CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
Plano de Desenvolvimento
Institucional - PDI
Bambuí
Em construção
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Luís Inácio Lula da Silva
MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Fernando Haddad
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Eliezer Moreira Pacheco
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE BAMBUÍ
DIREÇÃO DO CEFET-BI
Diretor-Geral
Flávio Vasconcelos Godinho
Vice-Diretor-Geral
Áureo Rodrigues Pereira
Diretor de Administração e de Planejamento
Oiti José de Paula
Diretor de Ensino
Washington Santos da Silva
Diretor de Extensão
Alexandre Pimenta
Diretor de Pesquisa e Pós-Graduação
Neimar de Freitas Duarte
Diretor de Desenvolvimento Tecnológico
Augusto Aloísio Benevenuto JR
Diretor da UNED de Formiga
Robson de Castro Ferreira
Chefe de Gabinete
Samuel Pereira Dias
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SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO
2. CONCEPÇÃO DO PDI
3. PERFIL INSTITUCIONAL
3.1. Princípios
3.2 Histórico
3.3 Missão
3.4 Inserção Regional
3.5 Diagnóstico
3.6 Objetivos e Metas
3.7 Área (s) de atuação acadêmica
3.8 Responsabilidade Social da IES
3.9 Políticas de Ensino
3.10 Políticas de Pesquisa
3.11 Políticas de Extensão
3.12 Disposições para o futuro
4. GESTÃO INSTITUCIONAL
4.1 Organização Administrativa
4.1.1 Estrutura Organizacional,
4.1.2 Instâncias de Decisão
4.1.3 Organograma Institucional e Acadêmico.
4.1.4 Órgãos Colegiados: atribuições, competências e
composição.
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4.1.5 Relações e parcerias com a comunidade, instituições e
empresas (mecanismos institucionais de interação com o mundo
do trabalho e a prática social).
4.2 Organização e Gestão de Pessoal
4.2.1Corpo docente – composição, políticas de qualificação,
plano de carreira e regime de trabalho.
4.2.2 Cronograma e plano de expansão do corpo docente, com
titulação e regime de trabalho, detalhando perfil existente e
pretendido para o período de vigência do PDI.
4.2.3 Corpo técnico/administrativo – estruturação, políticas de
qualificação, plano de carreira e/ou cargos e salários e
cronograma de expansão.
4.3 Políticas de atendimento aos discentes
4.3.1 Formas de acesso, programas de apoio pedagógico e
financeiro (bolsas).
4.3.2 Estímulos à permanência (programa de nivelamento,
atendimento psico-pedagógico).
4.3.3 Organização estudantil (Espaço para participação e
convivência estudantil).
4.3.4 Acompanhamento dos egressos
4.4. Plano de Gestão Institucional
4.1.1 Instâncias executivas
5. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
5.1 Organização Didático-Pedagógica
5.1.1 Plano de diretrizes pedagógicas
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5.1.1.1 Critérios:
a) Perfil do egresso;
b) Seleção de conteúdos;
c) Princípios metodológicos;
d) Processo de avaliação;
e) Práticas pedagógicas inovadoras;
f) Políticas de
complementares;
estágio,
prática
profissional
e
atividades
g) Políticas e práticas de Educação à Distância (para as IES que
propõem desenvolver essa
modalidade);
h) Políticas de educação inclusiva (PNE-Portadores de Necessidades
Especiais).
5.2 Oferta de Cursos e Programas (Presenciais e à Distância)
5.2.1 Graduação (Bacharelado, Licenciatura e Tecnologia)
5.2.2 Seqüenciais (formação específica, complementação de
estudos)
5.2.3 Programas Especiais de Formação Pedagógica
5.2.4 Pós-Graduação (lato sensu)
5.2.5 Programas de Extensão
5.2.6 Programas de Pesquisa
6. INFRA-ESTRUTURA
6.1 Distribuição geográfica
6.2 Infra-estrutura
6.2.1 Salas de aula
6.2.2 Biblioteca
6.2.3 laboratórios
6.2.4 Instalações administrativas
6.2.5 Sala de docentes
6.2.6 Coordenações
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6.2.7 Área de lazer e outros
6.2.8 Área de produção agrícola
6.2.8.1 Culturas perenes
6.2.8.2 Culturas anuais
6.2.8.3 Pastagem
6.2.8.4 Reflorestamento
6.2.8.5 Área de Reserva legal
6.2.8.6 Área de Preservação permanente
6.2.8.7 Áreas destinadas à pesquisa
6.3 Espaço geográfico para crescimento e construções
6.4 Infra-estrutura necessária e planejamento de construções
6.5 Infra-estrutura acadêmica
6.5.1 acervo por área de conhecimento
6.5.2 recursos tecnológicos, áudio visual
6.5.3 rede de computadores, informatização e outros
6.6 Adequação da infra-estrutura para o atendimento aos portadores
de necessidades especiais;
6.7 Estratégias e meios para comunicação interna e externa
6.8 Cronograma de expansão da infra-estrutura para o período de
vigência do PDI.
7. ASPECTOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS
7.1 Sustentabilidade financeira para expansão prevista no PDI
7.2 Estratégia de gestão econômico-financeira
7.3 Planos de investimentos;
7.4 Previsão orçamentária e cronograma de execução (5 anos).
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8. AVALIAÇÃO E
INSTITUCIONAL
ACOMPANHAMENTO
DO
DESENVOLVIMENTO
9 ANEXOS
9.1 Plano Pedagógico Institucional
9.2 Detalhamento do PDI
"O caminho se faz caminhando"
" O Horizonte serve para que eu caminhe até ele... mas quando chego lá, ele está mais adiante."
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3.1 Princípios
Uma instituição Federal de ensino só tem compromissos com a
sociedade na qual se insere, sendo esta o único sentido de sua
existência.
Os princípios básicos que norteiam a atuação do CEFET Bambuí
são:
A transparência – Toda instituição pública deve ter sua ações e
atitudes o mais possível transparente e divulgá-las para toda
comunidade interna e externa nos mais diferentes meios de
comunicação. O crescimento e qualidade do serviço prestado pelos
funcionários devem ser avaliado e divulgado, desta forma já
funciona no CEFET Bambuí, a sua atuação e condução do bem
publico deve ser sempre transparente.
A justiça – A justiça se inicia dentro da instituição valorando os
que têm mérito, sem confundir com privilégios, discriminação,
bairrismo e corporativismo. Desta forma o CEFET Bambuí quer
pautar a sua atuação.
O mérito - Qualquer instituição de ensino que tem pretensões de
estar entre as melhores, não pode ignorar o merecimento. Quebrar
valores
às
vezes
arraigados
na
nossa
sociedade
como
o
paternalismo, o fisiologismo, a subserviência é o dever de uma
instituição de ensino e está na essência destas diretrizes. O mérito
se conquista baseado não nas ações de amizade, corporativismo,
paternalismo ou na politicagem, mas por excelência individual ou
comunitária.
A Educação - A indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa, e a
extensão.
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A qualidade - A excelência acadêmica que permite legitimar a
existência da CEFET Bambuí no bojo da sociedade que a financia,
buscando a qualidade.
A ética – Este principio é um dos que se mais se pede na
sociedade atual e o que menos se encontra, é o principal valor
para uma instituição de ensino, é importante para sempre estar na
legalidade, e atuar de forma moral na administração do bem
público, gerenciar de maneira humana a comunidade escolar, os
recursos financeiros e a infra-estrutura. O CEFET quer plantar nos
seus educandos a semente da ética para que esta possa produzir
frutos nos órgãos públicos, nas empresas, industria e no campo.
A liberdade – Bem supremo de todo ser humano, que se baseia
na liberdade de expressão e de escolha. Não há razão mais nobre
que o homem pode lutar que a liberdade. Sem este dom, perde o
sentido a ciência, a tecnologia e o ensino. A liberdade deve estar
em todos os setores do CEFET sem claro deixar de lado o respeito
às autoridades e superiores.
3.2 Histórico
O Centro Federal de Educação Tecnológica teve sua origem no Posto
Agropecuário - Centro de Treinamento de Tratoristas do Ministério da
Agricultura, como Escola Agrícola de Bambuí (1961). Em 1964 passou a
Ginásio Agrícola e em 1968, como Colégio Agrícola de Bambuí, iniciou o
curso Técnico em Agropecuária. Em 1979 passou a Escola Agrotécnica
Federal, sendo transformada em autarquia em 1993. Até 1998, formou
Técnicos Agrícolas de nível médio. Depois, com a reforma do Ensino
Profissional, passou também a oferecer cursos para egressos do Ensino
Médio: Técnicos em Agroindústria, Zootecnia, Agricultura e Informática.
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O
CEFET
Bambuí
–foi
criado
em
Dezembro
de
2002,
por
transformação da antiga Escola Agrotécnica Federal ali existente. Localizase no Centro-Oeste de Minas Gerais, região de origem da maioria de seus
alunos, embora sua região de abrangência inclua o Noroeste Mineiro,
Oeste de Minas, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, além de outros
Estados. Tem como finalidade formar e qualificar profissionais nos níveis
básico, técnico e tecnológico em diversas modalidades dos vários
segmentos e setores da economia, em estreita articulação com as
demandas da sociedade e do mercado de trabalho. Além de Ensino Médio,
oferece atualmente diversos cursos técnicos, tecnológicos e ensino médio,
além de dois cursos de Pós-Graduação. Oferece ainda cursos básicos de
Qualificação,
Requalificação
e
Reprofissionalização,
independente
da
escolaridade apresentada pela clientela. Hoje somos uma Instituição
Federal de Ensino – Autarquia nacionalmente conceituada - que tem por
finalidade ministrar ensino médio e profissionalizante de nível básico,
técnico, tecnológico e bacharel em qualquer área do mercado de trabalho.
Valorizamos o aprendizado pela prática, através do desenvolvimento de
habilidades e competências, e da geração de conhecimentos humanísticos,
científicos e tecnológicos. Procuramos promover em nossos alunos amplo
domínio das atividades intelectuais e operativas, como instrumento de
conquista da cidadania e de adaptação ao mercado de trabalho,
preparando-os para agir com autonomia e responsabilidade. Para isso,
desenvolvemos as bases tecnológicas em laboratórios de ensino e
produção, enquanto desenvolvemos as bases instrumentais e científicas
em salas de aula, na convivência diária e através de atividades de lazer,
esportes, artísticas e culturais.
