R
O Jornal da Cultura
ANO XIV • Nº 92 • JUNHO 2009 • DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
APOIO:
Pág. 7
Yeda Crusius
Pág. 9
Sergius Gonzaga
Pág. 8
Projeto Revendo
César Prestes
Porto Alegre
E mais...
Sergio Néglia Bavaresco
Pág. 2
:: Sérgio Napp
:: Luiz Coronel
:: Renato Pereira
:: Paulo Amaral
:: Marcelo O. da Silva
:: Fernando Rozano
:: Luciano Alabarse
:: Jaime Cimenti
:: Teniza Spinelli
:: Thamara Pereira
:: Laura Lopes
:: Dr. Nilton Alves
:: Dr. Nelson Luiz Monteiro
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Encravadas - Produtos Ortopédicos
Andradas, 1761 - 3224.0261
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24 de Outubro, 348 - 3222.3651
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2
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Rua Miguel Tostes, 771 • cj 03 • POA/RS
CEP 90430-061 • CNPJ: 74.783.127/0001-60
51 3012 7292 • [email protected]
Por Laura Lopes
Editor e Jornalista (DRT nº 12460) Jorge Luiz Olup
Administração Jorge Luiz Olup e Nelza Falcão Olup
Jornalista Resp. Thamara de Costa Pereira
Produção Gráfica Liege Menta Grandi - 3737.8583
Tiragem 10 mil exemplares
Impressão Correio do Povo
Colaboradores Yeda Crusius, Sergius Gonzaga, Cézar
Prestes, Dr. Nelson Luiz Monteiro, Sergio Néglia
Bavaresco, Laura Lopes, Dr. Nilton Alves, Paulo Amaral,
Marcelo Oliveira da Silva, Sérgio Napp, Teniza Spinelli,
Luiz Coronel, Renato Pereira, Luciano Alabarse, Fernando
Rozano, Jaime Cimenti, Thamara de Costa Pereira, Caho
Lopes, Paulo Rogério Dias Couto e Mara Cassini Andreta
O meu grande amor
Q
uando criança assistia os desenhos animados ou filmes, e
sempre nos finais apareciam
às famílias felizes em suas casas bonitas com seus filhos alegres, uma
cena perfeita, pelo menos para os filmes.
A verdade é que sempre duvidei que estas
cenas pudessem acontecer aqui, na vida
real, achava muito distante da minha realidade, filha de pais separados, morando
na casa dos avôs, não que eu não fosse
feliz, mas era diferente daquilo que eu via
na televisão. Mesmo assim, eu como muitas mulheres, sonhava em encontrar aquele “cara” que eu conheceria, me apaixonaria, me casaria e seria feliz para sempre.
Na adolescência conheci um homem,
mais velho, que logo a primeira vista me
chamou muito a atenção, principalmente
pelo seu jeito de ser. Ele era muito parecido
com aqueles caras populares dos filmes,
era bonito, tinha estilo, sabia se expressar
muito bem, todos os cercavam, e tinha um
quê de perigo,enfim, me apaixonei. Muito
sonhadora logo achei que a minha vida estava completa, pois o tinha encontrado. Mas
eu não sabia que muitas dificuldades estavam por vim, naquele momento nada era
maior do que nós dois, eu enfrentei tudo e
todos que estavam ao meu alcance, não foi
o suficiente, acabamos nos separando.
Mesmo assim eu tinha no meu íntimo que
era ele, o amor da minha vida, que um dia
ainda ficaríamos juntos.
Depois de algum tempo nos reencontramos, namoramos e decidimos ir morar
juntos, programamos nosso casamento,
nosso filho e desde então a vida tem sido
muito feliz, pois estou ao lado dele, e isto
era tudo que eu mais queria. Hoje posso
dizer que encontrei a minha “cena de filme” diferente das que eu via, mas é a mi-
nha, e gosto muito dela.
Somos um casal bem diferente, passamos 24 horas por dia juntos e dificilmente brigamos, temos personalidades
quase opostas, eu gosto de azul ele de
vermelho eu sou gremista ele colorado,
eu sou calma e ele é elétrico. Mas também
temos muitas afinidades, pensamos e
sentimos muito parecidos, talvez por isto
nos sentimos tão completos juntos.
Não sou escritora, nem muito boa com
as palavras, mas com a chegada do dia
dos namorados eu queria muito que ele
não esquecesse o quanto eu o amo. O
quanto ele mudou a minha vida, para muito
melhor, ele me deu um lar, uma família, um
filho maravilhoso e muitos momentos felizes. Não somos perfeitos, temos nossas
dificuldades como quaisquer outras pessoas, mas nos amamos e isto faz toda a
diferença.
AGENDA CULTURAL
THEATRO SÃO PEDRO
22/06 - 21h - Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. Solista Arnaldo
Cohen
23/06 - 21h - Cantando Em Bando (RS) Grupo Expresso 25 e o compositor Celso Viáfora
25 a 28/06 - Qui, Sex e Sáb 21h, Dom 18h - Ensina-me a Viver (RJ)
28/06 - 11h - Concertos CEEE - Solista Ney Rosauro
30/06 - 21h - Maurício Marques (RS)
De 02 a 26/07 - terça a sábado 21h, domingo 18h (estreia quinta dia 02)
- Tholl – Imagem e Sonho (RS)
07/07 - 10h e 15h - Concertos Banrisul para a Juventude
20/07 - Seg 21h - Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. Milene
Aliverti e Nuria Muntñola
26/07 - 11h - Concertos CEEE. Solistas Milton Masciadri - contrabaixo
(BR/EUA), Nicolas Fávero - violino (EUA), Carlitos Magallanes bandoneon, Dúnia Elias - piano e Patrícia Magallanes - voz.
28/07 - 21h - Francis Hime e Geraldo Flach (RJ/RS)
30 e 31/07 - 21h - Rádio Esmeralda AM (RS)
Musical Petropar - Todas quartas úteis às 12:30. No Foyer Nobre - EF
24/06 - Recital de piano e clarinete c/ Daniel Benitz e Ramon Stein
01/07 - Duo Violoncelo e Violino. Pedro Huff e Paula Bujes
08/07 - Duo Violino Barroco e Cravo. Márcio Ceconello e Fernando
Cordella
15/07 - Obras Francesas c/ Leandro Faber - Piano, Cosmas Grieneisen
- Viola e André Mendes - Flauta
22/07 - Carlos Audi - Violoncelo e Hamilton Tescarollo - Piano
29/07 - Joanna Trzeciak - Piano
FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO
23/06, às 14h – Lançamento do Edital Arte e Patrimônio 2009. Mesa
redonda com Ana Meira (Iphan), Flávio Kiefer (arquiteto), André Venzon
(artista) e Briane Bicca (Monumenta / Porto Alegre). Auditório da Fundação Iberê Camargo (Av. Padre Cacique, 2000)
27/06, às 11h – palestra com Luiz Eduardo Robinson Achutti, fotógrafo
participante do Programa Artista
Até 30/08 – Exposição Dédale – Uma filme-instalação de Pierre
Coulibeuf. 4º andar expositivo da Fundação Iberê Camargo
Até 30/8 – Exposição Iberê Camargo – Um Ensaio Visual. 2º e 3º
andares expositivos da Fundação Iberê Camargo
Até 10/7 – Inscrições para a Bolsa Iberê Camargo. Programa oferece
residência no Blanton Museum of Art / The University of Texas at Austin
(EUA) ou na Residencia Internacional de Artistas en Argentina (RIIA)
Informações pelo site www.iberecamargo.org.br Gratuito
Horário de visitação: Ter a sex das 10h às 19h / qui das 10h às 21h /
Sáb, dom e feriados das 11h às 19h. EF. (av. Padre Cacique, 2.000)
SOLAR DOS CÂMARA
Sarau no Solar - Com entrada franca, o espetáculo começa às 18h30,
com distribuição de senhas de ingresso meia hora antes no local, na Sala
José Lewgoy do Solar dos Câmara.
24/06 - Erenson Netto & Marcel Moreau
01/07 - Zé Caradípia c/ Bethy Krieger, Luizinho Santos e Giovanni Berti
08/07 - Mercedes Blues Band. C/ Enio Medina, Arnaldo Barreto, Ronaldo
Motola e Junior
15/07 - Quarteto Tango Instrumental. C/ Doly Carlos da Costa, Márcio
Reggiori, Alyson Wendhausen e Geovanni Porzio
22/07 - Trio Giverny. C/ Cosmas Grieneisen, Norma Holtzer Rodrigues
e Artur Elias Carneiro.
29/07 - Marco Araújo c/ Diego Costa, Costa Lima e Duda Godolfin
Sala JB Scalco - Galeria dos Municípios
Até 30/06 - Flagrantes da cidade. Marinella Peruzzo. O trabalho de
três fotógrafas, mostra coletiva 3 Grafias, Leticia Nunes Lessa, Vanessa
Toniazzo e Vivian Chiaradia
Novos Talentos
Até 26/06 - Madeiras à Deriva - exposição de arte em elementos natu-
Projeto Revendo Porto Alegre
Sergio Néglia Bavaresco: Mestre em marketing, Publicitário, Designer gráfico e Fotógrafo da natureza.
Depois de oito anos atuando em marketing e publicidade no Palácio Piratini, era hora de trocar as articulações
político partidárias por algo mais nobre e capaz de gerar
benefícios a um número maior de pessoas. A opção por
marketing ambiental foi perfeita e a vivencia com assuntos ligados ao meio ambiente na Fundação
Zoobotânica gerou a revisão de diversos conceitos.
Instalou-se uma nova visão de mundo com enfoque na
sustentabilidade e na riqueza de detalhes que só a natureza oferece. Este sentimento foi capaz de despertar
uma nova paixão, fotografar a relação do homem com
a natureza. Não basta apenas fotografar uma bela paisagem de verde exuberante, a presença de pessoas
em sua composição é essencial. Retratar a natureza é
fazer o público sentir e lembrar-se de um lugar sem nem
mesmo ter estado lá e ainda, preocupar-se com sua
preservação. Com base neste princípio está sendo produzido um novo trabalho denominado - Os ecossistemas
da natureza urbana - que tem seu foco na relação do
homem citadino com as áreas verdes de Porto Alegre.
23 de junho a 24 de julho
rais reciclados de Andrei Fialho
Escolas já podem marcar agenda para temporada 2009 do projeto pelos
telefones (51) 3019-9644 e 9971-9644 e 9949-0026
CASA DE CULTURA MÁRIO QUINTANA
Clássicos em Destaque
26/06 - 19h - Órbita – Música Contemporânea Gaúcha. Auditório Luis
Cosme - 4° andar
24/06 - 19h30 - Música da Casa - Astronomusic. Teatro Carlos Carvalho 2° andar
Teatro
Até 28/06 - 16h - sextas-feiras - c/ agendamento; sábados e domingos
para público em geral - Teatro Infantil - Do Outro Lado do Buraco. A peça
comemora o Mês do Meio Ambiente. Informações Bilbioteca Lucília
Minssen - 3225-7089. Sala Lili Inventa o Mundo 5º Andar
Até 12/07 - 20h - sextas-feiras, sábados e domingos - Dez (Quase)
Amores. Dir. e adaptação Bob Bahlis. Teatro Bruno Kiefer 6º Andar
Até 17/07 - 16h - sábados e domingos - Filhote de Cruz Credo. Peça
infantil adaptada do livro de Fabricio Carpinejar. Dir. E Adaptação Bob
Bahlis. Teatro Bruno Kiefer 6º Andar
23/06 - 20h - Todo Meu Universo Num Tubo de Imagens. Teatro Carlos
Carvalho 2º Andar
Até 05/07 - 16h - sábados e domingos - Branca de Neve e Os Sete
Anões. Teatro Carlos Carvalho 2º Andar
25/06 - 20h - Musical - A Espera. Músico, cantor e compositor, Alexandre Poeta. Teatro Bruno Kiefer - 6º Andar
Exposições
Até 01/08 - O Lugar O Sujeito - Le Lieu Le Sujet. Ano da França no
Brasil, uma “Temporada francesa” com a exposição de obras fotográficas de três artistas: Jacques Lalanne, Cláudio Santana e Pierre Gable.
