Medir Módulo 2.0 Introdução a Medir Página 1 Medir desempenho – Caminho para a melhoria Onde estamos? 1.0 Definir oportunidades Entradas • Gráfico do projeto • caso de negócio • lista de oportunidades • resumo da meta • escopo do projeto • plano do projeto • funções e responsabilidades da equipe • Plano de ação • Mapas de processo • Oportunidades de 'ganho rápido' • Requisitos críticos do cliente • Equipe preparada 5.0 Controlar desempenho Para onde vamos? Objetivo Identificar medições críticas necessárias para avaliar o sucesso no atendimento dos requisitos críticos do cliente e começar a desenvolver uma metodologia para uma coleta eficaz de dados, com a finalidade de medir o desempenho do processo. Entender os elementos do cálculo do Six Sigma e estabelecer um sigma do desempenho atual para os processos que a equipe está analisando. Medir desempenho 2.0 Introdução a Medir 2.1 Determinar o que medir 2.2 Estatísticas básicas 2.3 Gerenciar a medição 2.4 Gráficos de controle 2.6 Medição R&R 2.7 Capacidade do processo 2.8 Plano de gerenciamento/comunicação do depositário (Stakeholder) 2.9 Introdução à função de perda de qualidade 2.10 Ponto de verificação de gerenciamento de risco empresarial Página 2 3.0 Analisar oportunidade Resultados • Indicadores de entrada, processo e resultado • Definições operacionais • Formatos e planos de coleta de dados • Desempenho atual • Sigma • Custo • Tempo • Outros • Atmosfera produtiva da equipe 4.0 Melhorar desempenho Medir Determinar o que medir Página 3 Medidas de desempenho – O valor ao cliente foi atingido? Fornecedores Entradas do processo Processos de negócios Medidas de entradas Medidas do processo Decisões importantes baseadas em ligar as expectativas do cliente ao desempenho do processo Página 4 Resultados do processo Medidas do desempenho do resultado Requisitos críticos do cliente Valor ao cliente Indicadores de entrada, processo e resultado Nº de consultas dos clientes Tipo de consultas dos clientes N° de pedidos N° de posições abertas Tipo de posição aberta Precisão da análise de crédito Conveniência do contrato apresentado para revisão Indicadores de desempenho de resultado Indicadores de processo Indicadores de entrada Custo por transação Tempo por atividade Quantidade de reprocessamento Tempo de giro Variabilidade de uma atividade Porcentual de defeituosos Número de erros Tempo total de resposta Precisão das faturas/notas Receita Requisitos críticos do cliente Crítico para o processo Eles deveriam constar de seu mapa do processo Página 5 Relações entre elementos do processo e indicadores Limite de início Fornecedores Limite de término ____________ ___________________ Entradas Resultados Clientes Processo Indicadores de entrada Indicadores de processo Medidas que avaliam até que ponto as entradas de um processo, proporcionadas pelos fornecedores, são consistentes com o que o processo necessita para se converter eficiente e eficazmente em resultados satisfatórios para o cliente. Medidas que avaliam a eficácia, a eficiência e a qualidade dos processos de transformação – as etapas e atividades utilizadas para converter as entradas em resultados satisfatórios para os clientes Exemplos: Exemplos: Indicadores de resultado Medidas que avaliam as dimensões do resultado – podem enfocar o desempenho do negócio, assim como o desempenho associado com o fornecimento de serviços ou produtos aos clientes. Exemplos: Nº de consultas dos clientes Tipo de consultas dos clientes N° de pedidos N° de posições abertas Tipo de posição aberta Precisão da análise de crédito Tempestividade do contrato apresentado para revisão Disponibilidade de pessoal de serviço Tempo necessário para executar uma análise de crédito % de aprovações não padrão necessárias Nº de candidatos qualificados Custo total do fornecimento dos Página 6 serviços Total de horas extras N° de chamadas/horas gastas por cada representante de serviços Números de retenção do cliente no 2° ano N° total de refeições fornecidas % de reclamações de clientes Os indicadores de resultado do processo incluem os RCCs e CTPs Indicadores de resultado RCCs ________ ________ RCCs ________ Questões dos clientes VOC ________ ________ ________ ________ ________ ________ ________ ________ _________ _________ _________ CTP’s VN ________ Questões de ________ negócios CBR’s ________ ________ ________ ________ ________ ________ VN - Voz do negócio RCN - Requisitos críticos do negócio CTP -Crítico para o processo Página 7 VOC - Voz do Cliente RCC - Requisitos críticos do cliente Exemplos de RCC, CTP Crítico para: O cliente Crítico para: O negócio O regulador Indicadores de resultado do processo Os empregados RCCs CTP Custo/Unidade Produtividade Cumprimento dos regulamentos Tempo de troca Segurança Horas de treinamento ________ ________ CTP ________ ________ Página 8 O mercado RCCs Preço/Unidade Prazos de entrega Dimensões Pureza Confiabilidade Cor Nível de serviço Mais sobre considerações de medições Uma regra permanece, independentemente das medidas que você escolher; tente utilizar o mínimo possível de indicadores Existe uma relação de custo/benefício e de relevância nas medições. Medidas em excesso são onerosas, improdutivas e podem desviar a atenção das áreas críticas. Indicadores de processo incorretos ou insuficientes não permitirão que você identifique os defeitos antes que ocorram Página 9 RCCs e indicadores de resultado múltiplos Alguns RCCs podem ser medidos em termos de uma expectativa específica de um cliente. Outros podem exigir vários indicadores de resultado. A tabela mostra como um RCC pode ter um ou vários indicadores de resultado associados. Indicador de resultado • O tempo de ciclo de entrega do produto desde a conclusão do pedido do cliente até a entrega do produto • Especificações de número e tipo de veículos entregues corretamente • prazos de entrega reais vs. prometidos • prazos de entrega para cada veículo • número de vezes que os veículos foram entregues a locais diferentes daqueles especificados no contrato Requisito crítico do cliente O produto é entregue em menos de três horas após o recebimento do pedido. O veículo correto é entregue na hora certa e no local certo Esta tabela lista o segundo RCC da tabela acima, mas o mostra como três requisitos críticos de