Confiança e Reputação em SMA Rafael Frizzo Callegaro Joao Eduardo Hornburg 1 29/11/2011 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Introdução • Contextualização • Objetivo da pesquisa Fundamentação Teórica • Definição ◦ Confiança ◦ Reputação • Utilização • Funcionamento ◦ Classificação, vantagens e desvantagens Modelo Conceitual Fontes de Informação Visibilidade Granularidade Modelos Computacionais de Confiança e Reputação em SMA Sporas ReGreT Castelfranchi & Falconi ForTrust Considerações Finais ◦ Conclusão Referências 2 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Contextualização O comportamento coletivo dos agentes em um sistemas multi-agente (SMA) é utilizado para atingir objetivos. Nestes sistemas a interação entre os participantes é função elementar. Como realizar a avaliação das informações e a escolha de parceiros em SMA abertos? 3 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Objetivo da Pesquisa O objetivo desta pesquisa é fundamentar os conceitos de confiança e reputação em SMA. Explorar os mecanismos de alguns modelos computacionais conhecidos. Comparar a arquitetura dos modelos explorados. 4 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Definição de Confiança A confiança ◦ “é a convicção de alguém nas habilidades e intenções de um agente em prover informações corretas ou executar as ações prometidas”. (Barber et al. 2003). 5 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Definição de Reputação Reputação ◦ “ferramenta social com o objetivo de reduzir a incerteza de se interagir com indivíduos de atributos desconhecidos”. (BROMLEY, 1993). 6 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Comentários Áreas de pesquisa que tratam do assunto. ◦ ◦ ◦ ◦ ◦ Psicologia (Karlins e Abelson 1970; Bromley 1993), Sociologia (Buskens 1998), Filosofia (Platão 1955; Hume 1975) e Economia (Celentani et al.1966; Marimon et al. 2000) Ciência da computação Inteligência artificial ◦ Sistemas multi-agente. 7 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Utilização A confiança e reputação são utilizadas como: ◦ Mecanismo de busca de parceiros honestos. ◦ Ajuda na tomada de decisão sobre honrar ou não contratos. ◦ Melhorar os mecanismos de revisão de crenças e de cooperação. Em SMA é comum a interdependência entre os agentes a fim de atingir objetivos, quando estes excedem a capacidade de agir isoladamente. 8 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Exemplo de utilização Ag1 tem o objetivo g1 Para atingi-lo deve executar o plano p111 ◦ ◦ ◦ ◦ P111= consiste nas ações a1(),a2() ,a4() Ag1 não sabe executar a2 Ag2 e ag3 são capazes de executar a ação a2; Se ag1 puder recompensar ag2 ou ag3, pode-se firmar uma parceria. Exemplo de Rede de Dependência SICHMAN; CONTE, 2002 ◦ Qual dos dois agentes escolher para executar a2? ◦ Como saber se um agente é confiável ou não? 9 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens ◦ Modelo Conceitual ◦ Fontes de Informação ◦ Visibilidade ◦ Granularidade 10 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Modelo Conceitual ◦ Baseado na Teoria de jogos ◦ Cognitivo 11 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Modelo Conceitual ◦ Cognitivo Processo interno de inferência que dá origem à reputação atribuída a um alvo. Confiança e reputação são compostas de crenças subjacentes e são uma função do grau destas crenças. Nesta abordagem, os estados mentais que levam a confiar em outro agente ou atribuir uma reputação, bem como as consequências de uma decisão e o ato de contar com um outro agente, são parte essencial do modelo. Mais adaptáveis. (qualitativo) Esfandiari e Chandrasekharan, 2001 12 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Modelo Conceitual ◦ Teoria de jogos Confiança e reputação são consideradas probabilidades subjetivas pelo qual um individuo A espera que um indivíduo B execute uma ação do qual depende o seu bem estar. Manipulações estritamente numéricas. (quantitativo) Confiança e Reputação não são resultado do estado mental do agente, mas de um jogo mais pragmático (fatos), com funções de utilidade e agregação numérica de interações passadas. Simples, porém