O cristão e a cidadania
saber entender que o mesmo evangelho que transforma
cidadãos comuns também pode transformar
governos e culturas;
sentir perceber a própria responsabilidade em construir
uma sociedade mais justa;
agir respeitar as autoridades e orar por elas; participar
das decisões importantes em todos os níveis de
comunidade e pregar o evangelho.
Introdução
Temos, então, dois problemas para resolver.
1. Se política e religião não se misturam, como o cristão deve
exercer a cidadania: com a ética cristã ou com a ética política?
2. Como interpretar o mandamento de Romanos 13.1: “Todo
homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não
há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que
existem foram por ele instituídas”?
Com base em Romanos 13, procuraremos aclarar esse tema
polêmico.
I. O cristão e as autoridades
(Rm 13.1-7)
1. O governo civil é instituído por Deus (Rm 13.1-2)
2. Existe uma missão para promover o bem (Rm 13.3-4)
3. Exige a aprovação da consciência cristã (Rm 13.5-7)
Romanos para hoje
Você tem tentado influenciar o governo civil do seu
município, estado ou país? Tem algo a oferecer na
elaboração e execução das ações políticas da nação?
II. O cristão e o amor ao próximo
(Rm 13.8-10)
Paulo ensinou o evangelho que transforma pessoas,
governos, leis e culturas. O amor ao próximo coloca ética,
honestidade e altruísmo nas relações humanas. Essas
virtudes são capazes de gerar o progresso e a paz. Fora
disso, teremos corrupção, ódio, egoísmo, o que bloqueia o
desenvolvimento de uma nação.
Romanos para hoje
O amor recíproco tem feito parte de sua vida? O que
tem feito para transformar a realidade social das
pessoas necessitadas que estão à sua volta?
III. O cristão e a esperança
escatológica (Rm 13.11-14)
A combinação de “servir” com “aguardar” tem levado
cristãos-cidadãos a ocuparem-se intensamente da obra
de Cristo na terra, mas aguardando firmemente Sua
vinda. Assim, a certeza da vinda de Cristo nos liberta da
presunção de que podemos fazer tudo pelo mundo. O
serviço a Deus nos afasta do pessimismo. Somente um
cidadão com mente cristã é capaz de contribuir
corajosamente para influenciar o mundo.
Romanos para hoje
A esperança da vinda do Salvador tem nos motivado a
agir e servir ou temos sido passivos em nossa missão
de influenciar o mundo?
Conclusão
Apoiando-nos nos escritos de John Stott (Mentalidade
Cristã, Ed. ABU Editora), concluímos:
1. O cristão, diferentemente do não cristão, é sal da terra e
luz do mundo (Mt 5.13-16). Assim, a autoridade (mundo)
que jaz no escuro precisa de luz, e a sociedade precisa
do sal para que não apodreça.
Conclusão
Apoiando-nos nos escritos de John Stott (Mentalidade
Cristã, Ed. ABU Editora), concluímos:
2. Os cristãos precisam influenciar a sociedade com sua
ética - afastar-se do mundo como se não houvesse
solução para nada é ato de covardia, não de cristandade.
A luz não produz efeito se ficar debaixo de uma bacia, o
sal não tem proveito se ficar guardado no saleiro.
Conclusão
Apoiando-nos nos escritos de John Stott (Mentalidade
Cristã, Ed. ABU Editora), concluímos:
3. Os cristãos devem manter suas características distintivas
- não podemos nos render ao deslumbre fácil dos bens
de consumo; à última moda, ao último computador.
Devemos nos socializar, mas não podemos abrir mão de
nossos valores.
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romanos - lição 14