Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Câmpus Goiânia
CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL
CÂMPUS GOIÂNIA
Goiânia – Goiás
2013
1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DE GOIÁS
PLANO DE CURSO
CNPJ
336.026.080.001-45
Razão Social
Instituto Tecnológico Federal de Goiás – IFG
Nome Fantasia
IFG / Câmpus Goiânia
Esfera Administrativa
Federal
Endereço
Rua 75, nº 46, Centro
Cidade/UF/CEP
Goiânia/GO/74.055-110
Telefone/Fax
(62) 3227-2700
E-mail de contato
[email protected]
Site
www.ifgoias.edu.br
Área do Plano de Curso
Engenharia Ambiental
HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÕES E ESPECIALIZAÇÕES
Habilitação: Bacharelado em Engenharia Ambiental
Disciplinas de Núcleo Básico: 1.188 h
Disciplinas de Núcleo Profissionalizante: 1.161 h
Disciplinas de Núcleo Específico: 1.593 h
Disciplinas Optativas: 81 h
Estágio Curricular Supervisionado: 160 h
Atividades Complementares: 120 h
Carga Horária Total: 3.942 h
2
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS
Paulo César Pereira
Reitor
Gilda Guimarães
Pró-Reitora de Ensino
Ruberley Rodrigues Souza
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
Mad’Ana Desirée Ribeiro de Castro
Pró-Reitora de Extensão
Jerônimo Rodrigues da Silva
Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional
Paulo Francinete Silva Júnior
Pró-Reitor de Administração
Edison de Almeida Manso
Diretor Geral – Câmpus
José Martins do Carmo
Chefe do Departamento de Áreas Acadêmicas II
Aldo Muro Junior
Paulo Augusto Diniz
Rosana Gonçalves Barros
Rosângela Mendanha da Veiga
Viníciu Fagundes Bárbara
Equipe de Elaboração do Projeto
3
SUMÁRIO
1
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO .....................................................................................5
1.1
JUSTIFICATIVA ......................................................................................................................................5
1.2
OBJETIVOS ............................................................................................................................................7
1.2.1
Geral .............................................................................................................................................7
1.2.2
Específicos ....................................................................................................................................7
2
REQUISITOS PARA ACESSO AO CURSO..........................................................................................7
3
PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS.........................................................................................8
3.1
3.2
4
COMPETÊNCIAS.....................................................................................................................................8
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL...............................................................................................8
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ..........................................................................................................8
4.1
A MATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................................8
4.2
DETALHAMENTO DAS DISCIPLINAS ......................................................................................................9
4.2.1 Núcleo de Conteúdos Básicos..............................................................................................................9
4.2.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ............................................................................................9
4.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos......................................................................................................10
4.2.4 Disciplinas Optativas .........................................................................................................................11
4.2.5 Carga Horária Total ...........................................................................................................................12
4.2.6 EMENTAS DAS DISCIPLINAS................................................................................................................12
4.2.7 ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................................................................12
4.2.8 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .......................................................................................................12
4.2.9 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO..............................................................................................13
4.2.10 MONITORIA ......................................................................................................................................13
4.2.11 INICIAÇÃO CIENTÍFICA .....................................................................................................................13
4.2.12 VISITAS TÉCNICAS ...........................................................................................................................13
4.2.13 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ................................................14
4.2.14 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ..............................................................................14
4.2.15 FUNCIONAMENTO .............................................................................................................................14
5
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS .................................................................................................14
5.1
5.2
5.3
6
BIBLIOTECA ........................................................................................................................................14
LABORATÓRIOS DA ÁREA DE MEIO AMBIENTE..................................................................................15
DEPARTAMENTO DE ÁREAS ACADÊMICAS II .....................................................................................15
PESSOAL DOCENTE E SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ENVOLVIDOS NO CURSO.....16
6.1
6.2
DOCENTES ..........................................................................................................................................16
SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ........................................................................................................16
7
AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO .........................................................................................................17
8
CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES DO CURSO .....................17
9
REFERÊNCIAS BIBLIIOGRÁFICAS .................................................................................................18
ANEXO I ................................................................................................................................................189
4
1
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO
1.1 Justificativa
A criação do curso de Engenharia Ambiental no Câmpus Goiânia do IFG está embasada em aspectos
históricos, técnicos e sociais inerentes ao próprio Estado. Este, composto por 246 municípios e com uma
população estimada, no ano de 2011, de 6.003.788 habitantes (IBGE, 2011), apresenta níveis satisfatórios de
desenvolvimento econômico que tendem a crescer aceleradamente nos próximos anos.
O horizonte de desenvolvimento que se apresenta a médio prazo para Goiás traz consigo,
indiscutivelmente, preocupações no tocante à preservação ambiental, tendo em vista a necessidade de que esse
processo ocorra da maneira mais sustentável possível, até mesmo porque boa parte do Cerrado encontra-se
estabelecido
em terras goianas. Originalmente, esse bioma cobria cerca de 2 milhões de km2 –
aproximadamente 22% da Região Central do território brasileiro – e abrangia, no todo ou em partes, Goiás,
Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e São Paulo. Entretanto,
embora o Cerrado apresente um dos mais elevados índices de biodiversidade do mundo, o mesmo tem sido
aceleradamente devastado por atividades antrópicas variadas, em especial a agricultura, pecuária e
industrialização. Diante desse quadro, faz-se necessária a formação de profissionais devidamente preparados e
capacitados no sentido de contribuir não somente para a conservação desse bioma, mas também para a sua
recuperação.
Por outro lado, nos próximos anos o cenário mundial no campo das Engenharias estará caracterizado por
uma competição acirrada, onde os produtos e serviços primarão pela qualidade, induzindo, logicamente, a
competência como parâmetro fundamental na gerência conceptiva ou executiva das empresas e órgãos
governamentais. Nesse sentido, o Brasil, devido às suas potencialidades, deverá desempenhar um papel
importante no contexto planetário, desde que acompanhe o desenvolvimento mundial por intermédio da
criação e modernização de Políticas Públicas nas áreas de Educação, Saúde, Habitação, Emprego e Meio
Ambiente. Essa necessidade se justifica porque o país não pode mais conviver com os índices sociais,
ambientais e econômicos que apresenta atualmente. Nesse sentido, ganham destaque graves problemas
nacionais como, por exemplo: o atraso educacional, o grande déficit habitacional, um sistema de saúde e de
cobertura de atendimento dos serviços de água e esgoto precário e os baixos Índices de Desenvolvimento
Humano (IDHs), principalmente em nível regional.
Diante de tantas necessidades básicas, o déficit de Engenheiros no Brasil é preocupante. A necessidade
brasileira de formar mão-de-obra capaz de lidar com os desafios contemporâneos, dentre eles o ambiental,
aliada ao entendimento de que o desenvolvimento tecnológico tem como um de seus principais pilares a
utilização de recursos naturais nas suas mais diversas formas, fez surgir em várias cidades do território
nacional, na última década, cursos de graduação e pós-graduação em Engenharia Ambiental que objetivam
atender a tal demanda e fornecer para a sociedade um profissional devidamente capacitado.
Apesar dessa realidade, de acordo com a ASPEA (2009), a Região Centro-Oeste é a que possuía, em
2009, a menor quantidade de cursos de Engenharia Ambiental do Brasil, demonstrando uma carência regional
acentuada dessa modalidade de graduação, especialmente em Goiás. Ademais, segundo a ASBEA (2009), a
5
maior parte dos cursos de Engenharia Ambiental do país são ofertados por instituições de ensino privadas, o
que acaba por elitizar ainda mais a profissão em questão e, consequentemente, por excluir a parcela da
população que não é capaz de pagar pelo curso.
Estruturado segundo uma visão contemporânea da Engenharia e embasado nas ciências básicas ligadas
ao Meio Ambiente, tais como Química, Física, Matemática e Biologia, essa modalidade de graduação surgiu
pela primeira vez no mundo no ano de 1977, na Universidade Nova de Lisboa (ASBEA, 2009), tendo se
originado de uma expansão/especialização da Engenharia Civil (RODRIGUES, 2004).
Reis et al. (2005) esclarecem que os primeiros registros pertinentes ao surgimento desse curso no Brasil
datam de 1991, quando a Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Câmpus de Canoas (RS), de maneira
pioneira no país, o criou; contudo, não o colocou em funcionamento. Efetivamente, somente no ano seguinte,
por intermédio de esforços da Universidade Federal do Tocantins (UFT), a primeira graduação em Engenharia
Ambiental do Brasil iniciou, de fato, suas atividades acadêmicas.
Medeiros et al. (2004) esclarecem que essa modalidade de graduação foi nacionalmente concebida como
área específica da Engenharia em 1994, por intermédio da Portaria nº 1.693 do Ministério da Educação
(MEC), de 5 de dezembro. Desde então, observa-se uma evolução muito rápida na oferta do curso em todo o
país (MEDEIROS e REIS, 2009). Apenas a título de exemplo, destaca-se que em 2008 existiam 115 cursos de
Engenharia Ambiental no Brasil; já em 2009, principalmente face ao Programa de Apoio aos Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), estabelecido pelo Governo Federal, este
número alcançou a marca de 164, e ainda cresce (ASBEA, 2009).
De acordo com o estudo desenvolvido por Guimarães et al. (2011), atualmente essa graduação é
oferecida por pelo menos sete instituições de ensino superior (IESs) de Goiás, sendo cinco particulares –
Faculdade de Caldas Novas (UNICALDAS), Universidade de Rio Verde (FESURV), Pontifícia Universidade
Católica de Goiás (PUC Goiás, Câmpus Goiânia), Faculdade Araguaia (FARA) e Faculdade Metropolitana de
Anápolis (FAMA) –, e apenas duas públicas: Universidade Federal de Goiás (UFG, Câmpus Goiânia) e
Instituto Federal Goiano (IFGoiano, Câmpus Rio Verde). De fato, observa-se um acentuado déficit de vagas
em cursos de Engenharia Ambiental nos centros de ensino públicos de Goiás, realidade que prejudica
principalmente as camadas economicamente menos favorecidas da sociedade e que necessita ser revertido.
O mercado de trabalho do Engenheiro Ambiental é bastante abrangente. Como o currículo do curso é
essencialmente multidisciplinar, o graduado estará capacitado a atuar em várias frentes laborais direta e
indiretamente ligadas à preservação do meio natural. Destaca-se, porém, que o presente Projeto Pedagógico
propõe um importante e significativo diferencial em relação à quase totalidade dos cursos de Engenharia
Ambiental brasileiros, nos quais vigora o enfoque na gestão ambiental propriamente dita, sem sombra de
dúvida importante, mas que não capacita o graduando a efetivamente projetar sistemas de controle ambiental.
A presente proposta consiste, portanto, na criação de um curso que forme profissionais plenamente capazes de
conceber, dimensionar, projetar e operar sistemas de controle ambiental, ou seja, Engenheiros plenos, em toda
a acepção que este título possa ter.
Portanto, com a criação do curso de Engenharia Ambiental no Câmpus Goiânia do IFG pretende-se não
somente aumentar a oferta de vagas em cursos gratuitos de Engenharia Ambiental no Estado e fortalecer ainda
mais a área de Meio Ambiente desta instituição de ensino, mas também acompanhar os novos tempos vividos
6
pela mesma, contribuindo para o desenvolvimento do seu papel educacional junto aos desafios
contemporâneos que se apresentam à sociedade goiana.
1.2 Objetivos
1.2.1 Geral
Formar Engenheiros – plenos e de concepção – com sólido preparo científico, tecnológico, sistêmico,
multidisciplinar, prático e altamente técnico no que tange ao conhecimento do Meio Ambiente, em especial de
Saneamento Ambiental, e integralmente aptos a conceber, projetar, construir, operar e gerenciar os mais
variados sistemas de controle ambiental.
1.2.2 Específicos

formar Engenheiros Ambientais capazes de conceber, projetar, construir (incluindo elementos
estruturais), operar e gerenciar os mais diferentes sistemas de controle de poluição ambiental,
especialmente de abastecimento de água; de coleta e tratamento de efluentes domésticos e industriais
e de tratamento e disposição final de resíduos sólidos;

formar
Engenheiros
Ambientais
que se mostrem aptos a
elaborar os
mais
variados
documentos/estudos técnicos ambientais diversos, tais como: (i) levantamentos topográficos e mapas
temáticos; (ii) estudos de avaliação de impactos ambientais, de modelagem de sistemas ambientais, de
valoração de danos ambientais e de planejamento ambiental; (iii) planos de gerenciamento integrado
de resíduos sólidos, de recuperação de áreas degradadas, de gestão ambiental, de gestão de áreas
contaminadas e de risco, de controle ambiental e de manejo de unidades de conservação; (iv)
relatórios de controle e monitoramento ambiental, de investigação de passivos ambientais e de
avaliação de sistemas de gestão ambiental e (v) laudos periciais, dentre outros;

formar Engenheiros Ambientais capacitados para promoverem o licenciamento ambiental de
empreendimentos potencial e efetivamente poluidores e para conceber, implantar e avaliar sistemas
de monitoramento e conservação do solo, água e ar; e

fomentar, nos acadêmicos, o constante desejo de aperfeiçoamento, atualização profissional,
desenvolvimento de pesquisas e de se tornarem empreendedores, o que deverá ser atingido mediante
programas de monitoria, participação em eventos científicos e atividades de pesquisa e extensão,
dentre outros.
2
REQUISITOS PARA ACESSO AO CURSO
O acesso ao curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental poderá ser feito apenas por candidatos que
já tenham concluído o ensino médio e que tenham sido devidamente aprovados no processo seletivo realizado
anualmente pelo IFG ou via Sistema de Seleção Unificada (SISU).
7
3
PERFIL PROFISSIONAL DOS EGRESSOS
3.1 Competências
O Engenheiro Ambiental formado pelo IFG deverá apresentar visão multidisciplinar – com alto valor
agregado de conhecimento técnico para resolver os vários problemas relativos ao Meio Ambiente – que o
capacite a trabalhar em equipe sem, obviamente, deixar de ser sensível às relações humanas. Assim, além de
necessitar possuir sólida formação para atuar nas diversas áreas de concentração previstas nos conteúdos
contemplados na grade curricular, precisará, no mínimo, contar com boa capacidade de diálogo, sólido
conhecimento técnico e, acima de tudo, visão crítica da atuação da Engenharia.
3.2 Áreas de Atuação do Profissional
Os egressos do curso de Engenharia Ambiental do IFG poderão exercer suas atividades profissionais em
instituições variadas, a saber: órgãos da administração pública municipal, estadual ou federal; organizações
não-governamentais; centros de pesquisa, universidades e instituições de ensino técnico e tecnológico;
empresas públicas ou privadas que atuam na área ambiental; agências reguladoras; indústrias em geral e
consultorias de meio ambiente, dentre outras. Além disso, poderão abrir empresas próprias. Salienta-se que o
mercado de trabalho para esse profissional encontra-se em franca expansão não somente em Goiás, mas no
Brasil como um todo.
4
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 A Matriz Curricular
O curso de Engenharia Ambiental do IFG foi estruturado e concebido de modo a atender às diretrizes
estabelecidas pelos instrumentos legais vigentes, tais como:

Portaria nº 1.693 do Ministério da Educação (MEC), de 05 de dezembro de 1994, que criou o curso de
Engenharia Ambiental no país e estabeleceu o mínimo de matérias de formação básica e profissional
geral para essa modalidade de graduação;

Resolução nº 2 do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior (CNE/CES), de 18
de junho de 2007, que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização/duração de graduações e bacharelados presenciais;

Resolução nº 11 do CNE/CES, de 11 de março de 2002, que instituiu as diretrizes curriculares
nacionais dos cursos de graduação em Engenharia e estabeleceu a porcentagem mínima para o núcleo
de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos;

Resolução nº 447 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia/Conselho Regional
de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA/CREA), de 22 de setembro de 2000, que dispõe
sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental;

Princípios Norteadores das Engenharias nos Institutos Federais (IFs), de abril de 2009, que estabelece
8
diretrizes gerais para a estruturação dos currículos das Engenharias nos IFs; e

