminhamento para publicação.
Bibliografia Básica:
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia : elementos de metodologia do trabalho
científico. Belo Horizonte: Instituto de Psicologia da Universidade Católica, 1971.
LITTON, Gaston, 1913 -. A pesquisa bibliográfica (em nível universitário). São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1975.
ABNT- Associação brasileira de Normas Técnicas.
Bibliografia Complementar:
Academic Research library – PROQUEST
Revistas especializadas no tema escolhido
146
Curso de Engenharia Ambiental
USS
10º PERÍODO
Disciplina:
Recuperação de Áreas Degradadas
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Biomas brasileiros. Biogeografia. Sucessão Ecológica. Definição de áreas degradadas. Desertificação.
Poluição do Solo. Remediação de áreas contaminadas. Estratégias de recuperação de áreas degradadas.
Projetos em recuperação de áreas degradadas.
Bibliografia Básica:
GUERRA, Antônio José Teixeira; GUERRA, Antonio José Teixeira. Erosão e conservação dos
solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ROSA, Antônio Vítor.
Agricultura e meio ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
TOMMASI, Luiz Roberto. A Degradação do meio ambiente. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1977.
TAVARES, S. R. L.; BALIEIRO, F. C. Curso de recuperação de áreas degradadas: a visão da
Ciência do Solo no contexto do diagnóstico, manejo, indicadores de monitoramento e estratégias
de recuperação, Série documento 103, 228 p., Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2008.
Bibliografia Complementar:
ARAUJO, Gustavo Henrique de Souza; Almeida, Josimar Ribeiro de; Guerra, Antonio José Teixeira.
Gestão ambiental de Áreas Degradadas. 2ª edição, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro – RJ,320 p.,
2007.
MARTINS, Sebastião Venâncio. Recuperação de Áreas Degradadas. Ações em áreas de
preservação permanente, voçorocas, taludes rodoviários e de mineração. Aprenda Fácil, Viçosa –
MG, 270 p., 2009.
GIANSANTI, Roberto. O desafio do desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atual, 1998.
SILVERSTEIN, Michael. A revolução ambiental: como a economia poderá florescer e a terra
sobreviver no maior desafio da virada do século. Rio de Janeiro: Nordica, 1993.
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
VIEIRA, Paulo Freire; WEBER, Jacques (Org.). Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3. ed São Paulo: Cortez, 2002.
Disciplina:
Ecotoxicologia
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Introdução geral a Toxicologia. Conceitos em Toxicologia. Introdução à Ecotoxicologia.
Gerenciamento de Riscos; Agentes tóxicos naturais e sintéticos no ambiente. Carcinogênicos
ambientais. Contaminantes atmosféricos, hídricos e do solo. Contaminação ambiental por metais.
Contaminação ambiental por hidrocarbonetos. Contaminação ambiental por praguicidas.
Bioacumulação e Biodisponibilidade. Principais métodos de detecção da contaminação ambiental e
padrões de segurança. Poluentes Orgânicos Persistentes. Biomonitoramento e Indicadores Ambientais
Bibliografia Básica:
AZEVEDO, Fausto Antonio de (Coord.). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos:
RiMa, 2003, 322p.
147
Curso de Engenharia Ambiental
USS
LARINI, Lourival. Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Manole, 1997, 195p.
MAGALHÃES JR, A.P, Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos: Realidade e Perspectivas
para o Brasil a partir da Experiência Francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2007, 686p.
Bibliografia Complementar:
ALCÂNTARA, H.R. de; BRASIL, O.A.M.. Toxicologia geral. São Paulo: Andrei, 1974. 450 p.
DUARTE, A.; SANTOS, T.R.; PANTELEITCHOUK, A.; Prego, R. Ecotoxicologia e Remoção de
Poluentes: Estudos na Península Ibérica. Lisboa: Instituto Piaget. 2002, 575p.
LARINI, Lourival. Toxicologia dos inseticidas. São Paulo: Sarvier, 1979, 230p.MINISTÉRIO DA
SAÚDE; Organização Pan-Americana da Saúde; Secretaria de Vigilância Sanitária.
PERES, F.; MOREIRA, J.C., É Veneno ou Remédio? Agrotóxicos, saúde e ambiente. Rio de
Janeiro Ed. Fiocruz. 2003, 384p.
PIVETTA, F.; MACHADO, J.M.H; ARAÚJO, U.C.; MOREIRA, M.F.R. & APOSTOLI, P. 2001.
Monitoramento biológico: Conceitos e aplicações em saúde pública. Caderno de Saúde Pública, 17:
545-554
Disciplina:
Gestão de Resíduos Industriais e de Serviços de Saúde
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Definição de Resíduos. Tipos de Resíduos. Normas técnicas referentes a resíduos. Classificação dos
Resíduos de acordo com a Legislação. RSS – Resíduos sólidos de serviços de saúde. Potenciais de
risco químico e biológico. Segregação e Gestão de RSS. Elaboração de PGRSS – Plano de
Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Caracterização de Resíduos Industriais. Tratamento
e disposição final de Resíduos industriais. Incineração, co-processamento, landfarming, aterros
industriais.
Bibliografia Básica:
OPAS. Guia para o manejo interno de resíduos sólidos em estabelecimentos de saúde. 1997.
BONIFÁCIO, N.A.; DIAS, R.B.; MICHELIN, A.B.. Segregação dos resíduos dos serviços de saúde:
experiência em um hospital geral de médio porte. 2007.
LORA, E.E.S. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Rio
de Janeiro: Ed. Interciência, 2002.
Bibliografia Complementar:
CETESB. Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. SP, 1982.
LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. PB, 2003.
FUNASA. Manual de saneamento. Brasília: FUNASA, 2004
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. IBAM, 2001.
IPT/CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo/SP.
2000.
Disciplina:
Modelagem Matemática de Fenômenos Ambientais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Simulação de fenômenos ambientais. Modelos matemáticos. Leis e equações básicas. Aplicação de
métodos numéricos no processo de simulação. Modelagem matemática de fenômenos ambientais:
quantificação e qualificação de processos. Simulação do processo de dispersão de poluentes em corpos
148
Curso de Engenharia Ambiental
USS
hídricos. Calibração e validação. O processo de simulação computacional. Modelagem de processos
ambientais (Estudos de caso).
Objetivos:
Capacitar os alunos a prever e/ou solucionar problemas ambientais utilizando ferramentas
computacionais.
Bibliografia Básica:
CRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda.
1999.
TUCCI, C. E. M, Modelos Hidrológicos, ABRH- Editora da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, 1998.
MIKE, B., Environmental Modeling: A Practical Introduction (Hardcover), 2007.
Bibliografia Complementar:
WROBLE, L. C., EIGER, S., ROSMAN, P. C., TUCCI, C. E. M., CIRILLO, J.A., CABRAL, J. P.
Métodos Numéricos em Recursos Hídricos I, 1989.
Kurtz dos Santos, A. C. Introdução a Modelagem Computacional na Educação. Rio Grande:
Editora da Furg - Brasil, 1995.
Fortuna, A. O. Técnicas Computacionais para Dinâmica dos Fluidos. São Paulo: Editora EdUsp.
2000. 131p.
Cunha,M.C.C. Métodos Numéricos. 2a. ed. Editora da Unicamp, 2000.
Sperandio, D. et al. Cálculo Numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos
numéricos. Prentice Hall, 2003.
Disciplina:
Tratamento de Efluentes Industriais
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Processo de tratamento de efluentes industriais, poluentes mais comuns, indústrias de conserva e de
pescados, laticínios, matadouros e frigoríficos, usinas de açúcar e álcool, cervejarias, curtumes,
celulose e papel, indústrias galvanotécnicas, têxteis, farmacêuticas, despejos térmicos e efluentes
oleosos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5. Reatores
anaeróbios. Belo Horizonte: DESA-UFMG. 1997
NUNES, J.A. Tratamento físico-químico de águas residuárias industriais. Aracaju: Gráfica Editora
J. Andrade.2004
VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4. Lodos
Ativados. Belo Horizonte: DESA-UFMG. 1997.
Bibliografia Complementar:
CURSO sobre tratamento d'água para fins industriais. 3. ed. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de
Petróleo, 1988. 60 p.
IMHOFF, Karl. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 235
p.
149
Curso de Engenharia Ambiental
USS
LINSLEY, Ray K. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. 798 p.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro:
Guanabara, 1990. 324 p.
BRAILE, P.M. & CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias
industriais. São Paulo: CETESB. 1993
Disciplina:
Energia e Meio Ambiente
Carga Horária:
60 h
Ementa:
Conceitos básicos de energia e meio ambiente. Formas e fontes de energia A energia no Brasil.
Evolução e principais perspectivas no Setor Energético. Energia, meio ambiente e desenvolvimento
sustentável. Principais impactos ambientais associados à produção e uso de energia. Características e
evolução do sistema nacional. Funcionamento, impactos e riscos da geração hidroelétrica.
Planejamento e expansão. Estudos ambientais no planejamento e expansão. Inventário hidroelétrico.
EIA/RIMA de empreendimentos hidroelétricos. Petróleo e gás e meio ambiente. Características e
evolução do planejamento do setor de petróleo e gás. Estudos ambientais no setor de petróleo e gás.
Bibliografia Básica:
BRANCO, Samuel Murgel. Energia e meio ambiente. São Paulo: Moderna, 2004. 144 p.
HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thomson, c2004. 543 p.
TOLMASQUIM, M (org), Fontes Renováveis de energia no Brasil. Interciência, 2003.
Bibliografia Complementar:
ANEEL. Manual para elaboração do programa de eficiência energética. 2002.
CEPEL. Manual de engenharia para sistemas fotovoltaicos. Rio de Janeiro: CEPEL, 1999.
DEL TORO, V. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 1994.
SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
Academic Research library – PROQUEST
Disciplina:
LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
OPTATIVA
60h
Ementa:
História da língua de sinais no Brasil e no mundo. Estudos lingüísticos sobre Língua brasileira de
sinais. O portador de necessidades especiais auditivas em um mundo ouvinte. Cidadania, surdez e
linguagem. Apresentação da língua brasileira de sinais.
Bibliografia Básica:
AZEREDO, E. Língua brasileira de sinais: uma conquista histórica. Brasília, DF: Senado Federal,
Secretaria Especial de Editoração e Publicações, 2006.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1995.
SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.
Bibliografia Complementar:
COUTINHO, D. LIBRAS e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa:
150
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Arpoador.2000.
FELIPE, T A. Libras em contexto. Programa Nacional de Apoio à Educação dos
Surdos, MEC: SE-ESP, Brasília, 2001.
FERREIRA BRITO. L Integração social e educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993.
A avaliação será processual, valorizando a participação em atividades desenvolvidas nos diferentes
espaços que contribuem para a formação do discente. Apresenta-se de forma diversificada: provas
escritas; trabalhos individuais e em grupo; atividades extra-classe, como desenvolvimento das
atividades, conforme diagnóstico local, nos Municípios da Região Sudeste do País.
AGUILAR, M. J., Ander-Egg, E. Avaliação de serviços e programas sociais. Petrópolis : Vozes,
2000.
ALA-HARJA, Marjukka;HELGASON, Sigurdur. Em Direção as Melhores Praticas de Avaliacao.
Revista do Serviço Público, Ano 51, n. 4 (Out.-Dez. 2000).
151
Curso de Engenharia Ambiental
USS
MEMBROS DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
Composição NDE 2011
Prof. Dr. Benedito Luiz Andrade
Prof. Dr. Carlos Eduardo Cardoso
Prof. Dr. Carlos Vitor de Alencar Carvalho
Profª. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo
Prof. Dr. Marco Antonio Soares de Souza
Profa. Dra. Rosana Canuto Gomes
152
Curso de Engenharia Ambiental
USS
CORPO DOCENTE
Curso: Engenharia Ambiental
Professores
Abenildo do Carmo Mendonça
Desenho Básico
Titulação
Mestre
Adauri Silveira Rodrigues Junior
Desenho Técnico
Hidráulica
Especialista/Mestrando
Alyne França Rivello
Fundamentos da Administração
Especialista/Mestrando
André Rodrigues Pereira
Gestão de Bacias Hidrográficas
Poluição Ambiental
Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes
Mestre/Doutorando
Benedito Luiz Barbosa de Andrade
Mecânica Básica
Sistemas Hidráulicos
Fenômenos de Transporte
Doutor
Carlos Eduardo Costa Vieira
Geometria Analítica e Cálculo Vetorial
Doutor
Carlos Jesivan Marques de Albuquerque
Eletrotécnica Geral
Mestre
Carlos Vítor Alencar Carvalho
Computação
Resistência de Materiais
Doutor
César da Conceição Simões
Física Mecânica Laboratório
Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental
Física Quântica Aplicada à Engenharia Ambiental Laboratório
Mestre
Changkuo Rodrigues
Fundamentos da Matemática Elementar
Doutora
Cléber Barreto Espíndola
Climatologia
Ecologia Aplicada
Doutor
Cristiane de Souza Siqueira Pereira
Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental
Mestre/Doutoranda
153
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Professores
David Villas Boas Campos
Pedologia
Recuperação de Áreas Degradadas
Titulação
Doutor
Elisabeth Mendes de Oliveira
Cálculo de uma variável
Cálculo de várias variáveis
Mestre/Doutoranda
Enio Nunez
Conservação de Recursos Naturais
Doutor
Felipe da Costa Brasil
Avaliação de Impactos
TCC I
Doutor
Irineu Vieira da Silva Junior
Química Geral e Inorgânica
Processos Unitários na Indústria
Gestão e Tratamento de Resíduos
Especialista
José Leandro CasaNova Almeida
Energia e Meio Ambiente
Doutor
Jonas Pacheco
Auditoria Ambiental
Introdução a Engenharia Ambiental
Segurança Industrial e Risco Ambiental
Leonardo Nunes Dornelas
Física Mecânica
Física Térmica
Física Eletromagnética aplicada
Ambiental
Física Eletromagnética aplicada
Ambiental Laboratório
Especialista/ Mestrando
Mestre/Doutorando
à
Engenharia
à
Engenharia
Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo
Microbiologia Ambiental
Doutora
Marco Antônio Soares de Souza
Química Orgânica
Doutor
Mauro Jorge Pisani dos Santos
Equações Diferenciais
Mestre
Márcio Figueiredo Souza
Metodologia Científica
Especialista
154
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Professores
Titulação
Miguel Rascado Fraguas
Físico-Química
Mestre
Marcelo Acha Alexandre
Cartografia
Geologia
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
Planejamento Territorial
Doutor
Maria Aparecida Rangel
Análise Química Ambiental
Química Ambiental
Mestre
Odileía da Silva Rosa
Álgebra Linear
Cálculo Numérico
Mestre
Rafael Vieira
Economia Ambiental
Especialista/Mestrando
Rodolfo Vaz Rainer
Probabilidade e Estatística
Física Térmica Laboratório
Mestre
Rosana Canuto Gomes
Bioquímica Ambiental
Educação Ambiental
TCC II
Doutora
Rosania Lúcia Figueira
Legislação e Direito Ambiental
Mestre
Salvador Alves Maciel Neto
Planejamento e Gestão Ambiental
Especialista/Mestrando
Sérgio Montalvão
Cidadania e Sociedade
Doutor
William da Costa Rodrigues
Ecologia Geral
Ecotoxicologia
Doutor
Titulação
Doutores
Mestres
Especialistas
Total
Total
14
16
07
37
%
37,85
43,24
18,91
100
155
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Composição Colegiado
Composição Colegiado 2011
Coordenadora: Profª. Dra. Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo
1o.
Prof. Irineu Vieira Junior
2 o.
Profa. MSc. Elizabeth Mendes de Oliveira
3 o.
Profa. MSc Odiléia da Silva Rosa
o
4 .
Prof. Dr. Cléber Barreto Espíndola
5 o.
Prof. Dr. Benedito Luiz Barbosa Andrade
o
6 .
Prof. Dr. David Villas Boas campos
o
7 .
Profa. MSc Rosania Lucia Figueira
8 o.
Prof. MSc André Rodrigues Pereira
o
9 .
Prof. MSc André Rodrigues Pereira
Discentes: Clarissa Moschiar Fontelles
Romero Tadeu
Vinicius Towesend
156
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Formulário das Atividades
Complementares
157
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Universidade Severino Sombra
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS, TECNOLÓGICAS E DA NATUREZA
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
Horas integralizadas ______________
Deferido em ____ / ____ / ____
___________________________________
Coordenador do Curso
Requerimento de Integralização de Atividades Complementares Obrigatórias
Nome do Aluno(a):
Período.
RG
Matrícula:
nº.
CPFnº.
Ao Sr. Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Severino Sombra,
mantida pela FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SEVERINO SOMBRA – FUSVE.
Vem requerer APROVEITAMENTO das atividades abaixo assinaladas e comprovadas com as
cópias dos comprovantes em anexo para integralização de carga horária correspondente às
ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS.
Itens
ATIVIDADE
HORAS ACEITO
1.
Cine Amb
10
2.
Conferência
20
3.
Congresso / Fórum como palestrante
40
4.
Congresso / Fórum como participante
20
5.
Congresso como membro organizador
40
6.
Curso de Extensão (acima de 80 horas)
40
7.
Curso de Extensão (até 40 horas)
15
8.
Curso de Extensão (entre 41e 80 horas)
25
9.
Dirigente do Centro Acadêmico
10
NÃO
ACEITO
RUBRICA
Disciplinas optativas além das curriculares
10.
/Curso de férias
20
11.
Estágio Disciplinar concursado
15
12.
Estágio Disciplinar não concursado
10
13.
Membro do Colegiado Universitário na USS.
20
14.
Ministrante de Oficina / Extensão.
20
15.
Monitor de Projeto de Extensão / Eventos.
30
158
Curso de Engenharia Ambiental
USS
16.
Palestra como Palestrante.
20
17.
Palestra como Participante.
10
18.
Presidente do Centro Acadêmico
15
19.
Programa de Extensão Universitária Comunitária
40
Programa de extensão universitária não
20.
comunitária
15
21.
Programa de Iniciação Científica não Curricular
15
22.
Programa de monitoria bolsista
40
23.
Programa de monitoria voluntária
40
Programa de Pesquisa como participante da
24.
pesquisa
40
25.
Representante de Turma.
20
26.
Representante discente no CONSEPE
20
27.
Seminário / Encontro como membro organizador
40
28.
Seminário / Encontro como palestrante
40
29.
Seminário / Encontro como participante
20
30.
Visitas Técnicas
20
TOTAL DE HORAS INTEGRALIZADAS
Nestes termos, pede deferimento.
Vassouras, RJ, ____ de _________________
de ______
__________________________________________________
Assinatura do aluno (a)
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
Projetos de Pesquisas
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
Pesquisas
Universidade Severino Sombra
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Coordenadoria de Pesquisa
Programa Institucional de Pesquisa Científica – PIPC
http://www.uss.br/arquivos/pipc2010.pdf
A missão de uma universidade não se restringe à transmissão do conhecimento, mas,
sobretudo, Este último se traduz, principalmente, pelo desenvolvimento de atividades de pesquisa que
poderão contribuir para o crescimento social na medida em que os avanços obtidos se revertam em
benefício da comunidade e possibilitem a constante qualificação e requalificação dos indivíduos
envolvidos em seu processo. Diante disto, a Universidade Severino Sombra propõe, através do
Programa Institucional de
Pesquisa Científica – PIPC, criar mecanismos de incentivo e viabilização para o desenvolvimento de
pesquisas em sua comunidade acadêmica. Ao criar meios que gerem um ambiente propício à produção
de novos conhecimentos, a USS contribui para a qualificação e atualização de seu corpo docente em
relação aos avanços científicos, ao intercâmbio de conhecimento científico, ao crescimento de sua
comunidade acadêmica e, finalmente, fomenta a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, por
intermédio da articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
1. Objetivos
1.1. Possibilitar a produção e disseminação de novos conhecimentos;
1.2. Qualificar e requalificar seu corpo docente;
1.3. Manter a comunidade acadêmica atualizada em relação aos avanços científicos;
1.4. Promover a melhoria do processo de ensino-aprendizagem.
2. Das Pesquisas
2.1. O PIPC estabelece duas modalidades para desenvolvimento de pesquisa na USS:
2.1.1. Projeto Individual:
a) Desenvolvido por um único professor-pesquisador que preencha os requisitos dispostos no item 4;
2.1.2. Projeto Integrado:
b)Desenvolvido por dois ou mais professores-pesquisadores, e pode
ou não ser de natureza
interdisciplinar, com a participação de membros de áreas distintas de atuação.
3. Duração dos Projetos de Pesquisa
3.1.
O prazo para o desenvolvimento das pesquisas será de até vinte e quatro meses, com
possibilidade de renovação por mais seis meses.
4. Requisitos para Ingresso no Programa
4.1. Ser docente efetivo dos quadros da USS;
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USS
4.2. Manter o currículo Lattes atualizado;
4.3. Fazer parte de grupo de pesquisa vinculado à USS e certificado junto ao Diretório de Grupos de
Pesquisa do CNPq;
4.4. Ser portador de título de pós-graduação stricto sensu ou livre- docência reconhecidos pelo MEC;
4.5. Não é permitido ao professor-pesquisador encaminhar projeto de pesquisa já concluído ou em
desenvolvimento em outra instituição.
5. Exigências de Cumprimento do PIPC
5.1. Os professores-pesquisadores e os discentes sob sua coordenação devem apresentar relatórios
anuais sobre a pesquisa, bem como relatório de conclusão em forma de artigo científico ao fim do
prazo estipulado para sua realização;
5.1.1.
O descumprimento da apresentação dos referidos relatórios nos prazos estabelecidos em
calendário e divulgado pela Coordenadoria de Pesquisa, implicará suspensão da gratificação de
pesquisa e/ou impedimento de apresentação de novas propostas de projetos;
5.2. Os professores-pesquisadores deverão fazer menção ao apoio financeiro da USS em qualquer
evento ou publicação em que apresentarem resultados do desenvolvimento das pesquisas
desenvolvidas;
5.3. Os professores-pesquisadores deverão participar dos eventos relacionados à pesquisa organizados
pela Instituição;
5.4. Os professores-pesquisadores deverão orientar os discentes
envolvidos em suas pesquisas na elaboração de relatórios e de 6
atividades afins com a pesquisa desenvolvida;
5.5.
Os professores-pesquisadores deverão prestar todos os esclarecimentos que se fizerem
necessários sobre o andamento e realização de suas pesquisas.
6. Processo de Seleção de Projetos de Pesquisa
6.1.
Todos os projetos de pesquisa e relatórios finais serão submetidos a um Comitê de Avaliação
composto por avaliadores ad hoc, especialistas nas áreas correlatas às propostas;
6.2. Serão consideradas pelos avaliadores a qualidade técnico-científica, a viabilidade e a relevância
do projeto de pesquisa;
6.3.
Caberá à Coordenadoria de Pesquisa avaliar a compatibilidade dos projetos propostos com a
estrutura da Instituição. No caso de projetos que envolvam a utilização de recursos materiais, cabe
uma avaliação da viabilidade de seu financiamento por parte da Instituição;
6.4. O professor-pesquisador tem direito a solicitar revisão do parecer proferido pelo avaliador ad hoc
por meio de solicitação encaminhada à Coordenadoria de Pesquisa;
6.5.
As Pesquisas que envolverem seres humanos, organismos geneticamente modificados ou
produção de novos medicamentos serão também avaliadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa da (CEP
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USS
- USS) e as que utilizarem animais serão avaliadas pela Comissão de Ética no uso de Animais em
Experimentos (CEUA - USS);
6.6. As propostas de desenvolvimento de pesquisas devem ser encaminhadas à Coordenadoria de
Pesquisa segundo os prazos e modelos dispostos em Edital lançado anualmente, e seus resultados
serão divulgados através de correspondência individual.
7. Das Gratificações de Pesquisa
7.1. Os professores-pesquisadores selecionados serão contemplados com gratificações mensais para
realização de suas atividades de pesquisa, de acordo com a disponibilidade financeira da FUSVE;
7.2. O valor das gratificações será definido pela FUSVE;
7.3. Cada professor-pesquisador somente poderá concorrer a uma gratificação de pesquisa;
7.4. A não contemplação com a gratificação de pesquisa não impede o andamento da pesquisa, desde
que haja interesse do pesquisador e aprovação, por parecer, de sua proposta.
8. Considerações Gerais
8.1.
O uso de infraestrutura e de recursos materiais de outra instituição para a realização das
pesquisas deve ser oficializado através de convênio entre a Universidade Severino Sombra e a futura
conveniada;
8.2.
Os projetos deverão ser desenvolvidos majoritariamente nas dependências da USS e nas
condições laboratoriais existentes na Instituição;
8.3. Caso sejam incluídos pesquisadores provenientes de outras instituições como co-participantes,
far-se-á necessário apresentar documentação complementar e sua oficialização;
8.4.
A interrupção no desenvolvimento das atividades de pesquisa deve ser informada à
Coordenadoria de Pesquisa, através de comunicado oficial, acompanhado de relatório parcial e de
justificativa;
8.5.
Os
casos
omissos
serão
avaliados
pelos
Conselhos
Superiores
da
USS
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USS
Projetos de Pesquisas do Curso de Engenharia Ambiental
Projeto de Pesquisa (título): Bioprospecção de microorganismos e utilização de macrófita para
potencial uso na biorremediação de solos e aquíferos contaminados por gasolina (FUNADESP).
Docentes Envolvidos:
Luzia Teixeira de Azevedo Soares Semêdo (coordenadora)
Carlos Eduardo Cardoso
Rosana Canuto Gomes
David Villas Boas Campos
Erick Anizewski
Projeto de Pesquisa (título): Levantamento de insetos bioindicadores (Coleóptera e Hymenoptera)
em fragmento de floresta atlântica e plantio de Pinhão Manso (Jatripha curcas L.)
Docente Envolvido:
William da Costa Rodrigues
Projeto de Pesquisa (título): Sistemas de produção de Biodiesel para o estado do Rio de Janeiro
(Faperj)
Docente Envolvido:
Felipe da Costa Brasil
Projeto de Pesquisa (título): Estudo da capacidade de autodepuração de um curso d’água com
aplicação do modelo matemático de qualidade da água de Streeter Phelps
Docente Envolvido:
Cristiane de Souza Siqueira Pereira
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USS
Produção Científica Docente
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
ANDRÉ RODRIGUES PEREIRA
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. Lídia Yokoyama ; TEIXEIRA, L. A. C. ; SCOFIELD, C. F. ; SANTIAGO, V. J. ; PEREIRA, A. R.
. REMOÇÃO DE SELÊNIO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS POR CO-PRECIPITAÇÃO COM
FERRO (III). In: 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2009, Recife.
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2009, Recife - Pernambuco, 2009.
2. BARBOSA, I. L. ; MACHADO, C. R. A. ; PEREIRA, A. R. ; YOKOYAMA, L. ; CAMPOS, J. C. .
CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO TERCIÁRIO DE EFLUENTE ORIUNDO DE CENTRO
COMERCIAL PARA GERAR ÁGUA DE REÚSO. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária
e Ambiental, 2009, Recife. 25º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Recife,
2009, 2009.
3. YOKOYAMA, L. ; CAMPOS, J. C. ; CARDILLO, L. ; TEIXEIRA, L. A. C. ; PEREIRA, A. R. .
PRECIPITAÇÃO DO NITROGÊNIO AMONIACAL NA FORMA DE ESTRUVITA EM
CHORUME DE ATERRO SANITARIO. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária, 2007,
Belo Horizonte. 24º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Belo Horizonte - MG,
2007.
Apresentações de Trabalho
1. PEREIRA, A. R. . Tratamento de Efluentes. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou
palestra).
2. PEREIRA, A. R. . Validação da Remoção de Substâncias Recalcitrantes Por Adosrção em Carvão
Ativado Granulado (CAG) de Efluentes de Refino de Petróleo. 2009. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
ABENILDO DO CARMO MENDONÇA
Trabalhos técnicos
1. MENDONÇA, A. C . controle e simulação de uma face humana eletromecânica através de
princípios de uma rede neural. 2000.
2.
MENDONÇA, A. C . Projeto de uma casa balística destinada a testes de armas e munição. 1992.
3 MENDONÇA, A. C . Modelagem e simulaçào dos mecanismos variadores de direção e elevação
para um canhão múltiplo antiaéreo. 1986.
ALYNE FRANÇA RIVELLO
Demais tipos de produção técnica
1. RIVELLO, A. F. . Controladoria: Contabilidade Gerencial e Orçamento Empresarial. 2006.
(Curso de curta duração ministrado/Extensão).
2. FERNANDES, M. ; RIVELLO, A. F. . Técnica de Vendas e Atendimento ao Cliente. 2005.
(Curso de curta duração ministrado/Extensão).
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Curso de Engenharia Ambiental
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BENEDITO LUIS BARBOSA ANDRADE
Artigos aceitos para publicação
1. DUCOS, P. C. D. ; ELIAS, C. N. ; ANDRADE, Benedito Luis Barbosa de . Análise da fratura de
implante dentário. Revista Brasileira de Implantodontia , 2007.
CARLOS JESIVAN M. ALBUQUERQUE
Artigos completos publicados em periódicos
1. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CASOTTI, E. ; SOUZA, M. C. A. de ; SOUZA, T. C. . Instrumentos
inovadores da prática pedagógica: uma experiência no ensino de odontologia. Revista Fluminense de
Odontologia , v. XV, p. 49-53, 2009.
2. GOMES, P.P. ; SILVA, L. do N. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Ferramenta
Computacional para Dimensionamento de Malhas de Aterramento. Revista Eletrônica TECCEN , v.
v1, p. 26-30, 2008.
3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. ; SOUZA, M. C. A. de ; CASOTTI, E. ; GOUVEA,
M. V. . Filmes na sala de aula: estratégia para discussão de temas transversais no curso de odontologia
da USS. Revista Fluminense de Odontologia , v. XIV, p. 27-29, 2008.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. FORTES, M. Z. ; NASCIMENTO, R. C. ; BARBOSA, M. V. ; CARVALHO, J. T. ;
ALBUQUERQUE, C. J. M. . Análise de Viabilidade Técnica-Econômica para Erradicação de Árvores
Sob Linhas de Distribuição. In: VII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético, 2010, São
Paulo/SP. VII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético, 2010. v. 1.
2. FORTES, M. Z. ; CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . ASPECTOS DE
VENTILAÇÃO EM MIT´s ALIMENTADOS POR DRIVER´s: ANÁLISE DE PERDAS COM
POSSIVEIS IMPACTOS NA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. In: VII Congresso Brasileiro de
Planejamento Energético, 2010, São Paulo/SP. VII CBPE, 2010. v. 1.
3. FORTES, M. Z. ; CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; ALMEIDA, J.L.C.N. ;
PINTO, V. M. . MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ALIMENTADOS POR CONVERSORES
UMA ANÁLISE SOB ASPECTO DE PERDAS NA VENTILAÇÃO. In: 25 Congresso Brasileiro de
Manutenção, 2010, Bento Gonçalves. 25 CBM, 2010. v. 1.
4. FORTES, M. Z. ; SILVA, E. B. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; BARBOSA, M. V. . Modelo de
Gestão/Avaliação para Equipes Multidisciplinares. In: VII Simposio de Excelênciaem em Gestão e
Tecnologia, 2010, Resende. Anais do VII Simpósio de Excelencia em Gestão e Tecnologia - SEGeT
2010, 2010. v. 1.
5. SOUZA, P.C. ; AMORIM JUNIOR, H. P. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. .
GERENCIAMENTO DE ENERGIA COMO FERRAMENTA DE APOIO NO CUSTEIO DO
PRODUTO. In: 29 Seminário de Balanços Energéticos Globais e Utlildades e 23o Encontro de
Produtores e Consumidores de Gases Industriais, 2008, Porto Seguro - BA. 29 Seminário de Balanços
Energéticos Globais e Utlildades. São Paulo : Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2008.
v. v1.
6. SILVA, M. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Análise Comparativa da Economia
de Energia entre diferentes tipos de acionamentos de motores elétricos. In: XII Congresso Brasileiro
de Energia, 2008, Rio de Janeiro/RJ. XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008. v. v2. p. 581-588.
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. AVILA, U. V ; SILVA, L. R. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Metodologia para
aplicação de filtros ativos em pequenas instalações industriais. In: XII Congresso Brasileiro de
Energia, 2008, Rio de Janeiro/RJ. XII Congresso Brasileiro de Energia, 2008. v. v2. p. 569-580.
8. FORTES, M. Z. ; COPIO, A.L.C.P ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, M. S. ; FORTES, F.
Z. . GESTÃO DE SERVIÇOS DE CALIBRAÇÃO DE RELÉS E MEDIDORES DE ENERGIA. In:
62 CONGRESSO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE METALURGIA E MATERIAIS,
2007, VITORIA - ES. 62 CONGRESSO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
METALURGIA E MATERIAIS, 2007. v. UNICO. p. 178-178.
9. FORTES, M. Z. ; GUEDES JUNIOR, O. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Avaliação da Qualidade de
Energia em Barramentos de BT com presença de Conversores de Frequência. In: XII ERIAC Encontro Regional Ibero Americano do CIGRÉ, 2007, Foz do Iguaçu - PR. XII ERIAC - Encontro
Regional Ibero Americano do CIGRÉ, 2007.
10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Operation and Maintenance in Automated
Industrial Environment: A New Professional Profile for Brazilian Reality. In: 9th International
Conference on Engineering Education, 2006, San Juan. 9th International Conference on Engineering
Education, 2006.
11. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Maintenance-Automation Engineer: Realistic
Considerations for a New Curricula. In: International Engineering Management Conference, 2006,
Salvador BA - Brasil. IEEE International Engineering Management Conference - IEMC 2006, 2006.
v. 1.
12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Engenheiro de
Sistemas Elétricos: Aspectos Realísticos sobre um Perfil Atualizado de Formação, face a Realidade do
Mercado. In: Simpósio Brasileiro de Sistemas Elétricos, 2006, Campina Grande - PB. Simpósio
Brasileiro de Sistemas Elétricos2006, 2006.
13. FORTES, F. Z. ; ALVES, R. S. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Potenciais de
Geração de Energia com Biomassa no Sul Fluminense. In: V Encontro de Iniciação Científica da USS,
2006, Vassouras - RJ. V Encontro de Iniciação Científica.
14. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. .
Considerações Realísticas sobre a Formação em Engenharia de Manutenção: Atuação em Ambiente
Industrial Moderno Automação e Sistemas Elétricos de Potência na Região Sul -Fluminense. In: V
Encontro de Iniciação Científica - USS, 2006, Vassouras/RJ. V Encontro de Iniciação Científica.
15. FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, F. Z. . Especialização em Gestão e
Técnicas de Manutenção uma Proposta Curricular para Atender o Mercado Sul Fluminense. In:
Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo RS. COBENGE
2006, 2006.
16. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Engenheiro com Formação Qualificada para
Atuação em Automação/Manutenção: uma Análise Regional e Bases para Formulação de Curriculo
Atualizado.. In: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo
/ RS. COBENGE 2006. v. 1.
17. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre
Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de
Potência. In: Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo /
RS. COBENGE 2006.
18. FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Proposta de Perfil do Profissional de Automação
com Formação Qualificada para Engenharia de Manutenção Industrial. In: X Seminário de Automação
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
de Processos, 2006, Belo Horizonte MG. X Seminário de Automação de Processos. São Paulo - SP :
Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2006. v. 1. p. 57-65.
19. FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. ; DOMINGUETTI JUNIOR, A. C. ; ABRITA, R. M.
; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Logica Fuzzy como Ferramenta para Diagnóstico de Falhas em
Transformadores de Potência. In: X Seminário de Automação de Procesos, 2006, Belo Horizonte MG. Anais do X Seminário de Automação de Procesos. São Paulo - SP : Associação Brasileira de
Metalurgia e Materiais, 2006. v. 1. p. 203-212.
20. FORTES, M. Z. ; COPIO, A.L.C.P ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, M. S. . Calibração
de Medidores e Relés de Proteção: uma Proposta para Modelo de Contratação de Serviços
Terceirizados. In: XV Seminário Gaúcho de Manutenção da ABRAMAN, 2006, Porto Alegre - RS.
XV Seminário Gaúcho de Manutenção da ABRAMAN, 2006.
21. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre
Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de
Potência. In: 34 Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006, 2006, Passo Fundo
/ RS. COBENGE 2006, 2006.
22. LEAL, R. A. ; CAPATTO, R. da S. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. ; ALBUQUERQUE, C.
J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; FORTES, M. Z. . Uma Visão Acadêmica na Formação de Profissional
para Engenharia de Manutenção: Busca de Perfil Face a Vocação Industrial da Região SulFluminense. In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras/RJ. IV
Encontro de Iniciação Científica / USS, 2005.
23. ALMEIDA, R. T. ; GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . UTILIZAÇÃO DE UM
RESSONADOR À FIBRA ÓPTICA COMO GIROSCÓPIO, UTILIZANDO FUNÇÕES ELÍPTICAS
DE TERCEIRA ESPÉCIE DE JACOBI. In: III Simpósio Brasileiro de Engenharia Inercial - III
SBEIN, 2001, Rio de Janeiro. III Simpósio Brasileiro de Engenharia Inercial - III SBEIN, 2001.
24. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Implementação de um Sistema
Espectroradiométrico Dedicado à Medida de Figuras de Mérito para Caracterização de Detectores de
Radiação Infravermelha. In: I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000, VASSOURAS RJ. I
Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000. v. 1.
25. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Figuras de Mérito de Detectores de
Infravermelho e a Definição de Qualidade de Desempenho Optoeletrônico de Sistemas Termógrafos.
In: I Congresso Sul Fluminense de Engenharia, 2000, VASSOURAS RJ. I Congresso Sul Fluminense
de Engenharia, 2000. v. 1.
26. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Visão em Ambientes
Pouco Iluminados ou sem Iluminação. In: Semana de Tecnologia da UNITAU, 1992, Taubaté.
Semana de Tecnologia da UNITAU, 1992.
27. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Tecnologia de Visão em
Ambiente com Baixo Nível de Iluminamento. In: ICT - Semana de Iniciação Científica e
Tecnológica/CEFET-RJ, 1992, Rio de Janeiro - RJ. ICT - Semana de Iniciação Científica e
Tecnológica/CEFET-RJ, 1992.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. CARVALHO, S. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . ANÁLISE DE PERDAS E
RENDIMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO SOB O ASPECTO DE VENTILAÇÃO.
In: IX Encontro de Iniciação Cientifica, 2010, Vassouras. IX ENIC, 2010. v. 1. p. 26-28.
169
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2. CANTO, P. C. X. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, J. T. ; MATOS, C. J. G. de ;
PINTO, V. M. . IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE PROTEÇÃO DE SELETIVIDADE PARA
UM CIRCUITO DE 6 KV. In: IX Encontro de Iniciação Cientifica, 2010, Vassouras. IX ENIC, 2010.
v. 1. p. 87-88.
3. BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. ; MONTENEGRO, R. F. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Utilização
do portfólio no processo ensino-aprendizagem. In: 44a. Reunião Anual da Associação Brasileira de
Ensino Odontológico, 2009, Cabo de Santo Agostinho. Int J Dent, Recife, 8 (Supl 1):1-21 Resumos da
4a. Reunião Anual da ABENO. Recife : Universidade Federal de Pernambuco, 2009. p. 5-5.
4. CHAVES, E. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; ALVES, M. U. ; BRUM, S. C. . Portfólio:
instrumento facilitador do processo de aprendizagem. In: 44a. Reunião Anual da Associação Brasileira
de Ensino Odontológico, 2009, Cabo e Santo Agostinho. Int J Dent, Recife, 8 (Supl 1):1-21 Resumos
da 4a. Reunião Anual da ABENO. Recife : Universidade Federal de Pernambuco, 2009. p. 5-5.
5. MONTENEGRO, R. F. ; SOUZA, M. C. A. de ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. ;
SOUZA, T. C. ; CASOTTI, E. ; ALVES, M. U. ; BRUM, S. C. . Transversalidade no currículo : a
experiência da Universidade Severino Sombra. In: 26 th SBPqO Annual Meeting, 2009, Águas de
Lindóia/SP. Braz Oral Res, 2009. v. 23. p. 98-98.
6. SILVA, B. A. S. ; SOUZA, M. C. A. de ; BRUM, S. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M.
A. M. ; CHAGAS, M. A. . Reflexão do discente sobre contribuição do portfólio no processo ensinoaprendizagem. In: 26 th SBPqO Annual Meeting, 2009, Águas de Lindóia/SP. Braz Oral Res, 2009. v.
23. p. 99-99.
7. FERREIRA, U. M. ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Estratégia da manutenção em
oficinas utilizando caminho crítico. In: AEDB - VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia,
2009, Resende -RJ. Anais do VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. Resende/RJ, 2009.
v. 1.
8. IMATA, V. B. A. ; FORTES, M. Z. ; CARVALHO, J. T. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Proposta
de novos indicadores para gestao em setores de manutenção. In: AEDB - VI Simpósio de Excelência
em Gestão e Tecnologia, 2009, Resende - RJ. Anais do VI Simpósio de Excelência em Gestão e
Tecnologia. Resende/RJ, 2009. v. 1.
9. IMATA, V. B. A. ; CARDOSO, R. F. S. E. S. ; ALMEIDA, J.L.C.N. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ;
OLIVEIRA, C. H. da C. . Análise da Viabilidade Técnica e Econômica para Instalação de um Sistema
de Aquecimento Solar no Hospital Universitário Sul Fluiminense. In: VII Encontro de Iniciação
Científica da Universidade Severino Sombra, 2008, Vassouras/RJ. Anais do VII ENIC, 2008. v.
Unico. p. 29-30.
10. SILVA, R. A. da ; FORTES, M. Z. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . AVALIAÇÃO DE
QUALIDADE DE ENERGIA EM INSTALAÇÕES DE ELETRIFICAÇÃO RURAL DO
MUNICIPIO DE VASSOURAS. In: VII ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA
UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA, 2008, VASSOURAS. VII ENIC, 2008. v. UNICO. p. 3132.
11. CHAGAS, M. A. ; SOUZA, M. C. A. de ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SILVA, M. A. M. .
Pesquisa-Ação: A Utilização do Cinema na Discussão de Temas Transversais na Universidade
Severino Sombra. In: VII ENIC, 2008, Vassouras/RJ. ANAIS DO VII ENIC, 2008. v. v1. p. 223-224.
12.SOUZA, M. C. A. de ; BRUM, S. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; SOUZA, T. C. . Matriz
Curricular Estruturada em Blocos Temáticos: A Experiência do Curso de Odontologia da USS. In: 43a
Reunião da Associação Brasileira de Ensino de Odontologia, 2008, Porto Alegre/RS. Revista da
ABENO, 2008. v. v1. p. 71-71.
170
Curso de Engenharia Ambiental
USS
13. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; BARBOSA, A. M. S. ; ROSA, J. O. . Engenheiro
de automação/manutenção/sistemas elétricos de potência em tempos Modernos: considerações
realisticas - perfil de Formação base para a região sul fluminense. In: VI Encontro de Iniciação
Científica e Pesquisadores da USS VI ENIC/USS., 2007, Vassouras - RJ. VI Encontro de Iniciação
Científica e Pesquisadores da USS VI ENIC/USS., 2007.
14. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . TERMOGRAFIA APLICADA AOS
TRABALHOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA - PREDITIVA DE REDES DE ENERGIA
ELÉTRICA E PROCESSOS INDUSTRIAIS EM EMPRESAS DA REGIÃO SUL FLUMINENSE.
In: III Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS II ENIC/USS., 2003, Vassouras -RJ.
III Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS II ENIC/USS., 2003. v. Unico.
15. GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Sensores Inerciais: Tecnologias Envolvidas e
Simulações De Desempenho. In: I ENIC/USS, 2001, Vassouras - RJ. I Encontro de Iniciação
Científica da Universidade Severino Sombra. Vassouras - RJ : USS, 2001.
16. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Equipamentos de visão noturna:
intensificação de luz residual e imageamento térmico. In: - Seminário - IX Semana de Engenharia
Elétrica da Universidade de Taubaté - Taubaté / SP - Outubro 1995., 1995, Taubaté/SP. IX Semana de
Engenharia Elétrica da Universidade de Taubaté, 1995.
Resumos publicados em anais de congressos
1. OLIVEIRA, R. M. ; PINTO, V. M. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Determinação de parâmetros
longitudinais e transversais e estudo da potência natural de linhas de transmissão. In: Prêmio Oscar
Niemeyer, 2011, Rio de Janeiro. Anais de Trabalhos Premiados. Rio de Janeiro, 2011. v. 1. p. 109109.
2. VIEIRA, A. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Conhecendo os Fundamentos da Termografia
Aplicada à Manutenção Preditiva. In: VIII Jornada Jovens Talentos para a Ciência, 2006, Niterói - RJ.
VIII Jornada Jovens Talentos para a Ciência, 2006.
3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; HUAISS, L. ; FARIA, R. S. ; CAPATTO, R.
da S. ; FERREIRA, M. L. ; DOMINGUETTI JUNIOR, A. C. . Termografia aplicada aos trabalhos de
manutenção preditiva de redes de energia elétrica e processos industriais em empresas da região sul
fluminense. In: 11a Jornada Nacional de Iniciação Científica/56a Reunião Anual da SBPC, 2004,
Cuiabá/MT. Anais da 11a Jornada Nacional de Iniciação Científica/56a Reunião Anual da SBPC,
2004.
4. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; HUAISS, L. ; FERREIRA, M. L. ; FARIA, R.
S. ; CAPATTO, R. da S. . "Termografia aplicada à manutenção preditiva de redes de energia elétrica e
processos industriais em empresas da região sul fluminense". In: III ENCONTRO DE INICIAÇÃO
CIENTÍFICA E PESQUISADORES/USS, 2004, Vassouras/RJ. III ENCONTRO DE INICIAÇÃO
CIENTÍFICA E PESQUISADORES/USS.
5. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . Sensores giroscópicos mecânicos e girômetros
a fibra óptica em aplicações industriais e em automação. In: II Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da USS, 2002, VASSOURAS RJ. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores
da USS, 2002.
6. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; COSTA JR, A. A. da ; PEREIRA, W.N. do A. . Caracterização de
Materiais Poliméricos Aplicados em Revestimentos e Partes de Dispositivos Ópticos Empregados em
Condições Ambientais Severas. In: XXV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada
(ENFMC), 2002, Caxambu- MG. Resumos - XXV Encontro Nacional de Física da Matéria
Condensada (ENFMC)-Caxambu- MG.. São Paulo : Sociedade Brasieira de Física, 2002.
171
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. ALBUQUERQUE, C. J. M. . Caracterização de Materiais Poliméricos e Inorgânicos Aplicados em
Revestimentos e Componentes de Dispositivos Ópticos: uma Metodologia. In: I Encontro de Iniciação
Científica e Pesquisadores da Universidade Severino Sombra., 2001, VASSOURAS RJ. I Encontro de
Iniciação Científica e Pesquisadores da Universidade Severino Sombra., 2001.
8. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; MELO, D. P. C. . Levantamento de Esquema Eletrônico de Circuito
Impresso Empregando Técnicas de Simulação Computacional. In: I Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da Univ. Severino Sombra., 2001, Vassouras-RJ. I Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da Univ. Severino Sombra..
9. GURGEL FILHO, G. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Sensores Inerciais: Tecnologias Envolvidas e
Simulações De Desempenho. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino
Sombra., 2001, Vassouras -RJ. I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da Univ. Severino
Sombra., 2001.
10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. ; TEIXEIRA, M. . O Ensino da Matemática na
Engenharia: uma nova filosofia. In: I Semana do CECETEN Universidade Severino Sombra, 2001,
CVassouras - RJ. I Semana do CECETEN Universidade Severino Sombra, 2001.
11. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; GURGEL FILHO, G. . O Ensino da Matemática na Engenharia: uma
nova filosofia. In: I Semana do CECETEN e I Encontro Sul Fluminense de Ensino de Matemática,
2001, Vassouras - RJ. I Semana do CECETEN e I Encontro Sul Fluminense de Ensino de Matemática,
2001.
12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Adaptações em um Espectroradiômetro
Comercial para Permitir Medida de Ruido e a obtenção da Detectividade em Detectores de Radiação
Infravermelha. In: XIX ENFMC / SBF, 1996, Águas de Lindóia - SP. XIX ENFMC / SBF, 1996.
13. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Medida da Tensão de Early em transistores
bipolares e Projeto de Amplificadores discretos com carga ativa. In: I Encontro Nacional de Educação
Tecnológica para o Desenvolvimento, 1993, Rio de Janeiro /RJ. I Encontro Nacional de Educação
Tecnológica para o Desenvolvimento, 1993.
14. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Precauções Para
Evitar Fungos em Instrumentos Ópticos. In: XV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada
(ENFMC), 1992, CAXAMBU - MG. Resumos - XV Encontro Nacional de Física da Matéria
Condensada (ENFMC). São Paulo - SP : SBF, 1992. v. 1.
15. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, M. C. . Projeto de Objetivas Tipo Dialyte para o
Infravermelho. In: XIV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC), 1991,
CAXAMBU MG. Resumos - XIV Encontro Nacional de Física da Matéria Condensada (ENFMC).
São Paulo : SBF, 1991. v. 1.
Artigos aceitos para publicação
1. SOUZA, M. C. A. de ; CASOTTI, E. ; MELLO, A. C. F. ; GOYATA, F. R. ; SOUZA, T. C. ;
ALBUQUERQUE, C. J. M. . Interdisciplinaridade no ensino superior: de imagem-objetivo à
realidade!. Revista Brasileira de Educação Médica (Impresso) , 2011.
Apresentações de Trabalho
1. CANTO, P. C. X. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CARVALHO, J. T. ; MATOS, C. J. G. de ;
PINTO, V. M. . Implantação de um sistema de proteção de seletividade para um circuito de 6 kV.
2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
172
Curso de Engenharia Ambiental
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2.ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. ; BARBOSA, A. M. S. . Engenheiro de
automação/manutenção/sistemas elétricos de potência em tempos Modernos: considerações realisticas
- perfil de Formação base para a região sul fluminense. 2007. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
3. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; FORTES, F. Z. . Potenciais de Geração de Energia
com Biomassa no Sul Flumminense. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
4. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Engenheiro com Formação Qualificada para
Atuação em Automação/Manutenção: uma Análise Regional e Bases para Formulação de Curriculo
Atualizado.. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
5. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. . Considerações Realísticas sobre a
Formação em Engenharia de Manutenção: Atuação em Ambiente Industrial Moderno Automação e
Sistemas Elétricos de Potência na Região Sul -Fluminense. 2006. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
6. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. . Especialização em Gestão e Técnicas de
Manutenção uma Proposta Curricular para Atender o Mercado Sul Fluminense. 2006. (Apresentação
de Trabalho/Comunicação).
7. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; FORTES, M. Z. ; AMORIM JUNIOR, H. P. . Um Estudo sobre
Necessidades de Atualização Curricular na Formação do Engenheiro de Sistemas Elétricos de
Potência. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
8. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; CAPATTO, R. da S. ; FORTES, M. Z. ; ROSA, J. O. . Congresso
Brasileiro de Ensino de Engenharia - COBENGE 2006. 2005. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
9. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Equipamentos de visão noturna:
intensificação de luz residual e imageamento térmico. 1995. (Apresentação de Trabalho/Outra).
10. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Medida da Tensão de Early em transistores
bipolares e Projeto de Amplificadores discretos com carga ativa. 1993. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
11. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Precauções Para Evitar Fungos em
Instrumentos Ópticos. 1992. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
12. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; PEREIRA, W.N. do A. . Fundamentos da Visão em Ambientes
Pouco Iluminados ou sem Iluminação. 1992. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
13. CARVALHO, M. C. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. . Projeto de Objetivas tipo "Dialyte" para o
Infravermelho. 1991. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; MONTENEGRO, R. F. . Utilização
do portólio no processo ensino-aprendizagem 2009 (Painel).
2. CHAVES, E. S. ; ALBUQUERQUE, C. J. M. ; BRUM, S. C. ; ALVES, M. U. . Portfólio:
instrumento facilitador do processo de aprendizagem 2009 (Painel).
Demais trabalhos
173
Curso de Engenharia Ambiental
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1. ALBUQUERQUE, C. J. M. . Implementação de ambiente dedicado à integração completa, testes e
controle de qualidade de equipamento de visão noturna de emprego militar. 1999 (Implementação de
ambiente dedicado `a integração completa de equipamento de visão noturna militares).
2. ALBUQUERQUE, C. J. M. ; TEIXEIRA, F. L. ; PEREIRA, W.N. do A. . Sistema
Espectroradiométrico para o Infravermelho.. 1994 (Implementação de sistema de medidas).
CARLOS VITOR DE ALENCAR CARVALHO
Artigos completos publicados em periódicos
1.CARVALHO, C. V. A. ; Lemos, B. M. . MaterialDouradoRA - Um software para o ensinoaprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional através da Realidade Aumentada.
Realidade Virtual, v. 4, p. 57-70, 2011.
2.Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. ; Paiva, A. M. S. de . C.O.S - 3DRA - Software
construtor de objetos tridimensionais: uma proposta de construção de sólidos geométricos através da
realidade aumentada. Cadernos UniFOA (Impresso), v. 15, p. 1-15, 2011.
3. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Uso da Realidade Aumentada para apoio ao entendimento
da relação de Euler. RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 8, p. 1-10, 2010.
4.VEIGA, J. ; CARVALHO, C. V. A. ; Vilella, L. M. A. . A utilização do software CONSTRUFIG3D
no processo de construção do significado da relação de Euler. RENOTE. Revista Novas Tecnologias
na Educação , v. 8, p. 1-9, 2010.
5. Teixeira, G. R. ; CARVALHO, C. V. A. . SOFTRAIZES Um software educacional para apoio ao
ensino de Cálculo Numérico. Cadernos UniFOA (Online) , v. 1, p. 71-71, 2010.
6.CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . SMC: Uma Ferramenta Computacional para
Apoio ao Ensino dos Movimentos Circulares. Cadernos UniFOA (Impresso) , v. 14, p. 25-30, 2010.
7. Calil, A. M. ; VEIGA, J. ; CARVALHO, C. V. A. . Aplicação do Software GRAPHMATICA no
Ensino de Funções Polinomiais de 1o grau no 9o ano do Ensino Fundamental. Revista Práxis
(online) , v. 2, p. 17/2-27, 2010.
8. Barbosa, Soraia Teixeira ; CARVALHO, C. V. A. . Tutorial para o Desenvolvimento de Jogos 2D
usando a Linguagem Java. Revista Eletrônica Teccen , v. 2, p. 53-63, 2009.
9. Almeida, K. D. M ; Vieira, E. G. ; CARVALHO, C. V. A. ; Borges, M. F. ; Siqueira, J. J. ; Pedrosa,
A. de P. ; Moreira, D. M. ; Lemos, B. M. . Tecnologia da Informação Aplicada a Gerenciamento de
Acervo Documental Histórico. Revista Eletrônica TECCEN (online) , v. 2, p. 63-71, 2009.
10. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. ; Paiva, A. M. S. de ; Sá, Ilydio Pereira de .
Implicações de um software educacional na formação de professores. Revista electrónica de
investigación en educación en ciencias (Online) , v. 4, p. 28-36, 2009.
11. CARVALHO, C. V. A. . Softwares educativos com tecnologias Multimídia: uma ferramenta para
apoio ao ensino da Matemática. Revista Eletrônica TECCEN (online) , v. 2, p. 26-37, 2009.
12. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, W. . Software
COLETASELETIVA: Um sistema computacional educativo para conscientização da importância da
coleta seletiva. Revista Práxis - online , v. 1, p. 59-64, 2009.
13. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Utilização e Avaliação do
sistema computacional CONSTRUFIG3D para apoio ao ensino da geometria. RENOTE. Revista
Novas Tecnologias na Educação , v. 6, p. 1-9, 2008.
174
Curso de Engenharia Ambiental
USS
14. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Um software educacional gráfico e interativo
para apoio ao estudo de tensões planas através do círculo de Mohr. Revista de Informática Mater
Dei , v. 4, p. 1-12, 2008.
15. Akil, C. V. ; Santana, L. G. de ; Sarubbi, P. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A.
. Tecnologia da Informação: Qual o seu Lugar na Escola?. Revista Eletrônica Democratizar , v. 2, p.
1-7, 2008.
16. Paiva, A. M. S. de ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. ; Porto, I. P. G. . A
integração da TIC na Escola Básica: Questões para Avaliação. Revista Eletrônica TECCEN
(online) , v. 1, p. 17-23, 2008.
17. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Silva, J. C. da . VAPD-2D - Simulador para
Apoio ao ensino da Engenharia Ambiental. Revista Eletrônica Teccen , v. 1, p. 1-8, 2008.
18. Pereira, M. T. ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Fainguelernt, E. K. . Aplicação
do software RÉGUA E COMPASSO no estudo do Teorema de Pitágoras . Pesquisas e Práticas em
Educação Matemática , v. 2, p. 1-13, 2008.
19.
Mendes, Jorge Luís de Souza ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. .
CONSTRUFIG3D: Uma Ferramenta Computacional para apoio ao ensino da Geometria Plana e
Espacial. RENOTE. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 5, p. 1/10-10, 2007.
20. Sant-anna, Eliane da Costa Granadeiro ; Coelho, Nívea Maria da Silva ; Andrade, Shirley ; Silva,
Jeisa Alves ; Sales, Decílio de Medeiros ; Aguiar, Ricardo Amar ; CARVALHO, C. V. A. . Aplicação
de um sistema de computação algébrica como ferramenta educacional para apoio ao ensino do cálculo
diferencial e integral. Revista UNIVAP , v. 13, p. 16-18, 2006.
21. Azevedo, Paulo Cesar B. S. de ; Silva, Tallita Vassequi da ; Alves, Raquel de Souza P. ; Pêgo,
Paloma Napoleão ; Mesquita, Joelma Freire de ; CARVALHO, C. V. A. ; Guiné, A. A. A .
Desenvolvimento de um software educacional para apoio ao ensino da fisiologia. Revista
UNIVAP , v. 13, p. 27-29, 2006.
22.
Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues,
Maria Antonieta da Conceição ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ;
Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Sistema Multimídia Educacional para o
Ensino de Geociências: uma Estratégia Atual para a Divulgação da Paleontologia no Ensino
Fundamental e Médio Fundamental e Médio.. Anuário do Instituto de Geociências (Rio de Janeiro) ,
Rio de Janeiro, v. 28, n. 1, p. 70-79, 2005.
Livros publicados/organizados ou edições
CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Estruturas de dados usando PASCAL1.
Exercícios Resolvidos ISBN: 85-903140-2-2. 1. ed. Rio de Janeiro: CBJE - Câmara Brasileira de
Jovens Escritores, 2004. v. 1. 96 p.
2.
CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . PASCAL: Exercícios ISBN: 85-903140-1-4.
1. ed. Rio de Janeiro: CJEB - Câmara Brasileiro dos Jovens Escritores, 2002. v. 1. 100 p.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. CARVALHO, C. V. A. ; Vieira, E. G. ; Siqueira, J. J. ; Almeida, K. D. M ; Borges, M. F. . Controle
de Acervos Históricos da Universidade Severino Sombra - Democratizando o acesso a Memória. O
semeador em Revista, Vassouras, p. 13 - 14, 01 fev. 2010.
175
Curso de Engenharia Ambiental
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2. CARVALHO, C. V. A. . Softwares computacionais ajudam no ensino de matemática em escolas.
Boletim on-line Faperj, 05 mar. 2009.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. Fonseca, R. C ; CARVALHO, C. V. A. ; Silva, J. C. da ; Pedrosa, A. de P. . Visualização de
Superfícies Geométricas com VRML. In: II ENECiências - Encontro Nacional de Ensino de CIências
da Saúde e do Ambiente, 2010, Niterói. II ENECiências - Encontro Nacional de Ensino de CIências da
Saúde e do Ambiente. Niterói, 2010. v. 1. p. 583-595.
2. Santos, R. P. dos ; Carvalho, Janaina Veiga ; Sá, Ilydio Pereira de ; CARVALHO, C. V. A. . Uso de
um software como facilitador para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem da
matemática financeira. In: V Colóquio de História e Tecnologia no Ensino da Matemática, 2010,
Recife. V Colóquio de História e Tecnologia no Ensino da Matemática, 2010. v. 1. p. 1-10.
3. Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. . EXPLORANDO CÔNICAS COM O USO DE UM
SOFTWARE DE GEOMETRIA DINÂMICA: UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA. In: XXI
Seminário de Investigação em Educação Matemática (SIEM), 2010, Aveiro. XXI Seminário de
Investigação em Educação Matemática (SIEM). Aveiro, 2010. v. 1. p. 1-10.
4. Ribeiro, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . INTNUM: Uma Ferramenta Computacional para
Visualização e Cálculo dos Métodos de Integração Numérica. In: III WORKSHOP DE
INFORMÁTICA APLICADA E DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA COMPUTADORES E
DISPOSITIVOS MÓVEIS, 2010, Vassouras. III WORKSHOP DE INFORMÁTICA APLICADA E
DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA COMPUTADORES E DISPOSITIVOS MÓVEIS. Volta
Redonda : unifoa, 2010. v. 1. p. 1-10.
5. Pedrosa, A. de P. ; CARVALHO, C. V. A. . Uma Ferramenta Computacional para Geração de
Modelos Digitais de Terrenos com Visualização em VRML. In: III WORKSHOP DE
INFORMÁTICA APLICADA E DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA COMPUTADORES E
DISPOSITIVOS MÓVEIS, 2010, Volta Redonda. III WORKSHOP DE INFORMÁTICA
APLICADA E DESENVOLVIMENTO DE JOGOS PARA COMPUTADORES E DISPOSITIVOS
MÓVEIS. volta redonda : unifoa, 2010. v. 1. p. 1-10.
6. Moraes, R. G. de ; Milheiro, J. R. da Silva ; CARVALHO, C. V. A. . APLICANDO O
SOFTWARE GRAPHMATICA PARA O ENSINO DE EQUAÇÕES COM UMA INCÓGNITA E
SISTEMAS DE EQUAÇÕES DE 1º E 2º GRAUS COM DUAS VARIÁVEIS. In: VIII Encontro Sul
Fluminense de Educação Matemática, 2010, Vassouras. VIII Encontro Sul Fluminense de Educação
Matemática. Vassouras : FUSVE, 2010. v. 1. p. 1-17.
7. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Aguiar, Ricardo Amar . Utilização do software
livre OCTAVE para apoio ao ensino do Cálculo Numérico. In: VI CIBEM-Congresso Iberoamericano
de Educación Matemática, 2009, Poerto Montt. VI CIBEM-Congresso Iberoamericano de Educación
Matemática. Poerto Montt, 2009. v. 1. p. 679-684.
8. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Uma proposta pedagógica para o aprendizado
da geometria utilizando o software CONSTRUFIG3D. In: VI CIBEM-Congresso Iberoamericano de
Educación Matemática, 2009, Puerto Montt. VI CIBEM-Congresso Iberoamericano de Educación
Matemática. Puerto Montt, 2009. v. 1. p. 1996-2001.
9. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Uma ferramenta computacional usando
Realidade Aumentada para apoio ao ensino da Geometria Plana e Espacial. In: VI CIBEM-Congresso
Iberoamericano de Educación Matemática, 2009, Puerto Montt. VI CIBEM-Congresso
Iberoamericano de Educación Matemática. Puerto Montt, 2009. v. 1. p. 2002-2007.
176
Curso de Engenharia Ambiental
USS
10. Paiva, A. M. S. de ; CARVALHO, C. V. A. ; Sá, Ilydio Pereira de ; Carvalho, Janaina Veiga ;
Costa, L. P. . Reflexões pedagógicas do uso de softwares educacionais como apoio ao ensino da
matemática. In: VI CIBEM-Congresso Iberoamericano de Educación Matemática, 2009, Puerto Montt.
VI CIBEM-Congresso Iberoamericano de Educación Matemática. Puerto Montt, 2009. v. 1. p. 19351940.
11. Barbosa, Soraia Teixeira ; CARVALHO, C. V. A. . Tutorial para o Desenvolvimento de jogos 2D
usando a linguagem Java. In: II WIA - Workshop de Informática Aplicada e desenvolvimento de
software para dispositivos móveis, 2009, Teresópolis. II WIA - Workshop de Informática Aplicada e
desenvolvimento de software para dispositivos móveis. Teresópolis : unifeso, 2009. v. 1. p. 1-10.
12. Almeida, K. D. M ; Vieira, E. G. ; CARVALHO, C. V. A. ; Borges, M. F. ; Siqueira, J. J. ;
Pedrosa, A. de P. ; Lemos, B. M. . Tecnologia da Informação aplicada a gerenciamento de acervo
documental histórico. In: II WIA - Workshop de Informática Aplicada e desenvolvimento de software
para dispositivos móveis, 2009, Teresópolis. II WIA - Workshop de Informática Aplicada e
desenvolvimento de software para dispositivos móveis. Teresópolis : unifeso, 2009. v. 1. p. 1-9.
13. Calil, A. M. ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . O ensino da Matemática nos
níveis fundamental e médio com o auxílio do computador. In: IV Encontro de Educação Matemática
de Ouro Preto, 2009, Ouro Preto. IV Encontro de Educação Matemática de Ouro Preto. Ouro Preto,
2009. v. 1. p. 1-13.
14. CARVALHO, C. V. A. ; Paiva, A. M. S. de ; Carvalho, Janaina Veiga ; Sá, Ilydio Pereira de ;
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PARA APOIO AO ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO. In: IV Colóquio Técnico-Científico do
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Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro, 2009, Volta Redonda. I Simpósio em Ensino de
Ciênicas e Meio Ambiente do Rio de Janeiro. Volta Redonda, 2009. v. 1. p. 1-1.
5. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Raymundo, M. F. S. M ; Pereira, M. T. ; Leite,
T. M. de M. . Utilização do Software Régua e Compasso no estudo da Concordância de Construções
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7. Belchior, Luciana ; Oliveira, E. M ; CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática:
um software educativo para apoio ao ensino de razão e proporção. In: VII Encontro de Iniciação
Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve,
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8. Almeida, K. D. M ; Junior, J. A. T. L ; CARVALHO, C. V. A. . TOTAL COST OF OWNERSHIP
TCO: UMA FERRAMENTA APLICÁVEL A TODOS OS SEGMENTOS QUE UTILIZEM TI
ESTUDO DE CASO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA. In: VII Encontro de Iniciação
Científica da USS, 2008, Vassouras. VII Encontro de Iniciação Científica da USS. vassouras : fusve,
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9. Almeida, K. D. M ; CARVALHO, C. V. A. ; Borges, M. F. ; Izzo, W. P ; Siqueira, J. J. ; Pedrosa,
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geração de conhecimento. In: VII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2008, Vassouras. VII
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13. Sobreira, Guilherme ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Uma ferramenta
computacional educativa para apoio ao ensino das Leis de Newton. In: VI Encontro de Iniciação
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FUSVE, 2007. v. 1. p. 1-2.
14. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Avaliação de ambientes
informatizados em sala de aula: um estudo de caso utilizadndo o sistema computacional
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15. Belchior, Luciana ; Oliveira, E. M ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de sistemas
computacionais para apoio ao ensino da Razão e Proporção. In: V Encontro Sul-Fluminense de
Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul-Fluminense de Educação Matemática. ISBN:
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gráfico e interativo para o estudo do lançamento oblíquo de projéteis. In: X Encontro de Iniciação
Científica, 2005, Taubaté. X Encontro de Iniciação Científica. Taubaté : UNITAU, 2005. v. 1. p. 111111.
19. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues,
Maria Antonieta da Conceição ; Villena, Hélio Henringer ; Dornelas, Viviane Rezende ; Belo, Aline
Rodrigues ; Neves, Catiuscia Gomes Valim ; Oliveira, Fernanda Marini de . Desenvolvimento de um
Software Educacional sobre a Bacia Calcária de são José de Itaboraí: uma Estratégia para o
Conhecimento Geológico e Paleontológico no Ensino Fundamental e Médio. In: Simpósio de
Geologia do Sudeste 2005 9º Simpósio de Geologia do Sudeste e 13º Simpósio de Geologia de Minas
Gerais, 2005, Niterói. Geologia: Ciência e Tecnologia gerando Desenvolvimento para a Sociedade
Brasileira. Niterói, 2005. v. 1. p. 195-195.
20. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues,
Maria Antonieta C ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda
Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Desenvolvimento de um CD-ROM educacional sobre a bacia
calcária de são josé de itaboraí e sua utilização como recurso didático para o conhecimento
paleontológico no ensino fundamental e médio. In: Paleo 2005, 2005, Rio de Janeiro. Revista
Brasileira de Paleontologia, 2005.
