Se liga, cuidado ao atravessar a via!
Atenção ao atravessar a rua com fones de ouvido
Aline Andreata
Débora Dartora Alba
Fernanda do Canto Bruzza
Porto Alegre/RS - 2013
Justificativa
Para circularmos nas ruas da cidade com segurança, seja como pedestre,
ciclista, condutor ou piloto, dois de nossos sentidos são de extrema
importância, a visão e a audição. Ocorre que muitos de nossos jovens utilizam
aparelhos com fones de ouvido como MP3 Players, Ipod e telefones celular com
músicas em volume extremamente alto.
A consequência maior é que, além de afetar o aparelho auditivo, gera a falta de
atenção, levando esses indivíduos a atravessar ruas sem olhar para os lados, e
sem escutar a movimentação do trânsito. O projeto será aplicado em uma turma
de 4° ano.
Objetivo Geral
Conscientizar as crianças em idade escolar quanto a importância de realizar a
travessia em locais apropriados para evitar futuros acidentes. Respeitar a
sinalização de trânsito, bem como redobrar a atenção nestes momentos e,
principalmente da não utilização de aparelhos com fones de ouvido em volume
alto que dispersam o foco na circulação.
Objetivos Específicos
Identificar situações que demonstram o mau uso dos fones de ouvido;
Estabelecer comportamentos corretos na circulação das vias;
Orientar quanto ao uso adequado dos fones de ouvido;
Desenvolver dinâmicas que levem a reflexão de atitudes comportamentais.
Metodologia
Debate para estabelecer “O que é Trânsito”;
Dinâmica de Grupo com objetivo comportamental;
Elaboração de cartazes sobre acidentes de trânsito que ocorreram por falta de
atenção;
Produção de uma cartilha que divulgue as consequências do mau uso de fones
de ouvidos no trânsito;
Vídeos que demonstrem o que a desatenção pode causar no trânsito utilizando
a técnica do stop motion e o buttonbass.
PORTUGUÊS:
Conteúdos
produção de cartilha e história em quadrinhos;
MATEMÁTICA: reconhecer quantas vezes se atravessa a rua até chegar na
escola;
por quantas ruas se passa; quanto tempo se leva de casa até a escola;
EDUCAÇÃO ARTISTICA: realização de desenhos para história em quadrinhos;
GEOGRAFIA: Reconhecimento do trajeto de casa até a escola;
HISTÓRIA: Nome da rua onde fica localizada a casa do aluno; quanto tempo
reside nesse local; desde quanto estuda na escola;
EDUCAÇÃO FÍSICA: realização de jogos e dinâmicas com movimentos
corporais.
Cronograma
2ª FEIRA: Debate sobre trânsito. O que é transito e quem participa;
3ª FEIRA: Realização de dinâmicas e jogos que identifiquem o comportamento
de casa um nas ruas;
4ª FEIRA: Vídeos sobre acidentes de trânsito e participação da Equipe de
Educação para o Trânsito da EPTC;
5ª FEIRA: Elaboração de cartazes para conscientização de comportamento
seguro no trânsito para todas as idades (cadeirinhas; banco da frente do
veículo, cinto de segurança, faixa de travessia);
6ª FEIRA: Encerramento com a produção de uma cartinha do trânsito realizada
pela turma.
Avaliação
Será realizada ao longo do projeto com a participação e envolvimento dos
jovens nas tarefas e atividades propostas.
Anexos
http://www.redetv.com.br/Video.aspx?52,15,242914,jornalismo,redetvnews,triplicam-acidentes-com-pessoas-que-usam-fones-de-ouvido
JOGO DA MEMÓRIA
http://www.youtube.com/watch?v=GPeeZ6viNgY
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Brincando com o barbante
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Grupo: alunos de pré-escola à 4a série.
Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar
melhor o comportamento da turma.
Tempo: 1 aula
Local: A brincadeira pode acontecer na sala de aula ou no pátio;
Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para
começar a brincadeira.
Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em
seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e
passa o rolo adiante. Sugira que cada um brinque com o seu
pedacinho de barbante. Balançando o cordão no ar ou formando uma
bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua
textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo
o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.
Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e
interpretações são muito bem-vindos. Após percorrer toda a
exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta,
seu barbante ao dos vizinhos. Abaixados ao redor desse grande
círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.
Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos
individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que
cada um sentiu no decorrer da brincadeira. Enquanto as crianças
escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a ideia em
prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da
brincadeira surgem muitas idéias e cada aluno quer falar mais alto
que o colega. Alguns buscam argumentos para as suas sugestões,
outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar
a roda e, às vezes, cumprem a palavra.
O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante es
ses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar
sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses,
ainda que a solução encontrada não seja, em sua opinião, a melhor.
Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu
potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe.
Voltada para o trânsito, deve-se chamar a atenção para um trabalho
realizado em grupo, onde todos devem entrar em um acordo para que
tudo ocorra bem, para que brigas não aconteçam; chamar atenção
para o respeito ao próximo.
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Travessia
Alvo: pré-adolescentes
Categoria: entretenimento
Local: sala de aula ou pátio (sempre amplo e
desimpedido de obstáculos)
Material: cadeiras (para o n.º de participantes) e, se
possível, um cd com sons do mar
Número de pessoas: 3 a 4 por grupos (mínimo) de n.º
par de elementos (mínimo 4)
Duração: indefinido
Procedimento: Divide-se o grupo por equipes “navios”
que formarão um “porto seguro” (ponto de partida e
local onde deverão acabar o jogo) e ficarão longe do
mesmo dispostos em 4 filas que formem um quadrado,
o “navio”.
Cada “navio” deverá chegar completo ao seu “porto
seguro”, para isso os elementos deverão ir nas cadeiras,
sem as arrastar e sem colocar qualquer parte do corpo
no chão, até ao “porto seguro”. Quando os elementos
conseguem deslocar-se até ao porto seguro deverão
receber a ordem de se colocarem por ordem alfabética,
respeitando as mesmas regras.
Para dificultar um pouco mais o jogo poderá ser criada
uma “esquadra” em que os “tripulantes” raptam os
“tripulantes” das outras “tripulações” e os levam até à
“esquadra”, estes só sairão da mesma quando forem
salvos por um “tripulante” da sua equipe. Também
pode-se colocar obstáculos (redemoinhos; piratas;
furacões)
Para facilitar o jogo para grupos mais jovens, as
cadeiras podem ser substituídas por folhas de jornais
abertas estendidas no chão.
Referências Bibliográficas
Se liga na vida. Disponível em:
http://fracabnoticias.blogspot.com.br/2011/02/se-liga-na-vida.html
Portal do Professor: Aprendendo “O que é Trânsito” na Educação Infantil.
Disponível em:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=40973
SERRÃO, Margarida. Aprendendo a ser e a conviver. 2ª Ed. São Paulo: FTD, 1999.
Campanhas educativas. Disponível em:
http://www.denatran.gov.br/campanhas/campanhas_educativas.htm
Dinâmicas de grupo. Disponível em: http://www.transitocomvida.ufrj.br/.
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File - Débora Dartora Alba