MAPS: Um Modelo de Adaptação de
Processos de Software
Ciro Carneiro Coelho
Orientador
Prof. Hermano Perrelli de Moura
Roteiro
• Introdução
– Motivação
– Objetivos
• MAPS
–
–
–
–
Visão Geral
Modelo de Caracterização de Projetos
PConfig
Base de Processos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
2
Roteiro
• Estudo de Caso
–
–
–
–
–
Considerações Gerais
Abordagem Utilizada
Adaptação para o Projeto A
Adaptação para o Projeto B
Análise dos Resultados
• Conclusões
– Principais Contribuições
– Dificuldades Encontradas
– Trabalhos Futuros
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
3
Introdução
Introdução  Motivação
Motivação
• As exigências do mercado de software são cada
vez maiores
• As empresas de software são obrigadas a buscar
formas de melhorar o desenvolvimento de
software
• A demanda por um desenvolvimento mais
estruturado levou ao surgimento de inúmeros
processos de desenvolvimento de software
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
5
Introdução  Motivação
Motivação
Um processo de desenvolvimento de software
é “um conjunto de atividades, métodos,
práticas e transformações que as pessoas
empregam para desenvolver e manter
software e produtos associados”
(MCT/SEPIN)
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
6
Introdução  Motivação
Motivação
• Um número cada vez maior de organizações tem
adotado um processo padrão de desenvolvimento
de software
–
–
–
–
Facilita treinamento
Permite melhoria do processo
Melhora a comunicação entre os membros da equipe
Torna o desenvolvimento mais previsível
• Não existe um processo único que se adeqüe a
todas as situações
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
7
Introdução  Motivação
Motivação
Probabilidade de Sucesso
• A utilização de um processo inadequado pode
causar o fracasso de um projeto
P
I1
I2
I3
Peso do Processo
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
8
Introdução  Motivação
Motivação
• O processo padrão de uma organização deve ser
adaptado para cada projeto
• A adaptação de processos não é uma tarefa trivial
– Exige esforço e conhecimento
– Os resultados da adaptação são incertos
• Um método sistemático de adaptação de processos
pode diminuir o esforço de adaptação, e diminuir a
incerteza quanto ao processo adaptado
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
9
Introdução  Objetivos
Objetivos
• Estabelecer um modelo de adaptação do processo
padrão de uma organização para projetos
específicos
• Fornecer mecanismos para diminuir o esforço
necessário para realizar a adaptação de processos
• Permitir a melhoria contínua dos processos
utilizados pela organização
• Estar em conformidade com o nível 3 do CMM,
que define uma estrutura para a utilização e
adaptação dos processos da organização
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
10
MAPS
MAPS  Visão Geral
Visão Geral
• Modelo de Adaptação de Processos de Software
• É um modelo que auxilia a adaptação de um
processo padrão para projetos específicos e
promove o reuso e melhoria de processos de
software
• É baseado nas características dos projetos e nos
artefatos do processo padrão
• É compatível com o nível 3 do CMM
• Atualmente, contempla apenas a disciplina
Planejamento e Gerenciamento
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
12
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
1.
fornece
Identificação das
Características
Características
do Projeto
2.
permite
Comparação de
Projetos
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
3.
Processos
gera
4.
Processo
Preliminar
é entrada para
5.
modifica
Complementação
do Processo
alimenta
alimenta
Reuso de
modifica
PConfig
Utilização do
Processo
Processo Padrão
6.
gera
Avaliação do
Processo
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
7.