menos adaptativo. Depende da escolha dos outros indivíduos. Proposto por Gambetta, 1990 13 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação ◦ Experiências Diretas ◦ Testemunhos ◦ Informação sociológica ◦ Preconceito (sentido de ideia préconcebida) 14 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação ◦ Experiências Diretas Fonte de informação mais relevante e confiável. Utilizada por basicamente todos os modelos. ◦ Interação direta com outro agente. Prioridade para interações recentes Depende do numero de interações Também pode depender da variação dos valores. Grau de confiabilidade pode crescer até atingir um nível intimo. ◦ Interação observada de outros membros da comunidade (restrita a senários que estão dispostos a permitir isso). Interações diretas nem sempre são possíveis ◦ Ex: agente recém chegado ou sociedade muito grande. 15 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação ◦ Testemunhos Também chamada de interações indiretas. Informações vem de outros membros da comunidade. Mais abundante do que as diretas porém mais complexo. X X X B’s reputation X A A’s reputation = 0,7 X B X X X X C Fonte de informação baseado em testemunhos 16 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação Testemunho ◦ Em um mundo ideal, esta informação sendo correta é tão relevante quanto a direta. ◦ No entanto: Informação falsa: ou a informação de outro agente não é exata ou o agente esta mentindo. O agente não pode presumir que a informação é completa. Evidências correlacionadas: opiniões de diferentes testemunhas são baseadas em um mesmo (s) evento (s). Os agente não sabe como os testemunhos estão relacionados. Testemunhos podem manipular ou esconder informações para seu próprio benefício. ◦ Pode-se evitar analisando as relações sociais entre os agentes testemunhos. 17 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação ◦ Informações sociológicas Com base nas relações sociais entre os agentes e o papel que eles tem na sociedade. Exemplo de relações: dependência, comércio, concorrência, cooperação. O indivíduo também pode desempenhar um papel na sociedade. (policial, bombeiro, professor, vendedor) Os modelos baseados nestas informações baseiam-se em técnicas de análise de rede social (conjunto de métodos para analisar as relações sociais/aspectos relacionais). ◦ A utilização destes métodos está condicionada a disponibilidade das relações sociais. (Scott, 2000). 18 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Fontes de Informação ◦ Preconceito (sentido de conceito préconcebido.) Mecanismo de atribuição de propriedades (como por exemplo a reputação) a um indivíduo baseado em sinais que identificam o indivíduo como membro de um determinado grupo. Exemplo: uniforme, comportamento . 19 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Visibilidade Global Individual 20 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Visibilidade Global ◦ Compartilhada por todos os observadores. ◦ Calculada a partir das opiniões dos indivíduos que no passado interagiram com o indivíduo alvo. ◦ Valores disponíveis publicamente a todos os membros. ◦ Atualizado cada vez que um membro emite uma nova avaliação do indivíduo. 21 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Visibilidade Global ◦ Vantagens A reputação é sempre conhecida. A reputação está sempre atualizada pois é calcula através da informação que recebem de outros agentes. ◦ Desvantagens Os agentes não são capazes de armazenar as reputações dos agentes com os quais interagiram Não existe mecanismo para verificar se a informação é verdadeira ou falsa. Não consideram o contexto. A B B’s reputation = ** A’s reputation = *** A’s reputation ? C *** Reputation System 22 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Visibilidade Individual ◦ Subjetiva, avaliada por cada indivíduo. ◦ Cada indivíduo atribui um valor de confiança e reputação de acordo com seu ponto de vista, baseado em interações diretas, testemunhas, relações conhecidas entre agentes. 