Espaço Mauricio Rosenblatt 3º Andar
Até 28/06 - Sutilezas Para Olhar. Exposição da artista plástica Gaby
Benedyct. Espaço Mario Quintana
Térreo
Até 28/06 - Transversalidades. Exposição fotográfica de Ruth
SouzaData. Galeria Augusto Meyer 3º Andar
Até 02/08 - Aventura Pictórica - Celma Paese. Galeria Xico Stockinger
6º Andar
Encontros Culturais. Roda De Histórias: Grupo Cataventus.
Agendamento: Biblioteca Lucilia Minssen - (51) 3225-7089. Às quartascom agendamento para escolas. Sala Lili Inventa O Mundo 5º Andar
24/06 - O Pensamento Francês Contemporâneo. Seminário em comemoração ao Ano da França no Brasil. Salad Convenções C2 2º Andar
Até 25/06 - quintas-feiras - 10h e 15h, com agendamento para escolas
- Hora do Conto: Castelo de Contos - O Sítio Maluco. Sala Lili Inventa O
Mundo 5º Andar
As terças-feiras, com agendamento para escolas - 10h e 15h - com
agendamento pelo telefone(51) 3225-7089. Hora do Conto: A Menina das
Bolhinhas de Sabão. Sala Lili Inventa O Mundo 5º Andar
Oficinas da Casa de Cultura Mario Quintana. Informações pelo telefone (51) 3221-7147 Central de Informações – térreo da Casa de Cultura.
Inscrições no Núcleo de Projetos Especiais – 2° andar, das 9h às 18h.
Visita na CCMQ com A Traça Biblió. De terças a Sextas-feiras mediante agendamento prévio de grupos ou turmas de escolas.
Informações e agendamentos de através do fone: 3225.7089 ou e-mail:
[email protected]
MARGS
Até 30/08 - Museu Franceses – Exposição reúne 16 trabalhos dos
fotógrafos Cacalos Garrastazu, Fernando Bueno, Leopoldo Plentz e Luiz
Carlos Felizardo. Café do MARGS.
Até 30/08 - Images de France – Trabalho do fotógrafo do Ministério de
Relações Exteriores da França, Féderic de La Mure, apresenta 20 cenas
francesas.
Até 30/08 - Obra em Destaque – Pintura da artista francesa Rosa
Bonheur. O quadro La petite mare dans la plaine et troupeau de moutons
foi uma das primeiras aquisições do Museu em 1957. Saguão do Museu.
A partir de 14/07 - Arte na França 1860 – 1960: O Realismo – o MARGS
recebe cerca de 120 obras de artistas como Manet, Van Gogh, Monet,
Degas, Renoir, Cézanne, Gauguin, Modigliani, Picasso, Matisse,
Duchamp, Dalí, Max Ernst, Miró, Coubert, Millet, Léger e Braque, entre
outros grandes nomes.
Visitas Orientadas - Informações e agendamentos:http://
www.margs.rs.gov.br/acao_agende.php ou pelo fone (51) 3227.2311 –
Entrada franca Inscrições abertas para as Oficinas de Arte
CENTRO CULTURAL CEEE ERICO VERISSIMO
Até 27/06 - Moradores de rua são a inspiração de Falcão & Sofia, de
Irene Ludwig. Sala O Retrato 4º andar
Até 27/06 - Isolde Bosak lança livro de poesias em exposição de
xilogravuras gigantes também de sua autoria. Sala Memorial Erico
Veríssimo 3º andar
Até 01/07 - Apenas Pintura. De Alfredo Aquino. Sala O Aqruipélago
03/07 a 25/07 - Bienal de Arte Têxtil. Seminários e exposições
No segundo andar, o público tem acesso a história da energia elétrica
no RGS e o museu interativo com 12 experimentos que mostram os princípios da eletricidade, 3221.6872 ou pelo e-mail: [email protected]
CCCEV – Andradas, 1223 – 3226.5342 – 3226.7974 - 3228.9710 [email protected] - www.cccev.com.br
MEMORIAL DO RIO GRANDE DO SUL
Visita Guiada Temática ao Memorial do Rio Grande do Sul www.memorial.rs.gov.br ou pelo telefone 3224-4376.
Seminários Debates 2009: Estão abertas as inscrições. 51-3286.6190
ou [email protected]
Curso de Extensão 2009: Temas e Questões de História Contemporânea: novas abordagens. Informações: 51-3286.6190 ou
[email protected]
Seminário sobre a questão indígena no Memorial do RS: 51-91070475 ou 51-3286-6190 – c/ Marco Barcelos
Visitas Guiadas - Fone: 3224.7210 - www.memorial.rs.gov.br
OSPA
30/06 - 20h30 - 5º Concerto Série Oficial. Festival Mendelssohn - 200
anos de nascimento. Solista Olinda Allessandrini - Piano - Reg. Stanley
DeRusha. Salão de Atos da UFRGS
07/07 - 20h30 - 6º Concerto Série Oficial. Festival Gershwin. Solista
Alexandre Dossin - Piano - Reg. Isaac Karabtchevsky. Salão de Atos da
UFRGS
14/07 - 20h30 - 1º Encontro com o Maestro. Ano França no Brasil.
Regente Paulo de Tarso. Salão de Atos da UFRGS
21/07 - 20h30 - 7º Concerto Série Oficial. Solista Alejandro Drago Violino. Coral da Santa Casa, Coral da UFRGS e Coro Sinfônico da
OSPA. Reg. Manfredo Schmiedt. Salão de Atos da UFRGS
SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA
Atelier Digital. No Atelier livre da Prefeitura. A sala conta com 12
computadores que possibilitam a criação, manipulação e impressão de
imagens, além do desenvolvimento de pesquisas plásticas através do
acesso à internet. Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues.
Informações: (51) 3289.6391
Quartas Na Dança - 20h - Espetáculo A3. Juliana Vicari, Thais Alves
e Carol Laner. Teatro Renascença
Até 24/06 - 20h - Desejo – Projeto Novas Caras –Teatro Adulto. Teatro
de Câmara Túlio Piva
26, 27, 28/06 e 3, 4, 5, 10, 11 e 12/07 - sexta e sábados às 21h e domingos
às 20h - Desvario - Teatro Adulto. Teatro de Câmara Túlio Piva
26, 27, 28/06 e 3, 4, 5, 10, 11 e 12/07 - Sextas e e sábados às 21h e
Domingos às 20h -América Café – Teatro Adulto. Roteiro e dir. José
Arthur Pinto Horário. Sala Álvaro Moreyra
27 e 28/06 e 4, 5, 11 e 12/07 - 16h - Chapeuzinho Amarelo – Teatro
Infantil. Sala Álvaro Moreyra
23/06 -15h - Prefacinho ao Vivo – Noite de lançamento do Livro da
Editora da Artes e Ofícios. Livro Doido para Voar, Hermes Bernardi Jr.
Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues – Saguão
23/06 - 19h30 - Lançamento dos Livros Poemas nos Ônibus e Histórias
do Trabalho. Teatro Renascença
24/06 - 20h - Waldir Azevedo Eterno – Show Musical. Teatro Renascença
25/06 - 15h - Prefacinho ao Vivo 2 - Noite de Relançamento do Livro da
Editora Projeto. Livro Ervilina e o princês ou Deu a louca em Ervilha,
Sylvia Orthof. CMC Lupicínio Rodrigues - Saguão
26/06 - 19h - Maratona Literária (3º Edição) Centro Municipal de
Cultura Lupicínio Rodrigues - Saguão
Até 27/06 - 9h30 - Seminário Cultura Francesa. O ano de 2009 é o ano
da França no Brasil, como contrapartida do ano do Brasil da França, em
2005. Onde serão abordados os temas: Literatura, Poesia, Música, Cinema, Psicanálise, Filosofia e História. Cinema Francês - Roger Lerina.
Pós-Críticos - Juremir Machado. Teatro Renascença
Até 27/06 - de segundas a sextas das 9h às 12h e das 14h às 18h,
sábados das 13h às 17h - Porto Alegre / Buenos Aires – Exposição de
Litografias. Este Intercâmbio oportuniza conhecer o conjunto de obras
em litografia, da produção atual de nosso Estado e da Argentina. Paço
Municipal-Sala da Fonte
Até 28/06 - Mostra de teatro de repertório da Cia do Giro - Teatro Adulto
26, 27 e 28/06 - sextas e sábados às 21h e domingos às 20h - Gueto
Bufo. Teatro Renascença
29/06 a 24/07 - Edital 8/2009 do FUMPROARTE. Disponível no
site:www.portoalegre.rs.gov.Br/fumproarte - Inscrições exclusivamente
no protocolo central da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, conforme
a área do projeto. Rua Sete de Setembro, 1123
30/06 - 19h30 - República do Rock - Música. C/ Tequila Baby e Jack
e os Estripadores. Teatro de Câmara Túlio Piva
01/07 - 20h - Quartas Na Dança – Espetáculo EM SI Menor. Cia
Municipal de Dança de Caxias de Sul. Teatro Renascença
Até 2/07 - terças e quintas, das 19h às 21h30 - Obrigado Boal - Evento
em homenagem ao Teatrólogo Augusto Boal. Sala Álvaro Moreyra. Inscrições: a partir do dia 6 de junho, por ordem de chegada, na coordenação
de Artes Cênicas. Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues
Até 5/07 - Imagemiragem - exposição. Porão do Paço Municipal
7/07 - 20h - Sons da Cidade. C/ Fernando Noronha e Solon Fishbone.
Teatro Renascença
9/07a 15/08 - Artista: Xico Stokinger. Sala Aldo Locatelli – Paço Municipal
12/07 - 11h - Audições Comentadas – Música. C/ Banda Municipal.
Concha acústica do Multipalco (Praça Marechal Deodoro s/nº ao lado do
Theatro São Pedro)
13/07 a 24/07 - de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 18h Inscrições Para o Acampamento Farroupilha. Galpão da Guarda no Parque
da Harmonia
13 a 17/07 - Festival de Arte Cidade Porto Alegre. Sala Álvaro Moreyra
14/07 - 20h30 - Erlon Péricles - Música. Projeto Música dos Gaúchos.