3.3 Missão e Visão
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3.4 Inserção Regional
A mesorregião Centro-Oeste de Minas Gerais é de povoação antiga,
iniciada nas primeiras décadas do Século XVII, para exploração da
atividade
agropastoril,
com
finalidade
de
abastecer
as
zonas
de
mineração, quando o Rio São Francisco desempenhou importante papel
como canal natural de escoamento da riqueza. Às suas margens surgiram
os primeiros povoados que se dedicaram à agricultura e pecuária para
abastecer os núcleos urbanos dedicados à lavra do ouro e que, ainda hoje,
conservam sua vocação de entrepostos comerciais.
A região tem uma localização geográfica privilegiada, permitindo a
interligação e escoamento da produção para todo o estado e fora dele, por
meio das rodovias MG-050 e BR-354, além da malha ferroviária.
Segundo dados da Fundação João Pinheiro, a Agropecuária é o setor
de destaque na economia da mesorregião respondendo por 35,79% da
população ocupada. A agricultura e pecuária leiteira se destacam com
acentuado crescimento de pequenas indústrias de laticínios.
Na agricultura, o café e o milho são os principais produtos, seguindose em importância pelo feijão, arroz, soja e mandioca. O setor
agropecuário tem se modernizado bastante, adotando novas tecnologias e
novos equipamentos. Destacam-se também a pecuária de corte e o
reflorestamento, com tendência de acentuado aumento deste último
devido à demanda de carvão e lenha da qual a região é grande
consumidora (siderurgias, fornos de cal). Neste sentido, a pressão sobre
remanescentes
de
matas
nativas
tem
sido
grande,
inclusive
com
exploração predatória, causando danos ao ambiente.
O setor industrial ocupa 25,23% da população economicamente ativa,
incluindo indústria de transformação, mineração, construção e serviços
industriais de utilidade pública. A indústria iniciou-se na mesorregião nas
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áreas têxtil e de alimentação, porém, atualmente os principais destaques
são a Siderurgia e a produção de cimento.
O setor de serviços é o que mais vem crescendo na mesorregião,
apesar de ocupar somente 6,59% da população do Estado, contribuindo
com 0,62% de sua receita total. O setor de comércio detém 5,19% da
população total, com receita de 4,4% do PIB estadual.
A mesorregião em questão possui diversos municípios de tamanho
pequenos e médios, caracterizados, em grande parte, por empresas de
porte pequeno e médio.
3.5 Diagnóstico
Será feito o levantamento da real situação do CEFET Bambuí por
saber que a instituição tem significantes qualidades, porém a mesma têm
várias
limitações e
problemas. Desta
forma
se
definiu realizar
o
levantamento nos três pilares da educação que são: ensino, pesquisa e
extensão.
Dentro de cada pilar será diagnosticado:
Ensino: Salas de aula, laboratórios, equipamentos de laboratório e
didáticos, número de docentes e acervo disponível na biblioteca.
Pesquisa:
Laboratório
para
pesquisa,
Equipamentos,
utensílios,
Grupos de pesquisa, número de professores envolvidos com a pesquisa,
projetos de pesquisa, meios de divulgação de inovação tecnológica e
pesquisa (interno e externo).
Extensão: Infra-estrutura para extensão, veículos disponíveis para
extensão, grupos de extensão, professores de envolvidos com extensão,
projetos
de
extensão,
serviços
prestados
a
comunidade,
relação
institucional, convênios de estagio e extensão, eventos de divulgação e
cursos de extensão.
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3.5.1 Ensino
3.5.2 Pesquisa
3.5.3 Extensão
3.6 Objetivos e Metas
3.6.1 Objetivo
O Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambui, a exemplo das
demais instituições de ensino que integram a rede federal de educação
tecnológica, é regido por uma legislação específica, de sorte que tem como
características básicas, de acordo com o Decreto nº 5.224/2004, as
seguintes:
I - Oferta de educação tecnológica, levando em conta o avanço do
conhecimento tecnológico e a incorporação crescente de novos métodos e
processos de produção e distribuição de bens e serviços;
II - Atuação prioritária na área tecnológica, nos diversos setores da
economia;
III - Conjugação, no ensino, da teoria com a prática;
IV - Articulação verticalizada e integração da educação tecnológica aos
diferentes níveis e modalidades de ensino, ao trabalho, à ciência e à
tecnologia;
V - Oferta de ensino superior de graduação e de pós-graduação na área
tecnológica;
VI - Oferta de formação especializada em todos os níveis de ensino,
levando
em
consideração
as
tendências
do setor produtivo
e do
desenvolvimento tecnológico;
VII - Realização de pesquisas aplicadas e prestação de serviços;
VIII - Desenvolvimento da atividade docente, abrangendo os diferentes
níveis e modalidades de ensino, observada a qualificação exigida em cada
caso;
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IX - Utilização compartilhada dos laboratórios e dos recursos humanos
pelos diferentes níveis e modalidades de ensino;
X- Desenvolvimento do processo educacional que favoreça, de modo
permanente, a transformação do conhecimento em bens e serviços, em
benefício da sociedade;
XI- Estrutura organizacional flexível, racional e adequada às suas
peculiaridades e objetivos;
XII- Integração das ações educacionais com as expectativas da sociedade
e as tendências do setor produtivo.