21. CARVALHO, C. V. A. ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ; Martha, Luiz Fernando ;
Faccion, José Eduardo ; Ramos, Antônio José Lopes de Andrade . Desenvolvimento de um Simulador
Numérica para Modelagem Estratigráfica. In: XLII Congresso Brasileiro de Geologia, 2004, Araxá.
Anais de resumos - Recursos Minerais e Desenvolvimento socioeconômico. Araxá : Sociedade
Brasileira de Geologia, 2004. v. 1. p. 1-1.
22. CARVALHO, C. V. A. ; Faccion, José Eduardo ; Martha, Luiz Fernando ; Miranda, P. E. .
Aplicações de equações da hidráulica em simuladores numéricos de sedimentação. In: XLI Congresso
Brasileiro de Geologia - A geologia e o Homem, 2002, João Pessoa. XLI Congresso Brasileiro de
Geologia - A geologia e o Homem. João Pessoa : UFPB, 2002. v. 1. p. 379.
23. Valente, Gustavo da Costa ; Láu, Leandro Augusto Oliveira ; Carvalho, Janaina Veiga ;
CARVALHO, C. V. A. . Pesquisa e Desenvolvimento de um Sistema Multimídia para apoio ao ensino
das disciplinas das estruturas de dados I e II. In: VI INIC Encontro Latino Americano de Iniciação
Científica, 2002, São José dos Campos. VI INIC Encontro Latino Americano de Iniciação Científica.
ISBN: 85-7586-007-0. São José dos Campos : UNIVAP, 2002. v. 1. p. 110-110.
24. Henriques, Cristiane de Oliveira ; Cunha, Daniela de Abreu ; Leal, Eufrasia da Silveira ;
CARVALHO, C. V. A. ; Clen, Ailton Faria ; Cortes, João Carlos de Souza . Pesquisa e
Desenvolvimento de software Multimidia para apoio a disciplina de histologia. In: V INIC Encontro
Latino Americano de Iniciação Científica, 2001, São José dos Campos. Anais de Resumos do V INIC
Encontro Latino Americano de Iniciação Científica. São José dos Campos : UNIVAP, 2001. v. 1. p.
159.
183
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Artigos aceitos para publicação
1.Ribeiro, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . INTNUM: Uma Ferramenta Computacional para
Visualização e Cálculo dos Métodos de Integração Numérica. Revista Eletrônica Teccen , 2010.
2. Pedrosa, A. de P. ; CARVALHO, C. V. A. . Uma Ferramenta Computacional para Geração de
Modelos Digitais de Terrenos com Visualização em VRML. Revista Eletrônica Teccen , 2010.
Apresentações de Trabalho
1. CARVALHO, C. V. A. . Mestrado Profissional em Educação Matemática. 2011. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
2. CARVALHO, C. V. A. . Realidade Virtual e Aumentada e suas aplicações para o ensino da
Matemática. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
3. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE REALIDADE
AUMENTADA PARA APOIO AO ENSINO DA MATEMÁTICA. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Seminário).
4. CARVALHO, C. V. A. . Realidade Aumentada Aplicada ao Ensino da Matemática. 2010.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
5. CARVALHO, C. V. A. . Computação Gráfica e suas aplicações. 2009. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
6. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . software educativo: auxiliando os processo de
ensino e aprendizagem. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
7. CARVALHO, C. V. A. . O Ensino da Matemática e os Softwares Educativos. 2009. (Apresentação
de Trabalho/Conferência ou palestra).
8. CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática. 2008. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
9. CARVALHO, C. V. A. . Sistemas Computacionais aplicados áreas de Educação e Engenharia
Ambiental. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
10. CARVALHO, C. V. A. . Sistemas Computacionais Gráficos e Interativos aplicados à Educação,
Engenharia e Geologia. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
11. CARVALHO, C. V. A. ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ; Martha, Luiz Fernando ; Bitton,
Luiz Fernando ; Carbono, Alonso Joaquim Juvinal ; Faccion, José Eduardo . Simulação Numérica para
estudo da formação de bacias sedimentares usando modelagem estratigráfica. 2006. (Apresentação de
Trabalho/Congresso).
12. CARVALHO, C. V. A. ; Reis, Márcia A Fernandes dos ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues,
Maria Antonieta da Conceição ; Villena, Hélio Henringer ; Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas,
Viviane Rezende ; Belo, Aline Rodrigues ; Neves, Catiuscia Gomes Valim . Desenvolvimento de um
software educacional sobre a bacia calcárea de são jo'se de itaboraí: uma estratégia para o
conhecimento geológico e paleontológico no ensino fundamental e médio. 2005. (Apresentação de
Trabalho/Simpósio).
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
13. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando ; Lopes, Alexandre Antonio de Oliveira ;
Faccion, José Eduardo ; Ramos, Antônio José Lopes de Andrade . Desenvolvimento de um simulador
numérico para modelagem estratigráfica. 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
14. CARVALHO, C. V. A. . Pesquisa e Desenvolvimento de Software e Multimídia para apoio à
Disciplina de Histologia. 2001. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
15. CARVALHO, C. V. A. . Uma Ferramenta Computacional para simulação Adaptativa de Processos
de Fraturamento. 2000. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
16. CARVALHO, C. V. A. ; Araujo, Tereza Denise Pereira ; Bittencourt, Tulio Nogueira ; Martha,
Luiz Fernando . Simulação Bidimensional Adaptativa de processos de fraturamento por fadiga. 1999.
(Apresentação de Trabalho/Congresso).
17. CARVALHO, C. V. A. . Projeto de Vigas Contínuas em Concreto Armado utilizando Computação
Gráfica. 1994. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Softwares com registro de patente
1. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando . FLUXOVENTO. 2008.
2. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . SET - Software para Ensino da Trigonometria.
2008.
3. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional Gráfico e Interativo
para estudo do Pêndulo Simples. 2005.
4. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional Gráfico e Interativo
para ensino do Sistema Massa-Mola. 2005.
5.
Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . CONSTRUFIG3D. 2005.
Softwares sem registro de patente
1. CARVALHO, C. V. A. . CalcAreaCirc - Software para o estudo da área do círculo a partir da
subdivisão em fatias. 2011.
2. CARVALHO, C. V. A. . MMCMDCGeometrico Computacional. 2011.
3. CARVALHO, C. V. A. . CoroaCircular. 2011.
4. CARVALHO, C. V. A. . MaterialDouradoRa. 2011.
5. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . CD-ROM Educacional para Apoio ao Ensino das
Construções Geométrica. 2010.
6. Teixeira, G. R. ; CARVALHO, C. V. A. . SOFTRAIZES - Software para estudo e determinação de
raízes de equações algébricas não-lineares. 2010.
7. Ribeiro, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . INTNUM - Software para apoio ao estudo dos algoritmos
de Integração Numérica. 2010.
8. CARVALHO, C. V. A. ; Porto, I. P. G. ; Oliveira, R . Tangram - Sofware para apoio ao ensino da
geometria plana. 2009.
185
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9. CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Barbosa, Soraia Teixeira . Software PropFig2D.
2009.
10. CARVALHO, C. V. A. . GeoDescritiva. 2009.
11. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues, W. . COLETASELETIVA. 2009.
12. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . CONSTRUFIG3DRa - Softwares para ensino
da geometria com a poio da Realidade Aumentada. 2009.
13. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . SISEULER - Softwares para ensino da relação de
EULER com o apoio da Realidade Aumentada. 2009.
14. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . TRIANGULOS. 2009.
15. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . MOHR - Programa Educacional para analisar
tensões utilizando o Círculo de Mohr.. 2008.
16. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Sistema Computacional Gráfico e Interativo
para estudo do Movimento Circular. 2007.
17. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao ensino
de Vetores. 2007.
18. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo
das Leis de Newton. 2007.
19. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo
do Impulso e Quantidade de Movimento. 2007.
20. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo
da Força. 2007.
21. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para apoio ao estudo
da Energia Mecânica. 2007.
22. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo da
Gravitação Universal. 2007.
23. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computaciona Gráfico e Interativo
para estudo de Lançamento Oblíquo. 2006.
24. Mesquita, Joelma Freire de ; CARVALHO, C. V. A. . SIFISIO - Um sistema Computacional para
apoio ao ensino da disciplina Fisiologia. 2006.
25. Reis, Márcia A Fernandes dos ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Rodrigues,
Maria Antonieta da Conceição ; Medeiros, Marco André Malmann ; Villena, Hélio Henringer ;
Oliveira, Fernanda Marini de ; Dornelas, Viviane Rezende . Bacia de Itaboraí (RJ): Sistema
Multimídia Educacional para o apoio ao ensino de Geociências no ensino Fundamental e no ensino
Médio. 2005.
26. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo do
Movimento Retilíneo Uniforme. 2005.
27. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Sistema Computacional para estudo do
Movimento Retilíneo Uniformemente Variado. 2005.
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
28. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga ; Valente, Gustavo da Costa ; Láu, Leandro
Augusto Oliveira . Sistema Multimídia para Apoio ao Ensino das Disciplinas Estruturas de Dados I e
II. 2004.
29. Santos, Gilearde ; Amorim, Lincoln ; Reis, Manoel ; CARVALHO, C. V. A. . Sistema Multimidia
para divulgação da cidade Paty de Alferes. 2004.
30. CARVALHO, C. V. A. . Software Educacional para Estudo da Termologia. 2003.
31. CARVALHO, C. V. A. ; Martha, Luiz Fernando ; Faccion, José Eduardo . STENO - Simulador
Numérico de processos de sedimentação siliciclásticos em ambientes ded plataforma, talude e bacia.
2002.
32. Henriques, Cristiane de Oliveira ; Cunha, Daniela de Abreu ; Leal, Eufrasia da Silveira ;
CARVALHO, C. V. A. . Sistema Multimídia de Histologia. 2001.
33. Lira, W. W. M. ; CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, M. M. T. . SIGMA - Sistema integrado em
geotecnia para Múltiplas Análises. 1998.
Trabalhos técnicos
1. CARVALHO, C. V. A. . Avaliador de trabalhos submetidos ao ERI - Escola Regional de
Informática do Estado do Rio de Janeiro. 2010.
2. CARVALHO, C. V. A. . Consultor Ad-Hoc do CNPq. 2010.
3. CARVALHO, C. V. A. . Membro do Comitê Científico e avaliador de trabalhos submetidos ao III
WIA - WORKSHOP DE INFORMÁTICA APLICADA E DESENVOLVIMENTO DE JOGOS
PARA COMPUTADORES E DISPOSITIVOS MÓVEIS. 2010.
4. CARVALHO, C. V. A. . Membro da comissão científica do II ENECiências - II Encontro Nacional
de Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente. 2010.
5. CARVALHO, C. V. A. . Avaliador de Trabalhos submetidos ao VII ENPEC - Encontro Nacional de
Pesquisa em Educação em Ciências. 2009.
6. CARVALHO, C. V. A. . Revisor do VI ESFEM - Encontro Sulfluminense de Educação
Matemática. 2008.
7. CARVALHO, C. V. A. . Revisor do XXVII Cilamce - Iberian Latin American Congress on
Computational Methods in Engineering. 2006.
Demais tipos de produção técnica
1. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de Aplicações usando técnica de
Realidade Aumentada. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
2. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco gótico. 2010.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
3. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco abatido. 2010.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
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4. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco romano. 2010.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
5. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco otomano. 2010.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
6. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um arco com retas
concorrentes. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
7. Ribeiro, Ivy Goulart ; CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um polígono de cinco
pontas estrelados. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações Vídeos).
8. CARVALHO, C. V. A. ; Fainguelernt, E. K. . Relatório Técnico da Coordenação do Mestrado
Profissional em Educação Matemática. 2010. (Relatório Técnico).
9. Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Tecnologias e Educação Matemática - Usando Realidade
Aumentada para apoio ao ensino da Matemática'. 2010. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
10. Casanova, L. de A. ; Lemos, B. M. ; CARVALHO, C. V. A. . Geometria Dinâmica com o
Software Régua e Compasso. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
11. Moraes, R. G. de ; CARVALHO, C. V. A. . Desenvolvimento de atividades pedagógicas para
apoio ao ensino de cônicas através do software régua e compasso. 2009. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
12. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma linha perpendicular pelo centro de um
segmento de reta. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
13. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma perpendicular a uma segmento de reta, do
modo que ela passe por um ponto dado mas fora deste segmento. 2009. (Desenvolvimento de material
didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
14. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar uma paralela por um ponto exterior a uma reta.
2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
15. CARVALHO, C. V. A. . Animação para Traçar uma perpendicular pela extremidade de um
segmento de reta. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
16. CARVALHO, C. V. A. . Animação da construção de um triângulo a partir dos seus lados. 2009.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
17. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de um triângulo equilátero. 2009.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
18. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de concordância entre uma reta e um arco.
2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
19. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção de concordância entre duas retas paralelas.
2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
20. CARVALHO, C. V. A. . Animação para construção da bissetriz de um ângulo formado por dois
segmentos. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
21. CARVALHO, C. V. A. . Animação para dividir um segmento em partes iguais. 2009.
(Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
188
Curso de Engenharia Ambiental
USS
22. CARVALHO, C. V. A. . Animação para concordar dois segmentos que convergentes onde se
conhece o ponto de interseção com um arco. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou
instrucional - Animações - Vídeos).
23. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar a tangente a um circulo. 2009. (Desenvolvimento
de material didático ou instrucional - Animações - Vídeos).
24. CARVALHO, C. V. A. . Animação para traçar duas tangentes a um círculo passando por ponto
externo comum as duas tangentes. 2009. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional Animações - Vídeos).
25. CARVALHO, C. V. A. ; Fainguelernt, E. K. . Relatório Técnico da Coordenação do Mestrado
Profissional em Educação Matemática. 2009. (Relatório Técnico).
26. CARVALHO, C. V. A. ; Siqueira, J. J. ; Borges, M. F. . Relatório final do projeto de pesquisa.
2009. (Relatório de pesquisa).
27. Quisbert, E. P. A. ; Pinheiro, R. P. F. ; CARVALHO, C. V. A. . Relatório final do projeto de
Pesquisa. 2009. (Relatório de pesquisa).
28. CARVALHO, C. V. A. . Relatório final do projeto de pesquisa. 2009. (Relatório de pesquisa).
29. Santos, S C ; Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Atividade pedagógica usando o
Software CONSTRUFIG3D. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade
Pedagógica usando Software Educacional).
30. Porto, I. P. G. ; CARVALHO, C. V. A. . Atividade pedagógica usando o Software TANGRAM.
2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade Pedagógica usando Software
Educacional).
31. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Entendendo as formas (conversando sobre
geometria plana e espacial. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Atividade
Pedagógica usando Software Educacional).
32. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Cabri Geomètre e suas aplicações para o
ensino de funções de 1 e 2 grau. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
33. Carvalho, Janaina Veiga ; CARVALHO, C. V. A. . Octave e suas aplicações para o ensino de
funções do 1 e 2 grau. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
34. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Relatório final de projeto de pesquisa. 2007.
(Relatório de pesquisa).
35. CARVALHO, C. V. A. ; Aguiar, Ricardo Amar ; Sales, Decílio de Medeiros . Relatório final do
projeto de pesquisa. 2007. (Relatório de pesquisa).
36. Nascimento, Antonio Sergio Alves Do ; Mendes, Jorge Luís de Souza ; Carvalho, Janaina Veiga ;
CARVALHO, C. V. A. . PLOTFUNCAO e CONSTRUFIG3D: Duas ferramentas gráficas e
interativas para apoio ao ensino da matemática de funções e geometria plana e espacial. 2005. (Curso
de curta duração ministrado/Outra).
37. CARVALHO, C. V. A. ; Carvalho, Janaina Veiga . Relatório final do projeto de pesquisa. 2004.
(Relatório de pesquisa).
189
Curso de Engenharia Ambiental
USS
38. CARVALHO, C. V. A. ; Clen, Ailton Faria . Relatório final do projeto de pesquisa. 2002.
(Relatório de pesquisa).
CHANG KUO RODRIGUES
Livros publicados/organizados ou edições
1. RODRIGUES, C. K. . Matemática - Imenes & Lellis: Novas Questões para Avaliação e
Aprofundamento. 1ª. ed. São Paulo: Scipione, 1998. v. 1. 150 p.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1.
RODRIGUES, C. K. . Um breve estudo sobre a abordagem do teorema central do limite nos
livros-texto. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO
DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-11.
2. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O pensamento e o raciocínio algébrico no estudo de
Função na Educação Básica. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ
INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12.
3. MENDES, S.C.C. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Números irracionais: uma
observação de regularidades. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ
INTERAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-6.
4. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . Cálculo diferencial e integral: aspectos
motivacionais. In: XIII CIAEM - CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA, 2011, Recife. XIII CIAEM - 50 ANOS DO COMITÊ INTERAMERICANO
DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12.
5. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. ; CRUZ, C.D. . Utilização de software
no processo de ensino e de aprendizagem na Estatística. In: III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA, 2011, Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA,
2011. p. 1-10.
6. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O CONTRATO DIDÁTICO E SUAS
IMPLICAÇÕES EM UMA AULA SOBRE IDEIAS BÁSICAS DE FUNÇÃO NO 7º ANO DO
ENSINO FUNDAMENTAL. In: III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011,
Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011. p. 1-12.
7. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . O USO DE ESTRATÉGIAS DE
APRENDIZAGEM A PARTIR DO PERFIL MOTIVACIONAL. In: III COLÓQUIO DE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2011, Juiz de Fora. III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA, 2011. p. 1-5.
8. SOUSA, J. C. ; RODRIGUES, C. K. . Perspectivas matemáticas no contexto cotidiano e no
contexto escolar. In: VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática - VIII ESFEM,
2010, Vassouras-RJ. VIII Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010. p. 176192.
9. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . Uma investigaçao sobre ideias e conceitos básicos de
função no 6o ano do Ensino Fundamental. In: VIII Encontro Sul Fluminense de Educação
Matemática - VIII ESFEM, 2010, Vassouras-RJ. VIII Encontro Sul Fluminense de Educação
Matemática, 2010. p. 272-284.
190
Curso de Engenharia Ambiental
USS
10. RODRIGUES, C. K. . A Construção de Ideias e Conceitos Estatísticos sob o Ponto de Vista
Ecológico do Saber e do Didático. In: XXI SIEM - SEMINÁRIO DE INVESTIGAÇÃO EM
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2010, Aveiro. XXI SIEM. Lisboa : Associação de Professores
de Matemática, 2010. p. 534-545.
11. RODRIGUES, C. K. . LEITURA DE MUNDO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA: DIREITO E
DEVER DE TODOS. In: PROMAT 2010, 2010, Aveiro. Encontro Nacional de Professores de
Matemática, 2010. p. 1-5.
12. CASTRO, M. A. ; CARVALHO, M. T. ; RODRIGUES, C. K. . Medindo o que não se alcança:
construção do Astrolábio com estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental. In: VIII
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14. RODRIGUES, C. K. . Argumentação no estudo de variabilidade na estatística no curso de
Licenciatura em Matemática. In: Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática,
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Geometria pelos movimentos da Capoeira: uma contribuição da Etnomatemática. In: VIII
ENCONTRO PAULISTA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, SÃO PAULO. VIII
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19. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . O poder de decisão através dos dados
estatísticos. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006,
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20. RODRIGUES, C. K. ; SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. . Auto-estima e Aprendizagem em
Matemática. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006,
DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006.
21. RODRIGUES, C. K. . Reensino: um momento privilegiado na avaliação em Matemática. In: III
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Internacional de Ensino da Matemática, 2005. v. comuni. p. 1-7.
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23. RODRIGUES, C. K. . A disciplina Educação Matemática na formação de professores. In: VIII
ENEM-Encontro Nacional de Educação Matemática, 2004, Recife. Anais do VIII ENEM. São
Paulo : SBEM, 2004.
24. RODRIGUES, C. K. . A construção do conhecimento no Estudo de Funções no Cotidiano. In:
VI ENEM - VI Encontro Nacional de Educação Matemática, 1998, São Leopoldo. Anais do VI
Encontro Nacional de Educação Matemática. São Paulo : Sociedade Brasileira de Educação
Matemática, 1998. v. I. p. 317-317.
Resumos publicados em anais de congressos
1. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . O uso da História nas aulas de
Estatística em cursos de Graduação. In: Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação
Matemática, 2006, Recife. Pesquisa em Educação Matemática: um olhar ampliado sobre a sala
de aula. Recife : UFPE, 2006.
2. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . A História da Estatística como
recurso didático. In: IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006,
DIAMANTINA. IV ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006.
3. RODRIGUES, C. K. . O Teorema do Limite Central no estudo da Estatística. In: IV
ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006, DIAMANTINA. IV
ENCONTRO MINEIRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2006.
Apresentações de Trabalho
1. RODRIGUES, C. K. . Um breve estudo sobre a abordagem do teorema central do limite nos
livros-texto. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
2. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O pensamento e o raciocínio algébrico no estudo de
Função na Educação Básica. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
3. MENDES, S.C.C. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Números irracionais: uma
observação de regularidades. 2011. (Apresentação de Trabalho/Outra).
4. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . Cálculo diferencial e integral: aspectos
motivacionais. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
5. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. ; CRUZ, C.D. . Utilização de software
no processo de ensino e de aprendizagem da Estatística. 2011. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
6. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . O CONTRATO DIDÁTICO E SUAS
IMPLICAÇÕES EM UMA AULA SOBRE IDEIAS BÁSICAS DE FUNÇÃO NO 7º ANO DO
ENSINO FUNDAMENTAL. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
7. ROSA, O.S. ; RODRIGUES, C. K. ; SILVA, P. N. . O USO DE ESTRATÉGIAS DE
APRENDIZAGEM A PARTIR DO PERFIL MOTIVACIONAL. 2011. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
8. RODRIGUES, C. K. ; FERREIRA, R. V. J. . Educação Matemática: Fundamentos e
Experiências. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).
192
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9. RODRIGUES, C. K. . Leitura de mundo e educação estatística: direito e dever de todos. 2010.
(Apresentação de Trabalho/Outra).
10.
RODRIGUES, C. K. . A construção de ideias e conceitos estatísticos sob o ponto de vista
ecológico do saber e do didático. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
11. CASTRO, K. O. ; RODRIGUES, C. K. . Uma investigação sobre ideias e conceitos básicos de
Função no 6º ano do Ensino Fundamental. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
12. RODRIGUES, C. K. . LEITURA DE MUNDO E EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA: DIREITO E
DEVER DE TODOS. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).
13. SOUSA, J. C. ; RODRIGUES, C. K. . Perspectivas Matemáticas no Contexto Cotidiano e no
Contexto Escolar. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
14. PINHEIRO, V. R. ; SILVA, F.F. ; RODRIGUES, C. K. . A importância de Delimitar o
Tamanho da Amostra na Inferência Estatística. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
15. RODRIGUES, C. K. . Como elaborar um trabalho científico?. 2009. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
16.
RODRIGUES, C. K. . Uma abordagem ecológica do saber e do didático para o Teorema
Central do Limite. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
17. RODRIGUES, C. K. . Educação Estatística em foco: média, mediana ou moda? Quando e
como utilizar. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).
18. RODRIGUES, C. K. ; TOSTES ; MACÊDO ; RODRIGUES . Atividades matemáticas
envolvendo representações semióticas na aritmética e na álgebra para alunos do ensino
fundamental. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
19. RODRIGUES, C. K. ; PIRES JR. . O ensino e aprendizagem na matemática sob perspectiva
não convencional. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
20. RODRIGUES, C. K. ; PIRES JR. . O ensino e a aprendizagem na matemática sob perspectiva
não-convencional: uma proposta para professores do ensino fundamental. 2008. (Apresentação
de Trabalho/Outra).
21. RODRIGUES, C. K. . O recurso histórico para compreensão de um teorema. 2008.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
22. RODRIGUES, C. K. ; BRITO, R. R. ; SILVA, J. E. F. ; ASSAD, C. ; RAMOS, M. R. .
Conversando sobre a sala de aula de Matemática. 2006. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
23. RODRIGUES, C. K. . Argumentação na disciplina de Estatística no curso de Licenciatura em
Matemática. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
24. RODRIGUES, C. K. ; CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. . A matemática na capoeira. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Outra).
25. RODRIGUES, C. K. . A influência emocianal na aprendizagem dos conceitos matemáticos.
2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
26. RODRIGUES, C. K. . ARGUMENTAÇÃO NO ESTUDO DA VARIABILIDADE NA
ESTATÍSTICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. 2006. (Apresentação
de Trabalho/Comunicação).
193
Curso de Engenharia Ambiental
USS
27. RODRIGUES, C. K. ; COUTINHO, C. Q. E. S. . Inferência Estatística e a Formação do
Professor de Matemática. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
28. RODRIGUES, C. K. . Reensino da Matemática. 2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência
ou palestra).
29. RODRIGUES, C. K. ; SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. . A Influência Emocional na
Aprendizagem de Conceitos Matemáticos. 2005. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
30. RODRIGUES, C. K. . Padrões e sequências. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra).
31. RODRIGUES, C. K. . Ação/reflexão/ação na disciplina Educação Matemática no curso de
Licenciatura. 2004. (Apresentação de Trabalho/Outra).
32. RODRIGUES, C. K. . Diálogos com a educação matemática crítica. 2002. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
33. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: sem medo com ousadia. 2001. (Apresentação
de Trabalho/Comunicação).
34. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: sem medo com ousadia. 2000. (Apresentação
de Trabalho/Comunicação).
35. RODRIGUES, C. K. . Análise Combinatória, Probabilidade e Estatística nos PCN. 2000.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
36. RODRIGUES, C. K. ; ANTUNES, Josana Chaves ; CARVALHO, Benigna de Oliveira .
Avaliação na Matemática: ultrapassando mitos e reencantando o processo de ensinoaprendizagem. 2000. (Apresentação de Trabalho/Outra).
37. RODRIGUES, C. K. . A função do cotidiano e o cotidiano das funções. 1999. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
38. RODRIGUES, C. K. . Um tratamento lúdico na Matemática do Ensino Médio. 1999.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
39. RODRIGUES, C. K. . Um tratamento lúdico na Matemática do Ensino Médio. 1999.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
40. RODRIGUES, C. K. . Utilizando o cotidiano no estudo da função. 1997. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
41. RODRIGUES, C. K. . Operando matemática. 1996. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Produção Técnica
Produtos tecnológicos
1. ROSA, O.S. ; SILVA, P. N. ; RODRIGUES, C. K. . Perfil Motivacional e de Uso de
Estratégias de Aprendizagem. 2011.
Trabalhos técnicos
1. OLIMPIO JR., A. ; RODRIGUES, C. K. . III COLÓQUIO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA.
2011.
194
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2. RODRIGUES, C. K. . Matemática formal e Matemática não formal 20 anos depois: sala de aula
e outros contextos. 2008.
3. RODRIGUES, C. K. . Pesquisa em Educação Matemática: um olhar ampliado sobre a sala de
aula. 2006.
4. RODRIGUES, C. K. . Assessoria em Matemática na coordenação dos Ensinos Médio e
Fundamental do Colégio Cristo Redentor. 2006.
Demais tipos de produção técnica
1. RODRIGUES, C. K. . Atividades Lúdicas para o Bloco Tratamento da Informação no Ensino
Fundamental. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
2. CASTRO, M. A. ; CARVALHO, M. T. ; RODRIGUES, C. K. . Medindo o que não se alcança:
construção do Astrolábio com estudantes do 9o ano do Ensino Fundamental. 2010. (Curso de
curta duração ministrado/Outra).
3. RODRIGUES, C. K. . Leitura de Mundo e Educação Estatística: direito e dever de todos. 2010.
(Curso de curta duração ministrado/Outra).
4. VALADAO, S. E. M. ; RODRIGUES, C. K. ; RAAD, A.H. ; GRIZENDI, L. T. ; SILVA, E.P. .
Núcleo Docente Estruturante do Curso de Ciências com Habilitação em Matemática. 2010.
(Núcleo Docente Estruturante (NDE)).
5. RODRIGUES, C. K. . Curso de Capacitação para professores de matemática. 2009. .
6. RODRIGUES, C. K. . Metodologia Científica. 2009. (Curso de curta duração
ministrado/Especialização).
7. CAMPOS, T. F. ; PINHEIRO, V. R. ; RIBEIRO, V. D. ; RODRIGUES, C. K. . Tópicos de
história no ensino da estatística: uma contribuição da educação matemática.. 2008. (Relatório
de pesquisa).
8. RODRIGUES, C. K. ; PINHEIRO, V. R. ; CAMPOS, T. F. . 1º Congresso do CES/JF Educação, Direito e Cidadania. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
9. SOUZA, A. S. ; RIBEIRO, V. D. ; RODRIGUES, C. K. . A influência emocional na
aprendizagem dos conceitos matemáticos com alunos do Ensino Fundamental, 3º e 4º ciclos:
um estudo de caso. 2006. (Relatório de pesquisa).
10. RODRIGUES, C. K. . A disciplina Educação Matemática na formação de professores. 2004.
(Curso de curta duração ministrado/Outra).
11. RODRIGUES, C. K. . Ação/Reflexão/Ação na disciplina Educação Matemática no Curso de
Licenciatura. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
12. RODRIGUES, C. K. . Padrões e Sequências. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
13. RODRIGUES, C. K. . Diálogos com a Educação Matemática Crítica. 2002. (Curso de curta
duração ministrado/Outra).
14. RODRIGUES, C. K. . Avaliação na Matemática: ultrapassando mitos e reencantando o
processo de ensino-aprendizagem. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
15. RODRIGUES, C. K. ; ALVES, S.B. ; CARVALHO, M. T. ; CASTRO, M. A. . Avaliação em
Matemática: sem medo com ousadia. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
195
Curso de Engenharia Ambiental
USS
16. RODRIGUES, C. K. . Análise Combinatória, Probabilidade e Estatística nos PCN, exercendo
ou não a cidadania. 2000. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
17. RODRIGUES, C. K. . Curso de Capacitação Professores do Ensino Fundamental e Médio Uma proposta interdisciplinar: da teoria à prática. 1998. .
18. RODRIGUES, C. K. ; FAINGUELERNT, E. K. ; VALLADARES, R.J.C. . A construção do
conhecimento no estudo de funções no cotidiano. 1998. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
1. RODRIGUES, C. K. . A função do cotidiano e o cotidiano das funções. 1999 (Dissertação de
Mestrado).
1. SÁ, I.P. de; VIEIRA, C.E.C.; BARBOSA, G. S.; RODRIGUES, C. K.. Processo de Seleção
Discente do Curso de Mestrado Profissional em Educação Matemática - 2ª edição. 2011.
Universidade Severino Sombra.
2. CARVALHO, C.V.A.; VILELLA, L. M. A.; BARBOSA, G. S.; RODRIGUES, C. K.. Processo
de Seleção Discente do Curso de Mestrado Profissional em Educação Matemática - 1ª edição.
2011. Universidade Severino Sombra.
3. MILLEN, M. I. C.; NASCIMENTO, F. J. R.; RODRIGUES, C. K.. Comitê de Ética em
Pesquisa. 2009. Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora.
CRISTIANE DE SOUZA SIQUEIRA PEREIRA
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Extraction of physic nut (Jatropha
curcas L.) oil with supercritical CO2: experiments and modelling. In: II Iberoamerican Conference on
Supercritical Fluids, 2010, Natal. Anais do II Iberoamerican Conference on Supercritical Fluids, 2010.
2. Rigueti ; PEREIRA, C. S. S. ; MENDES, M. F. . Avaliação do potencial do óleo extraído do resíduo
de sementes de noz-macadâmia. In: VIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química - Iniciação
Científica, 2009, Uberlândia. Anais do VIII Congresso Brasileiro de Engenharia Química - Iniciação
Científica, 2009.
3. PEREIRA, C. S. S. ; MOURA, B. S. ; Machado Júnior ; MENDES, M. F. ; PESSOA, F. L. P. . Uso
do CO2 supercrítico na extração do óleo do pinhão-manso (Jatropha curcas L.).. In: I Congresso
Brasileiro de Pesquisa em Pinhão-Manso, 2009, Brasília. Anais do I Congresso Brasileiro de Pesquisa
em Pinhão-manso, 2009.
4. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do
Pinhão-manso (Jatropha curcas L.) extraído por diferentes técnicas. In: XVII Congresso Brasileiro de
Engenharia Química, 2008, Recife. 313, 2008.
5. MENDES, M. F. ; COELHO, G. L. V. ; PEREIRA, C. S. S. . Uso do Soxhlet e da hidrodestilação
na extração do óleo de diferentes matérias-primas.. In: XVIII JORNADA DE INICIAÇÃO
CIENTÍFICA NA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, 2008. Anais da
XVIII Jornada de iniciação científica da UFRRJ. Seropédica : Editora Universidade Rural, 2008..
196
Curso de Engenharia Ambiental
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Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. RICCIARDONE, P. ; PEREIRA, O. S. ; PEREIRA, C. S. S. . Estudo da Aplicação do Modelo
Matemático de Streeter-Phelps na Autodepuração de um Curso D'água. In: IX Encontro de Iniciação
Científica da USS, 2010, Vassouras,RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010.
2. RICCIARDONE, P. ; PEREIRA, O. S. ; PEREIRA, C. S. S. . Projeto de Estudo da Capacidade de
Autodepuração do Rio das Pedras Localizado no Município de Vassouras/RJ. In: VIII ENEEAmbEncontro Nacional dos Estudantes de Engenharia Ambiental e I ELEMA- Encontro Latino-Americano
de Estudantes de Meio Ambiente, 2010, Foz do Iguaçu. Anais do VIII ENEEAmb, 2010.
3. MACEDO, S. M ; FERNANDES, P. H. S. ; PEREIRA, C. S. S. ; SOUZA, M. A. S. . Avaliação do
teor de cobre e metanol em uísques. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS, 2010, Vassouras.
Anais do IX Encontro de Iniciação Científica, 2010.
4. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do
pinhão-manso como matéria-prima para produção de biodiesel.. In: BIOCOM - 1º Simpósio Nacional
de Biocombustíveis, 2008, Recife. Anais do 1º Simpósio Nacional de Biocombustíveis, 2008.
Resumos publicados em anais de congressos
1. PEREIRA, C. S. S. ; COELHO, G. L. V. ; MENDES, M. F. . Avaliação da composição do óleo do
pinhão-manso (Jatropha curcas L.). In: III Fórum de Pós-Graduação da Universidade Federal Rural do
Rio de Janeiro, 2008. Anais do III Fórum da Pós-graduação da UFRRJ.