Teatro de Câmara Túlio Piva
16/07 a 15/08 - Técnica: Esculturas. Artista Pedro Girardelo. Porão do
Paço Municipal
21/07 - 19h30 - Republica do Rock. C/ Izmalia e Efervescentes. Teatro
de Câmara Túlio Piva
24/07 - 21h - Entrega Prêmio Carlos Carvalho. Cerimônia de premiação
do 7º Concurso Nacional de Dramaturgia.Teatro Renascença
CENTRO CULTURAL USINA DO GASÔMETRO
Exposição - [MOVE_VERSÃO_2.0_PED] – Exposição. A artista Kátia
Costa apresenta montagens de imagens obtidas através da captura de
imagens de deslocamentos, com objetivo de formar “linhas de composições geométricas”, narrativas que ilustram trajetórias fictícias, linhas e
formas montadas, para formar um novo espaço. Galeria Lunara - 5º andar
24/06 - 18h30 - Nós da Noite. C/Sandra Barcelos Reis e Alexandre
Knorre. Usina Café
26/06 a 26/07 - Exposição Cores: Identidade e Diferença. Artista Sônia
Brill Wolff. 4º Andar
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
3
3
Por Marcelo Oliveira da Silva Coordenador de Comunicação da Secretaria Municipal da Cultura
CASA DE FERRAGENS:
10 anos de referência no segmento
Valsa nos alçapões da memória
O
filme Valsa com Bashir
transformou uma impossibilidade orçamentária
em uma solução espetacularmente original, contando através de desenhos animados as experiências de jovens soldados israelenses durante invasão do Líbano
em 1982. O premiado filme (também
é a primeira animação indicada a um
Oscar de filme estrangeiro) do diretor Ari Folman funde em apenas 90
minutos o pouquíssimo conhecido
genocídio de palestinos nas mãos
de milícias católicas, a conivência israelense e sua aceitação de um comportamento normalmente atribuído
aos nazistas, além de uma reflexão
sobre a capacidade da memória
humana de retrabalhar experiências traumáticas.
Ari Folman, que também escreveu o roteiro, participou de fato da
maioria dos eventos do filme e narra a história na exata sequência em
que ela foi sendo redescoberta,
como se o espectador participasse
daquele processo de pesquisa.
Tudo começa em uma conversa de
bar entre o protagonista e um amigo, também ex-combatente, que lhe
conta um pesadelo recorrente, que
o atormenta há anos. O amigo acredita que o sonho vem daquelas experiências no Líbano, que ele simplesmente não consegue recordar.
O próprio Ari se dá conta de que também não tem lembranças da época,
apesar de haver sido uma tempora-
da relativamente longa, num passado nem tão distante, e que jamais
havia se dado conta desse vácuo em
sua memória.
Partindo desse enigma e aconselhado por um psicólogo, ele começa a procurar ex-colegas de combate e tenta extrair deles memórias
da época. Com raras exceções pontuais, todos também perderam a
memória do evento e tudo o que ele
consegue de cada um são fragmentos, cenas isoladas, pequenos relatos. A medida em que esses relatos
vão se somando, ele repete contatos e amplia o número de entrevistados, alguns deles desconhecidos.
A cada um Ari repete os fatos e situações que conseguiu juntar, eventualmente conseguindo reavivar memórias completamente esquecidas.
Trata-se de uma forma raramente vista de documentário, onde a
percepção da realidade vai se revelando lenta e organicamente, mostrando ao expectador (também com
ajuda de cientistas) o quanto a memória humana não é um retrato acabado, mas um conceito vivo, que se
modifica com o passar do tempo. A
explicação científica para o esquecimento daqueles soldados vem de
um mecanismo natural do cérebro,
que para manter a sanidade “apaga” eventos demasiadamente traumáticos, como a visão de várias centenas de civis indefesos, sobretudo
crianças, mulheres e idosos, brutal-
mente assassinados.
O aspecto formal também é muito bem trabalhado. Se no início a
animação estilizada incomoda um
pouco o espectador (não se trata de
desenhos perfeitinhos, com sombras exatas, nos moldes dos estúdios Disney), na recriação de paisagens com cores completamente
adulteradas em razão do estado de
espírito das personagens em situações críticas, o resultado é muito
mais artístico (e também muito mais
tragável para pessoas sensíveis) do
que o realismo fotográfico. O uso da
trilha e de efeitos sonoros também
é preciso e sutil, sem se sobrepor
ao que de fato interessa.
O ponto mais pungente, contudo, é o final do filme, onde misturam-se imagens reais dos massacres de palestinos em Sabra e
Shatila. (Sabedor do quanto o tema
é sensível: não desconheço outros
massacres - de menor escala, digase - que vitimaram os outros lados
do conflito entre palestinos contra
judeus e católicos, mas falamos de
Valsa com Bashir.) E nessa obra finalmente escuta-se uma voz israelense admitindo que o papel usual
de vítimas de uma das mais atrozes
perseguições da história, o nazismo,
já não diz tudo sobre o Estado que
construiram, militarizado até a medula e definitivamente do outro lado
do balcão que separa oprimidos de
opressores.
Quando os pais desistem, o traficante adota
Quem diz “No meu tempo é que era...”,
com justa razão, imediatamente recebe
de volta uma carimbada: velho. Mas, quem
são os velhos? Homens e mulheres que
não morreram, pois não. A medicina,
combinada com a tecnologia, empurrou
o “deat line” mais para frente. Tecnicamente deveriam estar mortos, mas estão aí,
vivos, com as suas memórias regressivas. No tempo “deles” claro que era tudo
muito melhor, eram jovens, e como todo
jovem, também foram iconoclástras, contra tudo e contra todos.
Não estou seguro de que a “pior idade” seja simplesmente uma questão de
exaustão da matéria. Percebe-se muitos
idosos em boa forma física. No entanto,
os acompanha um outro tipo de
inconformismo: sentem-se deslocados
num mundo cujas transformações exaltaram e consolidaram a cultura da
obsolescência. Quando tudo é
descartável, em especial as relações hu-
manas, o que sobra para a música, a arte,
a literatura, o cinema e tudo aquilo que
supostamente “fala” com os sentidos? O
próprio ambiente acadêmico, em grande
medida, sofreu profundas transformações
com a entrada do marketing nas escolas
e nas universidades. O aluno passou a
ser visto meramente como “cliente”, a instituição deixou para trás a busca da excelência e da pesquisa para se dedicar à
gestão metódica do lucro, como faz o
mercadinho da esquina.
Viva o lucro, sem o qual nada prospera, e morra a ganância, com a qual se cria
e se produz cultura picareta, arte improvisada, livros de auto-ajuda e filmes para
serem vistos e esquecidos tão logo as
luzes se ascendam.
Quem tem alma, olhos de enxergar
através do verniz, e ouvidos de ouvir algo
mais exigente, sabe que a indústria do
entretenimento se retroalimenta e engorda ao reproduzir na TV e no rádio ima-
Marcelo Camiansky fundou em abril de 1999 a Casa de Ferragens na Av. Bagé, 616 no Bairro Petrópolis. Em um local
com apenas 50m², contava com o apoio de um colaborador.
Beatriz Ayete Gil ingressa na empresa em 2002. É iniciado o
processo de expansão com a inauguração da primeira filial
na Dr. Timóteo, 1017 no Bairro Moinhos de Vento.
A Casa de Ferragens completa 10 anos no mercado com 05
lojas localizadas em bairros de classes A e B totalmente
informatizadas.
Este sucesso é baseado na diversidade dos produtos, mais
de 5.000 itens, sempre acompanhando as tendências do
mercado para que a sua reforma, construção e decoração
apresentem um diferencial.
O atendimento personalizado é realizado pelos 35 colaboradores, que constantemente são treinados e atualizados para
atuarem como consultores, orientando os clientes e amigos
na melhor escolha dos produtos.
Por ser referência em bom atendimento dispõe de uma eficiente Tele entrega gratuita no bairro.
Loja 1 - Av. Bagé, 616 - Fone: 3333.7516
Loja 2 - Dr. Timóteo, 1017 - Fone: 3346.7373
Loja 3 - Anita Garibaldi, 1047 - Fone: 3333.8771
Loja 4 - Mariland, 1555 - Fone: 3026.6465
Loja 5 - Carlos Von Kozeritz, 627 - Fone: 3012.1999
Por Por Paulo Tiaraju Publicitário, Escritor e Cronista
gens e sons produzidos pela boçalidade,
pelos espertalhões, cujo alvo é a massa
iletrada e tosca, ou crianças. Neste show
business nada permanece. Além da grana, nada comove e tudo se transforma
em tecnologia ainda mais avançada, para
se fazer novos espetáculos ainda mais
pasteurizantes, mais estéreis, mais
infecundos e arrebatadores, como o
antiorgasmo do sexo comprado. Difícil falar no último “hit” que ouvi no rádio no verão passado, sem empregar linguagem
chula da mais ordinária procedência. O
Hip Hop cantado por um retardado baiano
(havia um grupo de garotas adolescentes cantando e dançando o refrão da
musica) sugeria que as meninas deviam
“chupar o meu...” (Me recuso a dizer o que
o cantor estava oferencendo), com a promessa de que era “gostosinho”. Mas isto
cantado com absoluta explicitude, e repetido como se fosse um mantra abominável e asqueroso.
Seja como for, a História ensina que
sempre houve um período trevoso, antes
de uma nova era iluminada. Não sei o
que vem por aí, mas, por enquanto, para
uma Suzan Boyle, surgem toneladas de
“trash for cash”. (lixo por dinheiro).
De algum modo essas especulações
explicam (mas não justificam) a explosão
das drogas, em especial do escravizante
crack, a bomba suja e avassaladora. Na
ausência dos sonhos, das ilusões, a busca de qualquer emoção vagabunda e artificial serve para estremecer o nada, o vazio.
Do que estou falando? Das crianças
encardidas de miséria e a Deus dará?
Em parte, sim. Mas, mesmo estas sonham com uma vida mais decente. Estou
falando das quem têm tanto conforto, que
o conforto nada significa ao lado de pais
à deriva, com saudades de algo
inespecífico, hipnotizados em frente a um
telão Full HD. E quando os pais desistem, o traficante adota, simples assim.
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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4
Por Fernando Rozano Jornalista e escritor
Silêncio nas Américas
A
preenchida. Todos os grandes jornais escreveram o que tinham que escrever e prestaram homenagens sensíveis ao grande e
sensível homem.
Usina do Porto mostra aos seus leitores um trabalho extraordinário feito com um
dos mestres da música do vizinho oriental.
Com Daniel Viglietti, produziu um livro e cd
extraordinários. A dos voces é a marca da
liberdade, da rebeldia, da esperança, do futuro.
A dos voces é muito mais que um livro
e um cd. É um universo infindável de possibilidades. Às vezes, Daniel canta primeiro,
Mario recita depois. Outras vezes, Bendedetti
recita e Viglietti canta. O repertório desliza
por toda a nossa alma, acelera o coração,
sensibiliza os ouvidos mais áridos. Impossível ficar impassível diante de A dos voces.
Viglietti é daqueles homens que resistiram, como Alfredo Zitarrosa, e o pessoal de
Tacuarembó – de grande presença na cultura e na política uruguaias – a qualquer
forma de opressão.
È dele o clássico “A
desalambrar”, tema
eterno sobre a questão da terra, tema
comum aos países
latino-americanos.
Canção que passou
no início dos anos
70 quase incólume
pelos censores brasileiros nos inesquecíveis discos
Capa do disco lançado na Espanha em homenagem a Joan Manuel Serrat,
América do Sol, procom apresentação de Mario Benedetti.
travessar as longas avenidas de
Montevidéu é caminhar sob o fio
da história. O olhar se perde em
suas construções antigas e respiram um quê de moderno. Nada se exclui na
capital uruguaia. De dentro de suas fronteiras, a cultura transpira por todos os lados.
Não se encolhe ao se encontrar com o Rio
da Prata. Ou se aventurar pelos campos
imaginários do pampa, dos verdes e dos
gaúchos platinos se entrelaçando com as
terras do Rio Grande. Não há distância que
nos separe. Mas, para cá das águas
platenses, a cultura ganha o mundo. E também sofre com o rigor do autoritarismo comum durante décadas nos países da América Latina.
