Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Câmpus Goiânia CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL CÂMPUS GOIÂNIA Goiânia – Goiás 2013 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DE GOIÁS PLANO DE CURSO CNPJ 336.026.080.001-45 Razão Social Instituto Tecnológico Federal de Goiás – IFG Nome Fantasia IFG / Câmpus Goiânia Esfera Administrativa Federal Endereço Rua 75, nº 46, Centro Cidade/UF/CEP Goiânia/GO/74.055-110 Telefone/Fax (62) 3227-2700 E-mail de contato [email protected] Site www.ifgoias.edu.br Área do Plano de Curso Engenharia Ambiental HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÕES E ESPECIALIZAÇÕES Habilitação: Bacharelado em Engenharia Ambiental Disciplinas de Núcleo Básico: 1.188 h Disciplinas de Núcleo Profissionalizante: 1.161 h Disciplinas de Núcleo Específico: 1.593 h Disciplinas Optativas: 81 h Estágio Curricular Supervisionado: 160 h Atividades Complementares: 120 h Carga Horária Total: 3.942 h 2 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS Paulo César Pereira Reitor Gilda Guimarães Pró-Reitora de Ensino Ruberley Rodrigues Souza Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Mad’Ana Desirée Ribeiro de Castro Pró-Reitora de Extensão Jerônimo Rodrigues da Silva Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Paulo Francinete Silva Júnior Pró-Reitor de Administração Edison de Almeida Manso Diretor Geral – Câmpus José Martins do Carmo Chefe do Departamento de Áreas Acadêmicas II Aldo Muro Junior Paulo Augusto Diniz Rosana Gonçalves Barros Rosângela Mendanha da Veiga Viníciu Fagundes Bárbara Equipe de Elaboração do Projeto 3 SUMÁRIO 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO .....................................................................................5 1.1 JUSTIFICATIVA ......................................................................................................................................5 1.2 OBJETIVOS ............................................................................................................................................7 1.2.1 Geral .............................................................................................................................................7 1.2.2 Específicos ....................................................................................................................................7 2 REQUISITOS PARA ACESSO AO CURSO..........................................................................................7 3 PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS.........................................................................................8 3.1 3.2 4 COMPETÊNCIAS.....................................................................................................................................8 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL...............................................................................................8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ..........................................................................................................8 4.1 A MATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................................8 4.2 DETALHAMENTO DAS DISCIPLINAS ......................................................................................................9 4.2.1 Núcleo de Conteúdos Básicos..............................................................................................................9 4.2.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ............................................................................................9 4.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos......................................................................................................10 4.2.4 Disciplinas Optativas .........................................................................................................................11 4.2.5 Carga Horária Total ...........................................................................................................................12 4.2.6 EMENTAS DAS DISCIPLINAS................................................................................................................12 4.2.7 ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................................................................12 4.2.8 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .......................................................................................................12 4.2.9 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO..............................................................................................13 4.2.10 MONITORIA ......................................................................................................................................13 4.2.11 INICIAÇÃO CIENTÍFICA .....................................................................................................................13 4.2.12 VISITAS TÉCNICAS ...........................................................................................................................13 4.2.13 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ................................................14 4.2.14 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ..............................................................................14 4.2.15 FUNCIONAMENTO .............................................................................................................................14 5 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS .................................................................................................14 5.1 5.2 5.3 6 BIBLIOTECA ........................................................................................................................................14 LABORATÓRIOS DA ÁREA DE MEIO AMBIENTE..................................................................................15 DEPARTAMENTO DE ÁREAS ACADÊMICAS II .....................................................................................15 PESSOAL DOCENTE E SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ENVOLVIDOS NO CURSO.....16 6.1 6.2 DOCENTES ..........................................................................................................................................16 SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ........................................................................................................16 7 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .........................................................................................................17 8 CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES DO CURSO .....................17 9 REFERÊNCIAS BIBLIIOGRÁFICAS .................................................................................................18 ANEXO I ................................................................................................................................................189 4 1 JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO 1.1 Justificativa A criação do curso de Engenharia Ambiental no Câmpus Goiânia do IFG está embasada em aspectos históricos, técnicos e sociais inerentes ao próprio Estado. Este, composto por 246 municípios e com uma população estimada, no ano de 2011, de 6.003.788 habitantes (IBGE, 2011), apresenta níveis satisfatórios de desenvolvimento econômico que tendem a crescer aceleradamente nos próximos anos. O horizonte de desenvolvimento que se apresenta a médio prazo para Goiás traz consigo, indiscutivelmente, preocupações no tocante à preservação ambiental, tendo em vista a necessidade de que esse processo ocorra da maneira mais sustentável possível, até mesmo porque boa parte do Cerrado encontra-se estabelecido em terras goianas. Originalmente, esse bioma cobria cerca de 2 milhões de km2 – aproximadamente 22% da Região Central do território brasileiro – e abrangia, no todo ou em partes, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e São Paulo. Entretanto, embora o Cerrado apresente um dos mais elevados índices de biodiversidade do mundo, o mesmo tem sido aceleradamente devastado por atividades antrópicas variadas, em especial a agricultura, pecuária e industrialização. Diante desse quadro, faz-se necessária a formação de profissionais devidamente preparados e capacitados no sentido de contribuir não somente para a conservação desse bioma, mas também para a sua recuperação. Por outro lado, nos próximos anos o cenário mundial no campo das Engenharias estará caracterizado por uma competição acirrada, onde os produtos e serviços primarão pela qualidade, induzindo, logicamente, a competência como parâmetro fundamental na gerência conceptiva ou executiva das empresas e órgãos governamentais. Nesse sentido, o Brasil, devido às suas potencialidades, deverá desempenhar um papel importante no contexto planetário, desde que acompanhe o desenvolvimento mundial por intermédio da criação e modernização de Políticas Públicas nas áreas de Educação, Saúde, Habitação, Emprego e Meio Ambiente. Essa necessidade se justifica porque o país não pode mais conviver com os índices sociais, ambientais e econômicos que apresenta atualmente. Nesse sentido, ganham destaque graves problemas nacionais como, por exemplo: o atraso educacional, o grande déficit habitacional, um sistema de saúde e de cobertura de atendimento dos serviços de água e esgoto precário e os baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs), principalmente em nível regional. Diante de tantas necessidades básicas, o déficit de Engenheiros no Brasil é preocupante. A necessidade brasileira de formar mão-de-obra capaz de lidar com os desafios contemporâneos, dentre eles o ambiental, aliada ao entendimento de que o desenvolvimento tecnológico tem como um de seus principais pilares a utilização de recursos naturais nas suas mais diversas formas, fez surgir em várias cidades do território nacional, na última década, cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Ambiental que objetivam atender a tal demanda e fornecer para a sociedade um profissional devidamente capacitado. Apesar dessa realidade, de acordo com a ASPEA (2009), a Região Centro-Oeste é a que possuía, em 2009, a menor quantidade de cursos de Engenharia Ambiental do Brasil, demonstrando uma carência regional acentuada dessa modalidade de graduação, especialmente em Goiás. Ademais, segundo a ASBEA (2009), a 5 maior parte dos cursos de Engenharia Ambiental do país são ofertados por instituições de ensino privadas, o que acaba por elitizar ainda mais a profissão em questão e, consequentemente, por excluir a parcela da população que não é capaz de pagar pelo curso. Estruturado segundo uma visão contemporânea da Engenharia e embasado nas ciências básicas ligadas ao Meio Ambiente, tais como Química, Física, Matemática e Biologia, essa modalidade de graduação surgiu pela primeira vez no mundo no ano de 1977, na Universidade Nova de Lisboa (ASBEA, 2009), tendo se originado de uma expansão/especialização da Engenharia Civil (RODRIGUES, 2004). Reis et al. (2005) esclarecem que os primeiros registros pertinentes ao surgimento desse curso no Brasil datam de 1991, quando a Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Câmpus de Canoas (RS), de maneira pioneira no país, o criou; contudo, não o colocou em funcionamento. Efetivamente, somente no ano seguinte, por intermédio de esforços da Universidade Federal do Tocantins (UFT), a primeira graduação em Engenharia Ambiental do Brasil iniciou, de fato, suas atividades acadêmicas. Medeiros et al. (2004) esclarecem que essa modalidade de graduação foi nacionalmente concebida como área específica da Engenharia em 1994, por intermédio da Portaria nº 1.693 do Ministério da Educação (MEC), de 5 de dezembro. Desde então, observa-se uma evolução muito rápida na oferta do curso em todo o país (MEDEIROS e REIS, 2009). Apenas a título de exemplo, destaca-se que em 2008 existiam 115 cursos de Engenharia Ambiental no Brasil; já em 2009, principalmente face ao Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), estabelecido pelo Governo Federal, este número alcançou a marca de 164, e ainda cresce (ASBEA, 2009). De acordo com o estudo desenvolvido por Guimarães et al. (2011), atualmente essa graduação é oferecida por pelo menos sete instituições de ensino superior (IESs) de Goiás, sendo cinco particulares – Faculdade de Caldas Novas (UNICALDAS), Universidade de Rio Verde (FESURV), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás, Câmpus Goiânia), Faculdade Araguaia (FARA) e Faculdade Metropolitana de Anápolis (FAMA) –, e apenas duas públicas: Universidade Federal de Goiás (UFG, Câmpus Goiânia) e Instituto Federal Goiano (IFGoiano, Câmpus Rio Verde). De fato, observa-se um acentuado déficit de vagas em cursos de Engenharia Ambiental nos centros de ensino públicos de Goiás, realidade que prejudica principalmente as camadas economicamente menos favorecidas da sociedade e que necessita ser revertido. O mercado de trabalho do Engenheiro Ambiental é bastante abrangente. Como o currículo do curso é essencialmente multidisciplinar, o graduado estará capacitado a atuar em várias frentes laborais direta e indiretamente ligadas à preservação do meio natural. Destaca-se, porém, que o presente Projeto Pedagógico propõe um importante e significativo diferencial em relação à quase totalidade dos cursos de Engenharia Ambiental brasileiros, nos quais vigora o enfoque na gestão ambiental propriamente dita, sem sombra de dúvida importante, mas que não capacita o graduando a efetivamente projetar sistemas de controle ambiental. A presente proposta consiste, portanto, na criação de um curso que forme profissionais plenamente capazes de conceber, dimensionar, projetar e operar sistemas de controle ambiental, ou seja, Engenheiros plenos, em toda a acepção que este título possa ter. Portanto, com a criação do curso de Engenharia Ambiental no Câmpus Goiânia do IFG pretende-se não somente aumentar a oferta de vagas em cursos gratuitos de Engenharia Ambiental no Estado e fortalecer ainda mais a área de Meio Ambiente desta instituição de ensino, mas também acompanhar os novos tempos vividos 6 pela mesma, contribuindo para o desenvolvimento do seu papel educacional junto aos desafios contemporâneos que se apresentam à sociedade goiana. 1.2 Objetivos 1.2.1 Geral Formar Engenheiros – plenos e de concepção – com sólido preparo científico, tecnológico, sistêmico, multidisciplinar, prático e altamente técnico no que tange ao conhecimento do Meio Ambiente, em especial de Saneamento Ambiental, e integralmente aptos a conceber, projetar, construir, operar e gerenciar os mais variados sistemas de controle ambiental. 1.2.2 Específicos formar Engenheiros Ambientais capazes de conceber, projetar, construir (incluindo elementos estruturais), operar e gerenciar os mais diferentes sistemas de controle de poluição ambiental, especialmente de abastecimento de água; de coleta e tratamento de efluentes domésticos e industriais e de tratamento e disposição final de resíduos sólidos; formar Engenheiros Ambientais que se mostrem aptos a elaborar os mais variados documentos/estudos técnicos ambientais diversos, tais como: (i) levantamentos topográficos e mapas temáticos; (ii) estudos de avaliação de impactos ambientais, de modelagem de sistemas ambientais, de valoração de danos ambientais e de planejamento ambiental; (iii) planos de gerenciamento integrado de resíduos sólidos, de recuperação de áreas degradadas, de gestão ambiental, de gestão de áreas contaminadas e de risco, de controle ambiental e de manejo de unidades de conservação; (iv) relatórios de controle e monitoramento ambiental, de investigação de passivos ambientais e de avaliação de sistemas de gestão ambiental e (v) laudos periciais, dentre outros; formar Engenheiros Ambientais capacitados para promoverem o licenciamento ambiental de empreendimentos potencial e efetivamente poluidores e para conceber, implantar e avaliar sistemas de monitoramento e conservação do solo, água e ar; e fomentar, nos acadêmicos, o constante desejo de aperfeiçoamento, atualização profissional, desenvolvimento de pesquisas e de se tornarem empreendedores, o que deverá ser atingido mediante programas de monitoria, participação em eventos científicos e atividades de pesquisa e extensão, dentre outros. 2 REQUISITOS PARA ACESSO AO CURSO O acesso ao curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental poderá ser feito apenas por candidatos que já tenham concluído o ensino médio e que tenham sido devidamente aprovados no processo seletivo realizado anualmente pelo IFG ou via Sistema de Seleção Unificada (SISU). 7 3 PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS 3.1 Competências O Engenheiro Ambiental formado pelo IFG deverá apresentar visão multidisciplinar – com alto valor agregado de conhecimento técnico para resolver os vários problemas relativos ao Meio Ambiente – que o capacite a trabalhar em equipe sem, obviamente, deixar de ser sensível às relações humanas. Assim, além de necessitar possuir sólida formação para atuar nas diversas áreas de concentração previstas nos conteúdos contemplados na grade curricular, precisará, no mínimo, contar com boa capacidade de diálogo, sólido conhecimento técnico e, acima de tudo, visão crítica da atuação da Engenharia. 3.2 Áreas de Atuação do Profissional Os egressos do curso de Engenharia Ambiental do IFG poderão exercer suas atividades profissionais em instituições variadas, a saber: órgãos da administração pública municipal, estadual ou federal; organizações não-governamentais; centros de pesquisa, universidades e instituições de ensino técnico e tecnológico; empresas públicas ou privadas que atuam na área ambiental; agências reguladoras; indústrias em geral e consultorias de meio ambiente, dentre outras. Além disso, poderão abrir empresas próprias. Salienta-se que o mercado de trabalho para esse profissional encontra-se em franca expansão não somente em Goiás, mas no Brasil como um todo. 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 A Matriz Curricular O curso de Engenharia Ambiental do IFG foi estruturado e concebido de modo a atender às diretrizes estabelecidas pelos instrumentos legais vigentes, tais como: Portaria nº 1.693 do Ministério da Educação (MEC), de 05 de dezembro de 1994, que criou o curso de Engenharia Ambiental no país e estabeleceu o mínimo de matérias de formação básica e profissional geral para essa modalidade de graduação; Resolução nº 2 do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior (CNE/CES), de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização/duração de graduações e bacharelados presenciais; Resolução nº 11 do CNE/CES, de 11 de março de 2002, que instituiu as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em Engenharia e estabeleceu a porcentagem mínima para o núcleo de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos; Resolução nº 447 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia/Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA/CREA), de 22 de setembro de 2000, que dispõe sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental; Princípios Norteadores das Engenharias nos Institutos Federais (IFs), de abril de 2009, que estabelece 8 diretrizes gerais para a estruturação dos currículos das Engenharias nos IFs; e Resolução nº 001 do MEC, de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para cursos de graduação. 4.2 Detalhamento das Disciplinas De acordo com a Resolução nº 11 do CNE/CES, as disciplinas dos cursos de Engenharia devem ser agrupadas em básicas, profissionalizantes e específicas. A seguir, tal divisão é apresentada. 4.2.1 Núcleo de Conteúdos Básicos O Quadro 1, a seguir, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos básicos do curso. Quadro 1- Disciplinas de conteúdos básicos. Disciplina Cálculo Diferencial e Integral I 81 Geometria Analítica 54 Química Geral 81 Ecologia Aplicada 54 Língua Portuguesa 54 Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura 27 Cálculo Diferencial e Integral II 81 Álgebra Linear 54 Física I 81 Algorítmos e Técnicas de Programação 54 Cálculo Diferencial e Integral III 54 Estatística e Probabilidade 54 Física II 81 Desenho Técnico I 54 Metodologia Científica 54 Equações Diferenciais Ordinárias 54 Física III 81 Introdução à Administração e à Economia 27 Fenômenos dos Transportes 54 Mecânica dos Sólidos 54 Carga Horária Total 4.2.2 CH (horas) 1.188 horas Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes O Quadro 2, abaixo, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos profissionalizantes do 9 curso. Quadro 2 - Disciplinas de conteúdos profissionalizantes. Disciplina CH (horas) Conforto, Hig. e Segurança do Trabalho 54 Introdução à Geologia 27 Saúde Pública e Vigilância Sanitária 54 Topografia I 54 Desenho Técnico II 54 Mecânica dos Solos I 54 Materiais de Construção I 81 Isostática 54 Topografia II 54 Mecânica dos Solos II 54 Materiais de Construção II 54 Teoria das Estruturas I 54 Gerenciamento de Projetos 27 Hidráulica 81 Empreendedorismo 27 Teoria das Estruturas II 54 Projeto e Estruturas de Concreto I 54 Projeto e Instalações Hidrossanitárias 54 Projeto e Instalações Elétricas 54 Projeto e Estruturas de Concreto II 54 Tecnologia das Construções 54 Gerenciamento e Planejamento de Obras 54 Carga Horária Total 1.161 horas 4.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos O Quadro 3, a seguir, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos específicos do curso. Quadro 3 - Disciplinas de conteúdos específicos. Disciplinas CH (horas) Introdução à Engenharia Ambiental 27 Gestão de Unidades de Conservação 27 Química Ambiental 81 Botânica 54 Microbiologia Ambiental Geral e Experimental 81 Hidrologia 54 10 Hidrogeologia 27 Economia Ambiental 27 Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos 54 Avaliação de Impactos Ambientais 54 Cartografia e Geoprocessamento 81 Gestão do Recurso Solo 27 Projeto e Estruturas de Fundações 54 Obras Geotécnicas 54 Gestão do Recurso Ar 27 Gestão de Recursos Hídricos 27 Toxicologia Ambiental 27 Legislação Ambiental 27 Geotecnia Ambiental 54 Riscos e Passivos Ambientais 54 Tratamento de Água de Abastecimento 54 Tratamento de Efluentes Domésticos 54 Tratamento de Efluentes Industriais 54 Planejamento Ambiental 54 Sistemas de Abastecimento de Água 54 Sistemas de Esgotos 54 Modelagem Ambiental 54 Recuperação de Áreas Degradadas 27 Sistema de Gestão Ambiental 54 Licenciamento e Estudos Ambientais 54 Auditoria e Perícia Ambiental 54 Controle e Monitoramento Ambiental 27 Trabalho de Conclusão de Curso I 27 Trabalho de Conclusão de Curso II 27 Estágio Supervisionado 27 Carga Horária Total 1.593 horas 4.2.4 Disciplinas Optativas O Quadro 4 lista as disciplinas optativas do curso. Quadro 4 - Disciplinas optativas. Disciplina CH (horas) Letras-Libras 54 Relações Étnico-Raciais 27 11 Práticas de Educação Ambiental 27 Energias Renováveis 27 Operação e Manutenção de Sistemas de Abastecimento de Água 27 Operação e Manutenção de Sistemas de Tratamento de Efluentes 27 Mineração e Meio Ambiente 27 Modelagem Hidrogeológica 54 4.2.5 Carga Horária Total O Quadro 5 apresenta, resumidamente, os componentes curriculares do curso. Quadro 5 – Componentes curriculares. Núcleo Básico 1.188 Percentual sobre a carga horária Mínima de 3.942 horas 30,14 % Núcleo Profissionalizante 1.161 29,45 % Núcleo Específico 1.593 40,41 % Total parcial 3.942 100 % Atividades Complementares 120 - Estágio Curricular Supervisionado 160 - 4.222 - Componente Curricular Total de Horas CH (horas) As disciplinas básicas e profissionalizantes foram definidas no currículo pleno do curso e proporcionarão ao acadêmico o embasamento teórico e prático para sua formação. Enquanto as disciplinas básicas servirão de suporte para os aprendizados subsequentes, as profissionalizantes e as específicas agregarão conhecimentos práticos fundamentais e indispensáveis aos futuros profissionais. 