Apresentações de Trabalho
1. PEREIRA, C. S. S. . Processo de Produção do Biodiesel por Transesterificação Alcalina
Homogênea de Óleos Vegetais. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
2. PEREIRA, C. S. S. ; BLANC, R. V. ; SILVA FILHO, A. A. . PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO EM BIOCOMBUSTÍVEIS. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência
ou palestra).
3. PEREIRA, C. S. S. ; BLANC, R. V. ; SILVA FILHO, A. A. . PESQUISA E
DESENVOLVIMENTO EM BIOCOMBUSTÍVEIS. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência
ou palestra).
CLEBER BARRETO ESPINDOLA
Artigos completos publicados em periódicos
ESPINDOLA, C. B. ; R.N, G. ; SOUZA, R. C. P. . Avaliação da eficácia do Bacillus
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thuringiensis var. israelensis no controle de formas imaturas do Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus,
1762) em ambiente de laboratório. EntomoBrasilis , v. 1, p. 10-13, 2008.
2.
GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. ; ALMEIDA, F.S. . Bacillus thuringiensis var. kurstaki
(Bacillaceae): potencial no controle, no desenvolvimento e reprodução de Oxydia vesulia
(Geometridae), em laboratório.. Acta Biologica Paranaense , v. 37, p. 147-163, 2008.
3. SANTOS, G. P. L. ; SANAVRIA, A.M. ; Almeida, M.C. ; ESPINDOLA, C. B. . Prevalência da
infecção canina em áreas endêmicas de leishmaniose tegumentar americana, do município de
Paracambi, Estado do Rio de Janeiro, no período entre 1992 e 1993.. Revista da Sociedade Brasileira
de Medicina Tropical , v. 38, n. 2, p. 161-166, 2005.
197
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4. ESPINDOLA, C. B. ; S, Couri M . Fannia flavicincta Stein (Díptera, Fanniidae): A new vector of
Dermatobia hominis (Diptera, Cuterebridae).. Revista Brasileira de Zoologia , Curitiba, v. 21, n. 1,
p. 115-116, 2004.
5.
ESPINDOLA, C. B. ; LENICIO GONÇALVES, . Biologia de Oxydia vesulia (Cramer, 1779)
(Lepidoptera, Geometridae). Floresta e Ambiente , Rio de Janeiro, v. 7, p. 80-87, 2000.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. ESPINDOLA, C. B. . Você já eliminou um foco de mosquito da dengue hoje?. Recreio da Barra,
Rio de Janeiro - RJ, p. 9 - 9, 11 abr. 2008.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. ESPINDOLA, C. B. ; GUEDES, R N ; LEITE, L M R ; VICENTINI, S ; RIBEIRO, F M B ;
ALVES, L S L ; MARCHIORI, M C ; TOMOKIO, M . Monitoramento da flutuação populacional de
Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) e Aedes (Stegomyia) albopictus (Skuse, 1894), em
Vargem Pequena - Rio de Janeiro/RJ.. In: VI Congresso de Ecologia do Brasil, 2003, Fortaleza. VI
Congresso de Ecologia do Brasil. Fortaleza : Universidade Federal do Ceará, 2003. v. 1. p. 105-105.
2. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia e aspectos do comportamento de Dysdercus
ruficollis (LINNAEUS, 1764) (HEMIPTERA: PYRRHOCORIDAE), procedente da região de
Morretes (Paraná, Brasil).. In: 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da
Ciência., 1999, PORTO ALEGRE - RS. ANAIS DA 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para
o Progresso da Ciência., 1999.
3. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia de Dysdercus ruficolis (Linaeus,1764)
(Hemypera, Pyrrhocoridae). In: VI semana de atualização em ciências Florestais, 1999, Seropédica RJ. Paínel, 1999.
4. ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Biologia de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779)
(LEPIDOPTERA: GEOMETRIDAE). . In: Semana de Atualização em Ciências Florestais, 1999,
Seropédica - RJ. Paínel, 1999.
5. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; AGUIAR, G. M. ; MARZOCHI, M. C. A.
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- Sociedade Brasileira de Parasitologia, 1993, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Parasitologia
Veterinária.Agosto1993 (2) - suplemento., 1993. v. 2.
6. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; SANTOS, E. G. O. B. ; MARZOCHI, M.
C. A. ; LIMA, M. A. M. ; ESPINDOLA, C. B. ; LIMA, R. M. S. ; MARGOT, O. M. S. ; SILVA, A. F.
; CONCEIÇÃO, N. F. ; SILVA, V. L. . Leishmaniose Tegumentar Americana no município de
Paracambi - RJ. II. Estudo preliminar de possíveis reservatórios domésticos. In: Revista Brasileira de
Parasitologia Veterinária.Agosto1993 (2) - suplemento.Congresso Brasileiro de Parasitologia Sociedade Brasileira de Parasitologia, 1993, RIO DE JANEIRO. Revista Brasileira de Parasitologia
Veterinária.Agosto.Congresso Brasileiro de Parasitologia - Sociedade Brasileira de Parasitologia,
1993. v. 2.
7. LENICIO GONÇALVES, ; ESPINDOLA, C. B. ; CAMILO, R. E. S. ; PEREIRA, T. S. ;
RODRIGUES, P. A. . Bilogia de Thyrinteina arnobia (CRAMER, 1778) (Lepidoptera, Geometridae)
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Anais do XVIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 1991. v. 1.
198
Curso de Engenharia Ambiental
USS
8. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. ; CAMILO,R. E. S. ; RODRIGUES, P. A ; PEREIRA, T. J
; SANTOS, M. B . Influência do Bacillus thuringiensis (BERLINER, 1915) no desenvolvimento e
comportamento de Thyrinteina arnobia (CRAMER, 1778) (Lepidoptera, Geometridae) em condiçöes
de laboratório.. In: XIII Congresso Brasileiro de Entomologia; I Simpósio internacional sobre Bicudo
do Algodoeiro; II Encontro sobre Cochonilha da Palma Forrageira e III Encontro sobre Moscas das
frutas, 1991, Recife. Anais de XIII Congresso Brasileiro de Entomologia; I Simpósio internacional
sobre Bicudo do Algodoeiro; II Encontro sobre Cochonilha da Palma Forrageira e III Encontro sobre
Moscas das frutas, 1991. v. 2.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. ESPINDOLA, C. B. . Monitoramento de Pragas desfolhadoras de plantas do gênero Eucalyptus:
Lepidoptera. In: IX Semana Acadêmica de Engenharia Florestal - A Inserção da Engenharia Florestal
no Desenvolvimento Sustentável, 2009, Seropédica. Edição Especial da Série Técnica Floresta e
Ambiente . Seropédica : Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2009.
Resumos publicados em anais de congressos
1. ALVES,S.P. ; Pinheiro, R.F. ; ANUNCIACAO,S.C.M. ; OLIVEIRA, A.A. ; ESPINDOLA, C. B. ;
Cabral M.M.O. . Levantamento das formas imaturas de Aedes albopictus no municipio de Vassouras,
RJ.. In: XXIII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2010, Natal. XXIII Congresso Brasileiro de
Entomologia, 2010.
2. SANTOS,F.C.C. ; ESPINDOLA, C. B. ; PARREIRA, W.S.P. ; GONCALVES,M.S. ; CONTIJO,C.
; Cabral M.M.O. . Biological activities Podophyllum lignans on Aedes albopictus.. In: The 5th
brazilizan Symposium on Medical Chemistry, 2010, Ouro Preto, MG.. The 5th brazilizan Symposium
on Medical Chemistry, 2010.
3. S, Couri M ; ESPINDOLA, C. B. . Um novo vetor de Dermatobia hominis (Linnaeus Jr) (Diptera:
Cuterebridae).. In: XXV Congresso Brasileiro de Zoologia, 2004, Brasília. Anais do XXV Congresso
Brasileiro de Zoologia, 2004. p. 118-118.
4. LENICIO GONÇALVES, ; ESPINDOLA, C. B. ; TEODORO, A. L ; M, M. F. . Influência da
temperatura no desenvolvimento de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779) (Lepidoptera, Geometridae).
In: 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2001, Salvador. 53ª
Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Salvador : 53ª Reunião Anual da
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 2001.
5.
GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Influência do Bacillus thuringiensisvar kurstaki
(BERLINER, 1915) no desenvolvimento de oxydia vesulia. In: XXIII congresso brasileiro de
zoologia, 2000, Cuiba - MT. anais do XXIII congresso brasileiro de zoologia, 2000.
6. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia comparada de Oxydia vesulia (Cramer,1779)
(Lepidoptera, Geometridae). In: XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000, Cuiba - MT. Anais do
XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000.
7. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Biologia comparada de Oxydia vesulia (Cramer,1779)
(Lepidoptera, Geometridae). In: XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000, Cuibá. XXIII
Congresso Brasileiro de Zoologia. Cuibá : XXIII Congresso Brasileiro de Zoologia, 2000.
8. ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Biologia de Oxydia vesulia (CRAMER, 1779)
(LEPIDOPTERA: GEOMETRIDAE. In: 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso
da Ciência., 1999, PORTO ALEGRE- RS. ANAIS DA 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira
para o Progresso da Ciência..
199
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9. GONÇALVES, L ; ESPINDOLA, C. B. . Bilogia e controle biológico de Thyrinteina arnobia
(Stoll,1782) (Lepidoptera, Geometridae) . In: Semana de Atualização em Ciências Florestais, 1999,
Seropédica - RJ. Paínel, 1999.
10. SANTOS, G. P. L. ; PONTE, C. S. ; MÁSPERO, R. C. ; ESPINDOLA, C. B. ; SILVA, V. L. ;
SANTOS, E. G. O. B. ; MARZOCHI, M. C. A. ; ANDRADE, M. V. ; CONCEIÇÃO, N. F. ; SILVA,
A. F. ; ALMEIDA, D. C. ; LEITE, R. P. . Leishmaniose Tegumentar Americana no município de
Paracambi - RJ. III - Inquérito Canino. In: XXX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina
Tropical., 1994, Salvador , BA. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1994.
Apresentações de Trabalho
1. Dias, A. O. ; ESPINDOLA, C. B. ; GONÇALVES, L . Levantamento de indivíduos da família
Calliphoridae em áreas de manquezal e mata atlântica da região de Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro
(RJ).. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Trabalhos técnicos
1. Brasil, F.C. ; Marques, F. ; Tarré, R. ; ESPINDOLA, C. B. . Relatório Ambiental Preliminar para
Desmembramento do Licenciamento Ambiental da Empresa Light Serviços de Eletricidade S/A. 2008.
Demais tipos de produção técnica
1. ESPINDOLA, C. B. . Revista Entomobrasilis. 2010. (Consultoria ad-hoc).
2. ESPINDOLA, C. B. . Membro Núcleo Docente Estruturante. 2009. (Núcleo Docente Estruturante).
3. ESPINDOLA, C. B. . Avaliação de Projetos de Pesquisa. 2009. (Consultoria ad-hoc).
4. ESPINDOLA, C. B. . Consultor da FAPEG. 2008. (Consultoria ad-hoc).
ELIZABETH MENDES DE OLIVEIRA
Artigos completos publicados em periódicos
1. ALENCARCARVALHO, C. V. ; OLIVEIRA, E. M. . Um Sistema Computacional para apoio ao
ensino da Razão e Proporção.. Leitura em Revista (UNIJUÍ) , v. 1, p. 1-10, 2008.
2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática: Consumo Inteligente de Energia
Elétrica. Pesquisas e Práticas em Educação Matemática , v. 1, p. 87-90, 2007.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Como construir gráficos de funções por meio de contas de
energia elétrica. In: V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007,
Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras, 2007. v. 5.
2. OLIVEIRA, E. M. . DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS PARA O
APOIO AO ESTUDO DA RAZÃO E PROPORÇÃO. In: V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007, VASSOURAS. ANAIS DO V ENCONTRO SUL
FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. VASSOURAS, 2007.
3. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: Encontro
Paranaense de Modelagem em Educação, 2006, Apacurana. Encontro Paranaense de Modelagem em
Educação, 2006.
200
Curso de Engenharia Ambiental
USS
4. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: IV Encontro de
Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006, Macaé. IV Encontro de Educação
Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006.
5. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica do Escoamento Turbulento em Canais
Meândricos. In: VIII Encontro de Modelagem Computacional, 2005, Nova Friburgo. VIII Encontro de
Modelagem Computacional, 2005. v. VIII.
6. OLIVEIRA, E. M. ; AMORIM, J. C. C. . Modelagem Numérica Tridimensional do Escoamento em
Canais com Fortes Curvaturas. In: XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005, João Pessoa Paraíba. XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2005.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In:
Evento Comemorativo de 30 anos de GEPEM, 2006, Seropédica. GEPEM 49, 2006.
2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de Aula. In:
IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005, Vassouras. Anais do IV Encontro Sul
Fluminense de Educação Matemática. Vassouras : Universidade Severino Sombra, 2005.
Resumos publicados em anais de congressos
1. OLIVEIRA, E. M. ; RICARDO, L. B. C. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Avaliação de sistemas
computacionais para apoio ao estudo da Razão e Proporção. In: V Encontro Sul Fluminense de
Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática.
Vassouras, 2007. v. 5.
2. OLIVEIRA, E. M. ; CARVALHO, J. T. . Modelagem Matemática nas Lavouras de Tomate da
cidade de Paty do Alferes. In: V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras.
V Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática. Vassouras, 2007. v. V.
3. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . A Etnomatemática Presente na Lavoura do Tomate. In: V
Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2007, Vassouras. V Encontro Sul Fluminense de
Educação Matemática, 2007.
4. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Ebergia Elétrica. In: III Semana da
Matemática da UFF, 2006, Niteroi. III Semana da Matemática da UFF, 2006.
5. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. In: VI Semana do
CECETEN e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia-Criatividade e Inovação, 2006, Vassouras. VI
Semana do CECETEN e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia-Criatividade e Inovação, 2006.
6. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In:
V Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2006, Vassouras. Anais V Encontro de
Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2006.
7. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do Tomate. In:
IV Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006, Macaé. Anais IV Encontro
de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2006.
8. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . CONSUMO INTELIGENTE DE ENERGIA ELÉTRICA. In:
V ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA USS, 2006, VASSOURAS. ANAIS DO V
ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA USS, 2006.
201
Curso de Engenharia Ambiental
USS
9. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de Aula. In:
V Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, 2005, Itaocara. V Seminário de
Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, 2005.
10. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem da Etnomatemática na Lavoura do
Tomate. In: IV Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005, Vassouras. Anais do IV
Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2005.
Apresentações de Trabalho
1. OLIVEIRA, E. M. . Curiosidades Matemáticas: A Geometria Fractal na Sala de Aula. 2010.
(Apresentação de Trabalho/Outra).
2. VILELA, A. A. ; OLIVEIRA, E. M. . Os Primeiros Passos para o Ensino de Derivada na Educação
Secundária e Aprendizagem do Cálculo Diferencial e Integral. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
3. VILELA, A. A. ; OLIVEIRA, E. M. . Uma Reflexão sobre o Ensino de Cálculo Diferencial e
Integral no Ensino Médio e Suas Implicações. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
4. BUENO, D. G. ; OLIVEIRA, E. M. . O Numero de Ouro na Sala de Aula. 2008. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
5. SILVA, W. B. P. ; OLIVEIRA, E. M. . Sugestoes para o Estudo do Conceito de Derivada com Base
em suas Aplicacoes no Cotidiano. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
6. RICARDO, L. B. C. ; OLIVEIRA, E. M. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Tecnologias e
Educacao Matematica: Um Software Educativo para Apoio ao Ensino de Razao e Proporcao. 2008.
(Apresentação de Trabalho/Outra).
7. OLIVEIRA, E. M. ; BUENO, D. G. . O Numero de Ouro na Sala de Aula. 2008. (Apresentação de
Trabalho/Outra).
8. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, W. B. P. . Sugestoe para o Ensino de Derivada com Base em suas
Aplicacoes do Cotidiano. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
9. OLIVEIRA, E. M. ; RICARDO, L. B. C. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . Avaliação de sistemas
computacionais para apoio ao estudo da Razão e Proporção. 2007. (Apresentação de
Trabalho/Comunicação).
10. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Como construir gráficos de funções por meio de contas de
energia elétrica.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
11. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Modelagem Matemática nas Lavouras de Tomate da cidade
de Paty do Alferes. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
12. OLIVEIRA, E. M. . A ETNOMATEMÁTICA NA LAVOURA DO TOMATE. 2007.
(Apresentação de Trabalho/Congresso).
13. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem Matemática e Numérica de Escoamento em Canais. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
14. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
202
Curso de Engenharia Ambiental
USS
15. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
16. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
17. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma Abordagem Etnomatemática na Lavoura do TomatePôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
18. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática em um Contexto de Sala de AulaPôster. 2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
19. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem Matemática: Consumo Inteligente de Energia
Elétrica. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
20. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
21. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
22. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . CONSUMO INTELIGENTE DE ENERGIA ELÉTRICA.
2006. (Apresentação de Trabalho/Outra).
23. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem Numérica Tridimensional em Canais com Fortes Curvaturas.
2005. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
24. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Modelagem em Contexto de Sala de Aula. 2005.
(Apresentação de Trabalho/Comunicação).
OLIVEIRA, E. M. ; AMORIM, J. C. C. . Modelagem Numérica Tridimensional em Canais
25.
com Fortes Curvaturas. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
26.
OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica do Escoamento Turbulento em Canais
Meândricos. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Demais tipos de produção bibliográfica
1.
OLIVEIRA, E. M. . Simulação Numérica em Canais com Fortes Curvaturas. Rio de Janeiro
2004 (Tese de Mestrado).
Trabalhos técnicos
1. OLIVEIRA, E. M. ; FAINGUELERNT, E. K. ; SILVA, P. N. ; KUO, C. ; VILLELA, L. M. A. ;
SILVA, J. C. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO VIII ENCONTRO SUL
FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2010.
2. OLIVEIRA, E. M. ; SA, I. P. ; ALENCARCARVALHO, C. V. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE
CIENTÍFICO DO VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2009.
3. OLIVEIRA, E. M. ; VILLELA, L. M. A. ; SA, I. P. ; CARVALHO, J. V. ; FAINGUELERNT, E.
K. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO CURSO DE
LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. 2009.
4. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL. 2009.
203
Curso de Engenharia Ambiental
USS
5. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO DO NÚCLEO DOCENETE ESTRUTURANTE - NDE DO
CURSO QUÍMICA INDUSTRIAL. 2009.
6. OLIVEIRA, E. M. ; SOARES, F. S. ; SA, I. P. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO
VI ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2008.
7. OLIVEIRA, E. M. ; OLIVEIRA, R. ; SOARES, F. S. ; VILELA, L. ; DORNELAS, G. N. .
PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO V ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2007.
8. OLIVEIRA, E. M. . ESTÁGIO DE ADAPTAÇÃO À SELVA. 2007.
9. OLIVEIRA, E. M. . PROJETO RONDON. 2007.
10. OLIVEIRA, E. M. . Participação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. 2006.
11. OLIVEIRA, E. M. . PARTICIPAÇÃO NO CÔMITE CIENTÍFICO DO IV ENCONTRO SUL
FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. 2005.
Demais tipos de produção técnica
1. OLIVEIRA, E. M. . IV Olimpiada de Matemática da Escola Índio Amigo. 2010. (Curso de curta
duração ministrado/Extensão).
2. OLIVEIRA, E. M. . Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 2010. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
3. OLIVEIRA, E. M. . VII Encontro Sul Fuminense de Educação Matemática. 2010. (Curso de curta
duração ministrado/Extensão).
4. OLIVEIRA, E. M. . Semana Pedagógica de Mendes. 2010. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
5. OLIVEIRA, E. M. . Petrólio e Gás. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
6. OLIVEIRA, E. M. . Mat-Leitura. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
7. OLIVEIRA, E. M. . Matematicando na USS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
8. OLIVEIRA, E. M. . Instalações Elétricas Prediais. 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
9. OLIVEIRA, E. M. . Informática Básica. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
10. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Matemática Financeira". 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
11. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Informática Básica". 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
12. OLIVEIRA, E. M. . Informática para Concursos. 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
13. OLIVEIRA, E. M. . Curso de Férias "Trigonometria". 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
204
Curso de Engenharia Ambiental
USS
14. OLIVEIRA, E. M. . Geometria Plana. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
15. OLIVEIRA, E. M. . Instalações de Comandos e Acionamentos de Motores Elétricos. 2008. (Curso
de curta duração ministrado/Extensão).
16. OLIVEIRA, E. M. . Instalações de Comandos e Acionamentos de Motores Elétricos. 2008. (Curso
de curta duração ministrado/Extensão).
17. OLIVEIRA, E. M. . CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA. 2007. (Curso de
curta duração ministrado/Extensão).
18. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Geometria Analítica e Cálculo Vetorial. 2006. (Curso de
curta duração ministrado/Extensão).
19. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Equações Diferenciais. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
20. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. 2006. (Curso de
curta duração ministrado/Extensão).
21. OLIVEIRA, E. M. . Matemática para Concursos. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
22. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . Cine-Mat. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
23. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . Mat-Leitura. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
24. DORNELAS, G. N. ; OLIVEIRA, E. M. . INTRODUÇÃO AO CÁLCULO. 2006.
(EDUCAÇÃO).
25. OLIVEIRA, E. M. . Geometria Analítica e Álgebra Vetorial. 2005. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
26. OLIVEIRA, E. M. . Cálculo Diferencial e Integral I. 2005. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
27. OLIVEIRA, E. M. ; DORNELAS, G. N. . Matemática Cultural. 2005. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
Demais trabalhos
1. OLIVEIRA, E. M. . VII Encontro de Iniciacao Cientifica da USS. 2008.
2. OLIVEIRA, E. M. ; SILVA, M. A. . Consumo Inteligente de Energia Elétrica. 2006 (Pôster).
3. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma abordagem da Etnomatemática na Lavoura do Tomate.
2006 (Pôster).
4. OLIVEIRA, E. M. ; ARAUJO, R. C. . Uma abordagem da Etnomatemática na Lavoura do Tomate.
2006 (Pôster).
5. OLIVEIRA, E. M. . Modelagem e Simulação Numérica em Canais. 2006 (Palestra).
205
Curso de Engenharia Ambiental
USS
FELIPE DA COSTA BRASIL
Artigos completos publicados em periódicos
1.
Surov , P. ; Ribeiro, N. A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; Pereira, J. S. ; Oliveira, M. R. G. .
Method for evaluation of coarse cork oak root system by means of digital imaging. Agroforestry
Systems (Print) , p. 1-9, 2011.
2. PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; ANJOS,
Lucia Helena Cunha dos ; PEREIRA, Marcos Gervasio ; STAFANATO, Juliano Bahiense .
Fertilidade do solo em pastagens cultivadas sob diferentes sob manejos, no Noroeste do Rio de
Janeiro.. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental (Impresso) , v. 14, p. 1136-1142,
2010.
3. MARTINS, C. A. C. ; PORTZ, A. ; BRASIL, Felipe da Costa ; SILVA, E. M. R. ; LIMA, E. ;
ZONTA, Everaldo . Pré enraizamento de mudas de mandioquinha-salsa em diferentes bandejas e
substratos com fungos micorrízicos arbusculares. Ciência e Agrotecnologia , v. 31, p. 106-112,
2007.
4. Surovy, P. ; BRASIL, Felipe da Costa ; Ribeiro, N.A. ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito .
Avaliação da morfologia dos sistemas radicais de plantas de regeneração do sobreiro através de
imagem digital.. Revista de Ciências Agrárias (Lisboa) , v. 01, p. 290-295, 2007.
5. Toureiro,C. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; Serralheiro,
R.P. . Caracterização do Enraizamento da Beterraba num solo de Aluvião.. Revista de Ciências
Agrárias (Lisboa) , v. 01, p. 500-5009, 2007.
6. BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito . Métodos
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SCHRIPSEMA, J. ; BRAZ-FILHO, R. ; OLIVEIRA, M. A. ; CANELLAS, Luciano Pasqualoto .
Bioatividade de ácidos húmicos: efeitos sobre o desenvolvimento radicular e sobre a bomba de prótons
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10. MATOS, R. M. B. ; SILVA, E. M. R. ; BRASIL, Felipe da Costa . Micorriza Arbuscular e matéria
orgânica na aclimatização de mudas de bananeiras, cultivar nanicão.. Bragantia (São Paulo) ,
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11. CARVALHO, A. G. ; WENDT, J. G. N. ; LIMA, G. W ; BRASIL, Felipe da Costa . Parâmetros
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Capítulos de livros publicados
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Curso de Engenharia Ambiental
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Textos em jornais de notícias/revistas
1. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Podas em Plantas Ornamentais.
Revista A Lavoura, SNA, v. 632, p. 28 - 28, 01 mar. 2000.
2. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Adubação de manutenção em fruteiras
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dez. 1999.
3. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa ; PINTO, R. P. . Controle Alternativo de Lesmas e
Caracóis. Revista A Lavoura, Rio de janeiro, v. 630, p. 34 - 34, 01 set. 1999.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. Brasil, A.T.F. ; BRASIL, Felipe da Costa . PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA
ESCOLAS RURAIS. In: Congresso EducaSul, 2009, Florianópolis - SC. Anais do EducaSul 2009,
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2. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário
Gamito . Dinâmica radical de gramíneas forrageiras: aplicação de novas metodologias. In: Seminário
Conservação do solo e da água em regadio: Investigação, Experimentação e Divulgação, 2004, Beja.
Actas das comunicações do Seminário Conservação do solo e da água em regadio: Investigação,
Experimentação e Divulgação.. Évora : Editora da Universidade de Évora, 2003. v. 1. p. 49-61.
3. OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; BRASIL, Felipe da Costa . The role of plant rootsystems
in sustainable agriculture. In: Réunion IP Agriculture durable et ressources hydriques: comparaison
européenne, 2004, Thessalonique. Réunion IP Agriculture durable et ressources hydriques:
comparaison européenne. Timisoara : Editura Orizonturi Universitare, 2004. v. 01.
4. TRINDADE, Roberto S. ; VIANA, Antônio Assis ; POVILL, Fellippo M. ; STAFANATO, Juliano
Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson
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diâmetro na determinação da massa radicular de pastagem de Brachiaria humidicola. In: I Congresso
de Pesquisa Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica, RJ. Anais
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PEREIRA, F. P. ; BATISTA, Q. R ; BARRETO, B. R. ; SILVA, L. G. ; AZEVEDO, I. G ; BRASIL,
Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; MIGUENS, F. C. ; JAMES, E. K. . The role
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INTERNATIONAL CONGRESS ON NITROGEN FIXATION, 2001, Hamilton, Ontario. 13th
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7. MEZAVILLA, E. V. ; GENUNCIO, G. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA, Everaldo ;
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Curso de Engenharia Ambiental
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Resumos expandidos publicados em anais de congressos
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2. Trannin, M.C. ; Garcia, R.S. ; BRASIL, Felipe da Costa . ANÁLISE DOS RISCOS ANTRÓPICOS
NA REGIÃO DOS LAGOS VISANDO À PROTEÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
COSTEIRO. In: ColacMar Cuba 2009, 2009, La Habana. Anais. La Habana, 2009.
3. OLIVEIRA, Maria Do Rosário Gamito ; BRASIL, Felipe da Costa ; MONTEIRO, Quirina Isabel ;
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2005, Dublin. XX International Grassland Congress: Offered Papers, 2005. v. 1. p. 683.
4. PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PEREIRA, Marcos
Gervasio ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ZONTA, Everaldo ; SOUZA, M. E. ; BRASIL, Felipe
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Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005.
5. STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; ANJOS, Lucia Helena
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Rio de Janeiro. In: XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos Sustentabilidade e
Qualidade Ambiental, 2005, Recife. Anais do XXX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo - Solos
Sustentabilidade e Qualidade Ambiental, 2005.
6.
BRASIL, Felipe da Costa ; VIANA, Antônio Assis ; STAFANATO, Juliano Bahiense ;
PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; TRINDADE, Roberto S. ; POVILL, Fellippo M. ; ARAUJO,
Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Densidade radicular de brachiaria humidicola
em diferentes pontos de amostragem de um gradiente de relevo. In: XXIX Congresso Brasileiro de
Ciência do Solo, 2003, Ribeirão Preto - SP. Anais do XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo,
2003.
7. POVILL, Fellippo M. ; TRINDADE, Roberto S. ; STAFANATO, Juliano Bahiense ; PIMENTA,
Leonardo Muruci Machado ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO,
Roberto Oscar Pereyra . Avaliação da distribuição de massa seca radicular de braquiária por cinco
classes de diâmetro.. In: XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, 2003, Ribeirão preto. Anais
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8. TRINDADE, Roberto S. ; VIANA, Antônio Assis ; POVILL, Fellippo M. ; STAFANATO, Juliano
Bahiense ; BRASIL, Felipe da Costa ; ARAUJO, Adelson Paulo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar
Pereyra . Avaliação do número de amostras para determinação da massa radicular de braquiária com
208
Curso de Engenharia Ambiental
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XXIX Congresso Brasileiro de Ciência do Solo., 2003.
9. ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PEREIRA, Marcos
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10. GURIDI, Fernando ; CANELLAS, Luciano Pasqualoto ; SANTOS, Gabriel de Araújo ; BRASIL,
Felipe da Costa . Efectos fisiológicos de extractos de dos fuentes alternativas de materia organica.. In:
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Juramento na Zona Norte do Rio de Janeiro: Implantação de uma horta comunitária. In: IV Jornada de
Iniciação Cientifica, 2006, Rio de Janeiro. Caderno de Resumos. Rio de Janeiro : Gama Filho, 2006. v.
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3. Arruda, T.G. ; BRASIL, Felipe da Costa . Compostagem de residuos organicos e reflorestamento
comunitário como ferramentas de educação ambiental no complexo do Morro do Juramento na Zona
Norte do Rio de Janeiro. In: IV Jornada de Iniciação Cientifica, 2006, Rio de Janeiro. Caderno de
Resumos. Rio de Janeiro : Gama Filho, 2006. v. 1. p. 183-183.
4. SAFADI, Thiago Moreira ; BRASIL, Felipe da Costa . Educação ambiental no complexo do
juramentona zona norte do rio de janeiro:implantação de uma horta comunitária.. In: III Jornada de
iniciação cientifica da Universidade Gama Filho., 2005, Rio de Janeiro. Livro de resumos da III
Jornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho.. Rio de JAneiro : Gama Filho, 2005. v. 3.
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5. MAGALHÃES, Felipe Gomes ; BRASIL, Felipe da Costa . Eduacação ambiental no complexo do
morro do juramentona zona norte do rio de janeiro: implantação de um reflorestamento comunitário..
In: III Jornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho., 2005, Rio de janeiro. Livro de
resumos da IIIJornada de iniciação cientifica da Universidade Gama Filho.. Rio de Janeiro : Editora
Gama Filho, 2005. v. 3. p. 182-183.
6. SAFADI, Thiago Moreira ; BRASIL, Felipe da Costa . Implantação de uma horta comunitária como
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In: 5º Congresso Nacional de Iniciação Cientifica, 2005, Santos. Livro de Resumos do 5º Congresso
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209
Curso de Engenharia Ambiental
USS
8. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário
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em pastagens de Brachiaria humidicola: um estudo a partir de trincheira.. In: I Congresso Ibérico de
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Acumulação de alumínio em ápices radicais de cultivares de arroz expressando diferentes níveis de
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10. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário
Gamito . Efeito da queima e da roçada nas características radicais de Brachiaria humidicola num
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Forragens, 2004. p. 57-58.
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F. S. ; RAPOSO, T. P. ; SOUZA JUNIOR, S. J. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto
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12. STAFANATO, Juliano Bahiense ; VIANA, Antônio Assis ; ETCHEVERRIA, F. H. ; CORREIA,
F. S. ; PIMENTA, Leonardo Muruci Machado ; CONSTANTINI, A. ; BRASIL, Felipe da Costa ;
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Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 2002, Rio de Janeiro. Anais da XXV Reunião Brasielira de
Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas-Fertbio2002, 2002. p. 156.
13. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; PACIORNIK, S. ; ABREU, J.
B. R. . Caracterização da distribuição vertical de características radiculares de uma pastagem de
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14. MATTIELLO, E. M. ; MAURI, J. ; MATTIELLO, J. D. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA,
Everaldo ; PEREIRA, Marcos Gervasio . Calibração de metodologia para estudos de sistema radicular
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16. MARTINS, C. A. C. ; PORTZ, A. ; LOPES, C. E. P. ; BRASIL, Felipe da Costa ; SILVA, E. M.
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210
Curso de Engenharia Ambiental
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17. FERNANDES, A. M. ; NASCIMENTO, R. J. ; KUBOTA, F. Y. ; BRASIL, Felipe da Costa ;
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caracteres radiculares e eficiência de absorção de fósforo em feijoeiro.. In: XXVIII Congresso
Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais, 2001. p. 104.
18. BRASIL, Felipe da Costa ; RAPOSO, T. P. ; STOCCO, F. C. ; MOURA, T. P. ; SOUZA JUNIOR,
S. J. ; CONSTANTINI, A. ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Estudo da
variação sazonal de características radiculares de Brachiaria humidicola.. In: XXVIII Congresso
Brasileiro de Ciência do Solo, 2001, Londrina. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciência do
Solo, 2001. p. 139-139.
19. CONSTANTINI, A. ; CONSENTINO, D. ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; BRASIL,
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20. FERREIRA, F. P. ; BARRETO, B. R. ; BATISTA, Q. R ; SILVA, L. G. ; REIS, V. M. ; BRASIL,
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Alterações na morfologia radicular de cana-de-açucar var RB 72-454 (Híbridos interespecíficos de
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NACIONAL DE BOTÂNICA, 2001, João Pessoa. Livro de Resumos, 2001. v. 1. p. 97-98.
21. MOURA, T. P. ; RAPOSO, T. P. ; STOCCO, F. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA,
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22. RAPOSO, T. P. ; MOURA, T. P. ; STOCCO, F. C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA,
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2 DA CONVENCIÓN INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN SUPERIOR., 1999, Habana, Cuba.
Libro de Resúmenes, 2 DA CONVENCIÓN INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN SUPERIOR..
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ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Determinação de Parâmetros Radiculares
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211
Curso de Engenharia Ambiental
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XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98Resumos da XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas, 1998. p. 376.