No pequeno Uruguai nasceu um dos
maiores nomes da literatura: Mario
Benedetti. Maio de 2009 se tornou triste e
silenciou as Américas. Sua morte, aos 88
anos, deixa uma lacuna que jamais será
cado à venda com
Capa do cassete colo
em quiosque
gem
ima
eira
o livro da prim
s
de Buenos Aire
Capa do cd comprado anos mais
tarde em Montevidéu
duzido por Abílio
Manoel. Daniel
esteve em Porto
Alegre na Usina
do Gasômetro
em 01 de maio
de 2003 em memorável apresentação e show
de consciência
humana.
Encontrei A
dos voces em
Capa do livro A trégua,
um dos
seus maiores sucessos
um quiosque
literários
de
Buenos
Aires. Livro e
uma fita cassete pendurados e a preço mais que popular.
Anos mais tarde, em Montevidéu, o cd compensou em parte as longas caminhadas
que fiz em busca da possibilidade de encontrar Mario Benedetti. Não consegui. Estava na Espanha e doente, me disseram.
Conversei longamente com Washington
Benavides, escritor, ex-parceiro de Zitarrosa,
com Eduardo Darnauchans, com Ruben
Rada, ouvi Laura Canoura, murgas,
candombes e não encontrei Mario Benedetti.
Agora, repassando, descubro uma apresentação de Mario a um disco em homenagem
ao espanhol Joan Manuel Serrat.
Mario partiu, as Américas estão silenciosas, mas sua obra grita ao mundo o grito da
liberdade, da solidariedade, do humanismo.
Acompanha este texto, imagens de A dos
voces, das capas do cd e cassete, do livro,
e da apresentação. Mario Benedetti, sempre.
ELEFANTECIDADESERPENTE|
FERNANDA CHEMALE | Fotografías
Fernanda Chemale apresenta 25 fotografias 60 x 60cm, intituladas
ElefanteCidadeSerpente, nome do seu mais recente trabalho que estará na
programação do FotoRio2009 (Encontro Internacional de Fotografia do Rio de
Janeiro) entre 17 de junho e 17 de julho da Galeria de Arte IBEU (Instituto
Brasil Estados Unidos), Av. Nossa Senhora de Copacabana, 690 / 2º andar,
no Rio de Janeiro. Nesta mostra, a abertura foi em 17 de junho as 20h, dividirá o espaço com os artistas Alberto Coelho com Geometricidade; Kryka Pujol
e Edson Teixeira com Fotorritmia. Renata Pinheiro Machado, chefe do Centrou
Cultural IBEU é a coordenadora da exposição.
Sergio Napp em Poemas & Música
Escritor e compositor lançou das Travessias – Volume II – Poesia & letra de música
Um autor versátil pode apresentar várias
facetas em sua obra, trabalhando a palavra
em diferentes tonalidades: no conto, na poesia, na letra de música, na crônica. Pois essas são as formas de contar e cantar o cotidiano escolhidas pelo escritor e compositor
Sergio Napp para a trilogia das Travessias.
das Travessias é o segundo volume da
trilogia do engenheiro, compositor e escritor
Sérgio Napp. O volume traz poemas, letras
de músicas e vem acompanhado de um CD,
que traz uma poderosa seleção musical.
Napp é autor, entre outras, da canção Desgarrados, que está consagrada, há muitos
anos, pelo público e pela crítica. 72 páginas,
WS Editor, telefone 3029.7018 / 3029.7028.
Estão no livro músicas como Desgarrados (parceria de Napp com Mário Bárbara),
Rodrigo e Bibiana (com Fernando Cardoso
e Jair Kobe), Coração Porto-alegrense (com
César Dorfmann) e João e Maria, entre outras. As poesias para a edição foram
selecionadas por Marô Barbieri, Elaine
Maritza e Loreta Napp. As letras foram escolhidas por Dilan Camargo, Luis Floriano Azevedo (Nando) e Loreta Napp. A seleção final
foi feita por Nóia Kern e Sergio Napp.
Volume II – Poesia & letra de música
acompanha um CD que reúne 16 faixas compostas por Napp e parceiros. Por isso, o lan-
çamento do livro contou com a participação
especial de Ângela Jobim (voz) e Cláudio Vera
Cruz (violão), interpretando músicas do CD.
Sergio Napp
Nasceu em Giruá (RS) em 1939. Além de professor e
engenheiro, é escritor e compositor, com publicações em
Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires.
Também é produtor de shows e discos, com inúmeras
premiações como letrista, em festivais no Rio Grande
do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Foi editor responsável da Tchê! Editores de Livros. Diretor da Casa de
Cultura de 1997 a 1999, voltou à direção da instituição
de 2003 a 2007. Tem várias obras publicadas, sendo
pela WS Editor as seguintes: Estranhos sentimentos
(contos), Passarinhar-se (infantil), A gangue dos livros
(juvenil), das Travessias – Volume I (contos), e das
Travessias – Volume II (poesia & letra de música).
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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5
Por Luciano Alabarse Diretor de Teatro
Moyses Opes
c
Meus Homens
e Vika
Calma, senhores: o título não será introdução para uma
crônica de confissões sexuais desenfreadas; nada disso.
Envolvido até a raiz dos cabelos com a montagem de dois
espetáculos platônicos (“Platão: Dois em Um”, reunião de
“O Banquete” e “Górgias”, que estreou dia 04 de junho no
Theatro São Pedro), me dei conta que estou trabalhando com um
elenco prioritariamente masculino, antigos e novos
atores-parceiros de aventuras cênicas, e que o teatro gaúcho,
há anos dominado pela supremacia de grandes atrizes,
apresenta uma significativa e muito, muitíssima bem-vinda
alteração desse quadro. Já contamos, sim,
com extraordinários atores dedicados à arte da interpretação
teatral, cuja presença ilumina nossos palcos locais.
Aos meus companheiros de
tantas viagens inesquecíveis
(Luiz Paulo Vasconcellos, Marcelo Adams, José Baldissera,
Mauro Soares, Carlos Cunha
Filho, Lutti Pereira, Alexandre
Magalhães, Marcos Contreras)
peço licença, hoje, para falar da
nova geração de atores que,
depois de nós, vem somar qualidade e inquietação à cena gaúcha. Certamente não sou o único diretor que dá espaço aos
novos atores que chegam. Júlio
Conte, Zé Adão Barbosa e
Roberto Oliveira, por exemplo,
são diretores que sempre apresentam gente nova em seus
trabalhos. Também faço a minha
parte. E queria homenagear aqui
esses novos profissionais que
estão injetando sangue novo e
muita disposição às minhas
encenações. No atual projeto, o
público e a imprensa vão poder
conferir o talento de RAFAEL
MENTGES, FABRIZIO GORZIZA,
FERNANDO ZUGNO, THALES
DE OLIVEIRA, DANIEL
BACCHIERI, EDUARDO
STEINMETZ, LÊ SOUSA,
VINICIUS MENEGUZZI e
RODRIGO FIATT, alguns já com
alguns anos de estrada, mas
todos ainda descobrindo os
mistérios e recursos dessa profissão tão árdua.
Tenho uma relação de carinho parental com todos eles. E,
como um bom pai teatral, às
vezes lhes puxo as orelhas, lembrando regras básicas de disciplina e dedicação. Mas isso é
exceção. No geral, são atenciosos, divertidos, educados, “pra
cima” e, principalmente, MUITO,
MUITO TALENTOSOS, cada um
com a sua identidade e características próprias. Juntos, formam
um time imbatível.
Bem poderia fazer a crônica
inversa e falar de todas as grandes atrizes que têm me dado o
prazer de partilhar meses de
ensaios e apresentações. Tenho escrito, ao longo do tempo,
sobre várias delas. Por isso,
peço licença agora para ressaltar e reconhecer o trabalho de
VIKA SCHABBACH, atriz de grande e invulgar carisma, chamada
a fazer o papel da conferencista
que, na adaptação de Donaldo
Schuller, conta ao público a história de “O BANQUETE”. Integrante-fundadora do grupo CUIDADO QUE MANCHA, Vika tem
atendido meus chamados e
partilhamos já vários trabalhos
juntos. Nossa cumplicidade é
evidente. Agora, na pele de uma
personagem fundamental à
peça, Vika mostra que atingiu
sua total maturidade artística. É
mais uma extraordinária atriz
gaúcha, e está maravilhosa em
sua composição. Desde o primeiro instante, pensei nela para
este papel – e ela correspondeu
e superou minha expectativa.
Ao Fabrizio, Rafa,
Fernandinho, Edu e todos os
meus novos e queridos parceiros de palco, desejo vida longa
na profissão, e também dedicação, entusiasmo e perseverança. Porque são muitos os que
começam, muitos os que desistem, muitos os que desanimam.
Mas os que ficam são sempre
recompensados pelos deuses
do teatro. Vale a pena, acreditem!
P.S.: Por compromissos pessoais, Thales não estará no
elenco deste projeto. Mas permaneceu na crônica, merecidamente.
Marian Starosta
Cia do Giro inicia Projeto Funarte de Teatro Myrian Muniz
São eles:
• 26, 27 e 28 de junho - “Gueto
Bufo” - O humor e a ironia dos
bufões, sua critica e perspicácia, a poesia do grotesco. Com
11 anos de estrada o espetáculo é ganhador de inúmeros
prêmios dentro e fora do estado.
O projeto também envolve a
realização de 5 workshops
Durante o mês de Junho, o
Teatro Renascença será palco ministrados por seus diretores
do atual repertório da Cia do
Daniela Carmona e Adriano
Giro. Em uma mostra inédita, a Basegio.
Workshops gratuitos realizados
Cia estará apresentando a
cada semana um espetáculo
no final de maio: “Ritmos e
diferente, todos com pesquisa Sonoridades”, “Máscaras
distinta em linguagem e estilo Larvárias”, “Clown”, “Bufão” e
de interpretação, o que marca
“Shakespeare”.
a caracteristica do grupo.
O Projeto ainda trará a Porto
Contemplada com Prêmio
Nacional Funarte de Teatro
Myriam Muniz 2008, a Cia do
Giro dá inicio ao Projeto “Manutenção de Estilos e Intercâmbio de Linguagens” e convida a todos para um final de
semestre intenso e cheio de
atividades.
Alegre a renomada diretora e
dramaturga mineira Grace
Passo do Grupo Spanca (“Por
Elise”, “Amores Surdos”...),
para ministrar oficina gratuita e
aberta a classe artistica local.
(data a definir)
As reservas para grupos e
maiores informações podem
ser realizadas pelo e-mail
[email protected] ou
(51) 8416-7123 ou 9238-6754
Até 28 de junho - Cia do Giro
em Repertório no Teatro Renascença. Sextas e sábados
ás 21 horas, domingo ás 20
horas.
Teatro Renascença - Av. Érico
Veríssimo 307 - Informações:
3289.8061 / 3289.8064
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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Por Teniza Spinelli Jornalista
Arquivo da artista
Irene Ludwig
Ludwig: Personagens vivos da pintura
O Centro Cultural CEEE Erico
Veríssimo está apresentando até
o dia 20 de junho a exposição de
pinturas (óleo sobre tela) de Irene
Ludwig, com curadoria de
Zé Augusto Marques, que retrata
tipos humanos característicos das
ruas de nossa cidade.