23 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Visibilidade Individual Vantagens: ◦ Os agentes, que podem estar executando em um sistema multiagentes de larga escapa e distribuído, não necessitam se comunicar com um mecanismo centralizado ◦ Cada agente é capaz de armazenar a reputação dos outros agente desde seu ponto de vista Desvantagens: ◦ É necessário interagir com o agente primeiro para depois conhecer sua reputação. ◦ A reputação que um agente conhece de outro agente pode não estar atualizada se faz tempo que os agentes não interagem. B’s reputation A A’s reputation = 0,7 B C A’s reputation ? 24 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Classificação, vantagens e desvantagens Granularidade ◦ Reputação/confiança de acordo com o contexto. Dependente do contexto ◦ Difícil encontrar informações suficientes para calcular confiança/reputação ◦ No entanto é possível que a complexidade dos agentes aumente necessitando deste modelo. Não dependente do contexto ◦ Mais utilizado ◦ Menor complexidade ◦ Normalmente temos sistemas/tarefas delimitadas 25 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Sporas Versão sofisticada dos mecanismos de reputação presentes em sites de comércio eletrônico tipo ebay. Pioneiro em SMA(ZACHARIA, 1999). Centralizado/Teoria de Jogos/Testemunho/não dependente de contexto/somente reputação Novos usuários tem um valor mínimo inicial. Pontuação: 0 a 3000. ◦ +1, 0, -1 Reputação não pode ser inferior a inicial, por isso não há vantagens em abandonar o sistema. 26 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação ReGreT ReGreT (SABATER; SIERRA, 2001) Individual/Teoria de Jogos/Direta + Testemunho + social /dependente de contexto/Confiança e reputação Usa uma base de dados de resultados para armazenar contratos anteriores e o seu resultado. (ODB) Informações recebidas de outros agentes. (DIB) Armazenamento de grafos (sociogramas) que definem o ponto de vista do agente social no mundo. (SDB) 27 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone CASTELFRANCHI; FALCONE, Principles of Trust for MAS, 1998 Baseado em 2 elementos: ◦ Confiança ◦ Delegação Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Em geral confiança é pré-requisito para delegação Exceções: ◦ Confiança sem delegação ◦ Delegação sem confiança Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone C&F – Delegação ◦ Para atingir um objetivo g, x delega a tarefa t para y ◦ Delegação fraca: y não sabe que recebeu a tarefa de x, nem conhece g ◦ Ex: ponto de ônibus Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Delegação ◦ Delegação forte: y sabe a respeito da delegação pode haver negociação precisa haver comprometimento de y Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Confiança ◦ Estado mental - BDI ◦ Conjunto de crenças ◦ Restringe-se a uma tarefa x confia em y para realizar a tarefa t ◦ y não precisa ser um agente Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Confiança ◦ Não é absoluta - pode ter vários níveis ◦ Delegação acontece a partir de um certo nível ◦ Reajustada levando em conta o resultado da tarefa t (sucesso ou fracasso) Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Crenças ◦ Competência x acredita que y tem competência para realizar a tarefa t ◦ Disposição x acredita que y vai de fato realizar a tarefa t Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Crenças ◦ Dependência x acredita que depende de y para realizar a tarefa t ◦ Cumprimento derivado das 3 crenças anteriores x acredita que o objetivo g será realizado Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone Estado mental Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação Castelfranchi & Falcone ◦ Crenças delegação fraca ◦ Determinação (willingness) x acredita que y decidiu fazer t ◦ Persistência x acredita que y não vai mudar de ideia quanto a t ◦ Autoconfiança x acredita que y crê que é capaz de atingir o objetivo g (do qual t faz parte) Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação For Trust HERZIG et al; A logic of trust and reputation Baseado no C&F Dois tipos de confiança ◦ y vai agir imediatamente ◦ y vai agir assim que algumas condições forem atingidas Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação For Trust Crenças Objetivo ◦ x tem