4.2.6 Ementas das Disciplinas As ementas das disciplinas, bem como a matriz curricular do curso, encontram-se descritas no Anexo I. 4.2.7 Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado do curso de Engenharia Ambiental será de pelo menos 160 horas e deverá seguir a regulamentação específica vigente no IFG. Atualmente, está em vigor a Resolução n° 31, de 23 de dezembro de 2008. Salienta-se que o acadêmico somente poderá iniciar suas atividades de Estágio Supervisionado após ter concluído todas as disciplinas até o 6º período. Antes disso, o estágio será considerado não curricular, servindo apenas para o aumento da experiência do aluno. 4.2.8 Atividades Complementares As Atividades Complementares deverão ser realizadas durante todo o curso, de tal forma que, no 12 momento de sua conclusão, o acadêmico tenha alcançado o total de 120 horas. O aproveitamento da participação do aluno nestas atividades obedecerá às diretrizes da Resolução nº 16, de 26 de dezembro de 2011, que regulamenta as Atividades Complementares de Graduação no IFG. 4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório para o curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental do Câmpus Goiânia do IFG, tendo uma carga horária prevista de 54 horas distribuídas em duas disciplinas do último ano da graduação. Este componente curricular é regulamentado pela Portaria nº 398, de 25 de setembro de 2002. 4.2.10 Monitoria A atividade de Monitoria é desenvolvida dentro de uma disciplina por um aluno que já a tenha cursado e que tenha conseguido uma média final mínima de 7,0 (mediante seleção prévia). Nesta atividade, o aluno monitor entra em contato com aspectos mais abrangentes de caráter didático-pedagógico da cadeira cuja qual é monitor. Para o desenvolvimento das atividades de Monitoria deve haver o comprometimento mínimo de 2 horas semanais do acadêmico, atividade esta que necessita estar sob orientação e supervisão do professor responsável pela disciplina durante todo o semestre letivo. 4.2.11 Iniciação Científica A participação em Programas de Iniciação Científica configura uma das atividades complementares mais importantes durante o curso, posto que com ela o aluno passa a fazer parte de uma equipe de pesquisa, tornando-se responsável pelo desenvolvimento de um tema que, por sua vez, se encaixa em um trabalho maior, envolvendo outros acadêmicos de graduação, mestrado e até de doutorado. O aluno passa a aprender técnicas não desenvolvidas em sala de aula e se especializa em determinadas áreas. Além do conhecimento adquirido durante a execução da pesquisa propriamente dita, atividades de iniciação cientificam possibilitam um grande progresso individual do aluno no que diz respeito à capacidade de trabalho, independência e responsabilidade. Pela participação do discente em projetos de pesquisa dos Programas de Iniciação Científica e Tecnológica como titular do projeto, bolsista ou voluntário, poderão ser contabilizadas 30 horas como atividade complementar após a conclusão de suas atividades (com condição satisfatória avaliada pelo professor responsável, obviamente). 4.2.12 Visitas Técnicas As Visitas Técnicas são elementos motivadores e instrumentos pedagógicos complementares do curso de graduação. Tais atividades serão programadas dentro do contexto de cada disciplina, havendo o acompanhamento do professor responsável e o aval da instituição. 13 4.2.13 Critérios de Aproveitamento de Experiências Anteriores Os alunos regularmente matriculados poderão solicitar ao Departamento de Áreas Acadêmicas do Câmpus, em data estabelecida no calendário acadêmico da Instituição, o aproveitamento de conhecimentos e estudos pregressos, nos termos do Regulamento Acadêmico dos Cursos de Graduação e do Regulamento do Exame de Proficiência (aprovados pelo Conselho Superior da instituição). 4.2.14 Critérios de Avaliação da Aprendizagem A avaliação do aluno será processual e contínua, conforme a modalidade vigente no IFG. Para tanto, constantemente deverão ser observados não apenas o seu progresso quanto à construção de conhecimentos científicos, mas também a atenção, o interesse, as habilidades, a responsabilidade, a participação, a pontualidade, a assiduidade na realização de atividades e a organização nos trabalhos escolares que o indivíduo apresenta. Assim, não apenas os aspectos quantitativos deverão ser considerados, mas também – e principalmente – os qualitativos. Com relação à periodicidade de avaliações e outras questões específicas, as mesmas são determinadas pelo regulamento da Organização Didática do IFG e aplicam-se a todos os cursos oferecidos na instituição. 4.2.15 Funcionamento O curso será semestral – com entrada anual de 30 alunos –, funcionará preferencialmente no período matutino, inclusive aos sábados. Além disso, terá duração mínima de 5 anos (divididos em 10 períodos) e prazo máximo de integralização de 9 anos. 5 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS 5.1 Biblioteca O acervo da biblioteca do câmpus Goiânia do IFG contribui no contexto do curso com 17.831 títulos. Nela são encontradas publicações das áreas de Ciências Humanas, Exatas e da Terra e de Engenharia, sendo estas duas últimas fundamentais para o funcionamento do curso. Salienta-se, ainda, que o IFG possui mais de trinta anos de experiência de ensino na área sanitária/ambiental, o que refletiu na composição do acervo de publicações específicas dessa área do conhecimento na biblioteca. Por outro lado, o número de títulos de publicações seriadas corresponde a um total de 333 diferentes periódicos aplicáveis às áreas do curso, principalmente no tocante aos títulos de Engenharia, Gestão, Tecnologia e Ciências Exatas e da Terra. O acervo bibligráfico da instituição vem sendo atualizado intensamente nos últimos anos, tendo obtido subsídios de projetos do Ministério da Educação para suprir deficiências e recomposição. Assim, os beneficiários são principalmente os discentes, docentes e comunidade externa. A biblioteca conta com uma área nova construída de 1.540 m2, sendo o espaço para os usuários de 750 14 m² (atividades de leitura e atendimento ao público em geral) e 40 m² para a administração. No tocante ao número de assentos para os usuários, conforme a sua área, contabiliza-se o seguinte: Sala de Estudo Individual (com 300 m2 e 104 lugares), Sala de Estudo em Grupo (com área de 300 m2 e mesas de 4, 6 e 8 lugares e um total geral de 116 lugares), Sala de Projeção de Vídeo/Multimídia (com 118 m2 e 80 lugares), Sala de Consulta à Internet (com área de 75 m2 e 25 computadores), Sala do Acervo (capacidade para 50.000 volumes), Espaço Cultural para Exposições (com 75 m2) e Recepção (40 m2). Professores, pesquisadores, alunos e funcionários da instituição têm acesso à produção científica mundial atualizada oferecida pelo serviço da CAPES – Portal de Periódicos. Neste portal podem ser acessados textos completos de artigos de mais de 12.365 revistas internacionais e nacionais, bem como 126 bases de dados com resumos de trabalhos de todas as áreas do conhecimento. A partir de qualquer terminal ligado à internet localizado no IFG pode ser feita a pesquisa. 5.2 Laboratórios da Área de Meio Ambiente No que tange à estrutura física laboratorial necessária ao funcionamento do curso, salienta-se que a mesma já existe em virtude dos cursos de Tecnologia em Saneamento Ambiental (em processo de extinção) e Técnico em Controle Ambiental (em pleno funcionamento), sendo composta pelos seguintes laboratórios: de Microbiologia, Efluentes e Águas (salas T-401 A, B e C). Entretanto, embora a intenção seja aproveitar a estrutura dos laboratórios existentes, é importante esclarecer que esses ambientes se encontram, de certa forma, ultrapassados e carentes de manutenções, adequações e reparos. Por este motivo, necessitarão ser readaptados, reformados e atualizados para que possam, então, suprir as demandas do novo curso, providências estas que já se encontram em curso por parte da administração do IFG. Nesse sentido, está prevista, por exemplo, a aquisição dos seguintes equipamentos de controle e monitoramento ambiental: Micro Hivol (para ambientes fechados); Hivol (para campo); sensores capacitivos para determinação de umidade do solo em tempo real; estação automatizada de monitoramento do clima; sondas de campo para pH, condutividade elétrica e temperatura da água (dentre outros parâmetros); medidor de vazão (molinete); sonda multiparamétrica de VOC; medidor de nível de água e amostradores para água e solo Além destes ambientes – onde serão ministradas aulas teóricas e práticas –, outros já existentes ou ainda a serem implantados na instituição também serão utilizados pelos acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental, a saber: Química, Botânica, Física, Informática, Desenho Técnico, Topografia, Solos, Materiais de Construção, Fenômenos dos Transportes/Hidráulica, Mecânica dos Solos, Cartografia/Geoprocessamento, Projetos, Resíduos Sólidos, Instalações Hidrossanitárias, Instalações Elétricas, Modelagem Ambiental e de Controle e Monitoramento Ambiental. 5.3 Departamento de Áreas Acadêmicas II A Coordenação da Área de Meio Ambiente do câmpus Goiânia do IFG, responsável pelo curso de Engenharia Ambiental, é ligada ao Departamento de Áreas Acadêmicas II e compartilha com o mesmo uma área destinada às funções administrativas, tais como coordenação acadêmica, chefia departamental, recepção, coordenação administrativa para atendimento interno e externo, sala de reuniões/permanência de docentes, 15 sala de informática, copa e sala de apoio acadêmico/administrativo, além dos espaços das coordenações dos demais cursos ligados a essa área acadêmica. Ademais, o Departamento de Áreas Acadêmicas II conta com secretários, apoio administrativo e psicóloga. Essa estrutura possibilita o atendimento integral dos discentes, inclusive de forma individualizada. 6 PESSOAL DOCENTE E SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ENVOLVIDOS NO CURSO 6.1 Docentes Atualmente, a Coordenação de Meio Ambiente do IFG conta com os docentes listados no Quadro 6, a seguir. Entretanto, está prevista a aposentadoria, a curto e médio prazo, de alguns desses professores. Aliado a isso, certamente se fará necessária a contratação de mais docentes que deverão compor esse quadro e que atenderão diretamente às demandas do curso de Engenharia Ambiental. Quadro 6 – Professores atualmente vinculados à Coordenação de Meio Ambiente do IFG. PROFESSOR TITULAÇÃO/ REGIME DE INSTITUIÇÃO TRABALHO FORMAÇÃO Aldo Muro Junior Direito/Engenharia Mecânica Doutor DE Antônio Pasqualetto Engenharia Agronômica Doutor 40 horas Cynthia A. Rodrigues Arquitetura e Urbanismo Doutora DE Construção Civil/Eng. Civil Graduado 40 horas Eduardo J. de Sousa Engenharia Civil Mestrando 40 horas Jadson Araújo Pires Matemática/Tec. em San. Ambiental Graduado DE Oyana R. dos Santos Geografia Doutoranda DE Engenharia Civil Doutor DE Farmácia-Bioquímica/Lic. Plena Mestre DE Engenharia Agronômica Doutora DE Rosângela M. da Veiga Arquitetura e Urbanismo/Gest. Amb. Mestre DE Sandra M. Vasconcelos Farmácia-Bioquímica Mestre DE Sandro Morais Pimenta Gestão Ambiental Doutorando DE Viníciu F. Bárbara Engenharia Ambiental Doutorando 40 horas Wanderlei E. Peres Farmácia e Farmácia-Bioquímica Mestre DE Divino Saba Paulo Augusto D. Silva Rosana G. Marques Rosana G. Barros 6.2 Servidores Administrativos O suporte administrativo ao curso de Engenharia Ambiental será dado pelas servidoras ligadas à Coordenação de Meio Ambiente listadas no Quadro 7, abaixo. Quadro 7 – Servidores Técnico-Administrativos ligados diretamente ao curso de Engenharia Ambiental. SERVIDOR FORMAÇÃO FUNÇÃO Elzanir Martins de Menezes Gestão Pública Assistente Administrativo Martha Araújo B. do Prado Educação Física Assistente Administrativo/Técnica em 16 Assuntos Educacionais 7 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A autoavaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridos pelo curso, identificar as causas dos seus possíveis problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e a capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade e julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade. Com relação à autoavaliação do curso, a mesma deverá ser feita através: dos resultados obtidos com a aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP); da análise dos dados da aplicação do Questionário Socioeconômico respondido por ingressantes e concluintes de cada um dos cursos participantes do referido exame, resultados esses contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo INEP; do Colegiado de Áreas Acadêmicas do Departamento, que tem por atribuição: propor e aprovar, no âmbito do Departamento, projetos de reestruturação, adequação e realocação de ambientes de ensino, a serem submetidos à Direção-Geral do câmpus, bem como emitir parecer sobre projetos de mesma natureza propostos pela Direção-Geral; do Conselho Departamental, onde o mesmo tem por atribuições: aprovar os planos de atividades de ensino, pesquisa e extensão e julgar questões de ordem pedagógica, didática, administrativa e disciplinar no âmbito do Departamento; da autoavaliação dos professores e da avaliação dos mesmos pelos discentes e pelo coordenador de curso, todas conduzidas pela Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD); dos relatórios de estágios curriculares de alunos; do envolvimento prévio da Comissão Própria de Avaliação (CPA) na organização do processo de avaliação dos cursos; do Núcleo Docente Estruturante (NDE), grupo de docentes com atribuições acadêmicas de acompanhamento e atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso; e da Semana de Educação, Ciência e Tecnologia do IFG, evento bienal com participação de empresas e encontro de egressos. 8 CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES DO CURSO Será concedido pelo Instituto Federal de Goiás o Certificado de Bacharel em Engenharia Ambiental 17 ao aluno que concluir todas as atividades previstas na matriz curricular do curso – inclusive o Estágio Supervisionado –, alcançar aprovação em todas as disciplinas e obtiver, pelo menos, 75% de freqüência em cada disciplina que integra a estrutura curricular. 9 REFERÊNCIAS BIBLIIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA AMBIENTAL – ASBEA. O Mercado de Trabalho e a Engenharia Ambiental e Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental. Arquivos do XV Fórum de Coordenadores de Engenharia Ambiental. Disponível em: <http://www.engambiental.org.br/entrada.html>. Acesso em 10 de dezembro de 2009. ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AMBIENTAL – ASPEA. Engenharia Ambiental: profissão do futuro? Disponível em: <http://www.aspeadf.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=81&Itemid l=161>. Acesso em 09 de dezembro de 2009. GUIMARÃES, D.B.V.; BATISTA, J.F.; BÁRBARA, V.F. Caracterização dos Cursos de Engenharia Ambiental do Estado de Goiás. Trabalho de Conclusão do Curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental. Goiânia, GO: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e Goiás. 2011. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Dados sobre Goiás. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em 12 de dezembro de 2011. MEDEIROS, G.A.; HUSSAR, G.J.; ALMEIDA, R.M.A.; PARADELA, A.L.; ALTAFIN, V.L.; CONCEIÇÃO, C.H.Z.; ALBERICI, R.M.; OLIVEIRA, N.M.; TONELLO, P.S.; MACIEL, C.A.C.; REIS, F.A.G.V.; JANNINI, M.D.M.; PICCININI, M.D.R.; DELBIN, J.; GIBOSHI, M.L. Pesquisa e Extensão no Curso de Engenharia Ambiental do CREUPI: histórico e tendências. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 1. n. 1. p. 089-096. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2004. MEDEIROS, G.A.; REIS, F.A.G.V. Diagnóstico da Produção Científica Publicada na Revista Engenharia Ambiental. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 6. n. 1. p. 003-026. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2009. REIS, F.A.G.V.; GIORDANO, L.C.; CERRI, L.E.S.; MEDEIROS, G.A. Contextualização dos Cursos Superiores de Meio Ambiente no Brasil: Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitária, Ecologia, Tecnólogos e Seqüenciais. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 2. n. 1. p. 005-034. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2005. RODRIGUES, A.F.F. Evolução da Engenharia do Ambiente em Portugal e na Europa. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 1. n. 1. p. 011-016. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2004. 18 ANEXO I – Matriz Curricular e Ementas 19 P. Nº 1º 1 2 3 4 5 6 7 8 2º 9 10 11 12 13 14 15 3º 16 17 18 19 20 21 22 23 24 4º 25 26 27 28 29 30 31 32 33 5º 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 6º 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 7º 55 56 57 58 59 60 61 62 63 Disciplinas – ENGENHARIA AMBIENTAL Introdução à Engenharia Ambiental Cálculo Diferencial e Integral I Geometria Analítica Química Geral Ecologia Aplicada Língua Portuguesa Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura Gestão de Unidades de Conservação TOTAL Cálculo Diferencial e Integral II Álgebra Linear Química Ambiental Botânica Física I Microbiologia Ambiental Geral e Experimental Algoritmos e Técnicas de Programação TOTAL Cálculo Diferencial e Integral III Estatística e Probabilidade Física II Desenho Técnico I Conforto, Higiene e Segurança do Trabalho Hidrologia Introdução à Geologia Saúde Pública e Vigilância Sanitária Metodologia Científica TOTAL Equações Diferenciais Ordinárias Física III Topografia I Desenho Técnico II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Hidrogeologia Introdução à Administração e à Economia Isostática TOTAL Fenômenos dos Transportes Topografia II Mecânica dos Solos II Materiais de Construção II Economia Ambiental Teoria das Estruturas I Gerenciamento de Projetos Mecânica dos Sólidos Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Avaliação de Impactos Ambientais TOTAL Hidráulica Cartografia e Geoprocessamento Gestão do Recurso Solo Empreendedorismo Projeto e Estruturas de Fundações Obras Geotécnicas Gestão do Recurso Ar Teoria das Estruturas II Gestão de Recursos Hídricos Toxicologia Ambiental Legislação Ambiental TOTAL Projeto e Estruturas de Concreto I Geotecnia Ambiental Riscos e Passivos Ambientais Projeto e Instalações Hidrossanitárias Projeto e Instalações Elétricas Tratamento de Água de Abastecimento Tratamento de Efluentes Domésticos Tratamento de Efluentes Industriais Planejamento Ambiental TOTAL C. H. (teórica) h.a. Créditos 27 2 81 6 54 4 54 4 54 4 54 4 27 2 27 2 C. H. (prática) Créditos 27 2 - 81 54 54 27 54 54 27 6 4 4 2 4 4 2 27 27 27 27 27 2 2 2 2 2 54 54 54 27 54 54 27 54 54 4 4 4 2 4 4 2 4 4 27 27 - 2 2 - 54 54 27 27 54 27 27 54 4 4 2 2 4 2 2 4 27 27 54 27 27 - 2 2 4 2 2 - 27 27 27 27 27 54 54 27 54 2 2 2 2 2 4 4 2 4 27 27 27 27 27 27 - 2 2 2 2 2 2 - 54 27 27 27 27 27 27 54 27 27 27 4 2 2 2 2 2 2 4 2 2 2 27 54 27 27 - 2 4 2 2 - 27 54 54 27 27 27 27 27 54 2 2 4 2 2 2 2 2 4 27 27 27 27 27 27 - 2 2 2 2 2 2 - C. H. (total) Créditos 27 2 81 6 54 4 81 6 54 4 54 4 27 2 27 2 30 81 6 54 4 81 6 54 4 81 6 81 6 54 4 36 54 4 54 4 81 6 54 4 54 4 54 4 27 2 54 4 54 4 36 54 4 81 6 54 4 54 4 54 4 81 6 27 2 27 2 54 4 36 54 4 54 4 54 4 54 4 27 2 54 4 27 2 54 4 54 4 54 4 36 81 6 81 6 27 2 27 2 54 4 54 4 27 2 54 4 27 2 27 2 27 2 36 54 4 54 2 54 4 54 4 54 4 54 4 54 4 54 4 54 4 34 Pré-Requisitos - 2 3 4 4; 5 - 9 13 - 16 18 19 19 13; 22 4 22 - 18; 25 27 29 30 32 33 32 13; 16 28 - 34 28; 35 11; 36 38; 40 10; 13; 16; 28; 35 a 37 10; 16; 26; 28; 35 a 37 11 39 11 5; 11; 14 - 28; 48; 51 11; 49 11 28; 44 26; 28 11; 14; 23; 28 11; 14; 23; 28 11; 14; 23; 28 - - 20 P. Nº 8º 64 65 66 67 68 69 70 71 Projeto e Estruturas de Concreto II Sistemas de Abastecimento de Água Sistemas de Esgotos Modelagem Ambiental Recuperação de Áreas Degradadas Sistema de Gestão Ambiental Licenciamento e Estudos Ambientais Optativa 1 9º 72 73 74 75 76 Tecnologia das Construções Auditoria e Perícia Ambiental Controle e Monitoramento Ambiental Trabalho de Conclusão de Curso I Optativa 2 10º 77 78 79 Gerenciamento e Planejamento de Obras Trabalho de Conclusão de Curso II Estágio Supervisionado Disciplinas – ENGENHARIA AMBIENTAL C. H. (teórica) h.a. Créditos 27 2 27 2 27 2 27 2 27 2 54 4 54 4 54 4 TOTAL 54 54 27 27 TOTAL 54 27 27 TOTAL Legenda: Quadrículas de cor amarela sinalizam as disciplinas BÁSICAS Quadrículas sem cor sinalizam as disciplinas ESPECÍFICAS. Disciplinas optativas: - Letras-Libras (54 h). - Relações Étnico-Raciais (27 h). - Práticas de Educação Ambiental (27 h). - Energias Renováveis (27 h). - Operação e Manutenção de Sistemas de Abastecimento de Água (27 h). - Operação e Manutenção de Sistemas de Tratamento de Efluentes (27 h). - Mineração e Meio Ambiente (27 h). - Modelagem Hidrogeológica (54 h). C. H. (prática) h.a. Créditos 27 2 27 2 27 2 27 2 - C. H. (total) Pré-requisitos h.a. Créditos 55 54 4 54 4 60 54 4 61; 62 54 4 15 a 17 27 2 46; 57 54 4 Todas até o 7º 54 4 54 4 30 4 54 4 37; 55 4 54 4 69 27 2 27 2 Todas até o 8º 2 27 2 Todas até o 7º 2 27 2 14 4 54 4 72 2 27 2 75 2 27 2 Todas até o 6º 8 / Quadrículas de cor verde sinalizam as disciplinas PROFISSIONALIZANTES / 21 1º Período INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL Código: 1 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 1° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: O curso de Engenharia Ambiental no mundo, no Brasil e em Goiás. O curso de Engenharia Ambiental do IFG. Atribuições do Engenheiro Ambiental. Fundamentos e aplicações da Engenharia Ambiental. Mercado de trabalho para o Engenheiro Ambiental. Conceitos ambientais. A crise ambiental. Os meios aquático, terrestre e atmosférico. Gestão ambiental dos recursos naturais. Legislação ambiental. Objetivos: Possibilitar ao aluno o entendimento do que vem a ser o curso e a profissão de Engenharia Ambiental. Dar-lhe noções básicas sobre os problemas ambientais atuais e sobre suas respectivas soluções. Despertar-lhe o interesse para o desenvolvimento de pesquisas na área ambiental. Bibliografia: Básica: - ALMEIDA, J.R. Ciências Ambientais. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2010. - BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J.G.L.; MIERZWA, J.C.; BARROS, M.T.L.; SPENCER, M.; PORTO, M.; NUCCI, N.; JULIANO, N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª edição. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2005. - BRANCO, S.M. Ecossistema: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 1999. - CALIJURI, M.C.; CUNHA, D.G.F. Engenharia Ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 2013. - MILLER JUNIOR, C.T. Ciência Ambiental. São Paulo, SP: Cengage Learning. 2011. - POLETO, C. Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Inteciência. 2010. - VERANO, P.N. Dicionário Barsa de Meio Ambiente. São Paulo, SP: Barsa Planeta. 2009. Complementar: - BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole. 2004. - CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. A Questão Ambiental – diferentes abordagens. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand. 2007. - MIHELCIC, J.R.; ZIMMERMAN, J.B. Engenharia Ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2012. - VESILIND, P.A.; MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo, SP: Cengage Learning. 2011. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 2 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 81 h Carga horária prática Carga horária total - 81 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Estudo de limite das funções de uma variável. Diferenciação e integração de funções de uma variável e aplicações. Objetivos: Utilizar o Cálculo Diferencial e Integral de funções a uma variável como ferramenta para resolver problemas na área de tecnologia e para construir embasamento teórico adequado para o 22 desenvolvimento de outras disciplinas afins. Despertar no aluno o espírito crítico, criativo e de pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de sua capacidade de raciocínio. Instrumentalizar o discente para que possa adquirir técnicas e estratégias para serem aplicadas nas diversas áreas do conhecimento, assim como para a atividade profissional, permitindo-lhe desenvolver estudos posteriores. Bibliografia: Básica: - STEWART, J. Cálculo. Volume 1. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2006. - THOMAS, G.B. Cálculo. Volume 1. São Paulo, SP: Addison Wesley – Pearson. 2008. Complementar: - ÁVILA, G. Cálculo: funções de uma variável. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1999. - BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Volume 1. São Paulo, SP: Makron Books. 1994. - GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2001. GEOMETRIA ANALÍTICA Código: 3 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Vetores no R2 e no R3. Produto de vetores. A reta. O plano. Distâncias. Cônicas. Superfícies quadráticas. Objetivos: Trabalhar com problemas geométricos sob o ponto de vista algébrico e vice-versa. Apresentar a Geometria Analítica como ferramenta para resolver problemas na área de tecnologia, a ser utilizada em várias das disciplinas afins. Bibliografia: Básica: - REIS, G.S.V. Geometria Analítica. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996. - WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 2000. Complementar: - MUNEM, M.A.; FOULIS, D.J. Cálculo. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 1982. - STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo, SP: McGraw-Hill. 1987. QUÍMICA GERAL Código: 4 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Aprendizado da linguagem química, elementos químicos, substâncias puras e misturas, alotropia. Matéria: massa atômica, massa molar, quantidade de matéria, mol e constante de Avogadro, fórmula mínima, fórmula molecular e fórmula percentual. Teoria atômica. Classificação e propriedades periódicas. Ligações químicas. Interações intra e intermoleculares. Funções inorgânicas. Reações químicas. Conceitos de ácido e base. Abordagem experimental dos princípios fundamentais da Química e suas aplicações com as diversas áreas do conhecimento através de práticas em laboratório de química. Objetivos: Familiarizar os discentes com os conceitos básicos da química por intermédio da teoria e da prática para que os mesmos sejam as ferramentas para o aprendizado e interpretação dos fenômenos mais complexos que estão envolvidos na aplicação tecnológica da química básica. 23 Bibliografia: Básica: - ATKINS, P.; JONES, L.; Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 5ª edição. Porto Alegre, RS: Bookman. 2012. - CONSTANTINO, M.G.; SILVA, G.V.J.; DONATE, P.M. Fundamentos de Química Experimental. 2ª edição. São Paulo, SP: USP. 2011. - KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P.M. Química Geral e Reações Químicas. 4ª edição. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2002. - LENZI, E.; FAVERO, L.O.B.; TANAKA, A.S.; VIANNA FILHO, E.A.; SILVA, M.B.; GIMENES, M.J.G.G. Química Geral Experimental. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos. 2012. -MASTERTON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.; STANITSKI, C.L. Princípios de Química. 6ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan.1990. Complementar: - BRADY, J. E; HUMISTON, G. E., Química Geral. 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1996. - BROWN, T. L. ; LEMAY Jr, H. E.; BURSTEN, R. E. Química A Ciência Central. 9ª ed., São Paulo: Prentice Hall, 2005. ECOLOGIA APLICADA Código: 5 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Ecologia. Fatores ecológicos. Populações e comunidades. Ecossistemas. Ciclos biogeoquímicos. Tecnologia e equilíbrio ecológico. Sucessão ecológica. Relações entre espécies vegetais e animais. Ações antrópicas x mudanças globais. Objetivos: Compreender como se dão as relações entre os meios físico, químico, biológico e antrópico e entender a caracterização dos ambientes e suas alterações. Visualizar, por intermédio de visitas técnicas, alguns dos conceitos explicados em sala de aula. Bibliografia: Básica: - ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2009. - RICKLEFS, R.E. Economia da Natureza. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010. Complementar: - CURTIS, H. Biologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010. - DAJOZ, R. Ecologia Geral. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010. - REMMERT, H. Ecologia. São Paulo, SP: EPU/EDUSP. 2006. LÍNGUA PORTUGUESA Código: 6 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Estudo das diferenças entre linguagem escrita e falada, de estratégia de leitura e de produção textual, de elementos de conectividade textual, da frase e do parágrafo. Desenvolvimento de estratégias de redução de informação: esquemas, resumos e resenhas. Estudo dos aspectos estruturais do relatório técnico-científico e artigo científico. Objetivos: Aperfeiçoar e/ou atualizar noções teóricas e de uso da Língua Portuguesa com a finalidade 24 de habilitar o aluno a compreender, organizar e produzir textos, tanto escritos quanto orais, de modo claro, coerente, objetivo e completo, de natureza acadêmica e de acordo com a exigência específica de sua área profissional. Bibliografia: Básica: - ABREU, A.S. Curso de Redação. São Paulo, SP: Ática. 1991. - BAGNO, M. Preconceito Lingüístico. São Paulo, SP: Loyola. 1999. - BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37ª edição. São Paulo, SP: Moderna. 2007. - CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro, RJ: Nova Fronteira. 1985. - FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo, SP: Ática.1990. - GARCIA, O.M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro, RJ: Fundação Getúlio Vargas. 1978. - MEDEIROS, J.B. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11[ edição. São Paulo, SP: Atlas. 2005. - SERAFINI, M.T. Como Escrever Textos. 5ª edição. São Paulo, SP: Globo. 1992. - SOARES, M.B.; CAMPOS, E.N. Técnica de Redação. Rio de Janeiro, RJ: Ao Livro Técnico. 1978. Complementar: - BELTRÃO, O; BELTRÃO, M. Correspondência, Linguagem & Comunicação. 23ª edição. São Paulo, SP: Atlas. 2007. - FERREIRA, R.M. Correspondência Comercial e Oficial. São Paulo, SP: Atlas. 1991. - GUIMARÃES, E. A Articulação do Texto. São Paulo, SP: Ática. 1990. - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARNÁ – UFPR. Normas para Apresentação de Trabalhos. Parte 3-Relatórios. 6ª edição. Curitiba, PR: UFPR. 1996. - SERAFINI, M.T. Como Escrever Textos. 17ª edição. São Paulo, SP: Globo. 2008. - VANOYNE, F. Usos da Linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo, SP: Martins Fontes. 2007. SOCIOLOGIA DO TRABALHO, TECNOLOGIA E CULTURA Código: 7 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Sociologia como ciência. Sociologia geral e sociologias especiais. Formação da Sociologia. Pensamento Clássico em Sociologia. Temas fundamentais da Sociologia. Trabalho e sociedade. Trabalho no capitalismo. Mudanças recentes nas relações de trabalho. Objetivos: Oferecer ao aluno uma visão panorâmica dos principais temas abordados pela Sociologia do Trabalho. Instrumentalizar o aluno para que ele seja capaz de fazer reflexões e críticas sobre a conjuntura social do mundo do trabalho. Bibliografia: Básica: - ANTUNES, R. Adeus ao Trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. São Paulo, SP: Cortez e Unicamp. 2000. - PINTO, G.A. A Organização do Trabalho no Século 20: Taylorismo, Fordismo, e Toyotismo. São Paulo, SP: Expressão Popular. 2007. - VIANA, N. Introdução à Sociologia. Belo Horizonte, MG: Autêntica. 2011. Complementar: - COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo, SP: Moderna. 2005. - MARTINS, C.B. O que é Sociologia. São Paulo, SP: Brasiliense. 1990. - MARX, K. O Capital. Volumes 1, 2, 3, 4 e 5. São Paulo, SP: Nova Cultural. 1988. 25 - SALAMA, P. Pobreza e Exploração do Trabalho na América Latina. São Paulo, SP: Boitempo. 1999. - VIANA, N. O Capitalismo na Era da Acumulação Integral. São Paulo, SP: Ideias e Letras. 2009 GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Código: 8 Período: 1° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Biodiversidade: importância e ameaças. Biologia da Conservação. Unidades de conservação: definição; embates conceituais e histórico no mundo e Brasil. Legislação norteadora da criação e efetivação de uma unidade de conservação. Sistema Nacional, Estadual e Municipal de Unidades de Conservação. Características e critérios para definição de locais para implantação de unidades de conservação. Gestão de unidades de conservação. Plano de Manejo (caracterização, conteúdo e estrutura mínima). Unidades de conservação no estado de Goiás. Objetivos: Conhecer como se dá o uso, ocupação e o manejo sustentável da fauna e flora em áreas protegidas. Conhecer os sistemas nacionais, estaduais e municipais de unidades de conservação. Ensinar ao discente como elaborar planos de manejo de unidades de conservação. Bibliografia: Básica: - ARAÚJO, M.A.R; MARQUES, C.P.; CABRAL, R.F.B. Unidades de Conservação no Brasil – o caminho da gestão para resultados. São Carlos, SP: Rima. 2012. - DOUROJEANNI, M.J.; PÁDUA, M.T.J. Biodiversidade – a hora decisiva. Curitiba, PR: UFPR. 2001. Complementar: - GUERRA, A.J.T.; COELHO, M.C.N. Unidades de Conservação – abordagens e características geográficas. São Paulo, SP: Bertrand Brasil. 2009. - PRIMAK, R.B.; EFRAIM, R. Biologia da Conservação. Londrina, PR: Planta. 2002. 26 2º Período CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II Código: 9 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 81 h - 81 h Pré-requisitos: 2 Ementa: Funções de várias variáveis. Limite e continuidade de funções de várias variáveis. Derivadas parciais. Máximos e mínimos, sequências, séries e séries de potência. Objetivos: Utilizar o Cálculo Diferencial e Integral de funções a uma variável como ferramenta para resolver problemas na área de tecnologia e para construir embasamento teórico adequado para o desenvolvimento de outras disciplinas afins. Despertar no aluno o espírito crítico, criativo e de pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de sua capacidade de raciocínio. Instrumentalizar o discente para que possa adquirir técnicas e estratégias para serem aplicadas nas diversas áreas do conhecimento, assim como para a atividade profissional, permitindo-lhe desenvolver estudos posteriores. Bibliografia: Básica: - GONÇALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Cálculo B. São Paulo, SP: Pearson. 2007. - STEWART, J. Cálculo. Volume 2. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2006. Complementar: - LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. São Paulo, SP: Harbra. 1990. - LIMA, E.L. Análise no Espaço R^n. Rio de Janeiro, RJ: Impa. 2002. ÁLGEBRA LINEAR Código: 10 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 3 Ementa: Sistemas lineares e matrizes. Espaços vetoriais. Transformações lineares. Autovalores e autovetores. Diagonalização de operadores. Produto interno. Aplicações. Objetivos: Estudar os conceitos e resultados básicos dos conteúdos da ementa, fornecendo ao estudante conhecimentos e técnicas que lhe sejam úteis posteriormente. Capacitar o aluno a uma apreciação da disciplina não só como expressão da criatividade intelectual, mas como instrumento para o domínio da ciência e da técnica dos dias de hoje. Desenvolver e consolidar atitudes de participação, comprometimento, organização, flexibilidade, crítica e autocrítica no desenrolar do processo de ensino-aprendizagem. Aplicar a Álgebra Linear em procedimentos computacionais e na resolução de situações-problemas das ciências naturais, engenharia, ciências sociais e outras. Bibliografia: Básica: - ALVES, J.A.V. Um Curso de Álgebra Linear. Goiânia, GO: PUCGoiás. 2005. - LANG, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna. 2003. Complementar: - ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. Porto Alegre, RS: Bookman. 2002. - LIMA, E.L. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Projeto Euclides, IMPA/CNPq. 2001. 27 QUÍMICA AMBIENTAL Código: 11 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: 4 Ementa: Ciclos biogeoquímicos dos elementos. Processos químicos na atmosfera. Hidroquímica de solos e da litosfera. Microorganismos catalisadores de reações químicas. Principais características químicas e efeitos ambientais de agrotóxicos, herbicidas, fertilizantes e outros poluentes. Legislação ambiental pertinente (água, solo e atmosfera). Objetivos: Capacitar o discente para realizar análises químicas do meio natural e para interpretar os resultados obtidos. Bibliografia: Básica: - ALVES, J.P.F. Uso de Agrotóxicos no Brasil – controle social e interesses corporativos. São Paulo, SP: Annablume. 2002. - ROCHA, J.C.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A.A. Introdução à Química Ambiental. Porto Alegre, RS: Bookman. 2004. Complementar: - BAIRD, C. Química Ambiental. 2ª edição. Porto Alegre, RS: Bookman. 2002. - MANAHAN, S.E. Environmental Chemistry. 7ª edição. CRC Press. 1999. BOTÂNICA Código: 12 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Botânica aplicada ao contexto das ciências ambientais. Descrição e identificação dos principais grupos taxonômicos de plantas. Estrutura das fanerógamas dentro da análise fisionômica das principais famílias botânicas do bioma Cerrado. Fitofisionomias do Cerrado. Objetivos: Reconhecer a importância da morfologia vegetal como fator de distinção e agrupamento dos diferentes táxons vegetais. Identificar as principais famílias e espécies de fanerógamas através do manuseio de chaves analíticas. Relacionar os caracteres morfológicos das plantas com aspectos da filogenia de diferentes grupos e com a ecologia e evolução das mesmas. Fornecer subsídios para o levantamento da flora do Cerrado, bem como o reconhecimento das diferentes formas fisionômicas deste importante bioma. Bibliografia: Básica: - FERRI, M.G. Botânica: morfologia externa das plantas. 4ª edição. São Paulo, SP: USP. 1976. - HAVEN, P. Biologia Vegetal. 6° edição. Rio de Janeiro, Rj: Guanabara Koogan. 2001. - SANO, S.M.; ALMEIDA, S.P.; RIBEIRO, J.F. Cerrado: ambiente e flora. Planaltina, DF: EMBRAPA. 2008. - SCHULTZ, A. Botânica Sistemática. Volume II. Rio Grande do Sul, RS: Globo. 1990. - SOUZA V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2005. - VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. 4ª edição. Viçosa, MG: UFV. 2007. 28 Complementar: - GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal: organografia e dicionário Ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2007. - LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume I. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010. - LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume II. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010. - LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume III. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010. FÍSICA I Código: 13 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 2° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Medidas físicas. Movimento retilíneo. Cálculo vetorial. Movimento num plano. Dinâmica da partícula. Força e movimento. Trabalho e energia. Lei da Conservação da Energia. Sistema de partículas. Movimento de rotação. Rolamento, torque e momento angular. Equilíbrio e elasticidade. Mecânica dos fluidos. Objetivos: Capacitar o aluno para enunciar os princípios fundamentais da teoria. Relacionar esses princípios com a vida prática. Interpretar os fenômenos físicos. Operar com as equações matemáticas que representam os fenômenos físicos. Interpretar e equacionar, com base na teoria, os problemas propostos pelo professor e analisar fisicamente a solução dos problemas apresentados. Bibliografia: Básica: - BEER, F.P. Mecânica Vetorial para Engenheiros: cinemática e dinâmica. São Paulo, SP: Makron Books. 1994. - RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; MERRILL, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2006. - SEARS, F.; ZEMANSKY, M.W.; YOUNG, H.D. Física. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos Editora Ltda. 1984. Complementar: - SERWAY R.A.; JEWETT JUNIOR, J.W. Princípios da Física. Volume 1. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2003. - TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2006. MICROBIOLOGIA AMBIENTAL GERAL E EXPERIMENTAL Código: 14 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: 4; 5 Ementa: Fundamentos de microbiologia, bacteriologia, micologia, virologia e microbiologia aplicada. Estudo dos seres vivos microscópicos e de suas relações com as questões ambientais, especialmente no que diz respeito às atividades industriais e ao saneamento ambiental. Objetivos: Conhecer os aspectos fundamentais das bactérias, fungos e vírus e entender os benefícios e malefícios causados por eles ao Meio Ambiente. Identificar as principais características dos seres vivos microscópicos e utilizá-las nos processos de isolamento e caracterização dos mesmos. Dominar os conhecimentos e habilidades práticas básicas de Microbiologia para aplicação na área da Engenharia Ambiental. Bibliografia: Básica: 29 - BLACK, J.G. Microbiologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 1999. - CHAN, E.S.C. et al. Microbiologia. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil. 2004. - PELKZAR, E.C.S.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. Volume 2. São Paulo, SP: Makron Books. 1996. Complementar: - MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. Ecologia Microbiana. Jaguariúna, SP: EMBRAPA. 1998. - TRABULSI, L.R.; TOLEDO, M.R.F. Microbiologia. São Paulo, SP: Atheneu. 1998. ALGORITMOS E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO Código: 15 Período: 2° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO IV Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Noções de Lógica. Introdução a algoritmos. Conceitos básicos. Resolução de problemas utilizando algoritmos e raciocínio lógico. Tipos de dados. Variáveis e constantes. Expressões e operadores. Estruturas de controle: básicas, condicionais, de repetição e de dados. Vetores e matrizes. Objetivos: Propiciar adequada utilização da ferramenta computacional necessária às atividades profissionais dos Engenheiros Ambientais. Dominar a estrutura de funcionamento dos computadores e das linguagens de programação. Bibliografia: Básica: - FARRER, H. Algoritmos Estruturados: programação estruturada de computadores. 3ª edição Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2011. - FORBELLONE, A.L.V. Lógica de Programação: a construção de algoritmos e estrutura de dados. São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 2005. - MANZANO, J.A.N.G. Estudo Dirigido de Algoritmos. São Paulo, SP: Érica. 2011. - MANZANO, J.A.N.G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, SP: Érica. 2012. - SALVETTI, D.D. Algoritmos. São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 1998. Complementar: - LOPES, A.. GARCIA, G. Introdução à Programação. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 2002. - SEBESTA, R.W. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre, RS: Bookman. 2001. - ZIIVANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementação em Pascal E C. São Paulo, SP: Cengage Learning. 2009. 30 3º Período CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III Código: 16 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 3° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 9 Ementa: Campos de vetores. Integral dupla, tripla e de linha. Campos conservativos. Integral de superfície. Objetivos: Fomentar no aluno a capacidade de estabelecer relações entre os objetos matemáticos utilizando o processo de limite para revolucionar a Matemática Elementar conhecida desde então, e de utilizar a ferramenta Cálculo não somente para resolver problemas da área de Engenharia, mas também para construir embasamento teórico adequado para o desenvolvimento e aplicações da mesma em outras disciplinas afins. Bibliografia: Básica: - BRADLEY, G.L.; HOFFMANN, L.D. Cálculo. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996. - GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995. - STEWART, J. Cálculo. Volume 2. São Paulo, SP: Pioneira. 2006. Complementar: - FLEMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo B e Cálculo C. São Paulo, SP: Makron Books. 