Intitulada Falcão e Sofia, a mostra
dá visibilidade a personagens de
uma classe social marginalizada.
Para a realização desta mostra,
Irene realizou estudos feitos
a partir de registros e fotos de
lugares por onde costuma trafegar
e, posteriormente,
transportar para as telas.
A
rtista figurativa, o interesse pelos temas sociais tem permeado
sua obra. Em seu depoimento ela revela: “Ao percorrer as
ruas de Porto Alegre deparo-me
com quadros plasticamente belos, entretanto muito tristes e desumanos. Retratos de pessoas
que, no seu abandono, deterioram-se. (...) Muito fortemente se
iniciou o desejo de registrar em
tela estas vidas. O processo levou
cerca de quatro anos...”
Se, por um lado Irene confessa
tristeza, amargura e até vergonha,
“por ser essa portoalegrense que
passa e apenas olha”, lamentando sua omissão frente ao que vê, por outro lado ela configura nas telas a solidariedade e a comiseração
pelos desvalidos. Pois ao artista cabe fazer a
sua parte e, ao pintar, Irene deixa fluir as vertentes de sua visão de mundo.
Na cor local, característica que acompanha sua produção, insere os irreverentes personagens do cotidiano da miséria e do
submundo. E não dá para ignorar que o humor surge do caricatural, no apanhado de um
espesso bigode, no dedão de um pé exposto
no banco da praça, nos trastes que carregam
consigo, nas cenas que revelam a dinâmica
do que é viver debaixo dos viadutos, nas esquinas e estações onde dormem, comem,
lêem jornal e até tocam violão.
E a veia poética da pintora também se manifesta em palavras que vão legendar os quadros, como por exemplo, em “Moradores”:
“Trem vai, trem vem,/oito voltas./Vou./Venho./
Janelas para o mundo lá fora./ No mundo de
dentro,/ correndo de um lado/para outro./ Passa outro trem,/ passa, passando./ E os moradores?/ Entre estação São Pedro e Farrapos
lá estão eles,/ acomodados na sala, cozinha,
quarto,/ da casa decorada.” Desta forma o
cômico e o trágico se sustentam num tênue
fio do olhar comovido e poético da artista que
descreve o viver dos habitantes que povoam
as ruas e os seus quadros.
Não é sem razão que intitulou a mostra de
“Falcão e Sofia”. Falcão é o anti-herói desvalido e, a cadelinha Sofia é a sua companheira
fiel. Um olhar sensível e apaixonado pelo ser
humano transposto para o universo da arte,
sem maniqueísmos ou ideologias. Estas ficam subentendidas. Nas telas, só cor e
plasticidade.
Aquarelando o Jardim Botânico
O Atelier Eduardo Guimarães juntamente com o Jardim Botânico
convidam para a exposição de aquarelas de: Adriana Boeck,
Arthur F. Coitinho, Claudia Ribeiro, Eduardo Guimarães,
Eliane Guimarães de Lima Elizabeth Gré, Harald Rieger,
Jorge Krahe, Karin Schellenberger, Marta Spier
Vernissage: 02 de julho/09, das 19h às 21 horas
Visitação: 03 a 31 de julho/09 - terça a domingo, das 9h às 21 horas
Local: Casa de Cultura Mário Quintana - Andradas, 736 - POA/RS
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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Por Yeda Crusius
Governadora do Estado do Rio Grande do Sul
A Arte na França 1860-1960: O Realismo
C
om o apoio integral e entusiasmado do Governo do Estado do
Rio Grande do Sul desde o primeiro momento, o Ano da França
no Brasil assinala o reencontro de dois
países e de duas culturas. Retribuição do
Ano do Brasil na França, de 2005, quando
mais de 15 milhões de franceses tiveram
acesso a centenas de manifestações artísticas brasileiras, a maiúscula iniciativa,
que se estenderá até novembro, estreitará
ainda mais os laços entre as duas nações.
Ponto exponencial desse grande entrelaçamento de culturas será a mostra Arte
na França 1860-1960: O Realismo, para a
qual o MARGS abrirá seus salões em julho e que reunirá obras de 110 artistas franceses ou que viveram e trabalharam naquele país.
Para se ter uma idéia da magnitude
desse evento, basta mencionar os nomes
de alguns participantes da magna exposição internacional: Delacroix, Manet, Van
Gogh, Degas, Monet, Cézanne, Renoir,
Fotos: Arquivo Palácio Piratini
Toulouse-Lautrec, Picasso, Matisse, Léger,
Max Ernst, Dali, dentre outros expoentes
que revolucionaram a arte no mundo. Dentre as muitas peças que virão ao país pela
primeira vez, cedidas por instituições como
o Centre Pompidou e o Musée D’Orsay,
está Déjeneur sur L’Herbe, de Picasso, na
qual o espanhol relê uma obra de Édouard
Manet. O trabalho está avaliado em 20 milhões de euros.
São importantíssimos os laços que
vinculam o Rio Grande do Sul à França,
desde o lema inscrito em nossa bandeira
– Liberdade, Igualdade, Humanidade – ao
próprio Palácio Piratini, recriação do Petit
Trianon, de Versailles, ou à influência do
positivismo de Augusto Comte nas lideranças gaúchas à época da construção
republicana.
A mostra Arte na França 1860-1960: O
Realismo é um presente magnífico a estreitar tais laços, aproximando pela linguagem inexcedível da arte dois povos e duas
civilizações.
Bienal do Mercosul tem nova data
7ª edição do evento começa em 16 de outubro, em três espaços expositivos de Porto Alegre
A 7ª Bienal do Mercosul vai ser realizada entre os dias 16 de outubro e 29 de
novembro de 2009, em Porto Alegre, Rio
Grande do Sul. As mostras estarão abertas ao público durante 45 dias, em três
espaços expositivos – Armazéns do Cais
do Porto, Santander Cultural e MARGS –
Museu de Arte do Rio Grande do Sul –
além de espaços públicos da capital gaúcha. Cerca de 70% das obras serão produzidas pelos artistas especialmente
para esta Bienal. A lista completa dos artistas que participam desta edição será
divulgada no início do mês de julho.
Esta edição vai propor uma série de
metodologias e ações que demonstrem
a diversidade de abordagens e funções
que a arte contemporânea apresenta.
Para tanto, o projeto curatorial está orga-
nizado em sete exposições, um projeto
pedagógico, um programa editorial e de
comunicação, um sistema de rádio
(Radiovisual) e diversos programas culturais que vão acontecer ao longo de toda
a Bienal, dentro e fora dos espaços
expositivos.
Para Mauro Knijnik, presidente da 7ª
Bienal do Mercosul, a realização do evento coloca a cidade de Porto Alegre e o Estado do Rio Grande do Sul em posição
privilegiada, ocupando lugar de destaque
no meio artístico internacional: “A Bienal
do Mercosul tem se caracterizado pela sua
qualidade e pertinência, a ponto de ser
hoje referência em excelência de proposta e organização. Parte dessa trajetória é,
certamente, a conseqüência de muito trabalho e de zelo com todos os detalhes
inerentes às artes, de forma especial ao
cuidado com o projeto curatorial”.
O projeto curatorial da 7ª Bienal do
Mercosul afirma o sentido e a importância dos artistas como atores sociais e
constantes produtores de um sentido crítico necessário. Sob o título Grito e Escuta, a 7ª Bienal do Mercosul pretende explorar a comunicação multidirecional –
entre um mundo em conflito e um artista
que escuta e responde; entre um artista
que produz sentido com a intenção de que
o mundo o escute – através de múltiplas
linguagens. O projeto aborda a sonoridade, o movimento corporal, a vivência social e a vivência pedagógica como partes
integrantes da experiência da arte hoje.
Dessa forma, na 7ª Bienal do
Mercosul, os artistas ocupam o papel de
curadores, desenvolvendo o projeto das
exibições e o projeto pedagógico,
conceituando e coordenando o projeto
editorial e suas publicações, a imagem e
a comunicação da Bienal como um todo.
Assessoria de imprensa / Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul - Fones: 51 3254.7533 / 9213.6558 - e-mail: [email protected]
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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Por Cézar Prestes Diretor MARGS
Carme Gamba
A França é aqui
A exposição Arte na França 1860 -1960: O Realismo chega ao Museu de Arte do
Rio Grande do Sul no dia 14 de julho, data da queda da Bastilha, episódio que
marca o início da Revolução Francesa. Portanto, uma data simbólica para o país
que lutava bravamente por liberdade e respeito humano.
N
um outro sentido, é uma
data simbólica para o nosso Estado. Estamos orgulhosos. Vamos proporcionar
ao povo gaúcho a oportunidade de
conferir obras de nomes consagrados no mundo inteiro, concretizando
uma de nossas missões como
gestores culturais: contribuir concretamente para a formação e a educação do público. Certamente, a exposição será um marco nesses 55
anos de história do Museu. Além de
projetar a instituição e o Rio Grande
do Sul no país e no exterior, aproxima a arte universal de todos nós,
estimulando o conhecimento e estabelecendo laços definitivos entre
culturas.
Artistas como Picasso, Van
Gogh, Cézanne e Dali, entre tantos
outros, testemunharam, através da
sua arte, um tempo efervescente, de
criação e mudança. Agora, em comemoração ao Ano da França no
Brasil, chegam a Porto Alegre para
ocupar todas as salas do MARGS,
com projeto de museografia assinado pelo curador Eric Corne e pelo
arquiteto Moacyr Kruchin. A mostra
conta com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.
É bom lembrar que, durante o período da exposição, o MARGS vai cobrar um ingresso solidário recolhendo
roupas e alimentos que serão destinados ao Comitê de Ação Solidária do
Governo do Estado. Para facilitar o
acesso do visitante, teremos na parte
externa uma estrutura com guarda-volumes, detectores de metais e posto
para arrecadação das doações.
Estamos trabalhando para oferecer
toda a segurança necessária para que
o público possa usufruir com tranqüilidade da sua visita e encher os olhos
com cada detalhe da Arte na França
1860-1960: O Realismo.
Por Renato Pereira Jornalista
O sumiço do ceroulão
Não sei os efeitos do frio na sua vida,
mas os meus já começaram.
As minhas ceroulas desapareceram.
Como por encanto. Interroguei a minha
mulher quase aos limites da tortura psicológica e não consegui além de alguns
xingões, diferentes manifestações desairosas quanto à minha conduta de desorganizado Incurável. Foi a empregada. Não foi.
Ou foi. Mas eu jamais vou descobrir. Nem
quero. Porque se foi, como argumentar com
a cara-metade que alguém estava simplesmente usando a metade da indumentária
de inverno do marido sem a conivência do
marido?
Sem falar na possibilidade de um processo crime por denunciação caluniosa por
parte do marido da empregada, cujo
ceroulão, diga-se de passagem, também
deve ter desaparecido. Com certeza. Falei
com maridos das mais diversas etnias e
todos foram unânimes em confessar o desaparecimento inexplicável também deste
tão importante agasalho interior da anatomia masculina. Tanto que as mulheres, as
raríssimas que confessam, fazem uso da
peça com a maior sem cerimônia tão logo a
era glacial cai sobre o Rio Grande.
Freudianamente falando, não se trata
em absoluto da inveja do pênis, mas do
aquecidinho no pênis e correlatos, antes do
sumiço do ceroulão.
Pesquisei sobre as traças. Impossível.