cliente diferentes associados com a entrega de um veículo. Indicador de resultado Independentemente de como o RCC é formulado, as equipes devem certificar-se de identificar todos os RCCs associados com um serviço de produção de processo e certificar-se que os RCCs são medidos pelos indicadores de resultado. Página 10 • Especificações do número e tipo de veículos entregues corretamente Requisito crítico do cliente O veículo entregue atende às especificações descritas no contrato. • prazos de entrega real vs. prazos de entrega prometidos para cada veículo O veículo é entregue dentro do prazo especificado no contrato. • número de vezes que os veículos foram entregues a locais diferentes daqueles especificados no contrato O veículo é entregue no local especificado no contrato. Seleção dos indicadores de processo corretos Além de certificar-se que os indicadores proporcionam à equipe dados válidos e quantificáveis, as equipes devem se certificar que o que estão medindo realmente lhes permite avaliar as relações de causa e efeito ocorrendo dentro do processo. A seguir está uma lista das perguntas que cada equipe deve revisar após identificar os indicadores de resultado, de processo e de entrada. Cada indicador de processo é um verdadeiro "prognóstico", ou indicador principal, de pelo menos um indicador de resultado? Página 11 Seleção dos indicadores de processo corretos Os indicadores do processo avaliam as áreas do processo que são conhecidas por afetar negativamente a qualidade do resultado do processo? A equipe identificou os indicadores de processo para as variáveis de processo que mais influenciam a capacidade do processo de atender os requisitos críticos do cliente e portanto os indicadores de resultado? Se um requisito crítico do cliente não é atendido, a equipe sabe por que (causa raiz)? Quais indicadores de processo adicionais podem ser necessários para responder a esta pergunta? Página 12 Seleção dos indicadores de entrada corretos Os indicadores de entrada permitem a medição da consistência das entradas para o processo. Os indicadores de entrada medem os requisitos críticos que temos sobre os produtos ou serviços de nossos fornecedores? Os indicadores medem os elementos da entrada que são conhecidos por afetar a capacidade de nosso processo em atender aos requisitos críticos do cliente? Os indicadores de entrada são "prognósticos" verdadeiros, ou indicadores principais, de pelo menos um indicador de processo? Os indicadores medem aspectos da entrada que eliminariam, dentro de uma certa tolerância, inspeções, refugos, modificações significativos ou tempo de ciclo excessivo? Página 13 Medir Módulo 2.3 Gerenciar a medição Página 14 Coleta de dados Identificar Medidas O gerenciamento das medições começa com uma metodologia de coleta de dados. Etapa 1 Desenvolver definições operacionais para medir Etapa 2 Desenvolver um plano de medição Etapa 3 Coletar dados Etapa 4 Exibir e avaliar os dados Página 15 Atenção: lembrese de executar a Análise do sistema de medição discutida em 2.6 Etapa 1: Desenvolver definições operacionais Etapa 1: Definição operacional Uma definição operacional é um conceito que ajuda a orientar a equipe a pensar no que precisa medir, assim como os atributos-chave da medida: o que, como e quem. Ela proporciona a base para que a equipe chegue a um acordo e estabeleça consistência e confiabilidade na coleta de dados. Isso ajuda a assegurar que qualquer pessoa que utilize a definição acordada estará medindo a mesma coisa. – Fornece a todo mundo o mesmo significado. – Assegura que a consistência e a confiabilidade sejam estabelecidas no início. – Descreve o escopo da medida (o que está incluído e o que não está). Página 16 Etapa 2: Desenvolver um plano de medição Etapa 2: Plano de medição A determinação do desempenho atual do processo geralmente exige uma coleta de dados. Ao desenvolver um plano de medição assegure-se que: – Os dados coletados fazem sentido – Os dados coletados são válidos – Todos os dados relevantes sejam coletados simultaneamente Perguntas a responder: Precisamente quais dados serão coletados? Medição de desempenho? Causas de deficiências do processo? Analisamos todos os dados relevantes ou uma amostra? Qual é o tamanho correto da amostra? Qual é a freqüência correta? Qual será o método de seleção das amostras? Que ferramentas são necessárias? Que formatos serão utilizados? Que registros serão mantidos? Precisamos de um computador? Página 17 Etapa 2: Desenvolver um plano de medição Perguntas a responder: Que perguntas logísticas são relevantes? Quem coletará os dados? Onde os dados são coletados? Quando serão coletados? Que assistência adicional é necessária? O que você quer fazer com os dados? Usados diariamente, semanalmente, etc. Identificar as tendências nos dados do processo Identificar as deficiências do processo Demonstrar o desempenho do processo atual Identificar a variação em um processo Identificar as relações de causa e efeito Página 18 Dois tipos básicos de dados Antes do início da coleta de dados, classificar os dados em diferentes tipos: contínuos ou discretos. Isto é importante porque: – Fornecerá uma seleção de exibição de dados e ferramentas de análise – Ditará o cálculo do tamanho da amostra – Fornecerá informações de desempenho ou de causa – Determinará o gráfico de controle apropriado a utilizar – Determinará o método apropriado para calcular o Sigma Contínuos ou variáveis Discretos, categóricos ou atributos Medidos em um continuum Objetivo • transcorrido • Dinheiro • Peso • Comprimento Contagem ou categorias Subjetivos • Satisfação • Concordância • Extensão • Tipo de erro Página 19 Objetivo • Conta defeitos • N° aprovados • Nº de erros • Tipo de documento Subjetivos • Sim/Não • Categorias • Classificação de desempenho do serviço (bom, fraco) • Satisfação • Contrato Dados de desempenho vs. Dados de causa Dados de desempenho (Y ou y) Dados de causa (x) Entrada Processo Resultado Y = f(x) Dados de desempenho Dados de causa • • • • • • Enfocam o motivo pelo qual o processo desempenha dessa forma • Ajudam a identificar as causas raízes potenciais • Colete este tipo de dados para explicar os problemas de desempenho Descritivos Enfoque em resultados Ajudam a estabelecer o desempenho atual Medem o desempenho de um processo Devem ser coletados primeiro Página 20 Etapa 2: Desenvolver um plano de medição Cada equipe de melhoria 6 Sigma deve completar um plano de medição que contenha as seguintes informações: Exemplo: Tempo de ciclo para processamento de solicitação de empréstimo Como os dados serão utilizados? Identificação dos grandes contribuidores A identificação dos dados é normalmente distribuída Identificação do nível Sigma e variação Análise da causa raiz Análise de correlação Página 21 Como os dados serão exibidos? Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de controle Diagramas de dispersão Etapa 2: Desenvolver um plano de medição Exemplo: Tempo de ciclo para processamento de aplicação de empréstimo Medição do desempenho Definição operacional Tempo para Data e hora do processar uma fax solicitação de empréstimo Data e hora do fax de decisão Fonte e localização dos dados Tamanho da amostra Quem coletará os dados? Quando os dados serão coletados? Como os dados serão coletados? Solicitações de empréstimos 289 Tim Smith Dave Mann Durante a primeira semana do mês, 1/10/99 a 7/10/99 Selecionados aleatoriamente a partir de setembro de 99 Centro de fax representante Outros dados que devem ser coletados ao mesmo tempo: Tipo de empréstimo Valor do empréstimo Revendedor Hora do dia Dia da semana Considerações para outros dados que devem ser coletados ao mesmo tempo: Como você exibirá os dados? O que você quer fazer com os dados após coletá-los? Como quer estratificar os dados? Que dados você poderia precisar para identificar e verificar a causa raiz? A coleta de dados é um equilíbrio entre tempo, dinheiro e precisão (obtendo os dados que você precisa). Página 22 Etapa 3: Coletar dados Siga o plano— anote qualquer desvio do plano Consistência — evite as tendências Observe a coleta de dados Alguém tem alguma experiência na coleta de dados? Página 23 Amostragem Utilizando uma amostra de dados você tira conclusões sobre toda a população de dados. Isto conhecido com “inferência estatística.” A amostragem economiza custos e tempo. A amostragem proporciona uma boa alternativa para coletar todos os dados. A identificação de um nível específico de confiança permite que tomemos decisões de negócios razoáveis. Amostragem de uma população Parâmetros: m, s População total de dados Amostra Análise Inferência estatística Página 24 Estatística: X, S, etc. Amostragem sistemática do processo Amostragem sistemática do processo X X XXX Amostra Descritivo típico Estatísticas : Diferentes situações que impõem técnicas de amostragem: • Analisar e controlar um processo • Descrever uma grande população (i.e., tipos de clientes e comportamento de compra) Amostragem aleatória de uma população Tempo médio de ciclo (xbar) Nº. de defeitos proporção de defeituosos desvio-padrão XXXX Amostra X X X Página 25 X X Processo - Amostragem de subgrupo Dia 1 Processo - Amostragem de subgrupo Dia 3 Dia 2 X X X XXX Amostra Amostragem em uma etapa particular no processo em cada dia (hora, semana, mês) Amostra A B A População - Amostra aleatória estratificada C C D D B A A B B C C D D Amostragem aleatória dentro de uma categoria lógica (localização, deslocamento, produto, etc.) Página 26 Considerações de amostragem Onde – – Freqüência – – – – Ponto do processo onde as etapas do processo afetam diretamente os resultados (relacionamento forte) Maximizar a oportunidade para a identificação do problema (dados de causa) Depende do volume de transações e/ou atividades Processo instável—mais freqüentemente (utiliza amostragem sistemática ou de subgrupos) Processo estável—menos freqüentemente (utiliza a fórmula do tamanho da amostra) Depende de quão precisa a medição deve ser para tomar decisões de negócio sensatas Considerações – – – – – A amostra é representativa do processo ou da população? O processo é estável? A amostra é aleatória? Existe uma probabilidade eqüivalente de selecionar qualquer ponto de dado? A resposta a cada uma dessas perguntas deve ser sim antes que possamos tirar conclusões estatisticamente válidas. Página 27 Identificar as ferramentas para ajudá-lo a coletar dados Dica: Identificar os tipos de dados que precisa coletar antes de elaborar o formulário. Listas de verificação – Formulário simples de coleta de dados que ajuda a determinar com que freqüência algo ocorre. Diagramas de concentração – Folha de verificação descritiva que o ajuda a marcar quando algo ocorre ou o tipo de problema. Página 28 Avaliar os dados Seu método de coleta de dados: – ofereceu dados confiáveis? – forneceu informações consistentes durante todo o período de coleta de dados? – forneceu um conjunto confiável de dados ? – forneceu dados representativos? Se repetir a coleta de dados você obterá resultados semelhantes? Os dados coletados fornecem as informações necessárias? Página 29 Medir Módulo 2.4 Gráficos de controle Página 30 Variação Variação significa que o processo não produz exatamente o mesmo resultado cada vez que o produto ou serviço é entregue A variação existe em todos os processos Medir e compreender a variação em nossos processos de negócios ajuda a identificar especificamente qual é o nível atual de desempenho e o que deve ser mudado de modo a reduzir a variabilidade e assim reduzir os defeitos entregues aos clientes Variação nos dados Página 31 Variação de causa comum Existem sempre causas de acaso inerente responsáveis pela variação natural em todos os processos devido à variação “normal” em materiais, ambientes, métodos, etc. (causas comuns) A variação dentro de um padrão estável de causas de acaso é inevitável Página 32 Variação de causa especial Quando tivermos uma indicação de um desvio fora de um padrão estável de variação, temos que descobrir a razão do desvio (causa especial) Queremos remover a influência da causa especial se ela estiver afetando negativamente a qualidade do produto-processo Se a influência da causa especial estiver melhorando a qualidade do produto-processo (por ex., projetos 6 Sigma), queremos captar este efeito de forma permanente Página 33 O que causa a variação? Fornecedores Entradas do processo Processo de negócios Resultados do processo Requisitos críticos do cliente Defeitos A análise das causas raízes da variação leva à redução permanente dos defeitos