o objetivo g Capacidade ◦ y é capaz de realizar a tarefa t (necessária para atingir g) Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação For Trust Crenças Competência ◦ y tem competência para executar t com qualidade satisfatória Intenção ◦ y está decidido a realizar t Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelos computacionais de confiança e reputação For Trust Reputação Crenças de Grupo Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Modelo Conceitual Fonte de Informação Visibilidade Granularidade Tipo do Modelo S. Marsh Teoria de Jogos Direta Subjetiva Dependente do Contexto. Confiança Sporas Teoria de Jogos Testemunho Global Não depende do contexto. Reputação Histos Teoria de Jogos Direta + Testemunho Subjetiva Não depende do contexto. Reputação Yu and Sign Teoria de Jogos Direta, Testemunho Subjetiva Não depende do contexto Confiança e Reputação AFRAS Teoria de Jogos Direta + Testemunho Subjetiva Não depende do contexto Reputação Castelfranchi and Falcone Cognitivo Não informa Subjetiva Dependente do Contexto Confiança ReGreT Teoria de Jogos Direta + Testemunho + Social + preconceito Subjetiva Dependente do Contexto Confiança e reputação forTrust Cognitivo Não informa Subjetiva Dependente do Contexto Confiança e Reputação Quadro comparativo entre os modelos 42 Introdução Fundamentação Teórica Modelos Computacionais Considerações Finais Referências Conclusão Foi possível definir os conceitos e observar que confiança e reputação estão diretamente relacionadas porém é possível diferenciá-las. Informações diretas e baseados em testemunhas são as fontes mais utilizadas, porém para aumentar a eficiência dos modelos é necessário utilizar os aspectos sociológicos. Sistemas com arquitetura mais simples e centralizados são os mais utilizados, porém poderá haver um aumento na demanda por sistemas com maior robustez. Ficou claro que a maioria dos modelos são baseados na teoria de jogos, porém esta abordagem pode ser demasiadamente restritiva. Uma solução seria a utilização de modelos cognitivos ou uma combinação de ambos. A necessidade da Delegação gera a necessidade dos conceitos de confiança e reputação. 43 Introdução Fundamentação Teórica Modelos ComputacionaisConsiderações Finais Referências Congressos, Workshops International Workshop on Multi-Agent Systems and Agent-Based Simulation (MABS) Trust, Reputation and User Modeling Workshop (TRUM) Workshop on Trust and Reputation (Inerdisciplines) Workshop-Escola de Sistemas de Agentes, seus Ambientes e aplicações (WESAAC) International Conference on Autonomous Agents and Multiagent Systems (AAMAS) Simpósio Brasileiro de Inteligência Artificial (SBIA) Workshop on Deception, Fraud and Trust in Agent Societies 44 Introdução Fundamentação Teórica Modelos ComputacionaisConsiderações Finais Referências Referências BROMLEY, D. B. Reputation, Image and Impression Management. [S.l.]: John Wiley & Sosns Ltd., 1993. CASTELFRANCHI, C.; FALCONE, R. Principles of trust for MAS: Cognitive anatomy, social importance and quantification. ICMAS, v. 1, p. 72–79, 1998. HERZIG, A. et al. Prolegomena for a logic of trust and reputation. In: 4th ForTrust Meeting. [S.l.: s.n.], 2008. J. SICHMAN, R. CONTE, 2002. Multi-Agent Dependence by Dependence Graphs. Proceedings of the 1st International Joint Conference on Autonomous Agents and Multi-Agent Systems. 483-492. ACM Press. SABATER, J.; SIERRA, C. Review on computational trust and reputation models. Kluwers Academic Publishers, v. 1, p. 27, 2005. SABATER, J.; SIERRA, C. Reputation and social network analysis in multi-agent systems. In Proceedings of First International Conference on Autonomous Agents and Multiagent Systems (AAMAS), pages 475–482, 2002. SCIHMITZ, T. Crenças de Grupo como Instrumento de Formação da Reputação: Uma Arquitetura Baseada em Agentes e Artefatos. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Santa Catarina, 2011. SILVA, V. On-line 29/11/2011: www.ic.uff.br/~viviane.silva/2010.1/isma/util/aula09_1.ppt ZACHARIA, G. Collaborative Reputation Mechanisms for Online Communities. Dissertação (Mestrado) — Massachusetts Institute of Technology, 1999. 45