Teriam que ser vários milhões de traças,
famélicas e insaciáveis, fissuradas só em
ceroulas, deixando de lado todo um guarda
roupa bem mais apetitoso do que a peça
em questão, salvo na parte frontal do
ceroulão, onde aquela cor amarelo âmbar
transforma a refeição da traça num ágape
sem precedentes. Sem chance. Traça gosta de terno, na gola, junto à ombreira dos
casacos, enfim, onde a cerzideira convidada ao conserto faz cara de superioridade e
diz que não tem jeito, melhor dar o casaco
para um pobre que come inclusive a traça
sem reclamar do rombo deixado no casaco
e ainda troca a maltrapilha peça no brechó
por uma garrafa de qualquer coisa, ainda
que sem coisa alguma dentro.
O cachorro comeu. Não há provas, sequer vestígios. Cachorro rói pé de mesa,
cadeira, poltrona, tapete persa que ainda
não está pago, enfim, coisas que abalam o
universo feminino. Nunca iriam irritar um
homem, até porque homem só se irrita com
a mulher, jamais com o cachorro, mesmo
sendo o cachorro da mulher. O ceroulão não
foi comido, por ninguém. No frio que fez ultimamente nem o dono é comido. Porque
mulher alguma, por mais corajosa que seja,
se de posse do ceroulão, tira o ceroulão.
Tenho suspeitas extraterrestres, ah tenho. O meu ceroulão, como as dos meus
colegas de infortúnio, foram abduzidos. Estão a essa altura em outro planeta gélido
sendo usufruídos por magérrimos ETs
como bombacha para não fazerem feio no
CTG Voador, que seguramente já tem diversos espalhados pelo pampa das galáxias.
Ou não. O ceroulão simplesmente voltou no tempo, porque era indumentária indispensável do bisavô e simplesmente
retornou às origens nos deixando ao
desabrigo sem a menor chance de reação.
E pior é que o coitado também deve estar
procurando a sua ceroula na outra dimensão, porque a bisa, com a mais absoluta
certeza pegou pra ela e nunca mais devolveu.
A pizza vai até você!
É só chamar o
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e ele leva
o mais
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Por Sergius Gonzaga Secretário da Cultura de Porto Alegre
Foto Arquivo SMC
III Festival de Inverno terá 18 shows,
sete cursos em um ciclo de cinema
O 4o Festival de Inverno apresentará entre os dias 26 de julho e 2 de agosto,
em cinco teatros da cidade, 18 shows com bandas e solistas, sete cursos de alto
nível com especialistas de grandes universidades, e um ciclo de cinema.
É
um evento que já se consagrou na cidade, não só pelas atrações, mas pelo fato
de aproveitar a circunstância
específica do inverno porto-alegrense
que já originou, inclusive, a tentativa
de criação de uma estética do frio
(Vitor Ramil), algo que definiria a nossa singularidade cultural e nossa
peculiar visão de mundo.
Além de manter a política de preços a programação acentua outra vez
seu sotaque platino. Em razão da estratégia de divulgação, fica um pouco
prematuro falar em nomes aqui no
Usina do Porto, parceiro de longa data,
que muito nos honrou homenagear
em janeiro passado com o Prêmio
Joaquim Felizardo. Oportunamente o
Usina receberá tudo o que seus leito-
res desejam saber sobre o festival.
Portanto, gostaria de utilizar a oportunidade para reforçar nosso compromisso com os porto-alegrenses. Acredito que todos saibam da dificuldade
do atual momento econômico, onde
poucas empresas estão arriscando
patrocinar ações culturais. A manutenção dessa quarta edição, custeada
em mais de 90% pela Prefeitura de
Porto Alegre, resulta de um forte esforço diante da erosão que se verifica na
economia em geral, com reflexos
preocupantes sobre a arrecadação de
impostos; fonte de todo orçamento público.
Se na primeira edição era patente
o potencial que uma iniciativa destas
tem em nossa cidade, no ano passado o festival quase dobrou de públi-
co. Apostamos em uma programação
cult, com um olho atento ao público
em geral, sempre a preços acessíveis ou mesmo de graça. Apostamos
também na integração cultural com
nossos “hermanos platinos”, sem
esquecer de resgatar valores nacionais consagrados e de tentar apresentar algumas promessas artísticas
interessantes. Assim, as grandes revelações do último prêmio Açorianos
de Músicas darão seu recado no palco do Teatro de Câmara. O lançamento do evento para a imprensa acontece no final de junho e o nosso site
( w w w. p o r t o a l e g r e . r s . g o v. b r /
festinverno) como sempre vai detalhar tudo o que o leitor desejar saber.
Contamos com a presença de vocês.
Até lá!
Por Jaime Cimenti Jornalista e Escritor
O mistério do trem azul, clássico policial de Agatha
Christie, conta sobre a chegada do Trem Azul em
Nice, na Riviera Francesa, onde um guarda tenta
acordar a rica e linda herdeira Ruth Kettering. Ruth
está morta, assassinada por um pesado golpe
na cabeça e roubaram seus preciosos rubis. O
detetive Hercule Poirot não se convence que o
marido dela seja o principal suspeito e vai investigar. 272 páginas,
L&PM Pocket, telefone
3225.5777.
Correntezas é o romance de estréia do escritor e professor Pedro Câncio. Com apresentação da professora-doutora Léa Masina, a narrativa conta a história de Paulina, Maria Santa,
Marta e André, familia que vive às margens
dos rios Ibicui e Uruguai. Belas descrições de
flora e fauna e dados mitológicos e folclóricos
estão na obra. 144 páginas, R$ 25,00,
Libretos, telefone 3029.6390.
Ficção de polpa, vol. 3, organizado por Samir
Machado de Machado traz contos fantásticos,
de horror e de ficção científica do organizador e
de Antonio Xerxenesky, Guilherme Smee,
Luciana Thomé, Rafael Spinelli, Emir Ross e
outros e mais um conto-bônus de William Hope
Hodgson, intitulado O portal do monstro.
176 páginas, Não Editora,
contato@nãoeditora.com.br, tel. 9963.6540.
Minicontos e muito menos de Laís Chaffe e Marcelo Spalding, com ilustrações de Alexandre Oliveira, apresenta mini-histórias como Divórcio (Tu
me paga) e Marcelo e Terror Noturno (-E tinha
um vovô me oferecendo balas e dizendo pra eu
não contar nada. - Pronto, volta a dormir. Foi só
um pesadelo) de Laís. Os autores são experientes no miniconto e ministram oficinas literárias.
110 páginas, Casa Verde, telefone 3407.8223 9121.7707
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Por Luiz Coronel Poeta e Publicitário
Letra de: Todas as cartas de amor são ridículas
As cartas de amor
São ridículas,
Fartas partículas
De dor e lamentos.
Eu estaria morto
Não fosse lembrar a vida
Que há em teu corpo.
(Victor Hugo)
Sou acometido por lágrimas
Quando escrevo
E quando leio, creio que contigo
Não seja assim.
(Plínio, o jovem)
Eu vivo e morro por ti.
Li, reli, beijei a tua carta,
Guardo-a dentro de mim
Embora ela seja apenas uma folha
Em teu jardim.
(Machado de Assis)
Enfim, se assim quiser a sorte
Como acho grandes as
Levarei esse amor até a morte,
Como folhas e flores levadas pelo vento. horas, os dias
(Tsu Ianing)
As semanas longe de ti.
(Cruz e Sousa)
Compartilhar da sombra
Da mesma árvore, navegar contigo
Eu peço que finjas
As correntezas do rio, é um carma,
Algum carinho por mim,
Nada mais eu pedi.
um calafrio.
(Fernando Pessoa)
(Shanguinar)
Beijei tantas vezes tua carta
Com inútil tristeza e contentamento.
Fossemos um só, nenhum de nós teria
Tanto sofrimento.
(Beethoven)
Manda-me apenas
uma rosa
Em sinal de perdão.
(Franz Kafka)
Adeus, adeus,
minhas crianças,
Num rio de lágrimas,
levo tua lembrança
Em meu coração.
(Voltaire)
Todas as cartas de
amor são ridículas,
Se não forem ridículas
Não seriam cartas de amor.
(Fernando Pessoa)
Ah, essa distância, esse sacrifício,
Eu tenho apenas três lenços
Não me faças chorar mais do que isso.
(Catherine Mansfield)
Por Dr. Nelson Luiz Monteiro Cirurgião dentista - CRO 6738
Implantes dentários
Hoje em dia, na nossa odontologia, o que está
muito em voga é o tema implantes dentários,
por isso, tentaremos explanar de maneira
bem simples este procedimento.
O que são implantes dentários?
São pinos de titânio, material totalmente aceito pelo corpo humano que é instalado na mandíbula e ou maxila do paciente que não possui um ou mais dentes; depois de decorrido
um período de integração com o osso na maxila
de seis meses e na mandíbula de três meses,
aproximadamente, o cirurgião dentista inicia
os procedimentos para a colocação da
prótese, que em geral é fixa.
não devem ser submetidos ao tratamento,
mesmo que em controverso: crianças que
não atingiram a fase de crescimento ósseo
definitivo, pacientes submetidos à quimioterapia e ou radioterapia por um período anterior de até dois anos, fumantes inveterados,
pacientes que utilizam drogas ilícitas, diabéticos não compensados e, principalmente,
aquele paciente que através de radiografias,
tomografias seja constatado que seu osso é
muito fino ou muito curto; neste caso pode
ser utilizado um enxerto ósseo. Não existe
idade máxima e, sim limitações para a instalação dos implantes.
Quais as vantagens dos implantes dentários?
Inúmeras: as principais são estética, segurança, principalmente para o paciente que usa
as faladas dentaduras ou próteses removíveis, pois uma vez instalados os implantes,
terá seus dentes fixos de novo, não havendo a necessidade de remoção para
escovação etc.
Onde e como são realizados os implantes?
São realizados no próprio consultório dentário
com anestesia local, após a solicitação de
exames clínicos e radiográficos e anamneses
a mais completa possível. O pós operatório
no geral é satisfatório, sendo que nos 3 primeiros dias o paciente é orientado para que
se alimente de alimentos líquidos e pastosos
e evite esforço físico.
Todos podem utilizar essa técnica?
Em geral sim, mas existem algumas limitações,
Existe possibilidade de haver rejeição?
Não, o termo rejeição se utiliza quando utili-
zamos órgãos vivos, ou seja, um transplante
de pulmão, aí sim pode ocorrer a rejeição. O
implante dentário não é um elemento “vivo”,
portanto não existe rejeição; o que pode existir é a perda do implante, e seu dentista irá
verificar o motivo.
O que é tão falada “carga imediata” onde
se colocam os dentes até três dias após
a colocação dos implantes?
Este tema é muito comentado; o profissional
tem que ter muita atenção, fazer uma analise
minuciosa dos documentos radiográficos,
verificação do ato cirúrgico e ver se o paciente se enquadra para ser feito esse tipo de
trabalho. No total ainda se tem muito cuidado
em indicar esse procedimento, mas quando
indicado é o ideal ao paciente, pois ele “sai do
consultório” com os dentes provisórios.
Câncer de ovário
Por Dr. Nilton Alves - Ginecologista
CREMERS 15.193
O câncer de ovário é uma neoplasia maligna rara, mas responsável pela primeira causa de morte ginecológica e a quinta
causa de morte de câncer nas mulheres.
Sabemos que esta doença pode ocorrer em todas as idades,
mas a sua incidência na população aumenta após os 40 anos e
tem como idade média os 60 anos. A história natural, ou seja,
a maneira habitual como esta neoplasia costuma se desenvolver é apresentando sintomas tardios sendo que aproximadamente 70% das pacientes já tem doença metastática por
ocasião do diagnóstico.