Resolução nº 001 do MEC, de 17 de junho de 2010, que normatiza o Núcleo Docente Estruturante
(NDE) para cursos de graduação.
4.2 Detalhamento das Disciplinas
De acordo com a Resolução nº 11 do CNE/CES, as disciplinas dos cursos de Engenharia devem ser
agrupadas em básicas, profissionalizantes e específicas. A seguir, tal divisão é apresentada.
4.2.1
Núcleo de Conteúdos Básicos
O Quadro 1, a seguir, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos básicos do curso.
Quadro 1- Disciplinas de conteúdos básicos.
Disciplina
Cálculo Diferencial e Integral I
81
Geometria Analítica
54
Química Geral
81
Ecologia Aplicada
54
Língua Portuguesa
54
Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura
27
Cálculo Diferencial e Integral II
81
Álgebra Linear
54
Física I
81
Algorítmos e Técnicas de Programação
54
Cálculo Diferencial e Integral III
54
Estatística e Probabilidade
54
Física II
81
Desenho Técnico I
54
Metodologia Científica
54
Equações Diferenciais Ordinárias
54
Física III
81
Introdução à Administração e à Economia
27
Fenômenos dos Transportes
54
Mecânica dos Sólidos
54
Carga Horária Total
4.2.2
CH (horas)
1.188 horas
Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
O Quadro 2, abaixo, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos profissionalizantes do
9
curso.
Quadro 2 - Disciplinas de conteúdos profissionalizantes.
Disciplina
CH (horas)
Conforto, Hig. e Segurança do Trabalho
54
Introdução à Geologia
27
Saúde Pública e Vigilância Sanitária
54
Topografia I
54
Desenho Técnico II
54
Mecânica dos Solos I
54
Materiais de Construção I
81
Isostática
54
Topografia II
54
Mecânica dos Solos II
54
Materiais de Construção II
54
Teoria das Estruturas I
54
Gerenciamento de Projetos
27
Hidráulica
81
Empreendedorismo
27
Teoria das Estruturas II
54
Projeto e Estruturas de Concreto I
54
Projeto e Instalações Hidrossanitárias
54
Projeto e Instalações Elétricas
54
Projeto e Estruturas de Concreto II
54
Tecnologia das Construções
54
Gerenciamento e Planejamento de Obras
54
Carga Horária Total
1.161 horas
4.2.3 Núcleo de Conteúdos Específicos
O Quadro 3, a seguir, lista as disciplinas que constituem o núcleo de conteúdos específicos do curso.
Quadro 3 - Disciplinas de conteúdos específicos.
Disciplinas
CH (horas)
Introdução à Engenharia Ambiental
27
Gestão de Unidades de Conservação
27
Química Ambiental
81
Botânica
54
Microbiologia Ambiental Geral e Experimental
81
Hidrologia
54
10
Hidrogeologia
27
Economia Ambiental
27
Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
54
Avaliação de Impactos Ambientais
54
Cartografia e Geoprocessamento
81
Gestão do Recurso Solo
27
Projeto e Estruturas de Fundações
54
Obras Geotécnicas
54
Gestão do Recurso Ar
27
Gestão de Recursos Hídricos
27
Toxicologia Ambiental
27
Legislação Ambiental
27
Geotecnia Ambiental
54
Riscos e Passivos Ambientais
54
Tratamento de Água de Abastecimento
54
Tratamento de Efluentes Domésticos
54
Tratamento de Efluentes Industriais
54
Planejamento Ambiental
54
Sistemas de Abastecimento de Água
54
Sistemas de Esgotos
54
Modelagem Ambiental
54
Recuperação de Áreas Degradadas
27
Sistema de Gestão Ambiental
54
Licenciamento e Estudos Ambientais
54
Auditoria e Perícia Ambiental
54
Controle e Monitoramento Ambiental
27
Trabalho de Conclusão de Curso I
27
Trabalho de Conclusão de Curso II
27
Estágio Supervisionado
27
Carga Horária Total
1.593 horas
4.2.4 Disciplinas Optativas
O Quadro 4 lista as disciplinas optativas do curso.
Quadro 4 - Disciplinas optativas.
Disciplina
CH (horas)
Letras-Libras
54
Relações Étnico-Raciais
27
11
Práticas de Educação Ambiental
27
Energias Renováveis
27
Operação e Manutenção de Sistemas de Abastecimento de Água
27
Operação e Manutenção de Sistemas de Tratamento de Efluentes
27
Mineração e Meio Ambiente
27
Modelagem Hidrogeológica
54
4.2.5 Carga Horária Total
O Quadro 5 apresenta, resumidamente, os componentes curriculares do curso.
Quadro 5 – Componentes curriculares.
Núcleo Básico
1.188
Percentual sobre a carga horária
Mínima de 3.942 horas
30,14 %
Núcleo Profissionalizante
1.161
29,45 %
Núcleo Específico
1.593
40,41 %
Total parcial
3.942
100 %
Atividades Complementares
120
-
Estágio Curricular Supervisionado
160
-
4.222
-
Componente Curricular
Total de Horas
CH (horas)
As disciplinas básicas e profissionalizantes foram definidas no currículo pleno do curso e
proporcionarão ao acadêmico o embasamento teórico e prático para sua formação. Enquanto as disciplinas
básicas servirão de suporte para os aprendizados subsequentes, as profissionalizantes e as específicas
agregarão conhecimentos práticos fundamentais e indispensáveis aos futuros profissionais.
4.2.6 Ementas das Disciplinas
As ementas das disciplinas, bem como a matriz curricular do curso, encontram-se descritas no Anexo
I.
4.2.7 Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado do curso de Engenharia Ambiental será de pelo menos 160 horas e deverá
seguir a regulamentação específica vigente no IFG. Atualmente, está em vigor a Resolução n° 31, de 23 de
dezembro de 2008.
Salienta-se que o acadêmico somente poderá iniciar suas atividades de Estágio Supervisionado após
ter concluído todas as disciplinas até o 6º período. Antes disso, o estágio será considerado não curricular,
servindo apenas para o aumento da experiência do aluno.
4.2.8 Atividades Complementares
As Atividades Complementares deverão ser realizadas durante todo o curso, de tal forma que, no
12
momento de sua conclusão, o acadêmico tenha alcançado o total de 120 horas. O aproveitamento da
participação do aluno nestas atividades obedecerá às diretrizes da Resolução nº 16, de 26 de dezembro de
2011, que regulamenta as Atividades Complementares de Graduação no IFG.
4.2.9 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório para o curso de Bacharelado em Engenharia
Ambiental do Câmpus Goiânia do IFG, tendo uma carga horária prevista de 54 horas distribuídas em duas
disciplinas do último ano da graduação. Este componente curricular é regulamentado pela Portaria nº 398, de
25 de setembro de 2002.
4.2.10 Monitoria
A atividade de Monitoria é desenvolvida dentro de uma disciplina por um aluno que já a tenha
cursado e que tenha conseguido uma média final mínima de 7,0 (mediante seleção prévia). Nesta atividade, o
aluno monitor entra em contato com aspectos mais abrangentes de caráter didático-pedagógico da cadeira cuja
qual é monitor.
Para o desenvolvimento das atividades de Monitoria deve haver o comprometimento mínimo de 2
horas semanais do acadêmico, atividade esta que necessita estar sob orientação e supervisão do professor
responsável pela disciplina durante todo o semestre letivo.
4.2.11 Iniciação Científica
A participação em Programas de Iniciação Científica configura uma das atividades complementares
mais importantes durante o curso, posto que com ela o aluno passa a fazer parte de uma equipe de pesquisa,
tornando-se responsável pelo desenvolvimento de um tema que, por sua vez, se encaixa em um trabalho
maior, envolvendo outros acadêmicos de graduação, mestrado e até de doutorado. O aluno passa a aprender
técnicas não desenvolvidas em sala de aula e se especializa em determinadas áreas.
Além do conhecimento adquirido durante a execução da pesquisa propriamente dita, atividades de
iniciação cientificam possibilitam um grande progresso individual do aluno no que diz respeito à capacidade
de trabalho, independência e responsabilidade.
Pela participação do discente em projetos de pesquisa dos Programas de Iniciação Científica e
Tecnológica como titular do projeto, bolsista ou voluntário, poderão ser contabilizadas 30 horas como
atividade complementar após a conclusão de suas atividades (com condição satisfatória avaliada pelo
professor responsável, obviamente).
4.2.12 Visitas Técnicas
As Visitas Técnicas são elementos motivadores e instrumentos pedagógicos complementares do curso
de graduação. Tais atividades serão programadas dentro do contexto de cada disciplina, havendo o
acompanhamento do professor responsável e o aval da instituição.
13
4.2.13 Critérios de Aproveitamento de Experiências Anteriores
Os alunos regularmente matriculados poderão solicitar ao Departamento de Áreas Acadêmicas do
Câmpus, em data estabelecida no calendário acadêmico da Instituição, o aproveitamento de conhecimentos e
estudos pregressos, nos termos do Regulamento Acadêmico dos Cursos de Graduação e do Regulamento do
Exame de Proficiência (aprovados pelo Conselho Superior da instituição).
4.2.14 Critérios de Avaliação da Aprendizagem
A avaliação do aluno será processual e contínua, conforme a modalidade vigente no IFG. Para tanto,
constantemente deverão ser observados não apenas o seu progresso quanto à construção de conhecimentos
científicos, mas também a atenção, o interesse, as habilidades, a responsabilidade, a participação, a
pontualidade, a assiduidade na realização de atividades e a organização nos trabalhos escolares que o
indivíduo apresenta. Assim, não apenas os aspectos quantitativos deverão ser considerados, mas também – e
principalmente – os qualitativos.
Com relação à periodicidade de avaliações e outras questões específicas, as mesmas são determinadas
pelo regulamento da Organização Didática do IFG e aplicam-se a todos os cursos oferecidos na instituição.
4.2.15 Funcionamento
O curso será semestral – com entrada anual de 30 alunos –, funcionará preferencialmente no período
matutino, inclusive aos sábados. Além disso, terá duração mínima de 5 anos (divididos em 10 períodos) e
prazo máximo de integralização de 9 anos.
5
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
5.1 Biblioteca
O acervo da biblioteca do câmpus Goiânia do IFG contribui no contexto do curso com 17.831 títulos.
Nela são encontradas publicações das áreas de Ciências Humanas, Exatas e da Terra e de Engenharia, sendo
estas duas últimas fundamentais para o funcionamento do curso. Salienta-se, ainda, que o IFG possui mais de
trinta anos de experiência de ensino na área sanitária/ambiental, o que refletiu na composição do acervo de
publicações específicas dessa área do conhecimento na biblioteca.
Por outro lado, o número de títulos de publicações seriadas corresponde a um total de 333 diferentes
periódicos aplicáveis às áreas do curso, principalmente no tocante aos títulos de Engenharia, Gestão,
Tecnologia e Ciências Exatas e da Terra.
O acervo bibligráfico da instituição vem sendo atualizado intensamente nos últimos anos, tendo
obtido subsídios de projetos do Ministério da Educação para suprir deficiências e recomposição. Assim, os
beneficiários são principalmente os discentes, docentes e comunidade externa.
A biblioteca conta com uma área nova construída de 1.540 m2, sendo o espaço para os usuários de 750
14
m² (atividades de leitura e atendimento ao público em geral) e 40 m² para a administração. No tocante ao
número de assentos para os usuários, conforme a sua área, contabiliza-se o seguinte: Sala de Estudo Individual
(com 300 m2 e 104 lugares), Sala de Estudo em Grupo (com área de 300 m2 e mesas de 4, 6 e 8 lugares e um
total geral de 116 lugares), Sala de Projeção de Vídeo/Multimídia (com 118 m2 e 80 lugares), Sala de Consulta
à Internet (com área de 75 m2 e 25 computadores), Sala do Acervo (capacidade para 50.000 volumes), Espaço
Cultural para Exposições (com 75 m2) e Recepção (40 m2).
Professores, pesquisadores, alunos e funcionários da instituição têm acesso à produção científica
mundial atualizada oferecida pelo serviço da CAPES – Portal de Periódicos. Neste portal podem ser acessados
textos completos de artigos de mais de 12.365 revistas internacionais e nacionais, bem como 126 bases de
dados com resumos de trabalhos de todas as áreas do conhecimento. A partir de qualquer terminal ligado à
internet localizado no IFG pode ser feita a pesquisa.
5.2 Laboratórios da Área de Meio Ambiente
No que tange à estrutura física laboratorial necessária ao funcionamento do curso, salienta-se que a
mesma já existe em virtude dos cursos de Tecnologia em Saneamento Ambiental (em processo de extinção) e
Técnico em Controle Ambiental (em pleno funcionamento), sendo composta pelos seguintes laboratórios: de
Microbiologia, Efluentes e Águas (salas T-401 A, B e C). Entretanto, embora a intenção seja aproveitar a
estrutura dos laboratórios existentes, é importante esclarecer que esses ambientes se encontram, de certa
forma, ultrapassados e carentes de manutenções, adequações e reparos. Por este motivo, necessitarão ser
readaptados, reformados e atualizados para que possam, então, suprir as demandas do novo curso,
providências estas que já se encontram em curso por parte da administração do IFG. Nesse sentido, está
prevista, por exemplo, a aquisição dos seguintes equipamentos de controle e monitoramento ambiental: Micro
Hivol (para ambientes fechados); Hivol (para campo); sensores capacitivos para determinação de umidade do
solo em tempo real; estação automatizada de monitoramento do clima; sondas de campo para pH,
condutividade elétrica e temperatura da água (dentre outros parâmetros); medidor de vazão (molinete); sonda
multiparamétrica de VOC; medidor de nível de água e amostradores para água e solo
Além destes ambientes – onde serão ministradas aulas teóricas e práticas –, outros já existentes ou
ainda a serem implantados na instituição também serão utilizados pelos acadêmicos do curso de Engenharia
Ambiental, a saber: Química, Botânica, Física, Informática, Desenho Técnico, Topografia, Solos, Materiais de
Construção, Fenômenos dos Transportes/Hidráulica, Mecânica dos Solos, Cartografia/Geoprocessamento,
Projetos, Resíduos Sólidos, Instalações Hidrossanitárias, Instalações Elétricas, Modelagem Ambiental e de
Controle e Monitoramento Ambiental.
5.3 Departamento de Áreas Acadêmicas II
A Coordenação da Área de Meio Ambiente do câmpus Goiânia do IFG, responsável pelo curso de
Engenharia Ambiental, é ligada ao Departamento de Áreas Acadêmicas II e compartilha com o mesmo uma
área destinada às funções administrativas, tais como coordenação acadêmica, chefia departamental, recepção,
coordenação administrativa para atendimento interno e externo, sala de reuniões/permanência de docentes,
15
sala de informática, copa e sala de apoio acadêmico/administrativo, além dos espaços das coordenações dos
demais cursos ligados a essa área acadêmica. Ademais, o Departamento de Áreas Acadêmicas II conta com
secretários, apoio administrativo e psicóloga. Essa estrutura possibilita o atendimento integral dos discentes,
inclusive de forma individualizada.
6
PESSOAL DOCENTE E SERVIDORES ADMINISTRATIVOS ENVOLVIDOS NO CURSO
6.1 Docentes
Atualmente, a Coordenação de Meio Ambiente do IFG conta com os docentes listados no Quadro 6, a
seguir. Entretanto, está prevista a aposentadoria, a curto e médio prazo, de alguns desses professores. Aliado a
isso, certamente se fará necessária a contratação de mais docentes que deverão compor esse quadro e que
atenderão diretamente às demandas do curso de Engenharia Ambiental.
Quadro 6 – Professores atualmente vinculados à Coordenação de Meio Ambiente do IFG.
PROFESSOR
TITULAÇÃO/ REGIME DE
INSTITUIÇÃO TRABALHO
FORMAÇÃO
Aldo Muro Junior
Direito/Engenharia Mecânica
Doutor
DE
Antônio Pasqualetto
Engenharia Agronômica
Doutor
40 horas
Cynthia A. Rodrigues
Arquitetura e Urbanismo
Doutora
DE
Construção Civil/Eng. Civil
Graduado
40 horas
Eduardo J. de Sousa
Engenharia Civil
Mestrando
40 horas
Jadson Araújo Pires
Matemática/Tec. em San. Ambiental
Graduado
DE
Oyana R. dos Santos
Geografia
Doutoranda
DE
Engenharia Civil
Doutor
DE
Farmácia-Bioquímica/Lic. Plena
Mestre
DE
Engenharia Agronômica
Doutora
DE
Rosângela M. da Veiga
Arquitetura e Urbanismo/Gest. Amb.
Mestre
DE
Sandra M. Vasconcelos
Farmácia-Bioquímica
Mestre
DE
Sandro Morais Pimenta
Gestão Ambiental
Doutorando
DE
Viníciu F. Bárbara
Engenharia Ambiental
Doutorando
40 horas
Wanderlei E. Peres
Farmácia e Farmácia-Bioquímica
Mestre
DE
Divino Saba
Paulo Augusto D. Silva
Rosana G. Marques
Rosana G. Barros
6.2 Servidores Administrativos
O suporte administrativo ao curso de Engenharia Ambiental será dado pelas servidoras ligadas à
Coordenação de Meio Ambiente listadas no Quadro 7, abaixo.
Quadro 7 – Servidores Técnico-Administrativos ligados diretamente ao curso de Engenharia Ambiental.
SERVIDOR
FORMAÇÃO
FUNÇÃO
Elzanir Martins de Menezes
Gestão Pública
Assistente Administrativo
Martha Araújo B. do Prado
Educação Física
Assistente Administrativo/Técnica em
16
Assuntos Educacionais
7
AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
A autoavaliação tem como principais objetivos produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos
do conjunto de atividades e finalidades cumpridos pelo curso, identificar as causas dos seus possíveis
problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e a capacidade profissional do corpo docente e
técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais
efetiva a vinculação da instituição com a comunidade e julgar acerca da relevância científica e social de suas
atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade. Com relação à autoavaliação do curso, a mesma
deverá ser feita através:

dos resultados obtidos com a aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
(ENADE), resultados estes contidos no Relatório da Instituição disponibilizado pelo Instituto de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP);

da análise dos dados da aplicação do Questionário Socioeconômico respondido por ingressantes e
concluintes de cada um dos cursos participantes do referido exame, resultados esses contidos no
Relatório da Instituição disponibilizado pelo INEP;

do Colegiado de Áreas Acadêmicas do Departamento, que tem por atribuição: propor e aprovar, no
âmbito do Departamento, projetos de reestruturação, adequação e realocação de ambientes de ensino,
a serem submetidos à Direção-Geral do câmpus, bem como emitir parecer sobre projetos de mesma
natureza propostos pela Direção-Geral;

do Conselho Departamental, onde o mesmo tem por atribuições: aprovar os planos de atividades de
ensino, pesquisa e extensão e julgar questões de ordem pedagógica, didática, administrativa e
disciplinar no âmbito do Departamento;

da autoavaliação dos professores e da avaliação dos mesmos pelos discentes e pelo coordenador de
curso, todas conduzidas pela Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD);

dos relatórios de estágios curriculares de alunos;

do envolvimento prévio da Comissão Própria de Avaliação (CPA) na organização do processo de
avaliação dos cursos;

do Núcleo Docente Estruturante (NDE), grupo de docentes com atribuições acadêmicas de
acompanhamento e atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto
pedagógico do curso; e