A variação no resultado de processos causa os defeitos Página 34 Tempo de comutação (min) Mapeamento da variação – Gráficos de controle 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 UCL CL LCL M T W Th F M T W Th F M T W Th F M T W Th F M Dias Página 35 Gráficos de controle - Básicos Gráficos de controle Têm a capacidade de indicar a presença de causas especiais que perturbam nossos processos Nos ajudam a detectar, diagnosticar e corrigir problemas de processo de forma conveniente Fornecem uma indicação visual do desempenho do processo fácil de compreender Página 36 Reação aos dados/adaptação Gráficos de controle Reconhecer a extensão da variação que existe agora para não reagirmos exageradamente à variação de causa comum (adaptação) Estudar o processo para identificar as fontes de variação e em seguida agir para eliminar ou reduzir estas fontes de variação ou mitigar seus efeitos As causas especiais podem ser identificadas com um programa de diagnóstico eficaz As causas comuns não podem ser removidas nem drasticamente reduzidas sem fazer mudanças fundamentais no processo Página 37 Reação aos dados/adaptação Normal Reação aos dados Adaptação Página 38 Adaptação Gráficos de controle - Básicos Etapas para elaborar um gráfico de controle apropriado 1. Determinar o tipo de dados 2. Coletar os dados consistentemente com o mapeamento de controle em mente 3. Selecionar o gráfico de controle apropriado 4. Elaborar o gráfico de controle 5. Analisar desempenho do processo 6. Tomar as medidas corretivas Página 39 Como selecionar o gráfico de controle apropriado TIPO DE DADOS Medição (Dados de variáveis) Contagem ou Classificação (Dados atributos) Contagem Classificação Defeitos Defeituosas Oportunidade fixa Oportunidade variável Oportunidade fixa Oportunidade variável Subgrupo de tamanho 1 Gráfico C Gráfico U Gráfico NP Gráfico P I-MR Distribuição de Poisson Distribuição binomial Página 40 Subgrupo de Subgrupo de tamanho < 8-10 tamanho > 8-10 X-Bar e R X-Bar e S Distribuição Normal/Teorema do limite central Variação fora de controle Variação sob controle 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 UCL CL LCL M T W Th F M T W Th F M T W Th F M T W Th F M Tempo de comutação (min) Tempo de comutação (min) Eliminar as causas especiais 6 1 2 3 5 Página 41 4 4 CL 3 3 1 LCL 2 Tempo Dias UCL 5 Estados do processo* 100 % de conformidade nos produtos produzidos Controle dos dados do processo exibidos Estado ideal PROCESSO SOB CONTROLE Os gráficos de controle fornecem em tempo os alertas para qualquer dificuldade Beira do caos O processo apresenta uma falta de controle Processo fora de controle 100% de produtos conformes Tudo pode parecer O.K. As causas determináveis determinam o que é produzido A qualidade e a conformidade podem mudar em um instante * Understand Variation by Dr. Donald J. Wheeler. Página 42 Alguns produtos não conformes produzidos Estado limite Processo sob controle Alguns produtos não conformes DEVEM mudar o processo ou mudar as especificações Classificar é apenas uma solução temporária Os gráficos de controle avaliam os esforços para a melhoria Estado de caos Processo fora de controle Alguns produtos não conformes As causas determináveis dominam As flutuações aleatórias devido a causas determináveis certamente frustrarão os esforços para a melhoria do processo A única forma de sair do caos é eliminar primeiro as causas determináveis Gráfico X-Bar e R Os gráficos X-bar & R são as formas de exibição dos dados de variáveis. – Exemplos de dados de variáveis: largura, diâmetro, temperatura, peso, tempo, etc. Gráfico R – Exibe as mudanças na dispersão do processo "dentro" do subgrupo. – Pergunta "A variação das medições dentro dos subgrupos é consistente?” Gráfico X-bar – Mostra as mudanças no valor médio do processo. – Pergunta "A variação entre as médias dos subgrupos é maior que a prevista pela variação dentro dos subgrupos?" Página 43 Gráficos de intervalo individuais e móveis Exibe dados de variáveis quando o tamanho do subgrupo da amostra é um (E em certas situações, dados atributos) Investiga a variação entre as medições individuais Situações de uso apropriado: – Utilize um subgrupo “natural” de um… • Quando existem muito poucas unidades produzidas em relação às oportunidades de variáveis do processo (fontes de variação) a mudar • Quando existe pouca escolha devido a escassez de dados • Quando o processo desvia com o tempo e precisa ser monitorizado Página 44 Questões sobre os gráficos de controle É importante compreender que: – Os gráficos de controle não nos dizem se estamos ou não atendendo consistentemente às tolerâncias das especificações – Eles nem identificam explicitamente nem removem as causas especiais Os gráficos de controle são dispositivos baseados em estatísticas para abordar a estabilidade do processo Precisamos desenvolver registros de processo significativos para levar em conta e documentar características físicas, itens de ação e os resultados obtidos Página 45 Medir Módulo 2.6 Medição R&R Página 46 Por que medimos? Ao nível mais baixo medimos para tomar decisões sobre – A conformidade com os padrões e especificações Subindo na cadeia das medições medimos para – Atingir resultados a curto prazo – Estimular a melhoria contínua Quando nos tornamos razoavelmente sérios sobre as medições, é habitualmente para – Evitar defeitos futuros Aqueles que realmente compreendem seus sistemas de medição podem utilizá-los para Se não puder medir, você não poderá melhorar! – Vantagem competitiva – Taguchi Página 47 Por que se preocupar com a variação nas medições? Considere as razões por que medimos: Verificar a conformidade de um produto/processo com as especificações Processo Como a variação das medições afetariam estas decisões? E se a quantidade de variação da medição for desconhecida Medição Assistir nas atividades de melhorias contínuas Processo Medição ? A variação das medições pode fazer as capacidades de nosso processo parecerem piores do que são Página 48 A importância da análise de sistema de medição (MSA) A importância de efetuar uma MSA está sendo negligenciada? – Muitos recursos podem ser desperdiçados tentando melhorar um processo quando uma das principais fontes de variabilidade é o sistema de medição – O sistema