Os fatores de risco ainda não foram precisamente definidos,
mas podemos estabelecer algumas situações de risco aumentado, tais como mulheres com mais de 50 anos e que não
gestaram e nem fizeram uso de anticoncepcionais; história
familiar de carcinoma de ovário, ingestão de carne e gordura
animal em excesso, assim como alguns elementos químicos
como o asbesto e silicatos que estão presentes em muitos
talcos usados por um grande número de pacientes na região
perineal após o banho. Também sabemos que algumas mulheres são portadoras de mutações genéticas, o que lhes confere
um risco aumentado de desenvolver câncer de mama e/ou
ovário.
A doença geralmente é assintomática nos estágios iniciais,
sendo que os sintomas intestinais e urinários, tais como dor e
distenção abdominal, dispepsia, constipação e sintomas
irritativos urinários estão mais freqüentemente relacionados à
extensão do tumor além da pelve.
As lesões pélvicas assintomáticas podem ser descobertas,
ocasionalmente, em exame ginecológico de rotina e deverão
ter sua origem esclarecida.
O ultrassom pélvico transvaginal é o método não invasivo
mais utilizado, fornecendo informações sobre tamanho, superfície, componente sólido ou líquido, septações e demais características. O estudo da sua vascularização (ecografia com
Doppler) assim como a análise de determinados marcadores
séricos (exames de sangue) nos auxiliam no diagnóstico diferencial de doença benigna ou maligna.
Apesar dos exames pré-operatórios fornecerem informações
importantes o diagnóstico definitivo somente será possível
após realização de exame anatomopatológico do tumor, por
ocasião da cirurgia.
O tratamento do tumor vai basear-se no tipo histológico do
tumor, no seu estadiamento e na idade da paciente entre outras
condições. A base terapêutica do carcinoma de ovário é a
cirurgia primária completa com estadiamento transoperatório,
retirada de toda a massa tumoral podendo ser seguido por
quimioterapia. Radioterapia e hormonioterapia também podem
ser usadas como tratamento adjuvante.
Tentamos expor em poucas palavras o que
são os implantes dentários, mas pensamos
que atingimos nosso objetivo.
Um forte abraço.
Fones: 3311.1129 e 8518.3860
E-mail: [email protected]
FOTOGRAFIA Daniela Heckler desvenda a beleza cotidiana de Londres
A fotógrafa Daniela Heckler
apresenta a exposição Londres
até 3 de julho no T Cultural Tereza
Franco da Câmara Municipal de
Porto Alegre (Avenida Loureiro da
Silva, 255). Compõem a mostra 20
fotos realizadas entre fevereiro de
2001 e dezembro de 2002 e reveladas em preto e branco, que desvendam a beleza cotidiana da capital britânica.
Daniela exercitou o olhar
contemplativo durante todo o tempo em que esteve em Londres, e
esse encantamento transparece
nas fotos. “Mesmo tornando-se
cada vez mais parte do meu dia-adia, surpreendia-me quase que
diariamente com o modo de ser e
de agir das pessoas e com espaços ainda não descobertos”, conta. Instigada por cenas e paisagens triviais, Daniela buscou aperfeiçoamento em um curso de foto-
grafia do Westminster Adult
Education Service, primeiro passo
para a realização do ensaio.
Nascida em 1978 e formada
em Publicidade e Propaganda
pela Universidade do Vale do Rio
dos Sinos (Unisinos), Daniela vive
em Montenegro, onde cursa Artes
Visuais na Universidade Estadual
do Rio Grande do Sul (Uergs) e
leciona na rede municipal de ensino. Entre as exposições realiza-
das, cita Streets of London, na Estação Cultura, de Montenegro, e o
1º Salão 10x10, na Fundação Municipal de Artes de Montenegro. As
fotos de Londres também foram
expostas em maio de 2008 no
Museu de Arte de Montenegro.
A exposição na Câmara pode
ser visitada de segundas a quintas-feiras, das 9 às 18 horas, e às
sextas-feiras, das 9 às 16 horas
(até 15 horas no último dia).
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
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Luciana Thomé
Por Sérgio Napp Escritor
Prêmio Açorianos de Música
O
depressivo-sonhador nunca havia assistido a uma premiação de qualquer
dos Açorianos. Aconteceu que um de
seus poucos amigos o convidou para
a premiação do Açorianos de Música. E o
depressivo-sonhador não perdeu tempo. Principalmente porque a cerimônia se realizaria no
Theatro São Pedro e este teatro lhe traz lembranças inesquecíveis. Há poucos dias, Júlia
Lemmertz, Clarice Niskier e Ednei Giovenazzi ali
se apresentaram com a peça Mary Stuart. O
depressivo-sonhador a assistira, há tantos anos
que ele nem lembra quantos, a mesma peça com
Cacilda Becker, Cleide Yáconis e Walmor Chagas.
O depressivo-sonhador é um tanto quanto delirante. Talvez ele tenha apenas ouvido ou lido sobre a peça, mas isto não importa: para ele, entrar
no Theatro São Pedro, é voltar ao tempo que foi.
Mas o assunto é o Açorianos. O fato de a platéia
estar lotada indicava o apreço pelos concorrentes e isto agradou ao depressivo-sonhador. Muitos ele conhecia, outros apenas de referência e
poucos lhe eram desconhecidos. A cerimônia foi
muito bonita e bem organizada. Timming impecável. Bom gosto nos cenários, na escolha dos apresentadores, na seleção dos músicos e intérpretes. Um pouco longa, concluiu. Muitos se afasta-
ram antes de anunciarem os principais prêmios
da noite. Uma pena. Este, povo, filosofa o
depressivo-sonhador, é capaz de ficar até as três
da madrugada acompanhando a cerimônia do
Oscar, mas não tem paciência para esperar o
final de um evento que premia os melhores da
música entre os gaúchos. Falta de consideração, pensou. Por falar em Oscar, ao contrario deste,
nenhum órgão da imprensa publicou a lista completa dos concorrentes. Estranho, pensa o
depressivo-sonhador. Não é o principal prêmio
de música do estado? É, responde o amigo. E
daí? Daí, que é assim mesmo. O que mais lhe
chamou a atenção foi a manifestação do Bebeto
Alves ao receber o seu troféu especial. Ao
relembrar alguns fatos de sua carreira recordou
suas discussões com várias pessoas presentes
sobre o fato de que o artista gaúcho não tem
apoio da mídia, nem daqueles que deveriam se
empenhar pela divulgação do trabalho feito. Mas
e aquela platéia lotada e os calorosos aplausos
nada significavam?, refletiu o depressivo-sonhador. Quem sabe o Bebeto estaria exagerando?
No dia seguinte, resolveu adquirir alguns dos
CDs premiados. Foi a três lojas em Porto Alegre. Na
Multisom não encontrou nenhum dos quatro CDs
que procurava. O depressivo-sonhador estranhou.
Ué, a Multisom não é uma cadeia de lojas gaúchas? Não deveria ela promover, mais que todas,
os artistas premiados? É, disse-lhe o atendente.
Infelizmente não temos nenhum dos CDs. Dirigiuse à Livraria Saraiva. O fato se repetiu. Não temos
autonomia para comprar diretamente, explicou o
funcionário. As compras são feitas em São Paulo.
A gente solicita, mas eles não atendem. Quase
desiludido, foi até a FNAC. Lá, pelo menos, encontrou dois dos CDs procurados. Arre, pelo menos
não saio de mãos abanando.
Dias após o amigo, aquele que o convidara,
confirma suas previsões: a dificuldade na distribuição do material aqui produzido é enorme. E
emendou: Só a Livraria Cultura age diferente.
Recebe o material em consignação, e ainda mais,
o distribui para as filiais em todo o Brasil. Fora
dela, apenas nos espaços alternativos se têm
chance.
O depressivo-sonhador ficou um tempo
matutando. Para que todo o trabalho daquele povo,
então? Satisfação pessoal? Tentativa de, quem
sabe lá, furar o bloqueio? Finalmente entendeu o
discurso do Bebeto. Se este pessoal não toca,
não é ouvido, se não os encontramos no mercado, então eles não existem. É isto, não existem. O
que aconteceu naquela noite no Theatro São Pedro
foi uma miragem, uma ilusão. Desfeita ao se deixar o Theatro. Para quê então a cerimônia: para
massagear egos? De quem? Não seria mais interessante, neste caso, realizar a entrega dos
prêmios em um ambiente menor, um bar ou restaurante, por exemplo, onde todos pudessem
confraternizar? E ainda mais, conclui o
depressivo-sonhador falando ao amigo, o dinheiro gasto pela Prefeitura poderia ser distribuído
entre os vencedores.
Pelo menos, além dos cumprimentos e troféus,
levariam para casa uma grana o que lhes possibilitaria engendrarem novos projetos. Novos sonhos.
Participarem de outro Açorianos. E reclamarem, é
claro. Que ninguém é de ferro.
Por Paulo César B. do Amaral Escritor e Artista plástico
“O Sarney não é um homem comum”
Lembra dos fiscais do Sarney?
Onde andarão aqueles palhaços que saíram
às ruas para fiscalizar preços durante os primeiros dias do Plano Cruzado? Alguns deles compravam papel higiênico e mediam o comprimento do
rolo. Caçava-se boi gordo no pasto - e não se
achava nenhum. Tempos antigos aqueles, tão antigos quanto às influências de José Sarney e de
seu clã nas entranhas da malfadada classe política brasileira.
O Brasil, que promoveu o impeachment de um
presidente da República, não parece capaz de simplesmente derrubar o mandatário do Senado Federal que, com sua manha de sempre, em pronunciamento a seus pares, e com a cara de pau que lhe é
peculiar, lavou as mãos no episódio dos trezentos
atos secretos da instituição que preside, ao proclamar, a voz enfática: - “Esta crise não é minha, esta
crise é do Senado!”
Estamos em outro país, “neste país” do qual,
pouco a pouco, se vai olvidando o nome, e no qual
os valores éticos vão se transformando por acordos espúrios, a ponto de não mais se distinguir claramente o certo do errado.
Estamos acostumados a ver ladrões de galinhas irem parar atrás das grades, enquanto milhões e milhões de reais desviados em passagens
que deveriam ter uso oficial, enquanto empreguismo,
nepotismo e outros crimes aos cidadãos considerados comuns consistem apenas em práticas triviais do Senado Federal, não sujeitas à ética em seu
seio e respaldadas por uma justiça própria. E se tal
eventualmente ameace mudar por pressão popular,
que fique estabelecido, intramuros: valerá somente
daqui para frente.
Para Sarney, em particular, o Senado Federal é
a extensão do jardim de sua mansão maranhense.
Vamos apagar o passado - pretende Sarney -, senador pelo Maranhão e rei do Maranhão, homem “de
família bem composta” que, no mando de seu Estado natal, enterrou-o num verdadeiro poço de miséria.
Você já foi a São Luiz? Não? Pois bem, então
vá!: a cidade é belíssima - mas paupérrima -, as
pessoas urinam na rua, os homens ficam às portas
das casas, sob a canícula, sem camisa, jogando
gamão. É um atraso. É um mundo de indigência. Há
em São Luiz um museu à memória de Sarney, em
cuja entrada nos deparamos com um busto em sua
homenagem, digno, em tamanho físico, de qualquer
um daqueles monumentos autoritários que cultuavam
a personalidade de ditadores soviéticos que pensavam poder perdurar ad eternum.