da Semana de Educação, Ciência e Tecnologia do IFG, evento bienal com participação de empresas e
encontro de egressos.
8
CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES DO CURSO
Será concedido pelo Instituto Federal de Goiás o Certificado de Bacharel em Engenharia Ambiental
17
ao aluno que concluir todas as atividades previstas na matriz curricular do curso – inclusive o Estágio
Supervisionado –, alcançar aprovação em todas as disciplinas e obtiver, pelo menos, 75% de freqüência em
cada disciplina que integra a estrutura curricular.
9
REFERÊNCIAS BIBLIIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA AMBIENTAL – ASBEA. O Mercado de Trabalho e a
Engenharia Ambiental e Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental. Arquivos do XV Fórum
de Coordenadores de Engenharia Ambiental. Disponível em: <http://www.engambiental.org.br/entrada.html>.
Acesso em 10 de dezembro de 2009.
ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AMBIENTAL – ASPEA. Engenharia
Ambiental:
profissão
do
futuro?
Disponível
em:
<http://www.aspeadf.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=81&Itemid
l=161>. Acesso em 09 de dezembro de 2009.
GUIMARÃES, D.B.V.; BATISTA, J.F.; BÁRBARA, V.F. Caracterização dos Cursos de Engenharia
Ambiental do Estado de Goiás. Trabalho de Conclusão do Curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental.
Goiânia, GO: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e Goiás. 2011.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Dados sobre Goiás. Disponível
em: <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em 12 de dezembro de 2011.
MEDEIROS, G.A.; HUSSAR, G.J.; ALMEIDA, R.M.A.; PARADELA, A.L.; ALTAFIN, V.L.;
CONCEIÇÃO, C.H.Z.; ALBERICI, R.M.; OLIVEIRA, N.M.; TONELLO, P.S.; MACIEL, C.A.C.; REIS,
F.A.G.V.; JANNINI, M.D.M.; PICCININI, M.D.R.; DELBIN, J.; GIBOSHI, M.L. Pesquisa e Extensão no
Curso de Engenharia Ambiental do CREUPI: histórico e tendências. In: Revista Engenharia Ambiental. v.
1. n. 1. p. 089-096. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2004.
MEDEIROS, G.A.; REIS, F.A.G.V. Diagnóstico da Produção Científica Publicada na Revista Engenharia
Ambiental. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 6. n. 1. p. 003-026. Espírito Santo do Pinhal, SP:
UNIPINHAL. 2009.
REIS, F.A.G.V.; GIORDANO, L.C.; CERRI, L.E.S.; MEDEIROS, G.A. Contextualização dos Cursos
Superiores de Meio Ambiente no Brasil: Engenharia Ambiental, Engenharia Sanitária, Ecologia,
Tecnólogos e Seqüenciais. In: Revista Engenharia Ambiental. v. 2. n. 1. p. 005-034. Espírito Santo do Pinhal,
SP: UNIPINHAL. 2005.
RODRIGUES, A.F.F. Evolução da Engenharia do Ambiente em Portugal e na Europa. In: Revista
Engenharia Ambiental. v. 1. n. 1. p. 011-016. Espírito Santo do Pinhal, SP: UNIPINHAL. 2004.
18
ANEXO I – Matriz Curricular e Ementas
19
P.
Nº
1º
1
2
3
4
5
6
7
8
2º
9
10
11
12
13
14
15
3º
16
17
18
19
20
21
22
23
24
4º
25
26
27
28
29
30
31
32
33
5º
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
6º
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
54
7º
55
56
57
58
59
60
61
62
63
Disciplinas – ENGENHARIA AMBIENTAL
Introdução à Engenharia Ambiental
Cálculo Diferencial e Integral I
Geometria Analítica
Química Geral
Ecologia Aplicada
Língua Portuguesa
Sociologia do Trabalho, Tecnologia e Cultura
Gestão de Unidades de Conservação
TOTAL
Cálculo Diferencial e Integral II
Álgebra Linear
Química Ambiental
Botânica
Física I
Microbiologia Ambiental Geral e Experimental
Algoritmos e Técnicas de Programação
TOTAL
Cálculo Diferencial e Integral III
Estatística e Probabilidade
Física II
Desenho Técnico I
Conforto, Higiene e Segurança do Trabalho
Hidrologia
Introdução à Geologia
Saúde Pública e Vigilância Sanitária
Metodologia Científica
TOTAL
Equações Diferenciais Ordinárias
Física III
Topografia I
Desenho Técnico II
Mecânica dos Solos I
Materiais de Construção I
Hidrogeologia
Introdução à Administração e à Economia
Isostática
TOTAL
Fenômenos dos Transportes
Topografia II
Mecânica dos Solos II
Materiais de Construção II
Economia Ambiental
Teoria das Estruturas I
Gerenciamento de Projetos
Mecânica dos Sólidos
Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos
Avaliação de Impactos Ambientais
TOTAL
Hidráulica
Cartografia e Geoprocessamento
Gestão do Recurso Solo
Empreendedorismo
Projeto e Estruturas de Fundações
Obras Geotécnicas
Gestão do Recurso Ar
Teoria das Estruturas II
Gestão de Recursos Hídricos
Toxicologia Ambiental
Legislação Ambiental
TOTAL
Projeto e Estruturas de Concreto I
Geotecnia Ambiental
Riscos e Passivos Ambientais
Projeto e Instalações Hidrossanitárias
Projeto e Instalações Elétricas
Tratamento de Água de Abastecimento
Tratamento de Efluentes Domésticos
Tratamento de Efluentes Industriais
Planejamento Ambiental
TOTAL
C. H. (teórica)
h.a.
Créditos
27
2
81
6
54
4
54
4
54
4
54
4
27
2
27
2
C. H. (prática)
Créditos
27
2
-
81
54
54
27
54
54
27
6
4
4
2
4
4
2
27
27
27
27
27
2
2
2
2
2
54
54
54
27
54
54
27
54
54
4
4
4
2
4
4
2
4
4
27
27
-
2
2
-
54
54
27
27
54
27
27
54
4
4
2
2
4
2
2
4
27
27
54
27
27
-
2
2
4
2
2
-
27
27
27
27
27
54
54
27
54
2
2
2
2
2
4
4
2
4
27
27
27
27
27
27
-
2
2
2
2
2
2
-
54
27
27
27
27
27
27
54
27
27
27
4
2
2
2
2
2
2
4
2
2
2
27
54
27
27
-
2
4
2
2
-
27
54
54
27
27
27
27
27
54
2
2
4
2
2
2
2
2
4
27
27
27
27
27
27
-
2
2
2
2
2
2
-
C. H. (total)
Créditos
27
2
81
6
54
4
81
6
54
4
54
4
27
2
27
2
30
81
6
54
4
81
6
54
4
81
6
81
6
54
4
36
54
4
54
4
81
6
54
4
54
4
54
4
27
2
54
4
54
4
36
54
4
81
6
54
4
54
4
54
4
81
6
27
2
27
2
54
4
36
54
4
54
4
54
4
54
4
27
2
54
4
27
2
54
4
54
4
54
4
36
81
6
81
6
27
2
27
2
54
4
54
4
27
2
54
4
27
2
27
2
27
2
36
54
4
54
2
54
4
54
4
54
4
54
4
54
4
54
4
54
4
34
Pré-Requisitos
-
2
3
4
4; 5
-
9
13
-
16
18
19
19
13; 22
4
22
-
18; 25
27
29
30
32
33
32
13; 16
28
-
34
28; 35
11; 36
38; 40
10; 13; 16; 28; 35 a 37
10; 16; 26; 28; 35 a 37
11
39
11
5; 11; 14
-
28; 48; 51
11; 49
11
28; 44
26; 28
11; 14; 23; 28
11; 14; 23; 28
11; 14; 23; 28
-
-
20
P.
Nº
8º
64
65
66
67
68
69
70
71
Projeto e Estruturas de Concreto II
Sistemas de Abastecimento de Água
Sistemas de Esgotos
Modelagem Ambiental
Recuperação de Áreas Degradadas
Sistema de Gestão Ambiental
Licenciamento e Estudos Ambientais
Optativa 1
9º
72
73
74
75
76
Tecnologia das Construções
Auditoria e Perícia Ambiental
Controle e Monitoramento Ambiental
Trabalho de Conclusão de Curso I
Optativa 2
10º
77
78
79
Gerenciamento e Planejamento de Obras
Trabalho de Conclusão de Curso II
Estágio Supervisionado
Disciplinas – ENGENHARIA AMBIENTAL
C. H. (teórica)
h.a.
Créditos
27
2
27
2
27
2
27
2
27
2
54
4
54
4
54
4
TOTAL
54
54
27
27
TOTAL
54
27
27
TOTAL
Legenda: Quadrículas de cor amarela sinalizam as disciplinas BÁSICAS
Quadrículas sem cor sinalizam as disciplinas ESPECÍFICAS.
Disciplinas optativas:
- Letras-Libras (54 h).
- Relações Étnico-Raciais (27 h).
- Práticas de Educação Ambiental (27 h).
- Energias Renováveis (27 h).
- Operação e Manutenção de Sistemas de Abastecimento de Água (27 h).
- Operação e Manutenção de Sistemas de Tratamento de Efluentes (27 h).
- Mineração e Meio Ambiente (27 h).
- Modelagem Hidrogeológica (54 h).
C. H. (prática)
h.a.
Créditos
27
2
27
2
27
2
27
2
-
C. H. (total)
Pré-requisitos
h.a.
Créditos
55
54
4
54
4
60
54
4
61; 62
54
4
15 a 17
27
2
46; 57
54
4
Todas até o 7º
54
4
54
4
30
4
54
4
37; 55
4
54
4
69
27
2
27
2
Todas até o 8º
2
27
2
Todas até o 7º
2
27
2
14
4
54
4
72
2
27
2
75
2
27
2
Todas até o 6º
8
/ Quadrículas de cor verde sinalizam as disciplinas PROFISSIONALIZANTES /
21
1º Período
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL
Código: 1
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 1°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: O curso de Engenharia Ambiental no mundo, no Brasil e em Goiás. O curso de Engenharia
Ambiental do IFG. Atribuições do Engenheiro Ambiental. Fundamentos e aplicações da Engenharia
Ambiental. Mercado de trabalho para o Engenheiro Ambiental. Conceitos ambientais. A crise
ambiental. Os meios aquático, terrestre e atmosférico. Gestão ambiental dos recursos naturais.
Legislação ambiental.
Objetivos: Possibilitar ao aluno o entendimento do que vem a ser o curso e a profissão de Engenharia
Ambiental. Dar-lhe noções básicas sobre os problemas ambientais atuais e sobre suas respectivas
soluções. Despertar-lhe o interesse para o desenvolvimento de pesquisas na área ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- ALMEIDA, J.R. Ciências Ambientais. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2010.
- BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J.G.L.; MIERZWA, J.C.; BARROS, M.T.L.; SPENCER,
M.; PORTO, M.; NUCCI, N.; JULIANO, N.; EIGER, S. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª
edição. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2005.
- BRANCO, S.M. Ecossistema: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. São
Paulo, SP: Edgard Blucher. 1999.
- CALIJURI, M.C.; CUNHA, D.G.F. Engenharia Ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier. 2013.
- MILLER JUNIOR, C.T. Ciência Ambiental. São Paulo, SP: Cengage Learning. 2011.
- POLETO, C. Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Inteciência. 2010.
- VERANO, P.N. Dicionário Barsa de Meio Ambiente. São Paulo, SP: Barsa Planeta. 2009.
Complementar:
- BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri,
SP: Manole. 2004.
- CUNHA, S.B.; GUERRA, A.J.T. A Questão Ambiental – diferentes abordagens. Rio de Janeiro,
RJ: Bertrand. 2007.
- MIHELCIC, J.R.; ZIMMERMAN, J.B. Engenharia Ambiental: fundamentos, sustentabilidade e
projeto. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2012.
- VESILIND, P.A.; MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo, SP: Cengage
Learning. 2011.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
Código: 2
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
81 h
Carga horária prática Carga horária total
-
81 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Estudo de limite das funções de uma variável. Diferenciação e integração de funções de uma
variável e aplicações.
Objetivos: Utilizar o Cálculo Diferencial e Integral de funções a uma variável como ferramenta para
resolver problemas na área de tecnologia e para construir embasamento teórico adequado para o
22
desenvolvimento de outras disciplinas afins. Despertar no aluno o espírito crítico, criativo e de
pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de sua capacidade de raciocínio. Instrumentalizar o
discente para que possa adquirir técnicas e estratégias para serem aplicadas nas diversas áreas do
conhecimento, assim como para a atividade profissional, permitindo-lhe desenvolver estudos
posteriores.
Bibliografia:
Básica:
- STEWART, J. Cálculo. Volume 1. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2006.
- THOMAS, G.B. Cálculo. Volume 1. São Paulo, SP: Addison Wesley – Pearson. 2008.
Complementar:
- ÁVILA, G. Cálculo: funções de uma variável. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1999.
- BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. Volume 1. São Paulo, SP: Makron Books. 1994.
- GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2001.
GEOMETRIA ANALÍTICA
Código: 3
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Vetores no R2 e no R3. Produto de vetores. A reta. O plano. Distâncias. Cônicas. Superfícies
quadráticas.
Objetivos: Trabalhar com problemas geométricos sob o ponto de vista algébrico e vice-versa.
Apresentar a Geometria Analítica como ferramenta para resolver problemas na área de tecnologia, a
ser utilizada em várias das disciplinas afins.
Bibliografia:
Básica:
- REIS, G.S.V. Geometria Analítica. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996.
- WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 2000.
Complementar:
- MUNEM, M.A.; FOULIS, D.J. Cálculo. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 1982.
- STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. São Paulo, SP: McGraw-Hill. 1987.
QUÍMICA GERAL
Código: 4
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Aprendizado da linguagem química, elementos químicos, substâncias puras e misturas,
alotropia. Matéria: massa atômica, massa molar, quantidade de matéria, mol e constante de Avogadro,
fórmula mínima, fórmula molecular e fórmula percentual. Teoria atômica. Classificação e
propriedades periódicas. Ligações químicas. Interações intra e intermoleculares. Funções inorgânicas.
Reações químicas. Conceitos de ácido e base. Abordagem experimental dos princípios fundamentais
da Química e suas aplicações com as diversas áreas do conhecimento através de práticas em
laboratório de química.
Objetivos: Familiarizar os discentes com os conceitos básicos da química por intermédio da teoria e da
prática para que os mesmos sejam as ferramentas para o aprendizado e interpretação dos fenômenos
mais complexos que estão envolvidos na aplicação tecnológica da química básica.
23
Bibliografia:
Básica:
- ATKINS, P.; JONES, L.; Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
5ª edição. Porto Alegre, RS: Bookman. 2012.
- CONSTANTINO, M.G.; SILVA, G.V.J.; DONATE, P.M. Fundamentos de Química
Experimental. 2ª edição. São Paulo, SP: USP. 2011.
- KOTZ, J.C.; TREICHEL JR, P.M. Química Geral e Reações Químicas. 4ª edição. Volumes 1 e 2.
Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2002.
- LENZI, E.; FAVERO, L.O.B.; TANAKA, A.S.; VIANNA FILHO, E.A.; SILVA, M.B.; GIMENES,
M.J.G.G. Química Geral Experimental. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Freitas Bastos. 2012.
-MASTERTON, W.L.; SLOWINSKI, E.J.; STANITSKI, C.L. Princípios de Química. 6ª edição. Rio
de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan.1990.
Complementar:
- BRADY, J. E; HUMISTON, G. E., Química Geral. 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1996.
- BROWN, T. L. ; LEMAY Jr, H. E.; BURSTEN, R. E. Química A Ciência Central. 9ª ed., São
Paulo: Prentice Hall, 2005.
ECOLOGIA APLICADA
Código: 5
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Ecologia. Fatores ecológicos. Populações e comunidades. Ecossistemas. Ciclos
biogeoquímicos. Tecnologia e equilíbrio ecológico. Sucessão ecológica. Relações entre espécies
vegetais e animais. Ações antrópicas x mudanças globais.
Objetivos: Compreender como se dão as relações entre os meios físico, químico, biológico e antrópico
e entender a caracterização dos ambientes e suas alterações. Visualizar, por intermédio de visitas
técnicas, alguns dos conceitos explicados em sala de aula.
Bibliografia:
Básica:
- ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2009.
- RICKLEFS, R.E. Economia da Natureza. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010.
Complementar:
- CURTIS, H. Biologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010.
- DAJOZ, R. Ecologia Geral. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2010.
- REMMERT, H. Ecologia. São Paulo, SP: EPU/EDUSP. 2006.
LÍNGUA PORTUGUESA
Código: 6
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Estudo das diferenças entre linguagem escrita e falada, de estratégia de leitura e de produção
textual, de elementos de conectividade textual, da frase e do parágrafo. Desenvolvimento de
estratégias de redução de informação: esquemas, resumos e resenhas. Estudo dos aspectos estruturais
do relatório técnico-científico e artigo científico.
Objetivos: Aperfeiçoar e/ou atualizar noções teóricas e de uso da Língua Portuguesa com a finalidade
24
de habilitar o aluno a compreender, organizar e produzir textos, tanto escritos quanto orais, de modo
claro, coerente, objetivo e completo, de natureza acadêmica e de acordo com a exigência específica de
sua área profissional.
Bibliografia:
Básica:
- ABREU, A.S. Curso de Redação. São Paulo, SP: Ática. 1991.
- BAGNO, M. Preconceito Lingüístico. São Paulo, SP: Loyola. 1999.
- BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37ª edição. São Paulo, SP: Moderna. 2007.
- CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro, RJ:
Nova Fronteira. 1985.
- FIORIN, J.L.; SAVIOLI, F.P. Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo, SP: Ática.1990.
- GARCIA, O.M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro, RJ: Fundação Getúlio Vargas.
1978.
- MEDEIROS, J.B. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11[ edição. São
Paulo, SP: Atlas. 2005.
- SERAFINI, M.T. Como Escrever Textos. 5ª edição. São Paulo, SP: Globo. 1992.
- SOARES, M.B.; CAMPOS, E.N. Técnica de Redação. Rio de Janeiro, RJ: Ao Livro Técnico. 1978.
Complementar:
- BELTRÃO, O; BELTRÃO, M. Correspondência, Linguagem & Comunicação. 23ª edição. São
Paulo, SP: Atlas. 2007.
- FERREIRA, R.M. Correspondência Comercial e Oficial. São Paulo, SP: Atlas. 1991.
- GUIMARÃES, E. A Articulação do Texto. São Paulo, SP: Ática. 1990.
- UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARNÁ – UFPR. Normas para Apresentação de Trabalhos.
Parte 3-Relatórios. 6ª edição. Curitiba, PR: UFPR. 1996.
- SERAFINI, M.T. Como Escrever Textos. 17ª edição. São Paulo, SP: Globo. 2008.
- VANOYNE, F. Usos da Linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. São Paulo,
SP: Martins Fontes. 2007.
SOCIOLOGIA DO TRABALHO, TECNOLOGIA E CULTURA
Código: 7
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Sociologia como ciência. Sociologia geral e sociologias especiais. Formação da Sociologia.
Pensamento Clássico em Sociologia. Temas fundamentais da Sociologia. Trabalho e sociedade.
Trabalho no capitalismo. Mudanças recentes nas relações de trabalho.
Objetivos: Oferecer ao aluno uma visão panorâmica dos principais temas abordados pela Sociologia
do Trabalho. Instrumentalizar o aluno para que ele seja capaz de fazer reflexões e críticas sobre a
conjuntura social do mundo do trabalho.
Bibliografia:
Básica:
- ANTUNES, R. Adeus ao Trabalho?: ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do
trabalho. São Paulo, SP: Cortez e Unicamp. 2000.
- PINTO, G.A. A Organização do Trabalho no Século 20: Taylorismo, Fordismo, e Toyotismo. São
Paulo, SP: Expressão Popular. 2007.
- VIANA, N. Introdução à Sociologia. Belo Horizonte, MG: Autêntica. 2011.
Complementar:
- COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo, SP: Moderna. 2005.
- MARTINS, C.B. O que é Sociologia. São Paulo, SP: Brasiliense. 1990.
- MARX, K. O Capital. Volumes 1, 2, 3, 4 e 5. São Paulo, SP: Nova Cultural. 1988.
25
- SALAMA, P. Pobreza e Exploração do Trabalho na América Latina. São Paulo, SP: Boitempo.
1999.
- VIANA, N. O Capitalismo na Era da Acumulação Integral. São Paulo, SP: Ideias e Letras. 2009
GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
Código: 8
Período: 1°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Biodiversidade: importância e ameaças. Biologia da Conservação. Unidades de conservação:
definição; embates conceituais e histórico no mundo e Brasil. Legislação norteadora da criação e
efetivação de uma unidade de conservação. Sistema Nacional, Estadual e Municipal de Unidades de
Conservação. Características e critérios para definição de locais para implantação de unidades de
conservação. Gestão de unidades de conservação. Plano de Manejo (caracterização, conteúdo e
estrutura mínima). Unidades de conservação no estado de Goiás.
Objetivos: Conhecer como se dá o uso, ocupação e o manejo sustentável da fauna e flora em áreas
protegidas. Conhecer os sistemas nacionais, estaduais e municipais de unidades de conservação.
Ensinar ao discente como elaborar planos de manejo de unidades de conservação.
Bibliografia:
Básica:
- ARAÚJO, M.A.R; MARQUES, C.P.; CABRAL, R.F.B. Unidades de Conservação no Brasil – o
caminho da gestão para resultados. São Carlos, SP: Rima. 2012.
- DOUROJEANNI, M.J.; PÁDUA, M.T.J. Biodiversidade – a hora decisiva. Curitiba, PR: UFPR.
2001.
Complementar:
- GUERRA, A.J.T.; COELHO, M.C.N. Unidades de Conservação – abordagens e características
geográficas. São Paulo, SP: Bertrand Brasil. 2009.
- PRIMAK, R.B.; EFRAIM, R. Biologia da Conservação. Londrina, PR: Planta. 2002.
26
2º Período
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
Código: 9
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
81 h
-
81 h
Pré-requisitos: 2
Ementa: Funções de várias variáveis. Limite e continuidade de funções de várias variáveis. Derivadas
parciais. Máximos e mínimos, sequências, séries e séries de potência.
Objetivos: Utilizar o Cálculo Diferencial e Integral de funções a uma variável como ferramenta para
resolver problemas na área de tecnologia e para construir embasamento teórico adequado para o
desenvolvimento de outras disciplinas afins. Despertar no aluno o espírito crítico, criativo e de
pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento de sua capacidade de raciocínio. Instrumentalizar o
discente para que possa adquirir técnicas e estratégias para serem aplicadas nas diversas áreas do
conhecimento, assim como para a atividade profissional, permitindo-lhe desenvolver estudos
posteriores.
Bibliografia:
Básica:
- GONÇALVES, M.B.; FLEMMING, D.M. Cálculo B. São Paulo, SP: Pearson. 2007.
- STEWART, J. Cálculo. Volume 2. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2006.
Complementar:
- LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. São Paulo, SP: Harbra. 1990.
- LIMA, E.L. Análise no Espaço R^n. Rio de Janeiro, RJ: Impa. 2002.
ÁLGEBRA LINEAR
Código: 10
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 3
Ementa: Sistemas lineares e matrizes. Espaços vetoriais. Transformações lineares. Autovalores e
autovetores. Diagonalização de operadores. Produto interno. Aplicações.
Objetivos: Estudar os conceitos e resultados básicos dos conteúdos da ementa, fornecendo ao
estudante conhecimentos e técnicas que lhe sejam úteis posteriormente. Capacitar o aluno a uma
apreciação da disciplina não só como expressão da criatividade intelectual, mas como instrumento
para o domínio da ciência e da técnica dos dias de hoje. Desenvolver e consolidar atitudes de
participação, comprometimento, organização, flexibilidade, crítica e autocrítica no desenrolar do
processo de ensino-aprendizagem. Aplicar a Álgebra Linear em procedimentos computacionais e na
resolução de situações-problemas das ciências naturais, engenharia, ciências sociais e outras.
Bibliografia:
Básica:
- ALVES, J.A.V. Um Curso de Álgebra Linear. Goiânia, GO: PUCGoiás. 2005.
- LANG, S. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Ciência Moderna. 2003.
Complementar:
- ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. Porto Alegre, RS: Bookman. 2002.
- LIMA, E.L. Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: Projeto Euclides, IMPA/CNPq. 2001.
27
QUÍMICA AMBIENTAL
Código: 11
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: 4
Ementa: Ciclos biogeoquímicos dos elementos. Processos químicos na atmosfera. Hidroquímica de
solos e da litosfera. Microorganismos catalisadores de reações químicas. Principais características
químicas e efeitos ambientais de agrotóxicos, herbicidas, fertilizantes e outros poluentes. Legislação
ambiental pertinente (água, solo e atmosfera).
Objetivos: Capacitar o discente para realizar análises químicas do meio natural e para interpretar os
resultados obtidos.
Bibliografia:
Básica:
- ALVES, J.P.F. Uso de Agrotóxicos no Brasil – controle social e interesses corporativos. São Paulo,
SP: Annablume. 2002.
- ROCHA, J.C.; ROSA, A.H.; CARDOSO, A.A. Introdução à Química Ambiental. Porto Alegre,
RS: Bookman. 2004.
Complementar:
- BAIRD, C. Química Ambiental. 2ª edição. Porto Alegre, RS: Bookman. 2002.
- MANAHAN, S.E. Environmental Chemistry. 7ª edição. CRC Press. 1999.
BOTÂNICA
Código: 12
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Botânica aplicada ao contexto das ciências ambientais. Descrição e identificação dos
principais grupos taxonômicos de plantas. Estrutura das fanerógamas dentro da análise fisionômica
das principais famílias botânicas do bioma Cerrado. Fitofisionomias do Cerrado.
Objetivos: Reconhecer a importância da morfologia vegetal como fator de distinção e agrupamento
dos diferentes táxons vegetais. Identificar as principais famílias e espécies de fanerógamas através do
manuseio de chaves analíticas. Relacionar os caracteres morfológicos das plantas com aspectos da
filogenia de diferentes grupos e com a ecologia e evolução das mesmas. Fornecer subsídios para o
levantamento da flora do Cerrado, bem como o reconhecimento das diferentes formas fisionômicas
deste importante bioma.
Bibliografia:
Básica:
- FERRI, M.G. Botânica: morfologia externa das plantas. 4ª edição. São Paulo, SP: USP. 1976.
- HAVEN, P. Biologia Vegetal. 6° edição. Rio de Janeiro, Rj: Guanabara Koogan. 2001.
- SANO, S.M.; ALMEIDA, S.P.; RIBEIRO, J.F. Cerrado: ambiente e flora. Planaltina, DF:
EMBRAPA. 2008.
- SCHULTZ, A. Botânica Sistemática. Volume II. Rio Grande do Sul, RS: Globo. 1990.
- SOUZA V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias
de Angiospermas da flora brasileira, baseado em APG II. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2005.
- VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. Botânica – Organografia: quadros sinóticos ilustrados de
fanerógamos. 4ª edição. Viçosa, MG: UFV. 2007.
28
Complementar:
- GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal: organografia e dicionário Ilustrado de
morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2007.
- LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume I. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010.
- LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume II. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010.
- LORENZI, H. Árvores Brasileiras. Volume III. Nova Odessa, SP: Plantarum. 2010.
FÍSICA I
Código: 13
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 2°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Medidas físicas. Movimento retilíneo. Cálculo vetorial. Movimento num plano. Dinâmica da
partícula. Força e movimento. Trabalho e energia. Lei da Conservação da Energia. Sistema de
partículas. Movimento de rotação. Rolamento, torque e momento angular. Equilíbrio e elasticidade.
Mecânica dos fluidos.
Objetivos: Capacitar o aluno para enunciar os princípios fundamentais da teoria. Relacionar esses
princípios com a vida prática. Interpretar os fenômenos físicos. Operar com as equações matemáticas
que representam os fenômenos físicos. Interpretar e equacionar, com base na teoria, os problemas
propostos pelo professor e analisar fisicamente a solução dos problemas apresentados.
Bibliografia:
Básica:
- BEER, F.P. Mecânica Vetorial para Engenheiros: cinemática e dinâmica. São Paulo, SP: Makron
Books. 1994.
- RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; MERRILL, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
2006.
- SEARS, F.; ZEMANSKY, M.W.; YOUNG, H.D. Física. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Livros
Técnicos Editora Ltda. 1984.
Complementar:
- SERWAY R.A.; JEWETT JUNIOR, J.W. Princípios da Física. Volume 1. São Paulo, SP: Pioneira
Thomson Learning. 2003.
- TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2006.
MICROBIOLOGIA AMBIENTAL GERAL E EXPERIMENTAL
Código: 14
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: 4; 5
Ementa: Fundamentos de microbiologia, bacteriologia, micologia, virologia e microbiologia aplicada.
Estudo dos seres vivos microscópicos e de suas relações com as questões ambientais, especialmente
no que diz respeito às atividades industriais e ao saneamento ambiental.
Objetivos: Conhecer os aspectos fundamentais das bactérias, fungos e vírus e entender os benefícios e
malefícios causados por eles ao Meio Ambiente. Identificar as principais características dos seres
vivos microscópicos e utilizá-las nos processos de isolamento e caracterização dos mesmos. Dominar
os conhecimentos e habilidades práticas básicas de Microbiologia para aplicação na área da
Engenharia Ambiental.
Bibliografia:
Básica:
29
- BLACK, J.G. Microbiologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 1999.
- CHAN, E.S.C. et al. Microbiologia. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil. 2004.
- PELKZAR, E.C.S.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. Volume 2.
São Paulo, SP: Makron Books. 1996.
Complementar:
- MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. Ecologia Microbiana. Jaguariúna, SP: EMBRAPA. 1998.
- TRABULSI, L.R.; TOLEDO, M.R.F. Microbiologia. São Paulo, SP: Atheneu. 1998.
ALGORITMOS E TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
Código: 15
Período: 2°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO IV
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Noções de Lógica. Introdução a algoritmos. Conceitos básicos. Resolução de problemas
utilizando algoritmos e raciocínio lógico. Tipos de dados. Variáveis e constantes. Expressões e
operadores. Estruturas de controle: básicas, condicionais, de repetição e de dados. Vetores e matrizes.
Objetivos: Propiciar adequada utilização da ferramenta computacional necessária às atividades
profissionais dos Engenheiros Ambientais. Dominar a estrutura de funcionamento dos computadores e
das linguagens de programação.
Bibliografia:
Básica:
- FARRER, H. Algoritmos Estruturados: programação estruturada de computadores. 3ª edição Rio
de Janeiro, RJ: LTC. 2011.
- FORBELLONE, A.L.V. Lógica de Programação: a construção de algoritmos e estrutura de dados.
São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 2005.
- MANZANO, J.A.N.G. Estudo Dirigido de Algoritmos. São Paulo, SP: Érica. 2011.
- MANZANO, J.A.N.G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação. São Paulo, SP:
Érica. 2012.
- SALVETTI, D.D. Algoritmos. São Paulo, SP: Pearson Makron Books. 1998.
Complementar:
- LOPES, A.. GARCIA, G. Introdução à Programação. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 2002.
- SEBESTA, R.W. Conceitos de Linguagens de Programação. Porto Alegre, RS: Bookman. 2001.
- ZIIVANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementação em Pascal E C. São Paulo, SP: Cengage
Learning. 2009.
30
3º Período
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Código: 16
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 3°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 9
Ementa: Campos de vetores. Integral dupla, tripla e de linha. Campos conservativos. Integral de
superfície.
Objetivos: Fomentar no aluno a capacidade de estabelecer relações entre os objetos matemáticos
utilizando o processo de limite para revolucionar a Matemática Elementar conhecida desde então, e de
utilizar a ferramenta Cálculo não somente para resolver problemas da área de Engenharia, mas
também para construir embasamento teórico adequado para o desenvolvimento e aplicações da mesma
em outras disciplinas afins.
Bibliografia:
Básica:
- BRADLEY, G.L.; HOFFMANN, L.D. Cálculo. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1996.
- GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995.
- STEWART, J. Cálculo. Volume 2. São Paulo, SP: Pioneira. 2006.
Complementar:
- FLEMING, D.M.; GONÇALVES, M.B. Cálculo B e Cálculo C. São Paulo, SP: Makron Books.
1999.
- LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2. São Paulo, SP: Harbra. 1994.
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
Código: 17
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Análise de observações. Modelo matemático. Experimento aleatório e espaço amostral.
Axiomas e teoremas básicos. Variáveis aleatórias. Distribuições e suas características. Covariância e
correlação. Distribuição conjunta. Principais modelos: discretos e contínuos. Estatística descritiva.
Ajustamentos de funções reais. Correlação e regressão. Noções de amostragem. Testes de hipóteses.
Aplicações.
Objetivos: Utilizar os fundamentos da Estatística no domínio da aplicação e da análise em problemas
de Engenharia. Fornecer subsídios teóricos para que o aluno possa: realizar as análises exploratórias
de dados, determinar probabilidades de ocorrência de eventos, realizar inferências populacionais,
determinar modelos estatísticos para dados experimentais e tomar decisões estatísticas. Habilitar o
aluno a adquirir técnicas a serem aplicadas nas diversas áreas do conhecimento, assim como para as
atividades profissionais, permitindo a ele desenvolver estudos posteriores.
Bibliografia:
Básica:
- MENDENHALL, W. Probabilidade e Estatística. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 1985.
- MEYER, P.L. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos. 1983.
- MORETTIN, P.A. Introdução à Estatística para Ciências Exatas. São paulo, SP: Atual. 1981.
31
- SPIEGEL, M.R. Estatística. São paulo, SP: Mc Graw-Hill do Brasil. 1982.
Complementar:
- BRAULE, R. Estatística Aplicada com Excel. Rio de Janeiro, RJ: Campus. 2001.
- CRESPO, A.A. Estatística Fácil. São paulo, SP: Saraiva. 1997.
- DOUGLAS, C.M. Probabilidade Aplicada à Engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2000.
- FONSECA, J.S.; MARTINS, G.A. Curso de Estatística. São paulo, SP: Atlas. 1996.
- MORETTIN, L.G. Estatística Básica. Volume 1. São paulo, SP: Makron Books. 1999.
- MORETTIN, L.G. Estatística Básica. Volume 2. São paulo, SP: Makron Books. 1999.
- MONTEIRO FILHO, G. Estatística Prática e Geral. Goiânia, GO: Vieira. 2003.
- MORETTIN, L.G. Estatística Básica: probabilidade. São paulo, SP: Makron Books do Brasil.
2001.
FÍSICA II
Código: 18
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
54 h
27 h
81 h
Pré-requisitos: 13
Ementa: Equilíbrio e elasticidade. Gravitação. Fluídos. Oscilações. Ondas em meios elásticos. Ondas
sonoras. Viscosidade. Temperatura. Calorimetria e condução de calor. Leis da termodinâmica. Teoria
cinética dos gases.
Objetivos: O aluno deverá: dominar e aplicar os conceitos de temperatura e dilatação térmica;
demonstrar domínio sobre os conceitos de calor, trabalho e energia interna em situações diversas;
dominar as noções básicas acerca dos mecanismos de transferência de calor; aplicar a Teoria Cinética
dos Gases na compreensão de fenômenos como pressão, temperatura e etc. e demonstrar capacidade
de aplicação da segunda Lei da Termodinâmica em diversos ciclos térmicos.
Bibliografia:
Básica:
- CHAVES, A.; SAMPAIO, J.F. Física Básica – gravitação/fluídos/ondas/termodinâmica. Rio de
Janeiro, RJ: LTC. 2007.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008.
- NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica 2: fluídos, oscilações e ondas. São Paulo, SP:
Edgard Blücher. 2002.
- SEARS, F.; ZEMANSKY, M.W.; YOUNG, H.D. Física. Volume 2. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008.
- SEARS, F.; YOUNG, H.D.; FREEDMAN, R.A.; ZEMANNSKY, M.W. Física 2 – termodinâmica e
ondas. Addison Wesley. 2008.
- TIPLER, P. Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995.
Complementar:
- HENNIS, C.E.; GUIMARÃES, W.O.N.; ROVERSI, J.A. Problemas Experimentais em Física.
Campinas, SP: Unicamp. 1989.
- NETTO, H.P. et al. Física Experimental. São Paulo, SP: Nobel. 1989.
- RAMOS, L.A.M. Física Experimental. Porto Alegra, RS: Mercado Aberto. 1984.
DESENHO TÉCNICO I
Código: 19
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Desenvolvimento do traço. Desenho de observação. Instrumentos de desenho técnico.
Princípios básicos de desenho técnico. Convenções e normas para execução de desenhos técnicos.
32
Caligrafia técnica. Representação gráfica. Escalas. Projeções ortogonais. Cortes. Vistas. Cotagem.
Perspectivas.
Objetivos: Demonstrar a linguagem do desenho técnico a fim de ser compreendida e expressada de
maneira clara e objetiva. Fornecer subsídios para a compreensão e elaboração de desenhos à mão livre
e de desenho técnico instrumental. Desenvolver capacidade de leitura e interpretação de projetos de
Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- BUENO, C.P.; PAPAZOGLOU, R.S. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba, PR: Juruá.
2008.
- MICELI, M.T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro, RJ: Imperial Novo
Milênio. 2001.
Complementar:
- GIONGO, A.R. Curso de Desenho Geométrico. São Paulo, SP: Nobel. 1981.
- GIONGO, A.R. Desenho Geométrico. São Paulo, SP: Nobel. 1980.
CONFORTO, HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO
Código: 20
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Histórico. Higiene e conforto no canteiro de obras. Cores na segurança. Prevenção e proteção
contra incêndios. Ruído: conceitos, níveis, graus, causas e prevenção. Comissão interna de prevenção
de acidentes – CIPA.
Objetivos: Apresentar ao aluno a importância da Engenharia de Segurança, introduzindo conceitos
básicos de higiene, manutenção e segurança no local de trabalho, conforme legislação vigente no
Brasil.
Bibliografia:
Básica:
- EQUIPE ATLAS. Manual de Legislação: segurança e medicina do trabalho. São Paulo, SP: Atlas.
1998
- MENDES, R. Patologia do Trabalho. Rio de Janeiro, RJ: Atheneu. 1995.
- ZICCHIO, Á. Prática e Prevenção de Acidentes. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2000.
Complementar:
- DE CICCO, F. Manual sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho: a nova
norma BS 8800. São Paulo, SP: QSP. 1996.
HIDROLOGIA
Código: 21
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Bacia hidrográfica. Ciclo hidrológico completo. Estudo dos fenômenos hidrológicos:
precipitação, infiltração, evapotranspiração, escoamento superficial, águas subterrâneas. Séries
históricas de dados hidrológicos. Hidrograma. Cheias. Estimativa de vazões de enchente. Drenagem
urbana. Balanço hídrico. Vazão ecológica (vazão de referência). Reservatórios de regularização de
vazões. Armazenamento. Poços profundos. Técnicas de medição de vazão hídrica. Cálculos
hidrológicos para obras de saneamento.
33
Objetivos: Conceituar e definir o ciclo hidrológico, estudando suas principais variáveis, delimitação e
características físicas. Precipitação: sua formação e tipos. Medir uma precipitação em campo e em um
protótipo de laboratório. Analisar dados pluviométricos e calcular a precipitação média sobre a bacia.
Definir infiltração: fatores intervenientes e determinação da capacidade de infiltração. Medir a
capacidade de infiltração em campo ou laboratório (Método do Disco e da Coluna).
Definir evapotranspiração: fatores intervenientes e medida da evapotranspiração. Medir a
evapotranspiração em laboratório ou em campo (protótipo de laboratório). Definir escoamento
superficial: fatores intervenientes e cálculo de determinação. Medir o escoamento superficial em
laboratório ou em campo (protótipo de laboratório).
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS – ABRH. Engenharia Hidrológica e
Métodos Numéricos em Recursos Hídricos. Porto Alegre, RS: ABRH. 1989.
- CANHOLI, A.P. Drenagem Urbana e Controle de Enchentes. São paulo, SP: Oficina de textos.
2010.
- GARCEZ, L.N.; ALVAREZ, G.A. Hidrologia. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2011.
- NOGUEIRA, L. Hidrologia. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 2002.
- PINTO, N.L.S. Hidrologia Básica. 2. São Paulo, SP: Edgar Blucher. 1986.
- TOMAZ, P. Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras Municipais. São Paulo, SP:
Navegar. 2010.
- TUCCI, C.E.M. Hidrologia – ciência e aplicação. Porto Alegre, RS: UFRGS. 1993.
- TUCCI, C.E.M.; PORTO, R.L.L. Drenagem Urbana. Porto Alegre, RS: UFRGS. 1995.
Complementar:
- BOTELHO, M.H.C. Águas de Chuva. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1998.
- FERNANDES, C. Microdrenagem – um estudo inicial. Campina Grande, PB: DEC/CCT/UFPB.
2002.
INTRODUÇÃO À GEOLOGIA
Código: 22
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Evolução dos conceitos da Geologia. Constituição interna do globo terrestre. Movimentos
das placas tectônicas e suas influências na superfície da Terra. Minerais e rochas. Fatores e processos
envolvidos na dinâmica externa e introdução à pedologia. Coluna de tempo geológico e métodos de
datação. Formação e distribuição dos depósitos minerais. Principais aspectos geológicos do território
brasileiro e distribuição dos depósitos minerais.
Objetivos: Fornecer subsídio teórico e metodológico para que o aluno adquira entendimento da
constituição interna do globo terrestre, seu dinamismo e as influências na superfície da Terra.
Capacitar o discente para reconhecer os principais tipos de rochas e minerais. Reconhecer os fatores e
processos envolvidos na formação dos diferentes tipos de solos. Reconhecer a história da Terra e sua
evolução ao longo do tempo geológico, os principais tipos de mineralizações e os principais aspectos
geológicos do território brasileiro.
Bibliografia:
Básica:
- BLOOM, A.L. Superfície da Terra. São Paulo, SP: Edigard Blücher. 1976.
- PETRI, S.; FÚLFARO, V.J. Geologia do Brasil. São Paulo, SP: EDUSP. 1980.
- POPP, J.H. Geologia Geral. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995.
- TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAISCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São
Paulo, SP: Companhia Editora Nacional. 2008.
34
Complementar:
- McALESTER, A.L. História Geológica da Vida. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1971.
- TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São
Paulo, SP: Oficina de Textos. 2000.
SAÚDE PÚBLICA E VIGILÂNCIA SANITÁRIA
Código: 23
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 3°
Obrigatória ( x )
Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
54 h
-
Carga horária
total
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Vigilância sanitária em saúde pública como prática estratégica de Estado, dos sistemas de
vigilância de âmbito local, regional, estadual e federal e dos principais Sistemas de Informação em
Saúde relevantes à gestão de sistemas locais de saúde. Principais áreas de vigilância (vigilância
epidemiológica, sanitária, ambiental, da saúde do trabalhador e etc). Formas de vigilância: tradicional
universal, ativa (incluindo as estratégias “sentinela”) e de segunda geração. A vigilância como
ferramenta para a análise da situação de saúde de coletivos populacionais.A vigilância como
ferramenta para a avaliação epidemiológica de intervenções. A interface vigilância-pesquisa
(operacional e acadêmica). Uso das informações geradas pelos sistemas de vigilância nos processos de
definição de prioridades e intervenções em saúde pública.
Objetivos: Familiarizar o aluno com os usos e as aplicações da Epidemiologia para a gestão da saúde
pública com ênfase na coleta, organização, análise, interpretação, utilização e divulgação de dados
gerados pelos sistemas de vigilância sanitária e outros sistemas de informação em saúde e informações
científicas (literatura disponível) para subsidiar o processo de identificação de problemas
e prioridades em saúde, na identificação de necessidades de investigação, no planejamento,
monitoramento e avaliação das intervenções.
Bibliografia:
Básica:
- FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF:
FUNASA. 2007.
- MEDRONHO, R.A. Epidemiologia. São Paulo, SP: Atheneu. 2008.
- NAOMAR, A.F. Epidemiologia e Saúde: fundamentos, métodos e aplicações. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan. 2011.
- REZENDE, S.C.; HELLER, L. O Saneamento no Brasil: políticas e interfaces. Belo Horizonte,
MG: UFMG. 2011.
Complementar:
- MINAYO, M.C.S.; WAGNER, G. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo, SP: Hucitec. 2009.
- WALDMAN, E.A. Vigilância em Saúde. São Paulo, SP: USP. 1998.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
Código: 24
Período: 3°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Organização do trabalho acadêmico. Formação do hábito e da organização da leitura: a
formação do hábito de estudo e a leitura trabalhada como método. Pensamento e pesquisa científica: o
pensamento científico, a pesquisa científica, os trabalhos científicos. O método. Pesquisa acadêmica.
Objetivos: Desenvolver habilidades de leitura, sistematização de dados, investigação da realidade de
acordo com as exigências da ciência e da tecnologia e produção de trabalhos acadêmicos e científicos.
35
Proporcionar ao aluno técnicas de leitura e sistematização de dados.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e
documentação – Referências – Elaboração. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e
documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e
documentação – Sumário – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e
documentação – Resumo – Apresentação. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e
documentação – Índice – Apresentação. 2004.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e
documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e
documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e
documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011.
- Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG.
- BASTOS, C.L. KELLER, V. Aprendendo a Aprender. Petrópolis, RJ: Vozes. 2005.
- MATOS, K.C. A Arte e a Técnica da Produção Científica. Goiânia, GO: Deescubra. 2002.
Complementar:
- JUNG, C.F. Metodologia para Pesquisa e Desenvolvimento. Rio de Janeiro, RJ: Axcel Books do
Brasil. 2004.
- LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo, SP:
Atlas. 2005.
- SEVERINO, J.A. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo, SP: Cortez. 2000.
36
4º Período
EQUAÇÕESDIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
Código: 25
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 16
Ementa: Equações Diferenciais Ordinárias. Equações Diferenciais Lineares de Ordem Superior.
Aplicações de Equações Diferenciais de Segunda Ordem. Sistemas de Equações Diferenciais
Lineares. Sistemas de Equações Lineares Homogêneos. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares de
Primeira e Segunda Ordem.
Objetivos: Fornecer ao estudante conhecimentos de séries numéricas e de funções, convergências
simples e uniformes, séries de potências e funções analíticas, bem como Equações Diferenciais
Ordinárias de 1ª e 2ª ordem. Sistemas de Equações Diferenciais Ordinárias Lineares e Aplicações. Ao
término da disciplina, o aluno deverá ser capaz de resolver problemas envolvendo séries numéricas de
funções, séries de potências e funções analíticas. Equações Diferenciais Ordinárias e Sistemas de
Equações Diferenciais Lineares Ordinárias oriundas principalmente da modelagem matemática de
problemas físicos e utilizar o computador e softwares matemáticos para a resolução de problemas em
EDOs.
Bibliografia:
Básica:
- BOYCE, W.E.; DIPRIMA, C.R. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Dois. 1979.
- BRONSON, R. Moderna Introdução às Equações Diferenciais. São Paulo, SP: McGraw Hill.
1995.
- BUTKOV. Física Matemática. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Dois. 1978.
- DEMIDOVITCH, B. Problemas e Exercícios de Análise Matemática. São Paulo, SP: Mir Moscou
Exatas. 1977.
- PISKUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Mir Moscou
Exatas. 1977.
- STEWART, J. Cálculo. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Pioneira. 2001.
- SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com Geometria Analítica. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Makron
Books.1994.
- THOMAS, G.B. Cálculo. Volumes 1 e 2. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil. 2002.
- ZILL, D.G.; CULLEN, M.R. Equações Diferenciais. Volumes 1, 2 e 3. São Paulo, SP: Makron
Books. 2001.
Complementar:
- HARTMAN, P. Ordinary Differential Equations. Boston: Birkhäuser. 1982.
- HASSELBLATT, B.; KATOK, A. A First Course in Dynamics. Cambridge University Press.
2003.
- KUZNETSOV, Y.A. Elements of Applied Bifurcation Theory. Springer-Verlag. 1995.
FÍSICA III
Código: 26
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: 18
37
Ementa: Lei de Coulomb. Campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Capacitância. Dielétricos.
Corrente e resistência elétrica. Força eletromotriz. Circuitos elétricos. Campo magnético, Lei de
Ampère. Lei da Indução de Faraday. Indutância. Propriedades magnéticas da matéria.
Objetivos: Aprender os fundamentos de Eletricidade e Magnetismo e criar condições para que o aluno
possa adquirir uma base sólida nos assuntos abordados.
Bibliografia:
Básica:
- CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2007.
- HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física. Volume 3. Rio de Janeiro,
RJ: LTC. 2008.
- NUSSENZVEIG, H.M. Curso de Física Básica 1: eletromagnetismo. São Paulo, SP: Edgard
Blücher. 2002.
- SEARS, F.W.; ZEMANSKY, M,W. Física. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2008.
- TIPLER, P. Física. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1995.
- TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade, magnetismo e ótica. Volume 2. Rio
de Janeiro, RJ: LTC. 2009.
Complementar:
- HENNIS, C.E.; GUIMARÃES, W.O.N.; ROVERSI, E.J.A. Problemas Experimentais em Física.
Campinas, SP: Unicamp. 1989.
- NETTO, H.P. et al. Física Experimental. São Paulo, SP: Nobel. 1989.
- RAMOS, L.A.M. Física Experimental. Porto Alegre, RS: Mercado Aberto. 1984.
TOPOGRAFIA I
Código: 27
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 19
Ementa: Conceituação: topografia e sua divisão. Sistemas de referência (métodos e parâmetros para
sua definição). Métodos de levantamentos planimétricos (métodos, execução e análise).
Representação planimétrica. Métodos para cálculo de áreas.
Objetivos: Capacitar o aluno a medir e representar o relevo a fim de utilizar estes conhecimentos no
projeto e na locação de obras de Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- BORGES, A.C. Topografia. Volume 1. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997.
- BORGES, A.C. Topografia. Volume 2. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997.
Complementar:
- COMASTRI, J.A.; JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada, Medição, Divisão e Demarcação. Viçosa,
MG: UFV. 1990.
DESENHO TÉCNICO II
Código: 28