Parágrafo único. Verificado o interesse social e as demandas de âmbito
local e regional, poderá o CEFET, mediante autorização do Ministério da
Educação, ofertar os cursos previstos no inciso V fora da área tecnológica.
Observadas as características definidas no item anterior, ainda em
conformidade com o Decreto no 5.224/2004, o CEFET Bambuí tem por
objetivos os seguintes:
-
3.6.2. Metas
As metas de gestão para o ano de 2009 a 2013 estão sendo
construídas a partir do processo eleitoral para Diretor Geral. Estas metas
estão sistematizadas no documento intitulado Plano de Ação para 2009.
O CEFET vive uma visão estruturalista, de maneira a colocar a
instituição educacional em permanente canal de comunicação com o
mundo da ciência e tecnologia, aberta ao fluxo indispensável para a
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produção de talentos, para a iniciação científica e para a formação do
cidadão
inserido
nos
paradigmas
tecnológicos
e
informacionais
da
atualidade.
Para os próximos cinco anos (2009-2013), as metas prioritárias foram
definidas a partir de discussões em seminários e grupos focais realizados
com os gestores do CEFET Bambuí e nos grupos temáticos que estão
distribuídas em quatro dimensões:
Estrutura, gestão administrativas e processo decisório; Planejamento,
finanças e patrimônio, Relações de trabalho e Desenvolvimento dos corpos
docente e técnico-administrativo e Infra-estrutura e condições de trabalho.
3.6.2.1 ESTRUTURA, GESTÃO ADMINISTRATIVAS E PROCESSO
DECISÓRIO
Meta “A”
Superação das restrições da atual estrutura do CEFET Bambuí
Ações:
a) Construção do regimento interno;
b) Elaborar proposta para a implantação de nova estrutura didático
pedagógica em forma de departamento, em substituição à atual estrutura
e iniciar o seu debate em todas as instâncias do CEFET;
c) Criação dos regimentos departamentais norteado pelo regimento geral
do CEFET Bambuí;
d) Criação de processos e rotinas nos departamentos e do CEFET como um
todo;
e)
Incentivar
experiências
pedagógicas
inovadoras,
que
perpassem
transversalmente a atual estrutura de organização acadêmica do CEFET
Bambuí;
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f) Estimular a criação e dar condições de novos cursos de pós-graduação,
especialmente “stricto senso” e de novos programas de pesquisa, de
natureza integrativa das diversas áreas de conhecimento;
g) Constituir conselhos acadêmicos, no âmbito dos atuais departamentos
para integrar as atividades de ensino, pesquisa e extensão;
h) Incentivo a estruturas colegiadas para tomada de decisões;
i)
Democratizar
as
coordenações
através
de
eleições
diretas
dos
coordenadores de curso com participação dos docentes e alunos do curso;
j) Socializar o organograma do CEFET Bambui;
k) Implantação da hierarquização informativa e interativa.
Meta “B”
Estruturação da avaliação institucional permanente
Ações
a) Constituir mecanismos de avaliação continuada das atividades
acadêmicas.
Meta “C”
Desenvolvimento
de
programas
e
projetos
de
assistência
estudantil e de permanência no Campus
Ações
a) Consolidar e ampliar progressivamente o programa de bolsas
estudantis;
b) Criar mecanismos de acompanhamento acadêmico dos estudantes;
c) Reforma e ampliação do restaurante estudantil;
d) Construir alojamentos para atender demandas de estudantes de
graduação e alojamento feminino;
e) Construir um centro comunitário de convivência no campus;
f) Mobilizar autoridades municipais e estaduais com vistas à melhoria
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progressiva do sistema de transporte para o CEFET Bambui e construção
da um terceira faixa para ciclismo e pedestre na rodovia que liga o campus
e a cidade;
Meta “D”
Ampliação e atualização do acervo bibliográfico em todos os
formatos
Ações
a) Adquirir material bibliográfico, em todos os suportes físicos necessários,
de forma a atender as necessidades de informação das áreas de
graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão da CEFET;
b) Ampliar junto a CAPES o acesso ao
bancos de dados das diferentes
revistas.
Meta “E”
Criação
de
programas
institucionais
transdisciplinares
que
integrem ensino, pesquisa e extensão
Ações
a) Integrar os programas e projetos do CEFET por território, grupos
populacionais
especificidades
ou
de
temáticas,
suas
contemplando
demandas
através
a
de
diversidade
ações
e
as
acadêmicas
transdisciplinares.
Meta “F”
Promoção de atividades de difusão dos saberes produzidos no
CEFET, garantindo o acesso universal aos resultados da produção
acadêmica
Ações
a) Incentivar iniciativas voltadas para a divulgação científica, cultural
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e de popularização (publicações, exposições, ciclos de debate, seminários,
palestras, oficinas e de outros).
Meta “G”
Reestruturação da administração central
Ações
a) Reconceituar as funções do Diretor e implementar esta visão junto a
comunidade academica
b) Reconfigurar as diretorias, tendo em vistas as seguintes áreas de
atuação: ensino; pesquisa; extensão; administração e planejamento,
desenvolvimento tecnológico.