27. BRASIL, Felipe da Costa ; GENUNCIO, G. C. ; ZONTA, Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar
Pereyra ; ALVES, B. J. R. ; URQUIAGA, S. . Parâmetros Radiculares de Brachiaria Humidícula:
Avaliação In Situ, Por Análise de Imagens.. In: XXIII Reunião Bras. Fertilidade do Solo e Nutrição de
Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98- Resumos da XXIII Reunião Bras. Fertilidade do Solo e Nutrição
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28. GENUNCIO, G. C. ; COSTA, A. P. S. ; OLIVARES, F. L. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ZONTA,
Everaldo ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra . Uso de Vermelho Congo Como Corante Vital Em
Raízes de Brachiaria Decumbens.. In: XXIII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de
Plantas, 1998, Caxambú. FertBIO 98- Resumos da XXIII Reunião Brasileira de fertilidade do Solo e
Nutrição de Plantas, 1998. p. 378.
29. BRASIL, Felipe da Costa ; MACEDO, R. ; TARRÉ, R. ; FERREIRA, E. ; RESENDE, A. S. ;
ALVES, B. J. R. ; URQUIAGA, S. . Efeito da liteira da leguminosa na decomposição da liteira de
Panicum maximum e na liberação de N, P e K para o solo.. In: XXIII Reunião Bras. Fertilidade do
Solo e Nutrição de Plantas, 1998, Caxambu. ANAIS, 1998. p. 742.
30. BRASIL, Felipe da Costa ; COSTA, J. L. ; ALMEIDA, R. ; PINTO, R. P. ; ZONTA, Everaldo .
Precocidade e produtividade de duas cultivares de cucurbitáceas de hábito e características fenológicas
contrastantes. In: VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997, Seropédica - RJ. Anais do VIII
Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997. v. 1. p. 1-1.
31. BRASIL, Felipe da Costa ; COSTA, J. L. ; ALMEIDA, R. ; PINTO, R. P. ; ZONTA, Everaldo .
Ocorrência de pragas e doenças em duas cultivares de cucurbitáceas no Estado do Rio de Janeiro. In:
VIII Seminário Bienal de Pesquisa da UFRRJ, 1997, Seropédica - RJ. Anais do VIII Seminário Bienal
de Pesquisa da UFRRJ, 1997. v. 1. p. 1-1.
Apresentações de Trabalho
1. BRASIL, Felipe da Costa . Gerenciamento de Resíduos Sólidos : Legislação e Adequação
Ambiental, frente aos novos desafios da Politica Nacional de Resíduos. 2011. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
2. BRASIL, Felipe da Costa . Transposição do Rio Paraiba do Sul - vantagens e desvantagens. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
3. BRASIL, Felipe da Costa . Fitorremediação de solos contaminados com metais pesados. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
4. BRASIL, Felipe da Costa . Estudo de Impacto Ambiental. 2006. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
5. BRASIL, Felipe da Costa . Politicas ambientais públicas no estado do Rio de Janeiro. 2005.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
6. BRASIL, Felipe da Costa . As prinicpais regiões fitogeográficas brasileiras: Ênfase a degradação
ambiental.. 2004. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
7. BRASIL, Felipe da Costa ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; OLIVEIRA, Maria Do Rosário
Gamito . Dinâmica Radical de Gramíneas Forrageiras: Aplicação de Novas Metodologias.. 2003.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
212
Curso de Engenharia Ambiental
USS
8. BRASIL, Felipe da Costa . Avaliação das características morfológicas do sistema radicular.
Aspectos morfológicos e aplicações nos estudos de solos florestais.. 2001. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
9. BRASIL, Felipe da Costa . Dinâmica Radicular em Pastagens. 1999. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
10. BRASIL, Felipe da Costa . Manejo de Pastagens. 1999. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou
palestra).
11. BRASIL, Felipe da Costa . Aspectos Gerais em Manejo de Pastagens. 1998. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
12. BRASIL, Felipe da Costa . Pastagens na Baixada litorânea. 1998. (Apresentação de
Trabalho/Conferência ou palestra).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa . Jardinagem I. Rio de Janeiro: Sociedade nacional de
agricultura, 1998 (Apostila).
2. SANTOS, L. M. ; BRASIL, Felipe da Costa . Jardinagem II. Rio de Janeiro: Sociedade nacional de
Agricultura, 1998 (Apostila).
Produção técnica
Trabalhos técnicos
1. BRASIL, Felipe da Costa . Consultoria para o Licenciamento Ambiental da empresa Serraria
Tomazini de Barra do Pirai Ltda. 2010.
2. ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa . Assessor de trabalhos de pesquisa e análises
realizadas no Laboratório de Estudo das Relações Solo-Planta na UFRRJ. 2010.
3. BRASIL, Felipe da Costa ; Silva, H.L.A. . Programa Ambiental para a Construção da Obra da PCH
- Paracambi -RJ. 2010.
4. BRASIL, Felipe da Costa ; Silva, H.L.A. . Programa de recuperação de Áreas Degradadas da obra
de construção da PCH-Paracambi-RJ. 2010.
5. BRASIL, Felipe da Costa . Consultoria para o Licenciamento Ambiental da empresa Paulo M.M.
Ghetti Serraria ME. 2009.
6. BRASIL, Felipe da Costa ; TARRÉ, R. ; Marques, F ; Espindoloa, C.B. . Elaboração do Relatório
Ambiental Preliminar (RAP) sobre as atividades de remoção de Plantas Aquáticas da empresa Light
Energia SA.. 2009.
7. BRASIL, Felipe da Costa . Laudo Técnico Agronômico. 2009.
Demais tipos de produção técnica
1. BRASIL, Felipe da Costa . Licenciamento Ambiental. 2008. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
2. BRASIL, Felipe da Costa . Métodos para Avaliar a Emissão de Gases de Efeito Estufa. 2008.
(Curso de curta duração ministrado/Extensão).
213
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3. BRASIL, Felipe da Costa ; Lima, S.R. . Programa Atualidades : Riscos Ambientais do Acidente na
Mineradora Rio Pomba - MG. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
4. BRASIL, Felipe da Costa . Mudanças Climáticas Globais. 2007. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
5. BRASIL, Felipe da Costa ; Americano, Branca ; Antonio da Hora . Programa Atualidades: Dia
Mundial da Conservação do Solo. 2007. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
6. BRASIL, Felipe da Costa ; Lucia Leme ; Milton Coelho da Graça ; Aluizio Granato Andrade .
Participação em um debate no Programa Espaço Publico na TVE Brasil com Jornalista Lucia Leme.
2007. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
7. BRASIL, Felipe da Costa ; Lucia Leme . Programa Espaço Publico - TV Brasil. 2007. (Programa de
rádio ou TV/Entrevista).
8. BRASIL, Felipe da Costa . Dia Mundial da Água. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
9. ZONTA, Everaldo ; LIMA, E. ; AMARAL SOBRINHO, N. M. B. ; Mazur, N. ; Balieiro, F. ;
Ceddia, M.B. ; Oliveira, C. ; BRASIL, Felipe da Costa ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ;
PEREIRA, Marcos Gervasio . . Sistema solo-planta - Um enfoque para as atividades de perfuração
terrestre. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
10. BRASIL, Felipe da Costa . Participação em um Debate no Programa Espaço Publico da TVE
Brasil com a Jornalista Lucia Leme. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
11. BRASIL, Felipe da Costa . Participação em um debate no Programa Espaço Publico na TVE Brasil
com Jornalista Lucia Leme. 2006. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
12. BRASIL, Felipe da Costa . Catatrofes climaticas globais. 2006. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
13. BRASIL, Felipe da Costa . Manejo de pastagens. 1997. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
14. BRASIL, Felipe da Costa . Ciclo de Atualização em Bovinocultura durante a XIV a XIV Semana
do Médico Veterinário - UFRRJ. 1997. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Demais trabalhos
1. PALMIERI, Francesco ; ANJOS, Lucia Helena Cunha dos ; ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ;
PEREIRA, Marcos Gervasio ; ZONTA, Everaldo ; BRASIL, Felipe da Costa ; OUTROS .
Recuperação de Áreas Degradadas na Região da Mata Atlântica - Projeto RADEMA / PRODETAB
106/02/99. 1999 (Participação em Projetos de Pesquisa).
2. ROSSIELLO, Roberto Oscar Pereyra ; BRASIL, Felipe da Costa . Caracterização da Tolerância ao
Estresse de Aluminio em Arroz de sequeiro. 1997 (Participação em Projetos de Pesquisa).
3. BRASIL, Felipe da Costa . Avaliação de mecanismos de tolerância ao estresse de alumínio e sua
expressào genotípica em cultivares de arroz II.. 1997 (Participação em Projetos de Pesquisa).
4. BRASIL, Felipe da Costa ; SOUTO, S. M. . Seleção de Estirpes de Bradyrizobium Para
Leguminosas Forrageiras Tropicais. 1994 (bolsa de iniciação).
214
Curso de Engenharia Ambiental
USS
JOSE LEANDRO CASA NOVA
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. ALMEIDA, J. L. C. N. ; Albuquerque ; Fortes . Análise da Qualidade de Energia de Pequenas
Máquinas com Imãs Permanentes no Rotor como Gerador. In: IX CONFERÊNCIA BRASILEIRA
SOBRE QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA, 2011, Cuiabá. IX CBQEE, 2011.
2. ALMEIDA, J. L. C. N. ; Fortes ; Albuquerque ; Pinto, V. M. ; Carvalho, S. da S. . Motores de
Indução Trifásico Alimentados por Conversores Uma Análise sob o Aspecto de Perdas na Ventilação.
In: Congresso Brasileiro de Manutenção, 2010, Bento Gonçalves. 25 Congresso Brasileiro de
Manutenção, 2010.
3.
ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Fortes . Analytical method for the design of a machine
with aligned and skewed permanent magnets. In: IEEE International Symposium on Industrial
Electronics, 2010, Bari. Proceedings of the 2010 IEEE International Symposium on Industrial
Electronics, 2010. v. 1. p. 1210-1217.
4. ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Carvalho . Otimização Energética em Sistemas Elétricos e
Térmicos numa Metalúrgica de Pequeno Porte: Aspectos Comportamentais e Novas Tecnologias. In:
Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, 2008, Salvador. V Congresso Nacional de Engenharia
Mecânica, 2008.
5. ALMEIDA, J. L. C. N. ; SOUZA, T. M. ; Magalhães Sobrinho . Desempenho de uma microcentral
hidrelétrica utilizando gerador de imãs permanentes. In: Congresso Latino Americano de Geração e
Transmissão de Energia, 2007, Val Paraiso. VII Congresso Latino Americano de Geração e
Transmissão de Energia, 2007.
LEONARDO NUNES DORNELAS
Demais tipos de produção técnica
1. DORNELAS, L. N. . Física Térmica. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
2. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
3. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
4. DORNELAS, L. N. . Introdução ao Cálculo. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
5. DORNELAS, L. N. . Física Eletromagnética. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
LUZIA TEIXEIRA DE AZEVEDO SOARES SEMÊDO
Artigos completos publicados em periódicos
1. GOMES, R. C. ; SOARES, R. M. A. ; Nakamura, C ; Thais Souto-Padrón ; SOUZA, R. F. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Streptomyces lunalinharesii spores
contain chitin on the outer sheath. FEMS Microbiology Letters , v. 286, p. 118-123, 2008.
2. SOUZA, R. F. ; COELHO, R. R. R. ; MACRAE, A. ; SOARES, R. M. A. ; NERY, D.C.M. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; GOMES, R. C. . Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a
novel chitinolytic streptomycete isolated from cerrado soil, Brazil.. International Journal of Systematic
and Evolutionary Microbiology , v. 58, p. 2774-2778, 2008.
215
Curso de Engenharia Ambiental
USS
3. SACRAMENTO, D. R. ; COELHO, R. R. R. ; LINHARES, L. F. ; Wigg, M.D. ; SEMÊDO, L. T.
A. S. ; SILVA, A. J. R. . Antimicrobial and antiviral activities of an actinomycete (Streptomyces sp.)
isolated from a Brazilian tropical forest soil. Word Journal of Microbiology & Biotechnology, v. 20, n.
3, p. 225-229, 2004.
4.
SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; DUARTE, G. F. ;
NASCIMENTO, R. P. ; ROSADO, A. ; MARGIS, M. ; MARGIS, R. ; SILVA, K.R.A. ; ALVIANO,
C. S. . Streptomyces drozdowiczii sp. nov., a novel cellulolytic streptomycete from soil in Brazil.
International Journal Systematic Evolutionary Microbiology, v. 54, p. 1323-1328, 2004.
5. REIS, S. A. ; Costa L.V. ; Cavalcanti, E ; GIAMBIAGI-DE-MARVAL, M. ; COELHO, R. R. R. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. ; MOUSSATCHE, N. ; DAMASO, C. . Protein synthesis inhibitory activity in
culture filtrates from strains of Streptomyces isolated from Brazilian tropical soil. Letters in Applied
Microbiology , v. 37, p. 138-143, 2003.
6. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SOARES, R. M. A. ; LINHARES, L. F. ; ULHOA, C. J. ;
ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Purification of a thermostable endochitinase from a
Streptomyces RC1071 isolated from a cerrado soil and its antagonism against phytopathogenic fungi.
Journal Applied Microbiology, Estados Unidos, v. 90, p. 653-661, 2001.
7. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; GOMES, R. C. ; MANFIO, G. P. ; ALVIANO, C. S. ;
LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Isolation and characterization of actinomycetes from
Brazilian tropical soils. Microbiological Research, Estados Unidos, v. 155, p. 291-299, 2001.
8. MIRANDA, M. M.F.S ; GONCALVES, J.L.S. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ;
LINHARES, A. A. ; COELHO, R. R. R. ; SANTOS, M.G.M. ; Wigg, M.D. . Atividade anti-HSV-1 de
actinomicetos isolados de solos brasileiros. Revista Brasileira de Farmácia ., Brasil, v. v.82, n. 1/2, p.
25-28, 2001.
9.
SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; BON, E. P. S. ; SOARES, R. M. A. ; LINHARES, L.
F. ; COELHO, R. R. R. . Endocellulases and exocellulases activities of two Streptomyces spp. isolated
from a forest soil. Applied Biochemistry and Biotechnology , Nova Jersey, v. 84-86, p. 267-276,
2000.
10. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO, C. S. ; LINHARES, L.
F. ; COELHO, R. R. R. . Chitinolytic actinomycetes isolated from a Brazilian tropical soil active
against phytopatogenic fungi. World Journal of Microbiology and Biotechnology , Nova Zelândia,
v. 16, p. 109-110, 2000.
11. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO, C. S. ; LINHARES, L.
F. ; COELHO, R. R. R. . Chitinolytic activity of actinomycetes froma cerrado soil and their potential
in biocontrol . Letters On Applied Microbiology, Grã Bretanha, v. 30, p. 146-150, 2000.
12. GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; GUIMARÃES, A. C. C. ;
ALVIANO, C. S. ; LINHARES, L. F. ; COELHO, R. R. R. . Efficiency of the dispersion and
differential centrifugation technique in the isolation of chitinolytic actinomycete population from an a
acid soil. World Journal of Microbiology and Biotechnology , Netherlands, v. 15, p. 53-56, 1999.
13. COELHO, R. R. R. ; LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; CRUZ, F. S. . Culture filtrates of
actinomycetes isolated from a tropical soil inhibit Trypanosoma cruzi replication in vitro. Revista
Brasileira de Microbiologia, Brasil, v. 26, n. 4, p. 307-313, 1995.
Capítulos de livros publicados
1. SEMÊDO, L. T. A. S. . Ecologia Microbiana. Ciências Ambientais. : Ed. Unigranrio, 2004, v. , p. -.
216
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Textos em jornais de notícias/revistas
1. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. . Fitorremediação: uma tecnologia de ponta. Súmula
Ambiental - Firjan, Brasil, p. 3 - 3, 01 abr. 2004.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. DEVERAS, J.L.A. ; MALHEIROS, M.V. ; JUNQUEIRA, C.M. ; VACCARO, V.L. ; GOMES, R.
C. ; Freire, F.C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. . RASTREAMENTO DOS PACIENTES COM
TUBERCULOSE DA CIDADE DE VASSOURAS RJ EM 2003, 2004 E 2005. In: IX Encontro de
Iniciação Científica, 2010, Vassouras. IX Encontro de Iniciação Científica, 2010.
2. CARVALHO, G.T. ; DEVERAS, J.L.A. ; GARCIA, M.A.N. ; SOUZA, H.D.F. ; GOMES, R. C. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE ACTINOBACTÉRIAS ISOLADAS
DE SOLOS BRASILEIROS FRENTE A BACTÉRIAS DE ORIGEM HOSPITALAR. In: IX
Encontro de Iniciação Científica - IX ENIC, 2010, Vassouras. IX Encontro de Iniciação Científica - IX
ENIC, 2010.
3. SANTOS, S.J.D.M. ; SEIXAS, J.M.F. ; TORRES, D.M. ; GOMES, R. C. ; Cardoso ; SEMÊDO, L.
T. A. S. . SELEÇÃO DE ACTINOBACTÉRIAS COM CAPACIDADE PARA PRODUÇÃO DE
BIOSURFACTANTES. In: IX Encontro de Iniciação Científica - ENIC, 2010, Vassouras. IX
Encontro de Iniciação Científica - ENIC, 2010.
4. SEIXAS, J. M. F. ; TORRES, D.M. ; SOUZA, H.D.F. ; GOMES, R. C. ; Cardoso ; SEMÊDO, L. T.
A. S. . ISOLAMENTO DE MICRORGANISMOS DE SOLO CONTAMINADO COM DIESEL EM
DIFERENTES MEIOS DE CULTIVO. In: Simpósio Mineiro de Ciência do Solo, 2010, Viçosa.
Simpósio Mineiro de Ciência do Solo, 2010.
5. OLIVEIRA, C.C.S. ; MAZZA, F. C. ; PAREDES, R.S. ; SOUZA, H.D.F. ; GOMES, R. C. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. . Bioprospecção de actinomicetos em solo de cerrado. In: VII Encontro de
Iniciação Científica - ENIC, 2008, Vassouras. Anais do VII Encontro de Iniciação Científica - ENIC.
Vassouras, 2008. p. 218-221.
6. TORRES, F. M. ; LOPES, R.A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. . Purificação de três
quitinases produzidas pelo Streptomyces sp. RCQ16 potencial inibidor de fungos patogênicos. In: VI
ENIC, 2007, Vassouras. VI Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007.
7. LEITE, D. M. C. ; TORRES, F. M. ; PEREIRA, D.S. ; MAROTTA, I.M. ; SALES, S.M. ;
FERREIRA, M. S. ; DANTAS, A.P. ; SPERANDIO, G.M. ; GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. .
Atividade Antimicrobiana De Extratos Vegetais Contra Patógenos Hospitalares. In: VI ENIC, 2007,
Vassouras. VI Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007.
8. CESAR, G.P. ; REIS, F.S.A. ; PEREIRA, G.C.C. ; ANDRADE, L.M.F.S. ; ABRAHÃO, N.P. ;
RIBEIRO, T.D. ; GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. . Análise De Dados De Pacientes HivPositivos Em Tratamento Na Cidade De Volta Redonda-Rj. In: VI ENIC, 2007, Vassouras. VI
Encontro de Iniciação Científica da USS, 2007.
9. SALIM, T. R. ; VCHIEYAMA, S. S. T. ; LIMA, M. N. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. .
Isolamento de actinomicetos do solo da região sul fluminense com potencial inibidor de Fonseceae
pedrosoi. In: IV ENIC, 2005, Vassouras. IV ENIC, 2005.
Resumos publicados em anais de congressos
1. DEVERAS, J.L.A. ; VACCARO, V.L. ; MALHEIROS, M.V. ; JUNQUEIRA, C.M. ; GOMES, R.
C. ; Freire, F.C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. . ANÁLISE DOS CASOS DE TUBERCULOSE
217
Curso de Engenharia Ambiental
USS
OCORRIDOS DE 2003 A 2010 NA CIDADE DE VASSOURAS - RJ. In: VII Congresso de Clínica
Médica do Estado do RJ, 2010, Rio de Janeiro. VII Congresso de Clínica Médica do Estado do RJ,
2010.
2. PEREIRA, P. H. F ; SOUZA, R. F. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. ; MACRAE, A. .
Utilização de Taxonomia Polifásica para identificação da estirpe Streptomyces sp 594. In: XXV
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2009, Porto de Galinhas. XXV Congresso Brasileiro de
Microbiologia, 2009.
3. ROSA, J. P. ; FRANCO, M.N. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; KORENBAUM, E. ; MACRAE, A. ;
SELDIN, L. ; COELHO, R. R. R. . Identificação Molecular de actinomicetos produtores de
substâncias antimicrobianas ativas contra Bacillus pumillus LF4 isoladas de reservatório de petróleo..
In: XXV Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2009, Porto de Galinhas. XXV Congresso Brasileiro
de Microbiologia, 2009.
4. OLIVEIRA, C.C.S. ; MAZZA, F. C. ; PAREDES, R.S. ; SOUZA, H.D.F. ; GOMES, R. C. ;
SEMÊDO, L. T. A. S. . Aplicações Biotecnológicas de Actinobactérias em Solo de Cerrado. In: 11º.
Encontro Regional de Biomedicina, 2008, Botucatu, SP. 11º. Encontro Regional de Biomedicina,
2008.
5. PEREIRA, P. H. F ; MACRAE, A. ; COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; SACRAMENTO,
D. R. ; SOUZA, R. F. . Testes Fisiológicos no Auxílio da Identificação da Espécie Nova Streptomyces
lunalinharesii.. In: XXX Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e Cultural, UFRJ,
2008, Rio de Janeiro. Anais da XXX Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Artística e
Cultural UFRJ, 2008.
6. SOUZA, R. F. ; GOMES, R. C. ; SOARES, R. M. A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. .
Streptomyces lunalinharesii sp. nov. a novel chitinolytic and antifungal streptomycete isolated from
Cerrado soil, Brazil. In: In: International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007,
NewCastle. International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007.
7. LEMOS, A. R. M. ; Castro, T.D.M ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. . Inibição "in vitro" de
Sporothrix schenckii pelo actinomiceto RSF71. In: V ENIC, 2006, Vassouras. V Encontro de
Iniciação Científica da USS, 2006.
8. CHAVES, R.M ; FRANCO, M.N. ; FERREIRA, N.S. ; SANTOS, V.B.S. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ;
COELHO, R. R. R. ; MACRAE, A. . Identificação taxonomica de uma possível espécie nova de
actinomiceto isolado de solo brasileiro (Streptomyces sp).. In: XXVIII Jornada Giulio Massarani de
Iniciação Científica, artísitca e cultural, 2006, Rio de Janeiro. XXVIII Jornada Giulio Massarani de
Iniciação Científica, artísitca e cultural., 2006.
9. GOMES, R. C. ; SOARES, R. M. A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; ALVIANO, C. S. ; Nakamura, C ;
NAKAMURA, S. . Immunocitochemical localization of chitin on the surface of the Streptomyces sp..
In: Simpósio de Metodologias Integradas no Estudo da Biologia - MICROMAT, 2002, Curitiba.
Simpósio de Metodologias Integradas no Estudo da Biologia - MICROMAT, 2002.
10. SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; ROSADO, A. ; DUARTE, G. F. ;
MARGIS, R. ; ALVIANO, C. S. ; MANFIO, G. P. ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, R. R. R. .
Estratégias para identificação de Streptomyces. In: I Encontro de Iniciação Científica da USS, 2001,
Vassouras. I Encontro de Iniciação Científica da USS, 2001.
11. LOPES, C. ; SOUZA, R. F. ; GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; NASCIMENTO, R. P. ;
COELHO, R. R. R. . Detecção de celulases e xilanases em actinomicetos isolados de solo e folha de
um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçú. Anais
do XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001.
218
Curso de Engenharia Ambiental
USS
12. KANDA, C. T. ; SOUZA, R. F. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; NASCIMENTO, R. P. ; FERREIRA, M.
S. ; ALVIANO, C. S. ; GOMES, R. C. ; COELHO, R. R. R. . Atividade celulolítica do Streptomyces
RCQ16. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçú. Anais do XXI
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001.
13. LINHARES, A. A. ; SACRAMENTO, D. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; BON, E. P. S. ; COELHO,
R. R. R. . Numerical clasification of two lignolytic actinomycetes species isolated from cerrado soil.
In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçú. Anais do XXI Congresso
Brasileiro de Microbiologia, 2001.
14.
SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; DUARTE, G. F. ; ROSADO, A.
; MARGIS, R. ; ALVIANO, C. S. ; MANFIO, G. P. ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, R. R. R. . Total
16S rDNA sequencing of one strain of cellulolytic Streptomyces. In: XXI Congresso Brasileiro de
Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçú. Anais do XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001.
15.
SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, A. A. ; ROSADO, A. ; DUARTE, G. F.
; MANFIO, G. P. ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO, C. S. ; COELHO, R. R. R. . Partial sequencing
16S rDNA of one strain Streptomyces. In: XXIX Reunião Anual da SBBq, 2000, Caxambu, 2000.
16. SOUZA, R. F. ; GOMES, R. C. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. ; SOARES, R. M. A.
. Purification of chitinases produces by Colletotrichum gloeosporioides. In: XXIX Reunião Anual da
SBBq, 2000, Caxambu, 2000.
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219
Curso de Engenharia Ambiental
USS
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220
Curso de Engenharia Ambiental
USS
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Curso de Engenharia Ambiental
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222
Curso de Engenharia Ambiental
USS
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Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio
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de actinomicetos de solos tropicais pela técnica de dispersão e centrifugação diferencial. In: XVII
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Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de
Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio
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Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias,
Simpósio Especial sobre Cólera, 1993.
66. LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; CRUZ, F. S. ; COELHO, R. R. R. . Actinomicetos isolados
de solos tropicais com atividade contra Trypanosoma cruzi. In: XVII Congresso Brasileiro de
Microbiologia, X SINAFERM, IV ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio
Especial sobre Cólera, 1993, Santos. XVII Congresso Brasileiro de Microbiologia, X SINAFERM, IV
ENAMA, V Simpósio Nacional de Micobactérias, Simpósio Especial sobre Cólera, 1993.
67. COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. ; LINHARES, L. F. . Atividade
de tirosinase (fenoloxidase) em amostras de actinomicetos melanogênicos. In: XVI Congresso
Brasileiro de Microbiologia, 1991. XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991.
68. LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; CRUZ, F. S. ; COELHO, R. R. R. . Ensaio de produtos de
excreção de actinomicetos sobre Trypanosoma cruzi. In: XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia,
1991, Santos. XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991.
69. M.C.SILVA, ; TEIXEIRA, L. A. ; LOPES, A. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; COELHO, R. R. R. ;
BENCHETRIT, L. ; CRUZ, F. S. . Medida da atividade de extratos de actinomicetos no crescimento
de bactérias Gram positivas. In: XVI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991, Santos. XVI
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1991.
70. COELHO, R. R. R. ; SEMÊDO, L. T. A. S. ; GOMES, R. C. ; LINHARES, L. F. . Presença de
actinomicetos produtores de pigmentos escuros (melaninas) em solos de cerrado. In: III Encontro
Nacional de Microbiologia Ambiental, 1990. III Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental,
1990.
223
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Produção técnica
Trabalhos técnicos
1. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. . Polimento da Lagoa de Tratamento de Efluentes das
Indústrias Nucleares do Brasil - INB.. 2001.
2. SEMÊDO, L. T. A. S. ; LINHARES, A. A. . Gerenciamento de Resíduos. 2001.
Demais tipos de produção técnica
1. SEMÊDO, L. T. A. S. . GLOBO CIÊNCIA. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
MARCIO FIGUEIREDO DE SOUZA
Produção técnica
Trabalhos técnicos
1.
SOUZA, M. F. . Projeto de Implantação para Qualidade Total em Fornecedores da Cia.
Siderúrgica Nacional. 1998.
2. SOUZA, M. F. . Preparação de Sistema da Qualidade ISO 9000 na Fundição Cataguases. 1998.
3.
SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de Gestão da Qualidade na CBV Indústria Mecânica SA.
1996.
4.
SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de Gestão da Qualidade na FICAP SA. 1995.
5.
SOUZA, M. F. . Auditoria em Sistema de gestão da Qualidade no Grupo BRASMOTOR. 1995.
Demais tipos de produção técnica
1. SOUZA, M. F. . Mini curso Interpretação norma NBR ISO 9001:2000. 2008. (Curso de curta
duração ministrado/Outra).
2. SOUZA, M. F. . 1º Encontro de Contabilistas de Barra do Piraí. 2007. .
3. SOUZA, M. F. . Seminário de Logística da Região Sul Fluminense. 2005. .
4. SOUZA, M. F. . Estatística Básica Industrial. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
5. SOUZA, M. F. . Seminário Sistema da Qualidade ABNT NBR ISO 9002:1994. 1994. (Curso de
curta duração ministrado/Outra).
6.
SOUZA, M. F. . Palestra Qualidade ISO 9000 para Administradores. 1994. (Curso de curta
duração ministrado/Outra).
7. SOUZA, M. F. . Palestra Sistema de Garantia da Qualidade. 1993. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
8. SOUZA, M. F. . Palestra Qualidade voltada para a Segurança. 1992. (Curso de curta duração
ministrado/Outra).
MARCELO ACHA ALEXANDRE
Produção bibliográfica
224
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Apresentações de Trabalho
1. ALEXANDRE, M. A. . Políticas ambientais no estado do Rio de Janeiro e as unidades de
conservação.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
2.
ALEXANDRE, M. A. . Arranjos produtivos locais e a nova dinâmica espacial da economia
brasileira. Algumas considerações. 2007. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
3. MELO, A. O. ; TEIXEIRA, B. E. ; ALEXANDRE, M. A. . A importância da Geografia da
Percepção e do Comportamento para a ciência geográfica: algumas considerações.. 2007.
(Apresentação de Trabalho/Simpósio).
4. ALEXANDRE, M. A. . Geografia quantitativa: análise espacial de dados estatísticos. Conceitos e
ferramentas. 2006. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
5. ALEXANDRE, M. A. . (Re)visitando o Rio de Janeiro: a transformação urbana. 2006.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
6.
ALEXANDRE, M. A. . Ordenamento territorial e políticas de gestão ambiental em unidades de
conservação no estado do Rio de Janeiro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
7. ALEXANDRE, M. A. . Políticas de gerenciamento para unidades de conservação. 1999.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
MARCO ANTONIO SOARES DE SOUZA
Artigos completos publicados em periódicos
1.
SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; LEON, Leonor . Effect of Amidine
Derivates on Parasite-Macrophage Interaction and Evaluation of Toxicity. ArzneimittelForschung , Alemanha, v. 52, n. 6, p. 489-493, 2002.
2.
SOUZA, M. A. S. ; MOTTA JÚNIOR, Paulo José da ; ALVES, Emanuelle Milfonte ;
BRAZ, Rafaela Pereira . Modelagem Molecular Aplicada ao Desenvolvimento Racional de
Drogas com Atividade Anti-Cárie . Revista Fluminense de Odontologia, Brasil, v. 17, p. 10-11,
2001.
3.
CAVALHEIRO, Marilena Canto ; SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar
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Amastigotes. Arzneimittel-Forschung , Alemanha, v. 50, n. 10, p. 925-928, 2000.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, M. G. .
isoquiritigenina: flavonóide com atividade inibidora do óxido nítrico e da ecdise de Oncopeltus
fascitus. In: 61ª. Reunião Anual da SBPC, 2009, Manaus-AM. 61ª. Reunião Anual da SBPC,
2009. p. 4188-4188.
2.
SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Pereira, I.A ; Souza, M.M.S ; Lehmann, R.B. ;
Coelho, S.M.O. ; Immediato, T.C.M. . ALTERAÇÕES FENOTÍPICAS OBSERVADAS EM
Streptococcus mutans DECORRENTES DA EXPOSIÇÃO A CAMPO MAGNÉTICO. In: IV
Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV
ENIC, 2005.
3. SOUZA, M. A. S. ; Costa, T.A. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; NEVES, Aurea Echevarria
Aznar . PREDIÇÃO VIA MODELAGEM MOLECULAR DAS CORRELAÇÕES ENTRE
225
Curso de Engenharia Ambiental
USS
PARÂMETROS TEÓRICOS E EMPÍRICOS PARA UMA CLASSE DE COMPOSTOS N,N DIFENIL-4-R-BENZAMIDINAS MONO-SUBSTITUÍDAS BIOLOGICAMENTE ATIVOS.
In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos
do IV ENIC, 2005.
4. SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; Silva, I.M. . AVALIAÇÃO DA
ATIVIDADE CITOTÓXICA DE EXTRATOS VEGETAIS E DA PRÓPOLIS SOBRE
MACRÓFAGOS DE CAMUNDONGOS. In: IV Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV ENIC, 2005.
5. SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. ; Silva, I.M. . ATIVIDADE
ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS VEGETAIS E DA PRÓPOLIS EM COMPARAÇÃO
COM SUBSTÂNCIAS ANTISSÉPTICAS TRADICIONAIS SOBRE BACTÉRIAS ORAIS.
In: IV Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Anais do
IV ENIC, 2005.
6.
SOUZA, M. A. S. ; MOTTA JÚNIOR, Paulo José da . Estudos Teóricos Preliminares do
Mecanismo de Inibição da Glicosiltransferase do Streptococcus Mutans Pelos Flavonóides
Galancina e Pinocembrina. In: XI Encontro de Biólogos do Rio de Janeiro e Espírito Santo,
2002, Petrobrás - Rio de Janeiro-RJ. Livro de Resumos do XI Encontro de Biólogos do Rio de
Janeiro e Espírito Santo, 2002.
7. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Baldani, C.D. ; Freire, R.B. . Interação Entre a Extrusão de
Citocinas e o Parasitismo por Leishmania brasiliensis. In: XII Congresso Brasileiro de
Parasitologia Veterinária, 2002, Rio de Janeiro - RJ. Livro de Resumos do XII Congresso
Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002.
8. SOUZA, M. A. S. . Imunomodulação por apoptose Induzida por Micotoxinas e o Parasitismo
por Leishmania brasiliensis. In: XII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002,
Rio de Janeiro - RJ. Livro de Resumos do XII Congresso Brasileiro de Parasitologia
Veterinária, 2002.
9. SOUZA, M. A. S. . A Modelagem Molecular Aplicada ao Ensino de Química Orgânica, Caso I:
O Estudo da Ligação de Hidrogênio. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da
USS, 2001, Vassouras - RJ. Livro de Resumos do I Encontro de Iniciação de Pesquisadores da
USS, 2001.