1999. - LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. São Paulo, SP: Harbra. 1994. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Código: 17 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Análise de observações. Modelo matemático. Experimento aleatório e espaço amostral. Axiomas e teoremas básicos. Variáveis aleatórias. Distribuições e suas características. Covariância e correlação. Distribuição conjunta. Principais modelos: discretos e contínuos. Estatística descritiva. Ajustamentos de funções reais. Correlação e regressão. Noções de amostragem. Testes de hipóteses. Aplicações. Objetivos: Utilizar os fundamentos da Estatística no domínio da aplicação e da análise em problemas de Engenharia. Fornecer subsídios teóricos para que o aluno possa: realizar as análises exploratórias de dados, determinar probabilidades de ocorrência de eventos, realizar inferências populacionais, determinar modelos estatísticos para dados experimentais e tomar decisões estatísticas. Habilitar o aluno a adquirir técnicas a serem aplicadas nas diversas áreas do conhecimento, assim como para as atividades profissionais, permitindo a ele desenvolver estudos posteriores. Bibliografia: Básica: - MENDENHALL, W. Probabilidade e Estatística. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 1985. - MEYER, P.L. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos. 1983. - MORETTIN, P.A. Introdução à Estatística para Ciências Exatas. São paulo, SP: Atual. 1981. 31 - SPIEGEL, M.R. Estatística. São paulo, SP: Mc Graw-Hill do Brasil. 1982. Complementar: - BRAULE, R. Estatística Aplicada com Excel. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 2001. - CRESPO, A.A. Estatística Fácil. São paulo, SP: Saraiva. 1997. - DOUGLAS, C.M. Probabilidade Aplicada à Engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2000. - FONSECA, J.S.; MARTINS, G.A. Curso de Estatística. São paulo, SP: Atlas. 1996. - MORETTIN, L.G. Estatística Básica. Volume 1. São paulo, SP: Makron Books. 1999. - MORETTIN, L.G. Estatística Básica. Volume 2. São paulo, SP: Makron Books. 1999. - MONTEIRO FILHO, G. Estatística Prática e Geral. Goiânia, GO: Vieira. 2003. - MORETTIN, L.G. Estatística Básica: probabilidade. São paulo, SP: Makron Books do Brasil. 2001. FÍSICA II Código: 18 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 54 h 27 h 81 h Pré-requisitos: 13 Ementa: Equilíbrio e elasticidade. Gravitação. Fluídos. Oscilações. Ondas em meios elásticos. Ondas sonoras. Viscosidade. Temperatura. Calorimetria e condução de calor. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Objetivos: O aluno deverá: dominar e aplicar os conceitos de temperatura e dilatação térmica; demonstrar domínio sobre os conceitos de calor, trabalho e energia interna em situações diversas; dominar as noções básicas acerca dos mecanismos de transferência de calor; aplicar a Teoria Cinética dos Gases na compreensão de fenômenos como pressão, temperatura e etc. e demonstrar capacidade de aplicação da segunda Lei da Termodinâmica em diversos ciclos térmicos. Bibliografia: Básica: - CHAVES, A.; SAMPAIO, J.F. Física Básica – gravitação/fluídos/ondas/termodinâmica. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2007. - HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008. - NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica 2: fluídos, oscilações e ondas. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 2002. - SEARS, F.; ZEMANSKY, M.W.; YOUNG, H.D. Física. Volume 2. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008. - SEARS, F.; YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A.; ZEMANNSKY, M.W. Física 2 – termodinâmica e ondas. Addison Wesley. 2008. - TIPLER, P. Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995. Complementar: - HENNIS, C.E.; GUIMARÃES, W.O.N.; ROVERSI, J.A. Problemas Experimentais em Física. Campinas, SP: Unicamp. 1989. - NETTO, H.P. et al. Física Experimental. São Paulo, SP: Nobel. 1989. - RAMOS, L.A.M. Física Experimental. Porto Alegra, RS: Mercado Aberto. 1984. DESENHO TÉCNICO I Código: 19 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Desenvolvimento do traço. Desenho de observação. Instrumentos de desenho técnico. Princípios básicos de desenho técnico. Convenções e normas para execução de desenhos técnicos. 32 Caligrafia técnica. Representação gráfica. Escalas. Projeções ortogonais. Cortes. Vistas. Cotagem. Perspectivas. Objetivos: Demonstrar a linguagem do desenho técnico a fim de ser compreendida e expressada de maneira clara e objetiva. Fornecer subsídios para a compreensão e elaboração de desenhos à mão livre e de desenho técnico instrumental. Desenvolver capacidade de leitura e interpretação de projetos de Engenharia. Bibliografia: Básica: - BUENO, C.P.; PAPAZOGLOU, R.S. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba, PR: Juruá. 2008. - MICELI, M.T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro, RJ: Imperial Novo Milênio. 2001. Complementar: - GIONGO, A.R. Curso de Desenho Geométrico. São Paulo, SP: Nobel. 1981. - GIONGO, A.R. Desenho Geométrico. São Paulo, SP: Nobel. 1980. CONFORTO, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO Código: 20 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Histórico. Higiene e conforto no canteiro de obras. Cores na segurança. Prevenção e proteção contra incêndios. Ruído: conceitos, níveis, graus, causas e prevenção. Comissão interna de prevenção de acidentes – CIPA. Objetivos: Apresentar ao aluno a importância da Engenharia de Segurança, introduzindo conceitos básicos de higiene, manutenção e segurança no local de trabalho, conforme legislação vigente no Brasil. Bibliografia: Básica: - EQUIPE ATLAS. Manual de Legislação: segurança e medicina do trabalho. São Paulo, SP: Atlas. 1998 - MENDES, R. Patologia do Trabalho. Rio de Janeiro, RJ: Atheneu. 1995. - ZICCHIO, Á. Prática e Prevenção de Acidentes. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2000. Complementar: - DE CICCO, F. Manual sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho: a nova norma BS 8800. São Paulo, SP: QSP. 1996. HIDROLOGIA Código: 21 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Bacia hidrográfica. Ciclo hidrológico completo. Estudo dos fenômenos hidrológicos: precipitação, infiltração, evapotranspiração, escoamento superficial, águas subterrâneas. Séries históricas de dados hidrológicos. Hidrograma. Cheias. Estimativa de vazões de enchente. Drenagem urbana. Balanço hídrico. Vazão ecológica (vazão de referência). Reservatórios de regularização de vazões. Armazenamento. Poços profundos. Técnicas de medição de vazão hídrica. Cálculos hidrológicos para obras de saneamento. 33 Objetivos: Conceituar e definir o ciclo hidrológico, estudando suas principais variáveis, delimitação e características físicas. Precipitação: sua formação e tipos. Medir uma precipitação em campo e em um protótipo de laboratório. Analisar dados pluviométricos e calcular a precipitação média sobre a bacia. Definir infiltração: fatores intervenientes e determinação da capacidade de infiltração. Medir a capacidade de infiltração em campo ou laboratório (Método do Disco e da Coluna). Definir evapotranspiração: fatores intervenientes e medida da evapotranspiração. Medir a evapotranspiração em laboratório ou em campo (protótipo de laboratório). Definir escoamento superficial: fatores intervenientes e cálculo de determinação. Medir o escoamento superficial em laboratório ou em campo (protótipo de laboratório). Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS – ABRH. Engenharia Hidrológica e Métodos Numéricos em Recursos Hídricos. Porto Alegre, RS: ABRH. 1989. - CANHOLI, A.P. Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. São paulo, SP: Oficina de textos. 2010. - GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2011. - NOGUEIRA, L. Hidrologia. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 2002. - PINTO, N.L.S. Hidrologia Básica. 2. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 1986. - TOMAZ, P. Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras Municipais. São Paulo, SP: Navegar. 2010. - TUCCI, C.E.M. Hidrologia – ciência e aplicação. Porto Alegre, RS: UFRGS. 1993. - TUCCI, C.E.M.; PORTO, R.L.L. Drenagem Urbana. Porto Alegre, RS: UFRGS. 1995. Complementar: - BOTELHO, M.H.C. Águas de Chuva. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1998. - FERNANDES, C. Microdrenagem – um estudo inicial. Campina Grande, PB: DEC/CCT/UFPB. 2002. INTRODUÇÃO À GEOLOGIA Código: 22 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Evolução dos conceitos da Geologia. Constituição interna do globo terrestre. Movimentos das placas tectônicas e suas influências na superfície da Terra. Minerais e rochas. Fatores e processos envolvidos na dinâmica externa e introdução à pedologia. Coluna de tempo geológico e métodos de datação. Formação e distribuição dos depósitos minerais. Principais aspectos geológicos do território brasileiro e distribuição dos depósitos minerais. Objetivos: Fornecer subsídio teórico e metodológico para que o aluno adquira entendimento da constituição interna do globo terrestre, seu dinamismo e as influências na superfície da Terra. Capacitar o discente para reconhecer os principais tipos de rochas e minerais. Reconhecer os fatores e processos envolvidos na formação dos diferentes tipos de solos. Reconhecer a história da Terra e sua evolução ao longo do tempo geológico, os principais tipos de mineralizações e os principais aspectos geológicos do território brasileiro. Bibliografia: Básica: - BLOOM, A.L. Superfície da Terra. São Paulo, SP: Edigard Blücher. 1976. - PETRI, S.; FÚLFARO, V.J. Geologia do Brasil. São Paulo, SP: EDUSP. 1980. - POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995. - TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAISCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo, SP: Companhia Editora Nacional. 2008. 34 Complementar: - McALESTER, A.L. História Geológica da Vida. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1971. - TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2000. SAÚDE PÚBLICA E VIGILÂNCIA SANITÁRIA Código: 23 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática 54 h - Carga horária total 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Vigilância sanitária em saúde pública como prática estratégica de Estado, dos sistemas de vigilância de âmbito local, regional, estadual e federal e dos principais Sistemas de Informação em Saúde relevantes à gestão de sistemas locais de saúde. Principais áreas de vigilância (vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental, da saúde do trabalhador e etc). Formas de vigilância: tradicional universal, ativa (incluindo as estratégias “sentinela”) e de segunda geração. A vigilância como ferramenta para a análise da situação de saúde de coletivos populacionais.A vigilância como ferramenta para a avaliação epidemiológica de intervenções. A interface vigilância-pesquisa (operacional e acadêmica). Uso das informações geradas pelos sistemas de vigilância nos processos de definição de prioridades e intervenções em saúde pública. Objetivos: Familiarizar o aluno com os usos e as aplicações da Epidemiologia para a gestão da saúde pública com ênfase na coleta, organização, análise, interpretação, utilização e divulgação de dados gerados pelos sistemas de vigilância sanitária e outros sistemas de informação em saúde e informações científicas (literatura disponível) para subsidiar o processo de identificação de problemas e prioridades em saúde, na identificação de necessidades de investigação, no planejamento, monitoramento e avaliação das intervenções. Bibliografia: Básica: - FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF: FUNASA. 2007. - MEDRONHO, R.A. Epidemiologia. São Paulo, SP: Atheneu. 2008. - NAOMAR, A.F. Epidemiologia e Saúde: fundamentos, métodos e aplicações. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2011. - REZENDE, S.C.; HELLER, L. O Saneamento no Brasil: políticas e interfaces. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2011. Complementar: - MINAYO, M.C.S.; WAGNER, G. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo, SP: Hucitec. 2009. - WALDMAN, E.A. Vigilância em Saúde. São Paulo, SP: USP. 1998. METODOLOGIA CIENTÍFICA Código: 24 Período: 3° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Organização do trabalho acadêmico. Formação do hábito e da organização da leitura: a formação do hábito de estudo e a leitura trabalhada como método. Pensamento e pesquisa científica: o pensamento científico, a pesquisa científica, os trabalhos científicos. O método. Pesquisa acadêmica. Objetivos: Desenvolver habilidades de leitura, sistematização de dados, investigação da realidade de acordo com as exigências da ciência e da tecnologia e produção de trabalhos acadêmicos e científicos. 35 Proporcionar ao aluno técnicas de leitura e sistematização de dados. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e documentação – Resumo – Apresentação. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e documentação – Índice – Apresentação. 2004. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011. - Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG. - BASTOS, C.L. KELLER, V. Aprendendo a Aprender. Petrópolis, RJ: Vozes. 2005. - MATOS, K.C. A Arte e a Técnica da Produção Científica. Goiânia, GO: Deescubra. 2002. Complementar: - JUNG, C.F. Metodologia para Pesquisa e Desenvolvimento. Rio de Janeiro, RJ: Axcel Books do Brasil. 2004. - LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo, SP: Atlas. 2005. - SEVERINO, J.A. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo, SP: Cortez. 2000. 36 4º Período EQUAÇÕESDIFERENCIAIS ORDINÁRIAS Código: 25 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 16 Ementa: Equações Diferenciais Ordinárias. Equações Diferenciais Lineares de Ordem Superior. Aplicações de Equações Diferenciais de Segunda Ordem. Sistemas de Equações Diferenciais Lineares. Sistemas de Equações Lineares Homogêneos. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares de Primeira e Segunda Ordem. Objetivos: Fornecer ao estudante conhecimentos de séries numéricas e de funções, convergências simples e uniformes, séries de potências e funções analíticas, bem como Equações Diferenciais Ordinárias de 1ª e 2ª ordem. Sistemas de Equações Diferenciais Ordinárias Lineares e Aplicações. Ao término da disciplina, o aluno deverá ser capaz de resolver problemas envolvendo séries numéricas de funções, séries de potências e funções analíticas. Equações Diferenciais Ordinárias e Sistemas de Equações Diferenciais Lineares Ordinárias oriundas principalmente da modelagem matemática de problemas físicos e utilizar o computador e softwares matemáticos para a resolução de problemas em EDOs. Bibliografia: Básica: - BOYCE, W.E.; DIPRIMA, C.R. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Dois. 1979. - BRONSON, R. Moderna Introdução às Equações Diferenciais. São Paulo, SP: McGraw Hill. 1995. - BUTKOV. Física Matemática. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Dois. 1978. - DEMIDOVITCH, B. Problemas e Exercícios de Análise Matemática. São Paulo, SP: Mir Moscou Exatas. 1977. - PISKUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Mir Moscou Exatas. 1977. - STEWART, J. Cálculo. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Pioneira. 2001. - SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Makron Books.1994. - THOMAS, G.B. Cálculo. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil. 2002. - ZILL, D.G.; CULLEN, M.R. Equações Diferenciais. Volumes 1, 2 e 3. São Paulo, SP: Makron Books. 2001. Complementar: - HARTMAN, P. Ordinary Differential Equations. Boston: Birkhäuser. 1982. - HASSELBLATT, B.; KATOK, A. A First Course in Dynamics. Cambridge University Press. 2003. - KUZNETSOV, Y.A. Elements of Applied Bifurcation Theory. Springer-Verlag. 1995. FÍSICA III Código: 26 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: 18 37 Ementa: Lei de Coulomb. Campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância. Dielétricos. Corrente e resistência elétrica. Força eletromotriz. Circuitos elétricos. Campo magnético, Lei de Ampère. Lei da Indução de Faraday. Indutância. Propriedades magnéticas da matéria. Objetivos: Aprender os fundamentos de Eletricidade e Magnetismo e criar condições para que o aluno possa adquirir uma base sólida nos assuntos abordados. Bibliografia: Básica: - CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2007. - HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008. - NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica 1: eletromagnetismo. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 2002. - SEARS, F.W.; ZEMANSKY, M,W. Física. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008. - TIPLER, P. Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995. - TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade, magnetismo e ótica. Volume 2. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2009. Complementar: - HENNIS, C.E.; GUIMARÃES, W.O.N.; ROVERSI, E.J.A. Problemas Experimentais em Física. Campinas, SP: Unicamp. 1989. - NETTO, H.P. et al. Física Experimental. São Paulo, SP: Nobel. 1989. - RAMOS, L.A.M. Física Experimental. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto. 1984. TOPOGRAFIA I Código: 27 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 19 Ementa: Conceituação: topografia e sua divisão. Sistemas de referência (métodos e parâmetros para sua definição). Métodos de levantamentos planimétricos (métodos, execução e análise). Representação planimétrica. Métodos para cálculo de áreas. Objetivos: Capacitar o aluno a medir e representar o relevo a fim de utilizar estes conhecimentos no projeto e na locação de obras de Engenharia. Bibliografia: Básica: - BORGES, A.C. Topografia. Volume 1. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997. - BORGES, A.C. Topografia. Volume 2. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997. Complementar: - COMASTRI, J.A.; JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada, Medição, Divisão e Demarcação. Viçosa, MG: UFV. 1990. DESENHO TÉCNICO II Código: 28 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica - Carga horária prática Carga horária total 54 h 54 h Pré-requisitos: 19 Ementa: Comandos, operações e uso do software AUTOCAD. Desenvolvimento de projetos de Engenharia utilizando o software AUTOCAD. Aplicações para a Engenharia Ambiental. 38 Objetivos: Fornecer subsídios para a compreensão e elaboração de desenho técnico instrumental em meio digital. Desenvolver capacidade de leitura e interpretação de projetos em meio digital. Bibliografia: Básica: - BALDAM, R.; COSTA, L. AUTOCAD 2013 – utilizando totalmente. São Paulo, SP: Érica. 2012. Complementar: - LIMA, C.C.N.A. Estudo Dirigido de AUTOCAD 2013. São Paulo, SP: Érica. 2012. MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 29 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 13; 22 Ementa: Origem e formação dos solos. Propriedades físicas e químicas dos solos. Caracterização geotécnica dos solos a partir dos ensaios de: granulometria, massas específicas e índices de consistências. Classificação geotécnica dos solos, conforme a classificação unificada e brasileira. Estudo de compactação dos solos e seu controle no campo. Ensaio de Proctor normal e de campo. Estudo da resistência à compressão simples dos solos. Ensaio de resistência à compressão simples. Objetivos: Dotar o discente dos conhecimentos teóricos e práticos básicos de Mecânica dos Solos, dando ênfase às múltiplas aplicações em Engenharia. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6459/1984: Solo – determinação do limite de liquidez. 1984. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7180 – Versão Corrigida/1988: Solo – determinação do limite de plasticidade. 1988. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10838: Solo – determinação da massa específica aparente de amostras indeformadas, com emprego de balança hidrostática - Método de ensaio. 1988. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7181 – Errata 1/1988: Solo – análise granulométrica. 1988. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7182 – Versão Corrigida/1988: Solo – Ensaio de compactação. 1988. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7185 – Versão Corrigida/1988: Solo – determinação da massa específica aparente in situ com emprego do frasco de areia. 1988. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12770: Solo coesivo – determinação da resistência à compressão não confinada - Método de ensaio. 1992. - CAPUTO, H.P. Introdução à Mecânica dos Solos. 6ª edição. Volume I. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996. - FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - PINTO, C.S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3ª edição. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2006. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6502: Rochas e Solos. 1995. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13441: Rochas e Solos – simbologia. 1995. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9252: Solo – 39 determinação do grau de acidez – Método de ensaio. 1986. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6457: Amostras de Solo – preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização. 1986. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12051: Solo – determinação do índice de vazios mínimo de solos não-coesivos – Método de ensaio. 1991. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9813: Solo – determinação da massa específica aparente in situ com emprego de cilindro de cravação – Método de ensaio. 1991. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12102: Solo – controle de compactação pelo método de Hilf – Método de ensaio. 1991. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7183: Determinação do Limite e Relação de Contratação de Solos. 1982. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 30 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 81 h Pré-requisitos: 4 Ementa: Elementos de Ciências dos Materiais. Aglomerantes: conceito, classificação, propriedades e aplicação. Cimento Portland: definição, processo de produção, mecanismo de hidratação, tipos e aplicações, propriedades físicas e químicas. Ensaios normalizados com cimento Portland: finura NBR 11579 (MB 3432); área específica (NBR 7224); massa específica (NBR 6474); pega NBR 11580 (MB 3433); expansibilidade (MB 3435); resistência a compressão (NBR7215). Agregados: exploração de pedreira. Conceito, classificação, obtenção, propriedades. Ensaios normalizados: composição granulométrica (NBR 7217), massa unitária, inchamento do agregado miúdo (NBR 6467), massa específica (NBR 7254), argila em Torrões (NBR 7218), materiais pulverulentos (NBR 7219), índice de matéria orgânica (NBR 7220). Conceito, classificação, propriedades no estado fresco e endurecido. Estudo de dosagem do concreto, evolução dos métodos de dosagem, objetivos e metodologia geral de dosagem, definição de Fck, definição da resistência de dosagem, dosagem experimental do concreto, mistura do traço dosado, correção do traço, determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone, cálculo/mistura dos traços auxiliares, definição do traço para obra. Produção de concreto: mistura; transporte; lançamento; adensamento; cura. Concreto e desenvolvimento sustentável. Objetivos: Levar o aluno a assimilar as tecnologias que envolvem os materiais de construção, conhecendo suas propriedades e impactos ambientais, despertando nele a consciência crítica que possibilite analisar o comportamento dos mesmos e optar pelo melhor deles. Bibliografia: Básica: - ALVES, J.D. Materiais de Construção. São Paulo, SP: Nobel. 1976. - BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1991. - CALLISTER, J.W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. São paulo, SP: Guanabara koogan. 2008. - MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P. Concreto: estrutura, propriedade e materiais. São Paulo, SP: Pini. 1994. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Boletim Técnico BT-106: guia básico de utilização do cimento Portland. São Paulo, SP: ABCP. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Estudo Técnico - ET-96. São Paulo, SP: ABCP. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Concreto de Alto Desempenho – apostila. São Paulo. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Exigências Básicas na Produção e Aplicação do Concreto em Estruturas. São Paulo. 40 - CAMPOS FILHO, M.P.A. Estrutura dos Materiais. 1991. - NEVILLE, A. Propriedades do Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1997. - PETRUCCI, E. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1987. - PETRUCCI, E. Concreto de Cimento Portland. São Paulo, SP: Globo. 1982. - VAN VLACK, L.H. Princípio de Ciências e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 1984. HIDROGEOLOGIA Código: 31 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: 22 Ementa: Histórico da hidrogeologia. Ciclo hidrogeológico. Água subterrânea: caracterização das unidades hidrogeológicas, distribuição, composição química natural, contaminação, definição de parâmetros hidrodinâmicos, controle geológico/topofigura da disponibilidade, tipos e padrões de fluxo, potencial dos aquíferos. Dispersão de contaminantes. Características hidráulicas dos aquíferos. Hidráulica, locação e construção de poços. Métodos de pesquisa de explotação. Hidrogeologia e mineração. Objetivos: Capacitar o aluno para atuar diretamente em projetos de Engenharia associados à hidrogeologia. Bibliografia: Básica: - ALFARO, P.E.M. Fundamentos de Hidrogeologia. Belo Horizonte, MG: Mundi-Prensa. 2005. - SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM. Hidrogeologia: conceitos e aplicações. Brasília, DF: CPRM. 2010. - TORRES, V.F.N.; GAMA, C.D. Engenharia Ambiental Subterrânea e Aplicações. Rio de Janeiro, RJ: CETEM/CYTED. 2005. Complementar: - COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DE SÃO PAULO – CETESB. Água Subterrânea e Poços Tubulares. São Paulo, SP: USP. 1984. - WILEY, J. Hidrogeologia das Águas Subterrâneas. 1987. INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO E À ECONOMIA Código: 32 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: O papel da administração e do administrador nas finanças da empresa. Conceitos econômicos básicos. Risco, retorno e valor. Administração do capital de giro. Fontes de financiamento a curto e longo prazo. Investimento e custo de capital. Teorias de administração. Princípios de administração. As funções de planejamento e controle. Administração da produção, financeira, pessoal e suprimentos. Noções de contabilidade e balanço. Fundamentos do sistema econômico. Uma visão geral da evolução do capitalismo a nível internacional. A antiga e a nova divisão do trabalho e seus efeitos sobre a economia brasileira. Introdução à microeconomia (formação de preços e tipos de mercados). Introdução à macroeconomia (política fiscal e monetária). Noções de contabilidade nacional. Objetivos: Adquirir noções da área de administração e economia. Bibliografia: 41 Básica: - KWASNICKA, E.L. Introdução à Administração. São Paulo, SP: Atlas. 1995. - ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. São Paulo, SP: Atlas. 1997. - SAMANEZ, C.P. Matemática Financeira: aplicações e análise de investimentos. São Paulo, SP: Makron Books. 1999. - VICECONTI, P.E.V.; NEVES, S. Introdução à Economia. São Paulo, SP: Frase. 2003. Complementar: - GITMAN, L.J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo, SP: Harbra.1997. - O’ SULLIVAN, A.; SHEFFRIN, S.M.; NISHIJIMA, M. Introdução à Economia: princípios e ferramentas. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004. ISOSTÁTICA Código: 33 Período: 4° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Tratamento vetorial de forças e momentos. Equilíbrio de pontos materiais e de corpos rígidos. Sistemas equivalentes de forças e momentos. Treliças. Vigas e pórticos. Esforços solicitantes e diagramas. Propriedades geométricas das seções, curvas e volumes. Objetivos: Dotar o aluno de conhecimentos básicos da estática dos corpos rígidos e da análise de estruturas isostáticas lineares, capacitando-o para a aplicação destes conceitos em problemas práticos da Engenharia Estrutural aplicados à área ambiental. Bibliografia: Básica: - BEER, F.P.; JOHNSTON, E.R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: estática. São Paulo, SP: Makron Books. 1994. - HIBBELER, R.C. Estática: mecânica para engenharia. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004. Complementar: - MACHADO J.E.F. Introdução à Isostática. São Paulo, SP: USP. 1999. - MERIAM, J.L.; KRAIGE, L.G. Mecânica: estática. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2004. 42 5º Período FENÔMENOS DOS TRANSPORTES Código: 34 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 18; 25 Ementa: Definições básicas e exemplos de aplicações na Engenharia: grandezas intensivas e extensivas, fluxo e densidade de fluxo, difusão e advecção de massa e calor, potencial e gradiente do potencial. Introdução à difusão: leis de Fick, Fourier e Newton, condições de contorno convectivas e com radiação térmica, exemplos básicos de aplicação a problemas unidimensionais, exemplos de modelagem concentrada e distribuída na difusão transiente de massa e calor. Cinemática e Fenomenologia dos Escoamentos de Fluido Ideal e Real. Dissipação de energia nos escoamentos. Equações básicas da análise de escoamentos: relação entre fluxo advectivo e densidade de fluxo, fluxo advectivo de grandezas extensivas, relação sistema – volume de controle. Balanços integrais de massa, energia e quantidade de movimento. Introdução à análise diferencial de escoamentos: balanços de massa, energia e quantidade de movimento. Análise dimensional e semelhança: problemas de semelhança e adimensionais importantes em Fenômenos de Transportes. Objetivos: Transmitir ao estudante os princípios básicos e os conceitos de Mecânica dos Fluidos, essenciais na análise e projeto dos sistemas em que o fluido é o meio atuante. Bibliografia: Básica: - FOX, R.W.; MCDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2005. - INCROPERA, F.P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. Nova Yorque: John Wiley. 1996. - VAN WYLEN, G. Fundamentos da Termodinâmica Clássica. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2003. Complementar: - BIRD, W. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2005. - POTTER, M.C.; WIGGERT, D.C. Mecânica dos Fluidos. São Paulo, SP: Thomson. 2004. - ROMA, N.L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. São Carlos, SP: Rima. 2000. TOPOGRAFIA II Código: 35 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 27 Ementa: Conceituação: altimetria e referência de nível. Levantamentos altimétricos (método, execução e análise). Formas e representação de relevo. Métodos para obtenção de curvas de nível. Métodos para cálculo de volumes (cortes e aterros). Objetivos: Capacitar o aluno na altimetria, representação de relevo e cálculo de volumes de obras de Engenharia. Bibliografia: Básica: - COMASTRI, J.A.; JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada, Medição, Divisão e Demarcação. Viçosa, 43 MG: UFV. 1990. - COMASTRI, J.A. Planimetria. Viçosa, MG: UFV. - COMASTRI, J.A.; TULLER, J.C. Topografia – altimetria. Viçosa, MG: UFV. 1999. Complementar: - BORGES, A.C. Topografia. Volume 1. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997. - BORGES, A.C. Topografia. Volume 2. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997. - CORDINI, J.; LOCH, C. Topografia Contemporânea. Florianópolis, SC: UFSC. 1997. MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 36 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 5° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 29 Ementa: Estudo da permeabilidade dos solos. Ensaios de permeabilidade de carga constante e carga variável. Estudo do adensamento dos solos. Ensaio de adensamento unidimensional. Estudo da resistência ao cisalhamento dos solos. Ensaio de cisalhamento direto. Estudo de prospecção e sondagem dos solos. Amostras de formadas e indeformadas de solo. Aplicações desses estudos na Engenharia Ambiental. Objetivos: Determinar os parâmetros: permeabilidade, coeficiente de adensamento e resistência ao cisalhamento. Elaborar e interpretar um laudo de sondagem. Correlacionar estes parâmetros com suas respectivas aplicações nas obras de Engenharia. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13292: Solo – determinação do coeficiente de permeabilidade de solos granulares à carga constante – Método de ensaio. 1995. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12007: Solo – ensaio de adensamento unidimensional – Método de ensaio. 1990. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6484: Solo – sondagens de simples reconhecimentos com SPT – Método de ensaio. 2001. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14545: Solo – Determinação do Coeficiente de Permeabilidade de Solos a Carga Variável. 2000. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9604: Abertura de Poço e Trincheira de Inspeção em Solo, com Retirada de Amostras Deformadas e Indeformadas – procedimento. 1986. - CAPUTO, H.P. Introdução à Mecânica dos Solos. 6ª edição. Volume I. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996. - FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - PINTO, C.S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3ª edição. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2006. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8036: Programação de Sondagens de Simples – reconhecimento dos solos para fundações de edifícios – Procedimento. 1983. - DIN EN ISO 12957-1/2005: Geosynthetics – determination of friction characteristics. Part 1: Direct shear test (ISO 12957-1:2005). 2005. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 37 Período: 5° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 44 Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 30 Ementa: Materiais metálicos: importância e aplicação dos materiais metálicos. Propriedades. Aços para construção. Processo de produção. Controle tecnológico dos aços para construção. Estudo da NBR 7480. Ensaios de tração e de dobramento. Madeiras: a madeira como material de construção. Propriedades físicas (densidade, umidade, estabilidade dimensional) e mecânicas (compressão, tração, cisalhamento). Ensaios físicos (densidade, umidade, estabilidade dimensional) e mecânicos (tração, compressão e cisalhamento) com madeiras. Polímeros: definição e propriedades. Aplicação como material de construção. Materiais de construção sustentáveis: conceito e desafios. Materiais alternativos para construções sustentáveis. Reciclagem de materiais e seu uso. Objetivos: Levar o aluno a assimilar as tecnologias que envolvem os materiais de construção, conhecendo suas propriedades e impactos ambientais, despertando nele a consciência crítica que possibilite analisar o comportamento dos mesmos e optar pelo melhor deles. Bibliografia: Básica: - BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1991. - MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P. Concreto: estrutura, propriedade e materiais. São Paulo, SP: Pini. 1994. - CALLISTER, J.W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. São paulo, SP: Guanabara koogan. 2008. Complementar: - CAMPOS FILHO, M.P.A. Estrutura dos Materiais. 1991. - NEVILLE, A. Propriedades do Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1997. - PETRUCCI, E. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1987. - VAN VLACK, L.H. Princípio de Ciências e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 1984. NEVILLE, Adam. Propriedades do Concreto, São Paulo, Pini, 2 Ed. 1997. ECONOMIA AMBIENTAL Código: 38 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: 32 Ementa: Economia dos recursos naturais: conceitos de recursos não-renováveis e recursos renováveis. Economia da poluição: externalidades. Teorema de Coase. Princípio do poluidor-pagador. Instrumentos econômicos. Valoração dos recursos naturais e de danos causados ao meio ambiente: principais técnicas de valoração empregadas na análise econômica do meio ambiente. Indicadores ambientais: estatísticas ambientais e sua incorporação na gestão de recursos naturais. Objetivos: Propiciar uma visão abrangente e crítica dos principais paradigmas que envolvem a relação entre economia, meio ambiente e desenvolvimento, como eles se desenvolveram no tempo e quais as suas implicações sobre a gestão ambiental e as políticas públicas relacionadas ao meio ambiente. Bibliografia: Básica: - DEWAR, E. Uma Demão de Verde: os laços entre grupos ambientais, governos e grandes negócios. Rio de Janeiro, RJ: Capax Dei. 2007. - DUPAS, G. Meio Ambiente e Crescimento Econômico. São Paulo, SP: Unesp. 2008. - MUELLER, C.C. Os Economistas e as Relações entre o Sistema Econômico e o Meio Ambiente. 45 Brasília, DF: UnB. 2007 - ROMEIRO, A. et. al. Economia do Meio Ambiente. Campinas, SP: Unicamp. 1996. Complementar: - ALMEIDA, L.T. Política Ambiental: uma análise econômica. Campinas, SP: Unesp. 1998. - SOUZA, R.S. Entendendo a Questão Ambiental: temas de economia, política e gestão do meio ambiente. Santa Cruz do Sul, RS: Edunisc. 2000. TEORIA DAS ESTRUTURAS I Código: 39 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 5° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 33 Ementa: Conceitos gerais de estruturas. Classificação: hipostáticas, isostáticas e hiperestáticas. Estruturas isostáticas: definições de estrutura, vínculos, carregamentos, esforços seccionais. Classificação das estruturas quanto à estaticidade, determinação do grau hiperestático das mesmas. Estudo de vigas, pórticos, arcos e treliças isostáticas submetidas a cargas fixas. Cálculo de deslocamento aplicando o Princípio dos Trabalhos Virtuais. Linhas de influência. Análise computacional de estruturas (utilização de software): aplicação em treliças, vigas e pórticos. Objetivos: Fornecer os conhecimentos relativos ao comportamento e análise das estruturas isostáticas, do ponto de vista de ações externas, esforços solicitantes e deslocamentos, considerando suas aplicações nos sistemas estruturais. Bibliografia: Básica: - BEER, F. et al. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo, SP: Makron Books. 1994 - SORIANO, H.L. Estática das Estruturas. São Paulo, SP: Ciência Moderna. 2007. - SÜSSEKIND, J.C. Curso de Análise Estrutural. Volume 1. São Paulo, SP: Globo. 1991. Complementar: - GORFIN, B. et. al. Estruturas Isostáticas. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1982. - HIBBELER. R.C. Estática: mecânica para engenharia. São Paulo, SP: Person Education. 2011. - VIERO, E.H. Isostática Passo a Passo: sistemas estruturais em arquitetura e engenharia. Caxias do Sul, RS: Educs. 2004. GERENCIAMENTO DE PROJETOS Código: 40 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica - Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h Pré-requisitos: 32 Ementa: Introdução ao gerenciamento de projetos: conceitos básicos, identificação/estabelecimento das necessidades e formulação de propostas, ciclo de vida e organização de projetos. Processos de gestão de projetos. Visão geral das áreas de conhecimento em gestão de projetos: gestão da: integração, escopo, tempo, custos, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos e aquisições. Objetivos: Apresentar conhecimentos, habilidades e técnicas utilizadas na iniciação, planejamento, execução, controle e encerramento de um projeto de Engenharia. Bibliografia: Básica: - TRENTIM, M.H. Gerenciamento de Projetos: guia para as certificações CAPM e PMP. São Paulo, SP: Atlas. 2010. 46 - VARGAS, R.V. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. Rio de Janeiro, RJ: Brasport. 2009. Complementar: - CARVALHO, M.M.; RABECHINI, J.R. Construindo Competências para Gerenciar Projetos. São Paulo, SP: Atlas. 2008. - GIDO, J.; CLEMENTS, J.P. Gestão de Projetos. São Paulo, SP: Thomson Learning. 2007. MECÂNICA DOS SÓLIDOS Código: 41 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 5° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 13; 16 Ementa: Princípios e conceitos de Resistência dos Materiais. Fundamentos teóricos do comportamento mecânico dos sólidos deformáveis. Reconhecer as limitações das hipóteses de cálculo adotadas. Comportamento e propriedades dos materiais. Determinação das propriedades geométricas das seções transversais (centróide, Momento de Inércia, Módulo de Resistência Elástico e Plástico, Raio de Giração, Centro de Torção). Estudo das tensões normais e deformações em tirantes. Estudo das tensões normais e de cisalhamento em vigas (Flexão Pura e Simples). Estudo das deformações normais e de cisalhamento em vigas. Estudo das deflexões em vigas. Projeto de vigas. Estudo da torção de eixos e tubos. Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários sobre os conceitos fundamentais e limitações do comportamento mecânico dos sólidos deformáveis. Fornecer subsídios também para que possa conhecer, entender, identificar e determinar as principais propriedades geométricas das seções transversais, tensões atuantes, tensões resistentes e deformações em elementos estruturais tracionados, fletidos e submetidos a torção. Conhecer, compreender e identificar as principais propriedades físicas dos materiais. Bibliografia: Básica: - BEER, F.P.; JOHNSTON, E.R. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Makron Books. 2005. - HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004. - NASCH, W.A. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: McGraw Hill do Brasil. 1982. Complementar: - BOTELHO, M.H.C. Resistência dos Materiais: para entender e gostar. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2008. - CRAIG JUNIOR, R.R. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2002. - MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Érica. 2005. - POPOV, E.P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1978. - TIMOSHENKO, S.P.; GERE, J.E. Mecânica dos Sólidos. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1994. GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Código: 42 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 28 Ementa: Resíduos sólidos: conceito, panorama mundial e brasileiro; origem; classificação; características físicas, químicas e biológicas. Gerenciamento integrado de resíduos sólidos: acondicionamento; coleta; transporte; formas de tratamento e disposição final. Modelos institucionais para o gerenciamento. Gestão, operação e manutenção de unidades de disposição final de resíduos 47 sólidos. Planejamento, dimensionamento e projeto de unidades de tratamento e disposição final de resíduos sólidos. Legislação aplicável. Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Objetivos: Apresentar a problemática dos resíduos sólidos e as alternativas existentes para equacionar as questões socioambientais e econômicas advindas de sua geração e disposição final. Desenvolver no discente a capacidade para propor soluções em diferentes escalas tanto para os resíduos provenientes de áreas urbanas quanto de plantas industriais. Capacitar o aluno a projetar, construir, gerenciar e operar unidades de tratamento e disposição final de resíduos sólidos. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10004, 10005, 10006 e 10007. - BARROS, R.M. Tratado sobre Resíduos Sólidos – gestão, uso e sustentabilidade. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 2013. - D’ALMEIDA, M.L.O.; VILHENA, A. Lixo Municipal: manual de gerenciamento integrado. São Paulo, SP: IPT e CEMPRE. 2010. - LIMA, L.M.Q. Remediação de Lixões Municipais: aplicações da biotecnologia. São paulo, SP: Hermus. 2010. - MANO, E.B.; PACHECO, E.B.A.V.; BONELLI, C.C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2010. - RIBEIRO, D.V.; MORELLI, M.R. Resíduos Sólidos: problema ou oportunidade? Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 2009. Complementar: - CAIXETA-FILHO, J.V.; BARTHOLOMEU, D.B. Logística Ambiental de Resíduos Sólidos. São Paulo, SP: Atlas. 2011. - JARDIM, A.; VALVERDE, J.; YOSHIDA, C. Política Nacional, Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Barueri, SP: Manole. 2012. - MONTEIRO, J.H.P. et al. Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: manual de gerenciamento integrado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, RJ: IBAM. 2001. - SCHNEIDER, V.E.; REGO, R.C.E.; CALDART, V. Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde. Caxias do Sul, RS: EDUCS. 2004. AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Código: 43 Período: 5° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Conceitos e definições. Impacto ambiental. Sinergia e cumulatividade de impactos ambientais. Origem e difusão da Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) no mundo e no Brasil. Objetivos da AIA. O processo de AIA. Metodologias de AIA. Elaboração de Estudos de Impactos Ambientais e Relatórios de Impactos Ambientais (EIAs/RIMAs). Deficiências de estudos de EIAs/RIMAs. Legislação aplicável. Objetivos: Propiciar uma abordagem aprofundada das metodologias de avaliações de impactos ambientais e suas aplicações práticas (EIAs/RIMAs) por intermédio de atividades específicas. Capacitar para a exploração da etapa de análise dos impactos e suas ferramentas, para a discussão da relação entre mitigação de impactos adversos e análise de impactos e para o entendimento da importância das etapas pós-aprovação de AIA e do acompanhamento ambiental de empreendimentos licenciados. Bibliografia: Básica: 48 - AB’SABER, A.N.; PLANTENBERG, C.M. Previsão de Impactos: o estudo de impacto ambiental no leste, oeste e sul. Experiência no Brasil, na Rússia e na Alemanha. São Paulo, SP: EDUSP. 