Alimentação da
Base de Processos
Planejamento Inicial
do Projeto
fornece
Características
do Projeto
permite
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
gera
Processo
Preliminar
alimenta
alimenta
modifica
é entrada para
modifica
PConfig
Processo Padrão
gera
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos
Modelo de Caracterização de
Projetos
• Realiza uma comparação de projetos de software,
permitindo identificar projetos semelhantes e
facilitando, assim, o reuso de processos
• A comparação é feita entre as disciplinas do
processo, e não em relação ao processo completo
– Menor complexidade no desenvolvimento e utilização
do modelo
– Maior facilidade para encontrar projetos semelhantes
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
22
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos  Características Selecionadas
Características Selecionadas
• Para a disciplina Planejamento e Gerenciamento, a
comparação entre projetos é feita a partir das
seguintes características:
–
–
–
–
–
Tamanho da Equipe
Distribuição Geográfica da Equipe
Experiência da Equipe no Processo
Criticidade do Software
Custo do Projeto
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
23
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos  Caracterização dos Projetos
Caracterização dos Projetos
Nível 1
Nível 2
Nível 3
Nível 4
Nível 5
Muito pequena
(1-6 pessoas)
Pequena
(7-20 pessoas)
Média
(21-50 pessoas)
Grande
(51-100 pessoas)
Muito grande
(+100 pessoas)
Distribuição
Geográfica
da Equipe
Mesma sala
Mesmo prédio,
salas diferentes
Mesma cidade,
mesma empresa,
prédios diferentes
Mesma cidade,
empresas
diferentes
Cidades
diferentes
Experiência
da Equipe
Nenhum projeto
1 projeto
2 a 3 projetos
4 a 5 projetos
+5 projetos
Tamanho da
Equipe
Prejuízos baixos,
Prejuízos baixos,
Prejuízos
Criticidade
Perda de conforto perdas facilmente moderados, perdas
perdas
do Software
recuperáveis
recuperáveis
irrecuperáveis
Custo do
Projeto
Até R$ 50.000,00
CIn - UFPE
Entre
R$50.000,00 e
R$150.000,00
Entre
R$150.000,00 e
R$1.000.000,00
Ciro Carneiro Coelho
Entre
R$1.000.000,00 e
R$3.000.000,00
Risco de vida
Mais de
R$3.000.000,00
24
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos  Comparação de Projetos
Comparação de Projetos
O grau de semelhança SD entre dois projetos P e P’, em relação a uma
disciplina D, é dado por:
m
SD  1 
| n
i 1
i
 ni ' |
m
onde:
 m é o número total de características que impactam D
 ni e ni’ são os níveis de classificação dessas características em P e
P’, respectivamente
 | ni - ni’| representa a diferença de níveis para cada característica de
P e P’
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
25
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos  Comparação de Projetos
Comparação de Projetos
• Caso 1: SD = 1
– projetos totalmente semelhantes em relação a D
• Caso 2: 0,5  SD < 1
– projetos muito semelhantes em relação a D
• Caso 3: 0  SD < 0,5
– projetos pouco semelhantes em relação a D
• Caso 4: SD < 0
– projetos não semelhantes em relação a D
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
26
MAPS  Modelo de Caracterização de Projetos  Estratégia de Reuso de Processos
Estratégia de Reuso de Processos
• Caso 1: reuso direto das partes do processo relativas à
disciplina em questão
• Caso 2: reuso das partes do processo relativas à
disciplina em questão com adaptações
• Caso 3: a definição do novo processo deve ser feita a
partir da comparação entre o processo já utilizado, que
está sendo reusado, e o processo padrão da
organização
• Caso 4: a definição do novo processo deve ser feita a
partir do processo padrão da organização
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
27
Planejamento Inicial
do Projeto
fornece
Características
do Projeto
permite
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
gera
Processo
Preliminar
alimenta
alimenta
modifica
é entrada para
modifica
PConfig
Processo Padrão
gera
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
MAPS  PConfig
PConfig
• PConfig é um processo de configuração de
processos de software para projetos específicos.
Baseia-se na escolha dos artefatos do processo
padrão que farão parte do processo adaptado de
acordo com as características do projeto
• PConfig é dependente do processo padrão que a
organização utiliza. A versão atual do MAPS
utiliza o Rational Unified Process (RUP) como
processo padrão
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
29
MAPS  PConfig  Processo PConfig
Processo PConfig
• Passo 1: Identificar os artefatos do processo
padrão que são adaptáveis
• Passo 2: Para cada característica, fazer uma matriz