“O Sarney não é uma pessoa comum” sai em
sua defesa o presidente Lula, pródigo em antecipar
palavras ao pensamento, lembrando a história do
senador brasileiro. É bem verdade. Pessoas comuns somos nós outros. Sarney não é uma pessoa
comum. Representa o último bastião do coronelismo,
fez fortuna enquanto seu Estado empobrecia, e não
hesitou em tirar umas casquinhas, uns aperitivos,
umas gorjetas, empregando parentes e amigos daqui e de acolá, um deles residindo na Espanha, sem
ao menos colocar os pés na capital brasileira, nem
mesmo para receber o contracheque. Não bastoulhe presidir o país, sair de mansinho para que o
esquecessem, como fez o Figueiredo, que aliás recusou-se a passar-lhe a faixa presidencial. Não,
isso não bastou a José Ribamar Ferreira de Araújo
Costa, seu verdadeiro nome, aquele que talvez tenha um dia de ser usado para que finalmente o
esqueçamos.
CENTRO - INDEPENDÊNCIA - BOM FIM - RIO BRANCO - PETRÓPOLIS - MOINHOS DE VENTO
AUXILIADORA - CIDADE BAIXA - MENINO DEUS - SANTA CECÍLIA - CAMINHO DO MEIO E FLORESTA
Palácio Piratini - Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Secretaria Estadual de Educação – Depto. Pedagógico - Assessoria de Projetos Especiais para 258 Escolas Estaduais – SMED – para 92 Escolas Municipais - Secretaria Municipal de Cultura - Centro Municipal de Cultura - SETUR
- Secr. de Estado do Turismo - Usina do Gasômetro - Teatro da Ospa - Teatro de Câmara - Museu da Comunicação Social - Teatro de Arena - Teatro Bruno Kiefer - Salão de Atos da UFRGS - Assembléia Legislativa - Solar dos Câmara - Theatro São Pedro - Casa de Cultura Mário Quintana
- Teatro do SESC - Curso Mauá - Rede Hoteleira - Shopping Praia de Belas - ARI - Ass. Riograndense de Imprensa - Sind.Comp.Musicais do Estado/RS - Academia Kyokushin - Sec. de Cultura do RS - Agências de Publicidade - IOF-Instituto Ortopedia e Fisioterapia - Museu Joaquim José
Felizardo - Arte Café - Bazar Londres - Guarida Imóveis - Clínica Menino Deus - AGAPA (Associação Gaúcha de Pintura Artística) - GBOEX Previdência Privada - Confiança Companhia de Seguros - Super Pizza - Espaço Dança e Memória - Instituto Estadual de Cinema (SEDAC) - Secretaria
Estadual da Saúde – Cia. das Pizzas - Ótica Andradas - School - Casa dos Óculos - Tia Iara - Líber Livros - 5 à Sec - .com Cyber Café - Gambrinus - Pronto Olhos - Anita Cell - Rede Drogadil - Cachorro do Rosário (Emancipação, Shopping Total e Mariante) – Churrascaria São Rafael Barranco - Livraria Nova Roma - General Rock - Fisk - Bar do Beto - Laboratório Marques Pereira - Mauá - Biblioteca Pública do Estado - Haiti - Ótica Moinhos de Vento - Wow! - DAER - Zil Vídeo - Livraria Vozes - Trianon - Café Arte & Cia - Homeograal - Assistir Escitório de Advocacia
- Se Acaso Você Chegasse - Livraria Londres - Banca 43 - Livraria do Mercado e Banca Bang-Bang - Palavraria Livraria-Café - Panificação Copacabana - Bar e Café Pan Americano - Bar Chopp e Restaurante Pacífico - Chopp & Companhia - Copão - Papillon - Sierra Maestra - Restaurante
Natural Flor de Maçã - Planet Dog - Escola Arte Educação - Morano - Galeria Arte & Fato - Beiruth - Maomé - Matheus Confeitaria, Buffet e Café - Essência da Fruta – Academia Bio Ativa – Só Portáteis - Cyber Point - Bazar Londres - Print Cópias – Paradouro Pet – Drogabel – FINASA –
Porto Pastéis – Roberto Celular – COMUI: Conselho Municipal do Idoso – SIMPA: Sindicato dos Municipários de POA - Lyon Press - Ferragem Bom Fim – Ferragem Igor – Óptica Santo Antônio – Belver Óticas – Brubins Bistrô Cafeteria Congelados – Feito à Mão Café – Café Paris – Centralfarma
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Gordo – Clindent – Laboratório Crol – Móveis Masotti – Personalle – Todeschini - LilliPut - Jazz Café – El Viejo Panchos - Le Bistrot - Bistrô Torta de Sorvete - Café do Porto - Just Coffee - Z Café - Dublin Irish Pub - A Lenha Pizzaria – Amêndoa - Café Atelier do Pátio - Puppi Baggio – pastas
& molhos - Usina de Massas - Barbarella Bakery - Tutto Riso - Bistrô da Rua – Sexxxy Butik – Bella Morano – Sulina Grill - La PizzaMia - Churrascaria Laço Aberto - Churrascaria Schneider - Silva & Rossol Advogados Associados - SIJ – Serviço de Informação do Judiciário - Via di Trento
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– Piovesani – Radimagem – Jazz Café – Bar da Bel – Tortaria – LilliPut - Le Bistrot - Café Correto - RD-Assessoria Jurídica - Estocke Off - Centro Médico Rubem Rodrigues - Bistrô Torta de Sorvete - Café do Porto - Ponto de Antiguidades - Just Coffee - Z Café - Dublin Irish Pub - A Lenha
Pizzaria - Amêndoa - Café Atelier do Pátio - Puppi Baggio – pastas & molhos - Vinhos Giuliano - Usina de Massas - Barbarella Bakery - Tutto Riso - Bistrô da Rua - Vila Madalena - Chopp Stübel – Casa Elétrica – Advogare – Assessoria Jurídica – Tec Líder - Mac Dinhos - Cachorro do Porto
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- Cine House - Home Theater Automação Residencial - IOF - Telas Gaudi - Intit. de Ortopedia e Fisioterapia - Sapere Audi!Livros - Clínica Odontológica Dr. Nelson Monteiro - English Consultancy - SAT Aeroporto Internacional Salgado Filho - SAT Mercado Público do Bom Fim - SAT Mercado
Público - SAT Usina do Gasômetro - SAT Linha Turismo – Terminal Linha Turismo - SAT Praia de Belas Shoping - SAT Shopping Bourbon Country - SAT Moinhos Shopping – SAT Shopping Total – FAMURS: Federação das Associações de Municípios do RS - Ritter Hotel - Porto Alegre
Ritter Hotel – Novotel - Hotel Deville – Hotéis Continental - Everest Hotéis - Harbor Hotéis - Plaza São Rafael - Plaza Porto Alegre – Rede Versare - Hotel Sheraton Porto Alegre
Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto Usina do Porto
Por Thamara de Costa Pereira Jornalista
Temporada da baleia franca na Praia do Rosa
No dia 19 de julho terá
início a Temporada 2009 de
Observação de Baleias na
Praia do Rosa (Imbituba/
SC). O Instituto Baleia
Franca, Turismo Vida Sol e
Mar e PROA (Pousadas do
Rosa Associadas) projetam
receber um número recorde
de turistas, repetindo o
histórico dos últimos anos.
Governo do Estado, município, empresários, pesquisadores, hoteleiros e comunidade local apostam nesta
modalidade de turismo
sustentável que movimenta
a economia e estimula a
consciência ambiental.
Por conta do aumento da
demanda, a Turismo Vida
Sol e Mar – primeira operadora especializada em
observação embarcada de
baleias, licenciada pelo
IBAMA e reconhecida pela
Embratur - está lançando
um novo barco para os
passeios, com capacidade
para 50 passageiros. Com
uma bem constituída estrutura de hospedagem e de
gastronomia o balneário é
uma excelente opção de
lazer inclusive no inverno.
Confira:
Fotos PROA
sobe o morro, a Regina Guest House situase em um platô possuindo vista para o mar
e para o pôr do sol na serra e Lagoa de
Ibiraquera. Diárias para casal, na baixa temporada (exceto feriados) a partir de
R$ 100,00. Não cobra taxas.
Pousada The Rosebud
www.therosebud.com.br - (48) 3355-6101
Debruçada sobre o Morro do Canto Sul, a
pousada oferece uma visão privilegiada da
baía do Rosa. Por ter um clima muito informal, a The Rosebud é tradicionalmente freqüentada por muitos surfistas. Diárias para
casal, na baixa temporada (exceto feriados)
a partir de R$ 120,00. Não cobra taxas.
Hospedaria das Brisas
Ecoresort Vida Sol e Mar
www.vidasolemar.com.br - (48) 3355-6111
Composto de 29 chalés e 12 vilas na beira
da Praia do Rosa, distribuídos em 5 mil m².
Todos localizados entre 50 e 200 metros do
mar. Diárias para casal, na baixa temporada (exceto feriados) a partir de R$ 177,00.
Não cobra taxas.
Hospedaria das Brisas
www.hospedariadasbrisas.com.br
(48) 3355-6020.
Hospedaria das Brisas está estrategicamente localizada - 400 metros da praia.
Diárias para casal, na baixa temporada
(exceto feriados) a partir de R$ 180,00 + 10%
de taxa de serviço.
Quinta do Bucanero
www.bucanero.com.br - (48) 3355-6056
A pousada conta com 10 apartamentos de
35 m², todos com vista deslumbrante para
o mar e para a lagoa. O Clube Bucanero,
um espaço especial para relaxar e manter
a forma, conta com jacuzzis aquecidas (interna e externa), sauna seca, fitness e sala
para massagem. Perfeita para casais, a
pousada instalou ar-condicionado Split e
TVs de LCD em todas as unidades na última temporada, e os banheiros foram
redecorados e estão, também, muito mais
amplos e modernos. Julho: diária para casal, exceto feriados: R$ 380,00 + 10% de
taxa de serviço. Agosto a novembro: diária
para casal, exceto feriados: R$ 430,00 + 10%
de taxa de serviço.
Regina Guest Hous
www.reginagh.com.br - (48) 3355-6247
Localizada a 500 m da praia, no início do
Caminho do Rei, charmosa estradinha que
Caminho do Rei
www.caminhodorei.com.br (48) 3355-6062
Situada no alto do morro, a
pousada tem uma privilegiada vista da Praia do
Rosa. Possui apenas oito
unidades, cada uma com
características peculiares:
os chalés têm total privacidade, com amplas varandas e redes, proporcionando muita tranqüilidade e
sossego. As suítes estão
construídas sobre rochedos, que se sobressaem no
interior dos quartos. São
como vitrines, com seus espaços envidraçados, proporcionando uma
visão panorâmica da praia. Diárias para
casal, na baixa temporada (exceto feriados)
a partir de R$ 200,00. Não cobra taxas.
Ilha do Papagai
www.papagaio.com.br - (48) 3286-1242.
As águas cristalinas da Praia do Sonho, em
Palhoça/SC, é onde a Ilha do Papagaio se
localiza, com seus 142 mil m² de Mata Atlântica preservada, e exuberante fauna e flora.
Bromélias, orquídeas, pássaros, lagartos,
trilhas e costões ajudam a compor o cenário
deste lugar especial. Diárias para casal, na
baixa temporada (exceto feriados) a partir de
R$ 484,00 + 9,5% de taxa de serviço. Observação: Reabre em setembro 2009, mas o
sistema de reservas está funcionando.
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