2003. - MULLER-PLANTENBERG, C.; AB'SABER, A.N. Previsão de Impactos. São Paulo, SP: USP. 2008. - SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impactos Ambientais: conceitos e métodos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2008. Complementar: - GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand. 2006. - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – BAMA. Avaliação de Impacto Ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília, DF: IBAMA. 1995. 49 6º Período HIDRÁULICA Código: 44 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 54 h 27 h 81 h Pré-requisitos: 34 Ementa: Propriedades físicas dos fluidos. Hidrostática. Hidrodinâmica de orifícios, bocais e vertedores. Condutos livres e forçados. Cinemática: classificação dos movimentos; linhas de corrente e tubos de corrente. Equação da Continuidade. Equação de Bernoulli. Cálculo de perdas de carga. Hidráulica dos sistemas de recalque. Tipos de bombas. Cavitação, NPSH. Cálculos hidráulicos para obras de saneamento. Objetivos: Proporcionar ao estudante conhecimentos de Hidráulica para aquisição de competências e habilidades para tratar com assuntos relacionados ao dimensionamento de condutos, estações elevatórias e temas afins em obras de saneamento ambiental, incentivando-o a conduzir e interpretar experimentos na área dos problemas hidráulicos. Bibliografia: Básica: - ALVAREZ, G.A. Manual de Hidráulica. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 1996. - AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de Hidráulica. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2002. - BAPTISTA, M.B. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2003. - CANALI, G.V.; CABRAL, J.J.S.P.; AZEVEDO, J.R.G.; MONTENEGRO; S.M.G.L. Hidráulica Aplicada. 2ª edição. Porto Alegre, RS: ABRH. 2003. - GARCEZ, L.N. Elementos de Engenharia Hidráulica e Sanitária. São Paulo, SP: SCP. 1982. - GOMES, H.P. Sistemas de Bombeamento: eficiência energética. João Pessoa, PB: UFPB. 2010. - LARA, M.; BAPTISTA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010. Complementar: - BAPTISTA, M.B. et. al. Hidráulica Aplicada. Porto Alegre, RS: ABRH. 2003. - TOMAZ, P. Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras Municipais. São Paulo, SP: Navegar. 2010. CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Código: 45 Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h 81 h Pré-requisitos: 28; 35 Ementa: Conceitos: Cartografia e Geoprocessamento. Recursos de Cartografia. Metodologias de conversão entre estruturas de dados, formas de aquisição, modelagem e manipulação de dados. Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Elaboração de mapas temáticos. Objetivos: Compreender os principais elementos cartográficos: escala, coordenadas e projeções. Conceituar e identificar os diferentes produtos de sensoriamento remoto. Conhecer as bandas espectrais. Identificar e interpretar os alvos a partir de Sensoriamento Remoto. Desenvolver conhecimentos de metodologias de trabalhos com imagens digitais e analógicas. Digitalização (entrada de informações no SIG). Capacitar para o tratamento da Informação (cruzamentos, tabulação, medidas, etc). Gerar modelo numérico do terreno. Bibliografia: 50 Básica: - CAMARGO, M.U.C. Sistema de Informações Geográficas como Instrumento de Gestão e Saneamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010. - MENDES, C.A.B.; CIRILO, J.A. Geoprocessamento em Recursos Hídricos. Porto Alegre, RS: ABRH. 2000. - ROSA, R.; BRITO, J.L.S. Introdução ao Geoprocessamento: sistema de informações geográficas. Uberlândia, MG: UFU. 1996. Complementar: - DUARTE, P.A. Fundamentos da Cartografia. Florianópolis, SC: UFSC. 1994. - LOCH, C.A. A Fotointerpretação de Imagens Aéreas: noções básicas. Florianópolis, SC: UFSC. 1989. GESTÃO DO RECURSO SOLO Código: 46 Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: 11; 36 Ementa: Gestão ambiental do solo. Principais situações e causas de degradação da qualidade física, química e biológica do solo. Caracterização dos mais variados tipos de processos erosivos existentes. Técnicas de preservação/recuperação/remediação/monitoramento do solo. Padrões de qualidade: valor de referência de qualidade (VRQ), valor de prevenção (VP) e valor de intervenção/investigação (VI). Eficácia de ações de conservação edáfica. Legislação ambiental aplicável. Objetivos: Conhecer o recurso solo e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade ambiental, de forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade, controle e monitoramento desse recurso natural. Bibliografia: Básica: - ARAÚJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand. 2005. - BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo. São Paulo, SP: Ícone. 2010. - CARVALHO, J.C.; SALES, M.M.; SOUZA, N.M.; MELO, M.T.S. Processos Erosivos no CentroOeste Brasileiro. Brasília, DF: UNB. 2006. - DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus. 2007. - GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos, temas e aplicações. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005. - RICHARDT, K.; TIMM, J.M. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri, SP: Manole. 2012. - TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAISCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo, SP: Companhia Editora Nacional. 2008. Complementar: - LEPSCH, I.F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2002. - PRIMAVESI, A. Manejo Ecológico do Solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo, SP: Nobel. 2002. - PRUSKI, F.F. Conservação do Solo e Água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica. Viçosa, MG: UFV. 2009. EMPREENDEDORISMO Código: 47 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II 51 Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática 27 h - Carga horária total 27 h Pré-requisitos: 38; 40 Ementa: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e liderança. Ética e responsabilidade social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e a tomada de decisão. Risco. A gestão empreendedora de pessoas nas organizações. Objetivos: Capacitar o aluno para que se torne um empreendedor da área ambiental. Bibliografia: Básica: - BERNARDI, L.A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo, SP: Atlas. 2008. - DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na Prática: mitos e verdades dos empreendedores de sucesso. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 2007. - DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 2005. - DRUCKER, P.F. Inovação e Espírito Empreendedor (Entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2003. Complementar: - DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 2005. - SALIM, C.S. Introdução ao Empreendedorismo: despertando a atitude empreendedora. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 2010. PROJETO E ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES Código: 48 Período: 6° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Pré-requisitos: 10; 13; 16; 28; 35 a 37 Ementa: Investigações geotécnicas para fins de fundações. Definições e tipos de fundações. Critérios para escolha dos tipos de fundações. Fundações diretas (tipos, capacidade de carga, recalque e projeto). Análise e dimensionamento de blocos, sapatas (isoladas, associadas, contínuas e em divisas), vigas de equilíbrio, radier. Ruptura externa e interna de fundações diretas. Fundações profundas (estacas, tubulões, blocos de coroamento, capacidade de carga, recalques e provas de carga em fundações profundas). Tópicos do cálculo estrutural de fundações profundas. Objetivos: Capacitar o aluno a escolher e projetar fundações, satisfazendo critérios geotécnicos, econômicos e de equilíbrio estático. Torná-lo apto a interpretar os resultados de investigações geotécnicas para projeto de fundações. Proporcionar ao aluno conhecimento para o reconhecimento dos tipos de fundações mais adequadas e também as fundações inadequadas para diferentes casos de carregamento (edificações) e perfis geotécnicos. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6122: Projeto e Execução de Obras de Fundações. - HACHIC, W. et. at. Fundações: teoria e prática. São Paulo, SP: Pini. 1998. 52 - SCHNAID, F. Ensaios de Campo e suas Aplicações à Engenharia de Fundações. São Paulo, SP Oficina de Textos. 2000. Complementar: - ALONSO, U.R. Exercícios de Fundações. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1983. - ALONSO, U.R. Previsão e Controle das Fundações. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1991. - CINTRA, J.C.A. et. al. Tensões Admissíveis em Fundações Diretas. São Carlos, SP: Rima. 2003. OBRAS GEOTÉCNICAS Código: 49 Período: 6° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Pré-requisitos: 10; 16; 26; 28; 35 a 37 Ementa: Projetos geotécnicos de barragens e aterros sanitários: elaboração, dimensionamento e apresentação. Objetivos: Definir o pré-dimensionamento da geometria da barragem: taludes, crista, bermas e da drenagem interna (filtros e drenos). Definir as especificações para: escavações, tratamento de fundações, lançamento e compactação, impermeabilizações (fundação da barragem e/ou do reservatório), filtros e drenos e instrumentação e controle. Definir o dimensionamento final da barragem a partir da análise: da percolação da água através do maciço e das fundações da barragem (traçado de redes de fluxo em meios porosos), da estabilidade dos taludes e do comportamento tensão/deformação (prevenção a fissuramentos internos). Definir a forma, disposição e método de aterramento da instalação. Definir o pré-dimensionamento da geometria do aterro sanitário: taludes, crista, bermas e sistema de drenagem externa e interna. Definir os sistemas de: cobertura final, drenagem superficial e drenagem e remoção do percolado e de gases. Definir o dimensionamento final do aterro sanitário a partir da análise: da percolação da água através do maciço, da impermeabilização/fundação e da cobertura final (traçado de redes de fluxo em meios porosos) e da estabilidade do talude final e dos taludes de alteamento. Bibliografia: Básica: - ALMEIDA, M.S.S.; MARQUES, M.E.S. Aterros sobre Solos Moles: projeto e desempenho. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2010. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8419 – Errata 1/1996: Apresentação de Projetos de Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Urbanos – procedimento. 1992. - COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS. Dicionário de Barragens. Porto Alegre, RS: Comitê Brasileiro de Barragens. 2010. - FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - GERSCOVICH, D. Estabilidade de Taludes. 1ª edição. São Paulo, SP: Editora Oficina de Textos. 2012. - LOPES, J.D.S.; LIMA, F.Z. Pequenas Barragens de Terras. Viçosa, MG: Aprenda Fácil. 2005. - MASSAD, F. Obras de Terras: curso básico de geotecnia. São Paulo, Sp: Oficina de Textos. 2003. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13028: Mineração – elaboração e apresentação de projeto de barragens para disposição de rejeitos, contenção de sedimentos e reservação de água. 2006. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15849: Resíduos Sólidos Urbanos – aterros sanitários de pequeno porte – diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. 2010. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8849: Apresentação de Projetos de Aterros Controlados de Resíduos Sólidos Urbanos – procedimento. 1985. 53 - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 1464: Elaboração e Apresentação de Projeto de Barragens para Disposição de Rejeitos, Contenção de Sedimentos e Reservação de Água. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9061: Segurança de Escavação a Céu Aberto – procedimento. 1985. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 11682: Estabilidade de Encostas. 2009. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13296: Espaço Físico para o Uso do Solo Urbano – classificação. 1995. - CRUZ, P.T. 100 Barragens Brasileiras. 2ª edição. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2004. - FIORI, A.P. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas: aplicações na estabilidade de taludes. 1ª edição. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL. Diretrizes Ambientais para Projeto e Construção de Barragens e Operação de Reservatórios. Brasília, DF: Bárbara Bela Editora Gráfica e Papelaria Ltda. 2005. GESTÃO DO RECURSO AR Código: 50 Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: 11 Ementa: Atmosfera. Gestão ambiental do ar. Principais situações e causas de degradação da qualidade física, química e biológica do ar. Poluentes atmosféricos e seus efeitos. Convenções do Clima. Aquecimento global e seus desdobramentos. Mecanismos de Desenvolvimento Limpo. Dimensionamento de equipamentos de controle de emissões (material particulado e gases). O Som e ruídos: equipamentos e unidade de medida, efeitos no aparelho auditivo humano e na natureza. Controle de ruídos. Radioatividade. Partículas alfa, beta e ondas gama. Tratamento de rejeitos radioativos. Padrões de qualidade. Eficácia de ações de proteção da qualidade do ar. Legislação ambiental aplicável. Objetivos: Conhecer o recurso ar e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade ambiental, de forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade, controle e monitoramento desse recurso natural. Dimensionar equipamentos de controle de poluentes atmosféricos, incluindo projetos de isolamento acústico. Bibliografia: Básica: - AL GORE. Uma Verdade Inconveniente. Barueri, SP: Manole. 2006. - BRANCO, S.M.; MURGEL, E. Poluição do Ar. Ribeirão Preto, SP: Moderna. 2004. - DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus. 2007. - FLEURY, J.M. Aquecimento Global: o que podemos fazer. Goiânia, GO: Kelps. 2009. - LENZI, E.; FAVERO, L.O.B. Introdução à Química da Atmosfera. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2011. - RICHARDT, K.; TIMM, J.M. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri, SP: Manole. 2012. - VIOLANTE, S.; CAMARGO, M.E. Aquecimento Global e Desafios para o Século 21. São Paulo, SP: Barsa Planeta. 2010. Complementar: - RIBEIRO, S.K. Transporte e Mudanças Climáticas. São Paulo, SP: Mauad. 2000. - SEIFFERT, M.E.B. Mercado de Carbono e Protocolo de Quioto: oportunidades de negócio na busca de sustentabilidade. São Paulo, SP: Atlas. 2009. TEORIA DAS ESTRUTURAS II 54 Código: 51 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: 39 Ementa: Sistemas estruturais: definições e exemplos. Estruturas hiperestáticas: generalidades. Método dos deslocamentos aplicados em vigas contínuas, pórticos e grelhas. Determinação dos esforços e deslocamentos. Efeitos de recalques nos apoios, variação de temperatura e vínculos elásticos. Análise computacional de estruturas (utilização de software): Aplicação em vigas contínuas, pórticos e grelhas. Objetivos: Fornecer os conhecimentos relativos ao comportamento e análise das estruturas hiperestáticas, do ponto de vista de ações externas, esforços solicitantes e deslocamentos, considerando suas aplicações nos sistemas estruturais. Bibliografia: Básica: - SORIANO, H.L. LIMA, S.S. Análise de Estruturas. Volume1. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna. 2007. - SÜSSEKIND, J.C. Curso de Análise Estrutural. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1983. Complementar: - POLILLO, A. Exercícios de Hiperestática. Rio de Janeiro, RJ: Científica. 1982. - ROCHA, A.M. Teoria e Prática das Estruturas. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: Científica, 1973. GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS Código: 52 Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: 11 Ementa: Ciclo hidrológico. Águas superficiais e subterrâneas. A água enquanto recurso natural renovável. Disponibilidade hídrica. Principais situações e causas de degradação da qualidade física, química e biológica da água. Poluentes aquáticos e seus efeitos. Reúso de água. Equipamentos de controle de poluentes hídricos. Padrões de qualidade. Conflitos pelo uso da água (especialmente no tocante à determinação de vazões de referência). A gestão dos recursos hídricos como ferramenta indispensável de preservação, conscientização e controle do uso da água. Legislação aplicável. Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Eficácia de ações de proteção da qualidade da água. Objetivos: Conhecer os recursos hídricos e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade ambiental, de forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade, controle e monitoramento desse recurso natural. Bibliografia: Básica: - DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus. 2007. - MAGALHÃES JUNIOR, A.P. Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2010. - REBOUÇAS, A.C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces do Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São Paulo, SP: Escrituras. 2002. - SILVA, J.M.O.; SILVA, E.V.; SEABRA, G.; RODRIGUEZ, J.M.M. Gestão dos Recursos Hídricos e Planejamento Ambiental. João Pessoa, PB: UFPB. 2010. - TELLES, D.D.; COSTA, R.P. Reúso de Água: conceitos, teorias e práticas. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2010. 55 - TORRES, V.F.N.; GAMA, C.D. Engenharia Ambiental Subterrânea e Aplicações. Rio de Janeiro, RJ: CETEM/CYTED. 2005. - TUNDISI, J.G.; MATSUMURA-TUNDISI, T. Recursos Hídricos no Século XXI. São Paulo, SP: Oficina de textos. 2012. Complementar: - MANCUSO, P.C.S.; SANTOS, H.F. Reúso de Água. Barueri, SP: Manole. 2003. - TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2008. TOXICOLOGIA AMBIENTAL Código: 53 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 6° Obrigatória ( x ) Carga horária teórica Optativa ( ) Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: 5; 11; 14 Ementa: Introdução à ecotoxicologia. Histórico. Distribuição e movimentação de toxicantes ambientais. Toxicologia de poluentes e suas influências nos metabolismos dos seres vivos. Organismos-teste mais utilizados em bioensaios. Técnicas de realização de ensaios ecotoxicológicos. Biomonitoramento de áreas impactadas. Objetivos: Conhecer os conceitos afetos à Toxicologia Ambiental e saber aplicar esta área do conhecimento como instrumento de planejamento e gestão ambiental. Bibliografia: Básica: - AZEVEDO, F.A.; CHASIN, A.A.M. As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. São Carlos, SP: Rima. 2003. - ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia Aquática: princípios e aplicações. 2ª edição. São Carlos, SP: Rima. 2008. Complementar: - ESPÍNDOLA, E.L.G.; PASCHOAL; C.M.R.B.; ROCHA, O.; BOHRER, M.B.C.; NETO; A.L.O. Ecotoxicologia: perspectivas para o século XXI. São Carlos, SP: Rima. 2000. LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Código: 54 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 6° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática 27 h - Carga horária total 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Histórico da legislação ambiental nacional e internacional. Instrumentos da Política Nacional de Meio Ambientem (Lei nº 6.938/81). Legislação ambiental nacional, estadual e municipal. Estabelecimento de padrões ambientais. Aspectos legais e institucionais relativos à poluição. Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente. Objetivos: Capacitar o discente a conhecer a legislação positiva que permeia as questões ambientais pátrias e internacionais aplicáveis em nosso sistema normativo, bem como explicitar a forma de aplicabilidade legal no intuito de fornecer-lhe senso crítico ao ponto de torna-lo capaz de fomentar o aprimoramento próprio continuado acerca do conteúdo da disciplina. Bibliografia: Básica: - MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2013. 56 - MORATO, J.R.; BELLO FILHO, N.B. Direito Ambiental Contemporâneo. Barueri, SP: Manole. 2004. - PHILIPPI JUNIOR, A.; ALVES, A.C. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Barueri, SP: USP. 2012. - PRADO, L.R. Direito Penal do Ambiente. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2011. Complementar: - CARVALHO, E.M. Tutela Penal do Patrimônio Florestal Brasileiro. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 1999. - POMPEU, C.T. Direito de Águas no Brasil. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2010. 57 7º Período PROJETO E ESTRUTURAS DE CONCRETO I Código: 55 Período: 7° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 28; 51 Ementa: Introdução ao estudo do concreto armado. Introdução ao projeto estrutural de concreto armado. Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento da armadura longitudinal em peças fletidas (flexão). Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento de armadura transversal em peças fletidas (cisalhamento). Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento da armadura em vigas submetidas à torção. Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários para leitura, elaboração de projeto, análise, dimensionamento e detalhamento de elementos de estruturas correntes de concreto armado. Determinar valor da armadura de flexão para vigas e lajes maciças. Determinar a armadura de cisalhamento para vigas. Verificar os estados limites de utilização. Detalhar a armadura longitudinal e transversal na seção transversal. Detalhar a armadura longitudinal ao longo de vigas e lajes maciças. Dimensionamento e detalhamento de vigas submetidas à torção. Elaborar um projeto estrutural em concreto armado. Bibliografia: Básica: - CARVALHO, R.C; FILHO. J.R.F. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto Armado Segundo a NBR 6118: 2003. São Carlos, SP. EDUFSCAR. 2007. - CLÍMACO, JC.T.S. Estruturas de Concreto Armado: fundamentos, projeto e verificação. Brasília, DF: UnB. 2008. - FUSCO, P.B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1995. Complementar: - ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. Volumes 1, 2, 3 e 4. Porto Alegre, RS: Dunas. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6118: Projeto e Execução de Estruturas de Concreto. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6120: Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações. 1980. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8681: Ações e Segurança nas Estruturas. 1984. - ISAIAS, G.C. Concreto: ensino, pesquisa e realizações. São Paulo, SP: Ibracon. 2005. - LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. Construções de Concreto. Volumes 1, 2 e 3. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 1977. - SUSSEKIND, J.C. Curso de Concreto. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1977. GEOTECNIA AMBIENTAL Código: 56 Período: 7° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 11; 49 Ementa: Erosão dos solos e hídrica: processos e modelos. Ensaios de erodibilidade. Estabilidade de encostas. Transporte de poluentes no solo e nas águas subterrâneas. Tecnologias de remediação e monitoramento de áreas contaminadas. 58 Objetivos: Identificar e caracterizar os condicionantes geológicos, hidrogeológicos e geomorfológicos nos diferentes estudos. Determinar a erodibilidade do solo pelo ensaio de Inderbitzen. Estabelecer as a migração de contaminantes a partir dos locais de disposição de resíduos ou de instalações industriais. Apresentar as diferentes tecnologias utilizadas na remediação e no monitoramento de áreas contaminadas. Bibliografia: Básica: - BOSCOV, M.E.G. Geotecnia Ambiental. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2008. CAMAPUM, C. et al. Ensaio de Inderbitzen. 2006. - MASSAD, F. Obras de Terra: curso básico de geotecnia. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2010. - SILVA, A. M.; SCHULZ, H.E.; CAMARGO, P. B. Erosão e Hidrossedimentologia em Bacias Hidrográficas. São Carlos, SP: Rima. 2003. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9061: Segurança de Escavação a Céu Aberto – procedimento. 1985. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 11682: Estabilidade de Encostas. 2009. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13296: Espaço Físico para o Uso do Solo Urbano – classificação. 1995. RISCOS E PASSIVOS AMBIENTAIS Código: 57 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 7° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 11 Ementa: Riscos ambientais: tipos, diagnóstico, ações para mitigação e legislação pertinente. Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR). O passivo ambiental de empreendimentos potencial ou efetivamente poluidores. Metodologias de investigações de passivos ambientais. Gestão ambiental de áreas contaminadas. Relatório de Investigação de Passivo Ambiental (RIPA). Legislação aplicável. Objetivos: Possibilitar ao acadêmico o acesso ao conhecimento e à prática sobre o gerenciamento de riscos e passivos ambientais e suas consequências para o homem e para o meio ambiente, prevenindoos na engenharia e desengenharia das mais variadas atividades antrópicas. Bibliografia: Básica: - INSTITUTO EKOS BRASIL. Áreas Contaminadas: remediação e revitalização – estudos de caso nacionais e internacionais. Volume 3. São Paulo, SP: Signus. 2007. - MINISTÉRIO DAS CIDADES. Prevenção de Riscos de Deslizamentos em Encostas – guia prático para elaboração de Políticas Municipais. Brasília, DF: Ministério das Cidades. 2006. - SÁNCHEZ, L.E. Desengenharia – o passivo ambiental na desativação de empreendimentos industriais. São Paulo, SP: EDUSP. 1998. - SCHIANETZ, B. Passivos Ambientais – levantamento histórico, avaliação de periculosidade e ações de recuperação. Curitiba, PR: SENAI. 1999. Complementar: - INSTITUTO EKOS BRASIL. Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo, SP: Signus. 2004. - MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas – aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo, SP: Signus. 2004. PROJETO E INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS Código: 58 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III 59 Período: 7° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 28; 44 Ementa: Projetar e executar sistemas de instalações hidráulicas e os subsistemas de água fria e combate a incêndio. Sistema de instalações hidráulicas de água quente, esgoto sanitário e água pluvial. Inter-relação entre os sistemas hidrossanitários e os sistemas estruturais e de vedação. Objetivos: Ao final do curso, o aluno deverá ser capaz de acompanhar, desenvolver e gerenciar projetos e execução de instalações hidrossanitárias, segundo normas e exigências técnicas. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 5626: Instalação Predial de Água Fria. 1998. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7198: Projeto e Execução de Instalações Prediais de Água Quente. 1993. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 1097: Proteção Contra Incêndio por Chuveiro Automático. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13714: Sistema de Hidrantes e Mangotinhos para o Combate a Incêndio. 2005. Complementar: - HELLER, L. Abastecimento de Água para Consumo. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1998. - MELO, V.O.; NETO, J.A. Instalações Prediais Hidraulico-sanitárias. São Paulo, SP: Edgadr Blucher. 1988. PROJETOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Código: 59 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 7° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 26; 28 Ementa: Ler, interpretar e executar projetos de uma instalação elétrica residencial em baixa tensão, obedecendo às normas da ABNT e CELG. Conferir a execução de uma instalação elétrica. Planejar instalação elétrica para canteiro de obras visando segurança contra choque elétrico e tipo de carga. Objetivos: Promover o interesse pelas questões relacionadas ao sistema elétrico no Brasil através do desenvolvimento de um projeto elétrico residencial. Desenvolver a competência para ler, interpretar e executar projetos de uma instalação elétrica residencial em baixa tensão, obedecendo às normas da ABNT e CELG. Bibliografia: Básica: - CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. São Paulo, SP: Érica. 2011. - COTRIM, A.; Bittencurt. A.M. Instalações Elétricas. São Paulo, SP: McGraw-Hill. 2007. - NISKIER, J. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2008. Complementar: - CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS. NTC 04 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição. Goiânia, GO: CELG. 2004. TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO Código: 60 Período: 7° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 60 Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28 Ementa: Fontes de água. Normas de qualidade. Processos de tratamento. Principais parâmetros de projeto. Sedimentação simples. Aeração. Coagulação. Mistura. Floculação. Flotação. Decantação. Filtração rápida e lenta. Técnicas por membranas. Adsorção e troca iônica. Desinfecção. Técnicas especiais de tratamento de águas para fins domésticos e industriais. Abrandamento por precipitação. Remoção de ferro e manganês. Fluoretação. Estabilidade química. Tratamento de lodo de ETAs. Casa de Química. Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de água de abastecimento. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL – ABES. Tratamento de Águas de Abastecimento por Filtração em Múltiplas Etapas. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1999. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.216: Projeto de Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público. 1992. - COELHO, A.C. Micromedição em Sistemas de Abastecimento de Água. João Pessoa, PB: UFPB. 2010. - DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2002. - DI BERNARDO, L. Tratamento de Água para Abastecimento por Filtração Direta. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2003. - DI BERNARDO, L.; DI BERNARDO, A.; CENTURIONE FILHO, P.L. Ensaios de Tratabilidade de Água e dos Resíduos Gerados em Estações de Tratamento de Água. São Carlos, SP: Rima. 2002. - DI BERNARDO, L.; SABOGAL-PAZ, P. Seleção de Tecnologias de Tratamento de Água. Volumes 1e 2. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010. - FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF: FUNASA. 2007. - GOMES, H.P.; GARCÍA, R.P.; REY, P.L.I. Abastecimento de Água: o estado da arte e técnicas avançadas. João Pessoa, PB: UFPB. 2010. - HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de Água para Consumo Humano. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2006. - LEMES, F.P. Teoria e Técnicas de Tratamento de Água. São Paulo, SP: CETESB. 1979. - LIZÂNIO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. Campinas, SP: Átomo. 2005. - RICHTER, C.A.; NETO, J.M.A. Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2001. - RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2001. - RICHTER, C.A. Água: métodos e técnicas de tratamento. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2009. - RICHTER, C.A.; AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de Água e Tecnologia Atualizada. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 1991. - ROCHA, M.V. Hidráulica Aplicada às Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG: Imprimatur. 1997. - UMBUZEIRO, G.A. Guia de Potabilidade para Substâncias Químicas. São paulo, SP: Limiar. 2010. Complementar: - DI BERNARDO, L. Algas e suas Influências na Qualidade das Águas e nas Tecnologias de Tratamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1995. - DANIEL, L.A. Processos de Desinfecção e Desinfetantes Alternativos na Produção de Água Potável. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2001. - REALI, M.A.P. Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de Tratamento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1999. 61 - RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2000. - VIANNA, M.R. Casa de Química para Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG: IEA. 1994. TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS Código: 61 Período: 7° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28 Ementa: Objetivos do tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Princípios básicos do tratamento biológico de esgotos domésticos: microbiologia e ecologia do tratamento de esgotos. Cinética de utilização do substrato e da biomassa. Principais parâmetros de projeto. Processos aeróbios x processos anaeróbios. Principais parâmetros de projeto. Tratamento preliminar e primário. Tratamento secundário: lagoas de estabilização e variantes; lodos ativados e variantes; fossa séptica, filtro anaeróbio e UASB; filtro biológico aeróbio, biodiscos e sistemas de disposição no solo. Tratamento terciário. Avaliação de impactos do destino final das águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos de ETE. Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de efluentes domésticos. Bibliografia: Básica: - ANDRADE NETO, C.O. Sistema Simples para Tratamento de Esgotos Sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1997. - ANDREOLI, C.V.; SPERLING, M.V.; FERNANDES, F. Lodo de Esgotos: tratamento e disposição final. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.209: Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário. 1992. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7.229: Projeto, Construção e Operação de Sistemas de Tanques Sépticos. 1993. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.969: Unidades de Tratamento Complementar e Disposição Final dos Efluentes Líquidos: projeto, construção e operação. 1997. - CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5: Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997. - CHERMICHARO, C.A.L. Reatores Anaeróbios. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2010. - CRESPO, P.G. Manual de Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2005. - FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF: FUNASA. 2007. - IMHOFF, K.R. Manual de Tratamento de Águas Residuárias. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2002. - JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2005. - KELLNER, E.; PIRES, E.C. Lagoas de Estabilização: projeto e operação. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010. - NUVOLARI, A. Dicionário Saneamento Ambiental. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2010. - PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO – PROSAB. Pós-Tratamento de Efluentes de Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: PROSAB. 2001. - SANTANNA JUNIOR, G.L. Tratamento Biológico de Efluentes: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 2011. - SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002. 62 - SPERLING, M.V. Lagoas de Estabilização. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010. - SPERLING, M.V. Princípios Básicos do Tratamento de Esgoto. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010. - SPERLING, M.V. Lodos Ativados. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010. Complementar: - METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw Hill. 1982. - NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo, SP:Edgard Blucher. 2003. TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS Código: 62 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 7° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária teórica Carga horária prática 27 h 27 h Carga horária total 54 h Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28 Ementa: Características e classificação dos efluentes líquidos industriais. Principais parâmetros de projeto. Metodologias de tratamento. Tratamento preliminar e primário: remoção de sólidos suspensos, óleos e metais pesados. Tratamento secundário: processos biológicos aeróbios e anaeróbios. Tratamento terciário: desinfecção, adsorção, membranas, troca iônica, processos oxidativos avançados, processos enzimáticos. Reúso de efluentes industriais. Avaliação de impactos do destino final das águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos de ETE. Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de efluentes industriais. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.969: Unidades de Tratamento Complementar e Disposição Final dos Efluentes Líquidos: projeto, construção e operação. 1997. - CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de Tratamento de Efluentes Industriais. São Paulo, SP: J.E.Cavalcanti. 2009. - FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF: FUNASA. 2007. - NUNES, J.A. Tratamento Físico-Químico de Efluentes Industriais. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1995. - NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo, SP:Edgard Blucher. 2003. - SANTOS FILHO, D.F. Tecnologia de Tratamento de Água: água para indústria. São Paulo, SP: Nobel. 1989. Complementar: - METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw Hill. 1982. - SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002. PLANEJAMENTO AMBIENTAL Código: 63 Período: 7° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h 63 Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28 Ementa: Política de desenvolvimento integrado e suas características. Instrumentos de gestão e suas implementações: conceitos e práticas. Base legal e institucional para gestão ambiental. Legislação ambiental. Controle de qualidade ambiental. Planejamento ambiental: conceitos, requisitos, premissas, evolução, vertentes, instrumentos, etapas, modelos e técnicas do planejamento ambiental. Inserção do planejamento no sistema de gestão ambiental. Objetivos: Capacitar o aluno para repensar as matrizes teórico-metodológicas de gestão ambiental a partir de um envolvimento capaz de constituir formas de integração referenciadas em práticas de planejamento ambiental. Bibliografia: Básica: - ALMEIDA, J.R. Planejamento Ambiental: caminho para a participação popular e gestão ambiental para o nosso futuro comum. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 1999. - ALMEIDA, J.R.; BASTOS, A.C.S.; SILVA, D.M.; MALHEIROS, T.M. Política e Planejamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2009. - NEGRET, R. Ecossistema: unidade básica para o planejamento de ocupação territorial. Rio de Janeiro, RJ: FGV. 1992. - SANTOS, R.F. Planejamento Ambiental: teoria e prática. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2004. - SZABÔ, A.M.J. Guia Prático de Planejamento e Gestão Ambiental. São Paulo, SP: Rideel. 2009. Complementar: - BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole. 2004. - CASTRO, N. Curso Básico de Gestão Ambiental. Brasília, DF: SEBRAE. 2004. 64 8º Período PROJETO E ESTRUTURAS DE CONCRETO II Código: 64 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 8° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 55 Ementa: Análise, dimensionamento e detalhamento de pilares, escadas, reservatórios e marquises. Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários para leitura, elaboração de projeto, análise, dimensionamento e detalhamento de elementos como pilares, escadas, reservatórios e marquises. Elaborar projetos estruturais em concreto armado destes elementos. Bibliografia: Básica: - ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. Volumes 1, 2, 3 e 4. Porto Alegre, RS: Dunas. 2003. - ARAÚJO, J.M. Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto Armado: um exemplo completo. Porto Alegre, RS: Dunas. 2009. - CARVALHO, R.C; FILHO. J.R.F. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto Armado. Segundo a NBR 6118: 2003. São Carlos, SP. EDUFSCAR. 2007. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6118: Projeto e Execução de Estruturas de Concreto. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6120: Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações. 1980. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8681: Ações e Segurança nas Estruturas. 1984. - CLÍMACO, JC.T.S. Estruturas de Concreto Armado: fundamentos, projeto e verificação. Brasília, DF: UnB. 2008. - FUSCO, P.B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1995. - ISAIAS, G.C. Concreto: ensino, pesquisa e realizações. São Paulo, SP: Ibracon. 2005. - LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. Construções de Concreto. Volumes 1, 2 e 3. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 1977. - SUSSEKIND, J.C. Curso de Concreto. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1977. SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Código: 65 Período: 8° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 60 Ementa: Manancial. Quantidade de água a ser fornecida. Redes de água. Captação. Adução. Reservação e distribuição. Principais parâmetros de projeto. Objetivos: Consolidar os conceitos de saneamento básico através do desenvolvimento de projetos básicos e executivos de sistemas de abastecimento de água. Bibliografia: Básica: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.216: Projeto de Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público. 1992. 65 - GOMES, H.P. Sistema de Abastecimento de Água: dimensionamento econômico e operação de redes e elevatórias. João Pessoa, PB: UFPB. 2004. - HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de Água para Consumo Humano. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2006. - TSUTIYA, M.T. Abastecimento de Água. São Paulo, SP: USP. 2005. Complementar: - DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2002. - ROCHA, M.V. Hidráulica Aplicada às Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG: Imprimatur. 1997. SISTEMAS DE ESGOTOS Código: 66 Período: 8° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 27 h 27 h 54 h Pré-requisitos: 61; 62 Ementa: Abordagem dos diferentes aspectos ligados aos sistemas urbanos de esgoto sanitário, com ênfase no projeto e operação. Estudos dos componentes de sistemas de esgoto sanitário municipais, analisando-se as principais alternativas tecnológicas utilizadas na operação desses sistemas. Hidráulica de redes de esgotos. Sistemas de esgotos sanitário: redes coletoras, interceptores, emissário, estações elevatórias e estações de tratamento. Objetivos: Consolidar os conceitos de saneamento básico através do desenvolvimento de projetos básicos e executivos de sistemas de esgoto sanitário. Bibliografia: Básica: - CHERNICHERO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5: Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997. - CRESPO, P.G. Manual de Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2005. - JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2000. - PEREIRA, J.A.R.; SILVA, J.M.S. Rede Coletora de Esgoto Sanitário: projeto, construção e operação. Belém, PA: UFPA. 2012. - SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002. Complementar: - METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw Hill. 1982. - NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo, SP:Edgard Blucher. 2003. MODELAGEM AMBIENTAL Código: 67 Período: 8° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total 27 h 54 h Pré-requisitos: 15 a 17 Ementa: Sistemas e modelos ambientais. Dinâmica de sistemas lineares e não-lineares. Hierarquia de sistemas. A evolução da modelagem no mundo e no Brasil. A modelagem como instrumento de planejamento e gestão ambiental. Características, potencialidades e usos da modelagem de sistemas 66 naturais, principalmente de águas superficiais e subterrâneas, ar e solo. Principais modelos de sistemas ambientais existentes. Objetivos: Proporcionar ao aluno o entendimento da modelagem de sistemas ambientais como instrumento de planejamento e gestão ambiental. Proporcionar o manuseio de modelos de sistemas ambientais. Bibliografia: Básica: - FRAGOSO JUNIOR, C.R.; FERREIRA, T.F.; MARQUES, D.M. Modelagem Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - SPERLING, M.V. Estudos e Modelagem da Qualidade da Água de Rios. Volume 7. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2007. Complementar: - CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 1999. - MEADOWS, D.; RANDERS, J.; MEADOWS, D. Limites do Crescimento – a atualização de trinta anos. Rio de Janeiro, RJ: QualityMark. 2007. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS Código: 68 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 8° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: 46; 57 Ementa: Processos de degradação ambiental. Características e importância da vegetação ciliar e do solo. A importância de programas de revegetação ciliar e as perspectivas da ecologia de restauração, reabilitação e recuperação. Adequação ambiental de unidades naturais e de produção. Técnicas e projetos de recuperação de áreas degradadas, especialmente de processos erosivos, terrenos desmatados e áreas de mineração. Técnicas de Engenharia Naturalística de recuperação de áreas degradadas. Produção de mudas de espécies vegetais nativas indicadas para recuperação de ambientes degradados. Legislação e normas aplicáveis. Objetivos: Capacitar o aluno a conceber e projetar alternativas/medidas de recuperação de áreas degradadas. Elaborar Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADs). Avaliar as formas de recuperação mais adequadas em situações específicas. Bibliografia: Básica: - ARAÚJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005. - CARVALHO, J.C.; SALES, M.M.; SOUZA, N.M.; MELO, M.T.S. Processos Erosivos no CentroOeste Brasileiro. Brasília, DF: UNB. 2006. - DURLO, M.; SUTILI, F. Bioengenharia: manejo biotécnico de cursos d’água. Porto Alegre, RS: Est Edições. 