Meta “H”
Consolidação e desenvolvimento de um padrão de relações com as
entidades representativas de docentes,técnico-administrativos e
estudantes, baseado no princípio do respeito à liberdade de
organização e opinião e de valorização de sua contribuição à vida
acadêmica do CEFET
Ações
a) Preservar e aperfeiçoar as iniciativas, instâncias e mecanismos de
interlocução da institucionalidade do CEFET, em seus diversos níveis, com
os movimentos organizados da comunidade acadêmica.
3.6.2.2
RELAÇÕES
DE
TRABALHO
E
DESENVOLVIMENTO
DOS
CORPOS DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Meta “A”
Desenvolvimento da carreira para os servidores técnicos
administrativos.
Ações
a) Aproveitar a qualificação profissional do servidor, adquirida no curso
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das atividades que desempenha, como critério de enquadramento e
promoção;
b) Estabelecer critérios que permitam, em um horizonte de autonomia
plena, maior grau de liberdade para a transposição dos cargos da
carreira??????
Meta “C”
Desenvolvimento de políticas de qualificação dos servidores e de
avaliação de desempenho.
Ações
a) Realizar censo institucional para identificação da escolaridade,
capacitação, experiência e perfil profissional do servidor;
b) Elaborar projeto para desenvolvimento e qualificação permanente
dos servidores, visando sua formação integral;
c) Elaborar um novo modelo de avaliação de desempenho dos técnico
administrativos baseado no plano trabalho docente;
d) Ação combinada com as unidades com vistas a elevar a titulação
de docentes;
e) Elaboração de políticas concretas unificadas para recrutamento,
f) Elaboração de projeto Minter e Dinter para qualificação dos servidores,
g) Buscar Doutorado na modalidade Dinter que venha estar acordo com as
necessidades da instituição nas possíveis áreas: Agrícola, Ambiental,
ensino ou administração publica.
3.6.2.3 PLANEJAMENTO, FINANÇAS E PATRIMÔNIO
Meta “A”
Elaboração do orçamento global do CEFET, abrangendo
todos os itens de despesa (custeio, investimento, pessoal), com
explicitação do custo total dos setores.
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Ações
a) Iniciar o processo de planejamento, no âmbito dos setores e
departamentos, com antecedência de, pelo menos, oito meses;
b) Proceder ao levantamento dos custos indiretos dos setores.
Meta “B”
Obtenção de um montante equivalente a R$ xxxxx, em
valores constantes, para o orçamento de custeio do CEFET Bambuí
Ações
a) Obter aumentos reais anuais nos recursos provenientes do Orçamento
Fiscal da União e destinados ao custeio do CEFET, em percentuais
compatíveis com a meta perseguida.
b) Buscar alternativas na captação de recursos em forma de projetos de
infra-estrutura e pesquisa
c) Criação de um departamento junto a administração e planejamento
para captação de recursos e elaboração de projetos.
Meta “C”
Descentralização da gestão administrativa e financeira.
Ações
a) Destinar orçamento próprio para os departamentos e diretorias
b) Descentralizar a decisão do uso do recurso através do projeto
orçamento participativo
3.5.2.4 INFRA-ESTRUTURA E CONDIÇÕES DE TRABALHO
Meta “A”
Melhoria das Condições de trabalho e valorização do servidor.
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Ações
a) Implantar de uma comissão de assistência integral á saúde,
b) Instituir a emergência técnico-administrativa;
c) Elaborar e implantar o Programa de Incentivo à Criação Profissional;
Meta “B”
Garantia de condições adequadas de trabalho e estudo.
Ações
a) Implantação de um Plano de Segurança;
b) Realizar gestões junto às autoridades municipais e estaduais com
vistas à melhoria progressiva do sistema de transporte para o CEFET
Bambui e construção da pista de ciclismo;
c) Desenvolver gestões junto aos órgãos dos governos federal,
estadual e municipal com vistas à modernização e eficientização
dos sistemas de iluminação nas áreas externas do CEFET Bambuí;
d) Racionalizar as estruturas de manutenção do campus;
e) Reforma das salas de aula e de melhoria dos laboratórios de pesquisa e
dotá-lo de recursos, orçamentários e/ou extra-orçamentários para sua
viabilização.
f) Equipar sala de aula com sistema modernos de ensino data show,
quadro branco e cadeiras confortáveis.
Meta “B”
Ampliação, modernização e desenvolvimento de laboratórios e
salas de aula.
Ações
a) Reformar as salas de aula e melhoria dos laboratórios de ensino e
pesquisa e dotá-lo de recursos, orçamentários e/ou extra-orçamentários,
para sua viabilização;
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b) Construir o prédio para o curso de física de acordo com as normas de
segurança exigidas para as atividades desenvolvidas em fisica e áreas
afins;
c) Destino dos reagentes em geral nos padrões de segurança definidos
pela Legislação;
d) Construir o prédio para a pós-graduação,
e) Contruir um novo auditório moderno, tendo em vista os inúmeros
eventos realizados sem estrutura para tal;
g) Promover políticas de eliminação de fatores de risco observados em
laboratórios de ensino e pesquisa;
h) Equipar e ampliar, qualitativa e quantitativamente, os laboratórios
de informática;
i) Equipar e desenvolver as secretarias de graduação e de pós graduação.