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
-
Carga horária prática Carga horária total
54 h
54 h
Pré-requisitos: 19
Ementa: Comandos, operações e uso do software AUTOCAD. Desenvolvimento de projetos de
Engenharia utilizando o software AUTOCAD. Aplicações para a Engenharia Ambiental.
38
Objetivos: Fornecer subsídios para a compreensão e elaboração de desenho técnico instrumental em
meio digital. Desenvolver capacidade de leitura e interpretação de projetos em meio digital.
Bibliografia:
Básica:
- BALDAM, R.; COSTA, L. AUTOCAD 2013 – utilizando totalmente. São Paulo, SP: Érica. 2012.
Complementar:
- LIMA, C.C.N.A. Estudo Dirigido de AUTOCAD 2013. São Paulo, SP: Érica. 2012.
MECÂNICA DOS SOLOS I
Código: 29
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 13; 22
Ementa: Origem e formação dos solos. Propriedades físicas e químicas dos solos. Caracterização
geotécnica dos solos a partir dos ensaios de: granulometria, massas específicas e índices de
consistências. Classificação geotécnica dos solos, conforme a classificação unificada e brasileira.
Estudo de compactação dos solos e seu controle no campo. Ensaio de Proctor normal e de campo.
Estudo da resistência à compressão simples dos solos. Ensaio de resistência à compressão simples.
Objetivos: Dotar o discente dos conhecimentos teóricos e práticos básicos de Mecânica dos Solos,
dando ênfase às múltiplas aplicações em Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6459/1984: Solo –
determinação do limite de liquidez. 1984.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7180 – Versão
Corrigida/1988: Solo – determinação do limite de plasticidade. 1988.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10838: Solo –
determinação da massa específica aparente de amostras indeformadas, com emprego de balança
hidrostática - Método de ensaio. 1988.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7181 – Errata 1/1988:
Solo – análise granulométrica. 1988.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7182 – Versão
Corrigida/1988: Solo – Ensaio de compactação. 1988.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7185 – Versão
Corrigida/1988: Solo – determinação da massa específica aparente in situ com emprego do frasco de
areia. 1988.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12770: Solo coesivo –
determinação da resistência à compressão não confinada - Método de ensaio. 1992.
- CAPUTO, H.P. Introdução à Mecânica dos Solos. 6ª edição. Volume I. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
1996.
- FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo,
SP: Oficina de Textos. 2009.
- PINTO, C.S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3ª edição. São Paulo, SP: Oficina de Textos.
2006.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6502: Rochas e Solos.
1995.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13441: Rochas e Solos –
simbologia. 1995.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9252: Solo –
39
determinação do grau de acidez – Método de ensaio. 1986.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6457: Amostras de Solo
– preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização. 1986.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12051: Solo –
determinação do índice de vazios mínimo de solos não-coesivos – Método de ensaio. 1991.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9813: Solo –
determinação da massa específica aparente in situ com emprego de cilindro de cravação – Método de
ensaio. 1991.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12102: Solo – controle
de compactação pelo método de Hilf – Método de ensaio. 1991.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7183: Determinação do
Limite e Relação de Contratação de Solos. 1982.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I
Código: 30
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
81 h
Pré-requisitos: 4
Ementa: Elementos de Ciências dos Materiais. Aglomerantes: conceito, classificação, propriedades e
aplicação. Cimento Portland: definição, processo de produção, mecanismo de hidratação, tipos e
aplicações, propriedades físicas e químicas. Ensaios normalizados com cimento Portland: finura NBR
11579 (MB 3432); área específica (NBR 7224); massa específica (NBR 6474); pega NBR 11580 (MB
3433); expansibilidade (MB 3435); resistência a compressão (NBR7215). Agregados: exploração de
pedreira. Conceito, classificação, obtenção, propriedades. Ensaios normalizados: composição
granulométrica (NBR 7217), massa unitária, inchamento do agregado miúdo (NBR 6467), massa
específica (NBR 7254), argila em Torrões (NBR 7218), materiais pulverulentos (NBR 7219), índice
de matéria orgânica (NBR 7220). Conceito, classificação, propriedades no estado fresco e endurecido.
Estudo de dosagem do concreto, evolução dos métodos de dosagem, objetivos e metodologia geral de
dosagem, definição de Fck, definição da resistência de dosagem, dosagem experimental do concreto,
mistura do traço dosado, correção do traço, determinação da consistência pelo abatimento do tronco
de cone, cálculo/mistura dos traços auxiliares, definição do traço para obra. Produção de concreto:
mistura; transporte; lançamento; adensamento; cura. Concreto e desenvolvimento sustentável.
Objetivos: Levar o aluno a assimilar as tecnologias que envolvem os materiais de construção,
conhecendo suas propriedades e impactos ambientais, despertando nele a consciência crítica que
possibilite analisar o comportamento dos mesmos e optar pelo melhor deles.
Bibliografia:
Básica:
- ALVES, J.D. Materiais de Construção. São Paulo, SP: Nobel. 1976.
- BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1991.
- CALLISTER, J.W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. São paulo, SP:
Guanabara koogan. 2008.
- MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P. Concreto: estrutura, propriedade e materiais. São Paulo, SP: Pini.
1994.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Boletim Técnico BT-106:
guia básico de utilização do cimento Portland. São Paulo, SP: ABCP. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Estudo Técnico - ET-96.
São Paulo, SP: ABCP.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Concreto de Alto
Desempenho – apostila. São Paulo.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Exigências Básicas na
Produção e Aplicação do Concreto em Estruturas. São Paulo.
40
- CAMPOS FILHO, M.P.A. Estrutura dos Materiais. 1991.
- NEVILLE, A. Propriedades do Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1997.
- PETRUCCI, E. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1987.
- PETRUCCI, E. Concreto de Cimento Portland. São Paulo, SP: Globo. 1982.
- VAN VLACK, L.H. Princípio de Ciências e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ:
Campus. 1984.
HIDROGEOLOGIA
Código: 31
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: 22
Ementa: Histórico da hidrogeologia. Ciclo hidrogeológico. Água subterrânea: caracterização das
unidades hidrogeológicas, distribuição, composição química natural, contaminação, definição de
parâmetros hidrodinâmicos, controle geológico/topofigura da disponibilidade, tipos e padrões de fluxo,
potencial dos aquíferos. Dispersão de contaminantes. Características hidráulicas dos aquíferos.
Hidráulica, locação e construção de poços. Métodos de pesquisa de explotação. Hidrogeologia e
mineração.
Objetivos: Capacitar o aluno para atuar diretamente em projetos de Engenharia associados à
hidrogeologia.
Bibliografia:
Básica:
- ALFARO, P.E.M. Fundamentos de Hidrogeologia. Belo Horizonte, MG: Mundi-Prensa. 2005.
- SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL – CPRM. Hidrogeologia: conceitos e aplicações. Brasília,
DF: CPRM. 2010.
- TORRES, V.F.N.; GAMA, C.D. Engenharia Ambiental Subterrânea e Aplicações. Rio de Janeiro,
RJ: CETEM/CYTED. 2005.
Complementar:
- COMPANHIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DE SÃO PAULO –
CETESB. Água Subterrânea e Poços Tubulares. São Paulo, SP: USP. 1984.
- WILEY, J. Hidrogeologia das Águas Subterrâneas. 1987.
INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO E À ECONOMIA
Código: 32
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: O papel da administração e do administrador nas finanças da empresa. Conceitos
econômicos básicos. Risco, retorno e valor. Administração do capital de giro. Fontes de
financiamento a curto e longo prazo. Investimento e custo de capital. Teorias de administração.
Princípios de administração. As funções de planejamento e controle. Administração da produção,
financeira, pessoal e suprimentos. Noções de contabilidade e balanço. Fundamentos do sistema
econômico. Uma visão geral da evolução do capitalismo a nível internacional. A antiga e a nova
divisão do trabalho e seus efeitos sobre a economia brasileira. Introdução à microeconomia (formação
de preços e tipos de mercados). Introdução à macroeconomia (política fiscal e monetária). Noções de
contabilidade nacional.
Objetivos: Adquirir noções da área de administração e economia.
Bibliografia:
41
Básica:
- KWASNICKA, E.L. Introdução à Administração. São Paulo, SP: Atlas. 1995.
- ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. São Paulo, SP: Atlas. 1997.
- SAMANEZ, C.P. Matemática Financeira: aplicações e análise de investimentos. São Paulo, SP:
Makron Books. 1999.
- VICECONTI, P.E.V.; NEVES, S. Introdução à Economia. São Paulo, SP: Frase. 2003.
Complementar:
- GITMAN, L.J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo, SP: Harbra.1997.
- O’ SULLIVAN, A.; SHEFFRIN, S.M.; NISHIJIMA, M. Introdução à Economia: princípios e
ferramentas. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004.
ISOSTÁTICA
Código: 33
Período: 4°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Tratamento vetorial de forças e momentos. Equilíbrio de pontos materiais e de corpos
rígidos. Sistemas equivalentes de forças e momentos. Treliças. Vigas e pórticos. Esforços solicitantes
e diagramas. Propriedades geométricas das seções, curvas e volumes.
Objetivos: Dotar o aluno de conhecimentos básicos da estática dos corpos rígidos e da análise de
estruturas isostáticas lineares, capacitando-o para a aplicação destes conceitos em problemas práticos
da Engenharia Estrutural aplicados à área ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- BEER, F.P.; JOHNSTON, E.R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: estática. São Paulo, SP:
Makron Books. 1994.
- HIBBELER, R.C. Estática: mecânica para engenharia. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004.
Complementar:
- MACHADO J.E.F. Introdução à Isostática. São Paulo, SP: USP. 1999.
- MERIAM, J.L.; KRAIGE, L.G. Mecânica: estática. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2004.
42
5º Período
FENÔMENOS DOS TRANSPORTES
Código: 34
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 18; 25
Ementa: Definições básicas e exemplos de aplicações na Engenharia: grandezas intensivas e
extensivas, fluxo e densidade de fluxo, difusão e advecção de massa e calor, potencial e gradiente do
potencial. Introdução à difusão: leis de Fick, Fourier e Newton, condições de contorno convectivas e
com radiação térmica, exemplos básicos de aplicação a problemas unidimensionais, exemplos de
modelagem concentrada e distribuída na difusão transiente de massa e calor. Cinemática e
Fenomenologia dos Escoamentos de Fluido Ideal e Real. Dissipação de energia nos escoamentos.
Equações básicas da análise de escoamentos: relação entre fluxo advectivo e densidade de fluxo, fluxo
advectivo de grandezas extensivas, relação sistema – volume de controle. Balanços integrais de
massa, energia e quantidade de movimento. Introdução à análise diferencial de escoamentos: balanços
de massa, energia e quantidade de movimento. Análise dimensional e semelhança: problemas de
semelhança e adimensionais importantes em Fenômenos de Transportes.
Objetivos: Transmitir ao estudante os princípios básicos e os conceitos de Mecânica dos Fluidos,
essenciais na análise e projeto dos sistemas em que o fluido é o meio atuante.
Bibliografia:
Básica:
- FOX, R.W.; MCDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
2005.
- INCROPERA, F.P.; DEWITT, D.P. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. Nova
Yorque: John Wiley. 1996.
- VAN WYLEN, G. Fundamentos da Termodinâmica Clássica. São Paulo, SP: Edgard Blucher,
2003.
Complementar:
- BIRD, W. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2005.
- POTTER, M.C.; WIGGERT, D.C. Mecânica dos Fluidos. São Paulo, SP: Thomson. 2004.
- ROMA, N.L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. São Carlos, SP: Rima. 2000.
TOPOGRAFIA II
Código: 35
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 27
Ementa: Conceituação: altimetria e referência de nível. Levantamentos altimétricos (método,
execução e análise). Formas e representação de relevo. Métodos para obtenção de curvas de nível.
Métodos para cálculo de volumes (cortes e aterros).
Objetivos: Capacitar o aluno na altimetria, representação de relevo e cálculo de volumes de obras de
Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- COMASTRI, J.A.; JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada, Medição, Divisão e Demarcação. Viçosa,
43
MG: UFV. 1990.
- COMASTRI, J.A. Planimetria. Viçosa, MG: UFV.
- COMASTRI, J.A.; TULLER, J.C. Topografia – altimetria. Viçosa, MG: UFV. 1999.
Complementar:
- BORGES, A.C. Topografia. Volume 1. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997.
- BORGES, A.C. Topografia. Volume 2. São Paulo, SP: Edgard Blücher Ltda. 1997.
- CORDINI, J.; LOCH, C. Topografia Contemporânea. Florianópolis, SC: UFSC. 1997.
MECÂNICA DOS SOLOS II
Código: 36
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 5°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 29
Ementa: Estudo da permeabilidade dos solos. Ensaios de permeabilidade de carga constante e carga
variável. Estudo do adensamento dos solos. Ensaio de adensamento unidimensional. Estudo da
resistência ao cisalhamento dos solos. Ensaio de cisalhamento direto. Estudo de prospecção e
sondagem dos solos. Amostras de formadas e indeformadas de solo. Aplicações desses estudos na
Engenharia Ambiental.
Objetivos: Determinar os parâmetros: permeabilidade, coeficiente de adensamento e resistência ao
cisalhamento. Elaborar e interpretar um laudo de sondagem. Correlacionar estes parâmetros com suas
respectivas aplicações nas obras de Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13292: Solo –
determinação do coeficiente de permeabilidade de solos granulares à carga constante – Método de
ensaio. 1995.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12007: Solo – ensaio de
adensamento unidimensional – Método de ensaio. 1990.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6484: Solo – sondagens
de simples reconhecimentos com SPT – Método de ensaio. 2001.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14545: Solo –
Determinação do Coeficiente de Permeabilidade de Solos a Carga Variável. 2000.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9604: Abertura de Poço
e Trincheira de Inspeção em Solo, com Retirada de Amostras Deformadas e Indeformadas –
procedimento. 1986.
- CAPUTO, H.P. Introdução à Mecânica dos Solos. 6ª edição. Volume I. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
1996.
- FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo,
SP: Oficina de Textos. 2009.
- PINTO, C.S. Curso Básico de Mecânica dos Solos. 3ª edição. São paulo, SP: Oficina de Textos.
2006.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8036: Programação de
Sondagens de Simples – reconhecimento dos solos para fundações de edifícios – Procedimento.
1983.
- DIN EN ISO 12957-1/2005: Geosynthetics – determination of friction characteristics. Part 1: Direct
shear test (ISO 12957-1:2005). 2005.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II
Código: 37
Período: 5°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
44
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 30
Ementa: Materiais metálicos: importância e aplicação dos materiais metálicos. Propriedades. Aços
para construção. Processo de produção. Controle tecnológico dos aços para construção. Estudo da
NBR 7480. Ensaios de tração e de dobramento. Madeiras: a madeira como material de construção.
Propriedades físicas (densidade, umidade, estabilidade dimensional) e mecânicas (compressão, tração,
cisalhamento). Ensaios físicos (densidade, umidade, estabilidade dimensional) e mecânicos (tração,
compressão e cisalhamento) com madeiras. Polímeros: definição e propriedades. Aplicação como
material de construção. Materiais de construção sustentáveis: conceito e desafios. Materiais
alternativos para construções sustentáveis. Reciclagem de materiais e seu uso.
Objetivos: Levar o aluno a assimilar as tecnologias que envolvem os materiais de construção,
conhecendo suas propriedades e impactos ambientais, despertando nele a consciência crítica que
possibilite analisar o comportamento dos mesmos e optar pelo melhor deles.
Bibliografia:
Básica:
- BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1991.
- MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P. Concreto: estrutura, propriedade e materiais. São Paulo, SP: Pini.
1994.
- CALLISTER, J.W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. São paulo, SP:
Guanabara koogan. 2008.
Complementar:
- CAMPOS FILHO, M.P.A. Estrutura dos Materiais. 1991.
- NEVILLE, A. Propriedades do Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1997.
- PETRUCCI, E. Materiais de Construção. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1987.
- VAN VLACK, L.H. Princípio de Ciências e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ:
Campus. 1984.
NEVILLE, Adam. Propriedades do Concreto, São Paulo, Pini, 2 Ed. 1997.
ECONOMIA AMBIENTAL
Código: 38
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: 32
Ementa: Economia dos recursos naturais: conceitos de recursos não-renováveis e recursos renováveis.
Economia da poluição: externalidades. Teorema de Coase. Princípio do poluidor-pagador.
Instrumentos econômicos. Valoração dos recursos naturais e de danos causados ao meio ambiente:
principais técnicas de valoração empregadas na análise econômica do meio ambiente. Indicadores
ambientais: estatísticas ambientais e sua incorporação na gestão de recursos naturais.
Objetivos: Propiciar uma visão abrangente e crítica dos principais paradigmas que envolvem a
relação entre economia, meio ambiente e desenvolvimento, como eles se desenvolveram no tempo e
quais as suas implicações sobre a gestão ambiental e as políticas públicas relacionadas ao meio
ambiente.
Bibliografia:
Básica:
- DEWAR, E. Uma Demão de Verde: os laços entre grupos ambientais, governos e grandes
negócios. Rio de Janeiro, RJ: Capax Dei. 2007.
- DUPAS, G. Meio Ambiente e Crescimento Econômico. São Paulo, SP: Unesp. 2008.
- MUELLER, C.C. Os Economistas e as Relações entre o Sistema Econômico e o Meio Ambiente.
45
Brasília, DF: UnB. 2007
- ROMEIRO, A. et. al. Economia do Meio Ambiente. Campinas, SP: Unicamp. 1996.
Complementar:
- ALMEIDA, L.T. Política Ambiental: uma análise econômica. Campinas, SP: Unesp. 1998.
- SOUZA, R.S. Entendendo a Questão Ambiental: temas de economia, política e gestão do meio
ambiente. Santa Cruz do Sul, RS: Edunisc. 2000.
TEORIA DAS ESTRUTURAS I
Código: 39
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 5°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 33
Ementa: Conceitos gerais de estruturas. Classificação: hipostáticas, isostáticas e hiperestáticas.
Estruturas isostáticas: definições de estrutura, vínculos, carregamentos, esforços seccionais.
Classificação das estruturas quanto à estaticidade, determinação do grau hiperestático das mesmas.
Estudo de vigas, pórticos, arcos e treliças isostáticas submetidas a cargas fixas. Cálculo de
deslocamento aplicando o Princípio dos Trabalhos Virtuais. Linhas de influência. Análise
computacional de estruturas (utilização de software): aplicação em treliças, vigas e pórticos.
Objetivos: Fornecer os conhecimentos relativos ao comportamento e análise das estruturas isostáticas,
do ponto de vista de ações externas, esforços solicitantes e deslocamentos, considerando suas
aplicações nos sistemas estruturais.
Bibliografia:
Básica:
- BEER, F. et al. Mecânica Vetorial para Engenheiros. São Paulo, SP: Makron Books. 1994
- SORIANO, H.L. Estática das Estruturas. São Paulo, SP: Ciência Moderna. 2007.
- SÜSSEKIND, J.C. Curso de Análise Estrutural. Volume 1. São Paulo, SP: Globo. 1991.
Complementar:
- GORFIN, B. et. al. Estruturas Isostáticas. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1982.
- HIBBELER. R.C. Estática: mecânica para engenharia. São Paulo, SP: Person Education. 2011.
- VIERO, E.H. Isostática Passo a Passo: sistemas estruturais em arquitetura e engenharia. Caxias do
Sul, RS: Educs. 2004.
GERENCIAMENTO DE PROJETOS
Código: 40
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
-
Carga horária prática Carga horária total
27 h
27 h
Pré-requisitos: 32
Ementa: Introdução ao gerenciamento de projetos: conceitos básicos, identificação/estabelecimento
das necessidades e formulação de propostas, ciclo de vida e organização de projetos. Processos de
gestão de projetos. Visão geral das áreas de conhecimento em gestão de projetos: gestão da:
integração, escopo, tempo, custos, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos e aquisições.
Objetivos: Apresentar conhecimentos, habilidades e técnicas utilizadas na iniciação, planejamento,
execução, controle e encerramento de um projeto de Engenharia.
Bibliografia:
Básica:
- TRENTIM, M.H. Gerenciamento de Projetos: guia para as certificações CAPM e PMP. São Paulo,
SP: Atlas. 2010.
46
- VARGAS, R.V. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. Rio de
Janeiro, RJ: Brasport. 2009.
Complementar:
- CARVALHO, M.M.; RABECHINI, J.R. Construindo Competências para Gerenciar Projetos.
São Paulo, SP: Atlas. 2008.
- GIDO, J.; CLEMENTS, J.P. Gestão de Projetos. São Paulo, SP: Thomson Learning. 2007.
MECÂNICA DOS SÓLIDOS
Código: 41
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 5°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 13; 16
Ementa: Princípios e conceitos de Resistência dos Materiais. Fundamentos teóricos do
comportamento mecânico dos sólidos deformáveis. Reconhecer as limitações das hipóteses de cálculo
adotadas. Comportamento e propriedades dos materiais. Determinação das propriedades geométricas
das seções transversais (centróide, Momento de Inércia, Módulo de Resistência Elástico e Plástico,
Raio de Giração, Centro de Torção). Estudo das tensões normais e deformações em tirantes. Estudo
das tensões normais e de cisalhamento em vigas (Flexão Pura e Simples). Estudo das deformações
normais e de cisalhamento em vigas. Estudo das deflexões em vigas. Projeto de vigas. Estudo da
torção de eixos e tubos.
Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários sobre os conceitos fundamentais e
limitações do comportamento mecânico dos sólidos deformáveis. Fornecer subsídios também para que
possa conhecer, entender, identificar e determinar as principais propriedades geométricas das seções
transversais, tensões atuantes, tensões resistentes e deformações em elementos estruturais tracionados,
fletidos e submetidos a torção. Conhecer, compreender e identificar as principais propriedades físicas
dos materiais.
Bibliografia:
Básica:
- BEER, F.P.; JOHNSTON, E.R. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Makron Books. 2005.
- HIBBELER, R.C. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Prentice Hall. 2004.
- NASCH, W.A. Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: McGraw Hill do Brasil. 1982.
Complementar:
- BOTELHO, M.H.C. Resistência dos Materiais: para entender e gostar. São Paulo, SP: Edgard
Blucher. 2008.
- CRAIG JUNIOR, R.R. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2002.
- MELCONIAN, S. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. São Paulo, SP: Érica. 2005.
- POPOV, E.P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1978.
- TIMOSHENKO, S.P.; GERE, J.E. Mecânica dos Sólidos. Volume 1. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
1994.
GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Código: 42
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 28
Ementa: Resíduos sólidos: conceito, panorama mundial e brasileiro; origem; classificação;
características físicas, químicas e biológicas. Gerenciamento integrado de resíduos sólidos:
acondicionamento; coleta; transporte; formas de tratamento e disposição final. Modelos institucionais
para o gerenciamento. Gestão, operação e manutenção de unidades de disposição final de resíduos
47
sólidos. Planejamento, dimensionamento e projeto de unidades de tratamento e disposição final de
resíduos sólidos. Legislação aplicável. Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de