2005. Complementar: - GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos, temas e aplicações. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005. - RIBEIRO, J.F.; FONSECA, C.E.L.; SOUSA-SILVA; J.C. Cerrado: caracterização e recuperação de matas de galeria. Planaltina, DF: EMBRAPA. 2001. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL Código: 69 Período: 8° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária total 67 Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h - 54 h Pré-requisitos: Todas até o 7º período Ementa: O meio ambiente e as questões ambientais globais. Gestão ambiental. Sistema de Gestão Ambiental (SGA) modelo ISO. Etapas do SGA. Objetivos: Capacitar o discente para que possa estabelecer a relação entre as questões ambientais globais e a gestão organizacional por intermédio do Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001. Apresentar uma proposta para implantação de um Sistema de Gestão Ambiental. Bibliografia: Básica: - MOREIRA, M.S. Estratégia e Implantação do Sistema de Gestão Ambiental (Modelo ISO 14000). São Paulo, SP: INDG Tecnologia e Serviços Ltda. 2010. - POLETO, C. Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Inteciência. 2010. - SEIFFERT, M.E.B. ISO 14001 – Sistemas de Gestão Ambiental – implantação objetiva e econômica. São Paulo, SP: Atlas. 2011. - SEIFFERT, M.E.B. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) e Saúde e Segurança Ocupacional (OHSAS 18001) – vantagens da implantação integrada. São Paulo, SP: Atlas. 2010. Complementar: - CASTRO, N. Curso Básico de Gestão Ambiental. Brasília, DF: SEBRAE. 2004. - CASTRO, N. A Questão Ambiental e as Empresas. Brasília, DF: SEBRAE. 1998. - DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo, SP: Atlas. 1999. LICENCIAMENTO E ESTUDOS AMBIENTAIS Código: 70 Período: 8° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Política Nacional de Meio Ambiente. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos. Competências de licenciamento ambiental. Estudos ambientais: Laudo Técnico Ambiental; Parecer Técnico Ambiental; Memorial de Caracterização do Empreendimento (MCE); Relatório Ambiental/Relatório de Monitoramento Ambiental (RA/RMA); Plano de Controle Ambiental (PCA); Plano de Gestão Ambiental (PGA); Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD); Programa Básico Ambiental (PBA); Estudo e Relatório de Impacto de Vizinhança (EIV/RIV); Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA); Estudo Integrado de Bacia Hidrográfica (EIBH). Principais deficiências de estudos ambientais. Importância da participação pública na tomada de decisão no processo de licenciamento ambiental. Legislação aplicável. Objetivos: Propiciar uma abordagem aprofundada do processo de licenciamento ambiental brasileiro e suas aplicações práticas, bem como do sistema de gestão ambiental público, para exercício profissional em equipes multidisciplinares e órgãos ambientais envolvidos nesse processo. Capacitar o discente para que seja capaz de conceber e elaborar os mais variados estudos ambientais. Bibliografia: Básica: - FARIS, T. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos. Belo Horizonte, MG: Fórum. 2013. - SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impactos Ambientais: conceitos e métodos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2008. Complementar: 68 - ALMEIDA, J.R.; MORAES, F.E.; SOUZA, J.M.; MALHIEROS, T.M. Planejamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2000. - MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2013. 69 9º Período TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 72 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 9° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: 37; 55 Ementa: Implantação, infra-estrutura, etapas construtivas, patologias e orçamento de obras de Engenharia Ambiental, especialmente de saneamento. Construções sustentáveis. Objetivos: Habilitar o aluno a desenvolver os processos construtivos, com acompanhamento e fiscalização de obras em geral. Bibliografia: Básica: - AZEREDO, H.A. O Edifício até seu Acabamento. São Paulo: Edgard Blücher. 1977. - THOMAZ, E. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo, SP: Pini. 2012. Complementar: - VERÇOSA, Ê.J. Patologia das Edificações. Porto Alegre, RS: Sagra. 1991. AUDITORIA E PERÍCIA AMBIENTAL Código: 73 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: 9° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: 69 Ementa: Auditoria Ambiental: classificação. Requisitos ISO 14001. Auditoria de sistemas de gestão ambiental. Jurisdição, ação e processo. Importância e admissibilidade da perícia ambiental. Direitos e deveres processuais dos peritos e assistentes técnicos. Tipos de perícias ambientais. Formulação e resposta de quesitos, suas modalidades e principais incidentes. Elaboração de laudos e pareceres. Objetivos: Capacitar o discente para participar de auditorias e perícias ambientais. Bibliografia: Básica: - ALMEIDA, J.R. Perícia Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2000. - ALMEIDA, J.R. Normatização, Certificação e Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2010. - BRITTO, E.R. Auditoria Ambiental e Saneamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010. - ROVERE, E.L.; D’AVIGNON, A.; PIERRE, C.V.; KLIGERMAN, D.C.; SILVA, H.V.O.; BARATA; M.M.L.; MALHEIROS, T.M.M. Manual de Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Qualitymark. 2001. Complementar: - ALMEIDA, J. R. Perícia Ambiental Judicial e Securitária. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2006. - CARVALHO, A. et al. Sistema ISO de Gestão Ambiental. São Paulo, SP: CQ – Qualidade. 1996. CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL Código: 74 Período: 9° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Carga horária prática Carga horária 70 total Obrigatória ( x ) Optativa ( ) - 27 h 27 h Pré-requisitos: Todas até o 8º período Ementa: Técnicas de amostragem (amostras líquidas, sólidas e gasosas) de solo, ar e água utilizando procedimento correto e adequado para a preservação das mesmas e atendendo aos critérios de segurança. Mensuração de parâmetros de monitoramento e controle ambiental (técnica, equipamentos, limites de leitura, interferentes). Medição de ruídos. Indicadores de qualidade ambiental. Legislação ambiental aplicável ao solo, ar e água. Acompanhamento de processos de tratamento através de parâmetros analíticos ambientais. Objetivos: Capacitar o aluno na prática de programas de controle e monitoramento ambiental por intermédio de práticas amostrais variadas de solo, ar e água. Bibliografia: Básica: - DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus. 2007. - FINOTTI, A.R.; FINKLER, R.; SILVA, M.D.; CEMIN, G. Monitoramento de Recursos Hídricos em Áreas Urbanas. Caxias do Sul, RS: Educs. 2009. - MAGALHÃES JUNIOR, A.P. Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2010. - MATOS, A.T. Qualidade do Meio Físico Ambiental – práticas de laboratório. Viçosa, MG: UFV. 2010. - MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2013. Complementar: - BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole. 2004. - MIHELCIC, J.R.; ZIMMERMAN, J.B. Engenharia Ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2012. - VESILIND, P.A.; MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo, SP: Cengage Learning. 2011. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Código: 75 Período: 9° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Todas até o 7º período Ementa:Elaboração de trabalho científico e tecnológico desenvolvido no âmbito da Engenharia Ambiental, sob a orientação de docente especializado, conforme regulamento específico do Curso de Engenharia Ambiental: definição da metodologia, revisão bibliográfica e início do desenvolvimento do trabalho. Objetivos: Fornecer ao aluno a orientação necessária para que consiga pesquisar, estruturar, elaborar e apresentar um trabalho acadêmico/científico no âmbito do conhecimento de determinada área correlata à Engenharia Ambiental. Bibliografia: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 71 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: documentação – Sumário – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: documentação – Resumo – Apresentação. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: documentação – Índice – Apresentação. 2004. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011. - Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG. Informação e Informação e Informação e Informação e Informação e Informação e 72 10º Período GERENCIAMENTO E PLANEJAMENTO DE OBRAS Código: 77 Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III Período: 10° Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: 72 Ementa: Introdução ao gerenciamento de obras. Gerenciamento do custo e tempo da construção. Gerenciamento de contratos. Gerenciamento da obra. Objetivos: Preparar o aluno para gerenciar e estruturar equipes de trabalho, correlacionando conceitos de produção, contratos de serviços e segurança do trabalho e analisando o desempenho em todo o canteiro de obras, de forma a possibilitar o planejamento através do orçamento e cronograma físicofinanceiro. Bibliografia: Básica: - CAMPBEL, P. Gerência de Programas e Projetos. São Paulo, SP: Pini. 1982. - CIMINO, R. Planejar para Construir. São Paulo, SP: Pini. 1987 - GIAMMUSSO, S.E. Orçamento e Custos na Construção Civil. São Paulo, SP: Pini. 1991 - GOLDMAM, P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil. São paulo, SP: Pini. 1997 - NETO, A.V. Como Gerenciar Construções. São Paulo, SP: Pini. 1998 - THOMAZ, É. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo, SP: Pini. 2001 Complementar: - ANTILL, J.M.H., RONALD, W.W. CPM Aplicado às Construções. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1968 - HALPIN, D.; WOODHEAD, R. Administração da Construção Civil. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2004. - LIMMER, C.V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1997. - SOUZA, U.E.L. Projeto e Implantação do Canteiro. São Paulo, SP: O Nome da Rosa. 2000 - VARALLA, R. Planejamento e Controle de Obras. São Paulo, SP: O Nome da Rosa. 2003 - VARGAS, R. Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro, RJ: Brasport. 2003. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Código: 78 Período: 10° Obrigatória ( x ) Optativa ( ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: 75 Ementa: Elaboração de trabalho acadêmico/científico desenvolvido no âmbito da Engenharia Ambiental, sob a orientação de docente especializado, conforme regulamento específico do Curso de Engenharia Ambiental. Continuação e término do desenvolvimento do trabalho, resultados, conclusões e sugestões. Objetivos: Fornecer ao aluno a orientação necessária para que consiga pesquisar, estruturar, elaborar e apresentar um trabalho acadêmico/científico no âmbito do conhecimento de determinada área técnica correlata à Engenharia Ambiental. Bibliografia: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e 73 documentação – Referências – Elaboração. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e documentação – Resumo – Apresentação. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e documentação – Índice – Apresentação. 2004. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011. - Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG. ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 79 Período: 10° Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica Obrigatória ( x ) Optativa ( ) 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Todas até o 6º período Ementa: Orientações básicas sobre a disciplina Estágio Supervisionado. Levantamento de situações problemas e prioridades a serem trabalhadas na área da Engenharia Ambiental. Envolvimento do estagiário no trabalho desenvolvido. Reflexão sobre o cotidiano do trabalho e suas ações de intervenção na realidade vivenciada. Registro formal de todo o processo (elaboração do Relatório de Estágio). Objetivos: Propiciar ao aluno a vivência de situações reais (obervação/participação/pesquisa/intervenção) nas quais ele possa, com base no conhecimento teórico desenvolvido nas diferentes disciplinas do curso de Engenharia Ambiental, buscar a unidade entre teoria e prática na área ambiental. Bibliografia: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e documentação – Referências – Elaboração. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. 2012. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e documentação – Resumo – Apresentação. 2003. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e documentação – Índice – Apresentação. 2004. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011. - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011. - Normas de Estágio Supervisionado do IFG. 74 Optativas LETRAS-LIBRAS Código: - Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I Período: Obrigatória ( ) Carga horária teórica Optativa ( x ) Carga horária prática Carga horária total 54 h - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Introdução às práticas de conversação e tradução em LÍBRAS. A LÍBRAS como instrumento básico no processo de inclusão educacional do surdo e instrumento da prática docente. Objetivos: Contextualizar os aspectos históricos e legais da vida social e educacional do surdo. Apresentar e discutir a cultura e os conceitos que envolvem a pessoa surda. Construir enunciados com o uso apropriado da gramática e dos conceitos linguísticos. Romper o paradigma da exclusão e promover a inclusão social e educacional do surdo em sala de aula. Bibliografia: Básica: - CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua de Sinais Brasileira. São Paulo, SP: Edusp. 2001. - GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo, SP: Parábola. 2009. - QUADROS, R.M; KARNOPP, L.B. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre, RS: Artmed. 2004. Complementar: - BRITO, L.F. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro, RJ: Tempo Brasileiro. 1995. - FELIPE, T.A. Libras em Contexto. Brasília, DF: MEC/SEESP. 2010. - QUADROS, R.M. O Tradutor de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF: MEC. 2011. - THOMA, A.S.; LOPES, M.C. A Invenção da Surdez: cultura, alteridade, identidade e diferença no campo da educação. Santa Cruz do Sul, RS: EDUNISC. 2004. RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: História e crítica da razão colonial: estudos pós-colonias e decolonias. Racismos, antiracismos e multiculturalismo. Racismo brasileiro, operação racial no Brasil e relações étnico-raciais na História do Brasil. Historiografia brasileira como instrumento de dominação cultural e étnico racial. Historiografia das relações étnico-raciais. Conceito de etnia e etnicidade. Resistência cultural e processos de etnização, identidade e cultura na sociedade brasileira. Matrizes e pluralidades étnicoracias no Brasil. Turismo e diversidade cultural no Brasil. Objetivos: Bibliografia: Básica: - ARANHA, M.L.A. Filosofia da Educação. São Paulo, SP: Moderna. 2006. 75 - EAGLETON, T. A Ideia de Cultura. São Paulo, SP: UNESP. 2005. - HALL, S. A Identidade Cultural na Pós Modernidade. Rio de Janeiro, RJ: DP&A. 2005. - PEREIRA, E.A. Malungos na Escola: questões sobre culturas afrodescentes em educação. São Paulo, SP: Paulinas. 2007. - SANTOS, R.E. Diversidade, Espaço e Relações Étnico-Raciais: o negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte, MG: Gutemberg. 2009. Complementar: - BHABHA, H.K. O Local da Cultura. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2001. - CERTEAU, M. A Invenção do Cotidiano. Petrópolis, RJ: Vozes. 2001. PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Código: - Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: - Carga horária teórica Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Carga horária prática Carga horária total 27 h - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: A Educação Ambiental enquanto instrumento de trabalho do profissional de Engenharia Ambiental. Histórico, fundamentação teórica, respaldo legal e principais estratégias de sensibilização usadas no ensino não formal. Princípios da educação para a sustentabilidade e as certificações ambientais. Objetivos: Desenvolver no discente a capacidade de compreensão da temática ambiental de forma holística e no âmbito interdisciplinar, enfocando o papel da educação para a construção de sociedades sustentáveis. Bibliografia: Básica: - DIAS. G.F. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo, SP: Gaia. 2008. - PHILIPPI, A.J. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri, SP: Manole. 2005. Complementar: - DIAS, G.F. Atividades Interdisciplinares em Educação Ambiental. São Paulo, SP: Gaia. 2006. - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA. Fundamentos de Educação Ambiental. Brasília, DF: Universa. 2000. ENERGIAS RENOVÁVEIS Código: - Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: Obrigatória ( ) Carga horária teórica Optativa ( x ) 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: História das tecnologias de energia. Matriz energética brasileira e sua comparação com a mundial. A geração de energia elétrica e sua distribuição. Energia de reserva. Como flexibilizar a matriz energética brasileira. Energia alternativas: eólica, solar, de biomassa e demais fontes: características, vantagens, potencialidades e impactos ambientais associados. Objetivos: Apresentar o panorama nacional e mundial da oferta de energia e de suas principais tecnologias, com destaque às energias renováveis para um desenvolvimento sustentável. Refletir sobre as novas exigências tecnológicas por maior eficiência energética diante da conjuntura atual em que o aquecimento global exige que as sociedades industriais considerem a questão ambiental tão relevante quanto a econômica. Bibliografia: 76 Básica: - ACIOLI, J.L. Fontes de Energia. Brasília, DF: UNB. 1994. - REIS, L.B.; CUNHA, E.C.N. Energia Elétrica e Sustentabilidade. São Paulo, SP: USP. 2006. - REIS, L.B.; FADIGAS, E.A.A.; CARVALHO, C.E. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável. Barueri, SP: Manole. 2005. - TOLMASQUIM, M.T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 2003. Complementar: - BURATINI, M.P.T.C. Energia – uma abordagem multidisplinar. São Paulo, SP: Elsevier. 2008 - PALZ, W. Energia Solar e Fontes Alternativas. São Paulo, SP: Hemus. 2002. - REIS, L.B.; FADIGAS, E.A.F.; CARVALHO, C.E. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável. São Paulo, SP: Manole. 2010. - SALGADO, V.G. Indicadores de Ecoeficiência e o Transporte de Gás Natural. Rio de Janeiro, RJ: Interciência. 2007. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Metodologias, procedimentos e técnicas de operação e manutenção de todas as unidades que compõem um sistema convencional de abastecimento de água. Objetivos: Capacitar o aluno no que tange aos principais aspectos práticos da operação e manutenção de unidades que compõem um sistema convencional de abastecimento de água. Bibliografia: Básica: - DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2002. - LEMES, F.P. Teoria e Técnicas de Tratamento de Água. São Paulo, SP: CETESB. 1979. - MORENO, J.M.; QBAR, N.; ONOFRE, R.M.; SOUZA, M.G.L. Manual de Controle da Qualidade e Operação do Sistema de Abastecimento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2011. - RICHTER, C.A.; NETO, J.M.A. Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2001. Complementar: - REALI, M.A.P. Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de Tratamento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1999. - RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2000. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 27 h Carga horária prática Carga horária total - 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Metodologias, procedimentos e técnicas de operação e manutenção de todas as unidades que compõem um sistema convencional de tratamento de efluentes. Objetivos: Capacitar o aluno no que tange aos principais aspectos práticos da operação e manutenção de unidades que compõem sistemas de tratamento de efluentes. Bibliografia: 77 Básica: - ANDRADE NETO, C.O. Sistema Simples para Tratamento de Esgotos Sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1997. - CHERNICHERO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5: Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997. - JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2000. Complementar: - NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo, SP:Edgard Blucher. 2003. - SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002. MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE Código: - Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Carga horária teórica Carga horária prática 27 h - Carga horária total 27 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: A mineração como atividade de aproveitamento de recursos ambientais. Recursos minerais e suas principais características ambientais. Conservação e gestão ambiental de empreendimentos minerários. Impactos ambientais da mineração. Drenagem ácida de mina (DAM). Legislação ambiental aplicável ao setor. Objetivos: Fornecer ao discente elementos suficientes para a promoção da gestão ambiental integrada de empreendimentos minerários. Bibliografia: Básica: - FREIRE, W. Código de Mineração Anotado. Belo Horizonte, MG: Mandamentos. 2012. - NUNES, P.H.F. Meio Ambiente e Mineração: o desenvolvimento sustentável. Curitiba, PR: Juruá. 2006. Complementar: - PINTO, U.R. Consolidação da Legislação Mineral e Ambiental. São Paulo, SP: Cultura. 2010. - SILVESTRE, M. Mineração em Área de Preservação Permanente. São Paulo, SP: Signus. 2007. MODELAGEM HIDROGEOLÓGICA Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x ) Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II Carga horária teórica 54 h Carga horária prática Carga horária total - 54 h Pré-requisitos: Não requer Ementa: Modelagem hidrogeológica de aqüíferos: matemática e numérica. Rebaixamento de lençol freático – método de Theis. Objetivos: Capacitar o aluno no que tange ao manuseio/uso de programas computacionais específicos de modelagem hidrogeológica. Bibliografia: Básica: - CHAPRA, S.; CANALE, R.P. Métodos Numéricos para Engenharia. 5ª edição. Porto Alegre, RS: McGraw Hill – Artmed. 2008. 78 - FRAGOSO JUNIOR, C.R.; FERREIRA, T.F.; MARQUES, D.M. Modelagem Ecológica em Ecossistemas Aquáticos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2009. - MALISKA, C.R.: Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2004. Complementar: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12212: Poço Tubular – projeto de poço tubular para captação de água subterrânea. 2006. - CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 1999. 79