de medição deve ser cuidadosamente considerado antes de iniciar o trabalho de melhoria do processo O sistema de medição é a única fonte de variabilidade quando medir um produto ou um processo O objetivo do sistema de medição é compreender melhor as fontes de variação que podem influenciar os resultados produzidos pelo processo sob investigação Página 49 Elementos MSA O objetivo de um MSA é aprender o mais possível sobre o processo de medição em curto espaço de tempo A estratégia é incluir o equipamento, operadores, peças e outros fatores que serão habitualmente elementos do processo de medição Uma seleção aleatória de peças representando a variação inerente ao processo da produção deve ser feita As peças devem ser etiquetadas de tal forma a registrar as medições e remover as possíveis tendências do operador Cada peça será então medida várias vezes por cada operador utilizando o mesmo equipamento. Isto pode ser replicado para cada conjunto de equipamentos Página 50 Fontes de variação Variabilidade do produto (Variabilidade real) Variabilidade da medição Variabilidade total (Variabilidade observada) Variação total observada Variação real do produto/processo Variação de causa comum Variação de causa especial Variação entre peças Página 51 Variação da medição Variação devida ao medidor Variação devida ao operador Componentes do erro de medição As fontes de variabilidade do sistema de medição são: Medição R&R é a porcentagem da variação total do processo relacionada com o sistema de medição quanto à repetição e reprodução Um critério geralmente reconhecido para aceitação do medidor ocorre quando a variabilidade do medidor R& R resulta em: Menos de 10%: Medidor aceitável Medições observadas Erro de medição Valores reais Desvios Medição R&R Repetição Estabilidade Reprodutibilidade Página 52 De 10% a 30%: Pode ser aceitável Acima de 30%: O medidor é inaceitável e deve ser corrigido ou substituído Linearidade Repetição (Precisão) A variação dentro de medições sucessivas da mesma peça, mesma característica, pela mesma pessoa utilizando o mesmo instrumento. Também conhecido como erro de teste/reteste, utilizado como estimativa da variação a curto prazo. Alvo de processo ideal Página 53 Reprodutibilidade A reprodutibilidade é a variação na média das medições feitas por diversos avaliadores utilizando o mesmo instrumento de medição quando medirem características idênticas na mesma peça Inspetor A Inspetor A Inspetor B Inspetor B Inspetor C Página 54 Inspetor C Efeitos das tendências As médias das medições são diferentes por um valor fixo. Os efeitos das tendências incluem: – Tendência do operador – Diferentes operadores obtêm médias diferentes detectáveis da mesma coisa – Tendência da máquina – Diferentes máquinas obtêm médias diferentes detectáveis da mesma coisa, etc. – Outros – Dia-a-dia (ambiente), dispositivos, clientes e fornecedor (unidades) Alvo de processo ideal Instrumento 1 Instrumento 2 Página 55 Precisão do instrumento Precisão do instrumento é a diferença entre o valor médio observado e o valor mestre. O valor mestre é um padrão de referência aceito, rastreável Valor mestre (Padrão de referência) Valor médio Página 56 Estabilidade A ausência de causa de variação atribuível; a propriedade de estar sob controle estatístico. A consistência das medições ao longo do tempo Valor mestre (Padrão de referência) Tempo um Tempo dois Página 57 Linearidade Uma medida da diferença na precisão sobre a faixa de capacidade do instrumento Sobre que faixa de valores para uma determinada característica o dispositivo pode ser utilizado? – Quando o equipamento é utilizado para medir uma ampla faixa de valores, a linearidade é uma preocupação Medidor 1 A linearidade é uma preocupação aqui Medidor 2 A linearidade não é uma preocupação aqui Precisão Precisão 0,1 0,01 0,001 Unidades de medição 0,0001 Página 58 0,1 0,01 0,001 0,0001 Unidades de medição Discriminação Discriminação é a capacidade de detectar até mesmo pequenas mudanças nas características Se inaceitável pode não ser apropriado para identificar a variação do processo ou quantificar os valores individuais das características das peças Não pode detectar a variação do processo nem a variação de causa especial ,28 ,279 ,2794 ,28 ,282 ,2822 Página 59 Régua Paquímetro Micrômetro ,28 ,282 ,2819 ,28 ,279 ,2791 Medir Módulo 2.7 Análise de capacidade Página 60 Capacidade do processo – O que é? Comparação quantificável da Voz do cliente (limites de especificações) com a Voz do Processo (limites de controle) A maioria das medições possui um valor alvo e limites aceitáveis de variação ao redor do alvo O nível até o qual os valores “esperados” se enquadram nestes limites determina a capacidade do processo em atender aos seus requisitos Considere as medições principais de desempenho do processo em: – Reatividade de uma Help desk – Planicidade de um laminado – Taxa de vazão de uma bomba Página 61 Razão de capacidade do processo – Cp Razão da variação total permitida pela especificação sobre a variação total realmente medida no processo As metas típicas para Cp são maiores que 1,33 (ou 1,67 para itens de segurança) Se Cp < 1, a variabilidade do processo é maior que os limites de especificação Página 62 Razão de capacidade do processo – Cp Cp Variação permitida (espec.) Variacão normal do processo ou Cp USLLSL 6σˆ 99,7% dos valores +3s -3s Largura do processo LSL T Página 63 USL R σˆ d2 Razão de capacidade do processo– Cpk Este índice leva em conta o desvio de média dinâmico no processo – a quantia pela qual o processo está afastado do alvo USL x x LSL Cpk Min or ˆ ˆ 3σ 3σ Página 64 Utiliza a análise de capacidade Efetuado em equipamento novo como parte do processo de qualificação e de aprovação Efetuado em um processo existente como meio de estabelecer o desempenho atual das operações correntes (assim é possível dizer quando a melhoria ocorreu) Quando efetuado periodicamente, é um meio de monitorizar o desgaste de um equipamento e a deterioração de um processo por qualquer motivo (material, pessoal, ambiente, etc.) Pode ser efetuado em mais de um processo que tenha uma especificação estabelecida, de fabricação ou transacional (a especificação é necessária para os valores no numerador) e tenha um sistema de medição capacitado (necessário para os valores válidos no denominador) Página 65 Preparação para a análise de capacidade Quando começar a medir/monitorizar um parâmetro, sempre: Calibre o sistema de medição (a menos que tenha sido feito recentemente) – Utilize um padrão rastreável pelo NIST (National Institute of Standards and Technology) [Instituto nacional de padrões e tecnologia] – Um técnico treinado Execute a análise do sistema de medição (MSA) – Grupo de peças reais (utilize peças nas extremidades superior e inferior da faixa de tolerância, mesmo peças rejeitadas) – Grupo de operadores de máquina reais – Execuções múltiplas ‘cegas’ e aleatórias O processo deve estar estatisticamente sob controle Página 66 Plano de ação de capacidade Dê a prioridade mais elevada aos parâmetros com Cpk’s inferiores a 1,0 (centre a dimensão, reduza a variação ou ambos) – Se possível, obtenha o abrandamento das tolerâncias. (Se o produto/processo estiver maduro e não houve problemas com os clientes, qual é a necessidade para esta especificação formal quando outra especificação “de fato” foi utilizada historicamente?) – Inspecione, meça e classifique 100% – Faça um gráfico utilizando os dados das medições Utilize o SPC nos parâmetros com os Cpk entre 1,0 e 1,33 (ou 1,67 se forem itens de segurança) Considere a transição para a verificação de Primeira Peça para os parâmetros acima de 1,33 (ou 1,67 se aplicável) e SPC mapeando a Primeira Peça e dados de auditoria Página 67 Os custos são sempre lembrados Existe um nível de qualidade otimizado além do qual os custos de melhoria da qualidade superam as economias de custos esperadas para um número de defeitos reduzido Custo Impacto do nível de qualidade sobre o custo Ótimo Sigma Página 68 Por que 6 Sigma é a meta Impacto da complexidade sobre o Taxa de rendimento acumulado 6s 100% Taxa de rendimento acumulado 90% 80% 70% 60% 50% 5s 40% 4s 30% 20% 10% 0% 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 10.000 Número de peças/Etapas do processo Taxa de rendimento acumulado (RTY) é a probabilidade que um produto passe por todo o processo sem reprocessamento e sem nenhum defeito. Página 69 Taxa de rendimento acumulado vs. Rendimento do primeiro passe Entradas Operação Inspecionar NÃO OK Reprocessamento Fábrica oculta OK Rendimento do Primeiro passe Qualidade do cliente 90% (Rendimento após inspeção ou teste) Refugo Processo 1 2 3 4 90% Rend. 90% Rend. 90% Rend. 90% Rend. Rend. Acum. 81% 73% 66% Teste final = 90% 66% não é 90% Rend. ... por que não? O uso do teste final “Rendimento do primeiro passe” ignora a fábrica oculta. O desempenho do teste final é uma função da inspeção/teste ou de prevenção. Página 70 Exemplo de Taxa de rendimento acumulado – Declaração Airtronics possui um processo de sete etapas para pegar uma requisição de compra e transformá-la em uma Ordem de compra emitida As sete etapas possuem as seguintes taxas de rendimento de primeiro passe: – Etapa 1:0,981 – Etapa 2:0,972 – Etapa 3:0,943 – Etapa 4:0,892 – Etapa 5:0,943 – Etapa 6:0,904 – Etapa 7:0,963 Qual é a Taxa de rendimento acumulado para este processo de 7 etapas? Página 71 Exemplo de Taxa de rendimento acumulado – Solução A Taxa de rendimento acumulado para este processo de 7 etapas é de: Etapa 1 x Etapa 2 x Etapa 3 x Etapa 4 x Etapa 5 x Etapa 6 x Etapa 7 = Taxa de rendimento acumulado 0,981 x 0,972 x 0,943 x 0,892 x 0,943 x 0,904 x 0,963 = 0,658 Conclusão: 66 por cento das requisições de compra passam pelo processo sem erros na primeira vez Página 72 Medir Módulo 2.8 Plano de gerenciamento/comunicação do depositário (stakeholder) Página 73 Gerenciamento de depositários (stakeholders) Estrutura do processo de negócios Medições e resultados quantificáveis Liderança comprometida Incentivos & Responsabilidade Rede de cliente e mercado Integração estratégica Líderes de equipe 6 Sigma de tempo integral O comprometimento da Liderança é critico para o sucesso! Perguntas a fazer: Quem são o patrocinador e os depositários? Qual é seu nível de insatisfação com o estado atual? Que dados surgiram para criar esta necessidade ou este desconforto? Página 74 O que é gerenciamento do depositário (stakeholder)? Identificar os depositários Compreender os depositários Influenciar os depositários Página 75 Gerenciamento de depositários (stakeholders) Criar e fortalecer os relacionamentos que podem ser aproveitados para gerenciar seus esforços de mudanças Gerenciar expectativas Estabelecer um canal de comunicação de duas vias Desenvolver um processo para detectar reações medrosas ou negativas que possam prejudicar os esforços de mudança Gerenciar as resistências à mudança Página 76 Quem é um depositário (stakeholder)? Depositários são indivíduos e grupos de pessoas que têm a capacidade de influenciar ou que são afetados pela direção e pelo sucesso do projeto – Clientes, proprietários, fornecedores e outros parceiros de negócios, fabricantes, membros de equipe, reguladores, pessoas dentro do processo, comunidade de investimento Diferentes depositários podem perceber as mesmas mudanças de formas drasticamente diferentes A avaliação dos depositários e as questões dos depositários são necessárias para identificar: – A faixa de interesses – Questões a serem consideradas no planejamento das mudanças e – Desenvolver a visão e o processo de mudança de uma forma que gere o maior suporte Página 77 Gerenciamento de depositários (stakeholders) Equipe de liderança: Gerenciamento médio: Empregados de frente: Primeiro elo na cadeia de liderança de ação Segundo elo na cadeia de liderança de ação Terceiro elo na cadeia de liderança de ação Uma mudança de sucesso precisa de uma cadeia de liderança sem interrupções, de cima a baixo Página 78 Gerenciamento de depositários (stakeholders) Riscos potenciais do gerenciamento inadequado dos depositários: Expectativas não realistas Depositários preocupados com o impacto pessoal Os rumores se tornarão a principal fonte de informação Resistência ao esforço das mudanças Medo e confusão Página 79 Cinco regras dos depositários (stakeholders) Direção As visões devem ser consideradas mas não autorizam ou participam das mudanças Cliente Entrega Liderança Líder da mudança Influenciador Suporta, influencia e às vezes inicia a mudança mas não pode liderá-la Responsável por