com os níveis de classificação da característica e
os artefatos da disciplina impactada, identificando,
para cada nível, os artefatos que serão produzidos,
não serão produzidos ou serão produzidos com
restrições, ou ainda os artefatos que são
indiferentes à característica
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
30
MAPS  PConfig  Processo PConfig
Processo PConfig
Tamanho da Equipe
Artefatos
1-6
pessoas
7-20
pessoas
21-50
pessoas
51-100
pessoas
+100
pessoas
Artefato 1
N
N
R
S
S
Artefato 2
S
S
S
S
S
Artefato 3
I
I
I
I
I
Artefato 4
N
N
N
N
S
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
31
MAPS  PConfig  Processo PConfig
Processo PConfig
• Passo 3: Para cada característica, selecionar a
coluna da matriz correspondente à característica
do projeto
7-20 pessoas
CIn - UFPE
Artefato 1
N
Artefato 2
S
Artefato 3
I
Artefato 4
N
Ciro Carneiro Coelho
32
MAPS  PConfig  Processo PConfig
Processo PConfig
• Passo 4: Para cada disciplina, fazer uma
sobreposição das colunas selecionadas de cada
característica que impacta a disciplina para decidir
que artefatos devem ser produzidos
• Passo 5: Completar a lista de artefatos. Caso
algum artefato seja indiferente a todas as
características, decidir se ele será ou não
produzido
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
33
MAPS  PConfig  Processo PConfig
Processo PConfig
• Passo 6: Realizar adaptação do processo. De posse
da lista de artefatos que serão produzidos,
identificar as atividades necessárias para a
produção desses artefatos e os papéis responsáveis
pelas atividades
• Passo 7: Análise do Engenheiro de Processos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
34
Planejamento Inicial
do Projeto
fornece
Características
do Projeto
permite
Modelo de
Caracterização
de Projetos
Comparação de
Projetos e Reuso de
Processos
Base de
Processos
gera
Processo
Preliminar
alimenta
alimenta
modifica
é entrada para
modifica
PConfig
Processo Padrão
gera
Avaliação Final
do Processo
Processo
Adaptado
melhora
é aplicado a
fornece
Projeto
fornece
Avaliação Parcial
do Processo
MAPS  Base de Processos
Base de Processos
• Armazena o conhecimento adquirido sobre a
utilização de processos em projetos passados
– Informações sobre os projetos passados e suas
características
– O processo de software utilizado em cada projeto
•
•
•
•
Artefatos Selecionados
Artefatos Não Selecionados
Artefatos Incluídos
Artefatos Excluídos
– Uma avaliação de cada processo utilizado, artefato por
artefato
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
36
Estudo de Caso
Estudo de Caso  Considerações Gerais
Considerações Gerais
• O RUP foi adaptado, utilizando o MAPS, para
dois projetos, Projeto A e Projeto B
• Os projetos não utilizaram realmente os processos
gerados pelo MAPS, foi feito apenas um estudo
comparativo
• A organização onde o estudo de caso foi realizado
utiliza um processo padrão fortemente baseado no
RUP
• A adaptação através do MAPS foi avaliada com e
sem reuso de processos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
38
Estudo de Caso  Abordagem Utilizada
Abordagem Utilizada
•
•
•
•
Passo 1: Escolha dos projetos
Passo 2: Caracterização dos projetos
Passo 3: Adaptação do processo para o Projeto A
Passo 4: Avaliação e compatibilização dos processos do
Projeto A
• Passo 5: Adaptação do processo para o Projeto B
• Passo 6: Avaliação e compatibilização dos processos do
Projeto B
• Passo 7: Análise dos resultados obtidos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
39
Estudo de Caso  Adaptação para o Projeto A
Adaptação para o Projeto A
• Adaptação com base apenas no PConfig
• O Processo MAPS e o Processo Real foram
diferentes em relação a 5 artefatos
• Em relação à avaliação do gerente do projeto, o
Processo MAPS foi mais adequado em 3 casos e o
Processo Real foi mais adequado em 2 casos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
40
Estudo de Caso  Adaptação para o Projeto B
Adaptação para o Projeto B
• Adaptação utilizando reuso de processos
5
Característica
Projeto A
Projeto B
S PG  1 
| n
i
i 1
 ni ' |
 1  0,2  0,8
Tamanho da Equipe
Nível 3
Nível 2
5
Distribuição
Geográfica da Equipe
Nível 2
Nível 2
Caso 2: 0,5  SPG < 1
Experiência da Equipe
Nível 1
Nível 1
Criticidade do
Software
Nível 3
Nível 3
Tamanho do Projeto
Nível 4
Nível 4
CIn - UFPE
reuso das partes do
processo relativas à
disciplina em questão com
adaptações
Ciro Carneiro Coelho
41
Estudo de Caso  Adaptação para o Projeto B
Adaptação para o Projeto B
• A diferença entre o Processo MAPS e o Processo
Real resumiu-se a 3 artefatos
• Em relação à avaliação do gerente do projeto, o
Processo MAPS foi mais adequado em 2 casos.