Resíduos Sólidos.
Objetivos: Apresentar a problemática dos resíduos sólidos e as alternativas existentes para equacionar
as questões socioambientais e econômicas advindas de sua geração e disposição final. Desenvolver no
discente a capacidade para propor soluções em diferentes escalas tanto para os resíduos provenientes
de áreas urbanas quanto de plantas industriais. Capacitar o aluno a projetar, construir, gerenciar e
operar unidades de tratamento e disposição final de resíduos sólidos.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10004, 10005, 10006 e
10007.
- BARROS, R.M. Tratado sobre Resíduos Sólidos – gestão, uso e sustentabilidade. Rio de
Janeiro, RJ: Interciência. 2013.
- D’ALMEIDA, M.L.O.; VILHENA, A. Lixo Municipal: manual de gerenciamento integrado. São
Paulo, SP: IPT e CEMPRE. 2010.
- LIMA, L.M.Q. Remediação de Lixões Municipais: aplicações da biotecnologia. São paulo, SP:
Hermus. 2010.
- MANO, E.B.; PACHECO, E.B.A.V.; BONELLI, C.C. Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem.
São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2010.
- RIBEIRO, D.V.; MORELLI, M.R. Resíduos Sólidos: problema ou oportunidade? Rio de Janeiro,
RJ: Interciência. 2009.
Complementar:
- CAIXETA-FILHO, J.V.; BARTHOLOMEU, D.B. Logística Ambiental de Resíduos Sólidos. São
Paulo, SP: Atlas. 2011.
- JARDIM, A.; VALVERDE, J.; YOSHIDA, C. Política Nacional, Gestão e Gerenciamento de
Resíduos Sólidos. Barueri, SP: Manole. 2012.
- MONTEIRO, J.H.P. et al. Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: manual de gerenciamento
integrado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, RJ: IBAM. 2001.
- SCHNEIDER, V.E.; REGO, R.C.E.; CALDART, V. Manual de Gerenciamento de Resíduos
Sólidos de Serviços de Saúde. Caxias do Sul, RS: EDUCS. 2004.
AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
Código: 43
Período: 5°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Conceitos e definições. Impacto ambiental. Sinergia e cumulatividade de impactos
ambientais. Origem e difusão da Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) no mundo e no Brasil.
Objetivos da AIA. O processo de AIA. Metodologias de AIA. Elaboração de Estudos de Impactos
Ambientais e Relatórios de Impactos Ambientais (EIAs/RIMAs). Deficiências de estudos de
EIAs/RIMAs. Legislação aplicável.
Objetivos: Propiciar uma abordagem aprofundada das metodologias de avaliações de impactos
ambientais e suas aplicações práticas (EIAs/RIMAs) por intermédio de atividades específicas.
Capacitar para a exploração da etapa de análise dos impactos e suas ferramentas, para a discussão da
relação entre mitigação de impactos adversos e análise de impactos e para o entendimento da
importância das etapas pós-aprovação de AIA e do acompanhamento ambiental de empreendimentos
licenciados.
Bibliografia:
Básica:
48
- AB’SABER, A.N.; PLANTENBERG, C.M. Previsão de Impactos: o estudo de impacto ambiental
no leste, oeste e sul. Experiência no Brasil, na Rússia e na Alemanha. São Paulo, SP: EDUSP. 2003.
- MULLER-PLANTENBERG, C.; AB'SABER, A.N. Previsão de Impactos. São Paulo, SP: USP.
2008.
- SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impactos Ambientais: conceitos e métodos. São Paulo, SP: Oficina
de Textos. 2008.
Complementar:
- GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand. 2006.
- INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS – BAMA. Avaliação de Impacto Ambiental: agentes sociais, procedimentos e
ferramentas. Brasília, DF: IBAMA. 1995.
49
6º Período
HIDRÁULICA
Código: 44
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
54 h
27 h
81 h
Pré-requisitos: 34
Ementa: Propriedades físicas dos fluidos. Hidrostática. Hidrodinâmica de orifícios, bocais e
vertedores. Condutos livres e forçados. Cinemática: classificação dos movimentos; linhas de corrente e
tubos de corrente. Equação da Continuidade. Equação de Bernoulli. Cálculo de perdas de carga.
Hidráulica dos sistemas de recalque. Tipos de bombas. Cavitação, NPSH. Cálculos hidráulicos para
obras de saneamento.
Objetivos: Proporcionar ao estudante conhecimentos de Hidráulica para aquisição de competências e
habilidades para tratar com assuntos relacionados ao dimensionamento de condutos, estações
elevatórias e temas afins em obras de saneamento ambiental, incentivando-o a conduzir e interpretar
experimentos na área dos problemas hidráulicos.
Bibliografia:
Básica:
- ALVAREZ, G.A. Manual de Hidráulica. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 1996.
- AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de Hidráulica. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2002.
- BAPTISTA, M.B. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2003.
- CANALI, G.V.; CABRAL, J.J.S.P.; AZEVEDO, J.R.G.; MONTENEGRO; S.M.G.L. Hidráulica
Aplicada. 2ª edição. Porto Alegre, RS: ABRH. 2003.
- GARCEZ, L.N. Elementos de Engenharia Hidráulica e Sanitária. São Paulo, SP: SCP. 1982.
- GOMES, H.P. Sistemas de Bombeamento: eficiência energética. João Pessoa, PB: UFPB. 2010.
- LARA, M.; BAPTISTA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Belo Horizonte, MG:
UFMG. 2010.
Complementar:
- BAPTISTA, M.B. et. al. Hidráulica Aplicada. Porto Alegre, RS: ABRH. 2003.
- TOMAZ, P. Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras Municipais. São Paulo, SP:
Navegar. 2010.
CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO
Código: 45
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
54 h
81 h
Pré-requisitos: 28; 35
Ementa: Conceitos: Cartografia e Geoprocessamento. Recursos de Cartografia. Metodologias de
conversão entre estruturas de dados, formas de aquisição, modelagem e manipulação de dados.
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Elaboração de mapas temáticos.
Objetivos: Compreender os principais elementos cartográficos: escala, coordenadas e projeções.
Conceituar e identificar os diferentes produtos de sensoriamento remoto. Conhecer as bandas
espectrais. Identificar e interpretar os alvos a partir de Sensoriamento Remoto. Desenvolver
conhecimentos de metodologias de trabalhos com imagens digitais e analógicas. Digitalização (entrada
de informações no SIG). Capacitar para o tratamento da Informação (cruzamentos, tabulação, medidas,
etc). Gerar modelo numérico do terreno.
Bibliografia:
50
Básica:
- CAMARGO, M.U.C. Sistema de Informações Geográficas como Instrumento de Gestão e
Saneamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010.
- MENDES, C.A.B.; CIRILO, J.A. Geoprocessamento em Recursos Hídricos. Porto Alegre, RS:
ABRH. 2000.
- ROSA, R.; BRITO, J.L.S. Introdução ao Geoprocessamento: sistema de informações geográficas.
Uberlândia, MG: UFU. 1996.
Complementar:
- DUARTE, P.A. Fundamentos da Cartografia. Florianópolis, SC: UFSC. 1994.
- LOCH, C.A. A Fotointerpretação de Imagens Aéreas: noções básicas. Florianópolis, SC: UFSC.
1989.
GESTÃO DO RECURSO SOLO
Código: 46
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: 11; 36
Ementa: Gestão ambiental do solo. Principais situações e causas de degradação da qualidade física,
química e biológica do solo. Caracterização dos mais variados tipos de processos erosivos existentes.
Técnicas de preservação/recuperação/remediação/monitoramento do solo. Padrões de qualidade: valor
de referência de qualidade (VRQ), valor de prevenção (VP) e valor de intervenção/investigação (VI).
Eficácia de ações de conservação edáfica. Legislação ambiental aplicável.
Objetivos: Conhecer o recurso solo e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade ambiental,
de forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade, controle e
monitoramento desse recurso natural.
Bibliografia:
Básica:
- ARAÚJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas.
Rio de Janeiro, RJ: Bertrand. 2005.
- BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do Solo. São Paulo, SP: Ícone. 2010.
- CARVALHO, J.C.; SALES, M.M.; SOUZA, N.M.; MELO, M.T.S. Processos Erosivos no CentroOeste Brasileiro. Brasília, DF: UNB. 2006.
- DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus.
2007.
- GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos,
temas e aplicações. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005.
- RICHARDT, K.; TIMM, J.M. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri,
SP: Manole. 2012.
- TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAISCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São
Paulo, SP: Companhia Editora Nacional. 2008.
Complementar:
- LEPSCH, I.F. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2002.
- PRIMAVESI, A. Manejo Ecológico do Solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo, SP:
Nobel. 2002.
- PRUSKI, F.F. Conservação do Solo e Água: práticas mecânicas para o controle da erosão hídrica.
Viçosa, MG: UFV. 2009.
EMPREENDEDORISMO
Código: 47
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
51
Período: 6°
Obrigatória ( x )
Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
27 h
-
Carga horária
total
27 h
Pré-requisitos: 38; 40
Ementa: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas
implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor nas
organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais e
coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e
liderança. Ética e responsabilidade social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e fora do
negócio. A iniciativa e a tomada de decisão. Risco. A gestão empreendedora de pessoas nas
organizações.
Objetivos: Capacitar o aluno para que se torne um empreendedor da área ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- BERNARDI, L.A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo, SP: Atlas. 2008.
- DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na Prática: mitos e verdades dos empreendedores
de sucesso. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier. 2007.
- DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier. 2005.
- DRUCKER, P.F. Inovação e Espírito Empreendedor (Entrepreneurship): prática e
princípios. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. 2003.
Complementar:
- DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro, RJ:
Campus. 2005.
- SALIM, C.S. Introdução ao Empreendedorismo: despertando a atitude empreendedora. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier. 2010.
PROJETO E ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES
Código: 48
Período: 6°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Pré-requisitos: 10; 13; 16; 28; 35 a 37
Ementa: Investigações geotécnicas para fins de fundações. Definições e tipos de fundações. Critérios
para escolha dos tipos de fundações. Fundações diretas (tipos, capacidade de carga, recalque e projeto).
Análise e dimensionamento de blocos, sapatas (isoladas, associadas, contínuas e em divisas), vigas de
equilíbrio, radier. Ruptura externa e interna de fundações diretas. Fundações profundas (estacas,
tubulões, blocos de coroamento, capacidade de carga, recalques e provas de carga em fundações
profundas). Tópicos do cálculo estrutural de fundações profundas.
Objetivos: Capacitar o aluno a escolher e projetar fundações, satisfazendo critérios geotécnicos,
econômicos e de equilíbrio estático. Torná-lo apto a interpretar os resultados de investigações
geotécnicas para projeto de fundações. Proporcionar ao aluno conhecimento para o reconhecimento
dos tipos de fundações mais adequadas e também as fundações inadequadas para diferentes casos de
carregamento (edificações) e perfis geotécnicos.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6122: Projeto e
Execução de Obras de Fundações.
- HACHIC, W. et. at. Fundações: teoria e prática. São Paulo, SP: Pini. 1998.
52
- SCHNAID, F. Ensaios de Campo e suas Aplicações à Engenharia de Fundações. São Paulo, SP
Oficina de Textos. 2000.
Complementar:
- ALONSO, U.R. Exercícios de Fundações. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1983.
- ALONSO, U.R. Previsão e Controle das Fundações. São Paulo, SP: Edgard Blücher. 1991.
- CINTRA, J.C.A. et. al. Tensões Admissíveis em Fundações Diretas. São Carlos, SP: Rima. 2003.
OBRAS GEOTÉCNICAS
Código: 49
Período: 6°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Pré-requisitos: 10; 16; 26; 28; 35 a 37
Ementa: Projetos geotécnicos de barragens e aterros sanitários: elaboração, dimensionamento e
apresentação.
Objetivos: Definir o pré-dimensionamento da geometria da barragem: taludes, crista, bermas e da
drenagem interna (filtros e drenos). Definir as especificações para: escavações, tratamento de
fundações, lançamento e compactação, impermeabilizações (fundação da barragem e/ou do
reservatório), filtros e drenos e instrumentação e controle. Definir o dimensionamento final da
barragem a partir da análise: da percolação da água através do maciço e das fundações da barragem
(traçado de redes de fluxo em meios porosos), da estabilidade dos taludes e do comportamento
tensão/deformação (prevenção a fissuramentos internos). Definir a forma, disposição e método de
aterramento da instalação. Definir o pré-dimensionamento da geometria do aterro sanitário: taludes,
crista, bermas e sistema de drenagem externa e interna. Definir os sistemas de: cobertura final,
drenagem superficial e drenagem e remoção do percolado e de gases. Definir o dimensionamento final
do aterro sanitário a partir da análise: da percolação da água através do maciço, da
impermeabilização/fundação e da cobertura final (traçado de redes de fluxo em meios porosos) e da
estabilidade do talude final e dos taludes de alteamento.
Bibliografia:
Básica:
- ALMEIDA, M.S.S.; MARQUES, M.E.S. Aterros sobre Solos Moles: projeto e desempenho. São
Paulo, SP: Oficina de Textos. 2010.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8419 – Errata 1/1996:
Apresentação de Projetos de Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Urbanos – procedimento.
1992.
- COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS. Dicionário de Barragens. Porto Alegre, RS: Comitê
Brasileiro de Barragens. 2010.
- FIORI, A.P.; CARMIGNANI, L. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas. São paulo,
SP: Oficina de Textos. 2009.
- GERSCOVICH, D. Estabilidade de Taludes. 1ª edição. São Paulo, SP: Editora Oficina de Textos.
2012.
- LOPES, J.D.S.; LIMA, F.Z. Pequenas Barragens de Terras. Viçosa, MG: Aprenda Fácil. 2005.
- MASSAD, F. Obras de Terras: curso básico de geotecnia. São Paulo, Sp: Oficina de Textos. 2003.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13028: Mineração –
elaboração e apresentação de projeto de barragens para disposição de rejeitos, contenção de
sedimentos e reservação de água. 2006.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15849: Resíduos Sólidos
Urbanos – aterros sanitários de pequeno porte – diretrizes para localização, projeto, implantação,
operação e encerramento. 2010.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8849: Apresentação de
Projetos de Aterros Controlados de Resíduos Sólidos Urbanos – procedimento. 1985.
53
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 1464: Elaboração e
Apresentação de Projeto de Barragens para Disposição de Rejeitos, Contenção de Sedimentos e
Reservação de Água.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9061: Segurança de
Escavação a Céu Aberto – procedimento. 1985.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 11682: Estabilidade de
Encostas. 2009.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13296: Espaço Físico
para o Uso do Solo Urbano – classificação. 1995.
- CRUZ, P.T. 100 Barragens Brasileiras. 2ª edição. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2004.
- FIORI, A.P. Fundamentos de Mecânica dos Solos e das Rochas: aplicações na estabilidade de
taludes. 1ª edição. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2009.
- MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL. Diretrizes Ambientais para Projeto e
Construção de Barragens e Operação de Reservatórios. Brasília, DF: Bárbara Bela Editora Gráfica
e Papelaria Ltda. 2005.
GESTÃO DO RECURSO AR
Código: 50
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: 11
Ementa: Atmosfera. Gestão ambiental do ar. Principais situações e causas de degradação da qualidade
física, química e biológica do ar. Poluentes atmosféricos e seus efeitos. Convenções do Clima.
Aquecimento global e seus desdobramentos. Mecanismos de Desenvolvimento Limpo.
Dimensionamento de equipamentos de controle de emissões (material particulado e gases). O Som e
ruídos: equipamentos e unidade de medida, efeitos no aparelho auditivo humano e na natureza.
Controle de ruídos. Radioatividade. Partículas alfa, beta e ondas gama. Tratamento de rejeitos
radioativos. Padrões de qualidade. Eficácia de ações de proteção da qualidade do ar. Legislação
ambiental aplicável.
Objetivos: Conhecer o recurso ar e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade ambiental, de
forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade, controle e
monitoramento desse recurso natural. Dimensionar equipamentos de controle de poluentes
atmosféricos, incluindo projetos de isolamento acústico.
Bibliografia:
Básica:
- AL GORE. Uma Verdade Inconveniente. Barueri, SP: Manole. 2006.
- BRANCO, S.M.; MURGEL, E. Poluição do Ar. Ribeirão Preto, SP: Moderna. 2004.
- DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus.
2007.
- FLEURY, J.M. Aquecimento Global: o que podemos fazer. Goiânia, GO: Kelps. 2009.
- LENZI, E.; FAVERO, L.O.B. Introdução à Química da Atmosfera. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
2011.
- RICHARDT, K.; TIMM, J.M. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri,
SP: Manole. 2012.
- VIOLANTE, S.; CAMARGO, M.E. Aquecimento Global e Desafios para o Século 21. São Paulo,
SP: Barsa Planeta. 2010.
Complementar:
- RIBEIRO, S.K. Transporte e Mudanças Climáticas. São Paulo, SP: Mauad. 2000.
- SEIFFERT, M.E.B. Mercado de Carbono e Protocolo de Quioto: oportunidades de negócio na
busca de sustentabilidade. São Paulo, SP: Atlas. 2009.
TEORIA DAS ESTRUTURAS II
54
Código: 51
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: 39
Ementa: Sistemas estruturais: definições e exemplos. Estruturas hiperestáticas: generalidades. Método
dos deslocamentos aplicados em vigas contínuas, pórticos e grelhas. Determinação dos esforços e
deslocamentos. Efeitos de recalques nos apoios, variação de temperatura e vínculos elásticos. Análise
computacional de estruturas (utilização de software): Aplicação em vigas contínuas, pórticos e grelhas.
Objetivos: Fornecer os conhecimentos relativos ao comportamento e análise das estruturas
hiperestáticas, do ponto de vista de ações externas, esforços solicitantes e deslocamentos, considerando
suas aplicações nos sistemas estruturais.
Bibliografia:
Básica:
- SORIANO, H.L. LIMA, S.S. Análise de Estruturas. Volume1. Rio de Janeiro, RJ: Ciência
Moderna. 2007.
- SÜSSEKIND, J.C. Curso de Análise Estrutural. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1983.
Complementar:
- POLILLO, A. Exercícios de Hiperestática. Rio de Janeiro, RJ: Científica. 1982.
- ROCHA, A.M. Teoria e Prática das Estruturas. Volume 3. Rio de Janeiro, RJ: Científica, 1973.
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
Código: 52
Período: 6°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: 11
Ementa: Ciclo hidrológico. Águas superficiais e subterrâneas. A água enquanto recurso natural
renovável. Disponibilidade hídrica. Principais situações e causas de degradação da qualidade física,
química e biológica da água. Poluentes aquáticos e seus efeitos. Reúso de água. Equipamentos de
controle de poluentes hídricos. Padrões de qualidade. Conflitos pelo uso da água (especialmente no
tocante à determinação de vazões de referência). A gestão dos recursos hídricos como ferramenta
indispensável de preservação, conscientização e controle do uso da água. Legislação aplicável.
Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. Sistema Nacional de
Gerenciamento de Recursos Hídricos. Eficácia de ações de proteção da qualidade da água.
Objetivos: Conhecer os recursos hídricos e os fatores que interferem no seu equilíbrio/qualidade
ambiental, de forma a adotar mecanismos de gestão que possibilitem a preservação da qualidade,
controle e monitoramento desse recurso natural.
Bibliografia:
Básica:
- DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus.
2007.
- MAGALHÃES JUNIOR, A.P. Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil. 2010.
- REBOUÇAS, A.C.; BRAGA, B.; TUNDISI, J.G. Águas Doces do Brasil: capital ecológico, uso e
conservação. São Paulo, SP: Escrituras. 2002.
- SILVA, J.M.O.; SILVA, E.V.; SEABRA, G.; RODRIGUEZ, J.M.M. Gestão dos Recursos Hídricos
e Planejamento Ambiental. João Pessoa, PB: UFPB. 2010.
- TELLES, D.D.; COSTA, R.P. Reúso de Água: conceitos, teorias e práticas. São Paulo, SP: Edgard
Blucher. 2010.
55
- TORRES, V.F.N.; GAMA, C.D. Engenharia Ambiental Subterrânea e Aplicações. Rio de Janeiro,
RJ: CETEM/CYTED. 2005.
- TUNDISI, J.G.; MATSUMURA-TUNDISI, T. Recursos Hídricos no Século XXI. São Paulo, SP:
Oficina de textos. 2012.
Complementar:
- MANCUSO, P.C.S.; SANTOS, H.F. Reúso de Água. Barueri, SP: Manole. 2003.
- TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2008.
TOXICOLOGIA AMBIENTAL
Código: 53
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 6°
Obrigatória ( x )
Carga horária teórica
Optativa ( )
Carga horária prática Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: 5; 11; 14
Ementa: Introdução à ecotoxicologia. Histórico. Distribuição e movimentação de toxicantes
ambientais. Toxicologia de poluentes e suas influências nos metabolismos dos seres vivos.
Organismos-teste mais utilizados em bioensaios. Técnicas de realização de ensaios ecotoxicológicos.
Biomonitoramento de áreas impactadas.
Objetivos: Conhecer os conceitos afetos à Toxicologia Ambiental e saber aplicar esta área do
conhecimento como instrumento de planejamento e gestão ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- AZEVEDO, F.A.; CHASIN, A.A.M. As Bases Toxicológicas da Ecotoxicologia. São Carlos, SP:
Rima. 2003.
- ZAGATTO, P.A.; BERTOLETTI, E. Ecotoxicologia Aquática: princípios e aplicações. 2ª edição.
São Carlos, SP: Rima. 2008.
Complementar:
- ESPÍNDOLA, E.L.G.; PASCHOAL; C.M.R.B.; ROCHA, O.; BOHRER, M.B.C.; NETO; A.L.O.
Ecotoxicologia: perspectivas para o século XXI. São Carlos, SP: Rima. 2000.
LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
Código: 54
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 6°
Obrigatória ( x )
Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
27 h
-
Carga horária
total
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Histórico da legislação ambiental nacional e internacional. Instrumentos da Política Nacional
de Meio Ambientem (Lei nº 6.938/81). Legislação ambiental nacional, estadual e municipal.
Estabelecimento de padrões ambientais. Aspectos legais e institucionais relativos à poluição.
Detalhamento dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente.
Objetivos: Capacitar o discente a conhecer a legislação positiva que permeia as questões ambientais
pátrias e internacionais aplicáveis em nosso sistema normativo, bem como explicitar a forma de
aplicabilidade legal no intuito de fornecer-lhe senso crítico ao ponto de torna-lo capaz de fomentar o
aprimoramento próprio continuado acerca do conteúdo da disciplina.
Bibliografia:
Básica:
- MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP:
Revista dos Tribunais. 2013.
56
- MORATO, J.R.; BELLO FILHO, N.B. Direito Ambiental Contemporâneo. Barueri, SP: Manole.
2004.
- PHILIPPI JUNIOR, A.; ALVES, A.C. Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental. Barueri, SP:
USP. 2012.
- PRADO, L.R. Direito Penal do Ambiente. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2011.
Complementar:
- CARVALHO, E.M. Tutela Penal do Patrimônio Florestal Brasileiro. São Paulo, SP: Revista dos
Tribunais. 1999.
- POMPEU, C.T. Direito de Águas no Brasil. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais. 2010.
57
7º Período
PROJETO E ESTRUTURAS DE CONCRETO I
Código: 55
Período: 7°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 28; 51
Ementa: Introdução ao estudo do concreto armado. Introdução ao projeto estrutural de concreto
armado. Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento da armadura longitudinal em peças
fletidas (flexão). Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento de armadura transversal em
peças fletidas (cisalhamento). Análise dos esforços, dimensionamento e detalhamento da armadura em
vigas submetidas à torção.
Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários para leitura, elaboração de projeto,
análise, dimensionamento e detalhamento de elementos de estruturas correntes de concreto armado.
Determinar valor da armadura de flexão para vigas e lajes maciças. Determinar a armadura de