Meta “C”
Ampliação, modernização e reconcepção do Sistema de Bibliotecas
Ações
a) Ampliar e atualizar o acervo bibliográfico em todos os formatos,
através da destinação de recursos orçamentários e outros;
b) Otimizar a prestação de serviços das bibliotecas;
c) Promover políticas de preservação e conservação de acervos raros;
d) Equipar as bibliotecas com as modernas tecnologias de tratamento e
acesso à informação;
Meta “D”
Saúde do trabalhador e segurança no trabalho.
Ações
a) Implantação de pólo de assistência integral à saúde,
9.5.2.5 Meta “E”
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Modernização dos serviços e da infra-estrutura interna.
Ações
a) Iniciar uma ampla reforma dos sistemas e procedimentos
administrativos, visando sua simplificação através da informatização e da
redução dos tempos e das instâncias de tramitação dos processos;
b) Iniciar o processo de descentralização da execução orçamentária,
transformando
todos
os
departamentos
acadêmicos
em
unidades
gerencias constituindo, afim de que possam fazer Planejamento e
Execução Financeira, para suporte aos setores e laboratórios a eles
vinculadas.
c) Iniciar o processo de descentralização de ações da administração
geral.
4. GESTÃO INSTITUCIONAL
4.1 Organização Administrativa
Estrutura Organizacional do Centro Federal de Educação
Tecnológica de Bambuí
1. DIREÇÃO-GERAL
1.1. VICE-DIREÇÃO-GERAL
1.1.1. Gerência do Serviço de Vigilância Patrimonial e Ambiental
1.2. Chefia de Gabinete
1.2.1. Central Telefônica
1.2.2. Gerência de Tecnologia da Informação
1.2.3. Assistente de Gabinete
1.3. Procuradoria Jurídica
1.4. Ouvidoria
1.5. Comissões de Assessoria
1.5.1. Comissão de Ética
1.5.2. Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD)
1.5.3. Comissão Própria de Avaliação (CPA)
1.5.4. Comissão Interna de Supervisão (CIS/PCCTAE)
1.5.5. Comissão Permanente de Vestibular e Exame de Seleção
(COPEVES)
1.5.6. Comissão Permanente de Infraestrutura (COPEI)
1.5.7. Comissão de Gestão de Documentos de Arquivo (CGDA)
1.5.8. Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)
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2. DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO
CÂMARA DE ADMINISTRAÇÃO
2.1. Coordenadoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas
2.1.1. Gerência de Legislação e Movimentação de Pessoal
2.1.2. Gerência de Desenvolvimento e Capacitação de Pessoal
2.1.3. Gerência de Pagamentos e Concessão de Benefícios de Pessoal
2.1.4. Assistente da Coordenadoria de Desenvolvimento e Gestão de
Pessoas
2.2. Coordenadoria de Administração e Finanças
2.2.1. Gerência de Planejamento
2.2.2. Gerência de Compras
2.2.2.1. Setor de Licitações e Contratos
2.2.3. Gerência Financeira e Contábil
2.2.3.1. Setor Financeiro
2.2.3.1.1. Divisão de Comercialização
2.2.3.2. Setor Contábil
2.3. Coordenadoria de Transportes e Manutenção Mecânica
2.3.1. Setor de Transportes
2.3.2. Setor de Manutenção Mecânica
2.3.3. Setor de Equipamentos e Abastecimento
2.3.4. Setor de Máquinas Agrícolas
2.4. Coordenadoria de Obras e Manutenção
2.4.1. Gerência de Serviços de Apoio
2.4.1.1. Setor de Serviços Gerais
2.4.1.2. Setor de Serviços de Manutenção Elétrica
2.4.1.3. Setor de Serviços de Manutenção Hidráulica
2.4.1.4. Setor de Construção Civil
2.5. Setor de Materiais e Bens Móveis e Imóveis
2.5.1. Setor de Almoxarifado
2.5.2. Setor de Patrimônio
2.6. Assistente da Diretoria de Administração e Planejamento
3. DIRETORIA DE ENSINO
CÂMARA DE ENSINO
3.1. Coordenadoria de Gestão de Cursos Técnicos
3.2. Coordenadoria de Gestão de Cursos de Graduação
3.3. Coordenadoria de Assuntos Didático-Pedagógicos
3.3.1. Setor de Biblioteca
3.3.2. Setor de Recursos Didáticos e Multimeios
3.3.3. Núcleo de Apoio ao Ensino
3.4. Coordenadoria de Controle e Registro Acadêmico
3.4.1. Gerência de Cursos Técnicos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
3.4.2. Gerência de Cursos de Graduação e Pós-Graduação
