Física – vs – Matemática “I submit that the common denominator of teaching and research is learning – learning by students on the one hand – learning by scientists on the other. (...) I am skeptical of claims that (courses with names like ‘Conceptual Physics’) are successful in teaching physics concepts without mathematics.” DAVID HESTENES Ciência – vs – Indústria “Récemment, j’ai entendu un collègue de l’Académie vanter les mérites de sa discipline en faisant état du chiffre d’affaires réalisé en France par le secteur industriel correspondant: argument, selon mon propre point de vue, tout simplement monstrueux et m’amenant à souhaiter une ségrégation plus nette entre science proprement dite et ses applications technologiques.” RENÉ THOM Ciência – vs – Obscurantismo “With or without religion, good people can behave well and bad people can do evil; but for good people to do evil – that takes religion.” STEVEN WEINBERG Enviar um e-mail para [email protected] em branco contendo apenas o seguinte: • Subject: Mailing list de Fotonica • Conceitos fundamentais da fotónica – – – – – – – – espaço-tempo de Minkowski electrodinâmica relativista fotões em mecânica quântica métodos variacionais fibras ópticas e EDFAs lasers semicondutores solitões em fibras ópticas meios anisotrópicos • Simulação numérica – trabalhos de grupo Carlos R. Paiva Professor Associado do IST Investigador doutorado do IT URL: https://fenix.ist.utl.pt/publico/viewSiteExecutionCourse.do?method=firstPage&objectCode=36545 Carlos Paiva : http://193.136.221.2/person_detail_p.asp?ID=17 [email protected] • • • • • • • • • • • • Capítulo 1 – Introdução Capítulo 2 – Electrodinâmica relativista Capítulo 3 – Introdução aos métodos variacionais Capítulo 4 – Os fotões em mecânica quântica Capítulo 5 – Teoria elementar da dispersão Capítulo 6 – Cavidades ópticas Capítulo 7 – Lasers semicondutores Capítulo 8 – Fibras ópticas Capítulo 9 – Fibras amplificadoras dopadas com érbio Capítulo 10 – Solitões em fibras ópticas Capítulo 11 – Meios anisotrópicos e efeito electro-óptico Capítulo 12 – Feixes ópticos Apontamentos da autoria do professor responsável cobrindo todo o programa da disciplina quadrado azul triângulo amarelo Q c c 2 T a, b ab 2 ab Q a b Q c 4 T a, b c 4 2 2 ab Q a b Q a Q b 4 T a, b a b 4 2 2 Teorema de Pitágoras 2 a 2 b 2 c 2 ct cT x ct A B cT L0 x O OA cT0 L0 cT 2 cT cT0 2 2 2 T T0 1 2 ct cT x ct A B cT L0 x O OB L L0 L0 2 L 02 L2 L 1 2 L 0 Old wine in new bottles ? B E B B 0 E t F t E 0 B 1 E B 0 j D t H J c 2 t t tt E t D E 0 1 00 B 0 F j 1B E0 0c B 0 j 2 c t tD Pp , pP 0E P E, BP q E that vB inf P “I wish to create the impression my readers the true mathematical structure of 1 j HJonly now, in M M M B asM E, Bwhen the fog lifts”. theses entities will appear a mountain landscape 0 t Arnold Sommerfeld • A mecânica quântica e a teoria da relatividade são os dois pilares fundamentais da física • Um dos problemas fundamentais da física contemporânea consiste precisamente em encontrar uma teoria que consiga integrar a teoria da relatividade geral com a mecânica quântica numa TOE (theory of everything) – se é que uma tal teoria é possível... • Na mecânica quântica há que considerar que a radiação tem aspectos corpusculares a matéria tem características ondulatórias todas as quantidades físicas são discretas (quantificadas) • Os fotões são partículas de massa nula, portadores da energia electromagnética (i.e., o fotão é o quantum de radiação electromagnética) • Os fonões são as partículas portadoras da energia sonora (i.e., o fonão é o quantum de radiação sonora) • Os gravitões são partículas de massa nula, portadoras da energia gravitacional (i.e., o gravitão é o quantum de radiação gravitacional) • Os gluões são as partículas portadoras da interacção nuclear forte (i.e., o gluão é o quantum da força nuclear forte) h 6.626075 1034 Js constante de Planck h 1.054572 1034 Js 2 Eh f energia do fotão c 2 2 f 2 , k c c Eh f h h Louis de Broglie p k Ecp As quatro interacções físicas TOE (Theory of Everything) Interaccção gravitacional GUT (Grand Unified Theories) Interacção nuclear forte Teoria electrofraca Interacção electromagnética Interacção nuclear fraca • Componentes: – 2 datas de exame final + 2 trabalhos de avaliação contínua • Nota final: F = 0.75 E + 0.25 T • Orais obrigatórias para F > 16 (quem não for à oral fica com 16) • Grupos ( para os trabalhos ): até 3 aluno(a)s • Todos os trabalhos têm peso igual • Entrega dos