atingir a Agente de mudança e tem mudanças um contrato com um líder de mudança Autoriza as mudanças Alvo da mudança Página 80 Deve mudar para que os benefícios sejam proporcionados Principais tipos de resistência dos depositários (stakeholders) Resistência técnica: os depositários acreditam que o 6 Sigma produz sentimentos de inadequação ou estupidez em conhecimento estatísticos ou de processo Resistência política: os depositários vêm o 6 Sigma como uma perda de poder e controle Resistência organizacional: questões de experiência dos depositários sobre orgulho, ego e perda de propriedade das iniciativas de mudanças Resistência individual: experiências dos depositários com medo e paralisia emocional como resultado de forte tensões Página 81 Depositários apoiadores Depositários desafiadores • Ouve • Apático • Positivo em relação ao projeto • Interrompe, não realmente interessado. Satisfeito, por que mudar? • Demonstra consciência das metas, abordagem, cronograma e membros da equipe do projeto • Projeto percebido como baixa prioridade • Não é cooperativo nem disponível • Entusiasta; deseja ser envolvido • Muito crítico…um oponente verbal • Disposto a oferecer recursos, instalações e tempo pessoal • Não quer nada com o projeto • Proativo para ver que impacto pessoal terá o projeto • Se comporta como uma barreira aos requisitos de implementação do projeto • Contribui voluntariamente com idéias • Relutante em falar/discutir Página 82 Estratégias para vencer as resistências Resistência técnica: enfoca conceitos de alto nível para estabelecer competências. Em seguida agrega mais teoremas estatísticos À medida que a base de conhecimentos se amplia Resistência política: aborda questões de “perda percebida” imediatamente. Procura os campeões para estabelecer um consenso sobre o 6 Sigma e seu impacto sobre as mudanças Resistência organizacional: procura formas para permitir que o resistente tenha maior controle sobre as iniciativas 6 Sigma Resistência individual: diminui o medo de um maior envolvimento, informação e educação Página 83 Por que as pessoas não gostam de mudar “A maioria das pessoas vêem as mudanças como negativas devido a uma experiência negativa que tiveram em iniciativas de mudança anteriores, ou as vêem como perda…” --George Eckes Muitas pessoas não percebem as mudanças como agregadoras …somente como perda Página 84 Comunicação é a chave para vencer as resistências Manter os depositários conscientes e envolvidos em seu projeto… Revisões portal Encontros de atualização Treinamento interativo Página 85 Gabarito de estratégia da comunicação Estratégia de comunicação do projeto GRUPOS DE DEPOSITÁRIOS (STAKEHOLDERS) POR QUE você quer fazer o que está propondo? Qual é a razão palpável por trás desta decisão? COMO você pode atrair para o quadro de referência deste grupo de depositários (stakeholders)? Considere como isto melhorará a qualidade de vida de trabalho. Responda, “O que isto proporciona a este grupo ?” QUE mensagem será utilizada para comunicar a necessidade compulsiva de mudança? Enfoque nas forças externas que impulsionam a mudança. DE QUE informação o grupo precisa? Exemplos incluem o status do projeto, datas-chave, sucessos até hoje, etc. Que métodos de FEEDBACK serão melhor capazes de reunir informações do público alvo? QUEM especificamente deve preparar, fornecer e receber a mensagem? COMO você deveria remeter a mensagem? Exemplos incluem e-mail, folhetos e reuniões de equipe. QUANDO você deveria se comunicar com suas audiências? Exemplos incluem diariamente, semanalmente, quinzenalmente, etc. COMO esta comunicação coincide com os esforços de relatório atual do projeto e os esforços de comunicações organizacionais? Você pode empregar qualquer veículo de comunicação existente? Página 86 Nome do projeto: Gabarito do plano de comunicação Plano de comunicação de projeto Ação/Tarefa Objetivo Página 87 Nome do projeto: Mensagem principal Audiência Sincronização Mídia/Atividade Análise dos depositários (stakeholders): Ferramentas e técnicas A meta da Análise dos depositários: – Fornecer informações (Comunicar e transferir conhecimentos ) – Envolver as pessoas no processo de mudança (Aproveitar experiências e estabelecer propriedade) – Compreender a resposta humana à mudança (Fornecer orientação e suporte) Identificar os depositários potenciais que suportam ou não suportam a mudança, sua resposta à mudança e seus efeitos sobre o projeto nos proporciona uma melhor compreensão dos desafios que a implementação oferece Interagir (proativamente) com os depositários para estabelecer as entradas-chave para a estratégia de comunicação, identificar as questões-chave a serem abordadas no planejamento da transição e impor a prontidão das mudanças Página 88 Análise dos depositários (stakeholders): Ferramentas e técnicas Análise dos depositários é uma técnica que identifica os indivíduos ou grupos afetados por e capazes de influenciar o processo de mudança. A avaliação dos depositários e as questões dos depositários são necessárias para identificar a faixa de interesse que precisa ser levada em consideração no planejamento da mudança e desenvolver a visão e o processo de mudança de modo que ele gere o maior suporte. Os seguintes parâmetros são utilizados para desenvolver a segmentação dos depositários: – Níveis de influência: Alto, Médio, Baixo – Nível de impacto: Alto, Médio, Baixo – Suporte mínimo necessário: Campeão, Apoiador, Neutro – Posição atual: Campeão, Apoiador, Neutro, Preocupado, Crítico, Desconhecido – Campeão/patrocinador/agente/alvo das mudanças Página 89 Resumo da análise dos depositários (stakeholders) Ferramentas e técnicas Impacto para mudar Nível de impacto: Alto, Médio, Baixo O grau em que um indivíduo ou grupo será afetado Reação à mudança Entusiasmado - ativamente apoiador do projeto; exibe um desejo de ser envolvido no processo; compromete recursos e tempo pessoal; um proponente verbal do projeto Seguidor - receptivo às comunicações e resultados do projeto mas não envolvido ativamente; restrições de tempo e recursos podem significar que o projeto não é de máxima prioridade Mudar alvo - outras iniciativas têm prioridade; não deseja estar envolvido a nível algum; não receptivo às comunicações ou convites para participar; as ações de