3.5. Coordenadoria de Assistência Estudantil
3.5.1. Gerência de Alimentação
3.5.1.1. Setor de Refeitório
3.5.2. Gerência de Moradia Estudantil
3.5.2.1. Setor de Alojamentos
3.5.3. Gerência de Assistência Estudantil
3.5.3.1. Setor de Atendimento aos Estudantes
3.5.3.2. Setor de Programas Assistenciais
3.5.3.3. Setor de Atendimento Médico
3.5.3.4. Setor de Atendimento Odontológico
3.5.3.5. Setor de Atendimento Psicológico
3.6. Assistente da Diretoria de Ensino
4. DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
CÂMARA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
4.1. Coordenadoria de Pós-Graduação
4.2. Coordenadoria de Pesquisa e Inovação Tecnológica
4.2.1. Núcleo de Inovação Tecnológica
4.3. Assistente da Diretoria de Pesquisa e Pós-graduação
5. DIRETORIA DE EXTENSÃO
CÂMARA DE EXTENSÃO
5.1. Coordenadoria de Assuntos Comunitários e Culturais
5.1.1. Gerência de Assuntos Comunitários e Culturais
5.2. Coordenadoria de Atividades de Extensão
5.2.1. Gerência de Atividades de Extensão
5.3. Coordenadoria de Relações Institucionais
5.3.1. Gerência de Relações Institucionais
5.4. Assistente da Diretoria de Extensão
6. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
CÂMARA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
6.1. Coordenadoria de Tecnologia e Produção
6.1.1. Assistente da Coordenadoria de Tecnologia e Produção
6.1.2. Gerência das Agroindústrias
6.1.2.1. Setor de Carnes
6.1.2.2. Setor de Frutos e Hortaliças
6.1.2.3. Setor de Laticínios
6.1.3. Gerência de Produção Vegetal
6.1.3.1. Setor de Olericultura
6.1.3.2. Setor de Culturas Anuais
6.1.3.3. Setor de Culturas Permanentes
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6.1.4. Gerência de Produção Animal
6.1.4.1. Setor de Bovinocultura
6.1.4.2. Setor de Suinocultura
6.1.4.3. Setor de Avicultura
6.1.4.4. Setor de Animais Silvestres
6.1.4.5. Setor de Apicultura
6.1.4.6. Setor de Caprinocultura e Ovinocultura
6.1.4.7. Setor de Piscicultura
6.2. Coordenadoria de Meio Ambiente
6.2.1. Setor de Jardinagem
6.2.2. Setor de Produção de Mudas
6.2.3. Setor de Tratamento de Resíduos e Reciclagem
6.3. Coordenadoria de Planejamento de Operações Agrícolas
6.4. Assistente da Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico
7. DEPARTAMENTOS
7.1. Departamento de Ciências Exatas
7.1.1. Laboratórios de Informática
7.1.2. Laboratório de Física
7.1.3. Laboratório de Mecânica Agrícola
7.1.4. Laboratório de Mecância Automotiva
7.2. Departamento de Ciências Agrárias
7.2.1. Laboratório de Solos
7.2.2. Laboratório de Físico-Química
7.2.3. Laboratório de Microbiologia
7.2.4. Laboratório de Análise Sensorial
7.2.5. Laboratório de Bromatologia
7.2.6. Laboratório de Citologia
7.2.7. Laboratório de Topografia
7.2.8. Laboratório de Informática
7.3. Departamento de Ciências Gerenciais
7.3.1. Laboratório de Turismo
7.3.2. Laboratório de Informática
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
4.2 Organização e Gestão de Pessoal
4.3 Políticas de atendimento aos discentes
4.4. Plano de Gestão Institucional
4.1.1 Instâncias executivas
5. ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA
5.1 Organização Didático-Pedagógica
5.2 Oferta de Cursos e Programas (Presenciais e à Distância)
Atualmente O CEFET-Bambuí conta com cerca de 2962 alunos matriculados
(Tabela 3). Os Cursos Técnicos estão distribuídos em vários níveis e modalidade de
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acordo com a tabela 4. Oferece também cursos Superiores em Agronomia,
Zootecnia, Tecnologia em Alimentos, Informática, Administração, Tecnologia em
Gestão de Turismo e Licenciatura em Física (Tabela 5). Estes cursos estão divididos
em três departamentos: Departamento de Ciências Agrárias (DCA), Departamento
de Ciências Gerenciais (DCG) e Departamento de Ciências Exatas (DCE). São
oferecidos também curso de Pós-Graduação Lato sensu de acordo com Tabela 6.