cisalhamento para vigas. Verificar os estados limites de utilização. Detalhar a armadura longitudinal e
transversal na seção transversal. Detalhar a armadura longitudinal ao longo de vigas e lajes maciças.
Dimensionamento e detalhamento de vigas submetidas à torção. Elaborar um projeto estrutural em
concreto armado.
Bibliografia:
Básica:
- CARVALHO, R.C; FILHO. J.R.F. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto
Armado Segundo a NBR 6118: 2003. São Carlos, SP. EDUFSCAR. 2007.
- CLÍMACO, JC.T.S. Estruturas de Concreto Armado: fundamentos, projeto e verificação.
Brasília, DF: UnB. 2008.
- FUSCO, P.B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1995.
Complementar:
- ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. Volumes 1, 2, 3 e 4. Porto Alegre, RS: Dunas. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6118: Projeto e
Execução de Estruturas de Concreto. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6120: Cargas para o
Cálculo de Estruturas de Edificações. 1980.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8681: Ações e
Segurança nas Estruturas. 1984.
- ISAIAS, G.C. Concreto: ensino, pesquisa e realizações. São Paulo, SP: Ibracon. 2005.
- LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. Construções de Concreto. Volumes 1, 2 e 3. Rio de Janeiro, RJ:
Interciência. 1977.
- SUSSEKIND, J.C. Curso de Concreto. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1977.
GEOTECNIA AMBIENTAL
Código: 56
Período: 7°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 11; 49
Ementa: Erosão dos solos e hídrica: processos e modelos. Ensaios de erodibilidade. Estabilidade de
encostas. Transporte de poluentes no solo e nas águas subterrâneas. Tecnologias de remediação e
monitoramento de áreas contaminadas.
58
Objetivos: Identificar e caracterizar os condicionantes geológicos, hidrogeológicos e geomorfológicos
nos diferentes estudos. Determinar a erodibilidade do solo pelo ensaio de Inderbitzen. Estabelecer as a
migração de contaminantes a partir dos locais de disposição de resíduos ou de instalações industriais.
Apresentar as diferentes tecnologias utilizadas na remediação e no monitoramento de áreas
contaminadas.
Bibliografia:
Básica:
- BOSCOV, M.E.G. Geotecnia Ambiental. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2008.
CAMAPUM, C. et al. Ensaio de Inderbitzen. 2006.
- MASSAD, F. Obras de Terra: curso básico de geotecnia. São paulo, SP: Oficina de Textos. 2010.
- SILVA, A. M.; SCHULZ, H.E.; CAMARGO, P. B. Erosão e Hidrossedimentologia em Bacias
Hidrográficas. São Carlos, SP: Rima. 2003.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9061: Segurança de
Escavação a Céu Aberto – procedimento. 1985.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 11682: Estabilidade de
Encostas. 2009.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13296: Espaço Físico
para o Uso do Solo Urbano – classificação. 1995.
RISCOS E PASSIVOS AMBIENTAIS
Código: 57
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 7°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 11
Ementa: Riscos ambientais: tipos, diagnóstico, ações para mitigação e legislação pertinente. Plano de
Gerenciamento de Riscos (PGR). O passivo ambiental de empreendimentos potencial ou efetivamente
poluidores. Metodologias de investigações de passivos ambientais. Gestão ambiental de áreas
contaminadas. Relatório de Investigação de Passivo Ambiental (RIPA). Legislação aplicável.
Objetivos: Possibilitar ao acadêmico o acesso ao conhecimento e à prática sobre o gerenciamento de
riscos e passivos ambientais e suas consequências para o homem e para o meio ambiente, prevenindoos na engenharia e desengenharia das mais variadas atividades antrópicas.
Bibliografia:
Básica:
- INSTITUTO EKOS BRASIL. Áreas Contaminadas: remediação e revitalização – estudos de caso
nacionais e internacionais. Volume 3. São Paulo, SP: Signus. 2007.
- MINISTÉRIO DAS CIDADES. Prevenção de Riscos de Deslizamentos em Encostas – guia
prático para elaboração de Políticas Municipais. Brasília, DF: Ministério das Cidades. 2006.
- SÁNCHEZ, L.E. Desengenharia – o passivo ambiental na desativação de empreendimentos
industriais. São Paulo, SP: EDUSP. 1998.
- SCHIANETZ, B. Passivos Ambientais – levantamento histórico, avaliação de periculosidade e
ações de recuperação. Curitiba, PR: SENAI. 1999.
Complementar:
- INSTITUTO EKOS BRASIL. Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas: aspectos
técnicos, legais e financeiros. São Paulo, SP: Signus. 2004.
- MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e Revitalização de Áreas Contaminadas –
aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo, SP: Signus. 2004.
PROJETO E INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
Código: 58
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
59
Período: 7°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 28; 44
Ementa: Projetar e executar sistemas de instalações hidráulicas e os subsistemas de água fria e
combate a incêndio. Sistema de instalações hidráulicas de água quente, esgoto sanitário e água
pluvial. Inter-relação entre os sistemas hidrossanitários e os sistemas estruturais e de vedação.
Objetivos: Ao final do curso, o aluno deverá ser capaz de acompanhar, desenvolver e gerenciar
projetos e execução de instalações hidrossanitárias, segundo normas e exigências técnicas.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 5626: Instalação
Predial de Água Fria. 1998.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7198: Projeto e
Execução de Instalações Prediais de Água Quente. 1993.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 1097: Proteção Contra
Incêndio por Chuveiro Automático. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13714: Sistema de
Hidrantes e Mangotinhos para o Combate a Incêndio. 2005.
Complementar:
- HELLER, L. Abastecimento de Água para Consumo. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1998.
- MELO, V.O.; NETO, J.A. Instalações Prediais Hidraulico-sanitárias. São Paulo, SP: Edgadr
Blucher. 1988.
PROJETOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Código: 59
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 7°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 26; 28
Ementa: Ler, interpretar e executar projetos de uma instalação elétrica residencial em baixa tensão,
obedecendo às normas da ABNT e CELG. Conferir a execução de uma instalação elétrica. Planejar
instalação elétrica para canteiro de obras visando segurança contra choque elétrico e tipo de carga.
Objetivos: Promover o interesse pelas questões relacionadas ao sistema elétrico no Brasil através do
desenvolvimento de um projeto elétrico residencial. Desenvolver a competência para ler, interpretar e
executar projetos de uma instalação elétrica residencial em baixa tensão, obedecendo às normas da
ABNT e CELG.
Bibliografia:
Básica:
- CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. São Paulo, SP: Érica. 2011.
- COTRIM, A.; Bittencurt. A.M. Instalações Elétricas. São Paulo, SP: McGraw-Hill. 2007.
- NISKIER, J. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan. 2008.
Complementar:
- CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS. NTC 04 – Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão
Secundária de Distribuição. Goiânia, GO: CELG. 2004.
TRATAMENTO DE ÁGUA DE ABASTECIMENTO
Código: 60
Período: 7°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
60
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28
Ementa: Fontes de água. Normas de qualidade. Processos de tratamento. Principais parâmetros de
projeto. Sedimentação simples. Aeração. Coagulação. Mistura. Floculação. Flotação. Decantação.
Filtração rápida e lenta. Técnicas por membranas. Adsorção e troca iônica. Desinfecção. Técnicas
especiais de tratamento de águas para fins domésticos e industriais. Abrandamento por precipitação.
Remoção de ferro e manganês. Fluoretação. Estabilidade química. Tratamento de lodo de ETAs. Casa
de Química.
Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de água de
abastecimento.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL – ABES.
Tratamento de Águas de Abastecimento por Filtração em Múltiplas Etapas. Rio de Janeiro, RJ:
ABES. 1999.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.216: Projeto de
Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público. 1992.
- COELHO, A.C. Micromedição em Sistemas de Abastecimento de Água. João Pessoa, PB: UFPB.
2010.
- DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro,
RJ: ABES. 2002.
- DI BERNARDO, L. Tratamento de Água para Abastecimento por Filtração Direta. Rio de
Janeiro, RJ: ABES. 2003.
- DI BERNARDO, L.; DI BERNARDO, A.; CENTURIONE FILHO, P.L. Ensaios de Tratabilidade
de Água e dos Resíduos Gerados em Estações de Tratamento de Água. São Carlos, SP: Rima.
2002.
- DI BERNARDO, L.; SABOGAL-PAZ, P. Seleção de Tecnologias de Tratamento de Água.
Volumes 1e 2. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010.
- FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF:
FUNASA. 2007.
- GOMES, H.P.; GARCÍA, R.P.; REY, P.L.I. Abastecimento de Água: o estado da arte e técnicas
avançadas. João Pessoa, PB: UFPB. 2010.
- HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de Água para Consumo Humano. Belo Horizonte,
MG: UFMG. 2006.
- LEMES, F.P. Teoria e Técnicas de Tratamento de Água. São Paulo, SP: CETESB. 1979.
- LIZÂNIO, M. Fundamentos de Qualidade e Tratamento de Água. Campinas, SP: Átomo. 2005.
- RICHTER, C.A.; NETO, J.M.A. Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2001.
- RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP:
Edgard Blucher. 2001.
- RICHTER, C.A. Água: métodos e técnicas de tratamento. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2009.
- RICHTER, C.A.; AZEVEDO NETTO, J.M. Tratamento de Água e Tecnologia Atualizada. São
Paulo, SP: Edgard Blucher. 1991.
- ROCHA, M.V. Hidráulica Aplicada às Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG:
Imprimatur. 1997.
- UMBUZEIRO, G.A. Guia de Potabilidade para Substâncias Químicas. São paulo, SP: Limiar.
2010.
Complementar:
- DI BERNARDO, L. Algas e suas Influências na Qualidade das Águas e nas Tecnologias de
Tratamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1995.
- DANIEL, L.A. Processos de Desinfecção e Desinfetantes Alternativos na Produção de Água
Potável. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2001.
- REALI, M.A.P. Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de
Tratamento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1999.
61
- RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP:
Edgard Blucher. 2000.
- VIANNA, M.R. Casa de Química para Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG:
IEA. 1994.
TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS
Código: 61
Período: 7°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28
Ementa: Objetivos do tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Princípios
básicos do tratamento biológico de esgotos domésticos: microbiologia e ecologia do tratamento de
esgotos. Cinética de utilização do substrato e da biomassa. Principais parâmetros de projeto. Processos
aeróbios x processos anaeróbios. Principais parâmetros de projeto. Tratamento preliminar e primário.
Tratamento secundário: lagoas de estabilização e variantes; lodos ativados e variantes; fossa séptica,
filtro anaeróbio e UASB; filtro biológico aeróbio, biodiscos e sistemas de disposição no solo.
Tratamento terciário. Avaliação de impactos do destino final das águas residuárias. Tratamento e
disposição de lodos de ETE.
Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de
efluentes domésticos.
Bibliografia:
Básica:
- ANDRADE NETO, C.O. Sistema Simples para Tratamento de Esgotos Sanitários: experiência
brasileira. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1997.
- ANDREOLI, C.V.; SPERLING, M.V.; FERNANDES, F. Lodo de Esgotos: tratamento e disposição
final. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.209: Projeto de
Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário. 1992.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7.229: Projeto,
Construção e Operação de Sistemas de Tanques Sépticos. 1993.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.969: Unidades de
Tratamento Complementar e Disposição Final dos Efluentes Líquidos: projeto, construção e
operação. 1997.
- CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5:
Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997.
- CHERMICHARO, C.A.L. Reatores Anaeróbios. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2010.
- CRESPO, P.G. Manual de Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto. Rio de Janeiro, RJ:
ABES. 2005.
- FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF:
FUNASA. 2007.
- IMHOFF, K.R. Manual de Tratamento de Águas Residuárias. São Paulo, SP: Edgard Blucher.
2002.
- JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES.
2005.
- KELLNER, E.; PIRES, E.C. Lagoas de Estabilização: projeto e operação. Rio de Janeiro, RJ:
ABES. 2010.
- NUVOLARI, A. Dicionário Saneamento Ambiental. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2010.
- PROGRAMA DE PESQUISA EM SANEAMENTO BÁSICO – PROSAB. Pós-Tratamento de
Efluentes de Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: PROSAB. 2001.
- SANTANNA JUNIOR, G.L. Tratamento Biológico de Efluentes: fundamentos e aplicações. Rio
de Janeiro, RJ: Interciência. 2011.
- SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos
ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002.
62
- SPERLING, M.V. Lagoas de Estabilização. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010.
- SPERLING, M.V. Princípios Básicos do Tratamento de Esgoto. Belo Horizonte, MG: UFMG.
2010.
- SPERLING, M.V. Lodos Ativados. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2010.
Complementar:
- METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw
Hill. 1982.
- NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo,
SP:Edgard Blucher. 2003.
TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS
Código: 62
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 7°
Obrigatória ( x )
Optativa ( )
Carga horária teórica
Carga horária prática
27 h
27 h
Carga horária
total
54 h
Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28
Ementa: Características e classificação dos efluentes líquidos industriais. Principais parâmetros de
projeto. Metodologias de tratamento. Tratamento preliminar e primário: remoção de sólidos
suspensos, óleos e metais pesados. Tratamento secundário: processos biológicos aeróbios e anaeróbios.
Tratamento terciário: desinfecção, adsorção, membranas, troca iônica, processos oxidativos avançados,
processos enzimáticos. Reúso de efluentes industriais. Avaliação de impactos do destino final das
águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos de ETE.
Objetivos: Capacitar o aluno para conceber, dimensionar e projetar unidades de tratamento de
efluentes industriais.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13.969: Unidades de
Tratamento Complementar e Disposição Final dos Efluentes Líquidos: projeto, construção e
operação. 1997.
- CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de Tratamento de Efluentes Industriais. São Paulo, SP:
J.E.Cavalcanti. 2009.
- FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE – FUNASA. Manual de Saneamento. Brasília, DF:
FUNASA. 2007.
- NUNES, J.A. Tratamento Físico-Químico de Efluentes Industriais. Rio de Janeiro, RJ: ABES.
1995.
- NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo,
SP:Edgard Blucher. 2003.
- SANTOS FILHO, D.F. Tecnologia de Tratamento de Água: água para indústria. São Paulo, SP:
Nobel. 1989.
Complementar:
- METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw
Hill. 1982.
- SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos
ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002.
PLANEJAMENTO AMBIENTAL
Código: 63
Período: 7°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
63
Pré-requisitos: 11; 14; 23; 28
Ementa: Política de desenvolvimento integrado e suas características. Instrumentos de gestão e suas
implementações: conceitos e práticas. Base legal e institucional para gestão ambiental. Legislação
ambiental. Controle de qualidade ambiental. Planejamento ambiental: conceitos, requisitos, premissas,
evolução, vertentes, instrumentos, etapas, modelos e técnicas do planejamento ambiental. Inserção do
planejamento no sistema de gestão ambiental.
Objetivos: Capacitar o aluno para repensar as matrizes teórico-metodológicas de gestão ambiental a
partir de um envolvimento capaz de constituir formas de integração referenciadas em práticas de
planejamento ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- ALMEIDA, J.R. Planejamento Ambiental: caminho para a participação popular e gestão ambiental
para o nosso futuro comum. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 1999.
- ALMEIDA, J.R.; BASTOS, A.C.S.; SILVA, D.M.; MALHEIROS, T.M. Política e Planejamento
Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2009.
- NEGRET, R. Ecossistema: unidade básica para o planejamento de ocupação territorial. Rio de
Janeiro, RJ: FGV. 1992.
- SANTOS, R.F. Planejamento Ambiental: teoria e prática. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2004.
- SZABÔ, A.M.J. Guia Prático de Planejamento e Gestão Ambiental. São Paulo, SP: Rideel. 2009.
Complementar:
- BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri,
SP: Manole. 2004.
- CASTRO, N. Curso Básico de Gestão Ambiental. Brasília, DF: SEBRAE. 2004.
64
8º Período
PROJETO E ESTRUTURAS DE CONCRETO II
Código: 64
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 8°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 55
Ementa: Análise, dimensionamento e detalhamento de pilares, escadas, reservatórios e marquises.
Objetivos: Fornecer ao aluno conhecimentos básicos e necessários para leitura, elaboração de projeto,
análise, dimensionamento e detalhamento de elementos como pilares, escadas, reservatórios e
marquises. Elaborar projetos estruturais em concreto armado destes elementos.
Bibliografia:
Básica:
- ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. Volumes 1, 2, 3 e 4. Porto Alegre, RS: Dunas. 2003.
- ARAÚJO, J.M. Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto Armado: um exemplo completo.
Porto Alegre, RS: Dunas. 2009.
- CARVALHO, R.C; FILHO. J.R.F. Cálculo e Detalhamento de Estruturas Usuais de Concreto
Armado. Segundo a NBR 6118: 2003. São Carlos, SP. EDUFSCAR. 2007.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6118: Projeto e
Execução de Estruturas de Concreto. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6120: Cargas para o
Cálculo de Estruturas de Edificações. 1980.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 8681: Ações e
Segurança nas Estruturas. 1984.
- CLÍMACO, JC.T.S. Estruturas de Concreto Armado: fundamentos, projeto e verificação.
Brasília, DF: UnB. 2008.
- FUSCO, P.B. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. São Paulo, SP: Pini. 1995.
- ISAIAS, G.C. Concreto: ensino, pesquisa e realizações. São Paulo, SP: Ibracon. 2005.
- LEONHARDT, F.; MÖNNIG, E. Construções de Concreto. Volumes 1, 2 e 3. Rio de Janeiro, RJ:
Interciência. 1977.
- SUSSEKIND, J.C. Curso de Concreto. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro, RJ: Globo. 1977.
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Código: 65
Período: 8°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 60
Ementa: Manancial. Quantidade de água a ser fornecida. Redes de água. Captação. Adução.
Reservação e distribuição. Principais parâmetros de projeto.
Objetivos: Consolidar os conceitos de saneamento básico através do desenvolvimento de projetos
básicos e executivos de sistemas de abastecimento de água.
Bibliografia:
Básica:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12.216: Projeto de
Estação de Tratamento de Água para Abastecimento Público. 1992.
65
- GOMES, H.P. Sistema de Abastecimento de Água: dimensionamento econômico e operação de
redes e elevatórias. João Pessoa, PB: UFPB. 2004.
- HELLER, L.; PÁDUA, V.L. Abastecimento de Água para Consumo Humano. Belo Horizonte,
MG: UFMG. 2006.
- TSUTIYA, M.T. Abastecimento de Água. São Paulo, SP: USP. 2005.
Complementar:
- DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro,
RJ: ABES. 2002.
- ROCHA, M.V. Hidráulica Aplicada às Estações de Tratamento de Água. Belo Horizonte, MG:
Imprimatur. 1997.
SISTEMAS DE ESGOTOS
Código: 66
Período: 8°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
27 h
27 h
54 h
Pré-requisitos: 61; 62
Ementa: Abordagem dos diferentes aspectos ligados aos sistemas urbanos de esgoto sanitário, com
ênfase no projeto e operação. Estudos dos componentes de sistemas de esgoto sanitário municipais,
analisando-se as principais alternativas tecnológicas utilizadas na operação desses sistemas.
Hidráulica de redes de esgotos. Sistemas de esgotos sanitário: redes coletoras, interceptores,
emissário, estações elevatórias e estações de tratamento.
Objetivos: Consolidar os conceitos de saneamento básico através do desenvolvimento de projetos
básicos e executivos de sistemas de esgoto sanitário.
Bibliografia:
Básica:
- CHERNICHERO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5:
Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997.
- CRESPO, P.G. Manual de Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto. Rio de Janeiro, RJ:
ABES. 2005.
- JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES.
2000.
- PEREIRA, J.A.R.; SILVA, J.M.S. Rede Coletora de Esgoto Sanitário: projeto, construção e
operação. Belém, PA: UFPA. 2012.
- SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos
ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002.
Complementar:
- METCALF; EDDY. Wastewater Engineering: treatment, disposal and reuse. New Delhi, McGraw
Hill. 1982.
- NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo,
SP:Edgard Blucher. 2003.
MODELAGEM AMBIENTAL
Código: 67
Período: 8°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
27 h
54 h
Pré-requisitos: 15 a 17
Ementa: Sistemas e modelos ambientais. Dinâmica de sistemas lineares e não-lineares. Hierarquia de
sistemas. A evolução da modelagem no mundo e no Brasil. A modelagem como instrumento de
planejamento e gestão ambiental. Características, potencialidades e usos da modelagem de sistemas
66
naturais, principalmente de águas superficiais e subterrâneas, ar e solo. Principais modelos de sistemas
ambientais existentes.
Objetivos: Proporcionar ao aluno o entendimento da modelagem de sistemas ambientais como
instrumento de planejamento e gestão ambiental. Proporcionar o manuseio de modelos de sistemas
ambientais.
Bibliografia:
Básica:
- FRAGOSO JUNIOR, C.R.; FERREIRA, T.F.; MARQUES, D.M. Modelagem Ecológica em
Ecossistemas Aquáticos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2009.
- SPERLING, M.V. Estudos e Modelagem da Qualidade da Água de Rios. Volume 7. Belo
Horizonte, MG: UFMG. 2007.
Complementar:
- CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo, SP: Edgar Blucher.
1999.
- MEADOWS, D.; RANDERS, J.; MEADOWS, D. Limites do Crescimento – a atualização de trinta
anos. Rio de Janeiro, RJ: QualityMark. 2007.
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Código: 68
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 8°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: 46; 57
Ementa: Processos de degradação ambiental. Características e importância da vegetação ciliar e do
solo. A importância de programas de revegetação ciliar e as perspectivas da ecologia de restauração,
reabilitação e recuperação. Adequação ambiental de unidades naturais e de produção. Técnicas e
projetos de recuperação de áreas degradadas, especialmente de processos erosivos, terrenos
desmatados e áreas de mineração. Técnicas de Engenharia Naturalística de recuperação de áreas
degradadas. Produção de mudas de espécies vegetais nativas indicadas para recuperação de ambientes
degradados. Legislação e normas aplicáveis.
Objetivos: Capacitar o aluno a conceber e projetar alternativas/medidas de recuperação de áreas
degradadas. Elaborar Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADs). Avaliar as formas de
recuperação mais adequadas em situações específicas.
Bibliografia:
Básica:
- ARAÚJO, G.H.S.; ALMEIDA, J.R.; GUERRA, A.J.T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas.
Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005.
- CARVALHO, J.C.; SALES, M.M.; SOUZA, N.M.; MELO, M.T.S. Processos Erosivos no CentroOeste Brasileiro. Brasília, DF: UNB. 2006.
- DURLO, M.; SUTILI, F. Bioengenharia: manejo biotécnico de cursos d’água. Porto Alegre, RS:
Est Edições. 2005.
Complementar:
- GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos Solos: conceitos,
temas e aplicações. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil. 2005.
- RIBEIRO, J.F.; FONSECA, C.E.L.; SOUSA-SILVA; J.C. Cerrado: caracterização e recuperação de