negócios e as declarações correm o risco de bloquear o sucesso da implementação! Página 90 O plano de ação dos depositários (stakeholders) O plano deve descrever as percepções e posições de cada grupo de depositários, incluindo os meios de envolvê-los em um processo e mudança e garantir seu comprometimento Defina como você pretende alavancar as atitudes positivas dos depositários entusiasmados e dos que são “proprietários” dos recursos apoiadores das mudanças Declare como pretende minimizar os riscos, incluindo o impacto negativo daqueles que se oporão às mudanças Comunique claramente as ações da mudança vindouras, seus benefícios e as funções desejadas dos depositários durante o processo de mudança Mantidos continuamente Página 91 Componentes do plano de ação dos depositários (stakeholders) Necessidades dos depositários: Informação, participação e representação no projeto, gerenciamento das mudanças e suporte da transição, treinamento, etc. Atividades/Ações planejadas: Atividades e ações panejadas para influenciar o depositário e levá-los até a posição necessária Freqüência: Com que freqüência/regularidade estas ações são executadas Comprometimento de tempo: De quanto tempo o gerente de depositários precisa para comprometer em preencher eficazmente a função e se o incumbente será capaz de tornar este tempo disponível Suporte necessário para executar a função: Informação, administrativa ou qualquer tipo de suporte que precisa ser fornecido ao gerente de depositários para a execução eficaz da função designada; como o suporte será fornecido, por ex. se o requisito é de informação, será ela suficiente para proporcionar um relatório de status regular, ou um documento de comunicação especialmente preparado será fornecido; com que freqüência/regularidade o suporte deve ser fornecido; quem é responsável pelo preparo do suporte necessário Página 92 Gabarito de resumo dos depositários (stakeholders) Nome do projeto: Resumo do depositário do projeto: Nível de Nível de Depositário-chave impacto influência (A,M,B) (A,M,B) Posição atual (+,-,?) Reações às mudanças: Entusiasmado/Seguidor/Mudar alvo Página 93 Quem é responsável pelo gerenciamento deste depositário? Plano de gerenciamento dos depositários (stakeholders) Plano de gerenciamento do depositário Depositário (Stakeholder) Necessidades principais Nome do projeto: Ações planejadas Página 94 Freqüência da ação Quem gerenciará o depositário (stakeholder)? Suporte necessário para executar a função Fator crítico para o sucesso Angarie o patrocínio/suporte do gerenciamento sênior visível Reserve muito tempo antecipadamente para a identificação e comunicação dos depositários Envolva as pessoas certas Proporcione comunicações consistentes e contínuas Comunique-se continuamente e honestamente Identifique as questões com antecedência para resolvê-las Página 95 Medir Módulo 2.9 Introdução à função de perda de qualidade Página 96 Perda para sociedade Inconveniências para o cliente Tempo e dinheiro gastos pelos clientes Reclamações e insatisfações do cliente Reputação da empresa prejudicada Perda conseqüente de fatia do mercado Página 97 Analogia das quatro fábricas Página 98 Interpretação tradicional de Perda Passa/Falha Página 99 Interpretação de perda do Dr. Taguchi Página 100 Pontos principais da função de perda de qualidade A conformidade com os limites das especificações é uma medida inadequada de qualidade ou perda devida à má qualidade A perda de qualidade provoca a insatisfação do cliente A perda de qualidade é uma perda financeira A função de perda da qualidade é uma excelente ferramenta para avaliar a perda no estágio mais precoce do desenvolvimento do produto/processo Nota: A função da perda de qualidade (QLF) também é chamada Função de perda. Maior cobertura mais tarde em 3.26. Página 101 Medir Módulo 2.10 Ponto de verificação de gerenciamento de risco empresarial Página 102 GRE • As questões do GRE inclusas na definição do • Proprietário do processo problema identificado • Todos os clientes identificados e incluídos (por • Proprietário do processo ou exemplo, reguladores, acionistas, etc.) análise representante na equipe de depositários (Stakeholders) • Todos os RCCs corretamente priorizados Designar equipe Definir Determinar os RCCs Mapear o processo Definir defeito Medir Coletar dados Descrever a variação Identificar causas possíveis Analisar Estreitar para as causas raiz Quantificar as oportunidades Identificar e testar soluções Melhorar Refinar a solução Solução piloto Controlar Preparar o processo Plano de controle Implementar a solução PRA • Enfatizar a importância de uma variação mínima • Utilizar processo de pontos de verificação de GRE • Proprietário do processo ou representante ativamente comprometidos com o projeto • Utilizar processo de pontos de verificação de PRA • Ampliar a visão do cliente - evitar que a equipe elimine automaticamente a atividade não relacionada diretamente com os clientes pagadores • Utilizar processo de pontos de verificação de GRE • Proprietário do processo ou representante ativamente comprometidos com o projeto • Utilizar processo de pontos de verificação de PRA • Utilizar ferramentas de gerenciamento de risco • O proprietário do processo para ajudar a equilibrar risco e controle aceita a responsabilidade pelo desempenho financeiro e do • Avaliar o impacto da mudança proposta em processo todos os depositários (Stakeholders) • Utilizar processo de pontos de verificação de • Utilizar processo de pontos de verificação de PRA GRE • Utilizar processo de pontos de verificação de GRE • Enfatizar a importância da monitorização contínua Fechar projeto Página 103 • O proprietário do processo se compromete a manter o controle do processo e conduzir as revisões contínuas • Utilizar processo de pontos de verificação de PRA Pontos de verificação do GRE – Medir Para os Requisitos críticos do cliente (RCCs) que possuem um forte impacto, os defeitos e as medidas relacionadas foram definidos adequadamente? Ao analisar o desempenho do processo, os fatores de risco estão alinhados com as estratégias de gerenciamento dos riscos de sua organização? Como mudou o impacto do risco (i.e., a planilha do Impacto do Risco do Processo atualizada indicou uma mudança neste perfil de risco)? Página 104