Para 1 artefato, não foi possível determinar qual
dos processos foi o mais adequado
• O reuso de processos trouxe melhoria para 4
artefatos, em relação à adaptação feita sem utilizar
reuso
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
42
Estudo de Caso  Adaptação para o Projeto B
Adaptação para o Projeto B
• O esforço de adaptação utilizando reuso foi
mínimo
• Uma lição aprendida no Projeto A diminuiu o
esforço necessário para a produção de um artefato
no Projeto B
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
43
Estudo de Caso  Análise dos Resultados
Análise dos Resultados
• O PConfig está relativamente bem ajustado, mas é preciso
adaptá-lo às condições específicas da organização
desenvolvedora
• O reuso de processos possui um grande potencial, tanto
do ponto de vista da diminuição do esforço de adaptação
quanto do ponto de vista da melhoria dos processos
adaptados
• Existe a necessidade de uma ferramenta que automatize a
comparação de projetos e facilite a escolha do processo a
ser reusado
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
44
Conclusões
Conclusões  Principais Contribuições
Principais Contribuições
• Um modelo (MAPS) para adaptação de processos de
software a partir de um processo padrão. O MAPS
contempla, ainda, a avaliação, melhoria e reuso dos
processos adaptados. O MAPS tem, como objetivo final, o
estabelecimento de uma “família” de processos adaptados,
todos derivados do processo padrão, em que cada membro
da “família” é um processo adaptado, testado e aprovado
para uma circunstância específica
• Um Modelo de Caracterização de Projetos que permite
comparar projetos de software a partir de suas
características
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
46
Conclusões  Principais Contribuições
Principais Contribuições
• Uma análise das principais características dos projetos de
desenvolvimento de software que influenciam o
planejamento e o gerenciamento desses projetos
• O relacionamento entre os artefatos da disciplina
Planejamento e Gerenciamento do RUP e as características
que influenciam a disciplina, identificando, caso a caso, a
necessidade de produzir, ou não, cada artefato
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
47
Conclusões  Trabalhos Relacionados
Trabalhos Relacionados
• Barros
– Estratégia para armazenar e reusar o conhecimento sobre
gerenciamento de projetos utilizando cenários
– Não trata da adaptação de processos
– Não se limita a representar os processos utilizados
• Borges e Falbo
– ProKnowHow, ferramenta para apoiar a adaptação de processos, a
coleta e disseminação do conhecimento adquirido e a melhoria do
processo padrão
– O reuso está focado em melhores práticas (técnicas, idéias,
utilização de ferramentas) e não em disciplinas do processo
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
48
Conclusões  Trabalhos Relacionados
Trabalhos Relacionados
• Budlong e Szulewski
– Método de adaptação baseado em “blocos de construção”
– Não existe mecanismo para reuso de processos
– Não é feita correspondência entre os “blocos de construção” e as
características dos projetos
• Cameron
– Descrição dos artefatos dos processo e das circunstâncias sob as
quais cada artefato deve ser produzido
– É feita apenas uma descrição do método de adaptação, sem detalhes
sobre que condições ou características devem ser considerados
– Não existe mecanismo para reuso de processos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
49
Conclusões  Trabalhos Relacionados
Trabalhos Relacionados
• Henninger
– BORE, ferramenta para capturar as mudanças feitas no processo
padrão e as circunstâncias em que essas mudanças foram feitas,
utilizando essas informações para auxiliar a adaptação de
processos
– Não existe uma definição de que características impactam o
processo
– Não é detalhada uma forma de recuperar as informações do BORE
para realizar a adaptação em projetos semelhantes
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
50
Conclusões  Trabalhos Relacionados
Trabalhos Relacionados
• Machado
– Ferramenta (DEF-PRO) e modelo para definição e adaptação de
processos de software com base na norma ISO 12207
– O ponto de partida para a adaptação é a norma, e não um processo
padrão. São descritos alguns critérios de adaptação, mas, como não
existe um processo padrão, não existe uma correspondências entre
esses critérios e os artefatos do processo
– Não existe mecanismo para reuso de processos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
51
Conclusões  Dificuldades Encontradas
Dificuldades Encontradas
• Complexidade do Processo de Software
– O grande número de características que impactam o
processo de software
– A complexidade das disciplinas do processo
– A falta de conhecimentos específicos sobre cada
disciplina
• Estudo de Caso
– Tempo
– Disponibilidade de projetos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
52
Conclusões  Trabalhos Futuros
Trabalhos Futuros
• Detalhamento de outras disciplinas do processo
• Desenvolvimento do PConfig para outros
processos
• Automação da comparação de projetos
• Avaliação do MAPS
• Integração com outros trabalhos
CIn - UFPE
Ciro Carneiro Coelho
53
MAPS: Um Modelo de Adaptação de
Processos de Software
Ciro Carneiro Coelho
Orientador
Prof. Hermano Perrelli de Moura
Download

Processos