10. SOUZA, M. A. S. . A Modelagem Molecular Aplicada ao Ensino de Química Orgânica, Caso
II: O Estudo da Aromaticidade. In: I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores da USS,
2001, Vassouras - RJ. Livro de Resumos do I Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores
da USS, 2001.
11. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. . Molecular Modeling is a Tool to Predict
Interactions Between Mycotoxins And Cellular Receptors. In: Congresso da IUPAC Mycotoxins and Phycotoxins, 2000, Guarujá - São Paulo. Anais do Congresso da IUPAC Mycotoxins and Phycotoxins, 2000.
12. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; Sant´anna, C.M. . Estudo Teórico do
Mecanismo de Inibição da Tripanotiona Redutase Por Aril-N,N'-Difenilbenzamidinas. In: 23ª
Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 2000, Poços de Caldas - MG - BR. Anais
da 23ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 2000.
13. SOUZA, M. A. S. . Associação do Cotidiano Com a Química na Busca de Uma Visão
Interdisciplinar do Licenciando Para Atuação no Ensino Médio. In: Anais da 52ª Reunião
Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), 2000, Brasília - DF - BR.
Anais da 52ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC),
2000.
226
Curso de Engenharia Ambiental
USS
14. SOUZA, M. A. S. . Graus de Associação do Quotidiano com a Química: Uma Evolução da 1ª a
3ª Séries do Ensino Médio. In: 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999,
Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química,
1999.
15. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar ; Sant´anna, C.M. . Estudo da Correlação
Entre Parâmetros Teóricos X Eletrônicos da Atividade Anti-Leishmania de Aril-N,N'Difenilbenzamidinas. In: 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999, Poços
de Caldas - MG - BR. Anais da 22ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1999.
16. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. ; Baldani, C.D. . Estudos Teóricos
Preliminares das Interações Moleculares Entre Micotoxinas e Proteínas Totais de Linfócitos. In:
XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador - BA - BR. Anais do XX
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999.
17. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar . Estudo Qualitativo por Fluorescência da
Interação de Heterociclos de Classe 1,3,4-Tiadiazólio com DNA. In: 20ª Reunião Anual da
Sociedade Brasileira de Química, 1997, Poços de Caldas - MG - BR. Anais da 20ª Reunião
Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1997.
18. SOUZA, M. A. S. ; NEVES, Aurea Echevarria Aznar . Síntese de Compostos Fluorescentes de
Classe 1, 3, 4 - Tiadiazólio. In: 19ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1996.
Anais da 19ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química, 1996.
19. SOUZA, M. A. S. ; FERREIRA, Aurélio Baird Buarque ; SILVA, Francisco Assis da .
Reatividade e Desativação Fotoquímica em Sistemas Di-pi-Metano. In: 41a Reunião Anual da
Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, 1989, Fortaleza. Anais da 41a Reunião Anual
da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, 1989.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M.
. Substâncias isoladas de Anadenanthera macrocarpa e Sesamun indicum apresentam toxicidade
e efeito anti-muda para Oncopeltus fasciatus. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia,
2006, Recife-PE. Anais XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
2. NARCISO, J. O. A. ; CABRAL, M. M. O. ; SOUZA, M. A. S. . Efeito de flavonóides sobre a
fisiologia de Oncopeltus fasciatus (Hemiptera). In: IV Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Anais do IV ENIC/USS, 2005.
3. NARCISO, J. O. A. ; SOUZA, M. A. S. ; CABRAL, M. M. O. . Estudo do efeito de flavona
isolada de Anadenanthera macrocarpa na concentração de fosfato do trato digestivo de
Oncopeltus fasciatus. In: XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia, 2005, Porto Alegre-RS.
Anais do XIX Congresso Brasileiro de Parasitologia, 2005.
4. CABRAL, M. M. O. ; NARCISO, J. O. A. ; FERREIRA, B. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M. .
Estudo do efeito de substâncias naturais de plantas na concentração de fosfato do trato digestivo
de Oncopeltus fasciatus. In: XVII Congresso Latinoamericano de Parasitologia, 2005, Mar Del
Plata-Chile. Boletín Chileno de Parasitologia y de parasitologia al dia, 2005. v. 60. p. 155-156.
Resumos publicados em anais de congressos
1. Oliva, M. S. ; SOARES, L. C. ; Pribul, B. R. ; Pereira, I.A ; SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S .
Prevalência de bactérias com potencial patogênico isoladas de mexilhões Perna perna
(Linnaeus, 1758) no Arquipélago de Santana- Macaé - RJ. In: VIII Conferência Sul-Americana
227
Curso de Engenharia Ambiental
USS
de Medicina Veterinária, 2008, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Medicina Veterinária,
2008.
2. NARCISO, J. O. A. ; CABRAL, M. M. O. ; SOUZA, M. A. S. ; CARVALHO, M. G. ;
GOMES, M. S. . Modelagem Molecular Aplicada ao Desenvolvimento de um Modelo de
Interação de Flavonóides com Receptor de Ecdisona de Oncopeltus fasciatus (Hemíptera). In:
59a Reunião Anual da SBPC, 2007, Belém/PA. Anais da 59a Reunião Anual da SBPC, 2007.
3. Oliva, M. S. ; Souza, M.M.S ; SOUZA, M. A. S. . Levantamento de Espécies Bacterianas
Isoladas a Partir de Moluscos Bivalves em Diferentes Pontos da Costa Brasileira. In: 24o
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2007, Brasília/DF. Anais do 24o Congresso Brasileiro
de Microbiologia, 2007.
4. NARCISO, J. O. A. ; FERREIRA, B. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; KATO, M. ;
CABRAL, M. M. O. . Atividade de substâncias naturais em hemiptera fitófago. In: V Encontro
de Iniciação científica da USS, 2006, Vassouras. Anais do V ENIC/USS, 2006.
5. SOUZA, M. A. S. ; Immediato, T.C.M. ; Coelho, S.M.O. ; CARVALHO, C. A. ; Brun, S.C. .
AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NA PROTEÍNA CODIFICADA PELO GENE mecA
ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE MODELAGEM MOLECULAR. In: IV Encontro de Iniciação
Científica e Pesquisadores da USS, 2005, Vassouras-RJ. Resumos do IV Enic, 2005.
6. NARCISO, J. O. A. ; BARBOSA, D. C. ; SOUZA, M. A. S. ; CABRAL, M. M. O. . Efeitos de
flavonóides sobre a fisiologia de Oncopeltus fasciatus. In: VI semana UERJ de meio ambiente,
2005, Rio de Janeiro-RJ. Anais da VI Semana UERJ de meio ambiente, 2005.
7. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; Freire, R.B. ; Baldani, C.D. . Fragmentação do DNA de
Macrófagos Expostos a Leishmania brasiliensis induzida por Citrinina. In: XII Congresso
Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002, Rio de Janeiro - RJ. Livro de Resumos do XII
Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2002.
8. SOUZA, M. A. S. ; Souza, M.M.S ; ALVES, Emanuelle Milfonte ; BRAZ, Rafaela Pereira ;
Coelho, S.M. . Estudos Comparativos da Eficiência de Antimicrobianos Frente a Isolados
Bacterianos no Laboratório de Ensaios Biológicos da USS. In: I Encontro de Iniciação
Científica e Pesquisadores da USS, 2001, Vassouras-RJ. I Encontro de Iniciação Científica e
Pesquisadores da USS, 2001.
Apresentações de Trabalho
1. BATISTA, I. L. A. ; SOUZA, M. A. S. ; PEREIRA, V. F. G. C. ; Souza, M.M.S ; Oliva, M. S. ;
SOARES, L. C. . Análise da Eficácia Antimicrobiana dos Extratos Metanólico e em Acetato de
Etila de Palythoa caribaeorum (Filo Cnidaria; Classe Anthozoa) Extraída dos Costões Rochosos
da ilha Comprida, Paraty, RJ. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Demais tipos de produção técnica
1. SOUZA, M. A. S. . APOSTILA PARA TREINO E APRENDIZAGEM DO USO
ADEQUADO DAS TABELAS DE DESCOMPRESSÃO. 2004. (Desenvolvimento de material
didático ou instrucional - Material Didático).
MIGUEL RASCADO FRAGUAS NETO
Artigos completos publicados em periódicos
228
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1.
FRAGUAS NETO, M. R. ; SANT'ANNA, C. M. R. ; COSTA, J. B. N. ; CARNEIRO, J. W. M. .
Structure-Activity Relationship Studies of New Acronine Analogues as Suggested by Molecular
Descriptors. Arzneimittel-Forschung , Alemanha, v. 55, n. 5, p. 282-285, 2005.
Resumos publicados em anais de congressos
1.
FRAGUAS NETO, M. R. . SUGESTÕES DE NOVOS ANÁLOGOS DA ACRONICINA
PREVISTOS POR DESCRITORES MOLECULARES. In: 25 REUNIÃO ANUAL DA SBQ, 2002,
POÇOS DE CALDAS. XX, 2002. v. XX. p. 00-01.
2.
FRAGUAS NETO, M. R. . AVALIAÇÃO DE ESTRUTURA ATIVIDADE UTILIZANDO
DESCRITORES ELETROSTÁTICOS, DE ANÁLOGOS DA ACRONICINA. In: 24 REUNIÃO
ANUAL DA SBQ, 2001, POÇOS DE CALDAS. XX, 2001. v. XX. p. 01-02.
3. FRAGUAS NETO, M. R. ; LIMA, M. E. F. ; ALEGRIO, L. V ; LEON, L. L ; ARAÚJO, C. A. C. .
Potencial Effects of Diarylheptanoids Extracted from Curcuma sp. in Leishmania amazonensis
Promastigotes. In: XIII Meeting of Brazilian Society of Protozoology, 1997, Caxambú - MG. Mem.
Inst. Oswaldo Cruz. Rio de Janeiro : Fiocruz, 1997. v. 92. p. 334-334.
4. FRAGUAS NETO, M. R. ; LIMA, M. E. F. ; VIEIRA NETO, O. ; ROCHA, A. C. . Síntese de
Novos Derivados Heterocíclicos com Potencial Atividade Antineoplásica. In: 19a Reunião Anual da
Sociedade Brasileira de Química, 1996, Poços de Caldas-MG. Livro de Resumos da 19a Reunião
Anual da Sociedade Brasileira de Química. São Paulo - SP : SOCIEDADE BRASILEIRA DE
QUÍMICA, 1996. v. 1.
Produção técnica
Demais tipos de produção técnica
1. FRAGUAS NETO, M. R. . USS - Seu Futuro em Um Dia. 2009. (Extensão).
2. FRAGUAS NETO, M. R. . CHEMSKETCH, uma Ferramenta para Construção de Moléculas
Orgânicas, Análises de Propriedades Químicas e Físicas, Previsão de Propriedades e Análises de suas
Estruturas em 3D. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ODILÉIA DA SILVA ROSA
Artigos completos publicados em periódicos
1. ROSA, O. S. ; Ivy Goulart ; Leonardo Casanova ; Monique S. Lehmann . Explorando as
transformações lineares no plano, através do software WINPLOT. Revista Eletrônica TECCEN , v.
2, p. 13-20, 2009.
2. ROSA, O. S. . O CONCEITO DE LIMITE: DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E
SUGESTÕES PARA SEU ENSINO. PESQUISAS E PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA , v. 1, p. 81-86, 2007.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. ROSA, O. S. ; Luciano Costa Pecoraro ; Francimare da Silva Rodrigues . Cálculo: areas e volumes
sem fórmulas. In: VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ESFEM, 2009, VASSOURAS. VII ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO
MATEMÁTICA, 2009. v. 1. p. 539-551.
Resumos publicados em anais de congressos
229
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes . Cálculo Diferencial e Integral: Aspectos Motivacionais. In:
VIII ESFEM - Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010, Vassouras. VIII ESFEM Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática, 2010. v. 1.
2.
ROSA, O. S. ; BUSSE, R. S. ; FLÁVIA DOS SANTOS SOARES . O CONCEITO DE LIMITE:
"DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E SUGESTÕES PARA SEU ENSINO. In: V
ENCONTRO SUL FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2007. V ENCONTRO SUL
FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTIVA. VASSOURAS, 2007. v. 5.
Apresentações de Trabalho
1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes . Cálculo Diferencial e Integral: Aspectos motivacionais.
2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Demais tipos de produção bibliográfica
ROSA, O. S. . O CONCEITO DE LIMITE: "DIFICULDADE DE APENDIZAGEM E
1.
SUGESTÕES PARA SEU ENSINO 2007 (POSTER).
Produção técnica
Produtos tecnológicos
1. ROSA, O. S. ; Patricia da Silva Nunes ; Chang, K.R. . Perfil Motivacional do Cálculo Diferencial e
Integral. 2011.
Demais tipos de produção técnica
1. ROSA, O. S. . Cálculo Diferencial e Integral II. 2010. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
2. ROSA, O. S. . EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
3. ROSA, O. S. . EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
4. ROSA, O. S. ; Luciano Costa Pecoraro ; Francimare da Silva Rodrigues . Cálculo: áreas e volumes
sem fórmulas. 2009. (VII ESFEM - Encontro Sul Fluminense de Educação Matemática).
5. ROSA, O. S. . A MATEMÁTICA NA LITERATURA INFANTIL. 2009. (II Jornada Pedagógica
"Construindo Saberes: Uma longa trajetória").
6. ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
7.
ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
8.
ROSA, O. S. . Cálculo Numérico. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
9.
ROSA, O. S. . Cálculo Diferencial e Integral II. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
1. ROSA, O. S. . Equações Diferenciais. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Rafael Vieira da Silva
Artigos completos publicados em periódicos
230
Curso de Engenharia Ambiental
USS
1.
VIEIRA, Rafael . Artigo - Economia política do ecodesenvolvimento: realidades brasileiras
no período recente. R, VIEIRA. Revista de Economia da UEG, Anápolis (GO), vol. 2, n.1.
jan/jun- 2006.. Revista de Economia da Ueg, www.unucseh.ueg.br, v. II, n. I, 2005.
2.
VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Artigo - Uma nova atitude, um novo paradigma.
VIEIRA, R. & ROCHA, R. Jornal dos Economistas - nº 169 - pp.05-06 - agosto 2003. . Jornal
dos Economistas, Rio de Janeiro, p. 06-07, 2003.
3.
VIEIRA, Rafael . Artigo - Novos rumos na relação economia-meio ambiente: a
consolidação de um paradigma sócio-ambiental. VIEIRA, R. & ROCHA, R. XV Congresso
Brasileiro de Economistas - Brasília- DF - set/2003. Anais do XV Cbe, Brasília, 2003.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. VIEIRA, Rafael . Economia e Meio Ambiente: realidades na sustentabilidade do
desenvolvimento. Revista Portal SMS, Rio de Janeiro, v. 3, p. 18 - 19, 15 abr. 2006.
2.
VIEIRA, Rafael . Economia política do ecodesenvolvimento: realidades brasileiras no
período recente.. Revista de Economia da UEG, Goiais, v. 02, p. 01 - 18, 01 jan. 2006.
3. VIEIRA, Rafael . Inadimplência deve ser combatida. Revista Síndico, Rio de Janeiro, v. 164, p.
22 - 23, 27 dez. 2005.
4. VIEIRA, Rafael . Nota publicada - (entrevista) - Inadimplência deve ser combatida. Revista
Síndico. Ano XXVII. N. 164. Dez/janeiro - 2006.. Revista Síndico, Rio de Janeiro, p. 65 - 67,
15 dez. 2005.
5. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Economia e Meio Ambiente. Revista BioNotícias, Rio de
Janeiro/Espirito Santo, v. 76, p. 12 - 12, 20 nov. 2005.
6. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Uma Nova Atitude, Um novo Paradigma. Jornal dos
Economistas, Rio de Janeiro, v. 169, p. 05 - 06, 01 ago. 2003.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. VIEIRA, Rafael ; ALMEIDA, A. F. C. . Expansão da oferta de energia pela implantação de
uma PCH (Pequena Central Hidrelétrica) no município de Paracambi-RJ. In: XIII Congresso
Brasileiro de Energia, 2010, RIo de Janeiro. Anais/XIII Congresso Brasileiro de Energia.
XXXXX : XXXXX, 2010. v. I.
2. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . A relação privado público e a sociedade civil organizada:
o agente terceiro setor na dinâmica recente.. In: XX Simpósio Nacional dos Conselhos de
Economia, 2004, Belem/Pará. XX Simpósio Nacional dos Conselhos de Economia, 2004.
3. VIEIRA, Rafael . Artigo - Organizações populares na dinâmica sócio-comunitária: o caráter
avaliativo e propositivo de políticas públicas. VIII Colóquio de Sociologia e Psicossociologia UFMG - Belo Horizonte - jul/2001.. In: VIII Colóquio de Sociologia e Psicossociologia UFMG - Belo Horizonte, 2001, BH- Pampulha, 2001.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. SILVA, C.P.R ; VIEIRA, Rafael . Breve discussão sobre desmatamento evitado:estudo de caso
na BR-319 (Manaus-Porto Velho). In: XX Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: 20 anos
da Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: a diversidade na Pesquisa, 2010, Seropédica-RJ.
231
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Anais da XX Jornada de Iniciação Científica da UFRRJ: a diversidade na Pesquisa. xxxx :
xxxx, 2010. v. único.
2. VIEIRA, Rafael . Gestão Ambiental na indústria de mineração no Brasil: técnicas para
minimizar potenciais impactos ambientais na extração do cobre. In: III Congresso Acadêmico
dos Institutos Superiores, 2010, Petrópolis - RJ. Anais/III Congresso Acadêmico dos Institutos
Superiores. xxxxx : xxx, 2010. v. único.
3. MENDES, A. F. ; VIEIRA, Rafael . Gestão ambiental na indústria de mineração no Brasil:
técnicas para minimizar potenciais impactos ambientais na extração do cobre. In: I Congresso
BRasileiro de Gestão Ambiental, 2010, Bauru-SP. Anais/I Congresso BRasileiro de Gestão
Ambiental. xxxx : xxxxx, 2010. v. único.
4.
VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogériio . Novos rumos na relação economia-meio ambiente: a
consolidação de um paradigma sócio-ambiental. In: XV Congresso Brasileiro de Economistas,
2003, Brasilia. Anais do XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003.
5. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Tendências do terceiro setor no período recente: um olhar
sobre a relação privado-público. In: XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003, Brasilia.
XV Congresso Brasileiro de Economistas, 2003.
6. VIEIRA, Rafael . Desenvolvimento Econômico de Comunidades . In: VIII Colóquio
Internacional de Sociologia Clínica e Psicossociologia - Transformações Sociais, Subjetividade
e Política, 2001, BH. Anais do VIII Colóquio Internacional de Sociologia Clínica e
Psicossociologia - Transformações Sociais, Subjetividade e Política, 2001.
Resumos publicados em anais de congressos
1. COUTINHO, D. G. S. ; VIEIRA, Rafael . Proposições para a gestão ambietnal: o caso do aterro
industrial do Município de Queimados - Bais/xada Fluminense- RJ. In: IV Jornada AcadÊmica
do Instituto Superior de TEcnologia de Paracambi - RJ, 2009, Paracambi-RJ. Anais/IV Jornada
AcadÊmica do Instituto Superior de TEcnologia de Paracambi - RJ. xxxxx : xxxxx, 2009. v.
único.
2. CORTES, B. J. S. ; VIEIRA, Rafael . Uso da tora de mamona gerada na produção de biodiesel
como fertilizante agrícola. In: IV Jornada Acadêmica do Instituto Superior deTecnologia de
Paracambi - RJ, 2009, Paracambi-RJ. Anais/IV Jornada Acadêmica do Instituto Superior
deTecnologia de Paracambi - RJ. xxxxxx : xxxxx, 2009. v. único.
3. VIEIRA, Rafael . Crédito de Carbono e o meio ambiente brasileiro: uma análise de conjuntura.
In: Ciclo de Palestra, 2005, Rio de Janeiro. Ciclo de Palestra, 2005.
4. VIEIRA, Rafael ; ROCHA, Rogério . Organizações populares na dinâmica sócio-comunitária: o
caráter avaliativo e propositivo de políticas públicas.. In: VIII Colóquio de Sociologia e
Psicossociologia - UFMG - Belo Horizonte, 2001, Belo Horizonte. VIII Colóquio de Sociologia
e Psicossociologia, 2001.
5. VIEIRA, Rafael . O Volume de Produção e Emprego na Industria da Construção Civil . In: VI
Encontro Anual de Iniciação Científica - Univ. Estadual de Ponta Grossa - Paraná -, 1997,
Ponta Grossa - Paraná. Anais do VI Encontro Anual de Iniciação Científica - Univ. Estadual de
Ponta Grossa - Paraná -, 1997.
6. VIEIRA, Rafael . Produção Emprego na Construção Civil/ Rio de Janeiro. In: IV Congresso de
Iniciação Científica da UFSCar, 1996, São Carlos. Anais do IV Congresso de Iniciação
232
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Científica da UFSCar, 1996.
Apresentações de Trabalho
1. SILVA, B. M. ; VIEIRA, Rafael ; MENDES, A. F. . Gestão Ambienta lna indústria de
mineração no Brasil: técnicas para minimizar os potencias impactops ambientais na extraçaõ do
cobre. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
2. SILVA, C.P.R ; VIEIRA, Rafael . Breve discussão sobre desmatamento evitado: estudo de caso
na BR-319 Manaus-Porto Velho). 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
3. COUTINHO, D. G. S. ; VIEIRA, Rafael . Impacto ambiental x gestão pública: uma análise
critica sobre odistrito de Santo Expedito no município de Queimados/RJ.. 2010. (Apresentação
de Trabalho/Comunicação).
4. VIEIRA, Rafael ; MENDES, S. . Economia e Eco-arte em biojoias:geração de trabalho e renda
na concepção ambiental. 2010. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Trabalhos técnicos
1. SILVA, N. F. ; PIMENTEIRA, C. A. P. ; VIEIRA, Rafael . Relatório de monitoramento de
estudos de caso de MDL. 2010.
2. VIEIRA, Rafael ; FREITAS, M. A. V. . Supervisão Ambiental do processo de reconstrução da
rodovia BR-319 (Manaus - Porto Velho). 2009.
3. FREITAS, M. A. V. ; VIEIRA, Rafael . Analise quantitativa do fator de revisão tarifária. 2009.
4. VIEIRA, Rafael . Diagnóstico Ambiental do Meio Socioeconomico - Rio de Janeiro. 2005.
5. VIEIRA, Rafael . Monitoramento Socioeconômico da Industria do Petrróleo. 2004.
6. VIEIRA, Rafael . ETE Guamaré - RN. 2003.
7. VIEIRA, Rafael . Impacto do Levantamento de Dados Sismicos/ELPN-IBAMA. 2002.
Demais tipos de produção técnica
1. VIEIRA, Rafael . Matemática financeira com Excel . 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
2. VIEIRA, Rafael . Operações financeiras no Excel. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
3. VIEIRA, Rafael . Programa Espaço Público/TVE Brasil. 2006. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
4. VIEIRA, Rafael ; VIEIRA, Rafael . Programa Epaço Público. 2006. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
5. VIEIRA, Rafael . Crescimento econômico com Responsabilidade Ambiental. 2005.
(Seminário).
6. VIEIRA, Rafael . Responsabilidade Sócio-ambiental das empresas em seus processos
produtivos. 2005. (Seminário).
233
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. VIEIRA, Rafael . Gestão ambiental: Perspectivas no Mercado de Trabalho brasileiro. 2005.
(Seminário).
8. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004/TVE - Brasil. 2004. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
9. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004. 2004. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
10. VIEIRA, Rafael . Programa Olhar 2004/TVE Brasil. 2004. (Programa de rádio ou
TV/Entrevista).
11. VIEIRA, Rafael . Desemprego e Empregabilidade . 2001. (Seminário).
12. VIEIRA, Rafael . Desenvolvimento - OFato e o Mito. 1999. (Seminário).
13. VIEIRA, Rafael . Indicadores Econômicos- UFPA- Encontro Nacional de Estudantes de
Economia. 1998. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
14. VIEIRA, Rafael . Avaliação dos Cursos de Ciências Econômicas. 1995. (Palestra).
Rodolfo Vaz Rainer
Demais tipos de produção técnica
1.
RAINER, R. V. . Planejamento Urbano. 2008. (Desenvolvimento de material didático ou
instrucional - Apostila de Notas de Aula).
RAINER, R. V. . Eletromagnetismo. 2007. (Desenvolvimento de material didático ou
2.
instrucional - Apostila de Notas de Aula).
ROSANA CANUTO GOMES
Artigos completos publicados em periódicos
1. GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; NAKAMURA, C. V. ; SOUTO-PADRON,
T. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; ALVIANO, Celuta
Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Streptomyces lunalinharesii spores contain chitin on its
outer sheath.. FEMS Microbiology Letters , v. 286, p. 118-123, 2008.
2. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; MACRAE, A ; NERY, DCM ;
SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C . Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a
novel chitinolytic streptomycete isolated from cerrado soil, Brazil.. International Journal of Systematic
and Evolutionary Microbiology , v. xx, p. xx, 2008.
3. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; NASCIMENTO, Rodrigos Pires Do ; RODRIGUECOELHO,
Rosalie Reed ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; GOMES, R. C . Effect of different carbon
sources on endochitinase production by Colletotrichum gloeosporioides. Current Microbiology ,
2005.
4. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; LINNHARES, Adriana de
Alvarenga ; DUARTE, Gabriela Fois ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; ROSADO, Alexandre
Soares ; MARGIS, Márcia ; MARGIS, Rogério ; SILVA, Kátia R A ; ALVIANO, Celuta Sales ;
MANFIO, Gilson Paulo ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; LINHARES, Luiz Fernando ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Streptomyces drozdowiczii sp. nov. a novel cellulolytic
streptomycete from soil in Brazil.. International Journal of Systematic Bacteriology , 2004.
234
Curso de Engenharia Ambiental
USS
5. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES,
Rosangela Maria de Araújo . Purification of a endochitinase from phytophathogenic fungi
Colletotrichium gloeosporioides. FEMS Microbiology Letters , Europa, v. 222, p. 45-50, 2003.
6. D'AVILALEVY, Cláudia Masini ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; VERMELHO,
Alane Beatrz ; BRANQUINHA, Marta Helena . A metalloproteinase extracellularly released by
Crithidia deanei. Canadian Journal of Microbiology , Canadá, v. 49, p. 1-8, 2003.
7. D'AVILALEVY, Cláudia Masini ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; VERMELHO,
Alane Beatriz ; BRANQUINHA, Marta Helena . A novel extracellular calcium-dependent cysteine
proteinase from Crithidia deanei. Archives of Biochemistry and Biophysics , v. 420, p. 1-8, 2003.
8. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, R. M. A. ; ALVIANO,
Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; ULHOA, C. J. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Purification of a thermostable endochitinase from Streptomyces RC1071 isolated from a cerrado soil
and its antagonism against phytopathogenic fungi.. Journal Applied Microbiology, Ingraterra, v. 90, p.
653-661, 2001.
9. MIRANDA, Mônica M F S ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
LINHARES, Adriana Alvarenga ; RODRIGUECOELHO, Rosalie Reed ; SANTOS, Marta Gonçalves
M dos ; WIGG, Márcia D . Atividade anti-HSV-1 de Actinomicetos isolados de solos brasileiros.
Revista Brasileira de Farmácia , v. 82, p. 25-28, 2001.
10. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Chitinolytic activity of actinomycetes from a cerrado soil and their potential . Letters In Applied
Microbiology, v. 30, p. 146-150, 2000.
11. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Endocellulase and Exocellulase of Streptomyces sp from Brazilian forest soil. Applied Biochemistry
and Biotechnology , 2000.
12. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GOMES,
R. C ; MANFIO, Gilson Paulo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Isolation and Characterization of actinomycetes from Brazilian tropical
soils.. Microbiological Research , 2000.
13.
GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de
Alvarenga ; GUIMARÃES, A. C. ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Efficiency of the dispersion and differenial centrifugation
technique in the isolation of chitinolytic actinomycetes populations from an acidic soil.. World Journal
of Microbiology and Biotechnology , v. 15, p. 53-56, 1999.
14.
GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Chitinolytic actinomycetes from a Brazilian tropical soil active against phytopathogenic fungi.. World
Journal of Microbiology and Biotechnology , v. 16, p. 109-110, 1999.
15. MANGRICH, A. S. ; LERMEN, A. W. ; SANTOS, E. J. ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie
Reed Rodrigues ; LINHARES, Luiz Fernando . Electron paramagnetic resonance and ultravioletvisible streptoscopic evidence for copper in actinomycete melanins. . Biology and Fertility of Soils ,
v. 26, p. 341-345, 1998.
235
Curso de Engenharia Ambiental
USS
16.
GOMES, R. C ; MANGRICH, A. S. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; LINHARES, Luiz
Fernando . Elemental, functional group and infrared spectroscop analysis of actinomycete melanins
from brazilian soils.. Biology and Fertility of Soils , v. 21, p. 84-88, 1996.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. FROES, A. ; GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
PRODUCTION OF HYDROLYTIC ENZYMES PRODUCED BY STREPTOMYCES
SP.PROMISING FOR BIOCONTROL OF SCLEROTINIA SCLEROTIORUM (LIB.) DE BARY. In:
ISME 12 _ International Symposium on Microbial Ecology, 2008, Cains. ISME 12 _ International
Symposium on Microbial Ecology. Cains : ISME 12 _ International Symposium on Microbial
Ecology, 2008.
2. FROES, A. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Produção de enzimas hidrolíticas por Streptomyces sp. visando o bioontrole de S. sclerotiorum.. In:
VIII Enzitec, 2008. VIII Enzitec. Rio de Janeiro : VIII Enzitec, 2008. v. 1.
3. 1 ; 1 ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C . "Isolamento de actinomicetos
do solo da região Sul Fluminense com potencial inibidor de Fonsecaea pedrosoi". In: IV ENIC
(Encontro de Iniciação Científica) Universidade Severino Sombra, 2005, Vassouras - Rio de Janeiro.
IV ENIC USS, 2005.
4. GOMES, R. C . Guerra Biológica - Bio - Terrorismo: Aspectos Históricos Atuais. . In: XXXIV
Jornada Médica de Vassouras, 2004, Vassouras.
5. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; BRIOZO, Paulo ; RODRIGUECOELHO, Rosalie
Reed ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Estudo da interação entre Streptomyces sp. RCQ1071 e
Rhizoctonia solani. . In: Congresso Brasileiro de Micologia., 2004, Ouro Preto.
6. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO,
Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Purification of the thermostable chitinases from
Streptomyces RCQ16.. In: International Symposium on chitin enzymology and 4th Conference of the
European Chitin Society, 2001, Ancona. Chitin and Chitinase enzymology, 2001.
7. GOMES, R. C ; LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia
Teixeira de Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Detecção de celulases e xilanases em actinomicetos
isolados de solo e folha de um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia,
2001, Foz do Iguaçú, 2001.
8. NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES,
Adriana de Alvarenga ; SACRAMENTO, D. R. ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Thermostable xylanase produced by an actinomyvetes isolated from Brazilian tropical soil.. In:
Symposium on Biotechnology in Textile Industry., 2000, Povoa do Varzim, 2000.
9. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; BON, E. P. S. ; LINHARES, Luiz
Fernando ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Endocellulase and exocellulase of two Sttreptomyces spp. isolated from a forest soil.. In: 21
Symposium for fuels and chemicals, 1999, Colorado, 1999.
10. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de
Alvarenga ; GUIMARÃES, A. C. ; ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Enumeration of chitinolytic actinomycetes from cerrado soil. In:
Solo Suelo, 1996, Águas de Lindóia, 1996.
236
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Resumos publicados em anais de congressos
1. Oliveira, C. C S. ; MAZZA, F.C ; DAU, H.F.S ; PAREDES, R.S ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia
Teixeira de Azevedo Soares . APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM
SOLO DE CERRADO. In: 11 Encontro Regional de Biomedicina, 2008, Botucatu. APLICAÇÕES
BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO. Botucatu : 11
Encontro Regional de Biomedicina, 2008.
2. Oliveira, C. C S. ; MAZZA, F.C ; PAREDES, R.S ; Rosana Canuto Gomes ; SEMÊDO, Luzia
Teixeira de Azevedo Soares . APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM
SOLO DE CERRADO. In: VII ENIC - Encontro de Iniciação Científica, 2008, Vassouras.
APLICAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS DE ACTINOBACTÉRIAS EM SOLO DE CERRADO.
Vassouras : VII ENIC - Encontro de Iniciação Científica, 2008.
3. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Seleção de Streptomyces sp quitinolíticos visando o biocontrole do fitopatógeno Sclerotinia
sclerotiorum em feijão.. In: X Sincobiol - Simposio de Controle biológico, 2007, Campinas. X
Sincobiol - Simposio de Controle biológico, 2007.
4. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; MACRAE, A ; NERY, DCM ;
SOARES, R. M. A. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; ALVIANO, Celuta Sales ; GOMES, R. C .
Streptomyces lunalinharesii sp. nov., a novel chitinolytic and antifungal streptomycete isolated from
Cerrado soil, Brazil.. In: International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007, Newcastle.
International Simposium on the Biology of Actinomycetes, 2007. v. v. 1..
5. Torres, FM ; NEVES, RAL ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; GOMES, R. C . Purificação de três
quitinases produzidas pelo Streptomyces sp. RCQ 16, potencial inibidor de fungos patogênicos.. In: VI
ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 2007, Vassouras. VI ENIC (Encontro de Iniciação
Científica), 2007.
6. LEITE, D. M. C. ; Torres, FM ; Pereira, Drielle Seabra ; Marotta, Ingrid Marinho ; Sales,Sandra
Moura ; Sousa, Marta Ferreira ; Dantas, Andrea Pires ; Silva, Gilberto Marcelo Sperandio ; GOMES,
R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE EXTRATOS VEGETAIS
CONTRA PATÓGENOS HOSPITALARES. In: VI Encontro de Inicicao Cientifica, 2007, Vassouras.
VI Encontro de Inicicao Cientifica, 2007.
7. César, Gabriela de Paula ; Reis, Felipe Sebastião de Assis ; Pereira, Gabriela Cauper de Carvalho1 ;
GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . ANÁLISE DE DADOS DE PACIENTES HIVPOSITIVOS EM TRATAMENTO NA CIDADE DE VOLTA REDONDA-RJ. In: VI Encontro de
Inicia;áo Cientifica, 2007, Vassouras. VI Encontro de Inicia;áo Cientifica, 2007.
8. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Estudo de degradação de casca de camarão por um actinomiceto, visando a produção de quitinases..