trabalhos: – até 15 dias após o fim da última aula teórica sobre a matéria correspondente ao trabalho • Notas mínimas: – nos exames: 8 valores – nos trabalhos: não há • Não se guardam notas de/para outros anos lectivos T3E F 4 Proposta alternativa para quatro grupos individuais (ou de duas pessoas) - um único trabalho de avaliação (nível físico-matemático acima da média): • Formulação variacional da electrodinâmica relativista • Formulação da electrodinâmica relativista usando a álgebra geométrica (de Clifford) • Formulação da electrodinâmica relativista usando as formas diferenciais • Fundamentos da electrodinâmica quântica • Electrónica – geração, detecção, transmissão e controlo de electrões • Fotónica – geração, detecção, transmissão e controlo de fotões • Optoelectrónica [ capítulo da Fotónica ] – conversão de electrões em fotões – ( lasers semicondutores ) – conversão de fotões em electrões – ( fotodetectores ) – interacção entre fotões e electrões – ( efeito electro-óptico ) Evolução científica da Óptica (1) • Óptica Geométrica – teoria de raios – Fermat (1601-1665) e Newton (1642-1727) • Óptica Ondulatória – teoria de ondas – Huygens (1629-1695) e Young (1773-1829) • Óptica Electromagnética – equações de Maxwell + teoria da relatividade restrita – Maxwell (1831-1879) e Einstein (1879-1955) • Óptica Quântica ou QED (Quantum Electrodynamics) – mecânica quântica relativista – Feynman (1918-1988) Evolução científica da Óptica (2) Óptica Geométrica Óptica Ondulatória Óptica Electromagnética Óptica Quântica Óptica Electromagnética - 1 • A formulação clássica (i.e., não quântica) da Óptica deve-se a James Clerk Maxwell (1831-1879) • Consultar o “site”: http://www-history.mcs.standrews.ac.uk/history/Math ematicians/Maxwell.html Óptica Electromagnética - 2 • A formulação clássica da Óptica ganha uma interpretação mais correcta com a teoria da relatividade de Albert Einstein (1879-1955) • Consultar o “site”: http://www.aip.org/his tory/einstein/ Óptica Quântica • A formulação mais rigorosa da Óptica deve-se à Electrodinâmica Quântica fundada (entre outros) por Richard P. Feynman (1918-1988) • Consultar o “site”: http://broccoli.caltech.edu/~archives/ bios/FeynmanRP.html Emc 2 It followed from the special theory of relativity that mass and energy are both but different manifestations of the same thing - a somewhat unfamiliar conception for the average mind. Furthermore, the equation E is equal to m c-squared, in which energy is put equal to mass, multiplied by the square of the velocity of light, showed that very small amounts of mass may be converted into a very large amount of energy and vice versa. The mass and energy were in fact equivalent, according to the formula mentioned before. This was demonstrated by Cockcroft and Walton in 1932, experimentally. Massa = Energia ? dt , d R : x ct , r , dR U : c, v , d P : mU P p 0 , p dr v : dt 1 2 0 2 2 cp mc mc mv 2 p mv E P ,p c • • • • • • • • • • • Laser (1960) Lasers semicondutores (1962) Fibras ópticas de baixas perdas (1970) Sistemas de comunicação óptica (1980) Observação experimental de solitões ópticos (1980) Efeito de Gordon-Haus (1986) Fibras amplificadoras dopadas com érbio (1989) Transmissão controlada de solitões (1991/92) Sistemas WDM a 40 Gb/s (1996) Experiências com solitões a 5.4 Tb/s (2000) Instalação com 64 canais WDM a 2.56 Tb/s (2002) Fibras Ópticas • A viabilidade dos sistemas de comunicação óptica deve-se às fibras ópticas de baixas perdas (0.16 dB/km na terceira janela) • A firma Corning Incorporated (http://media.corning.com)foi a pioneira no fabrico das fibras ópticas de muito baixas perdas • 1.ª Geração – Fibras multimodais operadas na 1.ª janela (0.8 m) • 2.ª Geração – Fibras monomodais operadas na 2.ª janela (1.3 m); 0.5 dB/km • 3.ª Geração – Fibras monomodais operadas na 3.ª janela (1.55 m); 0.2 dB/km • 4.ª Geração – Sistemas multicanal ou WDM com EDFA’s (Banda C: 1.53μm – 1.57μm) • 5.