Tabela 3: Resumo das matrículas no CEFET/Bambuí
Modalidade
Bambuí
Ensino Médio
556
Técnico
1658
Superior
580
Pós-Graduação
168
Total
2962
Tabela 4: Números de matrículas dos cursos Técnicos por nível e modalidade
Cursos
Nível
Modalidade
Matrículas
Agrícola com habilitação em agricultura
Técnico
Concomitante
344
Agrícola com habilitação em Zootecnia
Técnico
Concomitante
344
Agrícola com habilitação em agricultura
Técnico
Subsequentes
102
Agrícola com habilitação em Zootecnia
Técnico
Subsequente
104
Ecoturismo
Técnico
Subseqüente
0
Gestão comercial (PROEJA)
Técnico
Integrado
81
Gestão comercial
Técnico
Subseqüente
160
Gestão em Serviço de Saúde
Técnico
Subseqüente
71
Informática
Técnico
Integrado
58
Informática Programação Comercial
Técnico
Subseqüente
85
Informática Programação Web
Técnico
Subseqüente
74
Informática Redes e Manutenção
Técnico
Subseqüente
73
Informática Programação Comercial
Técnico
Subseqüente
85
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Mecânica Agrícola (PROEJA)
Técnico
Integrado
16
Mecânica Automotiva (PROEJA)
Técnico
Integrado
9
Mecânica Agrícola Automotiva
Técnico
Integrado
51
Mecânica Agrícola
Técnico
Subseqüente
16
Mecânica Automotiva
Técnico
Subseqüente
15
Meio Ambiente
Técnico
Subseqüente
26
Promoção de Eventos
Técnico
Subseqüente
29
Médio
-
556
-
-
2.214
Ensino Médio
Total
Tabela 5- Cursos de graduação por área e modalidade no CEFET/ Bambuí
Cursos
Nível
Modalidade
Matrículas
Administração
Superior
Tecnologia
61
Alimentos
Superior
Tecnologia
68
Processamento de alimentos
Superior
Tecnologia
47
Informática no agronegócio
Superior
Tecnologia
56
Análise e desenvolvimento
Superior
Tecnologia
53
Gestão de turismo
Superior
Tecnologia
108
Zootecnia
Superior
Bacharelado
149
Agronomia
Superior
Bacharelado
38
Física
Superior
Licenciatura
23
-
603
de Sistemas
TOTAL
-
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Tabela 6: Cursos Pós-Graduação Lato sensu
Cursos
Nível
Modalidade
Matrículas
Pós-Graduação em Controle de Qualidade
Lato sensu
Especialização
21
Pós-Graduação
e
Educação Ambiental
em
Lato sensu
Especialização
126
Pós-Graduação em Finanças Empresariais
Lato sensu
Especialização
32
Qualificação
179
6. INFRA-ESTRUTURA
6.1 Distribuição geográfica
6.2 Espaço geográfico para crescimento e construções
6.3 Infra-estrutura futura
Biblioteca
A Biblioteca do Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí ocupa
uma área de 399 m2 e está sob a responsabilidade de uma Bacharel em
Biblioteconomia e conta com 5 (cinco) auxiliares. Funciona no período letivo de
segunda a sexta-feira, das 07h às 12h e das 13h30min às 22h30min e aos sábados,
das 7h às 16h; nas férias, o horário de funcionamento é de 13h30min às 20h.
Possui os seguintes compartimentos:
• acondicionamento bibliográfico – acervo geral;
• ambiente de estudo e leitura informal;
• cabines de estudo em grupo;
• hemeroteca – jornais e revistas;
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• empréstimos;
• recepção e atendimento – referência;
• banheiro (dois);
• painéis informativos e corredores internos;
• sala com cabines individuais;
• multimídia;
• processamento técnico;
• sessão de periódicos – produção científica.
O acervo geral da Biblioteca do CEFET-Bambuí totaliza 6726 livros e 26.921
periódicos. Destes, 466 títulos são referentes a área de Tecnologia e Processamento
de alimentos.
A atualização do acervo da biblioteca é feita através de listagens indicadas por
professores, alunos e usuários em geral. Além disso, é mantido na biblioteca, um
arquivo de catálogos de livros e fitas enviados por editoras, para que o público
interessado possa consultá-lo. Posteriormente, essas listas são selecionadas pelo
bibliotecário, levando-se em conta as necessidades prioritárias da biblioteca.
Finalmente, é feita uma lista única, que é enviada ao setor financeiro, que fará a
compra de acordo com a disponibilidade de fundos. Portanto, não existe uma
periodicidade regular para aquisição.
A biblioteca do CEFET-BAMBUÍ possui acesso ao portal de periódicos da capes
e dispõe do programa PHL (Personal Home Library), um software de gerenciamento
e busca ao acervo e site próprio na Internet.
A biblioteca também conta uma sala de multimeios equipada com 01 aparelho
de televisão de 29 polegadas, 01 vídeo, 01 retroprojetor e 01 projetor de opacos
(episcópio). Possui ainda um acervo de 703 fitas de vídeo e 129 CD-ROMs.
- Salas de aula com TV/Vídeo/DVD e outros recursos didáticos-pedagógicos;
Laboratórios
- 04 Laboratórios de Informática;
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- Salão de eventos com capacidade para 200 pessoas, equipado com recursos
multimídia;
- Centro de Treinamento com infra-estrutura hoteleira para 45 pessoas;
- Restaurante com capacidade para servir 1.500 refeições/dia;
- Laboratório de Físico-química
-Laboratório de Microbiologia
- Unidade de Processamento de Leite e Derivados
- Unidade de Processamento de Vegetais
- Zootecnia: Bovinocultura, Eqüinocultura, Suinocultura, Avicultura, Caprinocultura,
Ovinocultura, Piscicultura, Apicultura e Animais Silvestres;
- Agricultura: Olericultura, Viveiricultura, Jardinocultura, Culturas Anuais, Fruticultura,
Cafeicultura;
- Laboratórios Citologia,
- Laboratórios de Solos,
- Laboratório de Mecânica agrícola, Mecânica automotiva,
- Laboratório de água e pscicultura.
- Estação de tratamento de esgoto e resíduos agroindustrial.
7. ASPECTOS FINANCEIROS E ORÇAMENTÁRIOS
8. AVALIAÇÃO E
INSTITUCIONAL
ACOMPANHAMENTO
9 ANEXOS
9.1 Plano Pedagógico Institucional
9.2 Detalhamento do PDI
DO
DESENVOLVIMENTO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
ANEXOS
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGICA DE BAMBUI
PLANO DE AÇÃO
- ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA
– Estrutura Organizacional e Instâncias de Decisão
METAS
2009
2010
2011
2012
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PDI NOVO