In: Enzitec, 2006, Caxias do Sul. VII Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática/ Enzitec 2006,
2006.
9. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomicete, aiming at chitinase
production. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME, 2006, Vienna. 11th
International Symposium on Microbial Ecology- ISME - The hiden powers - Microbial Communities.
10. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomicete, aiming at chitinase
production. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology- ISME, 2006, Vienna. 11th
International Symposium on Microbial Ecology- ISME - The hiden powers - Microbial Communities.
237
Curso de Engenharia Ambiental
USS
11. FROES, A. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Determinação das condições ótimas de produção de N-acetil - hexosaminidase por um Actinomiceto
em casca de camarão.. In: XXVIII Jornada Giulio Massarani de Iniciação científica, artistica e cultural
UFRJ., 2006, Rio de Janeiro. Jornada Giulio Massarani de Iniciação científica, artistica e cultural
UFRJ., 2006.
12. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomycete, aiming at chitinase
prodution. In: 11th International Symposium on Microbial Ecology - ISME - 11 The Hidden Powers Microbial Communities in Action, 2006, Vienna, Austria, August 20 - 2. Ecology - ISME - 11 The
Hidden Powers - Microbial Communities in Action. Vienna, Austria, : www.kenes.com/isme, 2006.
13. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES,
Rosangela Maria de Araújo . Controle Biológico de Rhizoctonia solani por Streptomyces sp RCQ
1071.. In: X Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental., 2006, , Goiania. X Encontro Nacional
de Microbiologia Ambiental, 2006. v. v. 1..
14. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, R.
M. A. . Interação entre Streptomyces sp RCQ 1071 e o fitopatógeno Rhizoctonia solani.. In: X
Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 2006, Goiania. X Encontro Nacional de
Microbiologia Ambiental, 2006. v. V.1.
15. FROES, A. M. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, R. M. A. ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Studies on shrimp shell degradation, by an actinomycete, aiming at chitinase
production. In: ISME - International Simposium on Microbial ecology. In: 11th International
Symposium on Microbial Ecology - ISME 11, 2006, Viena. 11th International Symposium on
Microbial Ecology - ISME 11, 2006. v. v. 1.. p. 294.-294.
16. Lemos, A.R.M ; Castro, T.D ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; GOMES, R. C . Inibição in vitro de
Sporothrix schenckii pelo actinomiceto RSF71.. In: v ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 2006,
Vassouras. v ENIC (Encontro de Iniciação Científica), 2006.
17. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; GOMES, R. C ; FROES, A. ;
SOARES, R. M. A. . Estudo da interação entre Streptomyces Sp. RCQ1071 e Rhizoctonia solani. In:
23o Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2005, Santos. 23o Congresso Brasileiro de Microbiologia,
2005. v. i.
18. FROES, A. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; RODRIGUECOELHO, Rosalie Reed
. Atividade quitinolítica de actinomicetos em casca de camarão. In: 23o Congresso Brasileiro de
Microbiologia, 2005, Santos. 23o Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2005. v. I.
19. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; COELHO, Rosalie Rodrigues ; BRIOSO, Paulo ; GOMES, R. C ;
SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Seleção de actinomicetos quitinolíticos com
atividadeinibitória contra o fungo fitopatogênico Rhizoctonia solani. In: XXII Congresso brasileiro de
microbiologia, 2003, Florianópolis - SC, 2003.
20. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Isolation of a 45k endochitinase from Colletotrichum gloeosporioides.. In:
3rd International Symposium on Chitin Enzymology and Conference of the European Chitin Society.,
2001, Ancona. Chitin and Chitinase Enzyme, 2001.
21. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; ALVIANO, Celuta Sales ; FERREIRA, M. S. ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Purificação e
caracterização de uma endoquitinase produzida pelo Colletotrichum gloeosporioides. In: XXI
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001.
238
Curso de Engenharia Ambiental
USS
22. GOMES, R. C ; LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; FERREIRA, M.
S. ; SOARES, R. M. A. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Análise da atividade quitinolítica de
actinomicetos isolados de solo e folha de um deserto da Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de
Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001.
23. GOMES, R. C ; KANDA, C. T. P. ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de
Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie
Reed Rodrigues . Atividade celulolítica do Streptomyces sp. RCQ16. In: XXI Congresso Brasileiro de
Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001.
24. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINHARES, Adriana Alvarenga ;
SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SOARES, R. M. A. ; DUARTE, Gabriela Fois ; ROSADO, A. S. ;
MARGIS, Márcia ; MARGIS, Rogério ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed
Rodrigues . Total 16S rDNA sequencing of one strain of cellulolytic Streptomyces.. In: XXI
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, Foz do Iguaçu, 2001.
25. LOPES, Cíntia Nunes Cardoso ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia
Teixeira de Azevedo Soares ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Detecção de celulases e xilanases em actinomicetos isolados de solo e folha de um deserto da
Austrália. In: XXI Congresso Brasileiro de Microbiologia, 2001, 2001.
26. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; LINHARES, Adriana Alvarenga ;
DUARTE, Gabriela Fois ; ROSADO, Alexandre Soares ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES,
Luiz Fernando ; MANFIO, Gilson Paulo ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie
Rodrigues . Partial 16S DNA sequencing of one strain of Streptomyces. In: Encontro Anual da
Sociedade Brasiileira de Bioquímica e Biologia Molecular - SBBQ, 2000, Caxambu, 2000.
27. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Purification of chitinase
produced by Colletotrichum gloeosporioides.. In: XXVIII Encontro anual da sociedade brasileira de
bioquímica e biologia molecular SBBq., 2000, Caxambú - Minas Gerais, 2000.
28. SEMÊDO, L. T. D. A. S. ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; BON, E. P. S. ; GOMES, R. C ;
LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; COELHO, Rosalie Rodrigues . Seleção de actinomiccetos
produtores de celulases.. In: 4 Enzitec - Seminário Nacional de Tecnologia Enzimática, 1999, Rio de
Janeiro, 1999.
29. LINHARES, Adriana Alvarenga ; ANISZEWSKI, E. ; KANDA, C. T. P. ; SEMÊDO, L. T. D. A.
S. ; GOMES, R. C ; FERREIRA, M. S. ; LINHARES, Luiz Fernando ; BON, E. P. S. ; COELHO,
Rosalie Rodrigues . Actinomicetos lignicelulolíticos de solo de cerrado. In: XX Congresso Brasileiro
de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999.
30. NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SACRAMENTO, D. R. ; FERREIRA, M. S. ; GOMES, R. C
; COELHO, Rosalie Rodrigues . Isolamento e caracterização de espécies de Nocardia de diferentes
solos brasileiros.. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999.
31. GOMES, R. C ; SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; NASCIMENTO, Rodrigo Pires Do ; SEMÊDO,
Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; BERGTER, E. B. ; COELHO, Rosalie Rodrigues ; SOARES,
Rosangela Maria de Araújo . Efeito de diferentes fontes de carbono no crescimento e produçào de
quitinase pelo fungo Colletotrichum gloesporioides. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia,
1999, Salvador, 1999.
32. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; ULHOA, C. J. ; COELHO,
Rosalie Rodrigues . Purificação e caracterização de uma quitinase de Streptomyces RC1071.. In: XX
Congresso Brasileiro de Microbiologia, 1999, Salvador, 1999.
239
Curso de Engenharia Ambiental
USS
33. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GOMES,
R. C ; ARANHA, D. C. ; SILVA, C. A. C. ; SURLINGA, G. C. ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Perspectivas de aceleração do processo de compostagem
de resíduos sólidos municipais.. In: XX Congresso Brasileiro de Microbiologia., 1999, 1999.
34. MIRANDA, Mônica M F S ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; LINNHARES, Adriana de
Alvarenga ; WIGG, Márcia D . A new species of Streptomyces as a potential source of anti-HSV1agent.. In: IX Encontro Nacional de Virologia, 1998, São Lourenço, 1998.
35. MIRANDA, Mônica M F S ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; FERNANDES, M. O. ;
WIGG, Márcia D . Screening of biactive anti-HSV-1 product from actinomycetes.. In: IX Encontro
Nacional de Virologia, 1998, São Lourenço, 1998.
36. RIBEIRO, P. P. F. ; MAGNO, R. C. ; FERNANDES, M. O. ; MIRANDA, Mônica M F S ;
SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ;
SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; WIGG, Márcia D . Triagem de actinomicetos produtores de
substâncias anti-virais.. In: IV Semana de Microbiologia e Imunologia, 1998, Rio de Janeiro, 1998.
37. FERNANDES, M. O. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Caracterização de actinomicetos de solos de Roraima.. In: XX Jornada de
Iniciação Científica, 1998, Rio de Janeiro, 1998.
38. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Caracterização de novas espécies de Streptomyces isoladas de
cerrado.. In: XX Jornada de Iniciação Científica, 1998, Rio de Janeiro, 1998.
39. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Controle biológico de
fungos fitopatogênicos por Colletotrichum gloeosporioides.. In: XX Jornada de Iniciação Científica,
1998, Rio de Janeiro, 1998.
40. SOUZA, Rodrigo Fonseca de ; GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ;
ALVIANO, Celuta Sales ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; COELHO, Rosalie Reed
Rodrigues . Produção de quitinase pelo fungo fitopatogênico Colletotrichum gloeosporioides (Cg10)..
In: VI ENAMA - Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1998, Cuiabá, 1998.
41. GONÇALVES, A. F. S. ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
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Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular SBBq., 1998, 1998.
42.
GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, R. M. A. ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Detection, isolation and characterization of chitin from Streptomyces
RC1071 spore.. In: XXVII Encontro anual da ssociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular
SBBq., 1998, 1998.
43.
GOMES, R. C ; OLIVEIRA, M. M. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; LINHARES, Luiz Fernando ;
COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Atividade quitinolítica de Streptomyces spp. isolados de solos de
floresta.. In: XIX Congresso brasileiro de microbiologia., 1997, Rio de Janeiro, 1997.
240
Curso de Engenharia Ambiental
USS
44. FERNANDES, M. O. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Celulases termofílicas produzidas por actinomicetos. In: XIX Congresso brasileiro de microbiologia,
1997, Rio de janeiro, 1997.
45. NAZARIO JR, N. L. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ;
ALVIANO, Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues
. Search off new actinomycetes cellulases producers.. In: XIX Congresso brasileiro de microbiologia.,
1997, Rio de Janeiro, 1997.
46. ASSUMPÇÃO, F. F. B. ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
ANGLUSTER, J. ; ALVES, H. M. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SOARES, Rosangela Maria
de Araújo . Produção de pigmento relacionado a Fusarubin por Fusarium solani durenta o antagonismo
com Streptomyces sp. isolado de solo de cerrado.. In: IX Jornada de iniciação científica, UFRJ., 1997,
Rio de Janeiro, 1997.
47. FERNANDES, M. O. ; MARINHO, L. S. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Endocelulases termofílicas endocelulases
produzidas por actinomicetos.. In: IX Jornada de iniciaácão científica, UFRJ., 1997, Rio de janeiro,
1997.
48. NAZARIO JR, N. L. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Actinomicetos acidofilicos produtores de celulases.. In: IX Jornada de
iniciação científica, UFRJ., 1997, Rio de Janeiro, 1997.
49. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ROZENTHAL, S. ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Soil
chitinolytic actinomycetes as a potential biocontrol agent against fungi.. In: XXVI Encontro anual da
sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 1997, 1997.
50. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; SOARES, Rosangela Maria de
Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Endocellulase and
exocellulase activity of streptomyces M7a and M23 isolated from Brazilian forest soil.. In: XXVI
Encontro anual da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 1997, 1997.
51. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; MARINHO, L. S. ; GOMES, R. C ; LINNHARES,
Adriana de Alvarenga ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Classificação de espécies de
Streptomyces isolados de solos de Mata Atlântica.. In: V ENAMA, 1996, Fortaleza - Ceará, 1996.
52. GOMES, R. C ; OLIVEIRA, M. M. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; ALVIANO,
Celuta Sales ; SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Seleção de actinomicetos quitinolíticos do solo..
In: V ENAMA, 1996, Fortaleza - Ceará, 1996.
53. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; SATO, J. M. ; SOARES,
Rosangela Maria de Araújo ; ALVIANO, Celuta Sales ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues .
Detecção de atividade de quitinases e proteases alcalinas em Streptomyces sp.. In: V ENAMA, 1996,
Fortaleza - Ceará, 1996.
54. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; MARINHO, L. S. ; GOMES, R. C ; LINNHARES,
Adriana de Alvarenga ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Classificação de espécies de
Streptomyces isoladas dos solos de Mata Atlântica.. In: V ENAMA, 1996, Fortaleza - Ceará, 1996.
55. SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R. C ; MARINHO, L. S. ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Production of cellulases by two Streptomyces strains from tropical soils.. In:
XXV Encontro anual da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 1996, 1996.
241
Curso de Engenharia Ambiental
USS
56. GOMES, R. C ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; ALVIANO, Celuta Sales ;
SOARES, Rosangela Maria de Araújo . Chitinase activity of soil actiomycetes.. In: XXV Encontro
anula da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular SBBq., 1996, 1996.
57. LERMEN, A. W. ; GOMES, R. C ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; LINHARES, L. F. T. L. ;
MANGRICH . Chemistry from coordenation of Fe (III) and Cu (II) in humic acid-like polymers
(melanins) of actinomycetes isolated from brazilian soils: a study by EPR.. In: XVIII Encontro anual
da sociedade brasileira de química SBQ, 1995, 1995.
58. GOMES, R. C ; CAMPOS, M. I. A. ; LINHARES, L. F. T. L. ; COELHO, Rosalie Reed
Rodrigues . Identification of two strains of Amycolatopsis orientalis by chemotaxonomic,
morphological and physiological tests.. In: XXIV Encontro anual da sociedade brasileira de
bioquímica e biologia molecular SBBq., 1995, 1995.
59. GOMES, R. C ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues . Cell wall
composition and whole cell sugar pattern for identification of melanogenic actinomycetes from
Cerrado soil.. In: XXIII Enncontro anual da sociedade brasileira de bioquímica e biologia molecular
SBBq., 1994, Caxambú - Minas Gerais, 1994.
60. CAMPOS, M. I. A. ; TERAOKA, R. Y. ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ;
LINNHARES, Adriana de Alvarenga ; GOMES, R. C ; LINHARES, Luiz Fernando ; COELHO,
Rosalie Reed Rodrigues . Characterization of melanogenic actinomycetes from Cerrado soils.. In:
XVII Congresso brasieliro de microbiologia, 1993, Santos - São Paulo, 1993.
61. GOMES, R. C ; MANGRICH, A. S. ; COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; LINHARES, Luiz
Fernando . Estudo de melaninas de actinomicetos do solo por análise química e de infra - vermelho..
In: XVII Congresso brasileiro de Microbiologia, 1993, Santos - São Paulo, 1993.
62. COELHO, Rosalie Reed Rodrigues ; SEMÊDO, Luzia Teixeira de Azevedo Soares ; GOMES, R.
C ; LINHARES, Luiz Fernando . Presence of actinomycetes producing dark pigment (melanins) in
Cerrado soils. . In: III Encontro Nacional de Microbiologia Ambiental, 1990, 1990.
Apresentações de Trabalho
1. SEIXAS, J. M. F. ; Torres, DM ; Souza, HDF ; GOMES, R. C ; CARDOSO, C. E. ; SEMÊDO, L.
T. D. A. S. . Isolamento de Microrganismos de solo contaminado com diesel em diferentes meios de
cultivo. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
2. Deveras, JLA ; GOMES, R. C ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Rastreamento dos pacientes com
Tuberculose da Cidade de Vassouras - RJ em 2003, 2004 e 2005. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Congresso).
3. Carvalho GT ; Deveras, JLA ; Souza, HDF ; SILVA, Kátia R A ; Garcia, MAN ; GOMES, R. C ;
SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Atividade antimicrobiana de Actinobactérias isoladas de Solos Brasileiros
frente a bactérias de origem hospitalar. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
4. SANTOS, A. J. D. M. ; SANTOS, Marta Gonçalves M dos ; SEIXAS, J. M. F. ; Torres, DM ;
GOMES, R. C ; CARDOSO, C. E. ; SEMÊDO, L. T. D. A. S. . Seleção de Actinobactérias com
capacidade para produção de Biosurfactantes. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Produção artística/cultural
1. Cipriano, P ; GOMES, R. C . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM MÚSICA
SACRA EM CANTO DO ALUNO Paulo Cipriano. 2010. (Apresentação de obra artística/Musical).
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
2. GOMES, R. C ; Ed Wilson . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM MÚSICA
SACRA EM PIANO DA ALUNA ROSANA CANUTO GOMES. 2010. (Apresentação de obra
artística/Musical).
3. Correia, L ; Macedo, L ; GOMES, R. C . RECITAL DE FINAL DE CURSO DE BACHAREL EM
MÚSICA SACRA EM CANTO DO ALUNO LEONARDO CORRÊIA. 2009. (Apresentação de obra
artística/Musical).
ROSANIA LUCIA FIGUEIRA
Artigos completos publicados em periódicos
1.
FIGUEIRA, R. L. . Os Limites da Ação do Profissional da Área de Saúde. Brazilian Journal of
Oral Biology (Online) , Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2003.
2.
FIGUEIRA, R. L. . Aspectos Legais da Clonagem Humana. Brazilian Journal of Oral Biology
(Online) , Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 2003.
Apresentações de Trabalho
1. FIGUEIRA, R. L. ; Paula e Silva, Joyce . Direito e Psicanálise: Relações Possiveis. 2010.
(Apresentação de Trabalho/Congresso).
2. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . DA INSATISFAÇÃO À MOTIVAÇÃO: A
TRANSFORMAÇÃO DE UMA EQUIPE DE TRABALHO. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Congresso).
3. Vieira Novo, Damáris ; FIGUEIRA, R. L. . ALQUIMIA DE UMA EQUIPE DE TRABALHO: DA
INSATISFAÇÃO À MOTIVAÇÃO. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
4. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . Da insatisfação à motivação: a transformação de uma
equipe de trabalho. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
5. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris . A contribuição do teste QUATI (Questionário de
Avaliação Tipológica) em orientação profissional. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
6. FIGUEIRA, R. L. ; Paula e Silva, Joyce ; Monsores, D.S. ; Ferreira, M.P.S. ; B.N.Carvalheira,
Michele ; Jacome Henriques, Patricia ; L Silva, Roberta ; Guedes, Uallace Dias Santos . O adolescente
e a familia: alguns impasses. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
7. Morelli Junior, Amirton Archanjo ; Berion F., Ana patricia ; MONTEIRO, C. T. A. ; FURTADO, J.
V. ; GATTI, J. ; P.L.Baptista, Marcella Sayao ; Nunes, Rafael de Souza ; Paschoal, Rafael ;
G.S.Miranda, Sthephanie Cristina ; FIGUEIRA, R. L. ; RISMAN, ARNALDO . Pesquisa: Pedofilia:
Em defesa de um corpo em desenvolvimento. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
8. FIGUEIRA, R. L. ; Vieira Novo, Damáris ; Prado, Tatiane Peixoto do ; Pinto, Fernanda Oliveira .
Orientação Profissional: Um processo dinamico para escolha da profissão. 2010. (Apresentação de
Trabalho/Congresso).
Produção técnica
Demais tipos de produção técnica
1. RISMAN, ARNALDO ; FIGUEIRA, R. L. . Avaliação Médica e Psicológica das Vitimas de Abuso
Sexual. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
243
Curso de Engenharia Ambiental
USS
2. RISMAN, ARNALDO ; FIGUEIRA, R. L. ; MIRANDA, S. C. G. S. . PEDOFILIA:EM DEFESA
DE UM CORPO EM DESENVOLVIMENTO. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou
instrucional - DIDATICO).
3. RISMAN, ARNALDO ; FURTADO, J. V. ; FIGUEIRA, R. L. . Pedofilia: em defesa de um corpo
em desenvolvimento - Educação nas escolas. 2010. (Desenvolvimento de material didático ou
instrucional - DIDATICO).
SALVADOR ALVES MACIEL NETO
Demais tipos de produção técnica
1.
MACIEL NETO, S. A. . 3º Curso Gestão Pecuária Leiteira. 2009. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
1. MACIEL NETO, S. A. . Curso de Emergências Clínicas em Bovinos. 2007. (Curso de curta
duração ministrado/Extensão).
SERGIO MONTALVÃO
Artigos completos publicados em periódicos
1. MONTALVÃO, Sérgio . Biografia intelectual como exercício de escrita da história. Resenha
do livro de SECCO, Lincoln. Caio Prado Júnior: o sentido da revolução. São Paulo. Ed.
Boitempo, 2008, 253 pp.. História da Historiografia, v. 04, p. 306-313, 2010.
2. MONTALVÃO, Sérgio . A LDB de 1961: apontamentos para uma história política da
educação.. Revista Mosaico PPHPBC/CPDOC/FGV, v. 2, p. 1-22, 2010.
3.
MONTALVÃO, Sérgio . Questão agrária, capitalismo e a criação da nação: Caio Prado
Júnior e a crítica ao agrarismo comunista no Brasil.. Revista Temporalidades FAFICH-UFMG,
v. 1, p. 105-115, 2009.
4. MONTALVÃO, Sérgio . Fortuna e virtude: Caio Prado Júnior, entre a vida e a história..
Revista CADE-FMJ, v. 13, p. 115-125, 2007.
5.
MONTALVÃO, Sérgio . O sentido da nação: parâmetros e intencionalidades na escrita da
história de Caio Prado Júnior. Cadernos de história (UFOP. Mariana), Mariana, v. 1, p. 1-19,
2006.
6. MONTALVÃO, Sérgio . Notas sobre uma publicação comunista independente:a Revista
Brasilense. Revista Urutágua (Online), v. 10, p. 22-26, 2006.
7.
MONTALVÃO, Sérgio . O intelectual e a política: a militância comunista de Caio Prado
Júnior (1931-1945). Revista de História Regional, Ponta Grossa, v. 7, p. 105-127, 2002.
8. MONTALVÃO, Sérgio . Construindo o Leviatã: Hobbes e a Revolução Científica do Século
XVII. Dialogos Revista de História, Rio de Janeiro, v. 2, p. 95-118, 1998.
Capítulos de livros publicados
1.
MONTALVÃO, Sérgio . Estado Novo: qual ideologia ?. In: PONTES JÚNIOR, Gerado;
PEREIRA, Victor Hugo Adler. (Org.). O velho, o novo. o reciclável Estado Novo. Rio de
Janeiro: De Letras/Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
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Curso de Engenharia Ambiental
USS
(UERJ), 2008, v. , p. 125-140.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. MONTALVÃO, Sérgio . Mundanismo e política. Mundo Mundano, 15 out. 2009.
2. MONTALVÃO, Sérgio . A vitalidade de Berman, quase três décadas depois. Mundo Mundano,
21 set. 2009.
3. MONTALVÃO, Sérgio . Política social, segurança nacional e a procura da ordem: a esfera
pública de poder às vésperas do Estado Novo. Site do Programa Debates Culturais Rádio
Bandeirantes AM, Rio de Janeiro, 05 ago. 2009.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. MONTALVÃO, Sérgio . O ensino secundário na Era Vargas: invenção e defesa de um legado
(1931-1949). In: IV Congresso Internacional de História, 2009, Maringá. Anais do IV
Congresso Internacional de História, 2009. p. 2081-2090.
2. MONTALVÃO, Sérgio . Cultura Política: História e possibilidades de um conceito. In: II
Seminário Nacional de História da Historiografia, 2008, Mariana. Anais do II Seminário
Nacional de História da Historiografia: A dinâmica do Historicismo, tradições historiográficas
modernas, 2008.
3. MONTALVÃO, Sérgio . Por uma frente nacionalista vinda de baixo: a proposta de intervenção
política de Caio Prado Júnior nas páginas de Revista Brasiliense.. In: II Simpósio de Política e
Cultura: Documentos e abordagens (Universidade Severino Sombra -USS), 2006, Vassouras.
Anais do II simpósio de Política e Cultura: documentos e abordagens, 2006.
Resumos publicados em anais de congressos
1. MONTALVÃO, Sérgio . Sobre a história do conceito de educação pública na Assembleia
Nacional Constituinte de 1946: novas e velhas questões.. In: II Encontro de História da
Educação do Estado do Rio de Janeiro, 2010, Rio de Janeiro. Programa e resumos dos
trabalhos. Rio de Janeiro : H.P. Comunicação, 2010. p. 186-188.
2. MONTALVÃO, Sérgio . O Estado Novo de Vargas e a educação: uma discussão
historiográfica. In: III Simpósio de Política e Cultura (Universidade Severino Sombra -USS),
2008, Vassouras. Anais do III Simpósio de Política e Cultura (Universidade Severino Sombra USS), 2008.
3. MONTALVÃO, Sérgio . O fim do Estado Novo e a redemocratização: História e cultura
política. In: Encontro Regional de História, 1998, Vassouras. Anais do Encontro Regional de
História ANPUH-RJ História e Religião 1998, 1998.
4. MONTALVÃO, Sérgio . O lugar da mídia: imprensa e cidadania nos anos 90. In: XIX
Simpósio Nacional de História da ANPUH: História e Cidadania, 1997, Belo Horizonte. Anais
do XIX Simpósio Nacional de História, 1997.
245
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Artigos aceitos para publicação
1. MONTALVÃO, Sérgio . Da Monarquia à República: a educação na ordem constitucional
brasileira. Revista Contemporânea de Educação, 2011.
Apresentações de Trabalho
1. MONTALVÃO, Sérgio . Política legislativa e a gênese da LDB (1946-1961). 2011.
(Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
2. MONTALVÃO, Sérgio . A LDB de 1961: apontamentos para uma história política da
educação. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Demais tipos de produção bibliográfica
1. MONTALVÃO, Sérgio . Siqueira de Meneses. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas,
2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
2. MONTALVÃO, Sérgio . Guilherme Campos. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas,
2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
3. MONTALVÃO, Sérgio . Baltazar de Góis. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
4. MONTALVÃO, Sérgio . Gonçalo Rollemberg. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas,
2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
5. MONTALVÃO, Sérgio . Leandro Maciel. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
6. MONTALVÃO, Sérgio . Josino Meneses. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
7. MONTALVÃO, Sérgio . Manoel Valadão. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
8. MONTALVÃO, Sérgio . Silvio Romero. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
9. MONTALVÃO, Sérgio . Gumercindo Bessa. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas,
2009 (Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
10. MONTALVÃO, Sérgio . Fausto Cardoso. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
11. MONTALVÃO, Sérgio . Martinho Garcez. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
12. MONTALVÃO, Sérgio . Pereira Lobo. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
246
Curso de Engenharia Ambiental
USS
13. MONTALVÃO, Sérgio . Manoel Bonfim. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
14. MONTALVÃO, Sérgio . Olímpio Campos. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2009
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
15. MONTALVÃO, Sérgio . Felisbelo Freire. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2008
(Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República).
16. MONTALVÃO, Sérgio ; COHN, A. ; HIRANO, S. . Folha de São Paulo - Atualização. Rio de
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
17.
MONTALVÃO, Sérgio . Caio Prado Júnior. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001
(Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
18. MONTALVÃO, Sérgio ; MONTALVAO, C. S. A. . Herbert de Souza (Betinho). Rio de
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
19. MONTALVÃO, Sérgio ; FERREIRA, M. M. . Jornal do Brasil - Atualização. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
20. MONTALVÃO, Sérgio ; LEAL, C. E. . O Globo - Atualização. Rio de Janeiro 2001 (Verbete
Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
21. MONTALVÃO, Sérgio ; KORNIS, M. . Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Atualização. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico
Biográfico Brasileiro).
22. MONTALVÃO, Sérgio ; VELOSO, Verônica . Roberto Freire. Rio de Janeiro: Ed. Fundação
Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
23. MONTALVÃO, Sérgio . José Lutzenberger. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas,
2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
24. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube Militar - Atualização. Rio de Janeiro:
Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
25. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube Naval - Atualização. Rio de Janeiro:
Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
26. MONTALVÃO, Sérgio ; LAMARAO, S. T. N. . Clube da Aeronáutica - Atualização. Rio de
Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico
Brasileiro).
27. MONTALVÃO, Sérgio ; LOPES, G. . Gustavo Krause. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio
Vargas, 2001 (Verbete Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro).
Produção técnica
Trabalhos técnicos
1. MONTALVÃO, Sérgio ; BARROS, R. C. B. . Projeto pedagógico da Pós-graduação Lato
Sensu em História e Patrimônio Histórico da cidade do Rio de Janeiro em parceria com o
Instituto Superior de Estudos Pedagógicos (ISEP).. 2006.
247
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Demais tipos de produção técnica
1. MONTALVÃO, Sérgio . Parecer ad hoc para a Revista Três Pontos (UFMG). 2009. (Parecer).
2. MONTALVÃO, Sérgio . Qualificação de Doutorado: Estado, intelectuais e a organização do
ensino secundário: uma interpretação histórica das representações e confrontos no campo
político-pedagógico. Banca examinadora: profa. Dra. Helena Bomeny (CPDOC/orientadora),
prof. Dr. Luiz Antônio Cunha (UFRJ) e profa. Dra. Ângela de Castro Gomes (CPDOC). 2009.
(Relatório de pesquisa).
3. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2007. (Curso de curta duração
ministrado/Especialização).
4. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2006. (Curso de curta duração
ministrado/Especialização).
5. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2005. (Curso de curta duração
ministrado/Especialização).
6. MONTALVÃO, Sérgio . História Mundial Contemporânea. 2004. (Curso de curta duração
ministrado/Especialização).
7. MONTALVÃO, Sérgio . Empresariado, informação e poder: a grande imprensa no Brasil
Contemporâneo. 1994. (Relatório de pesquisa).
WILLIAN COSTA RODRIGUES
Artigos completos publicados em periódicos
1. Barbosa, Paulo Roberto Moreira ; RODRIGUES, William Costa ; Cabral, Marise Maleck de
Oliveira . Incidência das Formas Imaturas de Aedes albopictus (Skuse) Município de Miguel Pereira,
RJ, Brasil. EntomoBrasilis , v. 3, p. 55-58, 2010.
2. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Dinâmica Populacional de Pulgão Preto dos Citros (Sternorrhyncha) em
Cultivo Orgânico de Tangerina (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica-RJ. EntomoBrasilis , v. 3,
p. 38-44, 2010.
3.
RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus
Varajão ; SILVA-FILHO, Reinildes . Insetos Sugadores (Sternorrhyncha) em Cultivo Orgânico de
Tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco): Diversidade, Constância, Freqüência e Flutuação
Populacional. EntomoBrasilis , v. 02, p. 42-48, 2009.
4. Carvalho, Carlos Vitor de Alencar ; Carvalho, Janaína Veiga ; RODRIGUES, William Costa .
Software COLETASELETIVA: Um sistema computacional educativo para conscientização da
importância da coleta seletiva. Revista Práxis , v. 1, p. 59-64, 2009.
5. SOUZA, Jorge Ferreira de ; SOUZA, Silvana Aparecida da Silva ; Aguiar-Menezes, Elen de Lima ;
FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William
Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Diversidade de moscas-das-frutas em pomares de citros
no município de Araruama, RJ. Ciência Rural , v. 38, p. 518-521, 2008.
6.
RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; ZINGER, Katiana ;
SPOLIDORO, Mateus Varajão . Riqueza de Espécies de Inimigos Naturais Associados ao Cultivo de
Tangerina Orgânica em Seropédica - RJ. EntomoBrasilis , v. 01, p. 06-09, 2008.
248
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA FILHO, Reinildes .
Ocorrência e Distribuição de Coccinelídeos (Coleoptera, Coccinellidae) Associados às Plantas Cítricas
no Estado do Rio de Janeiro. EntomoBrasilis , v. 1, p. 23-27, 2008.
8. Soares, Vanessa Aparecida Ribeiro Canela ; RODRIGUES, William Costa ; Cabral, Marise Maleck
de Oliveira . Estudo de áreas e depósitos preferenciais de Aedes albopictus (Skuse, 1894) e Aedes
aegypti (Linnaeus, 1762) no Município de Paracambi Rio de Janeiro, Brasil. EntomoBrasilis , v. 1,
p. 63-68, 2008.
9.
SILVA-FILHO, Reinildes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; MARQUES, Oton Meira ;
PENTEADO-DIAS, Angélica Maria ; RODRIGUES, William Costa ; ZANUNCIO, José Cola .
Parasitoids of Polistes lanio lanio (Hymenoptera: Vespidae) Larvae in the Municipality of Seropédica,
Rio de Janeiro State, Brazil. Sociobiology , v. 50, p. 1191-1198, 2007.
10. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Distribuição de Insetos
Fitófagos (Hemiptera: Sternorrhyncha) em Plantas Cítricas no Estado do Rio de Janeiro. Neotropical
Entomology , Curitiba-PR, v. 34, n. 06, p. 1017-1021, 2005.
11. AZEREDO, Edson Henrique de ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues . Ocorrência de Selenaspidus articulatus (Morgan) (Hemiptera, Diaspididae) e do predador
Pentilia egena (Mulsant) (Coleoptera, Coccinellidae) em Myrtus communis L. (Myrtaceae), em
Pinheiral, RJ. Revista Brasileira de Entomologia , Curitiba - PR, v. 48, n. 4, p. 569-576, 2004.
12. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA FILHO, Reinildes .
Ocorrência e distribuição de crisopídeos e sirfídeos, inimigos naturais de insetos-pragas de citros no
Estado do Rio de Janeiro. Agronomia (UFRRJ) , Seropédica, RJ, v. 38, n. 1, p. 83-87, 2004.
13. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Parasitismo de Aleurothrixus
floccosus (Homoptera, Aleyrodidae) por Encarsia sp. (Hymenoptera, Aphelinidae) e Signiphora sp.
(Hymenoptera, Signiphoridae) em Tangerina (Citrus reticulata) cv. Poncã.. Revista Universidade
Rural. Série Ciências da Vida , Seropédica, v. 23, n. 1, p. 31-37, 2003.
14. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeito da Adubação
nitrogenada e Potássica sobre a População de Aleurothrixus floccosus (Hom. Aleyrodidae) em pomar
de Laranja Doce (Citrus sinensis) cv. Folha Murcha. Revista Universidade Rural. Série Ciências da
Vida , Seropédica, v. 22, n. 2, p. 65-69, 2002.
15. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SILVA, Paulo Roberto
Ramalho . Registro de ocorrência de Galeopsiomyia fausta (Hym. Eulophidae) parasitóide de
Phyllocnistis citrella (Lep., Gracilariidae) no município de Seropédica, RJ. Revista Universidade
Rural. Série Ciências da Vida , Seropédica, RJ, v. 22, n. 2, p. 99-102, 2002.
Livros publicados/organizados ou edições
1. Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos (Org.) ; Santos, Maria Cecília Rangel Monteiro (Org.) ;
RODRIGUES, William Costa (Org.) . I Simpósio de Pesquisa em Mata Atlântica, Engenheiro Paulo
de Frontin, RJ: livro de resumos. Rio de Janeiro: Faculdade de Formação de Professores - UERJ,
2010. v. 1. 1 p.
2.
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues (Org.) ; RODRIGUES, William Costa (Org.) . Citricultura
Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004. v. 1. 168 p.
Capítulos de livros publicados
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Curso de Engenharia Ambiental
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1. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; SOUZA, Solange São Paulo de
. Aleirodídeos. In: Paulo Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura
Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica: EDUR, 2004, v. , p. 17-26.
2. SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes ;
AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Larva minadora dos citros: Phyllocnistis citrela. In: Paulo
Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas
e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 85-95.
3. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Inimigos naturais. In: Paulo
Cesar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas
e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 98-114.
4. RODRIGUES, William Costa ; AZEREDO, Edson Henrique de ; PINTO, Jonas Miranda .
Influência de fatores tróficos sobre os insetos fitófagos (insetos-pragas). In: Paulo Cesar Rodrigues
Cassino; William Costa Rodrigues. (Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos
naturais. Seropédica, RJ: EDUR, 2004, v. , p. 133-144.
5. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Monitoramento de insetos
fitófagos ácaros e inimigos naturais. In: Paulo Casar Rodrigues Cassino; William Costa Rodrigues.
(Org.). Citricultura Fluminense: principais pragas e seus inimigos naturais. Seropédica, RJ: EDUR,
2004, v. , p. 149-157.
Textos em jornais de notícias/revistas
1. RODRIGUES, William Costa . Auditoria Ambiental: Vantagens incomensuráveis. Higi Press, p. 37
- 38.
Trabalhos completos publicados em anais de congressos
1. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ROCHA, Jaídson Gonçalves ; RODRIGUES,
William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Associação entre formigas (Hymenoptera,
Formicidae) e pulgões (Sternorrhyncha, Aphididae) em cultivo orgânico. In: XVI Jornada de Iniciação
Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada
de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006.
2. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; ROCHA, Jaídson Gonçalves ; RODRIGUES,
William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da superfamília Coccoidea
(Sternorrhyncha) em cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco), Seropédica,
RJ. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006,
Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de
Janeiro, 2006.
3. ROCHA, Jaídson Gonçalves ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES,
William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Constância e freqüência da família Aleyrodidae
(Sternorrhyncha) em cultivo orgânico de tangerina na Fazendinha Agroecológica
(EMBRAPA/UFRRJ), Seropédica, RJ. In: XVI Jornada de Iniciação Científica da Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI Jornada de Iniciação Científica da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006.
4. FORNY, Jorge Antonio Lima ; ALVES, Luis Henrique Soares ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues
; RODRIGUES, William Costa . Coleta de insetos utilizando-se armadilhas do tipo Funil de Berlese
em fragmento de Floresta Atlântica no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ. In: XVI Jornada de
Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006, Seropédica. Anais da XVI
Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2006.
250
Curso de Engenharia Ambiental
USS
5. FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão . Eficiência do diâmetro de
armadilhade pitfall na coletade formigas (Hymenotpera, Formicidae) em grama batatais (Paspalum
notatum). In: XIV Jornada de Iniciação Científica, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV Jornada de
Iniciação Científica da UFRuralRJ, 2004. p. 118-121.
6. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues
; ZINGER, Katiana ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão . Diversidade de predadores em pomar de
tangerina cv.Poncã (Citrus reticulata Blanco), na Fazendinha Agroecológica, Sreorpédica
(Embrapa/UFRuralRJ). In: XIV Jornada de Iniciação Científica, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV
Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 2004. p. 114-117.
7. ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ;
SPOLIDORO, Mateus Varajão ; FERNANDES, Fabrício Darley Paixão . Principais predadores de
Aleurothrixus floccosus (Sternorrhyncha, Aleyrodidae) em tangerina cv. Poncã em cultivo orgânico na
Fazendinha Agroecológica (Embrapa Agroecologia) Seropédica, RJ. In: XIV Jornada de Iniciação
Científica na UFRuralRJ, 2004, Seropédica, RJ. Anais da XIV Jornada de Iniciação Científica da
UFRuralRJ, 2004. p. 110-113.
8. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo
; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Identificação de insetos entomófagos de pragas de tangerina cv.
Poncã em cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica.. In: XIII Jornada de Iniciação Científica da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica. Resumos. Seropédica : EDUR, 2003.
v. 13. p. 105-107.
9. NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão
; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Levantamento de homópteros associados a Citrus reticulata
Blanco em cultivo orgânico (Fazendinha Agroecológica).. In: XIII Jornada de Iniciação Científica da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2003, Seropédica. Resumos. Seropédica : EDUR, 2003.
v. 13. p. 108-111.
10. SOUZA, Jorge Ferreira de ; SOUZA, Silvana Aparecida da Silva ; NASCIMENTO, Stenilson
Araujo ; FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ;
RODRIGUES, William Costa . Ocorrência de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) em plantas
cítricas no município de Araruama, Estado do Rio de Janeiro. In: I Congresso de Pesquisa Científica
da UFRuralRJ, 2003, Seropédica. Anais, 2003. v. 1. p. 55-57.
11. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ;
FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; DUARTE, Sidney Pinheiro . Efeitos de diferentes fontes de luz
sobre populações de insetos em fragmento de floresta atlântica, Morro Azul, Município Engenheiro
Paulo de Frontin, RJ . In: I Congresso de Pesquisa Científica da UFRuralRJ, 2003, Seropédica. Anais,
2003. v. 1. p. 308-310.
12. RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues . Ocorrência e distribuição de crisopídeos e sirfídeos, inimigosnaturais de insetos-pragas de
citrosno Estado do Rio de Janeiro. In: XII Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal
Rural do Rio de Janeiro, 2002, Seropédica. Anais, 2002. v. 12. p. 37-41.
Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. Towesend, Vinícius de Jesus ; Pires, Carina Soares ; Pereira, Bruno Mendes ; Oliveira, Camila
Santos Pantoja de ; Gonçalves, Priscila dos Santos ; RODRIGUES, William C. . COMPARAÇÃO
PRELIMINAR DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO DAS MORTES (VASSOURAS-RJ)
UTILIZANDO O TESTE DA CEBOLA (ALLIUM CEPA L.). In: IX Encontro de Iniciação Científica
251
Curso de Engenharia Ambiental
USS
da USS, 2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ :
Universidade Severino Sombra, 2010.
2. Alves, Sueyla da Silva ; Fernandes, Fabiana dos Santos ; RODRIGUES, William Costa .
LEVANTAMENTO DA ENTOMOFAUNA BIOINDICADORA DE QUALIDADE AMBIENTAL
EM FRAGMENTO DE FLORESTA ATLÂNTICA. In: IX Encontro de Iniciação Científica da USS,
2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ :
Universidade Severino Sombra, 2010.
3. Fernandes, Fabiana dos Santos ; Alves, Sueyla da Silva ; De Carli, Gabriela de Abreu e Lima ;
Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos ; RODRIGUES, William Costa . ENTOMOFAUNA EM
ÁREA DE IMPLANTAÇÃO DE SAF, PARACAMBI, RJ. In: IX Encontro de Iniciação Científica da
USS, 2010, Vassouras, RJ. Anais do IX Encontro de Iniciação Científica da USS. Vassouras, RJ :
Universidade Severino Sombra, 2010.
4. NASCIMENTO, C. D. M. A. ; Teixeira, Caio Palmeira ; Cardozo, Arthur Moreira ; RODRIGUES,
William Costa . Coleopterofauna e Hymenopterofauna Epígea, Coletada Através de Armadilhas de
Solo em Fragmento de Floresta Atlântica. In: VIII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2009,
Vassouras, RJ. Anais do VIII Encontro de Iniciação Científica da USS, 2009.
5. FORNY, Jorge Antonio Lima ; ALVES, Luis Henrique Soares ; Ramos, Pedro Telles ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Resultado preliminar da coleta de insetos
utilizando-se armadilhas do tipo funil de Berlese em fragmento de Floresta Atlântica no município de
Eng. Paulo de Frontin, RJ.. In: VI Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra,
2007, Vassouras. Anais do Encontro de Iniciação Científica da Universidade Severino Sombra, 2007.
p. 234-235.
6. ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ;
SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RIBEIRO, Danúbia Gonçalves . Riqueza de espécie e flutuação
populacional de insetos fitófagos (Homoptera, Sternorrhyncha) associados ao cultivo orgânico de
tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação
Científica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2005, Seropédica. Anais, 2006.
7. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues
; ZINGER, Katiana ; PEREIRA, Cícera Mariclécia . Avaliação populacional de coccinelídeos
(Coleoptera, Coccinellidae) entre os pontos cardeais primários em cultivo orgânico de tangerina cv.
Poncã (Citrus reticulata Blanco) em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação Científica da
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2005, Seropédica, RJ. Anais, 2006.
8. FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão . Flutuação populacional de Orthezia
praelonga (Sternorryncha, Ortheziidae) e seus inimigos naturais em tangerina cv. Poncã em cultivo
orgânico em Seropédica, RJ. In: XV Jornada de Iniciação Científica da Universidade Federal Rural do
Rio de Janeiro, 2005, Seropédica, RJ. Anais, 2006.
9. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa ; RACCA FILHO, Francisco ;
FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; DUARTE, Sidney Pinheiro . EFEITO DAS FASES LUNARES,
NAS COLETAS DE INSETOS COM ARMADILHAS LUMINOSAS EM FRAGMENTOS DE
FLORESTA ATLÂNTICA, NO MUNICÍPIO DE ENGENHEIRO PAULO DE FRONTIN, RJ.. In: III
Enc. Inic. Cient. e Pesq. da Univ. Severino Sombra, 2003, Vassouras-RJ, 2003.
Resumos publicados em anais de congressos
1. Araújo, Amanda ; ALVES, Gisele ; PORFIRIO, Jaqueline ; ALVES, Magno ; RODRIGUES,
William Costa . Avaliação dos Aspectos Ambientais do Rio Ipê. In: IV Jornada Acadêmica do
252
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, 2009, Paracambi, RJ. IV Jornada Acadêmica do
Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2009. p. 9.
2. RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, C. D. M. A. ; Souza, Wilian Bernardo Coêlho de ;
Cardozo, Arthur Moreira . Artropodofauna outonal de floresta atlântica coletada através de armadilha
de solo. In: XXII Congresso Brasileiro de Entomologia, 2008, Uberlândia. Anais do XXII Congresso
Brasileiro de Entomologia, 2008.
3. Cardozo, Arthur Moreira ; SOUZA, Iasmin Reis de ; Falcão, Jéssica ; Guedes, Priscila Martins ;
RODRIGUES, William Costa . Diversidade da Entomofauna Bioindicadora de Duas áreas em um
fragmento de Mata Atlântica, em Engenheiro Paulo de Frontin. In: III Jornada Acadêmica do Instituto
Superior de Tecnologia de Paracambi, 2008, Paracambi, RJ. III Jornada Acadêmica do Instituto
Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2008. p. 7-7.
4. Dáttilo, Wesley ; ASSIS, S. ; Santos, Fernanda Cristina Carvalho dos ; NASCIMENTO, C. D. M.
A. ; RODRIGUES, William Costa . A entomofauna como bioinidcadora de recuperação ambiental em
diferentes estágios de sucessão ecológica em um fragmento de Mata Atlântica de Altitude. In: III
Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, 2008, Paracambi, RJ. III
Jornada Acadêmica do Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi: Livro de Resumos, 2008. p. 10.
5. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Forrageamento de formigas em colônias de Toxoptera citricida e toxoptera
aurantii (Sternorrhyncha, Aphididae) associados a cultivo orgânico de tangerina cv. Poncã. In: XXI
Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de
Entomologia, 2006.
6. RODRIGUES, William Costa . Software para cálculo de diversidade de espécies de insetos e outros
organismos. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI
Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
7. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de aleirodídeos em pomar orgânico de acordo com os pontos
cardeais primários, Fazendinha Agroecológica, Seropédica. In: XXI Congresso Brasileiro de
Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
8. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Distribuição de cochonilhas em pomar orgânico, em pontos cardeais
primários na fazendinha Agroecológica/Embrapa, Seropédica. In: XXI Congresso Brasileiro de
Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
9. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Atendimento de formigas em cochonilhas em cultivo orgânico de tangerina
cv. poncã (Citrus reticulata Blanco). In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE.
Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
10. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Aleirodídeos em cultivo orgânico de tangerina cv. poncã (Citrus reticulata
blanco) e a interaçâo de formigas. In: XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE.
Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia, 2006.
11. FORNY, Jorge Antonio Lima ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa
; ALVES, Luis Henrique Soares ; CARVALHO, Lays da Silva ; PANIZZI, Catiúscia . Levantamento
preliminar da entomofauna (Arthropoda, Insecta) em fragmento de floresta atlântica no município de
Eng. Paulo de Frontin, RJ utilizando-se armadilhas de solo do tipo pitfall. In: XXI Congresso
Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia,
2006.
253
Curso de Engenharia Ambiental
USS
12. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; LACERDA, Sônia Regina de ;
RODRIGUES, William Costa ; FORNY, Jorge Antonio Lima . Diversidade da entomofauna em
fragmento de floresta atlântica, no município de Eng. Paulo de Frontin, RJ.. In: XXI Congresso
Brasileiro de Entomologia, 2006, Recife-PE. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de Entomologia,
2006.
13. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da família Chrysopidae (Neuroptera) em citros, no município de
Santa Teresa, ES. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 168.
14. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência da família Coccinellidae (Coleoptera) em pomares cítricos no
município de Santa Teresa, ES. In: 9º Simpósio de Controle Biológico, 2005, Recife-PE. Anais, 2005.
p. 165.
15. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ; RODRIGUES, William Costa ;
FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . As principais espécies de
aleirodídeos e cochonilhas das plantas cítricas e predadores da família Coccinellidae
(EMBRAPA/Agrobiologia), no município de Seropédica, RJ. In: 9º Simpósio de Controle Biológico,
2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 185.
16. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; ZINGER, Katiana ;
FERNANDES, Fabrício Darley Paixão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Riqueza de espécies de
inimigos naturais associados ao cultivo de tangerina orgânica. In: 9º Simpósio de Controle Biológico,
2005, Recife-PE. Anais, 2005. p. 185.
17. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Levantamento de predadores e
suas respectivas presas, em tangerina cv. Poncã (Citrus reticulata), sob cultivo orgânico na Fazendinha
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Agroecológica, Seropédica, RJ. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado.
Resumos do XX Cng. Bras. Entomologia, 2004. p. 568.
19. SPOLIDORO, Mateus Varajão ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar
Rodrigues ; ZINGER, Katiana ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Interação populacional de
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Poncã (Citrus reticulata Blanco) sob cultivo orgânico na Fazendinha Agroecológica, Seropédica - RJ.
In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 568.
20. ZINGER, Katiana ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ;
RODRIGUES, William Costa ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo . Levantamento e flutuação de
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na
Fazendinha
Agroecológica
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2004, Gramado, 2004. p. 568.
21. RODRIGUES, William Costa ; SPOLIDORO, Mateus Varajão ; CASSINO, Paulo Cesar
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Brasileiro de Entomologia, 2004, Gramado, 2004. p. 567.
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Curso de Engenharia Ambiental
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24. LACERDA, Sônia Regina de ; RODRIGUES, William Costa ; ARAÚJO, Andinaidja Ferreira de ;
OLIVEIRA, Rutte Perreira de ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeitos de diferentes fontes de luz
sobre a população da ordem Homoptera em nível de família no fragmento de floresta Atlântica, Morro
Azul, município Engenheiro Paulo de Frontin. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia, 2004,
Gramado, 2004. p. 188.
25. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; SPOLIDORO, Mateus
Varajão ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; ZINGER, Katiana . Relação entre a brotação foliar de
tangerina cv. Poncã e a dinâmica populacional de pulgões dos citros, em cultivo orgânico na
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2004, Gramado, 2004. p. 529.
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município de Araruama, Estado do Rio de Janeiro. In: XX Congresso Brasileiro de Entomologia,
2004, Gramado, 2004. p. 652.
28. SOUZA, Jorge Ferreira de ; NASCIMENTO, Stenilson Araujo ; RODRIGUES, William Costa ;
FERRARA, Fernando Antonio Abrantes ; AGUIAR, Elen de Lima Menezes ; CASSINO, Paulo Cesar
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29. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Metodologia de
monitoramento para insetos associados à cultura dos citros (Citrus sp.): Presença-ausência.. In: 19º
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coccinelídeos (Coleoptera; Coccinellidae) em plantas cítricas no Estado do Rio de Janeiro.. In: 19º
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Curso de Engenharia Ambiental
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32. SILVA, Rosane Curityba da ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ;
FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; RODRIGUES, William Costa . Entomofauna de Avelar,
município de Paty do Alferes-RJ. (nota prévia). In: II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores
da Univ. Severino Sombra, 2002, Vassouras. II Encontro de Iniciação Científica e Pesquisadores,
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cálculo de índices ecológicos de insetos. In: I Enc. Inic. Cient. e Pesq. da Univ. Severino Sombra,
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Silva ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; SOUZA, Solange São
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viridis (Homoptera; Coccidae) in sweet orange (Citrus sinensis), Cultivar Folha Murcha. In: XXI
International Congess of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Congess
of Entomology, 2000. v. 2. p. 707.
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enthomopathogenic fungus Aschersonia sp. infesting Selenaspidus articulatus (Homoptera,:
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2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 2. p. 662.
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International Congress of Entomology, 2000. v. 1. p. 292.
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with the utilization of luring trap model C-47 and the (Binomial) 'presence-absence'sampling method,
in the state of Rio de Janeiro, Brasil. In: XXI International Congress of Entomology, 2000, Foz do
Iguaçu. Anals of the XXI International Congress of Entomology, 2000. v. 1. p. 287.
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associated of citric plants. In: XXI International Cong. of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of
the XXI International Cong. of Entomology, 2000. v. 1. p. 280.
41. PINTO, Jonas Miranda ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues .
Nitrogen and potassium fertilization were influencing the whiteflies populations in citric plants.. In:
XXI International Cong. of Entomology, 2000, Foz do Iguaçu. Anals of the XXI International Cong.
of Entomology, 2000. v. 1. p. 279.
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Curso de Engenharia Ambiental
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população de Aleurothrixus floccosus (Hom., Aleyrodidae), em laranja folha murcha (Citrus
sinensis).. In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic.
Científica daUFRRJ, 1999. p. 57-58.
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Rodrigues ; LIMA, A. F. . Influência de níveis de adubação nitrogenada e potásica, sobre a população
de Coccus viridis (Hom., Coccidae), em laranja folha murcha (Citrus sinensis). . In: IX Jorn. Inic.
Científica da UFRRJ, 1999, Seropédica. Resumos da IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ, 1999. p. 59.
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software no manejo Integrado de Pragas de plantas cítricas. . In: IX Jorn. Inic. Científica da UFRRJ,
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Orthezia praelonga (Homoptera, Ortheziidae) em tangerina Poncã. . In: XVII Cong. Bras. de
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SILVA FILHO, Reinildes ; PERREIRA, C. H. ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Manejo
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50. AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; SILVA FILHO, Reinildes ; RODRIGUES, William
Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Flutuação populacional de
Selenaspidus articulatus (Homoptera, Diaspididae), em pomar cítrico no Campus da Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos
do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 456-456.
51. SILVA, Paulo Roberto Ramalho ; RODRIGUES, William Costa ; SANTOS, W. S. ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues ; PINTO, Jonas Miranda . Influência da adubação nitrogenada e potássica
sobre a população de Phyllocnistis citrella (Lep., Gracillariidae) em tangerina Poncã. In: XVII Cong.
Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 459459.
52. AZEREDO, Edson Henrique de ; NASCIMENTO, F. N. ; SILVA, Paulo Roberto Ramalho ;
RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Análise do impacto da lagarta
257
Curso de Engenharia Ambiental
USS
rosca Agrotis ipisilon Hüfnagel, 1767 (Lepidoptera, Noctuidae) em coleto e tubérculo da planta
batatinha (Solanum tuberosum L.); cv. Achat e Monalisa, associado à fatores climáticos e tróficos
(NK), no município de Pinheiral, RJ.. In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro.
Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 460-460.
53. PINTO, Jonas Miranda ; RODRIGUES, William Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ; SANTOS, W. S. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Níveis de adubação nitrogenada e potássica influenciando a
população de Orthezia praelonga (Hom., Ortheziidae) em tangerina, Poncã. In: XVII Cong. Bras.
Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 467-467.
54. RODRIGUES, William Costa ; PINTO, Jonas Miranda ; SANTOS, W. S. ; CONCEIÇÃO, J. C. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Comportamento da população de Aleurothrixus floccosus (Hom.,
Aleyrodidae) sob adubação nitrogenada e potássica em tangerina Poncã. In: XVII Cong. Bras.
Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998. p. 494-494.
55. SOARES, M.A ; MARCHIOR, L. C. ; RODRIGUES, William Costa ; CONCEIÇÃO, J. C. ;
SANTOS, W. S. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Interação entre a flutuação populacional de
Selenaspidus articulatus (Morgan, 1889) (Homoptera, Diaspididae) e níveis de ocorrência de Pentilia
egena Mulsant, 1850 (Coleoptera, Coccinelidae) em Citrus reticulata Blanco, no Campus da UFRRJ.
In: XVII Cong. Bras. Entomologia, 1998, Rio de Janeiro. Resumos do XVII Cong. Bras. Entomologia,
1998. p. 516-516.
56. RODRIGUES, William Costa ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ; GOUVEA, Alfredo ;
PERRUSO, Julio Cesar ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação com o nível de infestação de
insetos associados a plantas cítricas em quatro grupos de propriedades com diferentes hábitos de
controle fitossanitário nos últimos na baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro. In: 16º Cong.
Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia. p. 304-304.
57. RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ;
SOARES, M.A ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação do grau de parasitismo de Aphytis
sp., na baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997,
Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 132-132.
58. SILVA, A. M. S. ; RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; SILVA, M. J. P. R. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação preliminar sobre o efeito de aplicações controladas e
direcionadas de trichlorfon, no controle de Neuleucinodes elegantalis e a influência na população de
Chrysoperla sp. em tomateiro estaqueado (Lycorpesicum esculentum). In: 16º Cong. Bras.
Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 310-310.
59. ZAGO, V. C. P. ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA, M. J. P. R. ; PERRUSO, Julio Cesar ;
RUMJANEK, N. G. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência de diferentes combinações de
adubação sobre a população de Brevicoryne brasicae (Homoptera, Aphididae) em couve-manteiga. In:
16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p.
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60. GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; ASSUNÇÃO, E. D. ; VIEGAS, E. C. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Efeito da intensidade de precipitação pluviométrica sobre a
população de Orthezia praelonga em pomar de Citrus reticulata, cultivar Poncã, no Campus da
UFRRJ. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do . 16º Cong. Bras.
Entomologia, 1997. p. 223-223.
61. GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência do uso de herbicidas nas populações de insetos
associados a plantas cítricas nos municípios de Rio Bonito e Araruama - RJ.. In: 16º Cong. Bras.
Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 304-304.
258
Curso de Engenharia Ambiental
USS
62. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; GOUVEA, Alfredo ; RODRIGUES, William Costa ; SOUZA,
Solange São Paulo de ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca . Ação do fungo entomopatogênico
Aschersonia aleyrodes sobre diaspidídeos e aleirodídeos em pomares citrícolas, avaliado sob
condições de uso ou não de controle químico de pragas. In: 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997,
Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 304-304.
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de Shistocerca sp. em Milheto Pérola (Pennisetum glaucum) no Estado do Rio de Janeiro. In: 16º
Cong. Bras. Entomologia, 1997, Salvador. Resumos do 16º Cong. Bras. Entomologia, 1997. p. 371371.
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Reinildes ; CARVALHO, A. F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência da população de
Chrysoperla sp. (Neuropetera, Chrysopidae) sobre a população de Pinnaspis aspidistrae (Homoptera,
Diaspididae), no Parque da Gleba E, Barra da Tijuca- RJ. In: VII Jorn. de Inic. Cient. da UFRRJ,
1997, Seropédica. Resumos da VII Jorn. de Inic. Cient. da UFRRJ, 1997. p. 34-34.
65. PERREIRA, C. H. ; SILVA FILHO, Reinildes ; RODRIGUES, William Costa ; CARVALHO, A.
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vagens de Eritrinia speciosa (Rosales, Fabaceae), no Parque da Gleba E - Barra da Tijuca - RJ. In: VIII
Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos do VIII Seminário Bienal
Científica da UFRRJ, 1997. p. 47-47.
66. PERREIRA, C. H. ; SILVA FILHO, Reinildes ; BRAGA, V. A. ; BRAGA, R. A. ; RODRIGUES,
William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ocorrência de parasitismo do microhymenoptero
Encarsia sp. (Hymenoptera, Aphelinidae) sobre a população de Selenaspidus articulatus (Homoptera,
Diaspididae) em plantas ornamentais e frutíferas no Parque da Gleba E, Barra da Tijuca- RJ. In: VIII
Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos do VIII Seminário Bienal
Científica da UFRRJ, 1997. p. 48-48.
67. PERREIRA, C. H. ; RODRIGUES, William Costa ; SILVA FILHO, Reinildes ; CARVALHO, A.
F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Influência da população de Chrysoperla sp. (Neuroptera,
Chrysopidae) sobre a população de Selenaspidus articulatus (Homoptera, Diaspididae) no Parque da
Gleba E, Barra da Tijuca. In: VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997, Seropédica. Resumos
do VIII Seminário Bienal Científica da UFRRJ, 1997. p. 49-49.
68. SOARES, M.A ; MARTINS, S. C. ; SILVA, M. J. P. R. ; RODRIGUES, William Costa ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Dados preliminares da flutuação populacional de Selenaspidus
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Seminário Bienal de Pesquisa UFRuralRJ, 1996, Seropédica-RJ. Anais da VII Bienal de Pesquisa da
UFRRJ. Seropédica : DDPG-UFRRJ, 1996. p. 49-49.
69. SAMPAIO, M. V. ; FERREIRA FILHO, H. F. ; ASSUNÇÃO, E. D. ; RODRIGUES, William
Costa ; CARVALHO, A. F. ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Levantamento da entomofauna em
plantas ornamentais e frutíferas do parque da Gleba E, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. In: XXI
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Zoologia, 1996. p. 456-456.
70. SAMPAIO, H. N. ; SILVA, L.A ; TAVARES, S. S. ; RODRIGUES, William Costa ; CASSINO,
Paulo Cesar Rodrigues . Preferência alimentar de pulgões do quiabeiro Abelmorchus esculentum.. In:
XXI Congresso Brasileiro de Zoologia, 1996, Porto Alegre. Resumos do XXI Congresso Brasileiro de
Zoologia, 1996. p. 110-110.
71. RODRIGUES, William Costa ; ZAGO, V. C. P. ; SILVA, M. J. P. R. ; SAMPAIO, H. N. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Ação de parasitóides (Hymenoptera: Aphidiidae) sobre o pulgão
259
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Brevicoryne brassicae (L., 1758) em couve (Brassica oleraceae L., 1758) no campo experimental da
EMBRAPA-CNPAB, Itaguaí - RJ. In: V SINCOBIOL, 1996, Foz do Iguaçu, 1996. p. 234-234.
72. RODRIGUES, William Costa ; SOARES, M.A ; MARTINS, S. C. ; CALDERA, A. M. ;
CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Avaliação em diferentes períodos da interação entre organismos
bióticos reguladores e insetos pragas em agroecossistema cítrico, no Campus da UFRRJ, Itaguaí - RJ.
In: 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996, Brasília. Resumos do 3º Congresso de Ecologia do
Brasil, 1996. p. 49-49.
73. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca
; PERRUSO, Julio Cesar ; RODRIGUES, William Costa . A influência da aplicação de agrotóxicos
nas populações e nas interações interespecíficas de insetos associados a plantas cítricas nos municípios
de Rio Bonito e Araruama - RJ. In: 3º Congresso de Ecologia do Brasil, 1996, Brasília. Resumos do 3º
Congresso de Ecologia do Brasil, 1996. p. 97-97.
74. RODRIGUES, William Costa ; GOUVEA, Alfredo ; AZEVEDO, Otávio Raimundo Fonseca ;
SOARES, M.A ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Interação entre a população de Toxoptera
citricidus (Kirk, 1907) e a população de Cycloneda sanguinea (L., 1736), em plantas cítricas na região
citrícola do Estado do Rio de Janeiro. In: VI Jornada de Iniciação Científica da UFRuralRJ, 1996,
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Demais tipos de produção bibliográfica
1. RODRIGUES, William Costa . Coccinelídeos Associados a Toxoptera citricida (Kirkaldy)
(Homoptera, Sternorryncha): Revisão. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2005 (Artigo
Publicado na Internet).
2. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RACCA FILHO, Francisco ; LACERDA, Sônia Regina de ;
FURUSAWA, Guilherme Pinheiro ; RODRIGUES, William Costa . ENTOMOFAUNA DE
FRAGMENTO DE FLORESTA ATLÂNTICA MORRO AZUL, MUNICÍPIO DE ENG. PAULO DE
FRONTIN, RJ. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet).
3. RODRIGUES, William Costa . Fatores que Influenciam no Desenvolvimento dos Insetos.
Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet).
4. RODRIGUES, William Costa . Inimigos Naturais de Pragas de Plantas Cítricas no Estado do Rio de
Janeiro. Seropédica, RJ: Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet).
5. RODRIGUES, William Costa . Utilização da Informática na Entomologia. Seropédica, RJ:
Entomologistas do Brasil, 2004 (Artigo Publicado na Internet).
Produção técnica
Softwares sem registro de patente
1. RODRIGUES, William Costa . Gerenciamento de Estagiários. 2010.
2. RODRIGUES, William Costa . CLATIPO - Classificaçãos de Atividades Poluidoras - RJ. 2010.
3. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Weather Forecast. 2007.
4. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Morisita Calc. 2007.
5. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Sisam v2.0 - Size of the Sample. 2007.
6. RODRIGUES, William Costa . Insect Analysis v1.0 - Parasitismo. 2006.
260
Curso de Engenharia Ambiental
USS
7. RODRIGUES, William Costa . Insect Analysis v3.0 - Índice Nutricional. 2006.
8. RODRIGUES, William Costa . Lizaro Test-T. 2006.
9.
RODRIGUES, William Costa . DivEs - Diversidade de Espécies. 2005.
10. RODRIGUES, William Costa . Entomologistas do Brasil. 2004.
11. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . InsectAnalysis. 2001.
12. RODRIGUES, William Costa . Bibliografia . 2000.
13. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues . Monitoramento. 1999.
Demais tipos de produção técnica
1. RODRIGUES, William Costa . Insetos Aquáticos - Principais Grupos Taxonômicos e sua
Importância. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
2. RODRIGUES, William Costa . Insetos como Indicadores de Qualidade Ambiental. 2008. (Curso de
curta duração ministrado/Outra).
3. RODRIGUES, William Costa . Ecologia Aplicada a Entomologia. 2005. (Curso de curta duração
ministrado/Extensão).
4. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Citricultura Fluminense:
Principais Pragas e Seus Inimigos Naturais. 2004. (Editoração/Livro).
Produção artística/cultural
1.RODRIGUES, William Costa . Controle natural de Insetos Domésticos. 2011. (Apresentação em
rádio ou TV/Outra).
Demais trabalhos
1. RODRIGUES, William Costa . Formigas como Bioindicadores de Qualidade Ambiental. 2006
(Palestra).
2. RODRIGUES, William Costa . Amostragem e aplicação de técnicas de coleta de insetos. 2005
(Palestra).
3. RODRIGUES, William Costa . Técnicas de amostragem de insetos. 2005 (Palestra).
4. RODRIGUES, William Costa ; CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; FREITAS, H. S. .
Biodiversidade de Floresta Atlântica - Instituto Zoobotânico de Morro Azul - Eng. Paulo de Frontin,
RJ. 2002 (Científica).
5. CASSINO, Paulo Cesar Rodrigues ; RODRIGUES, William Costa . Home Page do curso de PósGraduação de Biodiversidade de Floresta Atlântica - Univ. Severino Sombra. 2002 (Científica).
6. RODRIGUES, William Costa . Home page do Projeto Entomologistas do Brasil. 2002 (Científica).
261
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Origem (Localidades) dos Discentes
262
Curso de Engenharia Ambiental
USS
Tabela 1 – Número de alunos por localidade e período em 2011-1
Município\Período
Angra dos Reis
Barra do Piraí/RJ
Barão de Juparanã
Chiador
Engenheiro Paulo de
Frontin/RJ
Itamonte
Madre de Deus
Mendes/RJ
Miguel Pereira/RJ
Minduri
Paracambi/RJ
Paraíba do Sul/RJ
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
Total de Alunos
por Município
-
-
01
-
-
-
-
01
-
02
02
-
04
04
06
04
04
-
02
-
-
-
-
01
01
03
02
04
03
01
03
01
01
02
04
03
01
-
-
01
01
04
01
01
01
-
-
01
01
01
02
01
01
02
01
01
-
-
01
-
01
01
-
-
01
-
-
-
02
03
-
03
04
01
01
-
Piraí/RJ
02
-
-
01
04
-
01
-
-
Rio de Janeiro
01
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
02
-
-
01
02
-
-
-
03
07
Três Rios/RJ
Teresópolis
Valença/RJ
Varre-Sai
Vassouras/RJ
Volta Redonda/RJ
Total de Alunos por
Período
03
05
09
01
01
06
03
04
02
07
01
02
10
02
02
10
01
01
02
02
01
01
04
01
05
-
Paty do Alferes/RJ
02
01
-
-
Rio das Flores
26
-
01
-
-
-
-
-
-
01
40
17
31
22
36
15
19
11
12
01
01
14
11
01
09
10
14
08
01
08
15
01
14
01
58
02
203
263
Curso de Engenharia Ambiental
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Fig 1 – Número de alunos por localidade – 2011-1
Fig 2 – Número de alunos por período – 2011-1
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Projeto Pedagógico do Curso (PPC)