ª Geração – Sistemas WDM com gestão da dispersão e amplificação óptica ( solitões ? ) Fibras amplificadoras dopadas com érbio EDFA = erbium-doped fiber amplifier • Fibra óptica dopada com iões de érbio [ 152.4 x 78.7 x 9.5 mm ] • Amplificador laser fotónico ( all-optical ) da terceira janela 1.55μm Revistas científicas de interesse • Optical Society of America (OSA) – Optics Letters – Journal of the Optical Society of America B – Optics & Photonics News • The Institute of Electrical and Electronics Engineers, Inc. (IEEE) – Journal of Lightwave Technology – IEEE Photonics and Technology Letters – IEEE Journal of Quantum Electronics – IEEE Journal of Selected Topics in Quantum Electronics • Outras – Microwave and Optical Technology Letters – Optical Fiber Technology Lasers Semicondutores • Em Novembro de 1999 uma equipa de investigadores, a trabalhar nos Bell Labs da Lucent Technologies (em Holmdel, N.J., USA), desenvolveu um único laser ultra-rápido capaz de transmitir cerca de 1022 canais (com uma separação de 10GHz). Trata-se de um laser pronto a operar em sistemas de comunicação óptica UDWDM (ultra-dense wavelength-division multiplexing). Atenuação em fibras ópticas Transmissão digital em fibras ópticas (1) • Os investigadores Yan Sun e Atul Srivastava, dos Bell Labs, demonstraram (Outubro 1998) a transmissão em fibra óptica a um ritmo binário de 1 Tb/s (100 canais WDM a 10 Gb/s) para uma distância de 100 km Transmissão digital em fibras ópticas (2) Solitões • Em Julho de 1995 uma reunião internacional de cientistas testemunhou a recriação da famosa observação de John Scott Russell (1845) em Union Canal (Edinburgh) Solitões em fibras ópticas Linn F. Mollenauer (na fotografia com Kevin Smith) foi o primeiro cientista a observar experimentalmente a propagação de solitões em fibras ópticas (1980) Duas convenções (1): exp j t 2 z, t 0 exp j t z 0 exp j z v t exp i t 2 z, t 0 exp i z t 0 exp i z v t Duas convenções (2): exp j t exp i t u 1 2 u 2 j u u0 2 2 u 1 2 u 2 i u u0 2 2 Solitões em fibras ópticas: solitão fundamental Solitões em fibras ópticas: solitão de terceira ordem “Sites” científicos de interesse (1) • IEEE The Institute of Electrical and Electronics Engineers – http://www.ieee.org • OSA Optical Society of America – http://www.osa.org • SPIE The International Society for Optical Engineering – http://www.spie.org • EOS European Optical Society – http://www.europeanopticalsociety.org “Sites” científicos de interesse (2) • American Institute of Physics – http://www.aip.org • Virtual Photonics – http://www.virtualphotonics.com/photonics_home.php • Cambridge University GA Research Group – http://www.mrao.cam.ac.uk/~clifford • Geometric Calculus R&D Home Page – http://modelingnts.la.asu.edu/GC_R&D.html • Differential Forms and Electromagnetic Theory – http://www.ee.byu.edu/ee/forms/forms_main.html Jean-Marc Lévy-Leblond, “One more derivation of the Lorentz transformation,” American Journal of Physics, Vol. 44, No.3, pp. 271-277, March 1976 J. Hladik et M. Chrysos, Introduction à la Relativité Restreinte (Paris: Dunod, 2001) C. A. Brau, Modern Problems in Classical Electrodynamics (New York: Oxford University Press, 2004) G. P. Agrawal, Fiber-Optic Communication Systems (New York: Wiley, 3rd ed., 2002) David Hestenes, “Spacetime physics with geometric algebra,” American Journal of Physics, Vol. 71, No. 7, pp. 691-714, July 2003 G. A. Deschamps, “Electromagnetics and differential forms,” Proc. IEEE, Vol. 69, pp. 676-696, June 1981 D. S. Lemons, Perfect Form: Variational Principles, Methods, and Applications in Elementary Physics (Princeton: Princeton University Press, NJ, 1997) R. Loudon, The Quantum Theory of Light (Oxford: Oxford University Press, 3rd ed., 2000) C. Doran and A. Lasenby, Geometric Algebra for Physicists (Cambridge: Cambridge University Press, 2003) C. W. Misner, K. S. Thorne, and J. A. Wheeler, Gravitation (San Francisco: Freeman, 1973) R. Shankar, Principles of Quantum Mechanics (New York: Kluwer Academic / Plenum Publishers, 2nd ed., 1994) M. Lambert, Relativité Restreinte et Électromagnétisme (Paris: Ellipses, 2000) F. W. Hehl and Yu. N. Obukhov, Foundations of Classical Electrodynamics - Charge, Flux, and Metric (Boston: Birkhäuser, 2003) A. E. Siegman, Lasers (Sausalito, California: University Science Books, 1986) • G. L. Naber, The Geometry of Minkowski Spacetime: An Introduction to the Mathematics of the Special Theory of Relativity, Dover, New York, 2003 • M. Lambert, Introduction à la Mécanique Quantique (Drame en Six Actes), Ellipses, Paris, 1998 • C. J. Isham, Lectures on Quantum Theory – Mathematical and Structural Foundations, Imperial College Press, London, 1995 • M. P. do Carmo, Differential Forms and Applications, Springer-Verlag, Berlin, 1994 • W. M. Boothby, An Introduction to Differentiable Manifolds and Riemannian Geometry, Academic Press, San Diego, Revised Second Edition, 2003 • J.-P. Hsu, Einstein’s Relativity and Beyond, World Scientific, Singapore, 2000