matas de galeria. Planaltina, DF: EMBRAPA. 2001.
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL
Código: 69
Período: 8°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática Carga horária total
67
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: Todas até o 7º período
Ementa: O meio ambiente e as questões ambientais globais. Gestão ambiental. Sistema de Gestão
Ambiental (SGA) modelo ISO. Etapas do SGA.
Objetivos: Capacitar o discente para que possa estabelecer a relação entre as questões ambientais
globais e a gestão organizacional por intermédio do Sistema de Gestão Ambiental ISO 14001.
Apresentar uma proposta para implantação de um Sistema de Gestão Ambiental.
Bibliografia:
Básica:
- MOREIRA, M.S. Estratégia e Implantação do Sistema de Gestão Ambiental (Modelo ISO
14000). São Paulo, SP: INDG Tecnologia e Serviços Ltda. 2010.
- POLETO, C. Introdução ao Gerenciamento Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Inteciência. 2010.
- SEIFFERT, M.E.B. ISO 14001 – Sistemas de Gestão Ambiental – implantação objetiva e
econômica. São Paulo, SP: Atlas. 2011.
- SEIFFERT, M.E.B. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) e Saúde e Segurança
Ocupacional (OHSAS 18001) – vantagens da implantação integrada. São Paulo, SP: Atlas. 2010.
Complementar:
- CASTRO, N. Curso Básico de Gestão Ambiental. Brasília, DF: SEBRAE. 2004.
- CASTRO, N. A Questão Ambiental e as Empresas. Brasília, DF: SEBRAE. 1998.
- DONAIRE, D. Gestão Ambiental na Empresa. São Paulo, SP: Atlas. 1999.
LICENCIAMENTO E ESTUDOS AMBIENTAIS
Código: 70
Período: 8°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Política Nacional de Meio Ambiente. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos.
Competências de licenciamento ambiental. Estudos ambientais: Laudo Técnico Ambiental; Parecer
Técnico Ambiental; Memorial de Caracterização do Empreendimento (MCE); Relatório
Ambiental/Relatório de Monitoramento Ambiental (RA/RMA); Plano de Controle Ambiental (PCA);
Plano de Gestão Ambiental (PGA); Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS); Plano de
Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD); Programa Básico Ambiental (PBA); Estudo e Relatório
de Impacto de Vizinhança (EIV/RIV); Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA); Estudo
Integrado de Bacia Hidrográfica (EIBH). Principais deficiências de estudos ambientais. Importância
da participação pública na tomada de decisão no processo de licenciamento ambiental. Legislação
aplicável.
Objetivos: Propiciar uma abordagem aprofundada do processo de licenciamento ambiental brasileiro e
suas aplicações práticas, bem como do sistema de gestão ambiental público, para exercício
profissional em equipes multidisciplinares e órgãos ambientais envolvidos nesse processo. Capacitar o
discente para que seja capaz de conceber e elaborar os mais variados estudos ambientais.
Bibliografia:
Básica:
- FARIS, T. Licenciamento Ambiental: aspectos teóricos e práticos. Belo Horizonte, MG: Fórum.
2013.
- SÁNCHEZ, L.E. Avaliação de Impactos Ambientais: conceitos e métodos. São Paulo, SP: Oficina
de Textos. 2008.
Complementar:
68
- ALMEIDA, J.R.; MORAES, F.E.; SOUZA, J.M.; MALHIEROS, T.M. Planejamento Ambiental.
Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2000.
- MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP:
Revista dos Tribunais. 2013.
69
9º Período
TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES
Código: 72
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 9°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Carga horária prática Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: 37; 55
Ementa: Implantação, infra-estrutura, etapas construtivas, patologias e orçamento de obras de
Engenharia Ambiental, especialmente de saneamento. Construções sustentáveis.
Objetivos: Habilitar o aluno a desenvolver os processos construtivos, com acompanhamento e
fiscalização de obras em geral.
Bibliografia:
Básica:
- AZEREDO, H.A. O Edifício até seu Acabamento. São Paulo: Edgard Blücher. 1977.
- THOMAZ, E. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo, SP: Pini.
2012.
Complementar:
- VERÇOSA, Ê.J. Patologia das Edificações. Porto Alegre, RS: Sagra. 1991.
AUDITORIA E PERÍCIA AMBIENTAL
Código: 73
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: 9°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Carga horária prática Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: 69
Ementa: Auditoria Ambiental: classificação. Requisitos ISO 14001. Auditoria de sistemas de gestão
ambiental. Jurisdição, ação e processo. Importância e admissibilidade da perícia ambiental. Direitos e
deveres processuais dos peritos e assistentes técnicos. Tipos de perícias ambientais. Formulação e
resposta de quesitos, suas modalidades e principais incidentes. Elaboração de laudos e pareceres.
Objetivos: Capacitar o discente para participar de auditorias e perícias ambientais.
Bibliografia:
Básica:
- ALMEIDA, J.R. Perícia Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2000.
- ALMEIDA, J.R. Normatização, Certificação e Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro, RJ: Thex.
2010.
- BRITTO, E.R. Auditoria Ambiental e Saneamento. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2010.
- ROVERE, E.L.; D’AVIGNON, A.; PIERRE, C.V.; KLIGERMAN, D.C.; SILVA, H.V.O.;
BARATA; M.M.L.; MALHEIROS, T.M.M. Manual de Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro, RJ:
Qualitymark. 2001.
Complementar:
- ALMEIDA, J. R. Perícia Ambiental Judicial e Securitária. Rio de Janeiro, RJ: Thex. 2006.
- CARVALHO, A. et al. Sistema ISO de Gestão Ambiental. São Paulo, SP: CQ – Qualidade. 1996.
CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL
Código: 74
Período: 9°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Carga horária prática
Carga horária
70
total
Obrigatória ( x )
Optativa ( )
-
27 h
27 h
Pré-requisitos: Todas até o 8º período
Ementa: Técnicas de amostragem (amostras líquidas, sólidas e gasosas) de solo, ar e água utilizando
procedimento correto e adequado para a preservação das mesmas e atendendo aos critérios de
segurança. Mensuração de parâmetros de monitoramento e controle ambiental (técnica, equipamentos,
limites de leitura, interferentes). Medição de ruídos. Indicadores de qualidade ambiental. Legislação
ambiental aplicável ao solo, ar e água. Acompanhamento de processos de tratamento através de
parâmetros analíticos ambientais.
Objetivos: Capacitar o aluno na prática de programas de controle e monitoramento ambiental por
intermédio de práticas amostrais variadas de solo, ar e água.
Bibliografia:
Básica:
- DERÍSIO, J.C. Introdução ao Controle da Poluição Ambiental. 3ª edição. São Paulo, SP: Signus.
2007.
- FINOTTI, A.R.; FINKLER, R.; SILVA, M.D.; CEMIN, G. Monitoramento de Recursos Hídricos
em Áreas Urbanas. Caxias do Sul, RS: Educs. 2009.
- MAGALHÃES JUNIOR, A.P. Indicadores Ambientais e Recursos Hídricos. Rio de Janeiro, RJ:
Bertrand Brasil. 2010.
- MATOS, A.T. Qualidade do Meio Físico Ambiental – práticas de laboratório. Viçosa, MG: UFV.
2010.
- MILARÉ, E. Direito do Ambiente – doutrina prática – jurisprudência – glossário. São Paulo, SP:
Revista dos Tribunais. 2013.
Complementar:
- BRUNA, G.C.; PHILIPPI JUNIOR, A.; ROMERO, M.A. Curso de Gestão Ambiental. Barueri, SP:
Manole. 2004.
- MIHELCIC, J.R.; ZIMMERMAN, J.B. Engenharia Ambiental: fundamentos, sustentabilidade e
projeto. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 2012.
- VESILIND, P.A.; MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo, SP: Cengage
Learning. 2011.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Código: 75
Período: 9°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Todas até o 7º período
Ementa:Elaboração de trabalho científico e tecnológico desenvolvido no âmbito da Engenharia
Ambiental, sob a orientação de docente especializado, conforme regulamento específico do Curso de
Engenharia Ambiental: definição da metodologia, revisão bibliográfica e início do desenvolvimento
do trabalho.
Objetivos: Fornecer ao aluno a orientação necessária para que consiga pesquisar, estruturar, elaborar e
apresentar um trabalho acadêmico/científico no âmbito do conhecimento de determinada área
correlata à Engenharia Ambiental.
Bibliografia:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e
documentação – Referências – Elaboração. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e
documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação.
71
2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027:
documentação – Sumário – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028:
documentação – Resumo – Apresentação. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034:
documentação – Índice – Apresentação. 2004.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520:
documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724:
documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287:
documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011.
- Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG.
Informação e
Informação e
Informação e
Informação e
Informação e
Informação e
72
10º Período
GERENCIAMENTO E PLANEJAMENTO DE OBRAS
Código: 77
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO III
Período: 10°
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: 72
Ementa: Introdução ao gerenciamento de obras. Gerenciamento do custo e tempo da construção.
Gerenciamento de contratos. Gerenciamento da obra.
Objetivos: Preparar o aluno para gerenciar e estruturar equipes de trabalho, correlacionando conceitos
de produção, contratos de serviços e segurança do trabalho e analisando o desempenho em todo o
canteiro de obras, de forma a possibilitar o planejamento através do orçamento e cronograma físicofinanceiro.
Bibliografia:
Básica:
- CAMPBEL, P. Gerência de Programas e Projetos. São Paulo, SP: Pini. 1982.
- CIMINO, R. Planejar para Construir. São Paulo, SP: Pini. 1987
- GIAMMUSSO, S.E. Orçamento e Custos na Construção Civil. São Paulo, SP: Pini. 1991
- GOLDMAM, P. Introdução ao Planejamento e Controle de Custos na Construção Civil. São
paulo, SP: Pini. 1997
- NETO, A.V. Como Gerenciar Construções. São Paulo, SP: Pini. 1998
- THOMAZ, É. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. São Paulo, SP: Pini. 2001
Complementar:
- ANTILL, J.M.H., RONALD, W.W. CPM Aplicado às Construções. Rio de Janeiro, RJ: LTC. 1968
- HALPIN, D.; WOODHEAD, R. Administração da Construção Civil. Rio de Janeiro, RJ: LTC.
2004.
- LIMMER, C.V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. Rio de Janeiro, RJ:
LTC. 1997.
- SOUZA, U.E.L. Projeto e Implantação do Canteiro. São Paulo, SP: O Nome da Rosa. 2000
- VARALLA, R. Planejamento e Controle de Obras. São Paulo, SP: O Nome da Rosa. 2003
- VARGAS, R. Gerenciamento de Projetos. Rio de Janeiro, RJ: Brasport. 2003.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Código: 78
Período: 10°
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: 75
Ementa: Elaboração de trabalho acadêmico/científico desenvolvido no âmbito da Engenharia
Ambiental, sob a orientação de docente especializado, conforme regulamento específico do Curso de
Engenharia Ambiental. Continuação e término do desenvolvimento do trabalho, resultados,
conclusões e sugestões.
Objetivos: Fornecer ao aluno a orientação necessária para que consiga pesquisar, estruturar, elaborar e
apresentar um trabalho acadêmico/científico no âmbito do conhecimento de determinada área técnica
correlata à Engenharia Ambiental.
Bibliografia:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e
73
documentação – Referências – Elaboração. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e
documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação.
2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e
documentação – Sumário – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e
documentação – Resumo – Apresentação. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e
documentação – Índice – Apresentação. 2004.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e
documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e
documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e
documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011.
- Normas de Apresentação de Trabalhos Técnicos do IFG.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Código: 79
Período: 10°
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
Obrigatória ( x ) Optativa ( )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Todas até o 6º período
Ementa: Orientações básicas sobre a disciplina Estágio Supervisionado. Levantamento de situações
problemas e prioridades a serem trabalhadas na área da Engenharia Ambiental. Envolvimento do
estagiário no trabalho desenvolvido. Reflexão sobre o cotidiano do trabalho e suas ações de
intervenção na realidade vivenciada. Registro formal de todo o processo (elaboração do Relatório de
Estágio).
Objetivos:
Propiciar
ao
aluno
a
vivência
de
situações
reais
(obervação/participação/pesquisa/intervenção) nas quais ele possa, com base no conhecimento teórico
desenvolvido nas diferentes disciplinas do curso de Engenharia Ambiental, buscar a unidade entre
teoria e prática na área ambiental.
Bibliografia:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023: Informação e
documentação – Referências – Elaboração. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6024: Informação e
documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6027: Informação e
documentação – Sumário – Apresentação. 2012.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6028: Informação e
documentação – Resumo – Apresentação. 2003.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6034: Informação e
documentação – Índice – Apresentação. 2004.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 10520: Informação e
documentação – Citações em documentos – Apresentação. 2002.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 14724: Informação e
documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. 2011.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15287: Informação e
documentação – Projeto de Pesquisa – Apresentação. 2011.
- Normas de Estágio Supervisionado do IFG.
74
Optativas
LETRAS-LIBRAS
Código: -
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I
Período: Obrigatória ( )
Carga horária teórica
Optativa ( x )
Carga horária prática Carga horária total
54 h
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Aspectos históricos, legais, culturais, conceituais, gramaticais e linguísticos da Língua
Brasileira de Sinais (LIBRAS). Introdução às práticas de conversação e tradução em LÍBRAS. A
LÍBRAS como instrumento básico no processo de inclusão educacional do surdo e instrumento da
prática docente.
Objetivos: Contextualizar os aspectos históricos e legais da vida social e educacional do surdo.
Apresentar e discutir a cultura e os conceitos que envolvem a pessoa surda. Construir enunciados com
o uso apropriado da gramática e dos conceitos linguísticos. Romper o paradigma da exclusão e
promover a inclusão social e educacional do surdo em sala de aula.
Bibliografia:
Básica:
- CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua
de Sinais Brasileira. São Paulo, SP: Edusp. 2001.
- GESSER, A. LIBRAS: que língua é essa? São Paulo, SP: Parábola. 2009.
- QUADROS, R.M; KARNOPP, L.B. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre, RS: Artmed. 2004.
Complementar:
- BRITO, L.F. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro, RJ: Tempo Brasileiro.
1995.
- FELIPE, T.A. Libras em Contexto. Brasília, DF: MEC/SEESP. 2010.
- QUADROS, R.M. O Tradutor de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa. Brasília, DF:
MEC. 2011.
- THOMA, A.S.; LOPES, M.C. A Invenção da Surdez: cultura, alteridade, identidade e diferença no
campo da educação. Santa Cruz do Sul, RS: EDUNISC. 2004.
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO I
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: História e crítica da razão colonial: estudos pós-colonias e decolonias. Racismos, antiracismos e multiculturalismo. Racismo brasileiro, operação racial no Brasil e relações étnico-raciais
na História do Brasil. Historiografia brasileira como instrumento de dominação cultural e étnico
racial. Historiografia das relações étnico-raciais. Conceito de etnia e etnicidade. Resistência cultural e
processos de etnização, identidade e cultura na sociedade brasileira. Matrizes e pluralidades étnicoracias no Brasil. Turismo e diversidade cultural no Brasil.
Objetivos:
Bibliografia:
Básica:
- ARANHA, M.L.A. Filosofia da Educação. São Paulo, SP: Moderna. 2006.
75
- EAGLETON, T. A Ideia de Cultura. São Paulo, SP: UNESP. 2005.
- HALL, S. A Identidade Cultural na Pós Modernidade. Rio de Janeiro, RJ: DP&A. 2005.
- PEREIRA, E.A. Malungos na Escola: questões sobre culturas afrodescentes em educação. São
Paulo, SP: Paulinas. 2007.
- SANTOS, R.E. Diversidade, Espaço e Relações Étnico-Raciais: o negro na geografia do Brasil.
Belo Horizonte, MG: Gutemberg. 2009.
Complementar:
- BHABHA, H.K. O Local da Cultura. Belo Horizonte, MG: UFMG. 2001.
- CERTEAU, M. A Invenção do Cotidiano. Petrópolis, RJ: Vozes. 2001.
PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Código: -
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: -
Carga horária teórica
Obrigatória ( ) Optativa ( x )
Carga horária prática Carga horária total
27 h
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: A Educação Ambiental enquanto instrumento de trabalho do profissional de Engenharia
Ambiental. Histórico, fundamentação teórica, respaldo legal e principais estratégias de sensibilização
usadas no ensino não formal. Princípios da educação para a sustentabilidade e as certificações
ambientais.
Objetivos: Desenvolver no discente a capacidade de compreensão da temática ambiental de forma
holística e no âmbito interdisciplinar, enfocando o papel da educação para a construção de sociedades
sustentáveis.
Bibliografia:
Básica:
- DIAS. G.F. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo, SP: Gaia. 2008.
- PHILIPPI, A.J. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri, SP: Manole. 2005.
Complementar:
- DIAS, G.F. Atividades Interdisciplinares em Educação Ambiental. São Paulo, SP: Gaia. 2006.
- INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS – IBAMA. Fundamentos de Educação Ambiental. Brasília, DF: Universa. 2000.
ENERGIAS RENOVÁVEIS
Código: -
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: Obrigatória ( )
Carga horária teórica
Optativa ( x )
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: História das tecnologias de energia. Matriz energética brasileira e sua comparação com a
mundial. A geração de energia elétrica e sua distribuição. Energia de reserva. Como flexibilizar a
matriz energética brasileira. Energia alternativas: eólica, solar, de biomassa e demais fontes:
características, vantagens, potencialidades e impactos ambientais associados.
Objetivos: Apresentar o panorama nacional e mundial da oferta de energia e de suas principais
tecnologias, com destaque às energias renováveis para um desenvolvimento sustentável. Refletir sobre
as novas exigências tecnológicas por maior eficiência energética diante da conjuntura atual em que o
aquecimento global exige que as sociedades industriais considerem a questão ambiental tão relevante
quanto a econômica.
Bibliografia:
76
Básica:
- ACIOLI, J.L. Fontes de Energia. Brasília, DF: UNB. 1994.
- REIS, L.B.; CUNHA, E.C.N. Energia Elétrica e Sustentabilidade. São Paulo, SP: USP. 2006.
- REIS, L.B.; FADIGAS, E.A.A.; CARVALHO, C.E. Energia, Recursos Naturais e a Prática do
Desenvolvimento Sustentável. Barueri, SP: Manole. 2005.
- TOLMASQUIM, M.T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: Interciência.
2003.
Complementar:
- BURATINI, M.P.T.C. Energia – uma abordagem multidisplinar. São Paulo, SP: Elsevier. 2008
- PALZ, W. Energia Solar e Fontes Alternativas. São Paulo, SP: Hemus. 2002.
- REIS, L.B.; FADIGAS, E.A.F.; CARVALHO, C.E. Energia, Recursos Naturais e a Prática do
Desenvolvimento Sustentável. São Paulo, SP: Manole. 2010.
- SALGADO, V.G. Indicadores de Ecoeficiência e o Transporte de Gás Natural. Rio de Janeiro,
RJ: Interciência. 2007.
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Metodologias, procedimentos e técnicas de operação e manutenção de todas as unidades que
compõem um sistema convencional de abastecimento de água.
Objetivos: Capacitar o aluno no que tange aos principais aspectos práticos da operação e manutenção
de unidades que compõem um sistema convencional de abastecimento de água.
Bibliografia:
Básica:
- DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Água. Volumes 1 e 2. Rio de Janeiro,
RJ: ABES. 2002.
- LEMES, F.P. Teoria e Técnicas de Tratamento de Água. São Paulo, SP: CETESB. 1979.
- MORENO, J.M.; QBAR, N.; ONOFRE, R.M.; SOUZA, M.G.L. Manual de Controle da
Qualidade e Operação do Sistema de Abastecimento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 2011.
- RICHTER, C.A.; NETO, J.M.A. Tratamento de Água. São Paulo, SP: Edgard Blucher. 2001.
Complementar:
- REALI, M.A.P. Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de
Tratamento de Água. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1999.
- RICHTER, C.A. Tratamento de Lodos de Estações de Tratamento de Água. São Paulo, SP:
Edgard Blucher. 2000.
OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES
Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
27 h
Carga horária prática Carga horária total
-
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Metodologias, procedimentos e técnicas de operação e manutenção de todas as unidades que
compõem um sistema convencional de tratamento de efluentes.
Objetivos: Capacitar o aluno no que tange aos principais aspectos práticos da operação e manutenção
de unidades que compõem sistemas de tratamento de efluentes.
Bibliografia:
77
Básica:
- ANDRADE NETO, C.O. Sistema Simples para Tratamento de Esgotos Sanitários: experiência
brasileira. Rio de Janeiro, RJ: ABES. 1997.
- CHERNICHERO, C.A.L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 5:
Reatores Anaeróbios. Belo Horizonte, MG: UFMG. 1997.
- JORDÃO, E.P.; PESSÔA, C.A. Tratamento de Esgotos Domésticos. Rio de Janeiro, RJ: ABES.
2000.
Complementar:
- NUVOLARI, A. Esgoto Sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo,
SP:Edgard Blucher. 2003.
- SPERLING, M.V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. Volume 4: lodos
ativados. Belo Hodrizonte, MG: UFMG. 2002.
MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE
Código: -
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Período: Obrigatória ( )
Optativa ( x )
Carga horária teórica
Carga horária prática
27 h
-
Carga horária
total
27 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: A mineração como atividade de aproveitamento de recursos ambientais. Recursos minerais e
suas principais características ambientais. Conservação e gestão ambiental de empreendimentos
minerários. Impactos ambientais da mineração. Drenagem ácida de mina (DAM). Legislação
ambiental aplicável ao setor.
Objetivos: Fornecer ao discente elementos suficientes para a promoção da gestão ambiental integrada
de empreendimentos minerários.
Bibliografia:
Básica:
- FREIRE, W. Código de Mineração Anotado. Belo Horizonte, MG: Mandamentos. 2012.
- NUNES, P.H.F. Meio Ambiente e Mineração: o desenvolvimento sustentável. Curitiba, PR: Juruá.
2006.
Complementar:
- PINTO, U.R. Consolidação da Legislação Mineral e Ambiental. São Paulo, SP: Cultura. 2010.
- SILVESTRE, M. Mineração em Área de Preservação Permanente. São Paulo, SP: Signus. 2007.
MODELAGEM HIDROGEOLÓGICA
Código: Período: Obrigatória ( ) Optativa ( x )
Unidade acadêmica: DEPARTAMENTO II
Carga horária teórica
54 h
Carga horária prática Carga horária total
-
54 h
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Modelagem hidrogeológica de aqüíferos: matemática e numérica. Rebaixamento de lençol
freático – método de Theis.
Objetivos: Capacitar o aluno no que tange ao manuseio/uso de programas computacionais específicos
de modelagem hidrogeológica.
Bibliografia:
Básica:
- CHAPRA, S.; CANALE, R.P. Métodos Numéricos para Engenharia. 5ª edição. Porto Alegre, RS:
McGraw Hill – Artmed. 2008.
78
- FRAGOSO JUNIOR, C.R.; FERREIRA, T.F.; MARQUES, D.M. Modelagem Ecológica em
Ecossistemas Aquáticos. São Paulo, SP: Oficina de Textos. 2009.
- MALISKA, C.R.: Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos. 2ª edição. Rio de Janeiro, RJ:
LTC. 2004.
Complementar:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 12212: Poço Tubular –
projeto de poço tubular para captação de água subterrânea. 2006.
- CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo, SP: Edgar Blucher.
1999.
79
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